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	<title>apocrifo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/apocrifo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "apocrifo"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 01:31:30 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Sherlock Holmes a Sesto Fiorentino]]></title>
<link>http://sestosguardo.wordpress.com/2009/11/04/sherlock-holmes-a-sesto-fiorentino/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:17:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>aLe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Cari amici, forse non tutti sanno che Sesto Fiorentino non è legata solo al nome di Pinocchio, ma an]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Cari amici, forse non tutti sanno che Sesto Fiorentino non è legata solo al nome di Pinocchio, ma an]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Epístola aos laodicenses - Apócrifo]]></title>
<link>http://clinicadaalma.wordpress.com/2009/07/12/epistola-aos-laodicenses-apocrifo/</link>
<pubDate>Sun, 12 Jul 2009 16:21:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>marciompc</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em Colossenses 4,6, São Paulo diz que esta sua epístola deve ser lida também para a igreja da Laodic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-53" title="PaulT-1" src="http://clinicadaalma.wordpress.com/files/2009/07/pault-1.jpg?w=150" alt="PaulT-1" width="150" height="111" />Em Colossenses 4,6, São Paulo diz que esta sua epístola deve ser lida também para a igreja da Laodicéia; em contrapartida, a epístola que enviou para aquela igreja deverá ser lida para os Colossenses&#8230; A epístola que Paulo escreveu aos Laodicenses foi perdida, mas alguém, em fins do séc. III, aproveitando-se dessa famosa citação, compôs um texto que, por muito tempo (quase 1000 anos) gozou de grande estima por parte dos cristãos. A epístola abaixo certamente não é aquela mencionada pelo <a href="http://www.geocities.com/Athens/Aegean/8990/muratori.htm">Cânon Muratori</a></p>
<p><em> pois, ao contrário do que este diz, não favorece nenhuma heresia. </em></p>
<p><em>No séc. IV, São Jerônimo escreveu: </em>&#8220;Alguns lêem a Epístola aos Laodicenses, mas ela é rejeitada pela maioria&#8221;<em> (De Viris, iII, 5). No final do séc. X, Elfrick, monge de Dorset, escreve um tratado sobre o Antigo e o Novo Testamentos, no qual afirma que o apóstolo Paulo escreveu 15 epístolas. Em sua enumeração inclue a dos Laodicenses após aquela a Filêmon. Por volta de 1165, João de Salisbury, escrevendo sobre o cânon a Henrique, conde da Champanhe (Ep. 209), informa-o que </em>&#8220;é comum, ou de fato de entendimento universal, que existem somente 14 epístolas de Paulo&#8230; mas a 15ª é aquela que foi escrita à igreja de Laodicéia&#8221;<em>. </em></p>
<p><em>Não há evidências de que haja um texto grego. A epístola se encontra entre 100 manuscritos da Vulgata Latina (inclusive o mais antigo, o famoso Código de Fulda, do ano 546), como também entre os manuscritos das primitivas versões Albigenses, Boêmias e Flamengas. Está ainda incluída em todas as 18 Bíblias Germânicas impressas antes da tradução de Lutero. Aparece também na primeira Bíblia Tcheca (Boêmia), publicada em Praga, em 1488, e reimpressa várias vezes nos séculos XVI e XVII&#8230; </em></p>
<p><em>Por essa razão, afirmou o bispo Lightfoot: </em>&#8220;Por mais de nove séculos esta epístola esquecida circulou ao redor das portas do Sagrado Cânon sem receber admissão ou sendo peremptoriamente excluída. [...] Não foi senão no Concílio de Florença (1439-1443) que a Sede de Roma emitiu pela primeira vez uma opinião categórica do Cânon das Escrituras. Na lista de 27 livros do Novo Testamento há 14 Epístolas Paulinas, sendo a dos Hebreus a última, vindo logo em seguida os Atos, imediatamente antes da Revelação de João. A epístola aos Laodicenses não é mais mencionada&#8221;<em>. </em></p>
<p><em>A epístola possui apenas 20 versículos e não acrescenta nada de novo; ao contrário, traz frases retiradas de epístolas verdadeiras de Paulo, particularmente da epístola aos Filipenses, dando a impressão de que o autor tinha como objetivo apenas suprir a lacuna deixada por Col 4,6. </em></p>
<p><em>O autor &#8211; que se faz passar por Paulo na prisão &#8211; expressa sua alegria pela fé e virtude dos Laodicenses, adverte-os contra os hereges, e exorta-os a permanecerem fiéis à doutrina Cristã e às normas cristãs de vida. </em></p>
<p><strong>Segue abaixo a Epístola aos Laodicenses</strong></p>
<ol>
<li>Paulo, apóstolo não dos homens nem pelos      homens, mas por meio de Jesus Cristo, aos irmãos que estão em Laodicéia:</li>
<li>Graças para vós e paz de Deus Pai e de Nosso      Senhor Jesus Cristo.</li>
<li>Agradeço a Cristo em todas as minhas preces      porque permaneceis n&#8217;Ele e perseverais em suas obras, aguardando a      promessa do dia do julgamento.</li>
<li>Que não sejais enganados pelas pregações vãs      de alguns para que não vos afastem da verdade do Evangelho que foi por mim      proclamado.</li>
<li>Permita Deus, agora, que aqueles que foram      enviados por mim para professarem a verdade do Evangelho lhes possam ser      úteis e realizem boas obras para a obtenção da vida eterna.</li>
<li>No momento, minhas cadeias se evidenciam &#8211; eu      que sofro em Cristo &#8211; pelas quais sou feliz e me alegro.</li>
<li>Isso me serve para a salvação eterna que se      efetua por vossas preces e pela ajuda do Espírito Santo, seja na vida,      seja na morte;</li>
<li>pois que minha vida está em Cristo e morrer é      alegria.</li>
<li>Isto quer Sua misericórdia fazer em vós: que      tenhais o mesmo amor e permaneçais unidos.</li>
<li>Portanto, amados, o que ouvistes quando de      minha estadia entre vós assim o conservai e agi no temor de Deus, e tereis      em vós a vida para sempre;</li>
<li>pois é Deus que opera em vós,</li>
<li>e fazei sem hesitação o que deveis fazer.</li>
<li>E no mais, amados, alegrai-vos em Cristo e      tende cuidado com aqueles que procuram lucros sórdidos.</li>
<li>Possam todos vossos pedidos chegarem a Deus e      ficai firmes no sentimento de Cristo.</li>
<li>E fazei o que é puro, verdadeiro, adequado,      justo e amável.</li>
<li>O que ouvistes e recebestes guardai no vosso      coração e tereis a paz convosco.</li>
<li>Saudai a todos os irmãos com o ósculo santo.</li>
<li>Os irmãos na fé vos saúdam.</li>
<li>A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja      com vosso espírito.</li>
<li>Cuidai para que esta Epístola seja lida aos      Colossenses e que aquela, dos Colossenses, seja lida para vós.</li>
</ol>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profany, Contos Apócrifos #4]]></title>
<link>http://novafrequencia.wordpress.com/2009/07/09/profany-contos-apocrifos-4/</link>
<pubDate>Thu, 09 Jul 2009 14:15:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aracnos</dc:creator>
<guid>http://novafrequencia.wordpress.com/2009/07/09/profany-contos-apocrifos-4/</guid>
<description><![CDATA[Finalmente Profaniel caminha sobre a Terra. A salvação do mundo com a destruição de Lúcifer está em ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Finalmente Profaniel caminha sobre a Terra. A salvação do mundo com a destruição de Lúcifer está em ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Detienen a sicarios con patrullas “clonadas” de El Teo ]]></title>
<link>http://narcotijuana.info/2009/06/23/detienen-a-sicarios-con-patrullas-clonadas/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 05:14:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Narco Tijuana</dc:creator>
<guid>http://narcotijuana.info/2009/06/23/detienen-a-sicarios-con-patrullas-clonadas/</guid>
<description><![CDATA[Si “trabajan” para El Muletas *.- Los detuvieron anoche con “patrulla” clonada TIJUANA BC 24 de juni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Si “trabajan” para El Muletas</strong></p>
<p>*.- Los detuvieron anoche con “patrulla” clonada</p>
<p>TIJUANA BC 24 de junio de 2009 (AFN).- Los dos individuos detenidos la tarde del martes en el Cañón del Sainz, afirmaron “trabajar” para Raydel López Uriarte, alias El Muletas, al momento de ser sometidos por elementos de las Fuerzas Federales y del Ejército, que los capturaron este martes.<br />
Según los datos proporcionados a Agencia Fronteriza de Noticias de Tijuana, los hombres fueron detenidos a raíz de que elementos policíacos y castrenses, los ubicaron en el cruce de la Avenida Las Palmas, sobre el bulevar Díaz Ordaz, en la zona de La Presa, según lo que se indicó.<br />
Los individuos circulaban por esa zona en las tres unidades que les fueron decomisadas, cuando se encontraron con los agentes de la ley y elementos castrenses, quienes les marcaron el alto.<br />
En lugar de detenerse, los individuos aceleraron la marcha, por lo que fueron perseguidos hasta un camino de terraceria en el Cañón del Sainz, cuando uno de los delincuentes logró darse a la fuga al correr hacia un cerro cercano.<br />
