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	<title>argumentar &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/argumentar/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "argumentar"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 08:57:06 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[El "Alakrana" y el "Barquero"]]></title>
<link>http://vieiro.wordpress.com/2009/11/15/el-alakrana-y-el-barquero/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 22:05:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Julio Castro</dc:creator>
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<description><![CDATA[En la Sesión de Habilidades Directivas de los dos últimos viernes hemos planteamos estos 2 casos. Lo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://pastoreslyssolares.files.wordpress.com/2009/03/humildad2.jpg"><img class="alignright" src="http://pastoreslyssolares.files.wordpress.com/2009/03/humildad2.jpg?w=240&#038;h=190" alt="" width="240" height="190" /></a>En la Sesión de Habilidades Directivas de los dos últimos viernes hemos planteamos estos 2 casos. Los resultados fueron muy interesantes. Básicamente por la discusión formada en los diversos equipos.</p>
<p>Me gustaría comentar una serie de cosas cuestionables en cualquier directivo:</p>
<ol>
<li>Cuando tengáis una opinión diferente a la de los demás, resulta muy cuestionable que uno se “pliegue” ante la opinión de la mayoría. Sobre todo cuando su único argumento es su número. <strong>Defiende</strong> tu postura.</li>
<li>Hay que <strong>argumentar</strong>. Dar razones que defiendan nuestra opinión. Y aunque uno se encuentre con sus amigos, en confianza, siempre se tiene la obligación moral de dar una justificación. Evitad la <a href="http://es.wiktionary.org/wiki/fr%C3%ADvolo">frivolidad</a> (el pensamiento fácil).</li>
<li>Importante: en los casos planteados por el problema se trataban <span style="color:#339966;"><strong>PROBLEMAS MORALES</strong></span>. Para debatir sobre ellos se requiere aún más dosis de argumentación. Si uno ve difícil hacerlo, siempre se tiene a mano la ocasión de optar por una actitud más <a href="http://buscon.rae.es/draeI/SrvltConsulta?TIPO_BUS=3&#38;LEMA=humildad">humilde</a>. <strong>Escuchar</strong> os cuesta mucho (nos cuesta a todos): sin esa capacidad nos volveríamos unos <a href="http://www.wordreference.com/definicion/engre%C3%ADdo">engreídos</a>.</li>
</ol>
<p>Sobre el resultado de las pruebas, espera que fuerais más finos. Propuse presentar por escrito unas conclusiones. Decir “me olvidé” dice poco de un directivo que le pagan por defender la rentabilidad de su empresa. Y las oportunidades hay que aprovecharlas.</p>
<p><strong>Daré de plazo hasta el viernes</strong>. A ver qué sucede.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ato de Comunicar-se!]]></title>
<link>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/09/20/o-ato-de-comunicar-se/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 08:58:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>izaprado</dc:creator>
<guid>http://apenassentimentos3.wordpress.com/2009/09/20/o-ato-de-comunicar-se/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;A solução do problema está na comunicação&#8221; João Vitor Rocha A comunicação humana é um p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><span style="color:#000000;">&#8220;A solução do problema está na comunicação&#8221;</span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong>João Vitor Rocha</strong></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><strong><br />
</strong></span></p>
<p><span style="color:#000000;"> </span>
</p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2582" src="http://apenassentimentos3.wordpress.com/files/2009/09/communicate.gif" alt="" width="500" height="274" /></span></p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"><br />
</span>
</p>
<p align="center"><span style="color:#000000;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">A comunicação humana é um processo que envolve a troca de informações e que utiliza os sistemas simbólicos como suporte para este fim. Neste processo, está envolvido uma infinidade de maneiras de se comunicar: oralidade, performance corporal, escrita ou simples interações face a face. Para a Semiótica, o ato de comunicar é a materialização do pensamento/sentimento em signos conhecidos pelas partes envolvidas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">De qualquer forma, longe de qualquer linha de pensamento teórico, entendo que a comunicação é, com certeza, uma das ações responsáveis (e talvez mais importantes) para a manutenção da vida em sociedade. Esta minha crença, que já deve ter sido difundida por vários pesquisadores e filósofos (os quais não me recordo no exato momento), se mostra cada vez mais verdadeira e forte, principalmente nos dias atuais.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Acredito que a base de todos os problemas, ou pelo menos da maioria deles, está na falta da comunicação e, até mesmo, no ruído estabelecido entre os seres humanos em suas ações cotidianas. Quando ocorre um diálogo direto, sem preconceito ou mediações falhas, aí tudo fica mais claro, mais leve e mais fácil. Mal-entendidos, brigas, fofocas e até intrigas – tanto no ambiente social quanto no familiar &#8211; podem ser resolvidos com uma mera conversa, em que todos têm o mesmo direito: apresentar seus pontos de vista e argumentá-los de forma civilizada e organizada!<br />
</span>
</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#000000;">Tão fácil&#8230; Ainda bem!</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Escrever e falar]]></title>
<link>http://anamyself.wordpress.com/2009/08/10/escrever-e-falar/</link>
<pubDate>Mon, 10 Aug 2009 16:12:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>anamyself</dc:creator>
