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	<title>america-do-sul &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/america-do-sul/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "america-do-sul"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 16:14:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[MUJICA, AOS 74 ANOS, É OUTRO PRESIDENTE DA ESQUERDA NO URUGUAI]]></title>
<link>http://afinsophia.wordpress.com/2009/11/30/mujica-aos-74-anos-e-outro-presidente-da-esquerda-no-uruguai/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 08:03:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>afinsophia</dc:creator>
<guid>http://afinsophia.wordpress.com/2009/11/30/mujica-aos-74-anos-e-outro-presidente-da-esquerda-no-uruguai/</guid>
<description><![CDATA[Foto: Iván Franco/EFE No domingo, no Uruguai, o ex-guerrilheiro Tupamaro, José “Pepe” Mujica, de 74 ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_8090" class="wp-caption aligncenter" style="width: 407px"><a href="http://afinsophia.wordpress.com/files/2009/11/mujica.jpg"><img class="size-full wp-image-8090" title="Mujica" src="http://afinsophia.wordpress.com/files/2009/11/mujica.jpg" alt="" width="397" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Foto: Iván Franco/EFE</p></div>
<p><strong><span style="color:#000000;"><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">No domingo, no Uruguai, o ex-guerrilheiro Tupamaro, José “Pepe” Mujica, de 74 anos, foi eleito o novo presidente do país. Com sua eleição, fica confirmado o segundo governo de esquerda no Uruguai.</span></span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Mujica é um homem com o talento do lutador das liberdades sociais. Militante desde a década de 60 contra as perversas entreguistas oligarquias uruguaias, foi por várias vezes preso e cruelmente torturado pelos inimigos da democracia. Nos períodos mais violentos que passou, o continente sul-americano era tido e exibido como o maior líder da esquerda revolucionária do cone sul. Com o transcurso da história política do continente, Mujica passou a ter outras formas de combate até se tornar articulador político do Movimento de Participação Popular.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Diante dos resultados das eleições disputadas em dois turnos, que lhe conferiram duas vitórias, Mujica afirmou que não há vitoriosos nem vencidos. Prova de sua vocação para compor forças para uma vivência democrática capaz de elevar o Uruguai à posição de uma grande potência no continente sul-americano. Uma potência latina americana.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Sua vitória é mais uma confirmação de que o mundo pretende outras formas de experiências políticas que fujam aos velhos modelos reacionários que predominaram durante séculos, principalmente, no mundo ocidental.</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bumblefoot: Eu estou excitado em tocar na América do Sul!]]></title>
<link>http://bielandia.wordpress.com/2009/11/29/bumblefoot-eu-estou-excitado-em-tocar-na-america-do-sul/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 20:36:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>bielgunner</dc:creator>
<guid>http://bielandia.wordpress.com/2009/11/29/bumblefoot-eu-estou-excitado-em-tocar-na-america-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[Ron &#8220;Bumblefoot&#8221; Thal, guitarrista do Guns N&#8217; Roses postou hoje no maior fórum lat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ron &#8220;Bumblefoot&#8221; Thal, guitarrista do Guns N&#8217; Roses postou hoje no maior fórum latino-americano de Guns N&#8217; Roses, o GN&#8217;R LA uma mensagem para os fãs, veja a tradução:</p>
<p><em>&#8220;Olá a todos!</em></p>
<p><em>(desculpem por postar em inglês&#8230;)</em></p>
<p><em>Só queria dizer o quanto eu estou excitado em tocar na América do Sul! Mal posso esperar para ver todos vocês cara-a-cara, será muito legal </em><em><img src="http://www.heretodaygonetohell.com/board/Smileys/classic/smiley.gif" border="0" alt="Smiley" /></em></p>
<p><em>Boas festas para vocês e seus familiares, mal espero para chegar 2010 </em><em><img src="http://www.heretodaygonetohell.com/board/Smileys/classic/cheesy.gif" border="0" alt="Cheesy" /></em></p>
<p><em>Ron&#8221;</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amanhã sairá a "suposta" Leg da Turnê 360º do U2 na América do Sul.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/29/amanha-saira-a-suposta-leg-da-turne-360%c2%ba-do-u2-na-america-do-sul/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 16:18:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/29/amanha-saira-a-suposta-leg-da-turne-360%c2%ba-do-u2-na-america-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[Segundo o site U2Miracle.com e o Fórum do ATU2, amanhã segunda-feira sairá no site OFICIAL da BANDA ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://imagocommunity.files.wordpress.com/2009/03/u2360.jpg?w=307&#038;h=268" alt="" width="307" height="268" /><br />
Segundo o site <a href="http://u2miracle.com/noticias/2009/11/rumor-el-lunes-se-podrian-anunciar-las-fechas-del-tercer-leg/index.html" target="_blank">U2Miracle.com</a> e o Fórum do <a href="http://forum.atu2.com/index.php/topic,9049.msg462202.html#msg462202" target="_blank">ATU2</a>, amanhã segunda-feira sairá no site OFICIAL da BANDA o <a href="http://www.u2.com" target="_blank">U2.COM</a> a tão sonhada lista da Leg Sulamericana.</p>
<p>Entretanto, pode-se ver que a lista não é totalmente correta, pois ele coloca que, em 27 de junho U2 tocaria em<em> Madison</em>, também há datas de dois shows na Cidade do México não coincidem com as que conhecemos.</p>
<p>03/21/2010 Dota, QAT &#8211; Khalifa International Stadium<br />
03/24/2010 Cairo, EGY &#8211; Cairo Int&#8217;l Stadium<br />
03/28/2010 Johannesburg, SAF &#8211; FNB Stadium<br />
03/29/2010 Johannesburg, SAF &#8211; FNB Stadium<br />
04/01/2010 Durban, SAF &#8211; ABSA Stadium<br />
04/04/2010 Cape Town, SAF &#8211; Newlands Stadium<br />
04/05/2010 Cape Town, SAF &#8211; Newlands Stadium</p>
<p><strong>04/11/2010 Sao Paulo, BRA &#8211; Morumbi<br />
04/12/2010 Sao Paulo, BRA &#8211; Morumbi<br />
04/15/2010 Rio De Janeiro, BRA &#8211; Maracana</strong></p>
<p>04/18/2010 Buenos Aires, ARG &#8211; River Plate<br />
04/19/2010 Buenos Aires, ARG &#8211; River Plate<br />
04/22/2010 Santiago, CHL &#8211; National Stadium<br />
04/26/2010 Guadalajara, MEX &#8211; Estadio Jalisco<br />
04/28/2010 Monterrey, MEX &#8211; Estadio Universitario<br />
05/01/2010 Mexico City, MEX &#8211; Estadio Azteca<br />
05/02/2010 Mexico City, MEX &#8211; Estadio Azteca<br />
05/15/2010 New Orleans, LA &#8211; Louisiana Superdome<br />
05/17/2010 St. Louis, MO &#8211; Edward Jones Dome<br />
05/20/2010 Nashville, TN &#8211; LP Field<br />
05/23/2010 Indianapolis, IN &#8211; Lucas Oil Stadium<br />
05/27/2010 Minneapolis, MN &#8211; TCF Bank Stadium<br />
05/29/2010 Lincoln, NE &#8211; Memorial Stadium<br />
06/02/2010 El Paso, TX &#8211; Sun Bowl Stadim</p>
<p>Créditos: U2Miracle.com</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guns N' Roses: Turnê sul americana confirmada!]]></title>
<link>http://bielandia.wordpress.com/2009/11/27/guns-n-roses-turne-sul-americana-confirmada/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 16:25:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>bielgunner</dc:creator>
<guid>http://bielandia.wordpress.com/2009/11/27/guns-n-roses-turne-sul-americana-confirmada/</guid>
<description><![CDATA[Depois de anos sem vir a América do Sul, o Axl resolveu dar as caras por aqui, fazendo shows na Arge]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Depois de anos sem vir a América do Sul, o Axl resolveu dar as caras por aqui, fazendo shows na <strong>Argentina, </strong><strong>Chile, Peru </strong>e <strong>Brasil!</strong></p>
<p>E para melhorar, o Guns voltou a atualizar o <span style="text-decoration:line-through;">quase morto</span> site oficial, colocando nele o Canada e América do Sul<img class="aligncenter" title="Site oficial" src="http://i98.servimg.com/u/f98/13/18/96/23/toursu10.jpg" alt="Canada e America do Sul no site oficial!" width="318" height="249" /></p>
<p>&#160;</p>
<p>E para melhorar mais ainda, o moderador do site <strong><a href="http://sites.google.com/site/gunsnrosesonline/" target="_blank"><strong>GN’R Online BR</strong></a></strong> ligou para a Ticketek Argentina e conseguiu datas dos shows:</p>
<p><!--more--></p>
<p><strong>ARGENTINA</strong><br />
- Estádio Monumental de Nunez, Buenos Aires.<br />
- Estádio Monumental de Nunez, Buenos Aires.</p>
<p><strong>CHILE</strong><br />
- 12 de Março &#8211; Estádio Nacional do Chile, Santiago.</p>
<p><strong>PERU</strong><br />
- Estádio Nacional do Peru, Lima</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><strong><span style="color:#008000;">BRA</span><span style="color:#0000ff;">SIL</span></strong></span><br />
- 9 de Março &#8211; Brasilia<br />
- Morumbi, São Paulo<br />
- Maracanã, Rio de Janeiro<br />
- Mineirão, Belo Horizonte</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[U2 – Show Morumbi – 21/02/2006 – Zoo Station - The Fly - Mysterious Ways.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-%e2%80%93-show-morumbi-%e2%80%93-21022006-%e2%80%93-zoo-station-the-fly-mysterious-ways/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:44:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-%e2%80%93-show-morumbi-%e2%80%93-21022006-%e2%80%93-zoo-station-the-fly-mysterious-ways/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XodIXOJdPzQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XodIXOJdPzQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bono - The President Of The World.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/bono-the-president-of-the-world/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:38:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/bono-the-president-of-the-world/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lq-4V4bRk-w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lq-4V4bRk-w&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[U2 - Show Morumbi - 21/02/2006 - Bullet The Blue Sky.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-bullet-the-blue-sky/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:29:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-bullet-the-blue-sky/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/S1U9jWRu9js&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/S1U9jWRu9js&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[U2 - Show Morumbi - 21/02/2006 - ONE.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-one/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:26:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-one/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xFt89Z4sl8U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xFt89Z4sl8U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[U2 - Show Morumbi - 21/02/2006 - Desire &amp; Hot Babe On Fire.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-desire-hot-babe-on-fire/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:24:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/26/u2-show-morumbi-21022006-desire-hot-babe-on-fire/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/yu2aWKDBxYw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/yu2aWKDBxYw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Alarcon: "O papel das bases americanas na Colômbia"]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/26/alarcon-o-papel-das-bases-americanas-na-colombia/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 19:13:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/26/alarcon-o-papel-das-bases-americanas-na-colombia/</guid>