Los otros dos delincuentes fueron detenidos finalmente. Cada uno de los perseguidos, conducía una de las unidades que estaban siendo acondicionadas, una de éstas como patrulla de la ciudad de Rosarito.<br />
Según los datos obtenidos los hechos iniciaron alrededor de las 19:10 horas, cuando los oficiales se percataron que el vehiculo del centro contaba con logos de la policía de Rosarito y era conducido por una persona vestida de civil.<br />
Al terminar la persecución, se logró la captura de los dos individuos, ya que la unidad que contaba con los logos, un vehiculo Chevrolet tipo Expres, de color rojo, se quedó atascado en una brecha. Los detenidos fueron identificados como Rodolfo Villa Castro, alias El Tito y Juan Diego Rodríguez Enríquez, alias El Diego, quienes se resistieron a la captura. No se conoció hasta el momento la identidad de la persona fugada.<br />
Los dos detenidos afirmaron trabajar para El Muletas, esperando de esa forma recobrar su libertad, sin embargo fueron detenidos y remitidos a las autoridades correspondientes. Se confirmó que una de las unidades estaba blindada en tanto que otra simulaba ser una Calafia y en una más se descubrió un arma calibre 7.62 por 39 milímetros, de las conocidas como “cuernos de chivo”, cartuchos útiles y cargadores.<br />
http://afntijuana.info/blog/?p=11748</p>
<p><img src="http://img510.imageshack.us/img510/6076/deteniodosdelteo.jpg" alt="" /></p>
<p><strong>Detienen a sicarios con patrullas “clonadas”</strong></p>
<p>*.- Y en otro operativo trasladan a “arraigados” a la Penitenciaría</p>
<p>20:30 horas.-Tijuana BC 23 de junio de 2009 (AFN).- Elementos del ejército y de las Fuerzas Federales, detuvieron la tarde-noche de este martes por la zona de La Presa, a por lo menos dos individuos que presuntamente están relacionados con Raydel López Uriarte, alias El Muletas y Eduardo Teodoro García Simental (a) El Teo.<br />
Los individuos tenían en su poder tres unidades que estaban acondicionando como patrullas de la policía de Rosarito, una de las cuales (un vehículo panel) ya presenta la leyenda de la corporación de esa ciudad.<br />
Por otra parte y en otro movimiento casi simultáneo, por lo menos 20 personas –entre las que se encuentran cuatro policías- que fueron detenidas y arraigadas en los últimos días, estaban siendo trasladadas a la penitenciaría para su reclusión.<br />
Entre los arraigados se encuentra Bernardo Cristóbal Arellano Mejía, alias “El Morete”.<br />
De hecho los dos operativos pudieron ser apreciados, debido a que la veintena de arraigados y estos dos detenidos, estaban la noche de hoy en las instalaciones de uno de los hoteles en los que las Fuerzas Federales mantienen una de sus sedes.<br />
Por ese motivo se registró un aparatoso operativo que incluyó el cierre, en ambos sentidos, del bulevar Agua Caliente a la altura del Club Campestre de Tijuana, según lo pudo apreciar Agencia Fronteriza de Noticias de Tijuana.<br />
Aún no se proporciona información oficial sobre estos casos.<br />
http://afntijuana.info/blog/?p=11748</p>
<p><strong> Decomisan vehículos blindados utilizados por el &#8216;narco&#8217;</strong></p>
<p>    * Luis G. Andrade</p>
<p>TIJUANA, Baja California(PH)<br />
Dos vehículos tipo panel que por fuera aparentaban ser una calafia y una patrulla de la Policía Municipal de Rosarito, resultaron estar blindadas por dentro y acondicionadas para enfrentamientos armados.</p>
<p>Agentes de la Policía Federal, informaron que las camionetas fueron confiscadas la noche del martes en el bulevar Díaz Ordaz, en las inmediaciones de la subdelegación de Los Pinos, dos hombres, quienes las manejaban fueron detenidos.</p>
<p>El interior de los vehículos se encontraba reforzado con placas metálicas, las cuales convertían a las camionetas prácticamente en tanquetas, incluso en las puertas traseras tenían una rendijas, tipo escotillas, de donde una persona podía disparar mientras se protegía.</p>
<p>De acuerdo a los agentes, las camionetas estaban diseñadas sin duda para participar en enfrentamientos armados, en la caja podrían caber hasta 10 personas armadas; con la rotulación como unidades oficiales, podían pasar desapercibidas.</p>
<p>De manera extraoficial de mencionó que las personas detenidas dieron los nombres de Juan Diego Rodríguez y Rodolfo Villa Castro, quienes no se descarta que puedan pertenecer a una célula del Crimen Organizado.</p>
<p>Según las autoridades, al parecer las unidades no habían sido utilizadas ya parecían estar nuevas, incluso no se les apreciaban impactos de bala en la carrocería, ni indicios de algún ataque en el interior.</p>
<p>Nota Publicada: 24/06/2009 14:43<br />
http://www.frontera.info/EdicionEnLinea/Notas/Noticias/24062009/384384.aspx</p>
<p><img src="http://img218.imageshack.us/img218/7997/211693gj.jpg" alt="" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Profany, Contos Apócrifos #3]]></title>
<link>http://novafrequencia.wordpress.com/2009/05/29/profany-contos-apocrifos-3/</link>
<pubDate>Sat, 30 May 2009 02:07:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aracnos</dc:creator>
<guid>http://novafrequencia.wordpress.com/2009/05/29/profany-contos-apocrifos-3/</guid>
<description><![CDATA[Muitas ameaças aguardam Noriel no seu caminho pelo mundo dos mortos em busca das portas do Abismo, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Muitas ameaças aguardam Noriel no seu caminho pelo mundo dos mortos em busca das portas do Abismo, d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Dragão de Sete Cabeças e os Quatro Cavaleiros do Apocalipse]]></title>
<link>http://monasticismo.wordpress.com/2009/03/21/o-dragao-de-sete-cabecas-e-os-quatro-cavaleiros-do-apocalipse/</link>
<pubDate>Sat, 21 Mar 2009 01:26:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Arddhu</dc:creator>
<guid>http://monasticismo.wordpress.com/2009/03/21/o-dragao-de-sete-cabecas-e-os-quatro-cavaleiros-do-apocalipse/</guid>
<description><![CDATA[Adoro literatura bíblica apócrica, escatológica e isso não é novidade. A novidade foi encontrar essa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Adoro literatura bíblica apócrica, escatológica e isso não é novidade. A novidade foi encontrar essa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lanza Sagrada]]></title>
<link>http://lubusssster.wordpress.com/2009/03/20/lanza-sagrada/</link>
<pubDate>Fri, 20 Mar 2009 04:29:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>lubusssster</dc:creator>
<guid>http://lubusssster.wordpress.com/2009/03/20/lanza-sagrada/</guid>
<description><![CDATA[De acuerdo a la leyenda, la Lanza Sagrada (también conocida como Lanza del Destino, Lanza de Longino]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin:0;"><img class="aligncenter size-full wp-image-1080" title="heilige_lanze_02" src="http://lubusssster.wordpress.com/files/2009/03/heilige_lanze_02.jpg" alt="heilige_lanze_02" width="450" height="819" /></p>
<p style="margin:0;">De acuerdo a la leyenda, la Lanza Sagrada (también conocida como Lanza del Destino, Lanza de Longino o Lanza de Cristo) es el nombre que se le dio a la lanza con la que un soldado romano (llamado Longino según un texto bíblico apócrifo) atravesó el cuerpo de Jesús cuando estaba en la cruz.</p>
<p style="margin:0;"><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Lanza_Sagrada">http://es.wikipedia.org/wiki/Lanza_Sagrada</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arcópoli destapa la falsa cátedra de Enrique Rojas]]></title>
<link>http://fjnavas.wordpress.com/2009/03/11/arcopoli-destapa-la-falsa-catedra-de-enrique-rojas/</link>
<pubDate>Wed, 11 Mar 2009 08:00:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>fjnavas</dc:creator>
<guid>http://fjnavas.wordpress.com/2009/03/11/arcopoli-destapa-la-falsa-catedra-de-enrique-rojas/</guid>
<description><![CDATA[Arcópoli, una Asociación de lesbianas, gays y transexuales universitaria, ha denunciado que Enrique ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="txtleadnoticia" style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.elplural.com/media/0000017000/0000017304.jpg" alt="" width="186" height="169" /></p>
<p class="txtleadnoticia">Arcópoli, una Asociación de lesbianas, gays y transexuales universitaria, ha denunciado que Enrique Rojas, el “autodenominado catedrático de Psiquiatría” de la Universidad Complutense de Madrid “no pertenece” a este centro “ni goza del título del que hace gala en sus participaciones mediáticas e incluso en sus biografías y página personal”. Rojas, colaborador de <em>ABC</em>, es un psicólogo conservador muy significado en las manifestaciones de grupos ultra católicos. Su nombre salió a colación recientemente, en el juicio del juez homófobo, Fernando Ferrín Calamita, inhabilitado por “retraso malicioso” de la adopción de una pareja de lesbianas. Calamita citó al supuesto catedrático para explicar que los menores sujetos a este tipo de adopción son “cobayas humanas”.</p>