<guid>http://anamyself.wordpress.com/2009/08/10/escrever-e-falar/</guid>
<description><![CDATA[Acho que eu escrevo bem. É a única coisa no mundo que eu acho que faço certo. Mas isso não significa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Acho que eu escrevo bem. É a única coisa no mundo que eu acho que faço certo. Mas isso não significa que eu possa escrever artigos científicos. E nem matérias jornalístas. A idéia de sair entrevistando gente e transformar isso em uma matéria BORING sobre, sei lá, meio ambiente, é absurdamente brochante. Mas escrever pra blog, descompromissadamente, é o maior tesão. Talvez por isso eu me alivie escrevendo em 500 lugares diferentes. E agora também no <a href="http://corporativismofeminino.com">Corporativismo Feminino</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Falando nisso, escrevi <a href="http://www.corporativismofeminino.com/2009/08/o-sexismo-da-batata-ruffles.html">esse post</a> para lá e foi bacana. Fui linkada no Gordonerd, teve um montão de comentário e&#8230; uma senhora discussão. Começou a chover gente criticando o que eu tinha escrito. Povo que acha que eu quero destruir o mundo publicitário, revolucionar as campanhas, queimar sutiãs e coisas do gênero. Aff.</p>
<p style="text-align:justify;">Depois eu que sou exagerada.</p>
<p style="text-align:justify;">Mas tudo bem: respondi a cada um dos comentários me criticando numa boa (aproveitando uma semana de relativo ócio no trabalho). Argumentação legal, sem baixar o nível, sabe.</p>
<p style="text-align:justify;">E aí parei MAIS UMA VEZ para pensar: eu não sei me comunicar oralmente. Se eu tivesse falado sobre esse post pra alguém e esse alguém começasse a me criticar, eu nem ousaria tentar defender o post. Não sei argumentar oralmente, não consigo organizar as idéias. Me expresso infinitamente melhor escrevendo.</p>
<p style="text-align:justify;">Isso é muito bizarro?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dicas de como atender bem]]></title>
<link>http://forpconsultoria.wordpress.com/2009/08/08/dicas-de-como-atender-bem/</link>
<pubDate>Sat, 08 Aug 2009 21:39:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>forpconsultoria</dc:creator>
<guid>http://forpconsultoria.wordpress.com/2009/08/08/dicas-de-como-atender-bem/</guid>
<description><![CDATA[Fui a uma palestra dias atrás sobre como atender bem com Débora Martins, gostei muito da palestra e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin-bottom:0;">Fui a uma palestra dias atrás sobre como atender bem com Débora Martins, gostei muito da palestra e por isso resolvi escrever um artigo a respeito do assunto com base na palestra.</p>
<p style="margin-bottom:0;">O atendimento ocorre sempre que existe uma interação entre a empresa e o cliente, isso quer dizer que não é necessário que haja uma venda para que o atendimento aconteça.</p>
<p style="margin-bottom:0;">Algumas dicas para o atender bem são:</p>
<ul>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Empatia: essa é uma dica primordial, é necessário ter muita empatia para saber o que o cliente deseja durante a interação, se é somente uma informação, se é uma compra, se é um produto complementar.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Surpreenda fazendo o básico: 	para surpreender hoje em dia basta fazer o básico, sendo 	educado e polido no atendimento.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Saiba argumentar: Escute o cliente, busque informações com ele para após isto apresentar seus argumentos e soluções para este cliente.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Seja empático: Sei que parece ser a mesma dica que o primeiro tópico, no entanto isto é muito importante, se interesse pela necessidade do cliente mas não se envolva a ponto de parecer intrometido, ou seja ofereça informações para o cliente, tente ajuda-lo e não simplesmente faça por ele.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Saiba ouvir: ouvir não é simplesmente escutar e sim compreender o que o cliente está falando, quando o cliente estiver falando olhe para ele, demonstre interesse, compreenda o que ele está querendo falar, não interrompa e novamente tenha empatia.</p>
</li>
<li>
<p style="margin-bottom:0;">Cuidado com o uso da voz: a imagem da empresa está intimamente ligada ao to da voz da pessoa que fala em nome da empresa. É importante levar algumas dicas como adequar-se ao ritmo do cliente, se ele fala devagar você também deve diminuir a velocidade de sua fala e o mesmo caso fale rápido. Controle as emoções, tente sempre manter uma regularidade na conversa, não passe suas emoções na conversa. Tenha cuidado com o vocabulário utilizado, não utilize palavras técnicas com pessoas que não sejam da sua área.</p>
</li>
</ul>
<p style="margin-bottom:0;">Enfim com essas dicas você pode de maneira simples melhorar o atendimento ao seus clientes, internos e externos melhorando assim seu relacionamento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MURIÓ DE HAMBRE]]></title>
<link>http://auladeletras.wordpress.com/2009/07/15/murio-de-hambre/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 06:32:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>112</dc:creator>
<guid>http://auladeletras.wordpress.com/2009/07/15/murio-de-hambre/</guid>
<description><![CDATA[Murió de hambre. Un hermano nuestro ha muerto de hambre, en Madrid, en pleno día, sobre el empedrado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-family:Verdana;font-size:14px;"><span style="font-family:Times;font-size:16px;"><img border="0" src="http://www.elfantasmadelaglorieta.com/11.sawa.gif" width="269" height="336" /></span></span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:14px;">Murió de hambre. Un hermano nuestro ha muerto de hambre, en Madrid, en pleno día, sobre el empedrado de la calle. Esta noticia es de ayer, pero lo mismo podría ser de la víspera, o de la antevíspera, o de hace un mes, o ciento. La fiera tiene su cubil y su ración de carne palpitante; pero hay en estas sociedades que se llaman a sí propias civilizadas hombres que carecen de un boquete bajo techado en que cobijarse y que, faltos de todo, se acuestan donde los perros vagabundos repugnarían hacerlo, y viven -o mueren, ¿no sería mejor?- de lo que sería un detritus hasta para los gusanos que surgen y se regodean en los cuerpos muertos. ¡Pobres transeúntes de la vida, consagrados reyes de la creación por decreto de la Historia Natural que enseñan en los colegios, y destituidos de cuantos derechos alcanzan a los micos!</span></p>
