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	<title>alpoim &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/alpoim/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "alpoim"</description>
	<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:49:43 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[A BRUXA]]></title>
<link>http://abruxa.wordpress.com/2008/04/07/abruxa/</link>
<pubDate>Mon, 07 Apr 2008 19:18:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Jovem, bonita, ambiciosa. Filha de uma prostituta e de um pai omisso, Jeanne fará qualquer coisa par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" style="float:left;border:0;margin:0;" src="http://www.ryoki.com.br/imgs/abruxa.jpg" alt="Livro A BRUXA" width="165" height="227" />Jovem, bonita, ambiciosa. Filha de uma prostituta e de um pai omisso, Jeanne fará qualquer coisa para obter o que deseja: dinheiro, poder e status.</p>
<p>Em meio à perseguição nazista na França da 2ª Guerra Mundial, Jeanne foge para um vilarejo e acaba conhecendo Gabrielle, feiticeira que a iniciará no mundo da Magia.</p>
<p>Deslumbrada com os poderes do sobrenatural, ela decide usá-los em seu benefício: faz um pacto com o Príncipe das Trevas.</p>
<p>Este encontro transformará sua vida, mas lhe custará um preço muito alto.</p>
<p>( Editora Maltese &#8211; 278 páginas )</p>
<p>Livro disponóvel para download: <a title="A BRUXA" href="http://www.ryoki.com.br/bruxa.pdf" target="_blank">abruxa.pdf</a><br />
Site Oficial do autor: <a title="Site Oficial Ryoki Inoue" href="http://www.ryoki.com.br">www.ryoki.com.br<br />
</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guinness: português publicou mais de mil livros]]></title>
<link>http://josealpoim.wordpress.com/2008/02/20/guinness-portugues-publicou-mais-de-mil-livros/</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 16:56:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://josealpoim.wordpress.com/2008/02/20/guinness-portugues-publicou-mais-de-mil-livros/</guid>
<description><![CDATA[José Alpoim explica como chegou a escrever três livros por dia Sobre José Alpoim poderá dizer-se que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 align="left"><img src="http://josealpoim.wordpress.com/files/2008/02/ryoki1.jpg" alt="José de Alpoim" align="left" /><font color="#000000"><font><font face="verdana,geneva"><font face="arial,helvetica,sans-serif" size="3">José Alpoim <font color="#000000">explica como chegou a escrever três livros por dia</font></font></font></font></font></h1>
<p>Sobre José Alpoim poderá dizer-se que «escreve pelos cotovelos», mediante tal produção literária ao longo da sua carreira. Este brasileiro, de origem nipónica e portuguesa, pode não ser conhecido no nosso país, mas granjeia um impacto mundial significativo, ostentando mesmo o epíteto de escritor mais prolífico do mundo. No extenso currículo surgem 1076 livros, o que é impressionante para alguém que se sente ainda com muita capacidade para continuar a criar (tem 61 anos de idade).</p>
<p>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue nasceu em São Paulo a 22 de Julho de 1946, filho de mãe portuguesa e pai japonês. «A minha mãe era de Viseu, mas não fiquei com nenhuma ligação», conta em entrevista telefónica ao PortugalDiário, aproveitando para explicar logo de seguida que se considera admirador da literatura portuguesa, que lê com frequência: «Para mim, Eça é Deus.</p>
<p>Ryoki não tem mercado em Portugal, mas ainda considera ser possível penetrar num país onde a literatura policial tem crescente vontade de consumo. «Oficialmente não tenho qualquer livro publicado em Portugal. Existem dois títulos disponíveis, mas apenas nas versões importadas do Brasil», frisou, admitindo que, «por respeito», os livros «deveriam ser publicados em português de Portugal».</p>
<p><b>Um método imparável</b><br />
Com formação em medicina, tendo a especialidade em cirurgia torácica, José Alpoim trocaria a medicina pela literatura em 1986. Num período de seis anos produziu mais de 90 por cento da sua obra: 999 livros. Em 1993 entraria directamente para o Livro de Recordes do Guinness, com a marca impressionante de mais de mil livros publicados no Brasil. «Tudo isso foi possível com muito trabalho e um método preciso, que me obrigava a ser muito disciplinado. No início escrevia livros de bolso, sobretudo policiais, com uma média de 128 páginas por livro. Agora, tenho um ritmo diferente, pois publico menos e livros de outro âmbito, mais longos», contou, explicando que «trabalhava doze horas por dia em frente ao computador».</p>
<p>Os temas são «muito diferenciados, desde policiais, histórias de samurais e até sobre o velho oeste, mas também os problemas actuais do mundo». No seu auge, detinha 95% do mercado de livros de bolso no Brasil, o que o levava a assinar muitas vezes com pseudónimos. Ainda assim, muitas editoras tiveram de fechar e o próprio Alpoim deixou esse tipo de livros. «Agora estou a pensar regressar e o objectivo é produzir oito livros por mês», revela, explicando que tem sempre «quatro ou cinco sinopses de livros na cabeça».</p>
<p>Esta mente prodigiosa sabe que os dias correm céleres e dificilmente conseguirá alcançar uma meta ainda mais ambiciosa: «É claro que pode aparecer outro louco a escrever tantos livros, mas acho que um louco assim não se encontra aí pelas esquinas. Se posso chegar aos dois mil livros? Acho que não vou ter tempo para isso, só se voltasse a escrever três por dia, como chegou a acontecer na minha fase de maior produção».</p>
<p><b>Variedade de oferta</b><br />
O livro mil marcou a viragem na carreira de Ryoki. Com «E E Agora, Presidente?», decidiu começar a escrever romances, publicados sempre com o seu nome. Escreve sobre a vida, o dia-a-dia, situações sociais, histórias simples que sobressaltam as pessoas. Está mais tranquilo, vive no sul de Minas Gerais, em Gonçalves, onde existe um Brasil frio onde até pode nevar.</p>
<p>Entre as suas últimas obras estão «Saga», que conta a história de quatro gerações de uma família japonesa no Brasil (Editora Globo, 365 páginas) e «Vencendo o desafio de escrever um romance», destinado aos apaixonados por livros e os aspirantes a escritores (Summus Editorial, 176 páginas). Em breve será publicado «O Fruto do Ventre», com o mote «Um erro religioso, um erro histórico, um erro científico e o mundo continua sua trajectória» (Editora Record), em «mais de 500 páginas com muito suspense e acção».</p>
<p><b>Mil Gols e Mil Livros!</b><br />
Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guiness Book, o livro dos recordes. Na verdade, Ryoki Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1075 livros. Nada mal para quem começou há pouco mais de 20 anos.</p>
<p>Sobre o milésimo livro do autor, o experiente jornalista Alexandre Garcia faz uma comparação ainda maior: &#8220;Ryoki é o Pelé da literatura.”</p>
<p>Sua produção literária pode ser comparada a Georges Simenon por alguns críticos internacionais. Outros comparam seu estilo e sua velocidade de produção com Sidney Sheldon. Outros dizem que ele pode ser posto ao lado de Harold Robbins, principalmente pela forma como tece as tramas de seus thrillers.</p>
<p><b>O que diz a crítica sobre o escritor que mais publicou livros em todo o mundo:</b><br />
“As histórias de seus livros são de tirar o fôlego. Como os eventos ocorrem em minutos e dias, Ryoki faz os batimentos cardíacos dos leitores aumentarem. É difícil interromper a leitura por causa da narração que acontece como num filme, como no bom cinema americano com todos os ingredientes repletos de sexo, corrupção, violência, política, espionagem e um final surpreendente.” (Alexandre Garcia, Rede Globo TV)</p>
<p>“O mais produtivo escritor do Brasil e do mundo tem seus trabalhos escritos com um português perfeito.” (ANSA Agency)</p>
<p>&#8220;Ele produz capítulos inteiros durante suas idas ao banheiro.&#8221; (Matt Moffet, Wall Street Journal)</p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue alimenta sozinho mais de 400 mil leitores por mês.” (Eduardo Bueno, Estadão)</p>
<p>&#8220;A maioria das edições dos livros escritos por Ryoki alcançam mais de 10 mil exemplares. Todos eles são vendidos imediatamente.&#8221; (Severino Francisco, Correio Brasiliense&#8221;)<br />
<b></b></p>
<p><b>PODCAST</b><br />
Ouça a entrevisa com José Alpoim exibida na Rádio Cultura para o Museu da Pessoa.<br />
<a href="http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3" title="PODCAST Literatura">http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3</a></p>
<p>FONTE: Reportagem do <a href="http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=913452&#38;div_id=291" title="Portugal Diário" target="_blank">Portugal Diário</a> e <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">Site  Oficial do autor</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mille Goals et Mille Livres du Brésil]]></title>
<link>http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/2008/02/20/mille-goals-et-mille-livres-du-bresil/</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:31:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/2008/02/20/mille-goals-et-mille-livres-du-bresil/</guid>
<description><![CDATA[Pendant que l´on discutait si Romário atteindrait le goal numero mille, il avait atteint ce nombre b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/files/2008/02/pelelitterature.jpg" alt="Ryoki est le Pelé de la Litterature" align="left" />Pendant que l´on discutait si Romário atteindrait le goal numero mille, il avait atteint ce nombre bien longtemps avant. Avec en plus la reconnaissance certifiée et la mansion dans le Guinness Book, le livre des records. En vérité, José Alpoim Ryoki Inoue n´a pas marqué mille goals. . Exactement! L´impressionante marque tourne autour de 1.075 livres. C´est pas mal pour quelqu´un qui a commencé il y a 20 ans.</p>
<p>A propos du milliéme livre de l´auteur l´important journaliste Alexandre Garcia fait une comparaison encore plus grande: &#8220;Ryoki est le Pelé de la Litterature.</p>
<p>Ce audio contient une entrevue avec le romancier et été retransmi à la Radio Culture et au Musée de la Personne.<br />
<a href="http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3" title="Entrevue avec le romancier">http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L’écrivain le plus prolifique du monde]]></title>
<link>http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/2008/02/20/l%e2%80%99ecrivain-le-plus-prolifique-du-monde/</link>
<pubDate>Wed, 20 Feb 2008 15:16:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/2008/02/20/l%e2%80%99ecrivain-le-plus-prolifique-du-monde/</guid>
<description><![CDATA[La production littéraire de Ryoki fait de lui non seulement l’écrivain le plus prolifique du monde, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://millegoalsmillelivres.wordpress.com/files/2008/02/ryoki1.jpg" alt="José Alpoim Ryoki Inoue" align="left" />La production littéraire de Ryoki fait de lui non seulement l’écrivain le plus prolifique du monde, mais aussi bien souvent comparé à Georges Simenon par certains critiques internationaux, bien comme, à travers son style et la rapidité à laquelle il écrit, à Sidney Sheldon. D’autres voient à travers la manière qu’il développe les trames et thrillers, un nouveau Harold Robbins.</p>
<p>Veuillez lire les critiques qui suivent à son sujet:<br />
“C’est notre Pelé de la littérature” (Alexandre Garcia, Rede Globo de Televisão)</p>
<p>“Beaucoup n’arrivent pas à lire aussi vite qu’il écrit” (Jô Soares, Rede Globo de Televisão)</p>
<p>“L’écrivain le plus productif du Brésil et du monde possède un travail parfait dans la langue portugaise…” (Ansa Agency)</p>
<p>“Ryoki Inoue occupe, à lui seul, plus de 400.000 lecteurs para mois” (Eduardo Bueno, O Estado de São Paulo)</p>
<p>La plupart des éditions des livres de Ryoki Inoue atteigne le nombre de 10.000 livres, et ils sont tous vendus” (Severino Francisco, Correio Brasiliense)<br />
<b><br />
PROFIL</b><br />
Formé par la Faculté de Medecine &#8211; USP, São Paulo, en chirurgie, qu&#8217;il abandonne en 1986 pour se dédier à la littérature, en peu de temps il domine 95% du marché de livres de poche au Brésil. Il écrit 999 livres en 6 ans (histoires de farwest, guerre, policier, espionnage, amour et fiction scientifique).</p>
<p>En 1992 il suggère à ses éditeurs une transformation visuelle de meilleur qualité donnée jusqu&#8217;alors aux livres de poche. Le manque d&#8217;appui à ses idées de progrès, d&#8217;évolution, le fait abandonner la modalité des livres de poche.</p>
<p>À partir d&#8217;alors il rentre dans le marché de livres de grand contenu. Il se dépare avec un autre problème: aucune maison d&#8217;édition accompagne le rythme de sa production &#8211; vivre de littérature dans un pays comme le Brésil, devient une vraie prouesse &#8211; il se voit donc, obligé pour survivre, á travailler comme &#8220;ghostwriter&#8221; et à écrire des livres pour des entreprises, et particuliers, à développer des thrillers pour cinéma (comme ghostwriter de nouveau).</p>
<p>Il se dédia pendant trois ans à l´étude et recherche de &#8220;l&#8217;intelligence compétitive&#8221; à niveau internationale, et à la sécurité des entreprises (ce qui l&#8217;aide à développer des romans d&#8217;espionnage) sous forme de traduction, d&#8217;articles et de thèse pour des entreprises particulières.</p>
