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	<title>amizade &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/amizade/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "amizade"</description>
	<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:22:11 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[ESTATUTO DE NATAL !]]></title>
<link>http://presentepravoce.wordpress.com/2009/11/26/estatuto-de-natal/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:27:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>presentepravoce</dc:creator>
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<description><![CDATA[O NATAL . A Igreja em sua missão de ir pelo mundo levando a Boa Nova quis dedicar um tempo para apro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O NATAL . A Igreja em sua missão de ir pelo mundo levando a Boa Nova quis dedicar um tempo para apro]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Ainda Sobre o Tempo!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 07:40:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/</guid>
<description><![CDATA[O Tempo A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa. Quando se vê, já são seis horas! Quan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>O Tempo</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.<br />
Quando se vê, já são seis horas!<br />
Quando de vê, já é sexta-feira!<br />
Quando se vê, já é natal&#8230;<br />
Quando se vê, já terminou o ano&#8230;<br />
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.<br />
Quando se vê passaram 50 anos!<br />
Agora é tarde demais para ser reprovado&#8230;<br />
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.<br />
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas&#8230;<br />
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo&#8230;<br />
E tem mais: não deixe de fazer algo de que gosta devido à falta de tempo.<br />
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.<br />
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca mais voltará.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em>Mário Quintana</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em><br />
</em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><em> </em></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3169" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/26/ainda-sobre-o-tempo/clock/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3169" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/clock.jpg" alt="" width="417" height="522" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Hora após hora vejo os sonhos se despedaçarem diante da realidade. A noite mal-dormida se torna motivo para tristeza, mal-humor e uma certa dose de baixa auto-estima. O relógio não pára – pelo contrário anda cada vez mais rápido. Oportunidades são deixadas para trás e escolhas são feitas. Sorrisos viram lágrima e a dor no fundo da alma é escondida num sono fora de propósito.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A amizade vira um simples som no fundo do telefone e o e-mail tão esperado é direto – sem floreios, frio e sem mágica alguma. O sorvete no final da tarde não chega a ser degustado (o paladar quase nem existe mais) e a água parece ser a solução para resfrescar o dia realmente quente. A nota nove é anunciada sem o menor suspense e um ciclo de cinco anos, muito carinho e algum aprendizado finalmente se encerra.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tudo isso em menos de 24 horas&#8230;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase do dia]]></title>
<link>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/25/frase-do-dia-14/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 20:54:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>viniciuspacheco</dc:creator>
<guid>http://reflexovp.wordpress.com/2009/11/25/frase-do-dia-14/</guid>
<description><![CDATA[As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável. (Madre Te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>As palavras de amizade e conforto podem ser curtas e sucintas, mas o seu eco é infindável.</p>
<p>(Madre Teresa)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Musicas para Relaxar... #8]]></title>
<link>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/25/musicas-para-relaxar-8/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 17:41:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago S. M.</dc:creator>
<guid>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/25/musicas-para-relaxar-8/</guid>
<description><![CDATA[Por: Thiago S. M.   Titãs Em quanto Houver sol Quando não houver saída Quando não houver mais soluçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"><strong>Por:</strong> Thiago S. M.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gAXWTLgjB2o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gAXWTLgjB2o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </p>
<address>Titãs</address>
<address>Em quanto Houver sol</address>
<address></address>
<pre style="text-align:center;">Quando não houver saída
Quando não houver mais solução
Ainda há de haver saída
Nenhuma ideia vale uma vida
Quando não houver esperança
Quando não restar nem ilusão
Ainda há de haver esperança
Em cada um de nós, algo de uma criança

Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol

Quando não houver caminho
Mesmo sem amor, sem direção
A sós ninguém está sozinho
É caminhando que se faz o caminho
Quando não houver desejo
Quando não restar nem mesmo dor
Ainda há de haver desejo
Em cada um de nós, aonde Deus colocou

Enquanto houver sol, enquanto houver sol
Ainda haverá
Enquanto houver sol, enquanto houver sol</pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diálogos de MSN... #1]]></title>
<link>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/25/dialogos-de-msn-1/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 13:50:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago S. M.</dc:creator>
<guid>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/25/dialogos-de-msn-1/</guid>
<description><![CDATA[Por: Thiago S. M. Bom gente, estava eu conversando com um amigo um dia desses (pelo msn), e no meio ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"><strong>Por:</strong> Thiago S. M.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;"><a href="http://fizerrado.wordpress.com/files/2009/11/msn.png"><img class="size-full wp-image-478  aligncenter" title="Msn" src="http://fizerrado.wordpress.com/files/2009/11/msn.png" alt="" width="300" height="300" /></a></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Bom gente, estava eu conversando com um amigo um dia desses (pelo msn), e no meio da conversa ele resolveu falar de uma coisa que aconteceu com ele e sua namorada.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Enfim, ele tinha me dito que havia dado uma aliança para a sua namorada. Foi ai que eu achei estranho o cara não é desse tipo de coisa. Mas o problema todo não era ele ter dado a aliança, foi jeito com o qual a namorada dele recebeu.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Na hora ela recebeu numa boa e talz, mas depois pelo MSN, foi que esse meu amigo realmente ficou sabendo quem era a sua namorada. Bom, abaixo segue parte do diálogo dos dois.  </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Vejam o Inicio da conversa&#8230;.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Renata &#62;&#62; oiiii</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Bruno&#62;&#62; Oi amor&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Renata&#62;&#62; Nossa Bru&#8230;você me surpriendeu hj&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Bruno&#62;&#62; Ha foi amor?! que bom né&#8230; você gostou ??</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Renata&#62;&#62; &#8230; ha gostei né&#8230; é que foi uma surpresa e tanto mesmo. Fiquei até sem reação&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Depois de um tempo&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Renata&#62;&#62;&#8230; mais Bruno, eu tava vendo aqui, essa aliança e de ouro??</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#888888;">Bruno&#62;&#62; &#8230; não não amor,  é de prata&#8230; </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Durante uns 10 minutos sem responder&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">Renata&#62;&#62; haa&#8230; Bruno, você deveria ter me consultado né. Nós demos um passo muito grande em nossas vidas&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">O Bruno muuito puta da vida responde&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">Bruno&#62;&#62; Olha Renata, a gente ta junto ja faz um tempo e tudo mais, eu pensei que você fosse gostar&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">mas já que não é o caso&#8230; APESAR DA ALIANÇA NÃO SER DE OURO&#8230; EU VO TE DIZER&#8230; É DE PRATA NÃO ENFERRUJA E AINDA VALE UM DINHEIRO, PARA CASO VOCÊ QUEIRA VENDER&#8230;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">Quando o Bruno me mostrou essa conversa ai em cima, eu não parava de rir, mas ele me perguntou muito sério. Então eu disse pra ele né.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">&#8220;&#8230; Olha, quem sabe de você é você mesmo, se você gosta da Renata, sei la&#8230; Troca uma idéia. Mas se você ta vendo que vai vai fuder&#8230; caia fora enquanto ainda é tempo&#8230;porque pesoas como a Renata aprendem com o tempo&#8230;&#8221; e &#8220;&#8230;outra né&#8230; é só não criar expectativa que você se sai bem&#8230;&#8221;</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;">Resumindo, esse meu amigo ta <span style="text-decoration:line-through;">fudido</span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#999999;"><span style="text-decoration:line-through;">PS: </span>Renata e Bruno são nomes fictícios</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trecho XVI - O sonho de Theo (Infidèle)]]></title>
<link>http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/2009/11/25/trecho-xvi-o-sonho-de-theo-infidele/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 10:55:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andante</dc:creator>
<guid>http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/2009/11/25/trecho-xvi-o-sonho-de-theo-infidele/</guid>
<description><![CDATA[O artista tende a ver o que pinta ao invés de pintar o que vê. E. H. Gombrich Leia O diário dos dias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>O artista tende a ver o que pinta<br />
ao invés de pintar o que vê.</em></p>
<p style="text-align:right;">E. H. Gombrich</p>
<p style="text-align:left;">Leia <strong>O diário dos dias extraordinários</strong> completo</p>
<p style="text-align:left;">acessando o <a href="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/indice/" target="_self">índice</a> disponível no cabeçalho acima.</p>