<p><span style="font-family:Verdana;font-size:14px;">Bueno, pues al día siguiente de celebrarse una fiesta de Caridad por la aristocracia, un hombre en Madrid murió de hambre.</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Verdana;">A</span><span style="font-family:Verdana;">lejandro Sawa:</span> <span style="text-decoration:underline;"><span style="font-family:Verdana;">Iluminaciones en la sombra</span></span> <span style="font-family:Verdana;">(1901)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Por qué no argumentar sobre la religión?]]></title>
<link>http://minglas.wordpress.com/2009/03/31/%c2%bfpor-que-no-argumentar-sobre-la-religion/</link>
<pubDate>Tue, 31 Mar 2009 07:19:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>minglas</dc:creator>
<guid>http://minglas.wordpress.com/2009/03/31/%c2%bfpor-que-no-argumentar-sobre-la-religion/</guid>
<description><![CDATA[Palabras de Douglas Adams: &#8220;La religión&#8230; tiene ciertas ideas en su meollo que nosotros l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://minglas.wordpress.com/files/2009/03/libertad_argumentar.jpg?w=300" alt="libertad_argumentar" title="libertad_argumentar" width="300" height="272" class="alignleft size-medium wp-image-145" /> Palabras de Douglas Adams:</p>
<p>&#8220;La religión&#8230; tiene ciertas ideas en su meollo que nosotros llamamos sagradas o lo que sea. Lo que significa es, &#8220;Aquí está una idea o una noción sobre la cual a usted no se le permite decir nada malo sobre ella. Simplemente no se le permite.&#8221; ¿por qué no? &#8211; ¡por qué no!.<br />
Si alguien vota por un partido con el cual usted no está de acuerdo, usted tiene toda la libertad de argumentar sobre él; tanto como usted quiera. Cada cual puede tener su propio argumento pero nadie se siente agraviado por eso. Si alguien piensa que los impuestos deberían ser aumentados o reducidos, usted tiene toda la libertad de argumentar sobre eso. Pero por otra parte, si alguien dice: &#8220;Yo estoy obligado a no tocar ni siquiera el interruptor de la luz los sábados&#8221;; usted dice: &#8220;Yo respeto eso &#8220;. ¿porqué debe ser perfectamente legitimo apoyar al partido laborista o al conservador, a los republicanos o a los democratas; este modelo de economía versus este otro, Mackintosh en vez de Windows &#8211; pero tener una opinión sobre como comenzó el Universo; sobre quién creo el Universo..no&#8230;!eso es sagrado!?. Nosotros estamos acostumbrados a no desafiar a las ideas religiosas, !pero es muy interesante cuánto furor crea Richard (Dawkins) cuando lo hace!. Todo el mundo se vuelve absolutamente loco, porque a usted no se le permite decir tales cosas. Aún así, cuando uno lo mira racionalmente, no existe ninguna razón para que esas ideas no estén abiertas al debate como cualquier otra; excepto que nosotros hemos acordado de alguna manera que eso no debería ser.&#8221;</p>
<p>Un ejemplo del insolente respeto de nuestra sociedad por la religión; Por mucho, los argumentos más fáciles para obtener el estatus de objetor de conciencia en tiempos de guerra, son religiosos. Puedes ser un brillante filósofo moralista, pero probablemente tenga menos problemas para objetar alguien alegando motivos religiosos, que el que ha ganado premios con una tesis, exponiendo las maldades de la guerra.</p>
<p>Todo ello extraido de &#8220;El espejismo de Dios&#8221; Richard Dawkins.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Turco]]></title>
<link>http://cmcmscrap.wordpress.com/2009/02/11/turco-6/</link>
<pubDate>Wed, 11 Feb 2009 16:29:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Clio Museu de Cultura Material</dc:creator>
<guid>http://cmcmscrap.wordpress.com/2009/02/11/turco-6/</guid>
<description><![CDATA[Copie e cole na área de recados (orkut): http://cmcmscrap.files.wordpress.com/2009/02/0081.jpg[link=]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Copie e cole na área de recados (orkut): http://cmcmscrap.files.wordpress.com/2009/02/0081.jpg[link=]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reforma ortográfica, Ma oe.]]></title>
<link>http://meunomeejosefa.wordpress.com/2009/01/26/reforma-ortografica-ma-oe/</link>
<pubDate>Mon, 26 Jan 2009 21:20:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>lorenalara</dc:creator>
<guid>http://meunomeejosefa.wordpress.com/2009/01/26/reforma-ortografica-ma-oe/</guid>
<description><![CDATA[Salve Professor Pasquale! E que a reforma ortográfica se exploda por favor! Em dezembro-janeiro, pas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Salve Professor Pasquale! <span style="text-decoration:line-through;">E que a reforma ortográfica se exploda por favor!</span></p>
<p><img class="alignnone" src="http://www2.uol.com.br/interpressmotor/imagens/11832.jpg" alt="" width="474" height="771" /></p>
<p>Em dezembro-janeiro, passei duas semanas com la família em Ubatuba &#8211; SP. A viagem foi realmente formidável. Bem, nem tanto. Eu tinha meu computador, mas não tinha a internet. E tinha lan-house ao lado do hotel, mas nem sinal de sinal de rede.</p>
<p>Podem se perguntar o porquê de eu não ter ido para a lan house, e vos explico. Ficar no escuro junto à um monte de <em>macho</em>, num calor dos infernos não é algo tão feliz. Pois bem. Eu até cogitei pagar uma hora de créditos lá, mas não deu.</p>
