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	<title>anos30 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "anos30"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 12:44:21 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Um resumo sobre o que é a moda desde os anos 20 (Continuação)]]></title>
<link>http://adoromoda.wordpress.com/2008/07/26/um-resumo-sobre-o-que-e-a-moda-desde-os-anos-20-continuacao/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 03:57:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>AdoroModa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Anos 20: A Era do Jazz Uma época de prosperidade e liberdade, animada pelo som das banda de jazz e p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="color:#993366;">Anos 20: A Era do Jazz</span></strong></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;"><span style="font-family:Verdana;">Uma época de prosperidade e liberdade, animada pelo som das banda de jazz e pelo charme das melindrosas, mulheres modernas que frequentavam os salões e traduziam em seu comportamento e modo de vestir o espírito da também chamada Era do Jazz.</span></span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Livre dos espartilhos, usados até o final do século 19, a mulher começava a ter mais liberdade e já se permitia mostrar as pernas, o colo e usar maquilagem. A boca era carmim, pintada para parecer um arco de cupido ou um coração; os olhos eram bem marcados, as sobrancelhas tiradas e delineadas a lápis; a pele era branca, o que acentuava os tons escuros da maquilagem.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A silhueta dos anos 20 era tubular, com os vestidos mais curtos, leves e elegantes, geralmente em seda, deixando braços e costas à mostra, o que facilitava os movimentos frenéticos exigidos pelo Charleston &#8211; dança vigorosa, com movimentos para os lados a partir dos joelhos. As meias eram em tons de bege, sugerindo pernas nuas. O chapéu, até então acessório obrigatório, ficou restrito ao uso diurno. O modelo mais popular era o “cloche”, enterrado até os olhos, que só podia ser usado com os cabelos curtíssimos, a “la garçonne”, como era chamado.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A mulher sensual era aquela sem curvas, seios e quadris pequenos. A atenção estava toda voltada aos tornozelos.<br />
Em 1927, Jacques Doucet (1853-1929), figurinista francês, subiu as saias ao ponto de mostrar as ligas rendadas das mulheres &#8211; um verdadeiro escândalo aos mais conservadores.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;">A década de 20 foi da estilista Coco Chanel, com seus cortes retos, capas, blazers, cardigãs, colares compridos, boinas e cabelos curtos. Durante toda a década Chanel lançou uma nova moda após a outra, sempre com muito sucesso.</span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Outro nome importante foi Jean Patou, estilista francês que se destacou na linha “sportswear”, criando coleções inteiras para a estrela do tênis Suzanne Lenglen, que as usava dentro e fora das quadras. Suas roupas de banho também revolucionaram a moda praia.<br />
Patou também criava roupas para atrizes famosas.</span></span></p>
<p><strong><span style="color:#993366;">Anos 30: Tempos de Crise</span></strong></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Após uma década de euforia, a alegria dos “anos loucos” chegou ao fim com a crise de 1929. A queda da Bolsa de Valores de Nova York provocou uma crise econômica mundial sem precedentes. Milionários ficaram pobres de um dia para o outro, bancos e empresas faliram e milhões de pessoas perderam seus empregos.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;">Em geral, os períodos de crises não são caracterizados por ousadias na forma de se vestir. Diferentemente dos anos 20, que havia destruído as formas femininas, os 30 redescobriram as formas do corpo da mulher através de uma elegância refinada, sem grandes ousadias</span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> As saias ficaram longas e os cabelos começaram a crescer. Os vestidos eram justos e retos, além de possuírem uma pequena capa ou um bolero, também bastante usado na época. Em tempos de crise, materiais mais baratos passaram a ser usados em vestidos de noite, como o algodão e a casimira.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> O corte enviesado e os decotes profundos nas costas dos vestidos de noite marcaram os anos 30, que elegeram as costas femininas como o novo foco de atenção. