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	<title>arquetipos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/arquetipos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "arquetipos"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 16:12:24 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[O Contínuo espaço-tempo e a realidade percebida]]></title>
<link>http://anoitan.wordpress.com/2009/12/01/o-continuo-espaco-tempo-e-a-realidade-percebida/</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 18:25:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>adi</dc:creator>
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<description><![CDATA[De acordo com a teoria da relatividade de Albert Einstein, o espaço não é tridimensional e o tempo n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>De acordo com a teoria da relatividade de Albert Einstein, o espaço não é tridimensional e o tempo não é uma entidade separada. Intimamente ligados entre si, formam ambos um contínuo tetradimensional, o &#8220;espaço tempo&#8221;. Assim sendo, nunca podemos falar em espaço sem falar em tempo, e vice-versa. Ademais, não existe um fluxo universal de tempo; ou seja, o tempo não é linear, nem absoluto. O tempo é relativo. A saber, dois observadores ordenarão diferentemente no tempo uma série de eventos se se moverem a velocidades diferentes em relação aos eventos observados. Por conseguinte, todas as mensurações  que envolvem o espaço, se tornam meros elementos para descrever fenômenos.</p>
<p>O tempo e o espaço são tão fundamentais para as nossas descrições dos fenômenos naturais, e de nós mesmos, que sua modificação supõe uma modificação de toda a estrutura que usamos para descrever a natureza e a nós mesmos. Ainda não integramos essa parte da relatividade de Einstein em nossa vida pessoal.</p>
<p><a href="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/buraco-negro2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1148" title="buraco negro" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/buraco-negro2.jpg" alt="" width="130" height="104" /></a>O contínuo espaço-tempo de  Einstein proclama que a aparente linearidade dos acontecimentos depende do observador. Outra consequência importante da teoria da relatividade é a compreensão de que matéria e energia são intercambiáveis. A massa nada mais é do que uma forma de energia. A matéria é simplesmente a energia desacelerada ou cristalizada. Nossos corpos são energia.</p>
<p>Todas as formas de irradiação eletromagnética aparecem não só como ondas, mas também como <em>quanta</em>. Esses <em>quanta </em>de luz, ou pacotes de energia, foram aceitos como partículas genuínas. Nesta fase do jogo, a partícula, que é a definição mais próxima de &#8220;coisa&#8221;, é um pacote de energia.</p>
<p>À maneira que penetramos mais profundamente na matéria, a natureza não nos mostra &#8220;blocos básicos de construção&#8221; isolados, como dava a entender a física de Newton. A busca de blocos básicos de construção teve de ser abandonada quando os físicos encontraram tantas partículas elementares que dificilmente poderiam chamar-se elementares. Por meio de experiências realizadas, os físicos verificaram que a matéria é completamente mutável e que, no nível subatômico, ela não existe em lugares definidos, mas mostra tendências para existir. Todas as partículas podem ser transmutadas em outras partículas. Podem ser criadas a partir da energia e transmutadas em outras partículas. Elas podem ser criadas a partir da energia e dissipar-se em energia. Não podemos determinar com exatidão onde e quando isso acontece, mas sabemos que acontece continuamente.<!--more--></p>
<p>No nível pessoal, à proporção que penetramos cada vez mais no mundo da psicologia moderna e do desenvolvimento espiritual, descobrimos que as velhas formas do <em>ou/ou</em> também se dissolvem na forma do <em>ambos/e.</em> Já não somos maus ou bons; já não só amamos ou só odiamos alguém. Encontramos, dentro de nós, capacidades muito mais amplas. Podemos sentir tanto o amor como o ódio, e todas as emoções intermediárias, pela mesma pessoa. Vemos o velho dualismo de Deus/Diabo dissolvendo-se num todo em que encontramos o Deusa/Deus de dentro e fundindo-se no Deus/Deusa de fora. Nada do que é mau opõe a Deusa/Deus, mas resiste à força de Deus/Deusa. Tudo é composto da mesma energia. A força Deusa/Deus é, ao mesmo tempo, preta e branca, masculina e feminina. Contêm ambos tanto a luz branca como o vazio negro de veludo. Ainda que utilizamos de conceitos dualistas, este é um mundo de opostos aparentes que se completam, e não de opostos verdadeiros.</p>
<p>Descobriram os físicos que as partículas também podem ser ondas, porque não são ondas físicas reais, como as do som ou da água, ao contrário, são ondas de probabilidade. As ondas de probabilidade não apresentam probabilidades de coisas, mas antes probabilidades de interconexões. Eis aí um conceito difícil de entender mas, essencialmente, os físicos estão dizendo que não existe nada parecido com &#8220;coisa&#8221;. O que costumávamos chamar de &#8220;coisas&#8221; são, na realidade, &#8220;eventos&#8221; ou caminhos, que podem tornar-se eventos.</p>
<p><a href="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/corpuscular.gif"><img class="aligncenter size-full wp-image-1149" title="corpuscular" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/corpuscular.gif" alt="" width="283" height="192" /></a></p>
<p>Nosso velho mundo de objetos sólidos e leis determinadas da natureza está dissolvido agora num mundo de modelos de interconexões em forma de ondas. O universo inteiro parece uma teia dinâmica de modelos inseparáveis de energia. Nessas condições define-se como um todo dinâmico inseparável, que sempre inclui o observador de modo essencial.</p>
<p>A ser o universo composto, de fato, de uma teia dessa natureza, nada existe logicamente parecido com uma parte. Assim sendo, não somos partes separadas de um todo. Somos um Todo.</p>
<p>O físico Dr. David Bohm, em seu livro &#8220;The Implicate Order&#8221;, disse que as leis físicas principais não podem ser descobertas por uma ciência que tenta dividir o mundo em partes. Ele fala numa &#8220;ordem envolvida implícita&#8221; que existe num estado não-manifesto e é o fundamento sobre o qual repousa toda a realidade manifesta. À realidade manifesta ele chama &#8220;a ordem desenvolvida explícita&#8221;. Ele diz: &#8220;Vê-se que as partes estão em conexão imediata, na qual sua relação dinâmica dependem, de maneira irredutível, do estado de todo um sistema&#8230;  Desse modo, somos levados a uma noção de completitude indivisa, que nega a idéia clássica de que o mundo é analisável em partes que existem separadas e independentes.&#8221;</p>
<p>Diz ainda Dr. Bohm que a visão holográfica do universo é uma base avançada para se começar a compreender a ordem envolvida implícita e a ordem desenvolvida explícita. O conceito do holograma sustenta que cada pedaço representa exatamente o todo e pode ser utilizado para reconstruir o holograma inteiro.</p>
<p>Em 1971, Dennis Gabor recebeu o prêmio Nobel por haver construído o primeiro holograma, uma fotografia sem lente em que um campo de ondas de luz disseminada por um objeto era registrado como padrão de interferência sobre uma chapa. Quando se colocar o holograma ou o registro da fotografia num laser ou num raio de luz coerente, o padrão  original de ondas se regenera numa imagem tridimensional. Cada pedaço do holograma é uma exata representação do todo e reconstruirá a imagem inteira.</p>
<p><a href="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/holograma.gif"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1150" title="holograma" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/holograma.gif?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p>O Dr. Karl Pribram, renomado neurocientista, acumulou provas de que a estrutura profunda do cérebro é essencialmente holográfica. Sua pesquisa demonstra que o cérebro estrutura a vista, a audição, o paladar, o olfato e o<a href="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/cerebro1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-1152" title="cerebro" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/12/cerebro1.jpg" alt="" width="148" height="193" /></a> tato holograficamente. A informação é distribuída por todo o sistema, de modo que cada fragmento produz a informação do conjunto. Diz ele que o cérebro emprega um processo holográfico para absorver um domínio holográfico que transcende o tempo e o espaço. Os parapsicólogos têm procurado a energia capaz de transmitir a telepatia, a psicocinese e a cura. Do ponto de vista do universo holográfico, esses eventos emergem de frequências que transcendem o tempo e o espaço; não precisam ser transmitidos. Potencialmente simultâneos, estão em toda parte.</p>
<p>O fenômeno da aura ou campo de energia humano está claramente e ao mesmo tempo dentro e fora do tempo linear e do espaço tridimensional. Da estrutura holográfica da realidade, cada pedaço de aura não somente representa, mas também contém o todo. Assim sendo, só podemos descrever nossa experiência como um fenômeno que, ao mesmo tempo, observamos e criamos. Cada observação cria um efeito no modelo observado. Não somos apenas parte do modelo; somos o modelo. Ele é nós e nós somos ele, só que o termo &#8220;ele&#8221; agora precisa ser abandonado e substituído por outro, mais apropriado, para soltar os bloqueios que experimentamos no cérebro quando tentamos nos comunicar.</p>
<p>Todas as experiências são interligadas. Portanto, se dermos tento disso e permitirmos que a intercoerência ingresse em nossos processos cognitivos, perceberemos todos os acontecimentos independentemente do tempo. Mas assim que dissermos &#8220;nós&#8221; ou &#8220;eu&#8221; teremos caído de volta no dualismo. É difícil experimentar essa coerência quando nossa principal experiência de vida é dualista. A percepção holística estará fora do tempo linear e do espaço tridimensional e, por conseguinte, não será reconhecida com facilidade. A meditação é um dos meios de extrapolar os limites da mente linear e perceber que a coerência das coisas torne-se uma realidade experiencial.</p>
<p>================================================================================</p>
<p>Do livro &#8220;Mãos de Luz&#8221; de Barbara Ann Brennan</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O conto de fada numa abordagem Junguiana]]></title>
<link>http://prejunguiano.wordpress.com/2009/11/23/o-conto-de-fada-numa-abordagem-junguiana/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 04:10:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>As Peripécias do Mundo</dc:creator>
<guid>http://prejunguiano.wordpress.com/2009/11/23/o-conto-de-fada-numa-abordagem-junguiana/</guid>
<description><![CDATA[A cada dia me encantam mais e mais as histórias dos contos de fadas, talvez porque adoro ler entreli]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://prejunguiano.wordpress.com/files/2009/11/maryamorevnababayagamagicalcoltscu991345_3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-143" title="MaryaMorevna~BabaYagaMagicalColtsCU~991345_3" src="http://prejunguiano.wordpress.com/files/2009/11/maryamorevnababayagamagicalcoltscu991345_3.jpg?w=300" alt="" width="300" height="297" /></a></p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p>A cada dia me encantam mais e mais as histórias dos contos de fadas, talvez porque adoro ler entrelinhas e descobrir pontos de vista diversos. Com eles desato nós, desfaço (pré)conceitos. Aprendo que as histórias têm outras feições, outros jeitos, outras formas. Aprendo sob uma ótica diferente a reescrever a minha história ou histórias.</p>
<p>Para Jung os contos de fada têm origem nas camadas profundas do inconsciente, comuns à psique de todos os humanos, “dão expressão a processos inconscientes e sua narração provoca a revitalização desses processos restabelecendo assim a conexão entre consciente e inconsciente”.</p>
<p>Pertencem ao mundo arquetípico. O arquétipo é um conceito psicossomático, unindo corpo e psique, instinto e imagem. Para Jung isso era importante, pois ele não considerava a psicologia e imagens como correlatos ou reflexos de impulsos biológicos. Sua asserção de que as imagens evocam o objetivo dos instintos implica que elas merecem um lugar de igual importância.</p>
<p>Os arquétipos são percebidos em comportamentos externos, especialmente aqueles que se aglomeram em torno de experiências básicas e universais da vida, tais como nascimento, casamento, maternidade, morte e separação. Também se aderem à estrutura da própria psique humana e são observáveis na relação com a vida interior ou psíquica, revelando-se por meio de figuras tais como anima, sombra, persona, e outras mais. Teoricamente, poderia existir qualquer número de arquétipos.</p>
<p>Os mitos seriam como sonhos de uma sociedade inteira: o desejo coletivo de uma sociedade que nasceu do inconsciente coletivo. Os mesmos tipos de personagens parecem ocorrer nos sonhos tanto na escala pessoal quanto na coletiva. Esses personagens são arquétipos humanos. Os arquétipos são impressionantemente constantes através dos tempos nas mais variadas culturas, nos sonhos e nas personalidades dos indivíduos, assim como nos mitos do mundo inteiro.</p>
<p>Histórias representativas do inconsciente coletivo, oriundas de tempos históricos e pré-históricos, retratando o comportamento e a sabedoria naturais da espécie humana.</p>
<p>Os contos de fadas apresentam temas similares descobertos em lugares muitíssimo separados e distantes em diferentes períodos. Lado a lado com as idéias religiosas (dogmas) e o mito, fornecem símbolos com cuja ajuda conteúdos inconscientes podem ser canalizados para a consciência, interpretados e integrados.</p>
<p>São histórias desenvolvidas em torno de temas arquetípicos. Jung tinha como hipótese que sua intenção original não era de entretenimento, mas de que viabilizavam um modo de falar sobre forças obscuras temíveis e inabordáveis em virtude de sua numinosidade, que arrebata e controla o sujeito humano, e seu poder mágico. Os atributos dessas forças eram projetados nos contos de fadas lado a lado com lendas, mitos e, em certos casos, em histórias das vidas de personagens históricas. A percepção disso assim levou Jung a afirmar que o comportamento arquetípico poderia ser estudado de dois modos, ou através do conto de fadas e do mito, ou na análise do indivíduo.</p>
<p>Por isto seus temas reaparecem de maneira tão evidente e pura nos contos de países os mais distantes, em épocas as mais diferentes, com um mínimo de variações. Este é o motivo porque os contos de fada interessam à psicologia analítica.</p>
<p>Os contos de fadas, os mitos, a arte em geral, são formas simbólicas pelas quais a psique se manifesta e que podem contribuir para a formação harmoniosa da criança. Apesar das contingências externas, das conjunturas sócio-político-económicas, há saídas para o ser humano, não somente a partir da coletividade, mas, sobretudo, a partir das metamorfoses de cada um – o caminho a que Jung chamou o “processo de individuação”.</p>
<p>Para Jung, “individuação” significa tornar-se um ser único, dar a melhor expressão possível às nossas características pessoais e intrínsecas.</p>
<p>A criança ouve a história e ela pode levá-la a uma mudança pessoal, não porque a entenda (usando, portanto, o intelecto), mas sim porque as imagens que ela contém vão diretas ao seu inconsciente, vão “trabalhar” os seus conteúdos e resolver algum problema eventual.</p>
<p>Apesar das suas características ditas “universais”, o conto de fadas tem sofrido alterações ao longo do tempo, de acordo com os gostos conscientes ou inconscientes de cada geração. Tal como o mito, também o conto de fadas apresenta seres e acontecimentos extraordinários, mas, em contrapartida e tal como a fábula, tende a desenrolar-se num cenário temporal e geograficamente vago, iniciando-se e terminando quase sempre da mesma forma: “Era uma vez…” e “Viveram felizes para sempre.”</p>
<p>Devido ao poder e à simplicidade das suas imagens, são formas de nos ajudar a despertar e operam a diversos níveis da consciência. A análise do conto propõe-nos um atalho atraente para o interior de nós mesmos, e convida-nos a efetuar um verdadeiro trabalho de auto-conhecimento e de transformação.</p>
<p>Os contos são mais do que ensinamentos, são uma verdadeira iniciação, misteriosa e mágica, quase sagrada. Como todas as obras de arte tradicionais, eles são sóbrios, em meios, mas ricos em símbolos e arquétipos. Os contos são um enigma cuja resolução deve ser procurada no nosso interior e não neles mesmos.</p>
<p>No conto A Bola de Cristal, por exemplo, o príncipe parte em busca de sua princesa que espera ser libertada. Mas quando a encontra, ela parece-lhe abominável. Então ela diz: “O que vês não é o meu verdadeiro rosto. O Grande Mágico tem-me em seu poder. Por causa dele, os homens só podem ver-me sob esta forma horrível. Se quiseres contemplar a minha verdadeira aparência, vê-me no espelho. O espelho não se deixa enganar e mostrar-te-á a minha verdadeira face”. O herói olha para o espelho e vê nele o rosto, cheio de lágrimas, da moça mais bela do mundo.</p>
<p>O conto é um espelho mágico no qual somos convidados a mergulhar, a fim de nos reconhecermos. Não no sentido de nos afogarmos numa auto-contemplação estéril, como Narciso, mas antes no de nos observarmos tal e qual somos, para além das aparências.</p>
<p>Existe em cada um de nós uma princesa encantada que achamos feia e abominável: são os nossos recalques, que vivemos sob a forma de vergonha, inveja, cólera e desencorajamento, entre outros. Se aprendermos a ver esses instintos nesse espelho de verdade que são os contos, poderemos contemplar as verdadeiras belezas que habitam em nós e que choram enquanto aguardam a sua libertação.</p>
<p>Essas princesas só têm um herói: nós mesmos. É a nós que compete libertar o nosso reino interior e a princesa belíssima que nos espera. É a parte mais íntima do nosso ser que encontramos no espelho dos contos e que nos conduz à libertação e ao desabrochar pleno. Existe uma identidade perfeita entre nós e o conto. O conto é a nossa história. É a encenação metafórica de aspectos nossos que ignoramos, recusamos, ou que não sabemos ver tal e qual são. Se conseguirmos penetrar no espelho e reconhecer a nossa imagem, se escutarmos o conto para nele encontrarmos aspectos concretos da nossa existência, bastar-nos-á pôr em prática as suas propostas e viver a nossa vida segundo esse modelo de verdade.</p>
<p>Somos feitos da mesma maneira que os contos são feitos e a função dos contos é lembrar-nos isso mesmo. Se não nos lembramos, é porque estamos sob o feitiço de um Grande Mágico, que nos subjuga, seja através de condicionamentos mentais, seja através das representações falseadas da realidade.</p>
<p>O conto tem por fim acordar a nossa estrutura de verdade profunda, levar-nos a experimentá-la e a pô-la em movimento, a fim de que possamos harmonizá-la com o arquétipo ideal. É ele a chave de acesso a um maior auto-conhecimento.</p>
<p><em>*</em><strong> </strong><em><strong>Marilene Tavares de Almeida</strong></em><em> pós-graduanda em literatura infantil.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquétipos: Deuses ou Idéias??]]></title>
<link>http://prejunguiano.wordpress.com/2009/11/21/arquetipos-deuses-ou-ideias/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 02:45:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ebrael Shaddai</dc:creator>
<guid>http://prejunguiano.wordpress.com/2009/11/21/arquetipos-deuses-ou-ideias/</guid>
<description><![CDATA[Durante a infância e adolescência há sempre aquele costume de querer saber de tudo&#8230;e o porquê ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Durante a infância e adolescência há sempre aquele costume de querer saber de tudo&#8230;e o porquê de tudo!!</p>
<p>- Papai, por que Napoleão vivia com a mão dentro do casaco?</p>
<p>- Ora, ele deveria estra com frio!!</p>
<p>- Mas ele estava agasalhado&#8230;</p>
<p>- Então, deve ser porque ele estava com dor de barriga!!</p>
<p>- Mas&#8230; por que?</p>
<p>- Deve ter comido algo estragado durante a guerra!!</p>
