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	<title>aristocracia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/aristocracia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aristocracia"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 18:28:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[18 Brumário de Luis Bonaparte]]></title>
<link>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/27/18-brumario-dde-luis-bonaparte/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 10:38:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoherrerolopes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Mais um texto do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. A discussão ddesta semana girou em torno do &#8220;18 Brumário de Luis Bonaparte&#8221;, de Karl Marx.</p>
<p>Esta obra de Marx trata a respeito da conjuntura social, política e econômica da França no período em que Luis Bonaparte assume o controle do Estado por meio de uma eleição (1848) até a consecução de um golpe de Estado (1851) pelo próprio mandatário. Vários temas podem ser observados nesse livro e que são importantes dentro do contexto da obra do autor, tais como: teoria das lutas de classes, a revolução proletária, a doutrina do Estado e a ditadura do proletariado. Mas o objetivo da obra é analisar os fatores históricos e sociais que propiciaram a tomada do poder por Bonaparte de forma tal que seu modelo de Estado autoritário seja base de análise de outros Estados semelhantes nos dias de hoje.</p>
<p>A análise parte da revolução proletária e 1848 que foi frustrada e esmagada pelo exército, através de uma aliança burguesa com a aristocracia francesa. Mas, antes desse fim trágico, abordemos as condições de sua breve vitória, o “período de fevereiro”, que vai de 24 de fevereiro (quando da queda de Luís Felipe) até 4 de maio de 1848 (quando da instalação da Assembléia Constituinte): é a época que Marx chama de “prólogo da revolução”, onde todas as decisões tem caráter provisório, ocorrida após a fuga da monarquia e a condescendência do exército que não se opôs ao levante, tornando-se lógica a criação de uma República. E já que eram os proletários que conseguiram conquistá-la (apesar de terem iniciado com apoio da burguesia, que almejava tomar o poder do monarca e derrubar a aristocracia financeira), eles deram o nome de República social: “Indicava-se, assim, o conteúdo geral da revolução moderna, conteúdo esse que estava na mais singular contradição com tudo que, com o material disponível, com o grau de educação atingido pelas massas, dadas as circunstâncias e condições existentes, podia ser imediatamente realizado na prática<a href="#_ftn1">[1]</a>”.</p>
<p>No entanto, Marx revela que todos os grupos que fizeram parte da Revolução de Fevereiro tiveram seu quinhão no governo, provocando vozes diversas e contraditórias dentro de um processo que, a bem da verdade, não se sabia onde ia dar, principalmente porque os proletários não tinham em mente o que fazer com aquilo. Enquanto isso, os velhos grupos derrotados temporariamente estavam se agrupado para uma contra-ofensiva para por no chão os trabalhadores e retomar o poder, o que de fato ocorreu e desembocou no que o autor chama de segundo período, de 4 de maio de 1848 até o fim de maio de 1849, em que a República burguesa é constituída.</p>
<p>A vitória da burguesia – e o conseqüente massacre aos trabalhadores insurretos – teve entre seus aliados a aristocracia financeira, a burguesia industrial, a classe média, a pequena burguesia, o exército, o <em>lumpen-proletariado</em>, intelectuais de prestígio, o clero e a população rural – o que acabou por se congregar num partido único, o Partido da Ordem. O que indica, sob o ponto de vista dos trabalhadores: “sempre que uma das camadas sociais superiores entra em efervescência revolucionária o proletariado alia-se a ela e, conseqüentemente, participa de todas as derrotas sofridas pelos diversos partidos<a href="#_ftn2">[2]</a>”. Essa derrota proletária evidencia outro item, ainda mais importante, segundo Marx, de que “República burguesa significava o despotismo ilimitado de uma classe sobre as outras”. Ou seja, o central aqui é o tema da luta de classes no cerne da análise de Marx, não apenas de uma vitória de um grupo sobre o outro, mas de uma classe sobre a outra, sendo que o resultado desta disputa é que vai condicionar o tipo de governo, Estado, Constituição a serem elaborados, privilegiando a classe vencedora.</p>
<p>Esse justamente vem a ser o problema a seguir, pois, a partir da vitória das velhas forças da sociedade, a preocupação agora é criar uma Constituição, por meio de uma Assembléia Constituinte, que atenda aos interesses vários do Partido da Ordem, encabeçado pela burguesia, promulgando todas as liberdades para os “amigos da ordem”, sendo vedadas as liberdades “aos outros ou permitindo o seu gozo sob condições que não passam de armadilhas policiais, isto é feito sempre, apenas no interesse da ‘segurança pública’, segurança da burguesia, como prescreve a Constituição<a href="#_ftn3">[3]</a>”. O problema é que de um lado há os representantes eleitos por sufrágio universal para compor uma Assembléia Nacional “que desfruta da onipotência legislativa”, sendo que do outro está o presidente, Luis Bonaparte, com “todos os atributos do poder real, com autoridade para exonerar seus ministros independente da Assembléia Nacional”, com toda a verba disponível para realizar a governança sem a participação do Legislativo, evidenciando um problema sério na divisão de poderes da Constituição francesa à época, o que vai facilitar a realização do golpe de Estado pelo próprio Luis Bonaparte, em 1851. Isso porque, “enquanto a Constituição outorga poderes efetivos ao presidente, procura garantir para a Assembléia Nacional o poder moral<a href="#_ftn4">[4]</a>”, o que, em termos práticos não garante nada, além de poderes máximos ao mandatário.</p>
<p>Essa disputa pelo poder via Constituição vai desembocar, justamente, no Golpe de Estado de Luis Bonaparte, tornando o governo despótico da burguesia num despotismo único, do velho novo imperador Bonaparte, agora III. Isso porque houve um embate entre monarquistas e os republicanos burgueses a respeitos das leis orgânicas suplementares à Constituição, casos de lei do ensino, culto religioso, sendo importante, na visão dos monarquistas, que eles próprios elaborassem essas leis, evitando que os republicanos as escrevessem. Contribuiu também para o encurtamento da Assembléia Constituinte, a discussão sobre uma lei sobre responsabilidade do presidente da República, que estava sendo escrita na Assembléia, mas, antes desta ser colocada em prática, Bonaparte fez o conhecido golpe de 2 de dezembro de 1851, impedindo que ele fosse submetido também a regras constitucionais.</p>
<p>A tomada do poder definitivo por Luis Bonaparte encurrala os burgueses republicanos, que não tem mais saída, por viver sob o jugo de um déspota que, mesmo garantindo a aparência da Assembléia Nacional e a Constituição, impõe a força para fazer valer suas predileções e objetivos, como no caso da reeleição de seu mandato, impossível pela Constituição, mas que, com a votação na Assembléia se tornaria factível, mas sendo necessário o apoio dos burgueses para a confirmação desta mudança constitucional. Só que, caso se opusessem, impulsionariam Bonaparte a um novo golpe para permanecer no poder; caso legitimasse a eleição, se colocariam em má posição, acabando, pois, reféns do próprio golpe imposto aos proletários, anos antes, como bem destaca Marx: “No Parlamento a nação tornou lei a sua vontade geral, isto é, tornou sua vontade geral a lei da classe dominante. Renuncia, agora, ante o poder executivo, a toda vontade própria e submete-se aos ditames superiores de uma vontade estranha, curva-se diante da autoridade. (&#8230;) A França, portanto, parece ter escapado ao despotismo de uma classe apenas para cair sob o despotismo de um indivíduo e, o que é ainda pior, sob a autoridade de um indivíduo sem autoridade<a href="#_ftn5">[5]</a>”. Ou seja, o uso da classe trabalhadora pela burguesia proporcionou que alçasse espaço em um governo que não desejava o proletariado e que acabou por suplantá-lo através de um golpe, colocando-a, por sua vez, no cabresto de um governo despótico, revivendo os tempos da Monarquia, ou seja, um grande passo atrás, não só para os proletários, que se viram sozinhos após o massacre em 1848, mas principalmente para a burguesia, que apostou em uma aliança com os monarquistas e a aristocracia financeira, membros de um regime anterior que almejava revivê-lo e viram em Bonaparte o personagem para a concretização desse objetivo, derrubando os burgueses em um momento oportuno.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Marx, Karl. O 18 Brumário de Luis Bonaparte. São Paulo: Escriba, 1968. Página 23.</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="#_ftnref2">[2]</a> Idem, p. 25.</p>
<p><a href="#_ftnref3">[3]</a> Idem, p. 31.</p>
<p><a href="#_ftnref4">[4]</a> Idem, p. 33.</p>
<p><a href="#_ftnref5">[5]</a> Idem, p. 129.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Democracia na América]]></title>
<link>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/24/democracia-na-america/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 10:36:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>rodrigoherrerolopes</dc:creator>
<guid>http://blogdoherrero.wordpress.com/2009/11/24/democracia-na-america/</guid>
<description><![CDATA[Retomo a publicação de textos do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. Esta, uma resenha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Retomo a publicação de textos do curso Modalidades do Pensamento Político Moderno. Esta, uma resenha muito singela e pobre de alguns pontos específicos da obra &#8220;Democracia na América&#8221;, de Alexis de Tocqueville, discutidos na semana passada.</p>
<p>A obra de Tocqueville analisa as origens da Revolução Americana e seus efeitos, para entender como se deu a constituição da democracia como tal naquele país, como uma proposição de estabelecer um comparativo com o que estava em andamento no continente europeu, mais especificamente na França, sua terra natal. Ele enxerga proximidades entre França e EUA, mas vê peculiaridades que caracterizam a sociedade democrática americana em desenvolvimento que não poderiam ser igualadas na Europa, pois ambos são muitos diferentes um do outro.</p>
<p>De início é possível perceber o deslumbramento de Tocqueville com a sociedade americana com “igualdade de condições”, partindo de que todos os membros da sociedade são socialmente iguais, sendo este seu foco, já que economicamente ele crê ser impossível a igualdade. Isto é, a característica desta sociedade democrática não é exatamente a igualdade pura e simples, mas a possibilidade de ascensão de classe, tanto de baixo para cima quanto o inverso. É uma igualdade de condições que cada cidadão possui para desenvolver-se, e que não é inferior na sociedade civil em relação ao Estado, influenciando os costumes políticos e das leis, abarcando todos e de todas as formas: “cria opiniões, faz nascer sentimentos, sugere usos e modifica tudo o que não é produtivo<a href="#_ftn1">[1]</a>”.</p>
<p>Um aspecto importante é a divisão que ele faz entre a revolução pacífica e a revolução violenta, sendo a primeira de caráter irresistível, avançada apesar dos esforços opostos, sendo, pois, não-humana, ou seja, ela acontece independentemente do que se faça. Em oposição a esta forma há a revolução violenta, que rompe com o passado e modifica o curso dos acontecimentos, sendo, pois, provocada pelo homem. Tocqueville afirma que a democracia é uma revolução social e não meramente uma forma de governo, se caracterizando por um processo histórico de igualização que está mais próximo da revolução pacífica e que acabou por vigorar nos EUA.</p>
<p>Outra questão importante é a ausência da aristocracia nos EUA, por se tratar de um Estado jovem na época, já que seu governo anterior era a representação monárquica da Grã-Bretanha, fazendo com que não houvesse esse agrupamento social, e, conseqüentemente, estando democracia nos EUA em estado puro. Em comparação com a França,e sta constituiu seu regime democrático após uma revolução violenta que buscou destruir justamente as instituições aristocráticas, basilares do período monárquico, que mantinham uma sociedade de desiguais, fundamentada em hierarquias fixas e num sistema fundiário que concentrava as terras entre os nobres (aristocracia) e, principalmente, à coroa. Mesmo com a derrubada dos aristocratas, alguns vícios permanecem, como Montesquieu cita a respeito da derrubada do Antigo Regime francês, em relação ao instauro de uma revolução burguesa e uma recaída ao sistema anterior por repetição de práticas e ausência dos expurgos necessários. Isso, de acordo com o raciocínio tocquevilliano, impossibilitaria uma democracia pura, que privilegiasse os princípios de igualdade de condições.</p>
<p>A liberdade no texto de Tocqueville é tratada no campo da liberdade política, ou seja, numa participação direta e sistemática da população, não meramente representativa. É o que em inglês e chama de <em>self-government</em>, ou, autogoverno, em que a sociedade age para se regular e estabelecer obrigatoriedades, padrões em relação a si mesma. Isto fica claro no fato de que o legislador que faz a regra também está vinculado a ela, isto é, a pessoa que participa das decisões e rumos do país também está sujeita às regras e leis criadas por ela mesma, ao contrário de um monarca que faz as leis para seus súditos cumprirem, estando este acima da lei, de tudo e de todos.</p>
<p>A questão da soberania é tema relevante na obra de Tocqueville, em que ele coloca que a soberania precisa ser limitada, para não pôr em risco a democracia, transformando o governo em uma tirania, com um poder ilimitado que acabaria por impedir a liberdade política citada acima. Aconteceria o que se chama de despotismo, cuja característica principal é a de indivíduos dispersos, já que eles consentiram a uma autoridade central a concentração de todos os poderes, tirando dos homens a atuação política, pois eles se sentem representados pelo déspota.</p>
<p>Tocqueville denomina essa forma de governo de despotismo democrático, justamente por conta desta especificidade que é esse consentimento dado pelos indivíduos, não sendo, por isso, opressivo, sem deixar de ser tirânico. O grupo ou o déspota, então, que recebeu esse poder, toma a voz da totalidade dos indivíduos, privando-os de participação política ativa, levando-os à condição de irreversível infância, de animais passivos, sem capacidade de desenvolvimento, acéfalos politicamente e socialmente.</p>
<hr size="1" /><a href="#_ftnref1">[1]</a> Tocqueville, Alexis de. La Democracia em América. México D. F.: Fondo de Cultura Económica, 1957. Página 01.</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jantinha Leve]]></title>
<link>http://extrabacon.wordpress.com/2009/11/23/jantinha-leve/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:48:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miragem</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dia 18 de outubro, domingo,foi dia de sair e comemorar o horário de verão. Pra isso a idéia era come]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dia 18 de outubro, domingo,foi dia de sair e comemorar o horário de verão. Pra isso a idéia era comer algo leve, pra dormir bem e começar a semana 100%. E quando o negócio é comida leve não tem lugar melhor em Porto Alegre do que o Panchos.</p>
<p>Aquela parrilla incandecente tomada por vazios, costelas, cordeiros, linguiças, queijos, matambres de tudo quanto é jeito é um convite a uma alimentação balanceada e leve, o recomendado pelos especialistas para uma janta de qualidade.</p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4622.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-93" title="DSCF4622" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4622.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A gente chegou ali pelas oito e meia nove horas e já pediu de cara uma Zillertal e dois panchos com bacon e mussarela. O dia tava quente e a ceva bem gelada, perfeito. O pancho veio louco de especial com o bacon torradinho e a mussarela bem derretida.</p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4615.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-94" title="DSCF4615" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4615.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4616.jpg"><img class="size-medium wp-image-95  aligncenter" title="DSCF4616" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4616.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4617.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-96" title="DSCF4617" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4617.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Mas a dúvida do que pedir não deixava nossa cabeça, e enquanto a gente pensava pedimos uma cebola recheada com presunto e queijo. Desse prato eu esperava bem mais, mas tava bom. Mas acho que eu esperava algo mais GORDO. Mas tudo bem vamos dar uma colher de chá pros caras.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4618.jpg"><img class="size-medium wp-image-97  aligncenter" title="DSCF4618" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4618.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4619.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-98" title="DSCF4619" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4619.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Depois de enrolar um monte pedimos uma picanha de porco  recheada com pimentão, ervas e bacon, assada na manteiga. É porco recheado com porco, ou melhor porco recheado com bacon. Se tem como fica ruim isso me fala, por que eu acho impossível.</p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4621.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-99" title="DSCF4621" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4621.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A carne tava bem assada, queimadinha por fora e rosinha por dentro, sensacional. As ervas dão um gostinho diferente e o bacon vem pra destruir com tudo dizer sim bacon é vida.</p>
<p>Suspeito pra falar, pra mim o panchos continua sendo um dos melhores lugares para se comer carne em Porto Alegre ou até tomar uma ceva e petiscar. Minha nota: dessa vez leva 5 bacons por culpa da maldita cebola recheada.</p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/bacon5.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-100" title="bacon5" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/bacon5.jpg?w=300" alt="" width="300" height="173" /></a></p>
<p>O facada foi de R$ 85,40 pra duas pessoas já com os 10%. 2 cocas, 2 cocas zero, uma Zillertal de litro, dois panchos com bacon e mussarela, uma cebola recheada e uma picanha de porco recheada. Justo, nada mal para uma jantinha leve.</p>
<p><a href="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4614.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-101" title="DSCF4614" src="http://extrabacon.wordpress.com/files/2009/11/dscf4614.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>O panchos fica na Protásio, número 723.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pulso a la Iglesia: Judea presiona al Vaticano]]></title>
<link>http://tresmontes7.wordpress.com/2009/11/22/pulso-a-la-iglesia-judea-presiona-al-vaticano/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 18:28:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>tresmontes</dc:creator>
<guid>http://tresmontes7.wordpress.com/2009/11/22/pulso-a-la-iglesia-judea-presiona-al-vaticano/</guid>
<description><![CDATA[En el blog hurania hemos leído un interesante artículo del que reproducimos una parte en la que su a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En el blog <a href="http://hurania.wordpress.com/2009/11/21/caso-williamson-estorsion-judia-contra-la-iglesia/">hurania</a> hemos leído un interesante artículo del que reproducimos una parte en la que su autor, Antonio Caponnetto, interpreta el sigificado teológico de un  supuesto &#8220;holocausto&#8221; del que todo el mundo habla sin saber ni siquiera el origen de esta palabra griega:</p>
<div><strong><span style="font-size:large;">V. La mayor mentira de la mentira del Holocausto</span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:large;"> </span></strong></div>
<div><strong><span style="font-size:large;"> </span></strong></div>
<p><strong><span style="font-size:large;"> </span></strong></p>
<div><span style="font-size:medium;"><strong>A pesar de que lleva largo tiempo el alboroto inicuo armado ex profeso por el aparato judeo-modernista internacional contra las razonables declaraciones de Monseñor Richard Williamson, todavía no terminan de inteligir los católicos la verdadera gravedad de sostener la versión oficial del Holocausto. Incluso —y con pesar lo decimos— no terminan de entenderlo ciertos intelectuales católicos de orientación tradicionalista. A muchos de ellos el fastidio que les suscita la sola mención del Nacionalsocialismo, y la posibilidad siquiera indirecta de que puedan quedar defendiéndolo, les impide ver la profundidad del mal que se está consumando ante nuestra vista.</strong></span></div>
<div><span style="font-size:medium;"><strong>Porque esta versión oficial del Holocausto, que desde antes del pontificado de Benedicto XVI ya Roma se había decidido a sostener y a preservar, y que ahora ha cuasi dogmatizado, no contiene sólo una inadmisible fábula histórica sino una horrenda falsificación teológica. El mito de la Shoah no es principalmente inaudito porque se adulteren las cifras de los homicidios, las causas de las muertes o las condiciones edilicias de los campos de concentración. No radica su nocividad en hacer pasar por gases humanamente letales los desinfectantes del tifus, o en montar hornos crematorios después del triunfo aliado, o en trucar fotos, cifras, testimonios, juicios y acontecimientos. Ni siquiera es su peor culpa haber hecho un negocio multimillonario de esta mentira, como lo probó el judío Norman Finkelstein en su libro La industria del Holocausto. Todo esto y tantísimo más, describen la faz histórica, política y económica de este embuste basal del siglo XX, asegurado por los verdugos inmisericordes de Nüremberg y sellado en las tenidas torvas de Yalta y de Potsdam. Y todo esto, claro, estará bien que se dirima en el ámbito de los estudios historiográficos, distante si se quiere de las cuestiones de Fe.</strong></span></div>
<div><span style="font-size:medium;"><strong>Pero todavía hay algo mucho más tenebroso, y es la teología judaica sobre el Holocausto. Una teología dogmática que enseñan y hacen suya las más renombradas agrupaciones hebreas que suelen tener ahora libre acceso al Vaticano, o viceversa, que suelen dar hospedaje al Santo Padre. Según esta teología, Israel, no Cristo, es el Cordero Inmolado. Perseguido durante siglos y ofreciéndose en sacrificio permanentemente, alcanza el punto culminante de su ofrenda cuando muere masivamente bajo las tropelías del Tercer Reich. Tropelías antisemitas que, en esta cosmovisión mesiánica del Israel carnal, no tendrían sino como fundamento último las mismas enseñanzas católicas que durante siglos y siglos habrían predicado la culpabilidad hebrea en la muerte de Cristo. Al nazismo se llega por culpa del cristianismo; y bajo el nazismo la oblación mesiánica de Israel alcanza su punto culminante. Cristo es el gran destronado de su trono de Víctima, y acusados sus seguidores de instigación secular al antisemitismo, colócase en ese trono sangrante el mismo Israel. Del Gólgota ya no pende Aquel cuya sangre pidieron un día que cayera sobre sus testas impías y las de sus propios hijos. Pende sacrílegamente la mano y la mente, el puño y la inteligencia de aquellos que fraguaron la crucifixión del Redentor.</strong></span></div>
<p><span style="font-size:medium;"><strong>Parodia endemoniada de la economía de la salvación, caricatura infernal del genuino mesianismo, subversión radical del sentido de la Historia de clara inspiración cabalística, esta versión teológica del Holocausto es la que debe saber todo católico honrado que está adquiriendo cada vez que le hacen creer que &#8220;quien niega la Shoah no conoce el misterio de Dios ni de la Cruz de Cristo&#8221;. Palabras insensatas pronunciadas el 30 de enero por el Padre Federico Lombardi, Director de la Oficina de Información de la Santa Sede y que, lamentablemente, no fueron desmentidas ni enmendadas.</strong></span></p>
<p><strong>Es por este carácter paródico y endemoniado del mesianismo de Israel, que sus principales ideólogos monopolizan la denominación de holocausto para lo sucedido durante la Segunda Guerra Mundial, no permitiendo que el término se use para los cien millones de cristianos masacrados por el Comunismo a lo largo de la casi totalidad del siglo XX, porque es bien sabido que la dirigencia comunista responsable de este martirio colectivo ha sido y fue en su casi totalidad de origen hebreo.</strong></p>
<p><strong>Y es porque este carácter paródico del mesianismo debe quedar asegurado universalmente, que la teología dogmática judía elabora o promueve en abundancia obras como las de Yad Vashem (Jerusalém), M. Polakoff (Iom HaShoá VeHagvurá. Un manual para el recuerdo), Isajar Moshé Teijtel (Alegre madre de hijos), Pasión intacta, de George Steiner, Breviario del Odio, de León Poliakov —con su prólogo meaculpista del cristiano Francois Mauriac—, The destruction of the European Jews, de Raul Hilberg o la de Gustavo D. Perednik, Teología del holocausto, que con interés y provecho puede consultarse digitalmente. (&#8230;/&#8230;). </strong></p>
<p><strong>Precisamente en este ensayo dice Perednik, glosando a otros exégetas hebreos, que el capítulo 53 de Isaías, llamado Del Siervo del Eterno, no sería una prefiguración de la Crucifixión de Jesucristo, sino &#8220;que puede ser entendido perfectamente como una referencia al Holocausto&#8221;, pues en él &#8220;los sufrimientos son purificadores en dos sentidos: en lo personal y en un plano social&#8221; […] Aquí cabe evocar al filósofo que se basó precisamente en Isaías 53 para fundamentar su teología del Holocausto. Para Ignaz Maybaum, el judío sufre a fin de despertar la conciencia del mundo gentil que es su victimario. A partir del martirio judío, la humanidad entera, por reflejo, ahonda su búsqueda en la senda del bien […] &#8220;Mira:yo pongo hoy delante de ti la vida y la bendición, la muerte y la maldición&#8221;, concluye por decirnos la Torá. Berkovits, sostenedor de esta idea, agregará que en el tema del Holocausto, el contraste histórico es claro: &#8220;desde los humos de Treblinka, irrumpe el Estado de Israel. Lo que Berkovitz denominaría, después del horror, «la sonrisa suficiente». El retorno a Sión da el significado a la historia judía&#8221;.</strong></p>
<p><strong>Pero ni este texto representativo ni este artículo agotan lo que cabría saber al respecto. La nómina de expositores de este paródico mesianismo, se engrosaría si incluyéramos en ella a ciertos autores protestantes, como Robert McAfee Brown, o sedicentemente católicos como Harry James Cargas, mucho más entitativo, audaz y heterodoxo que el vocero vaticano Lombardi.</strong></p>
<div><strong><strong>VI. La Iglesia debe pensar católicamente</strong></strong></div>
<div><strong><strong>Si se nos ha seguido benévolamente hasta aquí, con especial énfasis en la lectura del parágrafo anterior, un par de necesarias conclusiones podríamos ir elaborando.</strong></strong></div>
<div><strong><strong>La primera es que la Iglesia no puede asumir como propia la versión oficial sobre el Holocausto, ni mucho menos dotarla de la intangibilidad que se pretende.</strong></strong></div>