<description><![CDATA[  Bases americanas na Colômbia visam bloquear projeto de América Latina auto-determinada  Escrito po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 style="text-align:center;"><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/479px-unclesamwantyou.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4250" title="479px-Unclesamwantyou" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/479px-unclesamwantyou.jpg" alt="." width="479" height="599" /></a> </h1>
<p><em><span style="color:#800000;"><strong>Bases americanas na Colômbia visam bloquear projeto de América Latina auto-determinada <br />
</strong></span>Escrito por<strong> Pietro Alarcón </strong>  <br />
no </em><a href="http://www.correiocidadania.com.br/content/view/3979/9/"><strong><em>Correio da Cidadania</em></strong></a><em> 18-Nov-2009<br />
</em><br />
1) Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança (&#8230;): &#8220;O<span style="color:#0000ff;"> governo da Colômbia, de conformidade com sua legislação interna, cooperará com os Estados Unidos para levar a cabo atividades mutuamente acordadas no marco do presente Acordo</span> e <span style="color:#0000ff;">continuará permitindo o acesso e uso das instalações da Base Aérea de Palenquero e de Malambo; os fortes militares de Tolemaida e Larandia; a Base Aérea de Apiay; a Base Naval de Cartagena e a Base Naval de Baia Málaga (&#8230;)&#8221;.<br />
</span><br />
Do ponto de vista político, o Acordo Complementário para a Defesa e a Segurança assinado entre os governos dos Estados Unidos e Colômbia introduz um <span style="color:#0000ff;">lamentável</span> novo componente na caracterização das relações internacionais da região. <span style="color:#0000ff;"><strong>O acordo reproduz cabalmente, sob a forma de documento jurídico, os interesses e objetivos das transnacionais ligadas à produção de armas e as aspirações de uma cobertura militar expansionista dos Estados Unidos, a serviço de uma recomposição nos estratos do poder nos Estados da América Latina</strong></span>. É dizer, a serviço de um retrocesso nas possibilidades de desenvolvimento autônomo e solidário entre os países da área.</p>
<p>Que a construção de um horizonte de integração é uma tarefa titânica não é nenhum segredo. Há interesses contrapostos, visões diversas, ritmos de integração e movimentos em velocidades e dimensões diferentes. Contudo, ninguém pode negar que o diálogo entre os latino-americanos tem sido mais freqüente, fluido, propositivo e intenso, além de consolidado através de constituições, documentos, adesões e novos cenários nos últimos dez anos.</p>
<p>E é precisamente em função de iniciativas diplomáticas e ações conjuntas que não lhes são propícias em termos econômicos e políticos que os Estados Unidos, como em outras oportunidades fizeram, desenharam um projeto, seu projeto, estratégico e fundamentado no potencial bélico que possui, objetivando o incremento de seu poder, influência e gerenciamento das possíveis situações que lhe impediriam seu agir de potência hegemônica.</p>
<p>Não é preciso ter voz de profeta para enxergar que se trata de uma perspectiva onívora, que continua atemporalmente a sustentar, sobre bases geopolíticas, que a <span style="color:#800000;">guerra é um fato e a paz apenas algo desejável</span>. E nessa lógica de pensamento e ação, toda a atividade psicológica, financeira, política e militar empreendida pela política externa americana para suas finalidades não pode ser considerada surpreendente. Daí que não tenha nada de estranho que o documento enviado pelo Pentágono ao Congresso dos Estados Unidos contenha o já aguardado e diagnosticado até pelos mais desavisados observadores: que a <span style="color:#800000;"><strong>utilização das bases militares da Colômbia não será apenas para um polêmico e até hoje pouco frutífero combate ao narcotráfico, mas para assegurar a presença militar dos Estados Unidos e sua projeção vigilante.</strong></span></p>
<p>2. Acordo de (&#8230;)</p>
<p>&#8220;3.1. (&#8230;) <span style="color:#0000ff;">realizar exercícios combinados e outras atividades acordadas mutuamente, e para enfrentar ameaças comuns à paz, à estabilidade, à liberdade e à democracia</span>&#8220;.</p>
<p>Ao lado da proclamação dos direitos humanos, uma das maiores conquistas da humanidade consiste na proibição da guerra, é dizer, a paz, a estabilidade, a liberdade e a democracia são legítimas aspirações humanas.</p>
<p>Nesse sentido, um âmbito propositalmente proibitivo do uso da força nas relações entre os Estados tem sido construído. Entretanto, no ambiente político e militar criado pelos Estados Unidos não há disciplina nem semântica nem sintática, pois as palavras freqüentemente designam meras representações. O esvaziamento do conteúdo real desses objetivos serve para sustentar teses como a de que a <span style="color:#0000ff;">legítima defesa preventiva</span> é plenamente justificável quando na interpretação de quem ostenta a defesa dos valores cristãos e democráticos do mundo ocidental, e esses elementos se encontrem ameaçados.</p>
<p>A interpretação do texto do Acordo será feita, obviamente, por quem assinou e, especialmente, por quem o fez em condições de subordinante. De maneira que a dinâmica das relações internacionais na região fica sujeita a um exercício hermenêutico: afetam ou não a estabilidade, a liberdade e a democracia as atividades de um governo que se oponha a um neoliberalizante TLC (tratado de livre comércio) com os Estados Unidos, por exemplo?</p>
<p>3. Acordo de (&#8230;)</p>
<p>Artigo 4.2. &#8220;As Autoridades da Colômbia, sem cobrança de aluguel e custos semelhantes, <span style="color:#0000ff;">permitirão aos Estados Unidos o acesso e uso das instalações conveniadas e às servidões e direitos de passagem sobre bens de propriedade da Colômbia que sejam necessários para levar a cabo as atividades (&#8230;)&#8221;.<br />
</span><br />
No transfundo do processo histórico de dependência da América Latina com relação aos chamados Estados centrais &#8211; processo com raízes nas bases organizativas e estruturais da economia, da política, da cultura e do Direito -, não há como negar a presença, influência e pressões do capital estrangeiro. Contudo, há que apontar também a uma constelação de beneficiários nos Estados periféricos que lucraram, e lucram ainda, com o favorecimento à inserção das potências dominantes nos seus espaços territoriais.</p>
<p>A Colômbia assume hoje um generoso papel instrumental, somente explicável em função de algumas reflexões sobre sua conjuntura interna e, logicamente, sobre sua política externa na região.</p>
<p>Há de se considerar, de início e genericamente, que os <span style="color:#0000ff;">supostos benefícios da interdependência e da globalização nunca foram evidentes na América Latina</span>. Muito pelo contrário, a <span style="color:#0000ff;">especulação financeira e o abandono dos investimentos na produção originaram um empobrecimento maior ainda da imensa maioria da população, que pagou os custos do fracasso das teses do Estado mínimo e da redução orçamentária no social</span>. Estabeleceu-se um padrão privatizador dos serviços públicos e da diminuição do espaço público, com a conseqüente renúncia ao conceito de interesse público para, em contrapartida, ampliar a rentabilidade do capital privado.</p>
<p>Nesse contexto, os movimentos sociais cresceram em resistência e, particularmente, a luta de caráter econômico adquiriu níveis de luta pelo poder estatal, é dizer, de uma exigência por conquistar espaços governamentais que redundassem na execução de programas de novo tipo, de resgate da efetividade dos direitos sociais e recondução das finanças públicas.</p>
<p>As vitórias de programas eleitorais renovadores, executados com maior ou menor sucesso e no meio de contradições internas nos diversos Estados da área latino-americana, servem para constatar uma evolução onde, com certeza, é possível fazer balanços para encarar o positivo e o negativo. E onde certamente haverá também pontos importantes como a tentativa de superar a fragilidade das relações econômicas, políticas e comerciais dos Estados da região.</p>
<p>Nas relações internacionais da América Latina, ao produzir-se esta mudança, modificou-se a tradicional subordinação do interesse nacional de cada país a um interesse predefinido pela potência hegemônica e, simultaneamente, se promoveu uma ampla discussão sobre um interesse regional. Os pontos nevrálgicos dessa possível unidade sobre novas bases implicam o reconhecimento da <span style="color:#0000ff;"><strong>autodeterminação de cada Estado; da coexistência pacífica das sociedades nacionais no intuito de fomentar a segurança e impedir aventuras militares ultrapassadas; de uma democracia participativa</strong></span>, em lugar de um arremedo democrático de convite às urnas a cada dois ou quatro anos; e da elaboração de projetos conjuntos, com capital nacional, nos marcos de um plano de desenvolvimento econômico-social que se torne objetivo nos salários, na saúde, na educação e na agricultura.</p>
<p>Entretanto, <span style="color:#0000ff;">na Colômbia, com 31 sindicalistas assassinados no ano de 2009</span>, segundo o Departamento de Direitos Humanos da CUT-Colômbia no seu mais recente informe, no meio do silêncio, impunidade e <span style="color:#0000ff;">mais de um milhão de deslocados internos</span>, importa anotar que a classe no poder governamental não tem a mesma força de outrora. Verificam-se sérios fracionamentos. Obviamente, pesa muito dentro do processo de desgaste o fracasso da denominada segurança democrática, é dizer, o esquema de denúncias, recompensas e conversão de civis em militares para auxiliar no combate às guerrilhas, que deixou como saldo a condenação internacional pelos falsos resultados positivos. E pesam também os escândalos financeiros do agro-seguro, das prisões dos seus aliados no Congresso pelos seus <span style="color:#0000ff;"><strong>vínculos com o paramilitarismo</strong></span>, dentre outras questões <span style="color:#0000ff;">que não têm repercussão internacional porque a operação abafa</span> é um costume internacional, perigoso, mas infelizmente um costume que se sobrepõe ao direito à informação.</p>
