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	<title>almada-negreiros &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/almada-negreiros/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "almada-negreiros"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 14:33:20 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Alegria precisa-se...]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/08/19/alegria-precisa-se/</link>
<pubDate>Wed, 19 Aug 2009 14:28:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;A alegria é a coisa mais séria da vida.&#8221; Almada Negreiros Foto @ That Girl  ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>&#8220;A alegria é a coisa mais séria da vida.&#8221;</em><br />
<span style="color:#ffffff;">Almada Negreiros</span></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/08/alegria.jpg"><img class="size-full wp-image-5610    aligncenter" title="alegria" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/08/alegria.jpg" alt="Foto @ That Girl" width="362" height="242" /></a></p>
<h6 style="text-align:right;">Foto @ <a href="http://gatekeeper.tumblr.com/" target="_blank"><span style="color:#ffffff;">That Girl</span></a></h6>
<p> </p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Dodó errou]]></title>
<link>http://ododoblog.wordpress.com/2009/07/09/o-dodo-errou/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 11:27:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>ododoblog</dc:creator>
<guid>http://ododoblog.wordpress.com/2009/07/09/o-dodo-errou/</guid>
<description><![CDATA[O Dodó devia ter publicado esta segunda-feira, o seu prazo mínimo, mas não o fez. Ao menos, os leito]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2>O Dodó devia ter publicado esta segunda-feira, o seu prazo mínimo, mas não o fez. Ao menos, os leitores que acreditam ser o teatro português capaz de fornecer especulação semanal foram, espera-se, proveitosamente desenganados.</h2>
<h2>Mas O Dodó não abdica da sua missão civilizadora e deixa, por companhia, uma tirada de Almada Negreiros:</h2>
<h2>«Agora o teatro tem de avançar outra vez para o papelão pintado e para a lamparina de azeite; tem de ir outra vez buscar a imaginação perdida entre as hegemonias da bilheteira; tem de ir novamente decifrar na escuridão e apartá-los devidamente, fantasmas e personagens!</h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Modernismo Portuguez]]></title>
<link>http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/2009/07/02/o-modernismo-portuguez/</link>
<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 19:07:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alexandre Oliveira</dc:creator>
<guid>http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/2009/07/02/o-modernismo-portuguez/</guid>
<description><![CDATA[Si V. fôsse a hum Café Lisboeta, por volta de 1910 ou 20, pode ser que viria a encontrar personalida]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si V. fôsse a hum Café Lisboeta, por volta de 1910 ou 20, pode ser que viria a encontrar personalidades illustres da cultura &#38; inteligência portuguezas. O Movimento Modernista, cazo queiramos datá-lo em especificidade, inicia-se à ocasião de <em>A Águia</em>, revista em torno da qual translladavan Teixeira de Pascoaes &#38; outros, como astros, a ter como Sol os Cafés Lisboetas.</p>
<div id="attachment_451" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/cafe-lisboeta1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-451" title="Café Lisboeta" src="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/cafe-lisboeta1.jpg?w=150" alt="Hum Café Lisboeta, em Lisboa" width="150" height="132" /></a><p class="wp-caption-text">Hum Café Lisboeta, em Lisboa</p></div>
<p>A 1915 ven à lumme a <em>Revista Orpheu</em>, embebida de futurismo &#38; impulso intelectual joven. Produto d’este sangue novo lusitano, a Revista Orpheu não muito durou, nem precisou, como toda boa Revista. Mas trouxe à bailla gentes como Fernando Pessoa (e com este mais no mínimo trez grandes poetas), Mário de Sá-Carneiro (poeta tão-somente poeta), Rui Coelho, Santa Rita Pintor, José de Almada Negreiros (poeta <em>lato sensu</em>) &#38; outros mais, que o tempo corroeu e nos fez perder.</p>