<p>Actuellement, son objectif est de produire un ou deux romans par an. C&#8217;est grâce à une production littéraire intense que Ryoki Inoue figure dès 1993 dans l&#8217;International Guinness Book of Records comme celui qui a le plus écrit et publié de livres dans notre planète. Nicole, sa femme, franc-brésilienne, l&#8217;accompagne dans cette expédition littéraire.</p>
<p>Elle est responsable pour les illustrations et le couvertures de livres. Elle aussi, écrivain, se dédie à sa littérature infantile, de contenues écologiques et préservation de la faune et flore brésilienne.</p>
<p><b>BIOGRAPHIE</b><br />
Né le 22 juillet 1946 à São Paulo, Brésil, mère portugaise, père japonais.</p>
<p>De son côté, elle écrit 8 livres pour enfant et illustre ces derniers. Il est père et grand-père de 3 enfants. Ryoki termine la Faculté de Médecine en 1970.</p>
<p>En 1986 abdique de celle-ci pour se dédier à la littérature. Par éxigence de ses éditeurs, il écrit sous la forme de 39 pseudonymes américains, 999 livres de poche &#8211; action, espionnage et trahisons sont les condiments essentiels pour gagner le lecteur.</p>
<p>Ses romans policiers, farwests, espionnage sont comme des filmes qui fixent le lecteur à partir de la première page jusqu&#8217;à la dernière d&#8217;une telle façon que certaines fabriques automotives ont interdit leurs fonctionnaires de se présenter au travail muni d&#8217;un livre de poche du &#8220;supposé américain&#8221; Ryoki Inoue car le fonctionnaire certainement laisserait la ligne de production pour finir sa lecture.</p>
<p>Lorsque Ryoki a atteint la marque de 1.000 livres publiés avec &#8220;Et maintenant, Président?&#8221;, il abandonne les livres de poche et les pseudonymes et passe à signer son nom. Il écrit des romans de contenues plus denses, au sujet de tout, du quotidien, débats sociaux, politiques, historiques, de la vie de gens communs, avec toujours beaucoup d&#8217;action, ce qui définie son style.</p>
<p>En 1992 publie un autre roman de succès, &#8220;La Sorcière&#8221;. En 1993, 4 livres d&#8217;espionnage pour le Japon, &#8220;Opération Amazonie&#8221;, &#8220;Connection Péril&#8221;, &#8220;São Paulo &#8211; Tóquio, le Chemin de la mort&#8221; et &#8220;Il y a toujours de l&#8217;espoir&#8221;.</p>
<p>Site: <a href="http://www.ryoki.com.br" title="L´écrivain le plus prolifique du monde" target="_blank">www.ryoki.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Sorcière]]></title>
<link>http://sorcieremagie.wordpress.com/2007/08/31/la-sorciere/</link>
<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 22:12:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://sorcieremagie.wordpress.com/2007/08/31/la-sorciere/</guid>
<description><![CDATA[Jeanne, fille d&#8217;un père absent, jeune, belle, ambitieuse, fera n&#8217;importe quoi pour obten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/bruxa.jpg" title="bruxa.jpg"><img src="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/bruxa.jpg" alt="bruxa.jpg" align="left" /></a>Jeanne, fille d&#8217;un père absent, jeune, belle, ambitieuse, fera n&#8217;importe quoi pour obtenir ce qu&#8217;elle désire le plus: argent, pouvoir et position sociale. Pendant une persécution naziste en France, durant la Seconde Guerre Mondiale, elle s&#8217;enfuit et va se retrouver dans un petit village où elle rencontre Gabrielle, une vieille sorcière qui va la faire rentrer dans le monde de la magie. Emerveillée par les pouvoirs du surnaturel, elle décide de les employer pour son propre profit: fait un pacte avec le &#8220;Prince des Ténèbres&#8221;. Cette rencontre transformera sa vie, mais finira par lui coûter bien cher.<br />
— <a href="http://www.ryoki.com.br/bruxa.pdf" title="Bruxa.pdf" target="_blank">disponible sur la download</a></p>
<p><strong><font color="#999999" size="3">L´écrivain</font></strong><br />
La production littéraire de <strong>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</strong> fait de lui non seulement l’écrivain le plus prolifique du monde, mais aussi bien souvent comparé à <strong>Georges Simenon</strong> par certains critiques internationaux, bien comme, à travers son style et la rapidité à laquelle il écrit, à <strong>Sidney Sheldon</strong>. D’autres voient à travers la manière qu’il développe les trames et thrillers, un nouveau <strong>Harold Robbins</strong>.</p>
<p>“C’est notre <strong>Pelé</strong> de la littérature”<br />
(Alexandre Garcia, Rede Globo de Televisão)</p>
<p>“Beaucoup n’arrivent pas à lire aussi vite qu’il écrit”<br />
(Jô Soares, Rede Globo de Televisão)</p>
<p>“L’écrivain le plus productif du Brésil et du monde possède un travail parfait dans la langue portugaise…”<br />
(Ansa Agency)</p>
<p>“Ryoki Inoue occupe, à lui seul, plus de 400.000 lecteurs para mois”<br />
(Eduardo Bueno, O Estado de São Paulo)</p>
<p>La plupart des éditions des livres de Ryoki Inoue atteigne le nombre de 10.000 livres, et ils sont tous vendus”<br />
(Severino Francisco, Correio Brasiliense)</p>
<p><strong><font color="#999999" size="3">PROFIL</font></strong><br />
<a href="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.gif" title="ryoki1.gif"><img src="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.gif" alt="ryoki1.gif" align="left" /></a>Formé par la Faculté de Medecine &#8211; USP, São Paulo, en chirurgie, qu&#8217;il abandonne en 1986 pour se dédier à la littérature, en peu de temps il domine 95% du marché de livres de poche au Brésil. Il écrit 999 livres en 6 ans (histoires de farwest, guerre, policier, espionnage, amour et fiction scientifique).</p>
<p>En 1992 il suggère à ses éditeurs une transformation visuelle de meilleur qualité donnée jusqu&#8217;alors aux livres de poche. Le manque d&#8217;appui à ses idées de progrès, d&#8217;évolution, le fait abandonner la modalité des livres de poche.</p>
<p>À partir d&#8217;alors il rentre dans le marché de livres de grand contenu. Il se dépare avec un autre problème: aucune maison d&#8217;édition accompagne le rythme de sa production &#8211; vivre de littérature dans un pays comme le Brésil, devient une vraie prouesse &#8211; il se voit donc, obligé pour survivre, á travailler comme &#8220;ghostwriter&#8221; et à écrire des livres pour des entreprises, et particuliers, à développer des thrillers pour cinéma (comme ghostwriter de nouveau).</p>
<p>Il se dédia pendant trois ans à l´étude et recherche de &#8220;l&#8217;intelligence compétitive&#8221; à niveau internationale, et à la sécurité des entreprises (ce qui l&#8217;aide à développer des romans d&#8217;espionnage) sous forme de traduction, d&#8217;articles et de thèse pour des entreprises particulières.</p>
<p>Actuellement, son objectif est de produire un ou deux romans par an. C&#8217;est grâce à une production littéraire intense que Ryoki Inoue figure dès 1993 dans l&#8217;International Guinness Book of Records comme celui qui a le plus écrit et publié de livres dans notre planète. Nicole, sa femme, franc-brésilienne, l&#8217;accompagne dans cette expéditionlittéraire.</p>
<p>Elle est responsable pour les illustrations et le couvertures de livres. Elle aussi, écrivain, se dédie à sa littérature infantile, de contenues écologiques et préservation de la faune et flore brésilienne.</p>
<p><strong><font color="#999999" size="3">BIOGRAPHIE</font></strong><br />
<a href="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/ryoki2.jpg" title="ryoki2.jpg"><img src="http://sorcieremagie.wordpress.com/files/2007/08/ryoki2.jpg" alt="ryoki2.jpg" align="left" /></a> Né le 22 juillet 1946 à São Paulo, Brésil, mère portugaise, père japonais. Il est marié avec Nicole, franc-brésilienne, aussi écrivain et peintre, qui l&#8217;accompagne dans cette pérégrination littéraire exécutant un grand nombre de couvertures de livres.</p>
<p>De son côté, elle écrit 8 livres pour enfant et illustre ces derniers. Il est père et grand-père de 3 enfants. Ryoki termine la Faculté de Médecine en 1970.</p>
<p>En 1986 abdique de celle-ci pour se dédier à la littérature. Par éxigence de ses éditeurs, il écrit sous la forme de 39 pseudonymes américains, 999 livres de poche &#8211; action, espionnage et trahisons sont les condiments essentiels pour gagner le lecteur.</p>
<p>Ses romans policiers, farwests, espionnage sont comme des filmes qui fixent le lecteur à partir de la première page jusqu&#8217;à la dernière d&#8217;une telle façon que certaines fabriques automotives ont interdit leurs fonctionnaires de se présenter au travail muni d&#8217;un livre de poche du &#8220;supposé américain&#8221; Ryoki Inoue car le fonctionnaire certainement laisserait la ligne de production pour finir sa lecture.</p>
<p>Lorsque Ryoki a atteint la marque de 1.000 livres publiés avec &#8220;Et maintenant, Président?&#8221;, il abandonne les livres de poche et les pseudonymes et passe à signer son nom. Il écrit des romans de contenues plus denses, au sujet de tout, du quotidien, débats sociaux, politiques, historiques, de la vie de gens communs, avec toujours beaucoup d&#8217;action, ce qui définie son style.</p>
<p>En 1992 publie un autre roman de succès, &#8220;La Sorcière&#8221;. En 1993, 4 livres d&#8217;espionnage pour le Japon, &#8220;Opération Amazonie&#8221;, &#8220;Connection Péril&#8221;, &#8220;São Paulo &#8211; Tóquio, le Chemin de la mort&#8221; et &#8220;Il y a toujours de l&#8217;espoir&#8221;.</p>
<p>Site: <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">www.ryoki.com.br</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[The Witch Review]]></title>
<link>http://witchnovel.wordpress.com/2007/08/31/the-witch-review/</link>
<pubDate>Fri, 31 Aug 2007 18:16:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://witchnovel.wordpress.com/2007/08/31/the-witch-review/</guid>
<description><![CDATA[Jeanne, daughter of an absentee father, a young, beautiful and ambitious person, would do anything t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/bruxa.jpg" title="bruxa.jpg"><img src="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/bruxa.jpg" alt="bruxa.jpg" align="left" /></a>Jeanne, daughter of an absentee father, a young, beautiful and ambitious person, would do anything to get what she wishes most: money, power and social status. During the nazism occupation in France, she was hidden in a small village where she meets Gabrielle, an old witch that brings her into the magic world. Gabrielle teaches her a lot of things, but she asks Jeanne to never touch her old books and only use magic for good. Jeanne pretends to accept it and, in a while that the old woman leaves the place, she finds in an old book the magic words that make possible the invocation to the Devil, the prince of darkness. Astonished by the supernatural power, she decides to use them to her own benefits. She kills Gabrielle and, makes a pact with the devil. It turns her life, but ends up costing to much for her.</p>
<p><a href="http://www.ryoki.com.br/bruxa.pdf" title="The Witch, A Bruxa" target="_blank">Download</a> The Witch (&#8220;A Bruxa&#8221;) into portuguese version. [ <a href="http://www.ryoki.com.br/bruxa.pdf" title="The Witch, A Bruxa" target="_blank">bruxa.pdf</a> ]</p>
<h3><font color="#c0c0c0"><strong>About <em>The Witch</em>´s Author</strong></font></h3>
<p>The literary production of the untiring <strong>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</strong> took him not only to the <strong>Guinness Book</strong> as the most prolific author all over the world, but also to be compared to <strong>Georges Simenon</strong> by some international critics. Some other compare his style and his production velocity to <strong>Sidney Sheldon</strong>. Other say he could be put right beside <strong>Harold Robbins</strong>, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
<p>“The story of this book makes you loose your breath. As the events occur in the span of minutes and days, Ryoki Inoue makes the cardiac frequency of the reader increase. It is difficult to interrupt the reading because the narration gains the life of a movie, os a good American film with all the ingredients to become a box hit: sex, corruption, violence, politics, espionage and a surprising end. <strong>He´s the Pelé of the literature</strong>”. —<em> Alexandre Garcia, Rede Globo TV</em></p>
<p>“The most productive writer of Brazil and of the World, has his works written in perfect portuguese…” —<em> ANSA Agency</em></p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue feeds, by himself, more than 400 thousand readers per month”. —<em> Eduardo Bueno, Estadão</em></p>
<p>“Most of the editions of Ryoki’s books reach almost 10 thousand books. All of them are sold out”. —<em> Severino Francisco, CB</em></p>
<p><a href="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.gif" title="ryoki1.gif"><img src="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.gif" alt="ryoki1.gif" align="left" /></a>Graduated as a doctor by USP specialist on thorax surgery, Ryoki left medicine in 1986 to become a writer. In a short period, he ruled 95% of all the pocket books published in Brazil.</p>
<p>He wrote 999 great tales across six years, together with stories, about farwest, war, cops, spying, love and science fiction.</p>
<p>When he, in 1992, suggested to his publishers an improving in the brazilian´s pocket book graphic appearance, got astonished with the carelessness all of them showed about his project. It wasn´t interesting for any publisher to get his books in condition to reach a really brain-worked public target, do not mention it to compete in a international market.</p>
<p>He gave up than, the pockets to devote himself right to bigger books, better worked ones in the literary purpose and with a higher graphic quality. But Ryoki faced another problem: no brazilian printing-office could breath while publishing and distribute his phenomenal production: about six new titles a month.</p>
