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	<title>aprontar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/aprontar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aprontar"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 16:10:55 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Declaração #0021]]></title>
<link>http://declaracoesjbj.wordpress.com/2009/11/04/declaracao-0021/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 20:22:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Howie D.</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Considero Richie Sambora um mero musico de apoio, e para um musico de apoio acho que ele apro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;Considero Richie Sambora um mero musico de apoio, e para um musico de apoio acho que ele apronta demais.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Sozinho]]></title>
<link>http://thiagofloriano.wordpress.com/2009/04/13/sozinho/</link>
<pubDate>Tue, 14 Apr 2009 01:26:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thiago Floriano</dc:creator>
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<description><![CDATA[Maria das Dores precisava sair e não tinha com quem deixar Fotolito. Já estava levando o pequeno Lin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Maria das Dores precisava sair e não tinha com quem deixar Fotolito. Já estava levando o pequeno Linotipo no colo e seria muito difícil cuidar dos dois. “Ele já é grandinho”, pensou e, virando na direção de Fotolito, continuou.</p>
<p>- Foto! A mamãe precisa sair uns minutinhos. Se eu te deixar sozinho, promete se comportar?</p>
<p>Enquanto dizia que sim, o olhar de Fotolito denunciava a figa que fazia com as mãos atrás do corpo.</p>
<p>- Então ta. Só não sai de dentro de casa enquanto eu não chegar e não mexe no fogão.<br />
Saiu com o bebê entre os braços, trancando a porta sem olhar para trás. Era a primeira vez que deixava o filho sozinho em casa. “Não sai casa&#8230; não mexe fogão”, era tudo que ele lembrava. Brincou, correu, pulou. Fez guerra de travesseiro com um amigo imaginário, desenhou um boneco no espelho e chutou a bola na mesa da cozinha, derrubando uma xícara. Foi aí que a fome bateu. “Não mexe fogão”, lembrava enquanto o estomago dizia “comer, comer, comer, comer, comer”. </p>
<p>Ele não podia contrarias as regras básicas, senão não teria chance de ficar sem a mãe em casa tão cedo. Abriu a despensa procurando um pacote de bolachas. Não encontrou. Achou um pacote de macarrão instantâneo. Abriu e tentou comer. Não gostou. Teve uma ideia.</p>
<p>Maria das Dores abriu a porta de casa e ouviu barulho de chuveiro. Será que Joselito tinha chegado mais cedo da gráfica? Chamou por Foto, mas não obteve resposta. Caminhou, preocupada, até o banheiro e lá estava o pequeno Fotolito, com a roupa toda molhada, segurando um escorredor de macarrão sob a água quente que vertia do chuveiro.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[o cappuccino, a antena gay e ela]]></title>
<link>http://thernotes.wordpress.com/2008/06/23/o-cappuccino-a-antena-gay-e-ela/</link>
<pubDate>Mon, 23 Jun 2008 19:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>R. » thernotes.wordpress.com</dc:creator>
<guid>http://thernotes.wordpress.com/2008/06/23/o-cappuccino-a-antena-gay-e-ela/</guid>
<description><![CDATA[antena na av. paulista quinta passada a encontrei pela primeira vez depois do que ela me disse. essa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_95" class="wp-caption alignright" style="width: 250px"><a href="http://thernotes.files.wordpress.com/2008/07/antena_na_av_paulista.jpg"><img class="size-full wp-image-95" src="http://thernotes.wordpress.com/files/2008/07/antena_na_av_paulista.jpg" alt="antena na av. paulista" width="240" height="308" /></a><p class="wp-caption-text">antena na av. paulista</p></div>
<p>quinta passada a encontrei pela primeira vez <a title="todo fim é um novo começo?" href="http://thernotes.wordpress.com/2008/05/20/todo-fim-e-um-novo-comeco/" target="_blank">depois do que ela me disse</a>.</p>
<p>essa história na verdade começa na terça da mesma semana quando recebo um telefonema por volta das dez da noite com ela elogiando meu último artigo e perguntando quando iria publicá-lo (referente a meu blog (clark kent) jornalístico, ela não tem conhecimento desse). disse que estava meio sem tempo e perguntei se ela havia me ligado apenas pra falar isso. ela sem graça disse que não e perguntou se eu teria tempo pra ouvi-la, pois ela precisava muito desabafar com alguém que confiasse. sua vida profissional e pessoal esta uma bagunça, recentemente ela perdeu alguns familiares e saiu da redação onde trabalhava. a escutei por cerca de uma hora e após ela me resumir os fatos perguntei se ela não queria conversar com mais calma e sugeri que nos víssemos numa cafeteria na Av. Paulista na quinta.</p>
<p>cheguei por volta das oito da noite, ela já estava sentada numa mesa me esperando. ao me ver, veio ao meu encontro e me abraçou (como ela estava linda e como senti falta daquele cheiro&#8230;). sentamos e pedi um cappuccino e ela um franccino. mais calma recomeçou a me contar a história toda e num determinado momento com lagrimas brotando de seus olhos tive vontade de pegar sua mão, abraçá-la, dar-lhe um beijo e dizer que tudo ficaria bem pois estava aqui, mas segurei a onda, ainda tenho orgulho próprio e já fui até meu limite por ela uma vez, disse apenas que tudo ficaria bem. passei a noite sentindo um friozinho na barriga além de fumar um cigarro atrás do outro. sempre tive facilidade em lidar com mulheres em todas as situações, mas com ela é diferente, sei lá, ela é a mulher com quem tive a história mais forte até hoje. alem de linda (segundo minha mãe, ela lembra a Carla Bruni), ela é extremamente inteligente.</p>
<p>após reconfortá-la, o papo ficou mais leve. vieram a mesa mais cafés, pães de queijo, conversas sobre nossas vidas depois que terminamos e principalmente muitas risadas. ela perguntou se eu estava namorando e disse que não, não namorei mais depois que ela enegreceu meu coração. ela não esperando ouvir isso me olhou surpresa e perguntou se era sério ou estava querendo descontar. respondi rindo, &#8220;os dois&#8221;.</p>
<p>no fim, uma noite que tinha tudo para ser melancólica tornou-se leve e agradável. fechamos a conta e a acompanhei alguns quarteirões pela Av. Paulista (uma amiga iria buscá-la três quarteirões à frente). ao passarmos por um prédio ela aponta para seu topo e diz, “olha que antena linda toda colorida!”. continua insistindo, “olha, olha. ela fica mudando de cor!”. eu retruco, “que antena mais gay”. ela ri e me chama de bobo.</p>
<p>avistamos o carro de sua amiga, nos despedimos e virei para não vê-la mais naquela noite. Segui vagando pela Av. Paulista perdido em pensamentos até acabar meu maço, chamei um taxi e fui embora.</p>
<p>sei que essa é uma nota com um nível alarmante de sentimentalismo, mas tudo bem. irei aprontar bastante e enterrá-la nos meus arquivos mais profundos.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/a8OP2gUIftM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/a8OP2gUIftM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;"><em>Carla Bruni &#8211; L&#8217;excessive</em></p>
</div>]]></content:encoded>
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