<p>Obrigado, desfrute!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/1Lnhhr6pDqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/1Lnhhr6pDqc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Uma amiga – dentre muitos talvez que aqui vêm e dão só uma olhadinha &#8212; está decepcionada com <em>O diário dos dias extraordinários</em>. Por conta deste nome, estava certa de que iria encontrar em <em>Oddde</em> os relatos de minhas viagens à Islândia ou à Polinésia, as semanas nos vales dos Himalaias percorrendo a antiga rota das caravanas da seda, visitando templos milenares e oásis, os dias numa aldeota em que pude crer estar na mítica Macondo, preso ali por conta de repetidas avalanches, meu acidente no Deserto do Atacama ou a travessia pela Patagônia. Nada disso está aqui, embora nada disso deixe de estar, pois não há um Andante sem todo o seu caminho, todo o percurso, todas as memórias de viagens. Em mim estão Dalsnibba e Uzungöl, as Grenadines e o Nubra Valley – e portanto, em cada uma destas linhas está a Índia e o Peru, a Rússia e o Alaska, embora poucas vezes eu mencione anedotas de viagem ao longo desta narrativa.</p>
<p>Porque aconteceu o meu encontro com Theo, e conviver com ele equivale a viajar – não só em sua extraordinária beleza, nem tanto pelo sotaque estrangeiro. Lembro que o Trecho I deste diário leva ironicamente o nome da canção de Perry Blake – <em>It’s just an ordinary day&#8230; Nothing much to laugh about, nothing much to cry about</em>&#8230; &#8211;, pois nunca pretendi outra coisa que não relatar o meu cotidiano de prática e minha convivência com Theo, de meditação e amor, o que para mim é suficientemente extraordinário – passar meus dias cultivando paz e não mais ansiedade, procurando a compreensão no mesmo lugar onde antes havia a impaciência, a compaixão no lugar da raiva, a alegria ao invés da angústia, a prática da liberdade onde antes praticava preferências, apego e aversão. Para mim, é suficientemente extraordinário beber chá e ao mesmo tempo beber nuvens e paz, e poder cultivar gratidão e desapego bebendo chá. E afinal beber chá, simplesmente. Como ensina o meu mestre, <em>as pessoas dizem que é milagre andar sobre a água; mas para mim o verdadeiro milagre está em andar pacificamente sobre a terra.</em></p>
<p>Parece-me extraordinário ter alguém no meu cotidiano com quem compartilhar a prática – que consiste basicamente em viver com plena consciência, todos os momentos, em todo lugar, caminhando até o banheiro, lavando a louça, falando com cuidado e ouvindo profundamente, ao telefone, pela internet ou pessoalmente. <em>Assistir nesta tela de computador estas manchinhas pretas tornando-se letrinhas, tornando-se uma voz que na minha mente, enquanto escrevo e crio, seria a minha voz, mas que na verdade neste momento é a sua voz, na sua mente, compartilhando esta narrativa</em>&#8230; Não me interessa acender velas e incenso ou recitar mantras – ressinto-me da prática formal, quando é superficial. Ela me constrange, desestimula, enfraquece, traz-me dúvidas e até embrutece. Como não sou obrigado a ela, a não ser no mosteiro quando posso pratica-la observando minha própria prisão, a partir dos meus julgamentos e aversão, tenho sido feliz, diligente e pacientemente praticando – e ao final do dia, ou mesmo ao final de um percurso de carro ou a pé, quando dou-me o tempo para relembrar todos os momentos do trajeto, e lembro-me inclusive dos meus estados de espírito, de mudanças de luz e temperatura, do meu fluxo de pensamentos, de uma coceira, da buzina ou do canto do pássaro – como um exercício de passar em revista a minha atenção e a concentração, e como a mantive e desenvolvi ou perdi a cada momento – e de repente dou-me conta do instante presente, no qual realizo tal exercício, e de que em minutos revivo o dia, e ao estar consciente da consciência alguma coisa se desliga e não mais há observador nem observado nem observação&#8230; Isso parece-me extraordinário!</p>
<p>Sempre vivi a vida extraordinária que nos é dada, mas a não ser em minhas viagens, raras vezes dando-me conta disso. Neste sentido, minha amiga tem razão – um diário dos dias extraordinários deveria ser um diário das minhas viagens: comer olhos e cérebro de carneiro na Grécia ou carne apodrecida de tubarão na Islândia, iguarias oferecidas ao estrangeiro e convidado de honra, este mesmo que no restante do tempo está vegetariano. Colocou-me porém numa nova trilha, que afinal desembocou na prática da plena consciência, a mãe de uma outra amiga, quando depois de ouvir meus relatos e ver as fotografias de uma viagem de alguns meses pela Capadócia, adentrando o território da antiga Babilônia ao longo das margens dos rios Tigres e Eufrates – <em>você viaja num estado de graça</em>, disse-me, referindo-se aos inúmeros perigos por que passava sem mazelas, os contratempos que ocorriam e quase magicamente se deslindavam, sem mais da minha participação nas soluções do que paciência e contemplação &#8212; relativamente poucos, em se pesando minha exposição durante essas viagens de expedição &#8211;, muitos deles corrigindo meu caminho em direção a rumos mais maravilhosos e ao encontro das pessoas mais extraordinárias&#8230; A mãe de minha amiga tinha razão, e ao me dar conta disso, resolvi viver o meu cotidiano também em estado de graça, e não mais aguardando pelas viagens. Desisti de ficar ansiando o ano inteiro pelo mês de férias, e a experiência de viver num estado de graça que me proporcionavam as viagens. Desisti de ficar esperando pela admissão no Paraíso pela porta dos fundos, e após um breve passeio pela ante-sala de novo ver-me despachado para o Inferno&#8230; Decidi viver no Paraíso todos os dias – e um dos primeiros degraus da prática foi libertar-me de conceitos de Paraíso e Inferno&#8230; Nem um nem outro extremo, há um estado de paz e alegria que suplanta os dois – coisa parecida com o que sentia na liberdade das minha viagens, mas mais constante, estável, e cotidiano. Decidi ser feliz, <em>aqui e agora</em>, e não mais esperar por um outro lugar melhor para ser feliz, o Monte Athos ou o Deserto de Gobi, e independer das condições ideais – das minhas idéias sobre felicidade &#8212; , para desfrutar isto&#8230; Cansei de esperar e depender de condições ideais de clima e temperatura e situação e pessoas e etcetera para ser feliz – um longo processo de liberação que ainda está em curso, e que já se associou ao percurso deste cadáver a caminho que sou.</p>
<p><a href="http://www.oficinadeastrologia.com/pg/lua" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-529" title="16- full moon trees overlay" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-full-moon-trees-overlay.jpg" alt="16- full moon trees overlay" width="460" height="655" /></a><br />
Isto dito à minha querida amiga e leitora, que espero possa lidar bem com a frustração, foi o caminho do Inferno ao Paraíso que retracei, no elevador com Theo. Foi durante aquele breve percurso descendente que consegui resgatar o contato com meu centro, <em>the island whithin, inspirando, expirando, inspirando, expirando</em> – tive inclusive de fechar os olhos à beleza extraordinária de Theo, e talvez por isso ele não tenha feito outro comentário que não o elogio a Aquiles; também fechou os olhos e, creio, voltou-se à própria respiração. Quando saímos do elevador e atravessamos o hall em direção à noite fresca, envolvia-nos um renovador e aconchegante silêncio, no qual novamente eu podia ouvir as batidas do meu coração, vendo Ralph e <em>Il Rigoletto</em>, minha contrariedade e sentimentos de humilhação e vingança, todos, dissolvendo-se no espaço amplo da consciência; a temperatura de meu corpo arrefecendo e a rigidez dos músculos suavizada, à medida que eu deixava o Inferno onde me colocara. Teria sido excelente fazer este mesmo processo in loco, abandonar o próprio Inferno sem ter de abandonar o Inferno, deixar de estar no Inferno estando ainda no Inferno – mas daquela vez eu não conseguira, e tivera de deixar a festa para poder acalmar-me. Ao menos, sentia que nada daqueles sentimentos negativos e emoções aflitivas me acompanhariam por muito tempo, e se eu praticasse, se eu persistisse na prática, dissolvendo-os, provavelmente nenhum deles chegaria em casa comigo – não porque deles me esquecesse ou distraísse, mas porque os transformava. Theo, silencioso e pacífico a meu lado, parecia também disposto a isto, o que provocou-me um agradável contentamento e impeliu a convida-lo &#8212; O que você acha de fazermos meditação caminhando até em casa?</p>
<p>Vivemos uma fantasia. A minha, naquela noite, incluía os exuberantes jardins do prédio de Aquiles, com quase quarenta anos de existência – oposto do zen do meu edifício, estes eram luxuriantes, o pequeno bosque que se tinha de atravessar a partir do portão de entrada – um canto dele tendo sido desmatado nos anos recentes para a construção de uma guarita externa; por medidas de segurança e valorização do edifício, típicas da classe média entre apavorada e ávida, tinha morrido uma frondosa paineira &#8211;, tendo-se inclusive de cruzar uma pequena ponte sobre espelhos d’água, onde nadavam carpas e viviam rãzinhas que agora mesmo escutava. Tão alegre e satisfeito estava, na breve vitória sobre minha contrariedade, na companhia doce do deus adolescente, que voltou a invadir-me a mesma delícia de caminhar nos bosques outonais de Leh, no ar rarefeito que me deixava tanto mais alerta e impulsionava meu módulo de alta definição de percepção,  por entre regatos da água límpida de desgelo do Himalaia, enquanto o suave marulhar nos pequenos espelhos d’água enviou-me de volta à Patagônia chilena e as caminhadas circundando seus grandes lagos, às vezes cruzando-os em botes infláveis para nos aproximarmos das geleiras&#8230; E eu nem tinha deixado o meu bairro&#8230;</p>
<p>A prática é todo o tempo, em todo lugar, e quando não se mantém o <em>insight</em>, há que sempre recomeçar. Percebi a precariedade de meu contentamento, que não era muito mais do que a pobre euforia de ver-me livre da contrariedade experimentada durante a festa improvisada, achando-me enfim a sós e em paz com meu adorado amigo – percebi que havia confundido a constância da vela em relação ao esplendor dos fogos de artifício, e de novo vi-me em meio à fumaceira depois que o espetáculo colorido e ruidoso da minha falsa paz e do meu pífio silêncio foram interrompidos pelo celular de Theo. Por sua expressão percebi que não reconhecera o número que o chamava, e não se afastou de mim para falar, assim acompanhei um dos lados da conversa – Ah&#8230;. Oi, Philippe. É mesmo? Que bom! Não, eu não estou em casa. Você poderia deixar na portaria do meu prédio para mim? Hoje à noite? Estou de saída da casa de&#8230; um amigo – final da conversa, ouvi Theo dar o endereço do prédio de Aquiles ao tal Philippe, combinando de encontra-lo à frente – O cara de ontem&#8230; – esclareceu-me em seguida &#8212; Encontrou minhas chaves na casa dele, e quer devolver-me.</p>