<p>Ryoki Inoue has been a target of the main newspapers and magazines all around the world, from &#8220;Veja&#8221;, &#8220;IstoÉ&#8221;, &#8220;Manchete&#8221;, &#8220;O Estado de São Paulo&#8221;, Jornal do Brasil&#8221;, &#8220;Wall Street Journal&#8221;, &#8220;The N.Y. Times&#8221;, &#8220;Der Spiegel&#8221;, &#8220;Lire&#8221; and a sort of others, as has been interviewd by TV channels like &#8220;Rede Globo&#8221;, &#8220;SBT&#8221;, &#8220;Cultura&#8221;, &#8220;Bandeirantes&#8221;, &#8220;Nippon Television Network&#8221;, and others. Due his vehment and long Literary production, since 1993, Ryoki Inoue places the International Guinnes Book of Records, as the man who most wrote and published books all around the planet.</p>
<p>When he got to the score of a thousand books, with “E Agora, Presidente?” (prefaced by the journalist Alexandre Garcia), Ryoki decided for a changing on his literary career, leaving behind the pocket books and starting writing bigger romances, published with his own name. His subjects are simply everything, life, day-by-day, social discussions, histories about ordinary people and not so ordinary people.</p>
<p>When seeing Ryoki in the Guinness Book, Matt Moffett, american journalist of the Wall Street Journal, got his curiosity awaken to the writer’s creations process, wanting to see to believe, how someone to produce successful stories in such a small time could. So, he defied the writer and came to São José dos Campos (where Ryoki used to live that time), by the end on January 1996. A week latter, Moffett told was born Ryoki’s book – Sequestro Fast Food, created in one night, more necessarily from 23h30 to 4h – in one of the most famous newspaper in the world.</p>
<p>With 1.075 books, from his own hands, published, his compulsory production didn’t stop ever. Sometimes, he used to write three romances a day, working all night on.</p>
<p>In his opinion, the secret of the creative process is in 98% of sweat, 1% of talent and 1%of luck. Moreover, discipline and application are the motive that make him to be sit in front of his computer and don’t leave until the end of his new job.</p>
<p>Ryoki didn’t stop writing: he produced several romances, worked as a ghost writer to famous people, wrote scripts and, with the objective to perfect his knowledge on the spying field – obviously to make better romances – he dedicated during three years on the research and studying of Competitive Intelligence and he make innumerable books and articles translations for companies of this branch.</p>
<p><a href="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/ryoki2.jpg" title="ryoki2.jpg"><img src="http://witchnovel.wordpress.com/files/2007/08/ryoki2.jpg" alt="ryoki2.jpg" align="left" /></a>Everything began 55 years ago, exactly on July 22nd 1946, in São Paulo, when Ryoki was born from a Portuguese mother and a Japanese father. Formed in medicine on 1970 and left it in 1986 to become a writer, editing his pocket books, under nothing less then 39 pseudonyms, because of his editor’s requirement.</p>
<p>His great cup of tea in that time was the police style, where the trams presented so much action, spying and treasons. However, he never stops writing about a subject he always were passionate: the far west. His novels of “bang bang” are true films that catch the reader from the first to the last page in such a way that, sometimes, the cars assembly plants companies used to forbidden their employees to get into with this books, because, they were able to leave the production line until they finish completely the reading.</p>
<p>In 1992, he made the releasing of his book A Bruxa at the International Biennial of Book (SP). Another landmark on author’s life was the publication, in 1993, in Japan, of his books Danger Connection: São Paulo – Tokyo, O Preço do Tráfico, Operação Amazônia and Sempre Há Esperança, turned to the brasilian-japanese people who lived in that country. In the next year, he implanted an Editorial Agglomerated of Pocket Books for South America, in Piúma – ES.</p>
<p>He was also editor and writer of the newspapers Farol do Sul Capixaba (Piúma/ES), Noticias do Japão (1992-93/SP), International Press (1993/94/SP – Tokyo), O Riso do Corujão (1996-97 / Campos do Jordão); of magazines Amazônia (1992 / Giparaná – RO), Letra Verde (1997-98 / Campos do Jordão) e Vertente (1997/São José dos campos – SP) and articles writer for several newspapers and publications, for six years.</p>
<p>Nowadays, with <strong>1.074 published novels</strong>, <strong><a href="http://www.ryoki.com.br" title="Official Site Ryoki Inoue" target="_blank">Ryoki Inoues</a></strong>’s objective is to produce one or two romances a year, at most.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sidney Sheldon - life, books and career]]></title>
<link>http://sidneysheldonbook.wordpress.com/2007/08/28/sidney-sheldon-life-books-and-career/</link>
<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 21:39:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://sidneysheldonbook.wordpress.com/2007/08/28/sidney-sheldon-life-books-and-career/</guid>
<description><![CDATA[Sheldon was born Sidney Schechtel in Chicago, Illinois, to Otto Schechtel, a German Jewish father, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss1.gif" title="ss1.gif"><img src="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss1.gif" alt="ss1.gif" align="left" /></a>Sheldon was born Sidney Schechtel in Chicago, Illinois, to Otto Schechtel, a German Jewish father, and Natalie Marcus, a Russian Jewish mother. At 10, he made his first sale, $10 for a poem. During the Depression, he worked at a variety of jobs, attended Northwestern University and contributed short plays to drama groups.</p>
<p>In 1937 he moved to Hollywood, California, where he reviewed scripts and collaborated on a number of movies. After serving in the military during World War II as a pilot in the War Training Service, a branch of the Army Air Corps, Sheldon returned to civilian life and moved to New York where he began writing musicals for the Broadway stage while continuing to write screenplays for both MGM Studios and Paramount Pictures. He earned a reputation as a prolific writer; for example, at one time he had three musicals on Broadway: a rewritten The Merry Widow, Jackpot, and Dream with Music. His success on Broadway brought him back to Hollywood where his first assignment was The Bachelor and the Bobby-Soxer, which earned him the Academy Award for Best Original Screenplay of 1947.</p>
<p>When television became the new hot medium, he decided to try his hand in it. &#8220;I suppose I needed money,&#8221; he remembered. &#8220;I met Patty Duke one day at lunch. So I produced The Patty Duke Show, and I did something nobody else in TV ever did. For seven years, I wrote almost every single episode of the series.&#8221; He also wrote for the series Hart to Hart and Nancy. Most famously he wrote the series I Dream of Jeannie, which he also created and produced, which lasted for five seasons from 1965-1970. It was &#8220;During the last year of I Dream of Jeannie, I decided to try a novel,&#8221; he said in 1982. &#8220;Each morning from 9 until noon, I had a secretary at the studio take all calls. I mean every single call. I wrote each morning — or rather, dictated — and then I faced the TV business.&#8221;</p>
<p><a href="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss.gif" title="ss.gif"><img src="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss.gif" alt="ss.gif" align="right" /></a>In 1969, Sheldon wrote his first novel, The Naked Face, which earned him a nomination for the Edgar Allan Poe Award from the Mystery Writers of America in the category of Best First Novel. His next novel, The Other Side of Midnight, went to #1 on The New York Times bestseller list as did several ensuing novels, a number of which were also made into motion pictures or TV miniseries.</p>
<p>His novels often featured determined women who persevere in a tough world run by hostile men. The novels contained a lot of suspense and devices to keep the reader turning the page:</p>
<p>&#8220;I try to write my books so the reader can&#8217;t put them down,&#8221; he explained in a 1982 interview. &#8220;I try to construct them so when the reader gets to the end of a chapter, he or she has to read just one more chapter. It&#8217;s the technique of the old Saturday afternoon serial: leave the guy hanging on the edge of the cliff at the end of the chapter.&#8221;</p>
<p>Most of his readers were women. Asked why this was the case he said: &#8220;I like to write about women who are talented and capable, but most important, retain their femininity. Women have tremendous power — their femininity, because men can&#8217;t do without it.&#8221; Books were Sheldon&#8217;s favorite medium. &#8220;I love writing books,&#8221; he commented. &#8220;Movies are a collaborative medium, and everyone is second-guessing you. When you do a novel you&#8217;re on your own. It&#8217;s a freedom that doesn&#8217;t exist in any other medium.&#8221;</p>
<p>Sheldon was married for 30 years to Jorja Curtright Sheldon, a stage and film actress who later became an accomplished and well known interior designer, but died of a heart attack in 1985. He then married Alexandra Kostoff, a former child actress and advertising executive of Macedonian origin 4, in Las Vegas in 1989.</p>
<p>Nowadays the most prolific writer <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a> with more than 1.000 published novels. He is also compared to Georges Simenon by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to Sidney Sheldon. Other say he could be put right beside Harold Robbins, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Sidney Sheldon - Sheldon, Sidney]]></title>
<link>http://sheldonsidney.wordpress.com/2007/08/28/sidney-sheldon-sheldon-sidney/</link>
<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 21:27:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Sheldon was born Sidney Schechtel in Chicago, Illinois, to Otto Schechtel, a German Jewish father, a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss1.gif" title="ss1.gif"><img src="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss1.gif" alt="ss1.gif" align="left" /></a>Sheldon was born Sidney Schechtel in Chicago, Illinois, to Otto Schechtel, a German Jewish father, and Natalie Marcus, a Russian Jewish mother. At 10, he made his first sale, $10 for a poem. During the Depression, he worked at a variety of jobs, attended Northwestern University and contributed short plays to drama groups.</p>
<p>In 1937 he moved to Hollywood, California, where he reviewed scripts and collaborated on a number of movies. After serving in the military during World War II as a pilot in the War Training Service, a branch of the Army Air Corps, Sheldon returned to civilian life and moved to New York where he began writing musicals for the Broadway stage while continuing to write screenplays for both MGM Studios and Paramount Pictures. He earned a reputation as a prolific writer; for example, at one time he had three musicals on Broadway: a rewritten The Merry Widow, Jackpot, and Dream with Music. His success on Broadway brought him back to Hollywood where his first assignment was The Bachelor and the Bobby-Soxer, which earned him the Academy Award for Best Original Screenplay of 1947.</p>
<p>When television became the new hot medium, he decided to try his hand in it. &#8220;I suppose I needed money,&#8221; he remembered. &#8220;I met Patty Duke one day at lunch. So I produced The Patty Duke Show, and I did something nobody else in TV ever did. For seven years, I wrote almost every single episode of the series.&#8221; He also wrote for the series Hart to Hart and Nancy. Most famously he wrote the series I Dream of Jeannie, which he also created and produced, which lasted for five seasons from 1965-1970. It was &#8220;During the last year of I Dream of Jeannie, I decided to try a novel,&#8221; he said in 1982. &#8220;Each morning from 9 until noon, I had a secretary at the studio take all calls. I mean every single call. I wrote each morning — or rather, dictated — and then I faced the TV business.&#8221;</p>
<p><a href="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss.gif" title="ss.gif"><img src="http://sheldonsidney.wordpress.com/files/2007/08/ss.gif" alt="ss.gif" align="right" /></a>In 1969, Sheldon wrote his first novel, The Naked Face, which earned him a nomination for the Edgar Allan Poe Award from the Mystery Writers of America in the category of Best First Novel. His next novel, The Other Side of Midnight, went to #1 on The New York Times bestseller list as did several ensuing novels, a number of which were also made into motion pictures or TV miniseries.</p>
<p>His novels often featured determined women who persevere in a tough world run by hostile men. The novels contained a lot of suspense and devices to keep the reader turning the page:</p>
<p>&#8220;I try to write my books so the reader can&#8217;t put them down,&#8221; he explained in a 1982 interview. &#8220;I try to construct them so when the reader gets to the end of a chapter, he or she has to read just one more chapter. It&#8217;s the technique of the old Saturday afternoon serial: leave the guy hanging on the edge of the cliff at the end of the chapter.&#8221;</p>
