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	<title>agroecologia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/agroecologia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "agroecologia"</description>
	<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:44:01 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Show de Marco Gottinari em Pelotas]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/24/show-de-marco-gottinari-em-pelotas/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 09:15:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Marco Gottinari Show na Praça Coronel Pedro Osório. Imagem de Fer_tomiello Show de Marco Gottinari p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Marco Gottinari Show na Praça Coronel Pedro Osório. Imagem de Fer_tomiello Show de Marco Gottinari p]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Frutas nativas do cerrado: qualidade nutricional e sabor peculiar]]></title>
<link>http://paoeecologia.wordpress.com/2009/11/14/frutas-nativas-do-cerrado-qualidade-nutricional-e-sabor-peculiar/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 12:25:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Oscar Neto</dc:creator>
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<description><![CDATA[Araticun                                           Mama-cadela                        Pequi O Cerrad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;"><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://api.ning.com/files/-iNQ0jlF-l-0nNpif7VxYJEksSOhmixaOd2upuu2JQsjkgJ*DpzsCn3P-VTWu26D0VZr4cemzictpYHJp7AoTtWsg2nWBtRS/FrutoAraticun.jpg&#38;imgrefurl=http://www.bancodoplaneta.com.br/photo/photo/show%3Fid%3D1741754%253APhoto%253A197510%26context%3Dfeatured&#38;usg=__EAc7xGtSru1LZuyafFG7I6kS0nA=&#38;h=600&#38;w=800&#38;sz=73&#38;hl=pt-BR&#38;start=1&#38;um=1&#38;tbnid=myJVlZaP6fKwyM:&#38;tbnh=107&#38;tbnw=143&#38;prev=/images%3Fq%3Daraticun%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR339BR339%26um%3D1"><img src="http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:myJVlZaP6fKwyM:http://api.ning.com/files/-iNQ0jlF-l-0nNpif7VxYJEksSOhmixaOd2upuu2JQsjkgJ*DpzsCn3P-VTWu26D0VZr4cemzictpYHJp7AoTtWsg2nWBtRS/FrutoAraticun.jpg" alt="" width="143" height="107" /></a><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/imagens/sua-foto/2008/fev/2008-02-29-fruto-xixa.jpg&#38;imgrefurl=http://viajeaqui.abril.com.br/national-geographic/sua-foto/sua-foto-fevereiro-2008-451263.shtml%3Ffoto%3D10p&#38;usg=__pXaSshQQA3SD5ckEH4u84OcrrF8=&#38;h=429&#38;w=610&#38;sz=32&#38;hl=pt-BR&#38;start=39&#38;um=1&#38;tbnid=2lpiZMVKe5EH5M:&#38;tbnh=96&#38;tbnw=136&#38;prev=/images%3Fq%3Dfrutos%2Bdo%2Bcerrado%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR339BR339%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1"></a> <a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.floresdocerrado.fot.br/ms377/foto2549a.jpg&#38;imgrefurl=http://www.floresdocerrado.fot.br/ms377/f2549a.htm&#38;usg=__6GQWesUVuPKCrbTJs_VspVIA-G0=&#38;h=318&#38;w=425&#38;sz=27&#38;hl=pt-BR&#38;start=12&#38;um=1&#38;tbnid=1cTOx25Njbb5-M:&#38;tbnh=94&#38;tbnw=126&#38;prev=/images%3Fq%3Dmamacadela%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR339BR339%26um%3D1"><img src="http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:1cTOx25Njbb5-M:http://www.floresdocerrado.fot.br/ms377/foto2549a.jpg" alt="" width="129" height="105" /></a><a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://stream.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2007/10/20/1340FP3861.image_media_horizontal.jpg&#38;imgrefurl=http://www.agenciabrasil.gov.br/media/imagens/2007/10/20/1340FP3861.jpg/view/media&#38;usg=__BcRivBQe8fLSAyVSlbNqs3xqu54=&#38;h=385&#38;w=566&#38;sz=35&#38;hl=pt-BR&#38;start=25&#38;um=1&#38;tbnid=p-WlAA-vawVnTM:&#38;tbnh=91&#38;tbnw=134&#38;prev=/images%3Fq%3Dfrutos%2Bdo%2Bcerrado%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR339BR339%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1"></a> <a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://central2.to.gov.br/img/%3Fsite%3D14%26l%3D300%26id%3D772&#38;imgrefurl=http://www.seagro.to.gov.br/noticia.php%3Fid%3D1029&#38;usg=__rtYoslZBVzUbu4nEOFvf1bruc7U=&#38;h=225&#38;w=300&#38;sz=10&#38;hl=pt-BR&#38;start=44&#38;um=1&#38;tbnid=SVs3KgN42AykBM:&#38;tbnh=87&#38;tbnw=116&#38;prev=/images%3Fq%3Dfrutos%2Bdo%2Bcerrado%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26rlz%3D1T4ADFA_pt-BRBR339BR339%26sa%3DN%26start%3D40%26um%3D1"><img src="http://t3.gstatic.com/images?q=tbn:SVs3KgN42AykBM:http://central2.to.gov.br/img/%3Fsite%3D14%26l%3D300%26id%3D772" alt="" width="124" height="106" /></a></p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;">Araticun                                           Mama-cadela                        Pequi</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;">O Cerrado destaca-se pela riqueza de sua biodiversidade, que pode ser interpretada pela vasta extensão territorial, pela posição geográfica privilegiada, pela heterogeneidade vegetal, e por ser cortado pelas três maiores bacias hidrográficas da América do Sul. Os frutos das espécies nativas do cerrado oferecem um elevado valor nutricional, além de atrativos sensoriais como, cor, sabor e aroma peculiares e intensos, ainda pouco explorados comercialmente.</p>
<p>Algumas frutas nativas do cerrado, como o araticum, o buriti, a cagaita e o pequi, apresentam teores de vitaminas do complexo B, tais como as vitaminas B 1 , B 2 e PP, equivalentes ou superiores aos encontrados em frutas como o abacate, a banana e a goiaba, tradicionalmente consideradas como boas fontes destas vitaminas. Entretanto, grande parte das frutas nativas em regiões típicas de clima tropical é, especialmente, rica em carotenóides. Os frutos de palmeiras, como o buriti, o tucumã, o dendê, a macaúba e a pupunha são fontes potenciais de carotenóides pró-vitamina A.</p>
<p>Aproximadamente 600 carotenóides são encontrados na natureza, constituindo o maior grupo de corantes naturais, cuja coloração pode variar entre o amarelo claro, o alaranjado e o vermelho. Alguns podem ser convertidos em vitamina A; outros estão associados à redução do risco de câncer e de outras doenças crônico-degenerativas, sem que estes sejam primeiro convertidos em vitamina A. Esta última função tem sido atribuída ao potencial antioxidante dos carotenóides, que são capazes de seqüestrar formas altamente reativas de oxigênio e desativar radicais livres. <!--more--></p>
<p>A Dra. Délia Rodriguez-Amaya, professora e pesquisadora da Unicamp, é reconhecida internacionalmente pela avaliação dos alimentos brasileiros como fontes de carotenóides. Segundo a autora, o buriti (Mauritia Vinifera) constitui uma das principais fontes de pró-vitamina A encontradas na biodiversidade brasileira (6.490 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa). O elevado potencial pró-vitamínico deste fruto é resultado dos altos teores de beta-caroteno, principal fonte pró-vitamina A encontrada no reino vegetal. Estudos realizados pela Dra. Tânia da Silveira Agostini-Costa, pesquisadora da Embrapa, em parceria com Dr. Daniel Barrera-Arellano, professor da Unicamp, reforçam o potencial pró-vitamina A do buriti. Segundo trabalhos desenvolvidos por estes pesquisadores, um grama de óleo de buriti apresentou 1.181 microgramas de beta-caroteno, o que faz deste óleo uma das maiores fontes de pró-vitamina A (18.339 microgramas de retinol equivalente por 100 g de óleo).</p>
<p>O buriti não apresenta um consumo regular em todas as regiões do Brasil; os frutos são consumidos, principalmente na forma de sucos e doces caseiros, pela população local de algumas áreas específicas das regiões Norte e Central.</p>
<p>O Professor José Guilherme Mariath e colaboradores da Universidade Federal da Paraíba e do Instituto de Tecnologia de Pernambuco avaliaram o efeito da suplementação alimentar com o doce de buriti sobre a manifestação clínica da hipovitaminose A em regiões típicas do semi-árido.</p>
<p>Os autores concluíram que a suplementação alimentar de crianças com idade entre 4 e 12 anos com 12g de doce de buriti por dia, durante 20 dias, foi suficiente para recuperar quadros de hipovitaminose A, com evidências clínicas de xeroftalmia, que é um sintoma clínico da deficiência de vitamina A caracterizado pela perda da visão. Embora o valor pró-vitamina A do doce de buriti não tenha sido excessivamente elevado (134 microgramas de retinol equivalente), os excelentes resultados obtidos parecem confirmar a influência positiva da composição lipídica do fruto (29%), que se conservou no doce (6,5%), favorecendo um aumento da biodisponibilidade, ou seja, um melhor aproveitamento dos carotenóides pró-vitamina A pelo organismo.</p>
