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	<title>agonia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/agonia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "agonia"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 13:19:20 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Posibila confuzie]]></title>
<link>http://scrisoarefaralitere.wordpress.com/2009/12/10/posibila-confuzie/</link>
<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 16:41:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>scrisoarefaralitere</dc:creator>
<guid>http://scrisoarefaralitere.wordpress.com/2009/12/10/posibila-confuzie/</guid>
<description><![CDATA[Stiu ca exista o Luciana Grosu care publica poezii pe poezie.ro si agonia.ro, si poate si alte comun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#808000;"><strong>Stiu ca exista o Luciana Grosu care publica poezii pe poezie.ro si agonia.ro, si poate si alte comunitati online, <span style="text-decoration:underline;">dar nu sunt eu!</span></strong></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Poeziile mele au fost publicate in volum, si deocamdata nu sunt online.  Inca nu m-am hotarat cum sa le pun pe internet si daca.</strong></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><strong>Pentru a putea compara stilurile, postez mai jos si doua dintre</strong> <strong>poeziile mele:</strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="color:#808000;">Timpul</span></strong></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Sunete de gheaţă,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Lacrimi în ceaţă,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Albastră tăcere,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Tăcută durere.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Şoaptă de floare,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Parfum de soare,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Argintie visare,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Veşnică căutare.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Cântec de constelaţie,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Celestă incantaţie,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Siderali nori,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Surâs de zori.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Murmur de apă,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Toamnă învolburată,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Cenuşie mare,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Nerostită întrebare.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Clinchet îndepărtat,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Al amintirilor palat,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Drum fără sfârşit,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Început de infinit</em>.</span></p>
<p><span style="color:#808000;"> </span></p>
<p style="text-align:left;"><strong><span style="color:#808000;">Joc</span></strong></p>
<p><span style="color:#808000;"> </span><span style="color:#808000;"><em>Lună portocalie,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Soare de vanilie,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Parfum de aprilie.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Spiriduş pitit</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>În nori de fistic,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Vrăjitor mic.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Steluţe grămadă,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Nori de marmeladă,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Ploaie de zăpadă.</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em> </em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Poveste imaginată,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>Carte de ciocolată,</em></span></p>
<p><span style="color:#808000;"><em>“A fost odată”&#8230;.</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[1977]]></title>
<link>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1977/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 13:51:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>lisboalarissa</dc:creator>
<guid>http://festivaldepenedo.wordpress.com/2009/11/29/1977/</guid>
<description><![CDATA[AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), son]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>AGONIA. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra alucinações e miragens em clima de sufocante pesadelo.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ALEGRANDO. (original perdido). Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (8min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta figuras do carnaval da região praiera da Garça Torta (Maceió/AL), produção de máscaras de carnaval, grupos carnavalescos “Boi Marrão” e “Maria Charclete”.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no I Festival Alagoano de Super 8, 1976. 2º lugar no III Festival de Cinema de Penedo, 1977, AL.</p>
<p>&#160;</p>
<p>ARTESANATO. Direção, montagem, roteiro e produção: Carlos Hora Santos. 1977. Média-metragem (30min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o trabalho dos oleiros da cidadezinha sergipana de Santana do São Francisco, conhecida como Carrapicho, vizinha a Penedo. Mostra o processo de elaboração do artesanato de barro.</p>
<p>Observação:</p>
<p>1º lugar no III Festival de Penedo, AL, 1977.</p>
<p>&#160;</p>
<p>CONTRABANDO. Direção, roteiro e montagem: Kleyner Gomes. Elenco: José Cícero “Cicinho”, José Carlos “Peu”, Geraldo “Veio”, Sérgio “Prego”, “Zé Gustavo” Barreiros, Luciano “Briba”, Márcio Guido, Ricardo “Baóba”, Irmãos – Cláudio, “Fonseca”, Luisinho e Dedé (Turma da Rua). 1977. Curta-metragem (12min), silencioso, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Uma carga chega ao porto, e uma das encomendas é objeto de transação entre contrabandistas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>DESPREZO. Diretor: Edson Silva. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Ficção que aborda a exclusão social.</p>
<p>&#160;</p>
<p>EPÍLOGO. Direção, produção e montagem: Mario Jorge Calheiros Feijó. Roteiro: Mario Jorge Calheiros Feijó e Roseana Farias. Direção de fotografia: Vanilo Soares e José Márcio Medeiros. Assistente de direção: José Márcio Medeiros. Elenco: Roseana Farias, Mário Feijó, Edmar Araújo e Fernanda Simões. 1977. Média-metragem (29min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filhos de pais desatenciosos, irmãos estimulam fantasias e outras nuâncias neste relacionamento. Amor incestuoso entre um casal de irmãos da alta classe média.</p>
<p>FARINHADA. Direção: Aldevan Henrique da Silva. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a produção de farinha no interior de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>JORNADA. Direção: José Maria Tenório Rocha. Assistente de direção: Iracilda Tenório. Fotografia: Celso Brandão e José Maria Tenório Rocha. 1977. Média-metragem (22min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Apresenta para os turistas ou pesquisadores os folguedos e danças de Alagoas.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MACEIÓ, uma província no início do século. Direção, argumento/roteiro e montagem: Adnor Pitanga. Direção de fotografia: José de Almeida. Companhia produtora: Scorpios Produções Cinematográficas. 1977. Curta-metragem (10min), sonoro, cor, documentário, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Descreve a evolução urbana e social de Maceió, utilizando fotografias da 1920.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Participou do Festival de Brasília, 1977, Brasília-DF.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MANDIOCA da terra à mesa. (original perdido). Direção, argumento/roteiro, direção de fotografia e de som: Celso Brandão. Maceió-AL. 1977. Curta-metragem (13min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Culinária de derivados da mandioca produzidos em fornos artesanais.</p>