<p>Em tais condições, internamente, <span style="color:#0000ff;"><strong>para a Colômbia, o Acordo cumpre duas funções: a primeira, de introduzir um elemento político-militar novo dentro de estrutura para o exercício do poder, na perspectiva de um assentamento a longo prazo do grupo dominante encabeçado pela presidência</strong></span>. Assim, do intervencionismo vedado passou-se ao descarado, e com ares de legalidade. A segunda, que implica a postura em matéria de política externa, a de <span style="color:#0000ff;"><strong>ratificar o papel do governo colombiano como instrumento geopolítico</strong></span>, numa lógica de subordinação muito parecida à de metrópole-colônia, um esquema de retorno ao que parecia superado ou, pelo menos, dissimulado.</p>
<p>O imediato objetivo do Acordo é claro: permitir a presença de tropas e o posicionamento de aeronaves de guerra em 7 bases militares na Colômbia, consideradas estratégicas para qualquer possibilidade de incursão militar em Estados da região. Vale a pena ressaltar que o<span style="color:#0000ff;"> tipo de aviões que terão pouso nas bases são os conhecidos Orion, Awad e C-17, que podem conduzir toneladas de material bélico e realizam operações de inteligência e monitoramento.<br />
</span><br />
Ninguém, em sã consciência, acha que quem se preocupa tanto com instalar suas tropas na região o faça para mantê-las cuidadosamente dispostas para limpar os aviões, caçar borboletas ou colecionar as belas lendas dos camponeses da região. Vão usar as bases para o que elas servem, é dizer, para fins militares, e projetadas em raios de ação muito amplos, como, aliás, alerta o ex-presidente colombiano Ernesto Samper em artigo publicado no El Pais da Espanha há alguns dias.</p>
<p>Não existe, desde nosso ponto de vista, até o momento, uma reavaliação, como sugerem alguns analistas, do tratamento e das relações dos Estados Unidos na região. Muito pelo contrário, está em curso uma estratégia político-militar de contenção dos processos de unidade regional e de desenvolvimento de alternativas ao modelo econômico predador. E não é mais possível minimizar a importância para qualquer cálculo ou diagnóstico em matéria de relações internacionais de algo tão ousado, drástico, irresponsável e deplorável, como o Acordo – <span style="color:#0000ff;">Acordo complementar para a Cooperação e Assistência Técnica em Defesa e Segurança </span>- assinado pelo governo colombiano e os Estados Unidos no dia 30 de outubro.</p>
<p>4. <span style="color:#0000ff;">Artigo 150, 16, da Constituição da Colômbia: &#8220;Corresponde ao Congresso (&#8230;): aprovar ou desaprovar os tratados que o governo celebre com outros estados ou entidades de direito internacional</span> (&#8230;)&#8221;.</p>
<p>A incapacidade de persuadir desde o poder implica que sejam questionados os baluartes da própria institucionalidade estatal e os fundamentos basilares do historicamente denominado Estado de Direito, abrindo-se passo a um Estado de fato ou de não direito. Destarte, <span style="color:#800000;">a assinatura do Acordo entranha um vício de inconstitucionalidade que acarreta sua nulidade, posto que a separação de funções violentou-se gravemente quando o Congresso Nacional, sendo este impedido de discutir o assunto</span>. Isto é, não houve controle prévio. Por outro lado, fazendo caso omisso ao Conselho de Estado, o <span style="color:#800000;">governo não submeteu o tratado ao exame de constitucionalidade da Corte Constitucional colombiana.</span> Obviamente, os reparos esperados com relação a um Acordo que atenta contra a integridade territorial do país e contradiz as bases constitucionais – a soberania, os fins do Estado, a paz como direito fundamental &#8211; não tiveram espaço político e jurídico para serem argüidos. A arbitrariedade fez do Estado de Direito o boneco à luz da qual passou o autoritarismo presidencial.</p>
<p>Advirta-se, entretanto, que nenhum Estado do mundo pode invocar uma situação de guerra imaginária para a prática de atos bélicos não justificáveis como se fosse uma situação efetiva de ataque ou, pelo menos, de situações paralelas que tornem permissível a ação de defesa. Mas precisamente nisso reside a fragilidade provocada nas relações internacionais da região pelas bases militares. A legítima defesa, algo que pode resultar difuso em termos concretos, subordina a segurança de todos à lógica de quem atira a primeira pedra. Esse é um fator de constante preocupação.</p>
<p>Na Colômbia, o resgate da democracia, da pluralidade e do respeito pela vida e as liberdades passa por uma estratégia anti-reeleição, com um programa de governo que abra o diálogo para a paz, que construa um arco de alianças suficientemente amplo para gerar as condições de canalizar as exigências de renovação econômica e política. Nesse sentido, o Pólo Democrático que elegeu como seu candidato presidencial o senador Gustavo Petro deve promover a unidade com setores democráticos e dispostos a contribuir com as mudanças.</p>
<p>Contra o Acordo, uma severa ação diplomática e jurídica pode e deve ser empreendida, com o objetivo de contribuir para a estabilização, superando-se as fragilidades e as ameaças à paz. O que está em jogo não é, apenas, a crítica situação da Colômbia ou suas possibilidades de abrir espaços à troca humanitária, ou um diálogo frutífero que seja capaz de puxar reformas estruturais. Esforços para essas finalidades devem ser objetivos de todos, tanto colombianos quanto vizinhos. Mas também existe outra dimensão, que entranha a estabilidade de toda a região, os avanços políticos, as possibilidades de respeito à autodeterminação. A Organização das Nações Unidas, por meio das suas agências, em especial o ACNUR, tem o dever de manifestar-se com mensagens claras contra a guerra, requerendo o reforço das garantias para a paz como única medida aceitável para qualquer contradição na região e condenando iniciativas bélicas, intimidações e constrangimentos aos direitos humanos, promovendo o amplo desenvolvimento econômico e social.<br />
<em><br />
Pietro Alarcón é professor da PUC/SP, assessor do convênio Cáritas-ACNUR para refugiados e membro da CEBRAPAZ.</em></p>
<p>Fonte <a href="http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/o-papel-das-bases-americanas-na-colombia/">http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/o-papel-das-bases-americanas-na-colombia/</a> (vejam outras matérias como esta no <a title="Viomundo" href="http://www.viomundo.com.br" target="_blank">site Viomundo do Azenha</a></p>
<p>Postado por</p>
<p>Luiz Albuquerque</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Rosales: "O Império contra ataca - A Presença militar dos EUA na América Latina"]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/26/presenca-militar-dos-eua-na-america-latina/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:20:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/26/presenca-militar-dos-eua-na-america-latina/</guid>
<description><![CDATA[The Empire strikes back! Artigo de  Arturo Rosales in Caracas Axis of Logic, Aug 9, 2009 U.S. milita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/bases-americanas-na-america-latina.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4242" title="Bases americanas na América Latina" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/bases-americanas-na-america-latina.jpg" alt=". " width="500" height="404" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">The Empire strikes back!</span></span></strong></p>
<p><strong>Artigo de </strong><strong><em> Arturo Rosales in Caracas </em></strong><strong><em>Axis of Logic</em></strong><em>, Aug 9, 2009</em></p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">U.S. military presence in Latin America</span></span></strong></p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>The waning influence of the US in Latin America in the last decade can be attributed primarily to the influence and regional foreign policy of President Hugo Chávez and the Bolivarian revolution</strong></span>. <span style="color:#0000ff;"><strong>Left leaning leaders were elected in all countries, even in Central America, with the notable exceptions of Colombia, Peru, Mexico and Costa Rica</strong></span>. That trend showed one sign of <span style="color:#0000ff;"><strong>reversal</strong></span> when Panamanians elected millionaire businessman Ricardo Martinelli as President on May 3rd 2009.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Return of the military coup d’état </span></span></strong></p>
<p>Reports indicated that the <span style="color:#0000ff;"><strong>US threw millions of dollars into Martinelli’s election campaign via USAID and NED </strong></span>and achieved the desired result. However, almost two months later, with the kidnapping and ouster of Manual Zelaya from the Honduran presidency, tactics would appear to have been changed. They have been transformed into the <span style="color:#0000ff;"><strong>time-proven military coup d’état to install a regime “friendly to US interests and ideology”.</strong></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><strong>Despite unanimous condemnation of the <span style="text-decoration:underline;">Honduran</span> coup and installation of de facto president Roberto Micheletti, by the OAS, UN and EU, the new regime has held on to power in the face of a crumbling economy and massive popular protest</strong></span>. Those  demonstrations by Hondurans continue to demand the return of Zelaya, the constitutional president. <span style="color:#0000ff;"><strong>Could the “success” of this coup, sustained by gross violations of human rights, be a harbinger for the future of other democratically elected left wing Presidents in Latin America?</strong></span></p>
<p>This is an open question but shortly after the coup against Zelaya <span style="color:#0000ff;">many commentators and even regional Presidents saw this coup as an example to be followed</span>. Right wing opposition parties in neighboring countries closely allied with the U.S. and traditional bourgeois interests certainly pricked up their ears. Both, Evo Morales and Rafael Correa have been mentioned in the same counter-revolutionary breath, as well as Alvaro Colom, Guatemala’s President.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">New threat to Paraguay</span></span></strong></p>
<p>Last night on <a href="http://www.telesurtv.net/noticias/canal/senalenvivo.php" target="_blank">Telesur news</a>, there was a report covering unrest and military oppression against left wing popular movements in Paraguay, with the inference that these may be building up for a military coup against President Fernando Lugo. The Paraguayan Congress also appears to be working against Lugo and this attitude is a carbon copy of the institutional problems faced by Zelaya before he was illegally kidnapped and flown out of the country on June 28th.</p>
