<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>antonio-gedeao &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/antonio-gedeao/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "antonio-gedeao"</description>
	<pubDate>Sun, 03 Jan 2010 22:37:52 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[António Gedeão]]></title>
<link>http://esfelgueiraslinguas.wordpress.com/2009/11/24/antonio-gedeao/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 00:54:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>A S</dc:creator>
<guid>http://esfelgueiraslinguas.wordpress.com/2009/11/24/antonio-gedeao/</guid>
<description><![CDATA[A 24 de Novembro de 1906 nasceu o escritor António Gedeão, pseudónimo de Rómulo Vasco da Gama de Car]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Arial,Helvetica,Geneva,Swiss,SunSans-Regular;font-size:x-small;">A 24 de Novembro de 1906 nasceu o escritor <a href="http://www.romulodecarvalho.net/Antonio-Gedeao.html">António Gedeão</a>, pseudónimo de Rómulo Vasco da Gama de Carvalho, cuja poesia evidencia a simbiose perfeita entre a ciência e a literatura.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PJTu5KM3UG4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PJTu5KM3UG4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dia Nacional da Cultura Científica]]></title>
<link>http://lerparacrer.wordpress.com/2009/11/23/dia-nacional-da-cultura-cientifica/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 11:35:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Pinheiro</dc:creator>
<guid>http://lerparacrer.wordpress.com/2009/11/23/dia-nacional-da-cultura-cientifica/</guid>
<description><![CDATA[Comemora-se amanhã, 24 de Novembro, o Dia Nacional da Cultura Científica, dia escolhido por ser o do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comemora-se amanhã, 24 de Novembro, o Dia Nacional da Cultura Científica, dia escolhido por ser o do nascimento de <a href="http://www.cienciaviva.pt/semanact/edicao1997/">Rómulo de Carvalho</a> (1906-1977).<br />
Para assinalar este dia, deixamos-te aqui um vídeo de um poema de António Gedeão (pseudónimo de Rómulo de Carvalho), chamado Poema Para Galileu, dito por <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1rio_Viegas">Mário Viegas</a>, e ainda um dos poemas mais conhecidos do poeta e cientista:<br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bbxT3N6z3hU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/bbxT3N6z3hU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>Lágrima de Preta</strong></p>
<p>Encontrei uma preta</p>
<p>que estava a chorar,</p>
<p>pedi-lhe uma lágrima para a analisar.</p>
<p>Recolhi a lágrima</p>
<p>com todo o cuidado</p>
<p>num tubo de ensaio</p>
<p>bem esterilizado.</p>
<p>Olhei-a de um lado,</p>
<p>do outro e de frente:</p>
<p>tinha um ar de gota</p>
<p>muito transparente.</p>
<p>Mandei vir os ácidos,</p>
<p>as bases e os sais,</p>
<p>as drogas usadas</p>
<p>em casos que tais.</p>
<p>Ensaiei a frio,</p>
<p>experimentei ao lume,</p>
<p>de todas as vezes</p>
<p>deu-me o que é costume:</p>
<p>nem sinais de negro,</p>
<p>nem vestígios de ódio.</p>
<p>Água (quase tudo)</p>
<p>e cloreto de sódio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedra Filosofal]]></title>
<link>http://fhiloesest.wordpress.com/2009/10/11/pedra-filosofal/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 20:30:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>esestarreja</dc:creator>
<guid>http://fhiloesest.wordpress.com/2009/10/11/pedra-filosofal/</guid>
<description><![CDATA[Eles não sabem nem sonham que o mundo comanda a vida&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><em><a href="http://www.youtube.com/watch?v=DuGbpW-pGYg">Eles não sabem nem sonham que o mundo comanda a vida&#8230;</a></em></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedra Filosofal - António Gedeão]]></title>
<link>http://sopoesia.wordpress.com/2009/10/04/pedra-filosofal-antonio-gedeao/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 09:29:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>sopoesia</dc:creator>
<guid>http://sopoesia.wordpress.com/2009/10/04/pedra-filosofal-antonio-gedeao/</guid>
<description><![CDATA[Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quintana e Gedeão em acordo]]></title>
