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	<title>5530845 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "5530845"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 16:50:26 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Fed faz sexto corte consecutivo e juros nos EUA caem para 2,25% ao ano ]]></title>
<link>http://asatualidades.wordpress.com/2008/03/18/fed-faz-sexto-corte-consecutivo-e-juros-nos-eua-caem-para-225-ao-ano/</link>
<pubDate>Tue, 18 Mar 2008 19:05:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogye11</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Federal Reserve (Fed, o BC americano) efetuou nesta terça-feira o sexto corte consecutivo de juros]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong>O Federal Reserve (Fed, o BC americano) efetuou nesta terça-feira o sexto corte consecutivo de juros desde que deu início a seus esforços para tentar evitar uma recessão nos EUA. A taxa básica de juros do banco caiu 0,75 ponto percentual, para 2,25% ao ano &#8211;nível em que se encontrava em </strong><a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u91675.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;"><strong>dezembro de 2004</strong></span></a><strong>.</strong> </span></p>
<p style="line-height:12.75pt;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Os cinco cortes efetuados antes do ocorrido hoje, no entanto, pouco fizeram para evitar que a atividade econômica americana desacelerasse de modo alarmante: no quarto trimestre, a economia <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u368193.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">cresceu apenas 0,6%</span></a>, contra um avanço de 4,9% um trimestre antes. </span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong><img width="521" src="http://asatualidades.wordpress.com/files/2008/03/euaaaaaaa1.jpg" alt="euaaaaaaa1.jpg" height="310" style="width:521px;height:323px;" /></strong></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><strong></strong></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O corte de juros do Fed não conseguiu estimular os consumidores a continuar gastando, ou mesmo a ampliarem seus gastos &#8211;como se viu nas <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u381479.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">vendas no varejo</span></a> nos EUA em fevereiro, que caíram 0,6% em fevereiro, mesmo com os juros do Fed tendo passado de 5,25% para 3%. Em janeiro houve uma ligeira alta de 0,4%, mas o dado do mês seguinte praticamente anulou o indicador positivo. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A economia ainda sofreu outro abalo no mercado de trabalho: depois de eliminar 22 mil empregos em janeiro, a economia perdeu outros <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u379591.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">63 mil no mês passado</span></a>. </span></b></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No governo, a eficácia das medidas para <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u382899.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">evitar a recessão</span></a> já é, mesmo que veladamente, contestada. O chefe dos conselheiros econômicos da Casa Branca, Edward Lazear, reconheceu que o PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) americano pode registrar um resultado negativo neste primeiro trimestre. &#8220;Nós definitivamente reduzimos nossa previsão para este trimestre&#8221;, disse Lazear. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O presidente americano, George W. Bush, sancionou no mês passado um <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u372133.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">pacote de estímulo</span></a> econômico ao país que dará cheques de restituição de impostos a milhões de norte-americanos. A estimativa inicial do Tesouro americano era de começar a enviar os cheques em 60 dias a partir da aprovação das medidas, ou seja, maio. Mais de 130 milhões de pessoas serão beneficiadas. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O pacote prevê uma restituição de US$ 600 para cada contribuinte com renda anual de até US$ 75 mil; e US$ 1.200 para casais com renda até US$ 150 mil, além de US$ 300 adicionais por filho. Quem não não paga imposto de renda, mas recebe o teto de US$ 3 mil anuais, terá direito a cheques de US$ 300. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No início deste mês, Bush chegou a <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u379711.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">pedir aos contribuintes</span></a> que serão beneficiados com os cheques do pacote que gastem, e não guardem em poupanças, ou invistam e mesmo paguem dívidas. </span></b></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></b></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></b><b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Redesconto</span></b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Assim como os consumidores não se sentem estimulados a gastar mais com as ações do Fed, temendo uma retração da economia, os bancos também tendem a desconfiar da ação do banco central. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No domingo, o banco <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u382550.