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	<title>aleatoriedade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/aleatoriedade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aleatoriedade"</description>
	<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 19:01:06 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[QUANDO MENOS É MAIS...]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/11/17/quando-menos-e-mais/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:05:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/11/17/quando-menos-e-mais/</guid>
<description><![CDATA[Em 1990, Harry Markowitz recebeu o prêmio Nobel de economia por seu trabalho inovador sobre alocação]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Em 1990, <a href="http://nobelprize.org/nobel_prizes/economics/laureates/1990/markowitz-autobio.html" target="_blank">Harry  Markowitz</a> recebeu o prêmio Nobel de economia por seu trabalho inovador  sobre alocação otimizada de ativos. Seus estudos baseavam na idéia  de que um título para um investidor poderia ser avaliado melhor por  sua média, seu desvio-padrão, e sua correlação a outros títulos  da carteira. Seus métodos de distribuição de probabilidades e redução  de risco por meio da covariância eram inovadoras e geraram uma revolução  no mundo das finanças. <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?isbn=8576841401&#38;sid=894161140111117503086082211" target="_blank">Gerd Gigerenzer no livro &#8220;O Poder da Intuição&#8221;</a>, explica melhor as idéias de Markowitz dizendo:</p>
<blockquote><p><em>“digamos que você esteja escolhendo uma série de fundos de investimentos.  Para reduzir o risco, quer evitar botar todos os ovos numa  única cesta. Mas de que modo deve distribuir o dinheiro entre os diversos  papéis. Markowitz mostrou que existe um portfólio melhor que os outros  que maximiza o retorno e minimiza o risco.” </em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Mas as vezes  informações de mais podem ser prejudiciais, fazendo uma alusão à  célebre frase de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Mies_van_der_Rohe" target="_blank">Mies Van Der Rohe</a> “Less is more”, existe  uma outra linha de pensamento conhecida como o Método 1/N. O método  consiste em alocar seu dinheiro em porções iguais em cada 1 de N fundos  e é utilizado por pessoas comuns como forma intuitiva.  Em um  estudo citado por Gerd Gigerenzer em seu livro, demonstrou que cerca de metade das pessoas estudadas  seguem mesmo que de forma intuitiva a regra do 1/N. Quem tem em vista  apenas duas alternativas investe metade em cada, enquanto a maioria  pensa em três ou quatro fundos e também distribui o dinheiro de forma  homogênea.</p>
<p style="text-align:justify;">Outro estudo também citado por Gerd Gigerenzer comparou 12 carteiras de alocação otimizada  de ativos, incluindo a de Markowitz, com a regra 1/N. Estas abordagens  basearam suas estimativas em dados financeiros dos últimos dez anos  e tiveram de prever o desempenho para o mês seguinte. Nenhuma das teorias  de otimização teve desempenho superior ao da regra I/N, que retornou  ganhos sempre maiores do que os métodos mais complexos.</p>
<p style="text-align:justify;">Para se entender  porque menos informação e computação pode ser melhor, é importante  saber que os métodos complexos baseiam suas estimativas nos dados já  disponíveis, como o desempenho anterior dos portfólios da indústria. Estes dados caem em duas categorias:</p>
<ul style="text-align:justify;" type="DISC">
<li>Informação que    é útil para prever o futuro</li>
<li>Informações arbitrárias    ou erros que não são úteis para este fim.</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Como o futuro  é desconhecido, Gerd Gigerenzer afirma que é impossível diferenciar  uma coisa da outra e as estratégias complexas acabam incorporando as  informações arbitrárias e que para os métodos complexos possam ser  superiores ao método 1/N, eles necessitariam de pelo menos quinhentos  anos de dados.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/11/grafico_cai.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1105" title="grafico_cai" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/11/grafico_cai.jpg" alt="" width="300" height="258" /></a></p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>GIGERENZER, Gerd. O poder da Intuição. 2007</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O ACASO NAS PROJEÇÕES FUTURAS]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/30/o-acaso-nas-projecoes-futuras/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:42:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/30/o-acaso-nas-projecoes-futuras/</guid>
<description><![CDATA[Segundo MLODINOW (2009): “Por mero acaso, alguns analistas e fundos de ações sempre apresentarão pad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Segundo MLODINOW (2009):</p>
<blockquote><p><em> “Por mero acaso, alguns analistas e fundos de ações sempre apresentarão padrões de sucesso impressionantes. E ainda que muitos estudos demonstrem que tais êxitos passados no mercado não servem como bons indicadores de sucesso futuro – ou seja, que os êxitos ocorreram em boa medida, por pura sorte – a maior parte das pessoas acredita que as recomendações de seus corretores ou a experiência dos que dirigem fundos de ações valem o que custam.” </em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-1026" title="267_2144-bj-bola-de-cristal" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/10/267_2144-bj-bola-de-cristal.jpg?w=249" alt="267_2144-bj-bola-de-cristal" width="281" height="340" />Acadêmicos e escritores dedicaram ao longo do tempo muito esforço ao estudo de padrões de sucesso nos mercados financeiros. Há muitos indícios, por exemplo, de que o desempenho das ações é aleatório, ou tão próximo da aleatoriedade que, na ausência de informações privilegiadas e na presença de um custo para comprar e vender uma carteira de títulos, não existe forma de lucrar com qualquer desvio da aleatoriedade.</p>
<p style="text-align:justify;">MLODINOW (2009) apud<em> HERMANG (1995)</em> et. all. em um estudo de 1995 onde os doze  analistas da bolsa de valores americana mais bem pagos, foram convidados pela revista <em>Barron’s</em> para fazer recomendações. Eles apenas igualaram o retorno médio gerado pelo mercado no final do ano. MLODINOW (2009) também apud METRICK (1999), onde o autor estudou 153 boletins informativos sobre o mercado, não encontrando <em>“indícios significativos de habilidade na escolha das ações por parte dos analistas”</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem vários exemplos de técnicas não convencionais de análise que foram utilizadas gerando um retorno extremamente positivo, melhores até mesmo que as projeções dos analistas. MLODINOW (2009) cita um sistema criado pelo colunista da revista <em>Sporting News</em> Leonard Koppett, influenciado pelos resultados do Super Bowl[1]. Sempre que a vitória ficava com uma equipe da NFL[2], ele previa que o mercado iria subir. Sempre que o campeão fosse um time da AFL[3] a previsão era de que o mercado cairia. Seu método funcionou entre 1979 a 1989, falhou em 1990 e voltou a acertar por todos os anos até 1998. Se Leonard Koppett jamais tivesse revelado seu método, ele seria reconhecido como um grande analista do mercado financeiro.</p>