<p class="txtleadnoticia">La Asociación de Lesbianas, Gays, Transexuales, Bisexuales y Heterosexuales de las Universidades Complutense y Politécnica de Madrid ha desvelado que Rojas no pertenece, como dice, al primero de estos centros “ni goza del título del que hace gala”.</p>
<p><strong>No hay ningún Rojas<br />
</strong>“En la Facultad de Medicina, el director del Departamento de Psiquiatría es Tomás Ortiz Alonso, y en la Facultad de Psicología no hay ninguna cátedra de Psiquiatría”, aseguran. “Arcópoli quiere expresar su repugnancia por las declaraciones de este personaje impostor de <!--more-->títulos y profundamente homófobo que se basa en estudios apócrifos de los que no precisa la fuente para difamar a las personas homosexuales afirmando que ‘la homosexualidad es un desajuste psicológico’”.</p>
<p><strong>“Planteamientos anacrónicos”</strong><br />
Rojas no sólo “se posiciona en contra de la Asociación Americana de Psiquiatría y la Organización Mundial de la Salud” sosteniendo tales planteamientos anacrónicos. También “desprecia y contradice” estudios sobre la adopción por homosexuales afirmando que “si un niño es adoptado por dos homosexuales, hay muchas posibilidades de que ese niño crezca homosexual”, remacha la asociación en una nota de prensa.</p>
<p><strong>Afinidad con Calamita</strong><br />
No en vano, Ferrín Calamita le citó como autoridad en el juicio en el que finalmente fue condenado por “retraso malicioso” en la adopción de una menor por una mujer lesbiana. El magistrado se refirió a los niños tutelados por personas <em>gays</em> como “cobayas humanas” haciéndose eco de posturas de <em>especialistas</em> como “Enrique Rojas Montes, Aquilino Polaina y varios expertos americanos, como Renters”.</p>
<p><strong>Más posibilidades de homosexualidad<br />
</strong>No es ésta la única teoría del psiquiatra. En septiembre de 2004, Rojas aprovechaba la sede barcelonesa de Médicos Crisitianos de Cataluña para explicar a la prensa sus ideas. Por ejemplo, que “los niños adoptados por parejas homosexuales tienen más posibilidades de sufrir un desajuste de la personalidad, lo que en inglés se llama<span style="font-style:italic;"> personality disorder</span>. Narcisismo, inmadurez y obsesiones son algunas de las manifestaciones de estas personas, que presentan, en definitiva, una personalidad no bien construida”. “Sobre todo que es mas fácil que el niño se homosexualice”, agregaba.</p>
<p class="txtleadnoticia">Vía &#124; <a href="http://www.elplural.com/macrovida/detail.php?id=31315" target="_blank">El Plural</a></p>
<p class="txtleadnoticia" style="text-align:center;"><a href="http://fjnavas.wordpress.com/tienda"><img class="aligncenter" src="http://fjnavas.files.wordpress.com/2009/03/widget-tienda-22.png?w=401&#038;h=71#38;h=71&#38;h=71" alt="" width="401" height="71" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vacásana]]></title>
<link>http://yogaantiguo.wordpress.com/2009/02/27/vacasana/</link>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 13:23:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Natalia Sanmartín Gil</dc:creator>
<guid>http://yogaantiguo.wordpress.com/2009/02/27/vacasana/</guid>
<description><![CDATA[Si el ingenio occidental ya consiguio crear las apócrifas modalidades &#8220;yoga para perros&#8221;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Si el ingenio occidental ya consiguio crear las apócrifas modalidades &#8220;yoga para perros&#8221; y &#8220;horse yoga&#8221;, porqué no esta nueva idea&#8230; vacásana!</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-633" title="vacas" src="http://yogaantiguo.wordpress.com/files/2009/02/vacas.jpg" alt="vacas" width="470" height="290" />(una observación: son buenos los mats! resistentes!)</p>
<pre style="text-align:right;">Gracias PH por el aporte.</pre>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Discorso contro la morte - di Marco Ercolani]]></title>
<link>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/02/21/discorso-contro-la-morte-di-marco-ercolani/</link>
<pubDate>Sat, 21 Feb 2009 17:04:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernirosso</dc:creator>
<guid>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/02/21/discorso-contro-la-morte-di-marco-ercolani/</guid>
<description><![CDATA[Agostino Arrivabene “Esistono nodi irrisolti e dolenti, nella vita e nell’opera di un artista, che n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em> </em></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong>Agostino Arrivabene</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><strong><a href="http://www.agostinoarrivabene.it/images/070.jpg"><img class="alignnone" src="http://www.agostinoarrivabene.it/images/070.jpg" alt="" width="349" height="443" /></a><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"><br />
</span></p>
<p><span style="color:#000000;">“</span>Esistono nodi irrisolti e dolenti, nella vita e nell’opera di un artista, che non invitano a spiegare o a capire ma ad indagare ancora, come se certe domande esigessero sempre, dal mondo dei vivi, una risposta. A partire da tracce reali e indizi verosimili &#8211; frammenti di lettere, aneddoti, cronache, taccuini &#8211; è un gioco perturbante reinventare, reimmaginare, entrare di nuovo in quelle vite e in quelle opere: trasformare, correggere, «risognare» il passato. Chiedere a certi destini, consegnati alle cronache della storia, di tornare incompiuti, di esibirsi sul palcoscenico di un racconto fantastico per svelare ancora il loro segreto. Pur restando tale, quel segreto ci parlerà di come, fin dall’inizio, l’arte non sia stata che un lungo combattimento per la ricerca di una verità poetica, intima e assoluta, da conquistare attraverso le meraviglie della finzione. In questi racconti ‘impossibili’ succedono cose impreviste: un dettaglio si evidenzia, un paesaggio si sfuoca, un sogno si compie, una voce si rivela, una visione si forma. La condizione paradossale dell’autore ‘apocrifo’ è creare un testo impossibile che, mentre viene scritto, diventa possibile dall’interno di una scrittura-ombra che va alla caccia dei suoi fantasmi e naviga nel mondo delle ipotesi e delle congetture, dei commenti e delle fantasie, del vero e del falso, in una terra instabile e metamorfica che si impone come la sola necessaria e reale.” (Marco Ercolani)<!--more--></p>
<p align="center"><strong>***</strong></p>
<p align="center"><strong>Discorso contro la morte</strong></p>
<p><em>Sermone pronunciato da John Donne la notte di Natale del 1630, nella chiesa di Saint Paul.</em></p>
<p>Solo adesso arrivo a parlarvi, miei fedeli. Educato fra uomini abituati al disprezzo della vita e al culto dei morti, affamati di un immaginario martirio e di una tormentosa trascendenza, oppressi dal cilicio di una religione oscura come una tara inconfessabile, solo adesso arrivo a parlarvi, come dopo un lungo viaggio.<br />
Ora siamo nudi, qui, nella chiesa di Saint Paul, e non possiamo tacere. I nostri abiti sono quella piccola montagna di stracci ammucchiata davanti al portale. Ma non vergognatevi. Nessuno entrerà. La porta è stata sbarrata dall’interno con un trave di legno. E’ quasi mezzanotte e nessuno potrà vederci così come siamo. Dowland ha acceso questo grande fuoco al centro della chiesa, che ci scalda tutti. Non possiamo avere freddo. Dobbiamo restare in preghiera &#8211; noi, chiusi in questo silenzioso mausoleo con i nostri corpi nudi, nudi come lo furono alla nascita, senza lo straccio di una veste, senza l’orpello di un abito, scorticati da ogni lusso superfluo &#8211; con tutti i nostri corpi, giovani, vecchi, bambini, adulti, nel giorno della massima festività: il Natale del 1630, la nascita di Cristo, Nostro Signore.<br />
Il cuore mi si colma di commozione. Quasi non riesco a proferire parola. Come siete diversi tutti. Il tempo è leggero su quelle braccia, pesante su quella schiena, funesto su quel cranio, atroce su quelle gambe. Vi vedo tutti &#8211; non posso farne a meno. Vedo la vita in cammino, come il suo muto gemello, il Signore della Morte. Dio passa dentro di voi. Quell’addome magro, Katherine, ieri era florido e ha generato Anna Porter, vostra figlia. Quel braccio che ieri lavorava duramente nei campi, Summer, adesso è lì, raggrinzito sul volume di preghiere. Vi vedo con chiarezza, come un cartografo la mappa delle terre che esplorerà.<br />
Ma i vostri pensieri sono le cose più incredibili: affollano questo luogo da ogni parte, sono uno sciame di cose tranquille e atroci, chi vorrebbe ammazzare il vicino di campo, chi cullare la figlia, chi mangiare un arrosto di cervo, chi fare all’amore con la donna dell’amico. Voi che ora mi ascoltate e arate dei campi e nutrite delle famiglie, non avete mai sentito parlare, da bambini, di apostasie, anatemi, abiure, sentenze. Non siete stati allontanati, a sei anni, da un drappello di militari che conducevano l’eretico alla forca: non vi hanno coperto il viso, come fecero a me, obbligandomi a giurare di non fare parola di quello scandalo. Io, che sentii solo il rullo dei tamburi, non promisi però di non immaginare: così vidi me stesso, issato sulla forca, il cappuccio sulla testa, ma, nel momento in cui la botola avrebbe dovuto aprirsi, la terra tremò, franò la forca, e io ero là, nudo e ispirato, la morte negli occhi, che soggiogavo tutti con le parole e cambiavo il corso del mondo.<br />
