<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>antropologia-visual &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/antropologia-visual/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "antropologia-visual"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 06:08:47 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Invitación: Exposiciones de caricaturas]]></title>
<link>http://etnicografica.wordpress.com/2009/11/26/invitacion-exposiciones-de-caricaturas/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 00:26:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>etnicografica</dc:creator>
<guid>http://etnicografica.wordpress.com/2009/11/26/invitacion-exposiciones-de-caricaturas/</guid>
<description><![CDATA[Jarape de Jairo Peláez Rincón - Tinta y acuarela sobre papel - 24.5 x 35 cm La caricatura en Colombi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 341px"><img src="http://www.lablaa.org/images_blaa_info/exposiciones/caricatura/historia_caricatura.jpg" alt="" width="331" height="233" /><p class="wp-caption-text">Jarape de Jairo Peláez Rincón -  Tinta y acuarela sobre papel - 24.5 x 35 cm</p></div>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>La caricatura en Colombia a partir de la independencia. </strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><strong>Diciembre 2 de 2009 – junio 15 de 2010 en la Biblioteca Luis Ángel Arango</strong></span></p>
<p style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['A casa dos mortos' vence Arouca Film Festival]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/26/a-casa-dos-mortos-vence-arouca-film-festival/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 11:37:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/26/a-casa-dos-mortos-vence-arouca-film-festival/</guid>
<description><![CDATA[O documentário “A casa dos mortos”, da antropóloga e realizadora brasileira Débora Diniz, venceu o p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O documentário “A casa dos mortos”, da antropóloga e realizadora brasileira Débora Diniz, venceu o prémio Lousa d’Ouro, que distingue o melhor filme em competição no Arouca Film Festival.</p>
<div class="text">
<p>Em 24 minutos, a obra retrata a vida dos reclusos de uma prisão de Salvador, tendo merecido também o Prémio para o Melhor Documentário, numa escolha que o director do festival, João Rita, diz reflectir “o aumento de qualidade que a edição deste ano registou ao nível dos filmes brasileiros”.</p>
<p>Outra película que se destacou entre as 44 de oito países que esta semana estiveram em competição no Arouca Film Festival foi “A escolha”, do realizador português Tito Fernandes, que ganhou três prémios: o de Melhor Filme Nacional, o de Melhor Realização e o Prémio do Público.</p>
<p>A curta-metragem “Jesús, mi Jesús”, dos espanhóis Olatz Arroyo e Charly Planell, foi considerado o Melhor Filme Internacional, numa escolha que João Rita diz que “não entra necessariamente em choque com a escolha do filme &#8216;A casa dos mortos&#8217;, que é do Brasil, para grande vencedor do festival”.</p>
<p>Costa Valente, presidente do júri, explica que o facto resulta da “liberdade permitida pelo regulamento” do festival. “Como &#8216;A casa dos mortos&#8217; já ganhou a Lousa d’Ouro”, declara, “o júri decidiu que deveria atribuir o prémio de melhor filme estrangeiro a outra obra”.</p>
<p>“Melancholic Balad”, do português João Costa Menezes, ganhou o Prémio de Melhor Videoclip; “E.L.A. in love with a byte”, do argentino Fernando Sarmiento, o de Melhor Animação; e “Justifiy my love”, do arouquense Avelino Vieira, o de Melhor Experimental.</p>
<p>O Prémio de Melhor Argumento foi atribuído à curta-metragem “A audição”, realizada por Francisco Campos e Henrique Bagulho, e a Melhor Ficção foi para “Com dos años de garantia”, do espanhol Juan Parra Costa.</p>
<p>Na Fotografia, destacou-se “Recusa”, do português Carlos Bartilotti; na Montagem, “Territorio enemigo”, do espanhol Rodrigo Plaza; e no Som, “Lemuria”, do português José Ratinho.</p>
<p>O júri do festival atribuiu ainda o Prémio de Melhor Interpretação à actriz espanhola Xana Sousa, protagonista da curta-metragem “La chica del Km 142&#8243;, e distinguiu com uma Menção Especial a animação “Os transformadores”, de Carlos Silva e João Paulo Dias.</p>
<p>A sétima edição do Arouca Film Festival teve em competição 44 curtas e médias-metragens seleccionadas entre cerca de 150 inscrições e provenientes de Portugal, Espanha, Brasil, Alemanha, Bélgica, Estados Unidos, Argentina e Inglaterra.</p>
<p>A organização do evento cabe ao Cineclube de Arouca, constituído para o efeito em Fevereiro deste ano.</p>
<p><strong>FONTE:</strong> <a href="http://www.destak.pt/artigo/46456" target="_blank">Destak</a></p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[14.ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico do Rio de Janeiro]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/25/14-%c2%aa-mostra-internacional-do-filme-etnografico-do-rio-de-janeiro/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 14:14:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/25/14-%c2%aa-mostra-internacional-do-filme-etnografico-do-rio-de-janeiro/</guid>
<description><![CDATA[Chega ao Rio de Janeiro a 14.ª Mostra Internacional do Filme Etnográfico, um dos mais importantes fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/files/2009/11/14c2aa-mostra-internacional-do.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-166" src="http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/files/2009/11/14c2aa-mostra-internacional-do.jpg" alt="" width="202" height="135" /></a>Chega ao Rio de Janeiro a 14.ª Mostra Internacional do Filme  Etnográfico, um dos mais importantes focos de formação e informação do público e também de difusão e produção do género de cinema que privilegia a valorização do conceito de identidade e diversidade cultural. Idealizado e produzido pela Interior Produções, o evento acontece de 26 de Novembro a 4 de Dezembro com exibições gratuitas no Espaço Museu da República, Caixa Cultural e Arte Sesc Flamengo.</p>
<p>A abertura será dia 26 de novembro, às 18h30, no Arte SESC, com  a exibição de <em>Mosso Mosso &#8211; Jean Rouch Comme Si&#8230;</em>, filme francês de 1998 dirigido por Jean-Andre Fieschi. É uma maneira de associar a mostra às homenagens ao mestre do filme etnográfico, que estão sendo feitas este ano em vários países. Na ocasião também haverá o lançamento do 2º Etnodoc, edital que contemplará com financiamento projetos de documentários de até 26 minutos, pela Associação de Amigos do Museu de Folclore.</p>
<p>MAIS INFORMAÇÕES: <a href="http://umanoiteamericanapef.blogspot.com/2009/11/comeca-na-quinta-14-mostra-internac-do.html" target="_blank">A Sétima Arte</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/20/festival-do-filme-documentario-e-etnografico-de-belo-horizonte/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:57:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/20/festival-do-filme-documentario-e-etnografico-de-belo-horizonte/</guid>
<description><![CDATA[Decorre até o próximo dia 29, em Belo Horizonte, Brasil, a 13ª edição do Forumdoc.bh – Festival do F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Decorre até o próximo dia 29, em Belo Horizonte, Brasil, a 13ª edição do Forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico. A programação deste ano está distribuída por três mostras: Cineastas Africanos – África Subsaariana; Mostra Ozualdo Candeias &#8211; homenagem ao realizador paulista, um dos nomes do cinema marginal, movimento da década de 70 &#8211; e Mostra Subterrâneos, com produções de realizadores de nacionalidades diferentes, mas que têm um ponto em comum: o papel do cinema no resgate da memória e da história.</p>
<p>Todas as sessões ocorrem no Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes, e são gratuitas.</p>
<p>Programação completa <a href="http://www.forumdoc.org.br/2009/?page_id=576" target="_blank">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Posta em causa autoria da foto do revolucionário mexicano Emiliano Zapata]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/20/posta-em-causa-autoria-da-foto-do-revolucionario-mexicano-emiliano-zapata/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 09:50:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/20/posta-em-causa-autoria-da-foto-do-revolucionario-mexicano-emiliano-zapata/</guid>
<description><![CDATA[A análise minuciosa de um negativo permitiu determinar que uma imagem icónica da Revolução Mexicana ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/files/2009/11/zapata.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-84" title="Zapata" src="http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/files/2009/11/zapata.jpg" alt="" width="191" height="204" /></a>A análise minuciosa de um negativo permitiu determinar que uma imagem icónica da Revolução Mexicana em que aparece o revolucionário Emiliano Zapata não foi captada pelo fotógrafo alemão Hugo Brehme (1882-1954).</p>
