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	<title>abril-pro-rock &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/abril-pro-rock/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "abril-pro-rock"</description>
	<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:33:53 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Shows Memoráveis - Motörhead 17/04/2009]]></title>
<link>http://rockwhisky.wordpress.com/2009/11/13/shows-memoraveis-motorhead-17042009/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 03:54:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>rockwhisky</dc:creator>
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<description><![CDATA[BigHead: Após um começo de ano avassalador, Sport tetracampeão pernambucano e líder do “grupo da mor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><img class="alignleft size-medium wp-image-506" title="motorhead_abrilprorock_rockwhisky" src="http://rockwhisky.wordpress.com/files/2009/11/motorhead_abrilprorock_rockwhisky.png?w=300" alt="motorhead_abrilprorock_rockwhisky" width="300" height="191" />BigHead: </em></strong>Após um começo de ano avassalador, Sport tetracampeão pernambucano e líder do “grupo da morte” na libertadores, Blaze Bayley, Morbid Angel e nada mais nada menos que o Iron Maiden tocando por aqui, o Abril Pro Rock manteve sua promessa de “nova fase” após 10 anos de festival trazendo uma das bandas mais respeitada do mundo do Rock/Heavy, Motörhead, que estava em turnê para a divulgação de seu novo albúm, Motörizer (2008). Chegamos ao local do show, Chevrolet Hall, as 19:30h e já tinha um bom público nos arredores, Heinekens e Jack´s vão sendo tomadas ao som de Heaven and Hell e claro do Motörhead. Entramos para o show onde acompanhamos a banda paulista Matanza, que tinha um bom número de fãs mas realmente não faz meu estilo,  e a ótima Decomposed God que esquentavam o público para uma noite memorável.<!--more--> E com uma pontualidade britânica, não só da banda como do festival também, o Motörhead sobe ao palco mandando de cara a clássica Iron First.. o som como não poderia ser diferente estava extremamente alto, Stay Clean veio logo em seguida imendando com Be My Babe, um começo de show pra<img class="alignright size-medium wp-image-508" title="motorhead_rockwhisky2" src="http://rockwhisky.wordpress.com/files/2009/11/motorhead_rockwhisky2.jpg?w=300" alt="motorhead_rockwhisky2" width="300" height="225" /> ninguém botar defeito. Rock Out foi a primeira do Motörizer, eu queria que eles tocassem Runaround Man.. muito boa essa música, e vi que muita gente do bom público que compareceu ao Chevrolet Hall conhecia o novo albúm da banda. Apesar da altura o som estava extremamente nítido e os ‘velhinhos’ Ian &#8220;Lemmy&#8221; Kilmister, Phil Campbell e Mickey Dee davam um show a parte, realmente a apresentação era tudo aquilo que eu tinha lido. Após a execução da ótima I Got Mine, música do albúm Another Perfect Day de 1983.. que Lemmy ao anunciar falou que era uma música que quando foi lançada muita gente ali não tinha nem nascido, Phil Campbell veio ao palco realizar seus solos de guitarra levantando a galera e executando em seguida The Thousand Names Of God e In The Name Of Tragedy. Aí então é a vez de Mikey Dee voltar só ao palco para realizar seu solo matador de bateria, o cara com quase 50 anos e é um monstro nas baquetas.. flerta entre velocidade e técnica absluta, jogando baquetas para o ar deixando muita gente boquiaberta. Just &#8216;Cos You Got The Power foi a próxima e logo após <img class="alignleft size-medium wp-image-511" title="motorhead_rockwhisky3" src="http://rockwhisky.wordpress.com/files/2009/11/motorhead_rockwhisky3.jpg?w=300" alt="motorhead_rockwhisky3" width="300" height="225" />Lemmy perguntar para o público, “Where are you going??”.. Going to Brazil é executada seguida por  Killed By Death e Bomber. Ufa! mas não poderia acabar aí, poderia?? Claro que não&#8230; como eles já devem está mais que acostumados, Ace of Spades foi pedida em uníssimo pelo público&#8230; mas antes a música “Whorehouse Blues”, um blues com Lemmy na gaita, Phil no violão e Dee no baixo acústico.. supresa agradável que eu realmente não esperava. Mas o Chevrolet Hall veio abaixo com a execução de Aces of Spades, eu já estava assistindo o show na parte de trás.. e vi dois amigos meus brincando de luta no chão em pleno show do Motörhead.. existe isso??? Overkill, que também era bastante pedida, foi a última da noite para um Abril Pro Rock de se aplaudir de pé. Motörhead é um exemplo de banda que mantém a raiz do rock´n roll viva e consegue contagiar isso como ninguém&#8230; Long Live Rock´n Roll \,,/</p>
<p><strong>PS:</strong> Breve todas as fotos do show no nosso Flickr.</p>
<p style="text-align:center;">
<div id="attachment_513" class="wp-caption aligncenter" style="width: 600px"><img class="size-full wp-image-513" title="motorhead_rockwhisky" src="http://rockwhisky.wordpress.com/files/2009/11/motorhead_rockwhisky.jpg" alt="motorhead_rockwhisky" width="590" height="442" /><p class="wp-caption-text">Público Motohead - Abril Pro Rock</p></div>
<p><strong><br />
Setlist:</strong></p>
<p>1. Iron Fist<br />
2. Stay Clean<br />
3. Be My Baby<br />
4. Rock Out<br />
5. Metropolis<br />
6. Another Perfect Day<br />
7. Over the top<br />
8. One Night Stand<br />
9. You Better Run<br />
10. I Got Mine<br />
11. The Thousand Names Of God<br />
12. In The Name Of Tragedy<br />
13. Just &#8216;Cos You Got The Power<br />
14. Going To Brazil<br />
15. Killed By Death<br />
16. Bomber</p>
<p>Bis:<br />
17. Whorehouse Blues<br />
18. Ace Of Spades<br />
19. Overkill</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Raio-X: Sofisticação e bom-humor, esse parece ser o segredo dos gaúchos do Pata de Elefante]]></title>
<link>http://palcoalternativo.wordpress.com/2009/05/31/raio-x-sofisticacao-e-bom-humor-esse-parece-ser-o-segredo-dos-gauchos-do-pata-de-elefante/</link>
<pubDate>Sun, 31 May 2009 14:36:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>blogpalcoalternativo</dc:creator>
<guid>http://palcoalternativo.wordpress.com/2009/05/31/raio-x-sofisticacao-e-bom-humor-esse-parece-ser-o-segredo-dos-gauchos-do-pata-de-elefante/</guid>
<description><![CDATA[(por Andréia Martins) &#8211; Macaco Bong, Guizado, Burro Morto, Mamma Cadela, Ruído/mm, The Dead Ro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[(por Andréia Martins) &#8211; Macaco Bong, Guizado, Burro Morto, Mamma Cadela, Ruído/mm, The Dead Ro]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[abril pro rock 2009]]></title>
<link>http://alemdocubobranco.wordpress.com/2009/05/04/abril-pro-rock-2009/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 01:48:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>além do cubo branco</dc:creator>
<guid>http://alemdocubobranco.wordpress.com/2009/05/04/abril-pro-rock-2009/</guid>
<description><![CDATA[            Gravuras do Abril, até amanhã, à venda lá na Livraria Cultura do Recife Antigo.   astron]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1252" title="abril-pro-rock" src="http://alemdocubobranco.wordpress.com/files/2009/05/abril-pro-rock.jpg" alt="abril-pro-rock" width="493" height="680" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p style="text-align:center;">Gravuras do Abril, até amanhã, à venda lá na Livraria Cultura do Recife Antigo.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><a title="abril pro rock" href="http://www.astronave.org/home/" target="_blank"><strong>astronave.org</strong></a></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#0000ee;font-weight:bold;text-decoration:underline;"><br />
</span></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a title="abril pro rock" href="http://www.astronave.org/home/" target="_blank"></a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a title="abril pro rock" href="http://www.astronave.org/home/" target="_blank"></a></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a title="abril pro rock" href="http://www.astronave.org/home/" target="_blank"></a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contradições do indie brazuca]]></title>
<link>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/04/26/contradicoes-do-indie-brazuca/</link>
<pubDate>Sun, 26 Apr 2009 02:17:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Ibelli</dc:creator>
<guid>http://papagoiaba.wordpress.com/2009/04/26/contradicoes-do-indie-brazuca/</guid>
<description><![CDATA[É preparar-se para perder o estrelismo indie brasileiro Fernanda, vocalista da banda nacional Lucy a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.flickr.com/photos/rafaelrb/196418726/"><img class="alignnone" src="http://farm1.static.flickr.com/57/196418726_410159a963.jpg?v=0" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<blockquote>
<h1>É preparar-se para perder o estrelismo indie brasileiro</h1>
</blockquote>
<p>Fernanda, vocalista da banda nacional <a title="MySpace" href="http://www.myspace.com/lucyandthepopsonics" target="_blank">Lucy and the Popsonics</a>, sobre cumprir agenda de shows Nos Estados Unidos em uma van pelas rodovias daquele país (como se fosse um martírio parecido com o de enfrentar as nossas, ao que parece).</p>
<p>Agora a pergunta que não quer calar: &#8216;estrelismo indie brasileiro&#8217;? Onde?? Me mostra, &#8216;pfvr&#8217;??? O Romulo Fróes (bombando aqui no Papa) tem um pitaco sobre o mesmo assunto:</p>
<blockquote><p><a title="Trama Virtual" href="http://tramavirtual.uol.com.br/noticia.jsp?noticia=7863" target="_blank">Em 99% das vezes não consigo nem ao menos ouvir minha própria voz, dada às precaríssimas condições dos lugares em que costumo tocar</a></p></blockquote>
<p>A declaração da Fernanda e as próximas são da <a href="http://www.rollingstone.com.br/">Rolling Stone</a> de fevereiro que só estou lendo agora, atrasado:</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/paer/2818634683/"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3010/2818634683_dd26a37d8c.jpg?v=0" alt="" width="450" height="300" /></a></p>
<blockquote>
<h1>A gente grava em qualquer biboca</h1>
</blockquote>
<p>O DJ Gorky, do <a title="MySpace" href="http://www.myspace.com/bondedorole" target="_blank">Bonde do Rolê</a>, último no trenzinho da foto acima, sobre o vídeo das gravações para o novo disco com o DJ Chernobyl. É isso aí, representou, logo o Bonde, tão criticado.</p>
<p> </p>
<p><strong>UPDATE:</strong> <a href="http://www.popup.mus.br/2009/04/23/por-tras-de-um-festival-parte-2/" target="_blank">isso daqui</a> que eu acabei de ler no blog do Bruno Nogueira, lá de Recife, o Pop-Up, também é sintomática sobre a &#8216;cena&#8217;:</p>
<blockquote><p>As bandas estão ficando mais exigentes, como se enxergassem o festival como um plano de sustento, quando deveria ser de formação de público e continuidade de carreiras. Por isso muitos nomes que queriamos acabaram não entrando, mesmo não sendo atrações tão grandes assim. É uma contradição interessante, considerando que esse é um ano que todos os festivais vão ter orçamento menor.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I WANNA ROCK]]></title>
<link>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/20/i-wanna-rock/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 12:32:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>olaenfermeira</dc:creator>
<guid>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/20/i-wanna-rock/</guid>
<description><![CDATA[Post com um pouco de atraso. Sexta feira (17/04) Recife recebeu o segundo show mais aguardado do ano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Post com um pouco de atraso.</em></p>