<p>Além das palmeiras, outras frutas nativas do cerrado brasileiro, de consumo regional bastante difundido, como o araticum e o pequi, também, são importantes fontes de carotenóides. Frutos de araticum ou marolo (Annona crassiflora Mart.) procedentes de populações nativas do sul de Minas Gerais apresentaram teores de pró-vitamina A que variaram entre 70 e 105 retinol equivalente por 100g de polpa. A geléia caseira de araticum, processada termicamente, conservou melhor os teores de carotenóides, de vitamina C e o potencial pró-vitamina A do que o licor caseiro que foi obtido por infusão alcoólica a frio. Vitaminas e antioxidantes são altamente instáveis e susceptíveis a degradações durante o processamento pós-colheita. A natureza do produto e as condições de processamento e estocagem podem afetá-los, comprometendo a aparência, o aroma e o valor nutritivo do alimento.</p>
<p>Os valores pró-vitamina A determinados no pequi (Caryocar brasiliensis) procedentes dos estados do Piauí e do Mato Grosso do Sul, respectivamente, variam entre 54 e 494 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa. A Dra. Maria Isabel Ramos e os seus colaboradores da Universidade Federal do Mato Grosso do Sul avaliaram o efeito do cozimento convencional do pequi sobre o teor de carotenóides pró-vitamínicos. A polpa fatiada de pequi foi cozida com arroz, de acordo com culinária regional. Embora o cozimento tenha comprometido 25% do valor pró-vitamínico do fruto, ainda conservou 375 microgramas de retinol equivalente por 100g de polpa cozida, contribuindo significativamente para o enriquecimento da dieta.</p>
<p>O Ministério da Saúde do Brasil tem estimulado a implementação de programas de educação alimentar para incentivar o consumo de alimentos ricos em vitamina A e em outros nutrientes. Muitos destes alimentos, como as frutas nativas, apresentam custo acessível, mesmo para as populações mais carentes. O uso sustentado destas fruteiras nativas pode ser uma excelente opção para melhorar a saúde da população brasileira e para agregar valor aos recursos naturais disponíveis no cerrado, melhorando a renda das pequenas comunidades rurais e favorecendo a preservação das espécies nativas.</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;"><strong>Referências Bibliográficas</strong></p>
<p><strong></strong>ALMEIDA, S. P. &#38; AGOSTINI-COSTA, T. S. Frutas Nativas do cerrado: caracterização físico-química e fonte potencial de nutrientes. In: Cerrado: ambiente e flora . Brasília: Embrapa Cerrados, Segunda edição revisada e ampliada (no prelo).</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;">MARIATH, J. G. R.; LIMA, M. C. C.; SANTOS, L. M. P. Vitamin A activity of buriti ( Mauritia vinifera Mart ) and its effectiveness in the treatment and prevention of xerophthalmia. American Journal of Clinical Nutrition , v. 49, n. 5, p. 849-853, 1989.</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;">RAMOS, M. I. L.; UMAKI, M. C. S.; HIANE, P. A.; RAMOS-FILHO, M.M. Efeito do cozimento convencional sobre os carotenóides pró-vitamínicos A da polpa do pequi ( Caryocar brasiliense Camb ). Boletim CEPPA , v. 19, n.1, p.23-32, 2001.</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;">RODRIGUEZ-AMAYA, D. B. Assessment of the provitamin A contents of foods – the Brazilian experience. Journal of Food Composition and Analysis , v. 9, p.196-230, 1996.</p>
<p class="\&#34;MsoNormal\&#34;" style="text-align:justify;"><strong>Por:</strong> Tânia Agostini-Costa e Roberto Fontes Vieira &#8211; pesquisadora na Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alunos realizam estudos em propriedades rurais da zona sul]]></title>
<link>http://tiojuca.wordpress.com/2009/11/11/alunos-realizam-estudos/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 23:21:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>monavon</dc:creator>
<guid>http://tiojuca.wordpress.com/2009/11/11/alunos-realizam-estudos/</guid>
<description><![CDATA[Munidos de máquina fotográfica, caderno e caneta na mão, os 30 estudantes da 5ª série do Colégio Bom]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Munidos de máquina fotográfica, caderno e caneta na mão, os 30 estudantes da 5ª série do Colégio Bom]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Foro Estrategias de la Sociedad Civil para el Ejercicio al Derecho a la Alimentación: San Cristóbal de la Casas, Chiapas, Mexico, 25 y 26 de noviembre, 2009]]></title>
<link>http://mediacompost.wordpress.com/2009/11/08/foro-estrategias-de-la-sociedad-civil-para-el-ejercicio-al-derecho-a-la-alimentacion-san-cristobal-de-la-casas-chiapas-mexico-25-y-26-de-noviembre-2009/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 05:13:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Robin Reichhardt</dc:creator>
<guid>http://mediacompost.wordpress.com/2009/11/08/foro-estrategias-de-la-sociedad-civil-para-el-ejercicio-al-derecho-a-la-alimentacion-san-cristobal-de-la-casas-chiapas-mexico-25-y-26-de-noviembre-2009/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.sinmaiznohaypais.org"><img class="alignnone" src="http://www.sinmaiznohaypais.org/DOCCAM2009/Cartel%20Foro%20Derecho%20a%20la%20Alimentacion2.jpg" alt="" width="536" height="882" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Creant Xarxa, 7 de novembre]]></title>
<link>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/11/06/creant-xarxa-7-de-novembre/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:30:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>agrohoritzontal</dc:creator>
<guid>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/11/06/creant-xarxa-7-de-novembre/</guid>
<description><![CDATA[7 de novembre II Trobada d&#8217;alternatives de consum ecològic organitzat IES Na Camel·la La prime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>7 de novembre</h2>
<h3>II Trobada d&#8217;alternatives de consum ecològic organitzat</h3>
<p>IES Na Camel·la</p>
<p><img class="aligncenter" title="Grup parlant" src="http://www.edupics.com/talking-in-group-t14951.jpg" alt="" width="500" height="347" /></p>
<p>La primera va ser l&#8217;any passat, a les cases de Son Llaüt, dia 8 de novembre. Tal vegada la coneixes.</p>
<p>En aquesta ocasió és una trobada no tant lúdica, la nostra principal motivació és <strong>posar en marxa els cinc grups de treball proposats l&#8217;any passat i seguir teixint la xarxa</strong>.</p>
<p>Si t&#8217;interessa, <strong>vine a Na Camel·la el dissabte 7 de novembre a les 9.00 del dematí</strong>, que serà quan començarà tot.</p>
<p style="padding-left:30px;">&#62;<a href="http://agrohoritzontal.wordpress.com/files/2009/11/creantxarxa09.pdf">Descarrega&#8217;t aquest document</a> per seguir llegint.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CURSO AGROECOLOGIA E HORTAS URBANAS]]></title>
<link>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/05/curso-agroecologia-e-hortas-urbanas/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 15:28:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ONG Cea</dc:creator>
<guid>http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/2009/11/05/curso-agroecologia-e-hortas-urbanas/</guid>
<description><![CDATA[O Sítio Talismã e a Cooperativa Teia Ecológica promovem, nos dias 28/11 a 12/12 de 2009 mais um CURS]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Sítio Talismã e a Cooperativa Teia Ecológica promovem, nos dias 28/11 a 12/12 de 2009 mais um CURS]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[teste]]></title>
<link>http://dialogacoes.wordpress.com/2009/11/03/teste/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:26:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>organismo</dc:creator>
<guid>http://dialogacoes.wordpress.com/2009/11/03/teste/</guid>
<description><![CDATA[agroecologia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>agroecologia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Permaculturando a UFMT !]]></title>
<link>http://coletivocerrado.wordpress.com/2009/10/29/permaculturando-a-ufmt/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:29:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivocerrado</dc:creator>
<guid>http://coletivocerrado.wordpress.com/2009/10/29/permaculturando-a-ufmt/</guid>
<description><![CDATA[Saudações agroecológicas! Aconteceu na última quarta-feira (28/10/2009) uma palestra de introdução à]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Saudações agroecológicas!</p>
<p>Aconteceu na última quarta-feira (28/10/2009) uma palestra de introdução à permacultura e técnicas de bioconstrução com a arquiteta e urbanista Tatiana Bernardon, do grupo Sementes. A palestra aconteceu na área de lazer do Instituto de Biociências, e contou com a presença de aproximadamente 20 pessoas.</p>