<div id="attachment_452" class="wp-caption alignleft" style="width: 125px"><a href="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/conf-futurista1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-452" title="Conf Futurista" src="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/conf-futurista1.jpg?w=115" alt="Cartaz de evento Futurista. Detalhe para as calças de Almada Negreiros." width="115" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Cartaz de evento Futurista. Detalhe para as calças de Almada Negreiros.</p></div>
<p>O Mundo mudava. Portugal vivia novos tempos, que não os de oiro, os de outrora. As Vanguardas revelavam faces nunca d’antes exploradas nas Artes, e os rummores da estética moderna tomavam parte das conversas nas mesas dos Cafés Lisboetas, onde se podia encontrar hum Mário, hum Fernando ou hum José a maldizer o Dantas.</p>
<div>
<dl>
<dt>
</dt>
</dl>
</div>
<p style="text-align:right;">Lucas de Sena Lima</p>
<p style="text-align:right;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">(Anexo segue manifesto anti-Dantas, escrito por Almada Negreiros, aos curiosos segue link para ouvir o manifesto:<cite> bee<strong>mp3</strong>.com/download.php?&#8230;<strong>Manifesto</strong>+<strong>Anti</strong>-<strong>Dantas</strong> </cite>) <a href="../files/2009/07/manifesto-anti.doc">Manifesto Anti-Dantas</a></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_453" class="wp-caption alignright" style="width: 115px"><a href="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/julio-dantas1.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-453" title="julio dantas" src="http://movimentoculturalgaia.wordpress.com/files/2009/07/julio-dantas1.jpg?w=105" alt="Photo do Dantas, figura detestável." width="105" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Photo do Dantas, figura detestável.</p></div>
<p style="text-align:justify;">
<p><cite></cite></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[varinas]]></title>
<link>http://viumhomem.wordpress.com/2009/05/04/varinas/</link>
<pubDate>Mon, 04 May 2009 17:19:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>jjc</dc:creator>
<guid>http://viumhomem.wordpress.com/2009/05/04/varinas/</guid>
<description><![CDATA[João Martins, Varinas na Lota da Madrugada, in Ilustração, No. 120, Natal, Dezembro 16 1930 - 34, Ph]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_1109" class="wp-caption aligncenter" style="width: 555px"><a href="http://viumhomem.wordpress.com/files/2009/05/varinas_ph.jpg"><img class="size-full wp-image-1109" style="border:5px outset darkblue;color:#663399;background-color:darkred;margin:0;" title="João Martins, Varinas na Lota da Madrugada, in Ilustração, No. 120, Natal, Dezembro 16 1930 - 34, Photoshopada" src="http://viumhomem.wordpress.com/files/2009/05/varinas_ph.jpg" alt="João Martins, Varinas na Lota da Madrugada,in Ilustração, No. 120, Natal, Dezembro 16 1930 - 34, Photoshopada" width="545" height="600" /></a><p class="wp-caption-text">João Martins, Varinas na Lota da Madrugada, in Ilustração, No. 120, Natal, Dezembro 16 1930 - 34, Photoshopada</p></div>
<p class="title" style="text-align:left;">E vós varinas que sabeis a sal</p>
<p class="title" style="text-align:left;">as Naus da Fenícia ainda não voltaram?!</p>
<p class="title" style="text-align:center;"><em>Almada Negreiros, Cena do Ódio</em></p>
<p class="title" style="text-align:right;">Imagem original obtida  na <a href="http://revistaantigaportuguesa.blogspot.com/2009/05/ilustracao-no-120-natal-dezembro-16_5962.html" target="_blank">Ilustração Portuguesa </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reconhecimento à Loucura]]></title>
<link>http://problemadexpressao.wordpress.com/2009/04/29/reconhecimento-a-loucura/</link>
<pubDate>Wed, 29 Apr 2009 21:31:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>susana</dc:creator>
<guid>http://problemadexpressao.wordpress.com/2009/04/29/reconhecimento-a-loucura/</guid>
<description><![CDATA[Já alguém sentiu a loucura vestir de repente o nosso corpo? Já. E tomar a forma dos objectos? Sim. E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Já alguém sentiu a loucura<br />
vestir de repente o nosso corpo?<br />
Já.<br />
E tomar a forma dos objectos?<br />
Sim.<br />
E acender relâmpagos no pensamento?<br />
Também.<br />
E às vezes parecer ser o fim?<br />
Exactamente.<br />
Como o cavalo do soneto de Ângelo de Lima?<br />
Tal e qual.<br />
E depois mostrar-nos o que há-de vir<br />
muito melhor do que está?<br />
E dar-nos a cheirar uma cor<br />
que nos faz seguir viagem<br />
sem paragem<br />
nem resignação?<br />
E sentirmo-nos empurrados pelos rins<br />
na aula de descer abismos<br />