<p>Foi assim que terminou minha fantasia de bosques nos vales dos Himalaias junto a lagos da Patagônia sob uma lua cheia que jamais vi tão forte quanto no deserto do Atacama ou do convés de um pequeno barco cruzando o Mediterrâneo&#8230; Vi nossa meditação caminhando descartada, não só porque Theo viera de bicicleta, mas porque vinha até ele o tal Philippe, o cara de ontem – <em>Uau, veja o que minha mente é capaz de produzir</em>!, havia-me ensinado a praticar um outro mestre, observando os fenômenos da mente e suas intricadas conexões, não me surpreendendo ao ouvir o nome Felipe manifestar-se mais uma vez naquele jardim, sendo que em muitas outras ocasiões havia sido eu mesmo a pronuncia-lo. Felipe era o nome do meu primeiro namorado, sobrinho de Aquiles. Não o via há alguns anos, pois atualmente mora no Canadá, e no entanto estava de novo aqui, neste jardim – nunca tendo deixado o espaço da minha consciência. Meu desconforto aumentou diante do eminente abandono por Theo, e a toda contrariedade da noite somava-se agora o fantasma de um amor interrompido, ou dois, ou mais, e de novo via-me afundar no pântano do meu Inferno da rejeição, por causa do Felipe e de Philippe.</p>
<p>Theo, no entanto, não se encontrava no mesmo lugar que eu, embora estivéssemos os dois nos jardins do prédio de Aquiles – O que tem ali? – perguntou, e antes que eu advertisse ser território proibido, a casa fantasma, vi-o desaparecer aos pulos, galgando os largos degraus que levavam ao primeiro cubo de concreto dos Jardins Suspensos da <em>Babylonia</em>, como Felipe e eu havíamos apelidado aquele canto do terreno – uma série de espaçosos cubos de concreto cercados de largas floreiras cheias de vegetação e onde até árvores cresciam, os cubos em diferentes alturas criando desníveis de patamares e abrindo clareiras em meio à vegetação. De dia, pelas rampas e não pelos degraus, algumas mães escalaram ali com seus bebês – atualmente, só se viam babás com os bebês das mães ausentes &#8211;, por isso o apelido de <em>Babylonia</em>. À noite, no entanto, nunca avistava-se ali nenhum morador, e assim nós descobríramos mais um lugar para namorar&#8230; Era portanto um terreno mal-assombrado para mim, aqueles cubos de concreto em meio ao bosque, e quase não tive coragem de sair no encalço de Theo – ainda não tendo percebido a chance que o deus adolescente me dava de fazer as pazes com meu próprio passado, nem tanto renovando as lembranças mas acrescentando uma outra, que eu ainda não imaginava qual seria&#8230; Algumas vezes, esquecia do poder curativo de Theo sobre mim, ou desacreditava dele.</p>
<p>Não diria que Theo tivesse escolhido o canto mais querido e dolorido das minhas memórias, pois não havia nenhum sítio naqueles cubos que Felipe e eu não tivéssemos desfrutado ao longo dos anos &#8212; Este lugar é mágico! – Theo exclamou, abrindo os seus metros de braços e ombros, acolhendo o universo, girando nos calcanhares como às vezes fazia, tendo escolhido dos patamares o mais alto e central, na vizinhança de um pau ferro, completamente envolto pela vegetação e longe da vista de quaisquer passantes. Ele estava tão feliz e exuberante que, se fosse alguém de quem eu gostasse menos, teria reagido com mágoa e rispidez para faze-lo dar-se conta e compartilhar do meu sofrimento. Em sendo Theo, desarmei-me, e tentei compartilhar de sua alegria radiante que o tornava formidavelmente belo.</p>
<p>Alguns dos cubos eram totalmente circundados por canteiros, com vegetação  típica dos anos setenta, avencas e aspargos ornamentais, samambaias taludas que havia atingido o porte de árvores, enquanto nuns outros havia bancos de madeira em nichos – e Theo havia se instalado neles, tendo tirado as sandálias e com elas coberto a luminária rente ao chão que lhe pareceu dar-nos iluminação excessiva, estirado sobre o banco, e instando-me a fazer o mesmo no banco do lado oposto. Eu estava pregado nos degraus que subiam até esse último cubo, vendo-o tão à vontade naquele espaço, desfrutando-o tão imediatamente – era uma de suas qualidades principescas com as quais iria me acostumar, uma imediata e natural intimidade e posse de tudo que gostasse e desejasse desfrutar &#8211;, e como num sonho sem clemência, metido em roupas minhas. <em>Veja o que minha mente é capaz de produzir</em>&#8230;</p>
<p><a href="http://www.oddee.com/item_94349.aspx" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-530" title="16- cave_light dark strokes" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-cave_light-dark-strokes.jpg" alt="16- cave_light dark strokes" width="460" height="569" /></a></p>
<p>Demorei a apaziguar-me, e não colaborou a visão de Theo esparramado no banco, metro e meio distante de mim, na noite sensualmente agradável, envoltos pelo cicio de grilos, cigarras e alguns pássaros tardios, a escuridão assinalada pelo vôo iridescente dos insetos noturnos, o improvável coaxar de uma ou duas rãs em plena metrópole. Finalmente, fiquei descalço como Theo, e acomodei-me no banco, deitando de lado, na direção oposta à que ele havia escolhido, e como o meu amigo com o cotovelo dobrado sustentando a cabeça apoiada a uma mão, para que pudéssemos nos mirar confortavelmente. Theo encarou-me, sem esconder nada de sua satisfação com aquele lugar e momento, e em sua expressão deixando clara sua gratidão e a apreciação de minha companhia – e finalmente libertei-me, ao entender que Felipe tinha vindo em outro momento, antes para mim, e que retornaria depois como Philippe, então para Theo, mas agora havia só Theo e Andante, se eu não deixasse entrar mais ninguém. Então também para mim seria somente satisfação, gratidão e apreciação, que era o que de fato contava e existia – uma jaca podia despencar na minha cabeça a qualquer momento, ou poderia ter um infarto fulminante como geralmente ocorre com os homens em minha família, e diante desse pensamento sobre a minha própria brevidade afastaram-se o Felipe que cruzava o continente americano para assombrar-me na perspectiva do Philippe que cruzava a cidade para vir ao encontro de Theo – que, por sua vez, parecia perfeitamente instalado dentro da noite, só à espera da minha completa presença, pois ele já parecia identificar quando tinha em mim platéia que retribuísse, para criar um momento mágico.</p>
<p>&#8211; Posso te contar o sonho que tive, dormindo lá no seu apartamento? – Theo sorriu, secreto – Gostaria de acreditar que foi por causa da sua meditação&#8230; a sua onda amorosa que me invadiu&#8230; – percebi que no início de cada compartilhar, Theo sempre me incluía neles, o que era irresistível &#8212; Foi assim&#8230; Eu estava dentro de uma caverna da qual não podia divisar nenhuma parede, de tão longe que estavam, tão enorme era a caverna. E escura. Muito escura. Mas não completamente escura, pois de algum lugar vinha luz, que era a minha motivação para caminhar, buscando-a. Encontrava-me perdido, e estava completamente nu, sujo, faminto, exausto naquela busca. De repente, ouvi você me chamando. Você não dizia meu nome. Você me chamava diretamente. Eu não tinha um nome, eu não era alguém, então você me chamava diretamente, sem dizer nenhuma palavra. O seu chamado partia de mim mesmo, ecoando em mim, a partir de som nenhum. É difícil de descrever, como sempre, nos sonhos. Mas foi o chamado mais direto que já recebi. Não podia me equivocar. Fui seguindo na direção desse chamado silencioso. Descobri-me indo na direção da luz, que se intensificava. De repente enxerguei no meio da caverna uma enorme coluna de luz. A luz parecia irradiar-se do solo para cima, mas também do teto para baixo, de forma que era muito densa. Tive medo de me aproximar, mas o seu chamado sem palavras instigava-me. Não podia te enxergar, pois você estava dentro da coluna de luz, e eu ainda me encontrava na escuridão da caverna. Tive medo de adentrar, e então a sua mão alcançou-me no escuro e convidou-me a entrar&#8230; Dentro da luz, eu já não tinha mais a sensação de estar nu, talvez porque você estivesse nu também, então isso não era um problema&#8230; Ainda não te enxergava, pois a luz era muito intensa. Agora vamos subir a escada, você dizia, sem palavras, mas eu não enxergava escada nenhuma, só luz. Aqui é o primeiro degrau, e você tomava o meu braço e me ajudava a subir. Eu tinha medo, porque não conseguia enxergar a tal escada, e me parecia estar subindo no ar. Era aflitivo. Cada degrau era invisível, aquele onde eu estava e o próximo que devíamos galgar, então tinha medo de estar pisando num buraco. Só a sua presença me inspirava confiança, ainda que eu não pudesse te enxergar a meu lado. Podia sentir a sua presença. E assim fomos subindo degrau após degrau, os patamares invisíveis, vencendo o medo, galgando o ar, dependurados cada vez mais alto, escalando dentro da torre de luz&#8230; então comecei a ter receio de batermos contra o teto da caverna, do qual nos aproximávamos. Você seguia confiante, e eu tentava ter a mesma desenvoltura que você, e não demonstrar medo, embora me encolhesse. Finalmente, senti que estávamos atravessando o teto da caverna, que era só muito escuro mas afinal não era sólido.</p>
<p>Theo parou por um momento, e olhou-me, inclinando a cabeça de lado, para ver se eu prestava a atenção – e deve ter me encontrado fascinado, e também enternecido como sempre ocorria quando o via inclinar a  cabeça em dúvida, e continuou, estimulado:</p>
