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	<title>a-resposta-da-questao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/a-resposta-da-questao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "a-resposta-da-questao"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 11:53:31 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Morte, o grande momento da vida]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2008/04/18/morte-o-grande-momento-da-vida/</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 22:22:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Hazel: Posso fazer uma pergunta boba? Morte: Claro, manda. Hazel: É mais de uma pergunta. Olh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>&#8220;<strong>Hazel</strong>: Posso fazer uma pergunta boba?</div>
<div><strong>Morte</strong>: Claro, manda.</div>
<div><strong>Hazel</strong>: É mais de uma pergunta. Olha&#8230; hã&#8230; Por que a gente sofre? Por que morremos? Por que a vida não é sempre boa? Por que não é justa?</div>
<div><strong>Morte</strong>: Essas não são perguntas idiotas, Hazel. Para algumas pessoas, são as únicas que importam.</div>
<div><strong>Hazel</strong>: Significa que não vai responder?</div>
<div><strong>Morte</strong>: Claro que vou. Mas é um assunto muito amplo, e há várias respostas. E as respostas não significam nada&#8230; Não são perguntas idiotas, mas é como perguntar: &#8216;Quando é roxo?&#8217; ou &#8216;Por que a quinta-feira?&#8217;, se é que me entende&#8230;</div>
<div><strong>Hazel</strong>: Não muito.</div>
<div><strong>Morte</strong>: Bem. Acho que, em parte, tem a ver com contrastes. Luz e Sombra. Se você nunca viver dias ruins, como vai saber se viveu dias bons?</div>
<div><strong>Morte</strong>: Mas em parte é só o seguinte: Se você vai ser humano, tem um monte de coisas que vem junto. Olhos, coração, dias e vida.</div>
<div><strong>Morte</strong>: Mas são os momentos que iluminam tudo. As vezes que você nem percebe quando está vivendo&#8230; É isso que faz o resto ser importante.&#8221;</div>
<div></div>
<div></div>
<div>Neil Gaiman</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La buena educación]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2008/02/12/la-buena-educacion/</link>
<pubDate>Tue, 12 Feb 2008 14:42:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Talvez, se dissessem mais “bom-dia”, russos e americanos tivessem se entendido melhor. Talvez, se pe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-indent:1.25cm;margin-bottom:0;">Talvez, se dissessem mais “bom-dia”, russos e americanos tivessem se entendido melhor.</p>
<p style="text-indent:1.25cm;margin-bottom:0;">Talvez, se pedissem licença, a história das Colonizações fosse outra.</p>
<p style="text-indent:1.25cm;margin-bottom:0;">Talvez, se pedir desculpas não fosse tão difícil, alguns países não se odiassem.</p>
<p style="text-indent:1.25cm;margin-bottom:0;">Talvez, se tivessem perguntado a muitos ditadores se estavam bem, houvessem menos feridas no mundo.</p>
<p style="text-indent:1.25cm;margin-bottom:0;">Talvez, se houvesse mais cortesia, a humanidade fosse mais humana.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Mungazé - Cabruêra]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/16/mungaze-cabruera/</link>
<pubDate>Sun, 16 Dec 2007 04:08:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[A perseguição dos desejos é algo interminável Pois a única lei fixa no universo é o movimento. Fator]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A perseguição dos desejos é algo interminável<br />
Pois a única lei fixa no universo é o movimento.<br />
Fatores externos exercem coerção sobre o ser,<br />
Mas jamais tente mobiliar vosso espírito com concreto.<br />
Pois o concreto, em contato com as barras de ferro retorcidas<br />
da estrutura de nossos aleijos educacionais,<br />
chegará a um momento do tempo<br />
em que não haverá mais tempo para removê-los.<br />
O reflexo da lua no lago é a própria lua?<br />
Rasguemos o Véu de Maya.<br />
Grandiosa é a herança que Pandora nos deixou.<br />
Imaginar não dá dor de cabeça.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[luz no fim do túnel]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/13/luz-no-fim-do-tunel/</link>
<pubDate>Thu, 13 Dec 2007 13:56:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[[esse conto saiu originalmente no zine-de-um-número-só Cheiro de Nada, no meio do ano, mas eu resolv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h6><em>[esse conto saiu originalmente no zine-de-um-número-só Cheiro de Nada, no meio do ano, mas eu resolvi pôr aqui porque acho muito legal e feliz =) ]</em></h6>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">Um dia, tomou uma decisão. Parou de reclamar da vida e de si mesmo, guardou todos os seus sonhos numa sacola de supermercado, trancou-se no quarto e se dedicou a procurar a luz no fim do túnel. Afinal, pensava, já era tempo de acharem a danada.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Primeiro, apagou todas as luzes, que é pra do fim do túnel não passar despercebida. Então saiu à cata, remexendo pessoas e papéis, prometendo só para quando a encontrasse.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Procurou primeiro junto aos grandes teóricos: consultou ensaios, análises, dissertações. Mas logo se decepcionou. Só encontrava teorias.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Então procurou junto aos artistas. Leu livros, viu filmes, ouviu canções e dialogou com idéias. Ficou um pouco mais animado, encontrou a esperança e a liberdade. Mas não era suficiente ainda- a esperança só faz sentido se houver algo a esperar e a liberdade não era mais que um instrumento. Aquestão não era bem essa ainda. Descobriu que o povo precisa de pão, além de poesia.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Decidiu partir para algo mais prático e foi atrás dos economistas. No início, se perdeu um pouco naquela sinalização confusa, cheia de setas, diagramas e indicadores econômicos; mas logo encontrou o que procurava. Ficou impressionado com a organização e objetividade dos dados: IDH em tantos pontos, renda média tal, felicidade a tal preço. Pensou que havia encontrado na Economia a luz do fim do túnel, porém, se viu novamente frustrado. Leu nos dados que túnel era furada, o setor de construção civil estava numa recessão brava. Luz, então, nem se fala: toda nas mãos das companhias estrangeiras, não dava nem pra chegar perto. Aprendeu que luz o fim do túnel é investimento arriscado, inviável com a queda do dólar.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Apesar disso, continuou procurando em todos os lugares, porém sem sucesso.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Tentou a religião, mas teve que fugir de um tiroteio entre fanáticos.<br />