e fazer dos abismos descidas de recreio<br />
e covas de encher novidade?<br />
E de uns fazer gigantes<br />
e de outros alienados?<br />
E fazer frente ao impossível<br />
atrevidamente<br />
e ganhar-Ihe, e ganhar-Ihe<br />
a ponto do impossível ficar possível?<br />
E quando tudo parece perfeito<br />
poder-se ir ainda mais além?<br />
E isto de desencantar vidas<br />
aos que julgam que a vida é só uma?<br />
E isto de haver sempre ainda mais uma maneira pra tudo?</p>
<p>Tu Só, loucura, és capaz de transformar<br />
o mundo tantas vezes quantas sejam as necessárias para olhos individuais<br />
Só tu és capaz de fazer que tenham razão<br />
tantas razões que hão-de viver juntas.<br />
Tudo, excepto tu, é rotina peganhenta.<br />
Só tu tens asas para dar<br />
a quem tas vier buscar.</p>
<p>Almada Negreiros</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cintas infames...]]></title>
<link>http://nosquedalapalabra.wordpress.com/2009/02/18/cintas-infames/</link>
<pubDate>Wed, 18 Feb 2009 20:41:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>labalaustra</dc:creator>
<guid>http://nosquedalapalabra.wordpress.com/2009/02/18/cintas-infames/</guid>
<description><![CDATA[Punica granatum (Magraner), en el blog de Jon Kepa Homenagem às Letras Portuguesas   &#8220;  ¿Había]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><a title="Punica granatum (Magraner)" rel="bookmark" href="http://jonkepa.wordpress.com/2008/03/08/punica-granatum-magraner/"><span style="color:#105cb6;"><span style="color:#7b8060;">Punica granatum (Magraner)</span></span></a>, en el blog de <a href="http://jonkepa.wordpress.com/2008/03/08/punica-granatum-magraner/" target="_blank">Jon Kepa</a></p>
</h3>
<h3 style="text-align:center;"><a href="http://jonkepa.wordpress.com/2008/03/08/punica-granatum-magraner/" target="_blank"><img class="alignnone" src="http://jonkepa.files.wordpress.com/2008/03/200px-illustration_punica_granatum1.jpg?w=200&#038;h=320" alt="" width="200" height="320" /></a><strong></strong></h3>
<h3 style="text-align:center;">Homenagem às Letras Portuguesas</h3>
<h3 style="text-align:center;"> </h3>
<h3 style="text-align:justify;">&#8220;  ¿Había llegado entonces el tiempo en que la gran Naturaleza, la Naturaleza religiosa, quedaba abandonada a las fieras humanas &#8230;? &#8220;<span style="font-size:x-small;"> </span></h3>
<h3 style="text-align:justify;">» Y despues de sustentar ramos de verdor-(&#8230;)-iban a servir de sostén a las cuerdas de la horca, que son las cintas infames con las que el hombre se une a la podredumbre.  ¡No!&#8230;</h3>
<h3 style="text-align:justify;">» Así hablaba yo en soledad. Caía la noche, lenta y fatal. El cadaver se balanceaba al viento. Empecé a oír aletazos. Volaban sombras sobre mí. Eran los buitres.  Se posaron.  Sentía el roce de sus plumas inmundas; afilaban los picos en mi cuerpo; se colgaban ruidosos , clavándome las garras. </h3>
<h3 style="text-align:justify;">» ¡Uno se posó en el cadaver y empezó a picotearle la cara!. Dentro de mi estallaron los sollozos.  Pedí a Dios que me pudriese de repente&#8230;<span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:small;font-family:Times New Roman;"><span style="font-size:x-small;">    </span></span></span></h3>
<h3 style="text-align:justify;">»Pero Dios dormía en sus paraísos de luz.</h3>
<h3 style="text-align:right;"> </h3>
<h3 style="text-align:right;">Extractos de <a href="http://209.85.229.132/search?q=cache:9ggkw-C89gMJ:www.libros.freewww.info/libros/E/Eca%2520de%2520Queiroz,%2520Jose%2520Maria%2520-%2520Memorias%2520de%2520una%2520horca.doc+Eca+de+Queiroz%2Bhorca&#38;hl=es&#38;ct=clnk&#38;cd=1&#38;gl=es" target="_blank">Memorias de una horca</a>, de José María Eça de Queiroz  </h3>
<p style="text-align:right;"> </p>
<h3>Da Homenagem às Letras Portuguesas, organizada pela Fundação José Saramago a 10 de dezembro de 2008, na Casa do Alentejo, ficou a memória de uma noite de palavras, de sons e de emoções.</h3>
<p style="text-align:justify;"><strong>Para todos os que estiveram presentes e para os que não puderam estar, aqui fica a quarta e última parte de uma série de vídeos evocativos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://pt.wordpress.com/tag/10-anos-do-nobel/" target="_blank"><strong>&#8230;José Saramago lê o Discurso proferido no Banquete Nobel, dez anos depois<em>,</em>  a 10 de Dezembro de 2008.</strong></a> </p>