<p>Observações:</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>MEU nome é Miss Paripueira. Direção, produção, argumento/roteiro: José Márcio Vieira. Direção de fotografia: Celso Brandão. Paripueira-AL. 1977. Curta-metragem (11min), sonoro, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra a vida de D. Ambrosina, sua felicidade e a pureza do seu declínio frente às agressões que recebe das pessoas.</p>
<p>Observações:</p>
<p>2º lugar no IV Festival de Penedo, 1978, AL. 3° lugar para melhor filme no Festival Nacional de Cinema de Aracajú (FENACA), Aracajú-SE, 1978. A lista dos filmes premiados neste festival é composta por cinco títulos dispostos em ordem alfabética, não explicitando se esta é a mesma ordem das premiações.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PASSEIO no céu – Torres e andores. Direção, produção, montagem e direção de fotografia: Celso Brandão. 1977. Curta-metragem (10min), documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Mostra festejos católicos e umbandistas no dia dos Santos Cosme e Damião, em Igarassu, Pernambuco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A PROMESSA. Direção: Paulinho do Cadoz. Argumento: José Luiz da Silva. Direção de fotografia: Gerbase e Jackson. Roteiro e sonoplastia: Grupo Mandacaru. Elenco: Glória Melo, Marcos Ferreira, Maria Conceição, Dirson Souza, Padre Reginaldo Soares. 1977. Ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Filho tenta realizar a promessa que sua mãe não pôde cumprir, pois morreu.</p>
<p>&#160;</p>
<p>REENCONTRO na vida. Direção, roteiro e produção: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Joaquim Silva Santos, Nelson Espíndolo, Elias Costa. Iluminador: Elias Costa. Maquiagem: Nadir Honorato. Elenco: Luiz Bezerra, Idalina Duarte, Mercia Duarte, Alcides Costa, Raimundo Diniz. Direção: Joaquim Silva Santos. 1977. Média-metragem (21min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Drama de uma família poderosa, cujo filho desde pequeno já apresentava distorções de caráter, temperamento agressivo, traços de um comportamento e que até a adolescência esteve envolvido com amizades e vícios diversos, levando a família ao sofrimento, decepções e dor. Após um grave acidente de carro, salvo por milagre, o filho se regenera e busca a vida religiosa como forma de se reencontrar com a vida.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SACROSSAQUES. Direção, roteiro e câmera: Joaquim Alves. Edição Joaquim Alves, Reinaldo Volpato e João Batista de Andrade. Elenco: Anilda Leão. 1977. Curta-metragem, sonoro, ficção, 35mm.</p>
<p>Sinopse: Nas cidades históricas do Nordeste, em especial Alagoas, a burguesia ingressa na moda de decorar suas mansões com obras sacras, algumas até saqueadas das igrejas católicas. Apresenta o processo de planejamento e roubo de uma imagem de padroeira por uma dama cleptomaníaca, para mostrar para suas amigas no próximo chá das cinco.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO GONÇALO D&#8217;Água Branca. Direção e argumento/roteiro: José Maria Tenório Rocha. Fotografia: Mariano Paredes. Montagem e som: Celso Brandão. Narração: Ronaldo de Andrade. Água Branca-AL. 1977. Curta-metragem (6min), sonoro, cor, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Louvação ao santo com cânticos e danças.</p>
<p>Observações:</p>
<p>Menção honrosa no IV Festival de Penedo, 1978, AL.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SÃO RAFAEL, o grande, perdoai-nos, nós somos todos assassinos. Comandamos a morte dos poetas para depois cantá-los (sub-título: A Pier Paolo Pasolini). Direção, roteiro, produção, montagem e direção de fotografia: José Geraldo Marques. Elenco: Luciano Gonzaga, Isac Bezerra, Ana Guiomar, Maria das Graças, José Tenório Filho, Jorge Chagas, Carlos Alberto Vasconcelos. 1977. Silencioso, documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Homenagem ao cineasta italiano, Píer Paolo Pasolini.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOMOS culpados. Direção, roteiro, produção argumento/roteiro, câmera e direção de som: Joaquim Silva Santos. Câmeras: Nelson Espíndola e Elias Costa. Elenco: Valner Peixoto, Joaquim Silva Santos, Anilton Bastos Pereira, Rui Lisboa de Almeida, Raimundo Souza Rosário. Penedo-AL. 1977. Curta-metragem (14min), sonoro, ficção, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Aborda o problema da exclusão social, da mendicância, da pobreza mascarada em uma sociedade onde a religiosidade, o caráter humanitário se distanciam na prática. O filme m ostra que diante de todas as formas perversas ou não trabalhadas pelo homem, no contexto social, a criança é o único ser capaz de se sensibilizar diante da &#8220;aparência&#8221; do homem travestido de mendigo.</p>
<p>Observações:</p>
<p>O ano de produção é provavelmente o indicado.</p>
<p>A Cinemateca Brasileira não possui este filme, mas dispõe informações sobre ele.</p>
<p>&#160;</p>
<p>SOSSEGO. Direção: Kleber Montenegro. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VAQUEJADA. Direção: Antonio Souza. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>&#160;</p>
<p>VIAGEM ao reino da fantasia. Direção: José Paulo de Barros Melo. 1977. Documentário, Super 8.</p>
<p>Sinopse: Registro de um passeio turístico à Disneylândia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[I miss you so much, remind me not to ever think of you again]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/26/i-miss-you-so-much-remind-me-not-to-ever-think-of-you-again/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:58:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mañana mi rubio preferido se marcha, harto ya de todo, adelanta sus vacaciones y se marcha. Yo no pu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mañana mi rubio preferido se marcha, harto ya de todo, adelanta sus vacaciones y se marcha. Yo no puedo soportarlo pero tampoco puedo decirle que se quede, así que, aquí estoy, esperando que llegue la hora para ya no exigirme algo que no podré hacer: llamarlo y pedirle que se quede.</p>
<p>Me odio tanto por ser así&#8230; tanto&#8230;..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No estás sola, Sara]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/26/no-estas-sola-sara/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 22:01:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
<guid>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/26/no-estas-sola-sara/</guid>
<description><![CDATA[No voy a hablar como crítica televisiva porque este tipo de series no las vería jamás pero esta, en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://clandestinasoy.wordpress.com/files/2009/11/file-116270-1-1-300xxx80.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-131" title="file-116270-1-1-300xXx80" src="http://clandestinasoy.wordpress.com/files/2009/11/file-116270-1-1-300xxx80.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>No voy a hablar como crítica televisiva porque este tipo de series no las vería jamás pero esta, en particular, me impactó profundamente. Su proceso, sus palabras, las palabras de el maltratador, su llanto, la violación, como coloca los dedos de los pies mientras es violada intentando canalizar el dolor sin que él note algo&#8230; el primer golpe, la primera reacción. Mi vida y la de muchas mujeres.</p>
<p>Qué fuerte ver como hasta el más mínimo detalle pueden verse reflejados en un tv movie de bajo presupuesto&#8230;Mi ex también hacía eso, mi ex también me miraba los mensajes en el móvil y me decía que yo podía mirar en el suyo, también me decía que algo no me lo pusiera y si no le hacía caso me decía que me quedaba fatal para que yo solita me lo quitara&#8230;y también me violaba, una y otra vez sin vergüenza, sin arrepentimiento.</p>
<p>Y yo perdonaba porque le quería, perdonaba porque él sufría por su vida miserable, perdonaba porque soñaba con que podría cambiarlo y perdonaba porque me había acostumbrado.</p>