<p>Most of his readers were women. Asked why this was the case he said: &#8220;I like to write about women who are talented and capable, but most important, retain their femininity. Women have tremendous power — their femininity, because men can&#8217;t do without it.&#8221; Books were Sheldon&#8217;s favorite medium. &#8220;I love writing books,&#8221; he commented. &#8220;Movies are a collaborative medium, and everyone is second-guessing you. When you do a novel you&#8217;re on your own. It&#8217;s a freedom that doesn&#8217;t exist in any other medium.&#8221;</p>
<p>Sheldon was married for 30 years to Jorja Curtright Sheldon, a stage and film actress who later became an accomplished and well known interior designer, but died of a heart attack in 1985. He then married Alexandra Kostoff, a former child actress and advertising executive of Macedonian origin 4, in Las Vegas in 1989.</p>
<p>Nowadays the most prolific writer <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a> with more than 1.000 published novels. He is also compared to Georges Simenon by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to Sidney Sheldon. Other say he could be put right beside Harold Robbins, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[About Harold Robbins]]></title>
<link>http://haroldrobbins.wordpress.com/2007/08/28/about-harold-robbins/</link>
<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 20:37:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Harold Robbins (born Francis Kane and given the adoptive name of Harold Rubin) (May 21, 1916–October]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://haroldrobbins.wordpress.com/files/2007/08/hr1.gif" title="hr1.gif"><img src="http://haroldrobbins.wordpress.com/files/2007/08/hr1.gif" alt="hr1.gif" align="left" /></a>Harold Robbins (born Francis Kane and given the adoptive name of Harold Rubin) (May 21, 1916–October 14, 1997) was an American author.</p>
<p>Born in New York City, Robbins spent his childhood in an orphanage. He was educated at George Washington High School and after leaving school worked at several jobs. Robbins made his first million at the age of 20 by selling sugar for the wholesale trade. By the beginning of World War II, Robbins had lost his fortune and moved to Hollywood where he worked for Universal Studios, first as a mail clerk. Later he became a janitor at the local five-and-dime store.</p>
<p>His first book, Never Love a Stranger,&#8221; (1948) drew on his own life as an orphan on the streets of New York and created controversy with its graphic sexuality. Ian Parker says that according to Robbins, publisher Pat Knopf bought Never Love a Stranger because &#8220;it was the first time he ever read a book in which on one page you&#8217;d have tears and on the next page you&#8217;d have a hard-on. [sic]&#8220;</p>
<p><a href="http://haroldrobbins.wordpress.com/files/2007/08/hr.gif" title="hr.gif"><img src="http://haroldrobbins.wordpress.com/files/2007/08/hr.gif" alt="hr.gif" align="right" /></a>The Dream Merchants (1949) was about Hollywood&#8217;s film industry, from the first steps to sound era. Again Robbins blended his own experiences, historical facts, melodrama, sex, and action into a fast-moving story.</p>
<p>His 1954 novel, A Stone for Danny Fisher, was adapted into a 1958 motion picture King Creole, which starred Elvis Presley.</p>
<p>He would become one of the world&#8217;s bestselling authors, publishing over 20 books which were translated into 32 languages and sold over 750 million copies. Among his best-known books is The Carpetbaggers. It was loosely based on the life of Howard Hughes, taking the reader from New York to California, from the prosperity of the aeronautical industry to the glamour of Hollywood. Its sequel, The Raiders, appeared in 1995.</p>
<p>Robbins was married five times. From 1982 he was obliged to use a wheelchair because of hip trouble, but continued writing.</p>
<p>He spent a great deal of time on the French Riviera and Monte Carlo until his death on October 14, 1997 from respiratory heart failure when he was 81. He is buried at Forest Lawn Cemetery (Cathedral City) near Palm Springs, California. Since his death, several new novels have been released posthumously, finished by ghostwriters.</p>
<p>Harold Robbins has a star on the Hollywood Walk of Fame at 6743 Hollywood Boulevard.</p>
<p>Nowadays the most prolific writer <a href="http://www.ryoki.com.br" title="www.ryoki.com.br" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a> with more than 1.000 published novels. He is also compared to Georges Simenon by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to Sidney Sheldon. Other say he could be put right beside Harold Robbins, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Simenon, Georges Joseph Christian]]></title>
<link>http://simenon.wordpress.com/2007/08/28/simenon-georges-joseph-christian/</link>
<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 20:27:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://simenon.wordpress.com/2007/08/28/simenon-georges-joseph-christian/</guid>
<description><![CDATA[Georges Simenon was born at 26 rue Léopold (now number 24) in Liège to Désiré Simenon and his wife H]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://simenon.wordpress.com/files/2007/08/georgessimenon.gif" title="georgessimenon.gif"><img src="http://simenon.wordpress.com/files/2007/08/georgessimenon.gif" alt="georgessimenon.gif" align="left" /></a>Georges Simenon was born at 26 rue Léopold (now number 24) in Liège to Désiré Simenon and his wife Henriette. Désiré Simenon worked in an accounting office at an insurance company and had married Henriette in April 1902. Although Georges Simenon was born on February 13, 1903 superstition resulted in his birth being registered as having been on the 12th. This story of his birth is recounted at the beginning of his novel Pedigree.</p>
<p>The Simenon family traces its origins back to the Limbourg region, his mother&#8217;s family being from Dutch Limbourg. One of her more notorious ancestors was Gabriel Brühl, a criminal who preyed on Limbourg from the 1720s until he was hanged, in 1743. Later, Simenon would use Brüll as one of his many pen names.</p>
<p>In April 1905, two years after Georges Simenon&#8217;s birth, the family moved to 3 rue Pasteur (now 25 rue Georges Simenon) in the city&#8217;s Outremeuse neighborhood. Georges Simenon&#8217;s brother Christian was born in September 1906 and eventually became their mother&#8217;s favorite child, much to Georges Simenon&#8217;s chagrin. Later, in February 1911, the Simenons moved to 53 rue de la Loi, also in the Outremeuse. In this larger home, the Simenons were able to take in lodgers. Typical among them were apprentices and students of various nationalities, giving the young Simenon an important introduction to the wider world; this marked his novels, notably Pedigree and Le Locataire.</p>
<p>At the age of three, Simenon learned to read at the Sainte-Julienne nursery school. Then, between 1908 and 1914, he attended the Institut Saint-André. In September 1914, shortly after the beginning of the First World War, he began his studies at the Collège Saint-Louis, a Jesuit high school.</p>
<p><a href="http://simenon.wordpress.com/files/2007/08/georgesimenon.gif" title="georgesimenon.gif"><img src="http://simenon.wordpress.com/files/2007/08/georgesimenon.gif" alt="georgesimenon.gif" align="right" /></a>In the summer of 1915, going against the grain of the Jesuits&#8217; chaste teachings, the twelve year-old Simenon had the first of many sexual experiences in his long life; in this case, with an older girl of fifteen. Many years later, Simenon was known as &#8220;the man of 10,000 women,&#8221; a self-confessed sex addict who &#8220;needed&#8221; to have sex three times a day. Quite a few women were prepared to humor him for nothing, nevertheless, these 10,000 were said to include 8,000 prostitutes. It has been suggested that the real number of women in Simenon&#8217;s life was, although prodigious, vastly smaller than 10,000. In this he was quite different from his fictional creation, Maigret, who can be presumed to have been entirely faithful to Madame Maigret.</p>
<p>In February 1917, the Simenon family moved to a former post office building in the Amercoeur neighborhood. June 1919 saw another move, this time to the rue de l&#8217;Enseignement, back in the Outremeuse neighborhood.</p>
<p>Using his father&#8217;s heart condition as a pretext, Simenon decided to put an end to his studies in June 1918, not even taking the Collège Saint-Louis&#8217; year-end exams. He subsequently worked a number of very short-term odd jobs.</p>
<p>Simenon was one of the most prolific writers of the twentieth century, capable of writing 60 to 80 pages per day. His oeuvre include nearly 200 novels, over 150 novellas, several autobiographical works, numerous articles, and scores of pulp novels written under more than two dozen pseudonyms. Altogether, about 550 million copies of his works have been printed.</p>
<p>He is best known, however, for his 75 novels and 28 short stories featuring Commissaire Maigret. The first novel in the series, Pietr-le-Letton, appeared in 1931; the last one, Maigret et M. Charles, was published in 1972. The Maigret novels were translated into all major languages and several of them were turned into films (starting with La nuit du carrefour, adapted for the screen by Jean Renoir as early as 1932).</p>
<p>During his &#8220;American&#8221; period, Simenon reached the height of his creative powers, and several novels of those years were inspired by the context in which they were written (Trois chambres à Manhattan (1946), Maigret à New York (1947), Maigret se fâche (1947)).</p>
<p>Simenon also wrote a large number of &#8220;psychological novels&#8221;, such as La neige était sale (1948) or Le fils (1957), as well as several autobiographical works, in particular Je me souviens (1945), Pedigree (1948), Mémoires intimes (1981).</p>
<p>In 1959, the film Inspector Maigret (the English title of the 1958 French film Maigret tend un piège—literally &#8220;Maigret sets a trap&#8221;) won an Edgar Award for Best Foreign Film from the Mystery Writers of America. The film was directed by Jean Delannoy and starred Jean Gabin as Maigret. In 1966, Simenon was given the MWA&#8217;s highest honor, the Grand Master Award.</p>
<p>In 1967, the film Cop-Out was made based off Simenon&#8217;s book, Strangers in the House.</p>
<p>In 2005 he was nominated for the title of De Grootste Belg (The Greatest Belgian). In the Flemish version he ended 77th place. In the Walloon version he ended 10th place.</p>
<p><strong>Simenon in numbers</strong></p>
<p>Total number of novels and volumes of short stories, including pseudonymous works: about 450<br />
Maigret episodes: 103 (75 novels and 28 short stories)<br />
Psychological novels (non-Maigret novels, published as Simenon): 117<br />
Translations into 55 languages<br />
Published in 44 countries<br />
1,400,000,000 books sold (1935-1997)<br />
Films based on his works: about 50<br />
According to the Index Translationum, Simenon is sixteenth most translated author in the world, the fourth among French language authors, and the first among Belgians.</p>
<p>Nowadays the most prolific writer is <a href="http://www.ryoki.com.br" title="www.ryoki.com.br" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a>. With more than 1.000 published novels. He is also compared to Georges Simenon by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to Sidney Sheldon. Other say he could be put right beside Harold Robbins, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Critics about the author]]></title>
<link>http://policialnovels.wordpress.com/2007/08/28/critics-about-the-author/</link>
<pubDate>Tue, 28 Aug 2007 12:46:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[The literary production of the untiring José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue took him not only to the G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://policialnovels.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.jpg" title="ryoki1.jpg"><img src="http://policialnovels.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.thumbnail.jpg" alt="ryoki1.jpg" align="left" /></a>The literary production of the untiring <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank"><strong>José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</strong></a> took him not only to the <strong>Guinness Book</strong> as the most proliphic author all over the world, but also to be compared to <strong>Georges Simenon</strong> by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to <strong>Sidney Sheldon</strong>. Other say he could be put right beside <strong>Harold Robbins</strong>, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
<p>“The story of this book makes you loose your breath. As the events occur in the span of minutes and days, Ryoki Inoue makes the cardiac frequency of the reader increase. It is difficult to interrupt the reading because the narration gains the life of a movie, os a good American film with all the ingredients to become a box hit: sex, corruption, violence, politics, espionage and a surprising end.<br />
<strong>He´s the Pelé of the literature</strong>”.<br />
<em>Alexandre Garcia, Rede Globo TV</em></p>
<p>“The most productive writer of Brazil and of the World, has his works written in perfect portuguese&#8230;”<br />
<em>ANSA Agency</em></p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue feeds, by himself, more than 400 thousand readers per month”.<br />