<link>http://sopoesia.wordpress.com/2009/10/04/quintana-e-gedeao-em-acordo/</link>
<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 09:28:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>sopoesia</dc:creator>
<guid>http://sopoesia.wordpress.com/2009/10/04/quintana-e-gedeao-em-acordo/</guid>
<description><![CDATA[Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha, nem desconfia que se acha conosco desde o início d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Aquele homem ali no balcão, caninha após caninha, nem desconfia que se acha conosco desde o início d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PNL - Novos títulos para o 3.º ciclo: Poemas escolhidos de António Gedeão]]></title>
<link>http://lerparacrer.wordpress.com/2009/09/16/pnl-novos-titulos-para-o-3-%c2%ba-ciclo-poemas-escolhidos-de-antonio-gedeao/</link>
<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 13:21:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Pinheiro</dc:creator>
<guid>http://lerparacrer.wordpress.com/2009/09/16/pnl-novos-titulos-para-o-3-%c2%ba-ciclo-poemas-escolhidos-de-antonio-gedeao/</guid>
<description><![CDATA[Encontra-se disponível na biblioteca mais um título de poesia para leitura em sal de aula no âmbito ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img alt="" src="http://lh4.ggpht.com/_Bh4tn3MUo8U/Sq5DPpAPAUI/AAAAAAAAAto/YRrujZEZqR4/s576/image0-109.jpg" title="Pemas escolhidos" class="alignnone" width="417" height="576" /><br />
Encontra-se disponível na biblioteca mais um título de poesia para leitura em sal de aula no âmbito do Plano Nacional de Leitura. Trata-se da obra <em>Poemas escolhidos </em>de António Gedeão, numa antologia organizada pelo autor. Eis dos belos poemas incluídos na colectânea:<br />
<strong><br />
Tudo é foi </strong></p>
<p>Fecho os olhos por instantes.<br />
Abro os olhos novamente.<br />
Neste abrir e fechar de olhos<br />
já todo o mundo é diferente.</p>
<p>Já outro ar me rodeia;<br />
outros lábios o respiram;<br />
outros aléns se tingiram<br />
de outro Sol que os incendeia.</p>
<p>Outras árvores se floriram;<br />
outro vento as despenteia;<br />
outras ondas invadiram<br />
outros recantos de areia.</p>
<p>Momento, tempo esgotado,<br />
fluidez sem transparência.<br />
Presença, espectro da ausência,<br />
cadáver desenterrado.</p>
<p>Combustão perene e fria.<br />
Corpo que a arder arrefece.<br />
Incandescência sombria.<br />
Tudo é foi. Nada acontece.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quintessência sobre a "Primeira Ida" à Lua]]></title>
<link>http://ailhadosamores.wordpress.com/2009/07/30/quintessencia-sobre-a-primeira-ida-a-lua/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 10:22:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>Terpsichore Diotima, Lusitana Combatente</dc:creator>
<guid>http://ailhadosamores.wordpress.com/2009/07/30/quintessencia-sobre-a-primeira-ida-a-lua/</guid>
<description><![CDATA[Tantas pegadas… Nenhum rasto… __________________________________ Mas mesmo que tivesse sido verídica]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Tantas pegadas… Nenhum rasto… __________________________________ Mas mesmo que tivesse sido verídica]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedra filosofal]]></title>
<link>http://feminina.wordpress.com/2009/06/29/pedra-filosofal/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 01:12:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Zana</dc:creator>
<guid>http://feminina.wordpress.com/2009/06/29/pedra-filosofal/</guid>
<description><![CDATA[Eles não sabem que o sonho é uma constante da vida tão concreta e definida como outra coisa qualquer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address></address>
<address>Eles não sabem que o sonho</address>
<address>é uma constante da vida</address>
<address>tão concreta e definida</address>
<address>como outra coisa qualquer,</address>
<address>como esta pedra cinzenta</address>
<address>em que me sento e descanso,</address>
<address>como este ribeiro manso</address>
<address>em serenos sobressaltos,</address>
<address>como estes pinheiros altos</address>
<address>que em verde e oiro se agitam,</address>
<address>como estas aves que gritam</address>
<address>em bebedeiras de azul.</address>