<p><strong><strong>Tiene esta versión un cúmulo inagotable de mentiras a designio, fruto principalmente de las llamadas &#8220;campañas de desnazificación&#8221;, con sus tribunales fiscalizadores, sus lavados de cerebro colectivos y sus programas de reeducación, cuya parcialidad antialemana y aliadófila jamás disimularon. Terminada la guerra, en el Bundesland de Baden-Württemberg se publicó sin rubores: &#8220;No debe ser dicho nada favorable sobre el Tercer Reich, y no debe ser dicho nada desfavorable sobre los aliados&#8221;. Y en 1960, el Presidente de Alemania Federal, Heinrich Lübke, hablando de &#8220;los textos escolares&#8221; referidos &#8220;al lapso histórico alemán de 1933 a 1945&#8243;, solicitó expresamente que trasmitieran &#8220;aborrecimiento por el Tercer Reich&#8221;.</strong></strong></p>
<p><strong><strong> </strong>Con sublevante patetismo se advierte que nadie pide estudiar la verdad histórica, investigar serenamente, escudriñar las fuentes, cotejar testimonios, fatigar archivos. Ningún rebelde librepensador se atreve al llegar aquí a pensar libremente. Lo que se pide es instalar de modo unánime y sacramental el pensamiento único elaborado por Israel. Ardid inmoral y escandaloso que viene siendo elaborado perseverantemente desde el infame juicio de Nüremberg, cuyas aberraciones de toda índole jamás se quieren mencionar. Empezando por la que señala Carlos Whitlock Porter en su Not guilty at Nuremberg: se desecharon sin escrúpulos las 312.022 declaraciones notariales presentadas por la defensa, se aceptaron como moneda de buena ley, en cambio, las 8 ó 9 declaraciones presentadas por la fiscalía. Mención aparte significaría recordar la nómina de atentados judíos —algunos de ellos mortales— contra autores e instituciones dedicadas a la revisión histórica. Por probar este aserto, el 3 de enero de 1996, el embajador de Israel en la Argentina, Israel Avirán, ordenó la captura y el secuestro de la revista &#8220;Memoria&#8221; que entonces editábamos con un puñado de amigos.</strong></p>
<p><strong>El Santo Padre, precisamente por su doble condición de patriota alemán y de intelectual destacadísimo, debe ser la persona indicada para advertir que esta versión ruinosa y ficta no puede ser asumida por la Iglesia. Entiéndase bien: no se trata de exigirle a Roma que avale una determinada escuela historiográfica en contra de otra, ni de que tome partido por el revisionismo u otorgue rango de definición ex cathedra a los asuntos meramente terrenos. Pero se trata sí, de rogarle con insistencia que busque celosamente la verdad del pasado, que promueva esa búsqueda con empeño y sabiduría, que apoye a los estudiosos serios y veraces, desdeñando interpretaciones facciosas, preñadas de adulteraciones y de embustes de grueso calibre. Se trata, en suma, de tener bien presente, que el último dogma fue el de la Asunción de María Santísima.</strong></p>
<p><strong>No podemos conformarnos cada vez con menos, que es una de las definiciones de la tibieza; ni podemos tampoco aceptar la necesidad del doble discurso como constitutivo ineludible de las relaciones diplomáticas. Cierto es que el grueso de las sociedades vive bajo las falacias de la virtualidad y bajo el sometimiento de esos ídolos que supo describir Bacon. Cierto que al amparo de esos ídolos, que entenebrecen la realidad, pocos y cada vez menos son los que distinguen lo que las cosas son, como gustaba decir Gilson. Y cierto al fin, si se quiere, que no le corresponde al Pontífice hacer de historiador, ni andar dirimiendo sobre el Zyklon B o los alambrados de púas en Auschwitz. Pero si ya no hemos de pedirle al Vicario de Cristo que combata a los hijos de las tinieblas, y bregue por la Verdad en la totalidad de sus manifestaciones, ¿a quién entonces deberíamos acudir los católicos?</strong></p>
<p><strong>En su confortadora encíclica Spe Salvi, Su Santidad Benedicto XVI memora un texto del Sermón 340 de San Agustín, que parece contener toda una respuesta al dilema que estamos planteando. Explica allí el de Hipona que una misión se ha impuesto: &#8220;corregir a los indisciplinados, confortar a los pusilánimes, sostener a los débiles, refutar a los adversarios, guardarse de los insidiosos, instruir a los ignorantes, estimular a los indolentes, aplacar a los soberbios, apaciguar a los pendencieros, ayudar a los pobres, liberar a los oprimidos, mostrar aprobación a los buenos&#8221;. Todo un programa para estas cruciales circunstancias.</strong></p>
<p><strong>Pero además, y como quedó dicho, existe otra razón superior para que la Iglesia rechace enfáticamente la versión oficial del Holocausto, y es que tras la misma asoma una teología dogmática judía groseramente anticristiana, burdamente paródica del genuino mesianismo, deliberada mueca hostil de inspiración talmúdica contra la misión salvífica de Nuestro Señor Jesucristo, y su Divina Majestad.</strong></p>
<p><strong>Llama poderosamente la atención que en estos agitados días alrededor del caso Williamson, haya pasado inadvertida toda voz eclesial, empezando por la de Benedicto XVI, que nos haya remitido a la <strong>Mit brennender sorge</strong> de Pío XI. Allí está todo lo que un católico debe saber para tomar distancias del Nacionalsocialismo, y de cuanto aquella ideología y su concreción política pudieron haber tenido de injusto y aún de ominoso. Pero está todo lúcida y corajudamente explicado en perspectiva católica, para que ningún bautizado confunda el rumbo y la finalidad. &#8220;La Cruz de Cristo&#8221; —dice Pío XI— &#8220;aunque su solo nombre haya llegado a ser para muchos locura y escándalo, sigue siendo para el cristiano la señal sacrosanta de la redención, la bandera de la grandeza y de la fuerza moral. A su sombra vivimos, besándola morimos; sobre nuestro sepulcro estará como pregonera de nuestra fe, testigo de nuestra esperanza, aspiración hacia la vida eterna&#8221; [nº 31].</strong></p>
<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><strong><a href="http://www.revistacabildo.blogspot.com/"><span style="font-size:x-small;">http://www.revistacabildo.blogspot.com/</span></a></strong></span><strong>&#8212;</strong></span></span></span></span></div>
<div><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Nota de URANIA: Independientemente de que históricamente  las cosas ocurrieran según la versión oficial o bien de otro modo, tal como sólo es posible conocer por medio de ciertos investigadores,  lo cierto es que para el Cristianismo el único y supremo holocausto es el sacrificio en Cruz de Jesucristo.</strong></span></span></span></span></div>
<p><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><span style="font-size:x-small;"><strong>Por otra parte, algunos  historiadores hablado del genocidio del pueblo alemán &#8212;víctimas de bombardeos, bajas en el frente de guerra y éxodo de los territorios de Prusia&#8211; y un artista ha representado lo que llamó el holocausto de Europa en un lienzo sólo dado a conocer a unas pocas personas de Barcelona en los años 80.</strong></span></span></span></span></p>
<p><strong>En todo caso, incluso si se acepta la versión hoy dominante de la historia reciente, la interpretación religiosa que hace Caponnetto es digna de consideración incluso para los &#8220;no creyentyes&#8221;.</strong></p>
<p><strong>&#8212;</strong></p>
<p><strong><a href="http://tresmontes7.wordpress.com/files/2009/11/natural-tree.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-1608" title="natural tree" src="http://tresmontes7.wordpress.com/files/2009/11/natural-tree.jpg" alt="" width="450" height="337" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A LA MADRE PATRIA]]></title>
<link>http://peruconservador.wordpress.com/2009/11/17/a-la-madre-patria/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 04:05:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>masiyok</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este artículo es de un joven talento de la escuela de ciencia política, me permito con su autorizaci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este artículo es de un joven talento de la escuela de ciencia política, me permito con su autorizaci]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La revolución en Latinoamérica- Aurelio Narvaja/ 1945, de Patria Y. Pueblo]]></title>
<link>http://puentesurargentina.wordpress.com/2009/11/04/la-revolucion-en-latinoamerica-aurelio-narvaja-1945-de-patria-y-pueblo/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 02:23:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>puentesurargentina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Las relaciones del imperialismo yanqui con los países de América Latina están entrando en una nueva ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">L<strong><span style="color:#339966;">as relaciones del imperialismo yanqui con los países de América Latina están entrando en una nueva fase. Prevalido de la preponderancia económica, política y militar que la guerra le dio, desalojó al imperialismo británico de muchas de sus posiciones tradicionales: aunque este último se apresta decididamente a luchar para recuperarlas, difícilmente lo logre. La mayor parte de las inversiones que le quedan (ferroviarias, tranviarias, etc.) están económicamente condenadas: a las otras (petrolíferas, mineras, frigoríficas, industriales, etc.) ha debido liquidarlas o hacerlas entrar de alguna manera bajo la influencia de los grandes grupos financieros de los Estados Unidos. </span></strong>Políticamente, se ha visto obligada a dejar la iniciativa en manos de los Estados Unidos, e incluso en la Argentina, su más tradicional y fuerte baluarte, no ha podido oponerse abiertamente a la política panamericanista de Wall Street.</p>
<p style="text-align:justify;">La ruptura del equilibrio en favor de los Estados Unidos, en la tradicional puja entre estos e Inglaterra, plantea al proletariado de la América Latina un problema de enormes proyecciones. Su solución teórica está oscurecida por el terrorismo ideológico del imperialismo y de sus aliados nacionales, que obstaculizan el planteamiento de la cuestión en sus verdaderos términos. La naturaleza semicolonial o colonial (Puerto Rico) de América Latina, es decir, su condición de países atrasados, indica que en los mismos hay todavía que completar la revolución democrático-burguesa, que en la época del imperialismo y debido al desarrollo mundial de las relaciones capitalistas, se formula como una revolución de liberación nacional. Ahora bien, esta revolución implica dos tareas: la liquidación de la herencia feudal o revolución agraria y la independencia nacional. La lucha contra el imperialismo o por la independencia nacional se plantea diversamente según sea la condición política a que se haya sometido el país atrasado con relación a otros Estados: pero en lodos los casos tiende a la constitución de su Estado Nacional. En América Latina. dividida en veinte Estados, dieciocho de los cuales hablan la misma lengua, histórica y lógicamente la revolución democrático-burguesa plantea como su tarea fundamental la constitución de un gran Estado Nacional. Históricamente, porque la “balcanización” de las antiguas colonias de los países ibéricos fue provocada por las potencias capitalistas que, el la época de la emancipación de aquellas del yugo feudal español, escamotearon este aspecto de la revolución democrática, que ha quedado incumplido. Lógicamente, porque la lucha por la liberación nacional no sólo un Uruguay, Guatemala o Bolivia, sino en la Argentina, Brasil o Méjico, planteada dentro de los estrictos limites de sus Estados, es una frase vacía.</p>
<p style="text-align:justify;">En la época moderna, distintos sectores de la burguesía nativa de América Latina manifiestan tendencias a ampliar la base nacional de sus Estados por medio de federaciones que estén en mejores condiciones para negociar con el imperialismo o resistir sus exageradas pretensiones. Así, la reciente tentativa de los presidentes de Honduras y Guatemala de reconstruir los Estados Unidos de Centro América, el movimiento tendiente a estructurar la gran Colombia (Venezuela, Ecuador y Rep. Colombiana), la de unificar el Bajo y el Alto Perú (Perú y Bolivia); la de crear la Federación Antillana, y la unión aduanera argentino-chilena, como base para su unificación política. En algunos casos se trata sólo de simples corrientes ideológicas, en otros de tentativas políticas más serias; pero en todos se choca con la abierta, tenaz y decidida oposición del imperialismo yanqui, que esta dispuesto a llegar hasta la guerra con tal de evitarla. A eso le llaman en Wall Street “defensa de la soberanía de las pequeñas naciones”. A pesar de su oposición, las fuerzas dominantes, en la parte austral del continente, incluso Brasil, han realizado serios esfuerzos para vincular estrechamente sus economías. Sin embargo, todos estos hechos tienen sólo una importancia sintomática, Las burguesías latinoamericanas son incapaces de llevar adelante ninguna tarea progresista. Las tareas burguesas incumplidas por estas en la actual época de decadencia del capitalismo, deben ser realizadas por el proletariado.</p>
<p style="text-align:justify;">“En todo el mundo, —dijo Lenin— la época del triunfo definitivo del capitalismo sobre el feudalismo estuvo ligada a movimientos nacionales. Económicamente, estos movimientos se basan en que para que sea posible un triunfo completo de la producción mercantil, es preciso que la burguesía conquiste el mercado interior, es preciso que territorio con población de un sólo idioma adquiera cohesión estatal; quedando eliminados cuantos obstáculos se opongan al desarrollo de ese idioma y a su consolidación en la literatura. El idioma es el medio esencial de trato entre los hombres: la unidad de idioma y su libre desarrollo es una de las condiciones mas importantes de una circulación mercantil realmente libre y amplia, que responda al capitalismo actual, de una agrupación libre y amplia de la población en todas las diversas clases; es, por ultimo, lo que condiciona la estrecha relación del mercado con todo propietario o pequeño propietario, vendedor y comprador.”</p>
<p style="text-align:justify;">En la época de ascenso del capitalismo, era a la burguesía de alguna de las zonas más desarrolladas a la que correspondía el papel dirigente en la revolución nacional. En la actual época de decadencia del capitalismo, la burguesía es incapaz de realizar estas tareas: su incapacidad deriva de las diferencias esenciales en cómo se plantea la revolución nacional el una época y en otra. En la etapa ascendente del capitalismo, la misma se planteaba (a través del absolutismo, por lo común) cuando una burguesía con desarrollo propio, necesitaba ampliar su mercado y establecer una sólida base para la competencia el exterior: mientras que en nuestra época la revolución nacional se plantea como consecuencia de la crisis general del capitalismo, que conmueve las bases de economía adaptadas totalmente al imperialismo.</p>
<p style="text-align:justify;">En América Latina, el capitalismo europeo primero, y el americano después, hicieron entrar en su esfera de influencia las economías de las distintas regiones. En su proceso de expansión el capitalismo desintegró las economías primitivas, combinándose unas veces con sistemas atrasados de producción, mientras que en otras aniquilo a los indios y estableció directamente la forma capitalista. En algunos lugares utilizó las comunidades indígenas, en otros aprovecho los sistemas de explotación del indio de los españoles, y en el litoral argentino, Uruguay y sur del Brasil rechazó hacia el interior al indígena, transformó al gaucho en peón de estancia y colonizó con campesinos europeos casi toda la extensión de la pampa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#800000;">Las clases elevadas nativas se convirtieron en socias de los capitalistas extranjeros. Por su conocimiento del idioma y las costumbres, eran auxiliares indispensables para explotar a las masas, ya sea como terratenientes o como comerciantes que intermediaban entre la importación y la exportación</span></strong>.<strong><span style="text-decoration:underline;"> Al respecto dice Trotsky: “Esta burguesía de los países retrasados, desde sus dientes de leche, crece como una agencia del capital extranjero y a pesar de su odio hacia este, siempre se encuentra, y en toda situación decisiva siempre se encontrará, en el mismo campo con él”.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">La economía de todos los países latinoamericanos reposaba sobre la explotación de uno o dos productos principales con los que obtenían las divisas para pagar las importaciones y los dividendos e intereses del capital extranjero invertido. Así, los cereales y las carnes eran la base de la economía de Argentina y Uruguay, el café de la del Brasil, el nitrato y cobre en Chile, cacao en Ecuador, petróleo en Venezuela, café y bananas en Colombia y Centroamérica, azúcar en Cuba, estaño en Bolivia, etc. La crisis general del capitalismo mundial al impulsarlo a una competencia desenfrenada, le obliga a reducir los costos y a buscar nuevas zonas en donde no deba compartir la ganancia con las burguesías nativas y en donde la mano de obra resulte mas barata. Además, la contracción del consumo (paralizado transitoriamente por la guerra) que acompaña a la crisis económica, rebaja los precios por debajo de los costos de producción. La falta de divisas extranjeras actúa como un estímulo a la industrialización, que se realiza por medio de la importación de capitales de las potencias imperialistas y por el surgimiento de una joven burguesía nativa, competidora del extranjero. Los limites de esta industrialización, ante la falta de mercado, son tan precarios que, apenas nacida, la joven burguesía se ve enfrentada ante problemas que ni remotamente puede en resolver.</p>
<p style="text-align:justify;">Sus fuerzas son tan desproporcionadas en relación a las del imperialismo, que no puede aspirar a dar una solución militar al problema de la creación de un gran Estado nacional que amplíe los límites de su mercado interno, tal como, en 1870, Bismarck solucionó el problema de la unificación alemana. Tampoco puede pretender solucionarlo por medios revolucionarios, armando ideológica y materialmente al pueblo, porque en el seno de la economía atrasada se ha desarrollado ya el capitalismo lo suficientemente y un agudo antagonismo con el proletariado le hacen temer fundamentalmente que este aproveche el movimiento para sus propios fines de clase.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong><span style="color:#800000;">El rol dirigente del proletariado en las revoluciones nacionales de los países atrasados, en la época actual, deriva del hecho de que la misma se plantea como una consecuencia de la agonía del capitalismo y debe, en consecuencia, ser realizada por la clase que mundialmente puede poner fin a esa agonía. Planteándose el problema nacional como un simple aspecto de la crisis general del capitalismo, </span></strong>las revoluciones nacionales sólo serán una etapa de la revolución proletaria internacional. El estado nacional latinoamericano sólo logrará su constitución como tal como un eslabón del proceso revolucionario que borrará las fronteras nacionales. La revolución permanente en los países atrasados en que el proletariado, como caudillo de la nación entera, toma el poder para realizar las tareas democrático-burguesas incumplidas y dar los primeros pasos hacia el socialismo, es también permanente en el plano internacional, porque su éxito está ligado al triunfo del proletariado de los países imperialistas. El autor citado escribía en 1933: “La América del Sud y Central sólo podrán liberarse del atraso y de la servidumbre por la unión de todos los Estados en una poderosa federación”. Esta grandiosa tarea histórica está destinada a ser realizada no por la atrasada burguesía latinoamericana, agencia totalmente prostituida del imperialismo extranjero, sino por el joven proletariado latinoamericano, líder del destino de las masas oprimidas. En consecuencia, la consigna de la lucha contra la violencia y las intrigas del capitalismo mundial y contra el trabajo ensangrentado de las camarillas indígenas de “compradores”, es los Estados Unidos de Centro y Sud América.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Aunque las tareas de la clase obrera de Estados Unidos y de América Latina sean distintas, están coordinadas por el carácter permanente en el plano internacional de nuestra revolución y el destino del uno esta ligado indisolublemente al otro.</p>
<p style="text-align:justify;">La naturaleza semicolonial de nuestros países hace que los errores oportunistas en los mismos tengan un doble carácter, según reflejen la presión del imperialismo y del sector burgués a el ligado, o de la joven burguesía nativa competidora de los países imperialistas. En el primer caso subestima las tareas democrático-burguesas y con su posición aparentemente mas “izquierdista”, más “socialista”, le hace el juego al imperialismo. En el segundo caso, infiere de las tareas democrático-burguesas que restan por realizar la existencia de una burguesía progresista y coquetea con partidos y movimientos seudo antiimperialistas haciéndole el juego a la burguesía que, al final de cuentas, termina siempre aliándose con el imperialismo en contra de las masas populares.</p>
<p style="text-align:justify;">En los últimos años, la formidable presión imperialista ha impedido la comprensión de la parte de nuestro programa que específicamente trata de las tareas nacionales. La parte que trata lo que se refiere a la lucha general del proletariado contra la burguesía es, mas o menos, asimilada. De la otra, ni una palabra. Leen y releen, sin que se les pegue nada. Por ello transcribiremos en este primer número de Frente Obrero, y en este primer artículo en que tratamos de la naturaleza de la revolución en América Latina, algunos trozos de un documento en 1938: “Los países coloniales y semicoloniales son, por su misma naturaleza, países atrasados. Pero estos países atrasados viven en las condiciones de la dominación mundial del imperialismo. Es por esto que su desarrollo tiene un carácter combinado: reúnen al mismo tiempo las formas económicas mas primitivas y la última palabra de la técnica y de la civilización capitalista. Esto es lo que determina la política del proletariado de los países atrasados: está obligado a combinar la lucha por las tareas más elementales de la independencia nacional y la democracia burguesa con la lucha socialista contra el imperialismo mundial. Las reivindicaciones democráticas las reivindicaciones transitorias y las tareas de la revolución socialista no están separadas en la lucha por etapas históricas, sino que surgen inmediatamente las unas de las otras.</p>
<p style="text-align:justify;">“Los problemas centrales de los países coloniales y semicoloniales son: la revolución agraria, es decir, la liquidación de la herencia feudal y la independencia nacional, o sea, el sacudimiento del yugo imperialista. Estas dos tareas están ligadas estrechamente la una con la otra.</p>
<p style="text-align:justify;"><em><strong><span style="color:#800000;">”El peso específico de las diversas reivindicaciones democráticas y transitorias en la lucha del proletariado, su ligazón recíproca, su orden de sucesión, están determinados por las particularidades y condiciones propias de cada país atrasado, en una parte considerable, por su propio grado de atraso.”</span></strong></em></p>
<p style="text-align:justify;">El carácter de nuestra revolución impone una estrecha ligazón entre los movimientos obreros y sus partidos dirigentes de América Latina. Solo así podrá formularse un programa completo de acción. Por el momento, a los efectos de contrarrestar la venenosa propaganda del imperialismo yanqui que intenta utilizar en su provecho los prejuicios y odios nacionales (mejor seria decir: provinciales) contraponiendo a los distintos pueblos, es necesario agitar la consigna de Asamblea Constituyente de la federación latinoamericana.</p>
<p style="text-align:justify;">EI desarrollo de la revolución proletaria europea arrojara a la burguesía latinoamericana en brazos del imperialismo yanqui. que se presenta ya como el defensor de la civilización capitalista y del “modo de vivir americano”, contrapuesto a la “barbarie” socialista y “totalitaria” europea. Las aspiraciones nacionalistas de la burguesía latinoamericana serán archivadas y el único “nacionalismo” que quedara en pie será no el que dice querer la recuperación de la economía, sino el que se aprovecha de los mitos nacionales para destrozar las organizaciones obreras y consolidar la explotación del imperialismo y de sus socios menores.</p>
<p style="text-align:justify;">El proletariado latinoamericano no puede elegir. Enfrentado ante las grandiosas tareas históricas de su revolución puede, mediante una acertada utilización de las consignas democráticas (nos referimos a las que surgen de las tareas democrático-burguesas, es decir, nacionales, y no a las derivadas de la lucha por las libertades democráticas comunes al proletariado de todos los países) arrastrar las masas explotadas de la ciudad y del campo y dar un impulso formidable su propio movimiento. En esa forma ayudará a su aliado natural, el proletariado de los Estados Unidos, pues quitará a Wall Street una de sus principales fuentes de superbeneficios —que le permite corromper la aristocracia obrera—, le creará dificultades de toda índole y paralizara sus abiertos designios de transformarse en campeón de la estabilización capitalista y en baluarte de la contrarrevolución mundial. Si el proletariado, bajo la influencia de los líderes pequeñoburgueses —que se dicen “revolucionarios”, aunque son servidores ideológicos del imperialismo y de la burguesía, en realidad—, descuida las tareas democráticas, facilitara la labor de la burguesía que, disfrazada de antiimperialista, acaudillara a las masas explotadas no proletarias y utilizará sus fuerzas para destrozar el movimiento obrero, al que presentará como enemigo de la Revolución Nacional, para luego traicionar a ésta y remachar las cadenas de la explotación imperialista.</p>
<p style="text-align:justify;">Bibliografía:</p>
<p style="text-align:justify;">Tomade de Frente Obrero, N° 1 (2° época), septiembre de 1945. Buenos Aires.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Intelectuales?]]></title>
<link>http://lalibertadylaley.wordpress.com/2009/10/31/%c2%bfintelectuales/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 00:24:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>yosoyhayek</dc:creator>
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<description><![CDATA[¿Por qué extraña razón se considera “intelectual” a quien compone, interpreta o imagina y crea belle]]></description>
<content:encoded><![CDATA[¿Por qué extraña razón se considera “intelectual” a quien compone, interpreta o imagina y crea belle]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[LA SOCIEDAD DE LAS ÉLITES]]></title>
<link>http://peruconservador.wordpress.com/2009/10/14/la-sociedad-de-las-elites/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 05:21:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>masiyok</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ortega y Gasset: Una visión radicalmente aristocrática de la sociedad &lt;&lt;Nuestros padres, peore]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ortega y Gasset: Una visión radicalmente aristocrática de la sociedad &lt;&lt;Nuestros padres, peore]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[los resultados de la mezcla de razas humanas]]></title>
<link>http://angelblanco.wordpress.com/2009/10/10/los-resultados-de-la-mezcla-de-razas-humanas/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 11:45:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>angelblanco</dc:creator>
