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	<title>agronegocio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "agronegocio"</description>
	<pubDate>Thu, 31 Dec 2009 10:10:38 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Reparo em dado do IBGE não esconde concentração de terras]]></title>
<link>http://assincramg.wordpress.com/2009/11/29/reparo-em-dado-do-ibge-nao-esconde-concentracao-de-terras/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 22:59:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>assincramg</dc:creator>
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<description><![CDATA[Brasil possui uma das estruturas mais desiguais do mundo. Enquanto pequenos lotes com menos de 10 he]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Brasil possui uma das estruturas mais desiguais do mundo. Enquanto pequenos lotes com menos de 10 hectares ocupam 2,7% da soma de propriedades rurais, grandes fazendas com mais de 1 mil hectares concentram 43% do total</em></p>
<p>Por Maurício Reimberg &#8211; FONTE: REPORTER BRASIL</p>
<p>O grau de concentração de terras no país está praticamente inalterado desde 1985, ano que marca o início da redemocratização brasileira. Segundo o <a href="http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/economia/agropecuaria/censoagro/brasil_2006/Brasil_censoagro2006.pdf">10º Censo Agropecuário 2006</a>, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o índice de Gini &#8211; indicador da desigualdade no campo &#8211; registra 0,854 pontos, patamar próximo aos dados verificados nas duas pesquisas anteriores: 0,856 (1995-1996) e 0,857 (1985). Quanto mais perto essa medida está do número 1, maior é a concentração na estrutura fundiária.</p>
<p>O mais recente indicador foi oficializado em 5 de novembro, após um &#8220;recálculo&#8221; do IBGE. Em nota publicada no site da instituição, a diretoria de pesquisas corrigiu o dado inicial do censo, divulgado no final de setembro. O instituto informara na ocasião que o índice de Gini atingia 0,872 pontos, o que representava um crescimento de 1,9% na média nacional.</p>
<p>&#8220;O valor correto da área total dos estabelecimentos agropecuários é 0,854&#8243;, sustenta a nota. Mesmo após a mudança, o novo índice confirma a estrutura agrária nacional como uma das mais desiguais do mundo. Enquanto os estabelecimentos rurais de menos de 10 hectares ocupam 2,7% da soma de propriedades rurais, as grandes fazendas com mais de 1 mil hectares concentram 43% da área total. Ao todo, cerca de 5,2 milhões de propriedades agropecuárias ocupam 36% do território nacional.</p>
<table border="0" align="center">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://www.reporterbrasil.org.br/images/articles/20091117suldopara.jpg" border="0" alt="" /></td>
</tr>
<tr>
<td>Agrônomo Gerson Teixeira condena processo acentuado de êxodo rural (Foto: Verena Glass)</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Antes da retificação no processamento dos dados, o gerente do Censo Agropecuário do IBGE, Antonio Carlos Florido, havia declarado ao jornal <em>Folha de S. Paulo</em> que a maior concentração não era &#8220;necessariamente algo ruim&#8221;, já que a terra era explorada por quem tinha capital para investir, o que seria um dos motivos do ganho de produtividade do campo.</p>
<p>No entanto, o próprio Censo Agropecuário identifica problemas relacionados à concentração de terras. &#8220;Tanto no Nordeste, como, mais recentemente, no Centro-Oeste, a desigualdade vem acompanhando o processo de modernização produtiva e inserção ao competitivo mercado mundial de <em>commodities</em> agrícolas&#8221;, afirma o relatório. Essa desigualdade é mais elevada em Alagoas, onde o índice de Gini atinge 0,871 pontos, seguido por Mato Grosso (0,865) e Maranhão (0,864). Os maiores aumentos, contudo, ocorreram em Tocantins (9,1%), São Paulo (6,1%) e Mato Grosso do Sul (4,1%).</p>
<p>Como &#8220;potencializadores&#8221; desse processo, sobretudo no Centro-Oeste, o IBGE cita a produção em grande escala de grãos, como a soja e o milho, além da expansão mecanizada do algodão e da incorporação de áreas em direção à fronteira agropecuária ao Norte de Mato Grosso. &#8220;A monocultura da soja ou do binômio soja-milho, além do algodão, fez por reforçar a desigualdade que marcava a propriedade da terra em uma região historicamente ocupada por uma pecuária ultraextensiva&#8221;, diz o documento.</p>
<p>O Centro-Oeste concentra o menor número de propriedades rurais (317,5 mil) e a maior área (103,8 milhões de hectares), implicando numa área média de 327 hectares. Já o Nordeste detém o maior número de estabelecimentos (2,4 milhões) e a menor área média (31 hectares). Em relação ao total de propriedades, cerca de 47% têm menos de 10 hectares, enquanto aquelas com mais de 1 mil hectares representam cerca de 1% do total.</p>
<p><strong>Fronteira agrícola<br />
</strong>O período abrangido pelo censo &#8211; intervalo entre 1995/1996 e 2006 &#8211; foi marcado pela incorporação de tecnologias na estrutura produtiva e pela forte expansão do agronegócio, beneficiado pelo ciclo expansivo do comércio agrícola internacional. A nova conjuntura econômica, porém, não democratizou o histórico &#8220;fosso&#8221; no perfil fundiário do país.</p>
<p>&#8220;Chama a atenção a confirmação de um movimento que já era esperado: o avanço do agronegócio para a fronteira da Amazônia. Esse é um dado muito claro. Tanto que a Região Norte atualmente já participa com 17% da atividade agropecuária. Em 1970, era só 8%&#8221;, explica o agrônomo Gerson Teixeira, que foi presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra) entre os anos de 2000 a 2002. O especialista elaborou uma análise dos dados agregados do setor apresentados no Censo Agropecuário 2006.</p>
<p>A Região Norte foi a maior responsável pela expansão do rebanho bovino, com aumento do plantel de 14 milhões de cabeças (81%). De 1996 para 2006, a participação desse rebanho no total nacional saltou de 11% para 18%. Em 1980, era de apenas 3%. As pastagens se estendem como uma frente pecuarista para o interior do Pará, com o município de São Félix do Xingu (PA) contabilizando um dos maiores rebanhos do país. A criação de bovinos é a atividade mais comum no campo. Segundo o IBGE, o rebanho nacional chegou a 171,6 milhões de cabeças em dezembro de 2006.</p>
<p>As pastagens plantadas expandem-se para o Norte, e a lavoura aumenta mais no Centro-Oeste. A área cresceu 5,8 milhões de hectares (39,7%) na Região Norte, sobretudo em Rondônia (1,9 milhão de hectares) e no Pará (3,2 milhões de hectares). As áreas de lavouras permanentes também se expandiram em maiores escalas no Centro-Oeste (188%) e no Norte (155%).</p>
<p>As duas regiões foram as que apresentaram, também, as maiores taxas de expansão de áreas com lavouras temporárias, ficando o Norte em primeiro (89%) e o Centro-Oeste em segundo lugar (82%). Houve ainda uma redução de 12,1 milhões de hectares (-11%) nas áreas com matas e florestas contidas em estabelecimentos agropecuários em relação a 1996. Foram menos 6,8 milhões de hectares no Norte, concentrados em Rondônia e Pará, e 3,2 milhões de hectares no Centro-Oeste, sobretudo no Mato Grosso.</p>
<p><strong>Capital estrangeiro<br />
</strong>Para Gerson, a concentração verificada pelo IBGE reflete três processos ligados diretamente à entrada do capital estrangeiro. Ele cita a expansão dos agrocombustíveis, em especial do etanol, a corrida de capitais na compra de terras em países em desenvolvimento com potencial agrícola &#8211; movimento detectado pela Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) -, e a formação do mercado de carbono, que também teria direcionado investimentos com expectativa de especulação.</p>
<p>&#8220;A legislação que está em vigor não é eficaz para fazer a regulação das formas de penetração do capital estrangeiro na compra de terras no Brasil&#8221;, argumenta o agrônomo. O <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1530">Programa Terra Legal, criado neste ano pelo governo, determina que os proprietários beneficiados podem vender os seus títulos de posse apenas para brasileiros na Amazônia Legal</a>. Além disso, o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart, também já defendeu publicamente o estabelecimento de um limite para o tamanho da propriedade rural no país.</p>
<p>Nesse cenário de valorização da terra, o IBGE detectou a continuidade do êxodo rural. Em 1996, a população rural era de 33,9 milhões de pessoas (22% do total). Em 2006, esse índice caiu para 28,7 milhões (equivalente a 15% da população). &#8220;É muito acentuado&#8221;, surpreende-se Gerson. O agrônomo sustenta que o êxodo foi alimentado, basicamente, pelo abandono de atividade agrícola. &#8220;Não foi por falta de recurso, mas pela inadequação das políticas ofertadas, que acabam acelerando a saída da turma do campo&#8221;.</p>
<p>O pessoal ocupado nos estabelecimentos agropecuários, em 2006, foi de 16,5 milhões de pessoas; um contingente 1,3 milhão inferior ao registrado em 1996. Embora a soma de suas áreas represente apenas 30% do total, os lotes inferiores a 200 hectares responderam por 84% das pessoas ocupadas nas propriedades rurais. Quase 12 milhões tiveram empregos temporários em 2006 (até 180 dias no ano). Mais de 1 milhão de crianças com menos de 14 anos de idade trabalhavam no campo.</p>
<p><strong>Agricultura familiar</strong><br />
O fluxo em direção às cidades, analisa o agrônomo, está articulado com o &#8220;sumiço&#8221; de propriedades menores de 10 hectares (mini agricultura familiar), sobretudo nas Regiões Norte e Nordeste. No Norte, essas pequenas propriedades, que ainda representam 27% do número total de estabelecimentos da região, perderam 25% do seu território (124 mil hectares) de 1996 a 2006. No Nordeste, a perda de área nessa faixa foi de 325 mil hectares (-8%). Segundo ele, os dados desse estrato evidenciam a continuidade do processo de concentração que vem desde a década de 1980.</p>