<p style="text-align:right;"><strong>                                                    </strong><strong> <a href="http://blogpt.josesaramago.org/2009/02/05/%c2%abhomenagem-as-letras-portuguesas%c2%bb-4%c2%aa-parte/" target="_blank">  Sérgio Letria  , </a></strong><a href="http://blogpt.josesaramago.org/2009/02/05/%c2%abhomenagem-as-letras-portuguesas%c2%bb-4%c2%aa-parte/" target="_blank">O blog da Fundação</a><strong>.</strong></p>
<h3 style="text-align:right;"> </h3>
<h3> </h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manifesto...]]></title>
<link>http://blogdogois.wordpress.com/2009/02/04/manifesto/</link>
<pubDate>Wed, 04 Feb 2009 01:31:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>L</dc:creator>
<guid>http://blogdogois.wordpress.com/2009/02/04/manifesto/</guid>
<description><![CDATA[MORRA O DANTAS, MORRA! PIM! José de Almada-Negreiros POETA D&#8217;ORPHEU FUTURISTA                 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[MORRA O DANTAS, MORRA! PIM! José de Almada-Negreiros POETA D&#8217;ORPHEU FUTURISTA                 ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Cena do Ódio - Almada Negreiros e Narciso do Egipto, Palavras Ditas ]]></title>
<link>http://ailhadosamores.wordpress.com/2009/01/10/a-cena-do-odio-almada-negreiros-e-narciso-do-egipto-palavras-ditas/</link>
<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 21:24:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente</dc:creator>
<guid>http://ailhadosamores.wordpress.com/2009/01/10/a-cena-do-odio-almada-negreiros-e-narciso-do-egipto-palavras-ditas/</guid>
<description><![CDATA[por Mário viegas I II]]></description>
<content:encoded><![CDATA[por Mário viegas I II]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Manifesto Anti-Dantas]]></title>
<link>http://inesousalmeida9.wordpress.com/2008/10/07/manifesto-anti-dantas/</link>
<pubDate>Tue, 07 Oct 2008 18:47:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>inesousalmeida9</dc:creator>
<guid>http://inesousalmeida9.wordpress.com/2008/10/07/manifesto-anti-dantas/</guid>
<description><![CDATA[O que foi Júlio Dantas fazer quando decidiu criticar a revista Orpheu&#8230; Manifesto Anti-Dantas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O que foi Júlio Dantas fazer quando decidiu criticar a revista <em>Orpheu</em>&#8230;</p>
<p><strong>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.prof2000.pt/users/tomas/manifesto_anti.htm" target="_blank">Manifesto Anti-Dantas</a></p>
<p></strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CSRC6-XgSHo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/CSRC6-XgSHo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6sBueXRnEZ4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6sBueXRnEZ4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[literatura e imagem]]></title>
<link>http://absurdo.wordpress.com/2008/09/18/literatura-e-imagem/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 14:19:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Eduarda Sousa</dc:creator>
<guid>http://absurdo.wordpress.com/2008/09/18/literatura-e-imagem/</guid>
<description><![CDATA[Almada Negreiros [sem título] 1930 O silêncio dos livros é o novo blog que dá as mãos à pintura, fot]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1058" title="almada-negreiros_1830" src="http://absurdo.wordpress.com/files/2008/09/almada-negreiros_1830.jpg" alt="" width="382" height="400" />Almada Negreiros <em>[sem título]</em> 1930</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://www.osilenciodoslivros.blogspot.com/" target="_blank">O silêncio dos livros</a> é o novo <em>blog</em> que dá as mãos à pintura, fotografia e literatura. Um espaço bonito, a visitar regularmente. E parece que ainda só começou agora&#8230;</p>
<p><em>[dica]: <a href="http://atrama.blogspot.com/2008/09/quentinhos-acabadinhos-de-sair.html" target="_blank">Trama</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cartas de Lisboa]]></title>
<link>http://antenalouletana.wordpress.com/2008/09/18/cartas-de-lisboa-2/</link>
<pubDate>Thu, 18 Sep 2008 12:47:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>João Monge Ferreira</dc:creator>
<guid>http://antenalouletana.wordpress.com/2008/09/18/cartas-de-lisboa-2/</guid>
<description><![CDATA[De quantas maneiras é possível caminhar? Diz-se que a arte torna o mundo visível. Se à percepção hum]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="entry">
<div class="snap_preview">
<p>De quantas maneiras é possível caminhar?</p>