<guid>http://angelblanco.wordpress.com/2009/10/10/los-resultados-de-la-mezcla-de-razas-humanas/</guid>
<description><![CDATA[En el blog denunciascívicas se publica un  interesante informe firmado por Mjölnir:    ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En el blog <a href="http://www.denunciascivicas.com/2009/10/la-mezcla-racila-destruye-la-identidad.html">denunciascívicas</a> se publica un  interesante informe firmado por Mjölnir:</p>
<p> <img class="alignnone size-full wp-image-386" title="UNSERE LETZTE HOFFNUNG  hh" src="http://angelblanco.wordpress.com/files/2009/10/unsere-letzte-hoffnung-hh.jpg" alt="UNSERE LETZTE HOFFNUNG  hh" width="446" height="640" /></p>
<p><strong><strong><strong> </strong></strong></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AO LUXO]]></title>
<link>http://feionafoto.wordpress.com/2009/09/29/ao-luxo/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 14:00:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Felipe Morozini</dc:creator>
<guid>http://feionafoto.wordpress.com/2009/09/29/ao-luxo/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-5673" title="LUXO-151" src="http://feionafoto.wordpress.com/files/2009/09/luxo-151.jpg" alt="LUXO-151" width="450" height="300" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Oxímoron?]]></title>
<link>http://taranis.wordpress.com/2009/09/28/oximoron/</link>
<pubDate>Mon, 28 Sep 2009 20:10:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Stockesay</dc:creator>
<guid>http://taranis.wordpress.com/2009/09/28/oximoron/</guid>
<description><![CDATA[J’ai toujours voulu méler les soucis contradictoires: nation et europe, socialisme et aristocratie, ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[J’ai toujours voulu méler les soucis contradictoires: nation et europe, socialisme et aristocratie, ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Deber vs. Derecho o el derecho a la fuerza. Cuando los ecuatorianos pensaban (XIII) y Orientaciones (LIII)]]></title>
<link>http://elotroecuador.wordpress.com/2009/09/18/deber-vs-derecho-o-el-derecho-a-la-fuerza-orientaciones-liii/</link>
<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 00:16:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>elotroecuador</dc:creator>
<guid>http://elotroecuador.wordpress.com/2009/09/18/deber-vs-derecho-o-el-derecho-a-la-fuerza-orientaciones-liii/</guid>
<description><![CDATA[La Justicia exige el castigo, cuando  esta se quebranta… La fuerza: un derecho y aun más, un deber. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>La Justicia exige el castigo, cuando  esta se quebranta… La fuerza: un derecho y aun más, un deber. Nuestros tiempos, injustos por excelencia.</p>
<p>Algunas consideraciones necesarísimas,  de Gabriel Cevallos García*.</p>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">Deber vs. Derecho</span></h2>
<h2 style="text-align:center;"><span style="color:#800000;">o el derecho a la fuerza**.</span></h2>
<p><span style="color:#ff0000;"><img class="aligncenter" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4a/Henri-de-la-rochejacquelein-1.jpg" alt="" width="352" height="553" /><br />
</span></p>
<p align="right">
<p align="right"><strong>“El sentimiento de lo justo, es la antítesis del sentimiento humanitario de la igualdad”.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>______</strong></p>
<p align="right"><strong><br />
</strong></p>
<p align="right"><strong> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Esto de castigar, dicho en seco, nos sacude la atención bruscamente, pues no estamos acostumbrados ya al empleo de esta fórmula: <strong>derecho de castigar</strong>. Las innovaciones racionalistas y las sensibilizaciones  acumuladas por el romanticismo y la democracia, nos hacen parecer terrorífica la expresión  derecho de castigar y, más todavía, el castigo en sí. Pero la verdad es que mientras haya código penal en un país de la tierra, habrá sanción, punición o… castigo. Eufemismos a un lado…</p>
<p style="text-align:justify;">Hay, pues, un derecho de castigar, porque aun no se ha inventado con verdadero acierto y eficiencia otra manera de restablecer el orden desequilibrado por el delito. Ahora bien, no han funcionado sino dos maneras de castigar: o el castigo que se impone entre iguales, horizontalmente; o el castigo que baja desde la altura, verticalmente. Dicho en terminología actual: por la manera democrática, o la manera aristocrática de sancionar.</p>
<p style="text-align:justify;">(…)</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy nos parece extraño todo esto. Es que hemos olvidado la historia y no pensamos que hay épocas donde los hombres acatan cuanto ofrece la vida, por deber; y otras en las que reciben cuanto da la existencia como un derecho. Épocas aristocráticas, épocas democráticas: aquellas son de sacrificio; estas son de beneficio. Pensemos como se ponen estos dos principios: <em>noblesse oblige</em> y <em>the struggle for life</em>. <strong>En el primer caso, la existencia va guiada por el deber, en el segundo, va custodiada por el beneficio.</strong> <strong>Deber es aristocracia o aristocrática concepción de la vida</strong>; <strong>Derecho es democracia o democrática concepción de la misma.</strong> La primera es una forma de existencias cualitativa, la segunda es puramente cuantitativa. La primera es donación y entrega, la segunda usufructo y aprovechamiento. Hasta cierto punto es inaceptable el viejo correlato Deber-Derecho establecido por los filósofos de la ley, pues esos dos conceptos –que responde a dos realidades- son antitéticas maneras de ver y sentir la existencia humana ante uno mismo y antes los demás. La confusión nació,  y dicho sea de paso, en nuestras Republicas, porque los primeros y más importantes beneficiarios de la democracia, paradójicamente, se convirtieron en algo así como señores feudales dentro de los nuevos Estados de Derecho.</p>
<p style="text-align:justify;">De la antítesis, de la antítesis Deber-Derecho se deducen estas otras que has modelado la historia y la vida social durante las últimas centurias: desprendimiento-codicia; largueza-avaricia; donación-usurpación; ecumenismo-imperialismo. Hay, pues, dos esencias doctrinarias – compréndase bien, doctrinarias-de moralidad. Selecta, cualitativa, generosa, altruista la una; mayoritaria, cuantitativa, egoísta, amorfa la otra. <strong>El sacrificio personal lo hace este o el otro personaje. El beneficio del derecho es para todos, sin diferenciar a ninguno, sin preguntar nombre, calidad, capacidad o condición.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>La idea de sacrificio se completa con la de honor</strong><em>:  Honi soit qui mal y pense</em>. Ni <strong>la sombra de la duda sobre la palabra de honor: vale más que la propia vida y que todas las vidas. Al hombre de honor no le arredran el sufrimiento, la guerra, la sangre, la muerte. Vive su ideal, su palabra de honor, su lealtad, su afán de hacer coincidir pensamientos y actos: el resto le importa poco, mejor dicho, nada. Es vida de <span style="text-decoration:underline;">depuración</span> constante, y donde se encuentra el sacrificio, no habita la hipocresía. </strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>En cambio, el beneficio busca la satisfacción -ojalá completa, pero que nunca se completa-, el goce, el bienestar y el bien aparecer;  no le importan los llamados ideales, y las voces eternas poco le dicen a sus oídos cerrados para lo que no sea utilidad.  El sentido utilitarista del hombre democrático ve tranquilamente hundirse la virtud, con tal de que no se hundan los provechos de los títulos fiduciarios en la bolsa. La moral utilitaria siente solamente cuando algo le aprieta la garganta.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La lucha entre honor y utilidad, entre sacrificio y beneficio, es larga y no se ha ganado la batalla por uno u otro de los extremos, sino por un cambio de valores en la historia. Modernamente se ha operado esta transvaloración, de modo tan hondo, que ahora asusta la palabra sacrificio  o el llamamiento del deber. Volcado enteramente hacia fuera el sujeto humano, convertido de persona ética en mero sumando político, es lógico y, si se quiere, fatal que el Deber haya sucumbido, víctima del avance incontenible de la pretensión que, <strong>abstractamente</strong>, llamamos Derecho o, mejor en plural, derechos, que se ventilan y defienden tanto en las calles y plazas, como en esas plazas cerradas que decimos parlamentos.</p>
<p style="text-align:justify;">(&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">En el clima democrático hay igualdad de derechos e igualdad de aspiraciones. El romanticismo que en siglo XIX apoyó esta igualdad, se internó hasta lo más íntimos pliegues  de la conciencia singular, hasta convertir los principios y los problemas en sentimientos. Creó un nuevo tipo de humanitarismo. Y según el mismo todos los individuos deben tener, por igual, el primer derecho, el de vivir. Por consiguiente, nadie es dueño de la vida ajena. El anhelo de vivir es infrangible y no hay ley que pueda violarlo. (&#8230;)</p>
<p style="text-align:justify;">Como se ve, si los dos principios se oponen, las consecuencias también se opondrán. <strong>El sentimiento de lo justo, es la antítesis del sentimiento humanitario de la igualdad. </strong></p>
<p style="text-align:justify;">(…)</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://bachiller.sabuco.com/historia/HA1.ht84.jpg" alt="" width="401" height="367" /></p>
<p style="text-align:justify;">La supremacía de los fines, ante todo; la escogencia de los medios, simple detalle. Duro concepto, totalmente alejado de nuestra sensibilidad (moderna)  y propio de quienes, como decía el cardenal francés (Richelieu), <strong>practican la virtud de una manera firme: la <em>vertu male, </em>o sea dominadora, inflexible. Hoy diríamos sin rodeos, la <em>virtud macha</em>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">(…)</p>
<p style="text-align:justify;">Las instituciones (y el derecho que las respalda) solas y por sí no indican el camino temporal  de los pueblos, porque llevan en su intimidad una crecida dosis de conservadurismo. Y a riesgo de causar escándalo, es preciso decir que una esplendorosa parte de la marcha histórica  es obra de los hombres-fuerza, sin que se niegue que otra parte, la menos luminosa, de hombres-fuerza, haya sido azote de la humanidad.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="aligncenter" src="http://www.uned.es/geo-1-historia-antigua-universal/EGIPTO%20HISTORIA/CURRICULUM%2003/SERPIENTE/Serpiente_Tunez%2091/Prometheus1.jpg" alt="" width="225" height="225" /></p>
<p style="text-align:justify;">____________</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Notas:</p>
<p style="text-align:justify;">*Gabriel Cevallos García, escritor, historiador y filósofo nacido en Cuenca-Ecuador el 6 de enero de 1913. Fue Miembro de número de la Academia Ecuatoriana de la Lengua y de la Academia Nacional de Historia, y publicó una extensa bibliografía en la que se destacan obras como “Caminos de España” (1947), “Del Arte Actual y de su Existencia” (1950), “Reflexiones Sobre la Historia del Ecuador” (2 volúmenes-1957, 1960), “De Aquí y de Allá” (2 volúmenes de escritos varios, 1962-63), “Evocaciones” (Creencias y Sentimientos, 1977), “Por un García Moreno de Cuerpo Entero” (1978), “Virgilio y sus Milenios” (1982), “La Eneida y la Historia de Roma” (1983), “Problemas Filosóficos”, su notable “Historia del Ecuador”, que ha tenido varias ediciones, y muchas más.</p>
<p style="text-align:justify;">** Extraído de “Por un García Moreno de cuerpo entero”, capítulo “El derecho a la fuerza”, pp. 175 y siguientes, de Gabriel Cevallos García, editorial L.N.S.,  1978, Cuenca-Ecuador.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Devaneios | mIRC Aristocrata e Twitter Democrata, tudo ver?]]></title>
<link>http://tomazetti.wordpress.com/2009/09/07/devaneios-mirc-aristocrata-e-twitter-democrata-tudo-ver/</link>
<pubDate>Mon, 07 Sep 2009 22:38:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Andre Tomazetti</dc:creator>
<guid>http://tomazetti.wordpress.com/2009/09/07/devaneios-mirc-aristocrata-e-twitter-democrata-tudo-ver/</guid>
<description><![CDATA[Cada vez que uma novidade aparece na internet eu vejo a linha que divide o real e o virtual se afina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cada vez que uma novidade aparece na internet eu vejo a linha que divide o real e o virtual se afinar mais.</p>
<p>Nos últimos messes pudemos presenciar a explosão do Twitter e a constante expansão de outras ferramentas virtuais extramamente ligadas a um dos conceitos básicos da democracia: a força da maioria.</p>
<p>Há alguns anos atrás o mecanismo mais popular da internet era o mIRC, um sistema de comunicação que reunia vário chats temáticos, denominados canais, e identificados pelo sinal #. Qualquer membro que possuísse um nickname registrado poderia criar um canal e tornar-se um operador (OP) deste canal. Ao se tornar OP o membro do mIRC recebe um sinal de @ antes de seus nicknames, o que lhes conferia o poder de nomear outros OP&#8217;s, suspender ou expulsar membros &#8220;comuns&#8221; do canal, ou seja, tinham total controle sobre os debates e sobre os debatentes, uma forma aristocrata de gerir a comunidade.</p>
<p>Por diversas razões, entre elas o surgimento de outras ferramentas sociais online, o mIRC praticamente morreu, passando de milhões de usuários simultâneos em seu auge para alguns poucos milhares nos dias atuais.</p>
<p>Com algumas semelhanças pontuais com o mIRC mas com fundamentos totalmente opostos, em 2008 é lançado o Twitter. O sistema de microblog mais falado nos últimos tempos tem como principal característica a formatação colaborativa de seu conteúdo.</p>
<p>Para se tornar um membro ativo do Twitter você precisa registrar um username (semelhante ao registro de nicknames do mIRC). Uma das diferenças fundamentais entre o mIRC e o Twitter acontece logo após o registro do usuário. Ao concluir seu cadastro o usuário do Twitter recebe um sinal de @ antes de seu username, o que pode ser interpretado &#8220;nas entrelinhas&#8221;, como uma delegação de poderes de operador. Uma prova clara desses &#8220;poderes de OP&#8221; concedidos a toda a comunidade de twitteiros (como são conhecidos os usuários da ferramenta), é o formato utilizado para a criação dos tópicos de discussão. Esses tópicos podem ser comparados com os canais anteriomente citados, pois são segmentados por temas específicos e identificados pelo sinal #. A principal diferença entre as hashtags (ou tópicos) do Twitter e os canais do mIRC reside no fato que, para que a primeira exista é necessário o interesse e a participação de um grande número de usuários e seu crescimento, sucesso e desaparecimento dependem unica e exclusivamente da vontade popular, o que confere ares cada vez mais democratas à ferramenta.</p>
<p>Esses e outros casos que recentemente teem acontecido na internet dão claras amostras que a democracia é um regime justo e adorado pela maior parte da população mundial, pois este sistema tem mostrado claros enraizamentos de seus principios fundamentais mesmo em um mondo onde a liberdade de escolha de regimes organizacionais é ilimitada e não regulada.</p>
<p>Viva a internet e viva a democracia!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[ Nietzsche: una refutación a la clase de Ideologías Politicas]]></title>
<link>http://peruconservador.wordpress.com/2009/09/05/nietzsche-una-refutacion-a-la-clase-de-ideologias-politicas/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 01:45:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>masiyok</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este artículo fue un informe que preparé en la clase de  Ideologías y una refutacion al profesor que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Este artículo fue un informe que preparé en la clase de  Ideologías y una refutacion al profesor que]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las Élites]]></title>
<link>http://peruconservador.wordpress.com/2009/07/08/las-elites/</link>
<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 21:48:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>masiyok</dc:creator>
<guid>http://peruconservador.wordpress.com/2009/07/08/las-elites/</guid>
<description><![CDATA[La Filosofía Aristocrática y la decadence Democracia La filosofía aristocrática es el basamento de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[La Filosofía Aristocrática y la decadence Democracia La filosofía aristocrática es el basamento de l]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Status social]]></title>
<link>http://cabanadeinverno.wordpress.com/2009/06/27/status-social/</link>
<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 03:58:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vinicius</dc:creator>
<guid>http://cabanadeinverno.wordpress.com/2009/06/27/status-social/</guid>
<description><![CDATA[O satus social é, apesar de não significar nada concreto, determinante para certos grupos da socieda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O satus social é, apesar de não significar nada concreto, determinante para certos grupos da sociedade. Históricamente as classes e grupos menos expressíveis ou marginalizados tendem, para entrar no grupo seleto, imitar e valorizar os padrões, os costumes e até defeitos dos que pertencem à posição desejada. Atualmente, além das classes dominantes, os grupos mais deslocados do padrão foram padronizados, por mais paradoxal que seja, e explicarei o por que no próximo parágrafo.</p>
<p>Após a onda de consumo e a estagnação no mesmo, foi necessário mudar algo nos produtos (a imagem torna-se um produto num meio de puro comércio) para que o consumo continuasse excessivo e dando lucro aos grande donos de empresas foi necessário que todos os produtos pudessem ser customizados, que tivessem variadas cores e formas, ou seja, a estética passou a ser determinante para que determinado produto fosse consumido de modo exarcebado. Foi então, que o diferente passou a ser o igual,  ser diferente foi transformado em ideologia de vendas.</p>
<p>Essa mesma ideologia passou do mundo material pro imaterial, pra idéias e culturas. Valorizar sempre o individual, o que há de único, tornou o objetivo, mas essa valorização terminou em grandes grupos que são em sua maior parte superficiais e unicamente estéticos.</p>
<p>Eis que o status fica cada vez mais importante na sociedade e cada mais importantes para cada grupo, que agora são muitos e diferentes.</p>
<p>A hierarquização das relações também tornou o status social peculiar, sendo a opressão algo a ser deixado, o jeito mais fácil de o fazer é passando de classe ou grupo, sendo assim, aumentasse o status, enquanto outro alguém passa a ficar no lugar de oprimido. Somente a opressão momentânea acabou, a &#8220;luta&#8221; foi para interesse individual, sem valor algum, agora o, antes oprimido, será opressor. O ciclo continuará.</p>
<p>Deve-se notar que status social não significa nada, é só abstração sem valor. O status é primeiramente dado pela própria sociedade, é o produto da valorização que ocorre das conciências individuais e da conciência coletiva. Quanto mais pessoas querem participar deste jogo, mais esse jogo perdurará, não é necessário ter medo de alguma consequência.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿"Links"    oder  "Rechts"?]]></title>
<link>http://angelblanco.wordpress.com/2009/05/19/%c2%bflinks-oder-rechts/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 08:53:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>angelblanco</dc:creator>
<guid>http://angelblanco.wordpress.com/2009/05/19/%c2%bflinks-oder-rechts/</guid>
<description><![CDATA[En un blog llamado  FILOSOFIA CRITICA leemos un  interesante texto correspondiente a una conferencia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>En un blog llamado  <a href="http://nacional-revolucionario.blogspot.com/2009/05/nacional-revolucionarios-una-opcion-de.html">FILOSOFIA CRITICA </a></em><em>leemos un  interesante texto correspondiente a una conferencia pronunciada en Madrid por Jaume Farrerons el pasado 7 de noviembre de 2008. El título de la conferencia fue &#8220;Nacional-revolucionarios&#8221;, ¿una opción de izquierda?. Seguidamente copiamos integramente la conferencia:</em></p>
<p>El título de la presente conferencia es una pregunta, pero el simple hecho de que tengamos que plantearla representa ya un indicio de la situación de desconcierto general de los que todavía nos consideramos nacional-revolucionarios. Es cierto, el sistema parece ceder terreno en algunos enclaves, pero no ante opciones NR, sino de forma estratégica, asignando una función de válvula de seguridad a partidos de derecha populista xenófoba, tan hostiles a la inmigración, al islam y a la izquierda como mudos por lo que respecta a las fechorías de los EE UU o Israel. ¿Derechas o izquierdas? Ningún partido u organización política se interroga sobre semejantes cuestiones básicas, sino que, instintivamente, ocupa su espacio en el espectro político actuando de una determinada manera y, en primer lugar, identificando a su enemigo y la contradicción principal del mismo, o sea, la fisura por donde atacarle. De dicha identificación, que no es tan fácil, pues en ella se cifra el acierto o desacierto de una política, ya se desprende en buena lógica el lugar que ocupa cada uno. Harina de otro costal es que se pretenda cuestionar la validez misma de tal repertorio conceptual, pero ése no es un tema político, sino teórico. Podemos, en efecto, sostener legítimamente, en una reflexión todo lo profunda que se quiera, que desde el punto de vista ideológico ya no existen derechas ni izquierdas, sino, por una parte, partidos u organizaciones del sistema y, por otra, proyectos antisistema. Podemos, sin mentir, afirmar que todos los partidos del sistema son iguales, hacen lo mismo y sólo se distinguen, en el mejor de los casos, por las recetas técnicas que adoptan para alcanzar idénticos fines al servicio de un único ideario liberal; en el peor de los casos, ni siquiera se detectan tales diferencias fundamentales de gestión administrativa: esto es ya un tópico, sin duda fundado, pero en el que no voy a abundar. No les traigo aquí, en efecto, para explicarles lo que ya saben, sino que aspiro a mostrarles a los presentes algunas cuestiones a mi entender enteramente novedosas y que juzgo importantes. Así, en la teoría resulta que los NR estamos por encima de las derechas y las izquierdas, pero a la hora de la verdad, es necesario reconocer que nosotros no establecemos las reglas del juego ni los conceptos imperantes en la cultura política y que, en consecuencia, por mucho que rechacemos la panoplia derecha/centro/izquierda, los ciudadanos, los electores, los medios de comunicación van a etiquetarnos, van a forzarnos a elegir campo e incluso a imponernos una posición respecto de algo que, en realidad, es más importante de lo que parece y va más allá de las meras palabras.</p>
<p> </p>
<p>Con esta digresión previa pretendía llegar a un punto de partida que se puede resumir en los siguientes términos: a/ los conceptos derecha/centro/izquierda carecen de contenido ideológico y filosófico, pero no porque todos los partidos del sistema sean iguales, o no sólo, sino porque, por definición, tales conceptos son relativos a la situación histórica y funcionan como cajas vacías que los tiempos van llenando de contenidos distintos; b/ los conceptos derecha/centro/izquierda entrañan un sentido estratégico y táctico, y como tales hay que emplearlos.</p>
<p> </p>
<p>Volvamos ahora a nuestra pregunta: en cuanto proyecto político nacional-revolucionario, ¿debemos situarnos a la izquierda? Queda descartada de antemano la opción de derechas, que para un NR no cabe ya ni siquiera tomar en consideración (aunque, paradójicamente, resulta que la mayoría de los NR militan en organizaciones tildadas de ultraderechistas), pero algunos nacional-revolucionarios sostienen todavía, como eludiendo la cuestión, el llamado <em>ninismo</em> (ni derechas, ni izquierdas), y todavía otros creen que lo más oportuno es situarse en el centro, un enclave cuya presunta ambigüedad nos permitiría acceder a todos los espacios sociológicos que compartieran ciertos valores éticos, como si los partidos fueran asociaciones culturales donde se ofertaran modelos existenciales y no programas políticos concretos. Ya hemos tenido, mal que bien, cierto debate sobre el asunto y se han tomado algunas decisiones, así que es mejor poner las cartas boca arriba. En definitiva, ustedes querrán saber, para empezar, si la respuesta que voy a darles a la pregunta que plantea esta conferencia es afirmativa, de manera que, para los que tengan prisa, les adelanto que sí: creo que el proyecto político nacional-revolucionario es una alternativa de izquierdas a la sociedad de consumo liberal que el sistema pretende implantar en todo el mundo como „final de la historia“. No sólo eso, entiendo que, si las cosas hubieran ido como tenían que ir desde que en los años ochenta se empezó a plantear el tema de la ideología NR como algo distinto del cajón de sastre de la extrema derecha, el título de la conferencia de hoy no sería ya si somos o no de izquierdas, sino si somos de centroizquierda o de extrema izquierda, y yo afirmaría entonces que nuestro espacio político es la izquierda radical porque nuestro enemigo fundamental es la extrema derecha judía, es decir, el sionismo, una ideología racista y supremacista, religiosa, fundamentalista, imperialista, retrógrada y criminal, verdadera potencia hegemónica a escala planetaria.</p>
<p> </p>
<p>Este es el punto de llegada que les anticipo. Ahora se trata de reconstruir los pasos que nos han llevado hasta él. A tal efecto tendremos que empezar por el principio e ir por partes, aunque esquematizando mucho porque el tiempo es limitado y no puedo extenderme todo lo que quisiera en cada punto.</p>
<p><strong>Conceptos básicos</strong><strong><br />
</strong><br />
Aunque pueda parecer ocioso y hasta cargante, considero que hay que principiar aclarando algunos conceptos básicos que eviten los habituales fallos de comunicación e impidan al receptor agarrarse a cosas que el emisor no ha dicho ni diría nunca. Así, yo sostengo que los NR somos, hablando franca y campechanamente „de izquierdas“, e incluso de izquierda radical, pero con ello no pretendo sugerir que se nos pueda asimilar desde el punto de vista ideológico al comunismo o al anarquismo. Ya he subrayado que la dicotomía derechas/izquierdas pertenece al plano estratégico y táctico, no sólo para los NR, sino para todos los movimientos y organizaciones políticas; les pido que en todo momento mantengan esta aclaración en sus mentes o no comprenderán nada de lo que voy a exponer a continuación.</p>
<p> </p>
<p>En efecto, lo primero que hay que distinguir en el proyecto NR y en la política en general son <em>tres niveles del discurso</em> o del texto, que valen singularmente para todos los proyectos políticos que se conciban como una alternativa de civilización, que no otro es nuestro caso, y no como una mera receta administrativa y de gestión técnica bajo el marco doctrinal antifascista vigente aceptado sin excepciones por los partidos del sistema. Esos tres niveles son el <em>filosófico</em>, el <em>ideológico </em>y el programático o <em>político</em>, que denominaremos niveles A, B y C. Para un partido <em>del sistema</em> sólo existe el discurso programático o de nivel C, porque los otros dos se dan por supuestos y son compartidos por todas las organizaciones políticas, sindicales, culturales, y no digamos ya por las instituciones públicas, que imponen los niveles A y B del discurso del sistema como evidencias comprensibles de suyo y emanadas de la propia sociedad, es decir, no sujetas siquiera a debate excepto en foros especializados de filosofía, y aun ahí con graves dificultades. En consecuencia, nosotros, los NR, en cuanto alternativa al sistema como tal y no a un determinado partido gobernante, <em>no podemos esgrimir sólo un programa</em> (nivel C). El motivo es que si embutimos en el programa los considerandos ideológicos y filosóficos in extenso, dicho programa será inoperante, el elector medio no lo va a entender, y si no disponemos de discursos propios de niveles A y B, dejamos <em>ipso facto</em> de ser nacional-revolucionarios y nos convertimos en piezas, por lo demás bastante marginales, del dispositivo liberal.</p>