<p style="text-align:justify;">Já GIGERENZER (2007), demonstrou que uma carteira composta por ações de empresas cujos nomes as pessoas reconheciam na rua, poderia ser mais eficiente do que outras carteiras numa competição promovida pela publicação de finanças <em>Capital Magazine</em>. GIGERENZER (2007) entrevistou cem pessoas na rua (50 homens e 50 mulheres) mostrando a lista das 50 empresas e perguntando quais eles conheciam. As 10 mais apontadas compuseram o portfólio que o autor as inscreveu na competição. A carteira de investimentos com as ações mais reconhecidas rendeu  88% a mais que os outros  portfólios enviados e bateu a maioria dos índices do período. Como controle, eles enviaram outra relação com as ações das dez empresas menos reconhecidas. O rendimento dessa segunda carteira empatou com a seleção feita pelo editor-chefe da revista, perdendo 18,5% no período.</p>
<p style="text-align:justify;">Tanto as estatísticas do futebol americano como uma carteira composta por ações de empresas cujos nomes as pessoas reconheciam na rua, se mostraram incríveis formas funcionais de análises de mercado. A diferença entre esses métodos e a análise técnica/fundamental é que no segundo caso, as explicações e fórmulas complicadas nos levam a crer em uma maior segurança. Segurança que é contestada por BURTON (2008), o neurologista desafia as noções de como pensamos sobre o que sabemos. Ele demonstra que o sentimento de segurança que temos quando &#8220;sabemos” de alguma coisa, vem de fontes além do nosso controle e conhecimento. Na verdade, a certeza é uma sensação mental, ao invés de provas do fato. Porque o sentimento &#8220;de conhecer&#8221; parece ser a confirmação do conhecimento, a partir daí, tendemos a pensar nisso como um produto da razão. Voltando a citar a teoria da dobra platônica de TABLEB (2009): “<em>existe uma enorme diferença entre o que sabemos e o que achamos que sabemos.”.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Por mero acaso, alguns analistas e fundos de ações sempre apresentarão padrões de sucesso impressionantes. E ainda que muitos estudos demonstrem que tais êxitos passados no mercado não servem como bons indicadores de sucesso futuro, ou seja, que os êxitos ocorreram em boa medida, por pura sorte (MLODINOW, 2009). Merton Miller ganhador do Prêmio Nobel em 1990 exemplifica todo o contexto desta aleatoriedade no mercado financeiro em um único parágrafo:</p>
<blockquote><p><em>“Se há 10 mil pessoas olhando para as ações e tentando escolher as vencedoras, umas dessas 10 mil vai se dar bem, por puro acaso, e isso é tudo o que está acontecendo. É um jogo, é uma operação movida pelo acaso e as pessoas acham que estão se movendo com um propósito, mas não estão.”</em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Notas de Rodapé:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">[1] A final do campeonato de Futebol Americano Profissional</p>
<p style="text-align:justify;">[2] Liga Nacional de Futebol Americano</p>
<p style="text-align:justify;">[3] Liga Americana de Futebol Americano</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Referências Bibliograficas:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BURTON, Robert.  <em>On Being Certain: Believing You Are Right Even When You&#8217;re Not</em>. 2008</p>
<p style="text-align:justify;">TALEB, Nassim Nicholas. <em>A lógica do Cisne Negro</em>. Bestseller. 2009</p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;">MLODINOW, Leonard. O Andar do Bêbado. Zahar. 2009</p>
<p style="text-align:justify;">GIGERENZER, Gerg .<em>Gut Feelings: The Intelligence of the Unconscious</em>. Viking Adult; 1 edition (July 5, 2007)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A DOBRA PLATÔNICA E AS FALÁCIAS DOS ANALISTAS]]></title>
<link>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/23/a-dobra-platonica-falacias-dos-analistas-e-o-acaso-nas-projecoes-futuras/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 12:31:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Economiquement</dc:creator>
<guid>http://economiquement.wordpress.com/2009/10/23/a-dobra-platonica-falacias-dos-analistas-e-o-acaso-nas-projecoes-futuras/</guid>
<description><![CDATA[.A DOBRA PLATÔNICA Segundo TALEB (2009): “A dobra platônica é o vão entre o que sabemos e o que acha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">.</span><strong>A DOBRA PLATÔNICA</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Segundo TALEB (2009):</p>
<blockquote><p><em>“A dobra platônica é o vão entre o que sabemos e o que achamos que sabemos, &#8220;a fronteira explosiva onde a mente platônica entra em contato com a realidade confusa&#8221; (p. 25). É onde nossos mapas mentais deixam de ser aplicáveis &#8211; mas não sabemos disso. É onde mora a aleatoriedade.” </em></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">O mundo divide-se entre o mundo que idealizamos (e simplificamos para facilitar a compreensão) e o mundo real, cheio de texturas e irregularidades onde, de fato, vivemos. Analistas de mercados financeiros que vivem plenamente dentro de suas dobras platônicas, possuem uma falha que é fácil de ser detectada em suas projeções: elas não agregam um índice de erro possível aos seus cenários. Prever sem incorporar um índice de erro nos cálculos revela três falácias, todas frutos da mesma concepção errônea acerca da natureza da incerteza. O filósofo RUSSELL (1996) completa esta idéia dizendo:</p>
