<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>apego &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/apego/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "apego"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 17:47:28 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Paixões]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 05:02:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2315" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/30/paixoes/paixao/"><img class="alignleft size-full wp-image-2315" title="Paixão" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/paixao.jpg" alt="" width="150" height="110" /></a>&#8220;Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos.&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">Por experiência própria, você já deve ter descoberto que há muitas maneiras de amar. Existem os amores descomprometidos e rápidos, surgidos de olhares que se cruzam ao acaso, provocando uma enorme descarga de energia, uma vontade incontrolável de seguir, de perseguir, de caçar. São encontros não marcados, diante dos quais vibramos numa intensidade anormal porque sabemos que a primeira vez também pode ser a última.</p>
<p style="text-align:justify;">Existem ainda os amores intensos e rápidos, aqueles nos quais se perde a consciência do perigo e a noção de limites. O que se deseja é variedade, excitação, a promessa certeira do prazer. O que se deseja é estar fora do mundo das proibições, experimentando o perigoso jogo do tudo ou nada. Estes encontros poderiam ser chamados de minipaixões. Acontecem com freqüência em viagens, férias e também são facilitados pelo anonimato das grandes cidades. O objetivo é a conquista: um alvo determinado, aquele homem, aquela mulher. Nessas horas, fantasia e realidade se misturam e se confundem.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas as diferentes maneiras de amar não acabam por aí. Como esquecer os amores comprometidos e lentos? Para muitas pessoas, só o primeiro encontro não basta. A busca da felicidade exige um segundo, um terceiro, um qüinquagésimo. Nesses casos, a ligação amorosa nasce da revelação, do desvendamento, da descoberta. Deseja-se encontrar aquele &#8220;algo mais&#8221;, que só parece atingível quando se explora cada milímetro do outro, por meio de uma sucessão de perguntas, de toques, de confidências e provas de dedicação que, aos poucos, vão construindo o vínculo amoroso.</p>
<p style="text-align:justify;">Poderíamos falar também dos amores intensos e lentos, quando se descobre que o prazer é a energia que une e agrega. Nesses amores de combustão vagarosa, a relação se delineia à medida que os parceiros se encaixam e criam laços de apego. São vínculos que dão a sensação de um porto seguro, de morar dentro do outro, e não de estar só de passagem.</p>
<p style="text-align:justify;">Na verdade, as possibilidades de relacionamentos amorosos são infinitas, mas também vale lembrar que, raramente, os encontros acontecem da forma como previmos ou planejamos. O que, de resto, é ótimo, pois quando nos abrimos para essa força vital que chamamos Eros, amor, descobrimos que o impulso erótico profundo, misterioso, não pode ser facilmente compreendido, classificado ou controlado.</p>
<p style="text-align:justify;">Os prazeres e perigos de estar apaixonado</p>
<p style="text-align:justify;">Talvez não exista, no vasto repertório de experiências humanas, nada que se compare a uma paixão. É um sentimento que nos faz viver momentos de expectativa, de excitação, de incerteza; que de uma hora para outra nos tira os pés do chão, deixando-nos &#8220;nas nuvens&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Estou falando daquelas paixões sentidas na pele, na carne, que fazem a temperatura emocional ultrapassar os 100 graus centígrados, que dão ao mundo um colorido que nunca observáramos antes. Paixões que mudam o rumo de nossas vidas, nas quais nos entregamos totalmente, sem defesas e sem receio, nas mãos do ser amado. Paixões que, colocando-nos na fronteira da sanidade e da loucura, nos fazem perder a consciência do perigo e a noção de limites.</p>
<p style="text-align:justify;">Ao nos apaixonarmos, sentimo-nos a dois passos do Paraíso; ora entrando (quando estamos junto da pessoa amada), ora saindo (quando nos afastamos). Uma idéia fixa nos envolve: como representar tudo para o outro e como conseguir que o outro se transforme em tudo para nós. Sob o domínio da paixão, sentimos a compulsão de negar o que somos, ou já fomos, para corresponder às expectativas daquele ou daquela por quem nos apaixonamos. Nessa fase, nada se compara à extasiante experiência de estar a sós, de mergulhar, de se fundir com a pessoa amada.</p>
<p style="text-align:justify;">Invade-nos uma fome insaciável de intimidade, infinita de reciprocidade, que torna apavorante a perda do amor recém-encontrado.</p>
<p style="text-align:justify;">Como algo tão assustador pode ao mesmo tempo ser tão bom?</p>
<p style="text-align:justify;">Você já deve ter percebido por experiência própria que paixão jamais combina com lógica ou rima com racionalidade. Não se trata de uma escolha consciente, de um ato premeditado; simplesmente, acontece. Apesar disso, sempre fica uma pergunta no ar: por que as pessoas se apaixonam perdidamente? É difícil, para não dizer impossível, explicar de forma total uma experiência humana ao mesmo tempo tão universal e tão misteriosa como é a paixão amorosa. No entanto, podemos levantar algumas possibilidades.</p>
<p style="text-align:justify;">Em nosso mundo externo sempre existe falhas, buracos, assim como em nosso mundo interno sempre existem carências e necessidades. Quando nos damos conta de nosso vazio interior, surge a necessidade de preenchê-lo, ou seja, sentimo-nos ávidos de amor. Nessas circunstâncias, em geral, o aparecimento de uma pessoa de carne e osso para suprir a carência se transforma em mera questão de tempo. De uma hora para outra, a paixão bate à porta.</p>
<p style="text-align:justify;">Na ânsia de se preencher, de se completar, o apaixonado absorve, engole o outro, ou se deixa absorver, engolir totalmente. Em conseqüência, a paixão vai crescendo de forma avassaladora e se transforma em &#8220;monomania&#8221;, na coisa mais importante da vida, na razão de ser da própria existência.</p>
<p style="text-align:justify;">A &#8220;vítima&#8221; da paixão passa a ver o mundo por uma ótica distorcida. Os valores se alteram, tudo muda de sentido. Quem se apaixona fica por demais ansioso para poder decifrar os sinais que o outro lhe envia. Fica também por demais apegado para poder realmente enxergar o outro e por demais obcecado para poder conhecer o outro. Chega a dizer que o ser amado é tudo e tudo se resume ao ser amado. Isso significa ignorar as demais pessoas.</p>
<p style="text-align:justify;">Embutida nessa entrega total, há também uma exigência de complementação total. As grandes paixões desconhecem barreiras, insurgem-se contra o proibido. A literatura está cheia de exemplos de amantes que, apesar dos mais terríveis obstáculos, mantiveram-se unidos por laços indestrutíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas a ligação entre paixão e sofrimento não aparece apenas na ficção, nos romances, nas novelas. Ela existe na vida real. A separação é tão dolorosa porque um homem, uma mulher apaixonados não preenchem suas necessidades afetivas com várias relações de troca, de amizade. Para eles, o ser amado é a única fonte de gratificação. Isso transforma a paixão numa espécie de prisão paradisíaca.</p>
<p style="text-align:justify;">A expressão &#8220;estar perdidamente apaixonado&#8221; dá bem a medida da ambigüidade que envolve esse sentimento que todos ansiamos por experimentar, mas que tanto nos perturba quando, sem pedir licença, ele invade nosso coração.</p>
<p style="text-align:justify;">By Maria Helena Matarazzo, em &#8220;Encontros, Desencontros e Reencontros&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nutrired: una casita para la lactancia materna y, en general, para una mejor nutrición infantil]]></title>
<link>http://azulitoclaro.wordpress.com/2009/11/21/nutrired-una-casita-para-la-lactancia-materna-y-en-general-para-una-buena-nutricion/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:42:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>azulitoclaro</dc:creator>
<guid>http://azulitoclaro.wordpress.com/2009/11/21/nutrired-una-casita-para-la-lactancia-materna-y-en-general-para-una-buena-nutricion/</guid>
<description><![CDATA[Encontré en estos días Nutrired, una página muy interesante sobre la nutrición infantil que habla, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Encontré en estos días <a href="http://nutrired.org/" target="_blank">Nutrired</a>, una página muy interesante sobre la nutrición infantil que habla, especialmente, sobre la importancia de la lactancia materna. Aunque tiene información puntual para Argentina (su lugar de origen), cuenta con documentos muy valiosos para cualquier pequeño, además de links relacionados con su alimentación. ¡Se las recomiendo! Ojalá tuviéramos un nodo informativo así también en nuestro país.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><img class="aligncenter" title="Nutrired" src="http://www.nutrired.org/header/logo-nutrired.gif" alt="" width="194" height="131" /><br />
</strong></p>
<p>Entre los materiales de la página que más me gustaron, destaco:<br />
<strong>Los primeros 5</strong>: un programa educativo de la provincia de Tucumán que señala la importancia de la alimentación y el afecto durante los primeros 5 años de vida. Sus contenidos se presentan en bloques televisivos (disponibles en Nutrired en la sección &#8220;<a href="http://www.nutrired.org/informacion_nutricional.asp" target="_blank">Información Nutriciona</a>l&#8221;), que se encuentran en Youtube. Aquí, el segundo bloque del primer programa. Simple e interesantísimo:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/C04GStZA6HA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/C04GStZA6HA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><strong>La sección de <a href="http://www.nutrired.org/nov_bibliografia_consejo.asp" target="_blank">bibliografía</a>:</strong> Cuenta con más de 50 libros, artículos y revistas sobre nutrición, además de links de blogs y sitios recomendados, como <a href="http://www.nutrinfo.com/pagina/biblioteca_nutricion.php" target="_blank">Nutrinfo</a> (con monografías y e-books sobre la alimentación de los niños), entre otros. Algunos no funcionan, pero la mayoría sí, con lo que vale y mucho su selección.</p>
<p><strong>La sección de <a href="http://www.nutrired.org/nov_preguntas_consejo.asp" target="_blank">preguntas frecuentes, con 20 respuestas a las cuestiones más frecuentes sobre nutrición</a>:</strong> responde, entre otras, a inquietudes sobre el embarazo, la lactancia, la niñez, cómo tener una vida sana y, en general, sobre alimentación. Algunas tienen enlaces a páginas comerciales (como Nestlé), que a primera vista pueden parecer irrelevantes, pero que revisadas en detalle ofrecen herramientas útiles (como recetas, dietas especiales, entre otros). Y un tip: cuando en las respuestas les aparezca la página de <a href="http://www.lacmat.org.ar" target="_blank">Lacmat</a>, Lactancia materna y seguridad alimentaria, no se asusten si aparentemente no hay información disponible: por un error de diseño, todos los contenidos aparecen al final de la página&#8230; así que desplacen el cursor hasta abajo para encontrar su valiosa información.</p>
<p>Y, finalmente, Nutrired hace una <a href="http://www.nutrired.org/programa_leche_materna.asp" target="_blank">campaña para promover la lactancia materna</a>, que tiene, además de información precisa, avisos como estos, divertidos, estimulantes y concretos:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/-d9Hv34AdXA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/-d9Hv34AdXA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Ah, y un detalle más: en la campaña de la lactancia de Nutrired hay una encuesta sobre cuáles pueden ser las causas por las que se interrumpe -o no se da- la lactancia materna durante los primeros 6 meses y, aunque resulte increíble (y doloroso), el 34% (de 298 votos) afirma que esto sucede por recomendación del pediatra. De aquí que todas las madres debemos encargarnos de promoverla, no sólo con otras mamás, si no con los mismos médicos. Información que demuestre las ventajas invaluables de la leche materna hay de sobra&#8230; sólo es cuestión de compartirla. ¡Hágamoslo mamás, en blogs, en reuniones y en cualquier sitio! Si cada una logra movilizar al menos a otra madre, habrá al menos un chiquitín que lo agradezca.</p>
<p> <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soltando as amarras]]></title>
<link>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/18/soltando-as-amarras/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 05:11:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Joe</dc:creator>
<guid>http://demodelando.wordpress.com/2009/11/18/soltando-as-amarras/</guid>
<description><![CDATA[Acordo. Queria dormir mais. Se seis horas não foram suficientes, porque acredito que 15 minutos vão ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a rel="attachment wp-att-2243" href="http://demodelando.wordpress.com/2009/11/18/soltando-as-amarras/liberdade-2-2/"><img class="alignleft size-full wp-image-2243" title="Liberdade" src="http://demodelando.wordpress.com/files/2009/11/liberdade-2.jpg" alt="" width="150" height="100" /></a>Acordo. Queria dormir mais. Se seis horas não foram suficientes, porque acredito que 15 minutos vão resolver o  meu problema? É puro apego à cama quentinha, à escuridão do quarto, ao aconchego do marido e da filha, que se enfiou debaixo das cobertas pouco antes do despertador tocar&#8230; Não quero abrir mão de nada disso. Mesmo sabendo que é inevitável, mesmo lembrando que hoje mesmo eu vou estar de volta à minha cama quentinha,  sofro para dizer “adeus”.</p>