<p>Que triste pero la realidad es que muchas mujeres sí estamos solas y por eso no denunciamos&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[y el tiempo no para ]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/26/y-el-tiempo-no-para/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 21:48:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ni ayuda, ni quita, ni pone ni una mierda&#8230; estas semanas pude haber cambiado mi vida pero no p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ni ayuda, ni quita, ni pone ni una mierda&#8230; estas semanas pude haber cambiado mi vida pero no pude y no puedo, no avanzo. En tantas cosas no avanzo que me enloquezco.</p>
<p>Mi ex comenzó a acosarme de nuevo, el, su madre, su padre y todos intentando que, por supuesto, entre en razón ya que alguien me está llenando la cabeza y esto lo hago sin motivo. Claro, estoy viviendo una mierda de vida solo porque tengo ganas de vivir una aventura chula para recordar el día de mañana, no? Por motivos económicos pasamos necesidades ahora? Es eso? Nooooo&#8230; entonces qué mierda es?!</p>
<p>Y la cago y sigo temblando por todo, sigo temiendo todo y estoy cansada de temer! CANSADA.</p>
<p>Mi niño se duerme cada vez más tarde y eso, parecerá una tontería pero me resta horas para llorar y se me acumulan y me siento sola, muy sola.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cansei .]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/22/cansei/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 01:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
<guid>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/22/cansei/</guid>
<description><![CDATA[Um Alerta, se algum dia vocês gostaram de mim, tiveram o mínimo de consideração, segure a onda de vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Um Alerta, se algum dia vocês gostaram de mim, tiveram o mínimo de consideração, segure a onda de vo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um Lugar.]]></title>
<link>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/16/um-lugar/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 13:24:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>ray .</dc:creator>
<guid>http://jjustified.wordpress.com/2009/11/16/um-lugar/</guid>
<description><![CDATA[  Só queria viajar, me afastar de tudo. Vocês Humanos são muito Falhos, me envergonho de ser como vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Só queria viajar, me afastar de tudo. Vocês Humanos são muito Falhos, me envergonho de ser como vo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Suele suceder]]></title>
<link>http://nihilisticpoetry.com/2009/11/14/suele-suceder/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 04:37:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pablo Saborio</dc:creator>
<guid>http://nihilisticpoetry.com/2009/11/14/suele-suceder/</guid>
<description><![CDATA[    Era una de esas noches, una más entre todas las noches tantas veces envolviendo la acostumbrada ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i12.photobucket.com/albums/a246/outoforbit/noches_noches.jpg" alt="poesia nihilista" /><span style="font-size:13pt;line-height:115%;font-family:'Batik Regular';"> </span></p>
<p><span style="font-size:13pt;line-height:115%;font-family:'Batik Regular';"> </span></p>
<p><span style="font-size:13pt;line-height:115%;font-family:'Batik Regular';">Era una de esas noches,<br />
una más entre todas las noches<br />
tantas veces envolviendo la acostumbrada monotonía<br />
de los hábitos<br />
tantas agonías bautizadas con nombres y apellidos<br />
de los que existieron para nunca más existir<br />
y yo sentado aquí viviendo otra noche<br />
de una sutil transparencia<br />
casi inmóvil, cuando se espera que sea día<br />
solo para que luego esperar<br />
alguna otra noche<br />
y en ese ciclo de irrelevancia<br />
me siento aquí como muchas otras veces<br />
sabiendo que nada nuevo va a suceder<br />
por lo que miro la renovable crudeza<br />
con la que se repiten todos estos objetos<br />
resuelto a vivir con las triviales concupiscencias<br />
del Destino. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eutanasia]]></title>
<link>http://cesarinterna.wordpress.com/2009/11/13/eutanasia/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 22:31:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>ceshencam</dc:creator>
<guid>http://cesarinterna.wordpress.com/2009/11/13/eutanasia/</guid>
<description><![CDATA[Hace algunas semanas un familiar me pidio &#8220;acelerar&#8221; el proceso de la muerte de su famil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hace algunas semanas un familiar me pidio &#8220;acelerar&#8221; el proceso de la muerte de su familiar. No es la primera vez que un familiar me lo pide. Tampoco me sorprendió la forma como me lo dijeron.<br />
Es lamentable tener que llegar al punto de desear la muerte de un familiar por la situación de agonía en que se encuentra.<br />
Efectivamente, creo que nadie le gustaría estar en esa situación y por el contrario nos gustaria que pase lo más pronto posible, sin sufrimiento para nadie, aunque eso signifiqu disminuir el tiempo de vida. Alguno podría argumentar: ¿pero de que vida estamos hablando, si es un paciete terminal que está agonizando?</p>
<p>Utilizando mi miserable e inexperto entendimiento de la vida, puedo decir a favor de ella que cada segundo es invalorable y no dejo de agradecer a Dios por ello. También entiendo que la agonia es una situación durisima, de mucho dolor para todos, pero que aun así, no justifica de ninguna forma actuar contra la vida.<br />
Lamentablemente, en la sociedad en que vivimos, se nota una cultura de muerte, desde su principio hasta su final. Yo me pregunto por qué se ataca tanto a la vida. ¿Es que somos tan infelices que esperamos acabar con la vida para que acaben nuestros sufrimientos? ¿Cómo pretendemos curar la enfermedad matando al paciente sin antes tratarlo?</p>
<p>Cada vez este comportamiento se repite más a menudo, y lo peor es que se trata de justificar que acabando con la vida de nuestros pacientes se acaba el sufrimiento para todos.</p>
<p>El hombre sigue siendo el mismo animal de hace miles de años. No hemos aprendido nada de la vida mas que idear formas de acabar con ella. Por el contrario, se intenta huir de los problemas y buscar el camino más facil. El pánico por el dolor, el pánico por el sufrimiento.</p>
<p>Hasta que no comprendamos que la agonia y el sufrimiento que trae la enfermedad es una oportunidad para valorar la verdadera dimensión de la vida, seguiremos atacándola y destruyéndola como todo lo bueno que hemos destruido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agonia]]></title>
<link>http://thiagobatoussai.wordpress.com/2009/11/13/agonia/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 01:19:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiagobatoussai</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sem querer me importar eu sofro, Eu morro só de tentar entender, Então por que um caminho tão distan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sem querer me importar eu sofro,<br />
Eu morro só de tentar entender,<br />
Então por que um caminho tão distante?<br />
Por que um gosto tão amargo?</p>
<p>Sem querer me importar eu vejo,<br />
Eu penso no quanto irá doer,<br />
Então por que continuar assim?<br />
Por que seguir em frente?</p>
<p>São tantas as perguntas e as afirmativas,<br />
Me perco onde é o começo e onde é o fim,<br />
São tantas as perguntas que não consigo mais saber,<br />
São tantos os dias que só consigo esperar pelo seu fim</p>
<p>Sem querer me ver eu vejo,<br />
Eu tento me esquecer,<br />
Mas as sombras de meu passado me fazem presente,<br />
Como se ainda estivessem presos em minha alma,</p>
<p>São tantas as preocupações,<br />
Que acabo me vendo desmotivado,<br />
despreocupado com o dia que nunca acaba,<br />
É um sonho querer mesmo estar acordado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pre-Sucidio Emocional (II Parte)]]></title>