<p>A revelação foi agora feita em comunicado pelo Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH), segundo o qual Mayra Mendoza, especialista na obra de Brehme, descobriu que no negativo se vê uma legenda que não tem qualquer relação com o estúdio fotográfico do alemão.</p>
<p>No retrato, um dos mais famosos que dele se fizeram, Emiliano Zapata, herói da Revolução (1910-1917), aparece de corpo inteiro, com a espingarda na mão direita, o braço esquerdo apoiado no sabre e uma faixa a cobrir-lhe o peito, abaixo das cartucheiras.</p>
<p>A fotografia foi tirada no Hotel Moctezuma da cidade de Cuernavaca em 1911 e apareceu pela primeira vez impressa no diário El Imparcial, a 16 de Abril de 1913.</p>
<p>Mendoza, subdirectora da Fototeca Nacional do INAH, descobriu que no negativo de impressão da imagem &#8220;é possível notar, sob a ponta do sabre [de Zapata], que a impressão esteve assinada em inglês com caligrafia manuscrita: Zapata, Photo and Copyright by F.M.&#8221;. Por outro lado, segundo a perita, Brehme não costumava escrever anotações nas imagens, e todas as legendas nas margens foram por ele feitas com letra maiúscula de molde. Acresce que não há indicações de que o fotógrafo alemão usasse a língua inglesa nas suas impressões fotográficas. Privilegiou sempre o castelhano e, quando empregou outra língua, foi a alemã. &#8220;O quarto argumento &#8211; assinala a perita &#8211; é que em nenhuma das colecções de Brehme no exterior é possível localizar o retrato de Zapata, muito menos assinado e selado por ele, como sucede invariavelmente com outras das suas peças&#8221;.</p>
<p>Segundo a investigadora o conhecido retrato foi atribuído a Hugo Brehme a partir de 1995 &#8220;&#8221;em qualquer referência histórica ou documental, por motivo da exposição &#8220;México: uma nação persistente&#8221;. Nenhum testemunho fidedigno &#8211; vinca &#8211; indicava que assim fosse. &#8220;Apesar disso, nasceu um mito sem fundamento que chegou até aos nossos dias&#8221;.</p>
<p>A famosa foto de Zapata, reproduzida, tal como a de Che Guevara, de Alberto Korda, em inúmeros livros, revistas, camisolas, etc., poderá &#8211; admite Mendoza &#8211; &#8220;ser obra de um fotógrafo norte-americano pouco conhecido, chamado F. Moray ou F. McKay&#8221;.</p>
<p>Na opinião da especialista o erro deveu-se talvez ao facto de Brehme ter estado no quartel do chamado Caudilho do Sul e tirado várias fotografias célebres, como a dos irmãos Emiliano e Eufemio Zapata, com as suas respectivas mulheres.</p>
<p>FONTE: <a href="http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=C6CC87EF-1E48-40D6-8071-F1142A80F929&#38;contentid=0919D128-8241-4282-94C1-EE60103BF49A" target="_blank">OJE</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jovem realizador André Miranda acaba de filmar Deus]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/19/jovem-realizador-andre-miranda-acaba-de-filmar-deus/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:16:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/19/jovem-realizador-andre-miranda-acaba-de-filmar-deus/</guid>
<description><![CDATA[Por: Lúcio Flávio (Correio Braziliense) No clássico O sétimo selo, de Ingmar Bergman, um cavaleiro m]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por: Lúcio Flávio (<a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/11/18/diversaoearte,i=155369/JOVEM+DIRETOR+ANDRE+MIRANDA+ACABA+DE+FILMAR+DEUS.shtml" target="_blank">Correio Braziliense</a>)</p>
<p>No clássico <em>O sétimo selo</em>, de Ingmar Bergman, um cavaleiro medieval vaga, errante, em busca de soluções para suas crises existenciais. A angústia, de carácter quase bíblico, é potencializada pela presença mítica da morte e sua foice. Mesmo que num tom cómico, o jovem realizador André Miranda recorreu ao eterno embate entre o mundo real e a força superior para ilustrar a trama do seu segundo curta-metragem <em>Deus</em>, que acaba de ser filmado. Na história, o protagonista, vivido por Edu Moraes, simplesmente questiona a existência divina. &#8220;É aquele tipo de ideia que temos quando nos damos conta de que a vida passou e não fizemos nada&#8221;, destaca Miranda. &#8220;Esse é o drama do personagem, que duvida que Deus existe&#8221;, continua.</p>
<p>O mote para o enredo surgiu num período barra pesada na vida do realizador, quando este sofria de depressão profunda por conta de um coração partido. &#8220;Desabafando numa mesa de bar, um amigo tentava levantar minha bola, mas de um jeito bem debochado. Então fiquei pensando, e se Deus fosse desse jeito, meio cínico?&#8221;, lembra André, que desenhou a figura do Todo-Poderoso tendo em mente Lauro Montana, seu confidente naquele bate-papo dor de cotovelo. Vencedor do prémio de melhor actor no Festival de Gramado de 2005, pela actuação marcante do sequestrador Marcão, Montana caiu como uma luva na pele do gozador ser supremo. &#8220;Foi perfeito&#8221;, resume o realizador.</p>
<p>O toque surrealista na narrativa foi dado com a utilização de quatro grandes painéis grafitados em pontos diferentes da cidade. Um deles, com 22m de comprimento e 3m de altura. Espalhados pela Asa Sul (506 Sul e 515 Sul) e por uma fábrica desactivada de leite no Sector de Indústria e Abastecimento (SIA), tais interferências visuais compõem a trama de<em> Deus</em>. A reprodução em forma de grafite da famosa tela <em>Guernica</em>, do pintor espanhol Pablo Picasso, localizada ao lado do Espaço Cultural Renato Russo, da 508 Sul, também entrou como personagem da história. &#8220;Eu queria que as passagens em que Deus aparecesse fossem algo bastante colorido, me veio à cabeça, na hora, os trabalhos com grafite&#8221;, revela o director, que contou com o talento colectivo dos grafiteiros Rodrigo Level, Juliana Borges e Daniel Banda, também responsável pela direcção de arte do curta. &#8220;Os desenhos estão ligados directamente com a história, quase que sublinhando os diálogos&#8221;, detalha Banda, que foi buscar inspiração conceptual para os desenhos do colectivo nos trabalhos do gravurista e desenhista holandês M.C. Escher. &#8220;A obra dele passa a impressão de ser uma coisa e é outra completamente diferente. Tem duplo sentido visual e a gente quis captar essa ideia&#8221;, explica o grafiteiro.</p>
<p>Com mestrado da Escola Superior de Cinema e Audiovisual da Catalunha (Barcelona), André, realizador também do curta <em>Ódio puro concentrado</em>, não se limitou a recorrer somente às técnicas de grafite para construir a narrativa de seu segundo projecto. A partir de exaustivas conversas com o director de fotografia Krishna Schmidt, vislumbrou a possibilidade de explorar outros caminhos tendo como suporte criativo tripé importante no cinema: o trabalho de direcção de arte (assinado por Daniel Banda), fotografia e direcção. Daí a presença também no curta de stop motion e marionetas confeccionadas especialmente para o filme. &#8220;A ideia era experimentar mesmo linguagens distintas&#8221;, destaca.</p>
<p>O experimentalismo narrativo despertou a atenção do estudante de antropologia Igor Karim, que relaciona a disciplina com alguns elementos da arte visual. &#8220;Em alguns pontos as duas ciências têm a mesma fonte&#8221;, filosofa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[13º Festival do Filme Documentário e Etnográfico]]></title>
<link>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/16/13%c2%ba-festival-do-filme-documentario-e-etnografico/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:12:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaquimribeiro</dc:creator>
<guid>http://noticiasdaantropologia.wordpress.com/2009/11/16/13%c2%ba-festival-do-filme-documentario-e-etnografico/</guid>
<description><![CDATA[Até ao próximo dia 18 de novembro realiza-se o 13.º Festival do Filme Documentário e Etnográfico / F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:left;">Até ao próximo dia 18 de novembro realiza-se o 13.º Festival do Filme Documentário e Etnográfico / Fórum de Antropologia, Cinema e Vídeo, na UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), em Belo Horizonte, Brasil.</p>
<p style="text-align:left;">Mais informações em : <a style="color:#4169e1;text-decoration:underline;" href="http://www.forumdoc.org.br/" target="_blank">www.forumdoc.org.br</a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">Fonte: <a href="http://www.abant.org.br/noticias.php?type=evento#539" target="_blank">Associação Brasileira de Antropologia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tercer Encuentro sobre Memoria Visual]]></title>