<p style="text-align:justify;">Este é só o primeiro apego do dia. Tenho dificuldade para tirar a roupa no banheiro gelado. Depois, preciso de coragem para sair do chuveiro, que estava tão gostoso. Levantar da mesa do café é outro esforço: um pedaço mais de pão com manteiga, outra lasquinha de bolo de cenoura. O jornal do dia tem artigos, fotos, notícias e quadrinhos que eu vou querer guardar &#8211; reservo para recortar mais tarde. Finalmente, com certa preguiça, me despeço da família (seria tão bom ficar mais um pouquinho em casa) e vou trabalhar.</p>
<p style="text-align:justify;">Nas horas seguintes, resistirei a várias outras separações, grandes e pequenas: é uma pena desligar o radio do carro bem na hora em que está tocando uma música legal; colegas se despedem e deixam saudades; as flores que eram tão bonitas, não tem mais viço e precisam ir para o lixo. São muitas as amarras que me prendem às coisas. E o que é pior: nem tudo a que me agarro é agradável &#8230; Pensamentos, por exemplo: não consigo deixar de me torturar com um erro cometido, de repetir pra mim mesma uma crítica injusta, de remoer uma mágoa qualquer.</p>
<p style="text-align:justify;">Apego é um dos maiores motivos de sofrimento, mas só agora percebo isso. Eu achava que não. Curtia meu apego e até me orgulhava dele. Fazia questão de cultivar a dor das separações: voltava de férias e passava dias perdida, com a cabeça longe. Ficava revendo os momentos mágicos e morrendo de saudades. Toda música, toda cena, toda frase me lembrava os dias vividos. O presente era uma tortura a evocar o passado. E eu pensava que era assim que tinha que ser.</p>
<p style="text-align:justify;">É muito fácil perceber que o apego é inútil. Nada, nada mesmo, é nosso para sempre. Tudo nos escorre pelos dedos. A infância, as férias, os brinquedos favoritos, livros novos, amigos, namorados, pais, filhos, animais de estimação. E todas as sensações e pensamentos &#8211; o calor aconchegante, o friozinho revigorante, o sabor de uma sobremesa, a paixão pelo novo namorado &#8211; todos mudarão, passarão.</p>
<p style="text-align:justify;">Melhorei em relação ao meu apego. Já não fico desesperada no ultimo dia de férias &#8211; ao contrário: ele é tão feliz quanto o primeiro. Não me incomodo tanto quando algum objeto de estimação se quebra: não era eterno mesmo. Não sinto um aperto no peito quando penso nas filhas crescendo, quando me despeço de um amigo ou quando saio de um lugar sabendo que posso nunca mais voltar.</p>
<p style="text-align:justify;">É bom, muito bom ser feliz no momento; é um alívio deixar que tudo siga seu rumo. Eu ainda tenho algumas dificuldades com a cama quentinha, o chuveiro gostoso e os recortes de jornal, mas, apesar desses barbantinhos, já experimentei a deliciosa liberdade de outras amarras partidas. E recomendo.</p>
<p style="text-align:justify;">By Soninha Francine, artigo publicado na revista &#8220;Vida Simples&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sussurros ou silêncio - Tanto faz.]]></title>
<link>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/17/sussurros-ou-silencio-tanto-faz/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 02:00:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>elaenluarada</dc:creator>
<guid>http://elaenluarada.wordpress.com/2009/11/17/sussurros-ou-silencio-tanto-faz/</guid>
<description><![CDATA[Se pudesse realizar meu desejo de estar em teus braços nesse momento, o mundo pararia de girar, o ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://elaenluarada.wordpress.com/files/2009/11/20071024174346617.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-183" title="20071024174346617" src="http://elaenluarada.wordpress.com/files/2009/11/20071024174346617.jpg" alt="" width="390" height="329" /> </a></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Se pudesse realizar meu desejo de estar em teus braços nesse momento, o mundo pararia de girar, o vento deixaria de soprar, tudo seria o silêncio de amar. Silêncio feito para eu em teus ouvidos sussurrar.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Apenas teu beijo doce, encontrando meus lábios sedentos de ti me calaria, mas por pouco. Em teus braços, encontrando meu ninho de proteção, me vendo em teus olhos, meu coração desabrocharia e meus sussurros lhe cobririam. Ouvirias teu nome em meio a delírios, saberias o quanto lhe quero e desejo. Saberias que não posso mais me conter. Que estás dentro de mim, que me entrego a ti totalmente, de corpo e alma&#8230; Sussurraria em teu ouvido meus íntimos segredos, meus desejos e meus medos, e sei que me acalmarias com o som de teu coração. Meus lábios proclamariam loucamente a vontade de serem possuídos pelos teus, e saberias integralmente minha decisão de fazer-te feliz, de fazer-te delirar em meu amor, de fazer-te perdido de prazer quando eu viajar em teu corpo. Saberias a temperatura de meu calor e a intensidade do meu amor. Saberias que tem nos braços uma louca &#8211; louca pelo som de sua voz, louca pela doçura de seu ser, louca pela essência do homem que és. Em sussurros revelaria que não há mais ninguém além de ti, que não importa o que aconteça estarei aqui perfumando o seu ar com meu cheiro de mulher apaixonada.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Sussurraria em meio aos beijos que lhe roubo, em meio ao passeio de meus lábios por teu corpo, todo o corpo, saboreando, degustando tua fonte de prazer, suave, deliciosamente. Imploraria-lhe para que me fizesse sua. E ao me atender, sussurros surgiriam em meio a gemidos, causados por teus lábios me explorando, as palavras perdendo o sentido&#8230; Leria em meus olhos o desejo de ter seu corpo mais uma vez sobre o meu. Seguirias os rumos de meu corpo até alcançar novamente meus lábios, me invadindo docemente, deslizando dentro de mim e nesse sentimento tão intenso de completa entrega, as palavras não se fariam mais necessárias.  Apenas sentirias e saberias que no desassossego dessa forte sensação, bate acelerado um coração que antes de ti não tinha razão.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;">Mais uma vez ao me perder no infinito de seus olhos, sentindo seus dedos entrelaçados em meus cabelos e você saciando tua fome de mim, noite e dia se misturam. Sussurros ficam sem nexo ante ao idioma falado pelos corpos amantes, mas tudo que sussurrado antes por verdade e apego, por assumir que sou toda tua, que lhe ter é a mim necessário, que deixei o sonho me conduzir nesse sentimento, traduz que tenho sido apenas eu mesma. Lerias agora em meu sorriso de satisfação por saber que lhe dei prazer tanto quanto me deste, o quanto minha alma transparente revela a ti o que sente, tanto em palavras e sussurros, quanto no silêncio de mim em você.</p>
<p style="text-align:center;">*</p>
<p style="text-align:center;">Enluarada</p>
<p style="text-align:center;">*</p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">“Maravilhosa confusão</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">Entre diálogos e posições</span></p>
<p><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;">E cada suspiro apaixonado”</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=7UfClJ_TspY">Cantare D&#8217;amore &#8211; Amedeo Mingh</a>i</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Desapego e a Felicidade]]></title>
<link>http://angelitascardua.wordpress.com/2009/11/17/o-desapego-e-a-felicidade/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 23:32:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Angelita</dc:creator>
<guid>http://angelitascardua.wordpress.com/2009/11/17/o-desapego-e-a-felicidade/</guid>
<description><![CDATA[Muitas vezes em nossa vida nos apegamos a algo, seja uma pessoa, um objeto, uma situação ou um lugar]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Muitas vezes em nossa vida nos apegamos a algo, seja uma pessoa, um objeto, uma situação ou um lugar]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.*. Expectativas? Decepções? Ressentimentos? .*. - by Natalie Wiese]]></title>
<link>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/15/expectativas-decepcoes-ressentimentos-by-natalie-wiese/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 04:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>nataliewiese</dc:creator>
<guid>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/15/expectativas-decepcoes-ressentimentos-by-natalie-wiese/</guid>
<description><![CDATA[As Decepções fazem parte da nossa vida, e estão em nosso caminho, como os Obstáculos. Mas, as decepç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#ff00ff;">As Decepções fazem parte da nossa vida, e estão em nosso caminho, como os Obstáculos. Mas, as decepções são inevitáveis?</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Eu digo que<span style="text-decoration:underline;"> </span></span><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">Depende do Foco</span></span><span style="color:#ff00ff;">!</span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-383" title="200365480-003" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/furious22.jpg" alt="200365480-003" width="235" height="270" /></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Hum? Sim.. achou que dependesse do destino ou coisa parecida?&#8230; No no! Observe, estamos sempre Criando Expectativas! Em relação a nós mesmos, aos outros principalmente.</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Exemplo:  &#8221;Será que ele vai me ligar?..acho que sim.. Nossa, foi tão bom ontem.. Por que o telefone não toca? Nossa, será que fiz algo errado? Acho que não&#8230; hum.. Por que ele não ligou? Acho que vou ligar eu mesma! Não não, vou esperar..afinal ELE precisa me ligar, ele gostou de mim, ele significou muito para mim.. ele VAI ligar&#8230; Se ele não ligar é por que não gosta de mim tanto quanto eu gosto dele! É!.. (&#8230;) Vou esperar 1 dia, se ele não me ligar! Nossa que raiva!(&#8230;) Odeio ele! Aff! Achava que ele era o homem da minha viiiidaaaa! (&#8230;) Nossa se ele me ligar vou ser muito grossa! Por que ele faz isso comigo?? Não mereço isso!! Ele TEM QUE ME LIGAR! Eu mereço uma satisfação!&#8230;(&#8230;) Nunca mais penso nesse cara! Mas ai eu AMO ele! Odeio ele!..(etc.)&#8221; &#8230;.. 2 dias depois, os dois se trombam.. e&#8230;ele: &#8220;Oi! Pois é! Saímos TÃO com pressa por causa da chuva aquele dia que você NÃO me deu seu telefone! Como estou muito interessado e gostaria de te ver novamente..Pode me passar seu cel? &#8230;. &#8221; (leia mais em </span><a href="http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/10/01/romance-x-amor-incondicional/"><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:none;">http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/10/01/romance-x-amor-incondicional/</span></span></a><span style="color:#ff00ff;">)</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Viu? É um exemplo bem bobo mas fazemos isso toda hora em muitas situações. Estamos focados para que as pessoas supram nossa expectativas, e se algo está fora dos planos que você mesmo orquestrou para como o momento deveria ser perfeitamente&#8230; e nos aprisionamos nisso, esperamos demais dos outros ou de nós mesmos.. E quando algo &#8220;sai errado&#8221;, além de termos desperdiçado uma grande energia nos irritando, deixamos de aproveitar o momento maravilhoso no Agora, e desfrutar das surpresas que a vida nos oferece.</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">As Decepções são evitáveis Sim, <span style="text-decoration:underline;">se você parar de criar Expectativas</span>! Se você não as cria, nada mais te decepciona! Quando você decide enfrentar o medo da rejeição e pára de criar Expectativas de como tudo deveria ser de acordo com suas vontades, algo incrível acontece! Você passa a apreciar o momento Presente, e a vida vira uma caixinha de boas surpresas a cada momento. Sua transparência ajusta-se livremente ao momento Agora, permitindo que você libere os julgamentos acumulados e as emoções, ressentimentos, ansiedades, a necessidade de controlar e manipular etc&#8230;</span></p>
<p><span style="text-decoration:none;"><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">O poder </span></span></span></span><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">transformador do Foco</span></span></span><span style="color:#ff00ff;">, está em nos libertar do aprisionamento que as Expectativas, Decepções e Ressentimentos nos colocam. Só no Presente podemos descobrir quem realmente somos, alcançando assim a paz e a alegria que estão dentro de nós, livrando-nos assim de tudo isso!</span></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-384" title="200194314-001" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/furios11.jpg" alt="200194314-001" width="213" height="270" /></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"> Como fazer isso? Não se ponha em estado de Espera! Não importa o que for! Nada nem ninguém pode fazer isso com você! Não deixe espaço de uma expectativa frustrada se torne um ressentimento! Não espere nada dos outros! Não julgue! Ninguém é obrigado a adivinhar o que você quer. Ninguém é como você idealizou que fosse de verdade! A Espera é quase um obstáculo para a realização do fato esperado!</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"> Como diz Shakespeare: &#8220;Não há nada de bom nem de mau, o pensamento é que o torna assim&#8221;</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"> Se algo saiu errado: perdeu o vôo? chegará atrasado? recebeu um não? ganhou uma bicicleta rosa ao invés da amarela? levou um tombo?  levou um fora do namorado? perdeu o bilhete premiado da loteria? (rss..) </span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"> Dê risada! Afinal, tudo isso pode ser muito bom para você no final das contas certo? Quem sabe? Comigo é sempre assim&#8230; o final de um namoro, a dispensa de um emprego, o tempero errado na comida&#8230; Sempre as adversidades, as incoerências, os furos, os &#8220;nãos&#8221;, os imprevistos&#8230;enfim são sempre para o melhor! É só uma questão de ponto de vista!</span></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-385" title="LindsayLohan76" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/lindsaylohan76.jpg" alt="LindsayLohan76" width="420" height="315" /></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Nada é por acaso e atrás da linha torta, sempre há uma mãozinha divina escrevendo nelas. Ao invés de você avaliar e julgar os eventos, você simplesmente aceita (não confunda com conformismo e sim uma não resistência-interna, não rotulando se a situação é boa ou má). Render-se a vida, pois não há eventos casuais ou isolados. O cosmo não é caótico (cosmo = ordem), mas uma ordem que a mente humana ainda não entende. (leia mais em </span><a href="http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/10/01/rendicao/"><span style="color:#ff00ff;">http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/10/01/rendicao/</span></a><span style="color:#ff00ff;">)</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">Tanto a Expectativa transformada em decepção quanto o Ressentimento, são truques que nós utilizamos para ficar longe do momento atual e apreciar a beleza em cada segundo . Não deixe isso tomar conta de você. A vida é muito  preciosa, e cheia de coisas excitantes e muito melhor do que se prender ao futuro inexiste (ou apenas presente em suas Expectativas) ou ficar preso no passado (com Ressentimentos por suas Frustrações).</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"> P.S = (Quando digo &#8220;Não criar Expectativas&#8221;, não significa para de sonhar ou fazer planos! Você pode e deve ter suas metas! Mas planeje, sonhe, defina metas e logo volte para o momento Presente, seja objetivo, jogue para o futuro e deixe que a vida se encarregue de todo o resto! Foque novamente na Ação e Presença no Agora! OK?)</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">Como estar sempre focado?</span> Escute seu coração! Fique atento para as armadilhas da mente! Seja fiel aos seus sentimentos! Dê amor sempre! Fale a sua verdade! Se ame mais e mais! Medite de olhos abertos! Assim, daremos menos importância ao futuro e ao passado, consequentemente  ás Expectativas, Ressentimentos e Frustrações! E cada vez mais nos envolveremos com nosso Eu superior.</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;">- luz e amor &#8211; Natalie Wiese</span></p>