<link>http://viviendomejor.wordpress.com/2009/11/12/pre-sucidio-emocional-ii-parte/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 15:18:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Butter-Aspie</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por ejemplo, si  esa persona que desea usted amar, estuvo en un café, bar o restaurant, y de vez de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por ejemplo, si  esa persona que desea usted amar, estuvo en un café, bar o restaurant, y de vez de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pre- Suicidio Emocional (I Parte)]]></title>
<link>http://viviendomejor.wordpress.com/2009/11/12/pre-suicidio-emocional-i-parte/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 14:16:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Butter-Aspie</dc:creator>
<guid>http://viviendomejor.wordpress.com/2009/11/12/pre-suicidio-emocional-i-parte/</guid>
<description><![CDATA[Algunos seres humanos sin darse cuenta han estado agonizando emocionalmente, creyendo por ejemplo; e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Algunos seres humanos sin darse cuenta han estado agonizando emocionalmente, creyendo por ejemplo; e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agonia...]]></title>
<link>http://porta10a.wordpress.com/2009/11/06/agonia/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 10:42:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Porta 10A</dc:creator>
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<description><![CDATA[Saudações&#8230; Foi a palavra que me veio à cabeça depois de ontem. Agonia. Não é plausível que exi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Saudações&#8230;</p>
<p>Foi a palavra que me veio à cabeça depois de ontem. Agonia.</p>
<p>Não é plausível que exista uma exibição daquelas, não é plausivel que jogadores profissionais tenham uma atitude tão passiva e despreocupada. Parece que não é nada com eles.</p>
<p>Não é plausivel que o treinador continue com a conversa de que temos que continuar a trabalhar e internamente se resolvem as questões e que é com o trabalho que se &#8220;abana&#8221; a tensão do capote e que os adeptos e sócios têm razão. Já se percebeu que não tem o que é preciso para se demitir, e já se percebeu que não vai vender a sua saída de forma fácil. Enigmático, manda recados que não se percebe se são para baixo, se são para cima&#8230;</p>
<p>E temos que ter paciência, é? Até quando?</p>
<p>Não é plausível que o presidente continue a dar tiros no pé, a dizer que andam aí terroristas. Tem que ser profissional e se fosse no banco, ele já tinha tomado atitude e agido de forma empresarial. Se aquilo é profissional se é uma SAD, pensem numa atitude que seja boa para a empresa.</p>
<p>Estamos a perder demasiado tempo com aquilo que está à vista até daquele que não percebe nada de futebol. É certo que estamos a um ponto de ser apurados para os 16 avos de final da Liga Europa. Mas a jogar assim&#8230;.se até uma equipa como o Ventspils nos rouba dois pontos em casa, estamos mesmo muito mal.</p>
<p>Neste momento, apenas é plausivel a mudança. Imediata.</p>
<p>Saudações Leoninas</p>
<p>..João Ramos..</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Acasă în capitala Olteniei]]></title>
<link>http://umardecenusa.wordpress.com/2009/11/05/138/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 23:57:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Em</dc:creator>
<guid>http://umardecenusa.wordpress.com/2009/11/05/138/</guid>
<description><![CDATA[He he, dragii moşului. Azi plec şi eu la Craiova că dehh, mi-e dor de acasă. Ce sentiment unic mă cu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[He he, dragii moşului. Azi plec şi eu la Craiova că dehh, mi-e dor de acasă. Ce sentiment unic mă cu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.te.me.]]></title>
<link>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/03/te-me/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 10:06:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>ag0nistika</dc:creator>
<guid>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/03/te-me/</guid>
<description><![CDATA[.te busk0. .sig0. .escuch0. .entreg0. .piens0. .sueñ0. .me.enkuentras. .vueLas. .esk0ndes. .buskas. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><pre style="padding-left:90px;text-align:left;"><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ffffff;">.te busk0.</span>
.sig0.
.escuch0.
.entreg0.
.piens0.
.sueñ0.
.me.enkuentras.
.vueLas.
.esk0ndes.
.buskas.
.juegas.</span>
<span style="color:#33cccc;">.huyes.</span></pre>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-947 alignnone" title="." src="http://ag0nistika.wordpress.com/files/2009/11/mybubble.jpg" alt="." width="400" height="227" /></p>
<pre style="text-align:right;">
.me.pierd0.dud0.estremezk0.
.mud0.hund0.saLt0.despeg0.sangr0.sonri0.y<span style="color:#33cccc;">.muer0.</span></pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.otra.vez.de.La.0skuridad.]]></title>
<link>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/02/otra-vez-de-la-0skuridad/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 16:49:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>ag0nistika</dc:creator>
<guid>http://ag0nistika.wordpress.com/2009/11/02/otra-vez-de-la-0skuridad/</guid>
<description><![CDATA[.hacia ya días q se sentía ag0biada, miLes de murmuLLos entrecruzaban sus oid0s conf0rme avanzaba es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h6 style="padding-left:60px;text-align:justify;"><span style="color:#888888;">.hacia ya días q se sentía ag0biada, miLes de murmuLLos entrecruzaban sus oid0s conf0rme avanzaba eskivand0 a pers0nas ke entorpecían su camino. Mirada a mirada se adentraba dentr0 de sus pupíLas c0nforme se Le acerkaban iLuminadas p0r una cáLida hoguera anaranjada. Sentía como poko a poko anochecia en eL aLma. se apagaba conforme su respiración se aceLeraba y se convertía en kejid0s.  No era la primera vez ke sucedía. Ya había aparecid0 antes aLLí, en akeL submund0 amarr0nad0 y desiert0. cubiert0 de piedrecillas rotas y de un cieLo azuL pLomiz0 de día, desestraLLad0 de noche. No entendia komo una y otra vez konseguia saLir arrastrand0 sus sentid0s asperamente p0r eL sueLo. p0r ké surgía eL siLenci0. La n0che. eL negro..ke maL tenía ke kuand0 se Le apagaba eL aLma n0 kedaba chispa aLguna aLreded0r.ni más Luz ke eL refLej0 opak0 y Lejan0 de La Luna LLena en su mirada.</span></h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dormir para matar el dolor y el ánimo]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/02/dormir-para-matar-el-dolor-y-el-animo/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:39:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Llevo varios días, semanas con un malestar físico que va cambiando, mutando y creciendo pero desde é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Llevo varios días, semanas con un malestar físico que va cambiando, mutando y creciendo pero desde éste sábado tengo un dolor estomacal brutal y un agotamiento que me obliga a dormir muchas más horas de las que quiero.</p>
<p>Por suerte mi hijo es tranquilo, o aprendió a adaptarse a todo, y se contenta con echarse a dormir con mamá o a mirar muchas pelis juntos pero es que no puedo ni levantarme.</p>
<p>Hoy aparte de mi estómago, el cansancio, he vomitado la poca comida que me llevé a la boca&#8230;ainsss necesito alguien que me eche una mano! Echo de menos al rubio, a mi amiga que no me habla y a sentirme triste pero al menos físicamente bien. Sí, vamos progresando <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vuelvo a la cama, muero de sueño, a ver si así, con el paso de los días me siento mejor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La lucha no es para mi]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/01/107/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 23:01:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
<guid>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/11/01/107/</guid>
<description><![CDATA[No puedo actuar como esperan y hago las cosas mal, como siempre, como antes. Toda la semana procuran]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No puedo actuar como esperan y hago las cosas mal, como siempre, como antes.</p>