<link>http://ciesas.wordpress.com/2009/11/13/tercer-encuentro-sobre-memoria-visual/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 21:06:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>gmaulen</dc:creator>
<guid>http://ciesas.wordpress.com/2009/11/13/tercer-encuentro-sobre-memoria-visual/</guid>
<description><![CDATA[El CIESAS extiende una cordial invitación para participar en el Tercer Encuentro sobre Memoria Visua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>El CIESAS extiende una cordial invitación para participar en el<br />
<strong>Tercer Encuentro sobre Memoria Visual. Para qué hacer videos documentales</strong></p>
<div id="attachment_275" class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><strong><strong><img class="size-full wp-image-275" title="3er encuentro (2) 3" src="http://ciesas.wordpress.com/files/2009/11/3er-encuentro-2-3.jpg" alt="3er encuentro (2) 3" width="450" height="572" /></strong></strong><p class="wp-caption-text">Tercer Encuentro sobre Memoria Visual</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>Organiza la Dra. Victoria Novelo (CIESAS-Peninsular) en colaboración con el Laboratorio Audiovisual del CIESAS-DF.</p>
<p>El encuentro reunirá a cineastas y videoastas de Mérida, Guadalajara, y la ciudad de México para reflexionar sobre la producción audiovisual, su distribución y el cuidado de los acervos documentales.</p>
<p>Miércoles 18 y jueves 19 de noviembre de 2009<br />
A partir de las 10:00 horas<br />
Sede: CIESAS-Peninsular<br />
Calle 61 núm. 443 (entre 50 y 52)<br />
Col. Centro, Mérida Yucatán.<br />
Tel (999) 930 34 40 ext. 7015<br />
noveloppen@hotmail.com</p>
<p>Ubicación del CIESAS-Peninsular</p>
<p><iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;#38;amp;hl=es&amp;#38;amp;msa=0&amp;#38;amp;msid=110194414227057267250.00047679d088ac6889de7&amp;#38;amp;ll=20.966449,-89.617109&amp;#38;amp;spn=0.014026,0.018239&amp;#38;amp;z=15&amp;#38;amp;output=embed&amp;#38;w=425&amp;#38;h=350"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;#38;amp;hl=es&amp;#38;amp;msa=0&amp;#38;amp;msid=110194414227057267250.00047679d088ac6889de7&amp;#38;amp;ll=20.966449,-89.617109&amp;#38;amp;spn=0.014026,0.018239&amp;#38;amp;z=15&amp;#38;amp;source=embed&amp;#38;w=425&amp;#38;h=350" style="color:#0000FF;text-align:left">View Larger Map</a></small></p>
<p>Programa</p>
<p>Miércoles 18</p>
<p>10:00 a 13:00 h<br />
Presentación: Victoria Novelo. (CIESAS-Peninsular)</p>
<p>“Reflexiones sobre tres experiencias de historia audiovisual mexicana”.<br />
Ricardo Pérez Montfort, coordinador del Laboratorio Audiovisual del CIESAS-DF.</p>
<p>“La realización del video y cine documental como herramienta de preservación en nuestra identidad y el compromiso social de su promoción y difusión”.<br />
Mario Helguera Bolio, Universidad Modelo, Universidad del Mayab, Mérida, Yuc.</p>
<p>“Recuperar la historia a través del video”.<br />
Leonarda Mex Peralta, Centro de Video Indígena, Mérida, Yuc.</p>
<p>“Relectura, un diálogo con las imágenes”.<br />
Óscar Urrutia Lazo, Universidad Modelo, Mérida, Yuc.</p>
<p>“Los márgenes del documental etnográfico”.<br />
Guadalupe Ochoa, México,D. F., investigadora de cine documental</p>
<p>17:00 a 19:00 h<br />
Exhibición de documentales:<br />
Las antiguas raíces de mi pueblo, 27’, de Leonarda Mex Peralta</p>
<p>Timing, 10’, y El protector de la luz, 25’, de Óscar Urrutia</p>
<p>El charro misterioso, 15’, de José Manuel Cravioto</p>
<p>Voces de la Guerrero, 52’, de Antonio Zirión, Laboratorio Audiovisual del CIESAS</p>
<p>20:00 h<br />
Programa núm. 8 de la serie Antropo-visiones, Mexicanerías, sobre las investigaciones de Ricardo Pérez Montfort<br />
Dirección: Andrés Villa Aldaco y Victoria Novelo<br />
Presentación a cargo de Francisco Fernández Repetto, coordinador general de Extensión Universitaria de la UADY, y Sergio Novelo Barco, director del Centro de Video Indígena, de la CDI</p>
<p>Brindis</p>
<p>Jueves 19<br />
10:00 a 13:00 h<br />
“A cielo abierto y la pantalla”. Sergio Novelo Barco, director del Centro de Video Indígena, CDI, Mérida, Yuc.</p>
<p>“Desarrollo de proyectos documentales desde las productoras independientes”. Andrés Villa Aldaco, Gorila Audiovisual, Guadalajara, Jal.</p>
<p>“La experiencia de Ojo de Agua: video documental en comunidades indígenas”. Guillermo Monteforte</p>
<p>“Apuntes sobre lo audiovisual para la investigación, la enseñanza y la difusión. Experiencias del Laboratorio Audiovisual del CIESAS”. Isaac García Venegas, Laboratorio Audiovisual del CIESAS</p>
<p>Conclusiones y propuestas: Lorenzo Hagerman, cineasta independiente, y ponentes.</p>
<p>17:00 a 19:00 h<br />
Exhibición de documentales:<br />
Senderos, 52’, Laboratorio Audiovisual del CIESAS</p>
<p>Kichkelem ku jo’ok’o, 28’, de Sergio Novelo Barco</p>
<p>Historias verdaderas, 10.30’</p>
<p>A los dominganos nos gustan las fiestas, 3.45’,</p>
<p>La carretera que no pidió permiso, 12.30’, de Guillermo Monteforte</p>
<p>Iris (2009), 15’, de Andrés Villa</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[How to Teach Online: Teaching Online using WiZiQ]]></title>
<link>http://visualkm.wordpress.com/2009/11/09/how-to-teach-online-teaching-online-using-wiziq/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>visualkm</dc:creator>
<guid>http://visualkm.wordpress.com/2009/11/09/how-to-teach-online-teaching-online-using-wiziq/</guid>
<description><![CDATA[WiZiQ is a web based education platform, powered by teachers. We try hard to make WiZiQ, a teacher f]]></description>
<content:encoded><![CDATA[WiZiQ is a web based education platform, powered by teachers. We try hard to make WiZiQ, a teacher f]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Una tribu indígena 'invade' Guadalix"... Pero ¿¿otra vez???]]></title>
<link>http://eardevol.wordpress.com/2009/11/09/gran_hermano/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:09:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisenda</dc:creator>
<guid>http://eardevol.wordpress.com/2009/11/09/gran_hermano/</guid>
<description><![CDATA[Grupo familiar dani  en Papua Nueva Guinea fotografiado por Rejselyst en el 2008 Los dani entran en ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3222/2910661885_50dcda1691.jpg" alt="" width="377" height="250" /></p>
<p><em>Grupo familiar dani  en Papua Nueva Guinea<br />
fotografiado por Rejselyst en el 2008</em></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www.telecinco.es/content/maincontentnew/888.$plit/C_2_maincontent_75646_largeimage.jpg" alt="" width="378" height="245" /></p>
<p><em>Los dani entran en Gran Hermano en el 2009<br />
</em></p>
<p>Vamos a ver&#8230; después del éxito de la Cuatro con<a href="http://eardevol.wordpress.com/2009/05/13/perdidos-en-la-tribu/"> Perdidos en la Tribu</a>, ahora es <a href="http://www.telecinco.es/granhermano/photogallery/17281/photo1.shtml">tele5 </a>la que se inventa una &#8220;tribu indígena&#8221; para que vaya a convivir con los indígenas de Gran Hermano en Guadalix de la Sierra. La idea no es sensibilizar al público sobre la diversidad cultural o sobre la necesidad de tomar conciencia de que los pocos pueblos de cazadores-recolectores que quedan están siendo barridos de la faz de la tierra, no. La idea de este <em>reality show</em> es introducir en el programa a unos personajes histriónicos, que introduzcan en el programa algo de humor disparatado. Y una vez más se sirven para ello de activar nuestros más ancestrales estereotipos del &#8220;hombre primitivo&#8221; en contacto con la naturaleza y de costumbres bizarras,  sino directamente abyectas, por lo menos,  irrisorias, curiosas y hasta incluso,  secretamente envidiables. Para ello se sirven de una <em>puesta en escena</em> que es todo menos natural, y de un discurso pseudo-antropológico que realce el abismo cultural. Sin perdón, sin piedad, sin impudicia y sin ninguna clase de ética profesional, se trata, simplemente de reírse de los demás, y en el mejor de los casos, de conseguir tiernas imágenes de amistad &#8220;intercultural&#8221; con &#8220;indígenas&#8221; (que suena como decir &#8220;alienígenas&#8221;).</p>
<p><a href="http://www.telecinco.es/granhermano/photogallery/17281/photo1.shtml">Según Tele5, los dani</a>:</p>
<blockquote><p>Residen en <strong>cabañas de madera </strong>rodeadas de montañas, paradisíacas cascadas y abundante vegetación; practican la <strong>poligamia</strong>, aunque curiosamente los matrimonios viven separados, de modo que los hombres custodian a sus hijos adolescentes mientras que las mujeres se hacen cargo de los hijos pequeños y de los animales; <strong>el cerdo es su animal de culto</strong>, y es respetado y venerado hasta el punto de que sólo es cocinado en ocasiones muy especiales. Éstas son algunas de las costumbres características de los Ndani, tribu integrada por cerca de 30 clanes que tendrá una representación durante los próximos quince días en la &#8216;Casa Espía&#8217; de &#8216;Gran Hermano&#8217;.</p></blockquote>