<p>Daí que depois de acabar com uma Coquetel, uma Rolling Stone e vários folhetos de hotéis, restaurantes, pizzarias, praias, cidades, vasos sanitários, a putaquepariu e etc, eu fiquei completamente entediada e saí em busca de palavras cruzadas. Achei uma Recreativa Edição Especial, e a revista vinha com uma breve explicação sobre a reforma ortográfica.</p>
<p>After some words, eu achei o seguinte item:</p>
<p>&#8220;Não se usa mais o acento agudo <em>u</em> no tônico das formas (tu) arguis, (ele) arguis, (eles) arguem, do presente do indicativo dos verbos arguir e redarguir.&#8221;</p>
<p>WHAT THE HELL IS ARGUIR? Eu não sabia. Aliás, ainda não sei. Vou descobrir agora.</p>
<p>do Lat.  *  arguire ou  aguere</p>
<p>v. tr.,<br />
acusar;<br />
incriminar;<br />
censurar;<br />
objectar;<br />
impugnar;</p>
<p>v. int.,<br />
argumentar.</p>
<p>That&#8217;s it.Realmente pensei em algo relacionado à argumento. Redarguir é replicar quem arguiu, é querer dar uma de bonzão e retorquir, replicar, reconvir, recalcitar.</p>
<p>Taí. Essa regra não vale pra mim. Posso <em>contar</em> quantas vezes já utilizei o verbo arguir: <em>nenhuma</em>. E prefiro muito mais argumentar. Meu sotaque de goiana deixa a palavra feiosa: aRguiR.</p>
<p>Sinceramente, é triste olhar para a estante de livros e ver que tudo ali se tornou velho, de repente.</p>
<p>Salve Professor Pasquale! E que a reforma ortográfica se exploda por favor!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caguei no pau... mas foi sem querer...]]></title>
<link>http://olandainloco.wordpress.com/2008/09/09/caguei/</link>
<pubDate>Tue, 09 Sep 2008 19:48:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Olanda</dc:creator>
<guid>http://olandainloco.wordpress.com/2008/09/09/caguei/</guid>
<description><![CDATA[Sem postar por falta de tempo, consegui finalmente uma brexa para vos escrever. E acima de tudo cons]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Sem postar por falta de tempo, consegui finalmente uma brexa para vos escrever.<br />
E acima de tudo consegui porque cheguei a mais uma conclusão que pode ser muito útil para outros homens.</p>
<p style="text-align:right;">Vou resumir da seguinte maneira: Tudo, mas absolutamente TUDO que para nós pareça não ter muito valor, vale a pena pensar duas vezes&#8230; Sim, vale! Pois para as mulheres aquilo que não conta muito para nós, tem muito valor. Muito mesmo.</p>
<p style="text-align:right;">Acredite.</p>
<p style="text-align:right;">Não vou citar nomes nem contar o &#8220;causo&#8221; por completo, mas algo que possa parecer inofensivo para nós, certamente é motivo de discussão para elas. E não digo isso de forma machista e/ou generalizada. Digo isso por pura e recente experiência.</p>
<p style="text-align:right;">Inúmeras coisas englobam esse &#8220;algo a mais&#8221;, dentre elas uma conversa com outra mulher (se a primeira não gostar da segunda, o motivo é mais do que claro!!) é a razão perfeita para dicutir qualquer tipo de relação.</p>
<p style="text-align:right;">O que quero dizer aqui é o seguinte: Nós, homens, pensamos da seguinte forma (pelo menos a maioria deles) &#8220;Ah, vou ali falar com fulana sobre tal coisa e já volto&#8230;&#8221; isso basta. Mas na cabeça de inúmeras mulheres a mesma situação é interpretada assim: &#8220;Nossa, que filho da p&#8230; me trocou pra falar com aquela va&#8230;, nossa&#8230; mas isso não vai ficar assim&#8230;&#8221;.</p>
<p style="text-align:right;">É aí que está a merda.</p>
<p style="text-align:right;">Na nossa cabeça a situação é normal como outra qualquer. Na delas é uma ofensa ou um ato &#8220;deveras medíocre&#8221; como gostam de chamar.</p>
<p style="text-align:right;">É por isso que reafirmo quantas vezes forem necessárias: Pense duas vezes antes de fazer algo que para nós, homens, não passa de algo e que para elas também é um algo, mas um &#8220;algo a mais&#8221;.</p>
<p style="text-align:right;">Cagou no pau?! A dica que fica é tentar argumentar sem mentir ou deixá-la com dúvidas. Prove que nós somos mesmo babacas e muitas vezes fazemos coisas sem pensar. Aliás, deveríamos pensar mais, muuuito maaaaais&#8230;</p>
<p style="text-align:right;">Não se esqueça do chocolatinho do dia seguinte. Ajuda.</p>
<p style="text-align:right;">Abraços.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pizarras con tizas en la era de Interet / Artículo de EL PAÍS]]></title>
<link>http://auladeletras.wordpress.com/2008/05/08/pizarras-con-tizas-en-la-era-de-interet-articulo-de-el-pais/</link>
<pubDate>Thu, 08 May 2008 11:23:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>112</dc:creator>
<guid>http://auladeletras.wordpress.com/2008/05/08/pizarras-con-tizas-en-la-era-de-interet-articulo-de-el-pais/</guid>
<description><![CDATA[La Red sigue infrautilizada en las aulas españolas a pesar de su potencial educativo &#8211; Más del]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> La Red sigue infrautilizada en las aulas españolas a pesar de su potencial educativo &#8211; Más del 80% de los alumnos de la ESO no usan nunca o casi nunca los ordenadores de clase</strong></p>
<p>ABEL GRAU 08/04/2008</p>
<p>Internet es una herramienta educativa sin precedentes. Nunca antes los estudiantes habían contado con semejante volumen de información. Un acceso ilimitado a cientos de recursos, desde bibliotecas, revistas científicas y enciclopedias actualizadas al minuto, hasta mapas, archivos, fotografías y vídeos. &#8220;Es como un espejo mágico en el que hacer aparecer lo que se necesita. Es el sueño de cualquier maestro&#8221;, resume Pere Marquès.</p>
<p>Internet es una herramienta educativa sin precedentes. Nunca antes los estudiantes habían contado con semejante volumen de información. Un acceso ilimitado a cientos de recursos, desde bibliotecas, revistas científicas y enciclopedias actualizadas al minuto, hasta mapas, archivos, fotografías y vídeos. &#8220;Es como un espejo mágico en el que hacer aparecer lo que se necesita. Es el sueño de cualquier maestro&#8221;, resume Pere Marquès, profesor del departamento de Pedagogía aplicada de la Universidad Autónoma de Barcelona.</p>
