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	<title>aprender-a-dancar-danca-do-ventre &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aprender-a-dancar-danca-do-ventre"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 07:33:19 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XXVIII – Anatomia Energética: Chakra Básico]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/22/beneficios-da-danca-do-ventre-xxviii-anatomia-energetica-chakra-basico/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:54:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino Anatomia dos Chakras Muladhara Muladhara O Rádico]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;"><em>Anatomia dos Chakras</em></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Muladhara</strong></p>
<div id="attachment_756" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/muladhara.png"><strong><img class="size-thumbnail wp-image-756" title="Muladhara" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/muladhara.png?w=150" alt="Muladhara" width="150" height="150" /></strong></a><p class="wp-caption-text">Muladhara</p></div>
<p><strong>O Rádico</strong>, primeiro chakra, de <span style="color:#ff0000;">cor vermelha</span>, também conhecido como chakra raiz, localiza-se na base da coluna vertebral, no centro coccigiano e está ligado às glândulas supra-renais.</p>
<p><strong>Relaciona-se com a vitalidade física</strong> do indivíduo e atua como uma <em>bomba de energia</em> que empurra o fluxo<em> kundalini</em> (veremos sobre <em>kundalini </em>mais adiante) coluna acima. Está <em>associado à Terra</em>, mais próximo da realidade física, e, por isso, à <em>distribuição geral da força vital pelo organismo</em>. Trata-se de um chakra que <em>trabalha com energias densas</em>.</p>
<p><strong>Como base energética do corpo</strong>, ele <em>dá suporte ao fundamento da realidade física</em> que vivemos, onde, segundo o modelo clássico da tradição indiana, reside a energia de alta potência já mencionada, conhecida por <em>kundalini</em> ou<em> fogo serpentino</em>. Segundo este modelo de estudo, esta força <em>é obrigada a descansar num estado de dormência na base da coluna</em>. Mais tarde veremos <em>o porquê</em>.</p>
<p><strong>De fato</strong>, o fogo serpentino desempenha uma parte muito importante em nossa vida cotidiana, muito mais do que imaginamos, pois é uma energia <em>já suavemente desperta no homem comum</em>, de maneira <em>tão inofensiva que chega a ser benéfica</em>, mesmo que não tenhamos consciência de sua suave manifestação.</p>
<p><strong>Tentemos imaginar</strong> o seguinte: digamos que ela fica alojada, em sete camadas esféricas interiores (como as bolas de um quebra-cabeça chinês), permanecendo em atividade apenas na camada externa, e nas demais, fica adormecida, esperando para ser empurrada para fora, pelo despertar da consciência energética.</p>
<p><strong>Isto significa que</strong> <em>ela nunca foi totalmente adormecida, tampouco despertada em sua total potência nos seres humanos.</em></p>
<p><strong>Alguns a denominaram</strong> de fluido nervoso, porque flui pelos nervos (e na contraparte energética do corpo flui pelos meridianos dos chineses ou nadis dos hindus), sendo que penetra no corpo humano através deste chakra fundamental (Leadbeater, 1988).</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Voltar para Volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XXVII – Anatomia Energética]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/22/beneficios-da-danca-do-ventre-xxvii-%e2%80%93-anatomia-energetica/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:42:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES sobre a Anatomia dos C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES<br />
<em>sobre a Anatomia dos Chakras<br />
</em>II Parte</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Os chakras são pontos de energia sutil</strong>, e funcionam como <em>reatores espirituais </em>que transformam o éter cósmico, ou prana, em <em>fluídos compatíveis com a densidade do corpo humano</em>. São como <em>glândulas energéticas</em> que estão em <em>profunda ligação com o mundo endócrino do corpo denso</em>. Eles <em>também atuam como filtros da energia da terra</em> que entra pelo corpo.</p>
<p><strong>Na realidade</strong>, <em>possuímos milhões de chakras menores</em>, cujas &#8220;linhas&#8221; (meridianos) se cruzam<em> e geram os principais maiores</em>. Os <em>pontos da acupuntura</em> também são considerados <em>microchakras</em>. Como vivemos num mundo energético interpenetrado – sutil e denso – os chakras funcionam como <em>filtros e receptáculos</em> das energias do mundo físico e espiritual.</p>
<p><strong>Segundo o manual técnico</strong> (RFI Technical Manual) do <a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/wp-admin/www.item-bioenergy.com" target="_blank">Institute of Technical Energy Medicine – ITEM</a>, mencionado anteriormente, os chakras são tradicionalmente considerados o <em>sistema nervoso do corpo metafísico</em>, e que por eles <em>as energias primárias são recebidas, processadas e transmitidas ao corpo, à mente e ao espírito</em>, num sistema integrado:</p>
<p><strong>1- Cada glândula</strong> do sistema endócrino é ativada por <em>freqüências de bioenergia</em> a que elas correspondem;</p>
<p><strong>2- Como resultado</strong> da sensibilidade e resposta direta do sistema endócrino às características mentais, psicológicas, eventos e reações, as leituras dos chakras (identificadas e captadas por equipamentos sensíveis e sofisticados desenvolvidos pelos cientistas especificamente para este fim), vêm revelar informações confiáveis sobre muitos aspectos mentais, emocionais e condições psicológicas dos indivíduos;</p>
<p><strong>3- Cada chakra</strong>, então, <em>possui uma função psicológica associada</em>.<br />
Pesquisas atuais em psicologia e psicobiologia sustentam que <em>o comportamento das glândulas endócrinas têm ligação direta com todos os eventos mentais</em>, e deste modo, indicam as condições mentais e psicológicas do indivíduo.</p>
<p><strong>A questão das cores de cada chakra</strong> é estudada, uma vez que as glândulas endócrinas quando estimuladas, <em>correspondem a freqüências específicas – e cor é freqüência</em>:</p>
<p><strong>1- Assim, as freqüências de energia</strong> são emanadas pelos chakras que correspondem às glândulas;</p>
<p><strong>2- Estas, por sua vez</strong>, estão sujeitas às influências do mundo mental;</p>
<p><strong>3- Como resultado</strong> deste <em>mecanismo</em>, a cor indicará uma <em>freqüência de energia relacionada a um estado de espírito</em>;</p>
<p><strong>4- É igualmente interessante</strong> notar que os pesquisadores do ITEM chegaram a verificar que <em>as cores identificadas pelos sensitivos são as mesmas percebidas pelos sensores dos aparelhos construídos</em>.</p>
<p><strong>Muitas são as confusões</strong> que se fazem a respeito destas informações. Alguns autores, por exemplo, <em>suprimem informações sobre o chakra sexual, ligado às glândulas sexuais, colocando, no lugar dele, o chakra esplênico, ligado ao baço</em>. Ora, <em>o baço não é uma glândula</em>, logo, este chakra, embora importante, é considerado <em>coadjuvante</em> dentro deste estudo energético.</p>
<p><strong>Façamos um apanhado geral</strong> sobre cada um deles e suas funções psicológicas específicas.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XXVI – Anatomia Energética]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/18/beneficios-da-danca-do-ventre-xxvi-%e2%80%93-anatomia-energetica/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 22:02:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES sobre a Anatomia dos C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">CONSIDERAÇÕES PRELIMINARES<br />
<em> sobre a Anatomia dos Chakras</em><br />
I Parte</p>
<p><strong><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/chakras22.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-737" title="Luciaurea.chakras" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/chakras22.jpg?w=150" alt="Luciaurea.chakras" width="150" height="119" /></a>A palavra chakra</strong> vem do sânscrito, e significa roda, círculo em movimento.</p>
<p><strong>Suas representações orientais</strong> são traduzidas por desenhos com pétalas ao redor de um centro. Cada pétala corresponde a um vórtice, dentro da anatomia do chakra.</p>
<p><strong>Em geral</strong>, os chakras não apresentam mais que cinco centímetros de diâmetro.</p>
