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	<title>amores &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/amores/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "amores"</description>
	<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 13:33:14 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[The Wall]]></title>
<link>http://ovarejeira.wordpress.com/2009/11/30/the-wall/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:22:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>ovarejeira</dc:creator>
<guid>http://ovarejeira.wordpress.com/2009/11/30/the-wall/</guid>
<description><![CDATA[Faz hoje, trinta de Novembro de 2009, trinta anos do lançamento do álbum &#8220;The Wall&#8221; dos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter" src="http://1.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxQa0Qj5XUI/AAAAAAAAAM0/PQSiPuSKtlA/s1600/ng1224105.jpg" alt="" width="420" height="200" /></p>
<p>Faz hoje, trinta de Novembro de 2009, trinta anos do lançamento do álbum &#8220;The Wall&#8221; dos Pink Floyd, deixo-vos  um texto do Diário de Notícias, escrito por <span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent"><span class="artigo-autor"> NUNO GALOPIM</span></span>, publicado primeiramente e de forma original <strong><a href="http://dn.sapo.pt/inicio/artes/interior.aspx?content_id=1432766&#38;seccao=M%FAsica">AQUI</a>.</strong></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p><span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent"></p>
<p id="NewsSummary" class="artigo-intro">Editado a 30  de Novembro  de 1979, &#8216;The Wall&#8217; levou os Pink Floyd a  encenar, através de canções, uma narrativa conceptual imaginada por Roger Waters. O disco é  hoje reconhecido como um dos clássicos maiores da história da música pop.</p>
<p>Chegou às prateleiras das lojas de discos a 30 de Novembro de 1979. Um álbum duplo, propondo uma narrativa que se descobre na sequência das canções. Uma história sobre isolamento, explorando a noção de um muro como expressão desse afastamento face aos outros e traduzindo ainda marcas autobiográficas evidentes (citando, além da história pessoal de Roger Waters, pontuais referências a Syd Barrett, o vocalista e principal autor da primeira etapa de vida dos Pink Floyd). The Wall foi um sucesso monumental, atingindo rapidamente o número um em vários territórios (entre os quais Portugal) e tornando-se depois num dos álbuns duplos com maiores vendas em toda a história da música gravada. E ganhou um novo sentido político quando Roger Waters (já sem os Pink Floyd) o encenou em Berlim, em 1990, num espaço onde antes passava o muro que em tempos dividira a cidade.</p>
<p>A história por trás de The Wall está longe de ser pacífica, de resto correspondendo a um período de agitadas convulsões internas entre o grupo (financeiras e pessoais), encetando um processo que culminaria com a saída do próprio Roger Waters poucos anos depois. A génese da ideia surge na sequência de um incidente no concerto final da digressão que se seguira à edição do anterior Animals (de 1977). Enervado pelo comportamento da multidão, Roger Waters deu por si a cuspir sobre um espectador da primeira fila. Incomodado pela sua própria atitude, o músico começou então a imaginar um disco conceptual que expressasse a noção da construção de barreiras não apenas entre músico e público, mas entre os seres humanos em geral.</p>
<p>Nos meses seguintes, ao mesmo tempo que David Gilmour e Richard Wright lançavam os seus primeiros discos a solo, Roger Waters trabalhou, por si, duas novas ideias que, depois, apresentou ao grupo para delas escolher qual seria o próximo álbum dos Pink Floyd. Uma das ideias corresponde ao que, cinco anos depois, seria o seu álbum a solo The Pros And Cons Of Hitch Hiking. A outra, com o título de trabalho Bricks In The Wall, representava o desenvolvimento da ideia nascida depois do &#8220;caso&#8221; em palco de finais de 1977. E foi o escolhido.</p>
<p>As canções revelavam desde logo uma personagem central para a história que se ia contar. Chamava-se Pink, desenhado como projecção de traços do próprio Roger Waters . Pink é uma alma assombrada pela presença de uma mãe sobreprotectora, magoada por professores opressivos, cada um dos seus problemas representando mais um tijolo que junta ao muro que o vai isolando. Pink é também um músico atormentado, com história de infidelidades e drogas. E, como se sente pelo jogo de afinidades na letra de Nobody Home, chama pontualmente à sua caracterização a figura de Syd Barrett.</p>
<p>A gravação de The Wall não foi um mar de tranquilidades. Pelo contrário, acentuou os focos de desentendimento entre os elementos do grupo que, já na digressão de 1977, começavam a dar sinais de convívio difícil. O próprio teclista, Richard Wright, chegou a abandonar o grupo a meio das sessões de gravação, surgindo como músico contratado na digressão que se seguiu ao lançamento do disco (retomando o estatuto de membro oficial do grupo oito anos mais tarde, na hora de partir novamente para a estrada, dessa vez para acompanhar a edição de A Momentary lapse Of Reason).</p>
<p>Com o álbum, também a 30 de Novembro de 1979, foi editado um primeiro single extraído do seu alinhamento. Another Brick In The Wall (part 2) não só se revelou o single mais bem sucedido de toda a obra dos Pink Floyd, (foi número um em vários países, do Reino Unido aos EUA, da Alemanha a França) como garantiu a The Wall um eficaz cartão de visita. Outros dois singles surgiram mais tarde, já em 1980, mas com impacte mais discreto. Foram eles Comfortably Numb e Run Like Hell, o primeiro destes dois reinventado em 2004 pelos Scissor Sisters, que então editavam o seu primeiro álbum.</p>
<p>The Wall teve longa visibilidade como disco Segunda vida em palco, numa digressão visualmente desafiante. E expressão em filme de Alan Parker, com Bob Geldof no papel de Pink. E regresso em 1990 em Berlim, assinalando a queda de um outro muro. 30 anos depois é, simplesmente, um dos maiores clássicos da história da música pop.</p>
<p></span></p></blockquote>
<p><strong><br />
</strong></p>
<div id="_mcePaste" style="overflow:hidden;position:absolute;left:-10000px;top:0;width:1px;height:1px;"><span id="ctl00_ctl00_bcr_maincontent_ThisContent"></p>
<p id="NewsSummary" class="artigo-intro">Editado a 30  de Novembro  de 1979, &#8216;The Wall&#8217; levou os Pink Floyd a  encenar, através de canções, uma narrativa conceptual imaginada por Roger Waters. O disco é  hoje reconhecido como um dos clássicos maiores da história da música pop.</p>
<p>Chegou às prateleiras das lojas de discos a 30 de Novembro de 1979. Um álbum duplo, propondo uma narrativa que se descobre na sequência das canções. Uma história sobre isolamento, explorando a noção de um muro como expressão desse afastamento face aos outros e traduzindo ainda marcas autobiográficas evidentes (citando, além da história pessoal de Roger Waters, pontuais referências a Syd Barrett, o vocalista e principal autor da primeira etapa de vida dos Pink Floyd). The Wall foi um sucesso monumental, atingindo rapidamente o número um em vários territórios (entre os quais Portugal) e tornando-se depois num dos álbuns duplos com maiores vendas em toda a história da música gravada. E ganhou um novo sentido político quando Roger Waters (já sem os Pink Floyd) o encenou em Berlim, em 1990, num espaço onde antes passava o muro que em tempos dividira a cidade.</p>
<p>A história por trás de The Wall está longe de ser pacífica, de resto correspondendo a um período de agitadas convulsões internas entre o grupo (financeiras e pessoais), encetando um processo que culminaria com a saída do próprio Roger Waters poucos anos depois. A génese da ideia surge na sequência de um incidente no concerto final da digressão que se seguira à edição do anterior Animals (de 1977). Enervado pelo comportamento da multidão, Roger Waters deu por si a cuspir sobre um espectador da primeira fila. Incomodado pela sua própria atitude, o músico começou então a imaginar um disco conceptual que expressasse a noção da construção de barreiras não apenas entre músico e público, mas entre os seres humanos em geral.</p>
<p>Nos meses seguintes, ao mesmo tempo que David Gilmour e Richard Wright lançavam os seus primeiros discos a solo, Roger Waters trabalhou, por si, duas novas ideias que, depois, apresentou ao grupo para delas escolher qual seria o próximo álbum dos Pink Floyd. Uma das ideias corresponde ao que, cinco anos depois, seria o seu álbum a solo The Pros And Cons Of Hitch Hiking. A outra, com o título de trabalho Bricks In The Wall, representava o desenvolvimento da ideia nascida depois do &#8220;caso&#8221; em palco de finais de 1977. E foi o escolhido.</p>
<p>As canções revelavam desde logo uma personagem central para a história que se ia contar. Chamava-se Pink, desenhado como projecção de traços do próprio Roger Waters . Pink é uma alma assombrada pela presença de uma mãe sobreprotectora, magoada por professores opressivos, cada um dos seus problemas representando mais um tijolo que junta ao muro que o vai isolando. Pink é também um músico atormentado, com história de infidelidades e drogas. E, como se sente pelo jogo de afinidades na letra de Nobody Home, chama pontualmente à sua caracterização a figura de Syd Barrett.</p>