<p>Información, sin embargo, no equivale a conocimiento, como precisan los especialistas. La Red sólo contribuye a mejorar el rendimiento académico si los profesores saben cómo aprovecharla. Y es difícil constatarlo, en parte porque Internet y, en general, las Tecnologías de la Información y la Comunicación (TIC), son un recurso infrautilizado en Primaria y Secundaria. Su adopción, sin embargo, puede abrir la puerta a una nueva era del sistema educativo en el que las clases contarán también con el potencial creativo de los alumnos. El flujo bidireccional puede enriquecer.</p>
<p>Algunos especialistas imaginan un futuro en el que el maestro dará clase pulsando sobre una pizarra digital interactiva conectada a Internet. Desde allí encargará, por ejemplo, un trabajo sobre células madre. Los alumnos trabajarán colectivamente comunicados mediante servicios de mensajería instantánea y recabarán datos en motores de búsqueda. Accederán a las últimas noticias en diarios y revistas especializadas y lo ilustrarán con fotos de Flickr y vídeos de YouTube. Colgarán el resultado en un blog colectivo y lo presentarán oralmente en clase. Los padres podrán seguir los progresos de sus hijos consultando el blog desde casa. &#8220;Es necesario adecuar los sistemas de educación actuales a Internet. Muchos de los efectos positivos de la Red están aún por descubrir&#8221;, observa José Antonio Millán, editor digital especializado en cultura y nuevas tecnologías.</p>
<p>Se trata de un panorama ideal, técnicamente factible aunque lejano. El problema ya no es el número de ordenadores por alumno (uno por cada seis en Secundaria), sino que los centros no se acostumbran a usar Internet y las TIC en las aulas. Cerca del 98,7% de los alumnos de Primaria, ESO, Bachillerato y FP aseguran haber utilizado alguna vez un ordenador en clase. Sin embargo, cuando se les pregunta si han empleado Internet, el porcentaje desciende considerablemente, sobre todo en los cursos inferiores. La tercera parte de los estudiantes de segundo ciclo de Primaria, un 29,9%, responden que no han utilizado la Red nunca. Son cifras del Informe sobre la implantación y el uso de las TIC en los centros docentes de educación primaria y secundaria (cursos 2005-2006), del Centro Nacional de Información y Comunicación Educativa (CNICE) y la empresa educativa Red.es. El objetivo que establece la nueva ley educativa (LOE) es que las TIC estén presentes en todas las asignaturas y que los alumnos las dominen al acabar la ESO.</p>
<p>El problema es que los terminales siguen estando restringidos a las aulas de informática, a las que los docentes sólo acuden ocasionalmente, según afirma Marquès, especialista en las aplicaciones educativas de las TIC. &#8220;Hay que sacar los ordenadores de esas aulas e instalarlos en todas las clases&#8221;, añade. Su propuesta es colocar una pizarra digital en cada aula. Consiste en un ordenador con Internet conectado a un videoproyector que muestra los contenidos en la pizarra. Así, el profesor puede compartirlos con los alumnos, ya se trate de noticias de actualidad, vídeos de YouTube o simulaciones sobre el funcionamiento del Sistema Solar. Los profesores que han empezado a utilizarla no dudan de su utilidad. &#8220;Con la pizarra digital, se le encarga al alumno que haga una síntesis de la historia del Imperio Romano de seis diapositivas con 10 líneas de texto en cada una. Luego la presenta en clase con Powerpoint ante sus compañeros, que le hacen preguntas&#8221;. Con este tipo de actividades, sostiene Marquès, se consigue que el chico desarrolle la capacidad para sintetizar y argumentar y que mejore su expresión oral.</p>
<p>Las pizarras digitales interactivas cuestan entre 1.700 y 2.000 euros y son un recurso más para mejorar el uso de las TIC e Internet en las escuelas. En el Reino Unido, el país que lidera su difusión en la Unión Europea, funciona desde hace más de cuatro años. Un informe del departamento de infancia, escuelas y familia británico de 2007 constata que su uso ayudó a mejorar el rendimiento de los estudiantes de Primaria en materias como ciencia, matemáticas y lengua. También se aplican en Canadá y en Australia. En México, la Administración prepara un plan de difusión de unas 100.000 pizarras digitales en Primaria junto a un software desarrollado en colaboración con la enciclopedia Encarta, según enumera Marquès. En España, las pizarras digitales se están empezando a instalar desde hace dos años en algunas comunidades autónomas, como Aragón, Valencia y Cataluña, donde funcionan unas 300, según el departamento de Educación catalán. En otras, como Madrid, la Consejería de Educación ya está empezando a estudiar su difusión en centros educativos.</p>
<p>Es una herramienta que contribuiría a ampliar el uso de Internet en las clases, que en Secundaria y en el Bachillerato es alarmantemente bajo. Entre el 60% y el 89% del alumnado de ESO y Bachillerato afirma no utilizar nunca o casi nunca los PC de su centro. Y cuando lo hacen, los usan mayoritariamente para trabajar con los procesadores de textos y escribir trabajos. Internet queda siempre en segunda posición. El trabajo con las TIC sólo vuelve a incrementarse en los ciclos de FP, donde abundan las aplicaciones técnicas.</p>
<p>Los especialistas, sin embargo, insisten en advertir de que, evidentemente, un mayor uso de Internet no conlleva automáticamente un aumento del rendimiento escolar. &#8220;Es una fuente de información, sí, pero otra cuestión es si los estudiantes adquirirán el conocimiento para usarlo productivamente. Yo lo llamo la ilusión de la información: es decir, creer que Internet, por el hecho de proporcionar un acceso inmenso a la información, también ha de educar necesariamente. Eso es algo que depende&#8221;, sostiene el profesor Andrea diSessa, del departamento de Psicología Educacional de la Universidad de California, en Berkeley (Estados Unidos). &#8220;Considero Internet enormemente positiva. Pero su fuerza depende de cómo profesores y educadores aprovechen su potencial&#8221;, añade DiSessa, a través del correo electrónico.</p>