<p>- Será?? Mas, por quê?</p>
<p>É chato para quem tem que responder e aturar essa saraivada de perguntas, aparentemente sem nexo. Mas é mais chato para aquele que fica sem respostas, pois bem pode ser que ele queira apenas chatear, mas também pode se tratar de uma dúvida válida.</p>
<p>O questionamento causal (perguntar a causa e os porquês) é o primeiro e áureo exercício de filosofia e busca do conhecimento. Através dele, perguntando &#8220;por que?&#8221;, vai-se abstraindo cada vez mais em idéias e campos mais subjetivos, mais e mais elevados e abrangentes. É como perguntar de onde viemos e por que viemos de tal lugar. E antes desse lugar, estávamos onde? E por que? Claro, chega-se a um limite em que quase já não conseguimos imaginar muita coisa, mas ainda bem antes do que a criança, por si só pode chegar. Como <em>poderia</em> dizer Kundera, &#8220;a partitura da Vida e da mente consciente delas está ainda praticamente em branco&#8221;.</p>
<p>E por esses exercícios, chegando a idéias cada vez vagas, e aparentemente sem sentido, é que se atinge as portas do Arquétipo, que quer dizer, em grego, &#8220;figura superior ou antiga&#8221;. Denota as idéias primordiais do mundo que derivaram nas idéias grosseiras, assim como os sentimentos, que permeiam toda a Natureza ao nosso redor.</p>
<p>E, se considerarmos, as idéias como sementes de coisas visíveis, são elas que governam e regulam o funcionamento da Natureza. estaria aí a resposta para os perplexos com a perfeição da Natureza?? Estaria aí a resposta para os que se questionam sobre a origem dos mitos dos Deuses e Heróis dos panteões de todos os povos?? Seria a Mitologia uma forma de explicar o que, de outra forma, seria impossível??</p>
<p>Assistam ao vídeo (que está espanhol, mas compreensível), que eu recomendo:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/WPzUAgsewgs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/WPzUAgsewgs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["Anticristo" (em nosso tempo) de Lars Von Trier ]]></title>
<link>http://anoitan.wordpress.com/2009/11/06/anticristo-em-nosso-tempo-de-lars-von-trier/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:57:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>adi</dc:creator>
<guid>http://anoitan.wordpress.com/2009/11/06/anticristo-em-nosso-tempo-de-lars-von-trier/</guid>
<description><![CDATA[Comecei a Assistir &#8220;Anticristo&#8221; achando que seria mais um daqueles filmes de terror ao e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Comecei a Assistir &#8220;Anticristo&#8221; achando que seria mais um daqueles filmes de terror ao estilo de “O Exorcista”, “A Profecia”, “O Exorcismo de Emily Rose”, etc, mas não; não se trata desse tipo de terror, mas de um terror totalmente psicológico, interior, trata da dor nua, crua, desesperada, da culpa, auto-punição e dos medos mais profundos do ser humano.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1071" title="images" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/images1.jpg" alt="images" width="91" height="124" />É um filme polêmico, chocante, simbólico, onde pode ser interpretado de diversas maneiras, mas não no primeiro momento, não logo depois de acabar o filme, porque nesse momento fica a sensação de: “Nossa!! Acabou assim, sem pé nem cabeça”, “não tem lógica, nem significado”,  ao mesmo tempo que,  quando se está assistindo  não se  desgruda o olho da tela, e depois que acaba o filme, mesmo com essa sensação de filme estranho, não paramos de pensar sobre ele, pois certamente as imagens fortes causam algum impacto dentro da própria psique, e nos traz muitos questionamentos.</p>
<p>Particularmente eu gostei muito do filme, porque mostra aspectos da natureza humana que ninguém gosta de admitir, o lado sombrio que está bem escondido dentro do ser, mas que ninguém em sã consciência quer mexer&#8230; mas como disse Jung, &#8220;Tudo aquilo que não enfrentamos em vida acaba se tornando nosso destino&#8221;.</p>
<p>Lars Von Trier escreveu o roteiro desse filme no auge de uma crise de depressão, ele disse:</p>
<p>“Não conseguia trabalhar. Seis meses depois, apenas como um exercício, escrevi um roteiro. Foi um tipo de terapia, mas também uma procura, um teste para ver se eu ainda faria algum filme”.  E ainda:  “O roteiro foi finalizado e filmado sem muito entusiasmo, feito como se eu estivesse utilizando apenas metade da minha capacidade física e intelectual”, contou ele. “O trabalho no roteiro não seguiu o meu modus operandi habitual. Cenas foram acrescentadas sem razão. Imagens foram compostas sem lógica ou função dramática. No geral, elas vieram de sonhos que eu tinha no período, ou sonhos que eu tive anteriormente.”</p>
<p>Exibido pela primeira vez no festival de Cannes desse ano, “Anticristo” chocou  parte da imprensa e aos críticos de cinema, que saíram antes da sessão acabar, ou vaiaram o filme ao final da exibição.</p>
<p>O filme tem uma belíssima fotografia, e começa em preto e branco, ao som da ária de Handel “Láscia La Spina”, música que também acompanha o desfecho final.</p>
<p>Para o filme ficar compreensível, é necessário uma leitura simbólica e mítica. E aqui coloco minha interpretação pessoal, compreendendo que o filme é riquíssimo em simbologia, cabendo portanto, diversas outras interpretações. Contém spoilers, por isso quem ainda não assitiu, melhor ver primeiro, antes de continuar a leitura.<!--more--></p>
<p>“Anticristo” conta o drama de um casal, abalado pela trágica morte do filho pequeno,  enquanto eles completamente envolvidos, fazem amor  no quarto.</p>
<p>Os atores Willen Dafoe e Charlotte Gainsbourg interpretam de corpo e alma os protagonistas únicos dessa história. Ela uma historiadora, que está escrevendo uma tese sobre o femicídio (violência, mutilações e morte de mulheres em razão de seu sexo feminino), ele um terapeuta. Incapaz de superar o <img class="alignright size-full wp-image-1065" title="casal" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/casal1.jpg" alt="casal" width="124" height="93" />luto, ela afunda em forte depressão,  enquanto  ele como terapeuta resolve assumir a responsabilidade pela terapia que vai ajudá-la a superar essa crise que foi desencadeada pelo forte trauma da perda do único filho.</p>
<p>Desde o início há uma linha divisória bem clara entre o feminino e o masculino, ela entra de cabeça e se entrega a vivenciar a dor do luto, da culpa, se entrega a sua natureza feminina. Ele, racional, apesar da dor interna, conduz sua situação de modo mais distante e frio, se refugia em sua racionalidade para tentar lidar com o problema de sua mulher.</p>
<p>No começo da terapia, ele a leva a encontrar  seus maiores medos, e diante da descoberta, enfrentá-los e confrontá-los como forma de perceber seu caráter ilusório.</p>
<p>O casal embarca então para uma cabana no meio de uma floresta chamada Éden, casa de campo que pertence ao casal. Na floresta, ele vai entrando em contato com elementos estranhos, com o mistério da vida, apesar de sua racionalidade. Vê um cervo dando a luz, mas o filhote não nasceu completamente e está preso a mãe, morto, putrefato. E isso induz tanto ao processo alquímico da nigredo, bem como a necessidade que o <img class="alignleft size-full wp-image-1080" title="ponte" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/ponte.jpg" alt="ponte" width="132" height="83" />filho precisa se desligar da mãe pra viver e tornar-se um homem, além de que o próprio cervo simboliza a auto-renovação, representa um fator inconsciente que nos revela o caminho que nos levará ao rejuvenescimento. Em Éden se cruza uma ponte, símbolo da travessia de um limite, de uma fronteira. Floresta tem sempre o significado do inconsciente, onde vive os animais e os instintos, então percebemos esse adentrar ao inconsciente.</p>
<p>A floresta é algo revelador para ambos, pois em cada fato ocorrido nela, se revela o interior do ser, revela aquilo que há dentro deles e que eles não viam, ou não queriam ver, porque só há dor dentro deles. E de cara a natureza se mostra para ambos como um espelho refletindo o interior como algo violento, chocante,  ctônico. O diretor mostra a natureza nua e crua na visão do homem.  É em Éden que Von Trier coloca todos os demônios e medos inconscientes. Realidade, imaginação, sonho e pesadelo se misturam de tal forma, que se perdem um no outro.</p>
<p>Ele ainda não percebeu, mas ao adentrar a floresta entra em contato com seu aspecto feminino, que para ele é totalmente desconhecido, assustador, sombrio, demoníaco. O feminino, a natureza é o próprio mal enquanto inconsciente.</p>
<p>Interessante no filme, é que ela havia estado o verão anterior sozinha com o filho pra escrever sua tese, e coisas estranhas aconteceram com ela, mudando  sua visão do mundo, já naquele momento despertando suas energias sombrias e seu maior medo. A natureza, diz ela, é a igreja de Satã.</p>
<p>O tempo todo eles estão lidando com suas sombras. Desde o início já havia os três mendigos (símbolo da sombra) em forma das estátuas, até o final, onde ela fala que tudo terminará com a vinda dos três mendigos e que um deles terá que morrer. Assim como, desde o início há os três animais, em forma infantil no livrinho do filho.</p>
<p>Do ponto de vista psicológico, o filme descreve o processo de busca dele, o processo de transição do mundo idealizado infantil para o mundo real, sem medos e conceitos que distorcem a visão. “Anticristo” mostra o autoconhecimento do masculino através do feminino. Ela a mulher, mãe, esposa, amante, representa o aspecto feminino do homem, sua anima que atua como psicopompo, conduzindo ele através de uma viagem em seu inconsciente, ao mundo feminino dentro de sua natureza masculina. Ele em sua racionalidade pensa que está no controle, que têm o controle de sua vida, de sua natureza.</p>
<p>O filho e o marido são a mesma pessoa, e quando a criança morre, significa que aquela visão infantil, pura e inocente de mundo se foi, e então a necessidade de se tornar quem ele realmente é.</p>
<p>O filme é carregado de simbologia do processo de individuação ou iniciático. A casa representa seu espaço psíquico pessoal, a floresta o coletivo. <img class="alignleft size-full wp-image-1078" title="cabana" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/cabana.jpg" alt="cabana" width="150" height="84" />Há uma enorme árvore no meio da floresta, símbolo arquetípico do axi-mundi, a árvore do mundo, pilar genético de toda a criação, plantada no centro do Éden biblíco, e não é por acaso que  essa floresta se chama Éden.</p>
<p>Sobre a casa onde eles ficam, há um imenso carvalho derramando suas sementes continuamente sobre o telhado, para que a cada cem anos uma semente semeie. Carvalho, árvore sagrada que também representa a Zeus/Júpiter e a Deusa Vesta, símbolo do sol em sua polaridade feminina.</p>
<p>Ali naquele mundo inconsciente representado pela natureza, tem aquela conotação urobórica, como quando ele observa a raposa comendo a si-mesma, alimentando-se de suas entranhas, esta olha para ele e diz: &#8220;O caos reina&#8221;. Simbolizando que ali o racional não tem domínio, não pode nada controlar.</p>
<p>Há muito sexo no filme, sempre partindo dela de forma agressiva, instintiva, como fome de vida, fome de suprir ou aliviar através do gozo toda a sua agonia, sua dor, sua miséria interior. Para ela como se dor e prazer se misturassem de tal maneira que se tornam uma coisa só, ela não distingue uma da outra. Ela precisa <img class="alignright size-full wp-image-1084" title="ela" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/ela.jpg" alt="ela" width="133" height="89" />vivenciar totalmente aquela dor. Dor que já havia se mostrado a ela no verão anterior com o choro da natureza que não nasceu, de todas as sementes que morreram, da vida que não vingou, do filho que se foi. Ela tem muita dificuldade em aceitar  o afastamento dos homens de sua vida, por isso coloca os sapatos invertidos nos pés da criança, por isso prende o peso na perna do marido. Ela incorpora totalmente o arquétipo de pólo negativo da Grande Mãe. Vivencia o arquétipo da mãe destrutiva, da bruxa, e a bruxa é a Deusa-Mãe negligenciada. A Deusa-mãe em seu aspecto destrutivo  era o poder de destruição e morte da Deusa da lua, a face materna negativa e sombria.</p>
<p><img class="alignleft size-full wp-image-1091" title="rosto" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/11/rosto1.jpg" alt="rosto" width="127" height="122" />É esse aspecto negativo do feminino que se apresenta a ele, a mãe má, que sugere: &#8220;tudo que é secreto, oculto, obscuro; o abismo, o mundo dos mortos, tudo que devora, seduz e envenena, que é aterrador e inevitável como destino&#8221;. E é justo esse aspecto que ele vai ter que enfrentar para superar seu próprio conflito, vai ter que entrar de cabeça no fundo da terra, no útero da mãe, se deixar morrer, enterrar-se em seu medo, seu horror e resquícios do complexo materno/infantil, pra então nascer novamente.</p>
<p>O desfecho final do filme é interessante. De volta a cabana, ambos totalmente sem forças, entregues a própria dor, a própria sorte, ele têm um lâmpejo de luz, clareza, e percebe que a constelação do mendigo não existe de fato, nesse momento como se ele conseguisse distinguir que todo o horror existia somente dentro de sua mente. O animal então, lhe revela a chave que o soltará do peso em sua perna; sim, porque é a sombra quem possui as chaves da liberdade. Solto, ele mata a mulher e a queima, representando que todo o seu horror e medo da vida tal qual é, foi transcendido, superado.</p>
<p>Partindo do Éden, novamente ao som da ária de Handel, agora renascido, subtamente a natureza lhe é provedora, nutriz. Os três animais como que sorriem,  as mulheres sem rostos representando o coletivo e impessoal, já não há mais projeções de espécie alguma, não há mais opostos, nem conflitos.</p>
<p>A paz reina.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Guerreros Míticos]]></title>
<link>http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/10/23/guerreros-miticos/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 21:17:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>elhijodelabohemia</dc:creator>
<guid>http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/10/23/guerreros-miticos/</guid>
<description><![CDATA[Aquiles (Modelo: Rory Williams) Gemelos Cástor y Pólux (Flavio y Gustavo Mendonca) Jasón, líder de l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/03/22/aquiles/"><img class="alignnone size-full wp-image-4613" title="achilles" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/10/achilles.jpg" alt="achilles" width="500" height="600" /><br />
Aquiles (Modelo: Rory Williams)</a></p>
<p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/03/26/guerreros-miticos-castor-y-polux/"></a><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;margin:0;padding:0;" title="med16.jpg" href="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/03/med16.jpg"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/03/med16.jpg" alt="med16.jpg" /></a><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/03/26/guerreros-miticos-castor-y-polux/">Gemelos Cástor y Pólux (Flavio y Gustavo Mendonca)</a></p>
<p><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;margin:0;padding:0;" href="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/04/2007110115.jpg"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/04/2007110115.jpg?w=300&#38;h=400" alt="" width="300" height="400" /></a><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/04/11/guerreros-miticos-iii-jason-y-los-argonautas/">Jasón, líder de los Argonautas</a> (Modelo: Wilfried Knight)</p>
<p><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;margin:0;padding:0;" href="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/04/3.jpg"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/04/3.jpg?w=400&#38;h=300" alt="" width="400" height="300" /></a><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/04/28/guerreros-miticos-iv-batallon-sagrado-de-tebas/">Batallón Sagrado de Tebas</a> (Marvin y Andreas)</p>
<p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/05/12/guerreros-miticos-v-hercules/">Hércules</a></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;margin:0;padding:0;" href="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/06/codesdavidbyun.jpg"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/06/codesdavidbyun.jpg?w=500&#38;h=488" alt="" width="500" height="488" /></a></p>
<p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/06/23/guerreros-miticos-vi-eneas/">Eneas</a></p>
<p><a style="text-decoration:none;color:#265e15;border-bottom-color:#996633;border-bottom-width:1px;border-bottom-style:solid;margin:0;padding:0;" href="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/06/raffaellobalzo4.jpg"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/06/raffaellobalzo4.jpg?w=500&#38;h=321" alt="" width="500" height="321" /></a><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/06/25/guerreros-miticos-vii-odiseo-o-ulises/">Ulises u Odiseo (Raffaello Balzo)</a></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4619" title="Alexander1" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/10/alexander1.jpg" alt="Alexander1" width="444" height="638" /><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/08/06/guerreros-miticos-viii-alejandro-magno/">Alejandro Magno</a></p>
<p><img src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/09/rt_img_0423bw3.jpg?w=500&#38;h=470" alt="" /></p>
<p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2008/09/29/guerreros-miticos-ix-harmodios-y-aristogeiton/">Harmodios y Aristogeiton</a></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" title="artemus2" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2009/01/artemus2.jpg?w=500&#38;h=664" alt="artemus2" width="500" height="664" /></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><span style="line-height:19px;"><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/01/28/guerreros-miticos-x-teseo/">Teseo</a></span></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><span style="margin:0;padding:0;"><strong><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" title="perseo2" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2008/11/perseo2.jpg?w=406&#38;h=674" alt="perseo2" width="406" height="674" /></strong></span></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><span style="margin:0;padding:0;"><strong><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/02/20/guerreros-miticos-xi-perseo/">Perseo</a></strong></span></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" title="orland" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2009/04/orland.jpg?w=500&#38;h=342" alt="orland" width="500" height="342" /></p>
<p><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/04/25/guerreros-miticos-xiii-belerefonte/">Belerofonte</a></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><img style="background-image:url('http://s2.wordpress.com/wp-content/themes/pub/mistylook/img/shadow.gif');background-repeat:no-repeat;background-attachment:initial;background-color:initial;background-position:100% 100%;border-color:#eeeeee initial initial #eeeeee;border-style:solid none none solid;border-width:1px initial initial 1px;margin:0;padding:4px 10px 10px 4px;" title="49bd79c851240" src="http://elhijodelabohemia.files.wordpress.com/2009/07/49bd79c851240.jpg?w=500&#38;h=750" alt="49bd79c851240" width="500" height="750" /></p>
<p style="line-height:1.6em;margin:.7em 0;padding:0;"><a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/08/20/guerreros-miticos-paris/">Paris</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Documental sobre el Mito de Osiris]]></title>
<link>http://arboldelavida.wordpress.com/2009/10/21/mito-de-osiris/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 17:05:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>arboldelavida</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Mito de Osiris es muy importante para integrar el Inconciente Colectivo. Es fundamental comprende]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El Mito de Osiris es muy importante para integrar el Inconciente Colectivo. Es fundamental comprende]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sabiduría Gaucha...]]></title>