<p>Sexta feira (17/04) Recife recebeu o segundo show mais aguardado do ano: <strong>Motörhead</strong>!</p>
<p><img class="aligncenter" title="Motorhead no Abril pro Rock" src="http://farm4.static.flickr.com/3636/3452035781_47b4a87ed2_o.jpg" alt="" width="640" height="480" /></p>
<p>A banda subiu no palco com pouco menos de 15 minutos de atraso e fez um show impecável (talvez com a falta de uma ou duas músicas) que durou cerca de 2h. Com uma apresentação simples e sem firulas, o power trio mostrou que não é preciso fogos de artifícios e robôs gigantes pra fazer um show histórico.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Set List  do show:</em></p>
<p style="text-align:center;">1. Iron Fist<br />
2. Stay Clean<br />
3. Be My Baby<br />
4. Rock Out<br />
5. Metropolis<br />
6. Another Perfect Day<br />
7. Over the top<br />
8. One Night Stand<br />
9. You Better Run<br />
10. I Got Mine<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</p>
<div class="para" style="text-align:center;">-<br />
Solo de guitarra – Phil Campbell<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
11. The Thousand Names Of God<br />
12. In The Name Of Tragedy<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Solo de bateria – Mikkey Dee<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8211;<br />
13. Just &#8216;Cos You Got The Power<br />
14. Going To Brazil<br />
15. Killed By Death<br />
16. Bomber<br />
&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-<br />
Bis:<br />
17. Whorehouse Blues<br />
18. Ace Of Spades<br />
19. Overkill</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Cobertura 2o. dia (bandas pernambucanas)]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/19/apr-cobertura-2o-dia-bandas-pernambucanas/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 15:38:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/19/apr-cobertura-2o-dia-bandas-pernambucanas/</guid>
<description><![CDATA[Com direito a peitinhos, bandas locais revigoram rock da cidade Thiago Corrêa Numa noite em que a ex]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Com direito a peitinhos, bandas<br />
locais revigoram rock da cidade</strong><br />
Thiago Corrêa</p>
<p>Numa noite em que a expectativa era voltada para Marcelo Camelo e ainda teve as apresentações bombásticas da Heavy Trash e da Móveis Coloniais de Acaju, as participações das quatro bandas pernambucanas no último dia do Abril Pro Rock não ficaram por baixo. Apesar de estar sem material inédito desde 2005, a Mundo Livre S/A veio com um show revigorante pela comemoração dos 25 anos de carreira.</p>
<p>Ainda que tenha vindo com um repertório manjado, baseado em hits como “Bolo de Ameixa” e “Melô das Musas”, a banda conseguiu se oxigenar ao acrescentar batidas eletrônicas, lustrando a riqueza sonora dos seus arranjos. Uma tendência que parece ser a tônica do próximo disco e foi confirmada pela inédita “Ela é indie”, que contou com a participação do Maestro Forró.</p>
<p>Anunciado como “o cara mais rock”, a presença de Forró serviu como mensagem subliminar para a música cuja letra brinca com a ideia de tribos de mangueboys, indies e “original Olinda styles”. O maestro da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério também contribuiu na balada “Meu Esquema” e Fábio Goró participou da clássica “Computadores Fazem Arte”.</p>
<p>E o que falar da Volver? Já em clima de despedida, a banda fez um dos shows mais emocionantes da noite, nem ligando para a responsabilidade de tocar após a apresentação dilacerante do grupo de Jon Spencer. Bem à vontade em sua terceira participação no Abril, a Volver comoveu o público em “A sorte” e “Tão perto, tão longe”, num indício de que não vai demorar muito para explodir país afora.</p>
<p>Abrindo a noite, a estreante Candeias Rock City apareceu com o reforço de Marcelo Gomão, da Vamoz, que fez um belo par com Paulista nas guitarras. O show pode ser resumido em três palavras: sexo, drogas e rock’n’roll. Em apenas meia horinha, Johnny Hooker conseguiu a proeza de fazer barulho, trocar de figurino, tirar onda com Mallu Magalhães, falar dos entorpecentes de Candeias e, ufa, deliciar os olhares masculinos levando duas dançarinas ao palco com direito a chicotes e peitinhos de fora. Yeah! Até pela pouca idade, Johnny Hooker ainda tem um quê de piada, mas o cara possui estrela e, em breve, ele aprende algo de postura rock com um tal de Lemmy Kilmister.</p>
<p>Já a The Keith optou por um show mais linear e coeso. É impressionante a evolução da banda no palco. Quando eles participaram da eliminatória do Microfonia, não passavam de um grupo de amigos querendo copiar as bandas gringas que ouviam. Dois meses depois, eles chegavam à final do Microfonia como a atração com menos originalidade sonora, mas botaram quente no palco, o que lhes garantiu o segundo lugar e a convocação para o Abril. Na noite de sábado, agora, os meninos fizeram seu dever de casa, com um show honesto, limpo e redondo. Estão tinindo!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Em Recife mais dez dias]]></title>
<link>http://cubodaluta.wordpress.com/2009/04/19/em-recife-mais-dez-dias/</link>
<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 07:38:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>marielleramires</dc:creator>
<guid>http://cubodaluta.wordpress.com/2009/04/19/em-recife-mais-dez-dias/</guid>
<description><![CDATA[RecifeLinda * Alô, olá, eis me aqui de volta, escrevendo novamente de Recife, cuja previsão de parti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.geocities.com/engminas2001/recife07.jpg" alt="" width="400" height="260" /><em>RecifeLinda</em></p>
<p>* Alô, olá, eis me aqui de volta, escrevendo novamente de Recife, cuja previsão de partida era pra hoje, porém, em virtude do ‘<em>projeto de Implementação de moedas complementares e bancos populares no PE</em>’ (que estamos desenvolvendo em parceria com a <a href="http://www.fundarpe.pe.gov.br" target="_blank">FUNDARPE</a> e <a href="http://lumocoletivo.blogspot.com" target="_blank">Lumo</a>), resolvemos ficar um tempo mais para amarrar melhor a história antes de alçarmos vôo em direção à querida e saudosa Hell City, ou antes, sabe-se lá para onde&#8230;</p>
<p>* Depois de recuparada parcialmente da gripe pancada que me abateu durante a semana, consegui na quinta-feira, 16, participar das reuniões realizadas com as lideranças de Santo Amaro, uma das comunidades onde desenvolveremos o projeto, junto ao Alto Zé do Pinho – conforme a Lê já registou no <a href="http://www.cubanna.wordpress.com" target="_blank">Cubanna</a>.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-104" title="anteprojeto" src="http://cubodaluta.wordpress.com/files/2009/04/anteprojeto.jpg" alt="anteprojeto" width="350" height="205" /> * A metodologia da reunião foi semelhante as demais já  realizadas até aqui, porém, desta vez mais focada no <a href="http://cubocard.blogspot.com" target="_blank">Cubo Card</a>. Depois de ouvir a experiência da moeda cuiabana e as explanações a respeito do modelo híbrido que pretende ser desenvolvido ali (força de trabalho + lastro em R$), o espaço foi aberto para os presentes tecerem considerações sobre o tema&#8230; e o resultado foi que poucas foram as vezes que a platéia acrescentou tanto ao tema. E não digo isso no intuito de desqualificar os demais ouvintes, mas de valorizar a participação da comunidade de Santo Amaro que iniciaramali o delineamento do projeto, conforme eles julgam necessário para a própria localidade&#8230;grande participação dos amaros.</p>
<p style="text-align:center;">
<p>* Além do projeto de moedas complementares, a semana foi marcada pelo acompanhamento da produção da <a href="http://www.abrafin.org">rádio Abrafin</a>, que desta vez transmitiria ao vivo o <a href="http://www.abrilprorock.com.br" target="_blank">Abril Pro Rock</a>, em parceria com o Lumo e <a href="http://massacoletiva.blogspot.com/">Massa Coletiva</a>. O resultado é que a transmissão foi um sucesso, teve momentos de tanto pico, que mal conseguíamos acessar o player. Postaremos em breve os melhores momentos para que quem não ouviu, possa curtir e opinar.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-105 aligncenter" title="radio-abrafin-abril" src="http://cubodaluta.wordpress.com/files/2009/04/radio-abrafin-abril.jpg" alt="radio-abrafin-abril" width="400" height="70" /></p>
<p style="text-align:center;"><em>Em breve postaremos a retrospectiva no site da Abrafin</em></p>
<p>* Falando em APR, como não podia deixar de ser, fui conferir &#8211; junto aos meus companheiros cubistas – o primeiro dia da 17ª edição do lendário festival pernambucano, que fez escola na cena da música independente brasileira, e estimulou o surgimento de muitos outros eventos do gênero. É recorrente ouvir de jovens produtores, que freqüentavam o festival desde muito cedo,  que se inspiraram com a proposta da empreitada&#8230; Referências históricas a parte, fato é que o APR hoje é bem diferente do método operacional CUBO&#8230; e por questões óbvias, que vão desde a escolha de seus headliners ao preço da bilhete. Fora o fato de como o festival dialoga com o cenário local, e trabalha pelo desenvolvimento de novos empreendimentos do setor&#8230; realmente bem diferente de método de gestão cubista.</p>
<p>* Pois então, conforme combinado hoje trago logo abaixo a compilação do debate sobre métodos de produção / modus operandi da MPB X Rock (nem queria colocar nesses termos, mas vamos lá) travado durante a discussão no NE Indie&#8230; Vale colocar, que as questões levantadas no último post de preconceituoso não há nada, e tampouco são pautadas em achismos. Pelo contrário, são constatações frutos de um processo de circulação amplo por diversos estados, e participações em dezenas de reuniões e fóruns de classe envolvendo músicos de diversos segmentos musicais. Fato é que boa parte dos músicos dedicados ao segmento sublinhado, vieram destacando sim mais problemas, que alternativas sustentáveis para as deficiências do setor. E como a participação do citado músico paraíbano não fora diferente, acabou servindo de gancho para um debate que rola há algum tempo nas internas cubistas&#8230;</p>
<p>* Deixo agora os comentários e reflexões tecidas ao longo do debate, e quem quiser acrescentar, sinta-se a vontade no comments. Abraços e fui!</p>
<p><em>ps. Amanhã vai rolar reunião com agentes do Circuito Fora do Eixo para debater o mapeamento das redes setoriais&#8230; quem tiver interesse em saber mais infos sobre o tema, só falar~!<br />
</em></p>
<p>____________________________________________________________________________________</p>
<p>Pra contextualizar, a história foi a seguinte: A Carol Mundo postou meu texto e o da Cubanna na lista do NE Indie para divulgar nossa passagem pela cidade. Respondendo as questões que tinha levantado no último post, o Edy Gonzaga – do Cabruêra – teceu suas impressões sobre o tema, a partir daí a discussão se prolongou&#8230;  Segue logo abaixo algumas considerações que foram tecidas em relação ao tema:</p>