<p>La solución consiste en cambiar el sistema educativo para adecuarlo a las TIC, y no al contrario. &#8220;Todavía no conocemos si el uso de las tecnologías mejora el aprendizaje porque el sistema educativo está muy vinculado con la forma de evaluación tradicional, de manera que aún no sabemos cómo valorar la competencia digital ni si estimula algún tipo de creatividad&#8221;, sostiene Mariano Segura, director del CNICE. &#8220;Cuando hablamos de alfabetización digital, aún seguimos entendiéndola asociada a la ofimática, con los procesadores de textos y hojas de cálculo, etcétera&#8221;, explica. &#8220;El 90% de los profesores tiene ordenador para prepararse las clases, pero sólo el 20% lo aplica en el aula, y lo hace centrándose en la ofimática, sin aprovechar todas la posibilidades que le ofrecen las TIC&#8221;. El reto es transformar la metodología educativa para aprovechar todo lo que permite la Red y el resto de TIC. &#8220;La cuestión no es sólo enseñar a buscar información sobre matemáticas, sino comprender cómo se puede emplear la tecnología para mejorar la enseñanza de las matemáticas. Es algo que está por desarrollar&#8221;, añade Segura.</p>
<p>Cualquier nuevo programa educativo, sostiene el director del CNICE, ha de basarse en cuatro pilares: la necesidad de contar con mejores equipos, garantizar la conectividad a Internet, la creación de contenidos y, finalmente, la formación del profesorado, la mayoría del cual dispone de una alfabetización digital básica, según Segura.</p>
<p>Para mejorar el rendimiento académico es imprescindible combinar Internet con las buenas prácticas de los profesores, según vaticina Marquès desde Barcelona. &#8220;Cuando se da este binomio se producen mejoras tremendas en el aprendizaje y se consigue que el alumno construya conocimiento a partir de la información&#8221;.</p>
<p>Todos los especialistas coinciden en que es necesario que el profesor sepa qué exigir a los alumnos. &#8220;Si se le encarga un dossier de 200 páginas sobre un tema determinado, es probable que el estudiante recurra a El Rincón del Vago</p>
<p>[una web que suministra trabajos académicos] o que lo corte y pegue de cualquier enciclopedia sin mirarlo&#8221;. Existe un abanico de buenas prácticas, como el que recoge Marquès en su web, para evitar tales abusos. &#8220;A veces es tan sencillo como pedir al alumno que exponga su tema ante sus compañeros&#8221;, añade Segura.</p>
<p>La posibilidad de trabajar en grupo es una de las grandes oportunidades desaprovechadas. Más del 70% del alumnado de Bachillerato responde que fuera del centro emplea el ordenador para la comunicación (email y chats) entre una vez al mes y todos los días. Todo ese uso reservado para el tiempo extraescolar podría reconducirse para clase. &#8220;Internet se ha de aplicar de manera creativa en las aulas, aconseja Millán, especialista en TIC. En este nuevo panorama educacional, no sólo los profesores jugarán el papel clave que siempre han desempeñado. Ahora los estudiantes también podrán asesorar al profesor en el uso de las TIC. &#8220;Aquí hay una cuestión más profunda y que consiste en comprender y respetar la competencia de los estudiantes. Esto no está de moda en muchos centros, donde se supone que son los profesores los que dan las respuestas a los alumnos. Pero la mayoría de las investigaciones muestran que los estudiantes tienen ideas excelentes, sólo hay que escucharles&#8221;, observa DiSessa. El trabajo con las TIC en las escuelas se plantea como una necesidad. Hasta ahora los chicos aprenden el uso de las TIC mayoritariamente con la familia (el 30%), seguido por el manejo que adquieren ellos solos (28%), enseñados por los profesores (17%) y con los amigos (10%), según el informe de Educación. Si continúa dejando tanto peso a la formación en el hogar, se puede incrementar el desnivel de competencias digitales, porque los hijos de padres con estudios superiores parten con ventaja en acceso a ordenadores, en conectividad a Internet y en conocimiento del medio.</p>
<p>Internet, junto a las demás TIC, no ha hecho más que llegar a las aulas, pero ya señala el camino de una profunda transformación del modelo educativo que implicará no sólo a los alumnos y los profesores, sino también a los centros y a la Administración.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epístola fraternal.]]></title>
<link>http://book-fu.com/?p=170</link>
<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:52:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Book-Fu</dc:creator>
<guid>http://book-fu.com/?p=170</guid>
<description><![CDATA[Hola, esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el benefici]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Hola, esta carta no iría dirigida ni a mi peor enemigo, te lo juro. Un enemigo no merece el benefici]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/16/obrigado-por-fumar-thank-you-for-smoking/</link>
<pubDate>Sun, 16 Mar 2008 16:32:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
<guid>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2008/03/16/obrigado-por-fumar-thank-you-for-smoking/</guid>
<description><![CDATA[Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking). 2006. EUA. Direção: Jason Reitman. Elenco: Maria Bello, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/thank-you-for-smoking1.jpg" title="thank-you-for-smoking1.jpg"><img src="http://lella.wordpress.com/files/2008/03/thank-you-for-smoking1.jpg" alt="thank-you-for-smoking1.jpg" height="303" width="479" /></a></p>