<link>http://arboldelavida.wordpress.com/2009/10/17/sabiduria-gaucha/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 17:57:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>arboldelavida</dc:creator>
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<description><![CDATA[Una vez, cuando niño, le pregunté a un amigo gaucho qué es la amistad y el me respondió, luego de un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Una vez, cuando niño, le pregunté a un amigo gaucho qué es la amistad y el me respondió, luego de un]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Benefícios da Dança do Ventre XVIII - Dança do Ventre, Inv(f)erno e Cólicas Menstruais]]></title>
<link>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</link>
<pubDate>Wed, 14 Oct 2009 19:05:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciaurea</dc:creator>
<guid>http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/2009/10/14/beneficios-da-danca-do-ventre-xviii-colicas-menstruais/</guid>
<description><![CDATA[BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS Creio que para desfrutarmos de qualquer benefí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><strong>BENEFÍCIOS DA DANÇA DO VENTRE PARA CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<blockquote><p><strong><em>Creio que</em></strong><em> para desfrutarmos de qualquer benefício que a dança do ventre possa nos oferecer, precisamos ter consciência de como nos cuidar.</em></p></blockquote>
<p><strong> </strong><a href="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg"><img class="alignleft" title="Luciaurea-colica-menstrual-alivie-esse-problema" src="http://vindarr.wordpress.com/files/2009/06/colica-menstrual-alivie-esse-problema.jpg" alt="Cólica menstrual - alivie esse problema com a prática da dança do ventre" width="200" height="217" /></a><strong>Tornou-se comum </strong>o crescente índice de reclamações femininas sobre as <em>cólicas menstruais</em>. E os homens também reclamam, pois as mulheres simplesmente &#8220;piram&#8221; com a TPM.</p>
<p><strong>Vivendo em meio a uma cultura </strong>que ensina a detestar os fenômenos femininos do corpo como um <em>dogma</em> que não deve ser questionado, o resultado só pode ser o aumento do sofrimento da mulher.</p>
<p><strong>O que nós</strong><strong>, mulheres,</strong><strong> precisamos aceitar,</strong> é a nossa condição feminina a nível físico, pois a negação e rejeição de qualquer fenômeno orgânico que envolva a nossa natureza é também responsável pela dor que sentimos por termos nascido mulheres.</p>
<p><strong>No plano sintomático,</strong> nos comportamos como se estivéssemos num campo de batalha, travando guerras com <em>obstáculos metafóricos</em> de nosso subconsciente, que mês a mês, a cada ciclo lunar, se renova e fisicamente se reoganiza para receber uma nova vida. Aprendemos a considerar <em>nossos ciclos</em> uma abominação.</p>
<p><strong>Abominação</strong> é para mim, ouvir mulheres amaldiçoando a menstruação, projetando mais raiva sobre seus úteros já enfraquecidos por drogas e conceitos depreciativos sobre <em>o ser mulher</em>.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>UMA LENTE DE AUMENTO SOBRE &#8220;OS CONTOS DE FADAS&#8221;</strong></p>
<blockquote><p><strong>O que você precisa saber</strong> sobre cólicas menstruais está dentro de você: no seu útero. E saiba que quanto mais raiva você assumir internamente sobre esse tema, mais dor você irá sentir&#8230; Infelizmente isso é <em>cientificamente comprovado</em>.</p></blockquote>
<p><strong>Em se tratando de arquétipos</strong> (C.G.Jung, Joseph Campbell, Jean Shinoda Bolen, Cristina Cairo), carregamos através da <em>construção histórica de nossas ancestrais</em>, a &#8220;imagem da mulher que obedece mas que precisa ser uma guerreira no lar&#8221;, herança da <em>consciência machista</em> de clãs e povos colonizadores que deturparam <em>culturas femininas de poder</em>. A única maneira de realizarem tal feito foi &#8220;<em>massacrificando&#8221; as crenças</em> sobre o <em>sagrado feminino</em>. O hábito de arquivar registros históricos nos mostra claramente esse <em>resumo</em>.</p>
<p><strong>Eu costumo dizer </strong>que <em>a dança do ventre nos faz pensar como mulheres</em>.<strong> </strong>Como mulheres somos responsáveis por atacar nossos corpos, nossas formas, nossa psicologia e nossa <em>identidade</em>, em troca de paz e aceitação social, ao invés de desvendar os bloqueios psicológicos projetados sobre nós desde a vida intra-uterina. Paz porque nos consideramos &#8220;mulheres modernas&#8221;, e não podemos perder nosso tempo, dando mais atenção ao diálogo da dor e à sua cura, porque precisamos trabalhar/ganhar dinheiro/pagar as contas; e aceitação social porque apreciar a própria menstruação é sinônimo de &#8220;estranhismo&#8221;. Afinal, <em>&#8220;sangue é nojento&#8221;</em>, <em>&#8220;sangue é feio&#8221;</em>, sangue é <em>&#8220;coisa do diabo&#8221;</em>. Uma &#8220;coisa do diabo&#8221; que nos dá vida.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>FISIOLOGIA DA DOR</strong></p>
<blockquote><p><strong>A dor da cólica menstrual </strong>é causada pela <em>contração muscular</em> e <em>má oxigenação do útero</em>. A <em>prostaglandina</em> é a substância que age na ovulação e no sangramento menstrual. Quando a taxa de prostaglandina aumenta, aumenta também a <em>concentração de cálcio</em> dentro da musculatura do útero, e este passa a se contrair. Esta contração por sua vez, <em>dificultará a circulação sanguínea</em> e provocará a <em>diminuição de oxigênio</em> no útero.</p></blockquote>
<p><strong>Imagine isso: </strong>o útero está <em>cheio de cálcio</em>, contraído e quase <em>sem ar</em>. Sua única alternativa á gritar por SOCORRO!!!!!!! Acrescente à ocorrência, o aumento de <em>vasopressina</em>, que <em>elevará a pressão </em>dos vasos uterinos, <em>reduzindo o espaço</em> <em>para o oxigênio </em>ser conduzido. Com certeza isso vai gerar mais dor.</p>
<p><strong>Quer saber mais?</strong> Tudo isso é somado a um fenômeno que se chama <em>couraça muscular</em>.</p>
<p><strong>Para que serve uma armadura? </strong>Para nos <em>proteger</em>. O subconsciente <em>cria sistematicamente</em> diversas armaduras e <em>as armazena pelo corpo</em> afim de nos proteger de situações <em>consideradas desagradáveis</em>. O <em>sinal de estímulo</em> para <em>ativar</em> uma couraça é a<em> emoção</em>. Cada emoção é associada a um tipo de couraça diferente.</p>
<p><strong>Sabendo disso,</strong> pense a partir de agora, <em>três vezes antes</em> de proferir uma palavra que <em>menospreze teu útero</em> &#8211; até nas entrelinhas! Faça uma <em>programação neurolinguística</em> em você mesma!</p>
<p><strong>A dança do ventre</strong> promove <em>exercícios salutares</em> que <em>diminuem a dor das cólicas menstruais </em>porque<em> estimulam a oxigenação no útero</em>, juntamente com <em>exercícios de abandono</em> das couraças musculares que construímos nele &#8211; algumas vezes de maneira dolorosa para algumas mulheres.</p>
<p><strong>As ondulações abdominais</strong> são um forte <em>&#8220;chamariz&#8221;</em> e marca registrada da dança do ventre. São também, <em>exercícios renovadores da auto estima</em> da mulher moderna, que tende a projetar sobre seu ventre, toda a <em>idéia de feiúra</em> que a cultura de mídia ensina como verdade massificada, para fazê-la aceitar paradigmas como se fossem suas verdades pessoais.</p>
<p><strong>Não estrague </strong>sua felicidade. Fique de Olho!</p>
<p style="text-align:center;"><strong>DANÇA DO VENTRE, INVERNO E CÓLICAS MENSTRUAIS</strong></p>
<p style="text-align:center;"><span style="text-decoration:underline;">Um cuidado prático</span>!</p>
<blockquote><p>Eu posso dizer que com a experiência, fui adquirindo alguns hábitos que atualmente me protegem e espero que a sugestão possa nos dar algo para pensar a respeito para as épocas de frio.</p></blockquote>
<p><strong><span style="font-weight:normal;"><strong>1- Diminua a friagem ambiente</strong>. Feche janelas e se a aula esquentar em função dos exercícios prefira um <em>ventilador à distância</em> com <em>circulação indireta</em>;</span></strong></p>
<p><strong>2- Faça uso de meias e sapatilhas</strong> &#8211; e <em>não dispense o agasalho</em>. <em>Cubra seu ventre</em> se for preciso, para não tomar friagem no ventre e lombar, pois épocas frias intensificam não somente cólicas, mas lombalgias e fribromialgias também;</p>
<p><strong>3- Aquecimento prévio</strong>, de longa duração, com <em>muita respiração abdominal</em> e alongamento. Não se trata de aquecimento rápido de academia &#8211; mas um <em>carinho</em>, um cuidado e uma <em>mensagem para o corpo</em> de que <em>você está dando atenção ao diálogo</em> dele: toda cólica é um sinal de diálogo do corpo;</p>
<p><strong>4- Bom humor</strong>. Não o deixe guardado na gaveta! Coloque um sorriso em seu rosto <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:center;"><strong>Boa Dança!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://geometriacorporalexpressiva.wordpress.com/volumes/volume-ii/" target="_self">Votar para Volume II</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre arquétipos]]></title>
<link>http://runmotherfuckerrun.wordpress.com/2009/10/13/sobre-arquetipos/</link>
<pubDate>Tue, 13 Oct 2009 16:20:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>runmotherfuckerrun</dc:creator>
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<description><![CDATA[Skull,nu é o &#8220;repositório de idéias dos planners da CuboCC&#8221;. Lá sempre tem uns textos fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://skullnu.blogspot.com/" target="_blank">Skull,nu</a> é o &#8220;repositório de idéias dos planners da CuboCC&#8221;. Lá sempre tem uns textos fodas, bem diferente de muito blog de planejamento por aí. Dessa vez os caras <a href="http://skullnu.blogspot.com/2009/10/volta-do-homem-arquetipico-demorou_10.html" target="_blank">escreveram sobre arquétipos</a>:</p>
<blockquote><p>No Houaiss diz que, de acordo com Jung, discípulo de Freud e criador da psicologia analítica, arquétipo é todo conteúdo imagístico e simbólico do inconsciente coletivo, compartilhado por toda a humanidade, evidenciável nos mitos e lendas de um povo ou no imaginário individual, especialmente em sonhos, delírios, manifestações artísticas etc.. Um arquétipo é uma imagem primordial, que é NECESSARIAMENTE coletiva, e existem por muitas e muitas gerações. O sensacional site <a href="http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/09/arquetipos.html" target="_blank">Saindo da Matri</a>x fala isso de uma forma bem interessante, mas dá uma pista mais exata quando questiona:</p>
<p>&#8220;Se deixarem de acreditar em um Deus, ele desaparece? Provavelmente sim. Mas o Arquétipo que o originou fará que sua função seja ocupada, em outra mitologia, por algum outro conceito substituto.&#8221;</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8230;algo que há tempos discutimos aqui dentro da CUBOCC: a volta do homem com barba como representação masculina para a publicidade. Isso acontece desde 2006, conforme matéria do NYTimes, onde a barba invadiu os rostos de alguns sex symbols de Hollywood. Mas só agora em 2009 é que se materializa como arquétipo, pois vai além de elementos isolados e criam narrativas completas.</p></blockquote>
<blockquote><p>O homem comum de hoje em dia passa por uma enorme crise de identidade pois esses arquétipos foram corroídos pela convulsão em nossas estruturas sociais, as drásticas alterações nos papéis dos gêneros, e o desaparecimento de modelos masculinos fortes. Nunca, em toda a história humana, nós enfrentamos esse tipo de conflito que os machos da espécie estão passando. Hoje, os homens são forçados a se redefinir, ainda mais pela ascensão de estereótipos como os (blergh!) metrossexuais.</p>
<p>O estresse que esse tipo de coisa causa ajuda a piorar ainda mais a vida do consumidor. Não adianta publicitários tirarem o c* da reta e dizerem que nada tem a ver com isso, por apenas refletirem a &#8220;realidade do consumidor&#8221;. Não! É mentira, pois todos sabem o valor civilizatório dessa área que a gente ganha o pão, assim como o poder legitimador/formador de opinião que a gente tem.</p></blockquote>
<blockquote><p>Quando tudo parece confuso, perdido e previsível, nada mais natural que um retorno às raízes para reencontrarmos nossas identidades. Felizmente, num tiro que dou no meu próprio pé, não é por meio de produtos ou marcas que isso acontece. Nenhuma marca, em hipótese alguma, tem o poder de nos definir. E, se o faz, é de forma pobre e estereotipada. Um espelho velho e embaçado, que tenta nos imitar.</p></blockquote>
<p>Foda, né? No meio do texto tem um <a href="http://www.saindodamatrix.com.br/archives/2007/09/arquetipos.html" target="_blank">link punk</a>, onde li isso:</p>
<blockquote><p>Não existem &#8220;Arquétipos do Tarot&#8221;, nem o &#8220;Arquétipo de Ísis&#8221;, nem o &#8220;Arquétipo do Leão&#8221;, nem outros absurdos esquisotéricos que ouvimos por aí. Arquétipos estão numa camada muito mais profunda e amorfa. Senão, não são mais Arquétipos, e sim mitos criados para que possamos lidar com eles dentro de uma referência cultural ou simbólica.</p>
<p>Se falam do conceito original, formulado por Jung (mas estuprado e distorcido por todos que quiseram dar um certo ar &#8220;científico&#8221; aos seus credos), o Arquétipo é quem cria os deuses. É como o buraco da forma de gelo. Não há, portanto, Arquétipo de Maria, nem de Pacha Mamma, nem de Ísis, nem de Lakshimi, nem da Deusa, nem da Imperatriz do tarot. Mas há um Arquétipo UNIVERSAL da Grande Mãe, algo sem forma, sem mito, que está presente no inconsciente coletivo da humanidade, e que fará qualquer povo de qualquer lugar, mesmo se isolado numa ilha ou planeta, daqui há algum tempo arrumar alguma deusa ou figura similar para preencher o buraco psíquico deixado por este arquétipo.</p></blockquote>
<p>Me sinto um imbecil. Dos mais arrematados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[]]></title>
<link>http://astromistika.wordpress.com/2009/10/12/53/</link>
<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 19:16:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>astromistika</dc:creator>
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<description><![CDATA[LAS BASES POETICAS DEL ALMA Notas de Thomas Moore   La psicología arquetipal no es una psicología de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-medium wp-image-55" src="http://astromistika.wordpress.com/files/2009/10/64396_m1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></p>
<p>LAS BASES POETICAS DEL ALMA</p>
<p>Notas de Thomas Moore</p>
<p> </p>
<p>La psicología arquetipal no es una psicología de los arquetipos. Su actividad primordial no es comparar temas mitológicos o artísticos con temas semejantes de la vida. Más bien, la idea es ver cada fragmento de la vida y cada sueño como mito y poesía. Un ayuntamiento le solicita a Hillman que dé un discurso sobre su plan de construir un lago recreativo. Hillman comprende las inquietudes inmediatas, pero saca la cuestión de su contexto literal, y considera la necesidad que tiene esa ciudad de humedad del alma. No tiene una piscina de ensueños, dice. Tiende a concretizar cualquier fantasía que aparece. Hay poco nadar en la fantasía, no hay fluidez de imaginación, pocos placeres de auténtico mar afrodisíaco. El alma del lugar está reseca. Necesita un agua más profunda y sutil que la que pueda proporcionar un lago.Toda la obra de Hillman &#8211; elaborar teorías, analizar la cultura, practicar terapia &#8211; presupone lo que él llama &#8220;una base poética del alma&#8221;. Esto es, una psicología arraigada no en la ciencia sino en la estética y la imaginación. Al tomarlo todo como poesía, Hillman libera la conciencia de su costra estrecha y dura de literalidad, para revelar la profundidad de experiencia. El alma, dice, transforma los acontecimientos en experiencias. Pero lo que se experimenta es imagen, no literalidad. La ciudad siente su falta de agua y literalmente trata de construir un lago. Sólo un alma poética podría penetrar esa literalidad y hacer un diagnóstico acertado. Esta visión poética es lo que Hillman entiende por psicología.Este trabajo es denominado &#8220;arquetipal&#8221;, el adjetivo, entonces, porque busca en los acontecimientos las imágenes que originan significado, valor y todo el rango de la experiencia. Aspira a la profundidad, la resonancia y la textura en todo lo que considera. Para los antiguos filósofos griegos, &#8220;archai&#8221; son los elementos básicos que constituyen la experiencia. La psicología arquetipal emplea la visión penetrante de la imaginación para percibir aquellos &#8220;archai&#8221;, aquellas fantasías fundamentales que animan la totalidad de la vida. &#8220;Arquetipal&#8221; significa &#8220;fundamentalmente imaginal&#8221;.Hillman sirve primariamente al alma preservando sus manifestaciones, y una de ellas es su deseo de entenderse a sí misma. La psique, dice, busca el logos, y ese el significado fundamental de &#8220;psicología&#8221;. La metapsicología o la teoría, para Hillman, no es una búsqueda de significado más allá de la propia imaginería del alma; más bien es uno de los modos de la imaginación más propios de la psicología. También es poesía. Los conceptos e ideas psicoanalíticos tienen que escucharse como expresiones de la imaginación y leerse como metáforas. Y este enfoque opera una terapia de la psicología misma, recordándole a la psicología que no es una ciencia o una filosofía moral o una disciplina espiritual. Es una actividad imaginativa del alma.Es por lo tanto no-psicológico el reducir las imágenes a conceptos. Al decir que las serpientes y los bastones son símbolos fálicos hemos sacrificado las imágenes. Cuando llamamos ánima a las figuras femeninas del sueño, hemos congelado esas personalidades en abstracciones. Más que constreñir las imágenes a volverse conceptos fijos y limitados, Hillman quiere que seamos nosotros los constreñidos por las imágenes. En lugar de interpretar un sueño, Hillman prefiere que el sueño nos interprete a nosotros. Este enfoque da absoluta prioridad a la imaginación sobre el ego con su entendimiento y sus aplicaciones. La idea de la base poética del alma es radical, alejando la conciencia de su heroísmo y acercándola hacia una postura más maleable y receptiva.Gran parte del trabajo del análisis arquetipal aspira a salvaguardar y preservar las imágenes. El analista vigila esa tendencia a honrar sus posiciones interpretativas favoritas en lugar de las imágenes, en una persona o en una sociedad, esa tendencia a moralizar contra una imagen porque parece ir en contra de los valores establecidos o de los sentimientos confortables.Dado que la imaginación es una actividad primaria del alma, la psicología tiene que ser cuidadosa en su enfoque del lenguaje. Hillman trata a las palabras como seres, emisarios, no como funciones o herramientas. Denuncia al nominalismo en todas sus formas &#8211; que hace que las palabras signifiquen lo que queremos que signifiquen. La psicología profesional está llena de palabras que ya hace tiempo han perdido su resonancia imaginal para volverse categorías vacías en las cuales comprimir la personalidad y la conducta.Hillman va tan lejos como para decir que las palabras son personas. Ellas hablan, nosotros escuchamos. Las palabras tienen integridad, sus propias historias y personalidades. La imaginación vislumbra el alma incluso en nuestras palabras. Así, leer a Hillman es ya una empresa psicológica, casi terapéutica, porque saca al alma de sus convicciones fijas evocando sus fundamentos poéticos.Ver la imagen a través de lo literal, es vislumbrar el alma. La percepción de imágenes es visión psicológica. En este sentido, &#8220;psicología arquetipal&#8221; es una redundancia. Toda psicología basada en la estética es arquetipal. La psicología puede tender al alma cuando el alma es percibida adecuadamente mediante la imagen. Por lo tanto, puede haber más psicología en el campo del arte y la literatura que en el psicoanálisis.En un antiguo ensayo sobre la psicología del Renacimiento, Hillman tomó una idea de Marsilio Ficino, el platónico del siglo XV que ofreció una base filosófica inspirada para los pintores y poetas de su tiempo. Ficino dijo, en la lectura d Hillman, que necesitamos una educación que vaya en contra de nuestras tendencias hacia el naturalismo y lo literal. La obra de Hillman es en gran parte esta contra-educación, un giro a veces inquietante de la atención de lo que parece natural al territorio alternativo de la imagen. Lo literal, en cualquier campo o empresa, renuncia a su agarrón a regañadientes. Por lo tanto Hillman se adhiere a su contra-educación en psicología con obstinación y fuego, transformando las manipulaciones de la psique enfocada médicamente en una psicología como él la define: arquetipal, imaginal, estética y poética.Muchos dioses, muchas personasEn un sueño contado con frecuencia, el soñador conduce por una autopista cuando el coche se desvía bruscamente hacia un atajo o una camino de tierra deteniéndose en un rincón o en un campo. Aparentemente no siempre es fácil adherirse a lo recto y estrecho, mantener la visión en un sólo sendero. Sin embargo hay ese sentimiento insistente de que lo correcto es &#8220;lograr el objetivo&#8221;, &#8220;tener una meta en mente y luchar contra las tentaciones de la dispersión&#8221;. Desviarse de la unidireccionalidad es, en la imaginería del sueño, una conducta desviada &#8211; &#8220;de-vía&#8221;, &#8220;fuera del camino&#8221;James Hillman, como es característico en él, encuentra una necesidad en el desvío. En lugar de hacer norma de la unidad del alma, describe a la psique como inherentemente múltiple. No emplea una palabra moderada tal como &#8220;policéntrica&#8221; o &#8220;multifacética&#8221; para esta multiplicidad. En su lugar toma una palabra de la religión y la mitología, &#8220;politeísmo&#8221;, lo cual sugiere una división profunda y esencial en el alma.En su ensayo &#8220;Psicología: ¿Monoteísta o Politeísta?