<blockquote><p><em><strong>Edy Gonzaga</strong> &#8211; Soou preconceituoso em relação ao estilo, q na minha opinião não pega bem pra nenhum produtor cultura. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Pablo Capilé</strong> &#8211; São estes &#8220;reclamões&#8221; que mais recebem investimento do poder público em suas carreiras, que mais tocam em eventos de prefeituras e do Estado, que mais se encaixam na tal World Music que facilita a inserção em outros países e etc. Ai acostumados com isso, acabam montando grandes equipes em torno deles o que inviabiliza completamente a circulação pelo Brasil, que ainda tem um mercado em crescimento e que muitas vezes não pode pagar passagens para produtor, teÉcnico de som, roadie e mais a banda toda de um artista desconhecido na maioria das cidades (&#8230;) </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Edy Gonzaga</strong> – (&#8230;) MPB tem uma série de artistas, tão ou mais articulados qto qqr um. Isso não difere em relação a estilo e sim em relação a atitude. Tem artista MPB, muito roquenrou e banda roquenrou querendo ser Caetano&#8230; Minha observação é em relação a isso. Não coloque td mundo no msm saco, nem generalize os exemplos&#8230; dependendo da situação, da hora e do dia, tudo muda (&#8230;) </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Anderson Foca</strong> &#8211; No geral a turma da mpb participa pouco sim, mas acho que mais pelo fato de ter uma visão mais romântica da realidade e até pelo fato de não serem profissionais da área (muitos a tem outros empregos e tbm trabalham com música quando podem e afins). Mesmo sendo, muitos foram criados com pespectiva de gravadoras, solidez da fama e assim vai, ai terminam não entendo a que se propõe trabalhos com o do Festvial Mundo. Parei de chamar alguns artistas dessa praia no Dosol porque ele davam muito trabalho (muitas excigência) e nenhum retorno ao festival, que como todo mundo sabe é uma via de mão dupla e é bom para os dois lados. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Edy Gonzaga </strong>- Agora, o fato de eles participarem pouco das palestras ministradas pelo circuito rock, não quer dizer, em hipótese nenhuma, q eles estejam alheios ou desarticulados. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Pablo Capilé</strong> -Se o Macaco Bong é mais conhecido em Jampa do que o escurinho em Cuiabá isso deve ter algum motivo&#8230;.principalmente pq um tem 20 anos de carreira e o outro tem 5.. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong> Edy Gonzaga </strong>- O fato de eles não procurarem esse circuito não demonstra q eles não circulem, q não produzam, q não viajem. Esse circuito de rock, não é o único. O fato de vc não vê, não quer dizer q não acontece. Ele acontece msm longe do seus olhos. É isso q estou tentando mostrar. Amplie seu olhar, há muita coisa acontecendo além do q supõe a nossa vã filosofia (&#8230;) </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Edy Gonzaga </strong>- Eu estou afirmando, como o próprio Bruno citou, q artistas do quilate de CURUMIN, só pra citar um exemplo, está inserido nessa sigla e consegue se articular muito bem&#8230; é isso q estou colocando. Afirmação q o txt do blog, contraria. Só isso. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Pablo Capilé </strong>-Eu não disse que só existe esse circuito, eu disse desde o começo que não contentes com o circuito diferenciado a que vc se refere, esses artistas reclamam de não participarem desses festivais, sendo que seu foco de trabalho na maioria das vezes nem é esse. E outra, peguemos Minas como exemplo de novo, essa historia de que existem circuitos aqui no brasil onde esses artistas sobrevivem muito bem e de forma organizada não é bem uma verdade né edy. A grande maioria ainda sobrevide de verba pública, só circula com verba pública, nao paga passagens para tocar, nao se conectam em rede, ou seja, estaõ MUITO DISTANTES de conseguir um mercado auto sustentavel para sua arte fora do circuito sesc, prefeitura, estados etc. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Henrique Baixos</strong> &#8211; Duas coisas:  &#8211; Pq continuarmos dividindo os artistas em MPB ou Roque? Na boa&#8230; &#8211; Do it yourself.. e pelos outros. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Pablo Capilé </strong>- Vamos pegar isso pelos festivais, que da pra traçar um belo parametro: Os festivais de &#8220;rock&#8221; estão vcada vez mais abertos a diversidade em sua programação, muito mais pela propositividade do produtor do que propriamente dos artistas. Já os festivais de MPB continuam com o mesmo formato de sempre, não se abrem pra galera do rock e ainda mantem aquele esquema de festivais competitivos, com premiações e etc. Dai ja da pra tirar um pouco do Dna de cada um destes estilos. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Pablo Capilé </strong>- Quando falamos de &#8220;MPB&#8221; ou de &#8216;ROCK&#8221; estamos falano muito mais de uma filosofia de trabalho do que propriamente do som que cada um desses artistas fazem. Não é a toa que essa nova safra da MPB, a neo-mpb, ja nasce muito mais conectada com a filosofia desse circuito rock n roll, de se auto produzir, de pagar passagem pra viajar, de rodar os festivais da abrafin, de se divulagar via midias independentes que tem origem no rock e etc. Entre eles Curumin, Jonas Sá, Cabruera, Nina Becker, Do Amor, entre outros. Já os &#8220;old school&#8221; , que ainda são a bgrande maioria, manté aquela visao muito similar a dos festivais de &#8220;MPB&#8221; , mega equipes, milhares de exigencias, dependecia quase total do poder publico, foco no mercado internacional, naquela visão de artista iluminado que só quer ensaiar e tocar enquanto os &#8220;em volta&#8221; desenrolam as burocracias. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Edy Gonzaga </strong>- Mas, uma questão : qdo foi colocado o termo MPB não foi uma generalização sem considerar o q é &#8216;neo&#8217;, ou &#8216;pós&#8217;, ou proto ? Foi isso q me incomodou. Pq essas verdades ou soluções apresentadas, pelo rock ou mpb tem q estar contextualizadas. Essa não é uma cartilha tão simples de cumprir. Tem q ter informação, cacife, disposição e tempo. Vamos concordar, nem tds tem. Portanto, acho q não deveríamos desmerecer certa parcela da produção cultural simplesmente por não ter como, ou não conseguir se manter nesse patamar de organização e articulação. </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Luciano Matos </strong>- A &#8220;MPB&#8221;, que generaliza ainda mais que o rock, não necessariamente não queria ser independente, mas tinha mercado pra crescer com um passo maio rdentor do mercado, gravadoras se ineteressavam, lançavam e tal, nao necessariamente grandes gravadoras, mas selos mais abastados. Isso tb nao da culpa aos artistas desse nicho, nao sao piores por nao se integrarem num modelo que aqui julgamos o unico correto. O que acho é que os festivais tem um poder maior do que revelar apenas bandas de rock, alguns ja fazem isso muito bem, outros são assumidamente só rock Não é erro, mas seri alegal ter mais que isto gosto de ver quando um Goiania Noise aprsenta alguns nomes fora do circuito rock tipo ano passado com Curumin, que circulou tb por outros festivais </em></p></blockquote>
<blockquote><p><em><strong>Luciano Matos</strong> &#8211; a princpal forma de diferencia um artista do outro é a qualidade acho que é oprimeiro criterio, pelo menos deveria ser pra mim deveria ser o criterio de qualquer curadoria depois ver se é viavel ou nao, se o artista topa ou nao o esquema oferecido e sei que isso nao tem nada a ver com rotulo ou estilo (..)</em></p>
<p><em><strong> Felipe Gurgel</strong> -O que eu acho que Pablo quis dizer é que alguns artistas encaixados no &#8220;filão MPB&#8221; talvez não estejam muito preocupados em facilitar o acesso a seus shows, tendo pouca flexibilidade de negociação e fechando olhos para a realidade mercadológica.    Vaidade ou falta de noção desses artistas? Talvez não. Uns não têm a mesma condição de investir na carreira como um jovem de classe média pode ter, por exemplo. Mas também não faz sentido cobrar que o mercado lhe absorva exatamente do jeito que idealiza. </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé </strong>- O primeiro criterio tem centenas e milhares, se começarmos a debater aqui o que é qualidade pra cada um de nós o debate vai MUITO LONGE.  É obvio que o primeiro criterio é a qualidade, mas ja passamos ele, ja estamos falando do segundo momento(&#8230;)</em></p>
<p><em><strong>Luciano Matos </strong>- Acho que os festivais tem que ter essa responsabilidade, como exigimos das radios, das tv e nao creio que seja só pelo genero, estilo, acredito que tenha tb mas ai nao é hora de ver que se um cara exige um pouco mais é pq ele conquistou mais e nao pq ele nao é parceiro ou nao entrou no &#8220;metodo indie&#8221; de agir? nao é o unico o principal pra mim é se disponibiliza ro que melhor é feito em termos musicais </em></p>
<p><em><strong>Fabrício Nobre </strong>- Os artistas tem que tentar flexibilizar e investir em circulação para poder participar de mais eventos. E os produtores, sim, tem que abrir as curadorias pra um leque mais abrangente de possibilidades. Mas o lance é debater mais, e tentar participar mais, não só tocando, mas atuando e se atulizando, do que chorando, e dificultando. (&#8230;)Sobre rock e MPB. O que é rock e que é MPB é muito complicado discutir no Brasil. </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé</strong> &#8211; Tu fala que faria de tudo para que os melhores pudessem tocar e lva a crer que é facil assim, que é so ter força de vontade que consegue colocar todos os artistas que vc quer na programação, quem dera que fosse assim. Sempre levo o que acho melhor para meu festival, mas nao da ptra ficar investindo 5 mil reais, mais 8 aereas, mais hospedagem e alimentação para artistas que são pouco conhecidos na cidade só pq são bons, o custo total de um artista desse é de 10 mil reais quase, tem gente que faz festival com esse valor.  Marcelo Camelo faz exigencias mas leva publico cara, não estamos falando destes, estes ai circulam muito e sempre, estamos falando dos que nao são conhecidos, nao tem publico local e fazem algumas exihgencias alem da capacidade do festival. </em></p>
<p><em><strong>Luciano Matos</strong> -só to dizendo que nao é o genero que define isso, senao nao teria o monte de nome de mpb e nao rock que vc disse la no outro mail que circulou pelos festivais o ponto de dicussao é, nao é o estilo que define se e chorão ou nao, se aceita ou não </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé</strong> -Mas é esse o ponto quando debatemos estatistica.  estamos falando de maioria da mpb e maioria no rock.  A Maioria da galera da mpb faz ainda algumas exigencias fora da realidade, e isso nao é mais maioria no rock hj, a galera ta mais antenada.  É so ver que esses caras que estamos citando como exemplo de música contemporanea, ja nascem conectados a esse modus operandi do circuito rock, de auto gestao, de rede, de parcerias e facilitações, de negociações mais flexiveis e etc&#8230;. </em></p>
<p><em><strong>Luciano Matos </strong>- Não sei se Escurinho paga, mas sei de bandas de rock, que circulam por festivais qu enao pagariam tem varias ocisas ai, o pessoal da dita &#8220;mpb&#8221; talvez nao conheçam os festivais tão bem, não saiba os ganhos por tras, nao conheça o discurso cabe a quem faz chama-los, mostrar como é, se é do interesse que eles partivcipem e pelo que estou vendo é as bandas de rock independente ja entendem mesmo , em boa parte do que temos acesos, pelo menos </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé</strong> &#8211; Me mostra então esse circuito ai que existe no &#8220;outro meio&#8221; que a gente não acessa. Posso falar do centro oeste e do norte, e tenho certeza que aqui essas bandas do &#8220;outro meio&#8221; não circulam como as bandas do &#8220;nosso meio&#8221;.  Galera do Rock tambem conquista editais, viaja pra fora e etc, ninguem ta falando que isso não é merito, isso ta mais que cERTO. Mas a maioria desse &#8220;outro meio&#8221; fica pendurada na verba pública, e se acomoda. É fato.   Acabei de sair de uma reuniao agora com representantes do forum da musica de recife e outras entidades e percebi que aqui a historia é exatamente a mesma, fora do &#8220;nosso meio&#8221; a grande maioria fica esperando um poder publico PAI, um sesc PAI, etc. </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé</strong> &#8211; Todos os que vc citou estao fazendo o circuito de festivais tambem meu caro, Eddie, Cordel, Chico Correa, wado, todos.  Esses ai nao ficam esperando dinheiro publico, esses ai facilitam demais pra ir.   Esses ai são exceção, nós estamos falando da regra, da maioria.  Já no Rock posso citar 100 aqui que estao facilitando se vc quiser, ou seja, é muito discreprante.  É aquilo. no rock os bons artistas que facilitam é regra, no outro meio é exceção. </em></p>