<p>Toda la semana procurando mantenerme medianamente de pie, intentar que tanta ansiedad no me mate, intentando que el miedo no me vuelva a paralizar, viendo como me voy cerrando, bloqueando, encerrando&#8230;y la voy cagando.</p>
<p>Estoy harta que casi a diario me pase algo, no lo soporto más. No quiero existir durante días, o solo ser la madre de mi hijo sin más porque parece que solo a el no le fallo del todo.</p>
<p>Hace unos días me sentía mala amiga y ahora no solo me siento así sino que me han puesto la tarjeta amarilla delante de mi cara tal como me temía. <strong>No hago las cosas bien</strong>, estoy tan sumida en el miedo que no se como actuar y no soy capaz de explicarme, defenderme ni hacerme entender.</p>
<p>Tengo siempre esta puta sensación de dejarme decir lo que sea porque el otro <em>siempre tendrá razones para hacerlo</em>, aunque yo sienta que es injusto. ¿Cómo pretenden que mis actitudes muchas veces no sean extrañas? ¿Cómo pretenden que siempre haga lo que normal, lo que se espera, que el miedo irracional no me domine? Vivo con el temor a equivocarme y a la reacción del mundo entero, no es normal, pero no puedo evitarlo.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Pretendo ser la buena amiga que siempre supe ser de mis amigas pero no siempre basta y a veces parezco imbécil o una niñata.   Tengo un amiga a la que siento que siempre estoy al límite de perder para siempre y lucho por no cometer errores, porque realmente la quiero mucho, procuro ser lo más normal posible, por hablar cuando tengo ganas de hablar, de ser clara, de ser directa, de no dar vueltas antes de contar algo, pero no siempre puedo porque mi cabeza a veces tiene que procesar muchas cosas y lidiar con tantos miedos. Y estoy cansada, de equivocarme, de sentir que si no soy capaz de hablar pero aún así quiero hablar, tengo que buscar el modo o luego ya no podré hablar del tema.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Joder, quiero hablar, <strong>quiero contarle lo que me pasa cuando me pasa</strong>, como me pasa y sin vueltas pero no siempre puedo y esta semana fue terrible para mi. Lo fue. Se supone que los amigos pueden hablar siempre? Tan mal he quedado que no soy capaz de siquiera ser una amiga normal? No quisiera perder su amistad pero tengo la sensación que un buen día en vez de darme unos días de castigo, me mandará a la mierda y yo no seré capaz de defenderme.</p>
<p>Esta semana no he podido mantenerla al día de lo que me pasaba, me sentí desbordada, no pude simplemente y luego ella tuvo unos días difíciles. Quise estar ahí, ser su amiga, que sintiera que podía encontrar en mi un apoyo y no solo alguien a quien rescatar. Quise dejar de pensar en mis problemas para poder ayudarla y escucharla.</p>
<p>Estos días pasaron cosas importantes y yo estoy aún bloqueada porque siento ganas de meterme debajo de la cama, que no tengo porque dormimos en el suelo, y no salir hasta cuando todo pase. No pude ser directa, sentía que &#8220;siempre estaba yo con mis asuntos&#8221; y eso hizo que se acumulara una bola que no vi venir y hoy me aplastó completamente. Intenté contarle lo que me había pasado pero no podía, no sabía cómo e intenté hacerlo de tal manera que sintió que jugaba a las intrigas y joder, no lo hacía, no lo hacía, no me salían las palabras y no sabía cómo contarle algo tremendamente importante que me pasó. No pude pero no era por ella, era yo la que no podía, era la mujer maltratada, sometida, acojonada que me había estado dominando durante toda la semana la que me retiraba las manos del teclado cuando quería escribir o me cortaba el teléfono las muchas veces que comencé a marcar su número. ¿Soy una mala amiga? Cómo pretender que reaccione como podría reaccionar ella u otra mujer lejos de esta miseria de vida? Le pedí perdón, le dije cuánto lo sentía, que no había podido contárselo de mejor manera, pero me mandó al banquillo unos días y cuando se le pase el cabreo supongo, espero, me volverá a hablar. JODER! cómo hago para ser normal? ¿cómo hago para no tener un miedo incomprensible para el resto de la humanidad? Tengo miedo de la reacción de la gente ante lo que cuento, sea lo que sea, porque soy incapaz de discutir, de justificarme si veo que la otra persona ya no está de acuerdo, no puedo, tengo miedo, miedo, mucho miedo.</p>
<p>Con el rubio hice todo mal, como siempre, como últimamente. Esta semana que comienza probablemente sea difícil, tenga que tomar muchas decisiones y no puedo. Me siento mal, mi estómago me está matando, vivo con sueño y aunque las crisis de ansiedad cesaron, lloro por cualquier cosa.</p>
<p>Quiero ser una buena madre y creo que, a pesar de mis errores, soy una gran madre porque solo con ver a mi hijo me basta para no inquietarme. Intento ser una buena amiga pero a veces tengo la sensación de que cuanto menos quiero joder, menos quiero molestar, más grande es la bomba que me termina explotando en la cara en el peor momento de todos y yo me quedo con cara sumisa, imbécil, de quien no puede justificarse en nada y solo puede rogar ser perdonada.</p>
<p>No puedo más, no veo la hora que la asistenta junto con la psicóloga del juzgado, me consigan una psicóloga fuera de la zona que me corresponda porque siento que me volveré loca.</p>
<p>Quiero ser normal, poder explicar lo que siento abiertamente, coger el teléfono y llamar a quien necesite sin temor a molestar pero no puedo, siempre pienso que molesto, abrir una ventana del messenger y decir: ME PASA ESTO, necesito contártelo y no tirar pistas para que si al otro le interesa algo yo me anime a contarlo. Qué piensa la otra persona? Que juego, sin duda pero no lo hago. No puedo tener mi autoestima tan baja pero la tengo.</p>
<p>Estos días siento que no valgo, que no saldré adelante, que el podrá conmigo, que no podré sacar adelante a mi hijo y a lo que venga y que si mañana mismo me muero nada cambiará para nadie o solo para mi hijo. Y es injusto para los demás decir esto, porque los demás pensarán que entonces su presencia en mi vida no cambia nada, no ayuda o perjudica&#8230;¿Qué decir en esos casos aparte de lo siento, me comporto como una imbécil? ¿Cómo seguir?</p>
<p>Estoy cansada, tan cansada, en todos los sentidos y tan preparada para perderlo todo de nuevo. No puedo luchar más, no puedo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Futuro incierto]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/10/31/futuro-incierto/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 17:35:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gracias a la fotografía del messenger pude ver que mi rubio se ha cortado el pelo y aunque tengo muc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Gracias a la fotografía del messenger pude ver que mi rubio se ha cortado el pelo y aunque tengo muchas más cosas que decirle, me gustaría decirle que aunque no me gusta tan corto sigue estando igual de guapo. En la fotografía se lo ve serio y triste, foto en blanco y negro como se &#8220;queda el alma cuando pena&#8221; como decía el. Lo extraño muchísimo&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cerrando puertas, ventanas y candados]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/10/30/cerrando-puertas-ventanas-y-candados/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 14:34:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[En estos momentos me gustaría ser un caracol, meter mis 4 cosas y las de mi hijo dentro para poder m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En estos momentos me gustaría ser un caracol, meter mis 4 cosas y las de mi hijo dentro para poder marcharnos, lentamente, pero marcharnos lejos. Creo que tengo una bomba de tiempo dentro y aún no se define si estallará o no. Lo echo de menos a mi rubio dulce y odio a mi ex con sus juegos, su acoso y su manipulación. Vivo en un piso de mierda, sin muebles prácticamente, somos muchos, un niño que grita a cualquier hora, una madre que no ama, ni cria ni nada y un señor que es borde hasta cuando no me dirige la palabra. Qué ganas de correr lejos y realmente empezar mi vida de nuevo.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;I miss you so much, remind me not to think of you ever again.&#8221;</em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Otra crisis...]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/10/30/otra-crisis/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 10:05:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me siento mal de nuevo, presión en el pecho como si me hubieran dado una patada directa en el corazó]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me siento mal de nuevo, presión en el pecho como si me hubieran dado una patada directa en el corazón. Si en pocos minutos no consigo relajarme me tendré que dar otra vuelta más por un CAP, escucharé cosas del tipo: <em>&#8220;Tienes que tomarte las cosas con mayor tranquilidad, eres muy joven y bla bla bla&#8221;</em> y Dios! intento tomarme la vida lo mejor posible pero es que las cosas me superan y cuando parece que la calma puede venir, siempre aparece algo más que me pone en alerta roja..</p>