&#8221; Hillman ubica el politeísmo junto con las ideas de Carl Jung de ánima y ánimus. Aunque raramente hace la afirmación, Jung sugiere una profunda división en la psique. Anima y ánimus son dos fuentes de significado y fantasía muy diferentes de, mucho más profundos que el ego, y muy difíciles de unir en &#8220;matrimonio&#8221; o &#8220;sizigia&#8221;. Hillman toma esta división hecha de acuerdo al género, y la abre mitológicamente más aún hacia imágenes de los dioses y las diosas. Para él, la mitología politeísta ofrece un excelente trasfondo metafórico para imaginar la psique en su multiplicidad.Una psique politeísta no es lo mismo que un alma fragmentada. Algunos al oír del énfasis de Hillman en el politeísmo, se quejan de que su psicología es otra versión más de una fragmentación cultural más general, un trozo de astillamiento psicológico en el arte moderno, la vida y la política. Pero Hillman diagnostica la fragmentación cultural como el regreso del politeísmo reprimido. Cuando expulsamos la multiplicidad de nuestra propia auto-definición, nos condenamos a vivir y actuar la fragmentación en la sociedad. En la visión de Hillman, necesitamos una psicología que dé sitio a la multiplicidad, sin exigir integración y otras formas de unidad, y que a la vez ofrezca un lenguaje adecuado para una psique que tiene muchos rostros. El politeísmo psicológico de Hillman no invita a una vida de caos, sino a una existencia con muchos elementos que ascienden y bajan en importancia, que a la vez están en conflicto y encajan, en un rico contrapunto de temas y episodios.El politeísmo psicológico no es disociación psicótica o relativismo moral, más bien lo contrario. La represión de la multiplicidad regresa bajo la forma de desintegración. El ego heroico, intentando esforzadamente tenerlo todo junto, prepara una condición de fragmentación psíquica. Estamos tan habituados a valorar la integración y la unidad, que cualquier sugerencia de multiplicidad nos lleva a los extremos. El politeísmo, empero, significa &#8220;muchos&#8221; y no &#8220;cualquiera&#8221;. No es que cualquier cosa valga, sino que el alma tiene múltiples fuentes de significado, dirección y valor.La psique no es sólo múltiple, es una comunión de muchas personas, cada una con necesidades, miedos, deseos, estilos y lenguajes específicos. Las muchas personas son eco de los muchos dioses que definen mundos que subyacen a aquello que aparece como un ser humano unificado. Las personas del sueño representan las muchas personalidades que tienen un papel en los dramas cotidianos de la psique. Una psicología politeísta observa cuidadosamente las relaciones entre las figuras del sueño, escuchándolas, otorgándoles a cada una lo que les corresponde, incluso a aquellas personas del sueño que el ego encuentra objetables y amenazantes.Las imágenes de la mitología politeísta son ellas mismas terapéuticas porque ofrecen espacio a la variedad y conflicto del alma. Podemos imaginar las tensiones cuando primariamente tomamos una orientación que reconoce muchas direcciones diferentes en la psique. El prejuicio hacia el monoteísmo se estremece cuando encuentra muchas tendencias en tensión y aspira hacia una resolución unificada. Una postura politeísta en cambio, contiene la tensión de tal modo que todas las partes implicadas encuentren la manera de coexistir.El politeísmo psicológico, por lo tanto, no es sólo una cuestión de cantidades -muchos dioses y muchos impulsos- sino también de cualidad. Implica una vida que pueda abarcar direcciones en conflicto, que no recurre jerarquías y a principios estructurados para imponer orden. El ambiente psicológico de un punto de vista politeísta consiste en aceptar y ser receptivo a voces que difieren y que a veces alimentan el conflicto. La ansiedad que deriva de los esfuerzos heroicos por la integración, cesa en una situación de politeísmo. A la vez, el principio que guía al politeísmo es dar a cada figura divina la atención que requiere.Un ego distendido que honra a los muchos, ofrece recompensas considerables. Encontramos vitalidad en la tensión, aprendemos de la paradoja, obtenemos sabiduría yendo a horcajadas de la ambivalencia, y ganamos confianza al confiar en la confusión que surge naturalmente de la multiplicidad. El signo de una vida animada con alma, es su complejidad y su riqueza de texturas. Los complejos del alma, por tanto, no han de ser simplemente resueltos, puesto que son el material de la complejidad humana.Antes de intentar resolver un conflicto, Hillman insiste en que atendamos a nuestra creencia en el conflicto. En cualquier conflicto, usualmente yace un heroísmo secreto que disfruta con la lucha, o un mártir secreto que quiere se desgarrado. En un enfoque politeísta de la psique, los conflictos ya no parecen tan decisivos. Desde el comienzo, el tema del politeísmo consiste en honrar a todos los lados. La idea no es vencer o ser vencido. No hay un líder unificador y jerárquico.En el contexto del politeísmo, es virtuoso no ser integrado y centrado, sino ser flexible, abarcador, tolerante, paciente y complejo. Las variedades de la experiencia no tienen por qué ser armonizadas. El equilibrio, la integración y la completitud, valores importantes para una psicología monoteísta, no tienen lugar en el politeísmo, que exige el ensanchamiento del corazón y de la imaginación. El alma politeísta está ricamente tramada y tejida. Tiene muchas cualidades de carácter y es el teatro donde se actúan muchas historias, y se reflejan muchos sueñosPráctica imaginal: saludando al ÁngelLos lectores se quejan de que James Hillman ofrece poco en cuanto a métodos y técnicas. El mismo habla en contra de la imaginación guiada o dirigida, las técnicas de la Gestalt, la interpretación y aplicación de las imágenes a la vida cotidiana, las alucinaciones inducidas con drogas, y los tratados de simbolismo. Si bien es cierto que se buscará en vano algún manual que explique cómo trabajar con imágenes en la obra de Hillman, ésta proporciona sin embargo algunas guías precisas para elaborar imágenes y para preservar su integridad.En la práctica arquetipal, es de primordial importancia la propia actitud hacia una imagen. Hillman dice una y otra vez que quiere salvar el fenómeno. &#8220;Adherirse a la imagen&#8221; constituye una regla de rigor. Esto significa no traducir las imágenes en significados, como si fueran alegorías o símbolos. Como él suele decir, si hay una dimensión latente en una imagen, es justamente su inagotabilidad, su profundidad. Aún los juegos más sutiles con una imagen pueden transformarla en un concepto o en un eslabón dentro de un grupo abstracto de una familia de símbolos.Hillman también advierte que una imagen viene junto con una exigencia moral. La imagen nos persigue y obsesiona hasta que le respondamos de la misma manera. Puede sugerir una necesidad interna o una limitación, o puede exigir acción directa. Las imágenes son daimones que proporcionan señales del destino. En un clima de modernidad, la imaginación suele tomarse a la ligera. Confiar en las imágenes con sensibilidad ética pareciera promover la relatividad. Todo vale. Pero Hillman reconoce que hay una moralidad profunda, sutil, compleja, en el tomarse las imágenes en serio. Conocer la vida de la fantasía, es conocernos profundamente. Desde este tipo particular de auto-conocimiento que está más allá del ego, proviene un fuerte sentido de destino. En este sentido, la imaginación proporciona una sólida fundamentación moral.Un tipo de fundamentación diferente, pero importante, surge también de las ideas psicológicas. La psicología moderna padece de un anti-intelectualismo debilitador. En lugar de ideas, confía en proyectos de investigación, estudios cuantitativos, catálogos simples y literales de enfermedades, y en una amplia variedad de técnicas. O bien va a la dirección opuesta, donde los sentimientos son los últimos árbitros morales. Una de las contribuciones radicales de Hillman a la psicología consiste en fundamentar nuevamente la psicología en ideas que tienen profundidad y textura, y en proponer ideas con pasión intelectual.En muchos escritos Hillman ofrece &#8220;reglas&#8221; para trabajar con imágenes similares a las &#8220;reglas&#8221; que siguen los artistas en su trabajo. Estas reglas defienden la individualidad de la imagen y sin embargo la dejan hablar más alto de lo que resultaría sin este trabajo. Una regla, por ejemplo, es considerar todos los detalles y el contexto de una imagen. Si se ha soñado con una serpiente, esa serpiente no es idéntica a la que se apareció a Adán y Eva, aunque pueda estar relacionada con ella. Hillman recomienda que tomemos un enfoque &#8220;olfativo&#8221; hacia las imágenes, conociéndolas con la intimidad del olfato.Parque tomamos la imaginación a la ligera, con frecuencia nos vemos tentados a fundamentar la imagen fuera de sí misma. Un sueño entonces adquiere su significado y peso de un recuerdo pasado o de un problema actual. Una pintura resulta de valor especial porque representa un mito clásico. Una obra literaria es premiada porque enseña una lección moral importante. En todos estos casos, la imagen sufre, es descuidada. Su propia presencia, grávida y llena de implicaciones, no puede sobrevivir a estos intentos de fundamentarla y reducirla.Una imagen, dice Hillman, aparece como representante de un pandemónium entero de imágenes. La iconografía cristiana muestra con frecuencia el aire poblado de ángeles, pero sólo Gabriel anuncia a la Virgen el mensaje de decisiva importancia. Una imagen particular, advierte Hillman, es un ángel necesario que aguarda una respuesta. Cómo saludemos a este ángel dependerá de nuestra sensibilidad a su realidad y a su presencia.Terapia: ficciones y epifaníasLa palabra &#8220;terapia&#8221; está cargada de connotaciones médicas, de modo que James Hillman la retoma para bañarla en fantasías etimológicas a fin de tener un sentido prístino de su naturaleza. Para los griegos, la palabra significaba &#8220;servicio, atención y asistencia&#8221;. Esta idea de terapia subyace profundamente en el modo que Hillman tiene de tratar los síntomas, los sueños y las imágenes. Los atiende y les sirve, aun cuando desafían o contradicen en gusto y las intenciones de la sociedad o de la persona que los presenta.A esta etimología bastante familiar, Hillman le añade otra más curiosa. La palabra, nos dice, se conecta con la expresión &#8220;trono&#8221; y relaciona &#8220;terapia, con &#8220;silla&#8221;". Podría haber mencionado las antiguas imágenes de Asklepios (Esculapio), dios griego de la curación, sentado en su silla con su perro a sus pies. Y podría haber mencionado el famoso diván de Sigmund Freud. Aún hoy, la silla está íntimamente implicada en nuestra imagen de terapia. La silla sugiere reflexión, conversación, quietud, interioridad, apoyo, lo corriente. El terapeuta, dice Hillman, es como una silla que despierta proyecciones numinosas. Estas son algunas de las fantasías que surgen en la terapia. El paciente también tiene una silla &#8211; su propio apoyo, su propia identificación con Asklepios, su propia fuente de fantasía. Es una situación de mutua dependencia.Hillman hace una afirmación que se destaca como un axioma: &#8220;La enfermedad (inquietud = disease) que la experiencia de la muerte cura es el furor por vivir&#8221;. En &#8220;Re-Imaginar la Psicología&#8221; Hillman dice que el alma tiene una relación especial con la muerte. Aquí encontramos la muerte integrando la terapia. El &#8220;furor por vivir&#8221; es la querencia unilateral por la vida que con frecuencia se ve acompañada de síntomas. El paciente quiere devolver a la vida su quietud y tempo anterior. Pero la terapia, cuando convoca al alma, trae consigo una dosis de muerte. Revela aspectos eternos de lo que parece ser sólo vida progresiva. Invita a la perspectiva profunda, de un submundo pleno de revelación pero también de desencanto para el ego que está apegado a la vida.Hillman afirma otro axioma: &#8220;Hasta que el alma consiga lo que quiere, ha de enfermarse de nuevo&#8221;. El terapeuta atiende al alma, a los sueños y los síntomas, por ejemplo, a fin de encontrar qué quiere el alma. Se busca el mito en el síntoma. La terapia investiga la fantasía y el deseo. Hillman supone que incluso en la conducta sintomática hay señales del telos del alma, de la dirección de desea tomar. Un síntoma es una oportunidad así como un sufrimiento. El terapeuta tiene que encontrar su poesía y su forma dramática.Hillman avanza también otro enunciado sorprendente: &#8220;Ser psicológico significa verme en las máscaras de esta ficción particular que es mi destino representar&#8221;. Aquí no buscamos un verdadero sí mismo, algún núcleo oculto detrás de las ficciones y representaciones de la vida. En cambio estamos buscando a las personas, los personajes que somos en los variados dramas del alma. El dios en este caso es Dionisio, divino patrón del teatro y del aspecto dramático de la vida. Las &#8220;bases poéticas del alma&#8221; devienen ahora &#8220;las formas dramáticas de la vida&#8221;. El terapeuta arquetipal actúa al nivel de la ficción. Siempre estamos en un episodio dramático, incluso cuando estamos analizando los dramas de la vida. Hay que advertir que Hillman no está haciendo meramente una observación pasajera acerca del psicodrama. Está acentuando el hecho de que ser psicológico es verse vistiendo las máscaras de Dionisio. Carl Jung dijo que psique es imagen. Hillman dice que ser psicológico es ser cabalmente imaginal.La referencia al drama y la máscara también quita al ego del centro del cuadro. Hillman usa con frecuencia las metáforas de la alquimia o imágenes de animales para mostrar que la voluntad, la acción y la decisión están alojadas en el alma por naturaleza. Es innecesario recurrir a la ficción estándar de la psicología respecto a un mando central llamado ego-consciencia.Hillman presenta esta idea también de otra manera. En la terapia se advierte un movimiento de la historia de casos a la historia del alma, de las ansiedades y heroísmo literales al mito y al recuerdo perdurable. En lugar de un impulso ansioso para vivir la vida adecuadamente y amar suficientemente, toman preeminencia el destino y las cualidades y giros de la propia alma.Algunos han visto en la actitud de Hillman los efectos de la madre positiva arquetipal, porque no considera a los sueños y conductas como algo equivocado o defectuoso. No siente que la psique &#8220;está persiguiéndote&#8221; o &#8220;haciéndote algo&#8221;. Él llama a esta actitud &#8220;fe psicológica&#8221; o adhesión al alma. Al afirmar lo que es, sugiere que la psique descansa tan firmemente en las realidades arquetipales arcaicas de dioses, mitos, cultura y naturaleza, que los movimientos en el alma humana tienen intenciones en las que se puede confiar.Desde el punto de vista de la terapia prometeica, cuya meta es burlar a los dioses en provecho de las intenciones humanas, la terapia arquetipal parece muy misteriosa. ¿Qué se hace si no se está interesado en la cura, si se respeta a los síntomas? La respuesta es que el terapeuta y el paciente están demasiado activos en sus respectivas sillas, conduciendo los humores y fantasías del ánima, buscando sus máscaras asignadas, incubando en los sueños, y entrando en los rodeos míticos de los episodios de la vida.</p>
<p>Notas de Thomas Moore* tomadas de &#8220;A Blue Fire&#8221; una antología de los escritos de James Hillman**(Trad. Enrique Eskenazi)</p>
<p>http://homepage.mac.com/eeskenazi/Moore.html</p>
<p>* Analista Junguiano de la corriente Arquetipalista**Analista junguiano, filósofo, padre de la corriente Arquetipalista de la psicología junguiana, junto con Rafael López Pedraza, entre otros.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Zinnia - O arquétipo da criança interior]]></title>
<link>http://transformarse.wordpress.com/2009/10/06/410/</link>
<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>vilmadomeneghetti</dc:creator>
<guid>http://transformarse.wordpress.com/2009/10/06/410/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Em todo adulto espreita uma criança &#8211; uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left">
<p align="left"><img class="alignright size-full wp-image-411" title="Inspira_06_02" src="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/10/inspira_06_02.jpg" alt="Inspira_06_02" width="287" height="167" /><img class="alignleft size-full wp-image-412" title="mail.google.com" src="http://transformarse.wordpress.com/files/2009/10/mail-google-com.jpg" alt="mail.google.com" width="266" height="166" /></p>
<p align="left">&#8220;Em todo adulto espreita uma criança &#8211; uma criança eterna, algo que está sempre vindo a ser, que nunca está completo, e que solicita atenção e educação incessantes.<br />
Essa é a parte da personalidade humana que quer desenvolver-se e tornar-se completa&#8221; (Jung)</p>
<p>&#8220;Toda criança nasce com a capacidade inata de rir e brincar, de penetrar na vida com a plena exuberância da alma alada.&#8221; (Patricia Kaminski).<br />
Muitas vezes, quando as memórias da infância são dolorosas, fechamos nossa  criança dentro  de um  armário. Nosso ego adulto sufoca e suprime essa parte do Eu,ficamos embotados, sem criatividade, sem alegria. Mas a criança permanece e, mesmo contida,  dá sinais de vida e clama por nosso olhar, atenção e carinho. E mais uma vez vamos olhar para a natureza ao redor e observar essa flor chamada “Zinnia” ,que nos convida a &#8220;brincar. Vamos perceber o que ela quer nos dizer com seu gestual, qual é a mensagem?<br />
Se observarmos as flores centrais , parecem crianças dançando, brincando de roda. Olhando atentamente, podemos entrar em contato com toda a alegria, leveza e descontração que a flor nos oferece. Parece que ela nos sorri o tempo todo e  nos envia  mensagens: Vamos validar a criança que habita em nós!  Vamos dar voz a essa criança!<br />
Essa essência floral nos faz entrar em contato com a leveza da criança interior, que brinca e ri o tempo todo, traz um coração leve e muita alegria interior.<br />
O bom humor é um sinal de que se está verdadeiramente num caminho espiritual equilibrado e é inerentemente humano.<br />