<p> </p>
<p>Todo el mundo entiende lo que es un discurso o texto de nivel C, a saber, programático-político. Su tema es la estrategia y la táctica, y por tanto la cuestión que nos ocupa. Pero quizá no esté tan clara su distinción frente un nivel ideológico y, mucho menos, frente a un nivel filosófico. Para aclararlo, pondré una serie de ejemplos. Nosotros, los NR, queremos promover un nuevo tipo humano. Cuestionamos no sólo las políticas actuales, en términos de una eficacia de medios, sino los valores y fines últimos en que se fundamentan tales políticas. Y cuando un proyecto político esgrime un modelo antropológico, axiológico y existencial propio, resulta que va más allá, no sólo del programa, sino incluso de la ideología. El marxismo es una ideología, no un mero programa político, pero su modelo antropológico es idéntico al de la ideología liberal. Liberalismo y marxismo o comunismo son dos <em>ideologías diferentes</em>, pero fundadas en idénticos <em>valores</em>, lo que explica algunas cosas aparentemente extrañas que sucedieron en la Segunda Guerra Mundial. Pues bien, el proyecto nacional-revolucionario no es sólo una ideología distinta del comunismo marxista y del liberalismo burgués, sino que, en primer lugar, emana de un sistema de valores o axiología diametralmente opuestos a los del humanismo moderno, sea cual fuere su plasmación concreta. En la actualidad el marxismo ha desaparecido como fuerza política, impera en solitario la ideología liberal, pero los valores que inspiraban al marxismo, su filosofía, que eran idénticos a los valores de los liberales, siguen vivos y han hecho aportaciones decisivas al imaginario simbólico vigente, el antifascismo, de procedencia estalinista pero asimilado vorazmente por Hollywood sin excesivos problemas de digestión. En consecuencia, el proyecto nacional-revolucionario requiere de un nivel A, filosófico, para existir como opción determinada y autosuficiente. No sólo eso, ese nivel, el filosófico, representa su fundamento último y su seña de identidad, como veremos, por encima de la ideología y de los programas actuales o de los que haya podido pergeñar a lo largo de su historia. Detectar cuáles son los valores, es decir, el nivel filosófico, del proyecto y del discurso o texto NR, <em>es una tarea políticamente crucial para nuestras aspiraciones </em>y a la que por este motivo he dedicado toda mi vida (y que pronto, espero, se concretará en un primer libro editado por Ediciones Nueva República).</p>
<p>Que la izquierda no es una ideología queda claro porque la socialdemocracia, el comunismo y el anarquismo son ideologías bien distintas que caen, sin embargo, dentro de lo que hasta ahora se consideraba el espacio de la izquierda. De hecho la socialdemocracia, como el laborismo británico, sería una mera variante de la ideología liberal, mientras que anarquismo y comunismo designan ideologías totalmente opuestas al liberalismo, aunque compartan con éste, como ya hemos subrayado, unos valores y una antropología de carácter relativista, individualista y hedonista en el plano filosófico o nivel A del discurso/texto.</p>
<p>La segunda pregunta que podemos hacernos tiene que ver con la determinación del nivel ideológico frente al filosófico y al programático. Un programa es un discurso o texto que propone medidas políticas concretas aplicables en un plazo relativamente breve de tiempo, que puede ir de los de 4 a los 10 años. En cambio, lo que a veces se ha denominado „programa máximo“ sería en realidad el compendio o esquema de una ideología, que se basa en una concepción de la sociedad, del estado y de la economía, y tiene vigencia para un largo período histórico, pero también fecha de caducidad. A mi juicio, mientras que un programa se renueva como poco cada década, una ideología tiene vigencia a lo sumo para un siglo, pero no más. En cambio, el nivel filosófico es intocable, porque define los principios, los valores, la concepción del hombre. Si se modifica ese nivel, cambia todo, el proyecto político X pasa a ser el proyecto político Y, es decir, otro distinto. No así en el caso de la ideología.</p>
<p>El sistema se definía antes la de la caída del comunismo por su unidad a nivel filosófico, pero no ideológico, pues de otra forma la Guerra Fría resultaría inexplicable. Pero desde 1989, el sistema ha devenido un bloque formado por la filosofía hedonista, individualista y relativista, y por la ideología liberal. A ese bloque lo denominamos „ideología del sistema“ impropiamente, siendo así que incluye los niveles filosóficos y propiamente ideológicos, pero la etiqueta sirve para entendernos hecha esa salvedad. La extrema izquierda se ha quedado sin ideología, sin concepción del estado, la economía y la sociedad, lo que era en su día el marxismo, pero no se considera muerta, porque sigue aferrada a unos valores, aunque para su sorpresa tal axiología negativa, que se reduce ya al antifascismo, la coloque en la práctica en el mismo bando que el liberalismo. Y todos sabemos que, aunque no quieran reconocerlo, los extremistas rojos ya no son más que la partida de la porra del capital, que les da las migajas para que sigan ocupando ese espacio y hagan en las calles el trabajo sucio que la policía democrática no se puede a veces permitir por cuestiones de imagen.</p>
<p>Por lo que respecta a los nacional-revolucionarios, conviene decir muy claro y alto en este apartado que si a nadie se le ocurriría intentar aplicar en la actualidad el programa político jonsista de los años 30, sí parece que algunos consideran vigentes las ideologías de la época, cuando todas ellas, sin excepción, están caducas, toda vez que nuestra sociedad ya no tiene nada que ver con la que contemplaron personajes como Georges Sorel, Drieu la Rochelle, Ernst Niekisch, Nicola Bombacci, Gregor Strasser o Ramiro Ledesma. La identidad del proyecto NR está actualmente en sus valores, es decir, en el discurso o texto filosofico, el nivel A, y es a partir de éste que hemos de reconstruir la ideología NR del siglo XXI (nivel B) como fundamento de programas políticos NR (nivel C). Por este motivo considero ociosas las discusiones ideológicas basadas en argumentos historicistas, es decir, en intentos de legitimar la ideología NR del siglo XXI a partir de la ideología NR del siglo XX. Ése no es el camino: no se trara de recrear la ideología actual en el caldo de cultivo de una ideología ya obsoleta, sino de fundamentar la ideología NR en los valores NR, es decir, en la concepción antropológica y existencial del tipo humano que nosotros oponemos al <em>homo oeconomicus</em> del liberalismo (que también lo era del marxismo).</p>
<p>Finalmente, y para cerrar este apartado, quisiera hacer una referencia a las instituciones que se corresponden con los distintos niveles de discurso o texto. Una vez más, parece evidente que la institución que se corresponde con el programa político es el partido, pero ¿qué institución se corresponde con la ideología? Sin entrar en detalles que por el momento no vienen al caso a pesar de su innegable importancia, el discurso o texto ideológico tiene como referente a un movimiento social formado no sólo por uno a varios partidos políticos (la idea de que el partido debe ser uno y sólo uno es una de las causas de la tremenda esterilidad que venimos sufriendo en la práctica política), sino por sindicatos, asociaciones culturales, juveniles, centros de estudio, etcétera. El movimiento es una microsociedad que, enquistada en el seno de la sociedad liberal, anticipa la alternativa del nuevo tipo humano que proponemos.</p>
<p>Por otra parte, está la gran pregunta, que venimos haciendo desde los años ochenta, a saber, qué institución se corresponde con el discurso o texto de nivel A. Es evidente, o debería serlo, que dicha institución tiene que existir para garantizar la identidad y la continuidad del proyecto NR, incluso la memoria central de sus proyectos fallidos y de sus errores, para que no puedan repetirse, pero también debería ser evidente que no puede ser un partido político, porque de partidos NR habrá inevitablemente varios y se irán sucediendo en el tiempo, hasta el punto que algunos desaparecerán, como hemos podido comprobar en las últimas décadas. ¿Desaparecerá con ellos la memoria de los valores? Esto es precisamente lo que nos ha sucedido. Por tanto, la permenencia del proyecto NR debe corresponder a una institución o entidad política que rehúya las elecciones, porque su trabajo es mantener vivos los valores como tales a partir del ejemplo ético encarnado por militantes intachables, ejercer influencia sobre la producción ideológica y garantizar que los principios del movimiento no sean traicionados en nombre del pragmatismo político, como ya ha ocurrido en varias ocasiones a lo largo de nuestra historia.</p>
<p>El tema de la entidad o institución depositaria de los valores es un problema organizativo recurrente de primera magnitud que no ha encontrado todavía solución porque ni siquiera se ha captado su importancia. Sin embargo, si el movimiento NR anticipa de alguna manera, como microsociedad experimental, el tipo humano y social que queremos erigir, deberá dar respuesta a la distinción entre autoridad y poder que marca, en nuestra ideología, el fin del estado y del partido en cuanto instituciones indisolublemente ligadas al mundo burgués.</p>
<p><strong>Fundamentos filosóficos</strong></p>
<p>Según el planteamiento anterior, lo único que queda vigente de la historia política del movimiento NR son los nudos valores fundamentales que conforman una determinada concepción del hombre y de la historia. Lo dicho no significa que deba ignorarse a los ideólogos y políticos NR del pasado, sino que, en sus textos y en su ejemplo personal debemos intentar separar el grano de la paja, es decir, lo coyuntural, lo accidental, lo que pertenece a la época y por lo tanto está ya caduco, de lo esencial, aquello que es inherente al discurso o texto de nivel A. Pero, ¿cómo podemos hacerlo? La única respuesta posible a esta pregunta es apuntar a los <em>pensadores</em> que inspiraron la ideología NR, a quienes la analizaron y, en tercer lugar, <em>a los filósofos que a su vez leyeron el texto filosófico que motivó al movimiento NR del siglo XX para fundamentarlo metodológicamente y darle consistencia científica.</em></p>
<p>Debo reconocer que esta metodología supone un esfuerzo y una paciencia que muchos no están dispuestos a hacer suya, sobretodo cuando aprieta la prisa por organizar la acción política. Pero han sido precisamente esas pueriles impaciencias y esa incapacidad de desarrollar en silencio un penoso trabajo previo de elaboración, análisis y organización, lo que nos ha llevado a casi treinta años de fracasos, que son los que yo conozco, con decenas de siglas y partidos que, con contadas excepciones, siempre terminan igual, a saber, absortos en el mundillo de la extrema derecha, un campo político que no tiene nada que ver con nosotros pero que, precisamente por nuestra falta de radicalidad en el análisis teórico, no deja de devorar una y otra vez nuestros esfuerzos políticos. Deberíamos preguntarnos de una vez el porqué y empezar a actuar en consecuencia.</p>
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<p>Algunos de los presentes se preguntarán de qué filósofos estoy hablando cuando me refiero a los depositarios de los valores del proyecto NR. Sobre este tema no existen dudas desde el punto de vista historiográfico. El filósofo que funda el espacio de valores donde brotará el movimiento NR es el alemán Friedrich Nietzsche, y el principal intérprete de la filosofía nietzscheana es el también alemán Martin Heidegger, el filósofo más importante del siglo XX que, además, fue militante del partido nacionalsocialista y nunca renegó del fascismo en general a pesar de su posición crítica respecto de la ideología oficial del régimen.</p>
<p>El tema histórico del fascismo es fundamental a la hora de fijar los valores nacional-revolucionarios, porque el fascismo entendido en un sentido genérico es la primera manifestación política del proyecto NR, <em>pero el proyecto NR no se puede reducir al fascismo y no todo lo que se aparece en el fascismo puede ser asumido como NR, porque proviene en muchos casos de la derecha.</em> Lo que sí cabe afirmar es que la parte más original y genuina del fascismo es precisamente el componente filosófico NR, pero, para empezar, <em>no existe una ideología fascista genérica</em>, sino que nacionalsocialismo y fascismo son <em>ideologías</em> distintas, como lo son comunismo y anarquismo en el campo de la izquierda humanista. Otro tanto cabe afirmar respecto del nacionalsindicalismo y hay que concluir que, por la configuración de Europa en los inicios del siglo pasado, a cada nación le corresponde una ideología fascista histórica irreductible a cualesquiera otra de la misma familia. <em>El parecido familiar de los fascismos remite al nivel A, el filosófico, y es en ese punto</em> -y sólo en éste-<em> donde el fascismo genérico coincide con el proyecto NR.</em></p>
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<p>¿Existieron proyectos NR diferenciados del fascismo? La verdad es que en sus orígenes, casi todos los fascismos son NR, pero a medida que los distintos movimientos se desarrollan, se observa un <em>proceso de derechización</em> que tiende a convertir a los NR en una corriente, fenómeno que conduce en algunos casos al ostracismo y a la resistencia interna, y en otros a su eliminación, en ocasiones sangrienta. El brazo ejecutor de esta reacción es siempre la derecha en alguna de sus variantes, pero normalmente una derecha inespecífica agrupada frente a la amenaza bolchevique y utilizando el fascismo como mero dique de contención. Por este motivo los NR hemos de aprender la lección e identificar al enemigo: <em>el enemigo del NR no es sólo el marxista, lo es también el derechista liberal, el nacionalista no revolucionario y el tradicionalista reaccionario</em>. Y quizá éstos en mayor medida, precisamente por las coincidencias en aspectos ideológicos comunes de carácter patriótico, los cuales tienden a disolver las diferencias filosóficas de base y a destruir la esencia del proyecto NR, usufructuando los símbolos externos y consignas -la famosa coreografía de camisas azules- para mayor escarnio de la causa que defendemos.</p>
<p>No puedo terminar este apartado sin hacer alguna referencia de contenido, aunque sea rapsódica, a los valores NR. Desde luego, no es éste el sitio de tocar tema tan complejo y delicado de manera fugaz y grosera, menos todavía cuando estoy intentando definir un marco formal de referencia y eludiendo precisamente los contenidos, pero ya que se ha nombrado a Nietzsche y a Heidegger, y que hay cuestiones formales que difícilmente se pueden plantear de manera puramente abstracta, no eludiré el problema con justificaciones que pueden sonar a excusas.</p>
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<p>Para identificar los valores nacional-revolucionarios o propios del socialismo nacional, es menester distinguir muy a <em>grosso modo</em> entre tres grandes grupos de proyectos políticos.</p>
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<p>El primero agrupa a todos aquéllos que pretenden reconstruir el modo de vida anterior a la revolución francesa de 1789 y se oponen a los procesos de racionalización social que caracterizan la modernidad y, más en general, al tipo de sociedad en que vivimos, lo que excluye también, de paso, la revolución científica y la revolución industrial (la sanidad y la educación públicas, la seguridad social, etc., pertenecen asimismo al mundo del <em>diablo</em>). Su modelo político es el antiguo régimen, la monarquía y la aristocracia, y su ideología la religión cristiana en cualquiera de sus formas y variantes, pero singularmente la católica. Por lo que respecta al modelo sociológico, se basa en una jerarquía, pero <em>hereditaria</em> e incompatible con el reconocimiento social del mérito real de las personas. Es el espacio de la <em>extrema derecha</em>, la <em>derecha autoritaria</em> y el <em>tradicionalismo reaccionario</em>.</p>
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<p>El segundo grupo es el que se vincula, por contra, a la modernidad, configurada ésta de acuerdo con determinados valores, oriundos de la ilustración, tal como quedan reflejados, por ejemplo, en la constitución americana, que habla de algo así como del „derecho a la búsqueda de la felicidad“ y planteamientos individualistas similares que acuñan la conciencia del ciudadano occidental contemporáneo. La meta última de esta filosofía es el igualitarismo sin jerarquías y el bienestar material en un universo social optimista, pacificado y apolítico. Este grupo incluye a todos los movimientos e ideologías modernas, excepción hecha del fascismo: el liberalismo, el anarquismo, el comunismo y la socialdemocracia pertenecen a tal categoría. El suyo es pues el mundo que todos conocemos, excepto en el caso anarquista, cuya utopía, más allá de algunos conatos, harto sanguinarios por cierto, durante la guerra civil española o en lo que hemos denominado subcultura de la transgresión <em>lumpen</em>, nunca ha llegado a controlar, a diferencia del marxismo, el liberalismo o la socialdemocracia, las instituciones contemporáneas.</p>
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<p>El tercer grupo está formado, en solitario, precisamente por los valores nacional-revolucionarios. Este grupo de ideologías abarca los fascismos originarios, el nacionalsocialismo hasta 1934, el fascismo (hasta 1920 y luego la República Social Italiana), el nacionalsindicalismo (jonsista, pero no el falangista), etcétera. A partir de las fechas señaladas, el fascismo se amalgama con la derecha liberal y reaccionaria para hacer frente al bolchevismo y resulta ya imposible hablar de revolución socialista y nacionalista, porque <em>el nacionalismo simplemente lo devora todo</em>. El fascismo genuino, de carácter NR, ateo y anticlerical, <em>se concible como una alternativa a la modernidad vigente, pero </em><strong>no</strong><em> como un retorno al antiguo régimen</em>. Su punto de partida y eje filosófico es la crítica interna del proceso de racionalización basado exclusivamente en la racionalidad instrumental. La modernidad humanista representaría así una mera secularización burguesa de los valores cristianos, es decir, precisamente, de la filosofía del antiguo régimen, donde lo que antaño era el „reino de Dios“ deviene ahora progreso capitalista y, a la postre, utopía comunista (o consumista), un fenómeno, éste último, anticipado por sectas cristianas como la de los anabaptistas. Por tanto, el NR, surgido en el siglo XX frente a las ideologías del siglo XIX, <em>entiende que la modernidad vigente es una veteromodernidad o modernidad caduca, encadenada axiológicamente al pasado preilustrado</em>. Lo que propone el NR es una neomodernidad o modernidad auténtica, en que el valor último del proyecto político no va a ser ya la felicidad, sino la verdad, fundamento moral de la ciencia y por tanto del desarrollo tecnológico que abre las puertas del futuro. Ese mañana revolucionario no será, empero, un paraíso, rojo o negro, sino la lucidez absoluta de un tipo humano entregado al conocimiento, el arte y el servicio político en el marco de una comunidad nacional. El fascismo NR acepta la jerarquía como valor, lo que le enfrenta a la izquierda humanista, pero conviene subrayar que se trata de una jerarquía de naturaleza meritocrática y por tanto isonómica, es decir, regida por un principio de igualdad formal de los trabajadores e incompatible por ende con el <em>ius sanguis</em> hereditario de la extrema derecha.</p>
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<p>La tarea del proyecto NR supone una total descristianización del solar histórico europeo y en este punto fascismo y ultraderecha resultan a la postre irreconciliables. El mencionado proceso de liberación de la <em>peste que viene de oriente</em> reclama no sólo la victoria del pensamiento científico y racional europeo frente a la religión monoteísta asiática (judaísmo, cristianismo, islamismo), sino también frente a las versiones secularizadas del ideal judeocristiano, a saber, el marxismo, el anarquismo y el liberalismo, y la forja de un nuevo tipo humano cuyo sentido existencial será asumir la verdad existencial, esto es, el sentido <em>trágico</em>, como deber y acto <em>heroico</em> de vida afirmativa. Sobre este fundamento axiológico y ético se erige así una <em>estructura política moderna</em>, pero totalmente distinta de la que conocemos actualmente como estado social y democrático de derecho; es la r<em>epública del trabajo</em>, dominada por la figura política del Trabajador (<em>der Arbeiter</em>) según Ernst Jünger, del <em>Übermensch</em> o ultrahombre según Nietzsche, del <em>Dasein </em>auténtico o „ser-para-la-muerte“ (<em>Sein-zum-Tode</em>) según Heidegger. Sin pretender, ni mucho menos, haber agotado un tema de alcances inmensos y consecuencias devastadoras, nos remitimos, para mayores aclaraciones, a nuestras explicaciones entorno a Nietzsche y Heidegger en <em>¿Qué significa hoy ser de izquierdas? (I) </em>y <em>(II),</em> publicadas por la revista <em>Nihil Obstat</em>, números 9 y 11 (también pueden consultarse dichos textos en el presente blog).</p>
<p><strong>Definición de la situación</strong></p>
<p>A partir de aquí estamos en condiciones de empezar a entender el sentido de la pregunta por el carácter, izquierdista o no, del proyecto nacional-revolucionario europeo. En los tiempos que siguieron a la revolución francesa, la palabra izquierda mentaba fuerzas políticas vinculadas a la burguesía más radical, mientras que la derecha, según el caso, se identificaba con los moderados y todo el amplio espectro de aristócratas, monárquicos, legimistas, etcétera. La sociedad industrial, por su parte, coloca a esa misma burguesía, que para la aristocracia era izquierda, en la derecha y frente al proletariado. Vemos así que los términos son relativos y no responden a contenido ideológico alguno. Se es de izquierdas o de derechas según la situación histórica, sociológica y político-estratégica. Hay, por tanto, que determinar esa situación para saber dónde estamos los nacional-revolucionarios. ¿Cómo podría describirse, pues, para nosotros, la coyuntura actual? Ahora vamos a releer algunos hechos harto conocidos, pero desde otra óptica.</p>
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<p>Desde la caída del muro de Berlín, el descrédito del comunismo, la llamada „muerte de Marx“, ha dejado el campo ideológico en manos del liberalismo. Sin embargo, el imaginario simbólico oficial, como ya he señalado, sigue siendo el antifascismo, clave de bóveda en la que se condensaban los elementos filosóficos y de valores de los vencedores de la Segunda Guerra Mundial. Tenemos, así, una ideología oficial que es liberal y liberales son los actuales partidos de izquierda y los de derecha. Con ello, la situación norteamericana y europea se asemejan cada vez más. En términos literales, si antes la derecha era el liberalismo y la izquierda el marxismo, socialdemócrata o comunista, ahora todo pasa a ser derecha. No dejan de existir grupúsculos de extrema izquierda, leninistas o anarquistas, pero carecen de operatividad política real, excepto como usufructuarios de un espacio que <em>conviene mantener paralizado</em> y como auxiliares violentos del dogma humanista. La izquierda es también liberalismo, y la crisis fiscal del Estado impide hablar ya de socialdemocracia en sentido clásico. Así, puede afirmarse que el antiguo campo de la izquierda ha sido ocupado por una suerte de centrismo liberal progresista, de manera que <em>se observa un desplazamiento generalizado hacia la derecha del arco parlamentario en todo el mundo occidental.</em> En Estados Unidos, por poner un ejemplo significativo, antiguos trotskystas judíos nutren ahora las fuerzas de los <em>think-thanks</em> &#8220;neocons&#8221;. Otro tanto puede decirse de la política internacional, donde el adversario del proyecto liberal de mundialización de la economía de mercado ya no es el comunismo, sino el islamismo, una religión integrista, retrógrada, antidemocrática, que se defiende frente al desarrollo científico esgrimiento la palabra de Dios. Pero al islam no lo encaran, por el lado de occidente, la razón y la ciencia, sino el fundamentalismo cristiano y, con él, los intereses del <em>lobby</em> sionista al servicio de otro integrismo religioso, a saber, el del Estado de Israel. En consecuencia, la situación ha cambiado. El campo de la izquierda, ocupado durante un siglo por un proyecto revolucionario, está ahora, en realidad, vacío, o sea, <em>vacante</em>. Si para los NR del siglo XX, inspirados en Nietzsche, el marxismo no era más que la secularización de añejos conceptos religiosos, para los nacional-revolucionarios del siglo XXI son esos mismos conceptos religiosos los que vuelven a ocupar la primera línea en el frente de batalla. El <em>Anticristo</em> cobra rabiosa actualidad. El enemigo viene de la derecha. No hay izquierda o, mejor dicho, la única izquierda real tiene carácter virtual y <em>sería aquélla que reivindicara hasta sus últimas consecuencias los procesos que engendraron la modernidad y que, como consecuencia de cien años el marxismo, o sea: de cristianismo secularizado, quedaron encallados, para a renglón seguido precipitarse a una regresión neomedievalista en toda regla</em>. En suma, ese proyecto de izquierdas hemos de encarnarlo los nacional-revolucionarios europeos. Ante nosotros se está construyendo un mundo neofeudal de grandes empresas multinacionales, más poderosas que ciertos estados, impelidas por intereses de política religiosa, sectaria, propia de logias, de grupos de presión, de <em>lobbys</em> que se mantienen más o menos en la sombra. Estamos asistiendo a una auténtica debacle de la racionalidad. Hablar de izquierda humanista es, en nuestros días, una burla, a menos que los delirios del LSD o el virus del sida ostenten algún valor progresista. Todo lo que queda en el panorama que responda a ese nombre, izquierda, o somos nosotros o no es más que desecho humano de patéticas sectas marxistas y anarquistas. Resulta ya algo palpable que el fracaso de lo que durante dos siglos ha sido la izquierda, obedece a un colapso ideológico. Y tan pronto como el proyecto secular de paraíso o reino de Dios en la tierra se derrumba, vuelven a aflorar las capas freáticas soterradas de donde mana la tradición judeocristiana, con el dios de Abraham como fuente última de todo el dispositivo simbólico. ¿Qué ha sucedido realmente?</p>