<p>&#8220;É um processo de definhamento muito grave&#8221;, afirma Gerson. &#8220;Do ponto de vista político, significa que toda política de estímulo à agricultura familiar não está gerando o efeito esperado&#8221;. A agricultura familiar, complementa, está perdendo participação na geração de renda: a atividade patronal gera 66% da renda, e a familiar, 34 %. &#8220;O valor bruto da produção teve média de R$ 3 mil no ano só em estabelecimentos pequenos. É um retrato da situação de risco para esse segmento da base&#8221;, adiciona.</p>
<p>Segundo o pesquisador, os dados do IBGE mostram que a política agrária não conseguiu atingir o seu principal objetivo no país. &#8220;O programa de reforma agrária passou a ter um caráter peculiar no Brasil, que é o de ser reativo aos conflitos. Como a concentração de terras se manteve, é possível afirmar que o programa não assumiu dimensão redistributiva. É sinal de que o programa de reforma agrária não teve eficácia no seu principal propósito&#8221;.</p>
<p><strong>Ocupações<br />
</strong>Como reação à concentração, cresce o número de ocupações de terra, principalmente em São Paulo. A expansão da cana-de-açúcar em terras paulistas está traduzida em números: o estado atingiu a marca de 60% da produção nacional em 2006. Levantamento do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (Nera), ligado à Universidade Estadual Paulista (Unesp), indica que foram registradas, no primeiro semestre de 2008, 36 ocupações com a participação de 2.414 famílias no estado. No mesmo período de 2009, houve 68 ocupações, que mobilizaram 4.096 famílias.</p>
<p>O estudo do Nera, elaborado pelos pesquisadores Tomás Sombini Druzian e Nallígia Tavares de Oliveira, observa um aumento da luta contra o agronegócio. &#8220;Esta é a contradição estrutural da questão agrária no capitalismo hoje: os movimentos socioterritoriais lutam pela terra tanto na fronteira agrícola na Amazônia, onde o agronegócio desterritorializa camponeses e indígenas, como no estado de São Paulo, onde o agronegócio está consolidado e enfrenta as ações dos movimentos camponeses&#8221;, diz a análise. Já o Censo de 2006 coloca que a especialização em lavouras &#8220;modernizadas&#8221; de cana-de-açúcar no estado &#8220;repele&#8221; o produtor com menor grau de capitalização.</p>
<p><strong>Expansão<br />
</strong>Nesse contexto de fortalecimento do agronegócio, a soja foi a cultura que mais cresceu nos últimos dez anos, registrando um aumento de 88% na produção e 69% na área colhida. Isso representa uma expansão de 6,4 milhões de hectares, em grande parte no Centro-Oeste. Os dados do IBGE mostram que esse crescimento acelerado se deu à base de produtos geneticamente modificados. Cerca de 46% dessas propriedades utilizaram sementes transgênicas, com <a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1673">uso disseminado de agrotóxicos nas lavouras</a>.</p>
<p>As dívidas também se multiplicam. Cerca de 91% dos produtores apontaram os bancos como uma das fontes de recursos e 85% receberam dinheiro de programas governamentais. As propriedades com 1 mil ou mais hectares captaram 43% dos recursos, mesmo representando apenas 0,9% do total de estabelecimentos que obtiveram financiamentos. As unidades que possuem menos de 100 hectares representam 36% da dívida contabilizada.</p>
<p>Metade dos proprietários que obtiveram financiamento declararam ter como finalidade o &#8220;custeio&#8221;. O &#8220;investimento&#8221; aparece em segundo lugar, com 40%. Já o item &#8220;manutenção&#8221; foi declarado por 8% dos estabelecimentos. As propriedades que têm como atividade principal a cana-de-açúcar ficaram com a maior participação no valor da produção agropecuária (14%), seguidos por aqueles que se dedicam prioritariamente ao cultivo de soja (14%), à criação de bovinos (10%) e ao cultivo de cereais (9%).</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Notícias relacionadas:<br />
</strong><a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1659">Meta ambiciosa testa efetividade de iniciativa do Judiciário</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1594">Ato em evento empresarial pede vetos à &#8220;MP da Grilagem&#8221;</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1571">Incra diagnostica processo de reconcentração fundiária</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1558">Governo federal não titulou terras quilombolas em 2008</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1530">MP institui reforma imobiliária no lugar da reforma agrária</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1455">Polêmica sobre Incra &#8220;esconde&#8221; importância da participação</a><br />
<a href="http://www.reporterbrasil.org.br/exibe.php?id=1453">Legalização acelerada pode manter lógica degradante</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[China deve retomar aquisição de soja e elevar preço do grão]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/27/china-deve-retomar-aquisicao-de-soja-e-elevar-preco-do-grao/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:10:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[A China voltará às compras no mês de dezembro e cria expectativa para a maior alta no preço da soja ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw_PZEEtbaI/AAAAAAAAKE0/Ey2rwVtk5yM/s1600/Soja_02_200px.jpg"><img class="alignright" src="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw_PZEEtbaI/AAAAAAAAKE0/Ey2rwVtk5yM/s200/Soja_02_200px.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>A China voltará às compras no mês de dezembro e cria expectativa para a maior alta no preço da soja neste semestre. De acordo com o Centro Nacional de Informações de Grãos e Óleo da China, o país asiático deve comprar 4 milhões de toneladas do grão em dezembro, superando em quase 1 milhão de toneladas as importações previstas para o mês.</strong></p>
<div>
<strong>Segundo Danny Murphy, do Conselho de Exportação de Soja dos Estados Unidos, haverá um aumento substancial na demanda chinesa no ano comercial 2009/2010. &#8220;O potencial do mercado da China por soja pode se tornar três ou quatro vezes maior do que é hoje se a economia continuar a crescer&#8221;, disse Murphy.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19859"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex </a>- Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Autorizado crédito de R$ 782 milhões para formação de estoques agrícolas]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/27/autorizado-credito-de-r-782-milhoes-para-formacao-de-estoques-agricolas/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 13:00:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Congresso Nacional determinou no último dia 25 a abertura de crédito suplementar junto ao Orçament]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw_MGsUiqNI/AAAAAAAAKEc/2d5i0sK_YhM/s1600/agricultura.jpg"><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw_MGsUiqNI/AAAAAAAAKEc/2d5i0sK_YhM/s200/agricultura.jpg" border="0" alt="" /></a>O Congresso Nacional determinou no último dia 25 a abertura de crédito suplementar junto ao Orçamento Fiscal da União no valor de R$ 782,7 milhões em favor dos Ministérios da Agricultura (MAPA) e do Desenvolvimento Agrário (MDA) para formação de estoques públicos de alguns produtos.</strong></p>
<div>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Apesar de não terem sido definidas as culturas beneficiadas, a maior parte dos recursos deve ser aplicada em leilões de milho e café, dois produtos para os quais o governo estabeleceu uma meta alta de compra para formação de estoques e que estão com preços baixos.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>&#8220;Não tem problema de leilões até o fim do ano&#8221;, afirmou o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, antes de deixar o ministério e viajar para Curitiba. Ele disse que há &#8220;margem de manobra&#8221; para atender outras culturas agrícolas, caso seja necessário.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19851">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil e Irán se acercan con el agro como eje]]></title>
<link>http://boletiminternacional.wordpress.com/2009/11/27/brasil-e-iran-se-acercan-con-el-agro-como-eje/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 12:09:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafaela Laurencini</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uruguai &#8211; El Observador &#8211; 27/11/2009 NEGATIVA: NO SE LLEGÓ A UN ACUERDO DE TIERRAS POR F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Uruguai &#8211; El Observador &#8211; 27/11/2009 NEGATIVA: NO SE LLEGÓ A UN ACUERDO DE TIERRAS POR F]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[guaraná da bahia]]></title>
<link>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/27/guarana-da-bahia/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:37:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>falandonalata</dc:creator>
<guid>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/27/guarana-da-bahia/</guid>
<description><![CDATA[Seagri vai investir forte na cultura do guaraná . “Vamos investir forte no futuro do nosso guaraná. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="color:#5bad5b;">Seagri vai investir forte na cultura do guaraná</span></em></strong><em><br />
<a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias4.jpg"><img class="size-full wp-image-34232 alignleft" title="seagri-notícias" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias4.jpg" alt="" width="186" height="43" /></a><br />
