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	<title>afro-sambas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/afro-sambas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "afro-sambas"</description>
	<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 04:09:40 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Afro-sambas - Mônica Salmaso e Paulo Bellinati]]></title>
<link>http://karinasurya.wordpress.com/2009/08/27/afro-sambas-monica-salmaso-e-paulo-bellinati/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 01:26:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>karinasurya</dc:creator>
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<description><![CDATA[A dica musical de hoje é de samba. A combinação da doce voz de Mônica Salmaso com o violão de Paulo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A dica musical de hoje é de samba. A combinação da doce voz de Mônica Salmaso com o violão de Paulo Bellinati resultaram em uma interpretação calma e poética desses sambas de Vinícius de Moraes. Vale a pena conferir!</p>
<p style="text-align:center;">Clique <a href="http://www.4shared.com/dir/4502043/eff3c316/Afro-sambas_-_Monica_Salmaso_e_Paulo_Bellinati.html">AQUI</a> para baixar no 4shared</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" title="Afro-Sambas" src="http://4.bp.blogspot.com/_4rGYU7p1E-Y/RzOh2DQSnVI/AAAAAAAAAWw/ZKeX8zGJLTM/s320/afrosambas.jpg" alt="" width="313" height="320" /></p>
<p style="text-align:left;">E lógico, dou os créditos dessa dica para o blog de Jefferson Luz, o <a href="http://luzpabaxa.blogspot.com/">http://luzpabaxa.blogspot.com/</a>, sempre com ótima música. Fico feliz que ele tenha voltado a ativa.</p>
<p style="text-align:left;">PAX!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Afro sambas]]></title>
<link>http://freakcoes.wordpress.com/2009/04/17/afro-sambas/</link>
<pubDate>Fri, 17 Apr 2009 17:24:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduardo Pinheiro</dc:creator>
<guid>http://freakcoes.wordpress.com/2009/04/17/afro-sambas/</guid>
<description><![CDATA[Os Afro sambas é daqueles discos que sinto necessidade de ouvir sempre. Volta e meia ouço, pelo ouvi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Os Afro sambas é daqueles discos que sinto necessidade de ouvir sempre. Volta e meia ouço, pelo ouvido interno, a reverberação dos atabaques em transe, da linha melódica do violão e do coro feminino. Quando ouço esse chamado me pego a vasculhar os cds gravados ou as pastas de mp3 e saco de lá, empoeirado, o disco. E sempre é um reencontro. Naquele disco está gravado o mais profundo da alma, algo como um intermediador entre o profano e o sagrado em forma de música. O ponto de encontro perfeito onde se fundem o mitológico universal africano e a temporalidade conduzida ocidental. Entro na espiral mística que as músicas evocam muito facilmente &#8211; me pego de corpo e alma embebido pelo desvario já nos primeiros acordes de Canto de Ossanha. E o que são os afro sambas se não o chamado à entrega total? Somos convidados a nos entregar loucamente ao amor &#8211; seja ele o místico ou o carnal, se possível ambos. Mas o tempo de amor é tempo de dor e o tempo de paz não faz nem desfaz. E isso é vida. Vida é entrega. Por esse disco Vinicius de Moraes e Baden Powell deveriam ter seus nomes santificados. Mas pensando bem, já são. Cada samba ali é uma forma de oração. E cada oração um contrato firmado com as potências da vida. Saravá!<br />
</span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I7SGgf5vaNc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/I7SGgf5vaNc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
<p><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/0JK34NqxmvU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/0JK34NqxmvU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
</span></p>
<p><a href="http://lix.in/-473f5c" target="_blank">Baixaê!</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Base do Baú – Afro-Sambas (1966)]]></title>
<link>http://groovelivre.wordpress.com/2009/03/05/base-do-bau-%e2%80%93-afro-sambas-1966/</link>
<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 20:30:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Carvalho</dc:creator>
<guid>http://groovelivre.wordpress.com/2009/03/05/base-do-bau-%e2%80%93-afro-sambas-1966/</guid>
<description><![CDATA[Macumba Groove Baden Powell e Vinicius de Moraes em 1966 eram dois garotos experimentando tudo e tod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_271" class="wp-caption aligncenter" style="width: 313px"><img class="size-full wp-image-271" title="powell_bade_afrosamba_101b" src="http://groovelivre.wordpress.com/files/2009/03/powell_bade_afrosamba_101b.jpg" alt="Macumbá Groove" width="303" height="297" /><p class="wp-caption-text">Macumba Groove</p></div>
<p>Baden Powell e Vinicius de Moraes em 1966 eram dois garotos experimentando tudo e todas. A fumaça do candomblé influenciou bem a estrutura desse disco. A influência da religião era tamanha que mais tarde Baden renegaria algumas faixas. .</p>
<p>Isso está muito bem explicado <a href="http://www.beatrix.pro.br/mofo/afrosambas.htm">aqui</a> na coluna <a href="http://www.beatrix.pro.br/mofo/colunas.htm">Mofo</a> do site Beatrix.</p>
<p>Quando se ouve &#8220;<a href="http://www.4shared.com/file/90798323/326d6e19/Baden_Powell_e_Vinicius_de_Moraes_-_Os_Afro_Sambas.html">Afro-Sambas</a>&#8220;, uma coisa é certa, aquele disco é uma verdadeira caixa de sons e batidas africanas que mais tarde atravessaria o mundo. Com a benção de Iemanjá.</p>
