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	<title>a-cauda-longa &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/a-cauda-longa/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "a-cauda-longa"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 16:44:47 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A Cauda Longa]]></title>
<link>http://empreendedorsaude.wordpress.com/2009/11/15/a-cauda-longa/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:30:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bartmann</dc:creator>
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<description><![CDATA[Livro: A Cauda Longa – A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Livro: A Cauda Longa – A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mer]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Busca]]></title>
<link>http://empreendedorsaude.wordpress.com/2009/11/15/a-busca/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:29:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bartmann</dc:creator>
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<description><![CDATA[Livro: A Busca – Como o Google e seus competidores reinventaram os negócios e estão transformando no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Livro: A Busca – Como o Google e seus competidores reinventaram os negócios e estão transformando no]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O modelo de negócios do Século 21: Tudo “Free”]]></title>
<link>http://inteligenciaonline.wordpress.com/2009/09/30/o-modelo-de-negocios-do-seculo-21-tudo-%e2%80%9cfree%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 02:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>camilasimielli</dc:creator>
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<description><![CDATA[Free (Grátis), o novo e polêmico livro de Chris Anderson – autor do A cauda longa –, explora o próxi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Free (Grátis), o novo e polêmico livro de Chris Anderson – autor do A cauda longa –, explora o próximo passo do capitalismo e como ganhar dinheiro em um mundo onde aparentemente as pessoas têm tudo de graça na internet e não querem pagar por conteúdo.</p>
<p>Os exemplos que Chris Anderson usa no livro para basear sua teoria já viraram  lugar comum hoje em dia, como o YouTube e blogs, que distribuem o conteúdo gratuitamente e faturam em cima dos links patrocinados.</p>
<p>O autor também destaca o Brasil como um dos países pioneiros na exploração da economia do gratuito em diversas áreas, como a da música, software e medicamentos.</p>
<p>Chris Anderson relaciona o poder dos camelôs brasileiros e o sucesso atingido pela Banda Calypso: “<em>Em uma agitada esquina em São Paulo, Brasil, camelôs vendem os últimos lançamentos do “tecnobrega”, incluindo uma banda de sucesso chamada Banda Calypso(&#8230;)A banda não se importa de deixar de ganhar dinheiro com isso, porque a venda de discos não é sua principal fonte de renda. Na verdade, a banda está no negócio de shows — e é um bom negócio. Viajando de uma cidade à outra, sempre precedida por uma onda de CDs superbaratos, a Banda Calypso é capaz de lotar centenas de shows por ano”.</em></p>
<p>Anderson fala também da redução de custos de produção de uma série de produtos e serviços permitindo determinadas indústrias à  simplesmente dar de graça os produtos que oferecem.</p>
<p>O raciocínio dele na teoria faz sentido uma vez que a propaganda não é mais eficiente para chamar atenção das pessoas como antigamente. Hoje, ninguém m ais tem paciência para assistir propagandas durante programas de TV.</p>
<p>Sendo assim, Anderson parte da mesma teoria utilizada pelo Google: dar de graça o produto principal sairá mais barato do que investir milhões em propagandas que ninguém presta atenção, e por outro lado, os funcionários de marketing ficarão responsáveis por criar métodos criativos mais rentáveis.</p>
<p>Seria como a Skol entregar cervejas de graça para atingir maior mercado possível e ganhar dinheiro com o Skol Beats e outros eventos. O jornal Wall Street Journal, por exemplo, tem um modelo em que parte do conteúdo é gratuito para atrair leitores e parte é paga, pela assinatura dos leitores e pelos anunciantes.</p>
<p>Quanto às empresas de comunicação e os profissionais de jornalismo, Chris Anderson diz que ambos deverão repensar seus negócios e atividades. O problema é que a “social media” distribui informações na mesma plataforma que é usada pelas empresas de comunicação.</p>
<p>Hoje, muitas das informações na internet não são produzidas por empresas comerciais. Então há uma concorrência na produção de conteúdos com a qual os jornalistas e as empresas não contavam. E ambos terão que ajustar-se aos novos tempos. Os jornalistas vão ter que oferecer aos leitores algo que os amadores e os diletantes da internet não oferecem. Os amadores não podem substituir os profissionais. Os jornalistas deverão mostrar seus diferencias como relevância da informação que produzem, o acesso às pessoas, o talento na escrita e o tempo investido na coleta de dados. Isto vale para jornais, TVs, rádios, produtoras de cinema, gravadoras… Vale enfim para toda a indústria de produção cultural.</p>
<p>Realmente, a tendência digital é ser cada vez mais gratuita. E tem por trás a tendência de atrair o maior número de pessoas aumentando popularidade. Não é a toa que o escritor Paulo Coelho inventou um site chamado “Pirate Coelho” para piratear seus próprios livros e permitir o download gratuito de suas histórias. Atraindo o maior número de leitores, seus livros bem como o poder do seu nome aumentam bruscamente. Coelho enfrentou a editora HarperCollins e causou a polemica que levou à explosão do sucesso editorial de seus livros. Foi uma excelente estratégia de marketing.</p>
<p>Outro tema explorado por Anderson é a produção de medicamentos grátis. Segue o trecho do livro:</p>
<p><em>“Em 1996, em resposta ao alarmante índice de casos de Aids no Brasil, o governo do então presidente Fernando Henrique Cardoso garantiu a distribuição de novos coquetéis de medicamentos a todos os portadores de HIV no país. Cinco anos mais tarde, com o número de casos de Aids caindo, ficou claro que o plano era bom, mas — aos preços sendo cobrados pelos medicamentos patenteados contidos no coquetel — absolutamente insustentável.<br />
</em><em>Então, o ministro da saúde do Brasil procurou os principais detentores das patentes, a gigante farmacêutica americana Merck e a empresa suíça Roche, e pediu desconto porvolume. Quando as empresas negaram, o ministro aumentou a aposta. De acordo com a lei brasileira — ele informou às empresas —, era dele o poder, em caso de emergência nacional, de licenciar laboratórios locais para produzir medicamentos patenteados, sem a necessidade de pagar pelos direitos, e ele exerceria esse direito, caso fosse necessário. As empresas cederam e os preços caíram mais de 50%. Hoje em dia, o Brasil tem uma das maiores indústrias de medicamentos genéricos do mundo”.</em></p>
<p>Uma empresa de biotecnologia investiu 500 milhões de dólares  para desenvolver um remédio especifico para a doença Pompe, que atinge menos de 10 mil pessoas no mundo inteiro. O preço da droga esta determinado em 300 mil dólares por ano. Esta empresa sobrevive da propriedade intelectual de seus contribuidores. A informação é extremamente valiosa e não deve ser de graça, muito pelo contrario.</p>
<p>Pagar mais por um produto de qualidade (o famoso produto premium), para ter televisão a cabo e informações valiosas, é coerente.</p>