<p>Me voy a urgencias o me explotará el pecho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hoy viernes]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/10/30/hoy-viernes/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 08:48:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoy pierdo la plaza de guardería de mi hijo por ineptitud de la Asistenta Social y la nula comprensi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoy pierdo la plaza de guardería de mi hijo por ineptitud de la Asistenta Social y la nula comprensión de la directora del centro escolar. Probablemente le avisen a mi ex pareja la próxima semana para que el resuelva algo que no le compete, que pague por conservar la plaza de una guardería a la cual no puede asistir porque no estamos siquiera en el barrio, que ingrese dinero para un centro escolar y no para pañales-comida-ropa de abrigo y un largo etcétera y que luego, encima, tenga el morro de decir que el procuraba mantener las necesidades del niño cubiertas a pesar de estar desaparecidos.</p>
<p>Es increíble lo arrepentida que te puedes llegar a sentir de haber denunciado solo por cosas así, por tener que pagar tú las consecuencias de sus actos una vez más y de quedar tan expuesta a sus deseos, caprichos y sadismo. </p>
<p>Hoy sigo triste, profundamente, lo echo de menos, no he podido contarle a nadie aún y lo que más me jode es que mi entorno no lo pudiera conocer&#8230;miedos míos tal vez, que vieran que no era tan increíblemente maravilloso o que lo vieran maravilloso y me &#8220;mataran&#8221; por querer dejarlo. Me siento una idiota.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fallo en todo ]]></title>
<link>http://clandestinasoy.wordpress.com/2009/10/29/fallo-en-todo/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 17:59:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>clandestinasoy</dc:creator>
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<description><![CDATA[En estos momentos debo ser la peor amiga del mundo y me odio por ello. Quisiera ser el rincón donde ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En estos momentos debo ser la peor amiga del mundo y me odio por ello. Quisiera ser el rincón donde antes buscaban refugio cuando estaban mal pero ahora mi refugio es una sola pared que se tambalea. Me odio por estar así cuando pueden necesitarme porque siento que todo intento por ayudar es insuficiente, no soy una amiga efectiva en este momento, me siento para la mierda y me jode.</p>
<p>Llevo muchos días intentando, al menos, no contar lo que siento ni lo que me pasa, para que no tengan que, encima, escuchar mis conflictos pero siento que lo que digo suena a tontería pura y no ayuda. Intento hasta hacerme la tonta cuando me preguntan cómo estoy, porque, no quiero mentir y decir, estoy ok porque la verdad que estoy que me muero, pero tampoco puedo soltar todo lo que me fue pasando cuando ahora ellas también tienen sus problemas. Si es que ni siquiera pude contarles cómo tuve que ir a urgencias, cómo destruí lo más bonito que me pasó estos meses, nada de nada. Me siento sola pero no puedo pedir más&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[31.07.2008 Adiós Pacífico ]]></title>
<link>http://sincalcetines.wordpress.com/2008/07/31/31-07-2008-adios-pacifico/</link>
<pubDate>Thu, 31 Jul 2008 11:13:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>talula sailors</dc:creator>
<guid>http://sincalcetines.wordpress.com/2008/07/31/31-07-2008-adios-pacifico/</guid>
<description><![CDATA[25 de julio. Sentada en el Talula sin poder hacer nada. No para de llover. Lo raro es que en Port Mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>25 de julio. Sentada en el Talula sin poder hacer nada. No para de llover. Lo raro es que en Port Moresby (capital de Papua Nueva Guinea), apenas llueve durante la estación seca. Ha venido con nosotros  y es que la llevamos enganchada como una cometa desde que salimos de Noumea.</p>
<p>Noumea.  Salida el 1 de mayo. Ese día dejamos definitivamente nuestra boya en la bahía de l’Orphelinat para irnos a otra que estaba a sólo 3 millas de distancia. Tuvimos buen viento y todo empezaba bien hasta que el motor se paró justo cuando bajábamos la mayor y decidíamos ir a coger esa boya.  Pequeño susto pero que sin más apuro que el de los vecinos de otras boyas que nos miraban con cara de: y que hacen esos llegando a vela hasta el fondeo? y del meñique del pie izquierdo de Joan Antoni, que se lo puso del revés. Luego fueron dos “cracks” hasta colocarlo en su lugar.</p>
<p>De la isla Mêtre, partimos hacia varios fondeos dentro de Nueva Caledonia. Entre ellos visitamos Ille de Pins y por último Lifou. De la primera recuerdo sus aguas cristalinas, sus rocas en medio de las bahías en forma de champiñones, sus carreteras planas  que nos permitió visitarla íntegramente con las bicicletas, de ese aire entre mediterráneo y tropical tan peculiar de esta isla, de sus pinos y de un pequeño bosque de un kilómetro de largo que parecía sacado de algún cuento de Andersen, de sus fondos marinos, concretamente en Gadji, donde una pared llena de coral de todas las formas y colores, caía en vertical a una profundidad de 15 a 20metros. Me quedé sin aliento.  Y de un tiburón curioso que nos estuvo siguiendo un buen rato hasta que decidió cambiar de rumbo y que también me quitó el aliento durante ese tiempo.</p>
<p>De allí saltamos a Lifou. Al llegar al fondeo, Daniel y Cristine (unos amigos de Noumea), nos  esperaban en la playa. Fue un reencuentro de lo más curioso y divertido. Esta vez  visitamos la isla en el coche de ellos. Desde los peñascos podías ver los fondos del mar pletóricos de toda clase de corales.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2519.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1855" title="2519" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2519.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Fue un día excepcional. Llegó la noche y esta vez la despedida fue con los pies llenos de arena y empujando el auxiliar para regresar al Talula.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2525.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1856" title="2525" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2525.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> Hasta ese momento todo fue bien pero al cabo de dos días, el tiempo decidió cambiar y tuvimos que buscar un nuevo fondeo para protegernos de los vientos del oeste que persistían en no dejarnos tranquilos. Fueron dos días de pura agonía. Nos cruzó un frente que nos hizo levantar ancla a las 4 de la madrugada ya que pasamos de estar bien protegidos, a tener toda la mar que se nos echaba encima.  Al mediodía, llegamos a un supuesto fondeo protegido de este viento. No hubo manera. Con el ancla a 20 metros de profundidad en medio de corales, arrecifes a otros 20 metros de nosotros donde el choque del mar contra ellos, hacía que casi casi, la espuma te salpicara a la cara, una ola pequeña y una mar de fondo que nos hizo cabalgar durante toda la noche sin poder pegar ojo y finalmente, una salida otra vez, a marchas forzadas, hacia otra isla situada al oeste. No se pudo. Una mar de gigantes y un viento en contra, hizo que diéramos media vuelta y que pusiéramos rumbo al siguiente país: Vanuatu. Y así con una velocidad de vértigo y planeando sobre las olas, dejamos Nueva Caledonia.</p>