<blockquote><p><em> “Todos começamos com o “realismo ingênuo”, isto é, a doutrina de que as coisas são aquilo que parecem ser. Achamos que a grama é verde, que as pedras são duras e que a neve é fria. Mas a física nos assegura que o verdejar da grama, a dureza das pedras e a frieza da neve não são o verdejar da grama, a dureza das pedras e a frieza da neve que conhecemos em nossa experiência própria, e sim algo muito diferente.”</em></p></blockquote>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-1030" title="realidade" src="http://economiquement.wordpress.com/files/2009/10/realidade.jpg?w=300" alt="realidade" width="360" height="240" /></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Falácia da Importância da Variabilidade</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">O primeiro erro reside em levar uma projeção a sério demais, sem que se atente para a exatidão dos cálculos. E para propósitos de planejamento, a exatidão na previsão dos cálculos é muito mais importante do que a própria previsão.  Um exemplo fornecido por TALEB (2009) refere-se à época em que ele trabalhava em um banco e percebia como as pessoas projetavam fluxos de capital para empresas sem envolvê-los nem mesmo com uma camada muito fina de incerteza sequer. Por vezes o índice de erro nos cálculos era tão alto que chegava a ser mais significativo do que a própria projeção.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Falácia da Consideração da Previsão</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">As pessoas não consideram a degradação da previsão à medida que o período projetado aumenta. As pessoas não percebem inteiramente a diferença entre futuro próximo e futuro distante. Durante esse espaço de tempo, muitos eventos podem acontecer ou deixarem de acontecer, sem que faça parte da imaginação dos previsores.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em>Falácia do Entendimento</em></strong></p>
<p style="text-align:justify;">A terceira falácia, e talvez a mais grave, diz respeito ao entendimento errado do caráter aleatório das variáveis que estão sendo previstas. Estas variáveis podem acomodar cenários bem mais otimistas, ou bem mais pessimistas do que os atualmente esperados.</p>
<p style="text-align:justify;">Quando se faz uma projeção para o futuro, pode-se necessitar de uma quantidade crescente de precisão acerca da dinâmica do processo que está modelando, já que a taxa de erro aumenta muito rápido. O problema é que a quase precisão não é possível, uma vez que a degradação da previsão aumenta de repente. Finalmente seria necessário decifrar o passado com precisão infinita.</p>
<p><span style="color:#ffffff;">.</span></p>
<p><strong>Referências Bibliográficas:</strong></p>
<p>TALEB, Nassim Nicholas. <em>A lógica do Cisne Negro</em>. Bestseller. 2009</p>
<p><em> </em></p>
<p>RUSSELL, Bertrand. <em>An Inquiry Into Meaning And Truth</em>. Oxford. 1996. Página 15</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;"> </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Não é que eu seja quieto.]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/10/18/nao-e-que-eu-seja-quieto/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 02:01:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/10/18/nao-e-que-eu-seja-quieto/</guid>
<description><![CDATA[é que eu espero um tempo antes de falar, pra saber se a outra pessoa é digna de conversa. não é que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>é que eu espero um tempo antes de falar,<br />
pra saber se a outra pessoa<br />
é digna de conversa.</p>
<p>não é que eu seja quieto,<br />
mas é impossível argumentar contra<br />
um ignorante sobre sua ignorância.</p>
<p>não é que eu seja quieto,<br />
mas é que é tanta gente falando<br />
dentro e fora de mim&#8230;</p>
<p>não é que eu seja quieto,<br />
sua presença me impressiona&#8230;<br />
e qualquer palavra, pra mim, é menor.</p>
<p>não e que eu seja quieto,<br />
é que falo sem voz.</p>
<p>não e que eu seja quieto,<br />
porque falar, as vezes, atrapalha<span style="color:#9c9c9c;"> (&#8230;)</span></p>
<p><span style="color:#9c9c9c;"><span style="color:#000000;">tirado do <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=26758069">orkut</a>.=p</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pequenas Certezas de Cada Dia!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/10/14/pequenas-certezas-de-cada-dia/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 08:03:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/10/14/pequenas-certezas-de-cada-dia/</guid>
<description><![CDATA[“É do aparente caos, da imprecisão e da aleatoriedade que o homem, dotado de paciência e tempo, extr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><span style="color:#000000;">“É do aparente caos, da imprecisão e da aleatoriedade que o homem, dotado de paciência e tempo, extrai as mais incríveis imagens”</span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em>Prof. Dr. Lúcia Leão</em></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2769" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/10/esperanca.jpg" alt="" width="480" height="360" /></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O novo, o diferente sempre causa medo&#8230; Essa é, com certeza, uma das premissas do mundo – pelo menos, entendo que sim.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Comigo, não poderia ser diferente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">No começo do semestre, eu estranhei muito. Achei que não daria conta, estava assustada com o mundo diferente em que emergia aos poucos e me sentia totalmente deslocada. Queria desistir – sim, desistir é sempre mais fácil do que enfrentar (com a cara e a coragem) as conseqüências do desconhecido.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas, no fundo da minha alma, eu sabia que estava no caminho certo. Então, resolvi me dedicar. Passei a ler tudo o que era proposto, a pesquisar para entender melhor tudo aquilo que me era estranho e, principalmente, me enturmar com os colegas novos.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Dois meses depois do início das aulas, me peguei tarde da noite, no laboratório 9 do sub-solo, vendo obras de artes contemporâneas e discutindo conceitos estéticos e a importância dos mesmos dentro do estudo comunicacional. Senti-me tão feliz e realizada – finalmente, fazia parte daquilo que eu não entendia anteriormente.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Obviamente, ainda tenho algumas lacunas enormes neste campo das artes. Mas não dá para saber tudo a respeito de tudo. Considerando a minha formação e o meio em que sempre vivi, percebi que dei um grande salto. Aproveitei a oportunidade que me foi oferecida e estou aprendendo, absorvendo e incorporando o máximo de elementos que eu posso.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Perceber isso me deixou muito contente. Foi uma sensação boa&#8230; Muito boa!</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Aí, me lembrei do sábio <em>SMS</em> que recebi na tarde da segunda-feira, dia 12, de uma pessoa muito especial:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong>“Nada é tempo perdido. Tudo é tempo vivido”</strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a liberdade]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/09/26/sobre-a-liberdade/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 05:50:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/09/26/sobre-a-liberdade/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Impor limites não é uma estratégia, não é uma falta de liberdade, é uma libertação. É preciso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Impor limites não é uma estratégia, não é uma falta de liberdade, é uma libertação. É preciso se conhecer muito e ter muita sensibilidade e respeito por si e pelo outro para ter a sinceridade de dizer:<em>comigo você só poderá chegar até aqui</em>. Porque o meu limite acaba sendo o de alguém também.É como um aviso: <em>se você tentar ir além, vai invadir, estragar, tentar corromper e eu não quero, não deixo</em>. É pedir pro outro que desenvolva certa sensibilidade.Não há mal nenhum em saber dizer que a gente só pode, por enquanto, ir até aquele determinado ponto. Isso é de um profundo respeito por todo mundo.</p>