<p>Quando falamos de músicas, livros, filmes, etc. não têm o que negar. Ninguém mais paga por isso na internet. Todas as áreas, seja de entretenimento ou não, devem parar de lutar contra algo inevitável e pensar fora da caixa, isto é, encontrar oportunidades nesse novo negócio.</p>
<p>A busca pelo termo grátis, como mostra o gráfico a seguir, só faz aumentar</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-55" title="gratis" src="http://inteligenciaonline.wordpress.com/files/2009/09/gratis1.jpg" alt="gratis" width="455" height="132" /><br />
Fonte: <a href="http://www.google.com/trends" target="_blank">Google Trends</a></p>
<p>E os consumidores estão cada vez mais procurando por jogos, vídeos, músicas, livros, revistas e até telefones e serviços de operadoras (ex. sms) de graça.</p>
<p>Agora a teoria dos “consumidores livres, num mercado livre, querem produtos e serviços gratuitos” vai além.  Ei, Chris, Por que o exemplar impresso do seu livro não é gratuito?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dividimos Livros!]]></title>
<link>http://globulo.wordpress.com/2009/09/28/dividimos-livros/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 16:25:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>arturcap</dc:creator>
<guid>http://globulo.wordpress.com/2009/09/28/dividimos-livros/</guid>
<description><![CDATA[Por: Artur Pereira (@arturcap) Muita gente comentou o post “Emprestamos Livros”, que foi uma iniciat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por: Artur Pereira (@arturcap) Muita gente comentou o post “Emprestamos Livros”, que foi uma iniciat]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o Twitter informa mais que o jornal]]></title>
<link>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/08/06/quando-o-twitter-informa-mais-que-o-jornal/</link>
<pubDate>Thu, 06 Aug 2009 12:13:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Macaco Elétrico</dc:creator>
<guid>http://macacoeletrico.wordpress.com/2009/08/06/quando-o-twitter-informa-mais-que-o-jornal/</guid>
<description><![CDATA[Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_357" class="wp-caption alignright" style="width: 260px"><img class="size-full wp-image-357" title="O editor da Wired e autor do livro &#34;A Cauda Longa&#34;, Chris Anderson - Foto: James Duncan Davidson" src="http://macacoeletrico.wordpress.com/files/2009/08/chris_anderson.jpg" alt="Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo" width="250" height="348" /><p class="wp-caption-text">Para Chris Anderson, a chamada “mídia tradicional” perdeu o sentido de ser, o que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo</p></div>
<p>“Eu não uso a palavra jornalismo. eu não uso a palavra mídia. Não uso a palavra notícia. Não acho que essas palavras signifiquem alguma coisa hoje. Elas definem o mundo editorial do século 20. Hoje, são uma barreira. Elas estão bloqueando nosso caminho, como uma carruagem sem cavalos.”</p>
<p>Com essas palavras, <a title="(leia o verbete sobre Chris Anderson na Wikipedia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Chris_Anderson" target="_blank">Chris Anderson</a> começa a responder as <a title="(leia a tradução da entrevista no UOL)" href="http://noticias.uol.com.br/midiaglobal/derspiegel/2009/08/03/ult2682u1260.jhtm" target="_blank">perguntas de Frank Horni</a>, da <a title="(link para a home page da Der Spiegel, em alemão)" href="http://www.spiegel.de/" target="_blank">Der Spiegel</a>. Para o editor-chefe da Wired e autor do best-seller <a title="(leia verbete sobre o conceito e sobre o livro, na Wikipedia)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_cauda_longa" target="_blank">A Cauda Longa</a>, jornais, revistas, televisão, a chamada “mídia tradicional” perderam o sentido de ser. Ele diz não consumir mais jornais e só lê uma reportagem do The New York Times se ela chegar até ele pelo Twitter, por exemplo, depois de passar por um “filtro pessoal” de pessoas em quem confia. O que não quer dizer que se preocupe menos com a qualidade do material informativo: apenas isso agora pode ser produzido e distribuído por qualquer um. “O problema não é que a forma tradicional de escrever não vale mais. O problema é que isso hoje é a minoria. Costumava ser um monopólio.”</p>
<p>Anderson é um conhecido provocador profissional, mas há verdade no que ele diz. A Internet virou de pernas para o ar o modelo de negócios de várias indústrias, como a fonográfica. A bola (de neve) da vez é justamente a mídia, cuja vítima mais evidente é a impressa. A possibilidade de qualquer um produzir e distribuir material jornalístico de qualidade afetou não apenas a economia dos grupos de mídia, mas está redefinindo a maneira de se produzir jornalismo, que, cada vez mais, é analítico e instantâneo, gerado com os recursos disponíveis por quem estiver juntos dos fatos.</p>
<p>O que falta ainda ao jornalismo-cidadão é organização editorial. Por mais que o volume gigantesco de produção possa resultar em qualidade no final, por mais que a relevância concedida pela audiência a cada peça jornalística seja capaz de definir o que deve ser a manchete (e o <a title="(link para a home page do Google News)" href="http://news.google.com/" target="_blank">Google News</a> está aí para mostrar que isso funciona), cada blogueiro escreve sobre o que quer, o que gosta e o que pode. Falta o “norte” a ser perseguido, nem sempre visível para o cidadão comum. E falta recursos para produzir reportagens caras. Por isso, ao contrário do que Anderson provoca e do que <a title="(leia o post em que comento essa declaração de Lula)" href="../../../../../2009/07/02/lula-diz-que-a-internet-enfraquece-a-imprensa-e-por-isso-fortalece-a-liberdade/" target="_blank">Lula sugeriu</a> há pouco mais de um mês no <a title="(link para a home page do evento)" href="http://fisl.softwarelivre.org/" target="_blank">10º Fórum de Software Livre</a>, o papel e a importância de uma indústria de mídia organizada continuam firmes e fundamentais para a sociedade.</p>
<p>A verdade nas afirmações do jornalista é que o formato, a distribuição e o modelo de negócios precisam ser reinventados. Ninguém ousaria dizer que a música perdeu a sua importância, mas nunca se venderam tão poucos álbuns quanto hoje. Isso é algo que não parará de diminuir até que as pessoas deixem de vez de comprar CDs, para desespero da indústria fonográfica, que não conseguiu ainda encontrar um modelo realmente substituto os disquinhos prateados. Por outro lado, cantores e bandas, igualmente afetados por essa onda, foram mais rápidos e já perceberam que <a title="(leia reportagem de Denise Carvalho, na Exame, que aborda esse assunto)" href="http://portalexame.abril.com.br/revista/exame/edicoes/0945/negocios/brasil-entrou-mapa-476342.html" target="_blank">seus ganhos hoje devem vir mais de shows que de CDs</a>. Nesse cenário, a Internet deixa de ser uma inimiga e passa a ser divulgadora de seus trabalhos.</p>
<p>O que sobra aos jornalistas? Acredito que revistas e jornais, no atual formato, sejam os seus “CDs”. Assim como as empresas, os profissionais também precisam redefinir o seu modelo de negócios. Não quer dizer que o jornalismo tenha que ser um emprego de meio-período ou um hobby, como sugere Anderson (até pode ser), mas é improvável que ele continue como é hoje. Hora de os coleguinhas botarem os miolos para funcionar, caso não queiram se tornar obsoletos pela “cauda longa informativa”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Long Tail ]]></title>
<link>http://sabrit.wordpress.com/2009/07/07/long-tail/</link>
<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 18:15:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sabrina</dc:creator>
<guid>http://sabrit.wordpress.com/2009/07/07/long-tail/</guid>