</em></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><em>“</em><span style="color:#5bad5b;">Vamos investir forte no futuro do nosso guaraná. Não é justo trabalharmos tanto e exportar por outro estado”, disse o secretário da Agricultura Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz, ao participar, quarta-feira, junto com o governador Jaques Wagner, em Taperoá, do Dia de Campo sobre o Guaraná. O secretário lembrou que “todo mundo pensa que o guaraná é da Amazônia, mas a Bahia é o maior produtor, com mais de 6 mil hectares plantados”. O dia de campo, realizado no Projeto Onça, a 18 quilômetros da sede do município, reuniu quase três mil agricultores, que participaram de oficinas de adensamento, adubação, poda, colheita, secagem, beneficiamento e comercialização, abrangendo todos os ciclos da cadeia do guaraná.</span></p>
<p><em><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;"> </span></span></em></p>
<div id="attachment_34243" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/dia-de-campo-do-guarana_elaine-cunha-seagri-ebda.jpg"><img class="size-medium wp-image-34243" title="Dia de Campo  do Guaraná_Elaine Cunha Seagri-Ebda" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/dia-de-campo-do-guarana_elaine-cunha-seagri-ebda.jpg?w=300" alt="wagner e o secreta" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Wagner e Muniz</p></div>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">O governador Jaques Wagner destacou a importância da agricultura familiar e destacou as ações realizadas pela Seagri para fortalecer esse segmento no Estado. “Grande parte da população do nosso Estado vive em pequenas propriedades e precisa do nosso apoio”, disse o governador. Durante a programação foram entregues 298 títulos de terra e iniciada a doação a agricultores familiares de Taperoá 40 tanques-rede, 80 mil alevinos e 40 mil mudas de seringa.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Cerca de três mil agricultores familiares tiveram a oportunidade de conhecer as tecnologias apresentadas pela EBDA nas estações que retratavam as práticas de cultivo, que vão desde o preparo do solo, formação de mudas, plantio até a colheita e beneficiamento. O primeiro stand serviu para a realização de apresentações sobre adensamento, que é a melhor forma de distribuição das plantas numa área já plantada. O segundo stand foi destinado à adubação tradicional e orgânica; a terceira estação ao tipo de podas; o quarto stand à colheita e pós colheita, e o último abordou o beneficiamento. </span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Para o presidente da EBDA, Emerson Leal, o Dia de Campo proporciona aos agricultores familiares o acesso prático às tecnologias desenvolvidas para a cultura do guaraná, e ainda desperta para a reflexão e a iniciativa prática para transição agroecológica em suas unidades produtivas. “A importância dessa ação é quanto à conscientização dos agricultores familiares que desejem fazer a transição de sua propriedade, para o plantio de guaraná, de forma orgânica, e ratificar a viabilidade econômica da cultura para aqueles que já produzem a fruta, além de os municiar com conhecimentos práticos de todo o processo”, explicou.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;"><strong><em>Produção - <span style="font-style:normal;font-weight:normal;">O guaraná é cultivado principalmente na região da Costa do Dendê, no Baixo Sul do Estado, numa área superior a 6 mil hectares, e emprega mais de 3.500 produtores familiares, distribuídos em mais de 2.500  pequenas propriedades rurais, com produção superior a 3.000 toneladas de grãos por ano.</span></em></strong></span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Segundo o diretor de agricultura da EBDA, Hugo Pereira, o Guaraná se destaca por sua importância econômica e social, já que é uma expressiva fonte de renda para os produtores. O segmento, com apoio da Seagri, vêm travando uma batalha para garantia do preço mínimo da cultura no estado. A EBDA tem disponibilizado aos agricultores familiares suas experiências exitosas no campo da pesquisa e extensão.</span></span></p>
<div id="attachment_34244" class="wp-caption alignleft" style="width: 280px"><a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/25-11-09-fotos-dia-de-campo-guarana-127.jpg"><img class="size-medium wp-image-34244" title=" Dia de Campo_e.cunha" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/25-11-09-fotos-dia-de-campo-guarana-127.jpg?w=300" alt="" width="270" height="180" /></a><p class="wp-caption-text">guaraná em alta</p></div>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">No que tange as ações políticas a Seagri juntamente com a EBDA tem buscado a  garantia de preço mínimo do produto, treinamento de classificador para garantia do preço mínimo da cultura e a criação do Protocolo do Guaraná para o Estado da Bahia. </span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">A forma de beneficiamento, empírica, vem sendo modificada com a torragem em aguidá de barro, o que eleva o preço do produto, visto que o guaraná seco ao sol não tem valor comercial e é impróprio para o consumo humano devido à presença de aflatoxina (substâncias tóxicas). </span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Inúmeras atividades vêm sendo executadas para fechar a cadeia produtiva do Guaraná Orgânico da Bahia, entretanto, a nossa produção de Guaraná  não possui,ainda, o devido reconhecimento e valorização como Guaraná da Bahia, pois boa parte do produto sai como guaraná produzido em outros estados da federação tornando nossa produção irreconhecível no mercado nacional e internacional. </span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;"><strong><em>Ações da Bahia Pesca são amplas no Baixo Sul - <span style="font-style:normal;font-weight:normal;">Além de Taperoá, beneficiado com a entrega de 40 tanques-rede para alevinagem  (criação e engorda de peixes), e a distribuição de 80 mil alevinos, a  Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, através da Bahia Pesca, também tem programa ações nos municípios de Valença, Laje, Camamu, Igrapiúna, Ituberá e Nilo Peçanha. Esses programas vão desde o peixamento de aguadas públicas, à implantação de projetos de piscicultura com o uso de tanques-rede e a ampliação do cultivo de ostras.</span></em></strong></span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Para atender a essas demandas, A Bahia Pesca mantém em atividade sete estações de piscicultura – Joanes, Pedra do cavalo, Jequié, Boa Vista do Tupim, Itamaraju, Cipó e Porto Novo (Santana) – onde são criados, principalmente, alevinos dos espécimes tilápias, carpas, tambaquis e tambacus.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">Das sete estações mantidas pela Bahia pesca, a de maior produção é a de Boa Vista do Tupim, no município do mesmo nome, com uma estimativa de chegar ao final deste ano com uma produção de dois milhões de alevinos. Em seguida vêm as de Pedra do Cavalo, no município de Cachoeira (1,7 milhão), Joanes, em Camaçari  (1,45 milhão), Jequié (um milhão), Itamaraju (650 mil), Cipó (310 mil) e Porto Novo, no município de Santana, cujas reformas ainda não foram concluídas.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#5bad5b;">O programa de povoamento em aguadas públicas já beneficiou este ano mais de10 mil famílias, em 57 municípios, principalmente na região do Semi-Árido. Através de entidades e associações, a Bahia Pesca fornece os alevinos e dá capacitação pára os pequenos produtores rurais, que após o período de alevinagem, fazem a engorda dos peixes com rações balanceadas. Ao fim do período que varia de seis a oito meses, os peixes podem ser capturados para consumo e comercialização.26.11.09</span></span></p>
<p><span style="color:#5bad5b;"><em>Assimp Seagri – <strong>EBDA e Bahia Pesca</strong></em><em> - 3115.2794 – 3116.1803 &#8211; 3116.7113</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil arcaico e moderno]]></title>
<link>http://pedrobiondi.wordpress.com/2009/11/26/brasil-arcaico-e-moderno/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:01:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrobiondi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pistoleiro com carteira assinada E adicional de periculosidade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pistoleiro com carteira assinada</p>
<p>E adicional de periculosidade</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zoneamento indica áreas para plantio de cana-de-açúcar em 16 estados]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/26/zoneamento-indica-areas-para-plantio-de-cana-de-acucar-em-16-estados/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:00:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de cana-de-açúcar em 16 estados do Br]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw57nYSFsUI/AAAAAAAAKDU/KLeZ84vkW0o/s1600/cana_acucar.jpg"><img class="alignright" src="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw57nYSFsUI/AAAAAAAAKDU/KLeZ84vkW0o/s200/cana_acucar.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>O Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para o cultivo de cana-de-açúcar em 16 estados do Brasil foi publicado no Diário Oficial da União (DOU), do último dia 24. As portarias relacionam os municípios indicados para plantio de cana com finalidade industrial e artesanal, na safra 2009/2010, em Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Distrito Federal, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Acre, Rondônia, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco.</strong></p>
<div>
<strong>O Zarc, realizado pelo Departamento de Gestão de Risco Rural, da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), objetiva minimizar os riscos de perdas em função de adversidades climáticas. Para cada município é indicada a melhor época de plantio, resultado da análise de séries climáticas históricas e das exigências da cultura. Além disso, o Zarc é utilizado pelos agentes financeiros como orientação na concessão de crédito rural e contratação de seguro para as lavouras.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19843">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensando o Brasil]]></title>
