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	<title>30-erros-que-nao-se-deve-cometer &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "30-erros-que-nao-se-deve-cometer"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 13:40:28 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer]]></title>
<link>http://jovenstorreforte.wordpress.com/2008/09/04/30-erros-que-o-ministro-de-louvor-nao-pode-cometer/</link>
<pubDate>Thu, 04 Sep 2008 21:14:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nat Bittencourt</dc:creator>
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<description><![CDATA[O ministro de louvor Ronaldo Bezerra enviou ao site Supergospel um ótimo artigo para ministros de lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O ministro de louvor Ronaldo Bezerra enviou ao site Supergospel um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.</p>
<p>O tema da matéria é: &#8220;30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer&#8221;, e você confere na íntegra abaixo:</p>
<p><strong>1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração</strong></p>
<p>- Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).</p>
<p>A) Aspecto espiritual</p>
<p>- É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: &#8220;Nunca ouça um homem que não ouve a Deus&#8221;.</p>
<p>- Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.</p>
<p>- Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos <!--more-->entender que o endereço da unção está no altar.</p>
<p>B) Aspecto musical</p>
<p>- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.</p>
<p>- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.</p>
<p>- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.</p>
<p>- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.</p>
<p>- Estude música. Muitas vezes a congregação &#8220;suporta&#8221; em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.</p>
<p><strong>2- Nunca preparar a ministração</strong></p>
<p>- Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.</p>
<p>- Quando o ministro não faz a &#8220;lição de casa&#8221; acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.</p>
<p>- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.</p>
<p>- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!</p>
<p><strong>3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação</strong></p>
<p>- O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.</p>
<p>- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo &#8220;isso não é importante pra mim!&#8221;.</p>
<p><strong>4- Não aceitar as críticas</strong></p>
<p>- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.</p>
<p>- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.</p>
<p><strong>5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor</strong></p>
<p>- Não seja &#8220;juiz&#8221; das pessoas.</p>
<p>- Mostre a graça de Deus e o amor.</p>
<p>- Não seja grosseiro e indelicado.</p>
<p>- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é &#8220;chave&#8221; para uma ministração abençoada e abençoadora.</p>
<p>- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.</p>
<p>- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.</p>
<p>- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.</p>
<p><strong>6- Utilizar o púlpito para desabafar</strong></p>
<p>- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!</p>
<p>- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).</p>
<p><strong>7- Gritaria</strong></p>
<p>- Não confunda &#8220;gritaria&#8221; com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.</p>
<p>- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).</p>
<p>- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.</p>
<p>- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.</p>
<p><strong>8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração</strong></p>
<p>- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.</p>
<p>- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.</p>
<p>- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.</p>
<p><strong>9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado</strong></p>
<p>- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!</p>
<p>- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.</p>
<p><strong>10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração</strong></p>
<p>- Muitos querem &#8220;pregar&#8221; durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!</p>
<p>- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como &#8220;macacos de auditório&#8221;. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.</p>
<p>- Evite deixar &#8220;brancos&#8221; entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.</p>
<p><strong>11- Contar histórias ou piadas fora de hora</strong></p>
<p>- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.</p>
<p>- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.</p>
<p><strong>12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção</strong></p>
<p>- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.</p>
<p>- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.</p>
<p>- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.</p>
<p>- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.</p>
<p><strong>13- Exagerar nos improvisos</strong></p>
<p>- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.</p>
<p>- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!</p>
<p>- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se &#8220;mixar&#8221; no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.</p>
<p>- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.</p>
<p>- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.</p>
<p>- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.</p>
<p>- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.</p>
<p><strong>14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos</strong></p>
<p>- Não seja um &#8220;alienígena&#8221; em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!</p>
<p>- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.</p>
<p><strong>15- Comunicação inadequada ao tipo de público</strong></p>
<p>- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.</p>
<p>- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.</p>
<p><strong>16- Vestimenta inadequada</strong></p>
<p>- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.</p>
<p>- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.</p>
<p>- Esteja atento a sua aparência &#8211; cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.</p>
<p><strong>17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado</strong></p>
<p>- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!</p>
<p>- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.</p>
<p><strong>18- Cantar fora da tessitura vocal</strong></p>
<p>- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.</p>
<p>- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.</p>
<p>- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.</p>
<p><strong>19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião</strong></p>
<p>- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.</p>
<p>- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um &#8220;vôo de avião&#8221;, tem um destino.</p>
<p><strong>20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração</strong></p>
<p>- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).</p>
<p>- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.</p>
<p>- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.</p>
<p><strong>21- Ensinar muitas canções num período de ministração</strong></p>
<p>- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.</p>
<p>- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.</p>
<p><strong>22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações</strong></p>
<p>- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.</p>
<p>- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, &#8220;atualizar-se para obter melhores rendimentos&#8221;. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.</p>
<p><strong>23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo</strong></p>
<p>- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.</p>
<p>- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.</p>
<p><strong>24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados</strong></p>
<p>- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na &#8220;moda&#8221;, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.</p>
<p>- Cantemos cânticos teologicamente corretos</p>
<p>- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o &#8220;hinário&#8221; de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.</p>
<p><strong>25- Imitar outros ministros</strong></p>
<p>- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.</p>
<p>- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.</p>
<p>- Cuidado com palavras da &#8220;moda&#8221;, tipo: &#8220;shekiná&#8221;, &#8220;nuvem de glória&#8221;, &#8220;trazer a arca&#8221;, &#8220;chuva&#8221;, &#8220;noiva&#8221;, &#8220;abraça-me&#8221;; ou então, expressões com duplo sentido, &#8220;quero deitar no seu colo&#8221;, &#8220;quero te beijar&#8221;, &#8220;quero ter um romance contigo&#8221;, &#8220;quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz&#8221;, &#8220;Quero cavalgar contigo&#8221;, etc.</p>
<p>- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do &#8220;momento&#8221;, ou para dar uma idéia de &#8220;intimidade&#8221; com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!</p>
<p>- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso &#8220;coleguinha de escola&#8221;. Cuidado para que, em nome da &#8220;intimidade&#8221;, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 &#8211; &#8220;Ai de mim&#8230;&#8221;)</p>
<p><strong>26- Deixar o auditório em pé por muito tempo</strong></p>
<p>- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.</p>
<p>- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.</p>
<p><strong>27- Deixar de participar de outros momentos do culto</strong></p>
<p>- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.</p>
<p>- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!</p>
<p><strong>28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som</strong></p>
<p>- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos &#8220;curiosos&#8221; atuando nesta área.</p>
<p>- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.</p>
<p>- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.</p>
<p>- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique &#8220;viajando&#8221;. Concentração total!</p>
<p>- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.</p>
<p>- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.</p>
<p>- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.</p>
<p>- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.</p>
<p><strong>29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança</strong></p>
<p>- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.</p>
<p>- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.</p>
<p>- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.</p>
<p>- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.</p>
<p><strong>30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria</strong></p>
<p>- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.</p>
<p>- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.</p>
<p>- O nosso serviço deve ser com alegria &#8211; &#8220;Servi ao Senhor com alegria&#8230;&#8221; (Sl 100:2).</p>
<p>- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!</p>
<p><strong>Escrito por Ronaldo Bezerra</strong></p>
<p><strong>Fonte: <a href="http://www.supergospel.com.br" target="_blank">Supergospel</a></strong></p>
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