<description><![CDATA[Quer entender por que cada vez mais saímos de uma cultura de massa e caminhamos em direção a uma cul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quer entender por que cada vez mais saímos de uma cultura de massa e caminhamos em direção a uma cultura de nicho? Compreender o poder das mídias sociais?</p>
<p>Assista o vídeo produzido pela TV1 Trend Report!</p>
<p>Você vai descobrir porque o universo em que vive está mais conectado do que nunca e a principal razão, além do avanço da fibra ótica, é que as ferramentas de produção e os filtros tecnológicos estão mais acessíveis à população &#8230; em qualquer parte do planeta! </p>
<p>Sim, estamos transformando o mundo em que vivemos &#8230; LITERALMENTE! E esse vídeo retrata, de forma inteligente, a evolução tecnologica que orienta e direciona os comportamentos de uma sociedade! </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JMRF_ZXms9E&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p> </p>
<p>Se quiser viajar ainda mais nesse assunto, leia A Cauda é Longa, de Chris Anderson! E entenda, de uma vez por todas, porque pode LER, ASSISTIR e COMPRAR o que quiser e na hora que quiser desde que possua um VISA! </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2655" title="a cauda é longa" src="http://sabrit.wordpress.com/files/2009/07/slide119.jpg" alt="a cauda é longa" width="459" height="345" /></p>
<p>Em tempo: Meus alunos amam esse vídeo! Sabe aquelas turmas cheia de garotos e garotas?  Então, quando passo esse vídeo, eles ficam &#8230; &#8220;Ahhhh, ela sabe disso&#8221;! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>E, assim, trago todo mundo para o meu time! Estratégia de conquista!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Cauda Longa ]]></title>
<link>http://comsoante.wordpress.com/2009/06/20/a-cauda-longa/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 01:12:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>comsoante</dc:creator>
<guid>http://comsoante.wordpress.com/2009/06/20/a-cauda-longa/</guid>
<description><![CDATA[Por Cléber Ramos É possível afirmar, dentro de um contexto moderno onde a política hegemônica poderi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa"><img class="aligncenter size-medium wp-image-49" title="1644179_4" src="http://comsoante.wordpress.com/files/2009/06/1644179_42.jpg?w=210" alt="1644179_4" width="210" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Por<strong> Cléber Ramos</strong></p>
<p style="text-align:left;">É possível afirmar, dentro de um contexto moderno onde a política hegemônica poderia ser caracterizada pela globalização, que os <em>hits</em> de  sucesso, norte da economia mundial por longas décadas, perderão seu considerado espaço para um grande mercado de nicho? Segundo  Chris Anderson em seu livro “<a href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&#38;client=firefox-a&#38;rls=org.mozilla:pt-BR:official&#38;hs=kmq&#38;ei=DYE9SpHnBoXOMeOXqKUO&#38;sa=X&#38;oi=spell&#38;resnum=0&#38;ct=result&#38;cd=1&#38;q=a+cauda+longa&#38;spell=1" target="_blank">A Cauda Longa: do Mercado de Massa para o Mercado de Nicho</a>” está ocorrendo uma evolução gradativa e significante<br />
de antigos modelos de produção, distribuição e acessibilidade de conteúdos para novos modelos que possibilitam a produção de tudo a todos.</p>
<p style="text-align:left;">Comumente, inseridos em um mercado constituído por grandes corporações que nos ditam “o quê”, “quando” e “como” consumir as mercadorias, a maioria de nós tende a buscar individualmente uma saída. A presença cada vez maior da tecnologia em nossas vidas, entre outros fatores, faz surgir um novo contexto social em que o homem tenta se firmar de acordo com suas singularidades. Anderson nos expõe a grande oportunidade, em termos econômicos, que vem surgindo com esse novo cenário. Se antes ao decidir comprar um livro eu tinha que estar fisicamente presente nas livrarias, hoje posso adquiri-lo através de um simples clique e recebê-lo na porta da minha casa. Se antes esse livro era aquele que a tevê divulgou, hoje ele pode ser aquele que quase ninguém aprovou, mas que eu o desejei. Estamos falando no surgindo de um modelo econômico, observado por Anderson em seu livro, onde é possível disponibilizar o máximo de mercadorias, de inúmeras formas, que possibilita a todos nós acesso a produtos e serviços a qualquer hora e em qualquer lugar.</p>
<p style="text-align:left;">Por muitos anos acreditou-se que os <em>hits</em>, mercadorias da moda, eram o carro-chefe de vendas das organizações. Grandes empresas anunciavam seus produtos através da mídia de massa e, logo em seguida, os viam serem consumidos por uma sociedade que dava credibilidade aos grandes anunciantes por estarem presentes nos outdoors, nos comerciais de tevê, na revistas, nos jornais, enfim, na boca do povo. Nesse novo cenário em que Anderson destaca a internet como principal fator de mudança, é possível desenvolver gostos peculiares e ter necessidades mais excêntricas atendidas. Surge ai o mercado de nicho, onde milhares de grupos pequenos de consumidores dividem entre si características e necessidades homogêneas.</p>
<p style="text-align:left;">A atual sociedade está cada vez mais envolvida às novas tecnologias e a internet se tornou ferramenta indispensável na vida de milhões de pessoas em todo o mundo. Sem dúvida, as inúmeras formas disponíveis à sua utilização trouxeram grandes benefícios a todos nós, como por exemplo: meio de comunicação, fonte de informação, entretenimento, etc. Essas mudanças possibilitaram a criação de um mercado <em>on line</em> onde prateleiras fixas dos supermercados, livrarias, sapatarias, etc. se transformaram em infinitas listas de produtos e serviços à nossa disposição 24 horas por dia, sete dias por semana. Novidade essa que permite escolhermos não apenas aqueles <em>hits </em>de sucesso, mas tudo aquilo que desejarmos e a qualquer momento que o desejarmos.</p>
<p style="text-align:left;">O autor cita empresas virtuais como “Ebay” e “Amazon” que têm alcançado grandes lucros comercializando as mercadorias tidas como periféricas. Minha compra individual de um cd de um cantor anônimo chileno se junta à compra do seu vizinho de um livro específico de biologia e esse, por sua vez, se junta à compra de um chinês de um tênis legítimo alemão. Esse comércio mundial e sem barreiras de mercadorias gera lucros acima dos <em>hits</em> expostos nas prateleiras reais dos mercados, livrarias, lojas, etc. Fenômeno esse que Chris Anderson chamou de “Cauda Longa” e destacou que as empresas deverão atentar-se ao mercado de nicho, disponibilizando grandes quantidades de alternativas personalizadas para ficarem próximas dos clientes para assim entenderem seus desejos e necessidades.</p>
<p style="text-align:left;">É interessante ressaltar que apenas o acesso às novas formas de comercialização não constitui um elemento de mudanças favoráveis à sociedade. É preciso que novidades como essas sejam debatidas, analisadas, apropriadas, aplicadas ou descartadas, para que se seja possível um desenvolvimento sustentável e uma construção efetiva de um novo modelo econômico. Quando essa nova prática de interação e comércio estiver desenvolvida na sociedade, é possível que todos se beneficiem igualmente e iniciem um ciclo infinito que gerará satisfação e lucro a todos.</p>
<p style="text-align:left;">Hoje em dia é possível assistir a uma multiplicação de esforços para melhoria da qualidade de vida e bem-estar social. As novas tecnologias, em especial a internet, são vistas como as mais ativas nesse quesito de transformação sustentável, mas até onde essas inovações vão nos levar? Se nos adiantarmos para além do presente e especularmos sobre essas potencialidades da vida moderna, poderemos chegar a um futuro onde a principal característica da sociedade será o individualismo. Na tentativa desenfreada pela liberdade absoluta nos tornaremos pessoas libertas de qualquer restrição, donos de nossas histórias e unicamente responsáveis por nossas próprias decisões.</p>