<p>Quem sabe impor limites aprendeu a dizer um <em>não</em> sincero, em vez de dizer <em>sim</em> e fugir depois agoniado deixando alguém num deserto de dúvidas sobre o que possa ter acontecido. Quem aprendeu a impor limites, aprendeu também a não se magoar com os <em>nãos </em>sinceros que recebeu, mas a agradecê-los.Quem acha que ser livre é não ter limites, acaba sendo escravo de um comportamento, de um vício, de uma alegria, de uma convicção, de um relacionamento que não se pontua nunca. Isto é limitador. Ser livre é saber estabelecer limites dentro daquele contexto e ainda assim poder olhar pro mundo e para si próprio com uma visão ilimitada:_o que significa saber que tudo é impermanência<em>: estou e quero algo assim hoje, este é o limite agora, mas tudo é provisório porque eu posso tudo e respeito o Universo que me permeia, e quero estar aberto a todas as outras possibilidades</em>.</p>
<p>Quem aprende a impor limites, também aprende a compreender o mundo, as delimitações, as deficiências alheias e as próprias. E quando seria uma situação de mágoa, sabe que por mais que lhe pareça desagradável a atitude do outro, isto deve ser o melhor que ele tenha a oferecer naquele momento, é o seu limite, o que não o reduz a ele&#8230;&#8221;</p>
<p><a href="http://doidademarluquices.blogspot.com/">Marla de Queiroz.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[beauté fail.]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/09/23/beaute-fail/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 05:44:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/09/23/beaute-fail/</guid>
<description><![CDATA[Estava eu hoje, conversando com uma colega e ela me faz a seguinte indagação: Ká, por que tu que vir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estava eu hoje, conversando com uma colega e ela me faz a seguinte indagação: Ká, por que tu que vira e mexe faz posts sobre beauté , não anda toda maquiada, emperequetada e essas coisas normais de mulher? <span style="text-decoration:line-through;">Eu me pergunto o que são coisas normais de mulher, whatever.</span></p>
<p>Achei a pergunta engraçada, e até valida, já que as pessoas não têm a obrigação de saber o que penso. Ainda mais quando não falo o que penso.=p</p>
<p>Mas voltando a pergunta, ou melhor, a resposta. Eu não gosto de máscaras, e pra mim maquiagem e coisas afins, são máscaras. Quando estou bem, fico bem e não sinto necessidade alguma de usar maquiagem. Escrevo sobre isso, por um motivo claro e simples: capitalismo. Quero e preciso de dinheiro, e como querendo ou não as pessoas acham minhas idéias legais, acabo ganhando algum dinheiro escrevendo meus posts sobre beauté.</p>
<p>Eu como qualquer outra pessoa, também tenho problemas com minha aparência, ainda mais por achar que todos estão dando uma importância exagerada somente a beleza, ao superficial.  Mas eu já tenho tanta coisa na cabeça,que  se começar a achar que devo ser uma diva durante as 24 horas do meu dia, vou acabar surtando mais rápido.</p>
<p>Então, quando eu sinto vontade eu me maquio, eu me emperequeto como disse minha colega<span style="text-decoration:line-through;">.  Só não descobrir ainda o que são coisas normais de mulher.</span>=p Mas eu não vejo graça alguma em viver em função da beleza, ou melhor, dos padrões de beleza que existem hoje. Eu me visto, me arrumo, da maneira que me sinto bem. E faço isso para mim e não para as pessoas que me olham. Acho que esse é o problema, essa preocupação com o que os outros vão achar. Todas as vezes que tive crise, foi porque queria que as pessoas gostassem de mim, e para isso usava máscaras. Pra poder mostrar só as coisas belas que tinha.</p>
<p>Só que ninguém é feito só de coisas belas. Então liguei o foda-se. E até esse momento estou bem. Daqui a algumas horas vou voltar a achar que todo mundo é mais bonito que eu, e que eu não deveria me atrever a escrever coisas sobre beauté porque sou feia . :~~</p>
<p>Eu sei. Sou doentinha e um poço de contradições.=p</p>
<p>p.s.: quando eu respondi a menina. foi com um simples: porque não gosto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nós não entendemos aleatoriedade - Parte I]]></title>
<link>http://thiagogm.wordpress.com/2009/08/10/nos-nao-entendemos-aleatoriedade-parte-i/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 22:08:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>thiagogm</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;O iPod Shuffle oferece ao usuário a oportunidade de ouvir sua música em ordem aleatória. Em s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;O iPod Shuffle oferece ao usuário a oportunidade de ouvir sua música em ordem <strong>aleatória</strong>. Em suas primeiras versões duas canções do mesmo artista às vezes eram tocadas uma depois da outra, e acontecia até de a mesma música ser tocada duas vezes. Repetições desse tipo são esperadas em uma série determinada pelo acaso, da mesma forma como não é impossível que o mesmo número apareça em dois lances de dados consecutivos.</p>
<p style="text-align:justify;">Os usuários do iPod, no entanto, reclamaram. Sentiram que suas músicas não eram &#8220;embaralhadas&#8221; adequadamente. A Apple, então, reprogramou o aparelho para eliminar repetições.</p>
<p style="text-align:justify;">No dizer de Steve Jobs, presidente da companhia, a função de embaralhamento passou a ser &#8220;menos aleatória para parecer mais aleatória&#8221;.&#8221;</p>
<p><em>Trecho retirada da revista Veja de 12/08/09.</em></p>
<p> </p>
<p>Thiago Guerrera Martins</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.acaso]]></title>
<link>http://ologicoeoirracional.wordpress.com/2009/08/01/acaso/</link>
<pubDate>Sat, 01 Aug 2009 21:23:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>mjrjr09</dc:creator>