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<p>Los intentos de construir ese paraíso inmanente, terrestre, material, herencia del cristianismo, la gran secta judía que expande por el mundo los mandatos de Yahvé, han pasado en occidente durante la modernidad por varias fases, que voy a resumir en tres: a/ la primera fase fue la dictadura comunista en los países del Este de Europa y buena parte del mundo, cuyo descrédito obligó a la postre a descartarla como idea viva de la izquierda (no sin antes viajar del „bucrocratizado“ universo soviético a la revolución cultural china, y de ésta a personajes poco menos que míticos como el Che Guevara o la Cuba de Castro); b/ la segunda fase es la sociedad de consumo occidental, promovida por las socialdemocracias durante la larga posguerra que termina en 1989, un proyecto que había de realizar el sueño profético sin pasar, empero, por los horrores de la revolución y el régimen policial, lo que no impidió que la famosa felicidad, ese dios del hombre moderno, se hurtara una vez más a los ciudadanos de occidente, mientras millones de famélicos morían de hambre en el tercer mundo a las puertas de una Europa preocupada por la liberación sexual, el aburrimiento de la rutina consumista y dramas domésticos semejantes, propios de un niño mimado; el fin de la sociedad de consumo como idea alternativa al paraíso comunista acontece con los hechos de mayo del 68, que desembocan en el ridículo de unos estudiantes supuestamente revolucionarios a los que, empero, los obreros dan la espalda con asco; c/ la tercera fase son las subculturas de la transgresión ácratas, basadas en el consumo de drogas y el uso político sexo como vía de una presunta liberación del trabajo alienante, fenómenos que, desde mayo del 68, crecen como delicadas plantas de decadencia en el tejido enfermo de la sociedad de consumo, oponiéndose a ella pero viviendo de ella, material e ideológicamente, como parásitos. El drogodependiente, el sidoso, el delincuente, el okupa, el marginal e indymedia son así los postreros herederos de la profecía felicitaria judeocristiana de izquierdas.</p>
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<p>Sin embargo, la utopía no ha muerto, al contrario, entrando en una cuarta fase de secularización, el ideal profético-utópico adopta nuevas formas en manos de los &#8220;neocons&#8221; y Obama: ahora se trata de construir el <em>mercado mundial</em>, actualísima promesa de felicidad, renacida fe optimista en el reino de Dios, que viene a ocupar el espacio filosófico e ideológico de las ensoñaciones utópicas, de la dictadura comunista, de la sociedad de consumo socialdemócrata y de la comuna anarquista. Quizá lo único que ha cambiado es que esta quinta alianza con Yahvé, si contamos la estrictamente religiosa como la primera, no esconde sus raíces bíblicas y aparece encarnada por ex alcohólicos como el cristiano renacido Georg Bush. El proyecto neoliberal de mercado mundial es así la reedición de la utopía profética progresista, que toma el relevo de las ideologías de izquierdas y se pavonea desvergonzadamente como „fin de la historia“. Ser progresista es ahora ser liberal, antifascista y cristiano sionista. Los izquierdistas posmarxistas atentos al tintineo del dinero y de las prebendas institucionales, se suben al carro: cuanto más renuncian a sus antaño aclamadas consignas socialistas e incluso a las meras políticas fiscales socialdemócratas, más hincapié hacen en la amenaza neofascista, en la bondad del mestizaje, en la lucha contra el racismo y la xenofobia, en la memoria histórica, en las cuotas de igualdad de género, en el matrimonio homosexual, en un progresismo por decir así de imagen y floklore que no osa tocar el sacrosanto sistema liberal capitalista, pero que, como ha de distinguirse ante los electores de la derecha liberal, necesita hacer mucho ruido simbólico y abundar a su manera en la nueva ideología planetaria, promovida por Hollywood, defendida <em>manu militari</em> por el ejército de los EE UU y encarnada simbólicamente por el Estado de Israel, templo secular de la religión laica mundial beneficiaria de los seis millones de judíos supuestamente gaseados por Hitler.</p>
<p><strong>La ideología del sistema</strong></p>
<p>Con lo dicho desembocamos en lo que hemos denominado la ideología del sistema, elemento clave que debe permitirnos identificar al enemigo de los nacional-revolucionarios europeos y, por ende, nuestra ubicación política. Adelantemos que esta ideología, además de un nuevo paraíso de empresas deslocalizadas y sin patria, pide el sacrificio multicultural y multirracial de Europa, cuna del fascismo. Para ello, la mundialización tiene que ir acompañada de la llamada „libre circulación de la mano de obra“, lo que significa que nuestro continente debe convertirse en tierra de acogida de los pueblos de África mientras Israel mantiene sus <em>leyes raciales</em> y somete a los palestinos a un verdadero programa de limpieza étnica. Por lo demás, con el hundimiento del comunismo, la sociedad de consumo socialdemócrata ya no es necesaria. La función ha acabado y la derecha liberal desmonta el decorado del bienestar en el <em>stand</em> de la feria de muestras capitalista. Las clases obreras europeas, que en su día apoyaron a los regímenes fascistas y tienen una deuda pendiente con Yahvé, deben pagar la ofensa al pueblo elegido. En cualquier caso, los trabajadores no se van a beneficiar más de las ventajas del estado providencia, fruto de una estrategia pasajera del mismo capital financiero que sufragó los gastos de la cruzada del humanitario Stalin contra la terrible Alemania. Visto que tales grupos sociales constituyen el corazón y la inmensa mayoría de la nación en Europa, la actual política de inmigración es una puñalada que los políticos liberal-progresistas, en nombre del humanismo solidario que vota con el corazón, y los de derechas, en nombre de la libertad del individuo emprendedor, pero todos al servicio del mundialismo, clavan en la carne de sus propios electores, del pueblo trabajador europeo, <em>definitivamente inerme ante el ataque del capital</em>. Estos políticos, de derecha o de izquierda, en realidad todos de derechas y ninguno genuinamente de izquierdas, porque aquello que nos repugna en la izquierda es precisamente lo que ha heredado del cristianismo, es decir, de la derecha, estos políticos son en realidad peones que trabajan en las sucesivas reediciones de un mismo programa de aniquilación cultural. Lo hemos visto, existe un parecido de familia estructural en la totalidad de los proyectos que han regido el mundo occidental desde el momento en que la religión cristiana, oriunda de cierta secta judía, fuera proclamada en Roma dogma oficial del imperio, es decir, de aquélla entidad política cuyo símbolo eran hasta entonces los <em>fasces</em> de la <em>auctoritas</em>. No dejaremos nunca de pagar por ese error. Y el fin de Europa está ya muy cerca si no hacemos nada para impedirlo. <em>Estamos ante la consumación de los tiempos</em>. Esta es la definición de la situación. Y es en función de la misma que tenemos el deber de actuar.</p>
<p>Un movimiento político debe saber identificar cuál es su enemigo. La política no es más que la técnica de derrotar al adversario, pero si no somos capaces ni siquiera de detectar el objeto a combatir, difícilmente podremos hacer nada, ni siquiera aspirar dignamente a la victoria. Por eso he dicho que la respuesta a la pregunta de si somos o no de izquierdas los nacional-revolucionarios se decide en el plano de la estrategia y de la táctica. Ahora hay que añadir que ésta viene condicionada por la identificación del contrario a batir, algo que a su vez depende de los discursos o textos de nivel A y B, filosofía e ideología. Algunos habrán pensado quizá que, por lo que respecta al enemigo, yo me limito a repetir los tópicos del antisemitismo de todas las épocas. Sin embargo, debo dejar claro que no considero enemigo al judío, sino a la extrema derecha judía encarnada por el sionismo y que cuenta entre sus críticos más feroces a muchos intelectuales de raza hebrea. ¿Y qué decir de Bergson, filósofo espiritualista judío que inspiró con Nietzsche a Sorel, el principal ideólogo del fascismo? ¿Qué decir de Husserl, el judío maestro de Heidegger? ¿Qué decir de Chomsky, Finkelstein, Pappé, adversarios declarados del sionismo? ¿Renunciaremos a la obra de Einstein porque era judío? El antisemitismo es una excrecencia cristiana que otorga un lugar especial a los judíos como verdugos de Cristo. El antisemitismo en cuanto fenómeno pertenece al universo bíblico, y como que aquí se trata -por las razones expuestas- de salir para siempre de semejante espacio mental enfermizo y asfixiante, ya fuere en su versión religiosa, ya en la cristiano secularizada, hemos de rechazarlo <em>todo</em> de esa axiología que nos agobia desde hace milenios, en lugar de alimentarla con actuaciones que son, en el fondo, hebreocéntricas. Por tanto, rechazo tajantemente la idea de una conspiración judía mundial y condeno sin paliativos la estupidez antisemita, tan bien gestionada, en cambio, por los victimistas sionistas al servicio de sus fines racistas. En definitiva, tengo que insistir en ello, no estoy repitiendo nada que se haya dicho antes, mi postura es totalmente novedosa y pido que hagamos un esfuerzo en identificar al enemigo sin caer en los tópicos de siempre. Enemigos son los políticos que, judíos o no, sionistas hebreos o sionistas cristianos, que haberlos haylos, nos gobiernan desde el fin de la Segunda Guerra Mundial. Con su política de inmigración se han quitado por fin la máscara y trabajan abiertamente contra los pueblos europeos. Esta fisura abierta nos da una oportunidad histórica y hemos de aprovecharla, porque no tendremos otra. Mas para ello tenemos el deber de ocupar el espacio vacío de la izquierda.</p>
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<p>Nuestros políticos profesionales, en efecto, pertenecen o trabajan al servicio de oligarquías que existen en todo el mundo y prostituyen los mecanismos democráticos en beneficio de grupos de familias determinadas, económicamente muy poderosas, que controlan los bancos y los medios de comunicación y, por lo tanto, pueden determinar de antemano el resultado de unas elecciones, siendo así que todos los partidos del sistema son su partido y en realidad un único partido ofertado en forma de siglas distintas para que tengamos la sensación de que al votar decidimos algo libremente. Nuestros políticos y las oligarquías que los sustentan no tienen tampoco patria, son ajenos a toda territorialidad, como no sea ese antipaís sin nombre, los Estados Unidos de América. Su esfera de pertenencia es el poder financiero, que trasciende las fronteras y controla la economía y la política de las naciones. Tales oligarquías, encarnación de la derecha sociológica de siempre, se desnacionalizaron hace décadas, y en Europa especialmente, viven de mostrar su lealtad a un poder mundial y antinacional por esencia como pago por pasados errores y promesa de participación futura en los beneficios de las élites económicas planetarias.</p>
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<p>Quienes nos gobiernan son los herederos de los políticos que ganaron la Segunda Guerra Mundial, los mayores impostores que la historia recuerda. Para saber con quiénes estamos tratando, quisiera subrayar que nuestros adversarios políticos, a pesar o precisamente porque se reclaman de los derechos humanos y del antifascismo, agitan la propaganda de Auschwitz, la religión del holocausto, pero resulta que tienen las manos manchadas de sangre y han usado de la violencia, la guerra y el genocidio hasta unos extremos que nos permiten calificarlos, sin retórica alguna, de corruptos, manipuladores, torturadores y asesinos. Las cifras de víctimas, los métodos y los miserables discursos con los que se ha querido dejar en la impunidad tales crímenes contra la humanidad en un mundo repleto de progresistas que dicen luchar contra la opresión, en un mundo que afirma regirse por los derechos humanos, son de sobra conocidos, pero conviene recordarlos.</p>
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<p>Cuando en el año 1941 Churchill decide aliarse con Stalin contra la presunta „barbarie nazi“, el holocausto aun no ha empezado, ni siquiera si se aceptan las fechas de la cronología oficial. Sin embargo, por esas fechas Lenin y Stalin ya han exterminado a más de doce millones de personas. ¿Qué motivos morales podían entonces impeler a la sacrosanta „democracia liberal británica“, ese nido de abyección, a hacer causa común con la peor tiranía de la historia? No los derechos humanos, aunque se nos quiere hacer creer que sí, que no otro pudo ser el motivo celebérrima y cínica liberalidad inglesa. Cuando, por las mismas fechas, Inglaterra concibe un plan para bombardear y reducir a cenizas todas las ciudades alemanas importantes, con más de 15 millones de civiles dentro, no sólo no ha empezado el holocausto, sino que Hitler planea trasladar a los judíos a Madagascar, algo que el clásico de la historia oficial del holocausto, Raul Hilberg, reconoce en su obra <em>La destrucción de los judíos europeos</em> (1961). Gracias a la victoria aliada, es decir, al triunfo del supuesto bando de los derechos humanos, las víctimas del comunismo superarán con creces los 100 millones de personas en Rusia, China, Corea, Vietnam, Camboya y media Europa, y no sólo la Polonia indefensa que se quería salvar de Hitler, sino toda la Europa del Este, permanecerá sometida a la opresión totalitaria durante medio siglo. No hemos presenciado, empero, ningún juicio contra los responsables de tamañas fechorías. Se habla, corriendo un tupido velo sobre el número de víctimas, un dato que no favorece precisamente a los adalides de la libertad, que lo que condena al nazismo, y por ende al fascismo, no son las cifras de muertos, sino los métodos industriales y las preconcebidas intenciones genocidas, pero la sofisticación de las bombas incendiarias inglesas, diseñadas meticulosamente para quemar al mayor número posible de bebés, niños, mujeres y ancianos alemanes, rebasan con mucho el método del tiro en la cabeza con que los soldados de los <em>Einsatzgruppen</em> ejecutaban a los judíos (visto que, como reconoce nada menos que Goldhagen, se ha exagerado mucho el papel de las cámaras de gas en el holocausto). Y si revisamos la alta tecnología empleada en la bomba de Hiroshima, el cuento del genocidio industrial organizado por un Estado moderno y demás <em>blá, blá, blá</em> queda reducido al ridículo. Por lo que respecta a las intenciones, Zinoviev, judío marxista del equipo exterminador reclutado por Lenin, ya avisa en 1917 de su intención de exterminar a 10 millones de rusos, aunque, como sabemos, esta cifra será superada de largo por los regímenes comunistas en su conjunto. Los judíos eran asesinados, se dice, por ser judíos, sin otro fin, pero la realidad del proyecto Madagascar desmiente la narración hollywoodiense. En cambio, quienes eran asesinados, no por ser esto o aquello, sino simplemente por existir, eran los ciudadanos rusos que debían llenar el cupo de detenidos y deportados al <em>gulag</em>, una cifra fijada de antemano para justificar la existencia de una contrarrevolución y de unos servicios de seguridad destinados a combatirla. Bajo ese concepto cayeron asesinadas millones de personas acusadas de ser &#8220;fascistas&#8221; y en cambio no veo a escritorzuelo alguno de la liturgia holocáustica dispuesto a narrar el horror de tener que morir por el simple hecho de que una estadística prospectiva haya de cumplirse y un torturador de la NKVD cobrar su sueldo de verdugo burocrático del paraíso. Al final de la Segunda Guerra Mundial, un millón de prisioneros alemanes fueron asesinados en los campos de concentración americanos y franceses, mientras 12 millones de civiles alemanes del este eran deportados y, en el camino, cerca de 3 millones caían exterminados. Con Alemania vencida y desarmada, se aplicó a este pueblo el castigo del hambre, con alrededor de 8 millones de víctimas. En total, unos 25 millones de alemanes fueron objeto de vulneraciones de los derechos humanos por parte de los cruzados de la libertad y de la justicia. Los criminales del bando vencedor no sólo no han sido juzgados y castigados, sino que se emplea con sus atrocidades innombrables el lenguaje de la negación, de la banalización y hasta de la justificación, el mismo que, en el caso de los judíos, aparece tipificado en el código penal y castigado con penas de hasta 5 años de cárcel. La impunidad ha sido muy útil, por el contrario, para continuar con el crimen de masas. Así, gentes que pertenecían al pueblo de las únicas víctimas de genocidio oficialmente reconocidas, los judíos, en calidad de sionistas del naciente Estado de Israel organizaron en 1948, o sea, poco después del juicio de Nüremberg, la limpieza étnica del pueblo palestino, perpetrada ante las autoridades británicas y los observadores de la ONU, los cuales comprobaron cómo se exterminaba sistemáticamente a centenares de miles de personas y se expulsaba al resto de sus hogares, pero no hicieron nada para impedirlo. ¿Qué autoridad moral pueden ostentar tales payasos psicópatas y carniceros, es decir, los políticos liberales y progresistas, para juzgar al fascismo?</p>
<p> </p>
<p>Desde el otro lado, el nuestro, el de los nacional revolucionarios europeos, y sin negar que las represalias nazis contra los judíos por los bomabardeos incendiarios británicos son indignas de la ética que defendemos y totalmente condenables, entendemos que un crimen no justifica otro crimen, y sobretodo, que no se puede juzgar mil veces un mismo delito para así conseguir el olvido y la exoneración de exterminios masivos iguales o peores que el holocausto, perpetrados además por los propios fiscales, jueces y acusadores de la causa humanitaria. Pero esto es precisamente lo que ha sucedido. Ahora bien, sólo desde una perspectiva de izquierdas podemos poner a los asesinos impunes en el banquillo de los acusados. Toda reivindicación del nazismo -no así del fascismo, que no cometió genocidio alguno- está condenada al fracaso y es inmoral habida cuenta de los errores del régimen que ejecutó a Gregor Strasser. En este sentido, los NR tenemos el deber de salvaguardar la dignidad de Europa, que no será restablecida hasta que los vencedores de la Segunda Guerra Mundial reconozcan lo que son en realidad, a saber, los peores criminales que con sus plantas hayan hollado la tierra.</p>
<p> </p>
<p>Dicho esto, queda identificado nuestro enemigo político, un inmenso complejo de poder a escala mundial que no responde a criterios de racionalidad, derechos humanos, democracia y progreso, sino que se caracteriza por su obsesión racista de producir una casta mundial de mestizos de la que sólo se diferenciaría la etnia judía, pueblo elegido por dios, raza superior que debe hacer de intermediaria sacerdotal entre ese <em>homo oeconomicus</em> deculturizado, mero productor/consumidor del <em>zoco</em> planetario, y la espantosa divinidad del desierto, el monstruo despótico denominado Jehová de los Ejércitos al que los sionistas adoran con deleite. Un poder antidemocrático que controla las instituciones a través del dinero, que compra y vende escaños, que prostituye los procesos electorales manipulándolos, usando de los medios de comunicación privados que posee en propiedad para mentir y difamar a los opositores y disidentes; un poder que decide el éxito o fracaso de los partidos mediante la trampa de la financiación, en manos de los bancos, y de la visibilidad pública o la muerte civil, filtrada por las cadenas televisivas, los periódicos y el llamado mundo de la cultura. Un poder irracional, basado en creencias religiosas, proféticas, sectarias, utópicas, hostil en el fondo a la ciencia y al pensamiento, a pesar de que haga uso de los avances tecnológicos para ampliar y consolidar su dominación sobre la masa de los ciudadanos, adoctrinados por el lavado de cerebro diario que se perpetra en todas las instancias públicas y privadas del llamado mundo desarrollado. Un poder que no conduce a progreso alguno, sino al desastre demográfico, económico, ecológico y moral. <em>Un poder que, lejos de representar el derecho, encarna el genocido y, por si fuera poco, la impunidad y la continuidad institucionalizada del lenguaje que ha hecho posible ese crimen contra la humanidad, a saber, la retórica antifascista, todavía vigente medio siglo después de Kolymá, Dresde, Palestina e Hiroshima.</em></p>
<p><strong>Por qué somos de izquierdas</strong></p>
<p>La respuesta a la pregunta explícita de si los nacional-revolucionarios proponemos una alternativa de izquierdas y por qué, necesitaría más tiempo, me he limitado a resumirla de forma asaz simplificada por lo que respecta al plano estratégico, que es el que depende de la filosofía y la ideología (niveles A y B) del discurso o texto. Pasemos, por tanto, a las conclusiones.</p>
<p> </p>
<p>Hemos visto, en efecto, que:</p>
<p>a/ desde el punto de vista de los valores, es decir, el filósofico o nivel A, el sistema, nuestro enemigo político, se define por el antifascismo, el imaginario simbólico del holocausto, la herencia religiosa judeocristiana, secularizada o explícita, y el sionismo; pero dado que la determinación filosófica última, léase: el estrato más profundo del discurso imperante, es el sionismo, podemos identificar a nuestro enemigo con la extrema derecha judía, racista, supremacista, irracionalista, religiosa y reaccionaria, en todos los sentidos que se aplican habitualmente a las doctrinas, organizaciones y consignas de esta familia política: la ultraderecha;</p>
<p>b/ desde el punto de vista ideológico, nivel B del discurso o texto, el sistema deja en segundo plano el sionismo, forma un bloque con los elementos simbólicos universalistas del antifascismo/holocausto y se define como liberal; la presencia del sionismo es por así decir indirecta y se infiere del trato especial dado a los judíos como víctimas, de la negativa a juzgar otros genocidios y crímenes contra la humanidad con el mismo rasero supuestamente universal de los derechos humanos, del relato, totalmente manipulado, de la persecución nazi de los judíos, que comporta una declarada falsificación de la historia, etcétera. En este plano, los elementos proféticos se manifiestan también de forma indirecta, y el fascismo aparece como infierno secularizado en exacta simetría con el proyecto de mercado mundial en cuanto heredero de las utopías de izquierda, a su vez inspiradas en el concepto escatológico de final de la historia. Pero también la derecha aparece en el nivel ideológico, porque, como hemos dicho, el liberalismo económico y la democracia liberal no son más que un fraude al servicio de oligarquías financieras mundiales y de suboligarquías locales dependientes de los centros de poder radicados en Estados Unidos. No se trata de personas o grupos distintos de los anteriores, sino de un aspecto determinado de idéntico dispositivo de dominación. Son las oligarquías liberales las que promueven el proyecto de mercado mundial, y son esas mismas oligarquías las que sostienen la idea cristiana del final de la historia, oriunda del judaísmo. En este sentido, todas las oligarquías trabajan, conscientemente o no, para la oligarquía central sionista que controla los Estados Unidos, brazo político, propagandístico y militar de la ideología del holocausto.</p>
<p>c/ Desde el punto de vista estratégico y táctico, el sistema se manifiesta en la política liberal de inmigración, que se presenta como una consecuencia técnica más del proyecto de liberalización mundial del mercado en cuanto exigencia de la libre circulación de la mano de obra, pero que, en realidad, viene cargada de los correspondientes propósitos ideológicos y filosóficos subyacentes, motivo por el cual el sistema, encarnado por las agencias nacionales y locales que deben gestionar un mandato doctrinal que viene de muy lejos, están dispuestas a soportar el desgaste político y electoral que sea necesario para realizar el programa multicultural, ignorando las protestas de la población europea y sometiendo a los individuos a un constante lavado de cerebro que consiste en: 1/ identificar todo rechazo de la inmigración con la extrema derecha, dando visibilidad mediática a ciertas siglas de este sector para que la previsión se cumpla y los ciudadanos más activos y revoltosos queden estigmatizados por „contacto“ con tales organizaciones, las cuales, por su parte, deben aceptar a cambio de dicha <em>publicidad gratuita</em> que se les imputen auténticos delitos, como el del racismo y xenofobia, de manera que operen como válvulas de seguridad para aliviar la presión popular, pero con un techo electoral preestablecido por la propia naturaleza de la etiqueta <em>ultra</em>, a saber, un estigma que implica que la crítica a la política de inmigración equivale a reivindicar a la ultraderecha, al racismo/xenofobia, al nazismo, a Auschwitz, al infierno secularizado y por tanto al mal absoluto; 2/ desarrollar una constante campaña de sensibilización, con imágenes de muertos en las pateras, de la dureza de la vida en África, de la bondad del inmigrante, el cual, y es cierto, sólo viene a trabajar y a ser feliz, como nosotros mismos, etcétera. El esfuerzo propagandístico dedicado a tales temas en los medios de comunicación públicos y privados se puede medir con el reloj en la mano y alcanza más del 75% del tiempo de emisión en forma de noticias, documentales, películas, entrevistas, etcétera. La finalidad de esta campaña inagotable de lloriqueo humanitario (promovida por auténticas bestias asesinas sin ninguna clase de sensibilidad moral, como hemos visto), complementaria con la campaña de difamación comentada en el punto anterior, es <em>desarmar moralmente a los trabajadores,</em> principales perjudicados por la actual política de inmigración, usando contra ellos de los símbolos y consignas solidarias que la tradición europea de lucha obrera y sindical ha forjado a lo largo de dos siglos.</p>
<p> </p>
<p>En el plano estratégico y táctico del movimiento NR, qué duda cabe que volvemos a toparnos con la derecha. Es, en efecto, la derecha económica y sociológica, de religión cristiana o progresista cristianomorfa mundial, la que ha promovido la entrada masiva de inmigrantes como mano de obra barata en un momento en que las políticas laborales y de vivienda de esa misma derecha habían provocado una caida masiva de la tasas de natalidad, <em>factum</em> que amenazaba con un encarecimiento del precio del trabajo. El hundimiento del comunismo dio el pistoletazo de salida a un ataque generalizado contra los derechos adquiridos de la clase obrera europea, la cual, forzada a competir con gentes que realizan las mismas funciones laborales que ella pero a mitad de precio, tenía que aprender la lección de que su trabajo no valía nada frente a la necesidad del empresario de mantener un tren de vida digno de la oligarquía, es decir, de las personas de verdad. Por su parte, es la derecha política la que se aprovecha electoralmente del problema que la derecha económica y sociológica ha creado en beneficio propio. La inseguridad ciudadana, generada por la política incontrolada de inmigración, es así el tema preferido de los partidos conservadores. Desde luego, esos partidos, en primera instancia, no analizan las causas de la inseguridad que denuncian, y si, en una segunda instancia, empiezan a pescar en las aguas turbias de la justificada xenofobia popular, nunca reconocen que fueron ellos mismos quienes &#8220;importaron&#8221; a los inmigrantes para ampliar el margen de beneficios del capital a cosa del nivel de vida de los trabajadores. Por lo demás, ya hemos visto que la ubicación mediática de las organizaciones políticas contrarias a la inmigración en el espacio de la extrema derecha, no sólo permite mantener controladas dichas reivindicaciones supuestamente xenófobas y racistas bajo un determinado techo electoral, sino recuperar esas bolsas de electores, por el lado derecho del espectro, adoptando algunas de las propuestas que unos meses antes habían sido calificadas de nazis e incompatibles con los principios democráticos. Es el efecto Sarkozy, en virtud del cual la derecha se llena primero el bolsillo con el trabajo esclavo, para luego llenar las urnas con votos de trabajadores que no pueden apoyar en conciencia a la izquierda, pues la única opción que se les presenta contra la política de inmigración se sitúa en el campo ultraderechista y conservador, es decir, el de sus eternos verdugos sociales.</p>