<p><span style="color:#ff00ff;"><br />
</span></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"> &#8220;Se queres um novo caminho,</span><span style="color:#ff00ff;"> </span><span style="color:#ff00ff;">tens que </span><span style="color:#800080;"><span style="color:#ff00ff;">aprender a <span style="text-decoration:underline;">deixar para trás o que já não tem significado para ti,</span> para assim, dar lugar ao novo </span></span><span style="color:#800080;"><span style="color:#ff00ff;">que é a tua mais pura realidade.  A realidade que pertence ao conhecimento de ti mesmo; abrangendo áreas do teu ser que precisam e devem ser expandidas, para que possas saltar para mais perto da tua origem. Decide esquecer o que traz bloqueio a tua jornada,a tua alegria, a tua confiança;o que traz medos e inseguranças aos teus planos.Decide esquecer o que não pode te dar consciência do teu potencial que é feito para ser atento,criativo e amoroso. Coloca tua atenção na sutileza, na integridade dos teus verdadeiros sentimentos,que mostram o caminho a ser percorrido para que sejas puro de coração. Desfruta disso,é o único meio de compreenderes que a vida brota de cada momento presente que doares a ti próprio.&#8221;    - Autor: não sei, possuo esse </span><span style="color:#ff00ff;">texto há muitos anos nos meus arquivos e não havia o autor&#8230;</span></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#ff00ff;"><br />
</span><span style="color:#ff00ff;"> </span></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"><span style="color:#000000;font-style:normal;"><em><span style="color:#ff00ff;">- Video Osho fala sobre Expectativas &#8211; (em inglês, sem legenda)</span></em></span></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zJRNMeWiWlg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zJRNMeWiWlg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"> </span></em></p>
<p><em><span style="font-style:normal;"><span style="color:#ff00ff;">Osho diz:</span></span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;">&#8220;Pare de procurar preencher as Expectativas dos outros, e </span><span style="color:#800080;"><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">pare de Esperar</span></span></span><span style="color:#ff00ff;"> que os outros preencham as suas. Lembre-se: se você sofrer, você estará sofrendo por sua causa; se os outros sofrem, eles sofrem por causa deles. Ninguém sofre por causa dos outros – lembre-se disso profundamente. Somente então você será capaz de ser realmente sincero para com seu ser interior. &#8220;</span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;">&#8220;Ninguém pode satisfazer suas Expectativas; ninguém está aqui para satisfazer suas expectativas. Todo mundo está aqui para satisfazer as próprias Expectativas; ninguém está aqui para satisfazer ninguém. Todo mundo está aqui para satisfazer a si mesmo, mas você espera que os outros o satisfaçam e os outros esperam que você os satisfaça. Então existe conflito, violência, luta e miséria.&#8221;</span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;"> </span></em></p>
<p><em><span style="color:#ff00ff;">“</span><span style="color:#800080;"><span style="color:#ff00ff;"><span style="text-decoration:underline;">Uma vez que você abandone as Expectativas, você aprendeu a viver</span></span></span><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff00ff;">.</span></span><span style="color:#ff00ff;"> Então tudo o que acontece o deixa satisfeito, seja o que for. Você nunca fica frustrado, simplesmente porque em primeiro lugar você não estava esperando nada. Assim, a frustração é impossível. A frustração é uma sombra da expectativa. Com o abandono da expectativa, a frustração cai por sua própria conta.”</span></em></p>
<blockquote><p><em><span style="color:#ff00ff;"><br />
</span></em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciúmes]]></title>
<link>http://soparamulheres.wordpress.com/2009/11/13/ciumes/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 16:52:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>T. Borges</dc:creator>
<guid>http://soparamulheres.wordpress.com/2009/11/13/ciumes/</guid>
<description><![CDATA[Seja dona de sí mesma, com amor e alegria Bom este é o assunto mais buscando na internet, todas  as ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_208" class="wp-caption alignnone" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-208" title="Ciumes" src="http://soparamulheres.wordpress.com/files/2009/11/907124_41538780.jpg" alt="Seja dona de sí mesma, com amor e alegria" width="500" height="209" /><p class="wp-caption-text">Seja dona de sí mesma, com amor e alegria</p></div>
<p>Bom este é o assunto mais buscando na internet, todas  as mulheres procuram a solução para este problema, elas procuram a solução para eliminar o homem ciumento, para resolver a situação com o ser amado. E tenho uma notícia que não vai te agradar, não existe a solução para acabar com homem ciumento, a solução que existe é resolver a sua auto-estima e confiança.</p>
<p>Primeiramente se você quer compreender e resolver definitivamente este assunto, você terá que romper com todas as crenças limitadoras criadas pelos seres humanos, as quais você sempre acreditou e acredita, se o ser humano tivesse as respostas o mundo não estaria essa bagunça humana e repleto de raiva, sofrimento e drama.</p>
<p>Primeiro passo, deixe de ser a vítima da vida, a vida não faz nada com você muito menos o outro, exatamente é você a responsável pelo relacionamento repleto de ciúmes, isso porque você não é dona absoluta de sí mesma, ou você precisa ser amada, receber atenção para se sentir amada, justamente porque você não é capaz amar plenamente a sí mesma, não é capaz de se sentir completa por estar viva, por ser quem você é independente do mundo ou das pessoas, e isso realmente é um problema porque sinto lhe dizer mas até quando você vai ser puxada do fundo do poço por alguém? Sim, do fundo do poço, porque se você precisar se sentir amada é porque você está praticamente morta, está ignorando a sua própria vida e existência, dando o seu poder aos outros, ou seja, se ninguém te amar ou se ninguém quiser estar com você , você morre. Pare já com esse drama fraco e injusto. O mundo e o Universo não precisa de drama, eles precisam de criações perfeitas, de seres responsáveis, assim como toda a legião de seres que lhe ajudam querem evoluir, querem e precisam evoluir, então procure assumir o comando da sua vida e pare de pedir e esperar ajuda para sair do drama que você mesma criou.</p>
<p>Voltando ao ciúmes do seu companheiro, na vida tudo é afinidade e atração, se ele é assim com você é porque você também é assim, sim, isso mesmo, vocês são afins e algo em você é exatamente como nele, a sua provável baixa auto-estima atrai alguém com baixa auto-estima, então o ciúmes está criado, porque ele precisa afirmar o tempo todo que ele é o seu &#8220;dono&#8221;, e o seu ego adora saber que tem a atenção toda em cima dele.</p>
<p>Quem é dona absoluta de seus sentimentos e coloca em prática o seu conhecimento e não permite que ninguém obtenha o título de dono ou responsável por qualquer sentimento dentro de sí.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La angustia de la separación]]></title>
<link>http://monitosyrisas.wordpress.com/2009/11/11/la-angustia-de-la-separacion/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 11:33:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>koalasycanguros</dc:creator>
<guid>http://monitosyrisas.wordpress.com/2009/11/11/la-angustia-de-la-separacion/</guid>
<description><![CDATA[Por Carlos González. Las negritas son de De Monitos y Risas &nbsp; La relación entre madre e hijo es]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por Carlos González. Las negritas son de De Monitos y Risas &nbsp; La relación entre madre e hijo es]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[.*. Acreditar sem Medo .*. - by Natalie Wiese]]></title>
<link>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/10/acreditar-sem-medo/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:55:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>nataliewiese</dc:creator>
<guid>http://portalluzesentidos.wordpress.com/2009/11/10/acreditar-sem-medo/</guid>
<description><![CDATA[O Maior Milagre que podemos presenciar, é fruto da nossa própria criação! Quando você acredita sem M]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><span style="color:#0000ff;"> </span></p></blockquote>
<p><span style="color:#0000ff;"> <em>O Maior Milagre que podemos presenciar, é fruto da nossa própria criação! Quando você acredita sem Medo, sem segundas intenções, acredita e ouve sua voz interior, e uma força mágica sai de seu coração como um raio de luz e atravessa todas as barreiras de tempo e espaço, chegando até a Luz Maior&#8230; o Milagre realmente acontece!</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em> Quando você vê através da dor e do sofrimento, através do véu que cobre seus olhos, deixa o manto negro que envolve seu coração sair.. deixa todo o Medo, que nos impede de agir e de ir mais profundo em nós mesmos, para trás&#8230; Assim você estará pronto para ver Milagres acontecerem em sua vida!</em></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#0000ff;"> <img class="aligncenter size-full wp-image-348" title="milagres" src="http://portalluzesentidos.wordpress.com/files/2009/11/milagres.jpg" alt="milagres" width="233" height="350" /><br />
</span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"> <em>Eu não falo de conseguir as coisas através do poder da mente e da atração, como diz o livro &#8220;O Segredo&#8221;, e sim do Poder do Coração com um salto de Fé, totalmente consciente e real, sem falsas crenças ou cegas esperanças. Falo de estar aberto e conectado 100% no Agora, saber e sentir o quão poderosos somos para criar tudo em nossas vidas!</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><span style="color:#0000ff;"><em> O Medo não existe! Ele é apenas um sentimento como outro qualquer! Não há nada de mau ou errado em sentir Medo! </em></span><span style="color:#333333;font-style:normal;line-height:22px;"><span style="color:#0000ff;"><em>Somos humanos e temos todo o direito de sentir qualquer coisa! medo, raiva, ódio, alegria..dá tudo na mesma! ambos são passageiros! podemos escolher a qualquer minuto desapegar desse medo, desse vício de drama em nossas vidas e escolher o Amor em todas as situações!</em></span><em><span style="color:#0000ff;"><em> Apenas podemos optar por escolher algo Maior que ele para nossas vidas! </em></span></em></span></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><span style="color:#333333;font-family:Georgia, 'Times New Roman', Times, serif;font-style:normal;line-height:22px;"> </span></em></span></p>
<p><em> </em></p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;"><span style="color:#0000ff;"><em> As vezes o Medo está nos Apegos que possuímos. Seja com algum vício, seja um apego  familiar, apego ao amor romântico, ao trabalho, à doença etc.. Mas todos estes Apegos são mais uma forma de  Medo! Medo de perder algo que você acha que é seguro para você! </em></span></p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;"><span style="color:#0000ff;"><em> É como um pássaro que sente medo de voar pois está apegado ao galho que ele segura para não cair! Mas quando ele dá o primeiro passo, tudo flui, e ele pode voar! Depois ele percebe que voar é muito mais fácil do que se imaginava! E que ele agora é livre!  Alias, sempre foi, mas não sabia! E tudo mudou de perspectiva quando o passarinho resolveu voar e desapegar do galho! Olha quantas paisagens novas ele pode conhecer agora! Quantos milagres mais ele pode criar para a própria vida!</em></span></p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;"><span style="color:#0000ff;"><em>Mas você precisa querer dar esse passo! Saltar no desconhecido! Você precisa Acreditar em si mesmo!</em></span></p>