<p>Nos separaban 250 millas de nuestra primera parada: Epi. El viento continuaba soplando del oeste  por lo que era casi imposible encontrar algún fondeo en el que pudiéramos estar tranquilos. Seguíamos sin poder apenas dormir hasta que llegamos a Malecula. Aquí todo cambió: vuelta a la normalidad (vientos del SE) y reencuentro con este maravillo país que personalmente, considero es lo mejor del Pacífico. Vanuatu fue paseos por las islas, intercambio de producto</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/25471.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1859" title="2547" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/25471.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2555.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1860" title="2555" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2555.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p> manufacturado por frutas y verduras, un mes apenas sin pasar por el banco, de buenas y sabias conversaciones, de gentes orgullosas de su identidad,</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2539.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1857" title="2539" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2539.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>de un trato de igual a igual que te hacía todo muy fácil, de una visita a un volcán que le dejó a Joan Antoni sin tres uñas de los pies por no estar acostumbrado a caminar con botas en la isla más mágica de Vanuatu, de un fondeo en una pequeña bahía en la isla de Maewo , rodeado de un precioso pueblo</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2603.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1862" title="2603" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2603.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> y a la popa, una increíble cascada a la que accedías con el auxiliar y que cuando llevabas 5 minutos en ella, estabas rodeado de 10 personas viendo como lavabas</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2613.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1861" title="2613" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2613.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p> o te duchabas claro está, con pantalones y camiseta por respeto a ellos y para evitar posibles picadas de mosquitos. Aquí ya estábamos en territorio de malaria. De la asistencia a un acto presidido por el primer ministro de Vanuatu que llegó en una pequeña lanchita y con su maleta ya que debía de pasar aquí la noche.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2605.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1863" title="2605" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2605.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> De cómo el cocinero nos pedía salsas para acabar la cena que debía de ofrecer a tan ilustre personaje. Del saludo que nos ofreció el  primer ministro y de la ironía de la vida que nos hizo sentir un tanto incómodos ya que todavía no habíamos formalizado la entrada al país (Inmigración y Aduanas estaban en la siguiente isla). De la despedida de Maewo  y salto a Espíritu Santo donde hay una pequeña ciudad que parece el lejano oeste. De un señor con taparrabos y descalzo, comprando en un supermercado de la ciudad. En esta isla, hay tribus en la montaña que apenas han tenido contacto con el hombre blanco. Y de una comida en la isla de Pentecoste con el jefe de la tribu que nos hizo pasar un rato muy agradable y entender un poco más a esta sociedad que viven en plena adaptación con su medio, que son conscientes del cambio climático y que su longevidad es gracias al cultivo de sus propios productos sin ningún tipo de pesticidas ni fertilizantes.</p>
<p>Y así, con este buen sabor de boca, dejamos Vanuatu para visitar las islas Salomón. Aquí fueron 3 semanas donde al llegar a la capital Honiara, descubrimos que llevábamos una pieza del enrollador de génova roto. Tras hacer la entrada a este nuevo país, nos fuimos a un pequeño grupo de islas al norte de Guadalcanal, donde estuvimos unos días disfrutando de sus paisajes aunque no tanto de sus gentes.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2625.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1864" title="2625" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2009/11/2625.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Salomon es básicamente Marovo lagoon y Ghizo en nuestro recorrido. El primer lugar es una gran laguna en donde a través de unos canales de aguas no siempre profundas, entras a un nuevo mundo de pequeñas islas con sus poblados, de canoas llenas de artesanía que te invaden durante todo el día,  de aguas de mil matices, de paseos en el auxiliar por medio de canales llenos de coral,</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2619.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1868" title="2619" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2619.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2627.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1869" title="2627" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2627.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p>de preguntar cada vez que llegábamos a un nuevo poblado si había cocodrilos o no y de keto keto, último poblado que estaba a 10 metros del Talula y en donde pasamos 3 días que acabó con nuestra paciencia y educación.</p>
<p>No sé qué es lo que les hace tan diferentes estas gentes del resto del Pacífico pero aquí el melanésico intenta sacar el máximo provecho de ti sin dar absolutamente nada a cambio. Desconozco sus códigos y evidentemente, en 22 días poco puedes hacer pero no entiendo a que es debido tanta codicia por parte de ellos cuando su clima hace que la naturaleza sea muy generosa y no necesiten grandes esfuerzos para conseguir alimentos.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2630.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1870" title="2630" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2630.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2651.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1871" title="2651" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2651.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2673.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1872" title="2673" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2673.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2676.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1873" title="2676" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2676.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p>Finalmente, después de 3 semanas estresantes ya que las cartas de navegación están llenas de errores, los fondeos profundos y llenos de coral y todas las noches encerrados en el Talula ya que estas islas están llenas de malaria, partimos con un supuesto buen parte hacia el archipiélago de las Louisiades (SE de PNG).</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2680.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1874" title="2680" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2680.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>La travesía fue bastante dura. Vientos de 35 nudos sostenidos y una mar que barría el Talula a su antojo rebozándolo todo de sal y a un  Joan Antoni  desquiciado por no saber hacia dónde dirigir al Talula (oficios del capi y el  mío de aguantarlo).</p>
<p> Fueron tres noches y tres días donde un sarao de isobaras, SCPZ, un alta y una baja, se divirtieron con nosotros.</p>