<address> </address>
<address>eles não sabem que o sonho</address>
<address>é vinho, é espuma, é fermento,</address>
<address>bichinho álacre e sedento,</address>
<address>de focinho pontiagudo,</address>
<address>que fossa através de tudo</address>
<address>num perpétuo movimento.</address>
<address> </address>
<address>Eles não sabem que o sonho</address>
<address>é tela, é cor, é pincel,</address>
<address>base, fuste, capitel,</address>
<address>arco em ogiva, vitral,</address>
<address>pináculo de catedral,</address>
<address>contraponto, sinfonia,</address>
<address>máscara grega, magia,</address>
<address>que é retorta de alquimista,</address>
<address>mapa do mundo distante,</address>
<address>rosa-dos-ventos, Infante,</address>
<address>caravela quinhentista,</address>
<address>que é cabo da Boa Esperança,</address>
<address>ouro, canela, marfim,</address>
<address>florete de espadachim,</address>
<address>bastidor, passo de dança,</address>
<address>Colombina e Arlequim,</address>
<address>passarola voadora,</address>
<address>pára-raios, locomotiva,</address>
<address>barco de proa festiva,</address>
<address>alto-forno, geradora,</address>
<address>cisão do átomo, radar,</address>
<address>ultra-som, televisão,</address>
<address>desembarque em foguetão</address>
<address>na superfície lunar.</address>
<address> </address>
<address>Eles não sabem, nem sonham,</address>
<address>que o sonho comanda a vida,</address>
<address>que sempre que um homem sonha</address>
<address>o mundo pula e avança</address>
<address>como bola colorida</address>
<address>entre as mãos de uma criança.</address>
<address></address>
<address>Antonio Gedeão</address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sede de água]]></title>
<link>http://fuchsiabrava.wordpress.com/2009/06/24/sede-de-agua/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 17:41:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elsie</dc:creator>
<guid>http://fuchsiabrava.wordpress.com/2009/06/24/sede-de-agua/</guid>
<description><![CDATA[Em vez de morna crisálida num casulo apoquentado, antes ser canteiro regado ao fim de uma tarde cáli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://fuchsiabrava.wordpress.com/files/2009/06/100_2957.jpg" alt="100_2957" title="100_2957" width="510" height="382" class="aligncenter size-full wp-image-847" /><br />
Em vez de morna crisálida<br />
num casulo apoquentado,<br />
antes ser canteiro regado<br />
ao fim de uma tarde cálida.</p>
<p>Num sereno estar profundo,<br />
empapado em poças de água.<br />
Que esta sede imensa trago-a<br />
desde o princípio do mundo.</p>
<p>                     <em>poema de António Gedeão</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[António Gedeão revela os simples mistérios da Pedra Filosofal]]></title>
<link>http://cdeassis.wordpress.com/2009/05/30/anonio-gedeao-revela-os-simples-misterios-da-pedra-filosofal/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 12:26:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>cdeassis</dc:creator>
<guid>http://cdeassis.wordpress.com/2009/05/30/anonio-gedeao-revela-os-simples-misterios-da-pedra-filosofal/</guid>
<description><![CDATA[António Gedeão , poeta, professor e historiador da ciência portuguesa, é pseudônimo de Rómulo Vasco ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/antonio_gedeao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-883" title="antonio_gedeão" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/antonio_gedeao.jpg?w=223" alt="antonio_gedeão" width="223" height="300" /></a>António Gedeão</strong> , poeta, professor e historiador da ciência portuguesa, é pseudônimo de <strong>Rómulo Vasco da Gama de Carvalho</strong>, nascido em Lisboa em 1906 e falecido em 1998. Concluiu, no Porto, o curso de Ciências Físico-Químicas, exercendo depois a atividade docente. Teve um papel importante na divulgação de temas científicos, ao colaborar em revistas da especialidade e organizar obras no campo da história das ciências e das instituições, como a <em>Atividade Pedagógica da Academia das Ciências de Lisboa nos Séculos XVIII e XIX</em>. Publicou, ainda, outros estudos, como a <em>História da Fundação do Colégio Real dos Nobres de Lisboa</em> (1959), <em>O Sentido Científico em Bocage</em> (1965) e <em>Relações entre Portugal e a Rússia no Século XVIII</em> (1979).<br />