<p>Desde hace tiempo los y las antropólogas estamos denunciando estos usos y abusos del lenguaje antropológico y de la imágen de pueblos y grupos étnicos de cazadores recolectores para exotizar al &#8220;otro&#8221;.</p>
<p><a href="http://www.telecinco.es/granhermano/photogallery/17490/photo1.shtml">También según Tele5</a>:</p>
<blockquote><p>Los Ndani solamente han necesitado una semana dentro de la casa de &#8216;Gran Hermano  para convertirse en los inquilinos más queridos por todos. Los tres invitados del programa han encajado a la perfección con los concursantes, se han integrado en nuestra cultura y hasta se han atrevido con alguna frase en nuestro idioma. Su despedida ha sido la más sentida en lo que llevamos de concurso, y es que todos en la casa se llevaban bien con ellos.</p></blockquote>
<p><img class="alignnone" src="http://www.telecinco.es/content/maincontentnew/601.$plit/C_2_maincontent_75900_largeimage.jpg" alt="" width="377" height="283" /><br />
<em>Los dani abandonan la casa de Gran Hermano una semana después</em></p>
<p>Desde hace tiempo los y las antropólogas estamos <a href="http://www.antropologia.cat/node/7151">denunciando estos montajes televisivos</a> que &#8220;disfrazan&#8221; a los habitantes de aldeas remotas con sus adornos tradicionales y les hacen actuar en el papel de &#8220;primitivos&#8221; para demostrar la gran tolerancia de nuestros congéneres civilizados para aceptar y aculturar a los &#8220;nativos&#8221; o &#8220;indígenas&#8221;, que después de una semana de convivencia han abandonado satisfechos sus taparrabos.</p>
<p>Suerte que ya se acabó la farsa&#8230; pero, cuál será la próxima cadena televisiva que abunde en ella?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotógrafo de cheiros e afetos]]></title>
<link>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/08/fotografo-de-cheiros-e-afetos/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:09:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>tramafotografica</dc:creator>
<guid>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/08/fotografo-de-cheiros-e-afetos/</guid>
<description><![CDATA[Meu texto, sobre o Claude Lévi-Strauss que  saiu hoje no caderno Aliás, do jornal estado de S.Paulo.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Meu texto, sobre o Claude Lévi-Strauss que  saiu hoje no caderno Aliás, do jornal estado de S.Paulo. Leia abaixo</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1614" title="411" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/411.jpg" alt="411" width="476" height="321" /></p>
<p>foto: <strong>Instituto Moreira Salles</strong></p>
<p><strong>Na etnofotografia de Lévi-Strauss, as fotos não ilustram: antes descobrem e narram um país cheio de surpresas</strong> </p>
<p style="text-align:justify;"> Assim como o turista aprendiz de Mário de Andrade &#8211; de quem, aliás, foi amigo -, as fotografias feitas por Claude Lévi-Strauss procuram descobrir um país ainda desconhecido nos anos 30, quando veio ao Brasil com apenas 27 anos, para lecionar na USP. Suas fotografias poucas vezes são lembradas quando se fala de seu trabalho na antropologia, e ele mesmo decide retomá-las e escrever sobre elas, muitos anos depois de seu retorno à França. Mesmo assim publica dois livros, Saudades do Brasil e Saudades de São Paulo (os dois livros foram publicados pela Companhia das Letras). O Brasil que ele descobre é um país feito de cheiros, de surpresas, de um tempo que aos poucos vai mostrando para o antropólogo novas formas de cultura. Nos dois livros, onde ele próprio escreve e revive cada imagem (não é à toa o uso da palavra saudade), relembra sua chegada ao porto de Santos e sua ida até a cidade de São Paulo, suas excursões pelo País, a descoberta dos índios que começa a fotografar. Engana-se, porém, quem imagina encontrar em suas fotografias apenas o registro ou o diário de viagem. Pela narrativa que as acompanha podemos sentir a afetividade que cerca cada uma delas. As cidades, os homens, os personagens de Claude Lévi-Strauss não são as figuras de um viajante e muito menos as de um turista. Não é dessa forma que ele retrata o Brasil e muito menos a cidade de São Paulo, ou as praias de Santos, descritas por ele como praias selvagens. É a busca do antropólogo que por meio da intencionalidade de seu olhar nos apresenta o homem que tanto o fascina dentro de seu contexto sociohistórico. Sabendo que a fotografia e a imagem devem ser lidas como texto, analisadas e decodificadas, ao organizar e editar os dois volumes ele cria um ritmo no qual revive os momentos em que seu olhar encontrou &#8220;o outro&#8221;. Talvez sem saber, ou sabendo, nas suas fotografias também encontramos uma estética que poderia ser definida como o que hoje se conhece por etnofotografia. Não a fotografia que ilustra, mas a fotografia que narra, que descobre. Uma São Paulo onde ainda o gado passeava e o bonde era o meio de transporte. Uma cidade que já apontava o que viria a ser. Não à toa ele escolhe uma imagem do prédio Martinelli para iniciar sua edição: &#8220;Único arranha-céu em toda a cidade, aos olhos dos paulistanos simbolizava a ambição de que esta se tornasse Chicago do Hemisfério Sul. Ambição que se realizou, e foi além&#8230;&#8221; Lévi-Strauss, ao que tudo indica, parou de fotografar quando deixou o Brasil em 1939. Mesmo assim percebe-se nele também o olhar fotográfico, um corte seguro, um enquadramento perfeito. Pena que tenha deixado de lado a fotografia e não a tenha utilizado mais como objeto de suas teorias. Mas pelo pouco que temos nos fica a presença de sua passagem por aqui. Não, como ele mesmo afirma, um olhar nostálgico, mas um &#8220;aperto no coração que sentimos quando, ao relembrar ou rever certos lugares, somos penetrados pela evidência de que não há nada no mundo de permanente, nem de estável em que possamos nos apoiar&#8221;. Ainda bem que o legado fotográfico de Lévi-Strauss ajuda a perpetuar essa memória.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Morre o antropólogo Claude Lévi-Strauss]]></title>
<link>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/03/morre-o-antropologo-claude-levi-strauss/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:21:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>tramafotografica</dc:creator>
<guid>http://tramafotografica.wordpress.com/2009/11/03/morre-o-antropologo-claude-levi-strauss/</guid>
<description><![CDATA[    Às vésperas de comemorar 101 anos (1908-2009), morreu no último final de semana o antropólogo fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1601" title="003LS006" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/003ls006.jpg" alt="003LS006" width="255" height="253" /></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-1598" title="00281" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/002811.jpg" alt="00281" width="120" height="180" />Às vésperas de comemorar 101 anos (1908-2009), morreu no último final de semana o antropólogo francês <a href="http://noticias.uol.com.br/ultnot/internacional/2009/11/03/ult1859u1791.jhtm"><span style="color:#ff0000;">Claude</span> <span style="color:#ff0000;">Lévi-Straus</span></a>. Considerado um dos grandes pensadores do século XX, Lévi-Strauss morou no Brasil de 1935 a 1939. Ele veio para lecionar sociologia na recem fundanda Universidade de São Paulo (USP). E foi aqui durante as várias expedições que fez pelo Brasil e por suas caminhadas na cidadede São Paulo que realizou uma série de fotografias. Estas fotos estão reunidas em dois livros: <img class="alignleft size-full wp-image-1599" title="8571644217" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/8571644217.jpg" alt="8571644217" width="180" height="180" />Saudades do Brasil e <img class="alignleft size-full wp-image-1600" title="foto06grande" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/foto06grande.jpg" alt="foto06grande" width="163" height="200" />Saudades de São Paulo, ambos publicados pela editora <a href="http://www.companhiadasletras.com.br/"><span style="color:#ff0000;">Companhia das Letras</span></a>.  Quarenta e quatro imagens originais que fazem parte do material sobre a urbanização de São Paulo,pertencem ao <span style="color:#ff0000;"><a href="http://acervos.ims.uol.com.br/php/level.php?lang=pt&#38;component=39&#38;item=9"><span style="color:#ff0000;">Instituto Moreira Salles</span></a> <span style="color:#000000;">.  Tanto as imagens de suas expedições pelo Brasil estudando os índios como as que acompanham o desenvolvimento da cidade de São Paulo são belos documentos de um olhar que procura entender por meio da fotografia o contexto que o cerca. </span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#ff0000;"><span style="color:#000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1602" title="20081128182345_1919_large" src="http://tramafotografica.wordpress.com/files/2009/11/20081128182345_1919_large.jpg" alt="20081128182345_1919_large" width="500" height="332" /></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Doc Buenos Aires 2009]]></title>
