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	<title>antonio-cabral &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/antonio-cabral/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "antonio-cabral"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 23:17:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Even the Globe Gets Transparency????]]></title>
<link>http://masstransparency.wordpress.com/2009/02/08/even-the-globe-gets-transparency/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 01:24:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Boston Patriot</dc:creator>
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<description><![CDATA[Blind squirrel finds a nut; hooray! Next hurdle: Legislature should subject itself to the the Open M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Blind squirrel finds a nut; hooray! Next hurdle: Legislature should subject itself to the the Open M]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Recordando António Cabral falecido há um ano]]></title>
<link>http://looking4good.wordpress.com/2008/10/23/recordando-antonio-cabral-falecido-ha-um-ano/</link>
<pubDate>Thu, 23 Oct 2008 06:00:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>looking4good</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vinhedos no Douro imagem daqui Há anos que não venho a esta encruzilhada entre negrilhos e oliveiras]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="center"><a href="http://1.bp.blogspot.com/_K3wO30tvPV0/SQBZrNBOafI/AAAAAAAAD0k/oBjvCJKc7DA/s1600-h/vinha.jpg"><img style="display:block;width:387px;cursor:hand;height:400px;text-align:center;margin:0 auto 10px;" alt="Socalcos do Douro" src="http://1.bp.blogspot.com/_K3wO30tvPV0/SQBZrNBOafI/AAAAAAAAD0k/oBjvCJKc7DA/s400/vinha.jpg" border="0" /></a> Vinhedos no Douro  <span style="font-size:85%;">imagem </span><a href="http://www.blogger.com/www.flickr.com/photos/77371991@N00/294719126"><span style="font-size:85%;">daqui</span></a></div>
<div align="justify">
<p class="introduction">Há anos que não venho a esta encruzilhada entre negrilhos e oliveiras. Há muitos anos. Ao passar, varava-me um arrepio: ainda se viam os rastos de feiticeiras que a desoras dançavam com o diabo e, à falta deste, com o lobisomem. Nunca as vi, verdade, verdadinha, mas acreditava piamente, sobretudo depois do ti Nocas ter ficado ali a tremer maleitas, morrendo pouco depois. Acreditava, sim, e por isso ao ir para aquelas banda levava sempre um nico de sal no bolso ou raminho de erva santa que já não sei qual é. E aqui estou eu agora sobre as ruínas do mistério, a fumar descontraidamente, julgo eu um L &#38; M lights que &#8220;prejudica gravemente a saúde&#8221;. Mas um mistério não se esboroa em vão: no seu lugar há sempre um outro, um outro.</p>
</div>
<p><span style="font-family:trebuchet ms;">AQUI, O HOMEM<br /></span>
<pre><span style="font-family:trebuchet ms;">
<p class="introduction">Nem Baco nem meio Baco!:                Aqui é o homem,desde as mãos ossudas e calosas,desde o suorao sonho que transpõe as nebulosas.

Montes de pedra dura,              gólgotasonde os geios são escadas!Venham ver como sobe o desesperoe a esperança, de mãos dadas.

É o homem.        Isso é o homem.– Nem sátiro nem fauno –Uma vontade erguida em rubro gládioque ganha a terra, palmo a palmo.

Vinhas que são o inferno,                   o únicoem que o fogo é a taça da alegria!Venham ver um senhorgrandioso como o sol ao meio-dia.

Nem Baco nem meio Baco!:                Aqui é o homemque nada há que não suportemas suporta e persiste.Aqui é o homem até à morte.