<p><span style="color:#0000ff;"> <strong>It is interesting to note </strong>that there is a US military base in Paraguay, the </span><a href="http://www.globalsecurity.org/military/facility/mariscal-estigarribia.htm" target="_blank"><span style="color:#0000ff;">Mariscal Estigarribia air base</span></a><span style="color:#0000ff;">, just as there is in Honduras</span>. The U.S. military has been operating at the Mariscal Estigarribia base beginning in 2005 when they were training of 65 Paraguayan air force officers. Note that the <a href="http://www.globalsecurity.org/military/facility/soto-cano.htm" target="_blank">Soto Cano air base</a> in Honduras, which did nothing to help uphold the constitutional and democratic order, was a key installation for the contras under then president Ronald Reagan who terrorized Nicaragua in the 1980’s.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Colombia is the beach head</span></span></strong></p>
<p><span style="color:#800000;">Coming hard on the heels of the incipient threat to other presidents in the region, Colombia’s government announced the construction of </span><a href="http://axisoflogic.com/artman/publish/Article_56377.shtml" target="_blank"><span style="color:#800000;">seven new US military bases</span></a><span style="color:#800000;"> throughout the country</span> <a href="http://axisoflogic.com/artman/publish/Article_56553.shtml" target="_blank">purportedly</a> to combat the guerrilla movements and drug trafficking. It goes without saying that all <span style="color:#0000ff;">US personnel, military contractors and advisers would have total immunity </span>from prosecution in Colombia, as demanded by the US when its troops are sent abroad.</p>
<p><a href="http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&#38;aid=5564" target="_blank">Such bases</a> represent a military threat to Venezuela and its oil supplies and places the Bolivarian Revolution in Venezuela on guard. Colombia has not backed down and looks unlikely to rescind its military agreement with the US. President <span style="color:#0000ff;">Chávez’s response was to suspend trade relations with the Uribe regime in order to create internal pressure from Colombian exporters who might well lose their second biggest trading partner, Venezuela, and US$6 billion of exports</span>.</p>
<p>Uribe’s response was to make a snap tour to neighboring countries, including the <span style="color:#0000ff;">continental powerhouse, Brazil</span>, in order to explain his actions which clash directly with the <a href="http://www.thirdworldtraveler.com/South_America/UNASUR_wikipedia.html" target="_blank">Regional Security Council of Unasur</a>. In fact, the next Unasur meeting is due to take place in Quito, Ecuador next week and Uribe has said that he would not attend.</p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">** “Smart Power” for arms, oil and turf</span></span></strong></p>
<p>With US troops being pulled out of Iraq and redeployed mainly to Afghanistan and Pakistan, one interpretation of the decision to set up U.S. bases in Colombia is that it is a tacit admission that the <span style="color:#800000;"><strong>Iraq adventure to plunder its oil has failed. Now is the time to put pressure on Venezuela due to its strategic importance and huge oil reserves</strong></span>, now officially classified as the second largest in the world after Saudi Arabia.</p>
<p>Whatever Obama’s election promises concerning the development of alternative energy sources to offset the US dependence on foreign oil imports, economically the US needs all the oil it can get, by fair means or foul to continue its agenda. The seven proposed bases in Colombia appear destined to achieve that goal.</p>
<p>One <span style="color:#0000ff;">consequence</span> of the policy adopted by Uribe, will be an <span style="color:#0000ff;">arms build-up in the region</span>, and more specifically in Venezuela to defend its sovereignty against any possible aggression from its bellicose neighbor.</p>
<p><span style="color:#0000ff;">The Empire, using what is being called “smart power”<strong> </strong>to achieve its foreign policy aims, has not changed one iota except in the style and silver tongued words of its young President.</span></p>
<p>The bases, when constructed, <span style="color:#800000;">will turn Colombia into the Israel of Latin America </span>and be a beach head for subversion throughout the region, especially in Bolivia, Ecuador and Venezuela, all of which have common borders with Colombia</p>
<p><strong><span style="color:#800000;"><span style="text-decoration:underline;">Media war</span></span></strong></p>
<p>The world’s corporate media has embarked on an accelerated offensive against the Venezuelan government and in particular President Chávez in the last two months.</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Chávez is being accused of trafficking drugs, supplying armaments for the FARC, allowing Hezbollah training camps in La Guajira region near the Colombian border and endangering the freedom of speech in Venezuela</strong></span>. He was also attacked along these lines by Israel’s foreign minister, Avigdor Lieberman, who recently did a tour of Latin America. Lieberman himself is currently under <a href="http://www.bloomberg.com/apps/news?pid=20601087&#38;sid=a546zmArut0I" target="_blank">threat of indictment</a> on charges of fraud, bribery, money laundering and obstruction of justice.</p>
<p><strong>Israel in Latin America</strong></p>
<p>Currently, Israeli arms and operatives are present in Colombia and other Latin American countries. Many ask why Israel is interfering in the internal affairs of Latin American countries. Lieberman is said to have offered Mossad training to Colombia to complement existing CIA activities. This will probably take place at the proposed bases, with the purpose of training graduates of the School of the America’s (S.O.A. &#8211; School of Assassins) who are operating in the region. Using a surrogate such as Israel to promote terror in the region is a “smart” move by Clinton and Obama, both avid supporters of Israel as evidenced in their respective election campaigns and following rhetoric and policies.</p>
<p>At this point in time, the obvious problem of U.S. military bases in Colombia lies in the hands of the Colombian people. They have an opportunity to save their sovereignty, culture and lives from decimation by the imperialists. Their revolutionary actions could also provide an example for other Latin American nations and force the region’s threats of military coup to recede.</p>
<p><span style="color:#800000;"><strong>Military bases, Israel’s involvement in Colombia and the U.S. demand for oil will bring armed conflict ever nearer in Latin America.</strong></span> A few wealthy opposition leaders would welcome a return of the U.S. to Venezuela, thinking they or their offspring may return to their pre-1998 throne. But the followers of the right wing opposition in Venezuela would do well to reflect on its silence about this issue. If a conflict does occur, it will not just be the people in the barrios who will suffer as some seem to think, but the bourgeoisie and their families will simply be classified as “collateral damage”.</p>
<p>Fonte <a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://axisoflogic.com/artman/uploads/1/us-bases-latin_america.jpg&#38;imgrefurl=http://axisoflogic.com/artman/publish/printer_56597.shtml&#38;usg=__Krhtpgdllq7-lVQS0XDqG1DAf4A=&#38;h=405&#38;w=500&#38;sz=61&#38;hl=pt-BR&#38;start=29&#38;um=1&#38;tbnid=_gIsutya-u71zM:&#38;tbnh=105&#38;tbnw=130&#38;prev=/images%3Fq%3Dimage%2BUS%2Blatin%2Bamerica%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1">http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://axisoflogic.com/artman/uploads/1/us-bases-latin_america.jpg&#38;imgrefurl=http://axisoflogic.com/artman/publish/printer_56597.shtml&#38;usg=__Krhtpgdllq7-lVQS0XDqG1DAf4A=&#38;h=405&#38;w=500&#38;sz=61&#38;hl=pt-BR&#38;start=29&#38;um=1&#38;tbnid=_gIsutya-u71zM:&#38;tbnh=105&#38;tbnw=130&#38;prev=/images%3Fq%3Dimage%2BUS%2Blatin%2Bamerica%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1</a></p>
<p>Postado por</p>
<p>Luiz Albuquerque</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CHÁVEz DIZ QUE COM LULA BRASIL DEIXOU DE SER “SUBIMPERIO”]]></title>
<link>http://afinsophia.wordpress.com/2009/11/26/chaves-diz-que-com-lula-brasil-deixou-de-ser-%e2%80%9csubimperio%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 06:06:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>afinsophia</dc:creator>
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<description><![CDATA[O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou no palácio presidencial de Miraflores, no momento da]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } 		A:link { so-language: zxx } 		A:visited { so-language: zxx } --></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou no palácio presidencial de Miraflores, no momento da visita do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, que o presidente Lula tirou o Brasil da condição de “subimpério”.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>“<span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">O Brasil não é mais o que era, uma espécie de subimpério ajoelhado ao império ianque, até que chegou Lula, o companheiro, impulsionado pelos trabalhadores, pelos camponeses, pelos jovens, pelo povo desta grande nação que é o Brasil”, afirmou o presidente da Venezuela.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Chávez também comentou para Ahmadinejad a condição da Bolívia, que antes era “uma colônia ianque, até que brotou da terra o povo Boliviano”. E, entusiasmado, disse: “Somos livres. Apenas um continente livre pode receber-te como recebe”.</span></span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="font-family:Trebuchet MS,sans-serif;"><span style="font-size:small;">Depois de discursar por muito tempo, Chávez ouviu do presidente iraniano seu conhecimento de anfitrião. “Vamos estar juntos com dignidade, resistência, consciência e inteligência. Dou graças a Deus por estar aqui, entre meus irmãos, com um grande povo resistente. Estamos no início do caminho para o topo”, disse Ahmadinejad, concluindo, “Viva a Venezuela, viva Chávez!”</span></span></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Lula da Silva agradece apoio de Ramos Horta]]></title>
<link>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/25/lula-da-silva-agradece-apoio-de-ramos-horta/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:43:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastião</dc:creator>