<p>A gravação de The Wall não foi um mar de tranquilidades. Pelo contrário, acentuou os focos de desentendimento entre os elementos do grupo que, já na digressão de 1977, começavam a dar sinais de convívio difícil. O próprio teclista, Richard Wright, chegou a abandonar o grupo a meio das sessões de gravação, surgindo como músico contratado na digressão que se seguiu ao lançamento do disco (retomando o estatuto de membro oficial do grupo oito anos mais tarde, na hora de partir novamente para a estrada, dessa vez para acompanhar a edição de A Momentary lapse Of Reason).</p>
<p>Com o álbum, também a 30 de Novembro de 1979, foi editado um primeiro single extraído do seu alinhamento. Another Brick In The Wall (part 2) não só se revelou o single mais bem sucedido de toda a obra dos Pink Floyd, (foi número um em vários países, do Reino Unido aos EUA, da Alemanha a França) como garantiu a The Wall um eficaz cartão de visita. Outros dois singles surgiram mais tarde, já em 1980, mas com impacte mais discreto. Foram eles Comfortably Numb e Run Like Hell, o primeiro destes dois reinventado em 2004 pelos Scissor Sisters, que então editavam o seu primeiro álbum.</p>
<p>The Wall teve longa visibilidade como disco Segunda vida em palco, numa digressão visualmente desafiante. E expressão em filme de Alan Parker, com Bob Geldof no papel de Pink. E regresso em 1990 em Berlim, assinalando a queda de um outro muro. 30 anos depois é, simplesmente, um dos maiores clássicos da história da música pop.</p>
<p></span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Ele"]]></title>
<link>http://arsa440.wordpress.com/2009/11/30/ele/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 18:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adriele Regine</dc:creator>
<guid>http://arsa440.wordpress.com/2009/11/30/ele/</guid>
<description><![CDATA[Admito que venho me segurando para escrever sobre &#8220;ele&#8221;, mas acho que agora foi inevitáv]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Admito que venho me segurando para escrever sobre &#8220;ele&#8221;, mas acho que agora foi inevitável! A saudades apertou mais do que o habitual e a necessidade de escrever me saltou, pavorosamente, aos dedos!Nunca menti em relação aos meus sentimentos, vive o que desejei viver!</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Tive outros relacionamentos, busquei aventuras, tive momentos agradabilíssimos e outros nem tão bom assim, descobri outros amores, outros sorrisos, outros abraços, outras boas palavras!Tive quem me amasse, tive quem me odiasse, tive brigas que tiravam minha paz e minha alegria, tive corações saltitantes, tive amores e paixões longe dele!Enfim, tanta coisa aconteceu depois,e antes, de nós&#8230; tivemos uma história bonita, não vou negar!</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Porém, também, sofremos horrores! Sofremos pela distância, sofremos pelo que nos separou, sofremos por ter nos perdido ou por pensarmos que isso tivesse acontecido, sofremos pelo amor que acreditavamos que matamos!</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">O engraçado é que estavamos enganados, muitas vezes&#8230; e , o que de fato era real, se denominava <em>AMIZADE</em>! O que nos uniu, mais uma </span></h4>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><img class="alignleft" title="B e D" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAANiZytxtyIMtzmdM-MOY0C8pC1QBEnBNO_2V-s_veqHE8jS9dNuUfK0La7DQ9hsMwoWeM86frXKw54C9K17NXe0Am1T1UI_kz7XZPHxc1lp6-vH_F9AbbhkS.jpg" alt="" width="336" height="252" /></span></h2>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">vez! Esse sentimento, tão bonito e ,de todos, o que mais devemos valorizar, nunca deixou que, de fato, nos afastassemos ou nos perdessemos! Foi ele que nos trouxe onde estamos agora!</span></h4>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h2>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">E, pra ser um tanto quanto sincera, cheguei a acreditar que nunca desse certo, que seria mais uma aventura, mais um momento para relembrar, mais um sofrimento, mais um ponto final!</span></h4>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h2>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Hoje, o que vejo, é muito mais que isso! É companherismo, é cumplicidade, é um amor ilimitado! Nos entendemos, nos compreendemos, nos damos bem, somos amigos, irmãos, confidentes&#8230; somos verdadeiros , inteiros, reais! Temos nossos problemas, discordamos em vários pontos mas, isso, de nenhuma forma  nos entristece&#8230; </span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Respeitamos nossas opiniões&#8230; Brigas? Nem sabemos o que é&#8230; Nos estressamos, sim&#8230; Não há como fugir disso, mas &#8220;ficar de mal&#8221; não é a nossa praia!</span></h4>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></h2>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Estar longe dói&#8230; e muito! Mas sei o caminho que teremos que percorrer até chegar onde desejamos e ele é longo!Temos que crescer e muito mas, se é o que queremos, estaremos firme o suficiente para construirmos nossas vidas!</span></h4>
<h4 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Obrigada por existir&#8230; meu amigo, meu amor, meu amante!</span></h4>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Eu te amo e te aguardo!</span></h2>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paixões]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 05:02:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2315" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/paixao/"><img class="alignleft size-full wp-image-2315" title="Paixão" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/paixao.jpg" alt="" width="150" height="110" /></a>&#8220;Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Por experiência própria, você já deve ter descoberto que há muitas maneiras de amar. Existem os amores descomprometidos e rápidos, surgidos de olhares que se cruzam ao acaso, provocando uma enorme descarga de energia, uma vontade incontrolável de seguir, de perseguir, de caçar. São encontros não marcados, diante dos quais vibramos numa intensidade anormal porque sabemos que a primeira vez também pode ser a última.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem ainda os amores intensos e rápidos, aqueles nos quais se perde a consciência do perigo e a noção de limites. O que se deseja é variedade, excitação, a promessa certeira do prazer. O que se deseja é estar fora do mundo das proibições, experimentando o perigoso jogo do tudo ou nada. Estes encontros poderiam ser chamados de minipaixões. Acontecem com freqüência em viagens, férias e também são facilitados pelo anonimato das grandes cidades. O objetivo é a conquista: um alvo determinado, aquele homem, aquela mulher. Nessas horas, fantasia e realidade se misturam e se confundem.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas as diferentes maneiras de amar não acabam por aí. Como esquecer os amores comprometidos e lentos? Para muitas pessoas, só o primeiro encontro não basta. A busca da felicidade exige um segundo, um terceiro, um qüinquagésimo. Nesses casos, a ligação amorosa nasce da revelação, do desvendamento, da descoberta. Deseja-se encontrar aquele &#8220;algo mais&#8221;, que só parece atingível quando se explora cada milímetro do outro, por meio de uma sucessão de perguntas, de toques, de confidências e provas de dedicação que, aos poucos, vão construindo o vínculo amoroso.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderíamos falar também dos amores intensos e lentos, quando se descobre que o prazer é a energia que une e agrega. Nesses amores de combustão vagarosa, a relação se delineia à medida que os parceiros se encaixam e criam laços de apego. São vínculos que dão a sensação de um porto seguro, de morar dentro do outro, e não de estar só de passagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, as possibilidades de relacionamentos amorosos são infinitas, mas também vale lembrar que, raramente, os encontros acontecem da forma como previmos ou planejamos. O que, de resto, é ótimo, pois quando nos abrimos para essa força vital que chamamos Eros, amor, descobrimos que o impulso erótico profundo, misterioso, não pode ser facilmente compreendido, classificado ou controlado.</p>
<p style="text-align:justify;">Os prazeres e perigos de estar apaixonado</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez não exista, no vasto repertório de experiências humanas, nada que se compare a uma paixão. É um sentimento que nos faz viver momentos de expectativa, de excitação, de incerteza; que de uma hora para outra nos tira os pés do chão, deixando-nos &#8220;nas nuvens&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Estou falando daquelas paixões sentidas na pele, na carne, que fazem a temperatura emocional ultrapassar os 100 graus centígrados, que dão ao mundo um colorido que nunca observáramos antes. Paixões que mudam o rumo de nossas vidas, nas quais nos entregamos totalmente, sem defesas e sem receio, nas mãos do ser amado. Paixões que, colocando-nos na fronteira da sanidade e da loucura, nos fazem perder a consciência do perigo e a noção de limites.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao nos apaixonarmos, sentimo-nos a dois passos do Paraíso; ora entrando (quando estamos junto da pessoa amada), ora saindo (quando nos afastamos). Uma idéia fixa nos envolve: como representar tudo para o outro e como conseguir que o outro se transforme em tudo para nós. Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos. Nessa fase, nada se compara à extasiante experiência de estar a sós, de mergulhar, de se fundir com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Invade-nos uma fome insaciável de intimidade, infinita de reciprocidade, que torna apavorante a perda do amor recém-encontrado.</p>