<em>Eduardo Bueno, Estadão</em></p>
<p>“Most of the editions of Ryoki’s books reach almost 10 thousand books. All of them are sold out”.<br />
<em>Severino Francisco, CB</em></p>
<p>“Many people cannot read at the same speed that he writes”.<br />
<em>Jo Soares, Jo Onze e Meia</em></p>
<p>“The book one thousand marks a turning in the carreer of José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue. ‘And what’s now, Mr. President?’ a political-police novel marking the proximation of this fiction writer to the Brazilian reallity”.<br />
<em>Paulo Pestana, Correio Brasiliense</em></p>
<p>“It is not strange to find him writing in his PC from 6:00 to 2:00 a.m.”<br />
<em>Program “Fantastico”, TV Globo</em></p>
<p>“Together with the imagination and the gift of writing, what is special is his discipline and determination”.<br />
<em>Goulart de Andrade, in Comando da Madrugada</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[O autor de mais de mil livros]]></title>
<link>http://reportagens.wordpress.com/2007/08/27/o-autor-de-mais-de-mil-livros/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 17:07:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Quem vê o homem de ascendência oriental e portuguesa caminhar tranqüilamente pelas ruas da pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://reportagens.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.jpg" title="ryoki1.jpg"><img src="http://reportagens.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.jpg" alt="ryoki1.jpg" align="left" /></a>&#8220;Quem vê o homem de ascendência oriental e portuguesa caminhar tranqüilamente pelas ruas da pacata cidade de Gonçalves, com um saco de verduras ou um cachimbo nas mãos, não imagina se tratar de um escritor frenético. Hoje, ele escreve, em média, três livros por ano, mas já foram três por dia.</p>
<p><a href="http://www.ryoki.com.br" title="Site do autor" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a>, um médico paulista de 59 anos que abandonou as cirurgias de tórax para se dedicar à paixão de infância, aprendeu a ser ágil com as idéias e colocá-las no papel por uma questão de sobrevivência. Coisas de escritor brasileiro.</p>
<p>Hoje, já são mais de 1.070 livros publicados, um recorde mundial. A carreira de escritor começou em 1986, aos 40 anos, com “Os Colts de McLee”, um pocket book publicado por uma editora carioca, que vendeu 15 mil exemplares. Com o sucesso, vieram outros, centenas de outros livros, com histórias policiais, de western, amor, guerra ou ficção científica.</p>
<p>Mas o que as editoras pagavam a Ryoki era tão pouco que mal dava para cobrir os gastos com o papel, a fita da máquina de escrever e o envio do original pelo correio. A solução foi aumentar a produtividade. “Eu tinha de escrever muito para garantir um padrão de vida mínimo. Foi por isso que eu sempre escrevi tanto”, revela a NoMínimo.</p>
<p>Entre 1986 e 1992, Ryoki produziu 999 livros, todos em sua máquina de escrever. Sem qualquer pretensão, entrou para o “International Guiness Book of Records” como o homem que mais escreveu e publicou livros em todo o planeta. Por exigência das editoras, teve de adotar 39 diferentes pseudônimos, todos estrangeiros, como James Monroe (o da estréia). Eram temas para prender a atenção dos leitores, como o romance policial “A Droga Colombiana” (Bill Purse), o de espionagem “Fuga Desesperada” (William Sweetstick) ou o de ficção científica “Energia Mortal” (Stepham McSucker).</p>
<p>Pocket books: o mercado era ele<br />
Ryoki chegou a ser dono sozinho de 95% do mercado de pocket books no Brasil. Tinha uma tiragem mensal de aproximadamente 750 mil exemplares e sua média de trabalho era de 16 horas por dia, principalmente de madrugada. Foi um período extremamente cansativo, mas sem nenhuma tendinite ou uso de droga para suportar a rotina pesada. “A droga afetaria, com toda a certeza, a minha agilidade”, explica.</p>
<p>Ryoki viveu intensamente a fase dos pocket books, com muita criatividade e pouca responsabilidade. A inspiração vinha do cotidiano, do trecho de algum filme assistido ou das pesquisas do pai, também médico, sobre a Segunda Guerra Mundial e outros temas históricos. Como leitor, sempre foi um fã da leitura fácil e rápida do gênero. Os livros baratos e descartáveis de Ryoki, vendidos também em bancas de jornal, atingiam todas as classes sociais, “do peão de obra ao executivo”, segundo ele. “A única diferença é que o peão não escondia o livro de vergonha”, conta.</p>
<p>O escritor lembra que uma montadora de automóveis chegou a evitar a contratação de apaixonados por pocket books. Temia que, entre uma tarefa e outra na linha de produção, o funcionário fugisse com um livro no bolso do macacão para acabar de ler no banheiro. “Este tipo de livro é extremamente viciante.”</p>
<p>O que mais incomodava Ryoki, ao escrever os pocket books, não era a produção em larga escala, mas as limitações que havia para seu trabalho, principalmente no aspecto gráfico. Havia padrões rígidos, como o número de toques por página, e muitas histórias foram mutiladas. Tentou convencer as editoras a melhorar a qualidade do gênero, como fazem casas de fora do país, sem mudar o perfil de livro de consumo rápido e baixa durabilidade. “Na França, os livros de bolso são graficamente bonitos, mas, com o tempo, as páginas soltam. São livros muito bons, mas feitos para jogar fora”, explica. Não conseguiu. Outra decepção foi a falta de valorização do santo da casa. “As editoras brasileiras preferem comprar o lixo que sobra da Europa para publicar aqui porque sai mais barato a pagar bem aos escritores brasileiros”, protesta. O impasse com as editoras no Brasil fez Ryoki abandonar o pocket book.??</p>
<p>Ao mesmo tempo em que a fase dos pseudônimos americanos projetou o escritor Ryoki Inoue, até internacionalmente, como um escritor recordista, deixou um estigma difícil de ser quebrado, o do autor de larga escala. “Quando deixei de escrever os livros de bolso, senti medo e preconceito das editoras em relação ao meu trabalho”, destaca. Ser um escritor prolífico não significa ser um escritor ruim, defende-se. A quantidade não afeta a qualidade.</p>
<p>O milésimo livro, “E Agora, Presidente?”, uma ficção sobre a corrupção no meio político, marcou o fim da fase alucinante dos pocket books, mas Ryoki não deixou de ser um workaholic. De 1992 até agora, foram mais de 70 livros publicados. A diferença é que as obras estão mais longas – 200 páginas, pelo menos – e há um trabalho de pesquisa mais complexo. A ânsia por escrever mais e mais continua. E pela mesma razão de sobrevivência.</p>
<p>“Se escrevo três livros em um ano hoje, uma mesma editora só publica um; então, tenho de bater na porta de outras”, lamenta. “Não conseguiria viver com a renda de um único livro em um ano e as editoras não têm capacidade para acompanhar o meu ritmo.” Além das obras de ficção, Ryoki faz trabalhos para o setor corporativo, como discursos de presidentes de empresas e é “ghost writer” de livros de Inteligência Competitiva, por exemplo.</p>
<p>Descanso: escrever crônicas<br />
A produção rápida de Ryoki chamou a atenção, em meados dos anos 90, de um jornalista norte-americano do “Wall Street Journal”, Matt Moffet, que veio ao Brasil acompanhar de perto a rotina do escritor brasileiro. Duvidava de sua capacidade produtiva. Na ocasião, Ryoki lançou o desafio de escrever um livro em seis horas, tendo Moffet como seu observador. Venceu.</p>
<p>Das 23 horas às 5 horas da manhã seguinte, o escritor concebeu “A Chave”, que, posteriormente, se chamaria “Seqüestro Fast Food”, cujo protagonista era o próprio jornalista. O original tinha 210 páginas, mas, na edição final, ficou com 150. “Ele escrevia capítulos inteiros ao ir ao banheiro”, reportou Moffet em sua matéria. Ryoki diverte-se com a fama de rapidinho.</p>
<p>Desenvolveu técnicas para isso e até ensina a jovens escritores seus segredos. Uma de suas muitas obras, “Entrelivros”, é uma coletânea de crônicas escritas em meio à produção de um e outro romance mais longo. Para Ryoki, as crônicas são um exercício para descansar, coisa leve.</p>
<p>Mesmo longe dos pocket books, as tramas policialescas, de suspense e de amor ainda continuam em alta em seu repertório. Um dos seus três trabalhos atuais é a produção de “O Fruto do Ventre”, uma história policial que envolve o Santo Sudário. Estão previstas 700 páginas. Outro, “Tradição e Preconceito”, em fase de revisão final, tem como pano de fundo a colonização japonesa no Brasil, um pouco da vida de seus antepassados. No enredo, amor e suspense também. O terceiro é segredo.</p>
<p>Ryoki não considera a sua literatura de menor importância, elogia os escritores que conseguem fugir da erudição e encontrar a linguagem popular e não dá a mínima atenção para os críticos. “Muitos críticos são escritores frustrados que não têm a capacidade de fazer o que faço”, afirma. Mesmo sem um grande trabalho de marketing, com preconceitos para driblar e algumas decepções ao longo da carreira, Ryoki nem sequer cogita a possibilidade de desistir do sonho de viver exclusivamente das letras. Adapta-se à realidade.</p>
<p>Tem uma vida simples, sem luxo, mas faz o que gosta. Perto de completar duas décadas de produção literária, ele quer ir mais longe e pretende internacionalizar a sua obra, com a publicação em outros idiomas. “Ser escritor no Brasil é muito complicado, porque você trabalha muito e ninguém reconhece o seu trabalho, mas é preciso abraçar a dificuldade e seguir adiante”, resigna-se.&#8221; — por Emerson Couto, NoMínimo</p>
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<title><![CDATA[A trajetória do autor José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue]]></title>
<link>http://reportagens.wordpress.com/2007/08/27/a-trajetoria-do-autor-jose-carlos-ryoki-de-alpoim-inoue/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 17:01:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quando a literatura entrou na sua vida? Acho que nasci com a literatura nos genes. Minha mãe era pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Quando a literatura entrou na sua vida?</strong><br />
Acho que nasci com a literatura nos genes. Minha mãe era professora de português, francês, grego e latim e dava aulas de litreratura na Faculdade de Filosofia da USP. Meu pai, médico, tinha como seu maior prazer a leitura. Era mais ou menos óbvio que eu acabasse desenvolvendo uma forte tendência para as letras. Contudo, só vim a me dedicar profissionalmente a escrever, aos quarenta anos de idade.</p>
<p><strong>Por que trocou a medicina pela literatura?</strong><br />
Formei-me na USP, fiz residência em Cirurgia do Tórax (R-1, R-2, R-3, R-4 e R-dículo), doutorei-me, caí no mundo, cliniquei e operei por dezesseis anos e achei que tinha feito já o suficiente do ponto de vista da dívida que eu tinha para com a sociedade, por Ter cursado uma faculdade pública. O que eu sempre gostei de fazer foi escrever e, assim, decidi deixar tudo de lado e me dedicar única e exclusivamente à literatura. Não houve qualquer motivo outro. Não me decepcionei com a medicina, muito embora, aqui no Brasil, ela seja bastante decepcionante: descobre-se que aquilo que se aprende na escola jamais conseguirá ser posto em prática para o povo, apenas para alguns mais bafejados pela fortuna&#8230; Isso é triste, mas é a realidade.</p>
<p><strong>Quais os escritores mais o influenciaram?</strong><br />
Li muito e leio muito até hoje. Sinceramente, não sei dizer se fui diretamente influenciado por algum escritor, brasileiro ou não. Posso dizer, isso sim, que sempre apreciei o Fernando Sabino, o Ruben Braga, o João Ubaldo Ribeiro, o Otto Lara Rezende. Dos clássicos, tupiniquins, o Machado, o Menotti, Lobato, Cassiano Ricardo&#8230; Dos estrangeiros, principalmente os grandes best-selleristas que, na verdade, foram uma boa escola para mim. Posso citar o Higgins, Ken Follet, Forsyth, Robbins, Sheldon, Konsalik e muitos outros. Também li os clássicos como Euclides da Cunha, Joyce, Eça&#8230; Ler é sempre muito bom!</p>
<p><strong>Você escreveu mais de mil livros. Falta ainda escrever sobre alguma coisa?</strong><br />
A imaginação humana é ilimitada, graças a Deus. Por isso, acho que se Ele me der tempo, chego aos dois mil&#8230; E sempre com temas diferentes, posso garantir.</p>
<p><strong>Como percebeu que, por ter escrito tantos livros, poderia entrar no Guines Book? Conte-nos a façanha.</strong><br />
Não percebi. Fiquei sabendo através de uma reportagem do jornal O Estado de São Paulo e tive a confitrmação de que não era piada quando os repórteres começaram a me procurar para engtrevistas.</p>
<p><strong>Qual a sua definição para romance?</strong><br />
Romance é uma história que fala dos sentimentos humanos e que, em algum ponto pelo menos, fala de amor. Na realidade, o romance em si não passa de uma história de Romeu e Julieta. Esta é a raiz. Tudo quanto se escreveu, no fundo, é sobre o mesmo tema: o amor, amor difícil, sofrido, triste e ao mesmo tempo cheio de felicidades, pequenas e grandes&#8230; A criatividade e a originalidade do autor é que fazem a diferença entre um romance e outro.</p>
<p><strong>Há alguma receita para ser tão prolífico?</strong><br />
Dou um curso através da Internet (<strong><a href="http://www.ryoki.com.br/cursos.htm" title="Curso de Técnica Literária" target="_blank">ryoki.com.br/cursos.htm</a></strong>) em que dou todas as dicas para se produzir um ou vários romances.</p>
<p><strong>Sob quais pseudônimos escreveu e para quais editoras?</strong><br />