<p>&#8211; Estávamos numa catedral. Tipo gótica, com colunas muito compridas e  delgadas. Mas não havia bancos, e não me lembro do altar. Por toda parte o que havia era mesas, longas mesas de banquete, cobertas de todos os tipos de comida. Só então me lembrava que estava faminto, e me atirava à comida. Na catedral, perdi-me de você. Havia lá outras pessoas, comendo também, passeando por entre as mesas de banquete, mas era uma catedral tão enorme que as pessoas não encontravam umas às outras, e como havia comida em abundância, tampouco havia o quê disputar. De repente, me lembrava de você, e te chamava. Assim como eu, você não tinha nome, então não precisei dizer nada, simplesmente chamar diretamente. Você vinha imediatamente. Na verdade, você nunca tinha deixado o meu lado. Embora ainda não conseguisse enxergar você, mesmo que na catedral a luz fosse normal, filtrada pelas altas janelas. Comecei a entender que você e eu não éramos tão distintos, nem estávamos separados. Talvez você não estivesse a meu lado, mas dentro de mim, e por isso não conseguia te enxergar, porque estava procurando enxergar fora o que estava dentro&#8230; Não sei bem porque te chamei, talvez por não ter mais o que fazer ali naquela catedral de comidas, tendo me fartado. Você me convidava a prosseguir, e quando começávamos a caminhar o chão da catedral sob nossos pés, que parecia de pedra, dissipava-se como um nevoeiro, e nós estávamos descendo pela escada novamente, para dentro da caverna. Eu hesitava, com medo de deixar a catedral e a comida para trás, lembrando como era horrível sentir-me faminto. Você me encorajava a seguir, com um sorriso, que eu sentia mais do que enxergava, já que você permanecia invisível. Era impressionante descer dentro do ar, pisando nos degraus invisíveis. Tinha medo de cair, sentia vertigem. E você me acalmava. Quando chegávamos ao solo da caverna, você se encaminhava para fora da coluna de luz, e eu gritava que não, que era um erro, que não devíamos voltar para a escuridão! Você tomava minha mão e me conduzia. Que pavor senti, ao reentrar na escuridão. Olhe lá, ouvi, mesmo sem você dizer. E enxergava uma outra coluna de luz, majestosa, uns cem metros à nossa frente, e para lá nos encaminhávamos. Com aquelas duas colunas de luz, a caverna já não era tão escura, embora continuasse vastíssima, sem limites visíveis. E parecia que tínhamos ficado molhados da primeira coluna de luz, pois nós mesmos passáramos a emitir um tanto de luminosidade, de tal forma que caminhar na caverna já não era tão assustador. Deixamos uma torre de luz em direção à outra, caminhando muito devagar, mas sem hesitação. Adentramos o segundo espaço de luz, e de novo você nos conduziu escada acima, embora eu não enxergasse escada alguma. Eu tinha de vencer o medo a cada degrau, e esta escada parecia bem mais alta do que a outra&#8230; Uma vez mais, o teto da caverna abriu-se sobre nossas cabeças, e desta entramos num jardim maravilhoso, com árvores frutíferas e muitas flores, regatos, pássaros, muito sol&#8230; Eu já não sentia fome, mas as frutas pareciam se oferecer a mim, de tão coloridas, superfícies brilhantes como se tivessem sido polidas, refletindo a luz, adoráveis, macias, sedutoras. Tive a impressão de que todas as frutas estavam plenamente maduras e as flores todas completamente abertas. Estava inebriado pelos perfumes, pelas cores. Sentia o conforto do sol acariciando minha pele, e com um arrepio também uma brisa a envolver-me. Ouvia com perfeita clareza, como se usasse fones de ouvido, o som dos galhos agitando-se, do vôo dos pássaros e seus cantos, o regato murmurando&#8230;</p>
<p>Theo fez uma pausa longa. Talvez, como eu, desse conta do jardim em que nós estávamos, não muito distinto e menos distante do que seu jardim de sonhos, e da poça de luz em meio às sombras na qual nos encontrávamos, nos cubos de concreto por entre a vegetação como antes na caverna. Encarei-o, esperando pela continuação do sonho. Ele sorriu &#8212; Então o seu telefone tocou, e eu acordei – e finalmente riu, esparramando-se sobre o banco.</p>
<p>Theo queria a minha interpretação do sonho, já que sentia que eu era co-criador por diversas razões – além de estar nele, tinha acontecido em minha casa e “sob os eflúvios da minha meditação”.</p>
<p>&#8211; Sabe o que me lembrou? Ainda durante a sua narração&#8230; <em>The teachings on the Four Nutriments of the Mind</em>. A catedral dos alimentos, o jardim das impressões dos sentidos, e se o meu telefone não tivesse tocado, quem sabe onde você encontraria a sua volição, e ao fim ter algum insight de acesso à sua consciência&#8230; – mas Theo não conhecia estes ensinamentos do qual Thây havia falado tantas vezes em nossos retiros, e preferi assegurar que lhe enviaria o link para uma palestra a tentar dar algum outro esclarecimento, sempre precários da minha parte.</p>
<p><a href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Cistercian_architecture" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-531" title="16- abadia constrast" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/16-abadia-constrast.jpg" alt="16- abadia constrast" width="460" height="345" /></a><br />
No espaço aberto quando Theo em seguida recolheu-se a si mesmo, aproveitei para liberar a imagem de um sonho de muito tempo atrás, que súbito retornava. Vinha da época do início do namoro com Felipe, e portanto muito apropriado para este jardim. Depois de uma fila de mulheres, Felipe tinha sido o primeiro homem a vencer barreiras que eu reputava intransponíveis – até então, e com bastante agressividade, mandava embora qualquer carteiro, e à sua correspondência, acreditando que haviam errado de endereço – ou antes, de gênero. A insistência de Felipe, cuja aproximação e permanência a meu lado fora proporcionada por um projeto interdisciplinar entre nossas faculdades – eu em Arquitetura, ele em Engenharia &#8211;, tinha sido uma tremenda libertação, talvez a primeira e mais importante numa seqüência delas, quando eu ainda nem sonhava em manter qualquer prática espiritual. Ou melhor, à época eu só sonhava – e no meu sonho, calcado tanto numa cena de <em>O céu que nos protege </em>de Bertolucci, quanto numa semana em que percorrera a pé de mochila nas costas as rotas de Meteora, visitando cada um dos mosteiros impressionantemente construídos sobre os abismos das altas pedras, às vezes dormindo em bosques ao longo das estradas ou ao sopé dos dedos escarpados; no meu sonho encontrava-me à beira dum platô altíssimo, do qual podia enxergar uma planície desértica, vasta a perder de vista. A única coisa distinguindo-se de toda a areia era uma majestosa catedral, que eu sabia ser uma abadia cisterciense simplesmente por ser o meu estilo preferido, erguendo-se desafiadora e presunçosamente sólida e um tanto arrogante – como eu mesmo. Observava a <em>Catedral no Deserto</em> (assim aprendera a chamar aquele sonho) com grande contentamento – auto-enfatuação seria mais o sentimento – até que de repente ela ruía, ou implodia. Mas não havia estrondo, e não sobravam pedras quando desabava por completo – e no espaço que havia ocupado, erguendo-se no ar, continuava a distinguir-se o perfil perfeito da catedral, desenhado nos mínimos detalhes pela poeira que durante todos os anos havia assentado em suas superfícies, externas e internas. Divisava perfeitamente os pórticos, os frontões, os picos das torres, e também o altar, as colunatas – tudo finíssima e sutilmente desenhado no ar, mas sem densidade senão a da poeira, sem volume senão o traçado das linhas. A catedral de poeira e luz, onde antes estivera a de pedras. Não me lembro de susto ao assistir a catedral desabar, como se estivesse esperando por isso, nem me lembro de surpresa ao observa-la como um desenho de poeira suspenso no ar do deserto. Foi um sonho breve, e não me lembro se depois acrescentei detalhes, pois a ele voltei muitas vezes, tendo tornado a catedral de poeira praticamente indestrutível, sobrevivente de tempestades de vento e chuva, terremotos e incêndios que a lambiam mas não carcomiam, desafiavam mas não abalavam, cada vez mais sutil e portanto inatingível. Esse sonho representava a liberdade que conquistei através do meu relacionamento com Felipe, e de épocas em épocas retornava a ele como símbolo do meu perene processo de desconstrução.</p>
<p>O celular de Theo arrancou-nos de nossos bancos como ilhas de cismas – Tá bom, já vou sair – e numa seqüência aflitiva de sonho induzido por calmantes químicos ou dum torpor alcoólico, sem perceber bem como vi-me de repente na calçada em frente ao prédio de Aquiles – e simplesmente não agüentei a visão de Theo com o rapaz jovem e bonito com quem ele passara a noite anterior, o Philippe afinal. A eminência de meu amigo virar-se para mim e me dispensar para ir com o outro rapaz fez-me agir com brusquidão e quase rispidez, acreditando que, ao anunciar Já vou indo e me afastando pressuroso, estivesse agindo em legítima defesa. Dois minutos depois, passo após passo chafurdando no Inferno da minha rejeição, pisando em meus próprios calos com pés esfolados &#8212; uma chicotada em minha auto-comiseração, os freios da bicicleta de Theo estalaram junto a mim.<br />
&#8211; Por que você fez isso?<br />
&#8211; Fiz o quê?<br />
&#8211; Saiu correndo assim&#8230; – Theo tinha razão, provavelmente eu me pusera a correr sem nem me dar conta, pois percebi-me ofegante quando respondi:<br />
&#8211; Imaginei que você fosse querer ficar conversando mais tempo com o seu amigo&#8230;<br />
De repente, Theo jogou a bicicleta à minha frente, barrando meu caminho.<br />
&#8211; Quem foi que te machucou tanto para você agir assim? – ele procurava entender, e sua voz soava intencionalmente doce.<br />
&#8211; Ah, Theo&#8230; – era uma percepção profunda para um rapaz dessa idade, e senti-me agradecido por ver-me assim percebido, mas por despeito não quis reconhecer, e com desânimo desconversei  &#8212; &#8230;agora não&#8230;<br />
&#8211; Você achou que eu ia sair com o Philippe e te largar sozinho? – meu amigo tinha a prática de ser direto, da qual eu tanto fugia.<br />
&#8211; Eu nem sei quem é o Philippe&#8230; – mas desisti de fazer-me de desentendido e continuar tentando contornar meu próprio sofrimento – É, foi isso mesmo! Achei que você fosse com ele – e de ímpeto, já que estava num jorro insincero e forçado de sinceridade – Posso saber o que vocês combinaram?</p>
<p>&#8211; Nada. Não pretendo mais vê-lo – Theo encarou-me – Parece que ele continua aí com você, mas eu já larguei dele faz tempo&#8230; Na verdade, desde ontem à noite não pensei mais nele. E foi só por conta das chaves que tornei a revê-lo.</p>
<p>Lembrei-me da expressão do outro rapaz ao descer do carro e caminhar numa nuvem de admiração, expectativa e desejo até Theo – Acho que ele ficou pensando em você&#8230;<br />
&#8211; É. Ele me disse isso mesmo! Terá sido porque eu vomitei no quarto dele, depois que nós transamos? – Theo riu, e fez uma careta de nojo – Mas acho que ele se enganou comigo&#8230; – estava finalmente aborrecido – Ele devia ter ficado pensando em você, já que você fica pensando nele&#8230;<br />
&#8211; Desculpe, Theo.<br />
&#8211; Você se lembra do que te disse lá no meu apartamento, quando você falou do seu desejo por mim?<br />
&#8211; Acho que sim.<br />
&#8211; Acha? Quer que eu repita?<br />
&#8211; Você disse que não sentia desejo por mim – e como com o olhar, aceso e verdíssimo sob a lâmpada de segurança do prédio junto ao qual havíamos parado, ele me desafiasse a continuar – mas que talvez sentisse amor por mim – ele continuou a me instigar – E admiração, respeito.<br />
&#8211; E o que mais eu disse, ao nascente?<br />
&#8211; <em>Se quiser me amar, se puder</em>&#8230; – tinha as palavras gravadas em mim &#8212; <em>Você é bem-vindo e já é retribuído</em> – falei com muita emoção, minha voz tremendo.</p>