<link>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/25/pesando-o-brasil/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:57:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Braz Albertini</dc:creator>
<guid>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/25/pesando-o-brasil/</guid>
<description><![CDATA[Veja como situações distintas influenciam umas nas outras. Nos últimos anos, diante das facilidades ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Veja como situações distintas influenciam umas nas outras. Nos últimos anos, diante das facilidades ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Chuva provoca prejuízos em plantio e colheita no RS]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/25/chuva-provoca-prejuizos-em-plantio-e-colheita-no-rs/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:46:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os temporais de novembro provocaram prejuízos também na agricultura gaúcha. Os agricultores do RS te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw007atcNhI/AAAAAAAAKB0/KkQ5VqUwy-E/s1600/agronegocio.jpg"><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Sw007atcNhI/AAAAAAAAKB0/KkQ5VqUwy-E/s200/agronegocio.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>Os temporais de novembro provocaram prejuízos também na agricultura gaúcha. Os agricultores do RS terão que reaplicar fertilizantes e defensivos agrícolas. Em casos mais graves, precisarão semear novamente as plantações, já que as sementes foram levadas pela chuva.</strong></p>
<div>
<strong>Principal grão cultivado no Rio Grande do Sul, o plantio da soja está em apenas 38% do previsto, enquanto deveria estar já na metade. Segundo a diretora-técnica da Emater, Águeda Mezomo, ainda há 30% da safra de trigo para colher, também atrasada pela chuva, para depois preparar o solo e plantar soja.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19815"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Presidente diz que PAC está inovando Embrapa]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/23/presidente-diz-que-pac-esta-inovando-embrapa/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:21:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/23/presidente-diz-que-pac-esta-inovando-embrapa/</guid>
<description><![CDATA[O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Pedro Arraes, avaliou positivam]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://4.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Swr8ba7eFrI/AAAAAAAAJ_U/C3R3T4Nd3mc/s1600/PAC_200px.jpg"><img class="alignleft" src="http://4.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/Swr8ba7eFrI/AAAAAAAAJ_U/C3R3T4Nd3mc/s200/PAC_200px.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>O diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Pedro Arraes, avaliou positivamente os investimentos realizados na Embrapa após lançamento do PAC Embrapa ainda em 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Arraes foi oficializado no cargo este ano e diz que mesmo sem muita propriedade para falar sobre o assunto &#8211; já que precisa interar-se da situação da empresa nos diferentes Estados &#8211; mudanças já foram percebidas.</strong></p>
<div>
<strong>&#8220;A única forma de ver o que mudou é visitar os centros, saber o que foi feito naqueles que tinham estrutura física de trinta anos e que praticamente não tinham recebido investimentos&#8221;, declarou, em entrevista ao Só Notícias. O PAC Embrapa é composto por dez projetos e até o final do ano que vem a meta é implementar 141 metas. O programa prevê investimentos de R$ 914 milhões sendo R$ 650 milhões diretamente na entidade e outros R$ 264 milhões nas organizações estaduais de pesquisa agropecuária que integram o Sistema Nacional de Pesquisa Agropecuária (SNPA).</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19787"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex </a>- Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agropecuária do estado tem crescimento negativo]]></title>
<link>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/21/agropecuaria-do-estado-tem-crescimento-negativo/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 17:04:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauiagrobusiness</dc:creator>
<guid>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/21/agropecuaria-do-estado-tem-crescimento-negativo/</guid>
<description><![CDATA[Na última quinta-feira (19), a Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan) e a Fundação Cepro (Fun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Na última quinta-feira (19), a <a href="http://www.seplan.pi.gov.br/" target="_blank">Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan) </a>e a <a href="http://www.cepro.pi.gov.br" target="_blank">Fundação Cepro</a> (Fundação Centro de Pesquisas Econômicas e Sociais do Piauí) divulgaram o PIB (Produto Interno Bruto) do Piauí referente ao ano de 2008. Surpresas e algumas decepções ficaram evidentes nos números.</p>
<p style="text-align:justify;">De 2002 até o ano passado, a economia deu um salto de 32,22%, resultando de uma diferença de 100,8% no PIB desses 2 anos. Porém, no setor agropecuário, a notícia não foi nada boa. Enquanto a indústria apresentou crescimento de 6,1%, a agropecuária decaiu em -10,4%. Apesar dos incentivos do governo, o motivo da queda, do caso das lavouras, está ligado às bruscas mudanças climáticas.</p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_236" class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/959520.jpg"><img class="size-medium wp-image-236" title="959520" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/959520.jpg?w=200" alt="" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Mamona teve uma queda expressiva</p></div>
<p>Segundo os números da Cepro, os grãos foram os campeões em declínio, com destaque para o arroz, que apresentou a taxa -42,7%. O presidente da Fundação, Oscar de Barros, enfatizou ainda o caso da mamona que, mesmo com exigências mínimas do clima, sofreu uma baixa de 56,3%.</p>
<p style="text-align:justify;">“Um dos poucos produtos que apresentou crescimento positivo foi a soja, com a taxa 4, 47%, mas ainda assim menor que a dos anos anteriores. As chuvas excessivas do início do ano podem ser consideradas como um dos principais fatores. Com elas, perdemos toneladas do que foi colhido. Houve uma redução considerável também da área plantada, o que, consequentemente, interfere nos números da produção”, informou Oscar.</p>
<p style="text-align:justify;">O rebanho bovino, com retração de 5,5%, teve sua queda relacionada a problemas com a febre aftosa. “O Piauí, com um estado de ‘risco desconhecido’, fica em uma situação de desconfiança, tanto no mercado nacional como internacional”, disse.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Confira os dados completos <strong><a href="http://www.cepro.pi.gov.br/download/200911/CEPRO18_477625ce67.pdf" target="_blank">aqui</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por Naruna Brito</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Piauí aposta no debate sobre ovinocaprinocultura]]></title>
<link>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/20/piaui-aposta-no-debate-sobre-ovinocaprinocultura-em-seminario/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:48:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauiagrobusiness</dc:creator>
<guid>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/20/piaui-aposta-no-debate-sobre-ovinocaprinocultura-em-seminario/</guid>
<description><![CDATA[O dono de um dos maiores rebanhos do país, quando o assunto é ovinos e caprinos, aposta mais uma vez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O dono de um dos maiores rebanhos do país, quando o assunto é ovinos e caprinos, aposta mais uma vez no debate sobre as espécies para gerar desenvolvimento. Nos dias 26 e 27 de novembro acontece a 7ª edição do Seminário Piauiense da Ovinocaprinocultura. As atividades do evento serão realizadas no Centro de Ciências Agrárias da Universidade Federal do Piauí (CCA-Ufpi).</p>
<div id="attachment_210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/col22-sebrae_consulta_ovinos_e_caprinos_em_barras.jpg"><img class="size-medium wp-image-210" title="ovinos_e_caprinos" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/col22-sebrae_consulta_ovinos_e_caprinos_em_barras.jpg?w=300" alt="" width="300" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">Seminário discute formas de uma melhor produção</p></div>
<p style="text-align:justify;">Segundo o gerente da Unidade de Atendimento Coletivo Agronegócios do Sebrae no Piauí, Francisco Holanda, o público alvo do seminário são produtores e empresários do setor que atuam no Estado. As discussões estarão voltadas para os avanços da área dos últimos anos e quais as iniciativas que devem ser tomadas para que a ovinocaprinocultura dê mais retorno aos seus investidores e ao próprio Piauí.</p>
<p style="text-align:justify;">“Na verdade, o foco principal do seminário é apresentar experiências de sucesso tanto na ovinocultura de corte quanto na caprinocultura de leite. Temos um potencial nato para o desenvolvimento dessas duas culturas aqui e precisamos mostrar isso aos produtores”, afirma Francisco.</p>
<p style="text-align:justify;">O seminário é realizado pelo <a href="http://www.sebrae.com.br/paginaInicial" target="_blank">Sebrae</a> com o apoio do Fórum da Cadeia Produtiva da Ovinocultura e Caprinocultura; Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (<a href="http://www.senar-pi.org.br/">Senar</a>) Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Banco do Brasil, Banco do Nordeste e UFPI.</p>