<p style="text-align:left;">Para gerar lucros e satisfazer necessidades pessoais e singulares, Anderson aponta com sucesso o caminho a seguir no meio do novo cenário de produção, distribuição e acessibilidade, porém, esquece de analisar que, em um contexto social configurado pela presença cada vez maior da tecnologia, quem não tiver acesso a ela ficará à margem dessa nova sociedade, possibilitando no futuro novas modalidades de exclusão social. Enquanto uns poderão produzir e consumir particularidades percebidas em mercadorias personalizadas, outros milhares continuarão com o acesso àquelas que grandes empresas aprovarem e ditarem para o consumo de massa.</p>
<p style="text-align:left;">A mensagem principal do livro de Anderson é chamar atenção às possibilidades de novos negócios com os mercados de nicho e a utilização de prateleiras virtuais que não mais se limitam a espaços físicos para exposição dos <em>hits</em>. O autor expõe suas idéias de maneira clara o que facilita nossa compreensão, porém, é necessário ressaltar a importância de procurarmos entender as implicações desses novos modelos econômicos na atual e futura sociedade, enxergando para além da simples mensagem de que todos nós teremos disponíveis tudo a qualquer hora e em qualquer lugar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O que o celular tem a ver com o Paradoxo de Tostines?]]></title>
<link>http://blog.marceloo.com/2009/05/18/o-que-o-celular-tem-a-ver-com-o-paradoxo-de-tostines/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 19:15:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>marceloo</dc:creator>
<guid>http://blog.marceloo.com/2009/05/18/o-que-o-celular-tem-a-ver-com-o-paradoxo-de-tostines/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Tostines vende mais por que é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?&#8221; Aqueles qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><span>&#8220;Tostines vende mais por que é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?&#8221;</span></p></blockquote>
<p>Aqueles que tiveram o prazer de viver a maravilhosa década de 80 com certeza vão se lembrar desta inesquecível propaganda.</p>
<p>Para quem não havia nascido ainda, vejam no <a title="O Paradoxo de Tostines" href="http://www.youtube.com/watch?v=7lwJLapvXj0" target="_blank">YouTube</a>. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7lwJLapvXj0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/7lwJLapvXj0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Este comercial apresentava uma variante do dilema do ovo e da galinha (<a title="Chicken or the egg" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Chicken_or_the_egg" target="_blank"><em>chicken and egg dilemma</em></a>). Ficou tão famoso que, assim como estou fazendo agora, muita gente usava o Paradoxo de Tostines em subtituição ao original do ovo e da galinha. :-S</p>
<p>Bom, mas o que isto tem a ver com celular?</p>
<p>Em se tratando de utilização de aplicativos e serviços, bem como download de conteúdos, tem TUDO a ver!</p>
<blockquote><p>&#8220;Um ringtone vende mais porque está em destaque ou está em destaque porque vende mais?&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Um serviço é mais utilizado porque está no menu do telefone ou está no menu do telefone porque é mais utilizado?&#8221;</p></blockquote>
<p>Como o espaço na telinha do celular é limitado, os usuários tendem a usar, comprar ou baixar aquilo que está mais a mão (captaram o trocadilho?) <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ou seja, se ele quer baixar um aplicativo, as chances dele baixar um dos aplicativos em destaque na loja (<em>App Store</em>) é bem maior. Se ele quer personalizar o telefone com um ringtone, provavelmente ele vai pegar um que esteja no entre os tops. Se ele simplesmente estiver bricando ou passando o tempo com o celular, há grandes chances dele experimentar um dos serviços que estejam no menu do telefone. Se este serviço tiver um ícone bem a vista então, é quase impossível resistir a tentação de clicar para ver o que acontece.</p>
<p>Num próximo post vou tentar apresentar alguns dados estatísticos que demonstram isto.</p>
<p>Infelizmente, <a title="A Cauda Longa" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Cauda_Longa" target="_blank">a Cauda Longa</a> ainda não é uma realidade no mundo móvel. Ou seja, <a title="The Long Tail" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Long_Tail" target="_blank">The Long Tail</a> no celular = The Long Fail. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>[s]  Marcelo_O</p>
<p><img style="position:absolute;visibility:hidden;z-index:2147483647;left:195px;top:23px;" src="image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACLklEQVQ4jbXUP0wTcRQH8O/9ekdjkT8CUqpee00bRyNNmSRSV0PcJJoQg2i6ODTExEUHg04OaNSppqtCjQ4ukDSKSuLUwcm4NNZcQYsIGtD+u/f7MZSWXltqo/Ul7/JL7u7z3r3fLye53e5xj8ejoYWRSCSSstfr1YLBYHcr4XA4rMmMMciy3EoXjDHIjDEoivL/4fefrP1P3nYEvqzLajOIo8fQz5/cfH3cnVttCM8udQaODBxQFx44Ye9h4HxvdGWtgMlbSXV2SQoMHf0RNcGSJJlmvPLdos7fdyIWL+D5myx+ZwwUDAIRh2EU1wYRFItA6FwvIjdcGJr4qFYakiSBlTavlABwsJth7mUWmSyBOAfnAkQE4gKccxBx/MoYmHmcxuH+NgAwGQ03j3NeRjjnoGqcC/zcIgghAMBkNISJuKlbEy4EaKdoKerC5nNMxQdlgVx+t0siKhYQovwV1rbdtyoNxlhxxoqilBMA0uuES6Pt6NqP2hHsoDarhJuXD2F5NV/uuJR1T4XLzvTJ25/VyHUnzgzba0YkKq6pdB4T00m47EyvPhU1M54asy3ee5o55bvwQQWAr/PHMBfbQGhGrykCANqARZ8asy3+ccYjg/K3kcF9UQAYvrJ29dmrDUxHlnOxu72P+rpYrq5eFU39K649TCF0tnPB0WdtCt2z48rQHIp+8XTHu9ET7alm0aY6fnFHjda98a/w3wZjDJLP5xv3+/1aK+F4PJ7cBm32CUNiyI2GAAAAAElFTkSuQmCC" alt="" /></p>
<p><img style="position:absolute;visibility:visible;z-index:2147483647;left:359px;top:55px;" src="image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACMElEQVQ4ja3SP2gTcRQH8O8vvUtIGmkqTY3SaMVFz6KDW2ywg4s4dGgXp3SyVLIIthCKQxCCuoZaXaSO/ilKd4sSdXRL0EWtIRYaSkXsJTH33utwSZM01xo0D353v+N+97l33/upQCAwFgwGfehiFYtFUxsYGPCmUqmv3YQTicSwBgCapnXTBQBoSinout5VVCnVDr/44B/OZH0xs6KMThCfR3LRs+aTycjvbwfCmawvduZkn7EwN4TBfheY90fXN6uYuffdyGQRu3apkmyDmzM2K8pYmBvC6kcLK+/KMEsWLCIQMSyLULUIFhH0HsGNycNYnDuO6PRno9lQSsFVh+tDQSEY6MHymzJKFQILgxkgYhALmBnMDLNsIf1sA8cG3VDYYzhFAWWfRBjCAiIbIxYQE1ga17+2GSICKLQYznCtiATEDK6BIrU5MUhgd0+NH+AIt+5jshdqgkpVwEwNkBgs9lyE4XY3nnLMWNf13QEAG1uE2JVe9PUC5JCvCMPrVpifOor1YnW34/pw7NjvVbmZ+3ljcTaMq5EjbRFJ07Gw8QfTd9fg96rc3o7bMh4f9SytvDenLl7/ZADAl5cjWF7dwmy60PaSeiPjo56lv2Ycnzi0Fp9AEgAu39x8+urtT9x5/GP74a2++LlTuumo76kDd4W9ALj9qIDIiOfBhdO+jtB9O279TFcuet77fD7Wn+sU7ajj1+kTSccb/wv/aymloEKh0Fg4HPZ2E87n86Udvs4FoWqwSHUAAAAASUVORK5CYII=" alt="" /></p>
<p><img style="position:absolute;visibility:hidden;z-index:2147483647;left:1074px;top:381px;" src="image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACA0lEQVQ4jbXVz0sUYRjA8e+u6xqlKJUaBZuUh6AfhyCEpUN/QIR0skMh6iHwsKe6lFu4HjpJhy5BS1CsZtDSrYMYdPHUZauDbhcpi7bEH2DOtjvP83aY3dFxxi1hfeAd3nlhPu/zPjPvOyHgKnsQEQDz60kaaKuTuRpqHxqMAKBWvVCoJOjAxqqj60Q1Y3fg05dWki/OMjt3+L+A+KklRvs+cia2VhtOTsYpN5wgl4nReTCM6s7o96UyA6kFkpNK9tZMEFx0B2bnO8hlYky/L5N9V2TDsinbgohi207fFqGxwZDoO0T67nEu9FseAyAMODWuNqC9LczUTBGrKIgqqgYRQdSgqogovy2b8YkCxzqiBBlOxuJ/earqIqqKbMfVsLYuGGMIMnb8KkTUk60HNwapTOqGCYLVDzdGDH9Km1mKiDOBMe4qmqJbl+g1wu5gtQGFZWHw8gFam/GXoILubwpxf+go336WCDJ8pYh35xkYayZ9J8aVi52+lZgt18VCif7RBeLd+X+XItX7nJHXyvkb6wD8eHOOqekVEuNffZM4icyR6s34SuGDTx/Jk715D4CTIy959XaFB0/n+Tw2TMu+jUDcMby3vg2yPW4/WuTxtYe0RJd9D9eKmodQT1eOxKVn9HR9qJZ1l3DABgGYuD7sdGR36CZsrFXqeNADhNijX9NfAyI+Sz1Sug0AAAAASUVORK5CYII=" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Busca]]></title>