<p style="text-align:justify;">Como algo tão assustador pode ao mesmo tempo ser tão bom?</p>
<p style="text-align:justify;">Você já deve ter percebido por experiência própria que paixão jamais combina com lógica ou rima com racionalidade. Não se trata de uma escolha consciente, de um ato premeditado; simplesmente, acontece. Apesar disso, sempre fica uma pergunta no ar: por que as pessoas se apaixonam perdidamente? É difícil, para não dizer impossível, explicar de forma total uma experiência humana ao mesmo tempo tão universal e tão misteriosa como é a paixão amorosa. No entanto, podemos levantar algumas possibilidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Em nosso mundo externo sempre existe falhas, buracos, assim como em nosso mundo interno sempre existem carências e necessidades. Quando nos damos conta de nosso vazio interior, surge a necessidade de preenchê-lo, ou seja, sentimo-nos ávidos de amor. Nessas circunstâncias, em geral, o aparecimento de uma pessoa de carne e osso para suprir a carência se transforma em mera questão de tempo. De uma hora para outra, a paixão bate à porta.</p>
<p style="text-align:justify;">Na ânsia de se preencher, de se completar, o apaixonado absorve, engole o outro, ou se deixa absorver, engolir totalmente. Em conseqüência, a paixão vai crescendo de forma avassaladora e se transforma em &#8220;monomania&#8221;, na coisa mais importante da vida, na razão de ser da própria existência.</p>
<p style="text-align:justify;">A &#8220;vítima&#8221; da paixão passa a ver o mundo por uma ótica distorcida. Os valores se alteram, tudo muda de sentido. Quem se apaixona fica por demais ansioso para poder decifrar os sinais que o outro lhe envia. Fica também por demais apegado para poder realmente enxergar o outro e por demais obcecado para poder conhecer o outro. Chega a dizer que o ser amado é tudo e tudo se resume ao ser amado. Isso significa ignorar as demais pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Embutida nessa entrega total, há também uma exigência de complementação total. As grandes paixões desconhecem barreiras, insurgem-se contra o proibido. A literatura está cheia de exemplos de amantes que, apesar dos mais terríveis obstáculos, mantiveram-se unidos por laços indestrutíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a ligação entre paixão e sofrimento não aparece apenas na ficção, nos romances, nas novelas. Ela existe na vida real. A separação é tão dolorosa porque um homem, uma mulher apaixonados não preenchem suas necessidades afetivas com várias relações de troca, de amizade. Para eles, o ser amado é a única fonte de gratificação. Isso transforma a paixão numa espécie de prisão paradisíaca.</p>
<p style="text-align:justify;">A expressão &#8220;estar perdidamente apaixonado&#8221; dá bem a medida da ambigüidade que envolve esse sentimento que todos ansiamos por experimentar, mas que tanto nos perturba quando, sem pedir licença, ele invade nosso coração.</p>
<p style="text-align:justify;">By Maria Helena Matarazzo, em &#8220;Encontros, Desencontros e Reencontros&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guerrillero heroico ]]></title>
<link>http://ovarejeira.wordpress.com/2009/11/28/guerrillero-heroico/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:23:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>ovarejeira</dc:creator>
<guid>http://ovarejeira.wordpress.com/2009/11/28/guerrillero-heroico/</guid>
<description><![CDATA[Quantas vezes vimos aquele mesmo rosto? Este mesmo, não digo o homem em si, mas sim a fotografia que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJAPqs4I/AAAAAAAAAMc/S96COYkKqM8/s1600/Che_Guevara_01.png"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJAPqs4I/AAAAAAAAAMc/S96COYkKqM8/s1600/Che_Guevara_01.png" alt="" width="255" height="289" /></a></p>
<p>Quantas vezes vimos aquele mesmo rosto? Este mesmo, não digo o homem em si, mas sim a fotografia que o retrata. É para muitos um rosto que fica extremamente bem nas camisolas, dá um ar determinado ao acto de vestir. Uma determinação qualquer que seja o determinante, mesmo que não seja, que apenas exista na cabeça de quem o tem, nem que seja de uma única forma idealizada, cuja ideia é a única forma de ele existir.</p>
<p>Para outros é um óptimo rosto para pintar nas paredes, para dizer: “Sou jovem, estou vivo, quero mudar, quero mundo novo, quero ser parte do mundo novo”. É o rosto do sonho, é o rosto da determinação, é o rosto da ideologia, é o rosto da revolução.</p>
<p>É claro que muitos destes que usam orgulhosamente este rosto, as suas vestes de engate, sabem pouco mais que o DJ, que actuará na discoteca no dia de irem mostrar o seu brilho. Pois bem, em momento raro de serviço público revelarei o nome do Senhor por detrás do rosto, desvendarei um mistério de décadas. Tem como nome Ernesto Guevara de la Serna, Che Guevara para a <em>Revolution</em>. Muito poderia escrever aqui sobre o homem, não me sinto capaz para tal. Digo apenas que o considero um bom homem, sei que fez coisas cruéis, fê-las por um ideal, fê-lo porque acreditou que era o correcto.</p>
<p>Hoje falarei apenas no retrato, este que vos apresento a seguir, aquele que suporta o rosto que muitas paredes, muitas vestes tem adornado, este que a muita gente tem dado esperança, tem dado a energia para lutar.</p>
<p><a href="http://3.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJpoxnmI/AAAAAAAAAMk/HV9Tr1mjHEA/s1600/Heroico1.jpg"><img class="aligncenter" src="http://3.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJpoxnmI/AAAAAAAAAMk/HV9Tr1mjHEA/s1600/Heroico1.jpg" alt="" width="465" height="382" /></a></p>
<p>Esta fotografia foi tirada a cinco de Março de 1960, na capital cubana, a cidade de Havana, durante um memorial dedicado ás vitimas da explosão de La Coubre. A fotografia foi tirada por <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Alberto_Korda">Alberto Díaz Gutiérrez</a>, o “Korda”, um dos fotógrafos da Revolução.</p>
<p>Korda nasceu em Havana numa família cujo dinheiro era bem menos comum que o ar nos seus bolsos. O seu pai era trabalhador ferroviário, foi com a Kodak do progenitor, que Korda, descobriu aquilo que viria a ser parte visceral do seu corpo, a fotografia. Teve vários trabalhos, começou então a fotografar modelos, segundo ele, começou o emprego para conhecer mulheres.</p>
<p>A sua carreira na fotografia mudou, quando fotografou uma menina, <em>Paulita</em>, salvo erro. Esta pequena menina com não mais de quatro anos estava a tentar vestir com um farrapo, o seu brinquedo que trazia ao colo. Espanto de Korda quando percebeu que no lugar onde deveria estar uma boneca, estava um simples tronco de madeira. Foi aí que percebeu que vivia num país muito injusto, <em>“onde aquela menina tinha um tronco para brincar e outros meninos andavam de bicicleta”</em> (não está <em>ipsis verbis</em>). Esta revelação aconteceu antes da Revolução cubana. Korda decidiu então apoiar os movimentos revolucionários. Foi um dos fotógrafos da Revolução. Fidel Castro, gostando do seu trabalho, tornou-o num dos fotógrafos que o acompanhava nas suas campanhas, militares, politicas e propagandistas.</p>
<p>Esta é a sua fotografia mais conhecida, segundo ele, não é a preferida, mas sim a de Paulita, a menina que fazia de um tronco a seu brinquedo favorito, provavelmente o único. Daí a preferência…</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://2.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJz9bR3I/AAAAAAAAAMs/qitEPgwp1BA/s1600/Korda.La+nina+de+la+muneca+de+palo.1959.JPG"><img class="aligncenter" src="http://2.bp.blogspot.com/_mba50vOjKRs/SxGfJz9bR3I/AAAAAAAAAMs/qitEPgwp1BA/s1600/Korda.La+nina+de+la+muneca+de+palo.1959.JPG" alt="" width="325" height="436" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Andei na chuva ...]]></title>
<link>http://meninosmeninas.wordpress.com/2009/11/28/andei-na-chuva/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:43:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>zachsantos</dc:creator>
<guid>http://meninosmeninas.wordpress.com/2009/11/28/andei-na-chuva/</guid>
<description><![CDATA[Sexta-feira anoite voltando do trampo, começou a chover. A maioria das pessoas reclamam com  os Deus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sexta-feira anoite voltando do trampo, começou a chover. A maioria das pessoas reclamam com  os Deuses, culpam São Pedro, praguejam a meteorologia, procuram um abrigo e simplismente esperam  tudo aquilo passar.</p>
<p>Enquanto todos anceiavam por eternos verões e noites de céu limpo, eu andava na chuva e com um sorrisso tristonho no rosto, algo estava sendo limpo, lavado e seguindo algumas culturas, eu estava sendo purificado, os pensamentos de uma semana que conseguio ficar pior a cada segundo estavam se esvaindo com a água, as dores, a angustia e o medo escorriam pelo ralo &#8230; Ahh o medo eterno companheiro &#8230;</p>
<p>Por alguns momentos eu desejei que a intensidade e a força da chuva amplificasse e por alguns instantes chegou a doer quando as gotas batiam no meu corpo. Uma dor física em  troca de uma dor emocional, pensava eu. Cantarolei a canção<em> &#8220;Déja Vu&#8221; </em> da<em> Pitty</em> e percebi que à tempos eu desconheço onde perdi minha alma. Tenho pressa de encontra-la, mas receio que nunca mais seremos um só. Em contra partida descordei da baiana uma vez na vida: <em>&#8220;Nenhuma verdade me machuca</em>&#8220;  inicia a música. Na verdade era uma verdade que eu não queria aceitar que estava me machucando naquele momento.</p>