Foi diretor da Sociedade Portuguesa de Química e Física (1957), da qual foi eleito presidente honorário em 1988. Integrou a direção da revista <em>Gazeta de Física</em> (1946), a redação da <em>Palestra</em> (1958), co-dirigiu o <em>Boletim do Ensino Secundário</em> (1973) e foi diretor do Museu Maynense da Academia das Ciências de Lisboa (1990).</p>
<p>O poeta António Gedeão revela-se em <em>Movimento Perpétuo</em> (1956), onde consta um dos poemas que a versão musicada popularizou, <em>Pedra Filosofal</em>, no final dos anos 60.A esta viriam juntar-se outras obras, como <em>Teatro do Mundo</em> (1958), <em>Máquina de Fogo</em> (1961), <em>Poema para Galileu</em> (1964), <em>Linhas de Força</em> (1967) e ainda <em>Poemas Póstumos</em> (1983) e <em>Novos Poemas Póstumos</em> (1990). Na sua poesia, reunida também em <em>Poesias Completas</em> (1964), as fontes de inspiração são heterogêneas e equilibradas de modo original pelo homem que, com um rigor científico, comunica o sofrimento alheio, ou a constatação da solidão humana, muitas vezes com surpreendente ironia. Alguns dos seus textos poéticos foram aproveitados para músicas de intervenção.</p>
<p>Em 1963 publicou a peça de teatro <em>RTX 78/24</em> (1963) e dez anos depois a sua primeira obra de ficção, <em>A Poltrona e Outras Novelas</em> (1973). No seu nonagésimo aniversário, António Gedeão foi alvo de uma homenagem nacional e condecorado com a Grã-Cruz da Ordem de Sant&#8217;iago de Espada.</p>
<p>O <span style="color:#993300;"><strong>Banco da Poesia</strong></span> faz uma homenagem ao poeta com a publicação de seu poema mais famoso, em letra e música. No vídeo, quem canta é <strong>Manuel Freire</strong>. A título de curiosidade, publicamos também o autógrafo de <em>Pedra Filosofal</em>.</p>
<p>Agradecimento especial a<strong> Manoel de Andrade</strong>, que indicou e avalisou este depósito póstumo. E  também a <strong>Salvador</strong> Domingo Felipe Jacinto <strong>Dalí</strong> i Domènech,  que, com sua <em>Caravela</em>, deu uma mãozinha na ilustração.</p>
<h3><span style="color:#daa520;">Pedra Filosofal</span></h3>
<p><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/sonho.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-884" title="Sonho" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/sonho.png" alt="Sonho" width="496" height="658" /></a></p>
<p>Eles não sabem que o sonho<br />
é uma constante da vida<br />
tão concreta e definida<br />
como outra coisa qualquer,<br />
como esta pedra cinzenta<br />
em que me sento e descanso,<br />
como este ribeiro manso<br />
em serenos sobressaltos,<br />
como estes pinheiros altos<br />
que em verde e ouro se agitam,<br />
como estas aves que gritam<br />
em bebedeiras de azul.</p>
<p>Eles não sabem que o sonho<br />
é vinho, é espuma, é fermento,<br />
bichinho álacre e sedento,<br />
de focinho pontiagudo,<br />
que fossa através de tudo<br />
num perpétuo movimento.</p>
<p>Eles não sabem que o sonho<br />
é tela, é cor, é pincel,<br />
base, fuste, capitel,<br />
arco em ogiva, vitral,<br />
pináculo de catedral,<br />
contraponto, sinfonia,<br />
máscara grega, magia,<br />
que é retorta de alquimista,<br />
mapa do mundo distante,<br />
rosa-dos-ventos, Infante,<br />
caravela quinhentista,<br />
que é cabo da Boa Esperança,<br />
ouro, canela, marfim,<br />
florete de espadachim,<br />
bastidor, passo de dança,<br />
Colombina e Arlequim,<br />
passarola voadora,<br />
pára-raios, locomotiva,<br />
barco de proa festiva,<br />
alto-forno, geradora,<br />
cisão do átomo, radar,<br />
ultra-som, televisão,<br />
desembarque em foguetão<br />
na superfície lunar.</p>
<p>Eles não sabem, nem sonham,<br />
que o sonho comanda a vida,<br />
que sempre que um homem sonha<br />
o mundo pula e avança<br />
como bola colorida<br />
entre as mãos de uma criança.</p>
<address><span style="color:#ffffff;">xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx</span>De <strong>Movimento Perpétuo</strong>, 1956</address>
