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	<title>anton-tchekov &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/anton-tchekov/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "anton-tchekov"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 12:30:15 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Làm thế nào quyến rũ một người phụ nữ thông qua chồng của nàng?]]></title>
<link>http://antimedia.wordpress.com/2009/07/24/lam-the-nao-quyen-ru-phu-nu/</link>
<pubDate>Fri, 24 Jul 2009 15:08:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Hạnh Dzuy</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8230;Bạn gây ảnh hưởng với nàng từ đằng xa. Chẳng qua toàn bộ vấn đề chỉ là một cách thôi miên vậy]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8230;Bạn gây ảnh hưởng với nàng từ đằng xa. Chẳng qua toàn bộ vấn đề chỉ là một cách thôi miên vậy]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Não temos culpa. Merecemos perdão?]]></title>
<link>http://cubomagicoblog.wordpress.com/2008/10/16/nao-temos-culpa-merecemos-perdao/</link>
<pubDate>Thu, 16 Oct 2008 04:16:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas Pretti</dc:creator>
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<description><![CDATA[Veja como pode ser perigosa ou esclarecedora a livre associação de conceitos. Estudando sobre o teat]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Veja como pode ser perigosa ou esclarecedora a livre associação de conceitos.</p>
<p><a href="http://www.flickr.com/photos/24443965@N08/2723654375/"><img class="alignnone size-full wp-image-625" title="Filhos de escravos nos EUA no final do século XIX" src="http://cubomagicoblog.wordpress.com/files/2008/10/escravos.jpg" alt="" width="500" height="446" /></a></p>
<p>Estudando sobre o teatro russo, chegamos inevitavelmente à discussão sobre comunismo. Mesmo porque <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Tchekov" target="_blank">Anton Tchékov</a>, o autor das peças <em>O Urso</em> e <em>O Pedido de Casamento</em> (que estrearemos em dezembro), viveu no período exatamente anterior à <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Revolu%C3%A7%C3%A3o_Russa_de_1917" target="_blank">Revolução Soviética</a>. O conceito teórico de &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Soviete" target="_blank">sovietes</a>&#8220;, os grupos de cidadãos que se governam a si mesmos, é lindo. Trabalhadores sem patrão decidiriam quanto e como produzir, como seria a divisão dos bens produzidos e a troca de produtos com outros sovietes (o que alimentaria toda a sociedade de todo tipo de material, tudo comum).</p>
<p>Mas não deu certo, como a História provou na URSS, Cuba, Portugal etc. &#8211; e parece não haver qualquer dúvida disso. Por quê? Há mil explicações, claro; trezentos milhões de debates já foram realizados em torno disso, e até hoje uma galera nega a falibilidade da coisa. Uma das justificativas a que chegamos nos estudos sobre teatro é que os sovietes derreteram por causa da natureza humana, avessa à democracia pura, socialista.</p>
<p>Nenhum sistema, por menor que seja (como um grupo de teatro, uma redação de jornal), funciona sem comando, por menos autoritário que seja. A liderança, mesmo que sutil e alimentada pelos liderados, acumula poder, nem que seja o da influência. Duas obras de arte recentes mostram e criticam muito bem isso.</p>
<p>O dinamarquês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Lars_von_trier" target="_blank">Lars Von Trier</a>, em <em><a href="http://www.imdb.com/title/tt0276919/" target="_blank">Dogville</a></em>, é muito claro em escancarar a natureza humana selvagem, que acaba humilhando e escravizando uma desconhecida quase que gratuitamente, apenas porque havia um ser sobre o qual era possível ter poder (a partir de chantagem). Grace, a personagem de Nicole Kidman, em discussão com o pai mafioso, solta a frase &#8220;Os cães não tem consciência nem decidem sobre sua natureza. E por isso devem ser perdoados&#8221;. Ela na verdade está falando de humanos. Não conseguimos alcançar o lugar dentro de nós que gira a chave da busca por poder. Então merecemos ser perdoados?</p>
<p>Em <em><a href="http://www.companhiadasletras.com.br/20anos/titulos_especificos.php3?cd=10569" target="_blank">Ensaio sobre a Cegueira</a></em>, o português <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Saramago" target="_blank">José Saramago</a> leva ao extremo a opressão do humano pelo humano. Quando todos estão cegos, alguns buscam poder escondendo comida e pedindo objetos e favores sexuais em troca. Era um momento que a união talvez fosse decisiva para tirá-los da situação de exclusão. Os próprios humilhados, por serem vingativos, acabam alimentando o sistema. Mas fazer o quê? Se perdoassem, talvez fossem arrogantes (no conceito trazido em <em>Dogville</em>): o perdão, no filme, é o mais arrogante dos gestos, pois mostra ao perdoado toda a suposta superioridade de quem está perdoando. Difícil haver pureza de fato.</p>
<p>Com tudo isso, a discussão leva naturalmente a justificar os regimes autoritários. Seriam &#8220;naturais&#8221;, &#8220;essenciais&#8221; de acordo com a natureza humana. A democracia poderia ser a forma artificial encontrada para todos sobreviverem, já que de outra forma a espécie seria dizimada, autodestruída. E mais: os ditadores deveriam ser perdoados. É da natureza deles, como os cães.</p>
<p>Pior ainda. Concluimos com tudo isso que é humano ser capitalista. Certo ou errado?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[caridade]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/2008/06/18/caridade/</link>