<guid>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/25/lula-da-silva-agradece-apoio-de-ramos-horta/</guid>
<description><![CDATA[O presidente do Brasil, Lula da Silva, agradeceu o &#8220;envolvimento direto&#8221; do presidente d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://antabipolar.files.wordpress.com/2009/10/lula_da_silva_a.jpg?w=481&#038;h=320" alt="" width="481" height="320" /></p>
<p>O presidente do Brasil, Lula da Silva, agradeceu o &#8220;envolvimento direto&#8221; do presidente de Timor-Leste, José Ramos-Horta, na escolha do Rio de Janeiro para as Olimpíadas 2016, afirmou hoje a Presidência timorense.</p>
<p>&#8220;Tenho a honra de agradecer o valioso apoio de Timor-Leste à candidatura do Rio de Janeiro para sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016&#8243;, escreveu o Presidente Lula da Silva numa carta enviada a Ramos-Horta, considerando que o &#8220;envolvimento directo&#8221; do Presidente da República de Timor-Leste foi &#8220;fundamental&#8221; para a escolha do Rio de Janeiro.</p>
<p>O Chefe de Estado brasileiro destacou a sua &#8220;grata satisfação&#8221; em partilhar com o seu homólogo e com o povo timorense a &#8220;histórica conquista, que enaltece o valor do desporto como elo de união entre os povos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Além de ser a primeira vez que a América do Sul receberá uma edição dos Jogos Olímpicos, ao Rio de Janeiro também coube a honra de ser a primeira cidade lusófona a ter o direito de organizar o maior evento desportivo mundial&#8221;, acrescentou o Presidente Brasileiro, na carta.</p>
<p>Lula da Silva agradeceu a Ramos-Horta o seu &#8220;envolvimento direto nas gestões realizadas junto de diversas personalidades internacionais, que foi fundamental para a vitória do pleito brasileiro&#8221;.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.record.pt/noticia.aspx?id=837b5242-5d84-45a7-9a4c-123ec644648a&#38;idCanal=00000477-0000-0000-0000-000000000477&#38;h=7">http://www.record.pt/noticia.aspx?id=837b5242-5d84-45a7-9a4c-123ec644648a&#38;idCanal=00000477-0000-0000-0000-000000000477&#38;h=7</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Brasil eleva aporte ao FMI e ganha poder de veto]]></title>
<link>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/25/brasil-eleva-aporte-ao-fmi-e-ganha-poder-de-veto/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 23:37:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sebastião</dc:creator>
<guid>http://cidadanialusofona.wordpress.com/2009/11/25/brasil-eleva-aporte-ao-fmi-e-ganha-poder-de-veto/</guid>
<description><![CDATA[O Brasil poderá emprestar até US$ 14 bilhões ao programa &#8220;Novos Acordos de Empréstimo&#8221; (]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Brasil poderá emprestar até US$ 14 bilhões ao programa &#8220;Novos Acordos de Empréstimo&#8221; (NAB, na sigla em ingês), <img class="alignright" src="http://josuesilva.files.wordpress.com/2009/04/fmi1.png?w=320&#038;h=316#38;h=316" alt="" width="320" height="316" />do FMI (Fundo Monetário Internacional) e terá, junto dos outros integrantes do BRIC &#8211; Rússia, China e Índia -, poder de veto no Fundo. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega.</p>
<p>O valor decidido anteriormente era de US$ 10 bilhões, que foi aumentado após reunião do G-20 (grupo que reúne as 20 maiores economias do mundo).</p>
<p>Segundo Mantega, os recursos permanecem no País, como parte das reservas internacionais. &#8220;É como se fosse um cheque especial&#8221;, disse o ministro. Ele explicou que, se o FMI precisar de recursos, vai ao NAB para solicitar a liberação do crédito. O Brasil, ao fazer o empréstimo ao FMI, recebe direitos especiais de saque &#8211; um papel conversível a qualquer momento.</p>
<p>O ministro explicou que o veto do BRIC é possível porque, juntos, os quatro países detêm um pouco mais de 15% das cotas. &#8220;Criamos um fundo monetário internacional (FMI) do B&#8221;, brincou o ministro. Ao todo, o NAB é composto por 28 países e cabe ao FMI solicitar os recursos dessa carteira.</p>
<p>As novas regras preveem que os empréstimos feitos com o dinheiro do NAB tenham de ter aprovação de 85% dos cotistas do fundo, disse Mantega.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.band.com.br/jornalismo/economia/conteudo.asp?ID=228554">http://www.band.com.br/jornalismo/economia/conteudo.asp?ID=228554</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[A incrível Buenos Aires]]></title>
<link>http://caixeirosviajantes.wordpress.com/2009/11/25/a-incrivel-buenos-aires/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:03:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>caixeirosviajantes</dc:creator>
<guid>http://caixeirosviajantes.wordpress.com/2009/11/25/a-incrivel-buenos-aires/</guid>
<description><![CDATA[Quem pretende fazer uma viagem para o exterior e gastar pouco já pode arrumar as malas. A capital ar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'>
<p>Quem pretende fazer uma viagem para o exterior e gastar pouco já pode arrumar as malas. A capital argentina, Buenos Aires, tem muitos atrativos para os brasileiros que vão além dos passeios turísticos convencionais. É claro que visitar a Casa Rosada e Caminito, ver o Obelisco e andar na rua Florida e na feira de San Telmo serão sempre os principais atrativos da cidade, mas há uma parte moderna que deve ser explorada.</p>
<p>A começar pelo Museu de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, o Malba. Nele estão algumas obras que merecem ser vistas como o Abaporu de Tarsila do Amaral. Também há obras de Diego Rivera, Frida Kahlo, Di Cavalcanti, Portinari, Volpi, Fernando Botero, isso apenas para mencionar os mais conhecidos. Contudo, o museu tem um acervo belíssimo de artistas argentinos contemporâneos que vale a pena serem conhecidos. Qualquer taxista sabe chegar ao museu, mas por via das dúvidas segue o endereço e telefone: Av. Figueroa Alcorta, 3415 e  +54 (11) 4808-6500.</p>
<p>Uma dica importante é o cuidado que se deve ter com os taxistas. Eu mesma quase fui vítima de um golpe. O que aconteceu? Pois bem, a corrida havia dado dez pesos, eu peguei uma nota de dez e dei para ele que não quis aceitar. Achei que era porque a nota estava um pouco rasgada, então dei outra de dez. Ele não aceitou. Perguntou se eu não tinha uma nota mais alta, algo tipo de 50 ou 100 porque os taxistas não podiam aceitar notas menores que isso. Eu já estava sabendo que poderia ser enrolada e fui firme dizendo que só tinha notas de dez. O taxista, muito bravo, arrancou a nota da minha mão e pediu que eu saísse do carro. Dobrando a esquina para chegar onde eu queria dei de cara com um policial e relatei o fato a ele. Sem mostrar surpresa ele me disse que infelizmente isso acontece muito com turistas e que o taxista tem sim que aceitar a nota que eu der. O que ele queria era me dar o troco em notas falsas. Imaginem o prejuízo! Quase fui vítima de um golpe.</p>
<p>O ideal quando se vai para a Argentina é levar um pouco de peso daqui para chegar lá e já ter a moeda local. Caso tenha apenas notas altas troque-as por notas menores em um Banco de La Nación. Elas serão muito úteis. Outra dica é olhar as marcas d’água das notas para verificar sua autenticidade. Assim que eu as recebia verificava na frente de quem me deu para que não fosse enganada. É chato? Claro que sim, mas é inevitável para nós turistas.</p>
<p>A cidade é grande e a população, se contabilizados os moradores da área metropolitana, passa de dez milhões. Os argentinos são agradáveis e a cidade é linda. Fácil de andar é possível caminhar por horas sem perceber, pois sendo plana torna-se fácil conhecer os principais lugares turísticos. Hoje um real vale 2,20 pesos o que torna a nossa estadia no país muito agradável. Há quem vá para BA apenas para fazer compras (vale muito a pena), mas eu recomendaria ir além e conhecer os bares noturnos de Palermo como o Único que fica na Rua Honduras, 5604.</p>
<p>Durante o dia a melhor pedida é visitar o café Tortoni que foi fundado em 1858 e é o mais antigo do país. Ele ficou conhecido principalmente por receber notáveis figuras intelectuais, políticas e artistas argentinos. Pelo salão do Tortoni passaram nomes como Evita, Jorge Luis Borges, Carlos Gardel, entre outros. O ideal é sentar-se e pedir um fabuloso submarino: xícara de leite com uma barra de chocolate submersa. Uma delícia! O Tortoni fica na Av. de Mayo, 825.</p>
<p>Para completar o passeio cultural vá até a livraria El Ateneo. Nos idos da década de 20, o local era um cinema e a administração da livraria manteve a arquitetura interna como era. Por dento é lindo, há balcões no piso superior e o palco no fundo. O lugar todo foi adaptado para receber estantes de livros à venda, mas sem perder a originalidade, tanto que atualmente o palco se transformou em um charmoso café. Porém, não espere uma estrutura muito grande porque eu mesma me decepcionei com o tamanho. Achei que fosse bem maior do que realmente é, mas isso não faz com que a El Ateneo perca o charme. O endereço é Av. Santa Fé, 1860.</p>
<p>Como o título dessa matéria diz, a cidade é incrível e agrada a qualquer tipo de pessoa. O único problema é que seria preciso um espaço enorme para dar mais dicas e sugerir mais lugares. Escolhi a parte que mais gosto de BA, mas se você quiser entrar em contato para saber mais fique a vontade.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A Revista Q - Celebra todos os grandes artistas do século.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/25/a-revista-q-celebra-todos-os-grandes-artistas-do-seculo/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:12:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
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<description><![CDATA[Amy Winehouse, Noel Gallagher, U2, Dave Grohl, Paul McCartney, Lily Allen, The Kings Of Leon, Robert]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://www.maccablog.com/upload/1259157894_633947415223013163.jpeg" alt="" width="399" height="567" /><br />
Amy Winehouse, Noel Gallagher, U2, Dave Grohl, Paul McCartney, Lily Allen, The Kings Of Leon, Robert Plant, Coldplay, Mika, Pink, Nick Cave, Arctic Monkeys, Mark Ronson e Rihanna&#8230; Entre outros, têm solicitado a todos, a fim de John Wright, para a edição especial de Janeiro de 2009, a revista britânica Q. A revista, que celebra todos os grandes artistas do século.</p>
<p>Créditos: http://www.maccablog.com/news.php?news=6522</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Grammy Awards 2010.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/25/grammy-awards-2010/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 15:05:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