<p><strong>Ao estudarmos e entendermos</strong> um pouco sobre o funcionamento dos chakras, <em>compreenderemos melhor como funcionamos</em>. Veremos que os chakras também possuem <em>seu próprio metabolismo</em><em>, seu próprio esquema de eliminação e desintoxicação</em> (sua própria lixeira, se podemos assim nos expressar), e são <em>extremamente sensíveis</em> a qualquer manifestação positiva ou negativa de nossos pensamentos e crenças. Veremos que através deles, somos capazes de concretizar aquilo que verbalizamos!</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></p>
<div id="attachment_738" class="wp-caption alignright" style="width: 206px"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/chakras2.jpg"><img class="size-medium wp-image-738" title="Luciaurea.chakras" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/chakras2.jpg?w=196" alt="Livro: Mãos de Luz, Barbara Ann Brennan, Ed. Pensamento." width="196" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Livro: Mãos de Luz, Barbara Ann Brennan, Ed. Pensamento.</p></div>
<p>O desenho esquemático</strong> ao lado é uma representação energética frontal e posterior dos chakras, segundo Brennan (1987).</p>
<ul>
<li><strong>Sua pesquisa revela</strong> que o caminho metabólico que a energia primária (cósmica, chi, orgone, prana, etc) realiza, primeiramente, é ser absorvida pelo chakra, que a filtra;</li>
<li><strong>Em seguida</strong>, esta energia, que agora é secundária, vai para os nádis (que ela chama de rios de energia, como veias energéticas, canais de ligação ou nervos, segundo outras traduções), que enviam a energia para o sistema nervoso, em seguida para o endócrino, e, depois, para a corrente sangüínea, e então, o corpo é alimentado;</li>
<li><strong>Cada chakra metaboliza uma vibração de energia</strong> em particular, segundo a velocidade, o número de vórtices e sua freqüência, e se relaciona com uma glândula e um plexo nervoso principal;</li>
<li><strong>Então, a função dos chakras é</strong> vitalizar o corpo energético e o físico, provocar o desenvolvimento de diferentes aspectos da autoconsciência, além de transmitir a energia.</li>
</ul>
<p><strong>Veremos, nos próximos posts</strong>, com <em><span style="font-style:normal;">calma e paciência para estudar </span></em>cada etapa de informação, <em>como </em>- <em>através da Dança Oriental </em>- a energia flui pelo nosso organismo enquanto dançamos.</p>
<p><strong>Estude também</strong> este material de apoio (<em>em inglês</em>): <a class="wpgallery" href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/understandingauras.pdf" target="_blank">Understanding Auras</a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Voltar para volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XXIII – Inteligência Espacial e Cinestésica]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/16/beneficios-da-danca-do-ventre-xxiii-%e2%80%93-inteligencia-espacial-e-cinestesica/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 19:22:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/16/beneficios-da-danca-do-ventre-xxiii-%e2%80%93-inteligencia-espacial-e-cinestesica/</guid>
<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA INTELIGÊNCIA ESPACIAL E CINESTÉSICA I]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA INTELIGÊNCIA ESPACIAL E CINESTÉSICA</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Inteligências Múltiplas. Somos diferentes no campo do saber: A Teoria.</strong></p>
<blockquote><p><strong>No início do século XX</strong>, Alfred Binet criou um instrumento que testava a habilidade humana nas áreas lógica e verbal, enfatizando seu sucesso no desenvolvimento da linguagem e da matemática. Em seguida veio Terman com o Teste de QI, baseado nos estudos de Binet.</p></blockquote>
<div id="attachment_699" class="wp-caption alignleft" style="width: 120px"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/binet2.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-699" title="Luciaurea-Binet" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/binet2.jpg?w=110" alt="Luciaurea-Binet" width="110" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Alfred Binet</p></div>
<p><strong>Embora Binet</strong> tivesse declarado que o desempenho de uma criança em um teste não poderia determinar sua inteligência, durante muito tempo isso virou bíblia nos meios acadêmicos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_700" class="wp-caption alignright" style="width: 113px"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/gardner.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-700" title="Luciaurea-Gardner" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/gardner.jpg?w=103" alt="Howard Gardner" width="103" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Howard Gardner</p></div>
<p><strong>Então surgiu Howard Gardner</strong> (psicólogo de Harvard), que se baseou nas mais recentes pesquisas da década de 80, sobre o desenvolvimento cognitivo e neurológico. Então a neuropsicologia lhe deu vantagens, pois descobrira que <em>nossas habilidades cognitivas eram muito diversificadas</em> – o contrário do que se pensava para época!</p>
<p><strong>A nova descoberta</strong> levou-o a questionar a visão tradicional que os meios acadêmicos tinham da inteligência, isto é, lingüística e matemática apenas. E Gardner revelou que <em>somos capazes de atuar em,</em> <strong>pelo menos</strong><em>, sete campos diferentes de inteligência.</em></p>
<blockquote><p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_701" class="wp-caption alignleft" style="width: 160px"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/inteli-gardner.gif"><img class="size-thumbnail wp-image-701" title="Luciaurea-Livro-Gardner" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/inteli-gardner.gif?w=150" alt="Livro Inteligências Múltiplas" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Livro Inteligências Múltiplas</p></div>
<p>Ele então, definiu a inteligência como uma <em>capacidade para resolver problemas e criar instrumentos de facilitação que signifiquem alguma coisa para uma determinada cultura</em>. Uma capacidade inata e geral, e também única porque diz respeito à individualidade humana.<em> Qualquer pessoa que seja bem sucedida em sua área de atuação pode ser considerada uma pessoa inteligente – mesmo que não saiba ler ou escrever</em>. Um bom jogador de futebol, por exemplo, um lutador de kung fu, possuem excelente inteligência cinestésica.</p></blockquote>
<p><strong>E paralelamente</strong>, nós temos experienciado que em tudo o que envolve a atividade humana, o <em>desenvolvimento cognitivo</em> nos campos da inteligência <em>também está presente</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Não é diferente no dançar</strong></p>
<p><strong><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/mente-humana.gif"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-702" title="Luciaurea-mente-humana" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/mente-humana.gif?w=150" alt="Luciaurea-mente-humana" width="150" height="149" /></a>O pesquisador Howard Gardner</strong> (1993), descobriu que o cérebro humano não possui apenas um tipo de inteligência, mas que <em>temos inteligências múltiplas</em>. Ele classificou sete tipos principais, a priori, mas atualmente, já temos muitas outras classificações.</p>
<p><strong>E isso vem muito a calhar</strong> neste estudo, pois <em>bailarinas não podem ser consideradas burras</em> só porque não dominam matemática ou qualquer outra modalidade intelectual como muitas <em>pessoas sem informação</em> pensam.</p>
<p><strong>Ao estudarmos os benefícios</strong> que a Dança Oriental pode proporcionar, <em>esbarramos no item inteligência</em>, e então, obtemos a seguinte visão do assunto:</p>
<ul>
<li>inteligência espacial;</li>
<li>inteligência cinestésica;</li>
<li> inteligência musical;</li>
<li>e as outras já mencionadas inteligência emocional e sexual.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><strong>Como atuaria então, a Dança, em seu papel transformador e desenvolvedor, em outros tipos de inteligências?</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/multint3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-703" title="Luciaurea-multintelligence" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/multint3.jpg" alt="Luciaurea-multintelligence" width="460" height="345" /></a></strong></p>
<p><strong>Lingüística e Matemática não cabem no contexto</strong>, <em>embora a dança opere com geometrias e letras de músicas</em>. Vamos estudar o que está mais próximo de nós:</p>
<p style="text-align:center;"><em>Inteligência espacial</em></p>