<address> </address>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ACm6RZx4lbM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ACm6RZx4lbM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><a href="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/autografo_pedra-filosofal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-885" title="autografo_pedra-filosofal" src="http://cdeassis.wordpress.com/files/2009/05/autografo_pedra-filosofal.jpg" alt="autografo_pedra-filosofal" width="335" height="878" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Somos todos iguais...]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/05/12/somos-todos-iguais/</link>
<pubDate>Tue, 12 May 2009 15:26:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
<guid>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/05/12/somos-todos-iguais/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; assim gostava de acreditar. No entanto, depois de ver este vídeo, regressam as incertezas do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<p style="text-align:justify;">&#8230; assim gostava de acreditar. No entanto, depois de ver este vídeo, regressam as incertezas do ser humano, o preconceito que sempre persiste, a exclusão que queremos longe. E aquela ideia de um mundo de igualdade, que ansiamos que deixe de ser utópica, volta a ficar distante no tal mundo quase perfeito.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/w543cJBOubk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/w543cJBOubk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
<em>&#8220;Conversation about race&#8221;</em> &#8211; vídeo visto <a href="http://conficcoes.com/" target="_blank"><span style="color:#ffffff;">aqui</span></a></p>
<p><strong><span style="color:#ffffff;"><em>Lágrima de preta</em> &#8211; António Gedeão</span></strong></p>
<p>Encontrei uma preta<br />
que estava a chorar,<br />
pedi-lhe uma lágrima<br />
para a analisar.</p>
<p>Recolhi a lágrima<br />
com todo o cuidado<br />
num tubo de ensaio<br />
bem esterilizado.</p>
<p>Olhei-a de um lado,<br />
do outro e de frente:<br />
tinha um ar de gota<br />
muito transparente.</p>
<p>Mandei vir os ácidos,<br />
as bases e os sais,<br />
as drogas usadas<br />
em casos que tais.</p>
<p>Ensaiei a frio,<br />
experimentei ao lume,<br />
de todas as vezes<br />
deu-me o que é costume:</p>
<p>Nem sinais de negro,<br />
nem vestígios de ódio.<br />
Água (quase tudo)<br />
e cloreto de sódio.</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pedra Filososal]]></title>
<link>http://levaovento.wordpress.com/2009/05/09/pedra-filososal/</link>
<pubDate>Sat, 09 May 2009 23:55:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>eltonmachado</dc:creator>
<guid>http://levaovento.wordpress.com/2009/05/09/pedra-filososal/</guid>
<description><![CDATA[Eles não sabem, nem sonham, que o sonho comanda a vida Que sempre que um homem sonha o mundo pula e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eles não sabem, nem sonham,<br />
que o sonho comanda a vida<br />
Que sempre que um homem sonha<br />
o mundo pula e avança<br />
como bola colorida<br />
entre as mãos de uma criança.</p>
<p style="text-align:right;">António Gedeão</p>
<div><span style="color:#ffffcc;font-family:'Lucida Calligraphy';line-height:normal;"><br />
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesia à mesa em S. João da Madeira...]]></title>
<link>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/03/23/poesia-a-mesa-em-s-joao-da-madeira/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 17:39:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carla Sousa</dc:creator>
<guid>http://poroutraspalavras.wordpress.com/2009/03/23/poesia-a-mesa-em-s-joao-da-madeira/</guid>
<description><![CDATA[Rão Kyao, Ruy de Carvalho e José Fanha in &quot;Poesia à Mesa&quot; em S. João da Madeira - 21.03.09]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 372px"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/poesia_a_mesa_220309_1.jpg"><img class="size-full wp-image-4020        " title="poesia_a_mesa_220309_1" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/poesia_a_mesa_220309_1.jpg" alt="Ruy de Carvalho, José fanha e Rão Kyao in &#34;Poesia à mesa&#34; em S. João da Madeira - 22.03.09" width="362" height="140" /></a><p class="wp-caption-text">Rão Kyao, Ruy de Carvalho e José Fanha in &#34;Poesia à Mesa&#34; em S. João da Madeira - 21.03.09 -</p></div>