Ognuno di voi, lo sapete, è nato da un luogo buio, lì ha preso forma: e, dentro il corpo della madre, è nato e si è nutrito, per nove mesi. Ma, se quel tempo non fosse stato rispettato, se il feto avesse avuto qualche malattia, la morte avrebbe ucciso le madri e i figli, e qui ci sarebbero dei posti vuoti e io non potrei guardare negli occhi persone che hanno vissuto una vita intera, di felicità o di stenti, perché non sarebbero mai esistite, perché un piccolo germe, quel giorno di primavera o di autunno, si sarebbe insediato nell’utero di qualche madre, un piccolissimo insetto, invisibile a occhio nudo, che anche adesso potrebbe benissimo stare sotto la cute del tuo braccio, John, o la pelle del tuo cranio, Jane, anticipando il vostro viaggio agli inferi. La vita è qualcosa di incongruo e di non ragionevole: dipende da un acaro o da un bacillo, a noi è capitato di viverla e siamo qui, insieme, come una mappa di cui è impossibile decifrare qualcosa. Siamo corpi che si espongono a Dio.<br />
Io non mi staccherò più dalla pelle degli uomini, non sarò più il perfetto ascoltatore delle <em>Variazioni Walshingham</em> di John Bull, non sarò più l’assiduo frequentatore dell’<em>Hamlet</em> di William Shakespeare. Mi spoglierò di tutte le mie maschere. Prima di venire a Saint Paul a parlarvi, ho lacerato con un bisturi affilato la tela in cui mi ero fatto dipingere con il lenzuolo funebre annodato sul capo, già composto per la sepoltura: vezzi di poeta funebre, che predispone la mappa del suo cadavere per il futuro giudizio di Dio.<br />
Atlante, libri, pianeti, sudore, fatiche, singulti – voi siete la mia mappa, la parabola accidentata della creazione. I libri sacri lo dicono: <em>La creazione è il sommo bene</em>, ecco <em>l’opera di Dio, mirabile ai nostri occhi</em>, e <em>tu mi hai fatto e plasmato, Signore</em>: ma queste meraviglie, se sono attaccate dalla peste e dilaniate dalle guerre, restano sempre delle meraviglie? A volte marciscono negli uteri, a volte marciscono nel mondo, e la vita è meno di una pezza da piedi, in cui il potente si asciuga lo stivale infangato o la lancia insanguinata. E tutto è così precario anche se ci copriamo di mille abiti e pellicce e corazze e armature, perché la puntura di un ago infetto potrebbe provocare dolori, febbri, bubboni, e non lasciarci più finché non abbiamo reso l’ultimo respiro.<br />
Credete a me &#8211; miei cari, miei nudi fedeli, miei vivi &#8211; è solo per caso che qui ci vediamo e parliamo. Nostro Signore è nato in quella capanna che le nostre storie dolcificano a nido edificante di un bambino meraviglioso ma lo sapete &#8211; voi! &#8211; che era una notte d’inverno e faceva un freddo atroce e il fuoco non bastava e, se Cristo non fosse stato il miracolo di se stesso, la febbre lo avrebbe assalito e lui sarebbe morto di freddo o di fame o per qualche agente maligno, e lo avrebbero pianto i suoi sventurati genitori, eletti da Dio?<br />
Certo, quando un uomo nasce, può scegliere le sue condizioni di vita. Può viaggiare o pensare, sposarsi o restare solo, leggere libri o conquistare città: ma non c’è nessuna differenza fra un eremita e un viaggiatore, entrambi si consumano, entrambi sono ben fragili fortezze. Uno preferisce farsi di pietra, l’altro di vento, ma alla fine devono tutti morire: e chi va sul Nilo a trovarsi oscure terzane e sopravvive, e chi non si sposta dal tugurio dove è nato e un piccolo verme lo possiede, distrugge il suo corpo, lo espropria dalla vita: questo è il dannato <em>exitus</em> a cui siamo tutti avviati, e i vostri corpi lo confermano, chi giovane, chi vecchio, chi malato. Nessuno di voi è immune dai segni del tempo e dai sintomi del male. Implorate al vostro corpo, che ora è qui, nudo, di tacere a lungo, di non portarvi le sue sorde pene; fatelo stare zitto; non forzatelo con lavori massacranti; non esibitelo come trofeo nelle guerre; non esponetelo in guerre di religione; non vituperatelo in risse da quattro soldi; non vi spaccate lo stomaco con la carne e i reni con la birra.<br />
Rispettiamoci: la morte verrà, anche se siamo prudenti. Ma forse, possiamo essere in armonia con lei, se cerchiamo di vivere un’ora d’ozio al giorno, di leggerezza assoluta, senza vestiti e senza rimorsi, disincantati e liberi.  Eccoci qui, corpi e volti nudi, come non siamo mai stati prima, a mezzanotte. Qui non ci sono orge o scandali, ma solo la pace giusta. Non sento più il sussurro delle fontane, le armonie dei clavicordi, i cori delle campane, i corni di caccia, le marce funebri, i canti liturgici. Ho perso il lessico del teologo per essere qui, con voi, nel dubbio reale dei capelli intorno all’osso, della pelle viva contro lo scheletro. Voi siete la mia mappa planetaria e le mie strofe perfette: voi significate il mio abbandono di ogni perfezione. Io entro, con voi, nella presenza della vita e della morte.<br />
Anche se la chiesa, come abbiamo voluto, è sbarrata a chiave. Anche se non vogliamo che nessun vescovo o nessuna guardia entri qui, dove preghiamo, e inorridito dallo scandalo delle mie parole condanni me al rogo e voi ai lavori forzati. Ma sarebbe bello fosse così per ognuno di noi &#8211; nella sua comunità; che fosse esposto a tutti, docile e giusto. Certo è che l’uomo, così come voi lo vedete, ha bisogno di tutto. E’ l’essere più fragile. Se questo fuoco uscisse dai limiti in cui lo abbiamo confinato e si appiccasse ai vostri corpi, cosa potrei fare io, per voi? cercare di salvarvi?  Ma come, se io sono debole e leggero quanto voi? e se questa chiesa fosse invasa dall’acqua e grandi onde frantumassero le vetrate e si impadronissero dei vostri corpi? e se il vento vi trascinasse via come fuscelli? e se la terra vi inghiottisse nei suoi crateri?<br />
Ecco, noi siamo qui, nudi e calmi, in questo Natale, solo perché la terra è tranquilla e non manda scosse e gli oceani non escono dai loro limiti. Noi esistiamo e i nostri padri e i padri dei padri e i figli dei figli e i figli dei nostri figli, magari per cinquecento anni, solo perché in questi cinquecento anni la terra è rimasta tranquilla. Quindi viviamo per caso: e intanto continuiamo a invecchiare e niente può arrestare il processo se non amare meno la vita e pensare con saggezza al possibile distacco.<br />
Guardate laggiù, i vostri abiti. Sono tutti fradici delle vostre fatiche, del sudore, della gioia che avete vissuto. Sanno di quando avete fatto all’amore o avete cagato i vostri escrementi. Sono una piccola montagna lurida. Ma racchiudono tutti i fatti che vi sono accaduti. Forse, in qualche brandello, ci sono rimasti anche i vostri pensieri.  Forse un giorno li brucerete, li dimenticherete, li getterete via, parte della vostra storia resterà in quelle fibre di tessuto, e le fibre non andranno distrutte, magari saranno macinate o riassorbite dall’acqua e porteranno nel mondo, dove voi siete morti, l’eco di voi.<br />
Eccoci qui, nudi. Le maschere le abbiamo lasciate lì, addossate al portale della chiesa, e qui nessuno entrerà. Ma ricordiamo che quelle maschere sono anche la nostra storia. Non illudiamoci di essere sempre nudi. Santi o veggenti o folli &#8211; è un destino di cui ho appena intravisto l’orrore.<br />
Qualcuno di voi è malato. Qualcuno di voi mi dirà che, magari, desidera uccidersi. Non c’è niente di più naturale, per l’uomo, che togliersi la vita. Cosa si può imputare, al suicida? Egli corre, invece di camminare. Si affretta, invece di rallentare. Cade nel pozzo, invece di esserci a fatica buttato dentro. Siamo tutti mortali. Non ci sono peccati né nel vivere né nel morire. Siamo tutti la mappa di un disegno sacro, che ognuno di noi potrebbe anche turbare, chi ridendo, chi giocando, chi uccidendo, chi cominciando a danzare. Non c’è un fato già scritto: già scritto è solo il fatto che morremo.<br />
Ma qui, adesso che siamo nudi e spaventati, io vi dico: guardiamo con chiarezza il mistero. Nutriamoci della morte come gustiamo la carne degli animali o le piante della terra, è tutto un ciclo naturale, non pensiamo troppo a noi, alle nostre famiglie, ai nostri figli, non possediamo i nostri pensieri ma facciamo che loro traversino noi. Non viviamoci indispensabili, anche se siamo portati a pensarlo, ognuno con le sue eccellenti ragioni. Tutti andiamo e veniamo dalla stessa porta. Ognuno di noi ha il suo volto e il suo incubo: la paura non è neppure un sentimento, è uno stato. E’ sangue della nostra carne, prendiamola con noi, passiamo con lei le nostre ore. Viviamo o uccidiamoci o sopportiamo gli stenti: ogni giorno ci colerà vita dalle mani, è stupido poi piangere quando qualcuno muore, come se un fato crudele ce lo avesse strappato. Sarebbe come incolpare una bottiglia di essere vuota, dopo che è stata bevuta giorno per giorno. Piangere, lo possiamo fare a ogni secondo che scappa dalle dieci dita; ma, se non fossimo esistiti, potremmo gustare questa gioia di esserci, di gridare e battere i piedi, e gustare il vino e tenerci per mano? Non saremmo nulla e allora niente servirebbe, né cibo né vesti né carezze.<br />