<link>http://carmenguarini.wordpress.com/2009/09/24/doc-buenos-aires-2009/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 03:46:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Programa de Antropologia Audiovisual</dc:creator>
<guid>http://carmenguarini.wordpress.com/2009/09/24/doc-buenos-aires-2009/</guid>
<description><![CDATA[Del 15 al 25 de octubre de 2009 la Ciudad de Buenos Aires será el escenario de la novena edición de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Del 15 al 25 de octubre de 2009 la Ciudad de Buenos Aires será el escenario de la novena edición de ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mafalda]]></title>
<link>http://etnicografica.wordpress.com/2009/09/24/mafalda/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 00:40:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>etnicografica</dc:creator>
<guid>http://etnicografica.wordpress.com/2009/09/24/mafalda/</guid>
<description><![CDATA[Caricatura de Quino]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 298px"><img class="  " src="http://4.bp.blogspot.com/_YjP-kZG9jS0/RrNe2Nb6ZxI/AAAAAAAAAAs/-WFVQyE-ntM/s1600/Mafalda-066.jpg" alt="Caricatura de Quino" width="288" height="254" /><p class="wp-caption-text">Caricatura de Quino</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclo dos Caixotes, quando virei cineasta]]></title>
<link>http://parafusar.wordpress.com/2009/09/06/ciclo-dos-caixotes-quando-virei-cineasta/</link>
<pubDate>Sun, 06 Sep 2009 03:59:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Diana D.</dc:creator>
<guid>http://parafusar.wordpress.com/2009/09/06/ciclo-dos-caixotes-quando-virei-cineasta/</guid>
<description><![CDATA[Sempre fui a maior analfabeta visual. Não via nenhum filme, nada. A ignorância diminuiu graças ao Pa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sempre fui a maior analfabeta visual. Não via nenhum filme, nada. A ignorância diminuiu graças ao Paulo que tomou para si a tarefa de me educar. Injustiças das injustiças: eu fiz uma matéria na pós que me possibilitou gravar um quase-filme e ele ficou em casa com invejinha.</p>
<p><span>O desafio da aula de Antropologia e Imagem era mostrar algo que se passasse dentro de um ambiente limitado e fosse filmado em um curto espaço de tempo. Assim surgiu <em>Ciclo dos Caixotes</em>, um </span><span>pequeno documentário etnográfico produzido em uma manhã de sábado no Centro de Abastecimento do Estado da Guanabara (CADEG) no Rio de Janeiro. </span></p>
<p><strong>Sinopse: </strong>Da roça para o mercado público. Do mercado público para feiras e restaurantes. De volta para o mercado público e então para a roça, onde tudo recomeça. As desprezadas caixas, que movimentam o comércio de legumes e hortaliças no estado do Rio de Janeiro, entram em cena para revelar dinâmicas sociais.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/OP6oGho14yc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/OP6oGho14yc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Todo mundo que viu o filme ficou meio sem entender direito como é o tal comércio das caixas e assim fracassamos. Mas, dane-se, fiquei com orgulhinho.</p>
<p style="text-align:center;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cairn.info - Presentación]]></title>
<link>http://visualkm.wordpress.com/2009/08/25/cairn-info-presentacion/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 21:14:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>visualkm</dc:creator>
<guid>http://visualkm.wordpress.com/2009/08/25/cairn-info-presentacion/</guid>
<description><![CDATA[Revista francesa sobre Antropología de conocimiento. Editada por DOMINIQUE VINCK. Este oscuro objeto]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Revista francesa sobre Antropología de conocimiento. Editada por DOMINIQUE VINCK. Este oscuro objeto]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pierre Bourdieu: sobre la televisión]]></title>
<link>http://etnicografica.wordpress.com/2009/07/15/pierre-bourdieu-sobre-la-television/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 15:10:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>etnicografica</dc:creator>
<guid>http://etnicografica.wordpress.com/2009/07/15/pierre-bourdieu-sobre-la-television/</guid>
<description><![CDATA[Documental de Pierre Bourdieu: Sur la télévision, Le Collège de France. La tesis principal del libro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-5238133730429562519'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=-5238133730429562519'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="alignleft" src="http://www.fundacioncoso.org/6/notas/img/sobrelatelevision.jpg" alt="" width="79" height="119" /><span style="color:#008080;"><strong>Documental de Pierre Bourdieu: <em>Sur la télévision, Le Collège de France</em>.</strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><em>La tesis principal del libro es la siguiente: la televisión, en su afán por llegar a un mayor número de audiencia, simplifica enormemente la realidad, convirtiéndola en mera diversión, en entretenimiento banal e incomprensible. Lo que no queda bien en su formato –brevedad, apoyo con imágenes, espectacularidad- queda silenciado o relegado, dejando de tener relevancia pública. Esta banalidad reinante en el medio televisivo es aprovechada para obtener notoriedad por una suerte de “científicos-periodistas” que, incapaces de merecer reconocimiento en el campo de su propia disciplina, se autoproclaman divulgadores de las verdades de su ésta. Con ello, se introduce en el ámbito de la producción cultural (científica, matemática, jurídica, médica) un elemento externo y distorsionador: el ansia de reconocimiento mediático. Este ansia de notoriedad dificulta o imposibilita la verdadera producción cultural, ya que la cultura y la verdadera ciencia muchas veces no son ni fotogénicas ni plebiscitarias. Como señala el propio autor, en el prólogo del libro: &#8220;Pienso, en efecto, que la televisión, a través de los diferentes mecanismos que intento describir de forma sucinta (&#8230;) pone en muy serio peligro las diferentes esferas de la producción cultural: arte, literatura, ciencia, filosofía, derecho&#8221;.</em></p>
<p><em><strong>Algunas citas interesantes:</strong></em></p>
<p><em>&#8220;Pienso, en efecto, que la televisión, a través de los diferentes mecanismos que intento describir de forma sucinta (&#8230;) pone en muy serio peligro las diferentes esferas de la producción cultural: arte, literatura, ciencia, filosofía, derecho; creo incluso, al contrario de lo que piensa y lo que dicen, sin duda con la mayor buena fe, los periodistas más conscientes de sus responsabilidades, que pone en peligro no menor la vida política y la democracia&#8221; (p. 7).</em></p>
<p><em>&#8220;Es verdad que hay intervenciones políticas, y un control político (que se ejerce, en particular, mediante los nombramientos de los cargos dirigentes), pero también lo es que en una época como la actual, de gran precariedad en el empleo y con un ejército de reserva de aspirantes a ingresar en las profesiones relacionadas con la radio y la televisión, la propensión al conformismo político es mayor&#8221; (p. 19).</em></p>
<p><em>&#8220;La televisión es un colosal instrumento de mantenimiento del orden simbólico&#8221; (p. 20).</em></p>
<p><em>&#8220;Como es bien sabido, hay un sector muy importante de la población que no lee ningún periódico, que está atado de pies y manos a la televisión como fuente única de informaciones. La televisión posee una especie de monopolio de hecho sobre la formación de las mentes de esa parte nada desdeñable de la población&#8221; (p. 23).</em></p>
<p><em>&#8220;De este modo, la televisión, que pretende ser un instrumento que refleja la realidad, acaba convirtiéndose en instrumento que crea una realidad. Vamos cada vez más hacia universos en que el mundo social está descrito-prescrito por la televisión. La televisión se convierte en el árbitro del acceso a la existencia social y política&#8221; (p. 28).</em></p>
<p><em>&#8220;La televisión lleva a su extremo esta contradicción en la medida en que está más sometida que cualquier otro universo de producción cultural a la presión comercial, a través de los índices de audiencia&#8221; (p. 51).</em></p>