<p>Os arquivos passados pela Tatiana se encontram nos links abaixo</p>
<p><a href="http://coletivocerrado.wordpress.com/files/2009/10/introducao-a-permacultura.ppt">Introdução à Permacultura</a></p>
<p><a href="http://coletivocerrado.wordpress.com/files/2009/10/fundamentos_pc_brasil_ebook.pdf">fundamentos_pc_brasil_ebook</a></p>
<p><a href="http://coletivocerrado.wordpress.com/files/2009/10/conceitos_basicos_permacultura1.pdf">conceitos_basicos_permacultura</a></p>
<p><a href="http://coletivocerrado.wordpress.com/files/2009/10/25-principios-da-biologia-da-construcao2.doc">25 Princípios da Biologia da Construção</a></p>
<p>Fica ainda o convite para as reuniões e atividades do COCERRA:</p>
<p>sextas 12:30 no corredor do tereré (corredor da cantina da FAMEV)</p>
<p>sábados 14:00 na sala de estudos da agronomia (sala azul &#8211; FAMEV)</p>
<p>Até !</p>
<p><em>Lucianna Oliviera</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://coletivocerrado.wordpress.com/2009/10/29/15/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 14:01:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>coletivocerrado</dc:creator>
<guid>http://coletivocerrado.wordpress.com/2009/10/29/15/</guid>
<description><![CDATA[Princípios da Biologia da Construção]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Princípios da Biologia da Construção</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bonito sedia Seminário de Tecnologias Sociais]]></title>
<link>http://balneariomunicipaldebonito.wordpress.com/2009/10/28/bonito-sedia-seminario-de-tecnologias-sociais/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 15:40:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferellen</dc:creator>
<guid>http://balneariomunicipaldebonito.wordpress.com/2009/10/28/bonito-sedia-seminario-de-tecnologias-sociais/</guid>
<description><![CDATA[Maiores informações no Portal Bonito Brazil! Por Carla Layane]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-144" title="Seminario de Tecnologias sociais" src="http://balneariomunicipaldebonito.wordpress.com/files/2009/10/seminario-de-tecnologias-sociais.jpg" alt="Seminario de Tecnologias sociais" width="500" height="779" /></p>
<p>Maiores informações no <strong><a href="http://www.bonitobrazil.com.br/NOTICIA-PANTANAL-1025-BONITO+RECEBE+SEMINARIO+PARA+PRODUTORES+RURAIS+NO+DIA+09+DE+NOVEMBRO.htm" target="_blank">Portal Bonito Brazil</a></strong>!</p>
<p>Por Carla Layane</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seminário de Tecnologias Sociais em Bonito]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/2009/10/28/seminario-de-tecnologias-sociais-em-bonito/</link>
<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 15:34:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferellen</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.wordpress.com/2009/10/28/seminario-de-tecnologias-sociais-em-bonito/</guid>
<description><![CDATA[No dia 09 de novembro o Projeto de Apoio a Produção Sustentável do Território da Cidadania, realiza ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-3258" title="Seminario em Bonito" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2009/10/seminario-em-bonito.jpg" alt="Seminario em Bonito" width="500" height="492" /></p>
<p style="text-align:justify;">No dia 09 de novembro o <strong>Projeto de Apoio a Produção Sustentável do Território da Cidadania</strong>, realiza em <strong>Bonito</strong> (MS) o <strong>Seminário de Tecnologias Sociais</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O objetivo do evento é levar informações para os produtores que participam do Projeto, auxiliando-os no desenvolvimento sustentável dos seus negócios rurais e fortalecer a produção.</p>
<p style="text-align:justify;">Podem participar os integrantes do projeto e, também, gestores públicos e privados que tenham interesse na implementação de projetos, principalmente voltados para as tecnologias socias.</p>
<p><strong>A entrada é franca.</strong> Maiores informações: 0800 570 0800</p>
<p><strong>Confira a programação</strong>:</p>
<p><strong>07h30 -08h30: Café da Manhã</strong><br />
Recepção e credenciamento dos participantes</p>
<p><strong>08h30: Abertura<br />
</strong><br />
<strong>9h -11h: Painel I &#8211; Mesa Redonda Tecnologia Social e Sustentabilidade Local<br />
</strong>Moderadora: Larissa Barros (Rede de Tecnologias Sociais)</p>
<p><strong>Palestrantes:<br />
</strong>Antônio Bbaosa (ASA &#8211; Articulação no Semi-árido Brasileiro)<br />
Fernando da Nóbrega (Fundação Banco do Brasil)<br />
Jair Pelegrin (Instituto Maytenus)<br />
Marcelo Leite Gastal ( Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento &#8211; DPD/ Embrapa Brasília)</p>
<p><strong>11h &#8211; 11h30: Casos de Sucesso<br />
</strong>Cooperagrepa &#8211; Ricardo Santiago (Gerente de Agronegócios SEBRAE/MT)</p>
<p><strong>11h30 &#8211; 12h30: Painel II &#8211; Instrumentos Públicos como Desenvolvimento Econômico de pequenos negócios locais<br />
</strong><br />
MDA &#8211; Merenda Escolar (Lei nº 11.947/09 Programa Nacional de Alimentação EScolar &#8211; PNAE)</p>
<p><strong>14h &#8211; 18h: Oficinas de agroecologia, captação de recursos e tecnologias sociais<br />
</strong><br />
<strong>14h &#8211; 16h: Oficina I<br />
</strong>Agroecologia &#8211; Ministrante: Jair Pelegrin</p>
<p><strong>14h &#8211; 16h: Oficina II<br />
</strong>Atividade Consorciada Integração Fruticultura e Apicultura<br />
Ministrante: Gustavo Nadeus Bijos (Sebrae/MS)</p>
<p><strong>14h &#8211; 16h: Oficina III<br />
</strong>Tecnologia de Captação de água<br />
Ministrante: Antônio Babosa (ASA)</p>
<p><strong>16h &#8211; 18h: Oficina IV<br />
</strong>Práticas sustentáveis de hortifruti<br />
Ministrante: Antonio Minari ( Funar/MS)</p>
<p><strong>16h &#8211; 18h: Oficina V<br />
</strong>Organização de grupos e fortalecimento de associações<br />
Ministrante: Ricardo Santiago (Sebrae/MT)</p>
<p><strong>16h &#8211; 18h:Oficina VI<br />
</strong>Captação de Recursos<br />
Ministrante: Eliel Freitas (Funar/MS)</p>
<p>Por Carla Layane</p>
<p><em>Com informações Sebrae Bonito</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Emater-RS conhece produção de morangos orgânicos no Lami]]></title>
<link>http://tiojuca.wordpress.com/2009/10/26/produtores-e-tecnicos-da-emater-conhecem-producao-de-morangos-organicos/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 23:20:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>monavon</dc:creator>
<guid>http://tiojuca.wordpress.com/2009/10/26/produtores-e-tecnicos-da-emater-conhecem-producao-de-morangos-organicos/</guid>
<description><![CDATA[Moranguinhos consorciados com cebola Agrônomos da Emater e produtores da região metropolitana de Por]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Moranguinhos consorciados com cebola Agrônomos da Emater e produtores da região metropolitana de Por]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[350 senalles en 25 minuts? 24 d'octubre, dia per l'acció climàtica.]]></title>
<link>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/10/26/350-senalles-en-25-minuts-24-doctubre-dia-per-laccio-climatica/</link>
<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 09:37:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>agrohoritzontal</dc:creator>
<guid>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/10/26/350-senalles-en-25-minuts-24-doctubre-dia-per-laccio-climatica/</guid>
<description><![CDATA[350 són les particules de diòxid de carboni que hi hauria d&#8217;haver dins cada miler de particule]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3>350 són les particules de diòxid de carboni que hi hauria d&#8217;haver dins cada miler de particules a l&#8217;atmosfera. Si així fos, la pròpia Terra podria regular el seu clima com ho ha fet en els darrers milènis.</h3>
<p>Aquesta és la premisa que sustentava el <a href="http://www.350.org/es/palma350senalles"><strong>dia per a l&#8217;acció climàtica</strong></a> del passat dissabte 24 d&#8217;octubre. Amb aquesta excusa (bon argument per altra banda) s&#8217;organitzaren arreu del planeta un seguit d&#8217;accions que visibilitzasin aquesta necessària sensibilitat.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/9EqizUH93uk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/9EqizUH93uk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>A Ciutat <strong>es repartiren 350 senalles de fruita i hortalisa ecològica i de producció local</strong>. El consum local incideix directament en la despesa que genera el combustible que exigeix la importació dels aliments des d&#8217;altres països. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Consumint productes locals, contribuim a minvar l&#8217;emisió de particules de CO2 a l&#8217;atmosfera.</strong></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-Q8hdr046T0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-Q8hdr046T0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><span style="text-decoration:underline;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p>A les 50 senalles dels diferents grups de consum se n&#8217;hi sumaren altres tres-centes que agrupaven alguns dels excedents de temporada i es distribuiren a 5 euros entre les persones que s&#8217;atensaren a la plaça d&#8217;Espanya.</p>