Se uscite di qui, quando sarete di nuovo con le vostre vesti, non pensate a voi stessi. Ricordate di esservi visti e che domani potete ancora vedervi, se il caso lo concede. Non c’è speranza o disperazione: solo una stretta di mano, un bacio, uno sguardo. Si vive di nulla. Qui, a pelle nuda, col sangue che ci scorre nelle vene. Qualcuno leggerà la mappa dei nostri corpi anche quando essi saranno cenere e solo le ossa indicheranno la nostra permanenza sulla terra. Qualcuno ci sognerà o respirerà di noi e noi rivivremo nel sogno di un re o nel rimpianto di un soldato, nel dolore di un mendicante o nel sonno di un eremita, in qualche angolo del pianeta, e allora, verme o Shakespeare, cosa importa, resteranno sempre le ossa, fuori sarà primavera o inverno, o qualche altra stagione.<br />
Forse qualcuno di noi, presente oggi, potrebbe domani uccidere il vicino, per una questione di donne o di campi. Si uccide per difendersi da chi ci opprime o ci offende: è un impulso naturale. Un uomo deve uccidere, per essere vivo: ma se lo fa, lo circondano ingombranti cadaveri, cose da sotterrare. Deve essere più scaltro. Deve, se sarà necessario, annientare l’altro, privarlo delle armi, ridurlo alla condizione di morto, ma senza spargere sangue. Così l’essere umano ammazza il padre e la madre non se li elimina fisicamente ma quando sa distaccarsene. Essere vivi è sempre e solo <em>un distacco</em>. Tutta la vita è un raffinato vagare nelle strategie dell’addio. Ma durante queste fasi, durante il tempo che ci separa dalla morte o dall’assassinio, eccoci nudi, qui, nella chiesa di Saint Paul, a dichiarare che amiamo, a non potere non amare, nel modo più eretico e folle, personale e avventuroso, quanto vogliamo e possiamo. E, se ci sarà occasione di odiare, odieremo.<br />
Ma ora rivestiamoci. Il tempo della Messa è quasi finito e non voglio che nessuno sappia di quanto è accaduto.  Questa notte è stata irripetibile: teniamola dentro la nostra memoria come un evento. Spegniamo il fuoco e torniamo a vivere e a morire nelle nostre case. Non cerchiamo mai di opprimere o di rassegnarci ma di essere liberi, innanzitutto. Di sorprendere e meravigliarci. Mai dormire in se stessi ma addormentarsi fuori di sé, per uscire dai nostri corpi, lasciando a chi resta l’insegnamento del sogno e qualche gesto da ricordare.</p>
<p align="right">Amen</p>
<p align="center"><strong>***</strong></p>
<p>_______________________<br />
Tratto da: <strong>Marco Ercolani</strong>, <em>Discorso contro la morte</em>, Novi Ligure (AL), Edizioni Joker, “I Libri dell’Arca”, 2008.</p>
<p>***</p>
<p><!--[if gte mso 10]&#62;--></p>
<p class="MsoNormal">link riferimento:<a href="http://rebstein.wordpress.com/"></a></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://rebstein.wordpress.com/">http://rebstein.wordpress.com/</a></p>
<p><strong><a rel="nofollow" href="http://rebstein.wordpress.com/2009/02/16/discorso-contro-la-morte-di-marco-ercolani/">http://rebstein.wordpress.com/2009/02/16/discorso-contro-la-morte-di-marco-ercolani/</a></strong></p>
<p class="MsoNormal"><a href="http://www.edizionijoker.com/Pagine%20libri/LAR%20-%20Discorso%20contro%20la%20morte%20-%20Ercolani.html">http://www.edizionijoker.com/Pagine%20libri/LAR%20-%20Discorso%20contro%20la%20morte%20-%20Ercolani.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O EVANGELHO SEGUNDO MARIA MADALENA]]></title>
<link>http://inatitude.wordpress.com/2009/01/14/o-evangelho-segundo-maria-madalena/</link>
<pubDate>Wed, 14 Jan 2009 20:21:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Constantine</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dando continuidade nos estudos que foi iniciado no post &#8220;Evangelhos Apócrifos&#8221; vemos hoj]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dando continuidade nos estudos que foi iniciado no post &#8220;Evangelhos Apócrifos&#8221; vemos hoj]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La muerte apócrifa de Camus...]]></title>
<link>http://laexcepciondelaregla.wordpress.com/2008/12/08/la-muerte-apocrifa-de-camus/</link>
<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 01:03:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>Víctor Azuaje</dc:creator>
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<description><![CDATA[A la literatura no le bastan los libros apócrifos, libros inexistentes o de falsa atribución: tambié]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="margin-top:0;padding-right:2px;float:left;font-size:45px;color:#d4d4c7;line-height:.8em;padding-top:1px;font-family:Lucida Grande,Verdana,Arial,Sans-Serif;">A</span> la literatura no le bastan los libros apócrifos, libros inexistentes o de falsa atribución: también necesita muertes apócrifas, muertes falsas, imaginarias o engañosas. El solitario y huidizo Jerome David Salinger publicó su última novela el 19 de junio de 1965, y desde ese momento se le han atribuido innumerables fallecimientos. Abstenerse de publicar y ser esquivo no parecen las únicas razones para merecer una muerte falsa: el sociable y publicado Mark Twain comentó su extemporáneo obituario con la frase: &#8220;Las noticias de mi muerte son enormemente exageradas&#8221;.</p>
<p>Hay muertes apócrifas no sólo falsas o exageradas sino también maliciosas. Todavía se escucha y se lee por ahí que Albert Camus se suicidó desesperado o afligido por sus ideas sobre el absurdo de nuestra existencia. No importa que Ud. señale que Camus murió sentado en la parte posterior de un vehículo deportivo que iba a 130 kilómetros por hora en una carretera zigzagueante de dos canales separados por árboles contra los cuales se estrelló el coche y con él Camus.</p>
<p>No señale los hechos: al apócrifo no le satisface la irónica muerte de Camus (sólo cuatro años antes se creyó inmerecedor del Nobel porque su obra aún no estaba concluida), sino que anhela la contradicción en el final del hombre que rechazaba el suicidio como salida al absurdo. (En estas historias apócrifas, ya no sabemos si creer que la culpa inicial fue de Rene Étiemble al afirmar que el veloz Facel-Vega era una premeditada urna sobre ruedas.) Apuntar hechos o demoler argumentos en el caso de las muertes impostoras no funciona, como no ha funcionado en el de los falsos libros o poemas: ¿acaso ellos han servido para detener el penitente Borges de &#8220;Si pudiese volver a vivir&#8221; o el Neruda plañidero de &#8220;Muere lentamente&#8221;?</p>
<p>He dicho que la muerte apócrifa de Camus es maliciosa: casi siempre la difunde o promueve un creyente del sentido de la vida (de esta o de la otra o de las dos), contrariado u ofendido por los bien razonados y bien escritos argumentos y situaciones de <em>El mito de Sísifo</em> o de <em>La peste</em>. No importan los hechos: la ironía trágica, la defensa del orden cósmico, moviliza las muertes irónicas o concertadas y los arrepentidos apócrifos de escritores menores y mayores. El apócrifo no tolera que alguien haya vivido o escrito en vano.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El Evangelio de Judas]]></title>
<link>http://curiosidadeshistoricas.wordpress.com/2008/08/04/el-evangelio-de-judas/</link>
<pubDate>Mon, 04 Aug 2008 09:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>conham</dc:creator>
<guid>http://curiosidadeshistoricas.wordpress.com/2008/08/04/el-evangelio-de-judas/</guid>
<description><![CDATA[A finales del siglo XX se encontró un papiro casi indescifrable por su deterioro y tras largos años ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A finales del siglo XX se encontró un papiro casi indescifrable por su deterioro y tras largos años de reconstrucción, en un primer momento sorprendió a los estudiosos: resultó ser una versión del evangelio oficial totalmente distinta y que se mostró al mundo en el 2006.</p>
<p>Según se explicaba en este evangelio, Judas Iscariote, lejos de ser un traidor era el más fiel discípulo de la figura de Jesús y cumplía en todo momento sus órdenes hasta el punto de aceptar quedar ante el mundo y ante la historia como un traidor.</p>
<p>En principio esto debería obligar a un replanteamiento de varios aspectos importantes de la religión llamada católica. Cambiaría el papel de Pedro como “piedra de la Iglesia” (de ahí viene el nombre de Pedro que originariamente era Simón).</p>
<p>La imaginería (figuras y pinturas) también se vería alterada pues aquellas representaciones de Judas Iscariote como vil malvado quedarían fuera de lugar.</p>
<p>El morbo y las publicaciones pseudos-históricas y pseudos-científicas donde “investigadores”  y “científicos” elaboraban polémicas afirmaciones, se dispararon e hicieron su agosto económico y las delicias de los “filósofos” de cafetería.</p>
<p>Al mismo tiempo la investigación seria histórica, siguió adelante y el resultado pronto salió a la luz: no era más que otro de los casi setenta “Evangelios Apócrifos” que se escribieron a partir de la existencia de la emblemática figura judía creadora del cristianismo.</p>