<p><em><strong> Pablo Capilé</strong> -Não da pra estimular a diversidade sem pensar em custo beneficio.  Não é simples montar uma curadoria de festival com artistas que absolutamenyte ninguem conhece e que cobram uma fortuna.   O Rec beat por exemplo é integralmente financiado pela prefeitura de Recife, ai é outra historia, da pra experimentar mais, sem falar que é gratuito.   É muito facil falar de um plano ideal e não pensar que tem uma realidade por tras desse plano ideal. </em></p>
<p><em><strong>Pablo Capilé</strong> &#8211; com a grana que gastaria trazendo a ceu ou a orquestra imperial, da pra trazer 10 artistas independentes tão bons quantos e que estão facilitando a circulação e retroalimentando a cadeia.  Mas acho bacana que eles circulem, mas tambem nao estou falando desses que ja tem certa exposição de midia, to falando dos artistaas pequenos desse outro meio, que nao facilitam MESMO. </em></p>
<p><em><strong>_</strong></em></p>
<p><em>* A segunda parte do debate publico no próximo post.*</em><em><strong><br />
</strong></em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Prorrogação da volta à Hell City por uma causa nobre]]></title>
<link>http://cubanna.wordpress.com/2009/04/18/prorrogacao-da-volta-a-hell-city-por-uma-causa-nobre/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 22:52:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cubanna</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sábado era o dia do retorno cubista à Hell City, porém, devido ao intenso comprometimento ao novo pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Sábado era o dia do retorno cubista à <strong>Hell City</strong>, porém, devido ao <em>intenso comprometimento </em>ao novo projeto que estamos encampando em <strong>Recife,</strong> um novo acordo foi feito para a <em>continuidade dos trabalhos</em> com os Bairros <strong>Santo Amaro</strong> e <strong>Alto Zé do Pinho</strong>. Passagens mudadas pela <em>segunda vez</em>, <strong>dia 29 </strong>podemos dar garantias da nossa volta. (Isso se&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">Bom, definida a etapa inicial, <strong>produzimos duas fichas técnicas</strong> de cada comunidade, <em>levantando informações <img class="alignright size-medium wp-image-58" title="banco-popular" src="http://cubanna.wordpress.com/files/2009/04/banco-popular.jpg?w=300" alt="banco-popular" width="300" height="199" />pertinentes</em> ao projeto de <strong>implementação do Banco popular</strong> pautado nas <em>moedas solidárias </em><strong>Cubo Card e Palmas</strong>, construindo ainda um <strong>ante projeto </strong>para apresentar à <em>Fundarpe e Lumo Coletivo</em>. Logo mais estará tudo disponível no cubo tec.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-57" title="santo-amaro" src="http://cubanna.wordpress.com/files/2009/04/santo-amaro.jpg?w=203" alt="santo-amaro" width="203" height="300" />Na quinta, participamos do <strong>Fórum da comunidade de Santo Amaro</strong>, <em>mediado pela Tatiana </em>da Fundarpe. Tatiana é uma <em>psicóloga social </em>que trabalha no departamento de <strong>Projetos Especiais (DPE) </strong>da fundação e estará junto com a gente nesse empreitada. O fórum foi muito bacana, especialmente por perceber a <em>leitura perspicaz </em>de vários representantes da comunidade. Fiquei surpresa com o <strong>&#8220;Tonho das Olindas&#8221;,</strong> figuraça, muito inteligente e adepto da metodolgia do <strong>Paulo Freire</strong> na educação. E vários outras pessoas ali com bastante consciência da realidade. O <strong>Edivaldo</strong> é outro destaque. <em>Grande liderança</em>. Foi o momento oportuno para <em>apresentar a proposta</em> e <em>trazer a comunidade pra perto</em>, apostando nos trabalhos do <strong>&#8220;Amaro Card&#8221;</strong> já sugerido no Fórum pelo Edivaldo. O <strong>Lumo coletivo</strong>, como de praxe, também estava presente no Fórum a se apresentaram como braços permanentes da proposta junto à comunidade. A artir dali, tirou-se uma <em>comissão</em> mais enxuta para a coleta de informações do bairro para a primeira etapa do mapeamento.</p>
<p style="text-align:justify;">No outro dia, às 10 (com um pouco de atraso do motorista que nos buscou), <em>reunimos com a Tati, Lumo e a comissão</em>, coletando as primeiras informações da <strong>Ficha Técnica de Santo Amaro</strong>. Logo depois, almoço com a Cíntia, (braço direito da presidente da fundarpe, Luciana) liderança do <strong>coletivo Candace</strong> (Coletivo Nacional de Lésbicas Negras Feministas e Autônmas) e com a Tati. Ambas nos pediram para <em>conversarmos mais sobre nossa experiência e modelo de gestão</em>, afim de inciarmos mais uma parceria. Muito bacana.</p>
<p style="text-align:justify;">Logo após o almoço, o reencontro com o Rafa que tinha ido à reunião da <strong>Feira de Música Brasil</strong> no Rio de Janeiro. Conversamos com ele sobre tudo o que aconteceu em sua ausência de 03 dias e foi então que veio <em>a idéia de adiar a nossa ida pra Hell City</em> (que aconteceria hoje) para daqui há 10 dias&#8230; Fomos direto ao <strong>Carlos</strong> (diretor de políticas culturais da fundação), apresentamos o ante projeto e feito! Agora é continuar&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-55" title="abrilrock" src="http://cubanna.wordpress.com/files/2009/04/abrilrock.jpg" alt="abrilrock" width="200" height="200" />É chegada a hora de voltar para o hotel e se arrumar para ir pro<strong> Abril Pro Rock</strong>, em seu primeiro dia. Em 40 minutos o <strong>Henrique,</strong> do <strong>Lumo Coletivo</strong>, veio nos buscar. Finalmente eu <em>conheceria de perto este famoso festival </em>capitaneado pelo nosso parceiro de ABRAFIN, <strong>Paulo André.</strong> E pra ser sincera, <em>esperava mais.</em> O <strong>Chevrolet Hall</strong> é um lugar pronto que já tem <em>uma estrutura própria pra shows</em>. O que ajuda muito. Dois bares, cobertura fechada, banheiros, bilheteria com catraca, arena com boa acústica e visão ampla para os palcos de qualquer lugar. E por falar em palcos, nunca tinha visto o <strong>modelo tradicional</strong> de <em>&#8220;Palquinho&#8221; pras &#8220;bandinhas&#8221;</em> e <em>&#8220;palcão&#8221; pras &#8220;bandonas&#8221;</em>, <strong>um do lado do outro</strong>. Certamente é<em> relevante</em> a idéia de que esse <strong>símbolo</strong> nos dá uma sensação <em>hierarquizada das bandas</em> e não achei nada agradável assistir aos shows assim. Visto de longe, o <em>&#8220;palquinho&#8221; parecia uma caixinha pendurada no alto com uma banda dentro</em>. Só o <em>&#8220;palcão&#8221; </em>dava uma sensação de se <em>estar apreciando um showzão</em>. Isso <strong>não quer dizer</strong> que as <em>bandas da caixinha </em>não fizeram um <em>showzão</em>, ou que não sejam <em>grandes bandas</em> e nem que o som não tinha qualidade (antes que alguém reclame). E já que falei das bandas, o primeiro dia não foi o de <em>um estilo que me agrada muito</em>. A grande atração da noite foi <strong>Motorhead </strong>e talvez pelo mesmo motivo (o estilo) também não achei <em>nada demais</em> (apesar de já me contrariar com isso, como por ex, o um show do Subtera). É claro que tava <strong>tudo perfeito</strong>: som, banda e especialmente (o que mais me chamou a atenção), <em>as milhares de pessoas curtindo fervorosamente</em> em frente ao palco com seus <strong>celulares e câmeras registrando cada movimento</strong>. Cheguei a comentar com a mari que ali se concentrou <em>o maior número potencial de mídias independentes de Recife</em>. rs.</p>
<p style="text-align:justify;">No mais, o espaço tinha <strong>09 estandes</strong> (entre eles o da ABRAFIN) <em>sem muita variedade</em> e não vi <strong>praça de <img class="alignright size-medium wp-image-56" title="abril" src="http://cubanna.wordpress.com/files/2009/04/abril.jpg?w=300" alt="abril" width="300" height="199" />alimentação</strong>, só do lado de fora (que aliás tava movimentado com um comércio alimentício independente). O funcionamento dos bares também <em>não pareceu tão organizado com a falta de fichas</em>. Comprando na hora e recebendo o produto, a equipe precisou ser <em>03 vezes mais ágil</em> pra atender a demanda e com a <em>falta de fila</em> o lance era <strong>ganhar no grito</strong> (nos momentos de pico) pra ser atendido. rs. Sobre o <strong>backstage</strong>, nada a declarar pois não entrei. Isso porque a banda da noite restringiu. Por dedução deveria ser um camarim do Motorhead com todas as suas exigências. E confesso que a <strong>presença de tantas pessoas pagando R$ 60,00</strong> (preço do cambista lá fora para a inteira) me surpreendeu, já que <em>a maior reclamação dos produtores de recife </em>é que aqui, <strong>ninguém paga para assistir aos shows da bandas independentes</strong>. Com certeza a <strong>justificativa</strong> deve ser o Motorhead. Mas pensando matematicamente, se cada show por fim de semana (quatro dia) fosse R$ 15,00, o público pagaria muito bem (na média dos shows independentes do país) e curtiria mais bandas o mês inteiro. Fanatismo esquisito esse por determinadas bandas, a ponto de não apoiar a cena local. Uma coisa é fato, é <em>preciso mudar essa cultura</em>.</p>
<p>No mais, fico por aqui.</p>
<p>Beijos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Cobertura 1o. dia]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/18/apr-cobertura-1o-dia/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 16:20:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
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<description><![CDATA[Motörhead surge demolidor com seu peso no volume total Thiago Corrêa A última sexta-feira será marca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Motörhead surge demolidor<br />
com seu peso no volume total<br />
</strong> Thiago Corrêa</p>
<p>A última sexta-feira será marcada como o dia em que um surto de surdez atingiu cerca de 5 mil pessoas. Mas, para a maioria, os danos no tímpano servirão como souvenir de lembrança do show dos veteranos do Motörhead, fechando a primeira noite do Abril Pro Rock. Embora a apresentação do trio inglês envolva toda a emoção do encontro do público pernambucano com uma lenda do rock após 34 anos de espera, o show de uma hora e 36 minutos deve entrar para a História como um dos mais barulhentos da cidade, atingindo nada menos que 130 decibéis.</p>
<p>Para se ter uma ideia do que isso significa, a tabela da Sociedade Brasileira de Otologia indica que a porrada sonora da banda inglesa equivale a um disparo de arma de fogo e perde apenas para as turbinas de avião a jato, que chegam a 140 decibéis. Em certos momentos, a lapada auditiva podia ser sentida no tato, fazendo a roupa do corpo sacolejar e a estrutura do Chevrolet Hall tremer. Agora o mais importante, ao término do show, além de zumbidos nos ouvidos, o Motörhead deixou a lição de que barulho só tem sentido quando se há talento e verdade no palco.</p>