<p>Diz-se que a arte torna o mundo visível. Se à percepção humana da Natureza e do mundo que nos rodeia juntarmos uma componente estética e artística, não ganharemos logo com isso? De quantas maneiras é possível caminhar num pátio? E na vida?</p>
<p>O Homem poderá ser o filho mais complexo e melhor sucedido da Natureza, mas não possui o dom de viver em harmonia com ela. Para prová-lo, basta ler a imprensa diária ou ouvir os noticiários.</p>
<p>De um lugar mais ou menos distante, parte a notícia de uma ocorrência que acaba de lesar um espaço físico e, consequentemente, os que o habitam. O acontecimento é recebido com muita apreensão noutros pontos do planeta, mas a vida continua sem alterações. Certo dia, de um desses lugares que recebeu a notícia, parte outra semelhante à primeira, igualmente alarmante. Continua a ser recebida com apreensão, mas nada se altera. Um dia, mais uma calamidade ……<br />
Não haverá um modo de interromper esta marcha determinada e trágica? Que falta ao Homem para o conseguir?</p>
<p>Almada Negreiros conta, que certo dia, entrou numa livraria com o propósito de comprar um livro que o orientasse na aventura de viver. Rodeado de milhares, naturalmente, sentiu dificuldade na escolha. Não duro para ler metade da livraria, pensou. Finalmente decidiu-se e comprou um livro de Filosofia porque, afirma: eu necessitava pôr ciência na minha vida… e a Filosofia é a ciência da vida.</p>
<p>Não interessa agora averiguar, se do conjunto dos livros de Filosofia existentes na livraria, ele soube escolher o que de facto lhe convinha. A finalidade da evocação deste episódio é chegar a esta conclusão: Ao Homem falta-lhe conviver com a sabedoria acumulada ao longo de milénios de pensamento.</p>
<p>O Homem, a sabedoria e o mundo, intersectam-se no pensamento de Rudolf Arnheim, num lugar especial: a obra de arte. Arnheim, um respeitado professor de Psicologia da Arte e autor de uma obra diversificada e muito apreciada, afirma: A Arte torna o mundo visível, não há sabedoria humana que possa ir mais além.</p>
<p>Que sabedoria é essa que transmite a obra de arte? Como é possível descobri-la num quadro, poema, ou noutro veículo artístico? E que fazer com ela?<br />
Quando Monet escutava os conselhos de Boudin, fazia-o com todo o respeito e atenção. Dizia-lhe Boudin: estude, aprenda a ver e a pintar, desenhe, faça paisagens. É tão belo o mar e o céu, os animais, as pessoas e as árvores, tais como a Natureza as fez, com o seu carácter, a sua maneira de ser, ao ar e à luz tais como são.</p>
<p>Boudin, utiliza palavras e expressões que, transportadas para uma tela, carregam de sentido as formas escolhidas pelo artista para as representar (belo, carácter, maneira de ser). Estes e outros modos de pensamento, com mais ou menos sabedoria, dotam qualquer obra de arte, de valores. Sejam científicos, formais, espirituais e até fantásticos, todos aguardam ser descobertos. O que precisamos é interpretação capaz de abrir os olhos e os ouvidos às mensagens transmitidas pela forma… informa Arnheim.</p>
<p>O efeito da obra de arte prolonga-se, não se limita ao momento da contemplação, deixa rasto, invade as horas prosaicas do quotidiano.</p>
<p>Não faltará ainda ao Homem, incluir a arte nos seus lazeres?</p>
<p>Do puzzle das preocupações ambientais, ressalta uma peça cuja antiguidade a torna curiosa .O Critias de Platão (428/347 a .C.), contém aquilo a que hoje chamamos, análise da paisagem. Este filósofo, imagina o que terá sido a Ática antes da história. Pelo porte de certos vigamentos antigos, conclui que, naquele espaço, terão existido grandes árvores .Ele fala também, da abundância de fontes nos lugares escolhidos para a construção de santuários. A estes factos, opõe a situação da sua época. Lamenta Platão: o que a terra tem de gordo e de mole escorreu de cima dos seus ossos nada mais resta que o seu corpo descarnado.</p>
<p>Mais perto de nós, a romancista sueca Selma Lagerlöf (prémio Nobel em 1909), no livro A viagem maravilhosa de Nils Holgerson, também revela as suas inquietações. Quando Nils, transformado em duende, se prepara para retomar a forma humana e deixar o bando de gansos selvagens que acompanhou à Lapónia, Akka, a velha gansa dirige-lhe as seguintes palavras:</p>
<p>Se aprendeste verdadeiramente algo de bom entre nós , terás abandonado a ideia de que os homens devem estar sozinhos na terra . Pensa em como é grande o país que tendes ! Será que não podeis deixar-nos alguns rochedos nus sobre a costa, alguns lagos e pântanos não navegáveis…algumas florestas afastadas onde nós outros, pobres animais, possamos viver tranquilos</p>