<p>A partir de la muerte de esta figura y al igual que sucedió con el Corán (ni Mahoma ni JC ni Sidharta Gautama Buda escribieron nada), tras sus muertes fueron escritos múltiples textos que recogían sus enseñanzas.</p>
<p>En los tres casos, aunque ahora nos ceñiremos al cristiano, surgieron múltiples escritos durante los siglos posteriores que combinaban hechos, rumores y la fantasía más pintoresca.</p>
<p>Eran tantos los evangelios creados y con teorías e historias tan distintas, que una facción del cristianismo especialmente poderosa, la llamada de Roma, decidió poner orden y seleccionó como Evangelios oficiales y “auténticos“ un grupo compuesto alrededor del siglo II, que son los que en la actualidad se consideran como tales.</p>
<p>Esta selección no fue realizada de forma pacífica. Llevó bastantes siglos (más o menos entre el II y el VI después de JC) de sangre y discusión el poderla realizar, pues muchos grupúsculos de las cientos de variantes cristianas primitivas, deseaban imponer sus “evangelios” e interpretaciones para convertirse en la facción dominante del cristianismo.</p>
<p>A partir de esta elección, se fueron dejando y considerando Apócrifos todos los demás cuerpos evangélicos tanto anteriores como posteriores y dentro de éstos últimos, ejercicios de imaginación y fantasía tan curiosos como este evangelio de Judas u otro celebérrimo el antiguo “Evangelio de Maria Magdalena” sobre una supuesta pareja compuesta por JC y María Magdalena.</p>
<p>Se calcula que existieron muchísimos más evangelios apócrifos de los conservados y con suerte el futuro nos traerá el descubrimiento de más, que posiblemente podremos agrupar por género como de hecho ya existen algunos grupos: género dedicado a la infancia de Jesús, Género dedicado a la vida de su madre etc.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Apócrifo: O Livro de Mozilla, Nova Edição]]></title>
<link>http://cristiantm.wordpress.com/2008/07/03/apocrifo-o-livro-de-mozilla-nova-edicao/</link>
<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 18:22:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>CristianTM</dc:creator>
<guid>http://cristiantm.wordpress.com/2008/07/03/apocrifo-o-livro-de-mozilla-nova-edicao/</guid>
<description><![CDATA[Uma nova mensagem apócrifa do Livro de Mozilla foi publicada no Firefox 3 (Digite about:mozilla na b]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma nova mensagem apócrifa do <em>Livro de Mozilla</em> foi publicada no Firefox 3 (Digite about:mozilla na barra de endereços do seu navegador!):</p>
<blockquote>
<p style="text-align:left;"><em>Mamon adormeceu.<br />
E o renascimento da criatura disseminou-se pela terra e seus seguidores tornaram-se exércitos.<br />
E eles apregoaram a mensagem e sacrificaram lavouras com fogo, com a astúcia das raposas.<br />
E eles criaram um novo mundo à sua imagem e semelhança conforme prometido pelo<br />
texto sagrado e<br />
contaram da criatura para suas crianças.<br />
Mamon despertou e, veja só, nada mais era do que um discípulo.<br />
</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>de O Livro de Mozilla, 11:9<br />
(10ª edição)</em></p></blockquote>
<p style="text-align:left;">Lembrando, aos que não pegaram a idéia:</p>
<ul>
<li><strong>Mamon: </strong>deus do dinheiro e avareza. Referência à Microsoft.</li>
<li><strong>Criatura:</strong> Referência a &#8220;profecia&#8221; do primeiro texto, veja o link abaixo.</li>
<li><strong>Raposas:</strong> Fire<strong>Fox</strong>;</li>
<li><strong>Texto Sagrado: </strong><a href="http://www.mozilla.org/about/mozilla-manifesto.html" target="_self">Manifesto Mozilla</a>;</li>
</ul>
<p style="text-align:left;">Pra quem não viu a &#8220;primeira profecia&#8221;, <a href="http://cristiantm.wordpress.com/2007/07/19/apocrifo-o-livro-de-mozilla/" target="_self">aqui está o o texto</a>!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En tanto no cambien sus políticas, no se les requiere.]]></title>
<link>http://a26t62e18.wordpress.com/2008/04/16/en-tanto-no-cambien-sus-politicas-no-se-les-requiere/</link>
<pubDate>Wed, 16 Apr 2008 02:09:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dimy Xy Dymo Xcut N.</dc:creator>
<guid>http://a26t62e18.wordpress.com/2008/04/16/en-tanto-no-cambien-sus-politicas-no-se-les-requiere/</guid>
<description><![CDATA[Esta es una noticia adecuada: Brotan. Agencia EFE &#8211; Todos los derechos reservados. Está prohib]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esta es una noticia adecuada: <a title="China censura medios electrónicos." href="http://www.mx.terra.com/tecnologia/interna/0,,OI2730666-EI4136,00.html">Brotan.</a> <span style="color:#000000;"><em>Agencia EFE &#8211; Todos los derechos reservados. Está prohibido todo tipo de reproducción sin autorización escrita de la Agencia EFE S/A.</em></span></p>
<p style="text-align:justify;">Debo reconocer que China tiene el valor de oficializar el número de ejecuciones que necesitan realizar, año tras año: <a title="China lidera la tabla estadistica de ejecuciones." href="http://edition.cnn.com/2008/WORLD/europe/04/15/amnesty.chinacnn/index.html">470 en 2007 un cociente de 1.29, muy poco.</a> <em>© 2008 Cable News Network. A Time Warner Company. All Rights Reserved.</em></p>
<p style="text-align:justify;">Pero la verdad, lo que no les soporto es la piratería, la densidad de población, la imitación en otras regiones del mundo,  y el comunismo, así que, permíteme publicar este maravilloso aviso bilingue, espero que se le entienda:</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="Ninguno"><img class="alignnone size-full wp-image-26" src="http://a26t62e18.wordpress.com/files/2008/04/china.png?w=565" alt="" width="565" height="423" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Porqué no usar las estrellas, el rojo y el amarillo en otros sentidos:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Lucida Sans Unicode;"><span style="font-family:Courier New;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ne9XGMnKyQw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Ne9XGMnKyQw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></span></p>
<p style="text-align:justify;">¿Qué vió al final?</p>
<p style="text-align:justify;">Tres iguales.</p>
<p style="text-align:justify;">¿Supo distinguir una de otra?</p>
<p style="text-align:justify;">Ahora&#8230; distíngala bien:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Courier New;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/FpOP7dwvIYU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/FpOP7dwvIYU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-family:Courier New;">Espero que haya entendido la diferencia.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No te detengas - Erroneamente atribuido a Walt Whitman]]></title>
<link>http://letransfusion.wordpress.com/2008/04/02/no-te-detengas-walt-whitman-video-youtube/</link>
<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 21:11:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>letransfusión</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;No te detengas&#8221; es el poema que se ha convertido en mi mantra personal. Este poema tamb]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;No te detengas&#8221; es el poema que se ha convertido en mi mantra personal. Este poema tamb]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Qual è sto famoso forum ??]]></title>
<link>http://cissiboy.wordpress.com/2008/03/23/qual-e-sto-famoso-forum/</link>
<pubDate>Sun, 23 Mar 2008 03:27:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lorenzo Zanirato</dc:creator>
<guid>http://cissiboy.wordpress.com/2008/03/23/qual-e-sto-famoso-forum/</guid>
<description><![CDATA[Mai sentito parlare di SEO? La sigla sta per search engine optimization, ovvero ottimizzazione di si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mai sentito parlare di SEO? La sigla sta per search engine optimization, ovvero ottimizzazione di si]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Só um link.]]></title>
<link>http://adaobraga.wordpress.com/2007/10/11/so-um-link/</link>
<pubDate>Thu, 11 Oct 2007 04:46:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>adaobraga</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje vos apresento este link: - JESUS APÓCRIFO Clica quem quiser. Abre aspas: Este Blog não tem nenh]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img align="right" src="http://adaobraga.wordpress.com/files/2007/10/jesus_apocrifo.jpg" alt="jesus_apocrifo.jpg" />Hoje vos apresento este link:</p>
<h1>- <a target="_blank" href="http://jesusapocrifo.blogspot.com/">JESUS APÓCRIFO</a></h1>
<p>Clica quem quiser.</p>
<p>Abre aspas:</p>
<p>Este Blog não tem nenhum vínculo religioso. Não é minha intenção discuti religião, debater doutrinas, e ou qualquer outro segmento doutrinário, dogmático. Meu objetivo é apenas UM:</p>