Não precisamos ser excessivamente sérios,podemos nos divertir mesmo tendo inúmeras responsabilidades e compromissos. Vamos nos deixar envolver pela alegria, descontração e leveza dessa flor. Vamos &#8220;soltar&#8221; nossa criança interior!</p>
<p align="left">Por Vilma Domeneghetti</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Por qué "Guerreros"?]]></title>
<link>http://grian333s.wordpress.com/2009/10/03/%c2%bfpor-que-guerreros/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 12:35:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>grian333s</dc:creator>
<guid>http://grian333s.wordpress.com/2009/10/03/%c2%bfpor-que-guerreros/</guid>
<description><![CDATA[El buque de Greenpeace &quot;Rainbow Warrior&quot;, &quot;Guerrero del Arcoiris&quot;, tras ser hund]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div id="attachment_54" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-54" title="rainbow_warrior" src="http://grian333s.wordpress.com/files/2009/10/rainbow_warrior.jpg" alt="El buque de Greenpeace, &#34;Rainbow Warrior&#34;, &#34;Guerrero del Arcoiris&#34;, tras ser hundido por los servicios secretos franceses en el puerto de Auckland, en 1985." width="500" height="332" /><p class="wp-caption-text">El buque de Greenpeace &#34;Rainbow Warrior&#34;, &#34;Guerrero del Arcoiris&#34;, tras ser hundido por los servicios secretos franceses en el puerto de Auckland, en 1985.</p></div></p>
<p>¿Por qué «Guerreros del Arcoiris» y no «Pacificadores del Arcoiris», por ejemplo?</p>
<p>Puede que más de uno o una se haga esta pregunta.</p>
<p>A ello respondo en mi libro (e-book) <em>El punto crucial: la esperanza de un nuevo amanecer en la Tierra.</em> Ahí, me remito a las teorías de Jung sobre los arquetipos y el inconsciente colectivo humano.</p>
<p>Como dice el Dr. Robert L. Moore, profesor de la Universidad de Illinois, en su prólogo al libro de Robert Schnarr, <em>The Art of the Spiritual Warfare</em>: <em>«Carl Jung desafió valientemente a los teólogos de su tiempo, que solían reducir el mal a un concepto teológico, evitando afrontar su terrible intervención en nuestras vidas. Nos instaba a reconocer el enorme poder del Mal Radical, tanto dentro de nosotros como en el mundo exterior. Veía nuestro desarrollo personal y espiritual como una lucha por la consciencia del mal, y resaltaba la importancia de desarrollar el coraje para enfrentarse a él. De hecho, los fundamentos básicos del discernimiento espiritual dependen de un acceso adecuado a los potenciales del arquetipo del Guerrero en la psique humana…» </em></p>
<p>No se trata, por tanto, de un ejercicio de fantasía en la mente de una persona inteligente aunque, de algún modo, desequilibrada.</p>
<p>Sí se trata, en parte, de un profundo ejercicio interior en el que debemos trabajar con la imaginación creadora, tal como la entendía Jung, o como pudieron entenderla filósofos como Ibn Arabi o Henry Corbin; un ejercicio «imaginal», que no «imaginario». Pero esto sería largo de desarrollar aquí.</p>
<p>Por simplificar, me remitiré a lo dicho en <em>El punto crucial:</em></p>
<p>«El arquetipo del Guerrero es un importante principio de configuración del alma personal y del alma colectiva. El Guerrero es aquél que se consagra en cuerpo y alma a un objetivo trascendental; es el que está dispuesto a pasar por privaciones, a asumir peligros, riesgos o dificultades para alcanzar su objetivo. Como dice Dobson [profesor de la Universidad de Toronto], vive en estado de alerta —entiéndase “lucidez mental y de consciencia”— y mantiene una lucha constante con el miedo —es decir, consigo mismo y con sus pulsiones más bajas. El Guerrero es alguien que está dispuesto a aceptar su propio sacrificio en aras de su objetivo o en defensa de los débiles —entiéndase, ha comenzado a superar sus tendencias egoicas y egocéntricas, y se mueve por compasión. El Guerrero, como se puede ver en las sagas de los Caballeros de la Tabla Redonda o en el código ético de los guerreros nativos americanos o de los guerreros orientales de China y Japón, es una persona de honor, una persona íntegra, honesta, veraz… <em>auténtica. </em>Acepta el compromiso, y lo pone en acción. Las palabras no le convencen; necesita ver obras.»</p>
<p>(En <em>El punto crucial: la esperanza de un nuevo amanecer en la Tierra, </em>p. 30. Si desea leer este pequeño e-book, puede descargárselo gratuitamente, previo registro en nuestra lista de correos, en <a href="http://www.midnightsun.com.es/newsletter.html">http://www.midnightsun.com.es/newsletter.html</a>.)</p>
<p>Éste es el motivo de poner «Guerreros del Arcoiris» como título de mi blog (así como de un espacio de la Newsletter de Midnight Sun), como una forma de enlazar con las imágenes y los arquetipos del inconsciente colectivo que tan necesarias son en nuestros tiempos; en este caso concreto, unas imágenes que emergieron a la superficie en las tradiciones nativas americanas (a las que, por cierto, Jung también tuvo en muy alta estima).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CANALIZADORES MANIPULADOS]]></title>
<link>http://soylika.wordpress.com/2009/10/01/canalizadores-manipulados/</link>
<pubDate>Thu, 01 Oct 2009 18:03:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>LIKA</dc:creator>
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<description><![CDATA[El siguiente articulo lo encontré y lo publico porque realmente como canalizadora que soy, opino igu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[El siguiente articulo lo encontré y lo publico porque realmente como canalizadora que soy, opino igu]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pranica]]></title>
<link>http://proyectosantelmo.wordpress.com/2009/09/27/sanacion-por-arquetipos-colin-bloy/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 16:57:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Spanish Courses</dc:creator>
<guid>http://proyectosantelmo.wordpress.com/2009/09/27/sanacion-por-arquetipos-colin-bloy/</guid>
<description><![CDATA[El Arte y Ciencia de la Sanción Pránica, se basa en la utilización del prana o energía vital (tambié]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3><span style="color:#008000;"><a href="http://www.geocities.com/reikiarmonia/arquetipos/arquetipos.html"></a></span></h3>
<h3><span style="color:#008000;"><a href="http://www.marikundalinireiki.com/2009/04/la-sanacion-espiritual.html"></a></span></h3>
<p>El Arte y Ciencia de la Sanción Pránica, se basa en la utilización del prana o energía vital (también llamada qui, ki, pneuma, ruha o soplo de vida en las diferentes culturas) que es aquella que mantiene al cuerpo humano vivo, fortaleciéndolo y permitiéndole desarrollar todas sus actividades, para restablecer el desequilibrio energético cuando este se ha perdido, lo que se manifiesta como una dolencia o enfermedad, o, para prevenir y mantener un optimo estado de bienestar general.</p>
<p>Cuando el cuerpo está enfermo o sufriendo, la fuerza de vida y el campo energético del cuerpo están afectados. Con Sanación Pránica podemos limpiar el aura y los chakras de la persona enferma haciendo que el cuerpo energético se recargue y fortalezca, reponiendo de esta manera la vitalidad del organo, el cuerpo físico, emocional y mental según sea necesario.</p>
<p>El toque físico no es necesario porque el practicante trabaja en el cuerpo energético, donde la dolencia aparece primero. El proceso de limpieza y energización es tan simple que puede ser fácilmente aprendido y practicado por cualquier persona.</p>
<p>Como un Arte y una Ciencia, PRANIC HEALING fue ampliamente practicada en antiguas civilizaciones en China, Egipto e India.</p>
<p>La Sanación Pránica está siendo actualmente practicada por médicos, enfermeras, masajistas, acupunturistas, quiroprácticos, practicantes de shiatsu, y muchos otros dentro y fuera del campo de la salud.</p>
<p>En las palmas de las manos hay centros de energía llamados chakras. A través de simples ejercicios, enseñados en el Curso Básico, estos chakras serán activados. Una vez activados se volverán sensibles para sentir las energías de otros y las propias. Se puede explorar el campo energético o aura, para localizar bloqueos y/o fugas energéticas, y limpiar, energizar y revitalizar el área con nueva energía.</p>
<p>Orígenes de la SANACIÓN PRÁNICA</p>
<p>La Sanación Pránica tiene sus orígenes en tiempos antiguos. Los rishis indios, taoístas chinos, y monjes tibetanos, son algunos de los muchos que han venido utilizando el &#8220;Prana&#8221; o energía en sanación por siglos. Hasta hace poco tiempo, sin embargo, este sistema fue enseñado y practicado secretamente y selectivamente por miedo a que fuese mal utilizado.</p>
<p>Master Choa Kok Sui de origen chino filipino, ha redescubierto estas técnicas antiguas y, a través de una cuidadosa investigación en The Institute for Inner Studies en Manila, los desarrrolló como una ciencia documentada.</p>
<p>The Institute for Inner Studies es un cuerpo de investigación especializado que está continuamente dedicado a impulsar investigaciones para la evolución. The World Pranic Healing Foundation fue fundada en 1990 para quitar el misterio de esta forma antigua de sanación y enseñarla a las personas comunes para beneficiar a toda la humanidad y el planeta.</p>
<p>Master Choa ha enfatizado la enseñanza de esta técnica en los países del tercer mundo donde una pequeña intervención de sanación puede hacer una gran diferencia en la calidad de vida de la gente.</p>
<p>Los padres pueden utilizarla en sus hijos, las parejas pueden aplicarla uno en el otro, los individuos pueden usarla en sus seres amados, y todos pueden aplicarla en sí mismos.<br />
La Sanación Pránica complementa la medicina ortodoxa, no la reemplaza.</p>
<p>La Sanación Pránica sistematizada por MCKS es un sistema holístico para el cuidado de la salud, es no-religioso, respetuoso de todo credo, raza y religión.<br />
Fuente<br />
<a href="http://www.sanacionpranica.com.ar/pagina.php?id=QueEs">http://www.sanacionpranica.com.ar/pagina.php?id=QueEs</a></p>
<h3><span style="color:#008000;">Sanacion pranica</span></h3>
<p> <br />
La Sanación Pránica (PRANIC HEALING) es un arte antiguo, un sistema altamente desarrollado y probado de técnicas con energía que utiliza el &#8220;prana&#8221; para sanar y prevenir enfermedades, balancear, armonizar y transformar los procesos energéticos del cuerpo con el objeto de obtener una mejor calidad de vida en todos sus aspectos: físico, emocional, mental y espiritual.</p>
<p>&#8220;Prana&#8221; es una palabra sánscrita que significa “fuerza de vida”.</p>
<p>En acupuntura, los chinos refieren a esta energía sutil como &#8220;chi&#8221;; los japoneses la llaman “ki”, los griegos “pneuma”, en la Polinesia se la conoce como “mana”, en hebreo “ruah que significa ”respiración de la vida”; es el “soplo de vida” del que habla Galeno, padre de la medicina moderna.</p>
<p>El prana es una energía sutil, no visible o perceptible con los sentidos comunes, pero que forma parte de todo organismo, manteniéndolo vivo, fortaleciéndolo y suministrándole la fuerza vital necesaria para cualquier actividad.</p>
<p>La Sanación Pránica desarrolla el manejo de esta energía para limpiar y recargar el cuerpo energético con el propósito de lograr la sanación y el desarrollo espiritual.</p>
<p>Se fundamenta en el principio de que el cuerpo tiene la capacidad de sanarse a sí mismo. Y también se apoya en la premisa de que aumentando la energía vital de la parte afectada, el cuerpo acelera su proceso de sanación.</p>
<p>En esta forma básica, este proceso de limpieza y energización es tan simple que puede ser fácilmente aprendido, usado y recibido por cualquier persona sana, de inteligencia común, aptitud corriente de concentración, mente abierta pero con discernimiento y cierto grado de constancia.</p>
<p>La Sanación Pránica obtiene grandes logros incluso en enfermedades comprometidas, como es el ejemplo del tratamiento brindado a pacientes sanados de SIDA, o donde aparentemente &#8220;ya no se puede hacer nada&#8221;, mejorando la sintomatología desde la primera sesión.</p>
<p>El cuerpo energético, también llamado “aura”, actúa como un molde o patrón para el cuerpo físico. Absorbe energía de vida y la distribuye a los órganos y glándulas del cuerpo físico como también al cuerpo emocional y mental. Aún sin dones extrasensoriales especiales, un Sanador Pránico entrenado puede fácilmente sentir el cuerpo de energía humano. La Sanación Pránica no requiere contacto físico.<br />
    Gran Maestro<br />
CHOA KOK SUI</p>
<p>Hay varias fuentes principales de prana de elementos naturales: el aire, el sol, la tierra y la vegetación. Una fuente más sutil es el Prana Divino que es recibido como resultado de la meditación y la plegaria.</p>
<p>Un Sanador Pránico aprende a obtener el prana de todas estas fuentes y transmitirlo entonces a otros con el propósito de sanar.</p>
<p>La Sanación Pránica está siendo actualmente practicada por maestros y practicantes de otros métodos de curación energética, por médicos, enfermeras, masajistas, acupunturistas, quiroprácticos, practicantes de shiatsu, y muchos otros dentro del campo de la salud. Y también por muchos de aquellos con deseos de una mejor calidad de vida espiritual y material, seres con gran vocación de servicio, madres, amas de casa, maestros, artistas, instructores y practicantes de yoga, tai-chi, etc.</p>
<p>Todos ellos han determinado que la Sanacion Pránica es muy efectiva y fácil de aprender y aplicar, porque todos tenemos la habilidad de convertirnos en Sanadores Pránicos, ya que cada persona es un sanador natural.</p>
<p>La Sanación Pránica sistematizada por Master Choa Kok Sui es un sistema holístico para el cuidado de la salud, es no-religioso, respetuoso de todo credo, raza y religión. No reemplaza la medicina ortodoxa, la complementa desde un abordaje energético.</p>
<p>Es un poderoso método práctico y simple de aprender en seminarios intensivos, siempre con la guía de un instructor calificado y avalado por Institute for Inner Studies,Inc., World Pranic Healing Foundation, Inc., y, en Sudamérica, también por la Fundación Latinoamericana de Sanación Pránica.</p>
<p><span style="color:#008000;"><img src="http://1.bp.blogspot.com/_vShOs7ehdKM/SiRAOpcg4oI/AAAAAAAAAKc/3EzgBDHCMzo/S269/despuesreiki1.jpg" alt="" width="177" height="269" /></span></p>
<h3><span style="color:#008000;">Despues de Reiki I</span></h3>
<h3><span style="color:#008000;">Fuente </span></h3>
<h3><span style="color:#008000;"><a href="http://www.marikundalinireiki.com/2009/04/la-sanacion-espiritual.html">http://www.marikundalinireiki.com/2009/04/la-sanacion-espiritual.html</a></span></h3>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquetipo, "EL LOCO"]]></title>
<link>http://luhema.wordpress.com/2009/09/24/arquetipo-el-loco/</link>
<pubDate>Thu, 24 Sep 2009 15:37:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>luhema</dc:creator>
<guid>http://luhema.wordpress.com/2009/09/24/arquetipo-el-loco/</guid>
<description><![CDATA[ARQUETIPO.  EL LOCO. La vida es un gigantesco juego en el que vamos evolucionando entre el orden y e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#800080;"><strong>ARQUETIPO.  <em>EL LOCO.</em></strong></span></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:justify;"><span style="color:#800080;"><img class="alignleft size-full wp-image-2164" title="elloco1" src="http://luhema.wordpress.com/files/2009/09/elloco1.jpg" alt="elloco1" width="315" height="420" />La vida es un gigantesco juego en el que vamos evolucionando entre el orden y el caos. Esta carta que veis aquí es la denominada carta del loco en el tarot, pero yo me pregunto. ¿Cuántas veces nos hemos comportado así, con esta actitud que nos muestra la carta del loco?. Seguro que muchas más que las que reconocemos. Carl Gustav Jung ya nos hablaba de estos arquetipos que adoptamos según en qué momento y en qué situación nos encontremos. Hoy quiero hablaros de la figura del Loco Nº 0 del tarot, veréis como no está tan lejos de alguna conducta que hemos utilizado o por la que nos hemos movido alguna que otra vez, así que no os sintáis ofendidos por este concepto que quiero contar. Los arquetipos que vamos utilizando a lo largo de nuestra vida, no muestran nuestra verdadera identidad ya que no es más que una máscara que nos ponemos y quitamos según sea el medio social, cultural, religioso, o momentáneo en el que nos desenvolvemos. Esto hay que tener claro: <strong>Tú no eres el arquetipo que utilizas,</strong> pero en el juego de la vida es muy difícil jugar sin uno de ellos, sin arquetipo alguno, aunque se puede llegar a vivir fuera de arquetipos en muchos momentos, pero esto, o esta actitud quien más la consigue son los santones y ermitaños que se apartan del mundo para vivirlo dentro del espíritu más elevado. <strong>Este arquetipo tiene la capacidad de abrir las puertas a lo desconocido y a las aventuras nuevas que parecen insólitas, o absurdas según para quién. </strong>Con esta actitud, la del loco, que se adopta en ciertas ocasiones, hasta se puede sentir uno discriminado y se puede percibir perfectamente esa sensación que se siente cuando se es tachado de irresponsable ante las conductas que todo o casi todo el mundo adopta. Pero cuando uno adquiere esta actitud del loco con responsabilidad, es porque se necesita, ya que hay momentos en los que evadirse de ciertas cosas hace que se tome el camino correcto, entonces este arquetipo es utilizado de forma inteligente. Pero si lo que se pretende es olvidarse y no enfrentarse a la realidad de forma seria y madura, se está gestando un gran problema y entonces esta actitud del loco no lleva a ningún sitio, solamente al caos. Otra lectura de este arquetipo es la que nos conecta con nuestra inocencia, nuestro niño interior que se divierte, con un espíritu curioso y espontáneo, sin preocupaciones, tranquilamente y sin pensar en el qué dirán. Este arquetipo es verdaderamente filósofo cuando se sabe dominar con maestría, ya que se tiene el valor de viajar contra corriente cuando es necesario hacerlo y estar o permanecer fuera de los valores sociales, de los condicionamientos, y de los esquemas preestablecidos. La parte más caótica de este arcano es cuando se instala este arquetipo indefinidamente en el cuerpo de la mente y no se es capaz de controlar esa excitable manifestación de exaltación incontrolada y autodestructiva y se convierte en una forma irascible de ser. El loco también aparece cuando los nervios nos sobrepasan o cuando una situación parece estar fuera de control o en pleno caos, como también nos aborda cuando algo nos es demasiado grande y no podemos asumir con serenidad una situación o problema. </span></p>
<p style="padding-left:30px;text-align:right;"><span style="color:#800080;"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">Artículo de Luhema</span></em></strong>.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><em><span style="color:#000000;">CARTA DE TAROT EGIPCIO; <strong>EL LOCO</strong>.</span></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em><img class="alignleft size-full wp-image-1953" title="el_loco_o_discipulo" src="http://luhema.wordpress.com/files/2009/09/el_loco_o_discipulo.jpg" alt="el_loco_o_discipulo" width="227" height="400" /></em></p>
<p style="text-align:justify;"><em> </em></p>
<p style="text-align:justify;"><em>El discípulo inició su camino, en solitario, en el momento en que comenzaba sobre el planeta un eclipse de sol. No llevaba ni oro ni armas, tampoco estaba a su lado el maestro para acompañarle a través del maya, pero recordaba la voz: EL DISCÍPULO COMO EL MAESTRO, ESTÁN FUERA DE TODO ORDEN, POR ENCIMA DE TODA LEY. Por el camino algunos de los que le observaban te llamaban loco: los hechiceros y los perros intentaron hacerle variar de dirección para que cayera en un precipicio sin retorno. Su tiempo se media por las lunas y su acción debía guiarse solamente por la dirección y la luz del sol. En una mano llevaba el símbolo de la orden en que había sido iniciado: una rosa de color blanco. Sobre los hombros apoyaba una vara con doble equipaje defendido por su mano izquierda: en el equipaje de atrás guardaba los signos y las claves para no detenerse ni errar en el camino, en el equipaje delantero acumulaba la sabiduría. Sobre la cabeza del loco podía verse este símbolo: un círculo y una cruz en el centro, el signo del planeta donde debía conquistar la vieja serpiente. <strong>El Loco no era el Loco, era el discípulo puesto en camino, llamado loco por quienes no habían tenido el valor de emprender la búsqueda alquímica del conocimiento.</strong></em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><em> </em></strong></p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-2191" title="plumas_inglesas" src="http://luhema.wordpress.com/files/2009/08/plumas_inglesas.jpg?w=150" alt="plumas_inglesas" width="150" height="91" /></p>