<p>Por fim a chuva cessou eu estava ensopado enquanto todas as pessoas com suas roupas engomadas, secas e seus cabelos escovados passavam diante de mim e olhavam dizendo com expressões facias: &#8220;Quem é o retardado ?&#8221; &#8230; Apenas mais um dia, apenas mais um dia para suportar.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/His5BZcgxj8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/His5BZcgxj8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Aos que não entenderam o post, eu apenas quis expressar meus sentimentos, os motivos eu explico no próximo post que será o último desse ano a ser publicado no blog. O blog Meninos e Meninas vai entrar em hiatos e volto em janeiro porque eu também sou filho de Deus e mereço ferias, praia e um pouco de paz. Abraço a todos e aos que sentirem um pouco de saudade tem o twitter &#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Homem não chora]]></title>
<link>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/27/homem-nao-chora/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 09:07:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amar</dc:creator>
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<description><![CDATA[Homem não chora Nem por dor Nem por amor E antes que eu me esqueça Nunca me passou pela cabeça Lhe p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/T5OBzO_U9gI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/T5OBzO_U9gI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
<div>Homem não chora<br />
Nem por dor<br />
Nem por amor<br />
E antes que eu me esqueça<br />
Nunca me passou pela cabeça<br />
Lhe pedir perdão<br />
E só porque eu estou aqui<br />
Ajoelhado no chão<br />
Com o coração na mão<br />
Não quer dizer<br />
Que tudo mudou<br />
Que o tempo parou<br />
Que você ganhou</p>
<p>Meu rosto vermelho e molhado<br />
É só dos olhos pra fora<br />
Todo mundo sabe<br />
Que homem não chora<br />
Esse meu rosto vermelho e molhado<br />
É só dos olhos pra fora<br />
Todo mundo sabe<br />
Que homem não chora</p>
<p>Homem não chora<br />
Nem por ter<br />
Nem por perder<br />
Lágrimas são água<br />
Caem do meu queixo<br />
E secam sem tocar o chão<br />
E só porque você me viu<br />
Cair em contradição<br />
Dormindo em sua mão<br />
Não vai fazer<br />
A chuva passar<br />
O mundo ficar<br />
No mesmo lugar</p>
<p>Meu rosto vermelho e molhado&#8230;</p></div>
<div>Barão Vermelho</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Flores do mal]]></title>
<link>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/26/flores-do-mal/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 18:56:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amar</dc:creator>
<guid>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/26/flores-do-mal/</guid>
<description><![CDATA[Não me atire no mar de solidão Você tem a faca, o queijo e meu coração nas mãos Não me retalhe em es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bIKsYDoczaM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/bIKsYDoczaM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Não me atire no mar de solidão<br />
Você tem a faca, o queijo e meu coração nas mãos<br />
Não me retalhe em escândalos<br />
Nem tão pouco cobre o perdão<br />
Deixe que eu cure a ferida dessa louca paixão<br />
Que acabou feito um sonho<br />
Foi o meu inferno, foi o meu descanso<br />
A mesma mão que acaricia, fere e sai furtiva<br />
Faz do amor uma história triste<br />
O bem que você me fez nunca foi real<br />
Da semente mais rica, nasceram flores do mal<br />
Huummm&#8230;.<br />
Não me atire no mar de solidão<br />
Você tem a faca, o queijo e meu coração nas mãos<br />
Não me retalhe em escândalos<br />
Nem tão pouco cobre o perdão<br />
Deixe que eu cure a ferida dessa louca paixão<br />
Não me esqueça por tão pouco<br />
Nem diga adeus por engano<br />
Mas é sempre assim<br />
A mesma mão que acaricia, fere e sai furtiva<br />
Faz do amor uma história triste<br />
O bem que você me fez nunca foi real<br />
Da semente mais rica, nasceram flores do mal</p>
<p>Barão Vermelho</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Una hermosa historia de amor]]></title>
<link>http://oasisdeisa.wordpress.com/2009/11/26/1223/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 15:55:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>mioasis</dc:creator>
<guid>http://oasisdeisa.wordpress.com/2009/11/26/1223/</guid>
<description><![CDATA[El Cementerio Cristóbal Colón, en la capital cubana, atesora joyas arquitectónicas que guardan histo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://oasisdeisa.wordpress.com/files/2009/11/cementerio.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-1224" title="cementerio" src="http://oasisdeisa.wordpress.com/files/2009/11/cementerio.jpg?w=199" alt="" width="199" height="300" /></a>El Cementerio Cristóbal Colón, en la capital cubana, atesora joyas arquitectónicas que guardan historias increíbles, como el amor entre Catalina Lasa, proveniente de una familia vasca, y Juan Pedro Baró, de ascendientes catalanes, ambos acaudaladas figuras de principios del siglo XX.</p>
<p>Los visitantes a la necrópolis se asombran ante la majestuosidad del panteón art deco, que edificado con mármol de Carrara hizo construir Baró para su amada. Aunque el tiempo ha hecho estragos a la edificación no ha borrado lo que se cuenta de esa gran pasión.<br />
<!--more--><br />
Igualmente, Baró había construido para su amada una casona elegante en la barriada capitalina de El Vedado, al gusto de Govantes y Cabarrocas, autores del Pabellón de Cuba en la Expo Iberoamericana de Sevilla.</p>
<p>El jardín fue diseñado por Forestier, responsable de magnificas obras, entre ellas el sevillano parque María Luisa.</p>
<p>Pero la señora Baró apenas disfrutó la casa tres años. Enfermó y su esposo la llevó a París, donde falleció en 1930, a los 55 años.</p>
<p>Juan Pedro ordenó embalsamarla y la trasladó en barco a La Habana. Durante siete años, hasta su propia muerte, visitó cada mañana el sepulcro de Catalina, en el Cementerio Cristóbal Colón.</p>
<p>El arquitecto y escritor Mario Coyula, en una novela sustentada en la pasión de Catalina y Juan Pedro, relata que la casa fue inaugurada en 1926, luego de un viaje de la pareja  por Europa y Nueva York.</p>
<p>La hermosa mujer había sido esposa de Pedro Estévez Abreu, a quien abandonó por  Baró, lo cual constituyó un escándalo y la pareja tuvo que salir por un tiempo de Cuba.</p>
<p>La fastuosa mansión, devenida actualmente Casa de la Amistad sirvió muy poco tiempo de nido de amor, ya que la aristócrata enfermó.</p>
<p>El amor de Catalina Lasa y Juan Pedro Baró provocó grandes rumores en su época. Años antes de su matrimonio él le regaló una rosa amarilla con tonos rosados creada especialmente para ella, fruto del cruce de una variedad húngara con otra cubana.</p>
<p>La deslumbrante criolla Catalina Lasa y el rico y donjuanesco Juan Pedro Baró cayeron rendidos uno en los brazos del otro un día de 1905 y siguieron unidos hasta el fin contra viento y marea.</p>
<p>Según un artículo del periodista Fernando García el alboroto estalló cuando una tía del entonces marido de Catalina, Pedro Estévez Abreu, hijo de la patriota y acaudalada dama villareña Marta Abreu, descubrió el amorío a través de un detective.</p>
<p>La seductora Catalina, ganadora de concursos de belleza, no tuvo reparos en aparecer en público con Juan Pedro. Una tarde de 1906, ambos fueron juntos a presenciar una función teatral.</p>
<p>Los aristócratas asistentes, en desaprobación por la conducta de la pareja abandonaron la sala y los dejaron solos, pero la orquesta siguió tocando. Al final de la función, Catalina premió el gesto lanzando todas sus joyas a los músicos.</p>
<p>Tras la comentada escena del teatro, los enamorados no tardaron en emprender un exilio pasional. Ella y Juan Pedro se pasearon por Europa y Nueva York.</p>
<p>En 1917, Lasa y Baró se entrevistaron en el Vaticano con el papa Benedicto XV y le solicitaron la anulación del matrimonio de ella. Algunos relatos atribuyen la dispensa a la conmoción que la historia de amor provocó en el Santo Padre.</p>
<p>Catalina y Juan Pedro regresaron a París para casarse por la Iglesia. Al año siguiente, las autoridades cubanas aprobaron el divorcio con una ley que tuvo a los matrimonios Lasa-Estévez y Baró-Varona como primeros beneficiarios.</p>
<p>Catalina y Juan Pedro se reincorporaron poco a poco a la sociedad habanera. Empezaron con viajes cortos, y en 1926 retornaron definitivamente.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tento de imperfeição]]></title>
<link>http://bluesdamadrugada.wordpress.com/2009/11/26/tento-de-imperfeicao/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 05:44:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>terraroxa</dc:creator>
<guid>http://bluesdamadrugada.wordpress.com/2009/11/26/tento-de-imperfeicao/</guid>
<description><![CDATA[Para ler ouvindo a música mais forte e bela que tiver conhecimento. Meio-dia e trinta adentrou o rec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://bluesdamadrugada.wordpress.com/files/2009/11/imperfeicao-2.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-538" title="Imperfeição 2" src="http://bluesdamadrugada.wordpress.com/files/2009/11/imperfeicao-2.jpg" alt="" width="450" height="95" /></a></p>