<p>As preocupações com o ambiente terão milénios, mas é hoje, que a situação atinge níveis mais assustadores .O planeta corre perigo e o problema somos nós. Se é no cérebro do Homem que as crises nascem, só do cérebro do Homem poderá partir o remédio para as debelar.</p>
<p>O herói do filme O Clube dos Poetas Mortos de Peter Weis, é um professor de literatura. Ele entra na aula e convida os alunos, que estão alinhados atrás das carteiras, a subir para essas mesmas carteiras. Com que objectivo lança pedido tão estranho? Ele quer que os alunos olhem o mundo de lá. Pede-lhes que aprendam a mudar de lugar, a tomar altura, pois só assim é possível ver novos caminhos. Pergunta-lhes ainda: de quantas maneiras é possível caminhar num pátio?</p>
<p><a href="http://partedepressa.wordpress.com/">Mudar de lugar, tomar altura pede-se também ao Homem.</a></p>
<p>De quantas maneiras é possível caminhar na vida?</p></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momento Político Sem Original]]></title>
<link>http://dramapessoal.wordpress.com/2008/04/19/momento-politico-sem-original/</link>
<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 23:46:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>dramapessoal</dc:creator>
<guid>http://dramapessoal.wordpress.com/2008/04/19/momento-politico-sem-original/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Rebentou, nos últimos dias, uma barragem de manobras verbais, respeitantes a um novo momento ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center">&#160;</p>
<p>Rebentou, nos últimos dias, uma barragem de manobras verbais, respeitantes a um novo momento político. Os jornalistas vêem nisto variedade e animam-se. Uma frase ganhou destaque: &#8220;Pode ter aqui acontecido mais alguma coisa de que não sabemos&#8221;.</p>
<p>Uma coisa aqui sabemos: Em política, o passo vital não é o avanço. É o recuo.</p>
<p>Vem ao caso um texto de Almada Negreiros, um homem que antecipou o estudo destes momentos de verbo estratégico.</p>
<p>Em 1928, estavam ambos em Madrid, disse Lorca a Almada, depois de uma leitura de <em>Deseja-se Mulher </em>e <em>S.O.S.</em>: «Dou-te trinta anos para que te entendam». Pouco tempo depois, ainda em Madrid, Almada escreveria <em>O Público em Cena</em>, peça em um acto (1931). Passaram 77 anos e este texto continua à espera de acontecer.</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-330" src="http://dramapessoal.wordpress.com/files/2008/04/les-cuisiniers-dangereux400.jpg" alt="" width="400" height="301" /></p>
<p style="text-align:center;">
<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;"><strong>A Conferência Nº1</strong></p>
<blockquote><p>Há um ano anunciei uma conferência e à hora marcada resolvi instintivamente adiá-la. Sem ter compreendido o meu instinto, obedeci-lhe contudo incondicionalmente. Adoro o meu instinto. Apenas hoje sei que a explicação era a de eu ir dizer a minha conferência com um ano de antecedência.<br />
Peço desculpa.</p>
<p><em>O dia da conferência</em></p>
<p>Hoje não estou nada bem disposto para dizer a conferência. Ontem sim, ou anteontem. Hoje não estou nos meus dias. Desculpem hoje não ser dos meus dias. Mas a conferência estava marcada para hoje, tem de ser hoje. Que pena não ter sido ontem, ou anteontem, ou talvez amanhã. Não! foi logo hoje que não é dos meus dias bons. Que raiva ainda não saber mandar na minha presença!<br />
Peço desculpa.</p>
<p><em>O original da conferência</em></p>
<p>Perdi o original da conferência. Vim para pedir desculpa de ter perdido o original.<br />
Além desta conferência que perdi, tenho mais onze, já prontas, e que são a continuação da que perdi. Essas onze não perdi, mas não as trouxe porque só se compreendem depois de ouvido e acreditado o original que perdi.<br />
Porém, tive uma ideia, que me parece que não é para desprezar. É a seguinte: Se é verdade que perdi o original, também é verdade que ainda não me esqueci do que eu ia dizer. Não me lembro da ordem das palavras, mas sei exactamente o que queriam dizer. Deus não consentiria que eu me esquecesse de coisas tão importantes.<br />
Quando anunciei a conferência, antecipadamente ou não, não podia deixar de ser senão por uma coisa muito importante. Ainda não me esqueci. Só desejo que tenhais vindo também, como eu, por uma coisa muito importante. Nem doutro modo vos estimaria.<br />