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<description><![CDATA[No próximo dia 02 de Dezembro, serão conhecido os candidatos ao 52º Grammy Awards 2010. Verdade é qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No próximo dia 02 de Dezembro, serão conhecido os candidatos ao<strong> 52º Grammy Awards 2010</strong>. Verdade é que não há nenhum favorito claro, mas haverá uma abundância de rostos conhecidos no corredor para vários prêmios. Até agora, o drama de roda em torno de candidaturas deste ano, abrange não apenas quem vai ser reconhecido, mas que não é elegível e se ou não da comissão <em>Grammy</em> vai mudar as regras para acomodar um particular &#8220;famoso&#8221; cantor e compositor para o <em>Best New</em> cobiçado categoria Artista.</p>
<p>O U2 com a Turnê 360º que este ano bateu todo os recordes de presenças em cada show. Mas foi <strong>&#8220;No Line on the Horizon&#8221;</strong>, décimo segundo álbum da banda e gravação de seu mais forte em quase uma década, que levou a banda para a estratosfera exterior. A banda cantou com os singles como<strong> &#8220;Get Your Boots On&#8221;</strong>,<strong> &#8220;Magnificent</strong>&#8221; e <strong>&#8220;If I Don&#8217;t Go Crazy Tonight&#8221;</strong>, uma canção que<em> herlads</em> de volta para os melhores momentos da sua descoberta<strong> &#8220;The Joshua Tree&#8221;</strong>. U2 estreou <strong>&#8220;Boots&#8221; </strong>no Grammy Awards 2009 broadcast, apesar do tema não ser elegível para um prêmio.</p>
<p>Você pode votar no U2, pelo <a href="http://www.billboard.com/features/gp-1004044467.story#/features/gp-1004044467.story" target="_blank">site</a>. Basta ir até o final da página e procurar por: <strong>What album should be nominated for Album of the Year?</strong></p>
<p>Créditos: http://www.billboard.com/features/gp-1004044467.story#/features/gp-1004044467.story</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Vocalista do Echo &amp; The Bunnymen diz que U2 não tem profundidade.]]></title>
<link>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/25/vocalista-do-echo-the-bunnymen-diz-que-u2-nao-tem-profundidade/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:52:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nanda Evans</dc:creator>
<guid>http://mofou2.wordpress.com/2009/11/25/vocalista-do-echo-the-bunnymen-diz-que-u2-nao-tem-profundidade/</guid>
<description><![CDATA[Ian McCulloch, vocalista do Echo &amp; The Bunnymen, criticou o U2 dizendo que o grupo irlandês faz ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://cifraclub.terra.com.br/cifraclubnews/uploads/2009/11/mcculloch.jpg" alt="" width="300" height="225" /><br />
Ian McCulloch, vocalista do <a title="Veja as cifras de Echo &#38; The Bunnymen" href="http://cifraclub.terra.com.br/echo-and-the-bunnymen/">Echo &#38; The Bunnymen</a>, criticou o <a title="Veja as cifras de U2" href="http://cifraclub.terra.com.br/u2/">U2</a> dizendo que o grupo irlandês faz música sem profundidade.</p>
<p>&#8220;Muitas bandas dizem que querem ser grandes como o U2, mas estranhamente nenhuma diz que é influenciada por eles. É porque realmente não há nada ali&#8221;, disse McCulloch à New York Magazine.</p>
<p>&#8220;Eles têm boas músicas, e você percebe que funcionam bem em garotos de 14 anos. Mas eu não vejo pessoas maduras, que buscam por algo, algo profundo &#8211; algo que você sabe que é arte e vai mudar sua vida -, se importando&#8221;, finalizou.</p>
<p>Apesar das críticas, o U2 foi confirmado com uma das atrações do 40º aniversário do Festival de Glastonbury, que acontece em junho de 2010.</p>
<p>Créditos: http://www.cifraclubnews.com.br/noticias/19806-vocalista-do-echo-the-bunnymen-diz-que-u2-nao-tem-profundidade.html</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Disputa entre Peru e Chile expõe os conflitos ocultos da América Latina]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/25/disputa-entre-peru-e-chile-expoe-os-conflitos-ocultos-da-america-latina/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 12:48:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Matheus Luiz  Puppe Magalhães</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/25/disputa-entre-peru-e-chile-expoe-os-conflitos-ocultos-da-america-latina/</guid>
<description><![CDATA[http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=1145  Continente que fala em integração ainda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/ch.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4226" title="Chile X Peru" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/ch.jpg?w=300" alt="" width="300" height="228" /></a><a href="http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=1145">http://www.abin.gov.br/modules/articles/article.php?id=1145</a>  </em></p>
<p><em><span style="color:#800000;"><strong>Continente que fala em integração ainda não resolveu pendências básicas como as fronteiras entre os vizinhos </strong></span></em></p>
<p><span style="color:#003366;"><strong>Há uma semana, o governo peruano anunciou que apresentará em novembro uma denúncia contra o Chile na Corte Internacional de Justiça</strong></span>, em Haia, na Holanda. <span style="color:#003366;"><strong>O Peru insiste em redesenhar sua fronteira marítima com o vizinho</strong></span>, reacendendo a hostilidade latente entre os dois países e escancarando os distúrbios de um continente que esconde muito mais conflitos do que se imagina.</p>
<p>&#8220;A disputa entre Chile e Peru é um retrato da principal contradição da América Latina, um continente que fala em integração, mas ainda não definiu questões básicas como as fronteiras de seus Estados&#8221;, afirmou por telefone ao Estado a chilena Ximena Fuente Torrijo, professora de direito internacional da Universidade do Chile. Contenciosos como esse, segundo ela, levam em média de quatro a seis anos para serem julgados em Haia.</p>
<p><span style="color:#800000;">A birra do Peru com o Chile é um resquício da <strong>Guerra do Pacífico (1879-1883)</strong> e envolve também a Bolívia. O conflito pela exploração de recursos naturais no Deserto do Atacama terminou com os chilenos tomando o porto de Antofagasta dos bolivianos e invadindo as cidades peruanas de Arica, Tacna e Lima.</span></p>
<p>O Chile devolveu Lima e Tacna, mas ficou com Arica e Antofagasta. Desde então, Bolívia e Chile vivem às turras. <span style="color:#003366;">La Paz não mantém relações diplomáticas com Santiago e exige uma saída para o mar, reivindicação que se transformou em base fundamental da política externa boliviana.</span></p>
<p>BARRIL DE PÓLVORA</p>
<p>O Peru também nunca engoliu a vitória chilena. <span style="color:#003366;">Fixada a fronteira terrestre, o país transferiu sua frustração com a derrota para os limites marítimos</span>. Os peruanos reivindicam uma linha oblíqua, que lhes acrescentaria cerca de 35 mil quilômetros às suas águas territoriais. O Chile não abre mão de uma linha paralela, dizendo que o caso já foi resolvido por tratados assinados na década de 50.</p>
<p>A questão chilena-peruana é um <span style="color:#003366;"><strong>caso de <span style="text-decoration:underline;">fronteira lateral marítima</span></strong></span>. O embaixador Rubens Ricupero, que participou como mediador de vários acordos entre países latino-americanos, explica que <span style="color:#800000;">existem duas correntes no direito internacional. Uma defende que a linha de fronteira deva ser perpendicular à costa; como quer o Chile. Outra, que a fronteira seja uma mediana; como exige o Peru</span>.</p>
<p>&#8220;<span style="color:#003366;">A Convenção da ONU sobre Direito do Mar recomenda a negociação. Não existe uma doutrina única no direito internacional e não dá para saber como a Corte vai agir</span>&#8220;, disse Ricupero. &#8220;Tudo vai depender da opinião individual de cada juiz e da documentação apresentada pelos dois países.&#8221;</p>
<p>A cautela do Peru em levar a questão para a Corte Internacional de Justiça tem explicação. Tramita desde 1999 em Haia um caso muito parecido com o peruano, envolvendo Honduras e Nicarágua. A batalha é a mesma, entre linhas perpendiculares (Honduras) e medianas (Nicarágua). O caso começou a ser julgado em março e a decisão serviria de bússola para peruanos e chilenos.</p>
<p>Apesar da retórica oficial, que repete à exaustão a cantilena da integração, conflitos de fronteira entre países vizinhos não faltam na América Latina. Só a Nicarágua está envolvida em três; embora faça fronteira com apenas dois países. Além da rixa com Honduras, o país ainda não resolveu seus limites com a Costa Rica e reivindica uma dúzia de ilhas do Caribe colombiano, que ficam a 600 quilômetros da Colômbia e a apenas 150 de seu litoral.</p>
<p>As relações da Colômbia com seus vizinhos também são péssimas. O<span style="color:#800000;"> Equador reclama da fumigação indiscriminada de <strong><span style="text-decoration:underline;">herbicidas</span></strong> feita pelos colombianos para destruir plantações de coca na fronteira.</span></p>
<p>Quito alega que o veneno é levado pelo vento para o lado equatoriano. Em dezembro de 2006, retirou seu embaixador de Bogotá. Em março, soldados dos dois países trocaram tiros na selva. Dois militares equatorianos morreram.</p>
<p><span style="color:#800000;">A disputa mais séria da Colômbia, no entanto, é com a Venezuela. Em 1987, os vizinhos quase chegaram às vias de fato quando navios colombianos entraram no Golfo da Venezuela, que dá acesso ao <span style="text-decoration:underline;">Lago de Maracaibo</span>, área disputada pelos dois países.</span></p>
<p><span style="color:#003366;">Caracas também não reconhece sua fronteira oriental com a <strong><span style="text-decoration:underline;">Guiana</span></strong> e reivindica três quartos do território vizinho</span>. A questão parecia esquecida até que o presidente Hugo Chávez voltasse a tocar no assunto e inserisse a região como parte da Venezuela em sua Constituição Bolivariana de 1999.</p>
<p>&#8220;Questões territoriais mal resolvidas podem sobrecarregara a diplomacia de um país&#8221;, afirmou Lilian Laborde, professora de direito internacional da Universidade de Buenos Aires. <span style="color:#003366;">&#8220;O maior desafio da política externa da Argentina, por exemplo, é a questão das <strong><span style="text-decoration:underline;">Malvinas</span></strong>, um conflito sem solução que ainda ocupa boa parte do tempo dos diplomatas argentinos.&#8221;</span></p>
<p>Desde que uma empresa finlandesa começou a construção de uma fábrica de <span style="color:#003366;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>celulose</strong></span></span> na margem uruguaia do Rio Uruguai, em 2005, os argentinos não se entendem mais com seus vizinhos do outro lado do Prata. Embora seja uma questão ambiental &#8211; e não de limites &#8211; também foi parar na Corte Internacional de Justiça, no ano passado, e abriu uma nova crise no processo de integração do Mercosul.</p>