<p style="text-align:justify;">As palavras que poderiam descrever o serão do passado Sábado, Dia Mundial da Poesia, são escassas perante a magia daquelas que tomaram de assalto o coração e a alma de todos os que resolveram comparecer à tertúlia, que juntou <a href="http://www.imdb.com/name/nm0207834/" target="_blank"><strong><span style="color:#ffffff;">Ruy de Carvalho</span></strong></a>, <a href="http://queridasbibliotecas.blogspot.com/" target="_blank"><strong><span style="color:#ffffff;">José Fanha</span></strong></a> e o músico <a href="http://www.myspace.com/raokyao" target="_blank"><strong><span style="color:#ffffff;">Rão Kyao</span></strong></a> nos Paços de Cultura de S. João da Madeira, concretizando, deste modo, uma iniciativa que deve ser louvada e que deve perdurar: <em><a href="http://www.poesiaamesa.blogspot.com/" target="_blank"><strong><span style="color:#ffffff;">&#8220;Poesia à Mesa&#8221;</span></strong></a></em>.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>&#8220;Vou ler um poema de Florbela Espanca. <strong><span style="color:#ffffff;">É um poema muito bonito!</span></strong>&#8221; </em>refere Ruy de Carvalho, quando se prepara para ler <em>&#8220;Ser poeta</em>&#8220;&#8230; e eis que a palavra<em> &#8220;bonito&#8221;</em> ganha uma doçura acrescida na voz deste senhor, justificando talvez a razão da sua existência no nosso dicionário.</p>
<div id="attachment_4040" class="wp-caption aligncenter" style="width: 303px"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/ruy_de_carvalho_8.jpg"><img class="size-full wp-image-4040    " title="ruy_de_carvalho_8" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/ruy_de_carvalho_8.jpg" alt="ruy_de_carvalho_8" width="293" height="401" /></a><p class="wp-caption-text">Ruy de Carvalho in &#34;Poesia à Mesa&#34; em S. João da Madeira - 21.03.09 -</p></div>
<p style="text-align:justify;">Cada poema ganhou vida própria, cada palavra assumiu o seu sentido, em interpretações distintas e belíssimas do actor português.</p>
<div id="attachment_4029" class="wp-caption aligncenter" style="width: 335px"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/ruy_de_carvalho_14.jpg"><img class="size-full wp-image-4029    " title="ruy_de_carvalho_14" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/ruy_de_carvalho_14.jpg" alt="Ruy de Carvalho" width="325" height="183" /></a><p class="wp-caption-text">Ruy de Carvalho in &#34;Poesia à Mesa&#34; em S. João da Madeira - 21.03.09 -</p></div>
<p style="text-align:justify;">E assim  se fez um passeio pela poesia portuguesa: de Ruy Belo a António Gedeão; de Florbela Espanca a  Miguel Torga; de Eugénio de Andrade a José Régio; de David Mourão Ferreira a Emanuel Félix. <em>&#8220;As Raparigas lá de Casa&#8221;, </em>um poema deste último poeta, foi dito por José Fanha&#8230; num momento que encantou o auditório.</p>
<div id="attachment_4045" class="wp-caption aligncenter" style="width: 335px"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/jose_fanha.jpg"><img class="size-full wp-image-4045    " title="jose_fanha" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/jose_fanha.jpg" alt="José Fanha" width="325" height="271" /></a><p class="wp-caption-text">José Fanha in &#34;Poesia à Mesa&#34; em S. João da Madeira - 21.03.09 -</p></div>
<p style="text-align:justify;">Rão Kyao não disse poesia com palavras, mas ela aconteceu pelos sons da sua flauta de bambu, fazendo-nos transportar para outras paragens. <em>&#8220;Tocar é falar com Jesus&#8221;</em> diz o artista ao justificar a essência da sua música.</p>
<div id="attachment_4062" class="wp-caption aligncenter" style="width: 296px"><a href="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/rao_kyao3.jpg"><img class="size-full wp-image-4062    " title="rao_kyao3" src="http://poroutraspalavras.wordpress.com/files/2009/03/rao_kyao3.jpg" alt="Rão Kyao" width="286" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Rão Kyao in &#34;Poesia à Mesa&#34; em S. João da Madeira - 21.03.09 -</p></div>
<p style="text-align:justify;">Estes três vultos da cultura portuguesa trouxeram, para além dos versos escolhidas para o momento,  uma das maiores  e melhores características do ser humano&#8230; o sorriso. As palavras ganham outro encanto, quando ditas a sorrir. As deles eram assim e entre as palavras deles e as  dos outros, deixei-me embalar e enlevar por momentos que seriam para sempre meus! </p>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poema de amor]]></title>