<blockquote><p>Un meló, mig quilo de patates, 700 grs de carabassa, una cabeça d&#8217;alls, una grapada d&#8217;ametlles, una bona ceba, dos porros i un manat de romaní i herbasana en una bossa de tela, reutilitzable.</p></blockquote>
<p>En menys de mitja hora, l&#8217;enorme coa que s&#8217;havia format a la plaça exhaurí les bosses! Hi va haver moltes persones que ja no hi foren a temps, però segur que el mercat de s&#8217;Olivar se n&#8217;adonà una mica.</p>
<p>L&#8217;acció 350 de Ciutat la varen impulsar els grups de consum ecològic organitzat de Ciutat, la cooperativa Això és Vida! i ALCAIB (Associació de Llicenciats en Ciències Ambientals de les Illes Balears).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Huertas urbanas en Rosario | Actualización]]></title>
<link>http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/24/huertas-urbanas-en-rosario-actualizacion/</link>
<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:27:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>neogeminis</dc:creator>
<guid>http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/24/huertas-urbanas-en-rosario-actualizacion/</guid>
<description><![CDATA[Sabido es que en tiempos de crisis, la practicidad es una característica imprescindible en cuanto a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sabido es que en tiempos de crisis, la practicidad es una característica imprescindible en cuanto a las propuestas con las que se intenta responder a los problemas básicos que presentan las poblaciones en riesgo.</p>
<p>De nada vale teorizar en decenas de congresos, elaborar complejísimos planes estratégicos poniendo todas las expectativas en lograr créditos internacionales que demoran en llegar y luego de mucho, se esfuman entre la trama burocrática de los distintos organismos que intervienen en la compleja acción.</p>
<p>Muchas veces se olvida que las soluciones más simples, instrumentadas a partir de los recursos propios e inmediatos son las más efectivas.</p>
<p>Como ya nos hemos referido en un <a title="AGENDA DE IDEAS &#124; 06.05.2008 &#124; Huertas comunitarias en Rosario &#124; Argentina" href="http://republicavirtual.wordpress.com/2008/05/06/huertas-comunitarias-en-rosario-argentina/" target="_blank">post anterior</a> (que sigue generando gran interés entre quienes aún lo continúan leyendo y comentando) el <strong>Plan de Huertas</strong> orgánicas urbanas en la ciudad de Rosario surge como una alternativa de emergencia que el Municipio instrumentó para dar soluciones concretas a los sectores más desposeídos durante la crisis económica argentina del 2001.</p>
<p>A más de ocho años de aquellas circunstancias, las Huertas urbanas de Rosario no sólo lograron responder con creces los requerimientos iniciales sino que actualmente se constituyen en fuente de ingresos fijos para unas 300 familias que cultivan en forma artesanal verduras y flores, con las cuales, además, se elaboran conservas, licores, dulces y productos de cosmética.</p>
<h1 style="text-align:justify;margin:2.25pt 0 3.75pt;"><span style="font-size:12pt;font-family:Georgia;font-weight:normal;"><a href="http://www.ipes.org/" target="_blank"><img title="IPES &#124; Promoción del Desarrollo Sotenible" src="http://www.inta.gov.ar/fotos/extension/prohuerta/14ph600.jpg" alt="Huertas urbanas" width="600" height="431" /></a></span></h1>
<p>En toda la ciudad, las huertas orgánicas ya suman unas 20 hectáreas y van por más: Antes de fin de año se habilitará el parque productivo del <em>Bosque de los Constituyentes </em>y para el 2010 se sumarán predios en barrio <em>Las Flores</em>, el acceso de la ruta 34 y un sector del corredor del ex ferrocarril <em>Belgrano</em>.</p>
<p>Con estos proyectos, los emprendedores del Programa de Agricultura Urbana del municipio están celebrando <a title="Centro de Recursos para América Latina y el Caribe en Agricultura Urbana y Seguridad Alimentaria" href="http://www.ipes.org/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=267&#38;Itemid=159" target="_blank">la quinta Semana de la Agricultura Urbana</a>. Un evento que reúne charlas, talleres, exposiciones y visitas guiadas a distintos espacios productivos. Actividades destinadas tanto a productores como a consumidores de alimentos agroecológicos.</p>
<p>Lo que en un momento surge como alternativa paliativa ante una crisis, hoy se interpreta como espacios públicos productivos, principal fuente de ingresos para muchos hogares rosarinos.</p>
<p>De la producción de verduras, hortalizas y plantas aromáticas viven actualmente unas 150 familias, para otras 150 representa un segundo ingreso y otro centenar se está capacitando para entrar en la actividad. Hay tres parques-huerta en funcionamiento (en los barrios <em>Tablada</em> y <em>Molino Blanco</em> y el <em>Hogar Español</em>) y otros predios productivos que, en total, suman unas 20 hectáreas donde se producen hortalizas, verduras y plantas medicinales libres de agroquímicos.</p>
<p>Además, están en marcha dos plantas para ampliar la elaboración de alimentos (licores, conservas y dulces) y productos cosméticos que se comercializan en cinco ferias que funcionan en distintas plazas y espacios públicos.</p>
<p>Para el año próximo se piensa habilitar un nuevo parque-huerta (<em>Las Flores</em>, ubicado en <em>San Martín</em> al 7500) y ampliar otro existente en barrio <em>Tablada</em>.</p>
<p>Pero los planes de expansión no terminan allí, ya que recientemente se firmó un convenio con la firma de ferrocarriles <em>Belgrano Cargas</em> para utilizar un amplio predio, hoy en desuso.</p>
<p>En ese lugar de la zona noroeste, las huertas urbanas les permitirán a más familias rosarinas salir adelante a pesar de la crisis económica.</p>
<h2 style="text-align:justify;margin:2.25pt 0 3.75pt;"><em>Nota</em></h2>
<p><em>La Semana de la Agricultura Urbana está organizada por el Programa de Agricultura Urbana municipal, los ministerios de Producción y Desarrollo Social de la provincia, Inta, Desarrollo Social de la Nación, Centro de Estudios de Producciones Agroecológicas (CEPAR), la Red de Huerteras y Huerteros de Rosario, Instituto Cooperazione Economica Internazionale (ICEI) y la Fundación Pasos.</em></p>
<p><strong><a title="Votar Anotación en Bitacoras.com" href="http://bitacoras.com/anotaciones/http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/24/huertas-urbanas-en-rosario-actualizacion/"><strong><img style="vertical-align:middle;border:0;" title="Votar esta anotación en Bitacoras.com" src="http://static2.bitacoras.com/images/agregador/bitacorascom16x16.gif" alt="votar" /></strong></a> <a title="NEOGÉMINIS &#124; El extraño mundo de Neo" href="http://neogeminis.blogspot.com" target="_blank">Ciudadana Mónica</a></strong><a href="http://www.addtoany.com/share_save?linkname=Huertas urbanas en Rosario &#124; Actualización&#38;linkurl=http://republicavirtual.wordpress.com/2009/10/24/huertas-urbanas-en-rosario-actualizacion/"><img class="alignright" src="http://static.addtoany.com/buttons/share_save_171_16.png" border="0" alt="Share/Bookmark" width="171" height="16" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hortas comunitárias geram trabalho e renda de modo cooperativo e solidário]]></title>
<link>http://socialiris.wordpress.com/2009/10/23/hortas-comunitarias-geram-trabalho-e-renda-de-modo-cooperativo-e-solidario/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 14:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Instituto Social Íris</dc:creator>
<guid>http://socialiris.wordpress.com/2009/10/23/hortas-comunitarias-geram-trabalho-e-renda-de-modo-cooperativo-e-solidario/</guid>
<description><![CDATA[Por Vivian Lobato - Envolverde/Aprendiz Experiência incentiva a prática da agricultura urbana e peri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Vivian Lobato - Envolverde/Aprendiz Experiência incentiva a prática da agricultura urbana e peri]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[24 d'octubre, 350 senalles a la plaça!]]></title>