<p>O Jurassic 5 fez sua versão do &#8220;Canto de Osanha&#8221; no disco &#8220;<a href="http://rapidshare.com/files/63971917/Feedback_-_Jurassic_5.rar">Feedback</a>&#8220;, só para constar, o DJ Numark ia na Disco 7 e ficava no cantinho ouvindo tudo que jogavam na mão dele. No seu case voltaram uns cinco discos de Baden aproximadamente&#8230;</p>
<p>Viva &#8220;<a href="http://rapidshare.com/files/148448422/BadenPowelleViniciusdeMoraes_1966_OsAfroSambas.rar">Afro-Samba</a>&#8220;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[É samba, mas é afro.]]></title>
<link>http://trajetoria.wordpress.com/2009/02/21/e-samba-mas-e-afro/</link>
<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 16:30:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mari.</dc:creator>
<guid>http://trajetoria.wordpress.com/2009/02/21/e-samba-mas-e-afro/</guid>
<description><![CDATA[Capa do disco Os Afro Sambas, de 1966. Eu sempre achei que as melhores músicas do Vinícius de Moraes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://terparpratrepar.files.wordpress.com/2007/10/1966osafrossambas.jpg" alt="" /><em>Capa do disco Os Afro Sambas, de 1966.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Eu sempre achei que as melhores músicas do Vinícius de Moraes são aquelas que trazem um pouco da cultura afro. Como quando ele se casou com aquela baiana e se mudou para a Bahia. Se casou no terreiro e tudo mais. Essa fase é boa. Aliás, eu divido as fases de Vinícius por cada esposa que ele teve. Então, como ele se casou nove vezes, nove são suas fases.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas voltando. O disco que reflete perfeitamente esse casamento do samba com instrumentos usados na Umbanda e no Candomblé é o <strong><a title="Afro Sambas na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Afro-sambas_(1966)">Afro Sambas</a></strong>, que, se não me engano é de 1966. O disco é uma parceria de Vinícius com Baden Powell, um dos maiores violonistas brasileiros, um grande nome da MPB. É dele que vem o maravilhoso Canto de Ossanha, que eu coloco em vídeo aqui abaixo. Este vídeo é um trecho do documentário Vinícius, de Miguel Faria Jr. que eu nunca vou deixar de recomendar aqui.</p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/I7SGgf5vaNc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/I7SGgf5vaNc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">No vídeo, Vinícius aparece em sua casa, cercado de amigos e, como sempre, com um copo na mão. Aliás, peguei da <a title="Orkut" href="http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=1634936">comunidade do Orkut do Afro Sambas</a> umas palavras que o poeta disse sobre o disco.</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">Essas antenas que Baden tem ligadas para a Bahia e, em última instância para a África, permitiram-lhe realizar um novo sincretismo: carioquizar dentro do espírito do samba moderno, o candomblé afro brasileiro dando-lhe ao mesmo tempo uma dimensão mais universal (&#8230;) nunca os temas negros de candomblé tinham sido tratados com tanta beleza, profundidade e riqueza rítmica (&#8230;) é esta sem dúvida a nova música brasileira e a última resposta que dá o Brasil, esmagadora à mediocridade musical em que se atola o mundo. E não digo na vaidade de ser letrista dos mesmos; digo-o em consideração a sua extraordinária qualidade artística, à misteriosa trama que os envolve: um tal encantamento em alguns que não há como sucumbir à sua sedução, partir em direção ao seu patético apelo.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">Há também no disco uma música não tão conhecida quanto Canto de Ossanha, mas que eu gosto muito. É Canto de Iemanjá, minha recém descoberta Orixá. Linda. A lista das faixas do disco é esta:</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<ol>
<li>Canto de Ossanha &#8211; 03:23</li>
<li>Canto de Xangô &#8211; 06:28</li>
<li>Bocoché &#8211; 02:34</li>
<li>Canto de Iemanjá &#8211; 04:47</li>
<li>Tempo de amor &#8211; 04:28</li>
<li>Canto do Caboclo Pedra-Preta &#8211; 03:39</li>
<li>Tristeza e solidão &#8211; 04:35</li>
<li>Lamento de Exu &#8211; 02:16</li>
</ol>
<p>E o download do disco pode ser feito <a title="4 shared" href="http://www.4shared.com/get/30477088/ad112113/29_-_Os_Afro-Sambas_-_Baden_Powell_Quarteto_em_Cy_e_Vincius_de_Moraes_1966.html">aqui</a>.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O trabalho enobrece? Vai nessa...]]></title>
<link>http://escravodarosa.wordpress.com/2008/07/30/o-trabalho-enobrece-vai-nessa/</link>
<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 03:31:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>tonollica</dc:creator>
<guid>http://escravodarosa.wordpress.com/2008/07/30/o-trabalho-enobrece-vai-nessa/</guid>
<description><![CDATA[Post parenteses de novo. Acabei de chegar do Studio, onde vi Trio Esmeril fazendo afro sambas&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Post parenteses de novo.</p>
<p>Acabei de chegar do Studio, onde vi Trio Esmeril fazendo afro sambas&#8230; Quando você acha que não dá pra ficar melhor, vem uns caras e fazem&#8230; Genial.</p>
<p>Aí, obviamente vou trabalhar, né&#8230; E dizem que o trabalho enobrece. A mim só dá cansaço, sono, indisposição e mau humor. Sem contar a dor nas costas. Ainda bem que vou trocar de trabalho.</p>
<p>Gente, tô podre.</p>
<p><em>ps: eu penso mais rápido que consigo digitar, aí ficam faltando umas palavras. liga não&#8230; </em></p>
<p>ah, sim.. Fábio, você não vai pra Pequim? Você não trabalha com jornalismo esportivo que sempre foi sua paixão, junto com a política? Então, meu filho, aproveita&#8230; Ou você acha que eu quero ficar aqui no Brasil trabalhando na av. Santo Amaro? Pelo menos eu to entendendo que você vai viajar, né?</p>
<p>gente, acabou. volto para a labuta.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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