<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>agencia-usp-de-noticias &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/agencia-usp-de-noticias/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "agencia-usp-de-noticias"</description>
	<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 03:55:40 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Aquecimento global "benéfico"?]]></title>
<link>http://mundopossivel.wordpress.com/2009/11/05/aquecimento-global-benefico/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:56:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniomartinsneto</dc:creator>
<guid>http://mundopossivel.wordpress.com/2009/11/05/aquecimento-global-benefico/</guid>
<description><![CDATA[Opinião Antônio Martins Neto Enquanto boa parte do mundo se esforça para combater o aquecimento glob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><em>Opinião</em></h3>
<h5><img class="alignright size-medium wp-image-1146" title="354315_4023" src="http://mundopossivel.wordpress.com/files/2009/11/354315_4023.jpg?w=300" alt="354315_4023" width="300" height="224" /></h5>
<h5><em><span style="font-weight:normal;">Antônio Martins Neto</span></em></h5>
<p>Enquanto boa parte do mundo se esforça para combater o aquecimento global, uma dissertação de mestrado da Escola Superior de Agrilcultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP de Piracicaba, constata que as mudanças climáticas e o aumento da concentração de CO2 aliados aos avanços tecnológicos poderão aumentar a produção de cana-de-açúcar naquela região do interior paulista.</p>
<p>Em outras palavras, o aquecimento global poderá ser &#8220;benéfico&#8221; à produção de cana, como anunciou a Agência USP de Notícias .</p>
<p>Detalhe: a USP é uma universidade pública estadual e uma das principais instituições de ensino superior do país.</p>
<p>Embora acredite que a independência seja fundamental para uma ciência de qualidade, fiquei intrigado com as conclusões e as motivações dessa pesquisa.</p>
<p>O que leva alguém a estudar e a propagar os benefícios – para apenas um setor da economia – de um fenômeno comprovadamente prejudicial à sua própria comunidade e ao mundo?</p>
<p>Mais intrigado ainda fiquei com a forma como a conclusão do estudo foi anunciada pela matéria da agência: um possível “benefício” do aquecimento global.</p>
<p>É lógico que tudo que dá para rir também dá para chorar, mas continuo acreditando que o limite e o equilíbrio são saudáveis.</p>
<p>Segue abaixo a reportagem distribuída pela Agência USP de Notícias .</p>
<p>Convido todos a expressarem suas opiniões, desde que se identifiquem com nome e sobrenome, conforme as normas do Blog Mundo Possível.</p>
<h3>Aquecimento global poderá ser benéfico à produção de cana*</h3>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1148" title="1215711_sugar_cane_cana_de_acar" src="http://mundopossivel.wordpress.com/files/2009/11/1215711_sugar_cane_cana_de_acar.jpg" alt="1215711_sugar_cane_cana_de_acar" width="300" height="247" />As mudanças climáticas e o aumento da concentração de CO2 aliados aos avanços tecnológicos poderão proporcionar um aumento significativo na produção de cana-de-açucar na região de Piracicaba, no interior de São Paulo, nos próximos 70 anos. Cientistas da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba estimam que a produção poderá atingir a 120 toneladas por hectare (t/h) em 2080. A estimativa é feita no estudo <em>Mudanças climáticas e a expectativa de seus impactos na cultura da cana-de-açúcar na região de Piracicaba, SP</em>, apresentado na Esalq pela engenheira ambiental Júlia Ribeiro Ferreira Gouvea, como sua dissertação de mestrado. &#8220;Nos últimos anos, a produtividade média vem atingindo cerca de 85 toneladas por hectare&#8221;, diz o professor Paulo Cesar Sentelhas, do Departamento de Ciências Exatas, que orientou o trabalho.</p>