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A moda dos anos 30 descobriu o esporte, a vida ao ar livre e os banhos de sol. Os mais abastados procuravam lugares à beira-mar para passar períodos de férias. Seguindo as exigências das atividades esportivas, os saiotes de praia diminuíram, as cavas aumentaram e os decotes chegaram até a cintura, assim como alguns modelos de vestidos de noite.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A mulher dessa época devia ser magra, bronzeada e esportiva, o modelo de beleza da atriz Greta Garbo. Seu visual sofisticado, com sobrancelhas e pálpebras marcadas com lápis e pó de arroz bem claro, foi também muito imitado pelas mulheres.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Alguns modelos novos de roupas surgiram com a popularização da prática de esportes, como o short, que surgiu a partir do uso da bicicleta. Os estilistas também criaram pareôs estampados, maiôs e suéteres. Um acessório que se tornou moda nos anos 30 foram os óculos escuros. Eles eram muito usados pelos astros do cinema e da música.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1935, um dos principais criadores de sapatos, o italiano Salvatore Ferragamo, lançou sua marca, que viria se transformar em um dos impérios do luxo italiano. Com a crise na Europa, Ferragamo começou a usar materiais mais baratos, como o cânhamo, a palha e os primeiros materiais sintéticos. Sua principal invenção foi a palmilha compensada.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Gabrielle Chanel continuava sendo sucesso, assim como Madeleine Vionnet e Jeanne Lanvin. A surpreendente italiana Elsa Schiaparelli iniciou uma série de ousadias em suas criações, inspiradas no surrealismo. Outro destaque é Mainbocher, o primeiro estilista americano a fazer sucesso em Paris. Seus modelos, em geral, eram sérios e elegantes, inspirados no corte enviesado de Vionnet. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Assim como o corpo feminino voltou a ser valorizado, os seios também voltaram a ter forma. A mulher então recorreu ao sutiã e a um tipo de cinta ou espartilho flexível. As formas eram marcadas, porém naturais.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Seguindo a linha clássica, tudo o que era simples e harmonioso passou a ser valorizado, sempre de forma natural.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> No final dos anos 30, com a aproximação da Segunda Guerra Mundial, que estourou na Europa em 1939, as roupas já apresentavam uma linha militar, assim como algumas peças já se preparavam para dias difíceis, como as saias, que já vinham com uma abertura lateral, para facilitar o uso de bicicletas.</span></span></p>
<p><span style="color:#993366;"><strong>Anos 40: A Moda e a Guerra</strong></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1940, a Segunda Guerra Mundial já havia começado na Europa. A cidade de Paris, ocupada pelos alemães em junho do mesmo ano, já não contava com todos os grandes nomes da alta-costura e suas maisons. Muitos estilistas se mudaram, fecharam suas casas ou mesmo as levaram para outros países.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A Alemanha ainda tentou destruir a indústria francesa de costura, levando as maisons parisienses para Berlim e Viena, mas não teve êxito. O estilista francês Lucien Lelong, então presidente da câmara sindical, teve um papel importante nesse período ao preparar um relatório defendendo a permanência das maisons no país. Durante a guerra, 92 ateliês continuaram abertos em Paris.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Apesar das regras de racionamento, impostas pelo governo, que também limitava a quantidade de tecidos que se podia comprar e utilizar na fabricação das roupas, a moda sobreviveu à guerra. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A silhueta do final dos anos 30, em estilo militar, perdurou até o final dos conflitos. A mulher francesa era magra e as suas roupas e sapatos ficaram mais pesados e sérios. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A escassez de tecidos fez com que as mulheres tivessem de reformar suas roupas e utilizar materiais alternativos na época, como a viscose, o raiom e as fibras sintéticas. Mesmo depois da guerra, essas habilidades continuaram sendo muito importantes para a consumidora média que queria estar na moda, mas não tinha recursos para isso.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Na Grã-Bretanha, o “Fashion Group of Great Britain”, comandado por Molyneux, criou 32 peças de vestuário para serem produzidas em massa. A intenção era criar roupas mais atraentes, apesar das restrições.