<link>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/10/16/24-doctubre-350-senalles-a-la-placa/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:53:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>agrohoritzontal</dc:creator>
<guid>http://agrohoritzontal.wordpress.com/2009/10/16/24-doctubre-350-senalles-a-la-placa/</guid>
<description><![CDATA[24 octubre, 2009/ Dia d&#8217;acció climàtica a les 12:00 a plaça d&#8217;Espanya. 350.org Campanya ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>24 octubre, 2009/ Dia d&#8217;acció climàtica a les 12:00 a plaça d&#8217;Espanya.</h2>
<p><a title="Home" rel="home" href="http://www.350.org/"><img src="http://www.350.org/sites/all/files/denali_logo.png" alt="Home" /></a></p>
<p><a href="http://www.350.org/">350.org</a> Campanya mundial per reduir a 350 parts per milió el CO2 de l&#8217;atmòsfera</p>
<p><strong><span style="color:#339966;">Vine a recollir la teva CAIXA de verdura ecològica = 5€</span></strong></p>
<p><strong>Organitza:</strong> Això és vida, Xarxa de consum, ALCAIB</p>
<p>Gràcies per la teva col·laboració.</p>
<p><a href="http://www.350.org/map">Mira&#8217;t el mapa si vols conèixer què més passarà aquest dia!</a></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;">http://www.350.org/map</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campaña Global por la Soberania Alimentaria]]></title>
<link>http://sudakatopo.wordpress.com/2009/10/16/campana-global-por-la-soberania-alimentaria/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 07:59:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sudaka Topo</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Movimiento Nacional Campesino Indígena Vía Campesina convoca por la Soberanía Alimentaria (AW) Du]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Movimiento Nacional Campesino Indígena Vía Campesina convoca por la Soberanía Alimentaria (AW) Du]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Contrafestejo]]></title>
<link>http://sudakatopo.wordpress.com/2009/10/10/contrafestejo/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 20:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sudaka Topo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Repudio de Pueblos Indígenas ante el 12 de Octubre (AW) Hace más de 500 años con las carabelas de  C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Repudio de Pueblos Indígenas ante el 12 de Octubre (AW) Hace más de 500 años con las carabelas de  C]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ Som Lo Que Sembrem]]></title>
<link>http://sudakatopo.wordpress.com/2009/10/10/som-lo-que-sembrem/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 18:43:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sudaka Topo</dc:creator>
<guid>http://sudakatopo.wordpress.com/2009/10/10/som-lo-que-sembrem/</guid>
<description><![CDATA[Benvolgudes i benvolguts, *Som Lo Que Sembrem *convoquem una roda de premsa per denunciar els inform]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Benvolgudes i benvolguts, *Som Lo Que Sembrem *convoquem una roda de premsa per denunciar els inform]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programa de agricultura sustentável pode virar política nacional]]></title>
<link>http://socialiris.wordpress.com/2009/10/08/programa-de-agricultura-sustentavel-pode-virar-politica-nacional/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 20:25:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Instituto Social Íris</dc:creator>
<guid>http://socialiris.wordpress.com/2009/10/08/programa-de-agricultura-sustentavel-pode-virar-politica-nacional/</guid>
<description><![CDATA[Por Vanessa Brito, da Agência Sebrae de Notícias  A Tecnologia Social de Produção Agroecológica Inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Vanessa Brito, da Agência Sebrae de Notícias  A Tecnologia Social de Produção Agroecológica Inte]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fazenda Cabeceira do Prata investe em Gir Leiteiro]]></title>
<link>http://bonitopantanal.wordpress.com/2009/10/07/fazenda-cabeceira-do-prata-investe-em-gir-leiteiro/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:56:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>ferellen</dc:creator>
<guid>http://bonitopantanal.wordpress.com/2009/10/07/fazenda-cabeceira-do-prata-investe-em-gir-leiteiro/</guid>
<description><![CDATA[Diamante TE de Brasília A Fazenda Cabeceira do Prata, visando ampliar a produção de leite para fabri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_3078" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-full wp-image-3078" title="diamante" src="http://bonitopantanal.wordpress.com/files/2009/10/diamante.jpg" alt="Diamante TE de Brasília" width="300" height="229" /><p class="wp-caption-text">Diamante TE de Brasília</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">A Fazenda Cabeceira do Prata, visando ampliar a produção de leite para fabricação artesanal de doces oferecidos aos turistas, está introduzindo melhoria genética em todo o seu rebanho.</p>
<p style="text-align:justify;">Em 2007, foi realizada inseminação nos gados da raça Gir Leiteiro, utilizando-se o reprodutor Nobre,  <strong>sêmen</strong> não sexado.</p>
<p style="text-align:justify;">Já em 2008, a preferência foi pelo sêmen sexado do touro <strong>Gir Leiteiro Diamante de Brasília</strong>, sêmen de altíssima qualidade genética. Touro em Teste de Progênie.</p>
<p style="text-align:justify;">As matrizes da <strong>Fazenda Cabeceira do Prata</strong> não possuem raça definida, mas a base genética advém do cruzamento de pardo suiço simental, pitangueira e nelore.</p>
<p style="text-align:justify;">Os <strong>bezerros</strong> que estão nascendo têm atraído a atenção dos turistas que visitam a Fazenda devido a sua beleza.</p>
<p style="text-align:justify;">Alguns bezerros, advindos da inseminação com o Nobre, estão sendo amansados para que o turistas possam ter contato e até montar os animais, tirando ótimas fotografias.</p>
<p style="text-align:justify;">Para saber mais informações a respeito do gado Gir Leiteiro, acesse o blog  <strong><a href="http://girleiteiro.wordpress.com/">girleiteiro</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Por Bárbara Ferragini<br />
Foto: Fazenda Brasília</p>
<div id="_mcePaste" style="position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;text-align:justify;">Por Bárbara Ferragini</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recuperación del Valle del Turbio]]></title>
<link>http://agroislenablog.wordpress.com/2009/10/05/recuperacion-del-valle-del-turbio/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 12:49:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aníbal J Melo.</dc:creator>
<guid>http://agroislenablog.wordpress.com/2009/10/05/recuperacion-del-valle-del-turbio/</guid>
<description><![CDATA[Imagen: Tabarato.com La recuperación de tierras que adelanta el Gobierno Nacional en los predios del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Imagen: Tabarato.com La recuperación de tierras que adelanta el Gobierno Nacional en los predios del]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tecnologia Social do País é Destaque na UNB]]></title>
<link>http://socialiris.wordpress.com/2009/09/29/tecnologia-social-do-pais-e-destaque-na-unb/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:27:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Instituto Social Íris</dc:creator>
<guid>http://socialiris.wordpress.com/2009/09/29/tecnologia-social-do-pais-e-destaque-na-unb/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: Fundação Banco do Brasil - Por: Isabela Vargas   A tecnologia social das Unidades Familiares ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Fonte: Fundação Banco do Brasil - Por: Isabela Vargas   A tecnologia social das Unidades Familiares ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transg&ecirc;nicos, a febre pela manipula&ccedil;&atilde;o da vida]]></title>
<link>http://gaianet.wordpress.com/2009/09/22/transgnicos-a-febre-pela-manipulao-da-vida/</link>
<pubDate>Tue, 22 Sep 2009 21:18:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>gaianet</dc:creator>
<guid>http://gaianet.wordpress.com/2009/09/22/transgnicos-a-febre-pela-manipulao-da-vida/</guid>
<description><![CDATA[GaiaNet 41 Boletim de GaiaFloripa – Núcleo Florianópolis de GAIA GAIA – Grupo de Ação e Informação A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#808000;">GaiaNet 41</span></strong></p>
<p><img style="margin:0 15px 0 0;" src="http://i494.photobucket.com/albums/rr309/jjjfern/gaianet_logo.jpg" alt="" align="left" /><span style="color:#808000;"><strong>Boletim de GaiaFloripa – Núcleo Florianópolis de GAIA<br />
GAIA – Grupo de Ação e Informação Ambiental<br />