<p>&#8211; Não foi um arroubo de poesia, Andante – ele encolheu os ombros, à sua maneira tímida, na tentativa de ser menor, menos denso, menos belo e menos desejável talvez – Não sei mais o que dizer. Se você sente muito desejo por mim&#8230; Se você quiser transar comigo, isso não é problema. Transar para mim não é problema – surpreendi-me diante daquela liberdade que eu não conseguia ter &#8212; Dizer que não sinto desejo por você foi&#8230; inábil. É que sinto mais do que isso. Também sinto desejo. Você é um homem bonito. Mas meu irmão e meu pai também eram bonitos e eu não sentia desejo por eles – em seguida, fez um gesto de desdém com a mão, tão característico de alguns países europeus &#8212; E mesmo sem desejo, podemos transar, se você quiser. Já transei com homens e mulheres só porque eles me desejavam – pensei em Lissa, e sua intuição de que Theo era garoto de programa. O deus adolescente descia do pedestal e encarnava como ator pornô, com enorme experiência, de longa carreira. Ou talvez fosse um mentiroso compulsivo. Em minha confusão, pensei se deveria ter receio dele? &#8212; Para mim não é complicado. E também não é importante.</p>
<p>Depois viria a saber que uma fase de voracidade e experimentação sexual – na qual ele se encontrava ainda, embora arrefecida – tinha se seguido à tentativa de suicídio. Nada surpreendente – após o doloroso fracasso em anular-se, tentava agora abusar do dom de sua beleza esplêndida, sacrificando-a levianamente, ainda manifestando a revolta pela morte do irmão, a incompreensão que o levava algumas vezes a sentir desprezo pela própria vida, imerso na dor.  Mas àquela noite, ainda mal tocando Theo na superfície, apenas encarei-o desconfiado, julgando sua sinceridade pornográfica. A mente tem meandros, ou talvez sejam as tais sinapses, e das profundezas da minha brotou uma cena de <em>Shirley Valentine</em>, em que o amante grego esclarece à dona de casa britânica, numa demonstração de filosofia pós-moderna, que <em>Love is love, f”ck is f”ck</em>&#8230; – e pude finalmente rir de toda a nossa cena de rua. Meu jovem amigo não poderia ser mais claro, direto e seco – e nada poderia ser mais benéfico para mim.</p>
<p>&#8211; Desculpe, Theo.<br />
Sem dizer nada, ele se debruçou desde o selim da bicicleta e abraçou-me, e retribui o abraço, longamente, sem defesas, sem mágoas, sem ressentimentos, e grato pelo enfrentamento proposto por ele, que trazia esclarecimento.<br />
&#8211; Já te disse isso uma vez. Sinto que no Brasil as coisas não são às claras, e isso me angustia. Preciso que você esteja tranqüilo com a minha presença para eu poder estar bem na sua companhia.<br />
&#8211; Obrigado, Theo. De verdade. A sua clareza é a minha clareza.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-533" title="SombrasAvignonVeloburn" src="http://osdiasextraordinarios.wordpress.com/files/2009/10/sombrasavignonveloburn.jpg" alt="SombrasAvignonVeloburn" width="459" height="669" /></p>
<p>Empolgado com minha reação, Theo propôs um <em>gioco</em> para substituir nossa meditação caminhando, já que ele voltaria de bicicleta – pensou que poderíamos esclarecer o que mais houvesse emperrado ou estivesse obscuro na nossa amizade, e a forma como imaginou foi um de nós escolher um assunto difícil, conversarmos brevemente e então nos separaríamos, pois eu continuaria caminhando e ele faria o percurso de bicicleta ao redor da quadra, na direção inversa à qual eu estava indo, de maneira a vir ao meu encontro novamente.</p>
<p>&#8211; Então você começa – convidei. Era um idéia criativa e não muito diferente do processo de <em>Beginning Anew</em> que tínhamos lá no mosteiro, que no entanto ele desconhecia. Preferi não palpitar para não impor regras – o importante, dentro do que eu tinha aprendido, era trazer às claras mal-entendidos e ressentimentos no intuito de resolve-los e ultrapassa-los, e não no de requentar e remoê-los e, acima de tudo, dentro de espírito de amorosidade, compreensão e abertura – o que sem dúvidas nós dois tínhamos.</p>
<p>Até hoje, conheci pouquíssimas pessoas – e adolescentes só outros dois, ambos de 19 anos e noviços lá no mosteiro &#8212; com a profundidade de penetração de Theo, e com tal comprometimento no chamado “caminho espiritual” &#8212; ou simplesmente com “a prática”, como eu preferia, sem os excessos interpretativos que normalmente se associam às tais “coisas espirituais”. A prática na prática – e a proposta de Theo era perfeitamente prática para ser posta imediatamente em prática.</p>
<p>Ele escolheu um assunto do qual já tínhamos tratado, mas que ainda o incomodava – a leviandade com que eu havia tratado sua sinceridade, interesse e empenho no caminho, da primeira vez em que havíamos nos encontrado. <em>Você é tão jovem para querer ter um mestre espiritual</em>&#8230; era um abismo que continuava a abrir-se entre nós, no coração de Theo, que se sentira e continuava a sentir desprezado, desdenhado. E finalmente compreendi – minha grosseria podia ter botado tudo a perder, se não fosse o rapaz maravilhoso à minha frente, e sua insistência e honestidade em querer minha companhia e assistência – se tivesse retribuído a arrogância e presunção com que o tratei de maneira equivalente, provavelmente os últimos dias não teriam decorrido e sem dúvida não estaríamos agora na companhia um do outro. Eu o teria abandonado – eu, que temia o abandono! As conseqüências nefandas das minhas palavras descuidadas – quantas, ao longo de toda a vida! &#8212; abateram-se sobre mim, e no abraço que se seguiu ao meu sincero pedido de desculpas que não era uma justificativa, senti que com Theo estava no caminho da compreensão e da cura em relação a toda a história Andante.</p>
<p>Em seguida, Theo desapareceu, e pus-me a caminhar sozinho. <em>Inspirando, expirando, inspirando, expirando</em>. Se for descrever minha caminhada, todos os pensamentos, emoções e sensações que surgiram, às quais identifiquei e liberei de volta no espaço da consciência, ao invés de agarra-las e desenvolve-las – bom, não chegaremos nunca ao fim deste domingo, nem ao fim desta quadra. Bem antes da esquina, Theo passou como um bólido com seu incrível sorriso arremessado na minha direção – com um pouco de incompreensão, pensara que ele bem poderia ir empurrando a bicicleta a meu lado, e eu mesmo me ofereceria para conduzi-la, já que tinha escolhido permanecer em minha companhia, mas demorei a perceber &#8212; ou ainda não o conhecia tão bem, nem convivesse amiúde com adolescentes &#8211;, que a um período de grande quietude como o que tivéramos no jardim, costumava-se seguir algum extravasamento da energia contida, e assim ele passou por mim voando de bicicleta, e acelerando, para voltar a encontrar-me à esquina, antes de cruzarmos para a próxima quadra e para outro tema.</p>
<p>&#8211; Agora é a sua vez – disse-me, ofegante. Aproveitei o tempo que ele levou para recuperar o fôlego e a concentração para ouvir-me, e deixei vir à tona qual seria o mal-entendido separando-me dele. Sem que fizesse qualquer pesquisa intelectual ou emocional, o que me veio foi Theo cantando, quando da primeira vez propus que compartilhássemos, após o chá, e foi o que mencionei. Para minha surpresa, ele próprio reagindo à surpresa de saber que um episódio ao qual não dera a menor relevância pudesse incomodar-me tanto, ali à esquina, cantou novamente a canção, talvez mais doce e tranquilamente, ou então por não ter minha carga emocional aposta, julguei-a enfim apropriada e mesmo bela, assim como a voz dele, num <em>falsetto</em> que viria a saber:</p>
<p>&#8211; <em>And if I&#8217;m gonna talk&#8230; I just wanna talk&#8230; Please don&#8217;t interrupt&#8230; Just sit back and listen&#8230; Cause I can&#8217;t face the evening straight&#8230; And you can offer me escape&#8230; Houses move and houses speak&#8230;  If you take me then you&#8217;ll get relief&#8230; relief, relief, relief, relief</em>&#8230; – a canção era <em>Last Flowers</em>, e ele tentava cantar no mesmo tom do Thom Yorke, do Radiohead, e nesse esforço revelava-se muito afinado e quase se transfigurava, os olhos fechados ou olhando para dentro, tornado ainda mais belo cantando, coisa que eu não pudera perceber da primeira vez – Desculpe – e com outro abraço nos separamos, cada qual para desfrutar à sua maneira daquela quadra, da noite, dos passos, da bicicleta, do jogo, da cura, da amizade, do amor, do ar, da lua, da existência &#8212; da consciência.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uQF3o13y4iw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/uQF3o13y4iw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pensamentos soltos...]]></title>
<link>http://missagridoce.wordpress.com/2009/11/25/pensamentos-soltos/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 02:56:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>apguisa</dc:creator>
<guid>http://missagridoce.wordpress.com/2009/11/25/pensamentos-soltos/</guid>
<description><![CDATA[Essa semana está sendo punk: terei quatro provas da pós graduação no final de semana. Medo! Como ten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Essa semana está sendo punk: terei quatro provas da pós graduação no final de semana. Medo! Como tenho um pouco de dificuldade com os números, preciso me dedicar um bocadinho a mais do que o normal. <em>C&#8217;est</em><em> La Vie. </em>Por isso a distância daqui&#8230;Como consegui um tempinho, vim aqui só para deixar alguns pensamentos soltos que me passaram pela  cabeça  nos últimos dias.</p>
<p>Primeiro deles: Toda a obesidade é mórbida. Ponto. Não quero comentar mais.</p>
<p>Segundo: os adolescentes são estranhos. Será que eu também era assim? Lembro de ser uma adolescente sensível, que amava demais, sofria demais. Do tipo que se imaginava personagem principal de <a href="http://www.youtube.com/watch?v=OR1_dmqAoGY">Vento no Litoral</a> (Legião Urbana), <a href="http://www.youtube.com/watch?v=n7OZBeVfgbs">Lanterna dos Afogados</a> (Paralamas do Sucesso) ou <a href="http://www.youtube.com/watch?v=zV5wvaxvk74">Quase um segundo</a> (Cazuza) . E chorava até dormir&#8230;rs&#8230;Claro que nunca vivi um amor como imaginava naquela época! Mas era um sofrimento tão gostoso&#8230;rsrs</p>
<p>Hoje em dia, os adolescentes imitam personagens de desenho animado (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cosplay">ãh?</a>) e são ainda mais autistas do que eu era. Já tem algum tempo que venho observando alguns adolescentes que andam comigo no carro. Faço questão de ligar na rádio de sua preferência e ainda assim eles colocam o fone de ouvido para ouvir o rádio do celular. O que está havendo? Hey! Eu estou do seu lado! Eu tenho um milhão de coisas legais para te contar! Fale comigo!!! E outra: viajam curtindo uma música em inglês que nem sabem a letra&#8230;Por favor, né?!</p>
<p>Terceiro pensamento: amigos são estranhos. Alguns, e às vezes, claro. Te  classificam de uma forma que você nem sabe ao certo qual é, mas o que se sabe é que você só será requisitado em alguns momentos específicos. Para outros você não serve. Sabe de uma coisa? Lembrei-me de um livro que li, chamado ‘<a href="http://www.scribd.com/doc/7015303/Iyanla-Vanzant-Enquanto-o-Amor-Nao-Vem-PDF-Rev">Enquanto o amor não vem</a>’, que fala sobre relacionamentos que não dão certo porque as pessoas estão em diferentes estágios, uma no porão da casa, a outra na cobertura. Conclui esta analogia também se aplica para relacionamentos de amizade, que subi alguns andares e alguns amigos ficaram lá embaixo. E eu não vou descer mais. Se me quiser por perto, terá de subir até aqui. Cansei de ir ao porão. Lá é apertado, escuro e cheira mofo. Ver a luz e me sentir viva e muito feliz todos os dias é muito, mas muito melhor.</p>