<p style="text-align:justify;">Dados do <a href="http://www.ibge.gov.br/home/" target="_blank">Ibge</a>, dão conta que o Piauí possui o terceiro maior rebanho do Brasil de ovinos e o quarto de caprinos.  Apesar disso, a pecuária ainda representou apenas 7,98% no PIB piauiense de 2008, apresentando queda em relação ao anterior, que foi de 8,22%. As porcentagens foram publicadas na última quarta-feira (18) pela Fundação Cepro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por Naruna Brito</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Agronegócio e agricultura familiar]]></title>
<link>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/19/agronegocio-e-agricultura-familiar/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:42:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Braz Albertini</dc:creator>
<guid>http://blogdobraz.wordpress.com/2009/11/19/agronegocio-e-agricultura-familiar/</guid>
<description><![CDATA[Embate desnecessário: A diferenciação de conceitos entre Agronegócio e Agricultura familiar cria uma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Embate desnecessário: A diferenciação de conceitos entre Agronegócio e Agricultura familiar cria uma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Setor agropecuário ganhará núcleo de pesquisa e tecnologia]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/19/setor-agropecuario-ganhara-nucleo-de-pesquisa-e-tecnologia/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 13:31:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/19/setor-agropecuario-ganhara-nucleo-de-pesquisa-e-tecnologia/</guid>
<description><![CDATA[Um passo importante na área da pesquisa agropecuária do estado foi dado ontem com a assinatura de um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwVIQSkOklI/AAAAAAAAJ98/IT2EabZdO6U/s1600/agronegocio.jpg"><img class="alignright" src="http://3.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwVIQSkOklI/AAAAAAAAJ98/IT2EabZdO6U/s200/agronegocio.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>Um passo importante na área da pesquisa agropecuária do estado foi dado ontem com a assinatura de um convênio para a implantação do Núcleo de Pesquisa e Tecnologia da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). O Núcleo será instalado na Estação Experimental Rommel Mesquita de Faria, na Estação do Jiqui, representando um investimento de R$ 8,1 milhões, fruto do financiamento pelo PAC/Embrapa. “O Núcleo vai proporcionar a pesquisa científica para o desenvolvimento de forma sustentável”, frisou a governadora Wilma de Faria. A licença ambiental para a construção também foi expedida ontem.</strong></p>
<div>
<strong>Durante a assinatura do convênio, a governadora inaugurou o Laboratório de Controle Biológico, Reprodução Animal e o Núcleo de Pesquisa de Ave Caipira, onde foram investidos recursos na ordem de R$ 350 mil. Também foi inaugurado o Núcleo de Biotecnologia Vegetal, com investimento de R$ 1,1 milhão. Ainda dentro do projeto de estruturação da Emparn o governo do estado recuperou e reformou os prédios da Estação Experimental do Jiqui, num investimento de R$ 280 mil.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19767"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex </a>- Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[cafés especiais]]></title>
<link>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/19/cafes-especiais/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 10:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>falandonalata</dc:creator>
<guid>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/19/cafes-especiais/</guid>
<description><![CDATA[Café baiano de Piatã é o melhor do Brasil . A Bahia é o quarto maior Estado produtor nacional de caf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><span style="color:#69a955;">Café baiano de Piatã é o melhor do Brasil</span></em></strong><span style="color:#69a955;"><br />
</span> <a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias3.jpg"><img class="size-full wp-image-34045 alignleft" title="seagri-notícias" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias3.jpg" alt="" width="186" height="43" /></a><span style="color:#ffffff;">.</span> <span style="color:#69a955;"> </span></p>
<p><span style="color:#69a955;">A Bahia é o quarto maior Estado produtor nacional de café, atrás de Minas, Espírito Santo e São Paulo, mas o café baiano do município de Piatã, na Chapada Diamantina, é o melhor do Brasil. O lote do produtor Cândido Vladimir Ladeia Rosa, da Fazenda Ouro Verde, em Piatã, foi o campeão do 10º Concurso de Qualidade Cafés do Brasil &#8211; Prêmio Cup of Excellence, com 91,08 pontos do Júri Internacional. Minas Gerais e São Paulo conquistaram o 2º e 3º lugares. E a Bahia, além do 1º lugar, emplacou mais seis colocações entre os 26 finalistas.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;">Esse resultado é fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido pelos produtores da região, com apoio do governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, e da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola, EBDA. A Seagri participou e patrocinou os concursos realizados na Bahia para escolha dos produtores que representariam o Estado na fase internacional, a exemplo da última seletiva, realizada em Vitória da Conquista, organizada pela Associação dos Produtores de Café da Bahia, Assocafé, no dia 28 de outubro, e que contou com a presença do chefe de gabinete da Seagri, Eduardo Salles.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;">O lote do produtor Antonio Rigno, da Chácara São Judas Tadeu, foi classificado em quinto lugar; Manoel Gilmar Pereira, da Fazenda Passagem Funda, em sétimo; Edemar Lúcio Matos Martins, da Fazenda Córrego Seco, em 10º, Fábio Soares dos Anjos, da Fazenda Gerias, 11º, Eulino José de<br />
Novais, da Fazenda Santa Bárbara, em 15º, e Antônio Macedo Souza, do Sítio Santo Antônio, em 22º. Todos eles são produtores do município de Piatã.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;">Promovido pela Associação Brasileira de Cafés Especiais, BSCA, e pela ACE &#8211; Alliance for Coffee Excellence, o 10º Concurso teve como juiz principal Erwin Mierisch, diretor da ACE, e coordenação técnica do classificador Sílvio Leite, da Agricafé. </span></p>
<p><span style="color:#69a955;">“A Bahia é o quarto estado brasileiro em produção de café, mas nós queremos mais, queremos qualificar ainda mais o produto”, disse o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz. Ele lembrou que a Seagri está se mobilizando para reorganizar a<br />
Câmara Setorial do Café, produto de destacada importância na economia baiana, gerador de milhares de empregos, e disse que a Seagri deverá agilizar providências que venham agregar valores à cadeia produtiva.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;">O secretário destacou ainda que a EBDA vem desenvolvendo o Programa Café, coordenado pelo especialista Ramiro Amaral, garantindo assistência técnica e realizando pesquisas em parceria com a Embrapa para melhorar a qualidade e a produtividade.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;">“Esta premiação representa muito para nós, agrega valor à nossa produção”, afirma Michael Freitas, presidente da Cooperativa e da Associação dos Produtores de Café de Piatã. Ele revelou que os 26 lotes vencedores, selecionados entre os 56 finalistas que participaram da última etapa, a do Júri Internacional, vão participar do disputado leilão internacional Cup of Excellence, no dia 19 de janeiro de 2010. Só para ilustrar a importância do leilão, Michael lembra que o campeão do c oncurso de 2005 vendeu no leilão a saca de café, de 60 kg, por R$ 14 mil. “Vinte sacas premiadas num concurso como esse valem o equivalente a 200 sacas no mercado comum”, eslareceu ele. Do leilão do dia 19 vão participar diversos torrefadores de todo o mundo.</span></p>
<p><span style="color:#69a955;"><br />
Aberto a todo produtor de café arábica, o Concurso de Qualidade Cafés do Brasil foi fundamental para conquistar o mercado internacional para os cafés especiais brasileiros. O Júri Internacional é integrado por provadores e profissionais de compra de torrefações e lojas de cafés de diversos países europeus, asiáticos e americanos. Ao participarem do concurso, esses compradores têm a oportunidade de conhecer não só a alta qualidade dos grãos, mas também as regiões produtoras e os sistemas de certificação de qualidade e de produção da BSCA. 17.11.2009 Tempo de Comunicação – São Paulo <a href="http://www.bsca.com.br/">http://www.bsca.com.br/</a>index.php?lang=pt-BR</span></p>
<p><strong><span style="color:#339966;"><span style="font-weight:normal;"><em><span style="color:#69a955;">S</span></em></span><span style="font-weight:normal;"><em><span style="color:#69a955;">ecretaria de Agricultura &#8211; Assessoria de Comunicação -Josalto Alves 55 71 3115</span></em></span><span style="color:#69a955;"> </span><em><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#69a955;">2767-2794-2737</span></span></em></span></strong><em> </em></p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Índia ditará ritmo do mercado internacional de commodities]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/18/india-ditara-ritmo-do-mercado-internacional-de-commodities/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 14:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[Depois de a China ditar o ritmo no mercado de commodities, principalmente em razão do seu apetite po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwQFKokBqFI/AAAAAAAAJ9E/LKsQl7HW7YU/s1600/commodities_356px.jpg"><img class="alignleft" src="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwQFKokBqFI/AAAAAAAAJ9E/LKsQl7HW7YU/s200/commodities_356px.jpg" border="0" alt="" /></a></strong><strong>Depois de a China ditar o ritmo no mercado de commodities, principalmente em razão do seu apetite por soja ao longo da última temporada, agora, na safra 2009/2010, será a vez da Índia apontar os rumos do comércio agrícola mundial. Além da explosão dos preços do açúcar, que já subiram 92% este ano, a Índia deve alavancar a demanda por óleo de soja e arroz.</strong></p>