<p><strong>Está relacionada</strong> à nossa <em>percepção visual do espaço, deslocamento dentro dele e nosso sentido de direção</em>. Pessoas que se deslocam bem pelo espaço, pessoas que se imaginam fazendo algo em um espaço, um arquiteto que visualiza sua obra pronta, são bons exemplos de inteligência espacial. Então, estabelecendo tópicos para enxergarmos melhor o que acontece com nossa inteligência espacial, nós temos:</p>
<ul>
<li>Como <em>aprendemos a dançar em espaços abertos, grandes, pequenos e fechados</em>, temos um adendo de inteligência espacial para desenvolver;</li>
<li>No início pareceremos perdidas, sem saber como utilizar o espaço, e para isso existem as professoras: para nos ensinar <em>técnicas de utilização do espaço</em>;</li>
<li><em>Num primeiro momento isso se aprende por intermédio da coreografia</em>. Mas, uma vez dominada a técnica, <em>a atividade de brincar com o espaço se torna corriqueira</em>, e seremos capazes de visualizar como percorreremos aquele palco ou aquele centro ou setor da festa, sem nos sentirmos aturdidas – porque <em>nós já sabemos que movimentos utilizar ali, nós já somos capazes de elaborar um plano de intenções junto com a música</em>;</li>
<li>Alterações da visão espacial <em>mediante um desafio -</em> uma improvisação, por exemplo;</li>
<li>Experienciamos uma nova linguagem que, aos poucos, é prazerosamente desenvolvida e assimilada, em função da <em>leitura visual que processamos do espaço</em>;</li>
<li>A <em>percepção visual se amplia</em> porque <em>junto com a inteligência espacial, desenvolvemos uma inteligência que é conhecida como cinestésica</em>;</li>
<li>Então vamos <em>revelando uma compreensão maior de linhas e formas geométricas</em> representadas em detalhes pelos movimentos corporais (compreensão da configuração da forma como linha de base para a estrutura do movimento), como por exemplo, o 8 ou a figura do círculo, cujo espaço interior é percebido e pode ser pequeno, médio ou grande. Aliás, vamos ver mais sobre isto no tópico seguinte;</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><em>Inteligência Cinestésica</em></p>
<p><strong>No campo cinestésico</strong>, sendo o campo da mente ligado à <em>habilidade de movimentar-se e sensações corporais que relacionam sons, luzes e odores</em>, que estão ligada a:</p>
<ul>
<li>Sensibilidade ao ritmo;</li>
<li>Expressividade, <em>boa leitura corporal</em> da música;</li>
<li><em>Criação de idéias de movimento </em>para coreografias X elaboração de idéias em movimento em resposta imediata à música (improvisação);</li>
<li>Coordenação motora, equilíbrio corporal e postural, <em>harmonia gestual</em>, controle corporal;</li>
<li>Agilidade;</li>
<li>Leveza e força: estes itens sugerem uma espécie de <em>resposta imediata ao estímulo da música</em> para o movimento, que, no início, pode não ser tão rápida, pois o treino é justamente para desenvolver este <em>potencial de criatividade e perspicácia</em>, e, no ponto em que se torna <em>espontâneo</em>, esbarra-se na <em>inteligência intuitiva</em> (que pode ser uma vertente da inteligência emocional) e na verdadeira sensibilidade artística.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><em>Um adendo sobre Inteligência Musical</em></p>
<p><strong>Ainda neste aspecto da inteligência cinestésica</strong>, percebemos um <em>pequeno desabrochar da inteligência musical &#8211; </em>pequeno porque somos bailarinas e não músicos, embora haja a necessidade de estudarmos com eles para:</p>
<ul>
<li>Trabalharmos com as <em>propriedades e elementos da música</em>, e <em>educamos os nossos ouvidos para corresponder à estrutura musical</em> afim de sentir isso verdadeiramente dentro de nós, seja do ritmo, do floreado ou da melodia;</li>
<li>Aprendemos que <em>representar uma estrutura musical com nossos corpos</em>, significa <em>desenhá-la no próprio corpo e discriminar o tom e outros detalhes desta estrutura</em> para poder acompanhá-la – se a música cresce, por exemplo, um movimento de braço &#8220;cresce junto&#8221; (elevando-se ou alongando-se para os lados ou diagonais), se ela diminui o movimento decresce.</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Voltar para Volume II</a></p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XVIII - Dança do Ventre, Inv(f)erno e Cólicas Menstruais]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:05:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</guid>
<description><![CDATA[BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS Creio que para desfrutarmos de qualquer benefí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<blockquote><p><strong><em>Creio que</em></strong><em> para desfrutarmos de qualquer benefício que a dança do ventre possa nos oferecer, precisamos ter consciência de como nos cuidar.</em></p></blockquote>
<p><strong> </strong><a href="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg"><img class="alignleft" title="Luciaurea-colica-menstrual-alivie-esse-problema" src="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg" alt="Cólica menstrual - alivie esse problema com a prática da dança do ventre" width="200" height="217" /></a><strong>Tornou-se comum </strong>o crescente índice de reclamações femininas sobre as <em>cólicas menstruais</em>. E os homens também reclamam, pois as mulheres simplesmente &#8220;piram&#8221; com a TPM.</p>
<p><strong>Vivendo em meio a uma cultura </strong>que ensina a detestar os fenômenos femininos do corpo como um <em>dogma</em> que não deve ser questionado, o resultado só pode ser o aumento do sofrimento da mulher.</p>
<p><strong>O que nós</strong><strong>, mulheres,</strong><strong> precisamos aceitar,</strong> é a nossa condição feminina a nível físico, pois a negação e rejeição de qualquer fenômeno orgânico que envolva a nossa natureza é também responsável pela dor que sentimos por termos nascido mulheres.</p>
<p><strong>No plano sintomático,</strong> nos comportamos como se estivéssemos num campo de batalha, travando guerras com <em>obstáculos metafóricos</em> de nosso subconsciente, que mês a mês, a cada ciclo lunar, se renova e fisicamente se reoganiza para receber uma nova vida. Aprendemos a considerar <em>nossos ciclos</em> uma abominação.</p>
<p><strong>Abominação</strong> é para mim, ouvir mulheres amaldiçoando a menstruação, projetando mais raiva sobre seus úteros já enfraquecidos por drogas e conceitos depreciativos sobre <em>o ser mulher</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>UMA LENTE DE AUMENTO SOBRE &#8220;OS CONTOS DE FADAS&#8221;</strong></p>
<blockquote><p><strong>O que você precisa saber</strong> sobre cólicas menstruais está dentro de você: no seu útero. E saiba que quanto mais raiva você assumir internamente sobre esse tema, mais dor você irá sentir&#8230; Infelizmente isso é <em>cientificamente comprovado</em>.</p></blockquote>
<p><strong>Em se tratando de arquétipos</strong> (C.G.Jung, Joseph Campbell, Jean Shinoda Bolen, Cristina Cairo), carregamos através da <em>construção histórica de nossas ancestrais</em>, a &#8220;imagem da mulher que obedece mas que precisa ser uma guerreira no lar&#8221;, herança da <em>consciência machista</em> de clãs e povos colonizadores que deturparam <em>culturas femininas de poder</em>. A única maneira de realizarem tal feito foi &#8220;<em>massacrificando&#8221; as crenças</em> sobre o <em>sagrado feminino</em>. O hábito de arquivar registros históricos nos mostra claramente esse <em>resumo</em>.</p>
<p><strong>Eu costumo dizer </strong>que <em>a dança do ventre nos faz pensar como mulheres</em>.<strong> </strong>Como mulheres somos responsáveis por atacar nossos corpos, nossas formas, nossa psicologia e nossa <em>identidade</em>, em troca de paz e aceitação social, ao invés de desvendar os bloqueios psicológicos projetados sobre nós desde a vida intra-uterina. Paz porque nos consideramos &#8220;mulheres modernas&#8221;, e não podemos perder nosso tempo, dando mais atenção ao diálogo da dor e à sua cura, porque precisamos trabalhar/ganhar dinheiro/pagar as contas; e aceitação social porque apreciar a própria menstruação é sinônimo de &#8220;estranhismo&#8221;. Afinal, <em>&#8220;sangue é nojento&#8221;</em>, <em>&#8220;sangue é feio&#8221;</em>, sangue é <em>&#8220;coisa do diabo&#8221;</em>. Uma &#8220;coisa do diabo&#8221; que nos dá vida.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>FISIOLOGIA DA DOR</strong></p>