<guid>http://ologicoeoirracional.wordpress.com/2009/08/01/acaso/</guid>
<description><![CDATA[Em minha sincera opinião é inválido o argumento de que certas medidas não são dignas de plausibilida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em minha sincera opinião é inválido o argumento de que certas medidas não são dignas de plausibilidade na hora do término. Principalmente se levarmos em consideração que num relacionamento, sempre um há de gostar mais do que o outro, prova disso é que o amor por si, se enquadra em algo inexplicável. Do contrário, o amor seria como uma ciência exata, na qual uma fórmula miraculosamente bem estruturada seria capaz de explicá-lo, tal como “1+1 = felizes para sempre”, porém, é justamente um conjunto aleatório de fatores que o torna tão belo e místico.</p>
<p>Prefiro pensar que um relacionamento esteja atrelado apenas ao acaso e a aleatoriedade, do que a uma fórmula matemática. Pois a única certeza que eu tenho de que um dia eu serei 100% feliz, é justamente a dúvida.</p>
<p>[http://www.adorocinema.com/filmes/brilho-eterno/brilho-eterno.asp]</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/06/10/94/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 15:32:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/06/10/94/</guid>
<description><![CDATA[I&#8217;m still an ass hole playing with matches Blowing out my wishes blowing out my dreams Just si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>I&#8217;m still an ass hole playing with matches<br />
Blowing out my wishes blowing out my dreams<br />
Just sitting here and trying to decypher what&#8217;s written in Braille upon my skin&#8230;</p>
<p>-estou com sérios problemas com essa música, tem semanas e mais semanas que ouço ela, eu tento colocar outras músicas, mas tem sido tentativas fracassadas, porque sempre volto para ela. é meu amorzinho, a voz da regininha e o piano. dá um aperto no coração quando ouço ela. um misto de tristeza e felicidade.é a vida com suas coisas inesperadas. ora coisas muito boas, ora coisas muito ruins. -</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/05/15/77/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 14:59:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/05/15/77/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;And people are just people, They shouldn&#8217;t make you nervous&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;And people are just people,<br />
They shouldn&#8217;t make you nervous&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Peau d'Âne]]></title>
<link>http://imaginarysigns.wordpress.com/2009/05/13/peau-dane/</link>
<pubDate>Thu, 14 May 2009 01:31:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>figment</dc:creator>
<guid>http://imaginarysigns.wordpress.com/2009/05/13/peau-dane/</guid>
<description><![CDATA[Assisti o filme mais BIZARRO na casa do Lucas esse fim de semana. Era um conto de fadas francês, cha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Assisti o filme mais BIZARRO na casa do Lucas esse fim de semana. Era um conto de fadas francês, chamado &#8220;Pele de Asno.&#8221;</p>
<p>Era a história de uma princesa cuja mãe morreu, e o pai prometeu que só ia se casar com uma mulher mais bela e formosa do que ela. Ele fica tão chateado que não consegue olhar mais pra filha depois da morte da mulher. Depois de anos, os súditos começam a pressionar ele por um herdeiro pro trono, mas nenhuma pretendente atinge os pré-requisitos. Finalmente alguém mostra o retrato de uma mulher linda: A FILHA DO PRÓPRIO REI! E ele decide que é com ela que ele tem que se casar! A própria filha!! </p>
<p>E ela ainda fica DIVIDIDA, e a fada-madrinha tem que convencer ela que filhas não devem se casar com os pais. Então ela começa a pedir coisas absurdas de presentes de casamento, como o vestido da cor do TEMPO que tem no clipe a seguir. O resto do filme é igualmente demente. Recomendo.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Y-0GDHB0Etg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Y-0GDHB0Etg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://adsartha.wordpress.com/2009/04/15/36/</link>
<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 14:34:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>adsartha</dc:creator>
<guid>http://adsartha.wordpress.com/2009/04/15/36/</guid>
<description><![CDATA[Substituir uma preocupação por outra&#8230; Eis o segredo da vida!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Substituir uma preocupação por outra&#8230; Eis o segredo da vida!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Salada]]></title>
<link>http://imaginarysigns.wordpress.com/2009/03/27/a-salada/</link>
<pubDate>Fri, 27 Mar 2009 13:34:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>figment</dc:creator>
<guid>http://imaginarysigns.wordpress.com/2009/03/27/a-salada/</guid>
<description><![CDATA[Vendo a quantidade absurda de acessos no blog do Lucas por gente procurando ALFACE, resolvi que vou ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vendo a quantidade absurda de acessos no <a href="http://onrandom.wordpress.com">blog do Lucas</a> por gente procurando ALFACE, resolvi que vou testar alguns vegetais por aqui. Com sorte, meu blog vai começar a ter 40 acessos por dia e eu posso fazer de conta que pessoas realmente lêem o que eu escrevo, okay?</p>
<p>Então aí vai uma bonita salada:</p>
<div id="attachment_137" class="wp-caption alignnone" style="width: 429px"><a href="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/salada1.jpg"><img class="size-full wp-image-137" title="salada1" src="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/salada1.jpg" alt="Parece uma boa salada" width="419" height="490" /></a><p class="wp-caption-text">Parece uma boa salada</p></div>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Um pepino:</p>
<div id="attachment_127" class="wp-caption alignnone" style="width: 225px"><a href="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/pepino.jpg"><img class="size-full wp-image-127" title="pepino" src="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/pepino.jpg" alt="Pepinos" width="215" height="215" /></a><p class="wp-caption-text">Pepinos</p></div>
<p>Um pé de rúcula:</p>
<div id="attachment_128" class="wp-caption alignnone" style="width: 460px"><a href="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/rucula.png"><img class="size-full wp-image-128 " title="rucula-1" src="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/rucula.png" alt="Rúcula verdinha" width="450" height="505" /></a><p class="wp-caption-text">Parece uma boa Rúcula</p></div>
<p>E uns deliciosos tomates secos:</p>