<link>http://gatopingado.wordpress.com/2009/03/21/poema-de-amor-2/</link>
<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 23:30:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>serradalua</dc:creator>
<guid>http://gatopingado.wordpress.com/2009/03/21/poema-de-amor-2/</guid>
<description><![CDATA[Este é o poema do amor. O poema que o poeta propositadamente escreveu só para falar de amor, de amor]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://home.earthlink.net/~artistrickclement/images/embracezloverz.jpg" alt="" width="352" height="432" /></p>
<p style="text-align:center;">Este é o poema do amor.</p>
<p style="text-align:center;">O poema que o poeta propositadamente escreveu</p>
<p style="text-align:center;">só para falar de amor,</p>
<p style="text-align:center;">de amor,</p>
<p style="text-align:center;">de amor,</p>
<p style="text-align:center;">de amor,</p>
<p style="text-align:center;">para repetir muitas vezes amor,</p>
<p style="text-align:center;">amor,</p>
<p style="text-align:center;">amor,</p>
<p style="text-align:center;">amor.</p>
<p style="text-align:center;">Para que um dia, quando o Cérebro Electrónico</p>
<p style="text-align:center;">contar as palavras que o poeta escreveu,</p>
<p style="text-align:center;">tantos que,</p>
<p style="text-align:center;">tantos se,</p>
<p style="text-align:center;">tantos lhe,</p>
<p style="text-align:center;">tantos tu,</p>
<p style="text-align:center;">tantos ela,</p>
<p style="text-align:center;">tantos eu,</p>
<p style="text-align:center;">conclua que a palavra que o poeta mais vezes escreveu</p>
<p style="text-align:center;">foi amor,</p>
<p style="text-align:center;">amor,</p>
<p style="text-align:center;">amor.</p>
<p style="text-align:center;">Este é o poema do amor.</p>
<p style="text-align:center;"><em>António Gedeão</em></p>
<p style="text-align:center;"><em>Imagem: Rick Clement<br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Amanhã...]]></title>
<link>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2009/03/21/amanha/</link>
<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 11:22:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>bibliobeiriz</dc:creator>
<guid>http://bibliobeiriz.wordpress.com/2009/03/21/amanha/</guid>
<description><![CDATA[É domingo. E aos domingos as árvores crescem na cidade, e os pássaros, julgando-se no campo, desfaze]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É domingo.<br />
E aos domingos as árvores crescem na cidade,<br />
e os pássaros, julgando-se no campo, desfazem-se a cantar empoleirados<br />
nelas.<br />
Tudo volta ao princípio.</p>
<p>António Gedeão, <em>Novos poemas póstumos</em> (1990)</p>
<p><span style="color:#333399;">Mais poemas com árvores <a href="http://bibliobeiriz.wordpress.com/2007/03/18/as-arvores-em-poesia/?preview=true&#38;preview_id=163&#38;preview_nonce=2594791d79" target="_blank">aqui</a>.</span></p>
<p><span style="color:#333399;">Hoje é o <a href="http://comemorando.blogspot.com/2004/03/21-de-maro-dia-mundial-da-floresta.html" target="_blank">Dia Mundial da Floresta</a> ( mais conhecido por Dia da Árvore) e <a href="http://comemorando.blogspot.com/2004/03/21-de-maro-dia-mundial-da-poesia.html" target="_blank">Dia Mundial da Poesia</a></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[...porque o sonho comanda a vida ]]></title>
<link>http://estendal.wordpress.com/2009/03/09/porque-o-sonho-comanda-a-vida/</link>
<pubDate>Mon, 09 Mar 2009 12:42:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>adrianasantos</dc:creator>
<guid>http://estendal.wordpress.com/2009/03/09/porque-o-sonho-comanda-a-vida/</guid>
<description><![CDATA[Pedra Filosofal (...) Eles não sabem,nem sonham, que o sonho comanda a vida. Que sempre que um homem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JO5_2wjOtwk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JO5_2wjOtwk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<pre><strong><span style="color:#000000;">Pedra Filosofal</span></strong><span style="color:#000000;">
</span><strong><span style="color:#000000;">      </span></strong><span style="color:#000000;">(...)