Fui obrigado a usar — as editoras assim o exigiam — 49 pseudônimos, todos americanos ou ingleses. Escrevi para todas as editoras de pocket-books do Brasil e para várias outras, depois que completei mil livros escritos e publicados e que percebi que as editoras de Pockets não queriam saber de progredir. O resultado está aí. Hoje em dia, infelizmente, não se vê mais o gênero pocket nas bancas ou livrarias.</p>
<p><strong>Como o crítico recebe o seu trabalho?</strong><br />
Como Harold Robbins dizia, vivo bem sem a crítica e a crítica vive bem sem mim. Vamos deixar as coisas assim.</p>
<p><strong>Qual deve ser o papel do crítico?</strong><br />
O crítico deve criticar. Porém, para tanto, em primeiro lugar ele deve ler a obra a ser criticada. Depois, ele deve Ter algum conhecimento para poder criticar. E deve ser desprendido de tabus e preconceitos. Como se pode perceber, são qualidades um bocado difícieis de se encontrar nos críticos, especialmente aqui no Brasil.</p>
<p><strong>Você vive de literatura?</strong><br />
Sim. Única e exclusivamente.</p>
<p><strong>O livro está com os dias contados?</strong><br />
Não. Jamais o livro será prescindido. Pode acontecer de surgir uma nova forma de se apresentar um livro. Mas sempre será um livro, algo em que se lê e em que se aprende.</p>
<p><strong>A questão da quantidade e da qualidade&#8230; Tudo que você escreveu é bom?</strong><br />
Se não achasse bom, não teria publicado. E quantidade pode andar perfeitamente passo a passo com a qualidade. Asimov escreveu quase setecentos livros&#8230;</p>
<p><strong>Ser um escritor popular é algo menor?</strong><br />
Ao contrário. O escritor que vira suas baterias para o povo, tem até mais mérito do que aquele que se dedica a uma elite apenas. O povo precisa Ter o que ler, precisa aprender a apreciar o livro e a compreender que é nele que vai encontrar o verdadeiro conhecimento. Falam mal do Paulo Coelho. Mas, independentemente de qualquer coisa, ele tem um mérito enorme: encontrou a linguagem que o povo quer e precisa ler.</p>
<p><strong>Qual a principal característica de um bom escritor?</strong><br />
Conseguir transpor para o papel suas idéias de maneira clara para que qualquer um possa entendê-lo. E, óbvio, ter boas idéias.</p>
<p><strong>Qual o conselho daria para o jovem escritor?</strong><br />
Escreva. Escreva todos os dias até que a interação cérebro mãos seja automática, seja a tal nível que o pensamento passa automaticamente para os dedos no computador. Não tenha medo de escrever e de mostrar o que escreve. E, principalmente, lembre-se que escrever é uma profissão e não apenas um hobby.<br />
<strong><br />
Qual o papel do escritor na sociedade?</strong><br />
Qual será o maior formador de opiniões? Não será, por acaso o escritor? O cinema nada mais é que a transposição para imagens de uma história escrita por alguém. O noticiário televisivo nada mais é que a leitura de notícias que alguém escreveu. Tudo é feito através da escrita. Desde as coisas que têm relação apenas com o mundo material até aquelas que dizem respeito apenas ao mundo espiritual, ao mundo interior de cada um. O escritor é aquele que mexe com essa mídia. Que faz surgir e divulga uma idéia, um pensamento, uma posição política ou filosófica. Daí, enfim, a importância do escritor na sociedade.</p>
<p>FONTE: <em>Balacobaco, 09 de agoro de 1998 &#8211; por Rodrigo de Souza Leã</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Milésimo Gol ou Milésimo livro]]></title>
<link>http://reportagens.wordpress.com/2007/08/27/milesimo-gol-ou-milesimo-livro/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 16:57:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://reportagens.wordpress.com/2007/08/27/milesimo-gol-ou-milesimo-livro/</guid>
<description><![CDATA[Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Enquanto se discutia se Romário iria mesmo chegar ao gol de número mil, ele já tinha passado pelo milésimo fazia tempo. E mais: com reconhecimento atestado e até menção no Guinness Book, o livro dos recordes. Na verdade, José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue não marcou mil gols. Ele escreveu mais de mil livros. Isso mesmo! A impressionante marca está na casa dos 1074 livros. Nada mal para quem começou há apenas 21 anos.</p>
<p>Ryoki Inoue é o escritor mais produtivo do mundo, o mais prolífico do planeta. É capaz de fazer surgir um título novo durante a madrugada, martelando as teclas impiedosamente. Esse paulista, morador ilustre de Piúma, no Espírito Santo, é um ex-cirurgião torácico com gestos macios e tipicidade dos orientais que vão envelhecendo homeopaticamente. Mesmo assim, a rapidez na criação se traduz em números invejáveis: por anos, dominou 95% do mercado de pocket books &#8211; desses vendidos em bancas -; já ultrapassou os 10 milhões de exemplares vendidos; usou pelo menos 39 pseudônimos; e escreveu de tudo: de faroeste à ficção científica, de novelas românticas a livros de guerra, de misticismo a suspense e intrigas políticas. Seus livros são de rápido consumo, de preço baixo e de fácil acesso. Os títulos já foram produzidos à alucinante velocidade de vinte por mês, e Ryoki &#8211; quando a pressa mandava &#8211; chegou a escrever três títulos num único dia: 360 páginas em 18 horas. Isto é, 20 páginas por hora, uma a cada três minutos!</p>
<p>Se estivesse num outro país, Ryoki Inoue não apenas seria mais conhecido, como estaria milionário. Se ganhasse ao menos um dólar por exemplar vendido, não consumiria pelo menos doze horas diárias diante da tela de seu computador. Mas o mercado editorial costumava lhe pagar por obra, algo em torno de duzentos dólares. Claro que seus livros vendiam muito mais que isso pelo país, mas fazer o quê? Só há um caminho: escrever, escrever, escrever.</p>
<p>Para vender suas histórias de faroeste, o escritor não poderia assinar seus próprios livros. Já pensou um japonês narrando um duelo entre caubóis? Ou mesmo um brasileiro? Não podia. Por isso, só foi assinar o próprio nome a partir do milésimo livro: E agora, presidente?, trama que mistura perseguição política, corrupção e até um presidente que contrai aids na Casa Branca!</p>
<p>Com um portifólio desses, o escritor mais rápido do mundo não cultiva as vaidades dos grandes nomes da literatura, não acumula prêmios ou honrarias, mas vive da literatura que lhe escorre dos dedos. Já foi assunto de reportagens na imprensa nacional e internacional: The New York Times, Folha de S. Paulo, O Globo, Veja, Playboy&#8230; Quase sempre, as reportagens apelam para a dimensão da sua produção ou o exotismo de seus personagens e tramas. Quase ninguém se detém sobre a qualidade de seus enredos. Ryoki dá de ombros. Para quem deixou de lado um bisturi para se tornar o escritor mais prolífico do mundo, isso não é nada. E isso usando apenas os indicadores e os dedos médios&#8230;</p>
<p>Mais tranqüilo, Ryoki reduziu o ritmo nos últimos anos. Agora, quer produzir um romance a cada ano ou dois. Como ele dá vazão à criação represada? Tem seu site oficial e dois blogs. Só. Como Romário, esse Ryoki é mesmo um craque.</p>
<h3><strong>5 Perguntas</strong></h3>
<p><strong>1. Qual é o tempo de um livro?</strong><br />
Depende. Quanto à temporalidade, um livro pode se situar nos passado, no presente ou no futuro, como todos sabem. Se você quer perguntar quanto tempo leva para fazer um livro, eu responderia também que depende. Seqüestro Fast Food escrevi em 06 horas. Já O Fruto do Ventre, que vai sair pela Record por volta de agosto deste ano, levei quase dois anos para escrever e Quinze Dias em Setembro, que ainda estou negociando com as editoras, levou quase 05 anos.</p>
<p><strong>2. Escrever se assemelha a que tipo de dor?</strong><br />
Se escrever doesse de alguma maneira, eu já teria morrido. Não creio que escrever doa, muito pelo contrário. É um alívio, uma catarse.</p>
<p><strong>3. Escrever se parece com qual prazer?</strong><br />
Não se parece. Escrever é um prazer. Aliás, o mesmo prazer que se sente ao ver realizada alguma coisa, ao perceber um objetivo alcançado.</p>
<p><strong>4. Terminado um livro, o que leva o escritor a escrever mais outro e outro e outro?</strong><br />
As oportunidades de estudar e explorar novos temas. Acho que um dos fatores é a curiosidade que tão bem caracteriza o verdadeiro escritor (aquele que vive do que escreve). Some-se a isso a profusão de story lines que o dia-a-dia brasileiro fornece. E acrescente-se a necessidade de pagar as contas&#8230;</p>
<p><strong>5. Para o autor, que significa o ponto final?</strong><br />
Mais uma vez, depende. Para o escritor extemporâneo, para o autor diletante, o ponto final é o término de uma aventura, de um desafio, o início de uma vaidade, a sensação da realização de um sonho. Para o escritor profissional, é apenas o estímulo para o início de outro livro. — por Rogério Cristofoletti</p>
<p>FONTE: <em>Entrevista com <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a>, para o Gaveta do Autor &#8211; <a href="http://www.gavetadoautor.com" target="_blank">www.gavetadoautor.com</a></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[About José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue]]></title>
<link>http://bestsellersbooks.wordpress.com/2007/08/27/about-jose-carlos-ryoki-de-alpoim-inoue/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 14:59:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://bestsellersbooks.wordpress.com/2007/08/27/about-jose-carlos-ryoki-de-alpoim-inoue/</guid>
<description><![CDATA[The literary production of the untiring Ryoki Inoue took him not only to the Guinness Book as the mo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The literary production of the untiring <strong>Ryoki Inoue</strong> took him not only to the <strong>Guinness Book</strong> as the most proliphic author all over the world, but also to be compared to <strong>Georges Simenon</strong> by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to <strong>Sidney Sheldon</strong>. Other say he could be put right beside <strong>Harold Robbins</strong>, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
<p>“The story of this book makes you loose your breath. As the events occur in the span of minutes and days, Ryoki Inoue makes the cardiac frequency of the reader increase. It is difficult to interrupt the reading because the narration gains the life of a movie, os a good American film with all the ingredients to become a box hit: sex, corruption, violence, politics, espionage and a surprising end.<br />
<strong>He´s the Pelé of the literature”.</strong><br />
<em>Alexandre Garcia, Rede Globo TV</em></p>
<p>“The most productive writer of Brazil and of the World, has his works written in perfect portuguese&#8230;”<br />
<em>ANSA Agency</em></p>
<p>“Some of his books wouldn’t be put to shame next to certain foreign books that occupy the bestseller lists,”<br />
<em>Okki de Souza, Veja<br />
</em><br />
“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue feeds, by himself, more than 400 thousand readers per month”.<br />
<em>Eduardo Bueno, Estadão</em></p>
<p>“Most of the editions of Ryoki’s books reach almost 10 thousand books. All of them are sold out”.<br />
<em>Severino Francisco, CB</em></p>
<p>“Many people cannot read at the same speed that he writes”.<br />
<em>Jo Soares, Jo Onze e Meia</em></p>
<p>“The book one thousand marks a turning in the carreer of José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue. ‘And what’s now, Mr. President?’ a political-police novel marking the proximation of this fiction writer to the Brazilian reallity”.<br />
<em>Paulo Pestana, Correio Brasiliense</em></p>
<p>“It is not strange to find him writing in his PC from 6:00 to 2:00 a.m.”<br />
<em>Program “Fantastico”, TV Globo</em></p>
<p>“Together with the imagination and the gift of writing, what is special is his discipline and determination”.<br />
<em>Goulart de Andrade, in Comando da Madrugad</em>a</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Great tales with stories, about farwest, war, cops, spying, love and science fiction]]></title>
<link>http://romancenovel.wordpress.com/2007/08/27/great-tales-with-stories-about-farwest-war-cops-spying-love-and-science-fiction/</link>
<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 00:31:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
<guid>http://romancenovel.wordpress.com/2007/08/27/great-tales-with-stories-about-farwest-war-cops-spying-love-and-science-fiction/</guid>
<description><![CDATA[The literary production of the untiring José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue took him not only to the G]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>The literary production of the untiring <a href="http://www.ryoki.com.br" title="Ryoki Inoue" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a> took him not only to the Guinness Book as the most proliphic author all over the world, but also to be compared to <strong>Georges Simenon</strong> by some intenational critics. Some other compare his style and his production velocity to <strong>Sidney Sheldon</strong>. Other say he could be put right beside <strong>Harold Robbins</strong>, mainly because the way he writes his trams and thrillers.</p>
<p>“The story of this book makes you loose your breath. As the events occur in the span of minutes and days, Ryoki Inoue makes the cardiac frequency of the reader increase. It is difficult to interrupt the reading because the narration gains the life of a movie, os a good American film with all the ingredients to become a box hit: sex, corruption, violence, politics, espionage and a surprising end.<br />