Tentou a oração silenciosa, mas desistiu quando percebeu o quão surpreso ficaria se recebesse uma resposta.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Tentou a política, mas só encontrou expectativas.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Tentou os bares, mas só encontrou desilusão.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	Tentou até em si mesmo, mas assutava-o a metáfora que via no espelho.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	E, da tal luz, nem fagulha. Até que, de repente, encontrou não a luz, mas o motivo por que não a encontrara. Estivera todo esse tempo trancado no quarto, pensando e pensando sozinho, com todas as luzes apagadas.</p>
<p style="margin-bottom:0;line-height:150%;">	E se, pensou, fitando a porta, a luz estiver do lado de lá?</p>
<p>	Foi quando tirou os sonhos do saco, saiu do quarto e viu o mundo se estendendo todo lá fora (grande que dava medo)- e lá, num cantinho, a luz do fim do túnel. Ele não conseguira encontrá-la porque deixara a porta fechada.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/12/69/</link>
<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 13:04:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[A salvação do homem é apolítica! (apocalíptica) Mas até lá ainda há muito Congresso a percorrer Demo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4>A salvação do homem é apolítica!<br />
(apocalíptica)<br />
Mas até lá ainda há muito Congresso a percorrer<br />
Democracia a lutar<br />
Anarquia a defender<br />
a salvação ainda está longe<br />
(looonge!)</h4>
<h4>O homem precisa aprender que só o coletivo faz sentido<br />
Pois quando um homem se afirma ser em outro ser<br />
Ele não é mais um só<br />
E a dois não há solidão<br />
A três não há paz<br />
A cinco não há medo<br />
E muitos&#8230;<br />
Dos muitos é a luz que clareia as noites de insônia</h4>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/11/68/</link>
<pubDate>Tue, 11 Dec 2007 21:45:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://potox.wordpress.com/2007/12/11/68/</guid>
<description><![CDATA[Já pensou como seria engraçado se, na verdade, a solução de todos os problemas estivesse num clichê?]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já pensou como seria engraçado se, na verdade, a solução de todos os problemas estivesse num clichê?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/10/67/</link>
<pubDate>Mon, 10 Dec 2007 13:55:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Não desejo a tempestade, só a beleza do céu nublado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.potox.blogger.com.br/nuvens.jpg" height="375" width="500" /></p>
<p>Não desejo a tempestade,<br />
só a beleza do céu nublado</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Sorria, meu bem, sorria!"]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/12/08/sorria-meu-bem-sorria/</link>
<pubDate>Sat, 08 Dec 2007 01:20:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
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<description><![CDATA[Três da tarde, a música antiga enchendo a tarde morosa na 13 de maio. E eu, sem perceber, fui deixan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Três da tarde, a música antiga  enchendo a tarde morosa na 13 de maio.<br />
E eu, sem perceber, fui deixando o sorriso aflorar nos lábios, devagar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/10/28/</link>
<pubDate>Sun, 28 Oct 2007 03:30:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://potox.wordpress.com/2007/10/28/</guid>
<description><![CDATA[Publicidade por aí&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><font color="#333333"><em><strong>Publicidade por aí&#8230;</strong></em></font></h3>
<p><a href="http://potox.wordpress.com/files/2007/10/tirinha1060.gif" title="tirinha1060.gif"><img src="http://potox.wordpress.com/files/2007/10/tirinha1060.gif" alt="tirinha1060.gif" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Coming back, again]]></title>
<link>http://potox.wordpress.com/2007/10/14/coming-back-again/</link>
<pubDate>Sun, 14 Oct 2007 20:19:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Márcio</dc:creator>
<guid>http://potox.wordpress.com/2007/10/14/coming-back-again/</guid>
<description><![CDATA[É, eu tinha deixado o blog de lado, por motivos complexos que envolvem desde preguiça a filosofia ag]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É, eu tinha deixado o blog de lado, por motivos complexos que envolvem desde preguiça a filosofia aguda. Mas isso não interessa. Uma coisa que se aprende na Comunicação (e com alguns novos amigos) é que as idéias devem, sim, ser transmitidas. É nossa responsabilidade, como pessoas, exibir nossas opiniões e conceitos do mundo- nem que só para descobrirmos que estão errados. A falta de diálogo leva à  ignorância, à intolerância. Ficar no seu cantinho resmungando não resolve nada, assim como não resolve quebrar instalações públicas. O caminho são as idéias, os motivos de cada um. Precisamos entender os porquês para descobrirmos o que anda errado.<br />
Esse, por exemplo, é o meu porquê de continuar escrevendo, apesar do desânimo. Só quero mostrar meu mundo para você, nesse momento, nesse estado de espírito e com essa trilha sonora- e assim, quem sabe, eu consiga expandir o seu.</p>
</div>]]></content:encoded>
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