Eles não sabem,nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança.

               António Gedeão</span></pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Com licença! Com licença! ]]></title>
<link>http://estendal.wordpress.com/2009/02/07/com-licenca-com-licenca/</link>
<pubDate>Sat, 07 Feb 2009 11:56:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>adrianasantos</dc:creator>
<guid>http://estendal.wordpress.com/2009/02/07/com-licenca-com-licenca/</guid>
<description><![CDATA[Fala do Homem Nascido Venho da terra assombrada,  do ventre de minha mãe;  não pretendo roubar nada ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Veneza"><img class="size-full wp-image-463 aligncenter" title="Fala do Homem Nascido" src="http://estendal.wordpress.com/files/2009/02/dsc_33921.jpg" alt="Fala do Homem Nascido" width="500" height="332" /></a></p>
<p class="MsoNormal"><span class="nvorange"><strong><span style="text-decoration:underline;"><span>Fala do Homem Nascido</span></span></strong></span></p>
<p><span class="maintext">Venho da terra assombrada,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">do ventre de minha mãe;</span><span> </span><br />
<span class="maintext">não pretendo roubar nada</span><span> </span><br />
<span class="maintext">nem fazer mal a ninguém.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext">Só quero o que me é devido</span><span> </span><br />
<span class="maintext">por me trazerem aqui,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">que eu nem sequer fui ouvido</span><span> </span><br />
<span class="maintext">no acto de que nasci.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext">Trago boca para comer</span><span> </span><br />
<span class="maintext">e olhos para desejar.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Com licença, quero passar,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">tenho pressa de viver.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Com licença! Com licença!</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Que a vida é água a correr.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Venho do fundo do tempo;</span><span> </span><br />
<span class="maintext">não tenho tempo a perder.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext">Minha barca aparelhada</span><span> </span><br />
<span class="maintext">solta o pano rumo ao norte;</span><span> </span><br />
<span class="maintext">meu desejo é passaporte</span><span> </span><br />
<span class="maintext">para a fronteira fechada.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Não há ventos que não prestem</span><span> </span><br />
<span class="maintext">nem marés que não convenham,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">nem forças que me molestem,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">correntes que me detenham.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext">Quero eu e a Natureza,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">que a Natureza sou eu,</span><span> </span><br />
<span class="maintext">e as forças da Natureza</span><span> </span><br />
<span class="maintext">nunca ninguém as venceu.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext">Com licença! Com licença!</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Que a barca se fez ao mar.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Não há poder que me vença.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Mesmo morto hei-de passar.</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Com licença! Com licença!</span><span> </span><br />
<span class="maintext">Com rumo à estrela polar.</span><span> </span></p>
<p><span class="maintext"><em>António Gedeão</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Semana da Ciência e Tecnologia... porque acabou.]]></title>
<link>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/11/30/semana-da-ciencia-e-tecnologia-porque-acabou/</link>
<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 16:21:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Pimentel</dc:creator>
<guid>http://ricardojchp.wordpress.com/2008/11/30/semana-da-ciencia-e-tecnologia-porque-acabou/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/DuGbpW-pGYg&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/DuGbpW-pGYg&#038;rel=0&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