<p>O quarto – e último por hoje, pois já estou com sono – é que estou vivendo uma fase tão feliz comigo mesma e com a vida que sinto vontade de ver um filme denso. Até twitei dias desses: um filme denso, daqueles que a gente chora até dormir. Estranho, porque quero receber algo diferente do que trago cá dentro, mas é isso mesmo. Ainda não achei o filme, mas tem um vídeo do qual gosto muito, que é denso e lembra minha fase adolescente (do sofrimento gostoso). Elis, cantando Atrás da Porta.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/35FPZR24djg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/35FPZR24djg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Ok, pode esquecer tudo que escrevi e ficar só com esse vídeo. É inversamente proporcional ao que sinto agora, mas choro mesmo assim. Até dormir. zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz<em><span style="color:#888888;"><em></em></span><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Volta]]></title>
<link>http://poetadiferente.wordpress.com/2009/11/24/volta/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 02:14:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jefferson de Souza Gomes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Eu não sou uma pessoa de implorar pelos meus amigos achava que esse verbo não cabia a um ser humano ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eu não sou uma pessoa de implorar pelos meus amigos<br />
achava que esse verbo não cabia a um ser humano<br />
achava o significado desta palavra muito cruel<br />
implorar vem de um sentido de indefeza sem igual<br />
é o mesmo que se ajoelhar em sentido humilhante<br />
e pedir de maneira vexatória algo que não se alcança</p>
<p>Eu fui contra essa atitude por muito tempo<br />
mas como na vida a gente revê conceitos constantemente<br />
nada mais justo do que nesse momento eu pensar direito</p>
<p>Pois veja só&#8230; eu não consigo viver sem você<br />
simplesmente não dá para dormir e não pensar<br />
não dá para não olhar o céu e deixar de ver seu nome</p>
<p>Quando o desespero vem, e quando não há mais o que fazer,<br />
quando todas os meus argumentos não convenceram você<br />
ah, eu me rendo&#8230; completamente sem defesa</p>
<p>Já não pude mais impor a minha palavra<br />
já não consegui que você a considerasse<br />
já conversei amigavelmente também<br />
mas você não quis me ouvir</p>
<p>Eu falo e você tapa os ouvidos<br />
eu te toco e você foje correndo<br />
eu penso e você bloqueia<br />
eu ajudo e você recusa<br />
já não precisa mais de mim</p>
<p>Mas eu não se consigo viver assim<br />
eu perdi você e não consigo aceitar isso<br />
porque eu não tive nenhuma desculpa<br />
nenhum argumento convincente</p>
<p>E enquanto me for imposto uma situação<br />
da qual eu não sei porque a mereci<br />
eu vou te pedir<br />
volta para mim?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Atenção!]]></title>
<link>http://cerejascomsorvete.wordpress.com/2009/11/24/atencao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:20:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>She&#39;s nothing like a girl you&#39;ve ever seen before!!</dc:creator>
<guid>http://cerejascomsorvete.wordpress.com/2009/11/24/atencao/</guid>
<description><![CDATA[Época Natalina chegando. E é o primeiro Natal no qual o cerejas está no ar. Então, em homenagem à vo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Época Natalina chegando. E é o primeiro Natal no qual o cerejas está no ar.<br />
Então, em homenagem à vocês que tem me proporcionado o crescimento desse meu espacinho , dando voz e atenção as minhas babozeiras rs , farei uma (talvez 2 , vai depender ainda rs) promoção de Natal!<br />
Então, fiquem ligadas (os) !</p>
<p>; )<a href="http://cerejascomsorvete.wordpress.com/files/2009/11/cereja.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-106" title="cereja" src="http://cerejascomsorvete.wordpress.com/files/2009/11/cereja.jpg?w=300" alt="" width="300" height="222" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Business]]></title>
<link>http://profeticos.wordpress.com/2009/11/24/business/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:43:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>profeticos</dc:creator>
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<description><![CDATA[Business Uma tarde quente como sempre em Hortolândia, mais um que dá esmola para o &#8220;Amizade]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Business</strong></p>
<p>Uma tarde quente como sempre em Hortolândia, mais um que dá esmola para o &#8220;Amizade&#8221;, andarilho conhecido por seu sorriso fácil e papo agradável.</p>
<p>Eu quero saber dele porque sorri tanto mesmo sem nenhum luxo ou expectativa de melhora.<br />
Me aproximo com receio, dou uns trocados e puxo papo, ele é muito amistoso, me senti como se estivesse numa sala confortável e arejada, mas sabia tanto quanto ele que estavamos no cruzamento da Av. da Emancipação com a R. das Flores e o semáforo de lá não estava lucrando como o Amizade esperava.</p>
<p>Perguntei se ele tinha família ou amigos e ele me respondeu com um sorriso largo.</p>
<p>_ Toda planta tem raíz, parceiro.</p>
<p>Nessa hora passou um homem que não retribuiu o cumprimento do Amizade, mas o mendigo continuou.</p>
<p>_ Tá vendo esse cara? Eu era assim, tinha responsabilidades, era mal-educado com quem eu não conhecia, enfim, estava preso nas minhas raízes.</p>
<p>Já não sorria tanto, o Amizade.</p>
<p>_ Não foi por querer que eu vim parar aqui não. Eu perdi tudo que as pessoas dão valor, dinheiro, casa, emprego, tudo. Minha mulher já não me achava atraente, meu patrão já não me achava competente e assim foi, até aqui.</p>
<p>Perguntei como ele perdeu tudo.</p>
<p>_ Eu não perdi tudo, só o que as pessoas dão valor&#8230; Tudo bem , eu conto, foi assim. Quando querem tomar seu dinheiro, tomam, não tem jeito. Me roubaram no jogo, eu bebia muito, não percebi que me fizeram pensar que era um blefe deles, aí apostei alto, eu tinha certeza que era um blefe e como vê não era. Me lasquei.</p>
<p>E sorriu de novo.</p>
<p>_ Cara foi aí que eu percebi como o mundo é podre, eu estava jogando entre amigos e me roubaram. Minha mulher fingiu estar furiosa e foi embora, graças a Deus.</p>
<p>Eu que sorri nessa hora.</p>
<p>_ É engraçado mesmo, minha mulher não me amava, acho até que casou com um dos caras que me roubaram, VACONA!</p>
<p>Nós dois sorrimos.</p>
<p>_ Na rua eu não tenho que aguentar meu patrão cobrando relatórios e resultados nem minha mulher com crise existencial e TPM, quem se aproxima de mim não está tramando me derrubar, hoje eu não alimento inveja no coração de ninguém. Isso não é bom?</p>
<p>Concordei mas o cara estava empolgado.</p>
<p>_ Roupas, eu ganho da D. Amelia, ela sempre separa roupas usadas do seu filho mais velho, banho, eu tomo uma vez por semana no buteco do Seu Jorge, ele não gosta muito da minha pessoa, mas temos negócios.</p>
<p>Nem precisei perguntar quais negócios.</p>
<p>_ É o seguinte, eu chamo aquilo de buteco, mas aquilo é um restaurante e dos bons, só vai grã-fino, então eu fico lá na frente gritando assim:</p>
<p>_ Ô seu Jorge, cadê meus gatinho? O senhor roubou meus gato, Safado!!! Pra fazer Strogonoff!!! Fritou os bichinho.</p>
<p>_ Tem freguês que ri, mas a maioria vai embora por que acredita no mendigo aqui. Quando eu tô lá na frente ninguém entra lá, caso a estória dos gatos não venha a dar certo eu finjo que estou passando mal e começo a vomitar, quer que eu te mostre?</p>
<p>Neguei prontamente enquanto ele enfiava o dedo na garganta, depois perguntei se o &#8220;Seu Jorge&#8221; não chamava a polícia.</p>
<p>_ Eu também tenho negócios com a polícia, eu passo informação sobre os traficantes, em troca eles garantem que nada me aconteça enquanto eu procuro meus gatinhos lá no buteco do Seu Jorge.</p>
<p>Mas eu ainda não tinha entendido os negócios dele com o Seu Jorge.</p>
<p>_ Bom, presta atenção, eu espanto a clientela do Seu Jorge e a polícia me defende. Não adianta. O seu Jorge fica na minha mão, então eu almoço, janto e tomo banho lá, ele diz que eu posso tomar mais banhos se eu quiser e até fazer a barba, mas, eu só escovo os dentes. Já imaginou? Como eu iria espantar os clientes estando limpo e de barba feita? O seu Jorge é velhaco.</p>
<p>Eu já estava saindo quando ele disse uma última coisa.</p>
<p>_ Eu sorrio porque sou feliz e sou feliz porque eu sei o que eu tenho, eu sei o que eu quero e sei do que eu preciso.</p>
<p>O cara é um sábio, pensei, quantas vezes eu me vi sofrendo querendo algo de que não preciso e esquecendo o valor das coisas que tenho.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[andréia]]></title>
<link>http://euaraujo.wordpress.com/2009/11/24/andreia-2/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:34:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>euaraujo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Haikai feito para a minha melhor amiga. &nbsp; &nbsp; &nbsp; friendship &nbsp; &nbsp; my best friend]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Haikai feito para a minha melhor amiga. &nbsp; &nbsp; &nbsp; friendship &nbsp; &nbsp; my best friend]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[andréia]]></title>
<link>http://euaraujo.wordpress.com/2009/11/24/andreia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 17:23:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>euaraujo</dc:creator>
<guid>http://euaraujo.wordpress.com/2009/11/24/andreia/</guid>
<description><![CDATA[Haikai feito para a minha melhor amiga. &nbsp; &nbsp; &nbsp; friendship &nbsp; my best friend is you]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Haikai feito para a minha melhor amiga. &nbsp; &nbsp; &nbsp; friendship &nbsp; my best friend is you]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Aikidô Natal – 10 Anos de Aikidô – Novos Graduados da Academia Central de Natal/RN]]></title>
<link>http://impressione.wordpress.com/2009/11/24/aikido-natal-%e2%80%93-10-anos-de-aikido-%e2%80%93-novos-graduados-da-academia-central-de-natalrn/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:58:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>impressione</dc:creator>
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<description><![CDATA[Conforme prometido, segue a lista dos novos graduados da Academia Central de Aikidô de Natal (em ord]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Conforme prometido, segue a lista dos novos graduados da Academia Central de Aikidô de Natal (em ord]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cracolândia, fumolândia e bebelândia!]]></title>