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O corte era reto e masculino, ainda em estilo militar.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">As jaquetas e abrigos tinham ombros acolchoados angulosos e cinturões. Os tecidos eram pesados e resistentes, como o “tweed”, muito usado na época. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">As saias eram mais curtas, com pregas finas ou franzidas. As calças compridas se tornaram práticas e os vestidos, que imitavam uma saia com casaco, eram populares.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> O náilon e a seda estavam em falta, fazendo com que as meias finas desaparecessem do mercado. Elas foram trocadas pelas meias soquetes ou pelas pernas nuas, muitas vezes com uma pintura falsa na parte de trás, imitando as costuras.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Os cabelos das mulheres estavam mais longos que os dos anos 30. Com a dificuldade em encontrar cabeleireiros, os grampos eram usados para prendê-los e formar cachos. Os lenços também foram muitos usados nessa época.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A maquilagem era improvisada com elementos caseiros. Alguns fabricantes apenas recarregavam as embalagens de batom, já que o metal estava sendo utilizado na indústria bélica.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A simplicidade a que a mulher estava submetida talvez tenha despertado seu interesse pelos chapéus , que eram muito criativos. Nesse período surgiram muitos modelos e adornos. Alguns eram grandes, com flores e véus; e outros, menores, de feltro, em estilo militar.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Durante a guerra, a alta-costura ficou restrita às mulheres dos comandantes alemães, dos embaixadores em exercício e àquelas que de alguma forma podiam frequentar os salões das grandes maisons. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Alguns estilistas abriram novos ateliês em Paris durante a guerra, como Jacques Fath (1912-1954) &#8211; que se tornaria muito popular nos Estados Unidos após a guerra -, Nina Ricci (1883-1970) e Marcel Rochas (1902-1955), um dos primeiros a colocar bolsos em saias.Alix Grès (1903-1993) chegou a ter seu ateliê fechado logo após a inauguração, em 1941, pelos alemães, por ter apresentado vestidos nas cores da bandeira francesa. Sua marca era a habilidade em drapear o jérsei de seda, com acabamento primoroso.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Outro estilista importante foi o inglês Charles James (1906-1978), que, no período de 1940 a 1947, em Nova York, criou seus mais belos modelos. Chegou a antecipar, em alguns, o que viria a ser o “New Look”, de Christian Dior.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Durante a guerra, o chamado “ready-to-wear” (pronto para usar), que é a forma de produzir roupas de qualidade em grande escala, realmente se desenvolveu. Através dos catálogos de venda por correspondência com os últimos modelos, os pedidos podiam ser feitos de qualquer lugar e entregues em 24 horas pelos fabricantes.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Sem dúvida, o isolamento de Paris fez com que os americanos se sentissem mais livres para inventar sua própria moda. Nesse contexto, foram criados os conjuntos, cujas peças podiam ser combinadas entre si, permitindo que as mulheres pudessem misturar as peças e criar novos modelos.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A partir daí, um grupo de mulheres lançou os fundamentos do “sportswear’ americano. Com isso, o “ready-to-wear”, depois chamado de “prêt-à-porter” pelos franceses, que até então havia sido uma espécie de estepe para tempos difíceis, se transformou numa forma prática, moderna e elegante de se vestir. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Com a falta de materiais em quase todos os setores e em todos os países envolvidos nos conflitos, novos materiais foram desenvolvidos e utilizados para a produção de objetos e móveis, como os potes flexíveis e duráveis, de polietileno, que ficaram conhecidos como Tupperware.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Com a libertação de Paris, em 1944, a alegria invadiu as ruas, assim como os ritmos do jazz e as meias de náilon americanas, trazidas pelos soldados, que levaram de volta para suas mulheres o perfume Chanel nº 5.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1945, foi criada uma exposição de moda, com a intenção de angariar fundos e confirmar a força e o talento da costura parisiense. Como não havia material suficiente para a produção de modelos luxuosos, a solução foi vestir pequenas bonecas, moldadas com fio de ferro e cabeças de gesso, com trajes criados por todos os grandes nomes da alta-costura francesa.</span></span></p>