<link>http://fisioempreendedor.wordpress.com/2009/04/04/a-busca/</link>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 17:10:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>fisioempreendedor</dc:creator>
<guid>http://fisioempreendedor.wordpress.com/2009/04/04/a-busca/</guid>
<description><![CDATA[Livro: A Busca – Como o Google e seus competidores reinventaram os negócios e estão transformando no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Livro:</strong> A Busca – Como o Google e seus competidores reinventaram os negócios e estão transformando nossas vidas</p>
<p class="western" style="line-height:115%;"><strong>Autor: </strong>John Battelle</p>
<p class="western" style="line-height:115%;"><strong>Editora:</strong> Elsevier</p>
<p class="western" style="text-align:justify;line-height:115%;">Nunca na história da humanidade, uma palavra que não significa nada, talvez seja incorporada nos dicionários: Google.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;line-height:115%;">O famoso site de busca na internet e que ninguém vive sem ele hoje, virará sinônimo de pesquisa e também é pódio de negócios na internet. Isso mesmo, quem está no topo das pesquisas no Google, sempre terá mais acesso na sua página de internet e terá as melhores vendas. Tu acha que alguém vai querer saber o que tem na 5º página de pesquisa? Tu vai ter paciência para saber?</p>
<p class="western" style="text-align:justify;line-height:115%;">Esse livro escrito pelo John Battelle, co-fundador e editor da revista Wired (<a href="http://www.wired.com/" target="_blank">http://www.wired.com/</a>), uma das mais acessadas e premiadas da internet, conta história do Google, explica como funciona o mecanismo de procura e a importância de pagar ao Google, para o teu site estar nos primeiros lugares. Parecia boato, né? Mas não é.</p>
<p class="western" style="text-align:justify;line-height:115%;">O livro é de fácil leitura, muito interessante e para quem deseja construir um negócio pela internet ou apenas divulgá-lo, não deixe de ler esse livro.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;">Escrito por: Fabiano Bartmann – CREFITO 5 / 50266 &#8211; F</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Cauda Longa]]></title>
<link>http://fisioempreendedor.wordpress.com/2009/04/04/a-cauda-longa/</link>
<pubDate>Sat, 04 Apr 2009 16:51:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>fisioempreendedor</dc:creator>
<guid>http://fisioempreendedor.wordpress.com/2009/04/04/a-cauda-longa/</guid>
<description><![CDATA[ Livro: A Cauda Longa – A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> <strong>Livro:</strong> A Cauda Longa – A nova dinâmica de marketing e vendas: como lucrar com a fragmentação dos mercados</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify"><strong>Autor: </strong>Chris Anderson</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify"><strong>Editora:</strong> Elsevier</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">A internet e seus recursos rejeitam apresentações ou comentários, praticamente todas as pessoas, de todas as idades e de todos os lugares do mundo acessam ou usam a rede mudial.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">E hoje, sugiu e continua surgindo muitos “gurus” da internet, que sempre tem alguma coisa para falar ou escrever dela, dizendo que são os “pensadores do mundo moderno”.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">Mas Chris Anderson não é deles, bem pelo contrário, é um visionário do mundo virtual e extremamente respeitado no meio. Esteve recentemente no Brasil, de novo, para falar sobre a sua teoria da Cauda Longa. Ele é o editor-chefe da revista virtual Wired (<a href="http://www.wired.com/" target="_blank">http://www.wired.com/</a>).</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">A teoria da Cauda longa, resumidamente, explica a evolução dos recursos e da mídia na internet. Trata como as pessoas pensam no mundo virtual e como podemos usá-las para vender e divulgar o nosso negócio ou a nossa imagem. A internet não é apenas uma página cheia de figuras e textos, é muito mais que isso embutido dentro dela.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">Outra coisa interessante nessa teoria, a internet não é resumida apenas nas páginas, e sim, em todos os seus recursos: Skype, MSN, IRC, Orkut, Facebook, Twitter e assim por diante.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;" align="justify">Quem deseja divulgar o seu trabalho ou o seu serviço no meio virtual, leia esse livro e entenda como funciona a rede virtual de comunicação.</p>
<p class="western" style="line-height:115%;">Escrito por: Fabiano Bartmann – CREFITO 5 / 50266 &#8211; F</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quem está no comando?]]></title>
<link>http://alemdecodigos.wordpress.com/2008/12/05/quem-esta-no-comando/</link>
<pubDate>Fri, 05 Dec 2008 04:01:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliezerpimentel</dc:creator>
<guid>http://alemdecodigos.wordpress.com/2008/12/05/quem-esta-no-comando/</guid>
<description><![CDATA[Esta semana terminei a leitura do livro escrito pelos Ori Brafman (israelense) e Rod A. Beckstrom (a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1837950"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/quem_esta_no_comando.jpg?w=140" alt="" border="0" /></a>Esta semana terminei a leitura do livro escrito pelos Ori Brafman (israelense) e Rod A. Beckstrom (americano), mestres em Administração de Empresas, grandes empreendedores e fundadores de start-ups em empresas de tecnologia que vão desde a redes sem fio até desenvolvimento de software.</p>
<p>O livro é entitulado de: &#8220;<a style="font-weight:bold;" href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1837950">Quem está no comando? A estratégia da estrela-do-mar e da aranha</a>&#8221; ou o título original em inglês: &#8220;<a style="font-weight:bold;" href="http://www.starfishandspider.com/">The Starfish and the Spider: The Unstoppable Power of Leaderless Organizations</a>&#8220;</p>
<p>Brafman e Beckstrom chegaram ao resultado deste livro após 5 anos de estudos e pesquisa em administração de empresas e inovaram ao analisar organizações trazendo para o mundo corporativo a comparação com o mundo biológico.</p>
<p>Os autores falam no livro sobre as organizações que usam a <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">estratégia aranha</span> e as organizações que possuem <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">estratégias estrela-do-mar</span>, comparando as organizações centralizadas às aranhas e as organizações descentralizadas às estrelas-do-mar.</p>
<p><a href="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/estrela.jpg"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/estrela.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a>Para explicar a teoria das organizações sem líderes, sem chefes, sem gerentes etc, Brafman e Beckstrom fazem a comparação com uma estrela-do-mar, pois esta não possui uma cabeça e sim apenas seus braços, então não há um cérebro que possa ser atingido e de certa forma ser destruído, ao contrário das organizações aranhas, que possuem uma cabeça, um líder, que se abatido ou afastado ou que tome uma decisão errada, possa influenciar diretamente no rumo e no futuro da organização.</p>
<p><a href="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/aranha_marrom.jpg"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/aranha_marrom.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a>Uma aranha quando é arrancada uma de suas pernas, ainda sobrevive, mas com certeza não irá mais realizar suas tarefas com a mesma precisão como se tivesse todas intactas, por outro lado, uma estrela-do-mar, quando perde um braço ou até mesmo quando partida ao meio, esta se regenera e renasce novamente, seus orgãos vitais estão espalhados pelos seus braços e não centralizado em um único local.</p>