<link>http://vozviolada.wordpress.com/2009/11/24/cracolandia-fumolandia-e-bebelandia/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:32:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>vozviolada</dc:creator>
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<description><![CDATA[Todos nós achamos que na &#8220;nossa época&#8221; era tudo mais legal. É uma tendência do ser human]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todos nós achamos que na &#8220;nossa época&#8221; era tudo mais legal. É uma tendência do ser humano lembrar da infância e adolescência e atribuir sensações agradáveis, por que éramos mais ingênuos, e irresponsáveis (no bom sentido), ou o mundo era mais legal mesmo?</p>
<p>Acho que é um pouco das duas coisas. Na infância e adolescência vemos a vida e o mundo com mais alegria e otimismo. Mas, pelo amor de Deus!&#8230; O que está acontecendo? Tudo dá câncer, tudo faz, mal, açúcar faz mal!? leite faz mal?! Ok, fumar faz mal, para os ativos e passivos.</p>
<p>Eu não tenho coragem de defender o tabagismo. Mas tenho coragem de atacar a indústria do petróleo. Nunca vi um estudo, mas tenho certeza que um fumante não solta tanta fumaça nociva em sua vida inteira quanto um carro, um ônibus ou um caminhão soltam em um dia. PÔ, vamos parar de fumar. Mas vamos parar de andar de carros movidos à petróleo, também. Já existe carro elétrico, à água, à energia solar, à nitrogênio, á óleo de cozinha.</p>
<p>Aprendi na escola em Educação Moral e Cívica, que a nossa liberdade termina onde começa a do outro. Alguém pode me dizer quando começa a minha? Só vejo ela terminar e começar a do outro. Agora, as pessoas não podem beber e dirigir. Está certíssimo! Mas não se tem infra-estrutura e segurança para que elas vão para suas casas embriagadas. Ah, é só tomar um taxi. Que é isso? Taxi é caríssimo!</p>
<p>Então, você vai de carro para o bar, toma umas cervejas, aí dá aquela vontade de fumar, (não pode), aí você sai do bar e vai fumar na calçada e reza para não chover. E sempre tem aquelas pessoas que mesmo que você esteja na rua fazem cara feia, porque você está fumando.  Você faz cara feia quando vê alguém tomando um ansiolítico ou um antidepressivo? Aí você deixa o carro no estacionamento, pega um taxi e vai para casa. Ahhh dá um tempo!</p>
<p>Daqui a pouco, os fumantes se esconderão para fumar em lugares ermos. Vamos disputar a tapa espaços escondidinhos com fumantes de crack. E como somos maioria, vamos mudar de cracolândia para fumolândia. </p>
<p>O bom de tudo isso, é  reunir mais os amigos em casa. Se neguinho ficar bêbado, dorme por lá mesmo, num cantinho, numa poltrona, no sofá, ou num colchão e ainda ganha, cobertor e remédio para ressaca no dia seguinte. Que fechem todos os bares! Quem proíbam os veículos a combustão! E viva a liberdade de se manter amizade! Nossa casa agora é fumolândia e bebelândia. Pode uma coisa dessas?</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amigos, como fazer???]]></title>
<link>http://eduardoschettini.wordpress.com/2009/11/24/amigos-como-fazer/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 11:09:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduardoschettini</dc:creator>
<guid>http://eduardoschettini.wordpress.com/2009/11/24/amigos-como-fazer/</guid>
<description><![CDATA[Bom eu tenho me impressionado com o modo como tenho feito alguns amigos ultimamente. Comecemos a mui]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bom eu tenho me impressionado com o modo como tenho feito alguns amigos ultimamente. Comecemos a muito tempo atrás, vamos colocar bem uns 7 a 8 anos atrás. Usando o finado (pelo menos para mim) mIRC na rede Brasnet e no canal #df conheci a Fugytiva, que depois de conversar com ela descobri que morava perto da casa dos meus pais (na época eu morava com os meus pais). Logo um dia marcamos de nos encontrar Eu, Fugytiva e a FlavinhaAxl. Depois deste encontro descobri que a Fugytiva era a Bianca e a Flavinha, bem chamemos de Flavinha.</p>
<p>A Bianca se tornou uma das pessoas mais importantes na minha vida (e podem ter certeza disto), uma amizade quase que incomparável a qualquer outra. Hoje ela anda meio desaparecida do MSN mas por motivos de faculdade.</p>
<p>Bom seguindo a linha de quem curte um MMO conheci uma player e a partir daí fiz uma enorme amizade com duas amigas dela (vide post How Can I Explain), e no mesmo MMO conheci o Compumaqman (O Péricles, vide Amizades &#8211; 2) e outras duas pessoas que são especiais para mim hoje também.</p>
<p>Não têm como falar dela sem falar um pouco dele. Quando re-comecei a jogar o RF Online mudei de raça e como um noob mor tinha um player que muito me ajudou a upar, o Mike (conhecido pessoalmente como Adriano). Depois vim conhecer a sua namorada a KatheS (deixarei como Kathes o nome dela por que da última vez que a chamei pelo nome li um &#8220;odeio que me chamem pelo nome&#8221;).</p>
<p>Sempre gostei de conversar via TeamSpeak com eles, mas algo muito interessante aconteceu a poucos dias e é por isto que venho a escrever este post. Eu tive problemas emocionais, fiquei um pouco doente e uma das pessoas que mais se preocupou comigo (muitos se preocuparam, reconheço todos) foi e Kathes. Me procurava para conversar em privado, procurava me aconselhar, me manda sair do RF dentre muitas outras coisas. Tenho que confessar que me sinto muito feliz quando a vejo online no GTalk ou no MSN e podemos conversar um pouco. No TS nem sempre é possível por causa de diversos fatores.</p>
<p>Kathes venho fazendo um sequência de posts falando sobre pessoas que são importantes e especiais em minha vida e este faço dedicado a você. Quero agradecer e muito a cada segundo de atenção, preocupação, carinho e amizade que me dedicou. O mais legal é que neste momento lembro-me do teu comentário sobre a frase que coloquei em Amizades – 2 do Mario Quintana:</p>
<p>“Eu sei que eu estou incluida no quesito “amigos chatos que são os predeletos” pq eu sou chata mesmo, te incomodo, mas isso pq sou sua amiga e quero o seu bem^^”</p>
<p>Mas saiba que a nossa amizade e por isto a valorizo muito foi construída sobre a frase de Confúcio:</p>
<p>“Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça. No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade.”</p>
<p>“Jamais me esquecerei do seu apoio e de tuas palavras, serão eternas em meu coração e na minha mente. Amizades como a tua faz cada dia valer a pena.” Eduardo Schettini</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://eduardoschettini.wordpress.com/files/2009/11/15-05-09_175615.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-120" title="15-05-09_175615" src="http://eduardoschettini.wordpress.com/files/2009/11/15-05-09_175615.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><em>Foto da Kathes</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tome as rédeas da sua vida]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/24/tome-as-redeas-da-sua-vida/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 05:01:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/24/tome-as-redeas-da-sua-vida/</guid>
<description><![CDATA[Transforme os seus sonhos em realidade, mexa-se! Encare a vida de frente, tenha coragem de se assumi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2290" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/24/tome-as-redeas-da-sua-vida/mudancas/"><img class="alignleft size-full wp-image-2290" title="Mudanças" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/mudancas.jpg" alt="" width="150" height="111" /></a>Transforme os seus sonhos em realidade, mexa-se!<br />
Encare a vida de frente, tenha coragem de se assumir, faça acontecer!<br />
Existe alguma receita de bolo? Uma fórmula secreta? Como saber qual o caminho da felicidade?</p>
<p style="text-align:justify;">Em primeiro lugar, você precisa se descobrir, saber quais são as suas potencialidades, preferências, onde o sapato aperta, o que realmente quer da vida, o que faz o seu coração bater mais forte, buscar a essência da sua alma, o prazer de viver!</p>
<p style="text-align:justify;">Abra os olhos para este mundo tão colorido à sua volta.<br />
Observe a beleza da natureza.<br />
Escute o canto dos pássaros saudando a sua passagem.<br />
Cheire as flores após a chuva.<br />
Sinta a textura das folhas; tome um chá de erva cidreira.<br />
Converse com o seu vizinho; pratique amor incondicional.</p>
<p style="text-align:justify;">Com as emoções à flor da pele, aproveite a carícia do vento, encontre as respostas dentro da sua alma!<br />
Aos poucos, com carinho, aumente a sua auto-estima, acredite em você!<br />
Desperte os seus sentidos, chega de procrastinação!<br />
Perceba os seus desejos mais íntimos, a verdadeira transformação é interior, resolva a sua vida!</p>
<p style="text-align:justify;">Cada dia tem o seu segredo&#8230;<br />
Não fuja da raia porque, meu amigo, você é o único responsável pela sua vida!<br />
Não adianta culpar o marido, a mãe, os filhos ou a sociedade porque você deixou de aproveitar as oportunidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Vá buscar as respostas, saia da poltrona, não chore sobre o leite derramado.<br />
Perdoe as pessoas; chute o balde!<br />
A verdadeira riqueza está dentro de você.<br />
Como diz Rita Lee: &#8220;amor sem sexo é amizade&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Amor tem que valer a pena.<br />
É imprescindível paixão, regar todos os dias, sair do lugar-comum.<br />
A atração não se explica! É questão de pele, olhos no olhos.</p>
<p style="text-align:justify;">Viva no momento presente.<br />
Curta o dia de hoje. Não pense mais no passado, ele já se foi&#8230;<br />
O futuro é fruto de seus pensamentos, emoções e ações que você está construindo hoje.</p>
<p style="text-align:justify;">Pense positivo!<br />
A sementinha depende do que você plantar no momento presente.<br />
Faça a diferença, seja você mesmo!<br />
A verdadeira felicidade está dentro de nós.<br />
Você é a pessoa mais importante da sua vida.<br />
Durante uma breve eternidade, sinta a essência de sua alma!<br />
Como tudo que é feito com o coração aberto.<br />
Ame muito e para sempre!</p>
<p style="text-align:justify;">Autor desconhecido.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[“Auto-Conhecimento”]]></title>
<link>http://elisabetecunha2008.wordpress.com/2009/11/24/%e2%80%9cauto-conhecimento%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 04:43:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>elisabetecunha2008</dc:creator>