<p style="font-size:1em;margin:0 0 10px;padding:0;"><span style="color:#0000ff;"><em>Temos medo de seguir em frente pois algo lá dentro ainda não está curado, então, dê um salto de Fé para dentro, na parte de ti que possui mais receio de entrar e conhecer! Encare-se de frente! Sinta o Medo e deixo-o ir embora, sem julgar. Devemos abraça-lo e deixa-lo ir! Sorria e agora Acredite sem Medo!</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em> Somos Deuses na Terra, pois fazemos parte do UM.  Faça seu próprio Milagre acontecer! &#8211; Natalie Wiese</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>*Nossa comunidade no orkut sobre esse tema &#8211; ( 5.000 membros) - <span style="color:#000000;font-style:normal;"><a href="http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=30539763">http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=30539763</a></span></em></span></p>
<p><em><span style="color:#0000ff;">&#8220;O Guerreiro da Luz acredita. Assim como as crianças acreditam.Porque crê em milagres, os milagres começam a acontecer. Porque tem certeza que seu pensamento pode mudar sua vida, sua vida começa a mudar. Porque está certo que irá encontrar o amor, este amor aparece. De vez em quando, se decepciona. As vezes, se machuca. E então escuta os comentários: &#8220;como é ingênuo!&#8221; Mas o Guerreiro sabe que vale o preço. Para cada derrota, tem duas conquistas a seu favor. Todos os que acreditam sabem disso.&#8221;  - Paulo Coelho -</span></em></p>
<p><em><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000ff;">Time for Miracles</span></span><span style="font-style:normal;"><span style="color:#0000ff;"> </span></span><span style="color:#0000ff;">(</span></em><span style="font-style:normal;"><span style="color:#0000ff;"><em>Tempo para milagres)</em></span></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>- Trilha sonora do filme 2012 &#8211; por Adam Lambert</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/euVVekys7SA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/euVVekys7SA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></em></span></p>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em><br />
</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>&#8220;Nada pode me impedir de tentar</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Baby você sabe que</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Talvez seja a hora de milagres</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Porque eu não desisto do Amor</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Talvez seja tempo de milagres</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Porque eu não desisto do amor</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Não, eu não desisto de nós!&#8221;</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em><br />
</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>&#8220;Porque viver é tão difícil de fazer</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Quando tudo que eu sei é preso dentro de seus olhos</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>O futuro eu não posso esquecer</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Este coração doendo ainda não está quebrado</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Oh Deus, eu desejo que eu pudesse fazer você ver</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Porque eu sei que isto não está morrendo na chama</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Portanto, nada pode me impedir de tentar&#8221;</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em><br />
</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>&#8220;Você sabe que eu posso ouvir (ouvir)</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Então, você pode sentir isso senti-lo</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Você sabe que é tempo &#8230;.</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><span style="color:#0000ff;"><em>Talvez seja a hora de milagres&#8230;&#8221;</em></span></div>
<div id="_mcePaste"><em><span style="font-style:normal;"><span style="color:#0000ff;"><br />
</span></span></em></div>
<p><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#0000ff;"><em>When you Believe </em></span></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>- Trilha sonora do desenho  - Príncipe do Egito - Disney - por Whitney Houston &#38; Mariah Carey</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/CxIN79n4jVo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/CxIN79n4jVo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>&#8220;Muitas noites nós rezamos, sem provas de que alguém poderia ouvir<br />
Em nossos corações, há uma canção de esperança<br />
Agora não temos medo,<br />
Nós já moviamos montanhas, antes de saber que podíamos<br />
Podem existir milagres<br />
Quando você acredita!<br />
Embora a esperança seja frágil,<br />
Ela é difícil de destruir<br />
Quem sabe que milagres você pode realizar?<br />
Vc realizará quando você acreditar!<br />
Nesta época de temor, quando a oração freqüentemente demonstra-se em vão,<br />
A esperança parece como os pássaros de verão,que rapidamente fogem<br />
E agora estou parada aqui<br />
Meu coração está tão cheio que não consigo explicar<br />
Buscando fé e dizendo palavras, que eu nunca pensei que diria<br />
Milagres nem sempre acontecem quando vc pede, e é fácil render-se ao seu medo!<br />
Mas quando você é cego pela sua dor,<br />
Não consegue ver o caminho seguro através da chuva,<br />
Pense numa voz dizendo que o amor está próximo<br />
Somente acredite!<br />
Você realizará quando você acreditar&#8230;&#8221;</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><br />
</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>Isha fala sobre o Medo &#8211; </em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/p7q0OpJ9oBE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/p7q0OpJ9oBE&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em>Isha fala sobre saltar ao Vazio, dar um salto de Fé!</em></span></p>
<p><span style="color:#0000ff;"><em><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/7JUkQdW5ML0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/7JUkQdW5ML0&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></em></span></p>
<blockquote><p><em><br />
</em></p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frações I]]></title>
<link>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/11/10/fracoes-i/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 17:47:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>drickaperilo</dc:creator>
<guid>http://drickaperilo.wordpress.com/2009/11/10/fracoes-i/</guid>
<description><![CDATA[Pernambuco Ah, minha Pasárgada, que é minha terra ama-de-leite. Que saudade das aves que por lá gorj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Pernambuco</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-114" title="Frevo by Dricka" src="http://drickaperilo.wordpress.com/files/2009/11/3307878516_7347fb8e7d_b.jpg?w=280" alt="Frevo by Dricka" width="280" height="208" /></p>
<p>Ah, minha Pasárgada, que é minha terra ama-de-leite.<br />
Que saudade das aves que por lá gorjeiam ao som do frevo e maracatu. Saudade das pessoas grandes que dançam em destaque naquela animada multidão.<br />
Saudade da minha París, que não usa boina, mas guarda-chuva colorido&#8230; que não é fria nem em clima nem em pessoas, mas que derrete corações aos quase 40 graus. Saudades que me dá dos cartões postais, das danças tradicionais e das pessoas locais.<br />
Ah, um dia eu volto la. Volto para aquele lugar cuja bandeira tem a cruz, o arco-íris, a estrela e a luz do alto.<br />
Lugar da minha vida, e morte, e vida Severina.<br />
Pasárgada, París, é Pernambuco a terra que sempre quis.</p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>I&#8217;m Like A Bird</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-115" title="Ícaro" src="http://drickaperilo.wordpress.com/files/2009/11/icaro.jpg?w=280" alt="Ícaro" width="280" height="210" /></p>
<p>E assim como Ícaro, também decidi criar minhas próprias asas, nesta tentativa de sonho alado. Mas com asas feita de coisas que me impulsionam à vida, ao voo.. e não apenas com penas e cera. Algumas destas coisas me tiram pouco do chão, um leve levitar. Outras me fazem correr riscos ao me levarem perto demais do sol. Mas, já descobri quão bom é voar, e assim, sempre retorno ao chão com a sensação de que preciso continuar voando, planando, sonhando&#8230; Um sonho de Ícaro e de liberdade. Um sonho que chega a ser real quando sinto o vento beijando meu rosto e cabelos. Abro os olhos e me encontro firme em terra, oh sonho bom. I&#8217;m like a bird.</p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Amigos</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-116" title="Friends (Oz)" src="http://drickaperilo.wordpress.com/files/2009/11/oooooz.jpg?w=280" alt="Friends (Oz)" width="280" height="150" /></p>
<p>Me apego aos amigos. Ao olhar brilhante deles, ao sorriso que irradia o coração que também se apega, e as mãos, que firmes expressam que eu também sou amiga. Me apego aos amigos. Aos abraços apertados e duradouros, aos toques nos meus cachos, do me envolver nos teus braços e do tratar dos meus calos. Me apego aos amigos. Ao trocarmos presentes e gentilezas, ao provarmos que existe outras riquezas, ao nos sustentarmos na fraqueza. Eu me apego aos amigos. Quando eles falham, quando eles falam, quando eles calam. Quando desistem ou insistem. Quando choram, oram ou comemoram. Me apego aos amigos. Simplesmente por serem amigos. Me apego a eles, porque os amo, e isso basta!</p>
<p style="text-align:center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Amor Secreto</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-117" title="Coração/Mão" src="http://drickaperilo.wordpress.com/files/2009/11/coracao_na_mao2.jpg?w=280" alt="Coração/Mão" width="280" height="210" /></p>
<p>Eu digo não, não e não, mas as músicas insistem em falar de amor. Eu digo não, mas os pássaros ainda pousam nas flores, beijam-nas, bem-as-querem, bem-as-vê. Eu digo não, mas o vento ainda sopra doce, suave e fresco. Eu, digo não, mas o rio ainda corre renovando-se em águas límpidas. Eu digo não, mas a ovelha ainda se perde toda vez que a história é contada! Eu digo não, mas o sol e a lua continuam com suas rotinas desde a criação, com dia e noite, respectivamente. Eu digo não, mas a lagarta não se cansa de sair borboleta do casulo, motivando outras a fazerem o mesmo. Eu digo não, mas das sementes ainda brotam as flores e frutos, e a vida mantém o seu ciclo. Eu digo não, mas tudo continua acontecendo&#8230; e eu continuo me envolvendo (com você)!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BENEFICIOS DE LA LACTANCIA ]]></title>
<link>http://apegolacteo.wordpress.com/2009/11/10/beneficios-de-la-lactancia/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 07:50:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>apegolacteo</dc:creator>
<guid>http://apegolacteo.wordpress.com/2009/11/10/beneficios-de-la-lactancia/</guid>
<description><![CDATA[Ultimamente me habia olvidado de los innumerables beneficios de dar el pecho a mi hijo, ya que lo má]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ultimamente me habia olvidado de los innumerables beneficios de dar el pecho a mi hijo, ya que lo más importante es el simple hecho de dárselo, el placer que eso supone para mí y para él. Pero leyendo algunos documentos, me encontré con éste, y la verdad es que no está nada mal, de vez encuando, aprender cuántos beneficios tiene aquello que hacemos por puro placer.</p>
<p>Apenas os voy a sacar un estracto del maravilloso trabajo que ha pasado por mis manos, si alguien está interesado en leerlo entero, no dudeis en escribirnos un correo  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Resumen basado en:<br />
Alba (<a href="http://www.terra.es/personal8/inma.marcos/destete.htm">Grupo de Apoyo a la Lactancia</a>). El destete.  Publicado en la página web: http://www.terra.es/personal8/inma.marcos/destete.htm<br />
Dra. Pilar Serrano Aguayo. Alimentación complementaria y destete en el niño. En: Lactancia Materna. Josefa Aguayo Maldonado (Ed.) Universidad de Sevilla. 2001<br />
Ruth A. Lawrence. La Lactancia Materna: Una guía para la profesión médica. Cuarta edición. Mosby 1996<br />
La Liga de La leche. VV. AA. Lactancia materna. Libro de respuestas. Edición revisada. La Leche League 2002<br />
La Liga de la Leche. Curso de formación continuada para profesionales de la salud. Ponencia “Destete natural: beneficios, opciones”</p>
<p><strong>BENEFICIOS DE LA LACTANCIA </strong></p>
<p><strong>Aspectos psicológicos</strong><br />
La lactancia sirve al niño como modelo de vínculo para comparar con otros vínculos que tendrá en su futuro. Los doctores Newton y Ratner han demostrado que las necesidades que se han satisfecho a su debido tiempo, cuando el niño las necesita, hacen que sea más seguro, independiente y emocionalmente más estable en el futuro.<br />
Hay una fuerte presión social por tener niños independientes antes de su madurez para ello, pudiendo provocar que los niños tengan una personalidad insegura y una necesidad de apoyo externo.<br />
Las lactancias prolongadas están relacionadas con escalas menores de ansiedad en el adulto. (Bushnell, 1977) (Hawkins, 1975)<br />
La lactancia ayuda a los niños a tener una transición gradual a la niñez, pues les ayuda a aliviar frustraciones, choques, golpes y tensiones diarias. (Baumgartner, C. 1984).<br />
Un estudio que se hizo específicamente con bebés de lactancias prolongadas, mostraron un mayor ajuste social y con tendencias de menores desórdenes de conducta en relación con la mayor duración de la lactancia (Ferguson,1987).<br />
En otros estudios los niños amamantados tuvieron resultados más altos en el desarrollo cognitivo, inteligencia y desarrollo del lenguaje (Fergusson DM, Beautrais AL).<br />
Según Fergusson Dm. y Horwood LJ. el incremento en la duración de la lactancia materna reasocia a un mayor incremento consistente y estadísticamente significativo en:<br />
1.	Cociente intelectual calculado a las edades de 8 y 9 años.<br />
2.	Comprensión de lectura, habilidad matemática y habilidades escolares calculadas entre los 10 y 13 años.<br />