He´s the Pelé of the literature”.<br />
Alexandre Garcia, Rede Globo TV</p>
<p>“The most productive writer of Brazil and of the World, has his works written in perfect portuguese&#8230;”<br />
ANSA Agency</p>
<p>“José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue feeds, by himself, more than 400 thousand readers per month”.<br />
Eduardo Bueno, Estadão</p>
<p>“Most of the editions of Ryoki’s books reach almost 10 thousand books. All of them are sold out”.<br />
Severino Francisco, CB</p>
<p>“Many people cannot read at the same speed that he writes”.<br />
Jo Soares, Jo Onze e Meia</p>
<p>“The book one thousand marks a turning in the carreer of José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue. ‘And what’s now, Mr. President?’ a political-police novel marking the proximation of this fiction writer to the Brazilian reallity”.<br />
Paulo Pestana, Correio Brasiliense</p>
<p>“It is not strange to find him writing in his PC from 6:00 to 2:00 a.m.”<br />
Program “Fantastico”, TV Globo</p>
<p>“Together with the imagination and the gift of writing, what is special is his discipline and determination”.<br />
Goulart de Andrade, in Comando da Madrugada</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O FUROR DAS LETRAS - Revista Playboy]]></title>
<link>http://entrevistasplayboy.wordpress.com/2007/08/26/o-furor-das-letras-revista-playboy/</link>
<pubDate>Sun, 26 Aug 2007 17:03:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Kirsteller</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ele escreve um romance em menos de 6 horas e publicou 1040 livros em dez anos. Conheça José Carlos R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Playboy" href="http://entrevistasplayboy.wordpress.com/files/2007/08/playboypaulaburlamaqui.jpg"><img src="http://entrevistasplayboy.wordpress.com/files/2007/08/playboypaulaburlamaqui.jpg" alt="Playboy" align="left" /></a>Ele escreve um romance em menos de 6 horas e publicou 1040 livros em dez anos. Conheça <a title="Site Oficial" href="http://www.ryoki.com.br" target="_blank">José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue</a>, o paulista que o Guinness Book of Records consagrou como o maior tocador de obras literárias do mundo.</p>
<p>Ryoki Inoue é um escritor que escreve pelos cotovelos. O jornalista nova-iorquino Matt Moffett, do Wall Street Journal, sabia disso quando despencou em São José dos Campos, a 100 quilômetros de São Paulo, no início do ano, para entrevistar o homem que, segundo The Guinness Book of Records, mais livros publicou em todo o mundo. Já eram, então, inacreditáveis 1 030 títulos, assinados por Inoue ou por seus 39 alter egos literários — e, o que é mais espantoso, produzidos, todos eles, do primeiro ao último, no curto espaço de uma década. No dia em que Ryoki falou a Playboy, a marca havia subido para 1 040 livros — duas vezes, para que se tenha uma idéia, o número de edições de uma revista semanal, como VEJA, nos mesmos dez anos.</p>
<p><strong>Nos primeiros tempos, ganhava 20 dólares por livro. Não dava para pagar o papel, a fita da máquina e o correio.</strong></p>
<p>Embora impressionado com os números, Matt Moffett não se deu por convencido e dias mais tarde voltou ao escritor com um desafio: provasse que realmente era capaz de pôr um romance no papel em apenas 6 horas, como havia afirmado. Pois não, assentiu o imperturbável, jovial Ryoki, paulistano neto de japoneses e filho de portuguesa, 49 anos de idade. Aboletou-se em frente ao computador às 11 da noite, puxou uma cadeira para o gringo — e, 5 horas e meia depois, não seis, pingou um ponto final na página 210 de um novo romance, uma história de seqüestro, com o título provisório A Chave, em que o personagem principal se chamava&#8230;Matt Moffett. “Não ponha o meu nome, por favor”, foi tudo o que o jornalista conseguiu balbuciar, e o protagonista virou Roy Hamilton.</p>
<p>Nada de excepcional para a metralhadora literária de Ryoki Inoue, que em outros tempos chegou a disparar três livros num só dia, em gêneros diversos como o policial, a história de guerra, a espionagem, a ficção científica e, principalmente, o faroeste — muitos deles apimentados com candentes passagens eróticas (quadro no final). O escritor acha que seria capaz de muito mais se tivesse uma datilografia de dez dedos. Usa apenas os dois médios e os dois indicadores, com discreta ajuda dos polegares, e diz que sua cabeça está sempre um parágrafo à frente das mãos.</p>
<p><strong>Morre o Dr. Inoue, nasce James Monroe</strong><br />
Na verdade o bom aluno de Português do Colégio Santo Américo, de São Paulo, não se preparou para a literatura. Confundido por um teste vocacional que apontou para todos os lados, acabou, meio por inércia, seguindo a profissão do pai e por dezesseis anos pulou de hospital em hospital como cirurgião de tórax. Até que, exatamente dez anos atrás, recém-chegado aos 40, casado, pai de quatro filhos, ele atolou numa crise que o fez jogar para o alto os bisturis: ganhava pouco para a trabalheira que tinha, andava estressado, teve colegas assassinados por bandidos em mal-aparelhados hospitais da periferia.</p>
<p>“ Você sempre gostou de escrever, eu gosto de pintar, a gente segura a barra”, incentivou nesse momento sua mulher, à francesa Nicole Kirsteller. Por que não? — e no mesmo dia o Dr. José Carlos Ryoki de Alpoim Inoue comprou a máquina de escrever portátil Olivetti na qual, durante o mês de maio de 1986, numa desajeitada catação de milho, passou a limpo o bangue-bangue Os Colts de McLee, escrito à mão em trinta dias e imediatamente aceito pela Editora Monterey, do Rio de Janeiro. Foi o primeiro dos 1 000 pocket books que Ryoki perpetrou para essa e várias outras editoras, todos eles embalados em pseudônimos americanos como o James Monroe de Os Colts de McLee. A desculpa que lhe deram foi a do santo doméstico não milagreiro. O principiante foi instruído também para variar constantemente de pseudônimo — os editores não gostavam da idéia de criar autores que, tornando-se conhecidos dos leitores, passassem a exigir preços menos alvitantes para seus originais.<br />
No caso de Ryoki, no início eram 20 dólares por um livro inteirinho, da primeira à última página, nem um tostão a mais, embora seja praxe os autores receberem um percentual sobre as vendas, em geral 10% do preço de capa. Não foi pouco o que deixou de ganhar, pois cada edição de seus pockets era de 15 000 exemplares — num país onde as tiragens costumam ficar nos 3 000. Aqueles 20 dólares, num apertado pacote familiar, remuneravam também as capas que sua mulher desenhava — chegou a fazer umas 300. “Não dava para cobrir os gastos com papel, fita de máquina e correio”, lembra Ryoki com indignação retrospectiva. Um dia reclamou e os editores passaram a pagar essas despesas. Se a família — a essa altura instalada na casa de praia que tem em Piúma, litoral do Espírito Santo, onde viveu até o ano passado — não morreu de fome antes que ele firmasse o pé, meses mais tarde, foi porque Nicole (profissionalmente Nicole Bartel) conseguiu vender uma quantidade de quadros para um hotel de Campina Grande, na Paraíba.</p>
<p>Cedo Ryoki se deu conta de que, para conseguir melhorar preços, precisaria “dominar o mercado brasileiro” de pockets books, no qual desembarcavam cinqüenta novos títulos mensalmente. Decidiu que, desses, ia produzir 45 — o que significaria fazer um e meio por dia, em média. Descobriu também que o editor brasileiro não estava preparado para assimilar um autor assim prolífico — o que o levou a diversificar, buscando três, quatro compradores para os seus originais, que desse modo passaram a valer 250 dólares cada.</p>
<p><strong>A Malhação cerebral de Ryoki e Nicole</strong><br />
Em torno do 450º livro, ele data, aí por 1989, registrou-se enfim uma discreta decolagem financeira. Mas Ryoki teve que esperar até 1992 para ver, como qualquer autor, seu nome na capa de um livro: o de número 1 000, momento emocionante em que, de quebra, deixou de simplesmente vender originais para ganhar direito aos 10% sobre o preço de capa, e trocou as bancas de jornais pelas livrarias. Manteve, porém, o esquema de trabalhar com diversas editoras, pois uma apenas não daria conta de desovar toda a sua produção. Prefaciado pelo repórter da Rede Globo Alexandre Garcia, o romance que marcou a guinada, E Agora, Presidente? — o maior que já escreveu, com 435 páginas —, conta à história de um político americano que se descobre portador do vírus da Aids.</p>
<p>Aquele foi, para Ryoki, um acontecimento especialíssimo, com sabor de estréia embora já houvesse publicado 999 títulos — e é pena que não tenha como saber qual foi o 999º: algum entre as dezenas que havia entregue a duas editoras e que foram lançados em desordem. Foi também por essa altura que Ryoki Inoue entrou no Guinness, primeiro na edição nacional, depois na internacional — o que lhe custou não pouco trabalho, pois teve que provar, papéis na mão, que havia escrito todos aqueles livros, suplantando um certo Marcial Lafuente Estefania, cidadão espanhol, até então recordista mundial com seus 752 títulos.</p>
<p>Começou a ser requisitado para entrevistas, apareceu no Fantástico, no Globo Repórter, foi duas vezes ao programa de Jô Soares. Os livros de sua nova fase, como E Agora, Presidente? e A Bruxa, já venderam, ele conta, em torno de nada desprezíveis 17 000 exemplares cada um. Sai bem, igualmente, O Caminho das Pedras, que publicou no ano passado para socializar seus truques de escritor. “Está vendendo direitinho”, confirma Pedro Herz, dono da Livraria Cultura, de São Paulo.</p>
<p>Morando hoje numa casa alugada de quatro quartos no bairro de Alto da Ponte, na periferia de São José dos Campos, onde além da família tem a companhia do pastor alemão Black Ghost e da dachshund Cookie, Ryoki Inoue pode não estar rico — sua respeitável barriga ainda não é a da prosperidade —, mas visivelmente já não vive o sufoco de dez anos atrás, quando pôs para funcionar seu taxímetro literário. Trocou há pouco uma periclitante Ford Belina por uma caminhonete Chevrolet D-20 e entre “umas poucas frescuras” permite-se o prazer de queimar, em seus cinqüenta cachimbos, uma mistura personalizada de fumos que a Dunhill, da Inglaterra, lhe prepara de seis em seis meses com base num detalhado questionário.</p>
<p>Cavalheirismo à parte, a escalada de Ryoki deve muito à colaboração da mulher, com quem desde o início vem operando num esquema provavelmente inédito em maluquice e exemplar em eficácia. Só não se pode dizer que trabalhavam lado a lado, em sua casa de Piúma, porque havia um tabique separando a mesa de Ryoki e a prancheta de Nicole. “Onde é que você está?”, indagava ela de cá. “Estou chegando com a diligência numa cidadezinha”, rebatia ele de lá. “Com índio ou sem índio?”, tornava ela — e nessa “malhação cerebral”, como diz Nicole, texto e capa chegavam juntos ao The End. Ou nem sempre, pois aconteceu mais de uma vez de o desenho ficar pronto primeiro — como aconteceu também de histórias nascerem a partir de capas concebidas por Nicole para livro algum.</p>
<p><strong>O sarampo literário do jovem André</strong><br />
Também ela é escritora, interessada em temas como ecologia e esoterismo, e cabe a Ryoki ajeitar o português afrancesado de sua prosa. Já fez dez livros, dois deles editados, Os Pensamentos dos Anjos e A Magia Branca a Serviço do Prazer Sexual — para não falar em sua contribuição genética para as Letras: um dos filhos do casal, o historiador André, 23 anos, teve um breve mas intenso sarampo literário aos 16, idade em que publicou dez livros de faroeste. Georges, o caçula, de 16, está terminando o seu primeiro, sobre as atribulações de um adolescente na cidade grande. A filha Anouk, 20 anos, não escreve mas transita em área próxima, como agente e assessora de imprensa do pai. Só o filho mais velho, Cedric, de 26, passa ao largo da literatura — trabalha com turismo.</p>
<p>O entrosamento do casal Inoue tem sido frutífero também no terreno da pesquisa que precede a elaboração de cada história de Ryoki. Nicole é fera na leitura dinâmica e dá conta, fácil, de sessenta livros por mês. A lua-de-mel lítero-existencial em que vivem a dez anos só se cobre de nuvens quando o marido, que dorme apenas 3, 4 horas por noite (“vício de médico de UTI”, suspira a esposa), vem acorda-la com todas as luzes do quarto, um copo de uísque e uma idéia ótima para mais um livro. Idéia que, tão logo tome corpo, ele cuidará de registrar em cartório, para prevenir pirataria. “Fico louca, digo que ele é um bourreau” — carrasco, em francês. Chega a ser prodigioso que se entendam, sendo, como são, um pouco como o funcionário e a dançarina do samba de Chico Buarque: Nicole prefere pintar com a luz do dia, Ryoki escreve à luz de lâmpada. Em geral usa as manhãs para fazer pesquisas e as tardes para revisar o que produz de madrugada. Em qualquer desses turnos, entre uma cachimbada e outra, consome sucessivas garrafas de café.</p>
<p>As raras brigas do casal acontecem na cozinha, onde reina a mais desenfreada competição culinária. As especialidades, para começar, são irreconciliavelmente opostas: Ryoki, a despeito da ascendência oriental, com sua avassaladora comida baiana, Nicole com sua sutilíssima geléia de rosas. Em sua disputa pelo galardão gastronômico, chegam a comprar tudo em dobro, dois frangos, dois coelhos, dois peixes, que preparam simultaneamente, um em cada ponta da bancada.</p>