<p>Convictos dessa teoria, os autores recorrem além das teorias sobre Administração de Empresas, à Sociologia, Neurociência e Antropologia também. Os autores abordam e comparam organizações que não possuem ligação ou nada em comum: indústrias, terrorismo, a sociedade, a internet e até mesmo o cérebro humano.</p>
<p>Quem está no comando? é a primeira pergunta então que se fazem ao analisarem como essas organizações estão estruturadas e ao longo deste livro tentam provar a teoria que as organizações sem um líder são poderosas e que a desordem e o caos, na medida certa, podem se converter em resultados positivos.</p>
<p>O livro analisa de certa forma, a maneira como certas organizações descentralizadas derrubaram negócios tradicionais com a (entre aspas) &#8220;falta de comando&#8221; impulsionadas, principalmente, pela internet.</p>
<p><a href="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/napster.jpg"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/12/napster.jpg?w=148" alt="" border="0" /></a>Como exemplo de organizações descentralzadas, os autores citam os Alcoolicos Anônimos, a Toyota, a IBM e até a Al Qaeda, além é claro das empreas da era digital como o <a style="font-weight:bold;" href="http://www.skype.com/">Skype </a>e o <a style="font-weight:bold;" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Napster">Napster</a> (primeiro programa de troca de arquivos criado por um estudante americano chamado Shawn Fanning em 1999) que arrasou o mercado do entretenimento musical e que foi responsável pela queda de mais de 50% dos lucros das gravadoras.</p>
<p>Aliás, o mercado do entretenimento vem sofrendo grandes abalos nos últimos anos, com a crescente evolução das bandas de internet e o surgimento de outras dezenas de software que trabalham com a mesma filosofia que o Napster, que possibilitam baixar filmes e músicas a qualquer hora sem recorrer às lojas de CDs ou DVDs (outro assunto que comentei na minha resenha sobre o livro <a href="http://alemdecodigos.blogspot.com/2008/11/cauda-longa-long-tail.html">&#8220;The Long Tail&#8221; &#8211; A Cauda Longa em outro POST</a>).</p>
<p>Também gostei do exemplo comparativo analisado pelos autores sobre a Al Qaeda (organização estrela-do-mar) e o FBI (organização aranha), realmente muito didático da parte deles, não acham?</p>
<p>Outro trecho que me chamou a atenção foi quando o autor diz estar em uma reunião com investidores logo no início da internet, pouco antes do estouro da bolha, e um dos investidores o indagou sobre quem seria o presidente da internet, e depois de varias tentativas de explicar que não presidentes, dirigentes ou algum coordenador na internet, teve que acabar assumindo que era o presidente da internet e o negócio então, só assim foi fechado. (Coisa de maluko, rsss).</p>
<p>O livro relata que para se identificar se uma organização é centralizada ou descentralizada, devemos fazer 10 perguntas de maneira correta, dentre elas:
<ul style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,204,51);">
<li>Quem está no comando?</li>
<li>Há sedes?</li>
<li>Se você atingir a cabeça, ela morrerá?</li>
<li>Há uma divisão clara de funções?</li>
</ul>
<p>Há também uma lista de valores ou características que os autores propõem que definem uma organização descentralizada:<br />
<blockquote>
<ol>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,204,51);">      <span style="color:rgb(255,255,0);">Sistema auto-imune:</span></span> <span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">Quando atacadas, tendem a ficar ainda mais descentralizadas</span></li>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,255,0);">Desobediência a manuais:</span> <span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">Têm uma lógica própria, e é quase impossível compreender sua estrutura</span></li>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,255,0);">Independência do líder: </span><span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">Não há inteligência central — a inteligência é espalhada por toda parte</span></li>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,255,0);">Ambiente motivador:</span> <span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">As contribuições individuais tendem a acontecer espontaneamente</span></li>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,204,51);"><span style="color:rgb(255,255,0);">Alta reprodutibilidade:</span> </span><span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">Como não dependem de um só líder, têm agilidade para crescer muito depressa</span></li>
<li><span style="font-style:italic;font-weight:bold;color:rgb(255,204,51);"><span style="color:rgb(255,255,0);">Capacidade de adaptação:</span> </span><span style="font-style:italic;color:rgb(255,204,51);">Diante de uma crise ou de um ambiente hostil, podem se transformar rapidamente</span></li>
</ol>
</blockquote>
<p>Os autores não defendem somente uma tese ou teoria de qual estratégia é certa ou errada, mas mostram também que, de certa forma, existe um ponto de equilíbrio entre as organizações centralizadas e as descentralizadas, as quais chamam de híbridas que acabam propondo regras para sobrevivência em um mundo em constante mudança e transformações.</p>
<p>Para finalizar, vale ressaltar novamente que o Luis Gustavo, meu sócio, quem me emprestou o livro novamente e que me permitiu a leitura e a redação deste meu post sobre o livro. Obrigado Luis, novamente!</p>
<p>Enfim, Ori Brafman e Rod A. Beckstrom contribuiram largamente para uma discussão muito relevante e também sobre a maneira que muitos CEO&#8217;s passaram a ver suas organizações e empresas.</p>
<p>Espero que, assim como eu, também possam fazer uma boa leitura com este bom livro!</p>
<p>Abraços à todos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Cauda Longa - The Long Tail]]></title>
<link>http://alemdecodigos.wordpress.com/2008/11/04/a-cauda-longa-the-long-tail/</link>
<pubDate>Tue, 04 Nov 2008 05:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>eliezerpimentel</dc:creator>
<guid>http://alemdecodigos.wordpress.com/2008/11/04/a-cauda-longa-the-long-tail/</guid>
<description><![CDATA[Depois de quase 1 mês que iniciei a leitura do livro &#8220;A Cauda Longa&#8220; &#8211; Do mercado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/?franq=259537"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/11/the_long_tail_book.jpg?w=180" alt="" border="0" /></a><br />Depois de quase 1 mês que iniciei a leitura do livro <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/?franq=259537">&#8220;<span style="font-weight:bold;">A Cauda Longa</span>&#8220;</a> &#8211; <span style="font-style:italic;font-weight:bold;">Do mercado de Massa para o mercado de Nicho</span>, escrito pelo Chris Anderson, enfim o terminei. Apesar de ter assumido vários compromissos ao mesmo tempo, estuando Ruby on Rails, ajudando um pouquinho o <a href="http://www.nomedojogo.com/">Carlos Brando</a> na tradução do livro <a href="http://poignantguide.net/ruby/">Why&#8217;s (Poignant) Guide to Ruby</a>, versão em português traduzido para <a href="http://why.nomedojogo.com/">O Guia (Comovente) de Ruby do Why</a>, programando e tocando minha vida no <a href="http://www.planobe.com.br/">escritório</a>, dividindo o tempo entre minha esposa e meu filho, decidi ler o livro, que aliás preciso dizer que não fui eu quem o comprou e sim o Luis Gustavo, que generosamente me emprestou (diga-se de passagem, o Luis é quem compra a maioria dos livros que leio, rss), obrigado Luis.</p>