<p>Escrever sobre Jesus. Não o Jesus que se pode ler no evangelho, mas, um Jesus, que você certamente não conhece, não sabe de sua existência. Não me aterei aos textos, ao contexto, às regras de hermeneutica ou de exegese. Tão somente escreverei.</p>
<p>Se você discordar das idéias aqui escrita, não poderei fazer nada além de aceitar um comentário seu. Ler um e-mail. E as vezes, rir de sua opinião. Entretanto, não serei rude, mal-educado, deselegante. Procurarei tratar-te da maneira mais fina, elegante, cortês e sincera.</p>
<p>Não espere de mim, nenhuma devoção. Nenhuma fé. Nenhuma fidelidade religiosa. Escreverei o que achar interesssante, e obvio, chamar sua atenção.</p>
<p>Fecha Aspas.</p>
<hr />
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Relatos dos séculos I a III revelam que o filho de Deus, ainda criança, fazia milagres e era travesso]]></title>
<link>http://ibrpe.wordpress.com/2007/10/10/relatos-dos-seculos-i-a-iii-revelam-que-o-filho-de-deus-ainda-crianca-fazia-milagres-e-era-travesso/</link>
<pubDate>Wed, 10 Oct 2007 12:27:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>ibrpe</dc:creator>
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<description><![CDATA[da IstoÉ Quem um dia recorreu à Bíblia para conhecer melhor a história de Jesus, o homem que deu ori]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>da <a target="_blank" href="http://www.terra.com.br/istoe/">IstoÉ</a></p>
<p>Quem um dia recorreu à Bíblia para conhecer melhor a história de Jesus, o homem que deu origem ao cristianismo, certamente terá notado a falta de informações a respeito da infância do filho de Deus. Dos quatro evangelhos que contam o surgimento do chamado Messias, somente dois – os de Mateus e Lucas – trazem episódios da primeira fase de sua biografia. As menções são escassas e frustram quem gostaria de saber mais da vida do menino. Mas agora estão se tornando populares certas narrativas que descrevem momentos reveladores da relação do jovem Jesus com sua família e com as outras crianças. De acordo com esses textos, ele foi um garoto consciente de seu poder divino e fazia milagres desde pequeno. Ainda assim, não deixou de cometer travessuras que lhe valeram reprimendas da mãe, Maria. Inteligente ao extremo, chegava a desafiar seus mestres. Um professor, Zaqueu, teria procurado José para se queixar de Jesus, que recebera para aulas quando este tinha cinco anos. “Ai de mim, não sei o que fazer. (&#8230;) Não posso suportar a agudeza de seu olhar, nem chego a entender suas explanações. (&#8230;) Queria um aluno e encontrei um mestre. (&#8230;) José, leve-o para casa.”</p>
<p>Apesar de não receberem a chancela do Vaticano, relatos como esses, produzidos entre os séculos I e III, têm sido analisados por teólogos, historiadores e até mesmo por religiosos católicos. São os evangelhos apócrifos ou pseudoevangelhos, elaborados como complemento dos textos bíblicos. O termo apócrifo é empregado para designar relatos cuja autenticidade não é reconhecida pelo Vaticano. Ao todo, são 60, de diversas autorias. Citações sobre os primeiros anos do filho de Deus estão em alguns desses textos, entre eles o evangelho chamado de Armênio da infância e nos livros atribuídos a Tiago e Tomé, dois apóstolos de Cristo. Tomé detalha fatos ligados propriamente à infância, enquanto Tiago (tido como irmão de Jesus em narrativas não-oficiais) aborda mais a vida da família nos primeiros anos do futuro Salvador. Durante muito tempo, relatos desse gênero ficaram relegados a segundo plano, conhecidos basicamente apenas por quem se dedicava a estudar religião. Essas histórias, no entanto, começam a se espalhar inclusive entre os não-católicos, principalmente por ação de escritores que enxergam na força do mito Jesus um belo caminho rumo ao estrelato. Que o diga Dan Brown, o autor de O código Da Vinci.</p>
<p>Parte da infância é narrada por Tomé e Tiago em evangelhos excluídos da Bíblia.Uma das novidades nesse sentido é o livro Cristo Senhor, da americana Anne Rice, que chega nesta semana às prateleiras brasileiras. Autora do best seller Entrevista com o vampiro – que gerou um filme, possível passo do atual livro –, Anne nasceu em família católica, mas abandonou a religião aos 18 anos. E só a retomou em 1998, quando se recuperou de um coma provocado pela diabete. Em 2002, mergulhou nos textos apócrifos para elaborar a sua versão do menino Jesus. Em Cristo Senhor, que ficou três meses na lista dos mais vendidos do jornal The New York Times, o narrador é o filho de Maria, com a idade de sete anos. É uma ficção reforçada pelos textos não sacramentados pela Igreja. Ela assegura, porém, ter se disciplinado para não contradizer o que está na Bíblia. “Há bastante informação para que possamos imaginar como pode ter sido a vida de toda a família”, disse a ISTOÉ. E completa: “Coloquei na minha cabeça que faria uma história muito realista, absolutamente conectada com as escrituras. Usei o que pude.”</p>
<p>CURIOSIDADE POPULAR <br />
A vida de Jesus e sua relação com a família sempre atraiu interesse dos cristãos. Os textos não-oficiais, chamados apócrifos, preenchem a lacuna deixada pelas escritas canônicas, que pouco contam a respeito dos primeiros anos</p>
<p>VIDA A PÁSSAROS DE BARRO<br />
Pode ser, mas um dos episódios que abrem o livro é um milagre narrado por Tomé. Trecho que demonstra o aspecto divino de Cristo na infância. Naquele período, Jesus, claro, não era considerado o Messias. Seus feitos, no entanto, não passavam despercebidos. Por isso, as crianças o temiam e seus pais proibiam os filhos de brincar com ele. Segundo a narrativa de Tomé, Jesus estava com sete anos quando um menino caiu do telhado de uma casa e morreu. Imediatamente, seus pais o apontaram como responsável pela morte. Diante da acusação, Jesus chamou com voz forte o garoto de volta à vida para que contasse que não era ele o culpado. No livro de Anne Rice, Jesus se inclina sobre o menino e diz: “Acorda, Eleazar. Desperta agora.” O filho de Maria também faz viver passarinhos de barro. No evangelho apócrifo intitulado Infância do Salvador, ele os pega na mão e ordena: “Ide.” E os passarinhos saem voando e gorjeando.</p>
<p>RESSURREIÇÃO<br />
Um menino caiu do telhado de uma casa e morreu. Jesus, aos sete anos, o chamou e ele voltou a viver. Diversos relatos ressaltam o lado generoso, curativo e benevolente do jovem Jesus. Entretanto outros episódios contidos nos textos sugerem que ele era sapeca. Em um final de tarde, brincava com um grupo de crianças em seu quarto. Segundo o evangelho Armênio da infância, um raio de sol entrou pela janela. Gaiato, perguntou aos colegas se eles conseguiriam subir pelo raio. Os meninos nem se aventuraram. Jesus subiu. Uma travessura é aceitável. Mas como as narrativas apócrifas salientam, ele não era um menino comum. Também no escrito de Tomé, revela-se um lado negativo de seu poder. Com a desistência de Zaqueu em tomar o pequeno como aluno, José procurou um novo mestre para o filho. Encontrou um homem que, apesar de conhecer a fama do esperto Jesus, aceitou o convite. O garoto o desafiou logo na segunda aula. Posto à prova em seus conhecimentos, o professor se enraiveceu e bateu na cabeça de Jesus. Sentindo dor, ele o amaldiçoou e o mestre caiu por terra, sem sentidos.</p>
<p>MILAGRES MAIS SÉRIOS<br />
Não há como negar que passagens como essas soam fantasiosas demais. Para alguns teólogos são episódios que mais se assemelham a histórias de super-heróis. Mas os textos nãooficiais, afinal, podem ser levados em conta? Sim, responde o frei Jacir de Freitas Farias, um franciscano de Belo Horizonte que estuda esses escritos. Desde que sejam tomados certos cuidados. Primeiro, explica ele, é preciso distinguir os tipos de relatos. Em sua opinião, os textos podem ser divididos em três categorias: os complementares (que trariam acréscimos às narrativas bíblicas, caso dos relativos a Maria), os alternativos (com episódios não aceitos pelo Vaticano, entre eles, os que colocam Maria Madalena como líder feminista) e os aberrantes. Nessa última classificação estão os livros que tratam do Jesus menino. Segundo o frei, eles exageram na explicação para mostrar o poder do filho de Deus. Por outro lado, representam o pensamento popular do período. “Os evangelhos canônicos não têm preocupação em mostrar a infância. E a humanidade ficou curiosa a esse respeito”, diz. Essa curiosidade perdura até hoje. Para atendê-la, frei Jacir, autor de quatro livros sobre os evangelhos não reconhecidos pela Igreja, está preparando material para o próximo título, A infância de Jesus nos apócrifos.</p>