<blockquote><p>Para ler ouvindo a música mais forte e bela que tiver conhecimento.</p></blockquote>
<p>Meio-dia e trinta adentrou o recinto. Após um almoço conturbado e uma manhã de cansaço, o explosivo humano corroeu-se através do pátio da construção de vidro, atravessou o corredor de flores silvestres, subiu as escadas de marfim e deu de cara com as pessoas que mais amava e com as que menos gostava nessa vida.</p>
<p>Se é que ainda tinha vida e se é que ainda podia entitulá-la como tal.</p>
<p>Perguntou o que poderia fazer para ajudar, a quantas andava a coisa toda, que caixas deveria carregar&#8230; O que fazia ali? O que todos faziam ali? O que toda aquela construção fazia ali? O que todas aquelas vielas tortas faziam ali? O que aquela cidade toda fazia, escondida nos cafundós conservadores de um estado decadente, de um país em declínio?</p>
<p>Por alguns instantes a intolerância tomou conta do seu corpo. Não se sabe o que aconteceu. Desejo de brigar, partir pra cima de alguém, caçar confusão, deixar o demônio operar e apossar-se de sua mente&#8230; Não se sabe mesmo, mas seja o que for, essas forças motrizes fizeram festa em sua imaginação como há muito não faziam.</p>
<p>A cabeça doía, mas controlou-se. Fez caras e bocas, sorriu às gargalhadas, flerteu com quem viu de interessante pela frente, olhou os transeuntes com olhos baixos, soturnos, veementes. Lançou mão dos sarcasmos mais bem elaborados e maldosos, diga-se de passagem.</p>
<p><em>Boas armas, que, quando bem utilizadas, irritam e ferem mais que um soco bem dado</em>, pensou.</p>
<p>Acertou em cheio. Saiu vitorioso, pelo menos, em sua fértil imaginação. Vislumbrou ser odiado mesmo, com toda força e todo ódio desse mundo, agora ou mais tarde, tanto fizesse, tanto houvesse, tanto quisesse.</p>
<p>Duas e meia da tarde adentrou novo recinto. Ambiente estranho, insalubre, parecido com a sensação de afundar-se em areia movediça. Colocou os fones de ouvido na tentativa de reinterpretar suas fantasias mais ousadas através das músicas que mais gostava. Saiu completamente do mundo. De corpo, alma e coração. Não sentia mais nada, nem uma sensação sequer. Tomou de assalto a estratosfera, como se ela fosse demasiado pequena para tamanha neutralidade de sentidos. Queria reabsorver-se de si mesmo, sugar tudo de ruim que existia para construir algo novo por cima, como um prédio em ruínas que é implodido para conferir vida nova em espaço e tempo diferentes.</p>
<p>Após tanto ódio, tanta raiva, tanto mau pressentimento, acalmou o coração. Voltou a si por livre e espontânea vontade de espírito.</p>
<p>Sabia que era volúvel e que essa volubilidade tinha seus encantos, pelo menos, em sua imaginação fértil. A cabeça ainda doía, mas por motivos diferentes. Era a transformação dos sentimentos ruins em renovadas fontes de percepção.</p>
<p>Às seis da tarde, ao desfalecer da aurora, já era outro. Não precisava de recintos, fossem construções de vidro ou ambientes insalubres. Nada disso. Era todo o espaço que podia alcançar com a fantasia. Era realmente outro. Era si mesmo. Nem ódio, nem neutralidade.</p>
<p>Era amor. É amores.</p>
<p>E o resto da história eu não preciso nem contar. Sei que é difícil, mas realize em sua mente, em sua alma e no íntimo do seu ser, um homem realmente feliz. Que de explosivo humano à uma neutralidade estratosférica, encontrou-se no lugar dos amores, das fantasias, das paixões irresolutas e das utopias transformadoras.</p>
<p>Não. Não pense que era perfeito, pois tinha prazer em não sê-lo, pois era feliz nas inconstâncias, nas volubilidades e, principalmente, nos prazeres de transformar as coisas mais humanas.</p>
<p>Era ainda o ódio, era ainda o neutro.</p>
<p>Sabendo, que, no final das contas, era sempre o amor.</p>
<p>E é sempre amores.</p>
<p>Sempre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Esta noite eu vou chorar]]></title>
<link>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/25/esta-noite-eu-vou-chorar/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 18:26:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amar</dc:creator>
<guid>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/25/esta-noite-eu-vou-chorar/</guid>
<description><![CDATA[Em casa, sozinha, sem você eu ligo a televisão E bebo o vinho de uma vez Suas fotos que eu fiz De la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/gL9P5wAlBlQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/gL9P5wAlBlQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Em casa, sozinha, sem você<br />
eu ligo a televisão<br />
E bebo o vinho de uma vez<br />
Suas fotos que eu fiz<br />
De lado, as paredes falam<br />
Sorriem ás vezes, e ás vezes me calam<br />
Do jeito que estou aqui eu nunca fiquei<br />
Eu nunca deixei meus sentimentos mostrarem quem eu sou<br />
Eu sempre tentei ser forte e não falar do meu amor<br />
Mas hoje eu bebi, e vivo essa dor<br />
Pro inferno que fui, o orgulho acabou<br />
Sem parar, esta noite eu vou chorar<br />
Podia até estudar, ouvir uma canção<br />
Amanhã de manhã ia me machucar como as lembranças farão<br />
Quem sabe ao ler uma carta de amor já velha<br />
Eu pense que as coisas não estão tão sérias<br />
Do jeito que estou aqui eu nunca fiquei</p>
<p>Tania Mara</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para a caçulinha do meu coração]]></title>
<link>http://yoquesebarcelona.wordpress.com/2009/11/25/para-a-caculinha-do-meu-coracao/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 07:00:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anamaria Rossi</dc:creator>
<guid>http://yoquesebarcelona.wordpress.com/2009/11/25/para-a-caculinha-do-meu-coracao/</guid>
<description><![CDATA[Rafa, continua cuidando assim com muito carinho da sua irmã, viu? Porque ela é a maior riqueza da su]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Rafa, continua cuidando assim com muito carinho da sua irmã, viu? Porque ela é a maior riqueza da su]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[90210: "Sit Down, You're Rocking the Boat"]]></title>
<link>http://laguiadetv.wordpress.com/2009/11/24/90210-sit-down-youre-rocking-the-boat/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 23:28:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>marielgo</dc:creator>
<guid>http://laguiadetv.wordpress.com/2009/11/24/90210-sit-down-youre-rocking-the-boat/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; CANAL SONY, MARTES 24 NOVIEMBRE 21:00 HRS SKY 202, CABLEVISIÓN 212 Michael Desmond/The CW Har]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<h2><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#008080;">CANAL SONY, MARTES 24 NOVIEMBRE 21:00 HRS</span></span></h2>
<h2><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#008080;">SKY 202, CABLEVISIÓN 212</span></span></h2>
<p><span style="font-weight:normal;"><span style="color:#008080;"> </span></span></p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 505px"><img title="90210 - Season 2 - &#34;Sit Down, You're Rocking the Boat&#34; - Michael Steger as Navid, Tristan Wilds as Dixon and Matt Lanter as Liam" src="http://static.tvguide.com/MediaBin/Galleries/Shows/Numbers/90210_New/season2/90210show208.jpg" alt="" width="495" height="350" /><p class="wp-caption-text">Michael Desmond/The CW</p></div>
<p>Harry platica con Kelly acerca de los problemas que tiene su familia; Annie culpa a Naomi por haber mandado el mensaje de texto, Silver trabaja en continuar su vida sin Dixon, quien conoce a la chica de sus sueños.</p>
<p>Teddy hace fiesta en el yate de su padre.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando o amor acaba ]]></title>
<link>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/24/quando-o-amor-acaba/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 14:45:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Amar</dc:creator>
<guid>http://meujeitodesentir.wordpress.com/2009/11/24/quando-o-amor-acaba/</guid>
<description><![CDATA[Alguns amores duram para sempre. Outros se renovam. Alguns se perdem por aí, por falta de cuidado. M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="399">
<tbody>
<tr>
<td><span style="font-family:arial;color:#414141;font-size:large;"><strong><a href="http://meujeitodesentir.wordpress.com/files/2009/11/fazer-o-que-2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-654" title="FAZER O QUE 2" src="http://meujeitodesentir.wordpress.com/files/2009/11/fazer-o-que-2.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a></strong></span></td>
</tr>
<tr>
<td><img src="http://maisvoce.globo.com/Portal/maisvoce/img/sep.gif" border="0" alt="" width="1" height="38" /></td>
</tr>
<tr>
<td><!-- Texto --></p>
<table border="0" cellspacing="0" cellpadding="0" width="458">
<tbody>
<tr>
<td><img src="http://maisvoce.globo.com/Portal/maisvoce/img/sep.gif" border="0" alt="" width="15" height="1" /></td>
<td>Alguns amores duram para sempre.<br />
Outros se renovam.<br />
Alguns se perdem por aí, por falta de cuidado.<br />
Mas muitos amores acabam.<br />
E quando um amor acaba, dói igual pra quem deixou de amar e pra quem deixou de ser amado.</p>
<p>O fim de um amor vem sempre carregado de mágoa, de frustração&#8230;<br />
É que quando a gente ama, sente um poder e uma força tão grandes, que nem passa pela cabeça viver sem essa emoção.<br />
Não tem jeito, tem amor que chega ao fim.</p>
<p>Mas quer saber? O ser humano nasce com uma capacidade inesgotável de amar.<br />
Não é à toa que amamos intensamente filhos, pais, irmãos, amigos&#8230;<br />