Florianópolis; ano III;  22 de setembro de 2009; E</strong></span><span style="color:#808000;"><strong>dição 41</strong><br />
<strong>Editor – Rui Iwersen</strong></span></p>
<p><strong><span style="color:#808000;"> </span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#808000;">GaiaNet 41</span></strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#808000;">Informação Ecológica 15</span></strong></p>
<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#808000;"><strong>TRANSGÊNICOS, A FEBRE PELA MANIPULAÇÃO DA VIDA.</strong></span></h3>
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<p align="justify"><strong><span style="color:#808000;">Editorial</span></strong></p>
<p align="justify"><strong> </strong>Nos anos 1950, preocupados com a escassez de alimentos para a crescente população do Planeta no &#8220;após-guerra&#8221;, intensificaram-se os estudos para aumentar a produtividade das plantações dos alimentos de uso humano e para aperfeiçoar o combate às &#8220;pragas&#8221; e às &#8220;ervas daninhas&#8221;. Iniciava-se a Revolução Verde, caracterizada basicamente pelo uso intensivo de fertilizantes, herbicidas e pesticidas. Nos anos 1990 iniciou-se outra revolução agrícola com o surgimento da soja transgênica e, depois, com a produção de outros alimentos geneticamente modificados. O continente europeu resiste até hoje a esta tendência e dá preferência à agricultura tradicional e à agricultura orgânica. Mas, na América do Norte, especialmente nos EUA, e na América do Sul, especialmente na Argentina e no Brasil, iniciou-se uma “febre pela manipulação da vida”, como demonstra Janine Mara Alves, colaboradora de GaiaNet, em seu artigo sobre os alimentos transgênicos. Esta prática, que está se tornando comum e, praticamente, despercebida, apresenta riscos para o solo, para os microorganismos do solo, para os insetos, para os pássaros, para as águas e para o meio ambiente em geral. Como consequência natural, os transgênicos representam, portanto, possíveis riscos para a saúde e para a vida humana.</p>
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<p align="justify">Ainda não sei se infelizmente, se felizmente ou se os dois, mas, como veremos a partir de hoje na seção “Mais Informações e Reflexões Sobre Alimentos e Outros Transgênicos” desta página, a vingança, ou melhor, a revanche de Gaia contra os transgênicos já começou!</p>
<p align="justify"><strong><span style="color:#808000;">Rui Iwersen, editor.</span></strong></p>
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<h3 style="text-align:center;"><span style="color:#808000;"><strong>Transgênicos, a</strong> <strong>febre pela manipulação da vida.</strong></span></h3>
<p align="justify"><strong><span style="color:#808000;"> </span></strong></p>
<p align="justify"><strong><span style="color:#808000;">Janine Mara Alves</span></strong></p>
<p align="justify">Segundo a<strong> </strong>Organização das Nações Unidas para a Alimentação (FAO),<strong> </strong>a fome atinge atualmente 923 milhões de pessoas no mundo, o que significa 71 milhões a mais do que em 2005, apesar do grande aumento na produção de alimentos. No Brasil, basta visitar o site do Ministério da Agricultura (<a href="http://www.agricultura.gov.br/">www.agricultura.gov.br/</a>) para constatar um aumento crescente na produção de cereais, leguminosas e frutas.</p>
<p align="justify">Desde 1974, na Conferência Mundial de Alimentação, sabe<strong>-</strong>se que a garantia da segurança alimentar teria que passar por uma política de armazenamento estratégico e de oferta de alimentos, associada à proposta de aumento da produção de alimentos. Ou seja, não é suficiente produzir alimentos, mas também garantir a regularidade do abastecimento. A produção se concentra em determinadas regiões, havendo excessos de consumo e desperdícios. Tudo isso nos remete à reflexão: se mesmo com o aumento da produção de alimentos no mundo não há alimentação adequada a todos, qual o objetivo da criação organismos transgênicos e quem se beneficia?</p>
<p align="justify">No início da década de 1990, a introdução no meio agrícola de uma nova tecnologia que “poderia” resolver a crise alimentar no mundo e limpar o meio ambiente fez com que pesquisadores, governantes, produtores, e, principalmente as empresas detentoras de patentes de sementes, ficassem fascinados pela idéia de trocar genes entre espécies, criando organismos projetados que poderiam reduzir resíduos da industrialização, transformar as lavouras em fábricas para produzir desde drogas salvadoras de vidas a plantas resistentes a insetos.</p>
<p align="justify"><strong>O que são Organismos Geneticamente Modificados?</strong></p>
<p align="justify">Mendel tornou-se o pai da genética realizando experimentos de hibridação e publicou seus trabalhos de campo com ervilhas na segunda metade do século XIX. Sua teoria principal era a de que a característica de cada planta devia-se a elementos hereditários (atualmente conhecidos como genes). Ele analisava seus trabalhos quantitativa e estatisticamente. Hoje ele ficaria mais que seduzido com os avanços biotecnológicos que surgiram após suas teorias. Mendel reagiria com certo espanto ao descobrir que os lucros com os experimentos genéticos atuais estão muito além do que sua vida monástica necessitava. Um gene é o elemento de transmissão dos caracteres dos pais para os filhos. Todos os organismos vivos, animais ou vegetais, são formados por células e, no interior de cada célula encontra-se o genoma mitocondrial, constituído de uma fita dupla de DNA que guarda o código de todas as características do organismo como: cor, tamanho, resistência a doenças, temperamento, físico<strong>, </strong>enfim, toda conformação do ser vivo.</p>
<p align="justify">Segundo o Portal de Informação Genética e Biologia Molecular (<a href="http://www.canoadetolda.org.br/" target="_blank">www.canoadetolda.org</a>) “Diversos genes mitocondriais de vários organismos já têm suas seqüências publicadas, e os genomas mitocondriais de muitas espécies já foram totalmente seqüenciados e estão depositados em bancos de dados como o GenBank/NCBI”. Um Organismo Geneticamente Modificado (OGM) é um organismo transgênico, pois<strong> </strong>neste organismo, através da intervenção do homem, foi implantado no genoma de sua célula, um segmento de DNA da célula de outro organismo. Este organismo doador da característica inserida neste DNA pode ser de espécie diferente do organismo receptor, formando com isso uma terceira espécie, um terceiro ser com características próprias e, capaz de se reproduzir. A maioria dos eventos transgênicos é defeituosa.<strong> </strong></p>
<p align="justify"><strong>Princípio da Precaução.</strong></p>
<p align="justify">Uma das principais preocupações dos ambientalistas quanto aos produtos alimentares transgênicos é a questão da rotulagem. Defende-se que o consumidor deve escolher se quer alimentar-se de Organismos Geneticamente Modificados ou não, tendo, assim, a liberdade de escolha. Com isso, as indústrias, antes de colocar um alimento a venda, deveriam incluir essa informação além das informações nutricionais tradicionais. Por outro lado, a liberação de produtos transgênicos, sem a realização de estudos prévios de impacto ambiental e dos riscos à saúde e à Segurança Alimentar e Nutricional da população brasileira, fere o Princípio da Precaução<strong>. </strong>De todos os princípios relacionados à biossegurança nenhum é tão importante quanto o Princípio da Precaução. Ele é a base que sustenta o Protocolo de Montreal sobre Biossegurança, que torna obrigatória a análise de risco de qualquer OGM. É ele que obriga o empreendedor a realizar o Estudo Prévio de Impacto Ambiental – EIA/RIMA, previsto no art. 225, inciso IV, da Constituição Federal Este Princípio também serviu como argumento definitivo para a sentença judicial que determinou a rotulagem de produtos transgênicos, proibindo o plantio, em escala comercial, da soja Round up Ready (mas, o governo já liberou há 6 anos atrás o plantio desta planta transgênica). O princípio da precaução, que não se confunde com o da prevenção ao dano ambiental, não surgiu do nada. Ele é fruto da necessidade de se lidar com as conseqüências dos danos ambientais causados pelos mais diversos fatores: contaminação do solo, da água subterrânea, do ar, desmatamento e etc. No inicio dos anos 70, havia a urgência de se prevenir os riscos ambientais crescentes resultantes de uma sociedade industrial fortemente estabelecida e de uso generalizado de energia. A Alemanha, por exemplo, adota o Princípio da Precaução desde 1970. Infelizmente, o Brasil não adota ainda o princípio de precaução ao liberar sementes transgênicas.</p>