<p style="text-align:justify;"><em><img src="http://img692.imageshack.us/img692/2128/destacadodeletrasyalgom.jpg" border="0" alt="" />*ESTE ARTÍCULO; <a href="http://letrasyalgomas.foroes.net/fenomenos-paranormales-f19/arquetipo-el-loco-t8869.htm"><strong>&#8220;ARQUETIPO, EL LOCO</strong>&#8220;</a> HA SIDO SELECCIONADO COMO <strong>DESTACADO </strong>DEL MES DE NOVIEMBRE DE 2009 EN  <strong>&#8220;LETRAS Y ALGO MÁS&#8221;</strong></em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Las mejores series Yaoi/Shonen-Ai de la Historia]]></title>
<link>http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/09/23/las-mejores-series-yaoishonen-ai-de-la-historia/</link>
<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 18:24:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>elhijodelabohemia</dc:creator>
<guid>http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/09/23/las-mejores-series-yaoishonen-ai-de-la-historia/</guid>
<description><![CDATA[Yaoi, es la representación romántica y artística de amor entre hombres. Yaoi es una abreviatura para]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-4498" title="junjou-romantica2-junjo-romantica-2679116-341-500" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/junjou-romantica2-junjo-romantica-2679116-341-500.jpg" alt="junjou-romantica2-junjo-romantica-2679116-341-500" width="341" height="500" /><br />
Yaoi, es la representación romántica y artística de amor entre hombres. Yaoi es una abreviatura para <strong>yama-nashi ochi-nashi imi-nashi</strong> (que significa &#8217;sin clímax, sin resolución, sin sentido&#8217;), es un género de manga y anime muy popular en Japón y otros países del mundo. La característica principal de un manga o serie yaoi es el amor entre personajes masculinos. El género suele estar englobado dentro del shōjo o manga orientado a chicas, por estar enfocado principalmente a un público femenino.<br />
La mayor parte de las obras yaoi en el mundo son doujinshis, aunque el número de publicaciones profesionales en Japón es muy alto.</p>
<p><strong>Seme/Uke </strong><br />
En el yaoi y shōnen-ai suele haber dos personajes principales, cada miembro de la pareja en este caso. Cada uno lleva un rol (variable aunque casi siempre estable) en la consumación de su amor.<br />
• Seme: proveniente de la palabra semeru (&#8220;atacar&#8221; en japonés). Desempeña el papel activo en las relaciones no solo con connotación sexual sino también haciendo referencia al que lleva el papel dominante. Con frecuencia es de mayor edad y/o más alto y corpulento que el uke.<br />
• Uke: proviene de la palabra ukeru (&#8220;recibir&#8221; en japonés). Desempeña el papel pasivo en las relaciones no solo con connotación sexual sino también haciendo referencia al que lleva el papel sumiso. Con frecuencia es de menor edad y/o más bajo y delicado que el seme.</p>
<p><strong>Diferencia entre Yaoi y Shōnen-ai</strong><br />
Shōnen-ai y Yaoi son básicamente lo mismo. La diferencia está en que el Shōnen-ai es un americanismo y retrata el amor entre personajes masculinos, nunca muestra relaciones sexuales entre ellos, cosa que sí hace el Yaoi. El Shōnen-ai sólo muestra expresiones de amor o afecto tanto verbales como abrazos o caricias. Lo más explícito que suele mostrar el Shōnen-ai son besos entre ambos personajes. De ahí que el Shōnen-ai se considere un género netamente dentro del manga Shōjo.</p>
<p><strong>Popularidad </strong><br />
En Japón, país de nacimiento del yaoi, se publican cada año varias series (de manga y/o anime) con esta temática. El yaoi es uno de los géneros más populares entre el público femenino y los jovenes gays. Se han publicado obras desde los años sesenta. Existen revistas especializadas, tomos recopilatorios y OVAs. En la mayoría de los kioscos y los centros comerciales se vende yaoi. Durante mucho tiempo, la editorial Biblos capitalizó allí las ediciones de obras yaoi, pero su reciente bancarrota, debido al fracaso de sus publicaciones yaoi, ha dejado al genero a la deriva.<br />
Estas historias profesionales también pueden denominarse june o BL (abreviatura del inglés Boys&#8217; Love o, lo que es lo mismo, shōnen-ai), puesto que en Japón el término yaoi tiene algunas connotaciones peyorativas heredadas y se refiere más a las obras derivativas del doujinshi o el fanart.<br />
Las obras derivativas conforman la mayor parte del yaoi que se difunde. Muchas provienen de animes que no son yaoi, como Naruto, One Piece, Fullmetal Alchemist, Saint Seiya, Death Note, Yu-Gi-Oh! , Bleach , Prince of Tennis , Gundam Wing, D.Gray-Man , por citar algunos ejemplos.<br />
En la actualidad, sólo un pequeño porcentaje de estas historias publicadas es importado, traducido y publicado en otros países. A España y otros países de Europa occidental, así como a México o a Argentina, llegan pocos títulos. Es por ello que el japonés es la lingua franca del yaoi, aunque también son muy empleados el español y el inglés, por su cantidad de seguidores. En ocasiones, lenguas como el francés o el alemán también son empleados, pero en menor medida.<br />
Debido a la creciente popularización entre el público, su fama duplica a la del yuri (género que imita al yaoi pero con personajes femeninos) e incluso sigue de cerca al hentai, aunque aún erróneamente se utilice este término como manga.</p>
<p><strong>Diccionario de palabras frecuentes:</strong></p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">BL:</span></strong> Boys love o boy&#8217;s love, es la forma actual con la que se conoce el género chicoxchico en manga, anime, videojuegos, novelitas (tanbi) y los doujinshi, aunque se prefiere su uso en trabajos oficiales y profesionales. No hace distinción con respecto al contenido sexual.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Bishounen:</span></strong> chico bonito, ya mayorcito sería biseinen. Suele usarse para series tipo weiss kreuz. Cualquiera que parezca BL sin serlo.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Bara:</span></strong> Se refiere al material hecho por y para hombres gay, el tipo de personajes suele ser más musculado, regordete y/o peludo (según los gustos del artista), en contraposición al bishounen del BL.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">June:</span></strong> nombre de una de las revistas especializadas en la publicación de material BL, pionera en ello. Posteriormente se usaría para categorizar cualquier trabajo profesional de contenido chicoxchico.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Lemon:</span></strong> Suele usarse para clasificar el contenido sexual.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Lime:</span></strong> clasifica a su vez el contenido er&#8230; no tan sexual.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Slash:</span></strong> como el yaoi occidental, en lugar de personajes de manganime encontramos los de comic,libros, películas, series, etc.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Suke:</span></strong> En la relación BL es aquel que puede ser tanto seme como uke.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Seme:</span></strong> Semeru-atacar. En BL vendría a ser el &#8220;activo&#8221; de la relación. En algunos títulos se llega al extremo de convertirlo en &#8220;el hombre&#8221; de la relación. En yaoi suele usarse por ejemplo: YukixShuichi, eso significa que al estar primero Yuki, él es el seme.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Shojo:</span></strong> anime y manga en teoría para mujeres. Suelen tratar las situaciones desde el punto de vista emocional y sentimental, usan dibujos &#8220;bonitos&#8221; y estilizados en forma delicada. De aquí partiría el BL &#8220;oficial&#8221;. Pese al estigma, el shojo puede ser amplio, no es lo mismo Marmalade boy que vampire Princess Miyu.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Shounen-ai:</span></strong> Amor entre chicos. Referida a aquellas series antiguas donde se comenzaban a esbozar sentimientos entre los chicos, de aquí salen cosas como Kaze to ki no uta, término actualmente obsoleto. Fuera de Japón es ampliamente usado para los manga y anime carentes de contenido sexual.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Shoujo-ai:</span></strong> popularizado fuera de Japón como &#8220;amor entre chicas&#8221; suponiéndolo la contraparte femenina de &#8220;shounen-ai&#8221;. Es realmente incorrecto (tal como lo es shounen-ai), el género simplemente se llama yuri.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Shota/shota-con:</span></strong> Si se conoce lo que es la Lolita y el lolicon, ya avanzamos, es su contraparte masculina. Se refiere a aquellos trabajos donde se usan niños (como de 13 años hacia abajo) como &#8220;objeto de deseo&#8221;.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Tanbi:</span></strong> solía usarse para las novelas publicadas en las revistas BL, vienen ilustradas.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Uke:</span></strong> Ukeru-recibir. En BL sería el &#8220;pasivo&#8221; de la relación. En algunos títulos se llega al extremo de convertirlo en &#8220;la mujer&#8221; de la relación. En yaoi suele usarse por ejemplo: YukixShuichi, significa entonces que Shuichi es el uke.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Yaoi:</span></strong> acrónimo de &#8220;sin punto, sin clímax, sin significado&#8221;. Usado para los trabajos amateur, llámense fan-art y doujinshi. En occidente se le usa mucho para denominar el material chicoxchico de contenido sexual y para englobar todo lo que tenga a dos chicos involucrados sexual y/o románticamente.</p>
<p>•<strong><span style="color:violet;">Yuri:</span></strong> literalmente significa lirio, se refiere a la contraparte femenina del yaoi chica x chica. No tiene nada que ver con el contenido explícito como ampliamente se cree.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4499" title="ai no kusabi" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/ai-no-kusabi.jpg" alt="ai no kusabi" width="300" height="402" /><br />
<strong>Ai no Kusabi</strong><br />
<strong>Titulo alternativo:</strong> Wedge of Interval<br />
<strong>Género:</strong> Drama, Romance, Ciencia Ficcion, Shonen-ai, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Año:</strong> 1992<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis: </strong>La historia combina la ciencia ficción, el esteticismo y el yaoi. Ai no Kusabi se centra en el amor y el conflicto entre 3 personajes principales, Iason Mink, Riki y Guy.El fondo de la historia ocurre en una sociedad futura controlada por la computadora, Tanagura, donde dividen a la gente en diversos rangos que se basan en sus colores del pelo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4500" title="angel" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/angel.jpg" alt="angel" width="370" height="500" /><br />
<strong>Angel&#8217;s Feather</strong></p>
<p><strong>Género:</strong> Drama, Fantasía, Romance, Ciencia Ficción,<br />
Sobrenatural, Shonen-ai<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Año:</strong> 2006<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong>Hamura Shou es trasladado a la Academia Yuusei, busca a su hermano gemelo, Misonou Kai, pero éste niega que estén emparentados.El misterioso director de la escuela parece tener oscuras intenciones hacia Kai y Shou, que descubrirán el secreto del reino de Winfield y su relación con los que poseen alas blancas.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4501" title="bakery" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/bakery.jpg" alt="bakery" width="500" height="409" /><br />
<strong>Antique Bakery</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Seiyō Kottō Yōgashiten, Western Antique Cake-Shop<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Romance, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 12<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Cuatro hombres se unen para montar un café llamado Antique donde se celebran los pequeños placeres de la vida, tales como los pasteles. Tachibana, el propietario / administrador de Antique, abre la Panadería con la asistencia financiera de su familia acomodada, a pesar de que él no tiene mucho gusto por los dulces. Yuusuke es un talentoso chef pastelero armado con un encanto seductor, Chikage es un amigo de la infancia de Tachibana que tiene un tipo de relación con Yuusuke y Eiji es un joven boxeador cuya jubilación forzosa de los rings lo lleva a una nueva carrera como aprendiz de pastelero.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4502" title="close" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/close.jpg" alt="close" width="500" height="375" /><br />
<strong>Close the Last Door</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Saigo no Door wo Shimero, Cierra la última puerta<br />
<strong>Genero:</strong> Romance, Comedia, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2 (previstas)<br />
<strong>Año:</strong> 2007<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Nagai es el padrino de bodas de Saitou, y Saitou es el amor no confesado de Nagai. ¿Qué creen que pasará cuando Remi, la flamante nueva esposa de Saitou, se de a la fuga con uno de sus ex? ¿Será Honda, compañero de trabajo y ex-pareja de Remi quien se llevó a la novia? ¿Y qué relación hay entre Honda y Nagai?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4503" title="enzai" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/enzai.jpg" alt="enzai" width="500" height="375" /><br />
<strong>Enzai</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> False charge<br />
<strong>Genero:</strong> Drama, Erotico, Horror, Misterio, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2 (censuradas)<br />
<strong>Año:</strong> 2003 &#8211; 2004<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Guys corre por entre las callejuelas tras realizar un pequeño robo en una tienda de dulces cuando un joven aparece ante él y le obstruye el camino. Es el alcaide Guildias, que ha encontrado el testigo que necesitaba para lograr encerrar al chico en una cárcel para menores, no sólo por pequeños hurtos, sino que también acusándolo de un asesinato que no ha cometido. En el juicio, Guys es setenciado a cadena perpetua. Guildias acoge la condena con una sonrisa malévola. Ya encerrado, Guys sufre constantes abusos del carcelero Durer y de otros reclusos mayores que él, liderados por el peligroso Jose. Aunque no todo son penurias, ya que Guys conoce en la enfermería a Evan y Valleweda, que serán sus amigos, el chico se convierte en el juguete sexual de Guildias, que ha conseguido que Guys sea condenado para satisfacer su obsesión sexual con él. ¿Podrá Guys demostrar su inocencia o al menos escapar del infierno donde está encerrado?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4504" title="fake" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/fake.jpg" alt="fake" width="500" height="375" /><br />
<strong>Fake</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Falso<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Misterio, Romance, Policial, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 1996<br />
<strong>Idioma: </strong>Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Randy McLane es un joven policía recién llegado a una comisaría de Nueva York. En cuanto es asignado al cuerpo, su compañero, Dee Laytner, se percata de sus orígenes asiáticos por el color de sus ojos, pasando desde ese momento a llamarle Ryo, su nombre japonés. Entre ambos surge un tira y afloja amoroso que parece ir por buen camino cuando ambos se van de vacaciones a un pueblo perdido en Inglaterra. Pero un misterioso asesinato en el lugar donde se hospedan producirá un &#8216;ligero&#8217; cambio de planes.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/fujimiorchestra.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Fujimi Orchestra</strong></div>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Fujimi Nichome Kokyo Gakudan<br />
<strong>Genero:</strong> Drama, Erotico, Psicologico , Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año: </strong>1998<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos: </strong>Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> La orquesta sinfónica Fujimi Block nº2 esta compuesta de músicos aficionados dirigidos por el tímido Yuki Morimura. No tenían grandes dotes musicales pero la llegada del brillante director Kei Tounoin comporta una nueva chispa en la mirada de todos. Kei es a la noche lo que Yuki al día. Mientras Yuki dirige con calma y gentileza, Kei lo hace con la fuerza de un dictador. A pesar de esta diferencia, la orquesta Fujimi brilla con más intensidad bajo la dirección de Kei. Cuando todas las chicas, incluida Kawashima, la pretendida de Yuki, comienzan a mostrar interés en Kei, Yuki se vuelve más agresivo. A causa de sus altibajos, estalla una inevitable confrontación con el enigmático Kei. Yuki se va. Kei no iba a permitir que Yuki fuera el &#8220;violín&#8221; que Kei había pretendido desde el principio.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4505" title="gakuen_heaven_002" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/gakuen_heaven_002.jpg" alt="gakuen_heaven_002" width="500" height="392" /><br />
<strong>Gakuen Heaven</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Gakuen Heaven: Boy`s Love Scramble,<br />
Heaven Academy<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Romance, Secundaria, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 13<br />
<strong>Año:</strong> 2006<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos: </strong>Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Ito Keita es un estudiante normal, sin ninguna cualidad especial excepto su buena suerte. Un día, recibe una carta. Es una carta de admisión en un instituto de élite donde se reúnen los mejores chicos del país. En este instituto, Keita tendrá que convivir con numerosos chicos, sin saber qué aventuras le esperan.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4506" title="Gravitation5" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/gravitation5.jpg" alt="Gravitation5" width="347" height="600" /><br />
<strong>Gravitation</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Gurabitēshon, Gravitación<br />
<strong>Genero:</strong> Comedy, Drama, Romance, Musica, Shonen-ai, Yaoi<br />
<strong>Episodios:</strong> 13<br />
<strong>Año:</strong> 2000<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> La historia gira en torno a un estudiante de instituto, Shindou Shuichi que está decidido a convertirse en cantante profesional, y forma un grupo con su mejor amigo, Nakano Hiroshi, pero sin embargo se enamora sin remedio de un famoso novelista, Yuki Eiri. La historia trata de cómo Shuichi y Yuki se soportan el uno al otro y lo duro que es el camino de Shuichi para convertirse en el mejor cantante.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4507" title="haru_00" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/haru_00.jpg" alt="haru_00" width="340" height="367" /><br />
<strong>Haru wo daiteita</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Abraza la primavera<br />
<strong>Genero:</strong> Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Sinopsis:</strong> Se trata de dos actores muy atractivos que tienen rivalidad entre si, como todos los del mundo del espectáculo, bueno para no hacerselas de tos terminan enamorandose el uno del otro.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4512" title="ikoku" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/ikoku.jpg" alt="ikoku" width="398" height="296" /><br />
Ikoku irokoi Romantan<br />
<strong><br />