<p><strong><span style="color:#993366;">Anos 50: A Época da Feminilidade</span></strong></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Com o fim dos anos de guerra e do racionamento de tecidos, a mulher dos anos 50 se tornou mais feminina e glamourosa, de acordo com a moda lançada pelo “New Look”, de Christian Dior, em 1947.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Metros e metros de tecido eram gastos para confeccionar um vestido, bem amplo e na altura dos tornozelos. A cintura era bem marcada e os sapatos eram de saltos altos, além das luvas e outros acessórios luxuosos, como peles e jóias.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Nunca uma tendência foi tão rapidamente aceita pelas mulheres como o “New Look” Dior, o que indica que a mulher ansiava pela volta da feminilidade, do luxo e da sofisticação.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">E foi o mesmo Christian Dior quem liderou, até a sua morte em 1957, a agitação de novas tendências que foram surgindo quase a cada estação.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Com o fim da escassez dos cosméticos do pós-guerra, a beleza se tornaria um tema de grande importância. O clima era de sofisticação e era tempo de cuidar da aparência. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A maquiagem estava na moda e valorizava o olhar, o que levou a uma infinidade de lançamentos de produtos para os olhos, um verdadeiro arsenal composto por sombras, rímel, lápis para os olhos e sobrancelhas, além do indispensável delineador.</span>A maquiagem realçava a intensidade dos lábios                  e a palidez da pele, que devia ser perfeita.</span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Grandes empresas, como a Revlon, Helena Rubinstein, Elizabeth Arden e Estée Lauder, gastavam muito em publicidade, era a explosão dos cosméticos. Na Europa, surgiram a Biotherm, em 1952 e a Clarins, em 1954, lançando produtos feitos a base de plantas, que se tornaria uma tendência a partir daí.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Era também o auge das tintas para cabelos, que passaram a fazer parte da vida de dois milhões de mulheres &#8211; antes eram 500 -, e das loções alisadoras e fixadoras.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Os penteados podiam ser coques ou rabos-de-cavalo, como os de Brigitte Bardot. Os cabelos também ficaram um pouco mais curtos, com mechas caindo no rosto e as franjas davam um ar de menina. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Dois estilos de beleza feminina marcaram os anos 50, o das ingênuas chiques, encarnado por Grace Kelly e Audrey Hepburn, que se caracterizavam pela naturalidade e jovialidade e o estilo sensual e fatal, como o das atrizes Rita Hayworth e Ava Gardner, como também o das pin-ups americanas, loiras e com seios fartos.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Entretanto, os dois grandes símbolos de beleza da década de 50 foram Marilyn Monroe e Brigitte Bardot, que eram uma mistura dos dois estilos, a devastadora combinação de ingenuidade e sensualidade.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> As pioneiras das atuais top models surgiram através das lentes dos fotógrafos de moda, entre eles, Richard Avedon, Irving Penn e Willian Klein, que fotografavam para as maisons e para as revistas de moda, como a Elle e a Vogue.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Durante os anos 50, a alta-costura viveu o seu apogeu. Nomes importantes da criação de moda, como o espanhol Cristobal Balenciaga &#8211; considerado o grande mestre da alta-costura -, Hubert de Givenchy, Pierre Balmain, Chanel, Madame Grès, Nina Ricci e o próprio Christian Dior, transformaram essa época na mais glamourosa e sofisticada de todas.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A partir de 1950, uma forma de difusão da alta-costura parisiense tornou-se possível com a criação de um grupo chamado “Costureiros Associados”, do qual faziam parte famosas maisons, como a de Jacques Fath, Jeanne Paquin, Robert Piguet e Jean Dessès. Esse grupo havia se unido a sete profissionais da moda de confecção para editar, cada um, sete modelos a cada estação, para que fossem distribuídos para algumas lojas selecionadas. </span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Assim, em 1955, a grife “Jean Dessès-Diffusion” começou a fabricar tecidos em série para determinadas lojas da França e da África do Norte.