<div>
<strong>As importações de óleo por parte da Índia, o maior comprador do produto no mercado internacional depois da China, deverão permanecer próximas de sua maior alta dos últimos 15 anos. De acordo com a Associação dos Extratores de Solventes, a elevação é efeito da concorrência com produtos estrangeiros mais baratos, o que torna pouco lucrativo o processamento da soja e do amendoim locais. As processadoras de soja estão operando suas unidades de produção a cerca de 50% de sua capacidade. &#8220;As compras de óleos de cozinha por parte da Índia, entre os quais o de palma, deverão ultrapassar 2 milhões de toneladas no período de três meses a encerrar-se em 31 de janeiro, comparativamente aos 2,1 milhões de toneladas do trimestre anterior&#8221;, diz B.V. Mehta, diretor-executivo da associação.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19757">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pesquisa pode resultar em produção de carne bovina mais macia no Piauí]]></title>
<link>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/18/pesquisa-pode-resultar-em-producao-de-carne-bovina-mais-macia-no-piaui/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:30:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauiagrobusiness</dc:creator>
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<description><![CDATA[Gado da raça Nelore é cruzado com touro pé-duro na busca de uma carne de melhor qualidade Quando o a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_196" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/gadonelore.jpg"><img class="size-full wp-image-196" title="gadonelore" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/gadonelore.jpg" alt="" width="300" height="238" /></a><p class="wp-caption-text">Gado da raça Nelore é cruzado com touro pé-duro na busca de uma carne de melhor qualidade</p></div>
<p style="text-align:justify;">Quando o assunto é carne, o consumidor tem lá suas exigências, compreensíveis, uma vez que qualidade faz sim toda a diferença. Pensando nisso, a <a href="http://www.cpamn.embrapa.br/" target="_blank"><strong>Embrapa Meio Norte</strong> </a>coordena no Piauí uma pesquisa que cruza bovinos de raças diferentes na busca por uma carne mais macia.</p>
<p style="text-align:justify;"> O agrônomo Geraldo Magela é o responsável pelo projeto que, a médio prazo, pode impulsionar a exportação do gado piauiense. O objetivo geral da pesquisa é avaliar estratégias de utilização de recursos genéticos animais para produção eficiente de carne bovina de qualidade.</p>
<p style="text-align:justify;"> O Censo Agropecuário 2007 dá conta que cerca de 70% do rebanho bovino do Piauí é de gado Zebu ou com ascendência dessa raça, reconhecidamente de qualidade inferior na maciez da carne. Os pesquisadores estudam como reduzir o potencial zebuíno no rebanho, cruzando-o com outras raças. No caso piauiense, o resultado mais eficaz foi obtido do cruzamento entre fêmeas Nelore com touros pé-duro.</p>
<p style="text-align:justify;"> O campo de pesquisa está concentrado na cidade de Campo Maior, a 82 quilômetros de Teresina, ocupando uma área de 800 hectares. Aproximadamente 204 cabeças estão envolvidas nas experimentações que envolvem inseminação artificial e monta natural.</p>
<p style="text-align:justify;"> Os resultados positivos dessa pesquisas podem viabilizar o crescimento da exportação da carne bovina piauiense, ainda em crise pela sombra do risco desconhecido da febre aftosa.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Por Naruna Brito</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Patrulha mecanizada facilitará escoamento de grãos do sul do Piauí]]></title>
<link>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/17/patrulha-mecanizada-facilitara-escoamento-de-graos-do-sul-do-piaui/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 18:21:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauiagrobusiness</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ainda consequência direta do último período chuvoso, as estradas que ligam o sul do Piauí ao Norte e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Ainda consequência direta do último período chuvoso, as estradas que ligam o sul do Piauí ao Norte e a estados vizinhos, como o Maranhão, estão com o tráfego comprometido ou inviabilizado. Por esse motivo, o escoamento dos grãos, principalmente a soja, tornou-se um motivo de grande preocupação para os produtores. Preocupação essa que pretende ser amenizada pelas autoridades e instituições governamentais.</p>
<div id="attachment_192" class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/soja2.jpg"><img class="size-full wp-image-192" title="soja2" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/soja2.jpg" alt="" width="400" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Escoamento de grãos do Piauí depende diretamente da qualidade das estradas</p></div>
<p style="text-align:justify;">Na última semana, o governo do Piauí, através da Secretaria de Defesa Civil, doou uma patrulha mecanizada aos municípios de Santa Filomena, Ribeiro Gonçalves e Uruçuí. Os veículos (trator de esteira, pá-carregadeira, patrol e caçamba), além de solucionarem outros problemas dos agricultores locais, trabalharão também na recuperação da malha viária que permite a distribuição dos grãos e transporte de insumos.</p>
<div id="attachment_190" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/deracre1.jpg"><img class="size-full wp-image-190" title="deracre" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/deracre1.jpg" alt="" width="300" height="280" /></a><p class="wp-caption-text">Patrulha ajudará na recuperação de trechos da &#39;rota da soja&#39;</p></div>
<p style="text-align:justify;">O trabalho é resultado da parceria entre a prefeitura de Santa Filomena e a Associação dos Produtores da Serra da Fortaleza (Aproforte). O município fornecerá o maquinário e assistência técnica, enquanto que a associação ficará responsável por despesas com óleo diesel, alimentação dos profissionais encarregados dos equipamentos, outras três caçambas e apoio logístico.</p>
<p style="text-align:justify;">Segundo Amarildo dos Santos, presidente da Aproforte, em contrapartida à melhoria fornecida pelo trabalho das patrulhas, os produtores se comprometeram a fazer doações de alimentos para complementar a merenda escolar dos alunos do município.</p>
<p style="text-align:justify;">Inicialmente, será recuperado um trecho de aproximadamente 70 quilômetros, que liga a Serra da Fortaleza e a Tarso Fragoso (MA). Serão 15 dias de trabalho, que começarão no próximo dia 26. “É um momento histórico, onde o agronegócio encontra-se unido ao executivo e ao legislativo por um bem maior: o desenvolvimento do Estado”, afirma Amarildo.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Por Naruna Brito</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Governo prioriza leilão de trigo para amenizar cenário de baixa]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/17/governo-prioriza-leilao-de-trigo-para-amenizar-cenario-de-baixa/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 15:23:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para apoiar a comercialização de trigo no País, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realiz]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwK_nFlt5QI/AAAAAAAAJ7c/Y6J_j0PkjAI/s1600/trigo_01.jpg"><img src="http://2.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwK_nFlt5QI/AAAAAAAAJ7c/Y6J_j0PkjAI/s200/trigo_01.jpg" border="0" alt="" /></a></strong></p>
<p><strong>Para apoiar a comercialização de trigo no País, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) realizará um leilão por semana até o final deste ano, totalizando seis eventos do Programa de Escoamento da Produção (PEP), para os quais deverá destinar R$ 200 milhões. A medida é considerada paliativa, já que o cenário mundial para a commodity é de oferta excedente e preços pressionados, o que no Brasil é agravado pelo fator cambial. Desde o início da colheita do cereal, em meados de agosto, já foram realizados seis leilões e nesta semana deve ocorrem mais dois. Até agora, foram ofertadas 812 mil toneladas de trigo e a demanda foi de 591 mil toneladas.</p>
<p>A expectativa da Câmara Setorial das Culturas de Inverno é a de que antes do início do próximo plantio seja apoiada a comercialização de até 3 milhões de toneladas de trigo, o que equivale a metade da safra brasileira. Na temporada 2008/2009, o escoamento de 37% da safra recebeu o subsídio de algum mecanismo.</strong></p>
<div>
<strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19734"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Transporte ruim atrasa prosperidade do agronegócio do Brasil]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/16/transporte-ruim-atrasa-prosperidade-do-agronegocio-do-brasil/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 14:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
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<description><![CDATA[A falta de investimentos na área de transportes é um dos principais obstáculos para o crescimento do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://4.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwFgQuVO36I/AAAAAAAAJ6k/thHtoJ1SZTs/s1600/Agroneg%C3%B3cio_200px.jpg"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SwFgQuVO36I/AAAAAAAAJ6k/thHtoJ1SZTs/s200/Agroneg%C3%B3cio_200px.jpg" border="0" alt="" /></a></strong></p>