3.	Evaluaciones docentes de lectura y matemáticas entre los 8 y 12 años<br />
4.	Mayores logros en exámenes finales.<br />
Cuanto más tiempo se amamanta mayor es el IQ verbal Horwood LJ., Darlow B.A., Mogridge N.)<br />
En otros estudios se aprecian diferencias significativas entre el índice del desarrollo mental y la duración de la lactancia (Morrow-Tlucak M.).<br />
Los niños con mayor apego en la infancia no exhibieron conductas asociadas con temor a ser abandonados cuando sus madres dejaban la habitación. El niño aceptaba la separación porque sabía que su madre sería accesible si la necesitara. Las madres que amamantaron menos tiempo tenían niños que lloraban más cuando se separaban de ellos (Stayton, 1973).<br />
Se ha demostrado que la lactancia prolongada está relacionada de forma positiva con pruebas en vocabulario, coordinación vasomotor y medidas de cabeza (Taylor B., Wadsworth J.).<br />
Las habilidades motoras y el desarrollo temprano del lenguaje mejoran con el amamantamiento y más con la lactancia prolongada  (Vestergaard M., Obel C.).<br />
Como resumen se puede decir que hay abundante evidencia científica que demuestra que los beneficios de la lactancia continúan mientras el niño es amamantado. Además de los beneficios para la salud, se evidencia que cuanto más tiempo es amamantado un niño mayor será su IQ, sus notas serán mejores con evidencia de efectos aún dos años después de finalizar la lactancia.</p>
<p><strong>Aspectos físicos </strong><br />
Incluso en el mundo occidental existen diferencias reales entre los niños amamantados y los que reciben leche artificial. La lactancia es un asunto de vida o muerte en países en vías de desarrollo, pero los investigadores han encontrado que la lactancia también aporta numerosos beneficios en la salud de los bebés de países desarrollados. Los bebés amamantados son menos propensos a contraer enfermedades respiratorias, gastrointestinales, en incluso enfermedades tan graves como neumonía, sepsis, gastroenteritis y meningitis. Es importante señalar que cuando los niños amamantados se enferman, sus síntomas son más leves que los que toman leche artificial.<br />
Los bebés amamantados son menos propensos a morir por diarrea que los que toman leche artificial y tienen síntomas más leves si llegan a padecerla, extendiéndose esta protección hasta la primera infancia.<br />
La lactancia también protege frente a infecciones respiratorias, teniendo cinco veces menos posibilidades detener ese tipo de infecciones que los niños alimentados con leche artificial.<br />
La lactancia retarda el avance de la enfermedad celiaca y proporciona protección contra enfermedades inflamatorias de los intestinos, como colitis ulcerosa y enfermedad de Crohn.<br />
La lactancia prolongada reduce el riesgo de padecer en la edad adulta cáncer gástrico, gastritis o úlcera péptica.<br />
También fortalece el sistema inmunológico de los bebés y les proporciona protección frente a algunas enfermedades crónicas y parece que tiene algún efecto protector frente a la muerte súbita del lactante.<br />
Los beneficios que una lactancia prolongada pueden reportar a la salud del adulto grandes beneficios y se ha demostrado que protege  contra el cáncer, la obesidad, la osteoporosis, disminuye la probabilidad de padecer diabetes insulinodependiente.<br />
Para la salud de la madre lactante también se ha demostrado que la lactancia prolongada tiene grandes beneficios, por un lado el efecto espaciador de los embarazos puede continuar durante el segundo año del niño (aspecto importante para familias de culturas que no utilizan métodos anticonceptivos). Hay estudios que relacionan claramente la duración de la lactancia con la probabilidad menor de padecer cáncer de mama (Michels 2001), también protege frente al cáncer de útero y ovarios. Las hormonas de la lactancia siguen relajando a la madre y facilitando la cercanía física con el hijo. Es una forma de dar consuelo al niño cuando está cansado, enfermo, molesto o lastimado.</p>
<p>Ventajas de la lactancia prolongada para el bebé:<br />
•	La lactancia que dura por lo menos un  año se ha relacionado con el mejor desarrollo oral de los niños.<br />
•	Los estudios sugieren que los niños mayores de un año que toman pecho pueden tener mejor salud.<br />
•	La lactancia ofrece consuelo al bebé cansado, molesto, enfermo o lastimado.<br />
•	La leche materna es una fuente de alimento fácil de digerir y aceptar cuando el niño está enfermo.<br />
•	La cercanía o intimidad de la lactancia mejora la relación del niño con su madre y le da estabilidad emocional durante épocas de rápido crecimiento y desarrollo.<br />
Ventajas de la lactancia prolongada para la madre:<br />
•	El efecto espaciador de los embarazos puede prolongarse durante el segundo año del niño.<br />
•	Las hormonas de la lactancia siguen relajando a la madre.<br />
•	La lactancia garantiza la cercanía física.<br />
•	La lactancia es una manera fácil de consuelo.<br />
SENTIMIENTOS DE LA MADRE Y DECISIÓN DE DESTETAR<br />
Una madre que inicialmente comenta que está lista para destetar puede tener sentimientos contradictorios. Es posible que quiera destetar pero puede estar indecisa entre la mejoría que espera en su vida y el temor a lo que supone privar al bebé de un alimento tan completo. Sería bueno conversar con ella y ayudarla a aclarar sus propios sentimientos:<br />
•	Sus sentimientos acerca del destete. ¿Por qué quiere destetar? ¿Qué opinan las personas de su entorno? ¿Siente algún tipo de presión? Los sentimientos son importantes pues puede transmitir al bebé  sensaciones de angustia o tranquilidad que influyan en la actitud del bebé en un periodo tan delicado.<br />
•	¿Cuáles son los cambios o mejorías que espera a partir del destete? ¿Son realistas? Algunas madres creen que con el destete el bebé dependerá menos de ellas y que incluso dormirá toda la noche. La madre que piense así debe saber que estas expectativas no son realistas y más bien puede suceder todo lo contrario.<br />
•	La necesidad que tiene el bebé de mamar. Es importante explicarle a la madre que para los bebés mayores y para los pequeños, el pecho representa más que un alimento, es una fuente de consuelo y cercanía emocional.<br />
•	Lo que implica el destete. Es conveniente explicar a la madre los detalles físicos que implica un destete programado a la edad y la etapa del desarrollo de su hijo.<br />
En general los sentimientos de una madre respecto al destete dependen de:<br />
La edad del bebé. La percepción de las madres respecto de cuanto tiempo es necesario dar el pecho varía según sus normas culturales y sus propios sentimientos acerca de la lactancia. Norma Jeane Bumgarner en su libro “Criando al niño lactante” (1982) dice (después de leer cientos de cartas de madres de la Liga de La Leche) que las madres que expresaban más constantemente un sentido de pérdida por el destete fueron aquellas que destetaron a sus bebés antes de los dos años de edad.<br />
Cuando la lactancia continúa después de los dos o tres años de edad, las madres pocas veces describen el destete con esa  misma ambivalencia. Parece que llega un momento en el crecimiento de la relación madre-hijo en que es más fácil para ambos progresar y dejar atrás las cosas de bebés.<br />
Cómo se presentó el destete. Cuando el destete es una experiencia gradual y positiva para ambos, tienden a mostrar una actitud más positiva al respecto.<br />
La intimidad de la relación entre madre e hijo. Una fuerte relación entre madre e hijo puede ayudar a aliviar los sentimientos de la madre respecto al destete.<br />
Alguna madres sólo precisan un poco de ayuda para enfrentarse a las presiones de los demás respecto a la lactancia. Cuanta más cercana es la relación de la madre con la persona que la presiona, más difícil es la situación y más importante que se comprendan:<br />
El padre del bebé. Es especialmente difícil cuando el padre del bebé presiona a la madre para destetar, pues ella puede sentirse atrapada entre las dos personas que más ama. Pregúntele a la madre por qué cree que su esposo quiere que destete: celos, demanda de más tiempo, más atención. Hay que sugerirle que trate de hablar con él, intentando explicarle que lo que él siente es importante para ella y que sabe que ambos buscan lo mejor para su hijo. Conversando sobre este asunto es posible dar pié a que el padre recapacite y considere lo que ella dice sin sentirse amenazado, aumentando las probabilidades de que entienda los sentimientos de la madre. Es positivo también que acuda, si está dispuesto, a alguna reunión de un grupo de apoyo. Si el padre, aún así, continúa presionando, habría que investigar si un destete parcial pudiera satisfacer las necesidades de ambos.<br />
La familia y los amigos. Si los parientes se sienten incómodos por la lactancia, la madre podría darle el pecho de forma discreta cuando se encuentra con esas personas. Es posible que ayude que la madre reconozca la preocupación de sus parientes o amigos por el bienestar de bebé, entonces puede explicarles alguna de las ventajas de la lactancia. Es posible que los elogios ofrecidos con sinceridad acerca de la manera en que esa persona ha criado o cría a sus hijos ayuden a desviar o prevenir críticas. Hay que tener en cuenta que las dudas o resistencias por parte de la familia o los amigos pueden derivar de experiencias negativas con la lactancia. También hay que tener en cuenta que algunos padres y madres se sienten amenazados cuando otras personas toman decisiones distintas a las suyas, en vez de aceptar que distintas opciones pueden ser mejores para diferentes niños o familias, en este caso quizá sea mejor no abordar el tema.<br />
Los extraños.  Hay veces que la madre no tiene ni el tiempo ni las ganas de discutir sus decisiones con la gente que encuentra en su vida diaria. En estos casos quizá el humor sea una salida: ¿Cuánto tiempo piensas darle de mamar? Quizá otros cinco minutos.    Precisamente ahora estamos trabajando en el destete.<br />
En la mayoría de los períodos de la historia y en la mayor parte del mundo los niños han sido amamantados durante años. No es  hasta 1800 que en la mayor parte de los escritos populares en inglés acerca del cuidado de los niños recomendaba el destete a los doce meses. En 1725 los escritores comentaban con desprecio la lactancia de niños de cuatro años de edad.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paninho sujo]]></title>
<link>http://babiarruda.wordpress.com/2009/11/06/paninho-sujo/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 16:23:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Babi Arruda</dc:creator>
<guid>http://babiarruda.wordpress.com/2009/11/06/paninho-sujo/</guid>
<description><![CDATA[Às vezes não consigo entender porque determinadas pessoas importam em demasia. Elas não têm nada de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-402" title="paninhob" src="http://babiarruda.wordpress.com/files/2009/11/paninhob.jpg" alt="paninhob" width="448" height="336" /></p>
<p>Às vezes não consigo entender porque determinadas pessoas importam em demasia. Elas não têm nada de especial ou acrescentam alguma magia especial na vida. Muito pelo contrário: muitas vezes só aborrecem, desgastam, irritam.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Mas com o passar das horas estão ali, incomodando, desviando a atenção, direcionando os esforços. Alguma boa alma poderia me explicar tal razão sem razão? Isso não tem propósito. Argumentações inválidas e sem sentindo algum.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Poderia colocar a culpa nas relações políticas internacionais ou no aquecimento global. Mas não posso enganar a minha consciência neurótica. São questões que estão além das normas, da burocracia e do perceptível ao olho nu. Como tudo que não tem explicação a priori, eu poderia dizer. É necessário perder a eloqüência para compreender determinados resultados.</p>
<p>&#160;</p>
<p>A ciência está muito longe de explicar esses achismos proféticos da personalidade humana. Contudo posso dizer que é comparável ao paninho sujo. Maltrapilho, velho, rasgado, gasto e sem utilidade. Mas nas horas desesperadas é ele o protagonista de segundo escalão que não conseguimos descartar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Fica ali naquele cantinho escuro amontoado com várias coisas inúteis. Só percebemos na hora da faxina e ao invés de se livrar de vez daquele bendito paninho sujo dobramos ele mais um pouquinho e entocamos no fundo daquele armário ou gaveta.</p>
<p>&#160;</p>
<p>E de quem é a culpa? Minha? Sua? Nossa? Tenho o poder nas mãos como um Nero em fúria de acabar com toda a glória majestosa da vaidade soberana, mas recuo diante do poder da ausência com que me importar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Como uma droga que vicia naquele ciclo de dependência senil e absoluto, o paninho sujo fica ali entocado na vida ocupando espaço. A gente sabe que é uma porcaria, mas tem apego! Mas só em pensar que amanhã ele não poderá estar mais ali causa aflição, formigamento e uma náusea irracional do que poderia ter sido e o que foi desprezado pelas convicções mascaradas de auto-afirmação de uma egolatria velada.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Não é uma necessidade. É um desejo causado por uma carência interna por falta de percepção e da construção de uma realidade sólida. Pura substituição afetiva que super valoriza o ser comum e coloca a própria existência na base da cadeia alimentar.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Acho que a melhor coisa neste momento é comprar um paninho novo. Não adianta lavar o sujo. Ele é resistente a água ficando sempre encardido. Porém, o mais engraçado de tudo é que com o tempo o paninho novo será o novo paninho sujo. Ironias da vida.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Cerebro del Bebé]]></title>
<link>http://monitosyrisas.wordpress.com/2009/10/30/el-cerebro-del-bebe/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 12:28:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>koalasycanguros</dc:creator>
<guid>http://monitosyrisas.wordpress.com/2009/10/30/el-cerebro-del-bebe/</guid>