<blockquote><p><strong>A dor da cólica menstrual </strong>é causada pela <em>contração muscular</em> e <em>má oxigenação do útero</em>. A <em>prostaglandina</em> é a substância que age na ovulação e no sangramento menstrual. Quando a taxa de prostaglandina aumenta, aumenta também a <em>concentração de cálcio</em> dentro da musculatura do útero, e este passa a se contrair. Esta contração por sua vez, <em>dificultará a circulação sanguínea</em> e provocará a <em>diminuição de oxigênio</em> no útero.</p></blockquote>
<p><strong>Imagine isso: </strong>o útero está <em>cheio de cálcio</em>, contraído e quase <em>sem ar</em>. Sua única alternativa á gritar por SOCORRO!!!!!!! Acrescente à ocorrência, o aumento de <em>vasopressina</em>, que <em>elevará a pressão </em>dos vasos uterinos, <em>reduzindo o espaço</em> <em>para o oxigênio </em>ser conduzido. Com certeza isso vai gerar mais dor.</p>
<p><strong>Quer saber mais?</strong> Tudo isso é somado a um fenômeno que se chama <em>couraça muscular</em>.</p>
<p><strong>Para que serve uma armadura? </strong>Para nos <em>proteger</em>. O subconsciente <em>cria sistematicamente</em> diversas armaduras e <em>as armazena pelo corpo</em> afim de nos proteger de situações <em>consideradas desagradáveis</em>. O <em>sinal de estímulo</em> para <em>ativar</em> uma couraça é a<em> emoção</em>. Cada emoção é associada a um tipo de couraça diferente.</p>
<p><strong>Sabendo disso,</strong> pense a partir de agora, <em>três vezes antes</em> de proferir uma palavra que <em>menospreze teu útero</em> &#8211; até nas entrelinhas! Faça uma <em>programação neurolinguística</em> em você mesma!</p>
<p><strong>A dança do ventre</strong> promove <em>exercícios salutares</em> que <em>diminuem a dor das cólicas menstruais </em>porque<em> estimulam a oxigenação no útero</em>, juntamente com <em>exercícios de abandono</em> das couraças musculares que construímos nele &#8211; algumas vezes de maneira dolorosa para algumas mulheres.</p>
<p><strong>As ondulações abdominais</strong> são um forte <em>&#8220;chamariz&#8221;</em> e marca registrada da dança do ventre. São também, <em>exercícios renovadores da auto estima</em> da mulher moderna, que tende a projetar sobre seu ventre, toda a <em>idéia de feiúra</em> que a cultura de mídia ensina como verdade massificada, para fazê-la aceitar paradigmas como se fossem suas verdades pessoais.</p>
<p><strong>Não estrague </strong>sua felicidade. Fique de Olho!</p>
<p style="text-align:center;"><strong>DANÇA DO VENTRE, INVERNO E CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Um cuidado prático</span>!</p>
<blockquote><p>Eu posso dizer que com a experiência, fui adquirindo alguns hábitos que atualmente me protegem e espero que a sugestão possa nos dar algo para pensar a respeito para as épocas de frio.</p></blockquote>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><strong>1- Diminua a friagem ambiente</strong>. Feche janelas e se a aula esquentar em função dos exercícios prefira um <em>ventilador à distância</em> com <em>circulação indireta</em>;</span></strong></p>
<p><strong>2- Faça uso de meias e sapatilhas</strong> &#8211; e <em>não dispense o agasalho</em>. <em>Cubra seu ventre</em> se for preciso, para não tomar friagem no ventre e lombar, pois épocas frias intensificam não somente cólicas, mas lombalgias e fribromialgias também;</p>
<p><strong>3- Aquecimento prévio</strong>, de longa duração, com <em>muita respiração abdominal</em> e alongamento. Não se trata de aquecimento rápido de academia &#8211; mas um <em>carinho</em>, um cuidado e uma <em>mensagem para o corpo</em> de que <em>você está dando atenção ao diálogo</em> dele: toda cólica é um sinal de diálogo do corpo;</p>
<p><strong>4- Bom humor</strong>. Não o deixe guardado na gaveta! Coloque um sorriso em seu rosto <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:center;"><strong>Boa Dança!</strong></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XVII – Metabolismo II]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xvii-metabolismo2/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 18:37:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xvii-metabolismo2/</guid>
<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA ESTRUTURA METABÓLICA – II Parte Propr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA ESTRUTURA METABÓLICA – II Parte</p>
<p style="text-align:center;"><em>Propriedades dos movimentos da dança do ventre</em></p>
<p><strong><a rel="attachment wp-att-631" href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xvii-metabolismo2/danse_du_ventre_by_linzarcher/"><img class="alignleft size-full wp-image-631" title="Danse_du_Ventre_by_LinzArcher" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/danse_du_ventre_by_linzarcher.jpg" alt="Danse_du_Ventre_by_LinzArcher" width="295" height="400" /></a>Talvez você esteja pensando</strong> que falar sobre o problema da depressão esteja fora de propósito dentro do contexto da Dança do Ventre. Eu lhe digo que vi a dança ajudar, muitas mulheres e bailarinas estressadas, a superar estas formas de pensar depressiogênicas, embora, obviamente, ela não cure o desequilíbrio orgânico de uma depressão crônica. Neste caso só a fé (ou a medicina) remove montanhas – ou não&#8230;</p>
<p><strong>Uma série de estudos</strong> revelou que fatores como <em>cultura e forma de criação</em>, e crenças provindas da infância:</p>
<ul>
<li>sobre a capacidade que se tem de controlar e assumir o que acontece na vida;</li>
<li>sobre confundir o valor pessoal com atividades nas quais não foram tão bem sucedidas;</li>
<li>sobre não ter a atenção que gostaria de receber dos outros, estão diretamente ligados à depressão.</li>
</ul>
<p><strong>A Dança do Ventre</strong> oferece <em>um meio mais produtivo de enxergar as dificuldades</em>, pois durante as aulas <em>se aprende, através da linguagem corporal</em>, que emoções, como a ansiedade e a raiva, e sentimentos como a tristeza, <em>não se instalam em nós sem que tenhamos o controle sobre eles.</em></p>
<blockquote>
<p style="text-align:center;"><em><strong>A maneira como raciocinamos e nos movimentamos pode transformar o que sentimos</strong></em></p>
</blockquote>
<p><strong>Alguns movimentos</strong> em particular, <em>possuem propriedades calmantes:</em></p>
<ul>
<li>os <em>redondos </em>irão trabalhar muito a descentralização e a centralização da pessoa;</li>
<li>os <em>shimmies</em> irão efetivamente movimentar a energia da raiva;</li>
<li>os <em>tremidos </em>com certeza reorganizarão o caos provocado por pensamentos indesejados;</li>
<li>os <em>giros</em> modificarão o foco do medo, motivarão uma atitude de tomar posse da transformação.</li>
</ul>
<p><strong>No metabolismo</strong>, tudo muda com a Dança do Ventre! Ela não vai tornar você uma pessoa milionária se isso não estiver dentro de você ou no seu destino; ela não irá lhe trazer muitas amigas, pelo contrário, às vezes atrai a inveja feminina; mas uma coisa ela pode fazer por você: dar-lhe um novo metabolismo – <em>o metabolismo da alegria</em>!</p>
<p><strong>Se a estrutura da aula</strong> incluir a diversão, o reforço constante passa a virar hábito. Vamos transformar isso em uma afirmação positiva:</p>
<p><em>“O reforço positivo constante torna-se um hábito saudável.”</em></p>
<p><strong>Todo hábito</strong> pode ser cultivado.</p>
<p><strong>Se essas raízes</strong> forem profundas, cultivadas numa terra fértil e próspera, só poderão dar bons frutos. Não adianta a semente ser boa se a terra é má. Não funciona você estar num ambiente positivo se sua cabeça é negativa. Ajude-se.</p>
<p><strong>Emprestando o termo</strong> de Maria Kovacs, uma das citadas por Daniel Goleman em seu livro já mencionado anteriormente, a Dança do Ventre pode funcionar como uma “vacina psicológica” contra a depressão, pois a própria pessoa deixa de se ver como um ser fragmentado, encontrando satisfação através do prazer que a dança proporciona, e desenvolvendo uma competência emocional que lhe dá forças para superar o déficit, seja ele depressão, auto-estima corrompida, stress, insônia, dor muscular de origem psicológica e outros tantos.</p>
<p><strong>Fazer da Dança do Ventre</strong> a “Dança da Mente” pode literalmente <em>colocar o metabolismo para dançar!</em></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XIII – Especial para Professoras]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/08/beneficios-da-danca-do-ventre-xiii-%e2%80%93-especial-para-professoras/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 17:14:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Consciência Corporal e Dança do Ventre – II Parte Vamos pegar o exemplo de uma criança que está apre]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Consciência Corporal e Dança do Ventre – II Parte</strong></p>