<p> </p>
<p>Nuestro enemigo resume, pues, todos los rasgos de la derecha, que acabo de describir: el racismo, en forma de supremacismo judío y de programa mundial de mestizaje, que también es una forma de racismo, la opresión, la corrupción, la irracionalidad, la involución histórica, la manipulación de la verdad y el genocidio. Quedan por explicar las razones tácticas, con las que concluiré esta conferencia aunque dedicándoles menos espacio, no sea que se nos acuse de reivindicar una izquierda nacional por puro oportunismo. Ya han visto que no es así, porque la estrategia emana directamente de la ideología, la cual marca una divisoria muy clara entre el campo nacional-revolucionario y su enemigo, la derecha burguesa y su tradicional <em>partida de la porra</em>, la extrema derecha. Pero también existen razones tácticas que nos fuerzan a actuar así, pues de ello depende la eficacia social de nuestros ideales éticos.</p>
<p> </p>
<p>En efecto, por una vez, la coyuntura histórica permite hermanar estrategia y táctica adoptando el único camino que nos es dado para salvar la civilización europea de la marea de barbarie procedente de los fundamentalismos judeocristianos e islámicos, actuales dueños de la situación en una Europa acosada en dos frentes: el interior, por los políticos traidores al servicio de poderes mundiales depredadores e irracionales; el exterior, por la inmigración islámica que amenaza convertir nuestro continente en un erial religioso que erradicará los estratos grecorromanos e indoeuropeos, hoy soterrados pero aun presentes, de nuestras culturas, definidas precisamente por el compromiso al servicio de la verdad y por la pregunta que interroga por el ser (Heidegger) en cuanto fundamento de la razón.</p>
<p> </p>
<p>Es la primera vez en los últimos sesenta años que se dan, pues, unas condiciones sociales objetivas favorables a una política nacional-revolucionaria. Dichas condiciones se han ido configurando a medida que la política de inmigración ha convertido nuestro continente en una inmensa zona de aculturación tercermundista que debe aproximarla lo más posible al modelo social, económico y multicultural norteamericano inspirado por en liberalismo y explotado por el racismo sionista de extrema derecha, que sueña con un mundo homogéneo, sin pueblos diferenciados que, desde una identidad propia considerada tan sagrada como la suya, ofrezcan resistencia al rodillo israelita. Este enemigo ultraderechista y racista ve en Europa, no tanto por su poder político cuanto por su herencia cultural, el principal obstáculo al proyecto de nueva utopía postmarxista a escala planetaria. Ahora bien, el tema de la inmigración ha levantado ampollas entre los principales perjudicados por el fenómeno, que no son las clases medias y altas, sino los trabajadores. He explicado ya en muchos lugares que los conceptos políticos de derecha, centro e izquierda tienen sus correlatos sociológicos en las clases altas, medias y bajas, y que un discurso crítico contra la actual política de inmigración no debe basarse en el racismo, la xenofobia y, en general, en postulados conservadores como la salvaguarda del cristianismo frente al islam. El motivo es que el mensaje crítico va dirigido a los trabajadores, mientras que las clases medias y altas se benefician de la inmigración como mano de obra barata. No podemos construir partidos de centro contra la actual política de inmigración, porque el centro pertenece a las clases medias, y carece de sentido intentar vender un producto donde no se detecta demanda alguna. En este caso, no sólo no hay demanda, sino una clara repulsión de dichos estratos pequeño burgueses hacia unos discursos, !oh, horror! neonazis que, además, privan al profesional liberal de su canguro o de su asistenta o de su criada a bajo precio. Otro tanto cabe decir de la derecha, con mayor razón cuanto que ha sido la derecha la que trafica con los inmigrantes para engrosar el &#8220;ejército laboral de reserva&#8221; (Marx) de los parados. El capitalista quiere esclavos y ya los tiene, ¿cómo vamos a pedirle que nos apoye y nos dé su voto contra aquéllo que él mismo ha provocado y le reporta tan pingües beneficios? Por tanto, el trabajador es el único destinatario de nuestro mensaje, el trabajador no cualificado o poco cualificado, intercambiable por la carne de cañón inmigrante. El obrero, el empleado, incluso el funcionario, representa a la inmensa mayoría de la nación y por ende encarna a la nación misma. Las clases medias y altas se han desterritorializado desde hace décadas, pertenecen, material y espiritualmente, al mundo globalizado que los EEUU están construyendo y su única herencia cultural, el cristianismo, refuerza tales vínculos en lugar de obstaculizarlos. Pero el trabajador es y se considera de izquierdas y ateo. A nivel táctico no podemos esperar que el trabajador adopte nuestro lenguaje, de carácter ideológico, sino que hemos de ser nosotros quienes hablemos el suyo. Y el suyo no conoce ideologías, sino sólo problemas cotidianos relativos al trabajo, al pago de la hipoteca y a la manutención y educación de los hijos. El trabajador que en estos mismos momentos engrosa las filas del paro, que pronto caerá en una pobreza que afectará al 40% de la población, ese hombre manipualdo por todos, es, empero, el depositario del futuro de Europa y, cuando la crisis toque fondo, la promesa de un nuevo socialismo. Por este motivo no podemos dudar cuando algún día nos pregunte si somos de izquierdas o derechas, diciéndole que ni una cosa ni otra o que somos de centro. No podemos esperar que de este discurso salga otra cosa que el fracaso de nuestra causa, que es también la suya, aunque quizá todavía no lo sepa. Gracias por escucharme.</p>
<p> </p>
<p>Jaume Farrerons</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Leopardo (Il Gattopardo)]]></title>
<link>http://cinemaeaminhapraia.com.br/2009/05/19/o-leopardo-il-gattopardo/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 08:13:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>LELLA</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;Em 1860, Garibaldi inicia o movimento de unificação de Itália. D. Fabrício (Burt Lancaster) é]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h5 style="font-weight:normal;"><a href="http://lella.wordpress.com/files/2009/05/o-leopardo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3251" title="o-leopardo" src="http://lella.wordpress.com/files/2009/05/o-leopardo.jpg" alt="o-leopardo" width="499" height="375" /></a>&#8220;<em>Em 1860, Garibaldi inicia o movimento de unificação de Itália. D. Fabrício (Burt Lancaster) é um aristocrata que tenta manter o anterior modo de vida, apesar dos tempos de mudança. Para ele, a ascensão da burguesia é uma ameaça. Mas numa manobra astuta, combina o casamento do seu sobrinho Tancredi (Alain Delon) com Angélica (Claudia Cardinale), filha de um rico e influente administrador de propriedades. Fiel aos seus valores, este aristocrata consegue assim manter acesa a chama do antigo regime.</em> &#8216;<em>Tudo deve mudar para que tudo fique como está</em>.&#8217; (<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Giuseppe_Tomasi_di_Lampedusa">Giuseppe T. di Lampedusa</a>)&#8221;</h5>
<p>Não vi muito do <a href="http://www.imdb.com/name/nm0899581/">Visconti</a>, mas dos que conheço, esse, &#8216;<strong>O Leopardo</strong>&#8216; (Il Gattopardo) é o melhor. Um verdadeiro tratado sobre a decadência (tanto quanto de um homem quanto de uma classe) e a autoridade como uma busca pela compensação à fragilidade.</p>
<p>Tudo transpira genialidade aqui. A caracterização dos cenários e figurinos, a trilha&#8230; O plano inicial focando na mansão é belíssimo. A cena em que o empregado avisa que algo está acontecendo lá fora e todos permanecem calados esperando o personagem do Burt Lancaster terminar suas preces demonstra o respeito e a autoridade que ele impunha, mesmo que apenas como um escape para disfarçar sua insegurança, afinal os tempos mudavam e outra classe estava para assumir o poder.</p>
<p>Ele precisava lidar com isso e o sentimento de &#8216;<a href="http://lella.wordpress.com/2009/03/02/o-ninho-vazio-el-nido-vacio/">Ninho Vazio</a>&#8216;, sentimento este cada vez mais profundo e externado na (genial) sequência do baile, quando ele dança com a jovem no baile e, mesmo galante, é rejeitado pela moça que o acha &#8216;velho&#8217;. Nessa hora, ele para diante de um espelho e pela primeira vez se vê velho&#8230; E chora! Uma das mais belas do filme ao lado da que ele permanece de pé com o olhar vidrado em um quadro que retratava um homem morto em sua cama (esse momento onde o personagem parece estar em transe demonstra a estreita relação dele com esse sentimento de uma morte próxima).</p>
<p>Aliás, as sequências do baile são o melhor do filme (ou não &#8211; é tanta coisa maravilhosa aqui). Carregada de sutilezas, impossível julgar com uma assistida apenas (eu só vi 3 vezes e considero muito pouco), sendo a maior delas o próprio baile, uma grande alegoria que à transição de uma classe dominante à outra.</p>
<p>No mais, cito o Alain Delon, carismático como sempre, carregando com perfeição no cinismo de seu personagem e um elenco de apoio sobre o qual não posso comentar mais a fundo por não conhecer bem, mas que se mostra muito bem no longa.</p>
<p>E algo que não pode deixar de ser dito&#8230;</p>
<p>Esse filme é uma das maiores provas de que <strong>o Oscar não pode ser considerado como referência de nada</strong>&#8230;</p>
<p>Num dos anos mais vergonhosos de sua história, &#8216;As Aventuras de Tom Jones&#8217; leva a estatueta de Melhor Filme, desbancando &#8216;A Conquista do Oeste&#8217; do Ford e &#8216;Cleópatra&#8217;. E &#8216;O Leopardo&#8217; nem mesmo indicação recebe.</p>
<p>É uma dessas que me faz ter (mais) orgulho do meu amado &#8216;<a href="http://lella.wordpress.com/2008/07/25/rocky-um-lutador/">Rocky</a>&#8216;.</p>
<p>Por: Luiz Carlos Freitas.</p>
<p><strong>O Leopardo (Il Gattopardo)</strong>. 1963. Itália. Diretor: Luchino Visconti. Elenco: Burt Lancaster, Claudia Cardinale, Alain Delon, Terence Hill, Giuliano Gemma, <a href="http://www.imdb.com/title/tt0057091/fullcredits#cast">cast</a>. Gênero: Drama, História, Romance, Guerra. Duração: 187 minutos.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[¿Qué tienen en común Enrico Caruso, Bugs Bunny y un Ballenato?]]></title>
<link>http://paty3008.wordpress.com/2009/05/12/opera-y-caricaturas/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 19:44:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>paty3008</dc:creator>
<guid>http://paty3008.wordpress.com/2009/05/12/opera-y-caricaturas/</guid>
<description><![CDATA[Por: Patricia Díaz Terés “No basta con oír la música; además hay que verla”. Igor Stravinski Alabada]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Por: Patricia Díaz Terés “No basta con oír la música; además hay que verla”. Igor Stravinski Alabada]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Luis Alberto Mendieta: El Proyecto Singapur, 1ra. parte]]></title>
<link>http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/2009/05/09/el-proyecto-singapur-1ra-parte/</link>
<pubDate>Sat, 09 May 2009 16:12:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luis Alberto Mendieta</dc:creator>
<guid>http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/2009/05/09/el-proyecto-singapur-1ra-parte/</guid>
<description><![CDATA[Mirando el caso de una ciudad tan exitosa como Singapur, cualquier persona, por sencilla que sea, en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/files/2009/05/guayaquil_malecon2000.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1673" title="Guayaquil_Malecon2000" src="http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/files/2009/05/guayaquil_malecon2000.jpg" alt="Guayaquil_Malecon2000" width="233" height="174" /></a>Mirando el caso de una ciudad tan exitosa como Singapur, cualquier persona, por sencilla que sea, entenderá entusiasmada que quien pretenda convertir a Guayaquil en algo similar, tiene mucho patriotismo y las mejores intenciones del mundo. De hecho, quienquiera que contradiga tal proyecto, ante la mirada de quienes acaricien la posibilidad de convertir a Guayaquil en una ciudad enormemente rica y próspera, será considerado, cuando menos, por loco, por regionalista o hasta por envidioso. Es perfectamente comprensible.</p>
<p>Visto así el asunto, más de un compatriota opinaría igual, pero es sólo analizando la idea y razonando sobre sus autores, que se puede entender mejor la propuesta y su  fanatismo subyacente.</p>
<p><strong>Antecedentes.</strong></p>
<p>Los llamados a sí mismos ‘patricios’ guayaquileños, han tenido siempre la secreta ambición de hacerse con una ciudad-estado que pudieran controlar a su antojo, bajo la consideración de que NUNCA sus intereses de clase podrán coincidir totalmente con los de un contexto más grande, como el país de turno.</p>
<p>Así, España tenía el inconveniente de cargar de impuestos a toda la región y era menester liberarse de la Metrópoli para dejar el oro de las cargas impositivas en las arcas personales de los señores feudales criollos. Ni hablar del control del gobierno, que reportaría enormes beneficios a los mencionados personajes. Fue así como Guayaquil se integró al proceso revolucionario. Suena usual, pues en toda América Hispana el razonamiento fue más o menos parecido, con pocas diferencias.</p>
<p>Luego vino la República. Allí tampoco se sintieron en sazón, porque el poder TOTAL que perseguían estaba supeditado a una ley que los rebasaba y dejaba en la categoría de segundones, pues la autoridad nacional estuvo y está sobre su autoridad de ‘aristócratas’ porteños, cuya máxima dignidad local es la de alcalde, de modo que empezaron a construir mecanismos que les permitieran tomar control omnímodo del país. Naturalmente, además de ellos, había otros grupos con ideas más o menos tan radicales como las suyas, de modo que no siempre pudieron salirse con la suya, así que el plan de hacerse con instituciones del Estado como el poder ejecutivo, que pudieran favorecer sus intereses a gusto y sabor, no siempre fue posible, aunque aquí cabe mencionar a la Junta de Beneficencia como uno de sus bastiones.</p>
<p>Esta institución de beneficencia favorece casi exclusivamente a Guayaquil, bajo un monopolio (la lotería), que además impide injustamente que otras ciudades promuevan juegos similares para beneficio de sus comunidades, en un caso flagrante de injusticia histórica y económica. Detrás, como siempre, subyace el fanatismo de un grupo de ‘patricios’, gente abrumadoramente cargada de prejuicios: hombres y mujeres que viven en un pasado feudalista enterrado hace más de doscientos años, para quienes la piel blanca, el apellido tradicional (o extranjero) y la fortuna sirven de señas particulares del ‘legítimo guayaquileño’, con excepción de  los libaneses, cuya piel olivácea debió encajarse en su grupo social con habilidad política, abundante dinero en efectivo y muchas alianzas de sangre.</p>
<p>Los demás son siervos de la gleba<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Basti%C3%B3n_Popular"><img class="alignright size-full wp-image-1674" title="I_Bastión_antes_de_la_invasión_11" src="http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/files/2009/05/i_bastion_antes_de_la_invasion_11.jpg" alt="I_Bastión_antes_de_la_invasión_11" width="254" height="165" /></a>, gente utilitaria y advenediza, tal como se conceptuaba en el siglo dieciséis en la península ibérica a los descendientes de árabes con española, o a todo aquél que no era distinguido por un título nobiliario o por patrimonio familiar.</p>
<p>&#8212;</p>
<p>Tema de la próxima entrega: <strong><a href="http://unidadsiporelcambio.wordpress.com/2009/05/20/luis-alberto-mendieta-el-proyecto-singapur-2a-parte/">Un poco de genealogía</a>.</strong></p>
<p>&#8212;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/aVcvXbASuO8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/aVcvXbASuO8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Guayaquil de mis amores, en la voz de un hombre del pueblo: Julio Jaramillo Laurido</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Crise do Mundo Moderno - Parte 2]]></title>
<link>http://oflorilegio.wordpress.com/2009/05/05/a-crise-do-mundo-moderno-parte-2/</link>
<pubDate>Tue, 05 May 2009 23:46:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>brunobonfante</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este é o segundo post da série &#8220;A Crise do Mundo Moderno&#8221;, título de um livro de René Gu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;"><strong>Este é o segundo post da série &#8220;A Crise do Mundo Moderno&#8221;, título de um livro de René Guénon escrito em 1927. Vale a pena comentar que a situação piorou muito de lá pra cá, haja vista a invasão ocidental ao oriente, que tomou proporções estratosféricas.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="color:#339966;"><strong>Prosseguiremos então com novos trechos:<br />
</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Visto que acabei por falar do “<strong>experimentalismo</strong>”, devo aproveitar a ocasião para responder a uma pergunta que se pode colocar a este respeito: por que é que as <strong>ciências </strong>propriamente experimentais receberam, na civilização moderna, um desenvolvimento  que nunca tiveram noutras civilizações? É que estas ciências são as do mundo sensível, as da matéria, e também são as que dão lugar a aplicações práticas mais imediatas. O seu desenvolvimento, acompanhado do que eu chamaria de boa vontade a “superstição do fato”, corresponde, então, às tendências especificamente modernas, enquanto, pelo contrário, as épocas precedentes não tinham encontrado aí suficientes motivos de interesse para se prenderem a elas a ponto de desprezar os conhecimentos de ordem superior.</p>
<p style="text-align:justify;">É necessário compreender que não se trata de declarar ilegítimo em si mesmo um conhecimento qualquer, mesmo que seja inferior; o que é ilegítimo é apenas o <strong>abuso </strong>que se produz quando coisas deste gênero absorvem <strong>toda a atividade humana</strong>, tal como vemos atualmente. Poderíamos mesmo conceber que, numa <strong>civilização normal</strong>, ciências constituídas por um método experimental estivessem ligadas aos princípios, tal como outras, e providas, assim, de um real valor especulativo. De fato, se este valor não parece ter-se apresentado é que a atenção foi dada de preferência a outro aspecto, e também porque, quando se tratava de estudar o mundo sensível na medida em que parecia interessante fazê-lo, os dados tradicionais permitiam efetuar mais favoravelmente esse estudo por outros métodos e de um outro ponto de vista.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Trata-se também, para esses mesmos filósofos, de ligar o seu nome a um “<strong>sistema</strong>”, quer dizer, a um conjunto de teorias estritamente reduzido e limitado que seja bem deles, que não seja outra coisa senão a sua própria obra. Daí o desejo de <strong>ser original a todo preço</strong>, mesmo que a verdade deva ser sacrificada a essa originalidade: mais vale, para o prestígio de um filósofo, inventar um erro novo do que repetir uma verdade que foi já exprimida por outros. Essa forma do <strong>individualismo</strong>, à qual se devem tantos “sistemas” contraditórios uns aos outros, quando não o são em si mesmos, encontra-se tanto entre os <strong>sábios </strong>como entre os <strong>artistas </strong>modernos, mas é talvez entre os <strong>filósofos </strong>que se pode ver mais nitidamente a <strong>anarquia intelectual</strong> que é a sua inevitável conseqüência. Numa <strong>civilização tradicional</strong> é quase inconcebível que um homem pretenda reivindicar a <strong>propriedade de uma idéia</strong>, e, em todo o caso, se o faz, por esse mesmo fato retira-lhe todo o crédito e toda a autoridade, porque a reduz assim a ser apenas uma espécie de fantasia sem qualquer alcance real: <strong>se uma idéia é verdadeira, ela pertence igualmente a todos aqueles que são capazes de compreendê-la</strong>; se ela é falsa, não há motivo para se vangloriar de tê-la inventado. Uma <strong>idéia verdadeira</strong> não será &#8220;nova&#8221;, porque a verdade não é um produto do espírito humano, existe independentemente de nós e temos somente que a conhecer. Fora desse conhecimento só pode haver o erro; mas, no fundo, estarão os modernos preocupados com a verdade e saberão mesmo ainda o que ela é? Também aí as palavras perderam o seu sentido, visto que alguns, como os &#8220;<strong>pragmatistas</strong>” contemporâneos, chegam a ponto de atribuir abusivamente este nome “verdade” ao que é muito simplesmente a utilidade prática, ou seja, a algo que é inteiramente estranho à ordem intelectual.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Mas não é tudo: o <strong>individualismo </strong>arrasta inevitavelmente consigo o “<strong>naturalismo</strong>”, visto que tudo o que está para além da Natureza está, por isso mesmo, fora do alcance do indivíduo enquanto tal. “Naturalismo” e <strong>negação da Metafísica </strong>são uma e a mesma coisa, e como que a i<strong>ntuição intelectual</strong> é desconhecida, não há mais Metafísica possível. Enquanto alguns se obstinam, no entanto, em construir uma “<strong>pseudo-Metafísica</strong>” qualquer, outros reconhecem mais francamente essa impossibilidade; daí o “<strong>relativismo</strong>” sob todas as suas formas, seja o “<strong>criticismo</strong>” de <strong>Kant </strong>ou o “<strong>positivismo</strong>” de <strong>Auguste Comte</strong>.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Tal é, com efeito, a posição tomada por essa forma do “<strong>evolucionismo</strong>” que é o “<strong>intuicionismo</strong>” <strong>bergsoniano</strong>, o qual, bem entendido, é tão <strong>individualista </strong>e <strong>antimetafísico </strong>quanto o “<strong>racionalismo</strong>” e, embora critique justamente este, cai ainda mais baixo ao fazer apelo a uma faculdade propriamente <strong>infra-racional</strong>, a uma <strong>intuição sensível</strong> bastante mal definida e mais ou menos misturada com imaginação, instinto e sentimento.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]para o ponto de vista que eu adoto, o c<strong>omeço dessa ruptura</strong> data do <strong>século 16</strong> e de fato é aí, e não um ou dois séculos mais tarde, que se deve fazer começar os <strong>tempos modernos</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">É sobre essa <strong>ruptura com a Tradição</strong> que insistirei ainda, visto que foi dela que nasceu o Mundo Moderno, cujas características próprias todas poderiam ser resumidas numa só: a oposição ao espírito tradicional, que é o <strong>individualismo</strong>. Isto, de resto, está em perfeito acordo com o que foi dito até aqui, visto que são a <strong>intuição intelectual</strong> e a d<strong>outrina metafísica pura</strong> que estão no princípio de toda a <strong>civilização tradicional</strong>; negando-se o princípio negam-se também todas as conseqüências, pelo menos implicitamente e, assim, todo o conjunto que verdadeiramente merece o nome de Tradição encontra-se destruído por isso mesmo.[..]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Significaria isto que, pelo menos aí[no <strong>Catolicismo</strong>], podemos falar de uma conservação integral da Tradição, ao abrigo de qualquer ataque do espírito moderno? <strong>Infelizmente não parece que seja assim</strong>; ou, para falar com mais exatidão, se o depósito da Tradição permaneceu intacto, o que já é muito, é bastante duvidoso que o seu sentido profundo seja ainda compreendido efetivamente, mesmo por uma elite pouco numerosa, cuja existência se manifestaria sem dúvida por uma ação, ou melhor, por uma influência que de fato não verificamos em parte nenhuma. Trata-se, então, certamente, do que chamaríamos de bom grado de <strong>conservação no estado latente</strong>, permitindo sempre, àqueles que forem capazes disso, encontrar o sentido da Tradição, mesmo que esse sentido não fosse atualmente consciente para ninguém.<br />
Há também, aliás, dispersos aqui e ali no Mundo ocidental, fora do domínio religioso, muitos <strong>sinais </strong>ou <strong>símbolos </strong>que provêm de <strong>antigas doutrinas tradicionais</strong> e que <strong>são conservados sem serem compreendidos</strong>. Nesses casos, um contato com o <strong>espírito tradicional plenamente vivo</strong> é necessário para despertar o que está assim mergulhado numa espécie de sono, para restaurar a compreensão perdida. E, repito, é sobretudo nesse aspecto que o Ocidente terá necessidade do auxílio do <strong>Oriente </strong>se quiser voltar à <strong>consciência da sua própria Tradição</strong>.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Mas, falando do <strong>estado presente do catolicismo</strong>, quem quisesse entender a maneira como ele é encarado pela grande maioria dos seus próprios aderentes seria obrigado a verificar uma ação mais positiva do espírito moderno, se essa expressão pode ser utilizada para algo que, na realidade, é <strong>essencialmente negativo</strong>.[..]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Alguém pode julgar-se sinceramente <strong>religioso </strong>e, no fundo, não o ser de modo nenhum, pode mesmo afirmar-se “<strong>tradicionalista</strong>” sem possuir a menor noção do <strong>verdadeiro espírito tradicional</strong>; esse é um dos sintomas da desordem mental da nossa época. O estado de espírito ao qual faço alusão é, primeiramente, aquele que consiste, se assim se pode dizer, em <strong>“minimizar” a religião</strong>, em fazer dela uma coisa que se põe à parte, à qual se indica um lugar bem delimitado e tão estreito quanto possível, algo que não tem nenhuma influência real sobre o resto da existência e que está isolada dela por uma espécie de divisão estanque. <strong>Haverá hoje muitos católicos que tenham na vida corrente maneiras de pensar e de agir sensivelmente diferentes das dos seus contemporâneos mais &#8220;arreligiosos”?</strong>[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]É também a <strong>ignorância </strong>quase completa do <strong>ponto de vista doutrinal</strong>, e mesmo a <strong>indiferença </strong>a respeito de tudo o que se lhe refere. A <strong>religião</strong>, para muitos, é simplesmente uma questão de “<strong>prática</strong>”, de <strong>hábito</strong>, para não dizer de <strong>rotina</strong>, e abstêm-se cuidadosamente de procurar compreender o que quer que seja, chegam mesmo a pensar que é <strong>inútil </strong>compreender ou talvez que não há nada para compreender.<strong> </strong>De resto, <strong>se compreendessem verdadeiramente a religião</strong>, poderiam atribuir-lhe um lugar tão medíocre entre as suas preocupações? A <strong>doutrina </strong>encontra-se, então, de fato <strong>esquecida </strong>ou reduzida a quase nada, o que se aproxima singularmente da concepção protestante, porque é um efeito das mesmas tendências modernas, <strong>opostas a toda intelectualidade</strong>; e o mais deplorável é que o <strong>ensino que é dado geralmente</strong>, em lugar de reagir contra esse estado de espírito, pelo contrário favorece-o, adaptando-se bem demais a ele.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]<strong>Fala-se sempre de moral, não se fala quase nunca de doutrina</strong>, sob pretexto de que esta não seria compreendida; <strong>a religião agora não é mais do que “</strong><strong>moralismo”[e "sentimentalismo"]</strong> ou, pelo menos, parece que ninguém quer mais ver o que ela é <strong>realmente</strong>, e que se trata de coisa diferente. Se ainda se chega, no entanto, a falar algumas vezes de <strong>doutrina</strong>, é em geral para rebaixá-la, <strong>discutindo </strong>com adversários no seu próprio terreno “profano”, o que conduz inevitavelmente a fazer-lhes as concessões mais injustificadas.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]No domínio das <strong>opiniões individuais</strong> pode-se sempre <strong>discutir</strong>, porque não se ultrapassa a <strong>ordem racional </strong>e porque, não fazendo apelo a qualquer <strong>princípio superior</strong>, é fácil encontrar argumentos mais ou menos válidos para sustentar os “prós” e os “contras”. Pode-se mesmo, em muitos casos, <strong>prosseguir a discussão indefinidamente</strong>, <strong>sem chegar a nenhuma solução</strong>, e é assim que quase toda a <strong>Filosofia moderna</strong> é feita de equívocos e de questões mal postas. Bem longe de esclarecer as questões, como se supõe vulgarmente, a <strong>discussão </strong>quase sempre meramente as desloca, senão mesmo as <strong>obscurece </strong>ainda mais; e o resultado mais habitual é que cada um, <strong>esforçando-se por convencer o seu adversário, agarra-se cada vez mais à sua própria opinião</strong> e encerra-se nela de modo ainda mais exclusivo do que antes.<br />