<p>Segundo o docente, uma das principais fontes para a elaboração da pesquisa foi o quarto relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change ou Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) de 2007, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que apresentou cenários futuros de mudanças climáticas. &#8220;De outro lado, obtivemos dados de vários anos passados em relação à produtividade da cana obtidos junto a uma grande empresa do setor&#8221;, conta Júlia. Os cientistas também computaram dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para estimar os avanços tecnológicos que poderão influir no aumento da produção.</p>
<p>&#8220;Tendo em mãos os dados de 80 anos passados, aplicamos um modelo matemático-fisiológico que nos permitiu estimar a produção dos próximos 70 anos&#8221;, explica Júlia. A esses dados, foram acrescentadas as informações do IPCC e do IBGE. Mas, segundo a engenheira, o que surpreendeu os pesquisadores foi verificar que o aquecimento global irá proporcionar aumento na produtividade da cultura.</p>
<p>Sentelhas explica que a cana-de-açúcar é uma gramínea do tipo C4, resistente à falta de água e mais robusta. &#8220;O efeito do aumento do CO2 e o consequente aquecimento do clima irá favorecer o processo de fotossíntese da cana-de-açucar. Além disso, temos o avanço tecnológico na implementação de técnicas de cultivo bem como os estudos que visam o melhoramento genético da planta&#8221;, descreve.</p>
<p><strong>Escala de aquecimento</strong><br />
De acordo com o cenário estimado no estudo, a temperatura global deverá atingir um aumento médio de até 4 ºC no ano de 2100. A pesquisa mostra uma escala de previsão de aquecimento em que 2020 o aumento poderá ser de 1ºC, e em 2050, até 2ºC. &#8220;O aumento da temperatura acarretará no aumento da Produtividade Potencial [PP], já que essa variável afeta positivamente a eficiência do processo fotossintético das plantas C4&#8243;, descreve o pesquisador, lembrando que as alterações na radiação solar e na chuva terão menores impactos na produtividade. De acordo com o estudo, em relação à condição atual, a PP aumentará cerca de 15% em 2020, 33% em 2050 e 47% em 2080. Os cientistas também estimam a Produtividade Real (AP) que poderá aumentar em 2020 cerca de 12% em relação à condição atual, 32% em 2050, e 47% em 2080. &#8220;Podemos estimar uma produção de 90 toneladas por hectare em 2020, 107 t/h em 2050, e 120 t/h e 2080&#8243;, calcula Sentelhas.</p>
<p>Júlia explica que o ciclo da cana-de-açúcar naquela região varia de 12 a 18 meses. Ao lado da região de Ribeirão Preto, a região de Piracicaba é uma das principais produtoras de cana-de-açúcar do estado de São Paulo. O estudo teve início em 2006 e foi apresentado na Esalq no início de 2008.</p>
<p>* <em>Texto da Agência USP de Notícias</em>.</p>
<p>Clique <a href="http://www.usp.br/agen/?p=10604" target="_blank">aqui</a> para acessar o site da agência.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Núcleo desenvolve rotor aerodinânico nacional para produzir energia eólica (30-04-2008)]]></title>
<link>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/2008/05/06/nucleo-desenvolve-rotor-aerodinanico-nacional-para-produzir-energia-eolica-30-04-2008/</link>
<pubDate>Tue, 06 May 2008 14:48:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>zhannko</dc:creator>
<guid>http://comosereformaumplaneta.wordpress.com/2008/05/06/nucleo-desenvolve-rotor-aerodinanico-nacional-para-produzir-energia-eolica-30-04-2008/</guid>
<description><![CDATA[Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias O Núcleo de Energias Renováveis da Escola Politécnic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Por Júlio Bernardes, da Agência USP de Notícias</em></p>
<p><a href="http://www.envolverde.com.br/fotos/46312.jpg"><img style="float:left;cursor:pointer;margin:0 10px 10px 0;" src="http://www.envolverde.com.br/fotos/46312.jpg" border="0" alt="" /></a>O Núcleo de Energias Renováveis da Escola Politécnica (Poli) da USP desenvolve uma tecnologia inteiramente nacional para o rotor aerodinâmico usada em turbinas eólicas, que produzem energia elétrica a partir dos ventos. O rotor projetado no Departamento de Energia e Automação Elétricas da Poli será instalado em uma turbina de 10 Kilowatts, destinada a aplicações de pequeno porte, na área rural e em locais de difícil acesso às redes convencionais de distribuição de energia.</p>