<p><strong>Vamos pegar o exemplo</strong> de uma criança que está aprendendo a escrever. A boa professora sabe que a criança que acaba de chegar à escola precisa de um recurso para vivenciar no concreto, a forma da letra, seu movimento – por onde ele começa, seu caminho – por onde ele passa e onde ele termina. Ela fará isso com cada letra do alfabeto conhecendo os diferentes tipos de formas de letras, e só então começará a construir sílabas.</p>
<p><strong>Com o adulto</strong> na dança é a mesma coisa. A aluna precisa conhecer os diferentes tipos de movimentos, compreendendo onde começa, onde termina, <em>como</em> <em>desenvolver sua postura</em>, <em>como compreender sua organização somática</em> para poder usa-la. A aluna até pode assimilar muito rapidamente um processo desses – e isso geralmente acontece quando os recursos aplicados para ensinar são adequados à realidade dela – mas primeiro <em>ela precisa saber como se constrói uma postura</em>. Ela precisa <em>desenvolver sua consciência corporal</em>, aprender <em>a sentir como</em> seu corpo, seus músculos, suas articulações, <em>se comportam</em>.</p>
<p><strong>A professora precisa</strong> ser capaz de oferecer isso à sua aluna. Mas se, se trata de uma professora que está apenas interessada em “formar” meninas para apresentações e shows, que não domina noções básicas de anatomia e terapia, ela demonstra que <em>trabalha mais pela sua vocação artística que pela pedagógica</em>, embora existam professoras com as duas vocações &#8211; o que é muito bom. Considera-se que esta profissional talvez domine muito bem a técnica e a didática para shows, e <em>é ético informar</em> a esta aluna, que a didática utilizada por <em>ela-professora</em> não é adequada para uma situação em que a candidata apenas deseja aprender a dançar para si mesma. Esta profissional não poderá orientar essa aluna caso ela sofra com <em>couraças musculares</em>, pois não domina técnicas que a favoreçam. Deve então, indicá-la a uma outra profissional. Esta é apenas uma <em>situação parcial</em>, não integral. Existem professoras e professoras e cada uma é responsável pelos seus próprios objetivos na formação de suas alunas, e não é nosso intento, aqui, julgar o certo ou o errado, pois ambos são paradoxais.</p>
<p><strong>Com exceções</strong>, que crescem dia a dia, a maioria de nós se constitui por <em>analfabetos emocionais</em>. Com raras exceções, <em>não sabemos como lidar com situações conflitivas, sem nos desorganizarmos somaticamente</em>. Se a nossa estrutura anatômica está relacionada com nossa estrutura emocional, podemos então pensar na possibilidade do termo &#8220;analfabetos anatômicos&#8221;. Muitos dos nossos hábitos e posições posturais são construídos ao longo de anos, através de reações copiadas de nossos familiares, imediatistas, adotadas para resolver uma situação de momento, sem a devida percepção do conjunto corporal.</p>
<p><strong>Devemos também contemplar</strong> um outro aspecto. <em>Não existem práticas artísticas que utilizem o corpo como instrumento de trabalho que não tragam seqüelas com o tempo</em>. Criamos então, <em>práticas compensatórias</em> para aliviarmos nossas tensões. Podemos até ter excepcional domínio do nosso corpo em determinada atividade, no caso a Dança do Ventre, mas isso não quer dizer que tenhamos <em>o domínio sobre a percepção dos nossos limites</em>, e da<em> totalidade</em> <em>de nossa saúde</em> física. Estamos ainda no terreno da <em>conquista de nossa realidade somática</em>.</p>
<p><strong>A Educação Somática</strong>, tanto na Dança Oriental como em outra técnica, se concretiza através da consciência corporal. Isso significa:</p>
<ul>
<li>estudar sobre a estrutura óssea;</li>
<li>sobre o eixo de equilíbrio vertical;</li>
<li>a respectiva musculatura que sustenta essa estrutura.</li>
</ul>
<p><strong>A professora de dança do ventre</strong> precisa <em>dominar</em> isso, se quiser ter resultados mais (in)fluentes e satisfatórios com a postura de suas alunas. Isso implica saber, por exemplo:</p>
<ul>
<li>que <em>existe uma noção sensorial da musculatura</em> que realiza o movimento;</li>
<li><em>o quanto de força aplicamos</em> em nossas ações básicas;</li>
<li>que<em> é um direito nosso conhecer a estrutura</em> que nos favorece para a prática da Dança Oriental.</li>
</ul>
<p><strong>Utilizar a Dança do Ventre</strong> como <em>método de educação somática</em>, é uma <em>prática profilática</em>, que pode melhorar a qualidade de trabalho de muitas bailarinas e das futuras gerações de bailarinas.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XI – Anatomia e Cinesiologia para Dança do Ventre]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/07/beneficios-da-danca-do-ventre-xi-anatomia-cinesiologia-para-danca-do-ventre/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 18:16:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/07/beneficios-da-danca-do-ventre-xi-anatomia-cinesiologia-para-danca-do-ventre/</guid>
<description><![CDATA[Kinein. Do grego, mover. Logos. Do grego, discurso sobre um conhecimento. Cinesiologia é o estudo do]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><em>Kinein. Do grego, mover.<br />
Logos. Do grego, discurso sobre um conhecimento.<br />
Cinesiologia é o estudo do movimento, de suas implicações e estruturas.</em></p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><em>Considerando os deslocamentos</em></p>
<p><strong>As estruturas coluna, quadril e pé</strong> são muito importantes na prática da dança, sem comentar as outras como a cintura escapular, as articulações dos pulsos, das mãos e dos dedos, largamente utilizados em movimentos refinados.</p>
<p><strong>Na dança</strong>, <em>o andar é aplicado de forma contrária ao do ciclo da marcha</em>, em que o calcanhar contata a superfície do chão e em seguida, o apoio é transferido para o metatarso. O andar na meia ponta alta <em>proporciona um ar de elegância</em>, principalmente se o apoio é realizado do metatarso para o calcâneo, quando se utiliza o pé inteiro no chão.</p>
<p><strong>É igualmente necessário compreender</strong> <em>como ocorre</em> o processo cinesiológico do corpo ao dançar. Não pensamos em como funciona nossa movimentação quando estudamos o corpo na dança. É preciso notar (sentir) a movimentação pélvica na dança, <em>e o impacto que esta causa na coluna</em>. Na marcha natural, existe um movimento sutil onde uma ligeira rotação pélvica diminui a ondulação vertical, na qual a pelve oscila sobre o eixo da coluna lombar. Quer dizer que, durante o passo, <em>o grau de compensação da pelve diminui o ângulo</em>, entre a pelve e a coxa, e a perna e o solo. Isso significa que <em>ocorre uma inclinação pélvica</em>, um leve balanço.</p>
<p><strong>Na Dança do Ventre</strong>, isto ocorre de forma mais intensa, solta, ou forte, em relação aos eixos do corpo. O <em>shimmy</em> na articulação do quadril ocasiona uma oscilação muito maior sobre o eixo da coluna lombar em que a pelve se movimenta. A inclinação pélvica é ainda maior no caso do Shimmy Soheir Zaki ou mesmo no caso do Shimmy de Batida Lateral em grande amplitude (como é utilizado no Estilo Tribal Brasileiro), e também temos uma adução considerável da perna de apoio.</p>
<p><strong>A flexão do joelho</strong> durante a fase de apoio é imprescindível na marcha comum.<em> Muito mais na Dança do Ventre</em>. Na marcha comum, o joelho se estende quando o calcanhar toca o solo, iniciando a fase de apoio para a perna, e o corpo se desloca sobre o seu centro de gravidade com o joelho fletido, passando sobre o pé e o joelho, gradualmente, estendendo-se novamente, até uma nova extensão no fim da fase de apoio.</p>
<p><strong>Na Dança do Ventre</strong> <em>o deslocamento ocorre de forma contrária</em>. Parte-se com o joelho, algumas vezes, dependendo do caso, levemente estendido com o metatarso tocando o solo, deslocando o corpo sobre o centro de gravidade, relaxando o joelho, quando o pé inteiro toca o solo.</p>
<p><strong>É muito importante notar</strong> que se a <em>conjugação de movimentos</em> entre joelho e tornozelo, <em>relaciona-se com a ondulação da pelve na marcha normal</em>, <span style="color:#ff0000;">na</span> <span style="color:#ff0000;">Dança do Ventre isso acontece de forma mais óbvia</span>.</p>