E não é à toa que amamos mais de um homem ou de uma mulher na vida.</p>
<p>Por isso, se o seu amor foi embora e você acha que ficou vazio, acredite, é coisa passageira.<br />
É apenas uma pausa pro começo de um amor novo que vem por aí.<br />
Porque quando a gente ama, fica com uma reserva de coisa boa aqui dentro.<br />
Se não fosse assim, não sobraria nada pra dar à próxima pessoa que chega.</p>
<p>Só quem já amou de verdade sabe que amor é o tipo da coisa que quanto mais a gente dá, mais tem.<br />
Embora os poetas sempre escrevam sobre desilusão, ninguém morre de amor&#8230;</p>
<p>É exatamente o contrário: a gente vive de amor. Se não fosse o amor, não estaríamos aqui.<br />
Amor é prática. é exercício. É insistir na busca da felicidade.<br />
Se usarmos a inteligência, a paciência e, claro, a tão necessária esperança&#8230;<br />
O amor nunca vai faltar.</p>
<p>Lena Gino.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Momento Narrativo]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/24/momento-narrativo-16/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 07:24:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/24/momento-narrativo-16/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">&#8220;É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar. Olhei pra você fixamente por instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade&#8221;</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong>Clarice Lispector</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><a rel="attachment wp-att-3136" href="http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/11/24/momento-narrativo-16/insonia-2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3136" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/11/insonia1.jpg" alt="" width="323" height="218" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Ela perdeu o sono no meio da noite. Despertou assustada de um sonho – não sabia mais o que era! – e apenas ouviu sua respiração pesada e rápida enquanto interpretava a escuridão. Olhou para os todos os lados e, aos poucos, reconheceu o seu quarto no escuro da madrugada. Estava sozinha em sua cama e, apesar do receio de estar sem luz alguma, sentia-se protegida. Era seu quarto, era seu santuário, era o seu espaço único e especial no mundo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tentou reencontrar o sono, relaxou o corpo e se acomodou nos travesseiros. Mas nada adiantou – estava tão desperta como se o sol já tomasse conta do céu. Mesmo assim não se rendeu à energia de seu corpo e lembrou-se de que àquelas horas não dormidas lhe fariam falta no decorrer do dia.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Fitou o escuro e tentou não pensar em nada, afinal não queria se agitar mais. Nesse cenário, lembrou-se dos olhos dele. Ali, na escuridão de seu quarto, recordou-se daquele olhar que lhe penetrava a alma e desvendava os seus segredos mais profundos. Sentiu saudade – seu coração ficou bem pequeno -, sentiu vontade chorar, sentiu tristeza e sentiu raiva.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Aquela lembrança, não tão recente, ainda lhe provocava ambíguos sentimentos e ela sentiu-se abalada pela confusão em seu interior. Resolveu apenas fechar os olhos e cantarolou uma canção popular. Se pensaria em algo até adormecer novamente, decidiu que não seria ele quem comandaria tais pensamentos e optou por algo mais leve.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Percebeu ali, naquele singular momento, que ainda não estava pronta para lidar com tudo o que havia acontecido!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Almost]]></title>
<link>http://justblueyes.wordpress.com/2009/11/22/almost/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 02:14:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Just Blueyes</dc:creator>
<guid>http://justblueyes.wordpress.com/2009/11/22/almost/</guid>
<description><![CDATA[Porque volviste. Porque estas de nuevo acá. Porque tengo que pensar en vos una y otra vez. Porque me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Porque volviste.</p>
<p>Porque estas de nuevo acá.</p>
<p>Porque tengo que pensar en vos una y otra vez.</p>
<p>Porque me haces mas difícil seguir con mi vida.</p>
<p>Porque quiero encontrarte cada vez.</p>
<p>Porque me duele la panza ni bien te veo.</p>
<p>Porque empiezo a imaginar cosas que no son.</p>
<p>Porque vuelvo una y otra vez como en una cinta de moebius.</p>
<p>Porque pienso todo una vez más.</p>
<p>Porque me lo advirtieron.</p>
<p>Porque en el fondo sabía que iba a pasar.</p>
<p>Porque no pude ni puedo evitarlo.</p>
<p>Porque sé cómo va a terminar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclo ]]></title>
<link>http://acalmon.wordpress.com/2009/11/21/o-ciclo/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 18:30:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>acalmon</dc:creator>
<guid>http://acalmon.wordpress.com/2009/11/21/o-ciclo/</guid>
<description><![CDATA[O amor é indecifrável&#8230;Não se sabe quando chega, quando vai embora. Por que o faz? É o desperta]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>O amor é indecifrável&#8230;Não se sabe quando chega, quando vai embora. Por que o faz?</strong></p>
<p><strong>É o despertar de uma paixão, de uma grande felicidade. E também de uma grande melancolia&#8230;</strong></p>
<p><strong>O frio na barriga, a ansiedade, o sorriso, o brilho nos olhos, a saudade, o ciúme gostoso de quem quer o bem, o companheirismo, a ingenuidade. O nervoso, a tristeza, o ciúme doentio, a mudança, a traição, a desiluão.</strong></p>
<p><strong>Será o amor uma dádiva ou uma maldição? Ele realmente nos faz bem? Necessitamos tanto dele? Ele é homicida? É viciante? </strong></p>
<p><strong>Será verdadeiro? Real? Ou apenas uma utopia?</strong></p>
<p><strong>Somente vivenciando para saber.</strong></p>
<p><strong>Quem nunca vivenciou, o deseja ardentemente. E quem já o fez, o despreza furiosamente, porém momentaneamente&#8230;</strong></p>
<p><strong>Por que o amor nos deixa tão felizes, e tão tristes?</strong></p>
<p><strong>É algum tipo de ciclo?</strong></p>
<p><strong>O mais impressionante é que isso não é só indecifrável, como também inevitável&#8230;</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ainda leva uma cara...]]></title>
<link>http://yoquesebarcelona.wordpress.com/2009/11/21/ainda-leva-uma-cara/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 15:23:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anamaria Rossi</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230;  a quem interessar possa. Porque hoje é sábado.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8230;  a quem interessar possa. Porque hoje é sábado.]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cabezota]]></title>
<link>http://perdonaqueseasoez.wordpress.com/2009/11/21/cabezota/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 09:01:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sabel</dc:creator>
<guid>http://perdonaqueseasoez.wordpress.com/2009/11/21/cabezota/</guid>
<description><![CDATA[Érase una vez una mujer con cierta tendencia al drama, tanta que su primer novio la definía, cantand]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Érase una vez una mujer con cierta tendencia al drama, tanta que su primer novio la definía, cantando por Ismael Serrano, como “la chica más triste de la ciudad”. Y lo hacía como un piropo. Ésta señorita también sentía una inclinación hacia la cabezonería.  Le iba eso de ir derribando muros, aunque fuera a costa de partirse de la cabeza, que por muy dura que la tenía, le terminaba doliendo. En una ocasión, en un tiempo muy, muy lejano, se le metió entre ceja y ceja la <strong>idea de normalidad</strong>. A la primera pregunta ¿qué es lo normal?, no supo qué responderse y cuando se quiso dar cuenta se vio envuelta en un jaleo de querer convertir lo corriente en extraordinario y viceversa. Ni qué decir tiene que ni una ni otra de sus intenciones llegó a buen puerto.</p>
<p>Cada persona es extraordinaria, exactamente igual que todos los demás. Eso decía, parafraseando una expresión célebre. Pero también <strong>se equivocaba</strong>. Hay gente excepcional, única, inigualable, incomparable… rara. Mala fama tenía de ese gusto por los raritos, por todo aquello  que le era difícil de llevar por un camino que ella y sus manías siempre hacían abrupto. Quien ha andado entre sombras valora mucho más la luz aunque le cueste trabajo hacerse a ella. Si es a la inversa es mucho peor: quien ha estado iluminada de una claridad inexplicable, cuando se apaga la vela que alumbraba y daba calor, una luciérnaga en la tiniebla puede ser esperanzadora. Aunque <strong>insuficiente</strong> a todas luces.</p>
<p>Un día, cuando se decidió a volver a elevarse sobre las cabezas de los demás, recordó ese tiempo lejano, muy lejano, en el que las jaquecas eran insoportables. Reflexionó, matizó, racionalizó y quiso volver a sentir el pellizco en la boca del estómago. Un nombre, una imagen, una canción, una lectura…no le decían nada. Barridos los temblores, <strong>nada</strong>.</p>
<p>Lo que más le costó entender fue lo difícil que le resultó ver todo esto. Pero era normal, esto sí, al vivir entre tanta penumbra. Tardó en darse cuenta de que con la luciérnaga no iba a ninguna parte, que la caída hubiera sido antes que después mortal de necesidad. Que lo normal no puede ser extraordinario. <strong>Jamás</strong>. Que las cabezonerías, como entran, tienden a salir cuando en una embestida manda  la idealización del insecto lejos de su ámbito de influencia. Cuánto le costó dar aquella explicación… (¿O puede que <strong>nunca</strong> la diera?).</p>