<div id="attachment_129" class="wp-caption alignnone" style="width: 310px"><a href="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/tomate-seco.jpg"><img class="size-full wp-image-129" title="tomate-seco" src="http://imaginarysigns.wordpress.com/files/2009/03/tomate-seco.jpg" alt="Tomates Secos deliciosos" width="300" height="225" /></a><p class="wp-caption-text">Tomates Secos deliciosos</p></div>
<p>Muito em breve devo ter o resultado do ganhador.</p>
<p>Ah, e pra pessoa que pesquisou sobre comprar passagem de ônibus pra Pucón pela internet, sinto muito, não dá. As empresas de ônibus do Chile têm preconceito contra cartões de crédito expedidos no exterior.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a aleatoriedade]]></title>
<link>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/10/02/sobre-a-aleatoriedade/</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 20:15:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>timoteopinto</dc:creator>
<guid>http://discordiabrasilis.wordpress.com/2008/10/02/sobre-a-aleatoriedade/</guid>
<description><![CDATA[por Darto Até que ponto podemos considerá-la existente? Quando não há padrão, então há aleatoriedade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>por <a href="http://santaum.org/pensitivo/">Darto</a></p>
<p>Até que ponto podemos considerá-la existente?</p>
<p>Quando não há padrão, então há aleatoriedade, há o caos. Nenhuma lei é respeitada.</p>
<p>Quando o observador olha uma situação e não vê relações entre os acontecimentos, então declara que ali há caos. Pode declarar erroneamente, se não foi capaz de perceber o padrão existente.</p>
<p>Então você executa uma playlist no seu Windows Media Player, numa “ordem” aleatória[meio contraditório, mas vá lá]. Gostaria eu de saber qual gênio discordiano que elaborou um algoritmo com um número finito de etapas capaz de randomizar o resultado, escolhendo uma música de forma completamente erisiana. Pensei, pensei, e não saí do lugar: continuo achando que há um padrão ali.</p>
<p>Não é difícil de pensar que tudo segue algum padrão. Este padrão pode envolver milhões de incógnitas que variam entre si, tornando a visualização das relações muito complicada para nós; isso não quer dizer que o padrão não exista.</p>
<p>E então a abrangência aparece. Se existe um padrão em tudo, então tudo está conectado. Logo, o efeito borboleta conecta tudo em uma só rodada. Então pode[deve] existir uma Teoria de Tudo. E qualquer assunto, qualquer devaneio e qualquer conhecimento que seja é universal e não pode ser desprezado.</p>
<p>Não é como se o determinismo se tornasse totalmente verdadeiro. Você segue um padrão de ações, mas existem as variações das suas escolhas, possibilitando um quase infinito de universos paralelos. Penso que toda decisão tomada ou não, é tomada ou não de modo racional. Seu cérebro recebe dados, processa e reage logicamente. “Mas eu agi com a emoção, e não com a razão!”; a emoção tem sua razão, embora não percebamos facilmente. “Mas ele é louco, e reagiu imprevisivelmente!”; a loucura tem sua lógica, e quem é louco vê. Fica difícil perceber se interpretarmos “razão” como o dicionário faz. Lembrando que a razão de cada um é diferente, e se fosse possível apresentar duas situações semelhantes em todas as suas variáveis para duas pessoas diferentes, então elas reagiriam de modo lógico, mas diferente; se fosse possível apresentar duas situações semelhantes a duas pessoas semelhantes[que passaram pelas mesmas experiências e que têm a mesma disposição biológica(ou seja, a mesma pessoa, o mesmo instante reelaborado){impossível}] então ela reagiria logicamente, de modo igual.</p>
<p>Nos humanos: toda reação racional carrega sua emoção, como toda reação emocional carrega sua razão. Somos resultado do universo em que vivemos: somos múltiplas incógnitas no mesmo momento, e qualquer abordagem que leve em conta menos do que infinitas variáveis será incorreta. Como nossa comunicação não levou infinitas variáveis em conta quando foi elaborada, então ela é imprecisa; não podemos nos ater a ela, somente. Qualquer abordagem que leve um número maior de incógnitas em conta do que foram levadas na elaboração da linguagem causará uma dificuldade de expressão. É como tentar colocar 3 dimensões em 2: você perde dados. Logo, meu texto saiu confuso, mais uma vez[tentando me justificar, mas não sou isento de culpa, claro. não sei utilizar nosso idioma em toda a sua plenitude]. Creio que você, leitor, completará as lacunas com seu raciocínio[diferente do meu], e isso resultará em novos sentidos a cada leitura. Aí estão as variáveis mudando tudo, mais uma vez.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a aleatoriedade]]></title>
<link>http://pensitivo.wordpress.com/2008/10/02/sobre-a-aleatoriedade/</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 15:43:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Darto</dc:creator>
<guid>http://pensitivo.wordpress.com/2008/10/02/sobre-a-aleatoriedade/</guid>
<description><![CDATA[Até que ponto podemos considerá-la existente? Quando não há padrão, então há aleatoriedade, há o cao]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Até que ponto podemos considerá-la existente?</p>
<p>Quando não há padrão, então há aleatoriedade, há o caos. Nenhuma lei é respeitada.</p>
<p>Quando o observador olha uma situação e não vê relações entre os acontecimentos, então declara que ali há caos. Pode declarar erroneamente, se não foi capaz de perceber o padrão existente.</p>
<p>Então você executa uma playlist no seu Windows Media Player, numa &#8220;ordem&#8221; aleatória[meio contraditório, mas vá lá]. Gostaria eu de saber qual gênio discordiano que elaborou um algoritmo com um número finito de etapas capaz de randomizar o resultado, escolhendo uma música de forma completamente erisiana. Pensei, pensei, e não saí do lugar: continuo achando que há um padrão ali.</p>
<p>Não é difícil de pensar que tudo segue algum padrão. Este padrão pode envolver milhões de incógnitas que variam entre si, tornando a visualização das relações muito complicada para nós; isso não quer dizer que o padrão não exista.</p>
<p>E então a abrangência aparece. Se existe um padrão em tudo, então tudo está conectado. Logo, o efeito borboleta conecta tudo em uma só rodada. Então pode[deve] existir uma Teoria de Tudo. E qualquer assunto, qualquer devaneio e qualquer conhecimento que seja é universal e não pode ser desprezado.</p>