<p><font color="#f90513"><b>Obrigado por Fumar (Thank you for Smoking)</b>. 2006. EUA. Direção: Jason Reitman. Elenco: Maria Bello, Aaron Eckhart, Robert Duvall, Katie Holmes, Adam Brody, Kim Dickens, David Koechner, Rob Lowe, Connie Ray, Sam Elliott, Todd Louiso, Cameron Bright, William H Macy, J.K. Simmons. Gênero: Comédia. Duração: 92 minutos. Classificação: 12 anos.</font></p>
<p><font color="#f90513">O filme é ótimo! O início é hilário, de querer voltar algumas vezes por se perguntar: &#8220;E o pior que estou rindo!&#8221;. Pelas argumentações do lobista. Não por uma ingenuidade nossa, mas por ser um retrato da realidade. O roteiro é muito bom. E não se assustem com o título, pois ninguém vai passar a fumar, nem muito menos a largar o vício. </font></p>
<p><font color="#f90513"> A história do filme&#8230; O protagonista (</font><font color="#f90513">Aaron Eckhart)</font><font color="#f90513"> é um lobista das Companhias de Tabaco. Defende-las é o seu ganha-pão. Ele é um grande manipulador, ou melhor, como ele mesmo diz, é um ótimo argumentador. Separado da mulher, tenta manter um bom relacionamento com o filho. Numa ida a escola do filho, num dia onde os pais falam sobre suas profissões&#8230; o filho já ciente da causa defendida pelo pai, diz para ele não arruinar a infância dele&#8230; hehe!</font></p>
<p><font color="#f90513">As cenas com o filho (Cameron Bright; atuou em &#8220;Bird&#8221;) ficou muito bom! Houve química entre os dois. O filho acaba admirando o pai. Até por ver que ele é muito bom no que faz. O que leva o pai a reavaliar a sua profissão.<br />
</font></p>
<p><font color="#f90513">William H. Macy&#8230; Me faz lembrar de &#8220;Fargo&#8221;. Gosto dele. Mas no momento não consigo lembrar de outra atuação onde foge desse estereótipo: perdedor. Mas fez um belo traballho. Um Congressista que está na outra ponta, a de querer culpabilizar a Indústria do Cigarro por tantas mortes.<br />
</font></p>
<p><font color="#f90513">Tem uma hora no filme que dá vontade de exclamar: &#8220;Que foda!!!&#8221; É sensacional! Ah, depois, tem um &#8220;troco&#8221;. Noutra, de certas &#8220;cenas melhoradas&#8221;, a minha exclamação foi um: &#8220;Que pqp!!&#8221; (Mas mais pausadamente; meio que no estilo do &#8220;O Filho da Noiva&#8221;).  Sorry por essas minhas &#8220;exclamações&#8221;, mas elas foram ditas com brilhos nos olhos e entre largos sorrisos.<br />
</font></p>
<p><font color="#f90513">Um trechinho entre pai e filho, até para terem uma idéia do que seria argumentar</font><font color="#f7074a">?<br />
</font></p>
<address><font color="#f7074a">&#8220;<font color="#fc0c02"><i>_ Dad, porque o governo americano é o melhor?<br />
</i></font></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Pelas apelações infinitas. Está escrevendo o que eu disse?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Humhum&#8230;<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Pare um segundo. Qual é o tema?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_Por que o governo americano é o melhor do mundo?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Sua professora que elaborou essa pergunta?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Sim, por que?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Vou ignorar os problemas óbvios da gramática e me concentrar na pergunta. Tem os Estados Unidos o melhor governo? Qual é o critério para julgá-lo? Crime? Pobreza? Analfabetismo? O dos EUA não é o melhor, nem é dos melhores. É um governo divertido.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Daaaad!<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Sorry! Conhece o termo B.S.?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Significa &#8220;falar merda&#8221;.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Exato. B.S., se me permite, é feita para perguntas como essa que a professora fez. Ainda que fosse o melhor governo, não conseguiria provar. Quantas páginas?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Duas páginas.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Duas&#8230; Em duas páginas, impossível.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Então o que eu escrevo?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ O que você quiser.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Ok.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Escreva sobre a incrível habilidade dos EUA de lucrar não cumprindo acordos comerciais internacionais e levando empregos daqui para o terceiro mundo. Ou o quanto somos bons para executar réus. São boas respostas.<br />
</i></font></address>
<address><font color="#fc0c02"><i>_ Posso escrever isso?<br />
</i></font></address>
<address><font color="#f7074a"><font color="#fc0c02"><i>_ <b>Essa é a beleza da argumentação. Se argumentar bem, nunca estará errado.</b></i></font>&#8220;</font><br />
</address>
<p><font color="#f90513">Assistam, é diversão garantida! Nota: 10.<br />
</font></p>
<p><font color="#f90513"> Por: Valéria Miguez. </font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Texto Argumentativo]]></title>
<link>http://miratic.wordpress.com/2008/01/21/texto-argumentativo/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jan 2008 16:36:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andrés Ávila</dc:creator>
<guid>http://miratic.wordpress.com/2008/01/21/texto-argumentativo/</guid>
<description><![CDATA[Docentes: Patricia Cortes, Andrés Ávila Dorado y Edward J. Muñoz DESCRIPCIÓN GENERAL: En este proyec]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"><strong>Docentes: Patricia Cortes, Andrés Ávila Dorado y Edward J. Muñoz</strong></span></h3>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Arial;"> </span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>DESCRIPCIÓN GENERAL:</strong></p>