</span></pre>
<p>António Joaquim Magalhães Cabral (nasceu em Castedo do Douro, Alijó, em 30 Abr 1931; faleceu em Vila Real em 23 de Outubro de 2007)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Consumo da Informação e as Novas Tecnologias,]]></title>
<link>http://herdeirodocaos.wordpress.com/2007/11/22/o-consumo-da-informacao-e-as-novas-tecnologias/</link>
<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 06:00:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>herdeirodocaos</dc:creator>
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<description><![CDATA[foi o tema do Seminário realizado pelo Centro de Excelência da Informação (CEI), do Grupo A TARDE em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>foi o tema do Seminário realizado pelo Centro de Excelência da Informação (CEI), do  Grupo A TARDE em parceria com as Faculdades Jorge Amado (FJA). O Seminário contou com a presença dos professores <a href="http://alexprimo.com/">Alex Primo</a> (UFRGS), Antonio Cabral (FGV) e <a href="http://gjol.blogspot.com/">Marcos Palacios</a> (Facom-UFBA).</p>
<p><a href="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2007/11/arq-185.jpg" title="arq-185.jpg"><img src="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2007/11/arq-185.jpg" alt="arq-185.jpg" height="300" width="500" /></a></p>
<address><font color="#008000">Da esquerda para direita, Primo, Cabral e Palacios </font></address>
<p>Dessa vez pude chegar mais cedo, ficar até o final e o melhor: conversar pessoalmente com os pensadores acima. E esse conversar foi interessante, considerando que o blog do <a href="http://gjol.blogspot.com/">GJOL</a> e do Alex Primo são minhas leituras diárias, essenciais para a compreensão da cibercultura, jornalismo digital, blogs e afins.</p>
<p>Então, pude encontrá-los ali, bater um papo e tal. Esse encontro pode  servir como metáfora para o que Alex Primo chama de &#8220;conversas fluidas&#8221; na blogosfera, que podem acontecer:</p>
<p>- intra-blog (comentários);</p>
<p>- inter-blog (link para outros blogs ou post como resposta/referência a uma publicação anterior);</p>
<p>- extra-blog (o exemplo citado)</p>
<p>A <em>conversa </em>teve um enfoque maior na palestra de Primo, intitulada <strong>&#8220;Blogs, redes sociais, memes, marketing viral e credibilidade&#8221;.</strong></p>
<p><font color="#008000">* Credibilidade dos blogs/blogosfera</font></p>
<p>Retomou a <a href="http://herdeirodocaos.wordpress.com/2007/08/17/estadao-contra-os-blogs/">campanha kamikase do Estadão contra a blogosfera</a>, pontuando o equívoco conceitual do jornal ao comparar macacos com blogueiros. A reação da blogosfera também foi evidenciada, bem como o seu resultado: um evento organizado pelo Estadão com a presença de blogueiros e pesquisadores para minimizar/esclarecer a campanha.</p>
<p>O que achei mais interessante dessa parte foi ao Primo dizer que precisamos abandonar o &#8220;óculos da modernidade&#8221; para analisar dinâmicas pós-modernas. E como isso se manifesta nos blogs?</p>
<p><font color="#008000">*O que são blogs?</font></p>
<p>Aos &#8220;óculos da modernidade&#8221; blogs são:</p>
<p>- sistema facilitado de publicação;</p>
<p>- diário íntimo;</p>
<p>- jornalismo.</p>
<p>A proposta dele é que existem três sentidos para os blogs:</p>
<p>1- Blog como programa &#8211; WordPress, LiveJournal, Blogspot..</p>
<p>2- Blog como espaço &#8211; Achei o seu blog no google. Publiquei no meu blog.</p>
<p>3- Blog como texto &#8211; esse post, por exemplo.</p>
<p>Esses sentidos não são estanques. O blog enquanto programa não tem apenas a finalidade de publicar texto, pode ser usado para ganhar $$$, para as empresas manterem o diálogo com seus clientes. O blog como espaço potencializa as relações sociais e as conversações que acontecem:</p>
<p>- conversa com os outros e com o <em>self</em>;</p>
<p>- você escreve enquanto pensa (acho que falarei das memes e marketing viral a seguir)</p>
<p>Primo falou de algumas memes e alguns casos de marketing viral. Porém, problematizou essas práticas/dinâmicas.</p>
<p>&#8220;a comunicação humana não tem características apenas de transmitir informação, o sujeito adapta, acrescenta, reconfigura e passa para frente um novo produto/fala&#8221;, disse Alex Primo em sua crítica de que a transmissão viral é um processo aditivo.</p>
<p>&#60;&#60;Você precisará ler esse<a href="http://alexprimo.com/2007/11/19/nao-a-comunicacao-nao-e-viral/"> post aqui</a> para entender&#62;&#62;</p>
<p><font color="#ff0000">Antonio Cabral (especialista em direito autoral)</font></p>
<p>Fora uma apresentação recheada de dados e reflexões. Não teve um foco específico, como ele mesmo disse a sua palestra seria &#8220;ampla sem focar em determinado aspecto&#8221;, portanto compartilho alguns deles:</p>