<p>Llegamos a una isla llamada Pana Kuba. Estábamos destrozados. Hacía un día y medio que no comíamos nada sólido. Esa noche dormimos como reyes.  El fondeo era una laguna entre tres islas. Delante teníamos una islita y toda una barra de arrecifes que conectaba con la otra isla, protegiéndonos de las olas pero permitiendo que entrara el viento.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2722.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1875" title="2722" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2722.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Louisiades fueron 15 días más de islas llenas de encanto, de murallas de piedra haciendo de guardianes contra las inclemencias del tiempo, de mucha pesca con algún que otro resultado por mi parte, de navegaciones fantásticas con 3 nudos de corriente a favor en algunos tramos y de mucha tranquilidad.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2702.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1876" title="2702" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2702.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2749.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1877" title="2749" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2749.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2759.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-1878" title="2759" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2759.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2762.jpg"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-1879" title="2762" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2762.jpg?w=150" alt="" width="150" height="112" /></a></p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2751.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1880" title="2751" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2751.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Pero el viaje continúa (debemos de estar en Thailandia en diciembre y aún quedan muchas millas por delante) y después de dos días de navegación con puntas de 9 nudos de velocidad (nunca visto hasta ese día en el Talula), llegamos a Port Moresby aunque ese último día, amaneció torcido.</p>
<p>La noche anterior, una invasión de piqueros, intentaban ponerse en el Talula. Unos giraron el windex  y otro dejó la placa solar a rebozar de excrementos. Yo tonta de mí, cómo se pudo colocar en la placa pensé: mira éste, ya está colocado, ya no molestará. Y al día siguiente, al encender el motor, éste se paró. Otra vez el corazón en un puño y a sólo 13 millas de la entrada por una gran barrera de arrecifes. Hubo suerte y descubrimos rápidamente el problema. La angustia sólo duró media hora.</p>
<p>Y ya aquí en Port Moresby, estamos  reclutados en una  marina que es una burbuja de australianos, esperando que nos traigan un repuesto.</p>
<p>La marina es increíble y sus gentes aún más. El otro día,  un miembro del Royal Papua Yacht  Club que es cónsul honorífico de Austria, nos acompañó por todas partes ya que necesitábamos hacer unas cuantas gestiones. El hombre nos explicó que disparó y mató a un tipo que pretendía entrar en su casa (todavía no lo había conseguido) y dicho acto, no supuso preguntas “indiscretas” por parte de la policía. Joan Antoni y yo en un “cacho” mercedes con el “cónsul honorífico” en cuestión, no sabíamos que hacer o decir mientras él nos explicaba esta historia sin alterar por ello ni un milímetro el pulso de sus manos o el timbre de su voz.</p>
<p>La ciudad tiene 700.000 habitantes y el 96% está sin empleo. A todas partes debes de ir con taxi. Al menos es lo que te recomiendan hasta la saciedad las chicas de recepción.  Se imaginan la provocación que supone ser un blanquito turista con cara aturdida, gorrito para el sol y bermudas?. Es difícil entender pero hay que ver para creer lo que pasan éstas gentes.</p>
<p>Esperemos que la pieza llegue pronto de Australia y que Talula vuelva a la mar en dirección esta vez a Indonesia dejando finalmente el Pacífico para dar paso al Indico,</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2776.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1881" title="2776" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2776.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p> Talulas</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2742.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1882" title="2742" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2008/07/2742.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[15.11.2004 Gibraltar]]></title>
<link>http://sincalcetines.wordpress.com/2004/11/15/15-11-2004-gibraltar/</link>
<pubDate>Mon, 15 Nov 2004 15:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>talula sailors</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Hoy he venido a internet ya que llevamos una semana a la espera de una ventana de buen tiempo para ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p> Hoy he venido a internet ya que llevamos una semana a la espera de una ventana de buen tiempo para poder hacer la travesía, y lo dicho, he venido a internet ya que un amigo nos envia previsiones de tiempo para poder contrastar con otras<br />
que tenemos y me he encontrado con este aluvión de mensajes que me han puesto bien contenta.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/005.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1491" title="El Peñón" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/005.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Bueno, como os he contado estamos ya en Gibraltar. La llegada fue durilla ya que salimos de Marbella con una previsión de temporal en el estrecho por la tarde. En<br />
principio íbamos con bastante tiempo,  pero una vez en Gibraltar, todas las marinas estaban llenas y no podíamos entrar a ninguna de ellas, así que ya nos<br />
veíamos volviendo hacia atrás. Pero bueno, en la gasolinera nos dijeron que nos metiéramos en una de ellas ya que era posible encontrar algún hueco y así<br />
fue, pero vaya, ya por entonces soplaba mucho viento y el tema se complicó bastante. Pensad que incluso salió la guardia costera a recoger dos barcos que no podían llegar a tierra y otro fondeado, se lo llevaba también el mar. Total, que después de dos días por Gibraltar (lugar curioso con ganas sobre todo cuando<br />
pasan del inglés al castellano}, nos hemos ido a Tánger un par de días con un ferry a la espera de esa ventana. Y que contar de Tánger, pues que hemos pasado</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/16.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1494" title="16" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/16.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1493" title="012" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2004/11/012.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
mas hambre que un musulmán durante el Ramadán y es que hemos enganchado el Ramadán y el tema ha sido bien curioso. Ya nos veis a JA y a mí, a las 17.30 de la<br />
tarde sentados en un bar esperando como todos ellos, que se hiciera de noche para empezar a devorar todo lo que te van poniendo en la mesa. Pero lo peor, es<br />
que 30 minutos antes ya te sirven los entrantes y notas el humillo de la sopa como te viene directamente a la pituitaria y tu, sin poder meterte la cuchara en<br />
la boca…menuda agonía, y así, hasta el día siguiente, que comprábamos un poco de pan, aceitunas y queso en el mercado, y nos íbamos a la pensión de estranquis para podérnoslo comer….menudo show, ya que los dueños de la pensión se lo temían y nos miraban de una manera que ya podéis imaginar.<br />
Pero bueno, por el resto la gente encantadora y la ciudad en su momento tuvo que ser muy bonita. Hoy lo continua siendo pero está muy degradada y abandonada y te encuentras bastante miseria en las calles, sobre todo niños mendigando y esnifando cola.</p>
<p>Pues nada chicos de momento os dejo y ya continuaré cuando esté en Canarias o de aquí a dos días cuando vuelva para ver el tiempo.<br />
Recibid un beso muy fuerte de mi parte y quiero que sepáis que desde la distancia pienso muy a menudo con todos vosotros…y eso está muy bien.<br />
Un beso con alegría y también con una lagrimita.</p>
</div>]]></content:encoded>
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