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	<title>antonio-salas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/antonio-salas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "antonio-salas"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 18:34:46 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Antonio Salas (Video)]]></title>
<link>http://antoniodavidsalas.wordpress.com/2009/10/12/antonio-salas-video/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 10:55:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>antoniodavidsalas</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/NglyHiJKoHc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/NglyHiJKoHc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[El problema de Google Imágenes (parte primera)]]></title>
<link>http://sigopensando.wordpress.com/2009/07/05/el-problema-de-google-imagenes/</link>
<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:38:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>pablomauser</dc:creator>
<guid>http://sigopensando.wordpress.com/2009/07/05/el-problema-de-google-imagenes/</guid>
<description><![CDATA[No se si habreis visto unos vídeos que están circulando por YouTube, grabados por un grupo que se ll]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No se si habreis visto unos vídeos que están circulando por YouTube, grabados por un grupo que se llama &#8220;El Bananero&#8221;.</p>
<p>Estoy seguro de que veríais alguno de ellos: El de Harry Potter, el de Rambo&#8230; etc.</p>
<p>Pero hoy quiero hablar del de Rambo. En éste vídeo hay un momento donde dicen &#8220;te dije que trajeras mucha chota,  no mucha-chita&#8221;.</p>
<p>Como no tenía ni idea de lo que era &#8220;chota&#8221; lo busqué en Google, y acto seguido pulsé en Imágenes.</p>
<p>Mi sorpresa fue mayúscula cuando abrí (y amplié) la tercera foto de la búsqueda. CREO QUE HOY NO PODRÉ DORMIR.</p>
<p>Ésta es la lista de imágenes. Pues bien, la que me llamó la atención fue la tercera. <strong>AMPLIADLA</strong>. <a title="Pulsar aquí" href="http://images.google.es/images?hl=es&#38;q=chota&#38;um=1&#38;ie=UTF-8&#38;sa=N&#38;tab=wi">Pulsar aquí.</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Antonio Salas um ano no tráfico de mulheres]]></title>
<link>http://dicionariododiabo.wordpress.com/2008/04/03/antonio-salas-um-ano-no-trafico-de-mulheres/</link>
<pubDate>Thu, 03 Apr 2008 17:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Filipe Duarte</dc:creator>
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<description><![CDATA[Antonio Salas, pseudónimo, é um caso sério de jornalismo de investigação, uma modalidade morta em Po]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img width="225" src="http://dicionariododiabo.wordpress.com/files/2008/04/trafico1.jpg" alt="trafico1.jpg" height="324" style="width:217px;height:321px;" /></p>
<p align="justify">Antonio Salas, pseudónimo, é um caso sério de jornalismo de investigação, uma modalidade morta em Portugal. <em>Um ano no tráfico de mulheres</em> é o trabalho resultante da sua infiltração no meio da prostituição e das suas máfias em Espanha. Tal como na sua primeira infiltração, em <em>Diário de um skin</em>, onde esteve no meio da extrema-direita espanhola, salas volta a fazer uma profunda investigação. Num caso e noutro, arriscou a sua saúde mental e a própria vida, disso não há dúvida. E quanto a isto, mais uma vez, Antonio Salas relata as suas dificuldades pessoais e psicológicas que um trabalho destes acarreta para o presente e futuro do jornalista e do indivíduo.</p>
<p align="justify">O tema dava pano para mangas, pensava eu. Mas, na verdade deu para muito mais que isso. Facto e aspectos para mim desconhecidos foram abordados por Salas. As ligações da extrema-direita espanhola na prostituição, o papel das crenças e do <em>vudu</em> nas prostitutas africanas, a origem e proveniência das prostitutas e dos seus clientes, a alta prostituição, a prostituição de luxo e de famosas&#8230;</p>
<p align="justify">Perfeitamente aterrorizadoras as caracterizações e os relatos feitos sobre as máfias de tráfico de seres humanos, de pedofilia e de sexo que se cruzam em Espanha, bem como a total destituição de escrúpulos dos seus generais e operacionais, gente integrante de redes mafiosas normalmente ligadas a outras redes e tráficos como de armas ou de droga. Máfia russa, romena, mexicana, colombiana, nigeriana, enfim, é só pensar quais são os países em dificuldades sociais e económicas&#8230;</p>
<p align="justify">Numa perspectiva mais literária, gostei mais do livro anterior. Provavelmente até por culpa da carga psicológica que é lidar com este meio, Salas resvalou  para um excesso de opinião pessoal, perdendo por vezes o norte. Por momentos perdeu a sua anterior objectividade, há mesmo períodos do livro onde o jornalismo praticado se assemelha ao de um tablóide, algum sensacionalismo e um excesso de juízo de valor quanto a factos, ideias e pessoas.  Achei também um retrocesso, as inúmeras apreciações insultuosas que Salas faz aos homens, mesmo aos que nunca foram clientes de prostituição. Ok, que Salas se distancie daquilo com que teve de conviver, mas não é preciso insultar todos os homens. Primeiro porque ele também é homem, segundo porque nem todos somos como os putanheiros&#8230;</p>
<p align="justify">Resumindo e indo ao que importa, vale a pena ler <em>Um ano no tráfico de mulheres</em>, e vale a pena continuar a seguir o trabalho de Antonio Salas. É bom jornalismo de investigação, apesar da crítica que se possa fazer aqui e ali.</p>
<p align="justify"> Esperam-se novidades de salas para brevemente. </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Diário de um repórter clandestino]]></title>
<link>http://blogdanielaalves.wordpress.com/2008/03/31/diario-de-um-reporter-clandestino/</link>
<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 13:18:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniela Alves</dc:creator>
<guid>http://blogdanielaalves.wordpress.com/2008/03/31/diario-de-um-reporter-clandestino/</guid>
<description><![CDATA[Recentemente foi publicado em Portugal o livro Um Ano no Tráfico de Mulheres  de Antonio Salas, jorn]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Recentemente foi publicado em Portugal o livro Um Ano no Tráfico de Mulheres  de Antonio Salas, jorn]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Falar sobre crenças e sobre a fé (5)]]></title>
<link>http://amanteprofissional.wordpress.com/2008/03/29/falar-sobre-crencas-e-sobre-fe-5/</link>
<pubDate>Sat, 29 Mar 2008 13:34:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>paulalee</dc:creator>
<guid>http://amanteprofissional.wordpress.com/2008/03/29/falar-sobre-crencas-e-sobre-fe-5/</guid>
<description><![CDATA[Isso, creio eu, é uma grande dificuldade para qualquer pessoa: compreender a fé ou a crença alheia o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Isso, creio eu, é uma grande dificuldade para qualquer pessoa: compreender a fé ou a crença alheia ou de um outro povo.</p>
<p>No caso do livro do Salas, para mim, por uma questão cultural, era fácil compreender a situação das nigerianas, sua fé e sua crença, e entender o quanto para elas era grave saberem-se enfeitiçadas. É claro que sou muito levada pela lógica, mas isso não me impede de compreender essa crença, justamente pelo que disse, pela tal questão cultural, por não ser algo tão distante de mim e de saber do que significa, pelo menos psicologicamente, para uma pessoa com essa cultura saber-se enfeitiçada.</p>
<p>Mas obviamente, porque não tenho esta outra cultura, para mim é muito mais difícil compreender uma pessoa que, movida pela fé no seu Deus &#8211; um Deus que sendo um só possivelmente é também o meu Deus &#8211; envolve o corpo em bombas e se explode no meio de uma multidão.</p>
</div>]]></content:encoded>
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