Em tudo isso, no fundo, <strong>não se trata de chegar ao conhecimento da verdade</strong>, mas de ter razão apesar de tudo ou, pelo menos, a persuadir-se a si próprio, se não for possível persuadir os outros. Essa impossibilidade, aliás, será ainda mais lamentada porque se mistura sempre nisso a necessidade de “<strong>proselitismo</strong>” que é também um dos elementos mais característicos do <strong>espírito ocidental</strong>.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Mas volto ainda um instante à introdução dos hábitos de <strong>discussão </strong>em domínios nos quais esta não deveria entrar, para dizer claramente isto: a atitude “<strong>apologética</strong>” é, em si mesma, uma atitude extremamente fraca, porque é puramente “defensiva”, no sentido jurídico desta palavra.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]<strong>Aqueles que são qualificados para falar em nome de uma doutrina tradicional não têm que discutir com os “profanos” nem que entrar em “polêmica”; só têm que expor a doutrina tal como ela é, para aqueles que a podem compreender, e, ao mesmo tempo, denunciar o erro por toda a parte onde ele se encontre, fazendo-o aparecer como tal e projetando sobre ele a luz do verdadeiro conhecimento.</strong> O seu papel não é o de encetar um <strong>combate </strong>e comprometer nele a <strong>doutrina</strong>, mas sim de fazer o <strong>juízo </strong>que têm o <strong>direito </strong>de emitir se possuem mesmo os <strong>princípios </strong>que devem inspirá-los infalivelmente. O domínio da <strong>luta </strong>é o da <strong>ação</strong>, ou seja, o <strong>domínio individual e temporal</strong>; o “<strong>motor imóvel</strong>” produz e dirige o movimento sem ser arrastado por ele. O <strong>conhecimento </strong>ilumina a ação sem participar nas suas vicissitudes, o <strong>espiritual </strong>guia o temporal sem se misturar nele, e, assim, cada coisa permanece na sua ordem, no lugar que lhe compete na hierarquia universal. <strong>Mas, no Mundo Moderno, onde se pode encontrar ainda a noção de uma verdadeira hierarquia?</strong> Já nada nem ninguém se encontra no lugar onde devia normalmente estar; os homens já não reconhecem nenhuma autoridade efetiva na <strong>ordem espiritual</strong>, nenhum poder legítimo na <strong>ordem temporal</strong>. Os “<strong>profanos</strong>” permitem-se discutir as coisas <strong>sagradas</strong>, contestar-lhe esse caráter e até a própria existência; é o inferior que julga o superior, a ignorância que impõe limites à sabedoria, o erro que ultrapassa a verdade, o humano que toma o lugar do divino, a Terra que toma a dianteira ao Céu, o indivíduo que se faz medida de todas as coisas e pretende ditar ao Universo leis tiradas inteiramente da sua própria razão relativa e falível. “Ai de vós, guias cegos”, diz-se no Evangelho; hoje, efetivamente, só se vêem por toda a parte cegos que conduzem outros cegos e que, se não forem detidos a tempo, os conduzirão fatalmente ao abismo, onde cairão com eles.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]desprezou-se a<strong> natureza dos indivíduos</strong> antes de se chegar a ponto de não fazer qualquer caso dela. Mais tarde, no entanto, ela foi erigida pelos modernos em <strong>pseudo-princípio</strong> sob nome de “<strong>igualdade</strong>”. Seria muito fácil mostrar que a igualdade não pode existir em lugar nenhum, pela simples razão de que não poderia haver dois seres que fossem ao mesmo tempo realmente distintos e inteiramente semelhantes entre si sob todos os aspectos. Seria fácil também salientar todas as conseqüências absurdas que decorrem dessa idéia quimérica, em nome da qual se pretende impor por toda parte uma completa uniformidade, por exemplo distribuindo a todos <strong>ensino idêntico</strong>, como se todos fossem igualmente aptos a compreender as mesmas coisas e como se para as fazer compreender os mesmos métodos conviessem a todos indistintamente. Pode-se, aliás, perguntar se não se trata mais de “<strong>aprender</strong>” do que de “<strong>compreender</strong>” realmente, ou seja, se a <strong>memória </strong>não é substituta da <strong>inteligência </strong>na concepção inteiramente verbal e “livresca” do <strong>ensino atual</strong>, em que se visa apenas a acumulação de noções rudimentares e heteróclitas, e em que <strong>a qualidade é inteiramente sacrificada à quantidade,</strong> tal como se produz por toda a parte, no <strong>Mundo Moderno</strong>, por razões que explicarei mais completamente a seguir: é sempre a dispersão na multiplicidade.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Se a competência dos “<strong>especialistas</strong>” é muitas vezes ilusória e, em todo o caso, limitada a um domínio muito estreito, a crença nessa competência é, todavia, um fato e podemos perguntar como é possível que essa crença não desempenhe qualquer papel quando se trata da carreira dos <strong>homens políticos</strong>, em que a <strong>incompetência mais completa raramente é obstáculo</strong>. No entanto, se refletimos nesse fato percebemos facilmente que não há nisso nada de que nos devamos espantar, pois trata-se, em suma, apenas do resultado muito natural da concepção “<strong>democrática</strong>”, em virtude da qual o poder vem de baixo e apóia-se essencialmente sobre a maioria, o que tem necessariamente por corolário a exclusão de toda verdadeira <strong>competência</strong>, porque <strong>a competência é sempre uma superioridade pelo menos relativa e só pode ser o apanágio de uma minoria</strong>.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Se se define a “<strong>democracia</strong>” como o governo do povo por si mesmo, trata-se de uma verdadeira impossibilidade, uma coisa que nem mesmo pode ter simples existência de fato, e não mais na nossa época do que em qualquer outra. Não devemos nos deixar enganar pelas palavras, e é contraditório admitir que os mesmos homens possam ser simultaneamente governantes e governados, visto que, para utilizar a linguagem aristotélica, um mesmo ser não pode ser “em ato” e “em potência” ao mesmo tempo e sob o mesmo aspecto. Há uma relação que supõe necessariamente dois termos em presença; não poderia haver <strong>governados </strong>se não houvesse também <strong>governantes</strong>, ainda que <strong>ilegítimos </strong>e sem outro direito ao poder que aquele que atribuíram a si mesmos; <strong>mas a grande habilidade dos dirigentes, no Mundo Moderno, é a de fazer crer ao povo que ele se governa a si próprio</strong>. E o povo deixa-se persuadir de boa vontade, tanto mais porque se sente lisonjeado com isso e é incapaz de refletir bastante para ver o que há aí de impossível.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]<strong>é a opinião da maioria que supostamente faz a lei, mas falta perceber que a opinião é algo que se pode facilmente dirigir e modificar</strong>. Pode-se sempre, com o auxílio de sugestões apropriadas, provocar nela correntes dirigidas neste ou naquele sentido determinado; já não me lembro quem falou em “<strong>fabricar a opinião</strong>” e esta expressão é completamente justa, embora se deva dizer que não são sempre os dirigentes visíveis que têm realmente à sua disposição os meios necessários para obter esse resultado. Esta última observação dá-nos certamente a razão pela qual <strong>a incompetência dos políticos mais destacados parece ter apenas uma importância muito relativa</strong>; mas como não se trata aqui de desmontar as engrenagens do que se poderia chamar de “<strong>máquina governativa</strong>”, limito-me a assinalar que essa mesma incompetência oferece a vantagem de manter a <strong>ilusão </strong>que acabo de mencionar: é somente nessas condições, efetivamente, que os políticos em questão podem aparecer como a <strong>emanação da maioria</strong>, sendo assim feitos à sua imagem, porque <strong>a maioria, seja qual for o assunto acerca do qual for chamada a dar a sua opinião, é sempre constituída pelos incompetentes, cujo número é incomparavelmente maior do que o dos homens que são capazes de se pronunciar com perfeito conhecimento de causa</strong>.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...] Pode-se fazer intervir, a este respeito, certas observações de “<strong>psicologia coletiva</strong>” e lembrar notadamente o fato bastante conhecido de que, numa multidão, o conjunto das reações mentais que se produzem entre os indivíduos que a compõem leva à formação de uma espécie de resultante que não está nem sequer no nível da média, mas no nível dos elementos mais inferiores.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Haveria aqui lugar para fazer notar, por outro lado, como certos <strong>filósofos modernos</strong> quiseram transportar para a ordem intelectual a teoria “<strong>democrática</strong>” que faz prevalecer a opinião da maioria, fazendo do que chamam de “<strong>consenso universal</strong>” um pretenso “<strong>critério da verdade</strong>”. Mesmo supondo que haja efetivamente uma questão acerca da qual todos os homens estejam de acordo, esse acordo não provaria nada em si mesmo; mas, além disso, se essa unanimidade existisse realmente, o que é tanto mais duvidoso quanto há sempre muitos homens que não têm nenhuma opinião sobre qualquer questão e que nunca a definiram, seria em todo caso impossível verificá-la de fato, pelo que, o que se invoca a favor de uma opinião e como sinal da sua verdade reduz-se a ser apenas o <strong>consentimento do maior número</strong>, e ainda restringindo-se a um meio forçosamente muito <strong>limitado no espaço e no tempo</strong>. Neste domínio aparece ainda mais claramente que a teoria carece de bases, porque é mais fácil subtrair-se à influência do <strong>sentimento </strong>que, pelo contrário, entra em jogo quase inevitavelmente quanto se trata do domínio <strong>político</strong>, e essa influência é um dos principais obstáculos à compreensão de certas coisas, mesmo entre aqueles que teriam capacidade intelectual largamente suficiente para alcançar sem dificuldade essa compreensão. <strong>Os impulsos emotivos impedem a reflexão</strong>, e uma das mais vulgares habilidades da política é a que consiste em tirar partido dessa incompatibilidade.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]A <strong>multiplicidade </strong>vista fora do seu <strong>princípio</strong>, e que desse modo não pode mais ser remetida à <strong>unidade</strong>, é, na ordem social, a <strong>coletividade</strong> concebida como sendo simplesmente a soma aritmética dos indivíduos que a compõem, e que com efeito é apenas isso mesmo, quando não se encontra ligada a qualquer <strong>princípio superior</strong> aos indivíduos. E a <strong>lei da coletividade</strong>, sob este aspecto, é bem essa lei do maior número sobre a qual se funda a idéia “<strong>democrática</strong>”.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Dito isto, devo ainda insistir numa conseqüência imediata da idéia &#8220;<strong>democrática</strong>&#8220;, que é a <strong>negação da elite</strong> entendida na sua única acepção legítima; não é propriamente “por acaso” que “<strong>democracia</strong>” se opõe a “<strong>aristocracia</strong>”, esta última palavra designando precisamente, pelo menos quando é tomada no seu <strong>sentido etimológico</strong>, <strong>o poder da elite</strong>. A <strong>elite</strong>, de qualquer modo, por definição só pode ser um pequeno número, e o seu poder, ou antes, a sua autoridade, que vem apenas da sua <strong>superioridade intelectual</strong>, nada tem em comum com a <strong>força numérica</strong> sobre a qual repousa a “<strong>democracia</strong>”, cujo caráter essencial é o de <strong>sacrificar a minoria à maioria</strong>, e também por isso mesmo, como dizíamos mais acima, <strong>a qualidade à quantidade</strong>, e, portanto, <strong>a elite à massa</strong>. Assim, o papel diretor de uma <strong>verdadeira elite</strong> e a sua própria existência, porque ela desempenha forçosamente esse papel desde que exista, são radicalmente incompatíveis com a “<strong>democracia</strong>”, que está inteiramente ligada à concepção “<strong>igualitária</strong>”, quer dizer, à <strong>negação de toda a hierarquia</strong>. O próprio fundo da idéia “<strong>democrática</strong>” é o de que qualquer indivíduo vale tanto como outro porque são iguais numericamente, e embora só o possam ser numericamente.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]<strong>Uma autêntica elite</strong>, como já disse, <strong>só pode ser intelectual</strong>; é por isso que a “<strong>democracia</strong>” apenas se pode instaurar onde a <strong>pura intelectualidade</strong> já não existe, o que é efetivamente o caso do <strong>Mundo Moderno</strong>. Somente, como a igualdade é impossível de fato, e como não se podem suprimir praticamente todas as diferenças entre os homens, apesar de todos os esforços de nivelamento, <strong>chega-se, por um curioso ilogismo, a ponto de inventar falsas elites, aliás, </strong><strong>múltiplas, que pretendem substituir a única elite real</strong>. Essas <strong>falsas elites </strong>são baseadas na consideração de quaisquer superioridades, eminentemente relativas e contingentes, e sempre de <strong>ordem puramente material</strong>. Podemo-nos aperceber facilmente disso notando que <strong>a distinção social que mais conta no atual estado de coisas é a que se baseia na fortuna, isto é, sobre uma superioridade toda ela exterior e de ordem exclusivamente quantitativa</strong> – a única, em suma, que é conciliável com a “<strong>democracia</strong>”, porque procede do mesmo ponto de vista.[...]&#8220;</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;[...]Parece-me que estas curtas reflexões são suficientes para caracterizar o <strong>estado social do mundo contemporâneo</strong> e, ao mesmo tempo, para mostrar que nesse domínio, como em todos os outros, só há um único meio de <strong>sair do caos</strong>: a <strong>restauração da intelectualidade</strong> e, por conseqüência, a <strong>reconstituição de uma elite que atualmente deve ser encarada como inexistente no Ocidente</strong>, porque não se pode dar esse nome a alguns elementos isolados e sem coesão que representam apenas, de certo modo, <strong>possibilidades não desenvolvidas</strong>. Com efeito, esses elementos, em geral, têm apenas tendências ou aspirações, que os levam sem dúvida a reagir contra o espírito moderno, mas sem que a sua influência se possa exercer de maneira efetiva. O que lhes falta é o <strong>verdadeiro conhecimento</strong>, são os <strong>dados tradicionais</strong> que não se improvisam, e que uma inteligência entregue a si própria, sobretudo em circunstâncias tão desfavoráveis em todos os aspectos, não pode substituir senão muito imperfeitamente e em fraca medida. Não há, então, senão esforços dispersos e que muitas vezes se perdem por falta de <strong>princípios </strong>e de <strong>direção doutrinal</strong>; poder-se-ia dizer que o <strong>Mundo Moderno</strong> se defende pela sua própria <strong>dispersão</strong>, à qual os seus próprios adversários não conseguem subtrair-se. Será assim enquanto estes se mantiverem no terreno“<strong>profano</strong>”, em que o espírito moderno tem vantagem evidente, visto que é esse o seu campo próprio e exclusivo. Aliás, se eles se mantêm aí é porque esse espírito tem ainda sobre eles, apesar de tudo, forte domínio. <strong>É por isso que tantas pessoas, embora animadas de incontestável boa vontade, são incapazes de compreender que se deve necessariamente começar pelos princípios, e obstinam- se em gastar as suas forças neste ou naquele domínio relativo, social ou de outro tipo, embora nada de real ou de duradouro possa ser feito nessas condições</strong>. <strong>A</strong> <strong>verdadeira elite</strong>, pelo contrário, <strong>não teria que intervir diretamente nesses domínios nem que se misturar com a ação exterior; ela dirigiria tudo por uma influência inapreensível para o homem comum e tanto mais profunda quanto menos visível fosse</strong>. Se pensarmos no poder das sugestões de que falei há pouco, e que, no entanto, não supõem qualquer verdadeira intelectualidade, podemos suspeitar o que seria, com muito mais razão, o poder de uma influência como essa, exercendo-se de maneira ainda mais escondida em virtude da sua própria natureza, e <strong>buscando a sua origem na intelectualidade pura</strong>. Um <strong>poder</strong> que, aliás, em lugar de ser diminuído pela divisão inerente à multiplicidade e pela fraqueza que comporta tudo o que é mentira ou ilusão, seria, pelo contrário, <strong>intensificado pela concentração na unidade principal e identificar-se-ia com a própria força na verdade</strong>.[...]&#8220;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[los "antiblancos" no tienen respuestas...]]></title>
<link>http://angelblanco.wordpress.com/2009/04/20/los-antiblancos-no-tienen-respuestas/</link>
<pubDate>Mon, 20 Apr 2009 11:04:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>angelblanco</dc:creator>
<guid>http://angelblanco.wordpress.com/2009/04/20/los-antiblancos-no-tienen-respuestas/</guid>
<description><![CDATA[Merece leerse el siguiente post de europans.org enviado por javier: Bien, continuando con mas cosas,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Merece leerse el siguiente post de europans.org enviado por javier:</p>
<p>Bien, continuando con mas cosas, os envio una locucion por radio de Erich Gliebe que creo que puede aprovechar a los mas jovenes, sobre todo a los que estan presionados por los profesores de m&#8230; en sus escuelas. Esta usado un lenguaje sencillo pues es para gente sencilla.<br />
<span style="font-size:24pt;">Y si la raza Blanca no sobrevive?</span>American Dissident Voices for March 21, 2009So What If the White Race Doesn&#8217;t Survive?By Erich Gliebe<br />
Hola de Nuevo y bienvenidos a una nueva emission de Voces Disidentes Americanas, el programa de radio por Internet de la mas importante organización racialista Norteameicana, la Alianza Nacional. Soy su presentador y Presidente de la Alianza, Erich Gliebe.</p>
<p>Hace algunas semanas, un joven reporter Blanco del periódico estudiantil Este de Illinois entrevisto a un miembro de la Alianza Nacional, recientemente nombrado como portavoz, el Dr. Don G. Smith. En un momento de la entrevista, el reportero pregunto, “Por que nos importaría si la raza Blanca no sobreviviese?”. La pregunta del entrevistador era sincera. Admitio que los Blancos se están convirtiendo en una minoría en el mundo y que la raza prodria desaparecer eventualmente. Desgraciadamente a el no le importaba y le pregunto al Dr. Smith el por que le tendría que importar a alguien. El Dr. Smith replico que los Blancos fueron los pioneros de la mayoría de los grandes avances en filosofía, arte, ciencias, medicina, etc. Asi que, por que alguien desearía el fin de esta raza? No han existido un Beethoven mestizo, ni ningún Rembrandt Zulu, ni ningún Platon Judio.</p>
<p>El entrevistador contest que las otras culturas no habian podido llegar a esos logros porque estaban generalmente oprimidas por los Blancos, por miembros de la cultura Euro-Americana. El Dr. Smith entonces pregunto el por que, en el caso en que fuera cierta la afirmacion del entrevistador, por que la raza Blanca estaba tan tecnológicamente avanzada como para “oprimir” al resto de las razas desde el principio de los tiempos. Obviamente, si todas las razas hubiesen logrado los mismos avances, los traficantes de esclavos Blancos no hubiesen sido capaces de comprar esclavos a los tiranuelos Negros en las selvas primitivas de Africa. Los Blancos inventaron los viajes a través del mundo, asi como casi todo lo que hizo posible avanzar en el progreso humano en el mundo. Asi que, por que’ alguien desearía la desaparición de esta raza? El entrevistador dijo entonces que no importaria si la raza Blanca desapareciese porque todos los logros de los grandes pensadores Blancos, inventores, artistas, etc. Podrían todavía ser ensenados en las escuelas y transmitidas a las generaciones por venir. El Dr. Smith respondió que si los no-Blancos se hicieran cargo del sistema educacional y del resto de la cultura, la herencia Blanca caería en el olvido, se la haría a un lado. Despues de todo, por que’los descendientes de las minorías no-Blancas (que serán mayoría dentro de poco)conservarían el legado de aquellos que pensaban que habían oprimido a sus ancestros y a ellos mismos? Pero el Dr. Smith recalco un punto aun mas importante. En l caso en que la cultura Blanca se transmitiese a poblaciones no-Blancas, la reserva racial capaz de desarrollarla no existiría. Probablemente no seria transmitida la cultura Blanca, pero en el caso de que asi fuese, seria como echar margaritas a cerdos. Los estudiantes de un futuro se rebelarian para no estudiar a Shakespeare porque el representa todo el resentimiento que a ellos les han ensenado. Asi que, adiós a Homero y a Dante, y bienvenidos Eldridge Cleaver y Ralph Ellison. Y bienvenido también el autor mestizo del libro de lectura fácil “La Casa de la calle del Mango”, un libro recomendado y obligatorio en estos días porque da una visión multicultural accesible a los estudiantes semi-analfabetos. Bien, que tipo de progreso se ganaria al permitir o provocar la muerte de la raza que historicamente ha contribuido al maximo en todo el mundo? Que ganaría el mudo con la muerte de la raza Blanca? Lo que ganaría el mundo seria el ascendimiento de las razas Asiaticas, aquellas que construyeron grandes culturas, pero no con los tipos de inventos creados por los Blancos. Las culturas y las razas son únicas, pero no son necesariamente iguales. Ademas, si los Blancos desapareciesen, el mundo ganaría la ascensión de razas que indudablemente se esforzarían para derribar a los Asiaticos tal y como lo hubiesen hecho con los Blancos. Es esto selección natural? Obviamente no! Que es lo que sucede cuando los menos aptos para sobrevivir y adaptarse matan a los mas aptos para sobrevivir y adaptarse? En ese punto, el entrevistador hubiese podido preguntar el por que, si los Blancos están tan avanzados, se dejarían destruir por razas menos avanzadas? Buena pregunta. La respuesta es que los Blancos no serian derrotados por otras razas; los Blancos se derrotarían a si mismos al dejar de cuidar su herencia cultural y su futuro. Como dije hace dos semanas lo que mas deben de temer los Blancos es a los Blancos mimos, a ellos mismos! Oswald Spengler y otros predijeron el fin de la civilización Occidental, basándose en que las culturas envejecen tal y como lo hacen las personas. Y cuando sucede esto, pierden fuerza y nervio para resistir los desafíos de culturas menos avanzadas. Sera’ que la raza Blanca esta llegando rápidamente a ese punto de rendición cultural? Yo supongo que el joven entrevistador daría la bienvenida a la cultura que emergiese cuando los Blancos de vayan del escenario, sin importar lo primitivos que pudiera ser (esa cultura).<br />
Ahora bien, que clase de educacion haria convertirse a un joven y brillante Blanco en un traidor a su raza, tal y como era el joven entrevistador? Obviamente es el ambiente de las escuelas, las universidades, los hogares y los barrios de America que se consideran a ellos mismos progresistas. De hecho, dijo entonces el entrevistador que su profesor de antropología le había dicho que la única diferencia entre las razas era la pigmentación de la piel.</p>
<p>A pesar de lo que digan los antropologos y sociologos, el color de la piel no es la unica variable de diferenciacion de las razas. Después de la entrevista, el Dr. Smith hizo una llamada telefónica al departamento de la EIU (Universidad Este de Illinois)y reto a dos antropólogos, uno de los cuales aparentemente era profesor del entrevistador, a un debate sobre igualdad racial basado únicamente en la pigmentación de la piel. Pero los profesores rehusaron a debatir en un foro publico. Tenemos que darnos cuenta de que el Dr. Smith con su doctorado en filosofía, no tiene gran experiencia en areas como la antropología o la sociología. Aun asi, los miembros de esos departamentos no se arriesgarían a un debate para defender la desinformación Politicamente Correcta que impartían a sus estudiantes en las clases. Hay partes interesadas que dicen que la antropologia y la sociologia no son ciencias exactas. De hecho, las dos areas están altamente sujetas a presiones ideologicas para engranar en el paquete. Y su paquete consiste en ser Politicamente Correctos. Alguien debería de hacer un un estudio antropológico y sociológico de esos mismos antropólogos y sociólogos que demuestran ser de cabeza cuadriculada, y el por que’ de esto. Los resultados serian probablemente fascinEn un examen rapido de los textos de antropologia que se utilizan en las universidades de hoy en dia, se dice que las razas incluso no existen. Algunos dicen que es imposible determinar cuantas razas hay y si las diferencias físicas e intelectuales son causadas principalmente por la genética o por el medio ambiente. Sin embargo, después de echar un vistazo a las estadísticas de criminalidad del FBI, y al ver como los Negros superan con mucho a todos los demás, uno se tiene que parar a pensar que la raza es algo mas que el color de la piel. Y esto no es ciencia de altura. Cuando los studios antropologicos se centran en el racism, generalmente desestiman los resultados comparativos de las puebas de inteligencia,los cuales l mayoría, si no’ todos demuestran la superioridad de Blancos y Asiaticos sobre los Negros. Ellos justifican estos resultados diciendo que los investigadores eran parciales o que se pueden justificar esos resultados por un entorno negativo— por ejemplo la esclavitud de los Negros. Pero en el caso de que esto fuese asi, tal y como he preguntado ya, como es posible que ciertas razas sufrieran entornos negativos desde siempre? Por que’, después de siglos, no han tenido avances significativos? Y por que’ algunas razas han superado claramente entornos negativos hasta alcanzar grandes logros? Parece ser que se usa algo mas que pensamientos bien intencionados en el campo de la antropología, y que tales pensamientos bien intencionados es usado para impedir a las mentes de estudiantes Blancos la posibilidad de entender las diferencias raciales. Asi que, te debe preocupar la extincion de la raza Blanca? Te apuesto a que debería, ya que representaría un gran paso atrás en la evolución humana. Sugiero la lectura del libro “La Maquina del Tiempo” por H.G. Wells, mientras el libro este todavía permitido. Piensen en los Eloi, como la gente Blanca y piensen en los Morlocks como aquellos de otras razas. Si, Wells fue un escritor de ciencia ficción, pero puede que haya sido también un profeta. Les puedo asegurar que tiene mucho mas sentido que los antropólogos de hoy dia.<br />