<p>O rotor é formado por um conjunto de pás e um eixo, que é acoplado a um gerador elétrico e colocado no alto de uma torre. “Quando as pás se movimentam, a energia cinética do vento é transformada em energia mecânica”, explica a professora da Poli, Eliane Aparecida Faria Amaral Fadigas, que coordena a pesquisa. “O gerador ligado ao eixo converte a energia mecânica em energia elétrica”.</p>
<p>Na fase inicial do projeto, foi feito o modelamento matemático do rotor, sistema de segurança e mecanismos de controle. Por meio de um software específico, os pesquisadores realizaram simulações aerdinâmicas para identificar os parâmetros ótimos de projeto. “O modelo matemático representa as características físicas que o rotor deverá ter, tais como as forças de empuxo a que estará submetido, dimensão e o perfil aerodinâmico das pás e as diversas forças que atuam em função da incidência do vento nas pás”, descreve a pesquisadora.</p>
<p>A próxima etapa será a construção de um protótipo, que deverá estar concluído e testado até o final do ano. O desenvolvimento do rotor inclui um sistema de controle automatizado da nacele (bloco onde são fixadas as pás e que concentra o eixo e o gerador) e do ângulo das pás, para efetuar o controle de potência e velocidade. “Em geral, turbinas eólicas com até 50 kilowatts de potência não possuem controles, apenas um leme acionado pelo vento e pás fixas”, aponta Eliane. “O controle automático permitirá o giro e a regulagem das pás, ampliando a eficiência da turbina”.</p>
<p><strong>Parceria</strong></p>
<p>No Brasil, existe uma única empresa que fabrica turbinas eólicas de pequena potência, com 400 watts, 1 kilowatt, 2 kilowatts e 5 kilowatts. O rotor em planejamento será utilizado em turbinas de 10 kilowatts. Além dos testes de bancada, que serão feitos em equipamentos a serem instalados na Poli, as pás, com diâmetro de 6,8 metros, terão seus corpos de prova testados em um túnel de vento. “Depois dos ensaios em laboratório, o rotor será colocado numa turbina para ser avaliada em condições reais, em campo aberto”, planeja a professora.</p>
<p>De acordo com a professora, para a instalação das turbinas é necessário realizar o mapeamento eólico das regiões. “Isto quer dizer que é necessário um bom conhecimento do regime dos ventos ao longo do ano”, ressalta. A geração de energia elétrica começa com velocidades de vento entre 2,5 a 3 metros por segundo (m/s), mas o seu pleno funcionamento (geração de potência máxima) se dá com velocidades em torno de 13 a 14 m/s, dependendo do tipo de turbina.</p>
<p>“Poucas regiões brasileiras possuem levantamentos mais detalhados das condições dos ventos, como o Rio Grande do Sul, onde está a maior central de turbinas eólicas do País”. Os locais com maior potencial estão no litoral do Nordeste, do Rio Grande do Norte ao Ceará, mas a turbina pode ser adotada em áreas rurais isoladas, como alternativa para fornecer energia elétrica.</p>
<p>O projeto do rotor aerodinâmico faz parte de um edital lançado em 2006 pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia, para incentivar a nacionalização de equipamentos na área de energias renováveis. &#8220;É um trabalho em parceria entre universidades e empresas para desenvolver produtos e colocá-los no mercado”, comenta Eliane.</p>
<p>Os estudos, coordenados pela professora Eliane Fadigas, contam com a participação dos pesquisadores Alexandre de Lemos Pereira, pós-doutorado em energia eólica, e Fabiano Daher Adegas, doutorando da Poli. Dois alunos de graduação, Lucas Cardoso (engenharia elétrica) e Luis Fernando Prado (engenharia mecânica), atuam como bolsistas de iniciação científica.</p>
<p>Mais informações: (0XX11) 3091-5349/5278, com Eliane Aparecida Faria Amaral Fadigas</p>
<p>Fonte: <em>http://envolverde.ig.com.br/materia.php?cod=46312&#38;edt=1</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