<pubDate>Wed, 18 Jun 2008 18:40:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
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<description><![CDATA[Quer um exemplo? Vasska trabalhou toda a vida para mim, como meu rendeiro. Este ano não teve trigo, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quer um exemplo? Vasska trabalhou toda a vida para mim, como meu rendeiro. Este ano não teve trigo, está a morrer de fome, está doente. Dando-lhe presentemente quinze copeicas por dia, pretendo fazê-lo voltar à sua antiga situação de jornaleiro. Por outras palavras, cuido antes de mais nada dos meus interesses e considero, não sei porquê, essas quinze copeicas como um auxílio, um favor generoso, uma boa acção da minha parte. Ora vejamos: segundo um cálculo muito modesto, contanto sete copeicas por cabeça e cinco pessoas em cada família, seriam necessários trezentos e cinquenta rublos por dia para alimentar mil famílias. Aquela cifra determina as nossas relações obrigatórias, oficiais, para com essas mil famílias. Mas nós não damos trezentos e cinquenta rublos, longe disso: damos apenas dez e já lhe chamamos um grande subsídio, um socorro social. E por causa dessa modesta contribuição, achamo-nos no direito de dizer que sua esposa, e todos nós também, somos pessoa extraordinariamente boas, caritativas, e viva a humanidade! Aqui tem, meu caro amigo!&#8230; Quantos não haverá aí, filantropos cheios de sentimentalismo, que percorrem as casas com as listas de subscrição de donativos, num alarde de piedade, e não pagam ao alfaiate nem à cozinheira? Não há lógica nenhuma na nossa vida, nenhuma!</p>
<p></p>
<p>
<br />
<font size="-2"><em>Anton Tchekov</em>, A minha mulher<br />
versão de Luiz Pacheco<br />
Quasi Edições</font><br />

</p>
<p></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[conselho de amigo]]></title>
<link>http://whormhole.wordpress.com/2008/06/11/conselho-de-amigo/</link>
<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 21:59:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>salamandrine</dc:creator>
<guid>http://whormhole.wordpress.com/2008/06/11/conselho-de-amigo/</guid>
<description><![CDATA[Ao acompanhá-lo à porta, ainda lhe disse: &mdash; Então, não me dá nenhum conselho? &mdash; Oh ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ao acompanhá-lo à porta, ainda lhe disse:<br />
&#8212; Então, não me dá nenhum conselho?<br />
&#8212; Oh &#8212; respondeu-me, &#8212; eu sou um homem pacato, um bruto sem instrução&#8230; De que valem os meus conselhos?&#8230; Mas não ferva em pouca água&#8230; Na verdade, não sei porque se aflige tanto. Não vejo razão para isso, palavra de honra! &#8212;  murmurou afável e num tom de sinceridade, procurando acalmar-me como se eu fora uma criança.<br />
&#8212; Como, não vês a razão?!&#8230; Os mujiques arrancam os telhados das isbás para darem de comer ao gajo e consta que lavra uma epidemia de tifo&#8230;<br />
&#8212; E daí? Pró ano haverá nova colheita, tornarão a pôr telhados e, se nós morrermos de tifo, outros hão-de viver depois de nós. A morte é certa, agora ou mais tarde. Em boa verdade, não vejo razão para isso&#8230; Não se aflija, meu velho!<br />
&#8212; Não posso deixar de me afligir, &#8212; respondi-lhe, irritado.<br />
Estávamos numa antecâmara mal iluminada. Ivan Ivanitch agarrou-me, de súbito, um braço e, preparando-se sem dúvida para me dizer algo de muito importante, fitou-me nos olhos durante alguns segundos.<br />
&#8212; Pavel Anndreitch &#8212; disse-me, brandamente, e na sua cara empapada de gordura, nos seus olhos tristes, apareceu de novo a expressão particular com que ele outrora fascinava as pessoas, &#8212; Pavel Anndreitch, permita-me que lhe dê um conselho de amigo: modifique o seu feitio! É dificil tratar consigo! Meu caro, é difícil!</p>
<p></p>
<p>
<br />
<font size="-2"><em>Anton Tchekov</em>, A minha mulher<br />
versão de Luiz Pacheco<br />
Quasi Edições</font><br />

</p>
<p></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La petite lumière au loin... (la petite quoi ?)]]></title>
<link>http://switchie2.wordpress.com/2003/12/07/viendront-des-jours-de-tenebres-et-de-confusion/</link>
<pubDate>Sun, 07 Dec 2003 20:38:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>switchie</dc:creator>
<guid>http://switchie2.wordpress.com/2003/12/07/viendront-des-jours-de-tenebres-et-de-confusion/</guid>
<description><![CDATA[Dans la grande série &#8220;Je ne vais pas au théâtre mais mes amis me racontent&#8221;&#8230; voici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href='http://switchie2.wordpress.com/files/2007/09/tchekov.jpg' title='tchekov.jpg'><img src='http://switchie2.wordpress.com/files/2007/09/tchekov.jpg' alt='tchekov.jpg' /></a></p>
<p>Dans la grande série &#8220;Je ne vais pas au théâtre mais mes amis me racontent&#8221;&#8230; voici ce que m&#8217;écrit Muriel :</p>
<p>Vu hier soir à la Cartoucherie <em>Oncle Vania</em> d&#8217;Anton Tchékov et pensé à ta vie&#8230; Mikhael lvovitch Astrov, le médecin de campagne dit :&#8221;quand on marche la nuit dans la forêt et qu&#8217;on voit au loin une petite lumière, on sent moins la fatigue, les pénombres, les épines des branches qui viennent vous balayer le visage&#8230;.. Je n&#8217;aime personne et je n&#8217;aimerai plus. Ce qui me passionne encore c&#8217;est la beauté&#8230;</p>
<p>C&#8217;était : &#8220;j&#8217;y suis allé et j&#8217;ai aimé&#8221; par MMD, notre envoyée spéciale à la Cartoucherie de Vincennes !</p>
</div>]]></content:encoded>
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