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<description><![CDATA[    Durante muito tempo a cultura popular tem passado a imagem de um homem que não coincide com a su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[    Durante muito tempo a cultura popular tem passado a imagem de um homem que não coincide com a su]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tempo Bom... Tempo Muito Bom...]]></title>
<link>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/23/tempo-bom-tempo-muito-bom/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:49:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago S. M.</dc:creator>
<guid>http://fizerrado.wordpress.com/2009/11/23/tempo-bom-tempo-muito-bom/</guid>
<description><![CDATA[Por: Thiago S. M.   Bom pessoal, estava aqui fazendo uma limpeza no meu pc, e derrepente encontrei u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"><strong>Por:</strong> Thiago S. M.</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Bom pessoal, estava aqui fazendo uma limpeza no meu pc, e derrepente encontrei um vídeo muito antigo e muito legal tambêm.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">As pessoas que estão no vídeo ja não estão mais comigo, não sei se felizmente ou infelizmete. Mas o que interessa mesmo é que sinto saudades de algumas dessas pessoas. Talvez eu sinta mais saudade de umas, de outras nem tanto.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Mas o que importa mesmo é que vocês do vídeo me fizeram dar boas risadas.</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/un2MX5F8Ph0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/un2MX5F8Ph0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ffffff;">Ana sinto muito sua falta.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os transtornos dela.]]></title>
<link>http://anomade.wordpress.com/2009/11/23/os-transtornos-dela/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:25:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>anomade</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quanto tempo jogado&#8230; quantas letras perdidas. Já não há mais esperança De começar uma nova vid]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quanto tempo jogado&#8230; quantas letras perdidas.</p>
<p>Já não há mais esperança</p>
<p>De começar uma nova vida.</p>
<p>Antes a alegria&#8230; a possibilidade de ter amigos&#8230; e preservar este amigos&#8230;</p>
<p>Os amigos se vão&#8230;</p>
<p>Não a suportam mais.</p>
<p>Ela não chora&#8230; no fundo sabe que é assim&#8230;</p>
<p>Seu jeito de ser, sua maneira de agir, só compreende quem perto dela está.</p>
<p>A única coisa que ela lamenta é o fato de não ter conseguido aos amigos conquistar.</p>
<p>Seus sonhos acabaram&#8230;</p>
<p>Nunca teve o direito de sonhar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[sobre a amizade]]></title>
<link>http://mochiladotonetto.wordpress.com/2009/11/24/sobre-a-amizade/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:55:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>mauriciotonetto</dc:creator>
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<description><![CDATA[viagens longas e desgastantes são cheias de inevitáveis percalços. não é fácil conviver durante sema]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>viagens longas e desgastantes são cheias de inevitáveis percalços. <strong>não é fácil conviver durante semanas com as mesmas pessoas.</strong> aos poucos, a personalidade de cada um vai sendo revelada de uma forma verdadeira. <strong>nos momentos de irritação e dificuldade, você percebe que as reações são diferentes</strong>, e isso, às vezes, causa estranheza. os conflitos, então, acontecem. saber lidar com o stress é fundamental. não existe certo e errado, apenas <strong>pontos de vista divergentes</strong>.</p>
<p>se é difícil ficar numa boa com duas ou três pessoas, <strong>imagine com oito!</strong> e oito pessoas com personalidade, atitude, vontade de viver&#8230; <strong>no deserto do atacama, já estávamos um pouco mais maduros com relação à nossa própria convivência.</strong> tínhamos cruzado duas fronteiras, dormido em lugares ruins, ficado muito tempo dentro dos carros&#8230;</p>
<p>no <strong>valle de la luna</strong>, algo se definiu. ao subir a duna e contemplar o cenário fantástico do vale, <strong>nos tocamos que havíamos virado uma página</strong>, subido um degrau duma trilha que se revelava nova e <strong>excitante</strong> a cada dia. o <strong>sandália</strong>, que tem um olhar muito apurado para a fotografia, sugeriu que ficássemos no alto da duna e juan nos capturasse contra a luz. juan pediu que cada um se unisse, e o resultado vocês podem conferir abaixo. <strong>para mim, a foto mais marcante da viagem. neste instante, cada um voava para longe e se sentia mais vivo&#8230;</strong></p>
<div id="attachment_391" class="wp-caption alignleft" style="width: 478px"><a href="http://mochiladotonetto.wordpress.com/files/2009/11/chile2.jpg"><img class="size-full wp-image-391" title="amigos" src="http://mochiladotonetto.wordpress.com/files/2009/11/chile2.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a><p class="wp-caption-text">mauricio, filetta, thomas, sandália, manu, nanico, clá e fernando</p></div>
<p><a href="http://mochiladotonetto.wordpress.com/files/2009/11/chile1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-392" title="valle de la luna - chile" src="http://mochiladotonetto.wordpress.com/files/2009/11/chile1.jpg" alt="" width="468" height="351" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Parabéns Cebola e Simone]]></title>
<link>http://blogdamafia.wordpress.com/2009/11/23/parabens-cebola-e-simone/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 21:05:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>funbrothers</dc:creator>
<guid>http://blogdamafia.wordpress.com/2009/11/23/parabens-cebola-e-simone/</guid>
<description><![CDATA[É com grande satisfação q venho parabenizar os mais novos papais&#8230; Sr Sérgio Cebola e Sra Simon]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É com grande satisfação q venho parabenizar os mais novos papais&#8230;<br />
Sr Sérgio Cebola e Sra Simone Cebola, pelo nascimento da linda Leticia.</p>
<p>Ae, gelem as brejas, está semana estarei aeeeeeeeeeeee&#8230;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/SPBBuBXQNiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/SPBBuBXQNiY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>tem coisas que não tem preço, ser pai é uma delas&#8230; o sorriso de uma criança&#8230;</p>
<p>Deus abençoe vcs&#8230;<br />
abraço</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Feelings]]></title>
<link>http://eduardoschettini.wordpress.com/2009/11/23/feelings/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:33:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>eduardoschettini</dc:creator>
<guid>http://eduardoschettini.wordpress.com/2009/11/23/feelings/</guid>
<description><![CDATA[Sometimes we think will be like when we find the right person to live beside us every day until the ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sometimes we think will be like when we find the right person to live beside us every day until the end of our lives. I&#8217;ve thought more about it, but today I do not think it is not something that worries me. If there is something that concerns me today is with my future and my future alongside the people who really matter.<br />
To my true friends, I love you so much!<br />
The reason I live today is my love for my parents, friends and especially God.<br />
But God has some angels in my life and them, my eternal love.</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://12.media.tumblr.com/EpqHnaT804rzecmqWG6sEs5T_500.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p><em>Dedicated to two very important friends in my life that I will physically distant, but present in their hearts.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lenda Árabe]]></title>
<link>http://estilounico.wordpress.com/2009/11/23/lenda-arabe/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 19:22:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>rosangelakemy</dc:creator>
<guid>http://estilounico.wordpress.com/2009/11/23/lenda-arabe/</guid>
<description><![CDATA[Hoje lí o texto que segue e pensei em como é a vida&#8230; Engraçado como as pessoas são mal agradec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje lí o texto que segue e pensei em como é a vida&#8230; Engraçado como as pessoas são mal agradecidas e egocêntricas. A situação que se segue refere-se a amizade, mas pode ser aplicado a tudo na vida, tanto área pessoal, quanto profissional&#8230; Passamos a vida inteira fazendo o bem para o próximo, fazendo as coisas corretas, trabalhando direito, mas no primeiro delírio da outra pessoa, tudo que fizemos se apaga&#8230; Veja que na lenda eles dizem como deve ser, mas a realidade é oposta&#8230;</p>
<p><span style="color:#008000;">&#8220;Diz uma lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e, em um determinado ponto da viagem, discutiram e um deu uma bofetada no outro. O outro, ofendido, sem nada poder fazer, escreveu na areia:</span></p>
<p><span style="color:#008000;">HOJE MEU MELHOR AMIGO ME DEU UMA BOFETADA NO ROSTO.</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Seguiram adiante e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se.</span></p>
<p><span style="color:#008000;">O que havia sido esbofeteado e magoado começou a afogar-se, sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se, pegou um canivete e escreveu em uma pedra:</span></p>
<p><span style="color:#008000;">HOJE MEU MELHOR AMIGO SALVOU MINHA VIDA.</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Intrigado, o amigo perguntou:</span></p>
<p><span style="color:#008000;">POR QUE, DEPOIS QUE TE MAGOEI, ESCREVESTE NA AREIA E AGORA, ESCREVES NA PEDRA?</span></p>
<p><span style="color:#008000;">Sorrindo, o outro amigo respondeu: </span></p>
<p><span style="color:#008000;">QUANDO UM GRANDE AMIGO NOS OFENDE, DEVEMOS ESCREVER ONDE O VENTO DO ESQUECIMENTO E O PERDÃO SE ENCARREGUEM DE BORRAR E APAGAR A LEMBRANÇA. POR OUTRO LADO, QUANDO NOS ACONTECE ALGO DE GRANDIOSO, DEVEMOS GRAVAR ISSO NA PEDRA DA MEMÓRIA E DO CORAÇÃO ONDE VENTO NENHUM EM TODO O MUNDO PODERÁ SEQUER BORRÁ-LO.&#8221;</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desvendamento]]></title>
<link>http://tiagocoen.wordpress.com/2009/10/22/desvendamento/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 21:22:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tiago Coen</dc:creator>
<guid>http://tiagocoen.wordpress.com/2009/10/22/desvendamento/</guid>
<description><![CDATA[No perfil que construímos, no auto-retrato que fazemos, revelamos, sem dar conta, muito mais do que ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No perfil que construímos, no auto-retrato que fazemos, revelamos, sem dar conta, muito mais do que pretendemos e desejamos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