<p>O livro é no mínimo fantástico, realmente me surpreendeu, pela facilidade de leitura e pelo conteúdo absolutamente atualizado.</p>
<p>O livro do Chris fala da reviravolta do <span style="font-weight:bold;">mercado de nicho</span> (a soma da venda de todos os produtos que não são os best-sellers) sobre o <span style="font-weight:bold;">mercado de massa</span> (os produtos que frequentemente ocupam as listas dos 10 mais vendidos e preenchem as prateleiras das lojas).</p>
<p>Chris Anderson é o editor-chefe da revista <a href="http://www.wired.com/">Wired</a> e escreveu inicialmente <a href="http://www.wired.com/wired/archive/12.10/tail.html">um artigo</a> na revista que chefiava, que depois de tomar proporções gigantescas, despertou-o para então escrever um livro sobre o assunto.</p>
<p>O livro relata inicialmente a forma como o mercado de &#8220;<span style="font-style:italic;">hits de sucesso</span>&#8221; são superados pelos produtos considerados, digamos, não-famosos e inicia falando sobre o mercado de músicas, onde por décadas e décadas as pessoas eram forçadas a comprar as músicas que estavam sempre nas listas de mais vendidos e de maior sucesso, ou ainda os livros que também eram encontrados nessas listas de <span style="font-style:italic;font-weight:bold;">best-sellers</span>.</p>
<p>Com a evolução da tecnologia, a popularização da Internet, o surgimento do MP3, do nascimento do iPod, e os tocadores de áudio deste e outros formatos, o mercado musical se viu ameaçado e tiveram que rever estratégias, quebrar paradigmas se quisessem sobreviver num mercado que crescia rapidamente e mudava com uma velociadade ainda maior.  Ah, não poderia deixar de destacar os filmes também, claro, hoje em dia facilmente &#8220;adquiridos&#8221; pela internet por meio de downloads e <span style="font-weight:bold;font-style:italic;">torrents</span> espalhados pelo mundo todo. Sem contar nas legendas on-line e em tempo real, totalmente sincronizadas com o tempo de lançamentos dos filmes e seriados, não é?</p>
<p>A evolução da tecnologia, o surgimento da WEB 2.0, as novas modalidades de marketing e novos negócios possíveis com a WEB passou a permitir um poder maior de decisão e escolhas aos consumidores. Os novos sites de negócios como o <a href="http://www.mercadolivre.com.br/">MercadoLivre</a> e o <a href="http://www.ebay.com/">eBay</a>, além de muitos outros que levaria horas para citá-los e &#8220;<span style="font-style:italic;">linkálos</span>&#8220;, deram uma nova vida ao mercado de nichos, pois pense bem, atualmente é possível encontrar quase de tudo, senão tudo, que se quer comprar, na web, em sites especializados em comércio eletrônico (e nos não especializados também).</p>
<p>Como exemplo disso, eu mesmo, tive uma experiência recente, pois como saudosista que sou, resolvi comprar um filme muito antigo que assistia ainda quando criança, chamado &#8220;A lenda do pássaro azul&#8221;, filmado em 1947 com Chirley Temple, o filme ainda era exibido em Preto e Branco quando assistia lá pelos meus 7 anos de idade (só para constar, não nasci nesse período não, sou de 1973), mas adorava aquele filme.</p>
<p>Um dia procurando pela WEB, no MercadoLivre, encontrei o filme em DVD, P&#38;B, original, dublado ainda&#8230; com capinha e tudo. Resultado: O Comprei, e assisti umas 10 vezes depois disso.</p>
<p>Assim como este pequeno exemplo, o Chris Anderson relata outras dezenas deles, e mostra como realmente há um mercado gigantesco &#8220;desconhecido&#8221; por muitos e que pode sim ser muito bem aproveitado.</p>
<p>Chris também fala do fenômeno dos &#8220;amadores&#8221;. Explicando em &#8220;miúdos&#8221;, a popularização mais crescente dos cantores, atores e escritores amadores que nascem todos os dias, haja visto o grande exemplo do <a href="http://www.youtube.com/">YOUTUBE</a>, onde, segundo informações da própria <a href="http://www.google.com/">Google</a>, em cada 10 minutos são postados novas 10 horas de vídeo por lá. Também não poderia deixar de citar os <a href="http://www.blogspot.com/">blogs</a>, que fazem sucesso a cada dia, e os blogs de conteúdo, que são acessados milhares de vezes por dia ainda podem faturar alto com os Add-Sense do Google com propagandas sensitivas ao contexto (sacada genial).</p>
<p><a href="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/11/caudalonga_grafico.jpg"><img src="http://alemdecodigos.wordpress.com/files/2008/11/caudalonga_grafico.jpg?w=300" alt="" border="0" /></a><br />O nome do livro foi tirado da curva de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zipf%27s_law">Zipf</a>, do teorema de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Pareto_distribution">Pareto</a>, ou ainda pela forma como o gráfico toma uma forma alongada, como no desenho acima.</p>
<p>A Lei de Pareto ou a Lei do 80/20 prega que 80% dos resultados vem de 20% dos esforços, que aliás foi o que despertou o autor a escrever o artigo na revista em 2004. Pela Lei de Pareto, por exemplo, 80% do lucro de uma grande livraria como a Siciliano, deveria vir das vendas dos primeiros 20.000 títulos, mas o que ocorre em uma livraria digital, (onde as plateleiras são os links de downloads), mais de 25% do lucro vem de livros que numa livraria comum nem estariam disponíveis para encomenda, sequer nas prateleiras.</p>
<p>A tal economia de massa que somos submetidos desde a revolução industrial, chamada pelo autor no livro de &#8220;<span style="font-weight:bold;font-style:italic;">economia da escassez</span>&#8221; começa a dar lugar à uma nova economia &#8211; a &#8220;<span style="font-weight:bold;font-style:italic;">economia da abundância</span>&#8220;. Na economia de escassez, a produção e a distribuição de produtos custa muito caro, daí então os esforços em produzir e distribuir produtos com forte apelo popular.</p>
<p>Bom, na economia da abundância, esses custos são muito menores e há o espaço para os produtos que não são mega-sucessos terem sua vez na curva, ou seja, os produtos mais afastados da ponta da curva.</p>
<p>E como isso pode? Bem, o Anderson fala de 3 pontos que permitem isto acontecer:</p>
<ol>
<li>A tecnologia faz com que vários tipos de produtos sejam mais fáceis e mais baratos de se produzir (abundância na produção);</li>
<li>A tecnologia (a Web, no caso) faz com que o consumidor tenha acesso mais fácil a todos os tipos de produto, e não mais apenas aos mega-sucessos;</li>
<li>A facilidade de busca e principalmente as recomendações fazem com que a demanda se espalhe pela cauda da curva, não estando mais limitada à meia dúzia de sucessos estrondosos que antes estavam disponíveis.</li>
</ol>
<p>Com esse modelo, não só os produtos da era digital como as músicas e filmes são facilmente negociados na economia da abundância, como também produtos físicos, como Discos de Vinil, coleção de revistinhas em quadrinhos, coleções de jogos de ATARI , etc.</p>
<p>Tudo bem que com esse modelo, podemos encontrar de tudo, de coisa boa a coisa ruim, mas isso demostra o retrato real para onde estamos caminhando com nossa economia mundial e já começa a despertar os nossos interesses de como poderemos aproveitar essa transformação para tirar proveito à nós mesmos, como consumidores ou como fornecedores.</p>
<p>Pude resumir bem suscintamente o livro, mas espero que tenha deixado um gostinho de quero-mais a ponto de você se interessar pelo livro e então procurar para ler.</p>
<p>Grande abraço e até meu próximo POST.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Evocê?Tálendooquê?]]></title>
<link>http://emcasodeduvida.wordpress.com/2008/10/29/evocetalendooque/</link>