<p>Não é como se o determinismo se tornasse totalmente verdadeiro. Você segue um padrão de ações, mas existem as variações das suas escolhas, possibilitando um quase infinito de universos paralelos. Penso que toda decisão tomada ou não, é tomada ou não de modo racional. Seu cérebro recebe dados, processa e reage logicamente. &#8220;Mas eu agi com a emoção, e não com a razão!&#8221;; a emoção tem sua razão, embora não percebamos facilmente. &#8220;Mas ele é louco, e reagiu imprevisivelmente!&#8221;; a loucura tem sua lógica, e quem é louco vê. Fica difícil perceber se interpretarmos &#8220;razão&#8221; como o dicionário faz. Lembrando que a razão de cada um é diferente, e se fosse possível apresentar duas situações semelhantes em todas as suas variáveis para duas pessoas diferentes, então elas reagiriam de modo lógico, mas diferente; se fosse possível apresentar duas situações semelhantes a duas pessoas semelhantes[que passaram pelas mesmas experiências e que têm a mesma disposição biológica(ou seja, a mesma pessoa, o mesmo instante reelaborado){impossível}] então ela reagiria logicamente, de modo igual.</p>
<p>Nos humanos: toda reação racional carrega sua emoção, como toda reação emocional carrega sua razão. Somos resultado do universo em que vivemos: somos múltiplas incógnitas no mesmo momento, e qualquer abordagem que leve em conta menos do que infinitas variáveis será incorreta. Como nossa comunicação não levou infinitas variáveis em conta quando foi elaborada, então ela é imprecisa; não podemos nos ater a ela, somente. Qualquer abordagem que leve um número maior de incógnitas em conta do que foram levadas na elaboração da linguagem causará uma dificuldade de expressão. É como tentar colocar 3 dimensões em 2: você perde dados. Logo, meu texto saiu confuso, mais uma vez[tentando me justificar, mas não sou isento de culpa, claro. não sei utilizar nosso idioma em toda a sua plenitude]. Creio que você, leitor, completará as lacunas com seu raciocínio[diferente do meu], e isso resultará em novos sentidos a cada leitura. Aí estão as variáveis mudando tudo, mais uma vez.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Campanha de peso para projetos de peso.]]></title>
<link>http://diegobs.wordpress.com/2008/07/22/campanha-de-peso-para-projetos-de-peso/</link>
<pubDate>Tue, 22 Jul 2008 12:17:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>dbudny</dc:creator>
<guid>http://diegobs.wordpress.com/2008/07/22/campanha-de-peso-para-projetos-de-peso/</guid>
<description><![CDATA[O Br-Linux.org e o Efetividade.net estão com uma campanha de peso para contribuir com alguns projeto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Br-Linux.org e o Efetividade.net estão com uma campanha de peso para contribuir com alguns projetos grandes. Segue a mensagem de divulgação da campanha:</p>
<p><strong>Ajude a sustentar a Wikipédia e outros projetos, sem colocar a mão no bolso, e concorra a um Eee PC!</strong><br />
…e também a pen drives, card drives, camisetas geeks, livros e mais! O <a href="http://br-linux.org"></a>BR-Linux e o <a href="http://efetividade.net"></a>Efetividade lançaram uma <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia"></a>campanha para ajudar a Wikimedia Foundation e outros mantenedores de projetos que usamos no dia-a-dia on-line. Se você puder doar diretamente, ou contribuir de outra forma, são sempre melhores opções. Mas se não puder, veja as regras da promoção e <a href="http://br-linux.org/2008/campanha-wikipedia"></a>participe &#8211; quanto mais divulgação, maior será a doação do BR-Linux e do Efetividade, e você ainda concorre a diversos brindes!</p>
<p>Vamos lá pessoal, contribuam também!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Melhor não ter herdeiros que ser pai de um órfão]]></title>
<link>http://uoleo.wordpress.com/2008/07/03/melhor-nao-ter-herdeiros-que-ser-pai-de-um-orfao/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 03:00:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Igor Santos</dc:creator>
<guid>http://uoleo.wordpress.com/2008/07/03/melhor-nao-ter-herdeiros-que-ser-pai-de-um-orfao/</guid>
<description><![CDATA[Transcrição palavra-por-palavra de texto produzido por mim em quatro folhas de papel avulsas. Altere]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Transcrição palavra-por-palavra de texto produzido por mim em quatro folhas de papel avulsas.<br />
Alterei nem a pontuação para adaptar a este espaço, sequer lembretes, erros de concordância e gráficos.</p>
<p><!--more--></p>
<p>Folha 1</p>
<blockquote><p>Não quero ter 1 filho num mundo onde meia hora de espera num consultório médico tenha que ser gasta com a leitura de revistas de fotos com legendas sobre futilidades e como celebridades são melhores que você ou encarando uma TV com &#8220;vídeos engraçados&#8221; que já estão sendo produzidos sem discurso oral de qualquer tipo, como os filmes antes da época da invenção do fonógrafo, e que são tão ridiculamente genéricos, diluídos e sem graça, para que possam ser revendidos a todos os países do lado de cá de Jesus.</p></blockquote>
<p>Folha 2</p>
<blockquote><p>Excetuando-se umas raríssimas situações excepcionais, eu não gosto de fazerem os outros sofrerem.<br />
Imagine se todas as aflições emocionais, estresses psicológicos, desilusões amorosas, doenças do corpo e mazelas da alma de um indivíduo fossem culpa minha?<br />
Eu sou muito egoísta, mas não ao ponto de achar que todo esse atabalhoamento pode ser justificado pela resposta N° 1 neste caso, a que diz &#8220;é a coisa mais recompensadora que existe.&#8221;<br />
A segunda resposta (então vc preferiria não ter nascido) é tão irrelevante e esfericamente idiota que nem merece consideração.</p></blockquote>
<p>Folha 3</p>
<blockquote><p>Sou também constatemente lembrado, tanto pelos outros quanto pela minha consciência, de que não sou uma pessoa boa. Não sou péssimo, mas também não sou ótimo.<br />
Eu não quero/preciso uma cópia minha por aí, e acho que o mundo agradeceria menos um, ainda mais um tão espaçoso.<br />
Outra coisa que me faz enxergar parternidade como uma forma galopante de egoísmo é o que me vem à cabeça quando penso nisso. &#8220;Vou criar uma versão melhorada de mim.&#8221;<br />
Não acho, baseado em evidências empíricas, que meu pensamento esteja assim tão desarmônico do pens. do resto do mundo.</p></blockquote>
<p>Folha 4</p>
<blockquote><p>A maioria dos momentos na vida do ser humano comum é completa e totalmente desprovida de graça.<br />
1/4 do tempo dormindo, 1/3 trabalhando (fazer contas em % pela semana).<br />
Os momentos ótimos são raros, os momentos bons são mais comuns. Os momentos ruins são mais comuns, por precisarem de menos variáveis para ocorrer e os momentos péssimos são raros, mas duram muito tempo. Será que existe síndrome pós-traumática causada por felicidade extrema? <span style="text-decoration:line-through;">Memórias reprimidas de eventos agradáveis?</span><br />