<p><strong>Vamos então, reforçar nosso conhecimento:</strong> na marcha comum, <span style="color:#333333;">durante</span> o apoio do metatarso, o tornozelo realiza uma planiflexão e gradualmente flete, em sentido plantar, para se estabilizar no chão enquanto o corpo se aproxima do centro de gravidade <em>e o quadril tem tempo para se estabilizar novamente</em>. Como na dança aplicamos o andar inverso, ou seja, da ponta para o calcanhar (pois do calcanhar para a ponta é realmente <em>antiestético</em>), obtemos <em>maior leveza e uma diminuição de peso considerável</em> para que a pelve ondule livremente e numa amplitude maior!</p>
<p style="text-align:center;"><em>Uma questão de hábito</em></p>
<p><strong>Segundo Gislayne Ferrigno</strong>, em certas tribos do Oriente, as mães que vão buscar água nos poços utilizam este andar para adquirir leveza e maior amplitude nos passos, pois carregam os jarros nas cabeças. O andar também viabiliza os movimentos dos quadris, pois utilizam cintos com moedas ou guizos, o que facilita para a criança identificar a sua mãe em meio a tantas mulheres carregando água.</p>
<p><strong>A atividade muscular possui</strong>, então, um papel de grande importância para a realização do deslocamento, pois <em>trabalham juntos</em> os músculos da coluna, quadril, abdome e perna.</p>
<p><strong>É importante a conscientização</strong> de <em>que tipos de movimentos e posturas</em> <em>do membro inferior</em> afetam pelve e coluna. Podemos observar concretamente que todos os músculos, mesmo as cadeias musculares mais distantes deste ponto, <em>são solidários</em>, auxiliam uns aos outros, para a realização de uma marcha comum. Imagine isso em um deslocamento de dança&#8230;</p>
<p><strong>Uma outra coisa extremamente importante</strong> é<em> a influência do estado psicoemocional no comportamento dessa estrutura.</em></p>
<p><strong>Fazendo notar</strong>, que <em>o estado psicoemocional de uma pessoa pode alterar a maneira como ela anda e utiliza o próprio corpo</em>, podemos citar Feldenkrais, que disse certa vez <em>&#8220;A única coisa que você pode mudar é a maneira como você faz o que você faz&#8221;.</em> Isso nos leva a pensar que <em>a musculatura funciona através do hábito</em>. A cada repetição de um movimento, o corpo se organiza e vai assumindo uma configuração específica que vai se confirmando no tempo.</p>
<p><strong>Uma mecânica da unidade pélvica</strong> que seja mal elaborada na prática do <em>shimmy</em>, por exemplo, devido a uma inadequação corporal, falta de conhecimento adequado, ou prática excessiva e o emprego contínuo e exagerado de forças, provoca desequilíbrios e sobrecargas anormais, gerando dor no quadril, joelho ou coluna. Desenvolvem-se síndromes e patologias<em> em função do uso excessivo</em>, <em>das sobrecargas nas articulações</em>, e a pessoa começa a sofrer <em>restrições nos movimentos</em>, <em>fraquezas musculares</em> e <em>dores</em>, que prejudicam <em>o equilíbrio e o controle</em> postural na dança.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Patologias</em></p>
<p><strong>Dentre as patologias</strong> que podem ser desenvolvidas estão a bursite, a lombalgia e a tendinite, que provocam dor, que pode ser sentida na parte lateral do quadril, podendo descer lateralmente pela coxa, indo até o joelho; ou ainda pode ser sentida na virilha, ou ainda ao redor da região dos ísquios ou lombar. Este desconforto pode ser sentido após um longo período:</p>
<ul>
<li>Ao ficar de pé, assimetricamente com o <em>quadril afetado</em> elevado e aduzido, com a pelve caída sobre o lado oposto (uso do apoio contínuo de um lado só da perna, por exemplo, ao esperar um ônibus);</li>
<li>Ou ainda com a realização de flexões de quadril (shimmies mal executados);</li>
<li>Ou na posição sentada, e também durante a realização de um exercício que provoque extensão excessiva enquanto a musculatura estava se contraindo;</li>
<li>Ou em deslocamentos mal estruturados, ondulações de coluna que exijam um preparo que não foi respeitado ou desenvolvido, podem, infelizmente, levar ao desenvolvimento destas patologias &#8211; efetivamente.</li>
</ul>
<p><strong>Compreendemos</strong> que se um ato mecânico, aparentemente simples, pode ser tão complexo, a ponto de envolver articulações, músculos, centro de gravidade, equilíbrio, sistema nervoso central e periférico, vida psicológica e emocional num só contexto – se um ato mecânico é capaz de somar todos estes elementos e fazer tudo isso – devemos também lembrar que a postura está intimamente ligada à auto estima.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Uma idéia fabulosa: p</em><em>or Matilda Yakhni, especialista no Método Feldenkrais</em></p>
<p><strong>Se o como eu me uso</strong> <strong>por fora</strong> <em>está ligado ao como eu me utilizo por dentro,</em> eu preciso estar atenta, por que: <em>“Atenta à como faço, posso descobrir como eu manipulo os meus ossos e os meus músculos no espaço, para onde eu direciono as diferentes partes do meu corpo durante uma ação”. </em></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Voltar para Volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre X – Movimentos dos Pés]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/07/beneficios-da-danca-do-ventre-x-%e2%80%93-movimentos-dos-pes/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 16:41:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/07/beneficios-da-danca-do-ventre-x-%e2%80%93-movimentos-dos-pes/</guid>
<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA A arti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA</p>
<p style="text-align:center;"><em>A articulação do pé</em></p>
<p><strong>Uma outra estrutura</strong> que merece nossa atenção especial é o pé.</p>
<p><strong>De maneira simplificada</strong>, o pé é formado pelo tarso, metatarso e falanges, e seus movimentos são realizados pelos músculos, como no resto do corpo.</p>
<div id="attachment_575" class="wp-caption aligncenter" style="width: 470px"><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo.php"><img class="size-full wp-image-575" title="anatomiape" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/anatomiape.gif" alt="Anatomia do pé" width="460" height="364" /></a><p class="wp-caption-text">Anatomia do pé</p></div>
<p style="text-align:center;">A cinesiologia do tornozelo e do pé depende dos movimentos:</p>
<ul>
<li><strong><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo/cinesi01.jpeg" target="_blank">Dorsiflexão</a></strong> (flexão do dorso do pé / para cima);</li>
<li><strong>Planiflexão</strong> (flexão da planta do pé / para baixo);</li>
<li><strong><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo/cinesi02.jpeg" target="_blank">Eversão</a> </strong>(quando a borda medial do pé se dirige para a parte medial da perna / dedão);</li>
<li><strong>Inversão </strong>(quando a parte lateral do pé se dirige para a parte lateral da perna / dedinho);</li>
<li><strong><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo/cinesi03.jpeg" target="_blank">Abdução</a></strong> (movimento do pé para fora);</li>
<li><strong>Adução</strong> (movimento do pé para dentro);</li>
<li><strong><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo/cinesi04.jpeg" target="_blank">Pronação</a></strong> (o calcâneo se move em direção ao tálus, com uma eversão, abdução e dorsiflexão);</li>
<li><strong><a href="http://www.fm.usp.br/fofito/fisio/pessoal/isabel/biomecanicaonline/articulacoes/tornozelo/cinesi05.gif" target="_blank">Supinação</a></strong> (inversão do calcâneo, adução e flexão plantar &#8211; muito comum em uma meio ponta incorreta).</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"><em>Cinesiologia do tornozelo e do pé</em></p>
<p><strong>Em conjunto</strong>, estes movimentos são utilizados enquanto dançamos, muitas vezes, <em>sem qualquer tipo de consciência a respeito a natureza que se esconde em nossos pés</em>, sobre <em>a estrutura pé</em>, que é a base do corpo para dançarmos!</p>
<p><strong>É comum a utilização</strong> do peso sobre o dedinho ou o dedão, a depender dos movimentos, e outras formas incorretas de utilização do apoio. Não é fácil educar anos de prática incorreta. Com o tempo, o incorreto passa a ser comum e nosso centro de apoio fica deslocado, como por exemplo, <em>o equilíbrio da meia ponta em supinação</em>. Com os anos, isso pode acarretar problemas&#8230;</p>
<p><strong>O pé também possui</strong> elementos ósteo-articulares, ligamentares e musculares, que se associam harmonicamente, permitindo que seu “arco” modifique sua curvatura, tendo elasticidade para se adaptar a todos os formatos de solo, distribuindo o peso do corpo nos mais diversos tipos de situações, e ainda, desempenhando <em>o papel de amortecedor</em> para suavizar a marcha. Esta característica <em>favorece os deslocamentos da Dança do Ventre articulados na meia ponta baixa, média e alta</em>.</p>