<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 16:33:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>MSN</dc:creator>
<guid>http://emcasodeduvida.wordpress.com/2008/10/29/evocetalendooque/</guid>
<description><![CDATA[29 de outubro, Dia Nacional do Livro. Hoje é um dia importante para a atualidade. Apesar de muita ge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">29 de outubro, Dia Nacional do Livro.</p>
<p style="text-align:left;">Hoje é um dia importante para a atualidade.</p>
<p style="text-align:left;">Apesar de muita gente não saber que hoje é hoje, devemos manter nossa crença na literatura, no papel impresso, n<a href="http://emcasodeduvida.wordpress.com/files/2008/10/livroaberto.jpg"><img class="size-full wp-image-51 alignright" title="Livro Aberto" src="http://emcasodeduvida.wordpress.com/files/2008/10/livroaberto.jpg" alt="" width="290" height="288" /></a>a leitura!</p>
<p style="text-align:left;">Sabemos que a televisão e agora a internet vêm tirando espaço dos livros, assim como o fazem mais rapidamente com os jornais e revistas, mas nem um nem outro proporciona a mesma sensação que um bom livro.</p>
<p style="text-align:left;">Tá bom, eu mesmo estou escrevendo em um blog, mas isso é por me adequar à atualidade; eu nunca vou deixar de ler livros em papel!!!</p>
<p style="text-align:left;">Esse ano, não sei por qual motivo, talvez seja o ano em que li mais livros em minha vida.</p>
<p style="text-align:left;">Aos interessados, segue a lista de livros lidos em 2008:</p>
<p style="text-align:left;">- Adeus às Armas &#8211; Ernest Hemingway</p>
<p style="text-align:left;">- Playing for Pizza (em inglês) &#8211; John Grisham</p>
<p style="text-align:left;">- Ler, Viver e Amar em L.A. &#8211; Karen Mack e Jeniffer Kaufman</p>
<p style="text-align:left;">- The Call of The Wild (em inglês) &#8211; Jack London</p>
<p style="text-align:left;">- Memórias de Minhas Putas Tristes &#8211; Gabriel Garcia Marquez</p>
<p style="text-align:left;">- White Fang (em inglês) &#8211; Jack London</p>
<p style="text-align:left;">- Crônica de Uma Morte Anunciada &#8211; Gabriel Garcia Marquez</p>
<p style="text-align:left;">- No Sufoco &#8211; Chuck Palahniuk</p>
<p style="text-align:left;">- A Cauda Longa (que ainda estou lendo) &#8211; Chris Anderson</p>
<p style="text-align:left;">Quem puder, corra até a livraria mais próxima.</p>
<p style="text-align:left;">Eu vou dar uma passadinha na Cultura do Conjunto Nacional.</p>
<p style="text-align:left;">E você?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EM ÉPOCA DE ELEIÇÃO, NÃO DÁ PRA ESTUDAR, TRABALHAR E NEM DORMIR SOSSEGADO]]></title>
<link>http://heliopaz.wordpress.com/2008/09/27/em-epoca-de-eleicao-nao-da-pra-estudar-trabalhar-e-nem-dormir-sossegado/</link>
<pubDate>Sat, 27 Sep 2008 19:19:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>heliopaz</dc:creator>
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<description><![CDATA[(sáb 20/09/2008 &#8211; 16:05h) Acaba de descer a Nilo Peçanha em direção à Praça Carlos Simão Arnt ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;font-family:sans-serif;">(sáb 20/09/2008 &#8211; 16:05h) Acaba de descer a Nilo Peçanha em direção à Praça Carlos Simão Arnt uma minicarreata com um bando de puxa-sacos pagos e gratuitos de classe mérdia fazendo campanha para o Fumaça &#8211; com buzinaço, bandeiras e um jingle horroroso a todo volume.</p>
<p>Nem se fosse do PT eu suportaria. Esse tipo de expediente só chama a atenção de gente que acha que campanha eleitoral consiste em aporrinhar o saco de quem não tem nada a ver com o pato.</p>
<p>Campanha é o que o <a target="_blank" href="http://www.barackobama.com/index.php">OBAMA</a> faz nos EUA. O resto é arremedo.</p>
<p>A população pobre da GRANDE POA e de outras regiões do interior é anos-luz menos conservadora e mais inteligente do que a da capital.<big></big><big></big><big><span style="font-weight:bold;"></span></big></p>
<p>Aconteça o que acontecer, é chegada a hora da esquerda decidir se quer permanecer viva fazendo sua ideologia e suas crenças serem mais disseminadas e levarem a uma verdadeira pressão sobre os três poderes a partir de demandas comunitárias sem nenhum vínculo partidário ou sindical atraindo a classe média para junto de si&#8230;</p>
<p>&#8230;Ou, então, fazendo papel de trouxa, participando de um esquemão falido por pura ilusão.</p>
<p><big></big><big></big><big><span style="font-weight:bold;">A MERDA É SEMPRE A MESMA: O QUE MUDA SÃO AS MOSCAS!!!</span></big></div>
<p class="technorati-tags"><a href="http://technorati.com/tag/resistencia%20pos-moderna" rel="tag">resistencia pos-moderna</a>, <a href="http://technorati.com/tag/antonio%20negri" rel="tag">antonio negri</a>, <a href="http://technorati.com/tag/michael%20hardt" rel="tag">michael hardt</a>, <a href="http://technorati.com/tag/pos-modernidade" rel="tag">pos-modernidade</a>, <a href="http://technorati.com/tag/redes%20sociais" rel="tag">redes sociais</a>, <a href="http://technorati.com/tag/barabasi" rel="tag">barabasi</a>, <a href="http://technorati.com/tag/saskia%20sassen" rel="tag">saskia sassen</a>, <a href="http://technorati.com/tag/emergencia" rel="tag">emergencia</a>, <a href="http://technorati.com/tag/steven%20johnson" rel="tag">steven johnson</a>, <a href="http://technorati.com/tag/free" rel="tag">free</a>, <a href="http://technorati.com/tag/a%20cauda%20longa" rel="tag">a cauda longa</a>, <a href="http://technorati.com/tag/anderson" rel="tag">anderson</a>, <a href="http://technorati.com/tag/zygmunt%20bauman" rel="tag">zygmunt bauman</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[The Long Tail]]></title>
<link>http://junojo.wordpress.com/2008/06/16/the-long-tail/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 19:45:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>walk.man</dc:creator>
<guid>http://junojo.wordpress.com/2008/06/16/the-long-tail/</guid>
<description><![CDATA[Estou lendo agora A Cauda Longa, que vai de encontro com as idéias do livro A Estratégia do Oceano A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou lendo agora <strong>A Cauda Longa</strong>, que vai de encontro com as idéias do livro <strong>A Estratégia do Oceano Azul</strong>. Tema interessante para acompanhar as mudanças no mercado!</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-448" src="http://junojo.wordpress.com/files/2008/06/files_151.jpg" alt="" width="400" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Os rumos da música]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2008/03/10/os-rumos-da-musica/</link>
<pubDate>Mon, 10 Mar 2008 18:05:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Charles C.</dc:creator>
<guid>http://charlescade.com.br/2008/03/10/os-rumos-da-musica/</guid>
<description><![CDATA[Em setembro, o Metallica planeja lançar seu novo disco. Chris Anderson (autor do clássico “A Cauda L]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Em setembro, o Metallica planeja lançar seu novo disco. Chris Anderson (autor do clássico “A Cauda L]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[netcetera]]></title>
<link>http://charlescade.com.br/2008/02/27/netcetera-9/</link>
<pubDate>Wed, 27 Feb 2008 14:43:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Charles C.</dc:creator>
<guid>http://charlescade.com.br/2008/02/27/netcetera-9/</guid>
<description><![CDATA[Produtos gratuitos são o futuro dos negócios Quem manda nas redes sociais Música no celular Celular ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Produtos gratuitos são o futuro dos negócios Quem manda nas redes sociais Música no celular Celular ]]></content:encoded>
</item>

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