Bien, regresemos a la pregunta hecha al Dr. Smith, la que mencione al principio de ese programa, “Por que importa si la raza Blanca no sobrevive?”. Esa pregunta me recuerda a una que hizo el fundador de la Alianza Nacional, el Dr. William Pierce en su discurso monumental “Nuestra Causa”, en la que mencionaba como le hizo la misma pregunta un estudiante de una de las clases que impartía. El Dr. Pierce respondió que esa era una pregunta parecida a, “Por que’ el Bien es mejor que el Mal?” Recomiendo profundamente escuchar la respuesta del Dr. Pierce y escuchar su discurso “Nuestra Causa”, se lo recomiendo a cualquier persona Blanca.</p>
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<p>Fuente:  <a href="http://www.europans.org/forum/index.php?page=Thread&#38;threadID=3236">http://www.europans.org/forum/index.php?page=Thread&#38;threadID=3236</a></p>
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<title><![CDATA[Amas de leite e suas representações visuais]]></title>
<link>http://gquintas.wordpress.com/2009/04/18/amas-de-leite-e-suas-representacoes-visuais/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 22:50:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Georgia Quintas</dc:creator>
<guid>http://gquintas.wordpress.com/2009/04/18/amas-de-leite-e-suas-representacoes-visuais/</guid>
<description><![CDATA[Acervo da Fundação Joaquim Nabuco Fernando Simões Barbosa com ama de leite Eugenio &amp; Mauricio Re]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-149" src="http://gquintas.wordpress.com/files/2009/04/03.jpg" alt="" width="350" height="618" /></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;">Acervo da Fundação Joaquim Nabuco</span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#888888;">Fernando Simões Barbosa com ama de leite<br />
Eugenio &#38; Mauricio<br />
Recife, c.1860-1869</span></p>
<p style="text-align:justify;">Foi publicado um artigo que escrevi na <strong><a href="http://www.cchla.ufpb.br/rbse/Index.html" target="_blank">RBSE &#8211; Revista Brasileira de Sociologia da Emoção</a></strong>. A publicação pertence ao<br />
<strong>GREM &#8211; Grupo de Pesquisa em Antropologia e Sociologia das Emoções</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">O artigo é sobre a presença das amas de leite nas fotografias da aristocracia pernambucana.</p>
<p style="text-align:justify;">Para ler o artigo, tem o PDF neste <strong><a href="http://www.cchla.ufpb.br/rbse/QuintasArt.pdf" target="_blank">link</a></strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[La Farmafia de Dios - PARTE 2]]></title>
<link>http://arturosubercaseaux.wordpress.com/2009/04/06/la-farmafia-de-dios-2/</link>
<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 23:20:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fernando Arturo Subercaseaux</dc:creator>
<guid>http://arturosubercaseaux.wordpress.com/2009/04/06/la-farmafia-de-dios-2/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Nadie puede servir a dos señores, pues menospreciará a uno y amará al otro, o querrá mucho a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><em></em></p>
<blockquote><p>&#8220;Nadie puede servir a dos señores, pues menospreciará a uno y amará al otro, o querrá mucho a uno y despreciará al otro. No se puede servir a la vez a Dios y a las riquezas.&#8221; &#8211; Mateo 6:24</p></blockquote>
<p>Jesús, ese hombre humilde y sencillo que proclamó la justicia social y la austeridad junto al Mar de Galilea en el Sermón del Monte, ¿Cómo se sentiría hoy al saber que quienes lucraron con la salud de todos los chilenos para satisfacer su insaciable codicia se consideran devotos de Él? Ellos han demostrado que no se puede servir a dos señores, y simplemente son siervos en carne y huesos del dinero, esclavos de su propia ambición y egoísmo. Aquí les presento a la nueva generación de fariseos 2009.</p>
<p><strong>&#8220;LA OBRA DE DIOS&#8221; EN LA COLUSIÓN DE FARMACIAS</strong></p>
<p>El Opus Dei, sin lugar a dudas, es una de las congregaciones católicas más cuestionadas de la historia. Junto con los Legionarios de Cristo, el Opus Dei se caracteriza por su carácter conservador al extremo y por ser consorte de los principales grupos económicos de América. En Chile, como es de esperarse, no es la excepción: grandes empresarios y políticos son cercanos o partícipes de &#8220;La Obra&#8221; y es ésta quien educa a sus hijos, en colegios como Tabancura, Los Andes, Huelén y Cordillera.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 228px"><img class="  " src="http://aftermathnews.files.wordpress.com/2008/10/opus_dei.jpg?w=218&#038;h=218" alt="La Obra de Dios" width="218" height="218" /><p class="wp-caption-text">&#34;La Obra de Dios&#34;</p></div>
<p>En Chile, la historia del Opus Dei comienza en un momento en que la Iglesia sufre un cambio de paradigma radical en los &#8216;60. Hasta ese momento, e históricamente, la Iglesia estuvo fuertemente ligada al Partido Conservador, apoyándose en él para combatir las leyes laicas, la educación estatal, la separación de la Iglesia y el Estado, el matrimonio civil y varias otras en el Chile decimonónico. Luego, combatieron uña y mugre contra el liberal Alessandri Palma y los radicales, con figuras de la talla del Monseñor José María Caro diciendo que &#8220;no es buen católico quien no vota por el Partido Conservador&#8221; o Monseñor Tagle quien procuró excomulgar a las mujeres que usaran bikini en su diócesis. Una Iglesia sorda, que no hizo réplica de las encíclicas sociales y sólo atendía a la politiquería pechoña. De un día para otro, la Iglesia les dio la espalda: apoyó la reforma agraria, la educación no segregada, se fue a trabajar a poblaciones y fue la madre &#8220;progresista&#8221; del MAPU, la toma de la UC y la reforma universitaria.</p>
<p>Tristes y abandonados, la aristocracia se sintió traicionada y juzgada por quien era su sustento dominical. El ejemplo más claro de ello fue el Colegio Saint George&#8217;s, el Nº1 de los &#8216;60, cuando pasó a ser mixto e integrando gente de estratos sociales inferiores, creando las pugnas entre alumnos, padres y curas plasmadas en la película &#8220;Machuca&#8221;. El Dragón, como se le conoce, fue cuna de líderes del MIR y el MAPU, como José Miguel Insulza o el diputado Carlos Montes, y también lo fue de servidores del régimen militar, como los senadores Andrés Allamand y Jovino Novoa.</p>
<p>Ante ello, una aristocracia abandonada, codiciosa y terrateniente encontró refugio en un movimiento emergente que a brazos abiertos les ofrecía lo que la Iglesia no: educación de primera calidad, conservador en lo moral e indiferente a las luchas sociales. Así nació una selecta elite &#8220;católica&#8221; que marchaba a su propio ritmo. Mientras la Iglesia luchaba por los DD.HH en la dictadura, el Opus Dei abastecía de seguidores y colaboradores al régimen militar (como Joaquín Lavín). Así como Su Santidad Juan Pablo II oficiaba una misa en el Estadio Nacional diciendo que dicho lugar no sólo &#8220;lugar de competiciones, pero también de dolor y sufrimiento&#8221; (en referencia al uso de éste como campo de torturas durante la dictadura), éste era aconsejado al oído en 1974 por José María Escrivá de Balaguer, fundador del Opus Dei. En las dictaduras el Opus Dei se peina: en la España bajo el dictador Francisco Franco y la Argentina de Menem en los &#8216;90, el Opus Dei fue cuna de ministros, jueces, banqueros, entre otros.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class=" " title="Universilais de los Andes" src="http://www.uandes.cl/images/amigos_y_exalumnos/asociacion_de_amigos/quienes_somos/quienes_somos_aaa.jpg" alt="Opus College" width="300" height="110" /><p class="wp-caption-text">Opus College (sí, la foto es en Chile)</p></div>
<p>El núcleo Opus Dei por excelencia es la Universidad de los Andes, sobre la cual La Obra es &#8220;el garante moral de la formación espiritual de la comunidad universitaria&#8221;, y Alma Mater del diputado UDI Felipe Ward. Entre sus pasillos, en cátedras, charlas y homenajes, se han visto empresarios de la talla de Mauricio Larraín (del grupo Santander), Eduardo Fernández León, Matías Izquierdo, Eduardo Guilisasti, José Antonio Garcés, José Said, Ricardo Claro, entre muchos otros pesos pesados del empresariado. En vista de ello, resulta natural que la UAndes sea la universidad favorita de los donantes privados: el año 2007 recibió poco mas de US$10 millones de pesos en donaciones, superando los US$9.2 millones de la Católica y los US$8.5 de la Chile. Ahora, ¿Pueden adivinar quién también es un gran donante de la UAndes? Sí, los presidentes de SalcoBrand y Cruz Verde.</p>
<p>Luis Enrique Yarur<strong>, presidente de Farmacias SalcoBrand y BCI</strong>, es uno de los empresarios más ligados a La Obra (es supernumerario y realizó sus estudios en la Universidad de Navarra, ligada al Opus Dei), y su esposa, Ane Miren Arrasate, pertenece al directorio de Fundación Nocedal (institución educacional de La Obra enfocada en estratos socioeconómicos bajos). El vínculo de los Yarur con el Opus Dei va aún más alla: Yarur integra el Consejo Asesor Empresarial de la Universidad de los Andes; su hijo Ignacio, ex alumno del Tabancura y vicepresidente de gerencia de finanzas del BCI, recibió su MBA en el IESE, centro de formación empresarial del Opus Dei en Barcelona, y está casado con Alejandra Molina (ex-alumna del colegio Los Andes, del Opus Dei, hija del empresario Arsenio Molina). Su hija Sofía fue atleta destacada en el Los Andes y hoy integra Proyecta UC. Tan conservador es éste hombre que hace unos años intentó eliminar del BCI a todos los trabajadores con problemas de adicciones al alcohol y drogadicción. Previo a la colusión, Yarur donó $934 millones en 2006 y <a href="http://www.scribd.com/doc/5398625/Donaciones-a-Universidades-en-Chile">$777 millones en 2007 a título personal, sobre el último habría que agregar $194 millones a nombre del BCI</a>, sumando $1.905 millones de pesos en sólo dos años. Junto a su hermano Juan Carlos (director de Empresas Juan Yarur, la cual compró SalcoBrand) <a href="http://www.ese.cl/?unidad=0&#38;seccion_id=NOT_DETALLE&#38;contenido_id=67561016cabd0385559a8160ea36f1d5">recibieron el premio a la &#8220;Familia Empresarial&#8221; por parte de ESE</a>, la Escuela de Negocios de la Universidad de los Andes, la cual imparte una cátedra de economía llamada &#8220;Jorge Yarur Banna&#8221;, su tío. Con todo esto, ¿Pueden intentar dimensionar cuánto dinero fruto de la colusión recibió como donaciones la Universidad de los Andes, el Opus College,  por parte de la familia Yarur y Farmacias SalcoBrand?</p>
<p>Pero Yarur no es el único. Guillermo Harding Alvarado también es uno de los regalones de la Universidad de los Andes: por sus donaciones, la UAndes instauró las &#8220;<a href="http://www.uandes.cl/index.php?option=com_noticiagenda&#38;task=view&#38;id=335&#38;Itemid=718">Conferencias Guillermo Harding Estay</a>&#8221; para conmemorar el centenario del natalicio del padre de los dueños de <strong>Cruz Verde</strong>. Este corredor de caballos, ingeniero civil mecánico de la UTFSM e ingeniero comercial de la Adolfo Ibáñez (además de pertenecer al directorio de Everton), sabe perfectamente de colusiones: en 1994, fue Harding mismo quien acusó a Ahumada, Salco y Brand de colusión. Hoy, el Opus Harding está bajo desmenuzamiento moral público por la delación de FASA, pero al menos se encargó de tener un buen defensor: el abogado de Cruz Verde es nada más y nada menos que el ex Fiscal Nacional Económico Pedro Mattar, quien en su cargo recibió múltiples denuncias de colusión por parte de la Unión de dueños de farmacias de Chile.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 240px"><img class=" " src="http://www.quepasa.cl/showjpg/0,,16_347869780_384,00.jpg" alt="Mujer, ¡TÚ DECIDES!" width="230" height="167" /><p class="wp-caption-text">Mujer, ¡TÚ DECIDES!</p></div>
<p>Sin embargo, la mano del Opus Dei detrás de las farmafias se hace aún más evidente en otro ámbito: la venta de anticonceptivos. ¿Recuerdan el patético <a href="http://www.icarito.cl/medio/articulo/0,0,3255_5666_346699628,00.html">fallo del TC el año 2008 que declaró inconstitucional la distribución de la píldora del día después en el sistema público de salud</a>? No es por ser negrero, pero la mentalidad de los ministros del Tribunal Constitucional parece más bién traída directamente desde el medioevo (recordemos que Mario Fernández le consultó al Arzobispo qué es lo que debía votar, en su condición de católico), al punto de que somos el quinto país en el mundo en no tenerla acompañados por Costa Rica, Ecuador, Filipinas y Uganda. A estas alturas, en pleno Siglo XXI, parece legítimo preguntarnos si como país somos un Estado independiente o somos una colonia informal del Vaticano.</p>
<p>Pero no sólo se prohibió en el sector público, sino que los dueños Opus Dei de SalcoBrand y Cruz Verde, contra toda lógica científica o química, también se negaron a venderla. El cartel farmacéutico, influenciado por el totalitarismo religioso que defiende el Opus Dei, <a href="http://www.elrancahuaso.cl/admin/render/noticia/11650">decidió como conjunto objetarse en a la Píldora del Día Despúes argumentando &#8220;objeción de conciencia&#8221; por considerarla abortiva</a>. La absoluta falta de juicio científico, a favor de un juicio sesgado, falaz y sin respaldo empírico característico del Opus Dei en temas de sexualidad, fueron la razón principal por la cual éstas empresas se negaron a venderla. Recordemos que la Organización Mundial de la Salud, una institución que ciertamente sabe mucho más de sexualidad, salud y procreación que sacerdotes y empresarios, ha reiterado hasta que le da hipo que la píldora no es abortiva.</p>
<p>Resultado: el cartel farmacéutico del Opus Dei y su negativa a vender la Píldora del Día Después les fue frustrada por nuestro Estado de Derecho (¡Gracias a Dios!), puesto que todas las farmacias del país deben expender todo lo que está en el Formulario Nacional de Medicamentos. Pero ni eso calmó a los empresarios totalitarios de la sexualidad (a los cuales se les sumó FASA por conveniencia económica, puesto que en su decadencia comercial el 2007 una demanda de los grupos Pro-vida no les habría venido bien), y a nombre de su &#8220;conciencia&#8221; (la misma que les permitió lucrar con nuestra salud) se coludieron para alzar los precios de sus medicamentos, en particular los anticonceptivos. Según el testimonio de Melissa Hohmann, abogada de Barros &#38; Letelier, ante la Fiscalía Nacional Económica en 2008, el anticonceptivo Marvelon 20 sufrió alzas impactantemente simultáneas en las tres farmacias coludidas en verano de 2008. Fue el alza de casi un 300% del valor de los anticonceptivos lo que llevó a Enrique Vergara, Fiscal Nacional Económico, a investigar si había colusión. ¡Pareciera que ni su Dios totalitario y enemigo de la ciencia fue capaz de protegerlos!</p>
<p><strong>TODOS COLUDIDOS</strong></p>
<p>Sin lugar a dudas, la Universidad de los Andes es la universidad regalona de los coludidos farmacéuticos. Pero la conexión entre las farmafias y otras instituciones no termina ahí señores! En el negocio de las farmacias, las conexiones hacia terceros son interminables.</p>
<div class="wp-caption alignright" style="width: 132px"><img class=" " src="http://www.upenn.edu/heia/img/biopix/berczely.jpg" alt="Gabriel Berczely Ator" width="122" height="158" /><p class="wp-caption-text">Gabriel Berczely Ator</p></div>
<p>Dentro de las otras dos universidades &#8220;cota mil&#8221; (Adolfo Ibáñez y del Desarrollo) existen innegables vínculos con las farmafias. Por ejemplo, el argentino Gabriel Berczely Ator, uno de los directores de Farmacias Ahumada, según se ve en la SVS, fue también el Decano de la Escuela de Negocios de la Universidad Adolfo Ibáñez y actualmente es profesor en la ESE, Escuela de Negocios de la Universidad de Los Andes. Siguiendo el esquema de nula conciencia social en términos económicos que caracterizan a las universidades &#8220;cota mil&#8221;, el año 2006 Gabriel Berczely le pidió a los trabajadores de la empresa textil chilena Bellavista Oveja Tome, de la cual era vicepresidente, que renunciaran a sus salarios o afrontaran la posibilidad de clausura. Finalmente, Bellavista Tomé, fundada en 1865, cerró sus puertas para siempre en enero de 2008 dejando a 1000 trabajadores cesantes en la comuna que tiene los mayores índices de desempleo en el país.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 250px"><img class=" " src="http://static.latercera.com/200903/327988_400.jpg" alt="FASA" width="240" height="158" /><p class="wp-caption-text">FASA</p></div>
<p>Otro &#8220;profe&#8221; coludido es Juan Pablo Montero, profesor de economía en la Católica. Montero, reconocido como uno de los economistas más influyentes de Chile, es director de Farmacias Ahumada. Pero, siguiendo sus palabras, sería su señora quien maneja sus negocios. ¿Suena macabeo? En el año 2006, en una reunión en la Casa Central de la Universidad Católica al moderador se le ocurrió preguntarle a los profesores presentes cómo financiaban sus investigaciones, a lo que Montero respondió que era &#8220;su señora&#8221;. Pablo Lamarca, tío del trágicamente fallecido Felipe Lamarca, también pertenece al directorio de FASA, pero por las AFP, quienes controlan el 24,7% de FASA. Una de las AFP que es representada por Lamarca en FASA es Cuprum, fuertemente ligada a la Universidad del Desarrollo y a figuras de la UDI como el ex senador Carlos Bombal, Pablo Wagner y Ernesto Silva Ballafuy.</p>
<p>Desde su casa en el barrio de Valle Escondido (Lo Barnechea), el presidente de FASA, José Codner, ciertamente no debe estar muy feliz ante la exposición pública de éste tipo de prácticas. Quizás el mismo debiera dar explicaciones por ello, pues quizás actos abominables como la colusión empañen de cierta medida su vínculo con Kerem Hayesod, organización mundial de recaudación de fondos para Israel. Codner, un devoto amante del golf, presidió dicha organización hace unos años y el año 2006 recibió el premio Yakir, máxima distinción a los que contribuyen con la obra económica de Kerem Hayasod. Tras su retiro de la presidencia de Kerem Hayased Chile en 2005, Codner fue reemplazado por su yerno Jaime Sinay, director de FASA, socio de Blockbuster Chile y de Mall Las Brujas, aquel que sepultó a la archiclásica discotheque homónima. Sinay es la superdupla de negocios de Felipe Israel, director de la ANFP (a pesar de que en una entrevista de 2007 reconoció que recién había conocido que en el fútbol se juegan 11 contra 11), donde es el brazo derecho de Mayne-Nicholls, y tío del crá del motocross, Jeremías Israel.</p>
<p>Un caso curioso es el de Cristián Steffens, uno de los más citados en la Fiscalía Nacional Económica como vínculo de colusión. Steffens  es miembro del directorio de Farmacias SalcoBrand desde 2007, cuando ésta fue adquirida por la familia Yarur en US$127 millones, como parte del traspaso de ejecutivos y directores que pasaron de Cruz Verde a SalcoBrand cuando ésta última dejó de ser guerreada por los Colodro, Selman y Weinstein. Con una empresa que generaba en ese entonces más de US$500 millones anuales, Steffens pasó de ser director de Cruz Verde y accionista minoritario de SOCOFAR S.A. (dueña de Cruz Verde) a ser director y asesor comercial de Yarur en SalcoBrand, junto a otros como Ramón Ávila, quien pasó de ser gerente comercial de Cruz Verde al mismo cargo en SalcoBrand. Su rol en la colusión y su vínculo con otras instituciones se hace aún más preocupante con lo siguiente: desde el año 2007, tras su creación, Steffens es vicepresidente de la Comisión Nacional de Financiamiento de la Iglesia, pertenenciente a la Conferencia Episcopal de Chile.</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 216px"><img class="   " src="http://www.compartir.org.ar/Encuentros_05/07-ENED_ConoSur/Fotos/3-Chomali.jpg" alt="Monseñor Chomalí, presidente de finanzas de la Iglesia" width="206" height="123" /><p class="wp-caption-text">Monseñor Chomalí, presidente de finanzas de la Iglesia</p></div>
<p>Como vicepresidente de finanzas de la Iglesia, Steffens ha sido responsable de apalear la crisis económica interna de la Iglesia, principalmente por medio del famoso 1% solidario. Bajo su administración comenzó duramente la campaña &#8220;Uno es importante para Dios&#8221; en Semana Santa para que <a href="http://noticias.iglesia.cl/noticia.php?id=6480">los católicos de Chile donen el 1% de su ingreso mensual a la Iglesia mensual</a>, que anualmente les reporta apenas 450 mil UF por que menos de un 8% de los católicos lo aporta. Sin embargo, de los 27.000 millones de pesos obtenidos según la FNE por las farmacias coludidas usando esta ilegítima maniobra, ¿Cuánto habrá ido a parar a la Iglesia por concepto de donaciones o del 1%?</p>
<p><strong>MEDICAMENTOS QUE ENFERMAN, FARMAFIAS QUE MATAN</strong></p>
<p>La colusión de las farmacias, junto con ser una clara violación al libre comercio al establecer un virtual monopolio sobre el 92% del mercado que ellas dominan, es sumamente reprochable éticamente. El Estado, conforme a lo establecido en el Artículo 19 párrafo 9, debería sancionar éste tipo de conductas contrarias al derecho constitucional de protección de la salud. Cuando un grupo parlamentario liderado por el senador PPD Guido Girardi expuso en el Paseo Ahumada <a href="http://latercera.com/contenido/680_116028_9.shtml">un cartel comparativo entre los precios de la CENABAST (Central Nacional de Abastecimiento, del Ministerio de Salud) y las farmacias coludidas</a> y la <a href="http://www.sernac.cl/consejos/detalle.php?id=2150">lista publicada por el SERNAC con los 222 medicamentos</a> cuyos precios fueron fijados por colusión, nuestro país quedó atónito al nivel de deshumanización que nuestros timoneles farmacéuticos han llegado. Pero, ¿Quieren saber con qué enfermedades lucraron estos empresarios?</p>
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<li>Epilepsia (Atemperator, Depakene, Valcote, Lyrica, Nomatol, Neuractin, Lamictal, Tradox)</li>
<li>Diabetes (Glafornil, Glucophage, Nromatol)</li>
<li>Hipertensión arterial (Tareg, Tildiem, Dilatrend, Caduet, Cardura, Corodin,Norvasc, Enalten, Hidrium, Aratan, Micardis, Simperten)</li>
<li>Insuficiencia cardíaca (Hidrium)</li>
<li>Depresión (Efexor, Ravotril, Morelin, Traviata, Anisimol, Altruline, Ipran, Lexapro, Prozac, Carboron, Depurol, Luvox, Sulpilan, Posivyl, Trittico)</li>
<li>Glaucoma (Dorsof T, Cosopt, Xalatan)</li>
<li>Hemorroides (Dipemina, Daflon, Salofalk)</li>
<li>Tiroide (Eutirox)</li>
<li>Anemia (Maltofer, Confer, Folisanin)</li>
<li>Infarto al miocardio (Plovix, Iskimil)</li>
<li>Colon irritable (Tensoliv, Libraxin, Lerogin)</li>
<li>Alergias (Findaler, Prodel, Neoclaritine, Dacam, Plexus, Flemex, Degraler, Remitex)</li>
<li>Rinitis (Uniclar, Nasonex, Flixonase, Frenaler)</li>
<li>Parkinson (Grifoparkin)</li>
<li>Artrosis (Condrosulf, Celebra, Dinaflex)</li>
<li>Colesterol (Hipolixan, Lipitor)</li>
<li>Alzheimer (Eranz, Ebixa)</li>
<li>Neuritis (Citoneuron)</li>
<li>Insomnio (Losopil, Zometic, Dormonid, Somno)</li>
<li>Dispepsia (Aerogastrol)</li>
<li>Anticonceptivos (Anulette, Drina, Gynostat, Seler-Up, Dixi-35, Ciclomex, Belara, Ciclidon, Femelle, Feminol, Gynera,Lady-ten, Marvelon, Microgynon, Yasmin)</li>
<li>Esquizofrenia (Spiron, Microgynon, Dagotil)</li>
<li>Trombosis (Neo-Sintrom)</li>
<li>Osteoporosis (Elcal-D, Actonel, Livial)</li>
<li>Infecciones al tracto respiratorio, como faringitis, amigdalitis, bronquitis, etc.. (Clarimax, Amoval, Trex, Recamicina)</li>
<li>Cáncer (Medrol)</li>
<li>Artritis reumatoide (Arava, Mobex, Talflex)</li>
<li>Hipertensión sanguínea (Betacar)</li>
<li>Disfunción eréctil (Lifter)</li>
<li>Reflujo gastroesofágico (Nexium)</li>
<li>Contracturas musculoesqueléticas, como torticolis, bruxismo, desgarros, esquinces, etc.. (Reflexan)</li>
<li>Colitis (Salofalk)</li>
<li>Cálculo (Ursofalk)</li>
<li>Hepatitis (Ursofalk)</li>
<li>Cuadro dispéptico asociado al stress (Aero-Itan)</li>
<li>Asma bronquial (Berodual, Combivent, Fesema, Flixotide, Herolan, Inflammide, Sinasmal)</li>
<li>Resfrío común (Frenaler)</li>
<li>Úlcera (Lomex)</li>
<li>EPOC (Enfermedad pulmonar obstructiva crónica, Spiriva)</li>
<li>Síntomas post-menopausia (Tobe)</li>
</ol>
<p><em>Fuente: The Clinic, 26 de Marzo de 2009</em></p>
<p><strong>LOS ÁNGELES DE LA COLUSIÓN</strong></p>
<p>Si la colusión tuviera nombre, este sería &#8220;Charlie&#8221;, y sus ángeles serían la senadora UDI Evelyn Matthei y el UDI Juan Enrique Lobos. Contra toda lógica, juicio social, respeto por la integridad humana e incluso por el mercado mismo, la dupla Lobos-Matthei ha sido abiertamente defensora de las farmafias, siendo hoy la protagonista de una de las volteretas más insólitas en cuanto a política económica en nuestro país.</p>
<p>Cuando CENABAST y Guido Girardi denunciaron por primera vez la colusión de las farmafias en el año 2008, la senadora Matthei (que vendría a ser como la Cameron Díaz de las farmafias) junto al diputado Juan Enrique Lobos calificaron en el sitio de la UDI Popular dichas denuncias como <a href="http://www.lanacion.cl/prontus_noticias_v2/site/artic/20090401/pags/20090401191013.html">&#8220;una campaña de desprestigio&#8221;</a> en contra de las tres cadenas, en un comunicado de prensa que versaba lo siguiente:</p>
<blockquote><p>Queremos protestar contra la subsecretaria de Salud, la Central Nacional de Abastecimiento (Cenabast) y también en contra del senador Girardi, por estar engañando al público mediante información absolutamente falsa.</p></blockquote>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 180px"><img class=" " src="http://img.emol40.elmercurio.com/2008/10/03/File_2008103154036.jpg" alt="Diputado Juan Lobos" width="170" height="126" /><p class="wp-caption-text">Diputado Juan Lobos</p></div>
<p>Hoy, dicho comunicado de prensa ya fue removido de la página de la UDI, y la voltereta mediática de los parlamentarios Matthei y Lobos parecen más bien un ataque de alzheimer, pero (¡Gracias a Dios, nuevamente! Google tiene excelente memoria, y siempre estará ahí para recordarles  que en un momento defendieron a las farmafias coludidas, lo cual pueden ver en este respaldo del <a href="http://backupurl.com/cache/n37c5f.html">comunicado de prensa de la UDI sobre el tema el año pasado</a>. Un año después de ello, Juan Lobos, presidente de la Comisión de Salud de la Cámara de Diputados, dice que <a href="http://latercera.com/contenido/674_112945_9.shtml">&#8220;el daño que se le hace a la credibilidad del mercado farmacológico&#8230; es nefasto&#8221;</a>. Me pregunto ¿No será nefasto también el daño auto-inferido por él a su credibilidad con tan ridícula voltereta?</p>
<p>Por otra parte, y con su ya tradicional estilo semi-demencial, la senadora Evelyn Matthei salió en Radio ADN diciendo <a href="http://www.adnradio.cl/nota.aspx?id=785296">&#8220;no sé si se coluden o no, porque no he hecho las investigaciones&#8221;</a>. Entonces, ¿Cómo pudo siquiera plantear que las denuncias de CENABAST, la subsecretaría de salud y el senador Guido Girardi eran falsas si <strong>no había investigado el tema</strong>?</p>
<p>Aquí me despido y espero que les haya gustado &#8220;La Farmafia de Dios&#8221;, y que haya sido útil para comprender un poco más el trasfondo de la colusión de farmafias, y las múltiples aristas que deberían analizarse. Ahora, saquen ustedes sus propias conclusiones&#8230;</p>
<p>Un abrazo,</p>
<p>Fernando Arturo Subercaseaux</p>
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