<p>O teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, de São Paulo, concorda com frei Jacir. Ainda que fantasiosas, as narrativas revelam um anseio que as pessoas têm de ver o divino de outra forma. “Os milagres eram mais sérios do que puro exibicionismo. Havia sempre algum ensinamento que Jesus queria enfatizar. O milagre é, sobretudo, uma relação – e não uma exibição”, sustenta. De qualquer modo, os evangelhos apócrifos merecem ser analisados por quem quiser se aprofundar nos estudos religiosos. “Esses textos têm valor documental para avaliar como se via o cristianismo. Eles seriam elaborações de grupos cristãos, alguns ligados à Gnose, uma vertente do pensamento herético”, afirma Francisco Moreno de Carvalho, historiador com especialização na disciplina pensamento judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém. Outro especialista, o americano John Dominic Crossan, professor emérito da De- Paul University (EUA) e uma das maiores autoridades em ciências da religião, sustenta que os estudiosos devem ter olhos para os evangelhos canônicos e não-canônicos, analisando as relações entre eles. “A tradição mais antiga não é, em si, mais original ou autêntica do que os relatos mais recentes. O mais antigo é apenas o mais antigo”, declara.</p>
<p>MILAGRE <br />
O menino molda pássaros de barro. Ele diz: “Ide.” E as aves passam A voar e gorjear .Um ponto em comum entre os textos bíblicos e os apócrifos é a famosa passagem de Jesus pelo templo de Jerusalém, aos 12 anos. Naquele tempo, os judeus costumavam rumar para Jerusalém na Páscoa. No evangelho de Lucas, a família regressava para casa quando se nota a ausência de Jesus. A caravana de José retorna à cidade e o jovem é encontrado no templo, conversando com os sábios. Como toda mãe, Maria aplica uma bronca no filho por ter se perdido. E Jesus lhe responde que não estava perdido. Estava na casa de seu Pai. Nas escritas apócrifas, há um adendo a esse episódio. Os doutores do templo teriam elogiado Maria por ter um filho tão inteligente. O propósito das duas narrativas é ressaltar a sabedoria de Jesus.</p>
<p> A TAREFA DE JOSÉ<br />
A fama de sábio do menino se espalhou e os professores recusavam os convites de José para tomar Jesus como aluno. Um deles aceitou o pedido. Foi desafiado na segunda aula<br />
 <br />
&#8220;O primeiro mestre que José conseguiu para o filho, Zaqueu, não quis dar mais aulas. O aluno não precisava de suas lições. “José, leve-o para casa”</p>
<p>O MISTÉRIO DO NASCIMENTO<br />
Em relação aos textos bíblicos, também há um crescente interesse nos trechos que abordam a infância do Messias – assim como toda sua biografia. Uma das perguntas é por que há tão poucas informações a esse respeito. Segundo o padre Jesus Hortal, reitor da Pontifícia Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro, doutor em direito canônico, isso se explica porque o interesse exclusivo dos que registraram o início do cristianismo era relatar a Paixão e Morte do Salvador, não a sua vida pessoal. “O objetivo era contar ao mundo que o Filho de Deus se encarnou e se entregou para a humanidade, que sua morte foi redentora e que a ressurreição foi o grande fato, mostrando o amor de Deus”, afirma. O pastor Valdemar Figueiredo, do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro, acrescenta que a escassez se deve ao fato de que os narradores não pretendiam revelar o homem, e sim anunciar o Messias. “Lucas se propôs a fazer uma pesquisa mais cronológica, mas ele não foi testemunha ocular, não conviveu com Jesus.”</p>
<p>Realmente, mesmo as passagens canônicas não podem ser consideradas fidedignas dentro do conceito de história. “Os relatos devem ser trabalhados no sentido simbólico. Não é seguro precisar nem mesmo o local de nascimento de Jesus”, comenta Valmor da Silva, doutor em ciências da religião e pesquisador da Bíblia na Universidade Católica de Goiás. Os textos bíblicos geram dúvidas se o filho de Maria nasceu em Belém ou Nazaré – ele é chamado o Nazareno. Também não são precisos quanto à fuga da família para o Egito, o que teria ocorrido para que Jesus escapasse à perseguição de Herodes.</p>
<p>DIVERSÃO<br />
O menino estava em seu quarto. Um feixe de luz surge. Jesus brinca de subir no raio .Para investigar os episódios descritos pelos evangelhos à luz da história, está em alta uma linha de estudos do Jesus histórico, um campo que suscita paixões. Pesquisas já revelaram que o Nazareno teria vindo ao mundo entre quatro a sete anos antes do que foi calculado. Os estudos feitos sobre o período permitem supor que Jesus deve ter sido mesmo circuncidado aos oito dias de nascimento, como diz a Bíblia. Isso porque era praxe levar o bebê para a circuncisão nessa fase. Também é possível inferir que Jesus tenha ido à “escolinha” aos sete anos. Meninos judeus costumavam entrar para a “Casa do Livro” com essa idade. Como se vê, são aspectos interessantes da vida do menino. O próprio Vaticano incentiva estudos sobre a dimensão histórica do cristianismo. “Pode-se entender esse gesto como uma tentativa de a Igreja não perder o bonde e se aproximar de um discurso mais científico”, diz o sociólogo Eurico dos Santos, coordenador do Núcleo de Estudos da Religião da Universidade de Brasília.</p>
<p>No Brasil, as discussões de Jesus Histórico vão esquentar no final do mês. Acontecerá no Rio, o primeiro seminário internacional sobre o tema. O antropólogo André Chevitarese, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, um dos organizadores, prevê debates acalorados. “Precisamos quebrar o preconceito e mudar a forma de pensar a religião no País, que ainda oferece muitas resistências a novidades”, afirma. Segundo ele, as pessoas procuram contradições nos textos bíblicos e os escritores vêem nessa demanda uma oportunidade para vender mais livros. “O elemento religioso faz parte da vida cultural. E as leituras sempre são contemporâneas. Jesus, para mim, era um andarilho de origem camponesa”, crava.</p>
<p> A VERSÃO APÓCRIFA<br />
Esse episódio do jovem, que estava com 12 anos, rende elogios também a sua mãe, Maria. Segundo os evangelhos não-oficiais, os sábios a parabenizam pelo filho inteligente .Jesus se perde em Jerusalém. Depois, é encontrado entre doutores no templo, que admiram seus conhecimentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Historia de la Biblia - 29]]></title>
<link>http://elciberpastor.wordpress.com/2007/09/23/historia-de-la-biblia-29/</link>
<pubDate>Sun, 23 Sep 2007 22:40:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>elciberpastor</dc:creator>
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<description><![CDATA[Descripción de los libros Apócrifos o Deuterocanónicos &#8211; 2 Adiciones a Ester En el siglo I o I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="font-size:16pt;font-family:'Arial','sans-serif';">Descripción de los libros Apócrifos o Deuterocanónicos  &#8211; 2</span></strong></p>
<p><strong>Adiciones a Ester</strong></p>
<p>En el siglo I o II a.C. un tal Lisímaco tradujo el texto hebreo de Ester al griego.</p>
<p>En seis lugares distintos de la narración griega, él, u otro autor, introdujo pasajes que no se hallan en el texto hebreo y que suman 107 versículos.</p>
<p>Estos pasajes son largas oraciones donde colocan varias veces el nombre de Dios, el cual no se menciona en el libro de Ester origina.</p>
<p><strong>El libro de la Sabiduría</strong></p>
<p>Aunque insinúa que su autor fue Salomón, en realidad lo escribió en griego un judío helenizado, quizás de Alejandría, entre 100 y 50 a.C.</p>
<p>El autor parece tomar en cuenta diferentes clases de lectores: judíos tibios y apostatas y judíos fieles pero desanimados por las persecuciones.</p>
<p>También hay una apología a favor de la verdad del judaísmo y señala la insensatez de la idolatría.</p>
<p>Recalca la creencia en la inmortalidad del alma y exalta el papel de la sabiduría, que se identifica con Dios en el gobierno del mundo.</p>
<p><strong>Eclesiástico</strong></p>
<p>Se escribió en hebreo en 190 ó 180 a.C. por un judío de Palestina llamado Jesús (en hebreo, Josué), hijo de Sirac (50.29).</p>
<p>Este libro recalca que la sabiduría es la ley que Moisés proclamó.</p>
<p>Tiene muchos consejos prácticos y es considerado de gran valor religioso, siendo usado hoy en muchos círculos anglicanos.</p>
<p><strong>Baruc</strong></p>
<p>Se atribuye al secretario de Jeremías.</p>
<p>El libro contiene una oración de confesión y esperanza, un poema que alaba la sabiduría y una profecía (4.5–5.9) donde el autor anima a los cautivos con la esperanza de su regreso del cautiverio.</p>
<p>El libro contiene una “Carta de Jeremías” en el capítulo 6, que es una fuerte advertencia contra la idolatría,</p>
<p>Es posible que en realidad el libro haya tenido dos o más autores; el más reciente de ellos tal vez vivió poco antes o después del inicio de la era cristiana.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Noir - Part I]]></title>
<link>http://quodlibetarios.wordpress.com/2007/05/01/noir-part-i/</link>
<pubDate>Wed, 02 May 2007 02:51:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>- TCZ -</dc:creator>
<guid>http://quodlibetarios.wordpress.com/2007/05/01/noir-part-i/</guid>
<description><![CDATA[[Dragonchaser - At Vance. Banda nova que eu conheci buscando sobre um dos vocais do Avantasia, Olive]]></description>
<content:encoded><![CDATA[[Dragonchaser - At Vance. Banda nova que eu conheci buscando sobre um dos vocais do Avantasia, Olive]]></content:encoded>
</item>

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