<p><strong>O treino da meia ponta</strong> favorece o fortalecimento dos tornozelos e das panturrilhas. Não é incomum, dançarinas terem panturrilhas bem torneadas e fortalecidas.</p>
<p><strong>É certo que o uso da meia ponta baixa</strong> favorece mais o equilíbrio que a meia ponta alta. Embora esta última seja esteticamente mais bela que a primeira, nem sempre sua execução é possível, dependendo da anatomia do pé.</p>
<p><strong>Fique atenta</strong> <em>para não forçar o que ainda precisa de tempo para se desenvolver</em>. <em>Uma meia ponta nunca não é igual à outra. Seu pé é único. Perfeito para seu andar e equilíbrio.</em></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre IX – Movimentos dos Joelhos]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/06/beneficios-da-danca-do-ventre-ix-%e2%80%93-movimentos-dos-joelhos/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 20:02:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA Joelho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA</p>
<p style="text-align:center;"><em>Joelhos</em></p>
<p><strong><a href="http://www.clinicaecirurgiadojoelho.com.br/clinica/o-joelho.html"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-541" title="Articulação do joelho" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/joelho.jpg?w=133" alt="Articulação do joelho" width="133" height="150" /></a>A articulação do joelho</strong> é considerada uma <em>articulação em dobradiça</em>, pois realiza os movimentos de flexão e extensão, sendo que o mecanismo de rotação não a classifica como uma articulação em dobradiça perfeita.</p>
<p><strong>Trataremos sobre a flexão do joelho</strong> na fase de apoio mais adiante. Por ora, vamos tratar de algumas considerações mecânicas sobre as lesões do joelho, uma vez que <em>a estrutura</em> das manifestações shímmicas da Dança do Ventre <em>baseia-se nas articulações dos joelhos.</em><em> </em></p>
<p><strong>Vemos constantemente</strong>, em muitas práticas de outras técnicas de dança e também em práticas desportivas, movimentos que ultrapassam os limites normais da articulação, resultando em lesões do joelho.</p>
<p><strong>É muito importante</strong> observar que quando o joelho é constantemente forçado, além de sua restrição natural, seus ligamentos ficam submetidos a uma tensão que é superior ao seu limite de elasticidade. Este pode ser o resultado, por exemplo, da prática dos <em>shimmies</em> sem o devido relaxamento dos joelhos, ou ainda, em deslocamento, fixar o pé enquanto o joelho gira medialmente: uma deformação permanente dos ligamentos, a depender da força aplicada, entorses e luxações.</p>
<p><strong>Estudar cinesiologia</strong> não é tarefa fácil. Para muitos é realmente chato. Não é necessário sermos experts em cinesiologia e anatomia para praticarmos Dança do Ventre, mas é de peso ímpar admiti-la no <em>hall</em> de nossas pesquisas, e estudar <em>a maneira como usamos o corpo enquanto dançamos</em>, pois isso pode ser extremamente instrutivo, para evitar futuras lesões, e afastar a possibilidade de encerramento de nossa tarefa, dentro desta atividade tão prazerosa. Neste caso, a falta de conhecimento sobre o funcionamento de nossa estrutura é altamente destrutiva.</p>
<p><strong>A Anatomia</strong> deve sempre nortear nossa prática técnica. Se a estética é anti-anatômica, devemos estar conscientes do que estamos fazendo, pois a responsabilidade por nossa saúde recai unicamente sobre nós.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre VIII - Os Shimmies e o Quadril]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/06/beneficios-da-danca-do-ventre-viii-os-shimmies-e-o-quadril/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 17:36:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA Quadri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA</p>
<p style="text-align:center;"><em>Quadril</em></p>
<p><strong>Cintura Pélvica, ou pelve</strong>, é uma outra estrutura importante para a Dança do Ventre. A pelve oferece proteção às vísceras, estabiliza o tronco, com os membros inferiores (pernas) ajuda no mecanismo da marcha, e, com o tronco, mantém o centro de gravidade (centro de equilíbrio do corpo).</p>
<p><strong>Trata-se de uma articulação estável</strong> e funcional para sustentação do peso corporal: possui capacidade de movimento muito ampla.</p>
<p><strong>Cada metade da pelve</strong> é formada por três outros ossos que se fundem, conhecidos como <em>íleo, ísqueo e púbis</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://www.drsergio.com.br/ergonomia/curso/ossos.html"><img class="aligncenter size-full wp-image-515" title="Pelve" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/pelve1.jpg" alt="Pelve" width="190" height="209" /></a></p>
<p><strong>No início da vida</strong>, eles estão separados, mas no adulto estão unidos formando a sólida estrutura do osso do quadril. Por isso é muito importante conhecer a Anatomia, pois <em>o que se ensina para uma criança em uma aula de dança do ventre, não deve ser ensinado como se fosse para uma mulher adulta</em>. Na mulher adulta, a bacia pélvica está fechada posteriormente pelo osso sacro, que se articula entre os dois quadris, e, é importante saber, que a articulação formada pelos ossos sacro e o íleo, <em>é cartilaginosa</em>, e <a href="http://www.doratual.com.br/"><img class="alignright size-full wp-image-516" title="Hiperlordose-da-gravida" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/hiperlordose-da-gravida.gif" alt="Hiperlordose-da-gravida" width="199" height="199" /></a>que, a possibilidade de movimentos da mesma <em>é muito reduzida</em>, assim como as articulações do sacro com os dois ossos do quadril. <em>Estas são tão imóveis que, na prática, toda estrutura da cintura pélvica, pode ser considerada como um só osso.</em></p>
<p><strong>Na mulher</strong>, a morfologia da cintura pélvica <em>está ligada à função de gestação e parto.</em></p>
<div id="attachment_519" class="wp-caption alignleft" style="width: 102px"><a href="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/termos.htm"><img class="size-thumbnail wp-image-519 " src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/flexao3.jpg?w=92" alt="Exemplo de Flexão" width="92" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de Flexão e Extensão</p></div>
<p><strong>Esta articulação</strong> possui <em>movimentos de flexão</em> (quando se aproxima as faces anteriores, da coxa e do tronco, ou seja, coxa e abdome), cuja amplitude é maior, quanto mais fletido estiver o joelho, e menor, quanto mais estendido estiver o joelho, em função da tensão dos músculos isquio-tibiais (ligados ao ísquio e tíbia).<strong> </strong></p>
<div id="attachment_520" class="wp-caption alignright" style="width: 102px"><a href="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/termos.htm"><img class="size-thumbnail wp-image-520" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/flexao4.jpg?w=92" alt="Exemplo de Extensão e Flexão" width="92" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Exemplo de Extensão e Flexão</p></div>
<p><strong>Possui também</strong> <em>movimentos de extensão</em> (quando se aproxima as faces posteriores, da coxa e do tronco), que são muito limitados, em geral, confundidos e, ou, aumentados por uma lordose lombar. Mas sua amplitude é maior, quanto mais estendido estiver o joelho, e menor, quanto mais fletido estiver o joelho. Por causa da tensão do músculo reto-femoral.</p>
<p><strong>Temos nestes dois contextos</strong>, os movimentos dos “arabesques”, efetuados nos deslocamentos da dança, quando durante o deslocamento, escolhe-se uma perna para ser o pivô enquanto a outra, se estende suspensa no ar, tanto à frente, como ao lado ou atrás.</p>
<div id="attachment_521" class="wp-caption alignright" style="width: 241px"><a href="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/termos.htm"><img class="size-medium wp-image-521" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/conjunto-de-movimentos.jpg?w=231" alt="Conjunto de movimentos" width="231" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Conjunto de movimentos</p></div>
<p><strong>O quadril</strong> ainda realiza <em>movimentos de adução</em>, quando a coxa se desloca em direção à parte média (meio, centro) do corpo, <em>e abdução</em>, o contrário; e rotação, movimentação executada em relação ao eixo longitudinal (o eixo do corpo no plano vertical), muito bem ilustrada pelo movimento “redondo equilibrista” na Dança do Ventre.</p>