<p>&#8220;As questões de limites na América Latina não foram resolvidos no momento certo e viraram um problema crônico&#8221;, disse Ricupero. &#8220;São temas que ficaram latentes e, de repente, por uma razão qualquer, uma disputa eleitoral, um presidente nacionalista ou a expectativa da exploração de alguma riqueza, voltam à tona. É como um bacilo incubado.&#8221;</p>
<p>Se depender de políticos nacionalistas e crises internas, a Corte Internacional de Justiça receberá processos da América do Sul por um bom tempo. No dia 20, o tribunal emitiu sua primeira decisão que envolvia limites marítimos de países sul-americanos, resolvendo a fronteira entre Guiana e Suriname.</p>
<p>PAX BRASILIANA</p>
<p><span style="color:#003366;">Em contraste com o restante do continente, o Brasil resolveu suas questões fronteiriças em 1909, quando o então ministro das Relações Exteriores, o Barão do Rio Branco, assinou o último de seus grandes acordos de limites com o Uruguai.</span></p>
<p>Assim, o <span style="color:#003366;"><strong>Brasil tornou-se exceção na América do Sul</strong></span>. Com as mãos livres, o País passou a <span style="color:#003366;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>mediar</strong></span></span> conflitos. Negociou o fim da <span style="color:#003366;">Guerra do Chaco, entre Bolívia e Paraguai, nos anos 30, evitou um conflito aberto entre Peru e Equador, nos anos 40, e participou dos entendimentos entre Argentina e Chile, que resolveram a questão do Canal de Beagle, nos anos 80.</span></p>
<p>Cristiano Dias</p>
<p>FONTE: <a rel="external" href="http://www.estado.com.br/" target="_blank">O Estado de S.Paulo</a></p>
<p><em>Publicado em: 07/10/2007</em></p>
<p><em> </em> </p>
<p><em>Postado por: Matheus Luiz Puppe Magalhaes</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EUA reconhece documento que cita chance de operações na América do Sul]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/24/eua-reconhece-documento-que-cita-chance-de-operacoes-na-america-do-sul/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:03:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael de Miranda</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/24/eua-reconhece-documento-que-cita-chance-de-operacoes-na-america-do-sul/</guid>
<description><![CDATA[O Departamento de Estado dos EUA confirmou ontem ser verdadeiro o documento da Força Aérea americana]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--FOTO--><!--FOTO--><!--TEXTO--><a href="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/pinguins-mafiosos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-4223" title="pinguins mafiosos" src="http://neccint.wordpress.com/files/2009/11/pinguins-mafiosos.jpg" alt="." width="475" height="322" /></a></p>
<p>O Departamento de Estado dos EUA confirmou ontem ser verdadeiro o documento da Força Aérea americana apresentado na quarta-feira, em Brasília, pelo deputado federal José Genoino (PT-SP), que cita a base militar colombiana de Palanquero, a ser usada por Washington, como “uma oportunidade para a realização de operações no âmbito total da América do Sul”. Baseado no documento, Genoino acredita que o polêmico acordo militar que garante o acesso dos EUA a sete bases no território colombiano poderia abrir caminho para as forças armadas norte-americanas atuarem em outros países, além da Colômbia. Opinião semelhante tem o diretor do Programa de Segurança para a América Latina do Center for International Policy, em Washington, Adam Isacson, que analisou não só o documento da Força Aérea, mas também o texto final do acordo, que veio a público em 5 de novembro no site do Ministério das Relações Exteriores da Colômbia, ao qual o JB teve acesso.</p>
<p>– Eu não gosto do texto do acordo. Ele não fala explicitamente que operações do Exército americano fora das fronteiras colombianas estão proibidas. Ou seja, não proíbe explicitamente as operações extraterritoriais. Só estabelece que o acordo obedecerá aos “princípios de não-intervenção em assuntos internos de outros Estados”. – diz Isacson. – Na prática, isso significa que, se os EUA alegarem o direito de auto-defesa, por exemplo, poderão operar em outras regiões da América Latina, a partir das bases colombianas.</p>
<p>O acordo, entende Isacson, deveria detalhar melhor as restrições a serem impostas à atuação das forças americanas nas bases colombianas. Mas o ponto que trata da ingerência de forças estrangeiras no continente sul-americano, tema considerado crucial por líderes do Mercosul, inclusive pelo presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, tem apenas duas linhas – no Artigo Terceiro, parte 4 – em um documento de 15 páginas.</p>
<p>– Acho que há claramente um motivo para a ambiguidade do acordo, talvez para que ele possa ser favoravelmente interpretado, na eventualidade de ser necessária uma uma operação mais abrangente dos EUA na região – alega Isacson.</p>
<p>Procurado pelo JB em Miami, o porta voz do Departamento de Estado americano, Gregory Adams, disse que, de fato, a única parte do acordo a inibir operações americanas no Mercosul seriam as duas linhas do Artigo Terceiro, parte 4.</p>
<p>– Este é um acordo bilateral destinado a reforçar a nossa cooperação em segurança na luta contra o tráfico de drogas internacional e o terrorismo na Colômbia. Não há nenhuma outra questão regional ou de abrangência extraterritorial – garantiu Adams.</p>
<p>Mas a polêmica foi aguçada a partir do documento oficial da Força Aérea – apresentado por Genoino – datado maio de 2009. Elaborado antes do texto final do acordo, com o objetivo de fundamentar a destinação do orçamento de US$ 46 milhões para as operações na Base Aérea de Palanquero, no centro da Colômbia, o texto afirma que a base “fornece uma oportunidade para a realização de operações no âmbito total da América do Sul”.</p>
<p>Ainda no documento da Força Aérea americana, que justifica o orçamento já aprovado pelo Congresso, a América do Sul é chamada de “Sub-Região crítica”, onde a “segurança e a estabilidade estão permanentemente ameaçadas pelo narcotráfico patrocinado por organizações terroristas, governos antiamericanos, pobreza endêmica e desastres naturais recorrentes”.</p>
<p>Adams defende que o texto deveria ser interpretado apenas como uma proposta de orçamento, e não como um documento a definir a política americana nas bases colombianas.</p>
<p>– O orçamento da Força Aérea foi elaborado no início deste ano e apresentado em maio de 2009, isto é, antes de Colômbia e EUA assinarem o acordo de defesa, em 30 de outubro – reforça Adams.</p>
<p>Mas para Isacson, o texto mostra, “no mínimo, como os EUA retrataram seu papel militar na Colômbia para o Congresso americano, há poucos meses”.</p>
<p>– Esse documento revela que a amplitude estratégica das bases é muito maior que o simples combate ao narcotráfico – reforça José Genoino. – O objetivo maior da utilização das bases é permitir operações em todo o continente sul-americano e controlar o espaço aéreo da região. O combate ao narcotráfico é apenas uma coisa a mais.</p>
<p>Por: Joana Duarte, JB Online</p>
<p>Postado por Rafael de Miranda</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para não se perder por aí]]></title>
<link>http://osestrangeiros.com/2009/11/23/para-nao-se-perder-por-ai/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 13:59:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Os Estrangeiros</dc:creator>
<guid>http://osestrangeiros.com/2009/11/23/para-nao-se-perder-por-ai/</guid>
<description><![CDATA[Nunca levei muita fé nesse lance de guias de viagem. Achava que era preciso sair por aí e descobrir ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><a href="http://osestrangeiros.wordpress.com/files/2009/11/guia.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1105" title="guia" src="http://osestrangeiros.wordpress.com/files/2009/11/guia.jpg" alt="" width="256" height="256" /></a></p>
<p style="text-align:left;">Nunca levei muita fé nesse lance de guias de viagem. Achava que era preciso sair por aí e descobrir as coisas por si mesmo. Ainda acho isso, mas fui obrigada a mudar de opinião em relação aos guias quando, depois de alguma insistência do Ale, adquirimos o “Guia Criativo para Viajante Independente na América do Sul”.</p>
<p style="text-align:left;">Por uma bagatela de R$ 60 temos agora em nossas mãos um belo conjunto de dicas sobre os mais diversos assuntos de 12 países da América do Sul (Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Suriname, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela), e o que é melhor, em português.</p>
<p style="text-align:left;">As informações foram organizadas por país, onde há dados sobre a geografia, economia, história, clima, entrada (avião, carro, ônibus, etc), fuso horário, eletricidade (se é 110V ou 220V), câmbio, segurança (quais cuidados importante devem ser tomados), locomoção, alimentação, entretenimento, entre outros assuntos. Após, há dicas sobre as principais cidades com mapa, lista de hostels, albergues e hotéis, quais são as atrações, etc.  Uma desvantagem: suas quase 700 páginas pesam cerca de 500g, o que já faz uma diferença na mochila ao final de um cansativo dia.</p>
<p style="text-align:left;">Há outros guias por aí como, por exemplo, o famoso Lonely Planet. Dei uma folheada e me pareceu ser bastante completo apesar de ser em inglês o que pode ser um empecilho para algumas pessoas.</p>
<p style="text-align:left;">Mas acho que a sacada aqui é folhear e escolher o que melhor se encaixa nas tuas expectativas e necessidades, sempre com uma certeza: numa viagem, informações sempre vêm pro bem porque nos impedem de entrar em furadas ou deixar de ir a lugares imperdíveis que só quem é nativo ou conhece bem o lugar sabe.</p>
<h5 style="text-align:left;">Texto: Thais Brandão</h5>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Para qué 20 bases militares de Estados Unidos?]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/21/%c2%bfpara-que-20-bases-militares-de-estados-unidos/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 01:35:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/21/%c2%bfpara-que-20-bases-militares-de-estados-unidos/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Antes de los nuevos convenios los estadounidenses tenían 12 bases reconocidas y otras poco cl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p><strong>Antes de los nuevos convenios los estadounidenses tenían 12 bases reconocidas y otras poco claras, pero pese al despliegue de recursos y efectivos militares el narcotráfico seguía viento en popa y el país del norte continuó siendo el primer consumidor mundial de drogas. El terrorismo no está ni en América Latina ni en el Caribe, sino en los países a los que Washington lleva sus guerras y el dinero del narcotráfico</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Por:     Frida Modak</strong> <strong><br />
           ::</strong></p>