<p>E isso eles tem de sobra. A começar pela postura hipnótica de Lemmy Kilmister, que mesmo estático no palco consegue prender a atenção do público em meio à concorrência dos solos de guitarra do carismático Phil Campbell e do trator Mikkey Dee na bateria, cujo malabarismo de baquetas e o solo devastador competem diretamente com o transe coletivo nas músicas “Ace of spades”, “Overkill” e “Whorehouse blues”, esta revelando uma versão mais light do Motörhead, com gaita e violões.</p>
<p>Com apenas os três no palco, o Motörhead serve de contraponto aos espalhafatos da apresentação do Iron Maiden, mês passado, mostrando que é possível envelhecer bem no rock’n’roll. Sem a pirotecnia de fogos e robôs, o trio inglês demonstrou que mais importante do que efeitos de espetáculo é a sinceridade no som.</p>
<p><strong>FESTIVAL</strong><br />
A potência no som do Motörhead deve ter topado o máximo como uma forma de calar a boca dos que ficaram descrentes com a qualidade sonora dos primeiros shows. Seguindo uma pontualidade britânica, a 17ª edição do Abril Pro Rock começou com os pernambucanos da AMP.</p>
<p>Ainda que prejudicado pela falta de público, som desregulado, excesso de iluminação da platéia e a altura desconfortável do palco 2, os meninos passaram o recado de que o rock pesado não precisa ser feito com poucos acordes. O mesmo se pode falar da Black Drawing Chalks (GO), com um show conciso e rasgante que não apela para os espíritos do inferno.</p>
<p>A partir daí foi só barulheira. Ou deveria ser. Os cariocas do Matanza passaram por maus bocados com uma pane no som que permitiu alguns preciosos segundos de silêncio aos nossos ouvidos. Afinal a banda não passa de uma versão MTV do Devotos, com o vocalista Jimmy se arrastando pelo palco como o boneco Eddie no show do Iron Maiden. Depois veio a Decomposed God, seguindo o estilo Sepultura, com gritos guturais e rapidez na pancadaria dos instrumentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[De onde surge essa galera?]]></title>
<link>http://insidealtside.wordpress.com/2009/04/18/de-onde-surge-essa-galera/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 06:34:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ugopp</dc:creator>
<guid>http://insidealtside.wordpress.com/2009/04/18/de-onde-surge-essa-galera/</guid>
<description><![CDATA[Voltei agora da primeira noite do bom e velho Abril pro Rock. Além de ser um grande evento em relaçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Voltei agora da primeira noite do bom e velho Abril pro Rock. Além de ser um grande evento em relação às bandas, é uma grande experiência antropológica, principalmente na noite do metal! Tentei vivenciar todos os ângulos que se pode ter num festival desse porte. Vi o show de perto, vi de longe, fui no meio da galera, estive o show todo do Matanza no meio da rodinha.</p>
<p>Pois bem, independente do lugar em que me encontrava, meus olhos estavam prestando atenção a todos que se encontravam ao meu redor. E pense numa coisa legal fazer isso! Eu nunca tinha tido a chance de ver tanta gente bizarra junta. Vão dizer que eu nunca fui a um show de metal na minha vida. Tá bom que eu não sou aquele quase-ancião que viu o Black Sabbath lançar o seu primeiro álbum, mas posso dizer que nos últimos 3 ou 4 anos eu tenho ido a 90% dos shows mais importantes de metal que aconteceram aqui por Recife. Por isso, eu posso dizer que já sabia o que esperar da galera que ia aparecer, maaas&#8230;</p>
<p>Não tenho condições de fazer um relato seguindo uma linha do tempo correta, até porque não estava segurando um maldito caderninho de anotações, tinha nem pra quê. As primeiras observações não foram realizadas na entrada, até porque tava tudo tranquilo por lá. Aqueles carros de som tocando as músicas que viriam a seguir e a galera no bom e velho warm up.</p>
<p>Infelizmente, perdi o show da AMP e não lembro muito bem da galera que tava vendo o show da Black Drawing Chalks. A brincadeira começou mesmo no show do Matanza. Uma pessoa que vê um show deles tem que estar disposta a entrar na rodinha e se divertir. Paz não é uma palavra que frequente o dicionário do vocalista Jimmy London e quem tá lá no meio certamente não tá procurando por isso. Eu também não esperava encontrar Mahatma Gandhi ou sua reencarnação pregando o peace and love por lá e eu estava a fim de aliviar um pouco do stress desse dia-a-dia sofrido de concurseiro.</p>
<p>E lá no meio daquele ciclone de alucinados se estapeando, eu comecei a perceber que tava mais preocupado com olhar pra galera do que necessariamente atingir alguém. E pude concluir: quanta gente estranha estava por lá. Desde os habituais carecas de suspensório que parecem ser órfãos de Nasi, do IRA!, passando pelo estereótipo do metaleiro-não-muito-extremo recifense: o cara de calça jeans escura, sapato normal e uma camisa preta de alguma banda. Além deles, tinha aquela galera que se empolga demais e calça bota, bota calça do exército [eu tinha que fazer essa velha piada do 'por que bota a gente calça e calça a gente bota?' HAHA], camisa de alguma banda de metal extremo do mal, além daquelas toneladas de coleiras, pulseiras, spikes e crucifixos invertidos que foram imediatamente vetados pela segurança do evento. O que mais me chamou a atenção lá na rodinha não foi nem a aparência do povo, e sim o comportamento dessa galera. Enquanto os órfãos-de-Nasi marchavam dando murros cavalares a la <a title="Zangief" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Zangief" target="_blank">Zangief do Street Fighter</a>, sempre revidando com o triplo da força aqueles que ousavam triscar neles, os caras que aproveitaram aqueles coturnos do período em que passaram no CPOR saltavam alucinadamente tentando derrubar algumas das estátuas móveis que tavam por lá. Além desse duelo dos robocops contra os seres que tentavam ser o mais <em>dark</em> possíveis, havia um bando de efedepê que, acabada a música, naqueles 15 segundos que o cara tem para relaxar e respirar, chegavam empurrando a pessoa por trás. Pra que isso? ¬¬</p>
<p>Passando da parte da guerra, toda hora que eu ia mais pra trás pra comprar uma cerveja ou mesmo só pra relaxar, eu encontrava alguma pessoa, digamos&#8230; &#8216;notável&#8217;. Vi uns caras que fizeram com que eu percebesse uma coisa: não sou o cara mais feio de Recife. Tem gente que se esforça pra disfarçar a feiura, mas em contrapartida tem uns <strong>seres do pântano</strong> que fazem o maior esforço possível para chegar à feiura de Lemmy, nosso amigo do Motörhead. Alguns caras chegavam a causar aquele questionamento: que tipo de adubo/fertilizante/shampoo esses caras usaram pra fazer crescerem essas moitas que lembram, de vez em quando, o <a title="Fantasma Jamaicano" href="http://img5.imageshack.us/img5/2323/59660036.jpg" target="_blank"><strong>fantasma jamaicano</strong></a>, isso quando não lembravam um caboclo de lança. Mas vai ver a inspiração deles vinha do carnaval, já que a cidade histórica era ali do lado mesmo.</p>
<p>Não lembro se tenho mais algum aspecto a ressaltar sobre esse assunto, mas pra mim fica a observação que os metaleiros cada vez superam-se mais no quesito feiura/esquisitisse. Tenham medo.</p>
<p>Ugo.</p>
<p>The Keith &#8211; Noiseless [eles estarão amanhã rockeando o Abril pro Rock. Certeza!]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Motorhead prá quem precisa !!]]></title>
<link>http://vishows.wordpress.com/2009/04/17/motorhead-pra-quem-precisa/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 23:06:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Otávio Lopes</dc:creator>
<guid>http://vishows.wordpress.com/2009/04/17/motorhead-pra-quem-precisa/</guid>
<description><![CDATA[I´m So Bad &#8211; Baby I don´t Care Ter Lemmy Kilmister e sua banda na América do Sul, se tornou co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<h2><span style="color:#993300;">I´m So Bad &#8211; Baby I don´t Care</span></h2>
</blockquote>
<p>Ter Lemmy Kilmister e sua banda na América do Sul, se tornou comum nos últimos anos&#8230; ainda me lembro, do Show deles abrindo para o <a title="Metallica - Site" href="http://www.metallica.com/" target="_blank">Metallica</a> em 1989, ou ainda no extinto Projeto SP também em 1989 &#8211; na época o grupo era um quarteto e arrasaram mesmo &#8211; o Bis com <a title="ACE OF SPADES - DEEZER" href="http://www.deezer.com/track/36176" target="_blank">Ace Spades</a> <a title="ACE OF SPADES - DEEZER" href="http://www.deezer.com/track/36176" target="_blank">(ouvir aqui)</a>, foi a maior roda de Pogo que ví na vida.</p>
<p>Ví os caras com a formação atual 3 vezes, em Los Angeles no Universal Amphitheater em 1995, no Mosters of Rock de 1996 no Pacaembú e ano passado no <a title="Via Funchal - Site" href="http://www.viafunchal.com.br/" target="_blank">Via Funchal</a>, continua <strong>ALTO, BRUTAL e ANIMAL</strong>&#8230; são os mestres do Rock sujo, feio e malvado, detonaram em Buenos Aires no dia 10 de abril, Curitiba dia 12 e Fortaleza dia 15 e agora chegam para tocar no <a title="Abril Pro Rock 2009" href="http://www.abrilprorock.info/" target="_blank">Abril Pro ROCK</a> &#8211; nessa sexta dia 17 em Recife e sábado em São Paulo no Via Funchal.</p>
<p>A tour fecha na Colombia com shows em <a title="El Campin - Coliseo" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Coliseo_Cubierto_El_Camp%C3%ADn" target="_blank">Bogotá no Ginásio El Campin.</a></p>
<p>A banda com Lemmy Kilmister &#8211; Vocal &#38; Baixo, Phil Campbell &#8211; Guitarra e Mikkey Dee &#8211; Bateria &#8211; é puro Rock and Roll, tanto que uma das funções dos Roadies é abrir latinhas de cerveja gelada para os caras durante o show. VERY COOL !!</p>
<div id="attachment_421" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-421" title="motorhead-show-brasil-2009" src="http://vishows.wordpress.com/files/2009/04/motorhead-show-brasil-2009.jpg?w=300" alt="Motorhead LIVE 2009" width="300" height="199" /><p class="wp-caption-text">Motorhead LIVE 2009</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Black Drawing Chalks - Entrevista + Promoção]]></title>
<link>http://andandoempe.wordpress.com/2009/04/17/black-drawing-chalks-entrevista-promocao/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 19:03:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>andandoempe</dc:creator>
<guid>http://andandoempe.wordpress.com/2009/04/17/black-drawing-chalks-entrevista-promocao/</guid>