Para mim e para vocês, o mais importante é cada um de nós. Nem estamos aqui para outra coisa. É isto o que nos interessa &#8211; nós estarmos vivos.<br />
Vamos espreitar para tantos vivos que houve antes de nós e para tantos outros que há em volta de nós, para aprendermos a estar vivos.<br />
São estas, lembro-me muito bem, as palavras do original. Prometo não dizer senão palavras que façam lembrar o original que perdi.<br />
Antes de começar, pressinto que tudo vai acontecer bem. Na verdade, nós somos belos números para multiplicar.<br />
Temos aqui dentro desta sala tudo quanto nos é necessário &#8211; somos nós. Eu ajudo vocês e vocês ajudam-me a mim, na certeza de que cada um de nós há-de sair hoje daqui com novas coragens, ou com a coragem inteira. Vai ser igual a não ter perdido o original ou ainda melhor.<br />
Ainda que algum de vocês tenha vindo hoje aqui por acaso, não faz mal nenhum, é isto que faz as pessoas &#8211; ter a certeza do acaso.</p>
<p>[...]</p>
<p align="center">&#160;</p>
<p style="text-align:center;">pintura: James Ensor, &#8220;Les Cuisiniers Dangereux&#8221;, 1896.</p>
</blockquote>
<p style="text-align:center;">texto: &#8220;A Conferência Nº1&#8243;, <em>Diário de Lisboa</em>, 9 de Julho de 1921.<br />
in Almada Negreiros, <em>Obras Completas, Vol III.-Artigos do Diário de Lisboa</em>, INCM, 1988.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Pintura - XI - Picasso e a Arte Portuguesa - VI]]></title>
<link>http://casoual.wordpress.com/2008/02/02/da-pintura-xi-picasso-e-a-arte-portuguesa-vi/</link>
<pubDate>Sat, 02 Feb 2008 18:05:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>casoual</dc:creator>
<guid>http://casoual.wordpress.com/2008/02/02/da-pintura-xi-picasso-e-a-arte-portuguesa-vi/</guid>
<description><![CDATA[«Carlos Queirós (CQ), por sua vez, é testemunho directo do ambiente póstumo que se vivia nos anos 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[«Carlos Queirós (CQ), por sua vez, é testemunho directo do ambiente póstumo que se vivia nos anos 20]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[o primeiro encontro]]></title>
<link>http://pedroalmd.wordpress.com/2007/11/03/o-primeiro-encontro/</link>
<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 23:59:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedro</dc:creator>
<guid>http://pedroalmd.wordpress.com/2007/11/03/o-primeiro-encontro/</guid>
<description><![CDATA[Que vens contar-me se não sei ouvir senão o silêncio? Estou parado no mundo. Só sei escutar de longe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Que vens contar-me<br />
se não sei ouvir senão o silêncio?<br />
Estou parado no mundo.<br />
Só sei escutar de longe<br />
antigamente ou lá para o futuro.<br />
É bem certo que existo:<br />
chegou-me a vez de escutar.<br />
Que queres que te diga<br />
se não sei nada e desaprendo?<br />
A minha paz é ignorar.<br />
Aprendo a não saber:<br />
que a ciência aprenda comigo<br />
já que não soube ensinar.<br />
O meu alimento é o silêncio do mundo<br />
que fica no alto das montanhas<br />
e não desce à cidade<br />
e sobe às nuvens que andam à procura de forma<br />
antes de desaparecer.<br />
Para que queres que te apareça<br />
se me agrada não ter horas a toda a hora?<br />
A preguiça do céu entrou comigo<br />
e prescindo da realidade como ela prescinde de mim.<br />
Para que me lastimas<br />
se este é o meu auge?!<br />
Eu tive a dita de me terem roubado tudo<br />
menos a minha torre de marfim.<br />
Jamais os invasores levaram consigo as nossas<br />
torres de marfim.<br />
Levaram-me o orgulho todo<br />
deixaram-me a memória envenenada<br />
e intacta a torre de marfim.<br />
Só não sei que faça da porta da torre<br />
que dá para donde vim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inocência...]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2007/08/23/inocencia/</link>
<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 10:40:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
<guid>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2007/08/23/inocencia/</guid>
<description><![CDATA[Foto de Anne Gueddes @ Google  A FLOR «Pede-se a uma criança: &#8211; Desenhe uma flor! Dá-se-lhe pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<div class="mceTemp" style="text-align:justify;">
<dl class="wp-caption ">
<dt class="wp-caption-dt"><img style="border:0;" src="http://img518.imageshack.us/img518/5901/tmpphpljrww0jt4.jpg" border="0" alt="" width="300" height="225" align="top" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Foto de Anne Gueddes @ Google</dd>