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">cortou sua taxa de redesconto para 3,25%</span></a>. A taxa de redesconto é um instrumento do Fed para conceder empréstimos de curto prazo a instituições com problemas temporários de liquidez (oferta de dinheiro). </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">O instrumento, no entanto, é utilizado com cautela pelas instituições financeiras: as que recorrem a empréstimos com essa taxa ficam de certo modo marcadas como instituições fragilizadas, que não conseguem empréstimos em outras fontes e têm de recorrer ao &#8220;concessor do último recurso&#8221; &#8211;papel que cabe ao Fed. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Panorama</span></b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">No terceiro trimestre do ano passado, a economia tinha um panorama bem diferente do que se viu no quarto &#8211;pelo menos durante o mês de julho. À época, a Bolsa de Valores ainda estava em clima de euforia, tendo chegado ao patamar recorde até então de 14 mil pontos. A economia, que havia crescido 0,7% no primeiro trimestre, apresentou uma alta de 4% no segundo. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em agosto, no entanto, já com o terceiro trimestre iniciado, um novo elemento passou a fazer parte do cenário financeiro: o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u318819.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">banco francês BNP Paribas</span></a> anunciou que iria suspender os resgates em fundos com investimentos em títulos ligados às hipotecas do segmento de mercado conhecido como &#8220;subprime&#8221; (que reúne clientes com histórico de problemas com crédito). </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A inadimplência nesse segmento do mercado hipotecário cresceu e, desde então, os abalos causaram perdas de bilhões em gigantes do setor financeiro, como <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u363557.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Citigroup</span></a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u364400.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Merrill Lynch</span></a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u368146.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">UBS</span></a>, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u383007.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Lehman Brothers</span></a> e o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u382545.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Bear Stearns</span></a> &#8211;que acabou vendido neste domingo (16) ao JP Morgan. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Na raiz da <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u320606.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">crise de crédito</span></a> está uma outra crise, a do setor imobiliário. Após atingir um pico em 2006, os preços dos imóveis passaram a cair: os juros do Fed, que vinham subindo desde 2004, encareceram o crédito e afastaram compradores; com isso, a oferta começa a superar a demanda e desde então o que se viu foi uma espiral descendente no valor dos imóveis. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;">Pessimistas</span></b><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"> </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:11pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">A recessão, se não chegou ainda, está a caminho &#8211;pelo menos na visão de alguns nomes de peso no setor financeiro. No início do mês, o megainvestidor <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u378099.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">Warren Buffett</span></a> disse que a economia dos EUA já está em recessão &#8220;na teoria&#8221;. &#8220;Além de qualquer definição, nós estamos em recessão&#8221;, disse. </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Outro a pintar um cenário negativo foi o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u382810.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">ex-presidente do Fed Alan Greenspan</span></a>. Em artigo de ontem no jornal britânico &#8220;Financial Times&#8221;, ele afirmou que a crise financeira atual pode ser considerada a mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). </span></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">&#8220;A atual crise financeira nos Estados Unidos será verdadeiramente julgada como a mais grave desde o fim da Segunda Guerra mundial&#8221;, diz o texto. &#8220;Ela chegará ao fim quando o preço dos bens imobiliários se estabilizar e, com ele, os preços dos produtos financeiros endossados em empréstimos hipotecários.&#8221; </span></b></span></span></p>
<p><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"><b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;"></span></b><span style="font-size:10pt;font-family:Verdana;">Em uma pesquisa divulgada na semana passada, <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u381731.shtml"><span style="color:windowtext;text-decoration:none;">economistas ouvidos pelo diário</span></a> americano &#8220;The Wall Street Journal&#8221; também vêem a economia americana caindo em recessão. Segundo a pesquisa, 71% dos 51 economistas entrevistados disseram que o país já está em recessão. Pouco menos da metade (48%) dos economistas entrevistados disseram que a recessão de 2008 será pior que a de 2001 e a de 1990-91. </span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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