<description><![CDATA[Olá, pessoas! Como vocês devem saber, hoje começa o festival Abril Pro Rock, que começa às 20h lá no]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-345" title="foto-bdc" src="http://andandoempe.wordpress.com/files/2009/04/foto-bdc.jpg?w=300" alt="foto-bdc" width="300" height="200" /></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;"><span style="color:#000000;">Olá, pessoas! Como vocês devem saber, hoje começa o festival Abril Pro Rock, que começa às 20h lá no Chevrolet Hall, na minha querida cidade, Olinda. Embora estrela da festa seja a “banda mais barulhenta do mundo”, o Motörhead, umas das promessas de banda-que-vai-quebrar-tudo é a Black Drawing Chalks, que fez um dos melhores show que o Recife viu em 2008, no <a href="http://andandoempe.wordpress.com/2008/11/01/iv-nox-on-the-rock/" target="_blank">Nox On The Rocks</a>. </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;"><span style="color:#000000;">Os moços de Goiás <strong><span style="font-weight:normal;">Denis De Castro Pereira </span></strong><strong>(</strong>Baixo), <strong><span style="font-weight:normal;">Douglas De Castro Pereira</span></strong><strong> (</strong>Bateria), <strong><span style="font-weight:normal;">Victor Oliveira Rocha </span></strong><strong>(</strong>Guitarra / Voz) e <strong><span style="font-weight:normal;">Renato Cunha </span></strong><strong>(</strong>Guitarra / Voz) andam arrasando até no exterior: eles se apresentaram no festival Canadian Music Week, em março, e o site “Too High to Get it Right” disse que, desde o Sepultura, essa deveria ser a melhor exportação de música alta do Brasil.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;font-weight:normal;"><span style="color:#000000;">Conversei com Denis há algumas semanas (não postei antes porque esta pobre blogueira anda muuuuito ocupada, sorry), e ele não só deu uma entrevista, mas também um presentinho para vocês, queridos leitores: três kits com single promocional da banda, adesivo e um cartão postal da Monstro Discos. Confere aí a prosa, que láááá embaixo eu conto como fazer para concorrer a um desses mimos:</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="color:#000000;"><strong>A Black Drawing Chalks iniciou suas atividades no início de 2004, mas só começou a fazer shows em 2005. Por quê?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;"><span style="color:#000000;">É que a gente queria ficar um ano dentro de estúdio mesmo, elaborando melhor a banda, procurando se entender nas músicas. No começo a gente tirava uns covers pra nos mesmos e tal, mas isso foi só durante um mês. Aí começamos a fazer nossas próprias músicas, e pra elas ficarem boas pra apresentação durou um tempo. Foi meio que um consenso de todos, mesmo. Ensaiamos durante um ano, aí quando o Fabrício (Nobre, dono da gravadora independente Monstro Discos, vocalista do MQN e presidente da Associação Brasileira de Festivais Independentes, a Abrafin) assistiu um ensaio da banda &#8211; porque ele já conhecia os meninos, Douglas, Victor e Marco (antigo guitarrista) por conta dos trabalhos gráficos q eles fizeram pra Monstro. No mesmo dia, ele nos levou no estúdio Rock Lab, pra acertar uma demo, com três musicas. Gravamos, aí ele chamou a gente pra abrir um show pro MQN junto com o Pata de Elefante aqui em Goiânia (GO). Daí começamos a tocar.</span></p>
<p class="western" style="margin-top:.13cm;margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Como foi o primeiro show? Valeu a pena esperar?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Um desastre!Todo mundo nervoso. O som estava bom, só que aconteceram uns tilts em cima do palco: baixo ficando sem energia, prato da bateria caindo&#8230; coisas de nervosismo, mesmo. Mas valeu a pena num aspecto: com o primeiro show, a gente já fez notação de tudo que precisava mudar e melhorar. No seguinte, inclusive na mesma casa do primeiro e também abrindo pro MQN, foi beeeem melhor. Tem até um vídeo dele no <a href="http://www.youtube.com/watch?v=ioLqrMj5QoM" target="_self">YouTube</a>. </span><span style="color:#000000;">Ops, errata! Esse foi o segundo da casa, mas não foi o segundo nosso, não. O segundo nosso foi no Goiânia Noise.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>E como vocês fizeram pra melhorar o show da banda?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Assistindo vídeos da gente tocando, vendo shows de bandas que nos gostamos, como MQN, Mecanics, The Datsuns.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Além dessas bandas, quais vocês gostam?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Ixi, tem banda demais! De Lynard Skynyd, passando por Pantera até MDMT.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Vocês acham que conseguiriam gravar um álbum se não fosse pela Monstro?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Talvez sim, mas não com a mesma qualidade, facilidade e condições em que foi feito. Ele já nos levou no melhor estúdio de gravação da cidade, um dos melhores do país, com condições de pagamento facilitadas, com um produtor que gosta dos mesmos sons que a gente. Resumindo, a Monstro foi uma mão na roda pra gente e o Fabrício um pai pra banda.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Hoje já dá para viver de música?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Ainda não. Agora que começamos fazer os shows que cobrem eles próprios&#8230; tipo, pagam a estadia, passagem, alimentação e uma graninha pra fazer algumas coisinhas mesmo na própria cidade. Mas nada que dê pra pagar as contas do mês e viver disso.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>E como anda a cena independente de Goiás?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Muito boa! Os festivais cada vez mais fortes. Esse ano provavelmente sairão pelo menos mais duas bandas de grande nível.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Quais?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Mugo, Diego de Morais e Backbiters. Diego já é bem conhecido, mas agora eles vão lançar o CD na mesma época. Mugo ganhou ano passado como banda mais acessada no MySpace Brasil, isso sem CD lançado. Isso tudo mostra como a cena está ficando forte. E com os contatos internacionais que a Monstro anda fazendo, isso tende a tomar proporções internacionais.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Como surgiu a história de ir tocar no Canadá ?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Surgiu com a satisfação da Monstro com os nossos shows em Goiânia e nos outros estados e a disposição da gente viajar pra tocar. Com isso, a Monstro começou a mandar o material do BDC para os contatos deles em todo o mundo: vídeos, CD, MP3, reportagens. E num desses agradou a curadoria do Canadian Music Week, que convidou a banda pra tocar em dois shows no festival</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>E a crítica falou muito bem de vocês&#8230; </strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Sim!!! Durante os shows o pessoal que assistia gostava muito, se divertiam com a banda. Inclusive segundo um blog do festival, fomos classificados como a terceira melhor apresentação de todo o festival, dentre uma escala de 10. E lá também conseguimos alguns contatos que conversaram com o Fabrício, e vamos saber dos resultados dessas conversas essa semana ainda.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Vocês vão tocar no Abril Pro Rock na mesma noite em que o Motörhead. Como está a expectativa?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Ixi, a partir da semana que vem, ainda com as atividades pós-Canadá, voltamos a ensaiar diariamente. E temos que terminar o novo CD, fazer camisetas, buttons, adesivos&#8230; tudo isso pra poder não deixar a oportunidade passar. E fora que tocar no mesmo festival que o Motörhead é uma responsabilidade feladaputa, né? Não pode fazer feio de forma alguma.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Vocês já tocaram no Recife. Gostaram da experiência?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Muito! Fizemos muitos amigos na cidade. Fora que foi um show muito foda. Por isso a animação de voltarmos, tocando também do lado do AMP, hoje amigos da banda!</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>Para encerrar, conta os planos pra esse ano da banda.</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">O ano está só começando&#8230; bem, inclusive. Vamos voltar para a América do Norte em outubro, queremos fazer 40 dias com shows no Canadá e nos EUA, lançar o CD novo, e dois ou três clipes das músicas novas.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>E no Brasil?</strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Queremos fazer uma tour no Nordeste no segundo semestre, uma no interior de São Paulo e galgar uns shows no Sul do país.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;"><strong>E o CD novo? Já tem nome? Quando vai ser lançado? </strong></span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Ainda não tem nome, mas o lançamento vai ser no Bananada desse ano. Vai ter umas 11 músicas. Mas pra irmos para o Canadá, lançamos um single promocional com duas músicas novas, em uma mixagem diferente da que vai no CD.</span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;">
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"><span style="color:#000000;">Gostou do papo, achou que o som dos meninos deve ser mesmo o máximo e quer levar o kit para casa? É simples! Para não ser acusada de marmelada depois, deixa aí um recado, que na próxima terça-feira (21) eu farei o sorteio e digo aqui quem são os felizardos, ok? Boa sorte a todos <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </span></p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;widows:0;orphans:0;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agenda: Abril Pro Rock]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/17/agenda-abril-pro-rock/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 02:22:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/17/agenda-abril-pro-rock/</guid>
<description><![CDATA[12 horas de rock&#8217;n'roll no Abril Thiago Corrêa A maratona começa hoje. Ainda que venha com um ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>12 horas de rock&#8217;n'roll no Abril<br />
</strong>Thiago Corrêa</p>
<p>A maratona começa hoje. Ainda que venha com um dia a menos este ano, vai ser preciso disposição para encarar o Abril Pro Rock. Entre hoje e amanhã, serão 15 shows e cerca de 12 horas e meia de rock&#8217;n'roll. Em todas as suas variantes, abrangendo desde o heavy metal da Decomposed God ao rock pesado do Motörhead, do indie da The Keith ao rock&#8217;a'billy da Heavy Trash, do espírito de baile da Móveis Coloniais de Acaju ao clima mais intimista puxado pela MPB de Marcelo Camelo.</p>
<p>Em sua segunda edição no Chevrolet Hall, o festival volta a apostar na mescla de atrações consagradas com bandas mais novas. E poucas vezes o Abril teve um chamariz tão convincente &#8211; ninguém menos que o Motörhead. O trio inglês vai fazer o público bater cabeça ao som dos seus clássicos.<br />
Antes, a partir das 20h, a primeira noite do festival terá shows do Matanza e da Black Drawing Chalks.</p>
<p>A cena metaleira local será representada pela AMP e a veterana Decomposed God. O grupo vai mostrar músicas do seu segundo disco &#8220;Bestiality&#8221;. &#8220;Acho que só duas ficam de fora desse disco. A surpresa vai ser um show devastador e brutal&#8221;, adianta o vocalista André.</p>
<p>Se a pauleira de hoje não for suficiente para lhe deixar moído, então é bom se preparar para as oito horas de música de amanhã. A jornada começa mais cedo, a partir das 18h, com a apresentação das estreantes The Keith e Candeias Rock City, classificadas pelo Microfonia. O festival continua com a dobradinha baiana da Vivendo do Ócio e Retrofoguetes. Depois tem a Volver, em sua terceira participação no Abril, e a Vanguart.</p>
<p>Cansou? Pois é bom arrumar fôlego porque a parte final do Abril vai ser arrebatadora. A começar pela Heavy Trash (EUA), novo projeto de Jon Spencer, dono de uma apresentação bombástica em 2001. Em seguida, vem a Móveis Coloniais de Acaju transformando o festival num baile, que explodirá de vez no show especial da Mundo Livre S/A pelos 25 anos de carreira. E aí fecha com Marcelo Camelo, que já conhecemos de outros festivais.</p>
<p><strong>PALESTRAS<br />