Genero:</strong> Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Año:</strong> 2007<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos: </strong>Español<br />
<strong>Calidad: </strong>Excelente<br />
<strong>Sipnosis: </strong>Ranmaru y Kaoru son descendientes de familias yakuza y en pro de la prosperidad de sus clanes se ha decidido que contraigan matrimonio y aunque ninguno está muy de acuerdo, la boda se llevará a cabo durante un crucero por el Mediterraneo. Tras una fracasada noche de bodas, Ranmaru se topa con Al, un italiano fanático por lo japonés, que se muestra muy interesado en él. Tras participar en una pelea, una buena plática y muuchas copas de más, ambos terminan en el cuarto de Al.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4509" title="junjou" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/junjou.jpg" alt="junjou" width="500" height="351" /><br />
<strong>Junjou Romantica</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Junjō Romanchika, Pure Hearted Romance<br />
<strong>Genero:</strong> Romance, Comedia, Drama, Bishonen, Shonen-ai, Yaoi<br />
<strong>Episodios:</strong> 12<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Misaki comenzó a tener inesperados problemas de repente. Los cuales empezaron como su necesidad de ingresar en la Universidad Mitsuhashi, lo que lo ha llevado de algún modo a tener un romance con un hombre mayor que él y tambien amigo de su hermano mayor. Confundido por estas nuevas emociones, Misaki se esfuerza por organizar su repentina nueva vida. Y si eso no fuera suficiente, su tutor, Usami, tiene otros problemas encima. Es un hombre-niño que tiene una habitación llena de juguetes y osos de peluche gigantes, Usami es un novelista famoso que escribe sobre relaciones amorosas entre hombres, utilizando como personajes a aquellos que le rodean, plasmando sus fantasias. Y si una pareja no es suficiente, Junjo Romantica se enfoca en tres diferentes parejas, cada una con su propia historia.</p>
<p><strong>Junjou Romantica 2</strong> + Extras</p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Junjō Romanchika 2, Pure Hearted Romance 2<br />
<strong>Genero:</strong> Romance, Comedia, Drama, Yaoi<br />
<strong>Episodios:</strong> 12<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Junjou Romantica, Junjou Egoist y Junjou Terrorist regresan nuevamente. Misaki finalmente conoce al hermano mayor de Akihiko, Haruhiko; su relación con Usagi ha avanzado pero algo inesperado ocurre, Haruhiko se ha enamorado de él. Hiroki y Nowaki han establecido una profunda relación, ¿podrán mantenerla estable? Miyagi por su parte, va aceptando de a poco su relación con Shinobu.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4510" title="setgcv8lg" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/setgcv8lg.jpg" alt="setgcv8lg" width="455" height="653" /><br />
<strong>Kaze to Ki no Uta</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> La balada del viento y los árboles<br />
<strong>Genero:</strong> Drama, Romance, Shonen ai<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 1987<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> El anime a diferencia del manga, comienza con nuestro protagonista ya adulto que esta de visita en la academia de su infancia ubicado en las afueras de Arles, Francia. Es entonces que los recuerdos lo invaden y sus pensamientos vuelan al otoño de 1887, cuando llega por primera vez a aquel lugar y es designado como compañero de Gilbert, un misterioso y extraño chico del cual todos murmullan.<br />
El primer encuentro de estos chicos no es muy favorable, ya que Gilbert, un chico de aspecto afeminado se le arroja a los brazos de Serge con el fin de que éste pida ser asignado a otro cuarto, pero lejos de amedrentarlo, Serge se promete a sí mismo probar que su compañero de cuarto no es una mala persona y tratará por todos los medios de integrarlo con el resto, paralelamente, a medida que va avanzando la historia, Serge se va enamorando de Gilbert sin darse cuenta, a la vez, que nos va mostrando parte de sus emociones, pensamientos y acciones que recurren en ese tiempo: hechos que llevan la convivencia entre ellos a una extraña relación&#8230;</p>
<p><strong>Kimera</strong><br />
<strong><br />
Genero:</strong> Horror, Ciencia Ficción, Sobrenatural, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 1996<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Por siglos, ha habido leyendas de &#8220;Demonios&#8221; recorrer la tierra, alimentándose de la sangre de seres humanos. Sin embargo, la verdad detrás de estas leyendas de vampiric se ha quedado un misterio hasta ahora. &#8220;Lifepods&#8221; extraños han fallado en las montañas occidentales, trayendo consigo seres sobrenaturales antes encontrados solamente en la esfera de folclore y fantasía. Los vampiros recorren la tierra, en la guerra con humanidad uno sí, llevado por la ambición por el más terrorífico de los imperativos genéticos el! De la misma manera que avispas que buscan una araña, han venido a este planeta para solamente un propósito: perpetuar su especie. Para salvar humanidad, Kimera debe morirse.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4513" title="Kirepapa" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/kirepapa.jpg" alt="Kirepapa" width="380" height="530" /><br />
<strong>Kirepapa</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Drama, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Chisato Takatsukasa es un novelista que sobreprotege a su hijo, Riju , por miedo de que alguien quiera insinuarse con él debido a que es un chiquillo guapo. Chisato persigue constantemente a los amigos y los posibles pretendientes Riju que trae a casa. Sólo hay un tipo que se niega a renunciar: El mejor amigo de Riju , Shunsuke Sasaki.<br />
Al final de la OVA hay un resumen (necesario para entender correctamente la OVA).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4514" title="kizuna" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/kizuna.jpg" alt="kizuna" width="450" height="338" /><br />
<strong>Kizuna</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Relaciones<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Drama, Erotica, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 3<br />
<strong>Año:</strong> 1994 (1 &#38; 2) &#8211; 2001 (3)<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Ranmaru es un atractivo y legendario campeón de artes marciales, pero su carrera como deportista es terminada abruptamente cuando es arrollado por aun auto que intentaba asesinar a su novio, Enjouji, hijo de un Yakuza de Osaka. Después del accidente Ranmaru queda paralizado, pero gracias a el apoyo que le dio Enjouji, Ranmaru se logra recuperar. Tras reconocer que ambos se aman comienzan a vivir juntos. Años después cuando están en la Universidad, descubren que el medio-hermano de Enjouji esta en Tokyo (Kai Sagano). Kai se enamora de Ranmaru y decide estudiar artes marciales y hasta se inscribe en la misma Universidad de Ranmaru y Enjouji. Ranmaru pronto se encuentra involucrado entre la rivalidad de ambos hermanos por tenerlo&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4515" title="black" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/black.jpg" alt="black" width="303" height="389" /><br />
<strong>Kuroshitsuji </strong></p>
<p><strong>Título alternativo:</strong> Black Butler<br />
<strong>Genero:</strong> Fantasía, comedia, histórico, shounen, super poderes<br />
<strong>Episodios:</strong> 24<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japonés<br />
<strong>Subtítulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sinopsis:</strong> La historia se trata de la vida que lleva Ciel junto con Sebastian. La familia Phantomhide, desde hace varias generaciones esta bajo las ordenes de la Reina y se encargan de deshacerse de las personas que ensucian el país y dentro del mundo de los millonarios esa familia es conocida como “La familia de los demónios”, “El perro guardian de la reina”, etc. pero ustedes preguntarán ¿cómo siendo tan pequeño, se cnvirtió en el presidente una fabrica?…pres él tuvo que heredar la fabrica Phantomhide por una desgracia que le sucedió hace varios años (en el manga se ve que es el único sobreviviente de esa gran familia) y desde entonces Sebastian esta a su lado para cuidarlo. Ciel es un niño muy inteligente, así que para él manejar la empreza es como si fuera un juego, pero en el mundo de los millonarios esta llena de oscuridad…negocios sucios como venta de drogas, organos, humans y hasta asecinatos por gusto. Por más inteligente que sea Ciel, hay cosas que no puede resolver, y es ahí cuando aparece Sebastian a ayudarlo con sus increibles capacidades.</p>
<p><strong>Lesson XX</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Comedia, Romance, Shonen-ai, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 1995<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> La historia de Lesson XX gira alrededor de dos muchachos, Shizuka y Sakura, que son amigos del colegio. Todo gira entorno de la atracción que llegan a sentir el uno por el otro, el hecho de intentar evitarlo, el aceptar o negar dichos sentimientos&#8230; Y lo que uno puede llegar a hacer para lograrlo.</p>
<p><strong>Level C</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Keiraku no Houteishiki Level-C, Pleasure Education Level-C<br />
<strong>Genero:</strong> Drama, Erotico, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 1995<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong>Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Mizuki es un modelo con un apartamente bonito. A Kazuomi su &#8220;novia&#8221; acaba de echarlo de casa. Por casualidades de la vida Kazuomi y Mizuki se encuentran por la calle y Kazuomi queda prenadado de Mizuki, así que le pide que le permita vivir en su apartamente, a cambio, él le &#8220;pagará&#8221;. ¿Kazuomi hace siempre lo mismo? ¿Mizuki aceptará?</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4516" title="Loveless" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/loveless.jpg" alt="Loveless" width="500" height="674" /><br />
<strong>Loveless</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Aventura, Drama, Fantasia, Misterio, Romance, Sobrenatural, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 12<br />
<strong>Año:</strong> 2005<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Aoyagi Ritsuka, de doce años, pierde a su única familia cuando su hermano, Aoyagi Seimei, fue asesinado en extrañas circunstancias. Un día, conoce a Wagatsuma Soubi, quien dice que conoció a su hermano; y entonces se descubre que Soubi y Seimei eran un equipo de lucha, en el cual Soubi era la &#8220;Maquina de Luchar&#8221; y Seimei el &#8220;Sacrificio&#8221;. Y ahora que Seimei se ha ido, Soubi &#8216;pertenece&#8217; a Ritsuka, quien se convertirá en su nuevo &#8220;Sacrificio&#8221;. Tras averiguar que Seimei fué asesinado por una organización llamada &#8220;La septima luna&#8221;, Ristsuko une sus fuerzas a las de Soubi e investiga la verdad que se esconde tras la muerte de su hermano.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4517" title="honoo" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/honoo.jpg" alt="honoo" width="481" height="717" /><br />
<strong>Mirage of Blaze</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Honoo no Shinkirou, Espejismo de Llamas<br />
<strong>Genero:</strong> Acción, Sobrenatural, Historico, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 13 + 3 ovas<br />
<strong>Año:</strong> 2002<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Takaya Ougi es un estudiante que siempre está preocupado por proteger a su aplicado amigo Yuzuru, quien ultimamente no se comporta de manera normal. Tras salir ilesos de una pelea sin saber muy bien cómo, Takaya y Yuzuru tienen un encuentro con una extraña mujer que acaba envuelta en llamas y no sufre quemadura alguna. Aun conmocionado, Takaya recibe la visita de un hombre llamado Nobutsuna Naoe, que no solo viene a avisarle del gran peligro que les acecha a él y a su amigo Yuzuru, sino que ademas parece compartir con él un tormentoso pasado.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4518" title="[large][AnimePaper]scans_Monochrome-Factor_popisan(0.7)__THISRES__192074" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/largeanimepaperscans_monochrome-factor_popisan0-7__thisres__192074.png" alt="[large][AnimePaper]scans_Monochrome-Factor_popisan(0.7)__THISRES__192074" width="500" height="709" /><br />
<strong>Monochrome Factor</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Acción, Comedia, Fantasia, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 24<br />
<strong>Año:</strong> 2008<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Excelente<br />
<strong>Sipnosis: </strong>Akira Nikaido es un típico estudiante de instituto que piensa que tiene una vida normal, hasta que un misterioso hombre llamado Shirogane aparece y le pide encontrarse con él en la escuela al anochecer. Él es escéptico, pero va de todas maneras… en ese momento es atacado por una sombra monstruo! Shirogane le convence de que el equilibrio entre el mundo humano y el mundo en la sombra ha sido distorsionado, y que él debe convertirse en un shin (una criatura del mundo de la sombra, con el fin de ayudar a restablecer el equilibrio).</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4519" title="okane" src="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/files/2009/09/okane.jpg" alt="okane" width="344" height="500" /><br />
<strong>Okane Ga Nai</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> No Money<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Drama, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 4<br />
<strong>Año:</strong> 2007<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Isshi Tetsuo se endeuda en unos casinos dejando a deber millones de yenes. Para poder pagar sus deudas decide engañar a su primo y venderlo al dueño de los casinos para que lo subaste, la puja empieza por 50 millones y acaba siendo comprado por Kanou Somoku, quien lleva tiempo enamorado de él trás un encuentro fortuito tiempo atrás en el que, Kanou malherido en un callejón es atendido por Yukiya. Para que Ayase sea libre Kanou le ofrece pagarle 500 mil yens por cada relación sexual que tengan juntos.</p>
<p><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/papatokiss.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Papa to kiss in the dark</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Comedia, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 2<br />
<strong>Año:</strong> 2005<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Munakata Mira, está enamorado de su padre, un famoso actor de Hollywood, Munakata Kyousuke, para todos ellos son padre e hijo, tanto como amantes.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/princessprincess.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Princess Princess</strong></div>
<p><strong>Genero:</strong> Comedia, Bishounen, Cross Dressing, Shonen-ai<br />
<strong>Episodios:</strong> 12<br />
<strong>Año:</strong> 2006<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Kouno Tooru se acaba de transferir a una nueva escuela y extrañamente es bien acogido en ella sin motivo aparente. En su escuela hay personas llamadas &#8220;Princesas&#8221; (Princesa) y él ha sido escogido para ser uno! Aquellos que son escogidos deben vestirse como chicas para los eventos, para enriquecer la vida de un colegio lleno de hombres!!</p>
<p><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/sensitivepor.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Sensitive Pornograph</strong></p>
<p><strong>Genero:</strong> Comedia, Drama, Romance, Yaoi<br />
<strong>Ovas:</strong> 1<br />
<strong>Año:</strong> 2004<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> OVA basado en el manga que lleva de título el mismo nombre y muy fiel a él. Contiene dos de las historias que en el manga se encuentran. Empezaremos conociendo la historia de dos amantes dibujantes de manga y terminaremos con la de un cuidador de mascotas y un animal muy… particular.</p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/sukisyo.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Sukisho!</strong></div>
<p><strong>Titulo alternativo: </strong>Sukisyo!, Suki na Mono wa Suki Dakara Shouganai!!<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Drama, Romance, Shonen-ai, Yaoi<br />
<strong>Episodios:</strong> 12 + 1 OVA<br />
<strong>Año:</strong> 2005<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Hashiba Sora es un estudiante de un instituto privado de hombres que cae del cuarto piso de la escuela y sufre una pérdida de memoria, la mayoría recuerdos de una misteriosa infancia. El día de su salida del hospital, mientras dormía, es despertado por su nuevo compañero de habitación, quien se encuentra encima suyo. El chico se llama Sunao Fujimori y aparentemente es su mejor amigo de la infancia. Sora, al decirle que no le recuerda, recibe un puñetazo de su parte. Así ambos deben soportarse por culpa de Matsuri Honjou, amigo de los dos y mientras extrañas situaciones se irán desarrollando&#8230; ¿Podrá resurgir el amor entre Sora y Sunao? ¿Cuál es el misterio de trasfondo?&#8230;<br />
* El OVA es como un capítulo 13, así que mejor miralo al final.</p>
<p><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/yaminomatsui.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Yami no Matsuei</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Descendants of Darkness, Descendientes de la oscuridad<br />
<strong>Genero:</strong> Comedia, Horror, Misterio, Sobrenatural, Bishonen, Shinigami<br />
<strong>Episodios:</strong> 13<br />
<strong>Año:</strong>2000<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtitulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy Buena<br />
<strong>Sipnosis:</strong> Los Shinigami son los dioses de la muerte, los seres que guían las almas que han sido destinadas al Hades (el mundo de los muertos) por haber estado inscritos en el Registro de Almas. Son los subordinados de la División de los Invocadores, la cual es una oficina a cargo de Enma, el Emperador del Mundo Subterráneo.<br />
La serie se centra en un Shinigami llamado Asato Tsuzuki, el más poderoso de ellos, querido y digno de confianza. Varias historias cuentan los misteriosos casos para los que son requeridos, cuando las almas que han aparecido en el Registro aun no han muerto y, normalmente, están tristes y serias. Otras historias tratan de su tiempo libre, éstas son divertidas y dulces. El verdadero motivo del anime son los personajes en sí mismos y sus sentimientos hacia su trabajo y hacia los demás.</p>
<p><img src="http://i842.photobucket.com/albums/zz348/darkushinada/series/zetsuai.png" border="0" alt="" /><br />
<strong>Zetsuai 1989 / Bronze, Zetsuai since 1989</strong></p>
<p><strong>Titulo alternativo:</strong> Amor desesperado desde 1989<br />
<strong>Genero:</strong> Shounen Ai, Yaoi, Romance<br />
<strong>Ovas:</strong> 3<br />
<strong>Año:</strong> 1996<br />
<strong>Idioma:</strong> Japones<br />
<strong>Subtítulos:</strong> Español<br />
<strong>Calidad:</strong> Muy buena.<br />
<strong>Sinopsis:</strong> Nanjo Koji, un joven cantante de rock, se enamora de un futbolista Izumi Takuto. Nanjo descubre que la madre de Izumi asesinó a su esposo debido a su intenso amor. Izumi se siente culpable de esto y se rehusa a crecer futbolísticamente por temor a que los medios lo descubran. Izumi detesta la compañía de Koji y la atención de la prensa, pero Koji no puede mantenerse alejado de Izumi y pronto se da cuenta que el amor que siente por Izumi es muy parecido al que la madre de Izumi sentía por su esposo.</p>
<p>Lee y opina también en:<br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/01/28/las-mejores-peliculas-anime-de-todos-los-tiempos/">- El Mejor Animé (Películas y Series) de Todos los Tiempos!</a><br />
<a href="http://elhijodelabohemia.wordpress.com/2009/03/30/top-bohemio-las-mejores-series-animadas-de-todos-los-tiempos/">- Las mejores Series Animadas de Todos los Tiempos!</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ARCO TÍPICO DE UN PERSONAJE Y “EL VIAJE DEL HÉROE”]]></title>