<p>Cuando todo esto pasó puede que ella dejara de ser la mujer más triste de la ciudad… Supo, sabe, lo que vale lo extraordinario, aunque con cada nuevo asombro, <strong>siempre</strong>, llegan de nuevo las migrañas… detrás de cada huida, buscando otro rincón oscuro.</p>
<blockquote><p>¿Cuánto tiempo ha pasado desde los primeros errores?</p></blockquote>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/BOCKYL8CNxc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/BOCKYL8CNxc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[aniversario ]]></title>
<link>http://avellanedaportugal.wordpress.com/2009/11/21/aniversario/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:39:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>avellanedaportugal</dc:creator>
<guid>http://avellanedaportugal.wordpress.com/2009/11/21/aniversario/</guid>
<description><![CDATA[Por un aniversario como todos. Sin prisa con la distancia como remedio sintiendonos participes de es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Por un aniversario como todos. </strong><br />
Sin prisa<br />
con la distancia como remedio<br />
sintiendonos participes de esta inmensa ciudad que nos ha visto caminar.<br />
Ayer visité el centro: esta esquina y tambien la otra.<br />
¿ sabes?<br />
Yo se que puedes aparecer en cualquier momento<br />
 en la esquina<br />
enseguida del puesto de periodicos.<br />
Mas de una vez la casualidad nos ha traido al mismo sitio.<br />
Ya sabes: va desde aquí mi cariño y un beso .</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/BOCKYL8CNxc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/BOCKYL8CNxc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El ascensor]]></title>
<link>http://elburdeldelaspalabras.wordpress.com/2009/11/19/el-ascensor/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 22:14:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>elburdeldelaspalabras</dc:creator>
<guid>http://elburdeldelaspalabras.wordpress.com/2009/11/19/el-ascensor/</guid>
<description><![CDATA[No hubo más que el huracán de un deseo, o su sutil acepción comúnmente llamada incontinencia. El asc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No hubo más que el huracán<br />
de un deseo,<br />
o su sutil acepción comúnmente llamada<br />
incontinencia.<br />
El ascensor, cueva rupestre<br />
local<br />
donde el amor adquiere el gentilicio<br />
que más importa<br />
entre dos cuerpos que se atraen<br />
a base de fluidos.<br />
Mi testosterona le hizo tilín<br />
a tus estrógenos<br />
que ya rizaban el vello de ese pubis<br />
y en mi lugar<br />
algo misterioso<br />
todo lo inconveniente lo anublaba.<br />
La falta de pericia era evidente<br />
en los dedos que luchaban<br />
con tus bragas<br />
mientras otro miembro principal<br />
de la soflama<br />
trepaba con aliento de tus ojos.<br />
Tú espíritu abyecto<br />
fue de dama<br />
audaz ante la ausencia de decoro<br />
y guiabas con destreza a la bocana<br />
mi pértiga incapaz de tanto encono<br />
que te hizo reverencia inusitada<br />
y de ese polvo<br />
vinieron estos lodos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Papel mojado]]></title>
<link>http://quedaprohibido.wordpress.com/2009/11/19/papel-mojado/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:55:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>quedaprohibido</dc:creator>
<guid>http://quedaprohibido.wordpress.com/2009/11/19/papel-mojado/</guid>
<description><![CDATA[Eras tú la que no estaba bien si algún día salia tarde de clase y no nos veíamos, eres tú la que más]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eras tú la que no estaba bien si algún día salia tarde de clase y no nos veíamos, eres tú la que más]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Secretos]]></title>
<link>http://perdonaqueseasoez.wordpress.com/2009/11/19/secretos/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:12:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sabel</dc:creator>
<guid>http://perdonaqueseasoez.wordpress.com/2009/11/19/secretos/</guid>
<description><![CDATA[Todo el mundo tiene un secreto oscuro. En general toda persona es de en sí la revelación de un secre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todo el mundo tiene un secreto oscuro. En general toda persona es de en sí la revelación de un secreto o, mejor, de una secuencia de secretos, en la medida en que <strong>desnuda</strong> poco a poco <strong>su intimidad</strong> ante un desconocido. Hay personas que hacen muy evidente el tema del secreto que te van a soltar colocándolo como eje de cualquier conversación. No se sabe si juegan a que seas tú quien resulta el enigma o es un <strong>mecanismo de defensa</strong>. Conversar con ellos es como vivir en una casa construida sin cimientos porque todo su argumentario se levanta sobre el silencio del propio secreto.</p>
<p>Los secretos ejercen sobre el ser humano medio una <strong>atracción</strong> casi invencible: son <strong>poderosos</strong> y tal vez hasta <strong>opresivos</strong> en tanto en cuanto se mantienen así, en secreto, herméticos, con pocos testigos. Cuando un secreto se ventila queda reducido a la nada, y más si se sale a la luz por medio de palabras, sean éstas habladas o escritas. ¿Qué sentido tendría si yo, por ejemplo, hubiera puesto a la vista de todos una confesión muy íntima sobre un secreto de esos oscuros que sí, confieso, tengo? Pues no pasaría nada. Absolutamente. Perdería su <strong>brillo sombrío</strong> y quizás alimentaría alguna conversación intrascendente. Bien es verdad que no hay ningún secreto, por turbio que sea, que no pierda el brillo de esa turbidez al ser verbalizado. Salvo si hay terceras personas implicadas, evidentemente, y ese secreto puede cambiar sus vidas…</p>
<p>Es que el secreto es <strong>como un escorpión</strong>, mortal cuando se esconde entre la maleza y te asalta por sorpresa. E inofensivo si lo ves venir y puedes aplastarlo a tiempo o cercarlo con fuego para obligarlo a que se clave a sí mismo su aguijón. En muchos secretos obra el poder y el no querer: a menudo no se trata tanto de lo que no se sabe cuanto de lo que no se quiere saber.</p>
<p>En el amor, pasa. Y el <strong>triángulo amoroso</strong> es, opino, el secreto que más obsesiona a la humanidad. AV y A’H son pareja pero AV no sabe que existe BV.  Por otro lado, puede que BV y B’H se amen pero B’H no sabe que existe C. Por más variantes que se manejen, y más líos que nos estemos haciendo con esta historia, sólo mientras se mantenga en secreto –que también podría ser misterio o mentira según el observador- conserva la <strong>dimensión cruel</strong> de traición y engaño, la máxima pulsión de la sangre, la tensión de vida y muerte que implica el juego a tres bandas.</p>
<p>Es un tema universal. Honoré Balzac, que de realismo sabía, tiene un relato, <em>La falsa amante</em>, donde el protagonista es el <strong>tercero de tres</strong> en un triángulo amoroso donde los otros dos segmentos son su amigo del alma y su mujer. Es tan excedido el amor –y tan inconfesable- por la mujer de su amigo que, para mantenerlo oculto y evitar recelos, se inventa a una amante que en realidad no tiene, por lo que se pasa la vida crucificado en los palos de su doble secreto. Es tal la obsesión que se dedica al culto de su secreto como si fuera un dios y abandona el <strong>mundo de lo real</strong> para instalarse en la zona brumosa de lo soñado y no confesado. ¿Y cuál es, al fin de cuentas, este secreto que lo devora? Nada, algo que se le escapa entre los dedos: una amante <strong>quimérica</strong> y una amada <strong>impracticable</strong>, que no puede ser amada. Nada.</p>
<p>Y es que para <strong>protegerse de la luz</strong>, todo secreto busca rodearse de otros secretos, se multiplica como la mala hierba. Va transcribiendo el lenguaje de la realidad a su propio idioma y poco a poco convierte lo <strong>transparente en opaco</strong>. Y lo limpio en sucio. Hay secretos que pueden llegar a devorar.</p>
<p>En el caso que nos ocupa, A y A’ y B y B’ (vamos a ir resumiendo) el aparente triángulo amoroso se complica y el triángulo ya es un hexágono cuanto menos. Así, los secretos originales han dejado de ser bilaterales para volverse <strong>multilaterales</strong>. La traición es por tanto múltiple, la relación escondida se convierte en forma de vida y la infidelidad es más bien fidelidad a varias bandas. Ya nadie sabe dónde está enredado o, mejor dicho, todo el mundo lo sabe, aunque quizá les falte enterarse de los <strong>detalles</strong>: que te engañan, te engañan, pero ¿desde cuándo?, ¿con quién?, ¿fue en mi propia cama? El secreto ha dejado de ser trascendental y ya no es motivo de vida o muerte. Ahora <strong>rebota como pelota</strong> de unos a otros, reducido a la insignificancia de los detalles, a lo que le terminará confesando A’ a B, B a B’, A a B…</p>
<p>En realidad, la naturaleza del secreto cambia según el cristalino moral con que se vea. <strong>Un secreto tiene mucho de mentira. O de demasiada verdad</strong>. Quizás la mejor manera de guardarlo es ponerlo a la vista de todos. O despistar con vaguedades, con un desnudo en penumbra. Airear un secreto tal vez sea la mejor forma de ponerlo a salvo, de hacerlo inofensivo rodeándolo de un halo de normalidad.</p>