</strong>Os portões do Chevrolet Hall abrem às 20h, mas o Abril Pro Rock começa mais cedo. O festival dá a largada com uma palestra às 14h de hoje, na Livraria Cultura. Para falar sobre o tema &#8220;Estratégias do mercado independente: da primeira demo aos festivais internacionais&#8221;, foram convocados o produtor musical Carlos Eduardo Miranda, o presidente da Abrafin Fabrício Nobre e Quinn Caruana, diretora criativa do Symposiom. A entrada é livre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agenda: Abril Pro Rock - grade]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/17/agenda-abril-pro-rock-grade/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 01:00:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/17/agenda-abril-pro-rock-grade/</guid>
<description><![CDATA[Abril Pro Rock &#8211; Chevrolet Hall Hoje 20h30 AMP 21h15 Black Drawing Chalks (GO) 21h50 Matanza (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Abril Pro Rock &#8211; Chevrolet Hall</strong></p>
<p><strong>Hoje<br />
</strong>20h30 AMP<br />
21h15 Black Drawing Chalks (GO)<br />
21h50 Matanza (RJ)<br />
22h30 Decomposed God<br />
23h Motörhead (Inglaterra)</p>
<p><strong>Amanhã<br />
</strong>18h The Keith<br />
18h30 Candeias Rock City<br />
19h Vivendo do Ócio (BA)<br />
19h30 Retrofoguetes (BA)<br />
20h10 Volver<br />
20h50 Vanguart (MT)<br />
21h40 Heavy Trash (EUA)<br />
22h30 Móveis Coloniais de Acaju (DF)<br />
23h20 Mundo Livre S/A<br />
00h20 Marcelo Camelo (RJ)</p>
<p><strong>Ingressos</strong><br />
Hoje: R$ 100, R$ 50 (meia) e R$ 70 (social, com 1kg de alimento não perecível)<br />
Amanhã: R$ 50, R$ 25 (meia) e R$ 30 (social, com 1kg de alimentos não perecível)<br />
Vendas: Lojas Renner e bilheteria do Chevrolet Hall<br />
Telefone: 3427.7500</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Abril Pro Rock c_mpl_ta o trono do Móveis Coloniais de Acaju]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-abril-pro-rock-c_mpl_ta-o-trono-do-moveis-coloniais-de-acaju/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:19:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-abril-pro-rock-c_mpl_ta-o-trono-do-moveis-coloniais-de-acaju/</guid>
<description><![CDATA[Abril Pro Rock c_mpl_ta o trono do Móveis Coloniais de Acaju Thiago Corrêa Na mesma noite em que o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Abril Pro Rock c_mpl_ta o trono<br />
do Móveis Coloniais de Acaju</strong><br />
Thiago Corrêa</p>
<p>Na mesma noite em que o público deve se espremer na beira do palco para cantarolar o show de Marcelo Camelo, fechando o segundo dia do Abril Pro Rock; a legião de viúvas do Los Hermanos poderá sair do Chevrolet Hall com uma nova banda queridinha. Apontada como a sucessora do trono deixado pelo grupo carioca, a brasiliense Móveis Coloniais de Acajú tem tudo para conquistar esse espaço na apresentação de sábado. Ainda mais se eles repetirem a performance em Brasília, quando reuniram cinco mil pessoas durante o projeto Móveis Convida, gerando comparações na imprensa nacional.</p>
<p>&#8220;É até normal ouvir isso, porque nós escutamos muito o Los Hermanos, que por sua vez tinha muito do Paralamas (do Sucesso). Não sei de onde vem nossa música, as coisas vão se somando. Acho que tem a ver com a formação da banda. Tem músico de orquestra de baile, outros que gostam mais de rock&#8221;, analisa o guitarrista pernambucano Bruno. Essa será a terceira apresentação da banda na cidade, que tem percorrido o circuito de festivais independentes do país. &#8220;Tocar no Abril Pro Rock é como se fosse a jóia da coroa. Além de ser muito tradicional, ele ainda tem esse efeito de mobilizar a imprensa e uma rede de produtores&#8221;, reconhece.</p>
<p>A participação do Móveis Coloniais de Acajú no sábado será uma das primeiras apresentações da banda com repertório baseado no novo disco. &#8220;Vamos tocar todas do &#8216;C_MPL_TE&#8217;, queremos mostrar as músicas novas e misturá-las com as do &#8216;Idem&#8217;, que o pessoal já conhece&#8221;, adianta Bruno. &#8220;C_MPL_TE&#8221; deve ser lançado ainda este mês pelo projeto Álbum Virtual da Trama, com download gratuito pela internet e Carlos Eduardo Miranda assinando a produção do disco. &#8220;É um disco que nasceu em conjunto com Miranda. Ele queria a pegar a energia e a qualidade que temos ao vivo, coisa que ele não via em &#8216;Idem&#8217;, até pelo contexto em que foi gravado&#8221;, revela Bruno.</p>
<p>Com a experiência de participar dos principais eventos de música alternativa, o Móveis Coloniais de Acajú resolveu organizar seu próprio evento em Brasília. O Móveis Convida acontece duas ou três vezes por ano e sua última edição contou com as participações da Macaco Bong e da Black Drawing Chalks. &#8220;A ideia era levar para Brasília bandas que conhecemos na estrada e não tem muita oportunidade de tocar na cidade. É uma forma que encontramos para fomentar a cena local, abrindo espaço para grupos daqui e movimentar a economia dos eventos&#8221;, explica Bruno.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Black Drawing Chalks dá cinco lapadas de cara]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-black-drawing-chalks-da-cinco-lapadas-de-cara/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:12:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-black-drawing-chalks-da-cinco-lapadas-de-cara/</guid>
<description><![CDATA[Black Drawing Chalks dá cinco lapadas de cara Thiago Corrêa Tocar no mesmo dia de uma banda como o M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Black Drawing Chalks dá<br />
cinco lapadas de cara</strong><br />
Thiago Corrêa</p>
<p>Tocar no mesmo dia de uma banda como o Motörhead não é para qualquer um. Dona de um dos shows mais arrebatadores da cena roqueira nacional, a Black Drawing Chalks tem tudo para chamar a atenção na primeira noite do Abril Pro Rock. &#8220;Sempre quisemos tocar no festival. Aparecer esse convite, para tocar logo no dia do Motörhead, foi um bônus extra. A sensação é quase a mesma de ter um orgasmo, todo mundo gosta da banda&#8221;, comemora o baixista Denis de Castro.</p>
<p>Embora não seja a primeira apresentação em Pernambuco, onde tocaram ano passado na Nox, o grupo natural de Goiás promete botar quente no palco logo de cara. &#8220;As cinco primeiras vão ser pauladas o tempo todo, até para mostrar o nosso trabalho e não perder muito tempo com blá blá blá&#8221;, adianta o baixista. Depois de um ano movimentado como 2008, quando a banda percorreu 12 Estados, a Black Drawing Chalks retorna ao Recife cheia de novidades.</p>
<p>&#8220;O show vai ter algumas variações do que fizemos na Nox. Vamos tocar músicas novas e pelo menos três do anterior&#8221;, explica Denis. As novas faixas vão integrar o próximo disco da banda, que já começa a ser gestado. O álbum será produzido por Eduardo Ramos, produtor da Cansei de Ser Sexy. &#8220;Tivemos mudanças no backing vocal e na guitarra. A experiência desses shows também influencia nas músicas. Esse próximo disco vai ter tudo isso, terá mais efeitos e penduricalhos&#8221;, revela Denis.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Outras atrações nacionais]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-outras-atracoes-nacionais/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 21:09:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/14/apr-outras-atracoes-nacionais/</guid>
<description><![CDATA[Matanza (RJ) www.myspace.com/matanzacountrycore Atração da primeira noite, o Matanza mostra ao vivo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Matanza (RJ)</strong><br />
<a href="http://www.myspace.com/matanzacountrycore">www.myspace.com/matanzacountrycore</a><br />
Atração da primeira noite, o Matanza mostra ao vivo o show que saiu no primeiro DVD da banda &#8211; &#8220;MTV apresenta Matanza&#8221;, lançado ano passado. A apresentação conta com clássicos dos quatro discos da banda, como &#8220;Maldito Hippie Sujo&#8221; e &#8220;Pé na porta, soco na cara&#8221;. É música para macho que coça o saco, vira uma lapada de cana e depois escarra no chão em saudação ao diabo.</p>
<p><strong>Marcelo Camelo (RJ)<br />
</strong><a href="http://www.myspace.com/marcelocamelo">www.myspace.com/marcelocamelo</a><br />
Se na estreia nacional do seu projeto solo com o grupo paulista Hurtmold durante o No Ar: Coquetel Molotov de 2008 o show do ex-Los Hermanos já foi cantado por uma multidão, imagine então como será a reação do público após quase sete meses ouvindo o disco &#8220;Sou&#8221;. A apresentação que fecha a segunda noite do Abril deve entrar para a história com o show mais cantarolado da história do festival.</p>
<p><strong>Vanguart (MT)</strong><br />
<a href="http://www.myspace.com/vanguart">www.myspace.com/vanguart</a><br />
Um dos expoentes da última moda musical da cena indie, a Vanguart tocou por aqui duas vezes, quando ainda não estava no hype. Com o sucesso do disco &#8220;Vanguart&#8221;, distribuído pela revista Outracoisa em 2007, o grupo atingiu o ápice e chegou a confirmar presença no festival No Ar: Coquetel Molotov de 2008. Mas a banda cancelou sua vinda de última hora e chega para o Abril já na ressaca do folk rock.</p>
<p><strong>Retrofoguetes (BA)<br />
</strong><a href="http://www.myspace.com/retrofoguetes">www.myspace.com/retrofoguetes</a><br />
Interessante vai ser ver a Retrofoguetes na mesma noite do Heavy Trash. O trio instrumental baiano investe numa proposta musical baseada no rockabilly e na surf music, mas com influências de bolero, polka e valsa. Em 2003, a banda gravou seu primeiro disco &#8211; &#8220;Ativar Retrofoguetes!&#8221; e está preparando o sucessor para este ano ainda.</p>
<p><strong>Vivendo do Ócio (BA)</strong><br />
<a href="http://www.myspace.com/vivendodoocio">www.myspace.com/vivendodoocio</a><br />
A mais desconhecida do público pernambucano. O grupo baiano chega ao Abril Pro Rock gabaritado pelo Prêmio Bahia de Todos os Rocks na categoria melhor show e título de campeão do GAS Sound, reality show de bandas exibido ano passado. Com um disco nas costas, o grupo se prepara para lançar o segundo ainda este semestre pela Deckdisc.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abril é o meu mês favorito]]></title>
<link>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/14/abril-e-o-meu-mes-favorito/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 18:58:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>anacat</dc:creator>
<guid>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/14/abril-e-o-meu-mes-favorito/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-87" title="apr2k9-web" src="http://outroscarnavais.wordpress.com/files/2009/04/apr2k9-web.jpg" alt="apr2k9-web" width="450" height="468" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Motorhead em Recife!]]></title>
<link>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/14/motorhead-em-recife/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 15:59:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>mariroka</dc:creator>
<guid>http://outroscarnavais.wordpress.com/2009/04/14/motorhead-em-recife/</guid>
<description><![CDATA[Para os &#8220;motoqueiros&#8221; de plantão, nesta próxima sexta-feira dia 17, iremos contar com a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-81" title="motorhead-show-brasil-2009" src="http://outroscarnavais.wordpress.com/files/2009/04/motorhead-show-brasil-2009.jpg" alt="motorhead-show-brasil-2009" width="450" height="300" /></p>
<p>Para os &#8220;motoqueiros&#8221; de plantão, nesta próxima sexta-feira dia 17, iremos contar com a presença de uma atração internacional de bastante sucesso, que promete agitar o Recife. É o MOTORHEAD. Eles estarão num festival que acontece todos os anos neste período. O Abril pro Rock, que neste dia ainda trás as bandas MATANZA (RJ), BLACK DRAWING CHALKS (GO), DECOMPOSED GOD (PE) e AMP (PE).</p>