<div><strong>A falta de investimentos na área de transportes é um dos principais obstáculos para o crescimento do &#8220;próspero&#8221; setor agrícola brasileiro, segundo reportagem do jornal britânico Financial Times em sua edição desta segunda-feira.</strong></p>
<p><strong>&#8220;Muitos ao redor do mundo estão acompanhando avidamente o despontar do Brasil como uma superpotência agrícola. Mas analistas do país dizem que a produção está chegando a seu limite e que o investimento necessário para o crescimento &#8211; especialmente na infraestrutura de transportes &#8211; está ficando curto&#8221;, diz o diário.</strong></p>
<p><strong>O correspondente do jornal no Brasil entrevistou fazendeiros em Primavera do Leste (MT), que reclamam de ter que desembolsar cerca de US$ 100 por tonelada de produtos a serem transportados por terra aos portos de onde são exportados &#8211; o que, segundo eles, custa cerca de US$ 30 nos Estados Unidos.</strong></p>
<p><strong><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19711"> Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></strong></p>
<p><strong>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística</strong></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[é tempo verde no campo]]></title>
<link>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/13/33730/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 13:08:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>falandonalata</dc:creator>
<guid>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/13/33730/</guid>
<description><![CDATA[Caravana Seagri Mais Alimentos encerra etapa em Jequié A caravana Seagri Itinerante Mais Alimentos-B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:'Bookman Old Style';color:#339966;font-size:10pt;"><em><span style="color:#3366ff;">C<span style="color:#008080;">aravana <strong>Seagri Mais Alimentos </strong>encerra etapa em Jequié</span></span></em></span></p>
<p><em><span style="color:#008080;">A</span></em><span style="color:#008080;"> caravana Seagri Itinerante Mais Alimentos-Bahia, que está levando um verdadeiro shopping center de máquinas e implementos agrícolas ao interior do Estado, está nesta sexta-feira, (13) no município de Jequié, onde encerra esta primeira fase do projeto com o sorteio de um trator e vários outros brindes para os agricultores familiares que estiveram nas cidades por onde a caravana passou, (Feira de Santana, Santo Antonio de Jesus, Ituberá e Jaguaquara)..</span></p>
<p><span style="color:#008080;"> Durante todo o dia, o que há de mais moderno em maquinário e implementos voltados à agricultura familiar será mostrado no Parque de Exposições Agropecuárias de Jequié. A expectativa, de acordo com o coordenador nacional do Programa Mais Alimentos, Hercílio Matos, é finalizar a caravana na Bahia com a marca de R$ 26 milhões em negócios encaminhados, volume  correspondente ao alcançado na safra 2008/2009 em toda a região Nordeste.<br />
</span></p>
<p><span style="color:#008080;">Criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) para a modernização produtiva das unidades familiares agrícolas de todo o País, o Mais Alimentos oferece vantagens em relação às condições de financiamento praticadas no mercado. Entre elas, crédito de até R$ 100 mil, juros de 2% ao ano, três anos de carência e sete anos para quitar o financiamento. Mas na Bahia, conforme explica o secretário da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária, Seagri, Roberto Muniz, é diferente. </span></p>
<p><span style="color:#008080;">“Aqui o agricultor não paga juros. O governo do Estado é quem paga os juros para estimular o agricultor a modernizar, a colocar tecnologia em sua propriedade, melhorando a produção e a qualidade de vida de sua família”. O pagamento dos 2% de juros por parte do Estado foi autorizado pela Lei aprovada pela Assembléia Legislativa instituindo medidas de estímulo à renegociação de dívidas oriundas do PRONAF. Muniz enfatiza que “esta primeira fase do projeto termina hoje, (13), em Jequié, mas as condições que colocamos à disposição dos nossos agricultores familiares continuam. É só ir a uma agência do Banco do Brasil ou do Banco do Nordeste do Brasil e dizer que quer utilizar o Programa Mais Alimentos”.</p>
<p>Josalto Alves –Assimp/Seagri 71 3115.2794 9609.8217 Secretaria de Agricultura Assessoria de Comunicação 71 3115-2767/2794/2737</span></p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Exportações de arroz têm crescimento recorde em 2009]]></title>
<link>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/12/exportacoes-de-arroz-tem-crescimento-recorde-em-2009/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:18:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>newscomex</dc:creator>
<guid>http://newscomex.wordpress.com/2009/11/12/exportacoes-de-arroz-tem-crescimento-recorde-em-2009/</guid>
<description><![CDATA[As exportações de arroz do Brasil alcançaram volumes recordes neste ano-safra, ultrapassando as 720 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SvxRA_aLkuI/AAAAAAAAJ30/onP2MFSzuu8/s1600-h/Arroz_safra.jpg"><img class="alignleft" src="http://1.bp.blogspot.com/_hIGyuXc1duU/SvxRA_aLkuI/AAAAAAAAJ30/onP2MFSzuu8/s200/Arroz_safra.jpg" border="0" alt="" /></a>As exportações de arroz do Brasil alcançaram volumes recordes neste ano-safra, ultrapassando as 720 mil toneladas de março a outubro, o que representa um incremento de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. A expectativa é de repetir a comercialização de 790 mil toneladas, registrada em 2008 &#8211; cerca de 10% da safra gaúcha &#8211; em função principalmente do aquecimento do mercado externo em função da quebra da safra do cereal na Índia e também pela presença mais consolidada do produto nacional no exterior.</p>
<p>&#8220;Houve uma melhora em logística, desde o transporte até a armazenagem&#8221;, disse o analista de mercado especialista em arroz da Safras e Mercado, Élcio Bento. Na opinião dos arrozeiros, o foco no mercado externo tem sido importante para reduzir o excedente que normalmente colabora com o recuo dos preços no mercado interno.</p>
<p>Mas, no entanto, a partir de agora a tendência é de redução dos embarques, uma vez que o hemisfério Norte está em plena safra. &#8220;A queda gradual do dólar também deve frear as exportações. De agora, até fevereiro quando acaba o ano-safra, devemos enviar cerca de 69 mil toneladas&#8221;, disse o diretor comercial do Instituto Rio-grandense do Arroz (Irga), Rubens Silveira.</p>
<p><a href="http://www.newscomex.com.br/mostra_noticia.php?codigo=19666">Clique aqui e veja a notícia na íntegra.</a></p>
<p>Postado por: <a href="http://www.newscomex.com.br/">NewsComex</a> &#8211; Comércio Exterior e Logística<br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jornalismo especializado pode movimentar mercado de trabalho]]></title>
<link>http://zonaleste.wordpress.com/2009/11/11/agrojornalismoeconomico/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 22:57:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Robério Marcolino Filho</dc:creator>
<guid>http://zonaleste.wordpress.com/2009/11/11/agrojornalismoeconomico/</guid>
<description><![CDATA[Print do site Ag Rural A noite de oficinas da IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_6211" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://zonaleste.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-6211" title="AgRural" src="http://zonaleste.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.jpg?w=150" alt="AgRural" width="150" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Print do site Ag Rural</p></div>
<p style="text-align:justify;">A noite de oficinas da IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural começou com o jornalista Robson Silva Campos, editor chefe do site AgRural(<a title="AgRural" href="http://www.agrural.com.br" target="_blank">www.agrural.com.br</a>). O site traz informações sobre as relações econômicas das principais culturas anuais do Brasil. O site conta com cerca de 400 assinantes. Apesar do número limitado de assinantes estes estão entre os principais produtores do Sul e Centro-oeste do Brasil.<!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">A oficina trouxe informações sobre Bolsa de Valores, especulações, consultorias econômicas, contrato e mercado futuro entre outros termos do dicionário “economiquês”. Outra importante contribuição do jornalista foi no campo das pós-graduações possíveis que os jornalistas podem fazer para se especializar em Agronegócio.</p>
<p style="text-align:justify;">Campos, afirmou que o campo de Agronegócio é extremamente promissor aos jornalistas, uma vez que a agricultura está em constante expansão e inúmeros grupos estão investindo em comunicação segmentada no campo de Economia Rural. Inclusive a própria AgRural está investindo em uma cobertura voltada para a televisão.</p>