Nosso cérebro é muito grande, nós precisamos/queremos muitas coisas, muitas variáveis envolvidas em processos <span style="text-decoration:line-through;">complexos</span> muito complexos, para nos sentirmos saciados e felizes. Basta uma peça não estar lá para nos sentirmos tristes.</p></blockquote>
<p>Folha 4, verso</p>
<blockquote><p>E o que o fim desta verborréia tem a ver com o começo?<br />
Nada.<br />
Eu escrevi isso num dia péssimo, sentado em cima do carro, no meio da rua, esperando passar meia hora para ser atendido pelo médico.<br />
Vejo pegadinha e leio Caras, Contigo e Famosos nem por dez e uma cocada.</p></blockquote>
<p>Adendos:</p>
<p><a href="http://educacao.uol.com.br/ultnot/2008/07/01/ult105u6677.jhtm">Criança que passou no vestibular da Unip quer tentar federal de Goiás</a></p>
<p><a href="http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2008/07/01/ult5772u213.jhtm">Enfermeira joga filha de 8 meses pela janela em Curitiba</a></p>
<p><a href="http://64.233.169.104/search?q=cache:MzW00FaqoYAJ:www.pec.uem.br/dcu/VII_SAU/Trabalhos/3-laudas/MAREGA,%2520Agatha%2520Marine%2520Pontes.pdf+http://www.pec.uem.br/dcu/VII_SAU/Trabalhos/3-laudas/MAREGA,%2520Agatha%2520Marine%2520Pontes.pdf&#38;hl=en&#38;ct=clnk&#38;cd=1">Usar crianças em TV e Propaganda também constitui exploração de mão-de-obra infantil</a></p>
<p><a href="http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2008/06/07/trabalho-infantil-pode-desde-que-seja-na-tv/">Mais sobre exploração do menor</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[randomness]]></title>
<link>http://russoz.wordpress.com/2008/06/23/randomness/</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 03:21:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Russo</dc:creator>
<guid>http://russoz.wordpress.com/2008/06/23/randomness/</guid>
<description><![CDATA[Meu irmão me trouxe um presente, o livro Fooled by Randomness, de Nassim Nicholas Taleb. Até agora, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Meu irmão me trouxe um presente, o livro Fooled by Randomness, de Nassim Nicholas Taleb. Até agora, ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Wannabe Poetas]]></title>
<link>http://isitidaho.wordpress.com/2008/05/31/wannabe-poetas/</link>
<pubDate>Sat, 31 May 2008 04:49:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>lelolz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Pois é, amigos. Uma raça nova de wannabes está surgindo. E, pra mim, é a mais irritante EVER. Wannab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pois é, amigos. Uma raça nova de wannabes está surgindo. E, pra mim, é a mais irritante EVER. Wannabe POETAS.<br />
Assim&#8230; nada contra a pessoa tentar ser mais legal, culta, ler bastante, se informar, e falar bem. Mas, cara, só tente falar/escrever bem se você souber fazer isso. Não tenta fazer um prato fino se você não sabe cozinhar, sabe do que eu falo? Ou seja: <strong>ESTUDE ANTES DE QUERER SER INTELIGENTE</strong>.<br />
Não suporto ficar lendo aqueles textos chaaaatos de moleques que há seis meses atrás não sabiam falar de nada a não ser o sexo que nunca fizeram, e agora querem mostrar o exteeenso vocabulário num texto que acaba falando nada. Aí temos as pérolas mais comuns: &#8220;<strong>esteje</strong>&#8220;, &#8220;<strong>seje</strong>&#8220;, &#8220;<strong>menas</strong>&#8220;, &#8220;<strong>tomare</strong>&#8221; e o maravilhoso <strong>gerundismo</strong>, nosso amigo do dia-a-dia.<br />
O pior de tudo é quando parece que o ser abriu o dicionário, pegou palavras desconexas e juntou pra tentar fazer algo poético. Fica uma coisa tão absurda e sem sentido que não fica bom. E olha que eu adoooro coisas abstratas, Lispector que o diga.<br />
Tem também o problema da pessoa mal entender o que tá lendo, mas achar lindo, e aí vai lá e coloca no nick do MSN.<br />
Me irrita também o fato de alguém seguir uma carreira intimamente ligada à escrita e não saber usar pontuação direito. É essencial, né? O Word ensina pontuação, sabiam?<br />
Enfim, meu ponto é: não tente ser o que você não é. Se quer se informar, então se informe, estude, leia MUITO, aprenda, e não fique forçando a barra pra parecer legal e inteligente, pq não vai colar, e você vai parecer um bocó. Sim, <em>BOCÓ</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Lírios Para Mim]]></title>
<link>http://isitidaho.wordpress.com/2008/05/28/lirios-para-mim/</link>
<pubDate>Wed, 28 May 2008 23:21:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>lelolz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Seu corpo, mesmo branco, era um contraste ao chão de neve infinitamente branca abaixo de si, talvez ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seu corpo, mesmo branco, era um contraste ao chão de neve infinitamente branca abaixo de si, talvez pelas sardas espalhadas pelos ombros, bochechas e costas. Os cabelos pareciam um leque avermelhado, aberto atrás de sua cabeça. Seu corpo de lado não doía, e a neve não parecia fria. Não pensava em respirar, apenas estava ali. Não, a neve definitivamente não era fria.<br />
Tentou mover seu corpo, mas o máximo que conseguiu foi mover os olhos e ver sua mão de traços leves repousando sobre o campo de neve infinito, mas sem grande nitidez, como quando fingimos estar de olhos fechados. Seus pés nus pareciam acariciar um ao outro como um outro pé já havia feito antes, causando-lhe uma felicidade&#8230; uma felicidade feliz. Algo que ela não sabia dizer em palavras, e por isso era tão importante.<br />
Agora tudo parecia tão distante&#8230; fechou os olhos buscando o conforto do sono, mas não queria dormir. Sabia que tinha de lembrar, era sua obrigação, tinha de lembrar para ser lembrada. Como sentia saudades daquele pé&#8230; seu dedo indicador movimentou-se levemente. Não conseguia chorar.<br />
Lembrou-se dos cabelos suaves dele, sempre cheirosos, mesmo quando cheiravam mal&#8230; como gostava de coisas suaves, como gostava de se sentir amada suavemente&#8230; mas de repente tudo era tão pesado e difícil&#8230; sentia saudades infinitas, e sentia saudades da suavidade das perspectivas.<br />
Sentiu a primeira respiração, profunda. Procurava forças. Se ao menos tivesse a ajuda daquelas mãos suaves novamente para se levantar, aí poderia levantar-se e dizer o quanto sentia saudades, o quanto queria sentir sua suavidade novamente&#8230; seu corpo era pesado e depois leve, como um pulsar dançante, como um coelho pulando na neve.<br />
Aí olhou bem em volta, com a saudade transbordando-lhe a alma, sem chegar aos olhos. Talvez fosse a saudade que lhe tornasse sóbria para ver sobre o que estava deitada.<br />
<em>&#8220;&#8230;são lírios brancos&#8230; e são para mim&#8230;”</em>.</p>
<p style="text-align:right;">(escrito em 04 de Maio de 2008) </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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