<p>O ingresso custa: R$ 100,00  inteira,  R$ 50,00 meia-entrada, Ingresso social: R$ 70,00 + 1kg de alimento não perecível.</p>
<p>Maiores informações:  <a href="http://www.abrilprorock.info/">Site Oficial APR</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Motörhead coroa o Abril Pro Rock]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/13/apr-motorhead-coroa-o-abril-pro-rock/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 02:06:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/13/apr-motorhead-coroa-o-abril-pro-rock/</guid>
<description><![CDATA[Motörhead coroa o Abril Pro Rock Thiago Corrêa Pouco mais de 15 dias depois do mega-evento que marco]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Motörhead coroa o Abril Pro Rock<br />
</strong>Thiago Corrêa</p>
<p>Pouco mais de 15 dias depois do mega-evento que marcou o primeiro show do Iron Maiden no Nordeste, as estruturas do Recife voltam a sacudir a partir da próxima sexta-feira. É o início da 17á edição do Abril Pro Rock, que surge em versão reduzida, com apenas dois dias de música. Mas nada que tire o brilho de um dos festivais mais importantes do país, afinal, este ano, o evento realiza um sonho trazendo ninguém menos que o Motörhead e ainda promove a vinda da banda americana Heavy Trash, novo projeto de Jon Spencer.</p>
<p>As atrações internacionais serão as cerejas do bolo das duas noites de rock&#8217;n'roll do festival. Desde o show dos belgas da dEUS, o Abril Pro Rock tem servido como uma janela para apresentações de bandas internacionais. Mesmo com tantos nomes estrangeiros relevantes no currículo (Asian Dub Foundation, Soulfly, Vive La Fête, Camille, Marky Ramone, Stephen Malkmus, The Charlatans, Placebo, New York Dolls, Halloween e Gamma Ray), quando o Motörhead subir ao palco do Chevrolet Hall na sexta-feira, o teto dos headlines do evento será elevado em alguns metros.</p>
<p>Provavelmente o nome de maior peso mundial que já tocou em todas as 16 edições anteriores do Abril Pro Rock, o Motörhead, segundo o produtor Paulo André Pires, estava entre os três maiores desejos do festival e, por pouco, não foi uma de suas atrações nas edições anteriores. Isso, claro, considerando a realidade financeira do festival. Como comparação, vale lembrar que a edição deste ano está orçada entre R$ 700 mil e R$ 800mil, menos de um terço dos investimentos feitos para o show do Iron Maiden, no Jockey Club de Pernambuco.</p>
<p>Formado por Lemmy Kilmister, Phil Campbell e Mikkey Dee; o trio inglês de heavy metal ganhou uma áurea mítica por ter uma trajetória que se confunde com a história do próprio rock&#8217;n'roll. Com a experiência de ter sido roadie de Jimmi Hendrix e conhecido Sid Vicius, baixista da lendária Sex Pistols, o vocalista e baixista Lemmy Kilmister foi elevado a categoria de um deus no filme &#8220;Cabeças de Vento&#8221;. Nesses 34 anos de estrada, o Motörhead desenvolveu uma sonoridade que agrada tanto aos metaleiros, pelo peso de suas músicas, como aos fãs de rock atraídos pela pegada punk da banda.</p>
<p>O grupo faz uma série de quatro shows no Brasil para mostrar a turnê do &#8220;Motörizer&#8221;, nome do último álbum da banda lançado em 2008. Mas, por se tratar da primeira apresentação no Recife, o Motörhead fará um show repleto de clássicos da banda, tocando pouca coisa do novo disco. Com 19 álbuns de estúdio, o grupo inglês deve trazer em seu repertório músicas como &#8220;Overkill&#8221;, &#8220;Bomber&#8221; e &#8220;Ace of Spades&#8221;. Já está de ótimo tamanho, mas se o grupo resolver tocar &#8220;Orgasmatron&#8221;, cuja versão do Sepultura marcou o heavy metal nacional, então veremos um terremoto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[APR: Consagrado em 2001, Jon Spencer volta ao Recife com a Heavy Trash]]></title>
<link>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/13/apr-consagrado-em-2001-jon-spencer-volta-ao-recife-com-a-heavy-trash/</link>
<pubDate>Mon, 13 Apr 2009 01:00:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>orelhando</dc:creator>
<guid>http://orelhando.wordpress.com/2009/04/13/apr-consagrado-em-2001-jon-spencer-volta-ao-recife-com-a-heavy-trash/</guid>
<description><![CDATA[Consagrado em 2001, Jon Spencer volta ao Recife com a Heavy Trash Thiago Corrêa Na segunda noite do ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Consagrado em 2001, Jon Spencer<br />
volta ao Recife com a Heavy Trash</strong><br />
Thiago Corrêa</p>
<p>Na segunda noite do Abril Pro Rock, o show do grupo Heavy Trash vai marcar o reencontro dos pernambucanos com Jon Spencer. Na edição de 2001 do festival, o músico americano deixou seu nome gravado nos anais da cidade com uma das apresentações mais enérgicas e cheias de espírito rock&#8217;n'roll já vista por estas bandas. Na ocasião, ele veio com o The Jon Spencer Blues Explosion, seu principal projeto musical que agora se encontra em recesso.</p>
<p>Mas a selvageria performática demonstrada oito anos atrás, ainda evoca lembranças de um trio de rock em ebulição, completamente visceral e dedicado a causa de explorar os limites da música no palco. &#8220;Não lembro de muita coisa daquele show, não tenho uma boa memória para essas coisas. São muitos shows e parece que meu cérebro tem uns buracos. Mas fiquei feliz por estar voltando e gostei de saber que as pessoas tenham gostado&#8221;, disse Jon Spencer em entrevista por telefone.</p>
<p>Embora o Heavy Trash seja um projeto de 2005, criado em parceria com o canadense Matt Verta-Ray, a expectativa para a apresentação no sábado ainda tem razão de ser enorme. Até porque o grupo traz muitas semelhanças com o Blues Explosion, como não poderia deixar de acontecer quando se tem a presença hipnótica de Jon Spencer. &#8220;A apresentação ao vivo é algo com que sempre me preocupei. Com o Heavy Trash é mesma coisa, tento fazer um show bem enérgico, não tem como ser diferente&#8221;, adiantou o músico americano.</p>
<p>Musicalmente, alguns podem até se enganar com o nome Heavy Trash, achando que se trata de uma mistura de heavy metal e trash metal. Apesar da alcunha, pelo que se pode ouvir nos dois discos da banda &#8211; &#8220;Heavy Trash&#8221; e &#8220;Going way out with Heavy Trash&#8221; -, nesse novo projeto o músico americano continua buscando as fusões musicais.</p>
<p>Se com o Blues Explosion a sonoridade era construída em cima das junções entre o blues com o punk e o rock alternativo, a dupla Spencer e Verta-Ray optaram por outras ferramentas para criar a sonoridade do Heavy Trash. &#8220;De certa forma, o Heavy Trash é mais tradicional do que o Blues Explosion, nos baseamos em ritmos mais tradicionais como o rockabilly, o rock e o country. Não digo que fazemos uma versão purista deles, mas temos grandes influências desses ritmos&#8221;, analisou o músico americano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Testando a parada!]]></title>
<link>http://cafecomdramin.wordpress.com/2009/04/05/testando-a-parada/</link>
<pubDate>Sun, 05 Apr 2009 18:32:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>anadavim</dc:creator>
<guid>http://cafecomdramin.wordpress.com/2009/04/05/testando-a-parada/</guid>
<description><![CDATA[Daqui há alguns dias (meses? anos? seria mentira? hehe), teremos um domínio próprio. Cheio de amor p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Daqui há alguns dias (meses? anos? seria mentira? hehe), teremos um domínio próprio. Cheio de amor pra dar.</p>
<p>Por isso é bom um treinozinho para evitar postar asneiras em grande alcance.</p>
<p>x</p>
<p>Alguém aí vai pro <a title="Abril Pro Rock 2009" href="http://www.abrilprorock.com.br" target="_blank">Abril Pro Rock</a>?<br />
Vai rolar dia 17 e 18 em Recife (na vdd Olinda, pq o Chevrolet Hall já é na cidade vizinha), com Motörhead, Matanza, Marcelo Camezzzz&#8230;</p>
<p>&#8230; e diversas bandinhas roquenrou válidas. (Nada que não possa encontrar no Mada ou no Festival doSol).</p>
<p>A graça é mesmo se danar pra outra cidade atrás de uma festa (quem nunca foi atrás de vaquejada no interior, trivela de Asa e show de Chiclete em estados vizinhos, ou Madonna no sudeste que atire a primeira pedra).</p>
<p>Pra quem ficou interessado, fica a dica que tá rolando vários bate-e-voltas daqui de Natal, procurem no Orkut. Cuidado na hora de escolher, e mulheres, nos manés se batendo e se agarrando em rodas punk (chatice isso, voticontá).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abril com festivais do independente]]></title>
<link>http://prazeranonimo.wordpress.com/2009/03/29/abril-com-festivais-do-independente/</link>
<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 20:15:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Raphael Bispo dos Santos</dc:creator>
<guid>http://prazeranonimo.wordpress.com/2009/03/29/abril-com-festivais-do-independente/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Abril Pro Rock&#8221; e &#8220;Móveis Convida&#8221; Abril Pro Rock 2009 O festival Abril Pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Abril Pro Rock&#8221; e &#8220;Móveis Convida&#8221;</p>
<h4><span style="color:#ff0000;">Abril Pro Rock 2009</span></h4>
<p>O festival Abril Pro Rock é um dos mais tradicionais para a cena independente brasileira. O evento chega a sua 17ª edição, com apresentações de 15 bandas, um número que caiu, em um evento que já contou com 40 bandasA última banda anunciada foi a cuiabana Vanguart. Este ano serão duas atrações internacionais: Mötorhead (Inglaterra) e Heavy Trash (EUA). O Abril Pro Rock acontece nos dias 17 e 18 de Abril, no Chevrolet Hall, em Recife(PE).</p>
<p>A programação completa:</p>
<p><strong>PROGRAMAÇÃO ABRIL PRO ROCK 2009</strong></p>
<p><strong>17  de Abril (sexta)</strong> &#8211; R$ 100 inteira / R$ 50 meia / R$ 70 + 1kg de alimento não perecível para o ingresso social<img class="alignright size-full wp-image-653" title="abrilprarock1" src="http://prazeranonimo.wordpress.com/files/2009/03/abrilprarock1.jpg" alt="abrilprarock1" width="295" height="295" /><br />
Motorhead (Inglaterra)<br />
Matanza (RJ)<br />
AMP (PE)<br />
Decomposed God (PE)<br />
Black Drawing Chalks (GO)<br />
<strong><br />
18 de Abril (sábado)</strong> &#8211;  R$ 50 inteira / R$ 25 meia e R$ 30 + 1kg de alimentos não perecível para o ingresso social<br />
Marcelo Camelo (RJ)<br />
Heavy Trash (EUA)<br />
Móveis Coloniais de Acaju (DF)<br />
Mundo Livre S/A (PE)<br />
Retrofoguetes (BA)<br />
Volver (PE)<br />
Vivendo do Ócio (BA)<br />
Johnny Hooker &#38; Candeias Rock City (PE)<br />
The Keith (PE)<br />
Vanguart (MT)</p>
<p>site oficial: http://www.abrilprorock.info/</p>
<p>twitter: http://www.twitter.com/abrilprorock</p>
<h4><span style="color:#ff0000;">Móveis Convida X</span></h4>
<p>O evento, que é organizado pela banda brasiliense Móveis Coloniais de Acaju, serve como divulgação da própria banda e outras do cenário independente e emergente brasileiro.</p>
<p>Este ano os convidados foram: Macaco Bong (MT),  Black Drawing Chalks (GO) e Galinha Preta (DF).</p>
<p>Isso acontece no dia 3/4, na UnB. Lá a movelaria vai apresentar e estrear o show do disco C_MPL_TE previsto também para este mês.</p>
<p>A entrada será gratuita, mas os ingressos devem ser retirados antecipadamente, com a doação de alimentos, que serão entregues ao Programa Mesa do Sesc/DF.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-656" title="mveisconvida10edio836_blog" src="http://prazeranonimo.wordpress.com/files/2009/03/mveisconvida10edio836_blog.jpg?w=154" alt="mveisconvida10edio836_blog" width="154" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