<p style="text-align:justify;">Além de toda parte técnica e comercial que envolve um site Campos também passou algumas dicas práticas de como trabalhar com os números como, por exemplo: arredondar valores, transformar valores em porcentagem, evitar os zeros, comparara os dados com valores tocáveis pelos leitores. O jornalista também enfocou na dificuldade de trabalhar com valores vindos dos Estados Unidos pela diferença de unidades de medida e de como deixar os dados mais acessíveis em tabelas de simples leitura e que dizem o que o leitor precisa saber.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;left:-10000px;width:1px;position:absolute;top:0;height:1px;text-align:justify;">&#60;!&#8211;[if gte mso 9]&#62; Normal 0 21 false false false PT-BR X-NONE X-NONE MicrosoftInternetExplorer4 &#60;![endif]&#8211;&#62;&#60;!&#8211;[if gte mso 9]&#62; &#60;![endif]&#8211;&#62;<!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:1; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-format:other; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:0 0 0 0 0 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-fareast-theme-font:minor-latin; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi; 	mso-fareast-language:EN-US;} .MsoPapDefault 	{mso-style-type:export-only; 	margin-bottom:10.0pt; 	line-height:115%;} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:&#34;Tabela normal&#34;; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:&#34;&#34;; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:&#34;Calibri&#34;,&#34;sans-serif&#34;; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:&#34;Times New Roman&#34;; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --> &#60;!&#8211;[endif]&#8211;&#62;</div>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A noite de oficinas da IV Ciclo de debates jornalismo e diversidade cultural começou com o jornalista Robson Silva Campos, editor chefe do site AgRural. O site traz informações sobre as relações econômicas das principais culturas anuais do Brasil. O site conta com cerca de 400 assinantes. Apesar do número limitado de assinantes estes estão entre os principais produtores do Sul e Centro-oeste do Brasil.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">A oficina trouxe informações sobre Bolsa de Valores, especulações, consultorias econômicas, contrato e mercado futuro entre outros termos do dicionário “economiquês”. Outra importante contribuição do jornalista foi no campo das pós-graduações possíveis que os jornalistas podem fazer para se especializar em Agronegócio.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Campos, afirmou que o campo de Agronegócio é extremamente promissor aos jornalistas, uma vez que a agricultura está em constante expansão e inúmeros grupos estão investindo em comunicação segmentada no campo de Economia Rural. Inclusive a própria AgRural está investindo em uma cobertura voltada para a televisão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Além de toda parte técnica e comercial que envolve um site Campos também passou algumas dicas práticas de como trabalhar com os números como, por exemplo: arredondar valores, transformar valores em porcentagem, evitar os zeros, comparara os dados com valores tocáveis pelos leitores. O jornalista também enfocou na dificuldade de trabalhar com valores vindos dos Estados Unidos pela diferença de unidades de medida e de como deixar os dados mais acessíveis em tabelas de simples leitura e que dizem o que o leitor precisa saber.</p>
<div id="attachment_6211" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://zonaleste.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-6211" title="AgRural" src="http://zonaleste.wordpress.com/files/2009/11/untitled1.jpg?w=150" alt="AgRural" width="150" height="117" /></a><p class="wp-caption-text">Print do site Ag Rural</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[seagri latina]]></title>
<link>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/11/paradoxus-316/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 20:44:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>falandonalata</dc:creator>
<guid>http://falandonalata.wordpress.com/2009/11/11/paradoxus-316/</guid>
<description><![CDATA[Chefe de Gabinete da Seagri Recebe Missão da Venezuela . Com o objetivo de buscar cooperação técnica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#639b63;"><em>Chefe de Gabinete da Seagri Recebe Missão da Venezuela</em></span></strong><span style="color:#639b63;"><em> </em></span></p>
<p><em><span style="color:#639b63;"> </span></em></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#639b63;"><br />
<a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias.jpg"><img class="size-full wp-image-33537 alignleft" title="seagri-notícias" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/seagri-noticias.jpg" alt="seagri-notícias" width="186" height="43" /></a><br />
</span></span></p>
<p>.</p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#639b63;">Com o objetivo de buscar cooperação técnica no que diz respeito à agricultura, foi realizada hoje (11), na secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri), uma reunião com o Governo Venezuelano de Arágua, representados pelos  membros  das comissões  Ramon Isea, Jorge Tejera , Wilfredo Oliveiros Alison Ledezma e Mauricio Balbi e do subsecretario da Agricultura da Bahia, Eduardo Salles, e dos técnicos da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA).  Na ocasião foi apresentado o Estado da Bahia aos venezuelanos pela equipe técnica da EBDA.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#639b63;"> Após apresentação e discussão sobre produção de alimentos especifico como milho, caprinos, bubalinos, bovinos, hortaliças dentre outros. <a href="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/edileide-da-hora-meeting-segri1.jpg"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-33541" title="edileide da hora, meeting seagri" src="http://falandonalata.wordpress.com/files/2009/11/edileide-da-hora-meeting-segri1.jpg?w=150" alt="edileide da hora, meeting segri" width="124" height="93" /></a>Foi proposto pelo subsecretario uma  elebração de um protocolo de cooperação técnica entre os governos do Estado e o governo do Arágua através de suas secretarias de agricultura, um agendamento de uma missão técnica do Arágua, para realização de um diagnostico, das potencialidades e das características  edafoclimática da região,servindo de subsidio para o acordo de cooperação técnica, além de uma visita de técnicos da Arágua á Bahia para conhecer funciona a agricultura do estado.</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#639b63;">De acordo com o subsecretario Eduardo Salles, a reunião foi muito proveitosa, tendo em vista que foram colocados em pauta assunto de interesses dos venezuelanos. Como a produção de sementes, colheita e pós- colheita, agroindústria, piscicultura, bovinocultura, caprinoovinocultura e dentre outros. “Essa cooperação técnica que foi discutida vai poder mostrar o potencial do estado na agricultura”. Concluiu. Segundo o representante da comissão Ramon Isea, a conversa com os representantes da secretaria da Agricultura do Estado gerou um interesse de impulsionar a área da agricultura. “Hoje podemos traçar algumas temáticas em relação à Piscicultura e segurança alimentar,” falou. fotocredito Edleide da hora</span></span></p>
<p><span style="font-style:normal;"><span style="color:#639b63;">Ascom/Seagri 11.11.2009 Edleide da Hora  - Imprensa/Seagri 71  3115 2767/2737/9156 0422</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha de vacinação contra febre aftosa pretende tirar o Piauí do 'risco desconhecido']]></title>
<link>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/10/campanha-de-vacinacao-contra-febre-aftosa-pretende-tirar-o-piaui-do-risco-desconhecido/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:59:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>piauiagrobusiness</dc:creator>
<guid>http://piauiagrobusiness.wordpress.com/2009/11/10/campanha-de-vacinacao-contra-febre-aftosa-pretende-tirar-o-piaui-do-risco-desconhecido/</guid>
<description><![CDATA[Novembro é oficialmente o mês de luta pela erradicação da febre aftosa no Piauí. No último dia 5, fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">Novembro é oficialmente o mês de luta pela erradicação da febre aftosa no Piauí. No último dia 5, foi lançada a campanha de vacinação contra a doença. O objetivo é tirar o estado da zona de risco desconhecido, atraindo novamente a confiança dos investidores.</p>
<div id="attachment_99" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-99" title="aftosa" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/aftosa.jpg?w=300" alt="aftosa" width="300" height="233" /><p class="wp-caption-text">Pecuaristas devem vacinar o rebanho até o dia 30 deste mês.</p></div>
<p>Durante a primeira etapa da campanha, que ocorreu no primeiro semestre desse ano, foi vacinado 95,8% do rebanho total do estado, de, atualmente, 1,6 milhões de cabeças. Uma vitória, de acordo com José Antônio Filho, diretor da Adapi (Agência de Defesa Agropecuária do Piauí), entidade que coordena a vacinação. “O trabalho preparativo para essa campanha foi muito criterioso. A participação dos pecuaristas foi essencial. É muito importante essa conscientização deles da importância de vacinar o rebanho, o que já vem acontecendo”, disse.</p>
<p>O esforço conjunto entre instituições governamentais e entidades agropecuárias pode fazer o Piauí sair do risco desconhecido ainda essa semana. A expectativa da Adapi é que a notícia mais aguardada pelos pecuaristas seja anunciada ainda nesta quinta-feira (12). “Sabemos o quanto o estado tem se prejudicado desde que foi identificado como risco desconhecido. Essa grande mobilização pretende, dentre outras coisas, dinamizar o nosso agronegócio, que tem um grande potencial”, afirmou o diretor da entidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Embora há mais de 10 anos não seja registrado um único caso sequer da doença no Piauí, o status de risco desconhecido tem prejudicado os negócios significativamente, especialmente para os produtores da região Sul do Piauí, que concentra cerca de 40% do rebanho.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_97" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-97" title="brasil" src="http://piauiagrobusiness.wordpress.com/files/2009/11/brasil.gif?w=300" alt="brasil" width="300" height="268" /><p class="wp-caption-text">Embora não tenha casos registrados a mais de 10 anos, Piauí ainda aparece no mapa* como zona não livre da doença.</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">*mapa da <a href="http://www.oie.int/eng/en_index.htm" target="_blank">OIE &#8211; Organização Mundial de Saúde Animal</a>, divulgado no primeiro semestre de 2009.</p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Por Naruna Brito</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