<description><![CDATA[“El cerebro del bebé”-Entrevista a Sue Gerhardt en “Redes”-TVE2 Publicado originalmente en &#8220;Mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“El cerebro del bebé”-Entrevista a Sue Gerhardt en “Redes”-TVE2 Publicado originalmente en &#8220;Mi]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[multidão.]]></title>
<link>http://dfivewords.wordpress.com/2009/10/30/multidao/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 00:46:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>dehfive</dc:creator>
<guid>http://dfivewords.wordpress.com/2009/10/30/multidao/</guid>
<description><![CDATA[começo a pensar, pensar, pensar. e quando eu penso, é impossível não querer dizer tudo que se passa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[começo a pensar, pensar, pensar. e quando eu penso, é impossível não querer dizer tudo que se passa ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No sé estar sola]]></title>
<link>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/29/no-se-estar-sola/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 16:03:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabina braz</dc:creator>
<guid>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/29/no-se-estar-sola/</guid>
<description><![CDATA[Hay un perrito muy bonito que ha vivido conmigo los últimos siete años. Nos hemos mudado, hemos comp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hay un perrito muy bonito que ha vivido conmigo los últimos siete años. Nos hemos mudado, hemos compartido enfermedades, llantos, fiestas. Conoce a toda la gente que amo y ama a toda la gente que conozco. Es un ser hermoso con su narizota y va dejando un tapete de pelos a su paso.</p>
<p>Ahora se enfermó y por eso no está en mi casa. Necesita reposo y no puede subir las escaleras. Es rarísimo para mí levantarme en la mañana y que no venga a decirme buenos días. Es rarísimo dormir sin oír su respiración ruidosa. Cenar sin oírla en la cocina masticando elegante y rítmicamente. Todo lo hago sigilosamente para que no se alborote: mover las llaves, abrir una lata de atún, bajar por cigarros, sacar una bolsa para la basura. Son algunas de las cosas que la emocionan y las hago quedito para que no crea que nos vamos y se emocione en vano&#8230; Pero no está.</p>
<p>Mi casa está en silencio. Son pocos los pelos en el piso. No huele a croquetas. Nadie me recibe cuando llego. No hay quien me diga buenos días, buenas noches, ¿me das de tu comida? No hay nadie que me obligue a salir a caminar. Y nadie que me dé un abracito si me pongo triste.</p>
<p>Se supone que son sólo cinco días los que estará fuera mi pequeño animal. Ya estamos en el día cuatro, y ya quiero que sea mañana o pasado para que mi casa se vuelva a llenar de alegría. O de pelo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cuando nuestro hijo siente celos]]></title>
<link>http://sinalefa2.wordpress.com/2009/10/26/cuando-nuestro-hijo-siente-celos/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 22:01:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>sinalefa</dc:creator>
<guid>http://sinalefa2.wordpress.com/2009/10/26/cuando-nuestro-hijo-siente-celos/</guid>
<description><![CDATA[El sentir celos es una reacción natural. Al nacer el segundo hermano, los celos del mayor son inevit]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El sentir celos es una reacción natural. Al nacer el segundo hermano, los celos del mayor son inevit]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hablando de apegos]]></title>
<link>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/22/hablando-de-apegos/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:32:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabina braz</dc:creator>
<guid>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/22/hablando-de-apegos/</guid>
<description><![CDATA[Hace casi tres años compré un ipod. Fue más un capricho que cualquier otra cosa. Claro, habrá quien ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hace casi tres años compré un ipod. Fue más un capricho que cualquier otra cosa. Claro, habrá quien pueda justificar la “necesidad” de un reproductor de mp3 porque corre siete kilómetros diarios, porque hace muchas fiestas o porque necesita unos audífonos para alienarse y vivir en paz. Yo, cuando lo compré, sólo lo quise porque está bonito.</p>
<p>Le puse unas rolitas y más rolitas y se convirtió en mi juguete favorito. No tardé ni dos semanas en convertirme en esa persona que necesita unos audífonos para alejarse del mundo. El ipod para caminar de la casa al trabajo, o al metrobús, así no pienso cosas raras, ni voy pegada al teléfono, ni me aburro en lo absoluto. Música en el camión, ya sea para salir a carretera o de camino a la escuela. Así no me distraen las charlas de otros para leer, no me molesta que otros tosan, estornuden y den muchas vueltas cuando me quiero dormir, me ayuda a pensar en cosas lindas mientras viajo. El ipod para las fiestas. El mío suele ser bastante nostálgico, pero tiene sus dos o tres canciones simpáticas que siempre levantan el reven.</p>
<p>El ipod es una maravilla de la tecnología, un parte-aguas en la historia de mi vida: la caminata, el avión, el camión, la espera, el banco&#8230; dios bendiga el ipod.</p>
<p>Y ahora me enfrento a la peor pesadilla de un ipod-dependiente. Enloqueció y no sé si tiene solución. De pronto empezó a cambiar de canción a toda velocidad, como si estuviera apretado el botón para adelantar. No se detenían, no podía apagarlo, no se oía nada, no había forma de ver el menú&#8230; Aquello era una revolución horrible. Lo guardé en mi bolsa y traté de no pensar en él por un rato. No logré sacarlo de mi mente —mencioné ya que soy adicta— pero me contuve y fue poco más de una hora después que lo saqué y lo miré. Había parado. Lo pude apagar y pensé que lo mejor era no usarlo unas horas.</p>
<p>No lo extrañé por la noche porque cuando camino en la oscuridad prefiero ir pendiente con todos mis sentidos. Así que llegué a casa y me distraje con mi segundo gran amor: la televisión. Casi me olvidé de que mi ipod no estaba bien, creo que es normal que mi reacción fuera la negación: fue cosa de un momento, a mi ipod no le pasa nada.</p>
<p>Pero el abridor de ojos llegó esta mañana, cuando salí a pasear con mi perrito. Es una de mis actividades favoritas del día: caminar con perrito entre 40 minutos y una hora, oyendo música. No llevo el teléfono, ni me acompaña nadie, ni pienso en cosas complicadas. Sólo camino, cuido al perro y canturreo. Pero hoy no pudo ser así. Fueron 40 minutos de ruidos de motores, claxons y otros sonidos de la ciudad. Fue un paseo lindo porque el día está muy bonito, pero me faltaron mis compañeritos cantores para gozar del todo.</p>
<p>Me pregunto si puedo arreglar mi ipod, si perderé las rolitas, si algún día podré tener uno nuevo&#8230; La verdad es que es un poco mi culpa porque hace un par de semanas hablaba con mi vecina y estábamos sorprendidas de que haya durado ya tanto tiempo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EU MORRERIA POR VOCÊ,AMOR ]]></title>
<link>http://mantraman.wordpress.com/2009/10/18/eu-morreria-por-voceamor/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 23:47:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>mantraman</dc:creator>
<guid>http://mantraman.wordpress.com/2009/10/18/eu-morreria-por-voceamor/</guid>
<description><![CDATA[                                Incrível o volume de encantos e atrações que o mundo nos oferece dia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-646" title="miro-01" src="http://mantraman.wordpress.com/files/2009/10/miro-01.jpg" alt="miro-01" width="396" height="495" /></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p>Incrível o volume de encantos e atrações que o mundo nos oferece diariamente. Às vezes, por falta do que fazer, fico pensando qual delas é verdadeiramente a minha preferida. Aquela sem a qual minha vida perderia noventa por cento de seu encanto. Então, começo a cataloga-las ao acaso. Penso, por exemplo, na deliciosa e inebriante luz solar de certas manhãs azuladas de abril. Logo me desloco para os inacreditáveis veículos anfíbios com seus vidros à prova de choque de moluscos e que podem nos levar em questão de segundos, de um mega congestionamento urbano para o epicentro de um mega cardume de peixes multicoloridos. Me ocorre aquela tela sublime de Miró que vi em seu museu em Barcelona e cujo nome “Cabelo Perseguido por Dois Planetas” fez com que eu ficasse feliz até este exato instante. Me passam pela memória algumas iguarias como o pudim de leite na textura, temperatura e coloração exatas. E os aromas que se desprendem dos bosques. Súbitos, desconhecidos, intensos, oníricos.</p>
<p>Penso em todas estas maravilhas e em muitas outras. Então, lembro-me da sensação que é estar apaixonado por alguém. E, sem titubear, concluo : “ eis a minha atração preferida”. Sou, desculpem-me a redundância, um eterno apaixonado pelo amor e não o troco por nada. Não que ele tenha me trazido só felicidade e alegria. Pelo contrário, românticos genéticos como eu sofrem mais do que prisioneiros em celas solitárias. Porque, efetivamente, o mundo parece não pertencer aos românticos e sim aos práticos, aos objetivos, àqueles que jamais se deixam levar pelos desvios da lucidez e da razão. Parece. Porque na verdade o mundo não pertence a ninguém. Nem a si mesmo. </p>
<p>Dito isto, vamos ao porque desta minha escolha que, até prova em contrário, pode parecer masoquista, sonhadora ou mesmo ingênua. Acho que para encontrar &#8220;um&#8221; amor é necessário que antes encontremos &#8220;o&#8221; amor. Explico : esta palavrinha, amor, tão massacrada, distorcida, mal entendida, judiada  e já praticamente sem sentido, é, na verdade, uma energia que se encontra em todos os recantos do universo : da abelha recém-nascida à galáxia que se desloca do nada para o nada. Embora esta energia esteja flutuando abundantemente por aí é muito dificil detecta-la.  Talvez porque o tempo em que estamos vivendo ( desde sempre) seja comandado pelos quatro comportamentos obscuros :  mesquinharia, trapaçaria, apego e egoísmo. Eis as nuvens que nublam o amor. Todos querem toca-lo. Mas como tocar aquilo que não conseguimos enxergar? Ainda somos, em suma, com toda delicadeza, uma multidão de ogros.</p>
<p>Quem recebeu a visita do amor sabe bem sobre o que estou falando. Estou precisamente falando sobre pudins de leite que, além da textura, da tempertaura e coloração exatas, têm algo a mais, são perfeitos deuses-pudins quando vindos de suas mãos. Estou falando daquele quadro de Miró que vi ao seu lado em Barcelona e cujo nome deixou-me feliz até este exato instante. Do aroma daquele bosque que nos remeteu a uma ilha da Polinésia.</p>
<p>Estou falando de uma aconchegante sensação de cumplicidade. De indestrutibilidade. De magia.</p>
<p>E também de uma inevitável e violenta dor da perda que está na natureza impermanente de tudo e de todos os fenônemos.</p>
<p>( Haveremos de nos separar um dia mas nosso amor permanecerá porque tornou-se um diamante) .</p>
<p>E de todo o caos que se segue a uma separação. </p>
<p>Mas mesmo correndo o risco, o amor é e continuará sendo a minha atração preferida.</p>
<p>Eu morreria por você, amor.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Baby blues....]]></title>
<link>http://marianapalmieri.wordpress.com/2009/10/17/baby-blues/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 13:02:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianapalmieri</dc:creator>
<guid>http://marianapalmieri.wordpress.com/2009/10/17/baby-blues/</guid>
<description><![CDATA[Qual é o limite do envolvimento que temos com uma pessoa, uma organização, uma estória ou trama?!]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://marianapalmieri.wordpress.com/files/2009/10/houck-0003.jpg?w=150" alt="houck-0003" title="houck-0003" width="150" height="106" class="alignleft size-thumbnail wp-image-820" /> Qual é o limite do envolvimento que temos com uma pessoa, uma organização, uma estória ou trama?!&#8230; Ando pensando muito nesse tema ultimamente&#8230;talvez pq me vi novamente passando pelo chamado &#8220;Baby blues&#8221;, em português, depressão pós parto&#8230;. He he he&#8230;. Para quem não tem filhos, é um tanto engraçado falar que sofre de &#8220;baby blues&#8221;, principalmente considerando a frequencia com que isso acontece comigo!&#8230;Louca, eu? Why not?</p>
<p>Bom, vou explicar&#8230; Toda vez que, acidentalmente ou não, me deparo com um livro que me mexe demais comigo, mergulho tão profundamente nele que sofro do vazio que da estória que habitei durante um tempo. Quem nunca viveu isso?! Será que sou a única? </p>
<p>A primeira vez que ouvi essa analogia foi do meu orientador da faculdade qdo ele brincou logo após a minha apresentação para a banca se eu já estava sentindo &#8220;baby blues&#8221;. Ele foi um ótimo professor/orientador e acompanhou todas as alegrias e dores ao longo do sofrido/surpreendente caminho da monografia. Foram inquietações, pensamentos, preocupações e confusões que tomaram a minha mente, corpo e alma por mais de um ano e meio. Vivi e respirei um tema que adorava e &#8220;gerei&#8221; esta monografia com muito capricho, tateando num mundo que não conhecia mas estava aprendendo a admirar, a análise do discurso, linguística, etc.</p>
<p>No momento da entrega das vias finais do trabalho, é uma confusão de sentimentos, parte orgulho e realização, parte medo (da banca, da avaliação), e Ufaaaaa! E vazio, um grande vazio! E na apresentação então?! Ansiedade, medo, vamos ganhando confiança durante e, ahh um grande alívio após os agradecimentos. Mas no fim mesmo o que fica?! Baby Blues! Como se tudo aquilo que fez parte de vc durante aquele período tivesse de separando, desprendendo e pronto para estar em outras mãos, literalmente. Acho que é assim com o seu trabalho, tese, o livro que amou e com o seu bebê!</p>