<p>Desde que trascendió que Colombia tenía un convenio con Estados Unidos para facilitarle siete bases militares en su territorio, el tema ha sido objeto de mucha discusión.</p>
<p>Sin embargo, el convenio ya es un hecho y a eso hay que agregar que se abrirán cuatro nuevas bases en territorio panameño, lo que representa un gigantesco paso atrás en la nación istmeña que luchó durante tantos años por recuperar la soberanía sobre su territorio, hasta expulsar de allí a las anteriores bases estadounidenses.</p>
<p>Pero el asunto tiene consecuencias para todos los países del área, así como también para el Caribe y para todos aquellos hasta donde alcancen los equipos de espionaje, porque esos serán instalados en las bases.</p>
<p>Los gobiernos de la región no llegaron a un acuerdo sobre el tema en la reunión de UNASUR, lo obviaron, optando por considerarlo un asunto interno de Colombia para no entrar en la discusión de hasta dónde llega el concepto de soberanía nacional.<br />
Estados Unidos, por su parte, intenta presentar esta expansión de sus bases militares como una forma de combatir el narcotráfico y el terrorismo.</p>
<p>Antes de los nuevos convenios los estadounidenses tenían 12 bases reconocidas y otras poco claras, pero pese al despliegue de recursos y efectivos militares el narcotráfico seguía viento en popa y el país del norte continuó siendo el primer consumidor mundial de drogas.</p>
<p>El terrorismo no está ni en América Latina ni en el Caribe, sino en los países a los que Washington lleva sus guerras y el dinero del narcotráfico; según los estudiosos del tema, se lava mayoritariamente en los bancos estadounidenses, lo que hasta antes del estallido de la crisis económica actual habría contribuido a paliar los déficits fiscales.</p>
<p>Así se distribuyen</p>
<p>Hasta el año 2000, Estados Unidos tuvo a Panamá como sede de su enorme aparato de vigilancia y espionaje dirigido fundamentalmente a América Latina y el Caribe, pero que le permitía controlar también las relaciones de la región con los demás países del mundo.</p>
<p>En 2000, en cumplimiento de los Tratados Torrijos-Carter, se tuvieron que ir de Panamá, su base principal, Howard, se la llevaron a Miami y la Escuela de las Américas la instalaron en Fort Benning con el nombre de Instituto de Cooperación Hemisférica, ahí se siguen dando a los uniformados latinoamericanos cursos de inteligencia militar y de técnicas de tortura.</p>
<p>El cambio determinó que el Pentágono tuviera que reprogramar sus planes de control sobre la región y creó los llamados puntos de avanzada de operación (FOL por sus siglas en ingles) estructurados como centros de &#8221;movilidad estratégica&#8221; y &#8221;uso de fuerza decisiva&#8221; en guerras relámpago y con bases y tropas de despliegue rápido.</p>
<p>En la localidad ecuatoriana de Manta, el presidente de la época les permitió instalar una base que fue la sustituta de la de Howard, y que se convirtió en el mayor punto de espionaje, con equipos satelitales, hacia América del Sur.</p>
<p>De ahí despegaban los aviones espías Orion C-130 y los Awac, que interceptan las conversaciones de radio y señales de radar en un radio de 321.8 kilómetros.</p>
<p>Las bases actuales</p>
<p>En El Salvador está la base militar de Comalapa, que hace monitoreo vía satélite y apoya a las bases grandes.</p>
<p>En Honduras, la base Soto-Cano, que originalmente se llamó Palmerola y sirvió para entrenar a los &#8221;contra&#8221; en el intento de derrocar al primer gobierno sandinista.<br />
Además allí tienen una estación de radar que da apoyo para entrenamiento y misiones en helicóptero, vigilando cielos y aguas y se le considera clave para operaciones militares. Es la base a la que llevaron al presidente Zelaya cuando lo secuestraron para sacarlo del país.</p>
<p>En Costa Rica, el país sin Ejército, la base de Liberia que se usó como centro de negociaciones y en la que funcionó hasta 1995 un sistema de radar, entra en funciones otra vez, ahora con un nuevo radar, según anunció hace un mes Paul Trivelli, subcomandante del Comando Sur.</p>
<p>Esa fuente dijo también que en la localidad de Caldera se invertirán 15 millones de dólares en una base naval que ya se está construyendo.   </p>
<p>En Colombia operaban tres bases y ahora serán siete, de las cuales la más importante por el equipamiento que se le está brindando es la de Palanqueros, que remplazará a la de Manta.</p>
<p>Los militares estadounidenses podrán usar también todos los aeropuertos del país, como anunció hace pocos días el gobierno de Álvaro Uribe.</p>
<p>Perú, según lo afirma el gobierno del presidente Alan García, no tiene bases estadounidenses; sin embargo, se señala que ha permitido el ingreso de militares de Estados Unidos y la construcción de algunas instalaciones en Iquitos y Nanay, zona fluvial de la Amazonia peruana.</p>
<p>En Paraguay se encuentra la base militar Mariscal Estigarribia, que simboliza exactamente la finalidad de este tipo de instalaciones militares.</p>
<p>Esa instalación se encuentra en la región del Chaco, tiene capacidad para alojar a 20 mil soldados estadounidenses, una enorme pista de aterrizaje y se encuentra a 200 kilómetros de Argentina y Bolivia y a 300 kilómetros de Brasil.</p>
<p>Su aeropuerto es más grande que el de Asunción, la capital paraguaya.<br />
La base está estratégicamente ubicada, cerca de la triple frontera Paraguay, Brasil, Argentina, y próxima al Acuífero Guaraní, que es la mayor reserva de agua dulce del mundo.</p>
<p>Desde allí se vigila también el Altiplano boliviano y Venezuela.</p>
<p>Los problemas que está teniendo el presidente Lugo, quien en un año de gobierno ha cambiado ya tres veces a la cúpula militar del país, están relacionados con sus posiciones a favor de una América Latina independiente. Habrá que seguir el desarrollo de la situación.</p>
<p>Y nos quedan las bases del Caribe, la más conocida es la de Guantánamo, que la administración de George W. Bush usó como cárcel y lugar de tortura para presuntos terroristas cuya condición de tales no se ha podido probar, presidio que Obama no ha podido cerrar como anunció.</p>
<p>En las Antillas Holandesas están la base militar Reina Beatriz en Aruba y Hatos en Curazao.</p>
<p>La de Vieques en Puerto Rico debió ser desalojada en 2004 a raíz de un fuerte movimiento popular en demanda de su cierre.</p>
<p>A este listado se suman las cuatro bases que se instalarán en Panamá, en medio de una gran polémica, porque se echa por tierra la lucha de décadas por recuperar la plena soberanía del país.</p>
<p>El Pentágono se anticipó: Samper</p>
<p>En este debate en el que tantas cosas se dicen a medias, el ex presidente colombiano Ernesto Samper fue muy claro al ser entrevistado por Telesur.<br />
A una pregunta sobre las reales intenciones del Pentágono en relación a las bases en su país respondió: &#8221;Las bases estaban anunciadas en las bases del Pentágono desde el mes de enero.</p>
<p>&#8221;Ahí aparecían las bases señaladas en el mapa de Colombia, antes de que se entrara a negociar con Colombia, estas bases no son para luchar contra el narcotráfico y el terrorismo en Colombia.</p>
<p>&#8221;El tipo de equipos que van a llegar a Colombia, equipos militares, no van a fortalecer la lucha contra el terrorismo o el narcotráfico.</p>
<p>&#8221;Aviones C17 que transportan hasta 70 toneladas de material bélico, aviones ligeros de espionaje P Orión 3 que van a llegar a Barranquilla, aviones como el Awac que va con una plataforma de vigilancia electrónica arriba, Boeings 707, ¿los van a traer para fumigar los cultivos ilícitos?, ¿van a traer los C17 para llevar masivamente a los narcotraficantes?   &#8221;!Por Dios! Esto es un portaaviones para vigilancia electrónica para el hemisferio y eso es lo que temen con razón, no solamente Venezuela, que tiene todo el derecho a cuestionar estos dispositivos disuasivos, sino también Brasil y los países de UNASUR&#8221;.</p>
<p>Mensaje de Lula</p>
<p>En este contexto, el presidente brasileño le envió el siguiente mensaje verbal a su colega estadounidense: &#8221;Querido compañero Obama: no necesitamos las bases Americanas en Colombia para combatir el narcotráfico en América del Sur&#8221;.</p>
<p>(*) La autora es una reconocida periodista chilena radicada en México colaboradora de Prensa Latina.</p>
<p>Fuente: Prensa Latina</p>
<p>Fonte <a href="http://www.telesurtv.net/noticias/opinion/1497/para-que-20-bases-militares-de-estados-unidos/">http://www.telesurtv.net/noticias/opinion/1497/para-que-20-bases-militares-de-estados-unidos/</a></p>
<p>Postado por</p>
<p>Luiz Albuquerque</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Guerras secretas, golpes e espionagem: Os requintes de crueldade da política externa americana para a América Latina e o mundo]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/21/guerras-secretas-golpes-e-espionagem-os-requintes-de-crueldade-da-politica-externa-americana-para-a-america-latina-e-o-mundo/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 01:09:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[CIA Secret Wars Killed 6 Million People &#8211; Government Coverup &#8211; Attacks on 3rd World Nati]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/6R8gKQGmoao&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/6R8gKQGmoao&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>CIA Secret Wars Killed 6 Million People &#8211; Government Coverup &#8211; Attacks on 3rd World Nations &#8211; Third World War</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/UAU0PobKt40&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/UAU0PobKt40&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>CIA dictatorships in Latin America Immortal Technique</p>
<p>Postado por</p>
<p>Luiz Albuquerque</p>
</div>]]></content:encoded>
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<item>
<title><![CDATA[As Veias Abertas da América Latina; entrevista com Eduardo Galeano]]></title>
<link>http://neccint.wordpress.com/2009/11/21/as-veias-abertas-da-america-latina-entrevista-com-eduardo-galeano/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 00:43:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Albuquerque Luiz</dc:creator>
<guid>http://neccint.wordpress.com/2009/11/21/as-veias-abertas-da-america-latina-entrevista-com-eduardo-galeano/</guid>
<description><![CDATA[No member of the Hugo Chavez Book Club (not even President Obama) can truly be prepared to discuss E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/shTJosdsM_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/shTJosdsM_0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>No member of the Hugo Chavez Book Club (not even President Obama) can truly be prepared to discuss Eduardo Galeano&#8217;s &#8216;Open Veins of Latin America&#8217; without viewing Amy Goodman and Juan Gonzalez&#8217; interview with Mr. Galeano from May 19th, 2006 on Democracy Now.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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