<p><strong>E quando </strong><strong>o fêmur</strong> é o ponto fixo e o ilíaco se desloca sobre ele (shimmy), podendo-se descrever os movimentos do ilíaco, em deslocamentos ântero-superiores:</p>
<ul>
<li><em>temos a anteroversão</em>, num movimento de “desencaixe”, para frente, prolongando-se na coluna lombar por uma tendência à lordose;</li>
<li>e <em>retroversão</em>, num movimento de “encaixe”, para trás, prolongando-se na região lombar por uma tendência ao “endireitamento” da lordose;</li>
<li>para fora, <em>inclinação lateral externa</em>;</li>
<li>e para dentro, medialmente, <em>inclinação lateral interna</em>.</li>
</ul>
<p><strong>Estes movimentos</strong> de inclinação pélvica são observados no plano frontal, e resulta em movimentos opostos em cada articulação do quadril. Um lado se eleva (elevação pélvica), provocando a adução; e o outro lado se abaixa (depressão pélvica) provocando a abdução. Isto provoca uma <em>flexão lateral da coluna lombar</em>, e é <em>visivelmente observado no Shimmy Soheir Zaki</em>, que é um shimmy de “batida vertical”, também conhecido como &#8220;soldadinho&#8221;.</p>
<p><strong>Os movimentos</strong> descritos acima podem ser observados durante as <em>manifestações shímmicas do quadril</em> na Dança do Ventre, com uma amplitude e intensidade maiores ou menores dependendo do caso, do estilo da bailarina, do estilo da música e da performance.</p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre VII - Movimentos de Mãos]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/05/beneficios-da-danca-do-ventre-vii-movimentos-de-maos/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 21:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA Pulsos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>Dança do ventre e saúde: a cura do templo feminino</strong></p>
<p style="text-align:center;">SOBRE NOSSA ESTRUTURA POSTURAL E ANATÔMICA</p>
<p style="text-align:center;"><em>Pulsos, mãos e dedos</em></p>
<p><strong><a href="http://anatomiaradiologia.blog.uol.com.br/images/mao1.jpg"><img class="alignleft" title="Anatomia da mão" src="http://anatomiaradiologia.blog.uol.com.br/images/mao1.jpg" alt="" width="300" height="258" /></a>A mão</strong> é uma estrutura composta de 27 ossos e mais de 20 articulações. Os ossos são divididos em três grupos, oito carpais, cinco metacarpais e três fileiras de falanges. Descrevendo dessa maneira, <em>não parece que a mão possua tantas estruturas</em>, <em>mas se assim não fosse, não possuiria tantos movimentos de coordenação motora fina e uma coordenação mais precisa em atividades que não poderiam ser realizadas por qualquer outra parte do corpo</em>.</p>
<p><strong><a href="http://www.auladeanatomia.com/generalidades/termos.htm"><img class="alignright size-medium wp-image-511" title="supinação/pronação" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/supino1.jpg?w=274" alt="supinação/pronação" width="219" height="240" /></a>O conjunto dos ossos</strong> e articulações da mão, <em>em conjunto com as articulações do pulso</em>, promove movimentos que admitem <em>flexão, extensão, adução, abdução, rotação,</em> e a Dança do Ventre é rica em detalhes <em>quando se trata dos movimentos das mãos.</em></p>
<p><strong>As ondulações e rotações</strong> realizadas pelas mãos na dança são, muitas vezes,<em> o resultado de combinações</em> de movimentos rotatórios nas articulações do ombro, cotovelo, e punho, permitindo à mão movimentar-se com <em>sensualidade e leveza</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><em>Aprendendo a movimentar as mãos</em></p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-508" title="Luciaurea.mão" src="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/files/2009/10/maoveu.jpg?w=248" alt="Luciaurea.mão" width="248" height="300" /></p>
<p><strong>Desenvolver mestria</strong> nos movimentos da mão envolve disciplina para a experimentar a coordenação motora por várias vezes, além de relaxamento e calma, a fim de permitir que seu movimento flua com maior facilidade. Dominar cada movimento que a &#8220;dança das mãos&#8221; requer, desde a extensão à flexão no grau certo para sua compleição anatômica, e também a rotação dos pulsos, sem exagero, necessita disciplina.</p>
<p><strong>Cada articulação</strong> da mão <em>contribui para que seus movimentos sejam sutis e delicados,</em> e não é nossa função aqui, desmembrar cada parte desta estrutura, uma vez que a intenção <em>é apenas oferecer uma noção ou idéia</em>, da <em>estrutura física</em> <em>que sustenta o ato de dançar</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Voltar para Volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dança do Ventre, Inv(f)erno e Cólicas Menstruais]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/06/21/danca-do-ventre-colicas-menstruais/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 15:20:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bom, eu adoro frio, mas como todas, detesto sentir dor! Com o tempo, fui adquirindo alguns hábitos q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Bom, eu adoro frio, mas como todas, detesto sentir dor! Com o tempo, fui adquirindo alguns hábitos q]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Movimentos da Dança do Ventre II]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/06/21/movimentos-e-passos-da-danca-do-ventre2/</link>
<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 13:02:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Passos da Dança do Ventre O fórum do site Central Dança do Ventre é muito útil e contém dicas para e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Passos da Dança do Ventre O fórum do site Central Dança do Ventre é muito útil e contém dicas para e]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Movimentos da Dança do Ventre I]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/06/17/movimentos-e-passos-da-danca-do-ventre1/</link>
<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 08:33:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[PASSOS DA DANÇA DO VENTRE - CAMELOS E SERPENTES - Um bom exercício de dança do ventre! As ondulações]]></description>
<content:encoded><![CDATA[PASSOS DA DANÇA DO VENTRE - CAMELOS E SERPENTES - Um bom exercício de dança do ventre! As ondulações]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dança do Ventre e Metodologia de Ensino]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/06/07/danca-do-ventre-e-metodologia-de-ensino/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 14:21:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dança do Ventre e Geometria Corporal Expressiva Aplicada Como isso funciona na prática? Vamos dar um]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Dança do Ventre e Geometria Corporal Expressiva Aplicada Como isso funciona na prática? Vamos dar um]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dança do Ventre e Intuição]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/06/01/danca-do-ventre-e-intuicao/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 16:33:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Perceber a realidade e dançar com a intuição Dançar constitui um processo que reúne, geralmente, trê]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Perceber a realidade e dançar com a intuição Dançar constitui um processo que reúne, geralmente, trê]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Origem da Geometria Corporal Expressiva]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/05/16/origem-da-geometria-corporal-expressiva/</link>
<pubDate>Sat, 16 May 2009 21:14:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Abrindo os canais da intuição e da criatividade espontânea &#8211; uma experiência única &#8220;Todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Abrindo os canais da intuição e da criatividade espontânea &#8211; uma experiência única &#8220;Todo]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Certo e o Errado na Dança do Ventre, Tribal e afins]]></title>
<link>http://vindarr.wordpress.com/2009/05/14/certo-e-errado-na-danca-do-ventre/</link>
<pubDate>Fri, 15 May 2009 01:08:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://vindarr.wordpress.com/2009/05/14/certo-e-errado-na-danca-do-ventre/</guid>
<description><![CDATA[Heisenberg. Princípio da Incerteza. Luciaurea Na experiência cotidiana, tudo possui múltiplos atribu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Heisenberg. Princípio da Incerteza. Luciaurea Na experiência cotidiana, tudo possui múltiplos atribu]]></content:encoded>
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