<p><em>&#8220;La televisión puede hacer que una noche, ante el telediario de las ocho, se reúna más gente que la que copra todos los diarios franceses de la mañana y de la tarde juntos. Si un medio de esas características suministra una información par todos los gustos, sin asperezas, homogeneizada, cabe imaginar los efectos políticos y culturales que de ello pueden resultar. ES una ley que se conoce a la perfección: cuanto más amplio es el público que un medio de comunicación pretende alcanzar, más ha de limar sus asperezas, más ha de evitar todo lo que pueda dividir, excluir, más ha de intentar no escandalizar a nadie, como se suele decir, no plantear jamás problemas o sólo problemas sin trascendencia&#8221; (p. 64).</em></p>
<p><em>&#8220;Los periodistas (&#8230;) deben su importancia en el mundo social a que ostentan el monopolio de hecho de los medios de producción y difusión a gran escala de la información, mediante los cuales regulan el acceso de los ciudadanos de a pie, así como de los demás productores culturales, científicos, artistas, escritores, a lo que a veces se llama el “espacio público”, es decir a la difusión en gran escala&#8221; (p. 67).</em></p>
<p><em>&#8220;Impulsadas por la competencia por las cuotas de mercado, las cadenas de televisión recurren cada vez más a los viejos trucos de los periódicos sensacionalistas y dedican el espacio más importante, incluso todo el espacio disponible a veces, a la crónica de sucesos y a las noticias deportivas&#8221; (p. 74).</em></p>
<p><em>&#8220;Uno tiene la sensación de que la presión de los periodistas, tanto cuando expresan sus visiones o sus valores propios como cuando pretenden, con total buena fe, erigirse en portavoces de la emoción popular o de la opinión pública, orienta a veces poderosamente la labor de los jueces&#8221; (p. 82).</em></p>
<p><em>&#8220;¿Le cabe a alguien en la cabeza que se pueda resolver una polémica entre dos matemáticos, dos biólogos o dos físicos mediante un referéndum, o mediante un debate entre dos interlocutores escogidos por un presentador de televisión?&#8221; (p. 83).</em></p>
<p style="text-align:left;"><strong><a href="http://www.fundacioncoso.org/6/notas/sobrelatelevision.htm" target="_blank">Tomado de la reseña del libro de Boudieu elaborada por <span style="font-family:Verdana;font-size:x-small;">Juan Mª Martínez Otero</span></a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[el viaje y el encuentro]]></title>
<link>http://eardevol.wordpress.com/2009/06/15/viaje-encuento/</link>
<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 22:59:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisenda</dc:creator>
<guid>http://eardevol.wordpress.com/2009/06/15/viaje-encuento/</guid>
<description><![CDATA[El pasado jueves dia 4 de junio me invitaron a dar una charla en la librería Altaïr en ocasión de la]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/06/altair.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-559" title="altair" src="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/06/altair.jpg" alt="altair" width="317" height="205" /></a></p>
<p>El pasado jueves dia 4 de junio me invitaron a dar una charla en la <a href="http://www.altair.es/">librería Altaïr</a> en ocasión de la presentación de la <a href="http://www.museuvalenciaetnologia.es/revista_valenciana_etnologia.html">Revista Valenciana d&#8217;Etnologia</a>.  La libreria me pareció preciosa, acogedora, cálida&#8230; hacía tiempo que no me perdía por ahí y me sorprendió también la cantidad de gente que deambulaba por ella, próximas quizás las vacaciones y a la vista de algún viaje.  Viajar, conocer el mundo y sus gentes. La librería, especializada en viajes, antropología y naturaleza es una propuesta de entender el viaje como instrumento de conocimiento.</p>
<p>La librería es también una propuesta de expandir la sensibilidad etnográfica y una forma de materializar la antropología, en su propuesta moderna, como un viaje al encuentro de lo otro y de uno mismo a través del  distanciamiento geográfico y del enfrentamiento con lo desconocido. Despojarse de uno mismo para ampliar nuestra propia visión en el contacto experiencial y directo con lo diferente. En el retorno, deberíamos ser más sabios y prudentes a la hora de juzgar las semejanzas y las diferencias culturales.</p>
<p>El contexto era pues ideal para hablar del viaje y del encuentro cultural, tema del artículo que presentaba en la revista. Tema recurrente en el cine documental y etnográfico, en el cual el contacto con el otro se nos presenta como una aventura de descubrimiento idealizada, que generalmente oculta las desigualdades sociales en la escenificación amable de las diferencias culturales. El relato suele articularse a partir de la sorpresa y la curiosidad, de un primer momento de temor y desconfianza, seguido por la aceptación y la inmersión en la cultura &#8220;encontrada&#8221;, que nos lleva desde el extrañamiento a la toma de conciencia de los valores universales humanos. Relato de viajes y antropología coinciden en la búsqueda de hacer &#8220;familiar&#8221; lo &#8220;extraño&#8221;.</p>
<p>Este modelo narrativo coincide también, a mi ver, con el imaginario moderno que interpreta las diferencias culturales en función de unas coordenadas de orientación evolucionista que van desde lo primitivo a lo civilizado y desde lo tradicional a lo moderno. En este esquema, la máxima distancia cultural se representa como la máxima distancia geográfica y fenotípica (racial).  Esta visión ha contribuido enormemente a la esencialización de las diferencias culturales y a fijar una imagen atemporal de los pueblos &#8220;exòticos&#8221;, así como el establecimiento de un vocabulario antropológico específico para referirse a ellos y que resulta divertido, grotesco, pasado de moda -o incluso crítico- cuando se aplica a nuestras realidades más próximas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Antropología Visual]]></title>
<link>http://antrovisual.wordpress.com/2009/05/28/antropologia-visual-2/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 00:13:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>jlvm1978</dc:creator>
<guid>http://antrovisual.wordpress.com/2009/05/28/antropologia-visual-2/</guid>
<description><![CDATA[Prueba 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:left;padding:3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/jimhair/3560649217/"></a></div>
<p style="text-align:center;"><img style="border:2px solid #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3215/3560649217_5c68f65ec6.jpg" alt="" /></p>
<p>Prueba 1</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotografia: por uma educação estética do Olhar]]></title>
<link>http://cursinhodonze.wordpress.com/2009/05/26/fotografia-por-uma-educacao-estetica-do-olhar/</link>
<pubDate>Tue, 26 May 2009 16:04:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Curso Popular XI de Agosto</dc:creator>
<guid>http://cursinhodonze.wordpress.com/2009/05/26/fotografia-por-uma-educacao-estetica-do-olhar/</guid>
<description><![CDATA[O Cursinho do XI recebe inscrições para o Curso de Fotografia, a fim de formar turma de férias. O in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">O Cursinho do XI recebe inscrições para o Curso de Fotografia, a fim de formar turma de férias. O incício das atividades está previsto para fins de junho, início de julho de 2009. O foco do curso &#8211; a educação estética do olhar -, estende sua linha de abordagem, antes da técnica, primeiro pela abordagem histórica, passando pela abordagem estética a fim de adentrar à parte técnica; uma vez que, estética e técnica são pares, a abordagem histórica dessa união é importante como chave para compreender a fotografia. O curso preza, acima de tudo, por uma agradável abordagem sobre fotografia e prática fotográfica.</p>
<p style="text-align:justify;">Tempo de curso: 7 encontros com aulas expositivas e práticas, aulas a partir das quais o aluno é estimulado à exercitar o conteúdo teórico na prática, experimentando e aprendendo a técnica fotográfica.</p>
<address>Em <span style="font-style:normal;">breve</span> <strong>galeria de fotos</strong> da turma anterior!</address>
<address></address>
<address></address>
<address><span style="font-style:normal;">O</span>utras notícias sobre o curso acesse: <a title="Fotografia &#38; Estética" href="http://cursinhodonze.wordpress.com/fotografia-educacao-estetica-do-olhar/" target="_blank">http://cursinhodonze.wordpress.com/fotografia-educacao-estetica-do-olhar/</a></address>
<address>telefone: 011 &#8211; 3101-4583/011 &#8211; 3107-6293</address>
<address> Endereço: Av. Brigadeiro Luiz Antonio, 277 &#8211; 5o. andar. Centro/Sé &#8211; São Paulo</address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[perdidos en la tribu: un cuento que se repite...]]></title>