<p>Outra causa de moderados desentendimentos domésticos costuma ser a recusa de Ryoki em fazer qualquer coisa que ponha em risco seus instrumentos de trabalho — os dedos e as mãos. Não há quem o faça bater um prego, por exemplo. Já cortou um dedo abrindo ostra e não esquece como claudicou no teclado durante dois penosos dias. Basta-lhe a tenossinovite, mal que acomete até digitadores que não escrevem romances em 6 horas, e que no seu caso se manifesta numa literal dor de cotovelo — mas só na fase de revisão de um livro, explica, quando usa mais o mouse que o teclado do computador. Também o punho às vezes dói, e para isso Ryoki tem lá sua manha: é só inclinar um pouco o teclado, ensina, puxando o lado direito para cima.</p>
<p><strong>A primeira máquina só agüentou um livro</strong><br />
Até quatro anos atrás ele penou em máquina de escrever, algumas das quais abriam o bico depois de cinco, seis livros. A primeira, idosa e frágil, não resistiu aos colts de McLee. Hoje Ryoki tem quatro computadores, incluindo um laptor que carrega para o banheiro quando baixa outra urgência além da literária. A informática veio revolucionar a sua produção, permitindo-lhe escrever fora de ordem e depois costurar os capítulos. Aderiu não faz muito à Internet e está maravilhado com a economia de tempo no trabalho de pesquisa, reduzido agora à décima parte, e com a fartura de material que vem nessa rede. Antes de começar seu 1 040º livro, o romance Magia Cigana, em fevereiro passado, ele não tinha mais que três ou quatro laudas sobre ciganos, arduamente garimpadas em alfarrábios, e em meio minuto de Internet outras quarenta e tantas desabaram em seu computador.</p>
<p>A pesquisa toma em geral cinco vezes mais tempo que a redação, e na hora crucial de transformar aquilo em ficção Ryoki nunca se deixa tomar pelo pânico do papel em branco, ou da tela vazia, capaz de paralisar os escritores mais experientes. Como à beira de uma piscina gelada, não fica adiando o mergulho — salta logo, escrevendo seja lá o que for até achar o filão e ganhar desenvoltura. “Você pode até derrapar, mas o importante é arrancar”, recomenda. Andar, andar, ele explica, nem que seja de lado, feito um siri.</p>
<p>E a velocidade em que anda é realmente impressionante. Uma semana depois de Pablo Escobar ter fugido da prisão na Colômbia, em julho de 1992, Ryoki Inoue apostou com seu editor que seria capaz de escrever um livro sobre o chefão do Cartel de Medellín antes que ele se entregasse ou fosse morto. A polícia levou ano e meio para liquidar o fugitivo — mas Ryoki garantiu sua caixa de uísque em duas semanas. O livro é que lhe deu certa ressaca — diz que não gostou do resultado, “a pressão acabou atrapalhando”. O seu preferido é O Nome Não Importa, de 1993, que apresenta como “as aventuras de um escritor muito cético que vive experiências kardecistas”. Nenhum que tomou mais tempo que A Bruxa — dois meses. Em compensação, O Caminho das Pedras, até por força do nome, exigiu apenas três dias.</p>
<p><strong>Um quarteirão e meio de literatura</strong><br />
No ano passado, pela primeira vez, Ryoki topou com um editor que lhe pediu um pé no freio. “Escrever em quantidade não quer dizer nada, estamos atrás é de qualidade”, diz Maxim Behar, da Emus, de São Paulo. Convencido de que o escritor tem “uma facilidade invulgar para assimilar qualquer estilo ou assunto”, Behar lhe encomendou um romance, Do Mago ao Louco, “uma viagem pelo tarô”, que, lançado em agosto do ano passado, está vendendo bem e, segundo o editor, “é apenas o início de uma longa série”.</p>
<p>O próprio Ryoki Inoue não vê a rapidez no topo da lista de suas qualidades como escritor. Dá mais valor à capacidade de trabalho, grande o bastante para suprir deficiências como a datilografia capenga. Sente-se dono de um português “razoável”, é muito metódico e armazena informações numa memória extraordinariamente espaçosa. Ela só não lhe permite declamar os títulos das centenas de livros que escreveu, muitos deles escolhidos à sua revelia. Aliás, não tem em casa tudo o que produziu, apenas uns 600 que as editoras lhe mandaram. Há uma quantidade de volumes que ele nunca viu — para não falar nos 400 que foram vendidos para o mercado de língua espanhola e que acabaram por voltar ao Brasil, falando castelhano, com títulos e pseudônimos trocados. Ainda assim Ryoki Inoue pode informar que, disposta lado a lado, capa com capa, sua obra se estende por 160 metros — “quarteirão e meio”, converte esse apaixonado dos números. Com a mesma segurança, garante que nunca lhe aconteceu escrever uma história que já tivesse posto antes no papel.</p>
<p><strong>O editor não queria dar aumento?</strong><br />
<strong> Ryoki Inoue se vingava, tranformando-o em personagem de alguma história</strong></p>
<p>Nunca tira férias e não sente falta: “o meu trabalho”, explica, “é uma viagem permanente”. Gaba-se de sua capacidade fazer o que chama de “transposições mentais”: “Se vejo num filme uma rua de São Francisco, na hora de escrever eu vou saber sem erro se ela é mão ou contramão”.Versátil, navega nos mais diversos gêneros, com exceção da poesia. A mulher garante que ele “é ótimo em faroeste — você vê os tiros” —, “forte em misticismo” e “muito preparado para a ficção científica”. A fonte principal de inspiração, revela o escritor, é o dia-a-dia — miudezas como um jantar no Rotary Club ou uma conversa ouvida em restaurante. Quem cruza o seu caminho corre o risco de virar personagem, que o diga aquele repórter do Wall Street Journal. “Houve um tempo que era muito gostoso”, conta Ryoki. “O editor não queria me dar aumento, eu brigava com ele e o enfiava numa história, com nome americanizado, o sujeito se reconhecia, era divertido.” Sua própria vida, nem se fala, daria um romance. “Já deu pelo menos três”, informa Ryoki, enumerando: Estetoscópio, que aproveita suas vivências de médico; Fraude Verde, a sair este ano, sobre suas aventuras e desventuras como gerente de uma empresa reflorestadora no Mato Grosso; e O Nome Não Importa, aquele do escritor cético que vive experiências Kardecistas.</p>
<p><strong>Pegando uma carona no misticismo</strong><br />
Para não correr o risco de se confundir, procura dar o mesmo nome a certos personagens secundários de seus livros. Os barman são sempre Larry, por exemplo, e os médicos, Ferguson. Xerifes de estrelas menos brilhantes chamam-se Masters, as donas de bordel, Dolores, e os padres, Ignácio — homenagem a um sacerdote espanhol amigo seu. No começo da década, quando escreveu quatro ou cinco romances para consumo da comunidade brasileira no Japão, criou o detetive Mário Nogaki, “um samurai moderno, espécie de James Bond nissei”.</p>
<p>Não lhe peçam que escreva sobre política, tema que nunca o entusiasmou. Considera-se “mais centrista que qualquer outra coisa” e há muito tempo não vota — diz que as eleições têm coincidido com suas raras viagens. “Mas teria votado no Collor”, admite, “e me arrependido.” Teria votado também no presidente Fernando Henrique Cardoso, só não sabe ainda se com arrependimento ou não. Não pretende escrever, também, sobre escândalos políticos, pois acredita que nesse terreno a realidade suplanta, de longe, a mais desvairada imaginação. Religião, tudo bem. De formação católica, acredita no espiritualismo sem chegar a ser espírita. “Existem coisas mágicas”, reconhece, e já começa dar forma romanesca a algumas delas, “pegando uma carona no misticismo”.</p>
<p>Natural portanto que aprecie Paulo Coelho, na sua opinião “insuperável”. O que não o impede de catalogar o autor de O Alquimista entre as suas “leituras de obrigação”, aquelas que faz para se informar sobre as tendências no mercado internacional de best-sellers. Embora de outro extrato literário, o brasileiro João Ubaldo Ribeiro também entra nessa categoria. Um segundo grupo é o das “leituras de reciclagem”, englobando os clássicos, que podem ser “chatos”, como Euclides da Cunha, Eça de Queiroz, Machado de Assis, Shakespeare e o James Joyce de Ulysses, ou “não chatos”, caso de Monteiro Lobato e de dois outros escritores que Ryoki Inoue considere igualmente “clássicos”, Mário Palmério e José Cândido de Carvalho. Os oito a dez livros que lê mensalmente incluem, por fim, uma categoria “lazer”, sobretudo contos e crônicas de Fernando Sabino, Paulo Mendes Campos, Rubem Braga, Henrique Pongetti e, também aqui, João Ubaldo Ribeiro. Hoje não sabe dizer se gosta mais de João Ubaldo ou de Fernando Sabino. No ano passado a admiração pelo cronista mineiro era tão grande que, numa Bienal do Livro, no Rio, estendeu a mão para ele, emocionado, na entrada do estande da Rede Record — para então se dar conta de que era um Sabino de papelão, em tamanho natural, plantado ali para atrair leitores.</p>
<p><strong> Atração Turística em Piúma</strong><br />
Depois de ter sido, na sua fase pocket, escritor para um público que ia “do pedreiro e do peão ao executivo envergonhado que esconde o livro na pasta”, Ryoki Inoue supõe ter hoje “o mesmo leitor de um João Ubaldo”. Na paisagem da literatura brasileira, sente-se na companhia, talvez, de Rubem Fonseca, “pela afinidade temática”. Os críticos não tomam conhecimento de seus livros? “eles só lêem o prefácio”, dá de ombros Ryoki. Editor de um dos cadernos literários mais importantes do país, Idéias, do Jornal do Brasil, o jornalista Cláudio Figueiredo reconhece que ainda não se ocupou de nada da copiosa prosa do escritor paulista — mas não por prevenção contra a literatura de entretenimento. “Já resenhamos autores dessa faixa, como Paulo Coelho e Sidney Sheldon” , argumenta Figueiredo, “quando entraram na lista dos mais vendidos.”</p>
<p>Não é, ainda, o caso de Ryoki Inoue, por enquanto mais conhecido como fenômeno do que propriamente por aquilo que escreve. Ele calcula em “vários milhões” o contingente de seus leitores, e não deve exagerar, mas suas noites de autógrafos ainda não chegam a arrebanhar multidões. Já saboreia, porém, suas fatias de notoriedade — nem sempre inteiramente prazerosas: decidiu mudar-se de Piúma, no ano passado, porque nos últimos tempos a curiosidade em conhecer o autor de mil e tantos livros despejava ônibus de turistas à sua porta. Experimentou uma alegria de principiante quando viu alguém com o seu Onde Está Pablo Escobar? Nas mãos. E sentiu-se duplamente nas nuvens no dia em que, a bordo de um avião, foi reconhecido e festejado. Tempo virá em que saberão ver nele mais que um sprinter da literatura — Inoue estava confiante, ao cabo de duas horas e meia da entrevista a PLAYBOY. Duas horas e meia? “Daria para escrever oitenta páginas de livro.”</p>
<p><strong>RAPIDINHAS DE RYOKI INOUE<br />
A Metralhadora literária aponta também para a cama</strong></p>
<p><em>Do livro Deuses de Papel:</em></p>
<p>“ Martha fechou os olhos, sentindo com delícia as mãos de Fortuna a lhe percorrerem o corpo. Não restava a menor dúvida de que aquele homem sabia muito bem como acariciar uma mulher&#8230; (&#8230;) Ela podia sentir isso só pela maneira como ele tocava suas pernas, suas coxas, seus seios&#8230; Podia sentir até mesmo pelo cheiro que ele desprendia quando excitado! Um animal! Um animal de boa raça e ela certamente saberia muito bem como fazer para melhor aproveitá-lo! Virou-se de bruços sobre a cama, os olhos fechados, gemendo de prazer enquanto Fortuna a beijava na nuca e ia, bem lentamente, acariciando com a língua suas costas, fazendo com ela movimentos circulares que ao se aproximarem do cóccix já a estavam deixando louca. Contorcendo-se de desejos, ela se virou, segurou a cabeça de Fortuna entre suas pernas, praticamente obrigando-o a beijá-la e a acariciá-la em seu ponto mais sensível. (&#8230;) Ele parou de beijá-la quando Martha já se encontrava muito perto do orgasmo e, fazendo-a ficar por cima, penetrou-a. Martha gemeu&#8230; Gemeu e começou a se movimentar, acompanhando as investidas de Fortuna com os quadris até que, pouco depois, ambos chegaram ao clímax do prazer, ambos atingiam a satisfação máxima.</p>
<p>— Não sentia isso há muito tempo — confessou Martha. — Quase tinha esquecido como é que é&#8230;<br />
— Pois agora você terá esse prazer todos os dias, querida — murmurou Fortuna. — Até várias vezes por dia, se agüentar!”<br />
Do livro Pressão Zero</p>
<p>“Acariciei suas costas nuas, suas nádegas, seus seios.</p>
<p>Anne se encolheu, ronronando como uma gata no cio e se abraçou a mim, nossos corpos se procurando mais uma vez, a chama da paixão outra vez acesa&#8230;</p>
<p>— Não quero que isto acabe&#8230; — sussurrou ela. — Não quero que você me deixe&#8230;<br />
— Não vou deixá-la — murmurei. — Não, não tenho a menor idéia do que é que está acontecendo comigo, mas sei que não vou deixá-la, jamais!<br />
— Repita isso! — falou Anne, a voz rouca, a respiração arquejante, ela toda já mostrando que atingia o clímax.</p>
<p>Não pude obedecer&#8230;<br />
Justamente naquele instante, no momento em que eu iria dizer a ela que não a abandonaria, que tinha encontrado a minha metade, comecei a sentir as contrações que tentavam, em vão, segurar o prazer, prolongar o gozo&#8230;”</p>
<p>FONTE: Revista Playboy, Maio de 1996 por Humberto Werneck</p>
<blockquote><p>VEJA TAMBÉM:</p>
<p>- <a href="http://entrevistasplayboy.wordpress.com/files/2007/08/ryoki1.pdf">Tudo o que você queria saber sobre o maior recordista de livros publicados em todo o mundo</a></p>
<p>- <a href="http://www.ryoki.com.br/ML72_Ohomemdemil_livros.mp3">Áudio com a entrevista concedida para a Rádio Cultura</a></p>
<p>- <a href="http://www.ryoki.com.br">Site oficial do autor</a></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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