<div style="text-align:justify;"><span class="texto">En este proyecto los estudiantes recibirán la información teórica sobre el texto argumentativo: Definición, finalidad, partes del texto argumentativo y propiedades. El profesor será el responsable de explicar a los estudiantes cada uno de los ítems anteriores. Con dicha información cada uno de ellos escribirá un texto argumentativo en el procesador de texto Microsoft Word. Por medio de dicho escrito el estudiante dará a conocer su punto de vista sobre un tema seleccionado por el estudiante de una lista dada por el docente. </span></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>HERRAMIENTAS</strong><br />
<span class="texto">Fuentes de referencia consultadas por el docente, Internet, procesador de texto, material impreso. </span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>ESPACIO</strong><br />
<span class="texto">Salón de clase de español y sala de cómputo.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>OBJETIVOS ESPECÍFICOS</strong><br />
Con este proyecto el estudiante estará en capacidad de:</p>
<ol style="text-align:justify;">
<li class="MsoNormal">
<div>Defender sus ideas con  éxito empleando la argumentación para llevar acabo dicho propósito.</div>
</li>
<li class="MsoNormal">
<div>Utilizar el léxico adecuado  para la argumentación en su expresión oral y escrita.</div>
</li>
<li class="MsoNormal">
<div>Aplicar los conocimientos  teóricos dados por el profesor en el salón de clase, sobre el tema en  mención.</div>
</li>
<li class="MsoNormal">
<div style="text-align:justify;">Utilizar adecuadamente, la  herramienta de un procesador de texto en la elaboración de un texto  argumentativo.</div>
</li>
</ol>
<p class="MsoNormal"><strong>CONOCIMIENTOS Y DESTREZAS PREVIAS DEL ESTUDIANTE</strong></p>
<ol>
<li class="MsoNormal">Expresión escrita acorde a  su nivel académico.</li>
<li class="MsoNormal">Correcto manejo del  Procesador de Texto.</li>
<li class="MsoNormal"><span class="texto">Manejo y  uso adecuado de los signos de puntuación, acentuación y ortografía básica.</span></li>
</ol>
<p class="MsoNormal"><strong>RECURSOS Y MATERIALES</strong></p>
<ol>
<li class="MsoNormal">Direcciones electrónicas  consultadas por el docente</li>
<li class="MsoNormal">Fuentes de información  (url&#8217;s)</li>
<li class="MsoNormal">Video Bean</li>
<li class="MsoNormal">Internet<strong>DURACIÓN<br />
</strong>Seis (6) sesiones de clase de cuarenta y cinco (45) minutos cada una.<strong>DESARROLLO<br />
</strong><br />
<strong> El Profesor deberá:<em>Español:</em></strong></li>
</ol>
<div>
<ol>
<li class="MsoNormal">Explicar sobre el objetivo,  desarrollo y criterio de evaluación del proyecto, así como la integración  con el área de informática.</li>
<li class="MsoNormal">Dar a conocer con ejemplos,  en los cuales se ilustren cada uno de los ítems que componen el tema la  comprensión del texto argumentativo.</li>
<li class="MsoNormal">Exponer a los estudiantes  las opciones de tema con los cuales puede construir un texto  argumentativo, entregando una lista de temas sugeridos.</li>
<li class="MsoNormal">Valoración de cada texto  argumentativo por medio de la matriz diseñada por los docentes para tal  fin.<em>Informática:</em></li>
<li class="MsoNormal">Evaluar el correcto manejo  de la herramienta &#8220;Procesador de Texto&#8221;.</li>
<li class="MsoNormal">Controlar el adecuado uso  de la Internet</li>
<li class="MsoNormal">Definir criterios de  evaluación</li>
<li class="MsoNormal">Atender inquietudes sobre  el manejo de las herramientas<strong>
<p>El Estudiante deberá:</strong></li>
</ol>
</div>
<ol>
<li class="MsoNormal">
<div>Atender la explicación del  docente y participar con sus inquietudes para facilitar la comprensión del  tema.</div>
</li>
<li class="MsoNormal">
<div>Desarrollar los ejercicios  dados por el docente para facilitar adquisición y manejo de conocimientos  sobre el texto argumentativo.</div>
</li>
<li class="MsoNormal">
<div>Escribir un texto  argumentativo en el cual incluya los aspectos característicos de dicha  clase de escrito tomando como base los siguientes temas:</p>
<ul>
<li><span style="color:#006600;">a)</span><em><span> La  Publicidad<span style="color:#006600;">, ¿Manipulación o  Información?</span></span></em></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color:#006600;"> b)</span><em><span style="color:#006600;"> ¿La publicidad para campañas políticas es contaminación visual o  información favorable para la ciudad?</span></em></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color:#006600;"> c)</span><em><span style="color:#006600;"> ICFES: ¿Oportunidad u obstáculo para continuar tus estudios?</span></em></li>
</ul>
<ul>
<li><span style="color:#006600;"> d)</span><em><span style="color:#006600;"> ¿Es necesario el despeje para que se de el dialogo entre los actores del  conflicto armado en Colombia?</span></em></li>
</ul>
</div>
</li>
<li class="MsoNormal"><span style="color:#006600;"> </span><br />
<strong>EVALUACIÓN</strong><br />
<em><strong>Matriz de valoración:</strong></em></li>
</ol>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;">La Matriz de Valoración es una tabla, que te indica como fue tu desempeño en los diferentes puntos que tomarán en cuenta los docentes para evaluar tu trabajo.</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;"><a href="http://textoargumentativo.googlepages.com/matrizespanol"><em><span style="color:#000099;">Matriz de valoración Español</span></em></a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-left:36pt;color:#ff0000;"><em><a href="http://textoargumentativo.googlepages.com/matrizinformatica">Matriz de valoración Informática </a> </em></p>
<p class="MsoNormal"><strong>OBSERVACIONES:<span class="texto"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal">El tiempo de la actividad en alguna instancia puede aumentar, teniendo en cuenta factores externos, como actividades extras, problemas técnicos o festividades.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