</dl>
<p><strong><span style="color:#ffffff;"> A FLOR</span></strong></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ffffff;">«Pede-se a uma criança: &#8211; Desenhe uma flor! Dá-se-lhe papel e lápis. A criança vai sentar-se no outro canto da sala, onde não há mais ninguém.<br />
Passado algum tempo, o papel está cheio de linhas. Umas numa direcção, outras noutras; umas mais carregadas, outras mais leves, umas mais fáceis, outras mais custosas. A criança quis tanta força em certas linhas que o papel quase não resistiu. Outras eram tão delicadas que apenas o peso do lápis já era de mais.<br />
Depois a criança vem mostrar essas linhas às pessoas: &#8211; uma flor!<br />
As pessoas não acham parecidas estas linhas com as de uma flor!<br />
Contudo, a palavra flor andou por dentro da criança, da cabeça para o coração e do coração para a cabeça, à procura das linhas com que se faz uma flor e a criança pôs no papel algumas dessas linhas, ou todas. Talvez as tivesse posto fora dos seus lugares, mas – são aquelas as linhas com que Deus faz uma flor!»</span></p>
<p align="right"><em><span style="color:#ffffff;"><strong>Almada Negreiros</strong>, 1921</span></em></p>
<p align="left"><strong><span style="color:#ffffff;">Este é o retrato da inocência no seu esplendor!</span></strong></p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esperança]]></title>
<link>http://poemasdomundo.wordpress.com/2006/10/19/esperanca/</link>
<pubDate>Thu, 19 Oct 2006 19:10:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>poemasdomundo</dc:creator>
<guid>http://poemasdomundo.wordpress.com/2006/10/19/esperanca/</guid>
<description><![CDATA[Esperança: isto de sonhar bom para diante eu fi-lo perfeitamente, Para diante de tudo foi bom bom de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Esperança:<br />
isto de sonhar bom para diante<br />
eu fi-lo perfeitamente,<br />
Para diante de tudo foi bom<br />
bom de verdade<br />
bem feito de sonho<br />
podia segui-lo como realidade</p>
<p>Esperança:<br />
isto de sonhar bom para diante<br />
eu sei-o de cor.<br />
Até reparo que tenho só esperança<br />
nada mais do que esperança<br />
pura esperança<br />
esperança verdadeira<br />
que engana<br />
e promete<br />
e só promete.<br />
Esperança:<br />
pobre mãe louca<br />
que quer pôr o filho morto de pé?</p>
<p>Esperança<br />
único que eu tenho<br />
não me deixes sem nada<br />
promete<br />
engana<br />
engano que seja<br />
engana<br />
não me deixes sozinho<br />
esperança.</p>
<p>         Almada Negreiros</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[almada negreiros na brasileira do chiado]]></title>
<link>http://ritualcafe.wordpress.com/2006/08/29/almada-negreiros-na-brasileira-do-chiado/</link>
<pubDate>Tue, 29 Aug 2006 11:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kaffa</dc:creator>
<guid>http://ritualcafe.wordpress.com/2006/08/29/almada-negreiros-na-brasileira-do-chiado/</guid>
<description><![CDATA[Auto-retrato de Almada Negreiros, com alguns amigos na Brasileira do Chiado (1925) FONTE: Instituto ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><img border="1" align="middle" width="312" src="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/contomes/03/autrtalmad.jpg" height="211" /></p>
<p align="center"><font size="1" color="#006699" face="Arial">Auto-retrato de Almada Negreiros, com alguns amigos na Brasileira do Chiado (1925)</font></p>
<p align="left"><font size="1" color="#006699" face="Arial"><a target="_blank" href="http://www.instituto-camoes.pt/cvc/contomes/03/sabia.html">FONTE: Instituto Camões</a></font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A fotografia e a Exposição do Mundo Português]]></title>
<link>http://teseapuros.wordpress.com/2006/07/02/a-fotografia-e-a-exposicao-do-mundo-portugues/</link>
<pubDate>Sun, 02 Jul 2006 00:25:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>J&amp;M</dc:creator>
<guid>http://teseapuros.wordpress.com/2006/07/02/a-fotografia-e-a-exposicao-do-mundo-portugues/</guid>
<description><![CDATA[“ A Exposição do Mundo Português de 1940 pretendia ser, nas palavras do seu Comissário Geral, August]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“ A Exposição do Mundo Português de 1940 pretendia ser, nas palavras do seu Comissário Geral, August]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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