<p>Apego isso?! Claro que é! Certo sentir isso?! Muito provavelmente não! O budismo diz que o apego é uma das principais origens do sofrimento&#8230;. Tirando essa experiência &#8220;intensa&#8221; (rs) com a minha monografia, (re)vivo esse sentimento de baby blues com os meus livros. Quem me conhece sabe que sou meio compulsiva com leitura&#8230;. Como assim?! Ler uns 2 ou 3 livros de uma vez e quando me vejo com um daqueles que sacode o meu mundo, já sei! Baby blues again! rs<br />
Nem imagino como a americana Nina Sankovitch (<a href="http://www.readallday.org/">365 Project</a>), que lê um livro por dia, faz para digerir e se desapegar se suas estórias&#8230;rs rs</p>
<p>Como lidar com isso?! Ainda não tenho a receita&#8230;Aliás, não acredito e não gosto de receitas prontas, do tipo veneno de auto-ajuda em forma de &#8220;HOW TO&#8221; Guide&#8230; A última vez e ainda recente foi quando terminei de ler o último dos 4 livros da Stephenie Meyer, &#8220;The twilight saga&#8221;. Agora, lendo a versão em inglês de &#8220;O símbolo perdido&#8221;, já vou pensando se será mais um que deixará saudades&#8230;rs</p>
<p>O que procuro pensar é que, no fim das contas, cada coisa que vivemos seja através da leitura de livros, filmes que assistimos e, sobretudo, das nossas experiências, nos transforma e acabamos nos (des)construindo e (re)inventando. Pode parecer maluco, mas me agarro que fato que tudo isso fica em nós e contribui cada um ser o que é e principalmente para a sua visão de mundo. </p>
<p>Talvez ter baby blues seja uma grande perda de tempo, afinal todas as grandes estórias e experiência podem estar gravadas em nossa essência&#8230;Elas não passam, e sim ficam e se transformam em parte de nós. Yeap, talvez seja isso mesmo!<br />
Welcome you&#8217;all !!! </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Analfabetas emocionales]]></title>
<link>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/12/analfabetas-emocionales/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 02:38:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>sabina braz</dc:creator>
<guid>http://enunminuto.wordpress.com/2009/10/12/analfabetas-emocionales/</guid>
<description><![CDATA[Angustia, liberar, miedo, apego, amor, enojo, felicidad, tristeza, coraje, vulnerabilidad, frustraci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Angustia, liberar, miedo, apego, amor, enojo, felicidad, tristeza, coraje, vulnerabilidad, frustración, celos, placer, ansiedad, ganas, duda, emoción, soltar, aguantar, resignarse, disfrutar, paciencia, calma, ecuanimidad, sensibilidad, volubilidad&#8230;</p>
<p>Gastritis, colitis, migraña, falta de aire, virus oportunistas, gripa, diarrea, llanto, ganas de brincar, insomnio, falta de fuerzas, falta de concentración, borrachera, comer compulsivamente, perder el apetito, ataque de pánico, vómito&#8230;</p>
<p>Las primeras son cosas que sentimos y a veces no podemos expresar, las segundas son el reflejo de lo primero. Las palabras para expresar nuestros sentimientos las conocemos todos, y quienes hemos ido a terapia las tenemos en la punta de la lengua. Pero a veces no sabemos reconocerlas en nuestro cuerpo hasta que se convierten en lo segundo y es demasiado tarde. A veces, lo que nos pasa es que nos da pavor admitirlo, incluso con nosotros mismos.</p>
<p>Creo que todos alguna vez hemos confundido lo bueno con lo malo. No sabemos distinguir entre amor y encaprichamiento, felicidad y emoción, ansiedad y miedo, celos y ganas de saber&#8230; El problema real no es admitirlo ante otros sino con nosotros mismos, esa es la única forma de crecer, liberar realmente y mejorar nuestra calidad de vida.</p>
<p>Extraño profundamente ir a mi terapia de cada semana para poder hablar justo de este analfabetismo emocional, pero la Operación Mahatma Gandhi me lo prohíbe. En todo caso, lo que sí he aprendido es a decirle al otro, sea el ser amado, la amistad, el jefe —del cual carezco hoy por hoy— o la madre. Y el gran, gran, gran problema surge cuando el otro no está listo, ni para nombrar ni para escuchar. Estas palabritas misteriosas se han puesto de moda en un círculo muy pequeño y haría falta que más gente analice verbalmente y busque la posibilidad de expresarse y de dar la libertad al otro para que lo haga también.</p>
<p>No sé qué opinen, amigos. Yo me siento atrapada en un puto mar de emociones y me enorgullezco hasta la orilla cuando logro, no salir de él, pero sí hablarlo abiertamente con toda soltura. Me encanta escuchar y que me escuchen. Pero lo que más disfruto es el resultado cuando descubro que mis palabras, de modita o no, han pasado al otro lado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[absolut buenos aires]]></title>
<link>http://dfivewords.wordpress.com/2009/10/13/absolut-buenos-aires/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 00:13:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>dehfive</dc:creator>
<guid>http://dfivewords.wordpress.com/2009/10/13/absolut-buenos-aires/</guid>
<description><![CDATA[minhas pernas doem, meus olhos fecham, meu corpo pede descanso. há onze dias atrás eu embarcava no a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[minhas pernas doem, meus olhos fecham, meu corpo pede descanso. há onze dias atrás eu embarcava no a]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Da Indiferença]]></title>
<link>http://ziario.wordpress.com/2009/10/07/da-indiferenca/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 14:03:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Iara</dc:creator>
<guid>http://ziario.wordpress.com/2009/10/07/da-indiferenca/</guid>
<description><![CDATA[A terceira dimensão do amor de Freud é o reconhecimento do oposto tanto do amor quanto do ódio: a in]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000000;"><img class="alignnone size-full wp-image-3489" title="4321256" src="http://ziario.wordpress.com/files/2009/10/4321256.jpg" alt="4321256" width="350" height="344" /></span></p>
<p><span style="color:#000000;">A terceira dimensão do amor de Freud é o reconhecimento do oposto tanto do amor quanto do ódio: <strong>a indiferença.</strong> Se você é indiferente a alguém ou alguma coisa, não faz nenhum <strong>investimento emocional</strong> nele ou nela. <strong>Sem emoções investidas, não se pode amar nem odiar.</strong> Isso lhe permite exercer a <strong>razão imparcial</strong>, o que é útil na maioria dos casos. Também constitui a base do estoicismo, cuja idéia condutora é não supervalorizar nada que possa lhe ser tirado pelos outros, pois ao fazê-lo você se coloca sob o poder deles. <strong>Se fica apegado demais a pessoas ou coisas, está criando problemas para si mesmo.</strong> <strong>A indiferença às circunstâncias pode ser boa, ainda mais quando as circunstâncias são más.</strong> É o que todos chamam de entender as coisas filosoficamente ou estoicamente. <strong>Esse tipo de indiferença <span style="text-decoration:underline;">não é insensibilidade nem falta de compaixão.</span></strong> <strong>É a capacidade de não entender as coisas de forma excessivamente pessoal, mesmo quando parecem envolver sua pessoa.</strong> <strong>É mais como ficar frio durante o tiroteio. Permite-lhe agir da melhor maneira possível sob estresse.</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Assim, do lado benéfico, a indiferença impede que você sofra de apego negativo a alguma coisa.</strong> No entanto, a indiferença também<strong> </strong>faz com que você<strong> não possa sentir o prazer do apego positivo a alguma coisa.</strong> <strong>Se passar a vida tentando ser indiferente às pessoas e coisas para poupar-se de mal-estar, estará se privando de envolvimento e satisfação</strong>. <strong>Também pode ser como uma pedra na floresta: cercada por todo tipo de ser vivo e exposta a todo tipo de mudanças naturais e estações, mas incapaz de relacionar-se organicamente com qualquer deles. </strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Lou Marinoff</strong>, Pergunte a Platão (Record), pg. 188.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apego]]></title>
<link>http://vidaparada.wordpress.com/2009/10/07/apego/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 01:47:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>juliabdantas</dc:creator>
<guid>http://vidaparada.wordpress.com/2009/10/07/apego/</guid>
<description><![CDATA[Quando entrei no quarto, ela segurava um cigarro entre os dedos do pé. Aquilo me enlouquecia. Não en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando entrei no quarto, ela segurava um cigarro entre os dedos do pé. Aquilo me enlouquecia. Não entendia porque alguém sentia a necessidade de fazer três coisas ao mesmo tempo para depois ficar horas fazendo nada. Elizabeth cortava batatas, falava ao celular e fumava. Eu não veria, porque tinha que trabalhar, mas sabia que ela passaria o resto da tarde atirada no colchão do meio da sala, sem mover um braço.</p>
<p>Estávamos vivendo em um buraco no meio do deserto peruviano. Eu trabalhava como garçom no restaurante de um albergue, me pagavam uma miséria, mas me davam alojamento e comida. Liz não trabalhava. Ela poderia secar a louça com notas de 50 dólares se quisesse, mas mentia que era pobre. Acho que a mentira tornava sua vida mais próxima de uma aventura. No fim, eu invejava o dinheiro dela, e ela invejava minha loucura miserenta em um país ainda mais miserável.<!--more--></p>
<p>Havíamos nos conhecido na Bolívia, em uma sala de espera de uma clínica de aparência mais ou menos confiável em La Paz. Eu levava meu amigo Paulo que pegara uma infecção intestinal. Ela levava uma amiga de nome que nunca entendi que estava passando mal com a altitude. Passamos um bocado de tempo naquela sala, especulando as chances de nossos amigos estarem em salas de cirurgia tendo os rins removidos para o mercado negro. A conversa nos divertia, mas a idéia em parte nos amedrontava. Liz sabia espanhol, mas nos entendíamos melhor em inglês. E eu gostava do seu sotaque australiano, parecia uma caricatura de idioma. Nunca disse isso a ela, temia ofendê-la.</p>
<p>Paulo levou uma injeção, ganhou meia dúzia de comprimidos e voltou a vomitar assim que pisamos na rua. Como Liz e sua amiga haviam recém chegado em La Paz, decidiram se hospedar no mesmo hotel que nós estávamos. Pelos três dias seguintes, eu e Liz passamos o dia conhecendo a cidade, enquanto Paulo não se afastava mais de três metros do banheiro e a amiga australiana (seu nome soava algo como ivfa) nos acompanhava pelas manhãs e depois precisava descansar pelo resto do dia. Paulo decidiu voltar para o Brasil. Não havia sinal de melhora e ele era um pouco neurótico. Ivfa, Iffa, Ifve ou seja lá quem fosse também decidiu ir embora e seguir para terras mais baixas. Penso que foi em direção ao Pacífico, mas não tenho certeza. A partir daí, Liz e eu começamos a viajar juntos. E naturalmente nos envolvemos.</p>
<p>Tivemos que nos adaptar ao estilo do outro. Eu saíra de São Paulo com dinheiro o suficiente para pagar pelo meu transporte e alguma comida, mas sempre que possível, o que não era seguido, arranjava um emprego e tentava juntar algum dinheiro para seguir viagem. Foi assim que acabamos em Huacachina, uma pequena vila construída em torno de um oásis do deserto peruviano. Estávamos lá há quase um mês, era mais que hora de ir embora, mas por algum motivo que eu, e suponho que nem Liz, podia compreender, nos deixamos ir ficando, como se fôssemos sendo lentamente engolidos pelo deserto, sem perceber, sem gritar por socorro.</p>
<p>Eu começava no restaurante às onze da manhã, e ficava lá até umas nove da noite. Oficialmente, meu horário acabava às sete, mas os garçons do turno da noite sempre se atrasavam. Eu estava cheio da comida que eu servia, então Liz começou a cozinhar para que tivéssemos algo diferente para comer à noite. Em pouco tempo, entretanto, estávamos comendo batatas-com-alguma-coisa todos os dias e agora, de saco cheio das batatas e do restaurante, não havia mais escapatória.</p>
<p>Liz desligou o celular quando me viu. Ela sempre desligava o celular quando me via porque sabia que eu ficava puto quando ela tinha dinheiro para pagar a conta daquela merda por satélite e dizia não ter dinheiro para pagar pelo menos uma diária em um lugar que tivesse um chuveiro decente. Estávamos juntos há apenas três meses e nos comportávamos como se aquilo fosse um casamento em ruína. Provavelmente porque éramos amigos, amantes, irmãos, pais e filhos, ao mesmo tempo ídolo e vítima um do outro. Ela era a única pessoa com eu conversara profundamente nos últimos meses. Havia outros garçons, turistas, nativos, mas as conversas com eles variavam sempre sobre os mesmos temas: nossas cidades de origem, nossas últimas paradas, nossos próximos destinos. Liz era a única pessoa naquele país inteiro que sabia que eu detestava azeitonas e deixara um cachorro no Brasil abandonado em uma praça. Aos 24 anos de idade, era minha memória mais doída. Liz não parecia entender, mas ainda assim, a idéia de que se acaso eu morresse haveria alguém no mundo para guardar minha lembrança por mim – talvez ela contasse aos netos dela que um dia amara (será que me amava?) um homem que abandonara um cão – me tranqüilizava.</p>
<p>Ela anunciou que faria batatas com carne de alpaca e perguntou se tudo bem. Eu não suportava mais nem uma coisa nem outra. Disse que estava ótimo. Peguei meus óculos escuros e sentei-me do outro lado da mesa. Precisávamos ir embora dali. Domingo eu receberia o dinheiro da semana e tínhamos que sair imediatamente. Aquela vila estava nos abatendo. Era um lugar magnífico, inacreditavelmente bonito. A primeira vez que o vimos, Liz enxugou algumas lágrimas do rosto, diante das águas azuis e os coqueiros e a impressão de termos achado o mais próximo que se pode chegar do paraíso em vida. À distância, a imagem se esfumaçava, perdia e ganhava foco. Mas estávamos diante da coisa real, nós caminhamos cem metros e tocamos nos coqueiros, caminhamos naquelas ruelas, deitamos as mãos na água.</p>
<p>Após duas semanas o paraíso se tornou igual a qualquer outro lugar do mundo. Só que menor. Muito menor. Não há ser humano que suporte todos os dias treinar surf na areia, andar de buggy nas dunas, caminhar nas dunas, escorregar nas dunas e cumprimentar os menos de 50 habitantes fixos da vila. A contemplação prolongada do imóvel nos tornou insensíveis à beleza do imóvel e, bichos urbanos que éramos, sentíamos a tremenda falta do movimento das multidões.</p>