<p>Download: arquivo doc (75 kb); Fonte: Cidasc; <a href="http://www.cidasc.sc.gov.br/arquivos%20zip/principio_precaucao.doc">www.cidasc.sc.gov.br/arquivos%20zip/principio_precaucao.doc</a></p>
<p align="justify"><strong>As Plantas Inseticidas.</strong></p>
<p align="justify"><strong> </strong>Nos Organismos Geneticamente Modificados (OGM) foi implantado no genoma da célula da planta um segmento de DNA da bactéria <em>Bacillus thuringiensis </em>(<em>Bt</em>)<em>,</em> responsável pela produção de uma toxina que mata insetos, pela obstrução de seus intestinos. Este DNA da bactéria implantado na célula da planta passa a produzir esta toxina Bt que ficará impregnada nas folhas, caule, frutos e, quando um predador (inseto ou lagarta, por exemplo) ingeri-la, morrerá pela destruição de seus intestinos. Segundo as empresas de biotecnologia<strong> </strong>que produzem e comercializam as sementes GM, a toxina Bt é inofensiva para seres humanos, cujos intestinos não reconhecem este bacilo, o que é duvidoso e deveria, portanto, ser pesquisado e controlado por organismos públicos. Os alimentos transgênicos não servem para agricultura orgânica, nem para pequenos produtores rurais, mas certamente contaminarão as variedades nativas e serão<strong> </strong>uma ameaça à agricultura orgânica. Todas as sementes transgênicas são patenteadas e controladas por seis multinacionais: Monsanto, Syngenta, DuPont, Dow, Bayer e Basf, o que provoca uma dependência absoluta dos agricultores a essas multinacionais.</p>
<p align="justify"><strong>Lucro versus saude e meio ambiente: mais um agravante.</strong></p>
<p align="justify">Mudanças climáticas, contaminação do solo e das fontes de água e estancamento dos rendimentos dos cultivos dentro do paradigma do monocultivo tornaram-se a grande ameaça para o futuro abastecimento de alimentos do Planeta. Somando-se a isso, o modelo econômico atual se reorganiza com as crises e estas lhe dão oportunidade de fazer mais negócios, de reativar suas produções, seus conceitos e seus laboratórios, produzindo novos processos industriais. Paralelamente, nossas necessidades vitais, das quais dependem as condições da nossa sobrevivência, propiciam legislações favoráveis aos interesses das empresas mais bem colocadas e asseguram seu controle, principalmente sobre a saúde, alimentação e nutrição. A produção de alimentos geneticamente modificados parece visar unicamente o lucro, uma vez que a<strong>s </strong>pesquisas confirmam que a produção de transgênicos não é maior do que a convencional, não é tão segura para a saúde humana e animal quanto parece e, no longo prazo, pode ser prejudicial para o meio ambiente.</p>
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<p align="justify"><strong>Janine Mara Alves</strong> é Funcionária Pública Municipal de Florianópolis. Tem formação inicial de Engenheira Agrônoma (UFSC); ativista ecológica de GaiaFloripa e colaboradora de GaiaNet; profissional de Educação Física, atualmente trabalha no setor de Vigilância  Nutricional e Doenças e Agravos não Transmissíveis da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis.</p>
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<p align="justify"><strong>Leia mais sobre:</strong></p>
<p align="justify">Soja Transgênica; Milho Transgênico; Algodão Transgênico; Batata Transgênica; Mandioca Transgênica; Resistência ao glifosato&#8221;.</p>
<p align="justify">Leia tambem, futuramente, “Mais Informações e Reflexões Sobre Alimentos e Outros Transgênicos”.</p>
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<p align="justify"><!--more--></p>
<p><strong> </strong></p>
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<p align="justify"><strong>Soja Transgênica.</strong></p>
<p align="justify">Em 2003 e 2004, as lavouras de soja transgênica do Brasil se expandiram de 3 para 5 milhões de hectares, segundo o Serviço Internacional de Aquisição de Aplicações de Biotecnologia Agrícola. Nosso país tornou-se o 4º produtor de soja transgênica do mundo. Até então, plantar transgênicos era proibido no Brasil, mas, cedendo à pressão ruralista o governo decidiu que a soja Roundup Ready da Monsanto era segura para a saúde e para o ambiente. Passados 6 anos, não há, ainda, evidências de danos sanitários ou ambientais. De acordo com a lei de rotulagem 4.680/03, em vigor no Brasil desde 2004, todos os produtos que contenham mais de 1% de matéria-prima transgênica devem trazer essa informação no rótulo, com a presença do símbolo T em meio a um triângulo amarelo. Apesar da falta de comprovação quanto à segurança dos alimentos transgênicos, as empresas de biotecnologia produtoras (detentoras de patentes) estão adotando o novo nome &#8220;alimento seguro&#8221; como estratégia de marketing. No Brasil o consumidor está privado do direito de escolha uma vez que a rotulagem raramente é cumprida. As empresas Cargill e Bungue, por exemplo<strong>,</strong> só cumpriram o decreto da rotulagem em seus óleos de soja somente por decisão judicial.</p>
<p align="justify">Um estudo realizado em Palmeiras das Missões (RS), em março de 2002, constatou que a soja transgênica é menos produtiva do que a soja convencional, além de usar mais agrotóxico que os cultivos convencionais. O trabalho foi realizado por Rubens Onofre Nodari, professor de Genética e Melhoramento da Universidade Federal de Santa Catarina, e Deonisio Destro, professor de Genética e Melhoramento da Universidade Estadual de Londrina. Os pesquisadores constataram uma queda de produção de até 540 kg por hectare na lavoura transgênica. A produtividade da soja modificada foi de 1.020 kg a 1.6 kg por hectare, enquanto a da lavoura tradicional ficou entre 1.680 kg e 1.8 mil kg. (Pesquisa na íntegra no site <a href="http://www.agirazul.com.br/123/noticias/000000a3.htm">http://www.agirazul.com.br/123/noticias/000000a3.htm</a>). Alem disso, o uso maciço de herbicidas nos campos cultivados com variedades em que se introduziu resistência a estes agrotóxicos, como é o caso da soja Roundup Ready, da empresa Monsanto, pode afetar a capacidade de multiplicação no solo das bactérias que retiram nitrogênio do ar e permitem a fertilização natural desta leguminosa.</p>
<p align="justify"><strong>Milho Transgênico.</strong></p>
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<p align="justify">Os biotecnólogos cometem um grande engano ao colocar todos os transgênicos no “mesmo saco”. A biologia não permite esse tipo de simplificação. O milho é muito diferente da soja; é uma planta &#8220;promíscua”. Uma mesma planta pode conter grãos vindos de pólen de vários &#8220;pais&#8221; diferentes. Não há tecnologia nova livre de risco! Deveriam ser feitos estudos de impacto ambiental, mas este controle não está sendo feito. Por ser um cultivo de polinização aberta, é impossível evitar a contaminação transgênica do milho convencional, inclusive a contaminação em armazéns, transporte e indústrias. No México, um decreto presidencial assinado pelas Secretarias do Meio Ambiente e Agricultura, da Economia, da Educação e da Saúde, tornou sem efeito uma moratória estabelecida durante seis anos por cientistas mexicanos, que durante  10 anos proibiu o plantio experimental e comercial de milho transgênico, por ser país de centro de origem, diversidade e domesticação. O plantio experimental, permitido a partir desse decreto não pretende comprovar nenhuma hipótese científica, é apenas um trâmite para que daqui a dois anos se generalize o plantio do milho Bt no México. (Ana de Ita, Revista <em>Biodiversidade</em>, abril de 2009, página 11) O milho transgênico, que está neste momento autorizado em Portugal e em fase de experimental no México, está sem controle no Brasil. Segundo reportagem da <em>Folha de São Paulo</em> de 10/05/2009, página B1, foram visitadas regiões produtoras do interior do Paraná. Produtores e cooperativas informaram que não há estrutura suficiente para colheita, transporte e armazenamento da produção transgênica separada da convencional. A Lei de Biossegurança não exige a separação da produção, mas é clara ao exigir a fiscalização de todos esses processos, o que não ocorre. O Presidente da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação, Edmundo Koltz, afirma que a indústria está sendo obrigada a controles de matéria-prima que não são de seu controle.</p>
<p align="justify">O milho transgênico é uma planta que pode polinizar milharais da agricultura convencional, transformando-os em plantas transgênicas. É importante que se trabalhe no desenvolvimento de tecnologias no melhoramento das culturas tradicionais. A “contaminação transgênica” é uma forma de poluição viva. Quando aplicamos um pesticida – esses produtos são perigosos para a saúde humana – mas não se reproduzem; o pior que pode acontecer é não se degradarem. Nas plantas transgênicas há o risco de alguns desses genes passarem para outras plantas, propagando a espécie. Não há pesquisas conclusivas para as consequências que isso pode causar. A toxina Bt pode ser incorporada ao solo junto com resíduos de culturas, afetando invertebrados e/ou microorganismos que têm importante função na reciclagem de nutrientes para uso das plantas.</p>