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O grande destaque na criação de sapatos foi o francês Roger Vivier. Ele criou o salto-agulha, em 1954 e, em 1959 o salto-choque, encurvado para dentro, além do bico chato e quadrado, entre muitos outros. Vivier trabalhou com Dior e criou vários modelos para os desfiles dos grandes estilistas da época.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Em 1954, Chanel reabriu sua maison em Paris, que esteve fechada durante a guerra. Aos 70 anos de idade, ela criou algumas peças que se tornariam inconfundíveis, como o famoso tailleur com guarnições trançadas, a famosa bolsa a tiracolo em matelassê e o escarpin bege com ponta escura.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Ao lado do sucesso da alta-costura parisiense, os Estados Unidos estavam avançando na direção do ready-to-wear e da confecção. A </span><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">indústria norte-americana desse setor estava cada vez mais forte, com as técnicas de produção em massa cada vez mais bem desenvolvidas e especializadas.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Na Inglaterra, empresas como Jaeger, Susan Small e Dereta produziam roupas prêt-à-porter sofisticadas. Na Itália, Emilio Pucci produzia peças separadas em cores fortes e estampadas que faziam sucesso tanto na Europa como nos EUA.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Na França, Jacques Fath foi um dos primeiros a se voltar ao prêt-à-porter, ainda em 1948, mas era inevitável que os outros estilistas começassem a acompanhar essa nova tendência a medida que a alta-costura começava a perder terreno, já no final dos anos 50.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Nessa época, pela primeira vez, as pessoas comuns puderam ter acesso às criações da moda sintonizada com as tendências do momento.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Em 1955, as revistas Elle e Vogue dedicaram várias páginas de sua publicação às coleções de prêt-à-porter, o que sinalizava que algo estava se transformando no mundo da moda.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Ao som do rock and roll, a nova música que surgia nos 50, a juventude norte-americana buscava sua própria moda. Assim, apareceu a moda colegial, que teve origem no sportswear. As moças agora usavam, além das saias rodadas, calças cigarrete até os tornozelos, sapatos baixos, suéter e jeans.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">O cinema lançou a moda do garoto rebelde, simbolizada por James Dean, no filme “Juventude Transviada” (1955), que usava blusão de couro e jeans. Marlon Brando também sugeria um visual displicente no filme “Um Bonde Chamado Desejo” (1951), transformando a camiseta branca em um símbolo da juventude.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Já na Inglaterra, alguns londrinos voltaram a usar o estilo eduardiano, mas com um componente mais agressivo, com longos jaquetões de veludo, coloridos e vistosos, além de um topete enrolado. Eram os “teddy-boys”.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Ao final dos anos 50, a confecção se apresentava como a grande oportunidade de democratização da moda, que começou a fazer parte da vida cotidiana. Nesse cenário, começava a ser formar um mercado com um grande potencial, o da moda jovem, que se tornaria o grande filão dos anos 60.</span></span></p>
<p><strong><span style="color:#993366;">Anos 60:  A Época Que Mudou o Mundo</span></strong></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Os anos 50 chegaram ao fim com uma geração de jovens, filhos do chamado “baby boom”, que vivia no auge da prosperidade financeira, em um clima de euforia consumista gerada nos anos do pós-guerra nos EUA. A nova década que começava já prometia grandes mudanças no comportamento, iniciada com o sucesso do rock and roll e o rebolado frenético de Elvis Presley, seu maior símbolo.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A imagem do jovem de blusão de couro, topete e jeans, em motos ou lambretas, mostrava uma rebeldia ingênua sintonizada com ídolos do cinema como James Dean e Marlon Brando. As moças bem comportadas já começavam a abandonar as saias rodadas de Dior e atacavam de calças cigarette, num prenúncio de liberdade.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Conscientes desse novo mercado consumidor e de sua voracidade, as empresas criaram produtos específicos para os jovens, que, pela primeira vez, tiveram sua própria moda, não mais derivada dos mais velhos. Aliás, a moda era não seguir a moda, o que representava claramente um sinal de liberdade, o grande desejo da juventude da época.