<link>http://eardevol.wordpress.com/2009/05/13/perdidos-en-la-tribu/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 01:21:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisenda</dc:creator>
<guid>http://eardevol.wordpress.com/2009/05/13/perdidos-en-la-tribu/</guid>
<description><![CDATA[&#8230; hasta la saciedad!! No sé si reír o llorar ante el tamaño disparate del nuevo reality show d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/05/tv-perdidos-en-la-tribu-05-09.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-526" title="TV - Perdidos en la Tribu - 05.09" src="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/05/tv-perdidos-en-la-tribu-05-09.jpg?w=206" alt="TV - Perdidos en la Tribu - 05.09" width="342" height="497" /></a></p>
<p>&#8230; hasta la saciedad!! No sé si reír o llorar ante el tamaño disparate del nuevo <em>reality show</em> de la Cuatro, <em>Perdidos en la Tribu</em>. Me perdí el estreno del programa, pero con los <a href="http://www.cuatro.com/perdidos-en-la-tribu/videos/imagenes-ineditas-bushman-impresionados-molina-herrera/20090512ctoultpro_22/">videoclip</a> he tenido más que suficiente para confirmar todos mis temores. Tanto, que no sé por dónde empezar. Quizás reproduciendo una parte del artículo sobre humor y cine etnográfico que acabo de publicar y que justamente hablaba de este programa de factura holandesa (eyeworks) <a href="http://www.eyeworks.tv/en/p460d1e579a1b3">Ticket to the Tribes</a>, y que ya ha pasado, espero que con más pena que gloria, por otras cadenas de televisión europeas como la holandesa  con &#8216;<a href="http://www.sbs6.nl/web/show/id=78073/langid=43/dbid=16/typeofpage=73941">Groeten uit de rimboe</a>&#8216; -saludos desde la selva- , la bélga  con  &#8216;<a href="http://www.vtm.be/toastkannibaal/index_toastkannibaal3_info.htm">Toast Kannibaal</a>&#8216; o la <a href="http://www.eyeworks.tv/en/p48d0c1bd5a7ab">noruega</a> y que se ve que tiene la secuela THE TRIBES ARE COMING! con la visita de vuelta de las &#8220;tribus&#8221; a las familias europeas.</p>
<blockquote><p>El encuentro cultural vende. Una prueba de ello es el turismo de aventura que algunas agencias especializadas ofrecen a sus clientes y que consiste en prometer una verdadera experiencia de encuentro cultural con &#8220;tribus&#8221; ignotas, asunto que explora el documental de la <a href="http://www.youtube.com/watch?v=l7oAuVeX4aw">BBC4 <em>First Contact</em></a> (2006) presentado Mark Anstice, y en el que  pondera el dilema ético que supone este tipo de expediciones, tanto si es cierto que realmente contactan con personas que no han sido todavía “contactadas” o con pueblos que evitan voluntariamente el contacto,como si se trata de un montaje. Otro ejemplo reciente lo encontramos en nuevos formatos de reality-show como el que estrena en 2009 el canal de televisión Cuatro, <em>Perdidos en la Tribu</em> (&#8230;) . El experimento cultural se propone en la página web de <a href="http://www.eyeworks.tv/en/p460d1e579a1b3">eyeworks</a> como una manera de conocer de primera mano la experiencia de vivir en otra cultura y así poder contrastar los estereotipos en torno al “primitivo”. Sin embargo, la propaganda de la nueva serie lo que hace es precisamente reafirmar el estereotipo al presentar el programa como un reto para las familias europeas, que van a dejar “las comodidades de la civilización” para adentrarse en un modo de vida “primitivo” para “comprobar cómo se desenvuelven en un entorno salvaje, a miles de kilómetros de sus casas, dentro de una comunidad muy alejada de la civilización occidental” (y cito literalmente la propaganda de Cuatro). Además, el grado de adaptación será juzgado por sus anfitriones y el premio en metálico dependerá de la nota que obtenga toda la familia. “¿Qué? ¿Tiene o no tiene su miga? Más vale que le den un tono humorístico.” –Dice sobre el inminente estreno un comentarista en el blog <a href="http://www.vayatele.com/otros/perdidos-en-la-tribu-a-cuatro-le-ha-dado-por-los-viajes"><em>vayatele.</em></a></p></blockquote>
<p>Por qué seguimos insistiendo en el tópico del  &#8220;civilizado que va al encuentro de primitivo&#8221;? Qué ganamos con reproducir este estereotipo propio de un modelo cultural decimonónico y perverso? Diversión? Parece que es eso.</p>
<blockquote><p>Adam Kuper (1988) data entre 1860 y 1870 la aparición de “la sociedad primitiva” como objeto de estudio antropológico y se muestra sorprendido no sólo por su rápida implantación, sino por su persistencia dentro y fuera de la disciplina. Kuper habla de “la sociedad primitiva” como un “prototipo”, en el que se condensa un conjunto de estereotipos relacionados con la naturaleza y la explicación del origen de las desigualdades humanas en el imaginario de la modernidad.</p></blockquote>
<blockquote><p>El humor que surge a través del encuentro cultural se articula a partir del juego con los propios <ins datetime="2009-03-24T14:16" cite="mailto:%20"></ins><del datetime="2009-03-24T14:16"></del> límites culturales y se establece a partir de distintos mecanismos de yuxtaposición, inversión y exageración. En su base está, la mayor parte de las veces, el contraste humorístico entre el par de opuestos “primitivo”/”moderno” y “salvaje/”civilizado”. Las coordenadas del encuentro cultural se trazan mediante la identificación del pueblo pretendidamente  “encontrado” y lejano geográficamente con el imaginario de la máxima distancia cultural; donde termina el orden social y empieza el orden de la naturaleza, produciendo así una máxima tensión cultural: del lado del sujeto de conocimiento, la civilización y el refinamiento; del lado del sujeto representado, el salvajismo y la barbarie, pero también, el paraíso<del datetime="2009-03-24T14:17"></del><ins datetime="2009-03-24T14:17" cite="mailto:%20"></ins> perdido, el contacto con la naturaleza, la autenticidad. Todo ello se refuerza por la presentación factual de rasgos culturales extremos en la cultura representada, como las alusiones a la práctica del canibalismo o la poligamia.</p></blockquote>
<p>Lo primitivo se construye como el alter ego de la modernidad. De este modo, se agrupa dentro de la categoría de “primitivo” a una gran variedad de culturas contemporáneas a las cuales se les atribuye un conjunto de cualidades comunes –atemporales, cerca de la naturaleza, etc.- frente a otro conjunto de una gran diversidad cultural que se agrupan también bajo un mismo denominador común: la modernidad -civilización, artificio y progreso tecnológico. La diferencia cultural se define como distancia cultural a partir de categorizar a las culturas comparadas en uno y otro polo del estereotipo. La diferencia cultural así construida se mide entonces por el baremo de su proximidad o alejamiento entre estos dos polos antagónicos. Esta asimilación de la diferencia cultural al contraste de estereotipos oculta y dificulta otras propuestas de entender la diferencia y las semejanzas culturales a partir de elementos de comparación concretos e identificables. No ayuda, en definitiva a una comprensión intercultural, sino que abunda en mantener el estereotipo colonial que parecía ya extinto.</p>
<p>La falsa diferencia cultural así escenificada mediante la imagen de la distancia geográfica y la ilusión de la ausencia de un contacto previo permite la aparición de elementos cómicos derivados de la incongruencia, al utilizar por ejemplo, los objetos de una forma inadecuada, sorpresiva y surrealista. El humor está servido a partir de transferir prácticas culturales de la “civilización” a los pueblos “primitivos” o viceversa, para ver como ambos reaccionan.  No voy a citar aquí los numerosos ejemplos de documentales de aventuras exóticas y  &#8220;encuentros culturales&#8221; que se narran en esos términos y las bromas repetidas hasta la saciedad sobre los  &#8220;primitivos&#8221; que quieren casar a sus mujeres con el explorador, que prueban la comestibilidad del hombre blanco o que se escandalizan con los artilugios de la civilización moderna, como en los documentales de los <a href="http://www.youtube.com/watch?v=60004FZ2bes">Johnson</a> en África o de Lewis Cotlow en las selvas amazónicas. Pero sí que hay que señalar es que detrás de todos estos documentales hay un montaje y una ficcionalización que esconde los términos reales del encuentro cultural y que endulza la mirada colonial del hombre blanco moderno con una risa ingenua.  Un ejemplo de ello es la famosa película <a href="http://www.decine21.com/Peliculas/Los-dioses-deben-estar-locos-12988.asp?id=12988"><em>Los dioses deben estar locos</em></a>, realizada en los años 80 y que contrapone unos bosquimanos felices viviendo en una cultura inmemorial frente a la civilización moderna, eludiendo las condiciones de vida reales de los !kung en el mismo momento y lugar del rodaje de la película, hacinados en reservas y trabajando para el gobierno sudafricano del apartheit, un grupo étnico que curiosamente aparece de nuevo disfrazado de &#8220;primitivo&#8221; y acogiendo a las familias españolas, reproduciendo las mismas bromas que en la película, como si no hubiera pasado el tiempo!</p>