<p align="justify"><strong>Algodão Transgênico.</strong></p>
<p align="justify">A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) liberou, sem estudos dos possíveis efeitos negativos no meio ambiente, o plantio e a produção no Brasil de três variedades de algodão transgênico para plantio comercial, uma da Bayer e duas da multinacional Monsanto, colocando em risco a biodiversidade do Cerrado, sem aguardar a sanção presidencial à Lei de Biossegurança, que regulamenta o processo. A CTNBio aprovou a liberação do algodão “Bollgard” &#8211; mais uma planta inseticida -com base em 23 estudos feitos pela própria Monsanto. O único integrante da CTNBio a votar contra foi Rubens Nodari, professor de Genética e pesquisador da UFSC e representante do Ministério do Meio Ambiente, que solicitou um estudo de impacto ambiental e questionou os estudos realizados pela parte interessada. O estudo do impacto ambiental nas terras brasileiras é fundamental e deveria ser de responsabilidade de entidades autônomas.</p>
<p align="justify"><strong>Batata Transgênica.</strong></p>
<p align="justify"><strong>“País economiza com batata transgênica”. </strong></p>
<p align="justify"><strong>Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA); </strong><a href="http://www.embrapa.br/">www.embrapa.br</a>; 25/11/2004.</p>
<p align="justify">Uma batata resistente ao vírus do mosaico da batata que permitirá evitar a compra de tubérculos-semente a cada ano para a próxima safra poderá estar disponível em breve. O Comitê de Biossegurança da Embrapa Hortaliças, solicitou autorização à Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) para realizar, em campo, testes com o cultivar de batata &#8216;Achat&#8217; (geneticamente modificada), uma das mais importantes, hoje, no Brasil. Atualmente estão plantados no país cerca de 45 mil hectares desta cultivar, o que significa 25% da área total de plantio. Apesar de muito produtivo, este cultivar é suscetível a algumas doenças, dentre elas destaca-se o vírus Y. A doença reduz a produtividade da lavoura e obriga aos produtores a comprar tubérculos-semente todo ano, encarecendo a produção e o preço ao consumidor, além de prejudicar na competitividade com a batata importada. A obtenção de um cultivar resistente à doença possibilitará aos produtores só voltarem a comprar as batatas-semente a cada dois ou três anos, permitindo o uso como tubérculos-semente de uma parte das batatas colhidas em seu próprio campo. Segundo os pesquisadores da Embrapa Hortaliças, o teste da planta em campo, em Brasília, é muito seguro, uma vez que essas plantas transformadas não florescem. Outro ponto que dá segurança aos testes é que na região onde será realizado o experimento não existem parentes da batata que sejam sexualmente compatíveis, isto é, que possam cruzar-se com as plantas de batata. Ao confirmar, em campo, a resistência que vem sendo obtida em casas de vegetação, as plantas transgênicas conseguidas a partir do Cultivar Achat permitirão alta produtividade com custo baixo ao produtor e ao consumidor, queda no preço do produto, além da economia de divisas pela redução nas importações de batata-semente.</p>
<p><strong> </strong><strong>Mandioca Transgênica.</strong></p>
<p align="justify">Sobre este alimento, as últimas notícias não são animadoras para ambientalistas: Bill Gates financiará pesquisas com mandioca transgênica para mitigar a fome dos pobres africanos. Gates vai abrir mão de parte de sua fortuna pessoal de 51 bilhões de dólares. O empresário acaba de assinar um cheque de 450 milhões de dólares para bancar o que considera o maior desafio de sua cruzada filantrópica, o programa <em>Grand Challenges in Global Health </em>(Grandes Desafios da Saúde Global em português), para financiar programas de saúde pública e combate à fome nas regiões mais miseráveis da África e da Ásia. O programa foi anunciado por Gates em 2003 durante o Fórum Econômico Mundial na Suíça. Na ocasião, ele lançou um desafio à comunidade científica internacional: encontrar soluções para uma série de obstáculos que impedem o combate a doenças e a miséria nas regiões mais esquálidas do mundo. Hoje, 250 milhões de africanos se alimentam praticamente só de mandioca, que tem poucos nutrientes. Sua fundação se encarregaria de financiar o desenvolvimento dos melhores projetos. A seguir, criou-se um comitê para receber e avaliar as propostas. Desde então, mais de 1 000 delas foram enviadas por cientistas do mundo inteiro, vários deles detentores de prêmios Nobel. Finalmente, foram selecionados 43 projetos em catorze áreas consideradas críticas. A idéia vencedora consiste em modificar geneticamente os alimentos consumidos pelas populações pobres, para que eles adquiram maior valor nutritivo. Segundo os cientistas da Universidade de Ohio, beneficiados pelo programa de Gates, é possível criar uma mandioca transgênica com teores de proteína e vitamina suficientes para suprir a maior parte das necessidades alimentares dessas populações. O mesmo poderia ser feito com o arroz e a banana.</p>
<p><strong>Resistência ao Glifosato; mais um agravante.</strong></p>
<p><strong> </strong>O Glifosato, um herbicida sistêmico (absorvido por raízes e folhas) não seletivo, de amplo espectro (mata qualquer tipo de planta), desenvolvido para matar ervas daninhas, principalmente perenes – mas mata tambem as plantas convencionais de soja, milho e algodão, entre outras. No entanto, usando as sementes transgênicas Roundup Ready (RR) da Monsanto &#8211; o agricultor pulveriza o herbicida sobre a lavoura e todo o mato morre, mas a plantação transgênica permanece intacta. Isto acontece porque, antes de dar o nome a uma semente GM, o Roundup é o nome do inseticida a base de glifosato, da Monsanto. Essas sementes são modificadas geneticamente para resistir ao glifosato. Lamentavelmente, não foram até hoje publicados dados oficiais sobre o consumo de agrotóxicos nas lavouras de Organismos Geneticamente Modificados no Brasil. O que existe é um levantamento feito pelo Ibama sobre o uso geral do glifosato. Esses dados mostram que entre 2000 e 2004, período de forte expansão da soja transgênica, o uso de glifosato cresceu 95% no País, enquanto o de todos os outros herbicidas somados cresceu 29,8%.</p>
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<p align="center"><strong><span style="color:#76923c;"></span></strong></p>
<p style="text-align:center;" align="center"><strong><span style="color:#76923c;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#008000;">MAIS INFORMAÇÕES E REFLEXÕES SOBRE ALIMENTOS E OUTROS TRANSGÊNICOS.</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="color:#76923c;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="color:#76923c;"></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="color:#76923c;"><span style="font-size:small;"><span style="color:#008000;">22 de setembro de 2009</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><strong><span style="font-size:small;"><span style="font-family:Calibri;">A revanche de Gaia: &#8220;Praga mutante pode dizimar plantações de soja&#8221;.</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">A soja transgênica tomou conta das lavouras porque é muito resistente: ela permite o uso de um inseticida, o glifosato (Roundup), que é extremamente eficaz contra pragas. Mas um estudo feito por 6 universidades americanas trouxe uma péssima notícia: estão surgindo ervas daninhas mutantes, que são imunes ao glifosato – e mortais para a soja transgênica. As pragas já foram encontradas em lavouras dos EUA e do Brasil. “A questão é séria. Pode levar à perda total das plantações”, declarou o biólogo Bill Johnson, coordenador do estudo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0 0 10pt;"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">Fonte<strong>: revista Super Interessante (</strong></span><a href="http://www.superinteressante.com.br/"><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">WWW.superinteressante.com.br</span></a><span style="font-family:Calibri;font-size:small;">), edição 269, set/2009.</span></p>
<p><span style="font-family:&#34;font-size:11pt;">Rui Iwersen, Florianópolis, editor de GaiaNet.</span></p>
<p><span style="color:#008000;"><strong><br />
</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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