<p>Ya venía diciendo yo que por más que escrutemos un secreto, en el fondo, quizá no encontremos sino silencio. O más secretos. <strong>Como un fractal</strong>: es demasiado irregular para intentar ser descrito, posee detalles a cualquier escala de observación y tiene infinitos elementos. Y todos se nos escapan incluso cuando son nuestros.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eMGMve0RD3U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/eMGMve0RD3U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Virol]]></title>
<link>http://alanblair.wordpress.com/2009/11/18/virol/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 20:13:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alan Bergamota</dc:creator>
<guid>http://alanblair.wordpress.com/2009/11/18/virol/</guid>
<description><![CDATA[Foto e Texto: Alan (uma carta para ele) Eu, Alan Villela Barroso, Brasileiro, 21 anos, solteiro(a), ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://i32.photobucket.com/albums/d45/alanblair123/alan-2.jpg" alt="Alan Blair ~" width="471" height="321" /><br />
Foto e Texto: Alan</p>
<p><em>(uma carta para ele)</em></p>
<p>Eu, Alan Villela Barroso, Brasileiro, 21 anos, solteiro(a), filho de Márcia de Almeida Villela Barroso e Francisco Vargas Barroso que, além de minha própria pessoa, geraram Filipe Villela Barroso, o primogênito heterossexual da família. Sou moreno claro, olhos castanhos, não muito alto, mas não muito pequeno, tipo sanguíneo não me recordo, sapato tamanho 38 ao 41, dependendo da marca, sou extremamente necessitado de cafeína pela manhã, tarde e noite, não assisto televisão pela falta de tempo, pela falta de vontade, gosto de literatura, pintura, música, com um gosto propriamente diversificado, sou vegetariano, mas não do tipo fresco enjoado, adoro pimentão, azeitonas e suco de caju. Já operei minha cabeça quando tinha seis anos de idade, operei três vezes o apêndice devido a sérias complicações. Nasci prematuro e quase não vinguei, mas por benção do senhor jesus cristo, meu amigo, eu sou uma pessoa saudável e não viciada em remédios, apesar de sempre tomar dramin quando eu não consigo dormir, o que me leva a ter um peso na consciência com o medo de me tornar viciado. Nunca experimentei maconha, bebo com moderação, mas nem sempre (fica a dica), eu sou loucamente viciado em doces, qualquer tipo, adoro o macarrão da minha mãe e o café que ela faz. Gosto muito muito muito de animais, quero ter filhos. Gosto de seriados, videogame e tomar banho, sempre viajo de ônibus e sempre faço o sinal da cruz antes de ele começar a andar, mesmo não sendo católico, mas acredito que me proteja de todo o mal, amém. Já tive fã clube da turma da mônica, backstreet boys e chiquititas, já fiz coleção de azulejos, figurinha, gelocos, cartão telefônico, notas antigas e selos. Quando eu era pequeno eu queria ser cantor de ópera, mas desisti da ideia para ser arqueólogo, mas desisti da ideia para ser ator, que ainda não desisti da ideia. Eu me chamava Alan Blair, por causa da Bruxa de Blair, já namorei três vezes, tenho um gosto por homens bastante peculiar, fumo de vez em quando, sou bastante caseiro, tenho fobia social, preguiça das pessoas, atravesso a rua para não ter que cumprimentar os outros, finjo que não enxergo, mas vejo tudo, finjo que estou dormindo, mas estou sempre acordado, ando com fones de ouvido, mas com a música desligada para ouvir conversa alheia, sempre escuto as pessoas batendo na minha porta, mas eu fico quieto e nunca atendo, assim como não atendo telefone sem identificador de chamadas e nem a campainha da minha casa de Leopoldina, tenho um sério problema com sinais de trânsito e ônibus de cidades grandes e ruas de cidades grandes e centro de cidades grandes e cidades grandes, tenho vergonha de ficar sem blusa em público, o que automaticamente me faz não gostar de praias, sempre digo que vou entrar na academia, mas tenho preguiça da preguiça dos primeiros dias da academia, aí eu adio pro ano seguinte e assim sucessivamente, adoro quando acaba a energia da cidade toda e demora horas pra voltar, então eu pego a lanterna do meu pai e saio na rua, adoro também quando chove muito, principalmente quando tem muito raio e trovão. Quando eu era pequeno um raio quase me atingiu, o que parece mentira, mas eu juro que é verdade. Adoro fantasmas e espíritos e aquelas brincadeiras do copo e do compasso, mas nunca consegui um contato com alguém do além, mas já vi diversos vultos e coisas brancas pela casa que morava, uma vez eu amarrei uma cobra de borracha na linha e escondi na calçada, aí uma moça passou e eu puxei, o que a fez pular e gritar e consequentemente berrar pra vizinhança inteira ouvir “seu filho da puta eu tô grávida caralho se meu filho morrer eu vou jogar na porta da sua casa seu peste”, desde então nunca mais fiz esse tipo de brincadeira, exceto uma vez na casa de praia da minha avó que eu comprei uma lagartixa de borracha na feira hippie e coloquei do lado dela e ela gritou e ficou louca e correu atrás de mim com um pedaço de pau enorme, a minha mãe viu e ficou puta com minha avó que estava puta comigo e eu puto com a lagartixa, aí eu fiquei morrendo de vergonha e dormi durante o dia todo e quando eu acordei tudo já tinha voltado ao normal e esse caso me faz lembrar que uma vez um garoto me deu uma bexiga de festa cheia de água, mas esqueceu de me avisar que estourava, minha mãe me levou para buscar meu irmão na aula, enquanto esperávamos no meio de um monte de adultos fiquei balançando a bexiga até que ela estourou no meu colo e eu levei muito susto e fiquei morrendo de vergonha com todo mundo me olhando, mas minha mãe me deu os super óculos escuros dela que me tornava invisível e eu perdi a vergonha. Já apareci na TV cultura, sempre choro em Titanic, sou prendado, viciado em cera para o chão, em farofa pronta da marca Yoki, em canecas, tomo muito água, então eu urino absurdamente muito, o que me deixa bem irritado, pois eu sempre tenho que levantar de madrugada para ir ao banheiro, não gosto de claridade, meus óculos não tem grau, já andei de ultraleve, mas nunca de avião, eu já quis me mudar para o Tibet, no ensino médio eu pintava as minhas unhas de preto e de verde bandeira, já me masturbei dentro de um caixão que alugamos para uma festa do dia das bruxas no meu bairro, e acabei, sem querer, gozando no teto e, inacreditavelmente, uma vizinha velha morreu e foi enterrada no mesmo caixão, já me masturbei também dentro de um elevador e só depois eu vi que havia câmera registrando tudo, recentemente, enquanto eu estava em Leopoldina, quebrei a câmera digital dos meus pais, mas coloquei tudo no mesmo lugar e eles ainda não sabem, gosto de Floribella e sei a coreografia das músicas, minha cachorra mordeu minha bunda uma vez e eu fiquei muito triste, e a mesma cachorra mordeu minha boca e eu levei cinco pontos, aí quando eu cheguei do hospital, a primeira coisa que eu fiz foi abraçá-la e ela me pediu desculpas e hoje em dia temos uma relação ótima, eu não tenho charme pra contar piadas, eu dançava “É o Tchan”, toco piano na minha escrivaninha todo dia, tenho muito déficit de atenção, já roubei uma pipoqueira, tenho saudades da trema, fiz uma promessa que sempre que passasse em frente ao barbeiro que mora na minha rua eu iria cumprimentá-lo, tanto na ida quanto na volta, e eu faço isso até hoje, eu queria ser a Fada Bela, acredito e vejo óvnis com minha mãe, sempre tocava “Marrom Bombom” depois do almoço no rádio e me dava náuseas, pois eu sabia que era o horário de eu ir pra aula, eu tinha mania de pegar qualquer pedaço de mangueira na rua e jogava em cima das pessoas falando que era uma cobra, até o dia em que eu REALMENTE peguei em um cobra ao invés de uma mangueira. Eu sou feliz, eu amo a família que tenho, o lugar onde eu moro, o curso que eu faço e meus amigos que são meus amigos, e esse perfil todo é pra dizer que eu estou a fim de você e que se você não estiver a fim de mim, eu pelo menos tento te conquistar pelo meu carisma.</p>
<p>E então?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bom dia, anjo]]></title>
<link>http://silencioesom.wordpress.com/2009/11/18/bom-dia-anjo-2/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 17:23:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>t4yra</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em lençóis brancos você dorme E eu em meu canto te admiro Em teu descanso você brilha Em seus encant]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>Em lençóis brancos você dorme<br />
E eu em meu canto te admiro<br />
Em teu descanso você brilha<br />
Em seus encantos meus suspiros<br />
Não acorde ainda, seja meu anjo<br />
Guarde minha vida embaixo<br />
De teus lençóis brancos<br />
Sonhe melodias e acorde cantando<br />
Deixe que o dia siga teus planos</p></blockquote>
<h5>Bom dia, anjo &#8211; Jair Oliveira</h5>
<p>Essa música do Jair Oliveira é a coisa mais linda, e ele escreveu pra Tânia Kalil que por sinal foi minha colega de ballet, no Paula Castro, e eu, se tivesse talento suficiente, também escreveria essa música para o Thi. Acho que entre as coisas mais lindas do mundo está poder vê-lo dormindo.</p>
<p>E hoje, 26º aniversário dele, eu queria dizer o quanto o meu amor está entre as coisas mais mínimas do dia-a-dia. O quanto está em cada segundo em que respiro. E que quero vê-lo muito feliz e realizado, não só no dia de hoje, como em todos os outros de sua vida. Amo demais e te levo pra sempre aqui, aqui e aqui.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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