<p>Y parece que siguen consiguiendo los efectos perseguidos a la vista de las primeras reacciones como en el <a href="http://blogs.20minutos.es/reality-blog-show/post/2009/05/11/las-tribus-castigan-las-familias-espaaaolas-infiltradas-en">blog de 20 minutos</a>, donde blogero y comentaristas  se parten de risa ante la estupidez de la situación, aunque entre ellos hay la voz de un antropólogo que clama en el desierto y los advierte de su etnocentrismo&#8230; y por suerte también hay <a href="http://latelequemepario.com/2009/05/04/perdidos-en-la-tribu/">espectadores bloggeros </a>que, sencillamente, no pueden dejarse engañar y que no se pueden reir ante tamaño artificio. De todas maneras, y antes de caer en la tentación de engancharse al programa, recomiendo como antídoto o vacuna para la risa tonta el visionado de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cannibal_Tours">Cannibal Tours </a>de Dennis O&#8217;Rourke.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[humor, cine documental y antropología]]></title>
<link>http://eardevol.wordpress.com/2009/05/08/humor-cine-documental-y-antropologia/</link>
<pubDate>Fri, 08 May 2009 17:03:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisenda</dc:creator>
<guid>http://eardevol.wordpress.com/2009/05/08/humor-cine-documental-y-antropologia/</guid>
<description><![CDATA[Felizmente me comunican los editores Elena Oroz y Gonzalo de Pedro que el jueves 7 de mayo a las 18.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/jedd2FiZTqM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/jedd2FiZTqM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Felizmente me comunican los editores Elena Oroz y Gonzalo de Pedro que el jueves 7 de mayo a las 18.15 en la Sala 8 de los cines Princesa de Madrid se presenta nuestro libro <a href="http://www.ochoymedio.com/menu.php"><em>La risa oblicua. Tangentes, paralelismos e intersecciones entre el documental y el humor</em></a>. dentro de <a href="http://www.documentamadrid.com/noticia_detalle.php?id=23">Documenta, VI festival internacional de documentales de Madrid</a>. Mi  contribución es un capitulito sobre el cine etnográfico y el humor. En concreto, me pregunto dónde está y cuál es el papel del humor en  las representaciones audiovisuales de encuentro con el otro culturalmente distinto.</p>
<p>El humor en el cine documental de viajes y exploraciones suele aparecer en la yuxtaposición de elementos de contraste entre dos culturas, la del viajero y la del nativo,  creando situaciones cómicas, generalmente, a costa del sujeto representado. Sin embargo, la cuestión es mucho más compleja, ya que el humor puede utilizarse para reforzar los estereotipos y clichés hacia la cultura representada o como mirada crítica hacia el propio marco cultural, y a veces, cumple ambas funciones. La risa es un universal humano, pero de que se ríe la gente, no lo es. Las inversiones, contradicciones y transgresiones, el romper las reglas establecidas mostrando sus arbitrariedades, el cruzar las líneas invisibles de la normalidad que caracterizan el fenómeno humorístico puede tener algunos giros y fórmulas universales, pero a la vez el humor es un fenómeno local que permanece íntimamente vinculado al contexto en su matiz y contenido. La risa y el sentido del humor (un sentido tan social como el sentido común) genera dinámicas de inclusión y exclusión, de identificación y ruptura social que  hace que la risa y el humor sean fenómenos muy significativos para su estudio antropológico. Para el propósito de examinar el humor en el documental etnográfico y de viajes me he centrado, por una parte, en el análisis de los elementos de comicidad inscritos en el documental, y por otra, en cómo estos elementos son recibidos por el público para discernir qué nos hace gracia del encuentro cultural, cuáles son los elementos que destacamos como divertidos o graciosos y por qué.</p>
<p>La verdad es que no es un artículo gracioso, pero me lo he pasado muy bien escribiéndolo y pienso que el cruce entre el humor y la antropología es otra de esas intersecciones fructíferas en las cuales es apasionante perderse. Ciencia y humor, representación y risa, tecnología y risa&#8230;. Como dice  <a href="http://www.zemos98.org/mediateca/index.php?title=Conferencia_Alafuente_11">Antonio Lafuente</a> &#8220;Lo más obvio es que la risa revela la existencia de un mundo común, con ciertos códigos para interpretar las normas y las transgresiones de esas normas. Siempre que hay risa, se están explicitando esos códigos que se comparten.&#8221;</p>
<p>Si la risa no es sólo una respuesta biológica y el humor no es solo un recurso retórico para divertir al público, ambos  son una manera de señalar los límites sociales y culturales, reafirmar o  redefinir los marcos de inclusión y exclusión social.  Y si la risa es contagiosa y nos hace cómplices, el humor permite meta-operar sobre las propias reglas o patrones y elaborar una crítica cultural que pueda ser también compartida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Top 100 Anthropology Blogs | Online Universities.com]]></title>
<link>http://visualkm.wordpress.com/2009/04/28/top-100-anthropology-blogs-online-universitiescom/</link>
<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 16:09:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>visualkm</dc:creator>
<guid>http://visualkm.wordpress.com/2009/04/28/top-100-anthropology-blogs-online-universitiescom/</guid>
<description><![CDATA[By Holly McCarthy It doesn’t matter if you’re studying capuchins in South America or the social inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[By Holly McCarthy It doesn’t matter if you’re studying capuchins in South America or the social inte]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Retratos incomunes VII]]></title>
<link>http://signusphotosite.com/2009/04/25/retratos-incomunes-vii/</link>
<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 15:41:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>Nelson González Leal</dc:creator>
<guid>http://signusphotosite.com/2009/04/25/retratos-incomunes-vii/</guid>
<description><![CDATA[Este es un retrato estrecho, bien cerrado sobre los detalles que dan caracter al personaje, un miemb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este es un retrato estrecho, bien cerrado sobre los detalles que dan caracter al personaje, un miemb]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Métodos visuales: conocimiento y representación]]></title>
<link>http://eardevol.wordpress.com/2009/04/25/metodos-visuales-conocimiento-y-representacion/</link>
<pubDate>Sat, 25 Apr 2009 00:01:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Elisenda</dc:creator>
<guid>http://eardevol.wordpress.com/2009/04/25/metodos-visuales-conocimiento-y-representacion/</guid>
<description><![CDATA[El miércoles, 29 de abril de 17.30 – 19.30. en la Universitat Oberta de Catalunya (Avda. Tibidabo 39]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/04/img_1052.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-492" title="img_1052" src="http://eardevol.wordpress.com/files/2009/04/img_1052.jpg?w=300" alt="img_1052" width="300" height="225" /></a></p>
<p>El miércoles, 29 de abril de 17.30 – 19.30. en la Universitat Oberta de Catalunya (Avda. Tibidabo 39) tendrá lugar la próxima sesión de los Seminarios eResearch que organizamos desde <a href="http://mediacciones.es/">mediacciones</a>. Esta vez dedicado a <strong>Métodos visuales: producción de conocimiento y formas de representación </strong>con la presencia de <strong>Roger Canals </strong>(Universitat de Barcelona) y <strong>Juan Ignacio Robles </strong>(Universidad Autónoma de Madrid) que nos hablarán sobre su experiencia de producción de cine etnográfico.</p>
<p>El estudio de la imagen en la cultura no puede desvincularse de una reflexión sobre el uso de la imagen en la investigación y su papel en la construcción teórica. El ámbito de la llamada antropología visual o antropología de la comunicación audiovisual se centra en el estudio de las formas de comunicación audiovisuales y en la significación de lo visual en la cultura, pero a la vez, también supone trabajar con la imagen e interrogarse sobre el uso de la imagen en la producción de conocimiento antropológico.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