<p>Estávamos entediados. Liz, a bem da verdade, era entediada. A mim, ela chamava de deslumbrado, e por isso andava preocupada comigo a me ver remexendo nas unhas, fazendo desenhos na areia, reorganizando as roupas na mochila. Eu só lembrava de ter me sentido tão entediado quanto aquilo nas tardes de sábado em Cruz Alta, sozinho no meu apartamento, evitando interurbano para os meus pais e secretamente desprezando os meus amigos de infância. Liz jamais me vira entediado antes e não sabia lidar com isso. Em outras cidades, ela entediada, eu a levava para caminhar por uma rua onde não tivéssemos passado antes, obrigava-a a puxar conversa com um vendedor de rua ou simplesmente trocávamos de cidade. Ali sabíamos tudo, conhecíamos todos, era como viver em um condomínio fechado. Juan, um peruano artesão andarilho, nos falava que a energia do deserto segurava as pessoas. Não todas as pessoas, se não o deserto estaria superpovoado (ele anunciava esta conclusão com ar de inteligência) apenas as pessoas capazes de sentir a energia do deserto. Juan, por causa disso, nos achava pessoas muito sensíveis. Eu e Liz, de nosso lado, o achávamos excessivamente maconheiro.</p>
<p>As batatas estavam cortadas, eu ainda não me animara a dizer a Liz meu plano de ir embora no domingo. Em pouco tempo a comida estaria pronta e ela a guardaria até de noite, porque não gostava de cozinhar no escuro, quando havia mais insetos em volta. Ela tirou o cigarro do pé, deu uma última tragada e amassou-o no tampo da mesa. Não tínhamos cinzeiro e não queríamos um, porque mobiliar a casa, por menos que fosse a mobília, seria admitir que ficaríamos ali mais tempo. Enquanto ela desenrolava a carne da embalagem de papel eu peguei o maço de cigarros e dei um beijo na sua bochecha magra. Liz reclamava que eu levava os cigarros comigo porque ficava sem nenhum para o resto do dia. Eu lhe dizia que comprasse seus próprios e ela de novo dizia não ter dinheiro para supérfluos. Era evidente que ela poderia comprar seus cigarros, como também eu poderia deixar alguns antes de sair, mas me irritava até a medula o fato de que ela não caminharia 40 metros até o restaurante para pegar um comigo. Estava tão apática que preferia deitar-se e reclamar da falta de cigarros pelo telefone para alguém do outro lado do planeta.</p>
<p>Cheguei em casa quase às dez. Liz estava jogada no colchão conversando com Juan, encostado na mesa. Juan falava da energia do deserto, como de costume. Liz se divertia e incentivava o peruano a continuar seus devaneios. Ela ficava com os olhos como o de um caçador quando ouvia histórias de pessoas que conhecíamos na viagem. Como se tentasse virar aquelas pessoas ao avesso, pegar delas tudo que lhe interessava e depois ir embora, sem deixar algo em troca. Às vezes alguém percebia o seu olhar faminto e se protegia de suas perguntas incisivas. A cada dois ou três dias, um segurança de hotel, um garçom ou um mendigo desviavam os olhos de Liz e olhavam para mim com uma expressão de desamparo, em meio a frases evasivas. Eu não sabia como atender àqueles pedidos de misericórdia, se não levando Liz para outro lugar. Mas Juan não percebia. Juan estava demasiadamente inserido no deserto para acreditar que havia algo nele que pudesse ser tirado por outra pessoa, ele mesmo era um deserto, mas Liz queria alguns montinhos de areia, e sorria para Juan encostado na minha mesa e dizia-lhe em espanhol torto:</p>
<p>– Ah, que rico, Juan, conta-me más!</p>
<p>Ele contava. Já sabíamos quase tudo a respeito de Juan, onde morava sua família, como perdera um amor para outro homem, nos ensinara a fazer alguns colares de pedra e anéis de metal. Era um homem bom, me lembrava o homem essencialmente bom de Rousseau. Diante dele, Liz perdia o ar enfadonho e era mesmo capaz de parecer agitada. Por mais que eu gostasse de vê-la sorrir, bater palmas e me olhar orgulhosa a cada frase de Juan que ela considerasse uma descoberta significativa, a situação toda me enojava um pouco. Liz olhava para Juan e não tenho dúvidas que fazia ele se sentir importante, um ser capaz de provocar interesse em uma linda australiana. Mas aquela separação entre o peruano pobre e a linda australiana me incomodava. Eu percebia que Liz estava em um estudo científico, não em uma interação humana. Os lampejos nos seus olhos vinham da mesma curiosidade que tinham os cientistas ao contemplarem o nascimento de um clone de ovelha, era o mesmo auto-contentamento de um amestrador após ensinar um truque a um macaco. Juan não era uma pessoa como ela, era um empirismo barato, um cubo mágico, um amontoado de células debaixo do microscópio. Aquilo me incomodava e eu não podia dizer a ninguém, não podia dizer a Liz porque eu sabia que no fundo não estava muito distante de Juan. Eu era apenas um macaco mais evoluído, capaz de aprender truques mais complexos. Se a Juan ela perguntava sobre espécies de milho e sua infância na pobreza, a mim ela testava com perguntas sobre filosofia, política, economia, já leste Kant? conheces a Europa? esquerda ou direita, republicano ou democrata, Joyce ou Proust?, não terminava nunca.</p>
<p>Juan vai embora depois que eu aqueço a comida. Por mais convites que tenhamos feito, ele nunca jantou conosco. Sirvo um pedaço de carne e algumas batatas para cada. Ao sentar à mesa, Liz ainda guarda um pouco do brilho causado pelas histórias de Juan. Espero que ela se aquiete um pouco e digo que deveríamos ir embora no domingo. Quem sabe Nazca? Ela demora a responder, não é comum, Liz costuma ter respostas de imediato. Ela pousa os talheres no prato &#8211; está olhando para a alpaca &#8211; coloca o cabelo atrás da orelha esquerda e me olha. Eu também paro de comer e espero.</p>
<p>Liz sugere que eu vá sozinho para Nazca, ela não se interessa muito pelo lugar e quer em breve ir para Lima. Quem sabe nos encontramos depois em Santa Lucia, ela tem muito o que fazer em Lima e sabe que eu não gosto de cidades grandes. Eu sei que em Lima ela pretende encontrar Cole, um australiano grandalhão de quem ela guarda uma foto em seu caderno de viagem. Eu sempre soube a respeito de Cole, detestei-o desde a primeira vez que ouvi seu nome. Cole, porra de nome idiota difícil de dizer. Soava como uma onomatopéia, era uma piada de nome e ela o pronunciava com esmero, em uma contorção da língua no “l” que começava do céu da boca e terminava esfregando-se na parte interna dos dentes de baixo. Cole. Ele estava vindo da Austrália para o Peru apenas para vê-la. Tinha duas semanas de férias e queria passar com Liz. Ela havia me contado tudo isso há muito tempo, antes de estarmos juntos, quando achávamos que passaríamos uns dias dividindo alguns quartos de hotéis e depois cada um seguiria para seu lado. Mas estávamos ali e fazia uns dois meses que Liz não mencionava Cole, ou Lima. Agora isso.</p>
<p>Eu disse que poderíamos ficar pouco tempo em Nazca, apenas para ver as linhas de Nazca, e depois seguiríamos juntos para Lima, eu não me importava de ficar em um centro urbano, estava mesmo precisando ver um supermercado. Era uma proposta suicida. Liz jamais iria para Lima comigo, mas eu queria ouvi-la dizer, queria ver sua língua batendo nos dentes para dizer que ela queria ir sozinha para encontrar Cole. Ela repetiu que não queria ir à Nazca, que eu não deveria me prender por ela. Ela ficaria mais um tempo em Huacachina e depois subiria direto para Lima. Decidi levar o suicídio adiante. Disse que ficaria com ela e iríamos os dois para a capital, que se fodessem as linhas. Liz finalmente pareceu abalada e levantou da mesa. Aguardei o golpe.</p>
<p>Ela entrou no banheiro e em dois segundos saiu já de pijama:</p>
<p>– Amanhã conversamos sobre isso.</p>
<p>Amanhã já era sábado.</p>
<p>Acordei deitado no meio das malas de Liz. Uma grande mochila aberta e um amontoado de frasqueiras. Do banheiro, ouvi a torneira aberta. Liz tinha a tranqüilidade de espírito de escovar os dentes antes de me abandonar. Terminei de fechar as frasqueiras e coloquei-as dentro da mochila. Ela voltou ao quarto e fingiu não se surpreender com a mala feita. Expliquei mesmo assim:</p>
<p>– Se você quer ir, muito bem. Vá. Mas eu sei que você queria ficar mais antes de encontrar Cole, então você não precisa ir ainda. Eu espero. E então, depois de esperar, você vai para Lima e eu para Nazca. Tudo como o plano original.</p>
<p>Procurei nos olhos dela alguma reação à menção de Cole. Ela apenas retirou as frasqueiras da mochila até alcançar uma cor-de-rosa. Guardou a escova de dentes. Devolveu tudo para mochila, fazendo questão de me mostrar a ordem correta de guardar frasqueiras. Depois de correr zíper, amarrar cordas, ela sentou na beirada da cama e me olhou como se fosse explicar algo elementar a uma criança:</p>
<p>– Por que prolongar por uma, duas ou três semanas algo que a gente pode acabar agora?</p>
<p>Porque eu gostava dela. Porque para mim, a pergunta era inversa: porque terminar agora algo que pode durar mais uma, duas ou três semanas? Eu nem a conhecia direito. Conhecia, com sorte, a metade dela. A metade de fora, mas gostava daquele corpo, acostumara-me a ele. Quando me deitava atrás dela, ela virada de lado, sabia que se passasse as mãos nas suas costas sentiria um sinal na espádua esquerda, contaria as doze reentrâncias de sua coluna vertebral, encaixaria a concha da mão na curva entre a cintura e o quadril. Admirava a perfeita distribuição de pêlos pelo corpo dela, começavam na nuca, facilmente arrepiáveis, diminuíam até o centro das costas, se extinguiam na altura da cintura e recomeçavam pouco mais abaixo, perdendo-se entre as nádegas redondas. Macia, a penugem loura de Liz recebia meus carinhos, cedia às minhas mãos da mesma exata maneira que já devia ter cedido a tantas outras.</p>
<p>Ela fazia eu me sentir menos sozinho, mais pela semelhança entre nós que por cumplicidade. Havia no mundo outro ser da minha espécie. Dois gauches na vida, e ela jamais saberia o que é um gauche. Duas solidões fazendo as vezes de independências.  Frustrava-me que ela não precisasse de cuidados. Queria desesperadamente ajudá-la, e ela não precisava de ajuda. Depois de uma vida convencendo as pessoas que eu não era confiável para que elas não dependessem de mim, sentia um primitivo desejo de proteger. Queria que Liz sofresse um acidente, pegasse uma doença, queria achar na porta de casa um gato sem uma pata, ou que Juan tivesse um problema com a polícia, qualquer coisa. Como não sabia mais doer em mim mesmo, buscava outras feridas para lamber. E Liz, eu a amava, de alguma maneira um pouco fraca, um pouco desesperada eu a amava da melhor forma que sabia, e me espantava que uma coisa tão bonita pudesse acontecer em um peito tão despreparado quanto o meu.</p>
<p>Liz foi embora antes do meio-dia. Fazia sol, como todos os dias. Eu fui para o restaurante, e por não conseguir fazer nada, fui imediatamente despedido. Era uma estupidez, como se houvesse alguém para me substituir num raio de 600 quilômetros, mas veio a calhar. Juntei minhas coisas, pedi a Juan que desse um jeito de ligar para Nazca e mandar um carro me buscar. Não faço a menor idéia de como Juan conseguia fazer essas coisas – ligar para Nazca, comer, vender seu artesanato, viver, enfim, mas ele sempre conseguia – e no meio da tarde chegou o meu táxi, um automóvel grande e velho, mais velho do que grande. Era uma fortuna fazer aquela viagem sozinho, sem outros passageiros para dividir os custos, mas ninguém queria sair de lá, estavam presos pela energia do deserto.</p>
<p>Negociei o preço da viagem, mais por esporte que necessidade. Os três meses de garçom até renderam bastante, em termos de país terceiro-mundista. O sol vinha se pondo enquanto viajávamos no meio da areia. Aquela estrada sem fim e aquela imensidão para o sol se colocar, sem limites, sem moldura, sem referência, fazia eu me sentir no apocalipse. Assisti ao fim do mundo, em um agosto do século dois mil.</p>
<p>Viajar em um deserto obriga os pensamentos a correrem sobre nós, porque automaticamente desliga aquele mecanismo de nomeações que aprendemos desde criança. A criança caminha ou folheia um livro de figuras e aponta para dar nome a tudo aquilo que conhece. Cachorro, árvore, papai, titia, carro, sapato, cachorro de novo. Crescemos e a coisa acontece igual, apenas não esticamos o dedo nem enunciamos os nomes. Mas as imagens mentais ainda estão todas lá enquanto caminhamos ou folheamos uma revista de famosos. Cachorro, carro que eu queria, gostosa de vestido curto, sapatos que não posso pagar, galã das oito, relógio (está tarde), sinaleira fechada, gostosa de novo. Mas viajando no deserto, o cotovelo apoiado na janela segurando o rosto pelo queixo, só nos resta olhar para dentro depois de nomear à exaustão, deserto, deserto, deserto, deserto, deserto, deserto&#8230;</p>
<p>Pensei em Liz, em Cruz Alta, no meu cão, em Juan, nos amores intranqüilos, nas pessoas tristes da América, e pensei em como tudo aquilo iria, alguns meses após a chegada ao Brasil, sufocar e se enterrar embaixo do peso da realidade. E o deserto, nosso suor, nosso arremedo de casamento e nosso suave caminhar de mãos dadas não passariam de memória. Aos meus amigos, falarei de Liz com fingido desinteresse. Na praça central de Santa Cruz, procurarei um cão quando lembrar. Nas paredes, uma ou duas fotos ampliadas. Para sempre, a imagem de Liz na luz seca do deserto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Elimina tu apego a las emociones negativas.]]></title>
<link>http://cibertrabajo.wordpress.com/2009/10/06/elimina-tu-apego-a-las-emociones-negativas/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 13:35:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Sergio Lizarraga</dc:creator>
<guid>http://cibertrabajo.wordpress.com/2009/10/06/elimina-tu-apego-a-las-emociones-negativas/</guid>
<description><![CDATA[Saludos, uno de los problemas típicos que enfrentamos todos es el hecho de que estamos apegados a nu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Saludos, uno de los problemas típicos que enfrentamos todos es el hecho de que estamos apegados a nu]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