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Na moda, a grande vedete dos anos 60 foi, sem dúvida, a minissaia. A inglesa Mary Quant divide com o francês André Courrèges sua criação. Entretanto, nas palavras da própria Mary Quant: “A idéia da minissaia não é minha, nem de Courrèges. Foi a rua que a inventou”. Não há dúvidas de que passou a existir, a partir de meados da década, uma grande influência da moda das ruas nos trabalhos dos estilistas. Mesmo as idéias inovadoras de Yves Saint Laurent com a criação de japonas e sahariennes [estilo safári], foram atualizações das tendências que já eram usadas nas ruas de Londres ou Paris.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Em 1965, na França, André Courrèges operou uma verdadeira revolução na moda, com sua coleção de roupas de linhas retas, minissaias, botas brancas e sua visão de futuro, em suas “moon girls”, de roupas espaciais, metálicas e fluorescentes. Enquanto isso, Saint Laurent criou vestidos tubinho inspirados nos quadros neoplasticistas de Mondrian e o italiano Pucci virou mania com suas estampas psicodélicas. Paco Rabanne, em meio às suas experimentações, usou alumínio como matéria-prima.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Os tecidos apresentavam muita variedade, tanto nas estampas quanto nas fibras, com a popularização das sintéticas no mercado, além de todas as naturais, sempre muito usadas.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">As mudanças no vestuário também alcançaram a lingerie, com a generalização do uso da calcinha e da meia-calça, que dava conforto e segurança, tanto para usar a minissaia, quanto para dançar o twist e o rock.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> O unissex ganhou força com os jeans e as camisas sem gola. Pela primeira vez, a mulher ousava se vestir com roupas tradicionalmente masculinas, como o smoking [lançado para mulheres por Yves Saint Laurent em 1966].</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">A alta-costura cada vez mais perdia terreno e, entre 1966 e 1967, o número de maisons inscritas na Câmara Sindical dos costureiros parisienses caiu de 39 para 17. Consciente dessa realidade, Saint Laurent saiu na frente e inaugurou uma nova estrutura com as butiques de prêt-à-porter de luxo, que se multiplicariam pelo mundo também através das franquias.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Com isso, a confecção ganhava cada vez mais terreno e necessitava de criatividade para suprir o desejo por novidades. O importante passaria a ser o estilo e o costureiro passou a ser chamado de estilista.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Nessa época, Londres havia se tornado o centro das atenções, a viagem dos sonhos de qualquer jovem, a cidade da moda. Afinal, estavam lá, o grande fenômeno musical de todos os tempos, os Beatles, e as inglesinhas emancipadas, que circulavam pelas lojas excêntricas da Carnaby Street, que mais tarde foram para a famosa King’s Road e o bairro de Chelsea, sempre com muita música e atitude jovens.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Nesse contexto, a modelo Jean Shrimpton era a personificação das chamadas “chelsea girls”. Sua aparência era adolescente, sempre de minissaia, com seus cabelos longos com franja e olhos maquiados. Catherine Deneuve também encarnava o estilo das “chelsea girls”, assim como sua irmã, a também atriz Françoise Dorléac. Por outro lado, Brigitte Bardot encarnava o estilo sexy, com cabelos compridos soltos rebeldes ou coque no alto da cabeça [muito imitado pelas mulheres].</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;">Entretanto, os anos 60 sempre serão lembrados pelo estilo da modelo e atriz Twiggy, muito magra, com seus cabelos curtíssimos e cílios inferiores pintados com delineador.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> As perucas também estavam na moda e nunca venderam tanto. Mais baratas e em diversas tonalidades e modelos, elas eram produzidas com uma nova fibra sintética, o kanekalon.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> O estilo da “swinging London” culminou com a Biba, uma butique independente, frequentada por personalidades da época. Seu ar romântico retrô, aliado ao estilo camponês, florido e ingênuo de Laura Ashley, estavam em sintonia com o início do fenômeno hippie do final dos anos 60.