<p>- a indústria cultural não adaptou-se as necessidades dos usuários, principalmente no que tange o acesso ao conhecimento (potencializado pela internet) que a indústria continua na tentativa de restringir o acesso livre ou sob outra lógica de consumo à música, livro, vídeos&#8230;.quando não, pune os &#8220;infratores&#8221; das leis obsoletas.</p>
<p>- Cabral sustentou que a sociedade não enxerga como um &#8220;crime&#8221; fazer um download na internet de uma música ou do filme Tropa de Elite.</p>
<p>- Apresentou alguns dados interessantes como:</p>
<p>&#62; 85% dos fonogramas pertencem à Sony/BMG</p>
<p>&#62; Ivete Sangalo ganha apenas 8% do valor da venda dos seus cd&#8217;s/dvd&#8217;s, isso porque é uma artista de &#8220;peso&#8221;. Em contraponto a esse modelo de negócio, Cabral destacou o tecnobrega do Pará (Calypso), onde os próprios artistas produzem o seu material e entrega ao mercado informal &#8220;camelô&#8221;, que funcionam como divulgadores do trabalho (já economizam o jabá nas rádios) para que eles (os artistas) possam ganhar dinheiro com show.</p>
<p><a href="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2007/11/arq-181.jpg" title="arq-181.jpg"><img src="http://herdeirodocaos.wordpress.com/files/2007/11/arq-181.jpg" alt="arq-181.jpg" height="250" width="500" /></a></p>
<address><font color="#008000">E haja papel e caneta para anotar os dados </font></address>
<p>&#62; 150 milhões de obras já foram registradas com o <a href="www.creativecommons.org.br">Creative Commons</a>. Uma boa alternativa jurídica, segundo ele para facilitar o acesso ao conhecimento.</p>
<p>&#62; No Rio de Janeiro, 97% das salas de exibição de filmes pertencem a &#8220;rolyudi&#8221;.</p>
<p>&#62; O direito controla a realidade, porém esse controle é materializado nas leis. O problema é que para elaborar uma lei é preciso</p>
<p>1. De um fato;</p>
<p>2. O valor (positivo ou negativo) que a sociedade irá atribuir a esse fato;</p>
<p>3. Cria-se uma norma.</p>
<p>Logo, o Direito estará sempre atrasado no que tange as necessidades sociais.</p>
<p>&#62; Na Alemanha, após 2 anos sem a edição de um livro, ele pode ser copiado integralmente.</p>
<p>&#62; O marco regulatório da tevê digital subtraiu as potencialidades da interação. O DRM, por exemplo impedirá que o usuário faça cópias da programação (você poderá gravar no aparelho, mas não poderá transpor para outro suporte, como gravar em um DVD). Para Cabral é um retrocesso, além disso os empresários da comunicação, com ajuda do Ministro das Comunicações, Hélio Costa, conseguiram aumentar o tamanho da&#8221;banda&#8221; o que resultará em menos novos canais.</p>
<p><font color="#ff0000">Marcos Palacios</font></p>
<p>Respondeu ao questionamento: o que está acontecendo com o jornalismo diante das novas tecnologias? Ou qual é o lugar dos jornalistas?</p>
<p>Palacios explicou que a liberação do pólo emissor gerou uma plurivocalidade, que pode ser conceituada como &#8220;efeito conversacional&#8221;. Os limites entre ser emissor e receptor é bastante frágil, agora o sujeito pode ser emissor e receptor simultaneamente.</p>
<p>A  esfera pública é ampliada, uma vez que surgem novas vozes e nos espaços para o debate. Palacios acredita que este fenômeno cria novas oportunidades para o jornalista se &#8220;encaixar&#8221; no mercado.</p>
<p>O desafio para os profissionais de comunicação seria o de:</p>
<p>&#8220;selecionar e organizar as informações no que tange a sua hierarquia e o contexto&#8221;</p>
<p>Palacios argumenta que existe um excesso de informação e que o jornalista, devido a sua formação e o seu papel histórico precisa repensar os seus <em>habitus</em> e práticas. Não haverá futuro para profissional que entenda e goste de apenas um suporte (impresso, rádio, tevê). É preciso ser jornalista e produzir conteúdo para diversas mídias, simultaneamente.</p>
<p>&#8220;o jornalista é um agente social e cria uma forma específica de informação organizada e portanto, uma forma de conhecimento&#8221;.</p>
<p>Ironizando os publicitários, administradores, gestores que criam as fórmulas dos 4 elementos para explicar determinado aspecto, Palacios propõe que o jornalismo precisa ser calcado nos 4Cs:</p>
<p>1. Convergência</p>
<p>- reorganização do modelo de negócio;</p>
<p>- reorganização da rotina de trabalho;</p>
<p>- redefinição das competências profissionais</p>
<p>- diluição das fronteiras profissionais.</p>
<p>2. Contexto</p>
<p>- elaborar produtos específicos para determinada mídia e público.</p>
<p>- além de claro, contextualizar o fato&#8230;</p>
<p>3. Comunidade</p>
<p>- evoluir de uma comunidade de leitores (passivos) para uma comunidade de co-autores/ comunidade conversacional.</p>
<p>4. Co-envolvimento</p>
<p>- como exemplo o <a href="http://herdeirodocaos.wordpress.com/2007/11/15/muito-alem-da-pauta/">beatblogging.org</a> que discute a pauta com a comunidade seja por proximidade geográfica/conhecimento que pode sugerir ângulos, fontes, desdobramentos sobre a pauta proposta.</p>
</div>]]></content:encoded>
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