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A moda masculina, por sua vez, foi muito influenciada, nos início da década, pelas roupas que os quatro garotos de Liverpool usavam, especialmente os paletós sem colarinho de Pierre Cardin e o cabelo de franjão. Também em Londres, surgiram os mods, de paletó cintado, gravatas largas e botinas. A silhueta era mais ajustada ao corpo e a gola rolê se tornou um clássico do guarda-roupa masculino. Muitos adotaram também a japona do pescador e até mesmo o terno de Mao.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> No Brasil, a Jovem Guarda fazia sucesso na televisão e ditava moda. Wanderléa de minissaia, Roberto Carlos, de roupas coloridas e como na música, usava botinha sem meia e cabelo na testa [como os Beatles]. A palavra de ordem era “quero que vá tudo pro inferno”.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> No final dos anos 60, de Londres, o reduto jovem mundial se transferiu para São Francisco (EUA), região portuária que recebia pessoas de todas as partes do mundo e também por isso, berço do movimento hippie, que pregava a paz e o amor, através do poder da flor [flower power], do negro [black power], do gay [gay power] e da liberação da mulher [women's lib]. Manifestações e palavras de ordem mobilizaram jovens em diversas partes do mundo.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A esse conjunto de manifestações que surgiram em diversos países deu-se o nome de contracultura. Uma busca por um outro tipo de vida, underground, à margem do sistema oficial. Faziam parte desse novo comportamento, cabelos longos, roupas coloridas, misticismo oriental, música e drogas.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> A moda passou a ser as roupas antes reservadas às classes operárias e camponesas, como os jeans americanos, o básico da moda de rua. Nas butiques chiques, a moda étnica estava presente nos casacos afegãos, fulares indianos, túnicas floridas e uma série de acessórios da nova moda, tudo kitsch, retrô e pop.</span></span></p>
<p><span style="color:#999999;"><span style="font-size:x-small;font-family:Verdana;"> Os 60 chegaram ao fim, coroados com a chegada do homem à Lua, em julho de 1969, e com um grande show de rock, o “Woodstock Music &#38; Art Fair”, em agosto do mesmo ano, que reuniu cerca de 500 mil pessoas em três dias de amor, música, sexo e drogas</span></span></p>
<p><span style="color:#c0c0c0;"><span style="color:#ff6600;"><span style="color:#c0c0c0;">Fonte:</span><span style="color:#999999;"> </span></span><span style="color:#c0c0c0;">http://almanaque.folha.uol.com.br/</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Cine de terror años 30]]></title>
<link>http://tucuentas.wordpress.com/2007/10/27/cine-de-terror-anos-30/</link>
<pubDate>Sat, 27 Oct 2007 12:09:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>admin</dc:creator>
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<description><![CDATA[ Y ahora unos posters-cartelera del cine de miedo de los años 30.Para que os vayais a la cama con te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/icon.thumbnail.jpg" alt="icon.jpg" /> <font color="#ff0000">Y ahora unos posters-cartelera del cine de miedo de los años 30.Para que os vayais a la cama con tembleque de canillas .<!--more--></font></p>
<p><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/cine30-005.jpg" alt="cine30-005.jpg" /> <img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/cine30-006.jpg" alt="cine30-006.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/cine30-008.jpg" alt="cine30-008.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0019.jpg" alt="dscf0019.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0020.jpg" alt="dscf0020.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0021.jpg" alt="dscf0021.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0022.jpg" alt="dscf0022.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0023.jpg" alt="dscf0023.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0024.jpg" alt="dscf0024.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0026.jpg" alt="dscf0026.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0028.jpg" alt="dscf0028.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0030.jpg" alt="dscf0030.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0031.jpg" alt="dscf0031.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/dscf0032.jpg" alt="dscf0032.jpg" /><img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/gatet.jpg" alt="gatet.jpg" />Y por último&#8230;este es mi gato,que se pone terrible cuando preparamos boquerones.A que dá miedo , ¿eh..? .<img src="http://tucuentas.wordpress.com/files/2007/10/gat2.jpg" alt="gat2.jpg" /></p>
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