<link>http://personajes.wordpress.com/2009/09/20/el-arco-de-los-personajes-en-%e2%80%9cel-viaje-del-heroe%e2%80%9d/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 03:12:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carmela Franco Masis</dc:creator>
<guid>http://personajes.wordpress.com/2009/09/20/el-arco-de-los-personajes-en-%e2%80%9cel-viaje-del-heroe%e2%80%9d/</guid>
<description><![CDATA[Los cambios progresivos que sufre un personaje a través de la historia ya sean cambios intelectuales]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los cambios progresivos que sufre un personaje a través de la historia ya sean cambios intelectuales]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El tiempo de los milagros crueles]]></title>
<link>http://lafarolera.wordpress.com/2009/09/21/el-tiempo-de-los-milagros-crueles/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 03:01:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>Farolera</dc:creator>
<guid>http://lafarolera.wordpress.com/2009/09/21/el-tiempo-de-los-milagros-crueles/</guid>
<description><![CDATA[Yo no tenía ninguna esperanza, y sin embargo vivía de esperanzas (&#8230;). No sabía qué descubrimie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://lafarolera.wordpress.com/files/2009/09/poseidon_mosaico1.jpg"><img class="size-medium wp-image-924 aligncenter" title="poseidon" src="http://lafarolera.wordpress.com/files/2009/09/poseidon_mosaico1.jpg?w=300" alt="poseidon" width="300" height="246" /></a></p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:right;"><em>Yo no tenía ninguna esperanza, y sin embargo vivía de esperanzas (&#8230;). No sabía qué descubrimientos, qué burlas, qué torturas me aguardaban aún. No sabía nada, y me empecinaba en creer que el tiempo de los milagros crueles aún no había terminado.</em></p>
<p style="text-align:right;"><em>&#8211;Stanislaw Lem, </em>Solaris</p>
<p style="text-align:left;">Él la vio.</p>
<p style="text-align:left;">Ella se escondió.</p>
<p style="text-align:left;">Ella salió.</p>
<p style="text-align:left;">Él se ofendió.</p>
<p style="text-align:left;">Ella se cansó.</p>
<p style="text-align:left;">Ella se fue.</p>
<p style="text-align:left;">Él se arrepintió.</p>
<p style="text-align:left;">Él la buscó.</p>
<p style="text-align:left;">Ella recapacitó.</p>
<p style="text-align:left;">Ella lo recibió.</p>
<p style="text-align:left;">Él se asustó.</p>
<p style="text-align:left;">Él habló.</p>
<p style="text-align:left;">Ella se quebró.</p>
<p style="text-align:left;">Él se arrepintió toda la vida.</p>
<p style="text-align:left;">Ella también.</p>
<p style="text-align:left;">&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">Mucho tiempo después se darían cuenta, cada uno por su lado y a miles de vidas de distancia, que bastaba solamente con dejarse conmover para invocar al dios de los milagros crueles.<em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[En diagonal]]></title>
<link>http://primeralluvia.wordpress.com/2009/09/19/en-diagonal/</link>
<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 01:15:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>primeralluvia</dc:creator>
<guid>http://primeralluvia.wordpress.com/2009/09/19/en-diagonal/</guid>
<description><![CDATA[Eran pasadas las 6 cuando alcanzó el primer piso.  Mientras se abrían las puertas del ascensor y se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Eran pasadas las 6 cuando alcanzó el primer piso.  Mientras se abrían las puertas del ascensor y se abría paso a codazos, pudo ver por los ventanales que el día seguía tan gris como al comienzo.  Casi al mismo tiempo que todos quienes habían descendido con ella, cambió el bolso de mano, abotonó su impermeable hasta el cuello y destrabó el paraguas para abrirlo tan pronto como pusiera pie en la calle.</p>
<p>La muchedumbre afuera lucía tan silenciosa y opaca como adentro.  Era viernes, pero bien podría haber sido martes, miércoles, cualquier otro día de trabajo; el impulso de volver a casa parecía todavía gobernado por la inercia en esa masa que se desplazaba por la acera y nada en esos rostros anunciaba el inicio del descanso semanal.</p>
<p>Apresuró el paso sin real necesidad, movida por el instinto -primario en cualquier habitante de la ciudad- de llegar a la esquina a tiempo para realizar la combinación de cruces de cada tarde:  Primero hacia la esquina opuesta de la calle lateral, luego de frente hasta el bandejón y desde ahí hasta la andén en la avenida.</p>
<p>Apenas había avanzado unos pasos sobre la calzada cuando sintió la conmoción.  Miró hacia la izquierda y vio un viejo Ford celeste de cabeza, con las ruedas todavía en movimiento frente a un autobús.  Cerró rápidamente el paraguas y corrió hacia ellos, sin seguir esta vez la ruta de todas las tardes sino en diagonal entre el tráfico.</p>
<p>La esquina estaba rodeada de curiosos que confrontaban al que parecía ser el conductor del autobús.  Nadie parecía prestar atención al Ford celeste, a pesar de que en extremo menos visible había dos figuras tendidas en el suelo.  Caminó directo hacia ellas y se sintió aliviada cuando la más pequeña se incorporó y extendió un brazo.</p>
<p>Ambos varoncitos vestían el uniforme de alguna escuela privada, con anticuado pantalón a la rodilla y boina.  El más pequeño tenía la ropa rasgada y magulladuras y, aunque no decía palabra, no se separaba del que parecía ser su hermano.  El mayor abrió los ojos cuando le puso la mano sobre la frente y se sintió aliviada.</p>
<p>La policía había espantado a los curiosos para abrir paso a la ambulancia, que se instaló al otro lado del autobús y partió a los pocos minutos con una figura totalmente cubierta en la camilla.  Después de un rato se sintió confiada en que la salud de los menores no corría riesgo y decidió moverlos hasta la cuneta mientras esperaban una segunda ambulancia.  Los ayudó a incorporarse y los condujo de la mano, y tomó lugar entre ambos.  De alguna manera su bolso y paraguas habían terminado tirados cerca del autobús, pero no puso mayor atención y, de cualquier forma, uno de los policías los guardó en su radiopatrullas.</p>
<p>El tiempo pasaba lentamente, lo que le pareció normal en esas circunstancias.  Estaba oscuro cuando apareció una grúa y se llevó el autobús.  El viejo Ford había desaparecido en algún momento sin que lo notara.  El conductor del colectivo se había retirado con escolta policial y la calle parecía haber vuelto a la normalidad.  Sentada sobre la cuneta con un niño a cada lado, sintió alivio al comprobar que había dejado de llover, no hacía frío y ellos no parecían tener hambre.</p>
<p>Se alegró de haber estado allí para acogerlos.  Ellos no decían nada, pero se podía leer en sus ojitos que llevaban mucho tiempo solos y asustados.  Se dio cuenta de que amanecía, mas decidió que esperaría lo que hiciera falta.  No sentía necesidad de ir a casa o volver al trabajo, pero cuando tuviera que hacerlo buscaría una ruta menos peligrosa, pues esa esquina era claramente mortal.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un completo método para trabajar con arquetipos]]></title>
<link>http://colectivoplanner.wordpress.com/2009/09/17/un-completo-metodo-para-trabajar-con-arquetipos/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 21:49:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://colectivoplanner.wordpress.com/2009/09/17/un-completo-metodo-para-trabajar-con-arquetipos/</guid>
<description><![CDATA[View this document on Scribd Los amigos de la Royal Society of Account Planning hace algun tiempo se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><object id="19224475" name="19224475" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=9,0,0,0" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" align="middle" height="500" width="100%">
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<div style="font-size:10px;text-align:center;width:100%"><a href="http://www.scribd.com/doc/19224475">View this document on Scribd</a></div>
<p style="text-align:justify;">Los amigos de la <a href="http://royalsocietyofaccountplanning.blogspot.com/" target="_blank">Royal Society of Account Planning </a>hace algun tiempo se dieron a la tarea de entender cómo funcionaba la herramienta para construir marcas con base en arquetipos desarrollada por Andrew Hailey Wright, ex director global de planning de Young &#38; Rubicam y fundador de la consultora de marcas <a href="http://www.mindmarks.net/mm_go.swf" target="_blank">Mindmark.</a></p>
<p style="text-align:justify;">Esta herramienta es una de las más completas y de las que más han profundizado en el tema de los arquetipos aplicados al branding.  Su metodologia esta fundamentada en las siguientes bases:</p>
<p style="text-align:justify;">1. Buscar un arquetipo que se ajuste a su marca. Para ello debe entender los 8 arquetipos de marca segun su categoria o sus competencias.</p>
<p style="text-align:justify;">2. Identificar cual es el tipo de historia que mejor se ajusta a su marca. Cada arquetipo de marca tiene a su vez dos posibles manifestaciones arqutipicas que determinan los diferentes matices con el que un mismo arquetipo puede expresarse. Estos matices determinaran en gran medida el tipo de historia a contar por su marca.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Personificar su marca, con un personaje real o ficticio, pero ampliamente reconocido. Esto con el fin de poder generar un común acuerdo sobre la personalidad que su marca quiere reflejar. No es lo mismo un rebelde como Robin Hood a un rebelde como James Dean&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">4. Identificar el arquetipo de sus consumidores según sus motivaciones. Para ellos pueden apoyarse en las distintas teorias psicologicas sobre la motivación (ej. Maslow o Neef)</p>
<p style="text-align:justify;">5. Establecer el &#8220;espiritu de su marca&#8221;. Para Andrew Hailey Wright, las marcas son en esencia espiritus relacionados con los 4 elementos. Este espiritu determina en gran medida el tipo de energia que emana la marca. Personalmente, para efectos más pragmaticos, creo que aca se podría hacer un paralelo entre los elementos (Agua, Aire, Fuego, Tierra) y los 4 tipos de temperamentos (Nostalgico, Melancolico, Colerico y Flematico), los cuales siguiendo la linea de las teorias psicologicas, juegan un papel fundamental en la creación de la identidad de las personas.</p>
<p style="text-align:justify;">En fin, os recomiendo que le des una revisada a la presentación. Me encantaría oir sus opiniones al respecto&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Arquetipos y Diferenciación]]></title>
<link>http://colectivoplanner.wordpress.com/2009/09/15/arquetipos-y-diferenciacion/</link>
<pubDate>Tue, 15 Sep 2009 21:44:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel</dc:creator>
<guid>http://colectivoplanner.wordpress.com/2009/09/15/arquetipos-y-diferenciacion/</guid>
<description><![CDATA[Probablemente conozcas a Jon Howard por ser el director de planeación de la agencia londinense Quiet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Probablemente conozcas a <a href="http://jonhoward.typepad.com/livingbrands/" target="_blank">Jon Howard</a> por ser el director de planeación de la agencia londinense Quiet Storm y uno de los bloggers más reconocidos de la plannersfera, pero tal vez no conozcas su trabajo realizado en el campo de los arquetipos y el storytelling aplicados al branding.</p>
<p style="text-align:justify;">Recien estuve leyendo uno de sus articulos publicado en 2002 en la prestigiosa revista <a href="http://www.warc.com/landingpages/searches/generic.asp?pageid=SearchLandingPage_Spotlight_Lander_Admap_2009_09" target="_blank">Admap</a> del <a href="http://www.warc.com" target="_blank">World Advertising Research Center</a> que habla sobre el uso de los arquetipos para la construcción de marcas sólidas. Uno de los argumentos de Jon para profundizar en el tema es el hecho de que las marcas han pasado a ser las meta-narrativas de hoy en dia, es decir, aquellas historias con las que la gente busca de alguna u otra forma identificarse.</p>
<p style="text-align:justify;">De las cosas que más me llamo la atención sobre el articulo fue su defensa del arquetipo como modelo de diferenciación. Algunos criticos del uso de los arquetipos han argumentado que basar la construcción de marcas en los 12 arquetipos propuestos por Pearson puede significar que eventualmente las marcas terminen pareciendose. Pero como Jon nos explica, ellos hablan realmente es sobre Estereotipos, no Arquetipos&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://colectivoplanner.wordpress.com/files/2009/09/jonhoward_brandstereotypevsbrandarchetype.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-407" title="jonhoward_brandstereotypevsbrandarchetype" src="http://colectivoplanner.wordpress.com/files/2009/09/jonhoward_brandstereotypevsbrandarchetype.jpg" alt="jonhoward_brandstereotypevsbrandarchetype" width="425" height="469" /></a>Como vemos en el grafico, los estereotipos son un proceso de amplificación de una sola caracteristica especifica, mientras que el uso de arquetipos implica la destilación de verdades universales del comportamiento humano, proceso que por ende puede generar diferentes resultados cada vez, posibilitando la creación de un ADN diferenciador para cada marca.</p>
<p style="text-align:justify;"><em>“…An archetype is a universally familiar character or situation that transcends time, place, culture, gender and age. It represents an eternal truth more than just a (stereotypical) manifestation; a start point more than the finishing line and a brand’s bedrock more than the characters in its advertising. So, whereas a stereotype can be expressed in only one shallow, inflexible way, archetypes can be manifested – and often combined – in a multitude of distinct ways, each of which taps into primal needs and motivations whilst retaining the freedom and flexibility to change external trappings with the times”</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[     As transformações Iniciáticas - primeira parte]]></title>
<link>http://anoitan.wordpress.com/2009/09/05/as-transformacoes-iniciaticas-primeira-parte/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 05:29:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>adi</dc:creator>
<guid>http://anoitan.wordpress.com/2009/09/05/as-transformacoes-iniciaticas-primeira-parte/</guid>
<description><![CDATA[Ainda  há muito mistério em torno dos rituais iniciáticos, e também muito mistério sobre os segredos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ainda  há muito mistério em torno dos rituais iniciáticos, e também muito mistério sobre os segredos revelados ao iniciado. Nas &#8220;ordens iniciáticas&#8221; ainda se mantém os ritos, esperando-se que o ritual desperte as verdadeiras mudanças no interior do iniciado. Há também aquela transformação ou iniciação que ocorre naturalmente, onde é o próprio Self  quem conduz as expansões da consciência, ou as transformações que se dá no interior, na psique  do indivíduo.</p>
<p>No processo de Individuação (que é o mesmo que iniciação), a transformação ocorre por conta do próprio inconsciente do indivíduo, e nesse desenrolar, é onde o indivíduo vai se tornando quem realmente é, ou seja, vai se apartando da consciência coletiva, ou da consciência grupal,  de massa, ou das tais egrégoras, e se tornando/conscientizando-se  de &#8220;Si-mesmo&#8221;.</p>
<p>Vou aqui, citar um capítulo do livro de Jung, &#8220;Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo&#8221;, que fala sobre a atuação da consciência coletiva sobre o indivíduo.</p>
<p>&#8220;Há uma forma de transformação que pode ser chamada de identificação com o grupo. É quando da identificação de um indivíduo com um certo número de pessoas que têm uma vivência de transformação coletiva. É uma situação psicológica especial e que não deve ser confundida com a participação em um ritual de transformação, o qual é realizado de fato diante de um grupo ou público, mas não depende de forma alguma de uma identidade de grupo.<img class="alignright size-full wp-image-969" title="0,,11121328,00" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/09/011121328002.jpg" alt="0,,11121328,00" width="192" height="253" /> É uma coisa bem diferente vivenciar a transformação no grupo do que em si-mesmo. Em um grupo maior, entre pessoas ligadas ou identificadas entre si por um estado de ânimo peculiar, cria-se uma vivência de transformação que tem apenas uma vaga semelhança com a transformação individual.</p>
<p>Uma vivência grupal ocorre em um nível inferior da consciência em relação à vivência individual. É um fato que, quando muitas pessoas se reunem para se partilhar de uma emoção comum, emerge um alma conjunta que fica abaixo do nível de consciência de cada um. Quando um grupo é muito grande cria-se uma espécie de alma animal coletiva. Por esse motivo a moral de grandes organizações é sempre duvidosa. É inevitável que a psicologia de um amontoado de pessoas desça ao nível mais baixo.<!--more--></p>
<p>Por isso,  se eu tiver no grupo  o que se chama uma vivência comunitária coletiva, esta ocorre em um nível de consciência relativamente inferior; por este motivo a vivência grupal é muito mais frequente que a vivência da transformação individual. É também muito mais fácil alcançar a primeira, pois o encontro de muitas pessoas tem uma grande força sugestiva. O indivíduo na multidão torna-se facilmente uma vítima de sua sugestionabilidade. Só é necessário que algo aconteça, por exemplo, uma proposta apoiada por todos para que cada um concorde, mesmo que se trate de algo imoral. Na massa não se sente nenhuma responsabilidade, mas também nenhum medo.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-956" title="inc_coletivo" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/09/inc_coletivo2.jpg?w=212" alt="inc_coletivo" width="212" height="300" />A identificação com o grupo é pois um caminho simples e mais fácil; mas a vivência grupal não vai mais fundo do que o nível em que cada um está. Algo se modifica em cada um, mas essa mudança não perdura. Pelo contrário: a pessoa depende continuamente da embriaguez da massa, a fim de consolidar a vivência e poder acreditar nela. Quando nãoestá mais na multidão, a pessoa torna-se outro ser, incapaz de reproduzir o estado anterior. Na massa predomina &#8220;a participação mística&#8221;, que nada mais é do que uma identidade inconsciente. Por exemplo, quando se vai ao teatro, os olhares encontram imediatamente os olhares que se ligam uns aos outros; cada um olha como o outro olha e todos ficam presos à rede invisível da relação recíproca inconsciente. Se esta condição se intensifica, cada um sente-se arrastado pela onda coletiva de identificação com os outros. Pode até mesmo ser uma sensação agradável &#8211; uma ovelha entre dez mil ovelhas. E se percebermos que essa multidão é uma grande e maravilhosa unidade, tornamo-nos heróis exaltados pelo grupo. Voltando depois a nós mesmos, descobrimos que meu nome civil é este ou aquele, que moro nesta ou naquela rua&#8230;, e que aquela história, no fundo, foi muito prazerosa; e esperamos que amanhã ela se repita a fim de que eu possa sentir-me de novo como um povo inteiro, o que é bem melhor do que ser apenas o cidadão X ou Y. Como este é um caminho fácil e conveniente de ascensão a outros níveis de personalidade, o ser humano sempre formou grupos que possibilitassem vivências de transformação coletiva, frequentemente sob a forma de estados extáticos.</p>
<p>A inevitável regressão psicológica dentro de um grupo é parcialmente suprimida pelo ritual, isto é, pela cerimônia do culto que coloca no centro da atividade grupal a representação solene dos eventos sagrados, impedindo que a multidão caia numa instintividade inconsciente. Ao exigir a atenção e o interesse de cada indivíduo, a cerimônia do culto possibilita que o mesmo tenha uma vivência relativamente individual dentro do grupo, mantendo-se assim mais ou menos consciente. No entanto, se faltar a relação de um centro que<img class="alignright size-medium wp-image-965" title="RaAriana" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/09/raariana1.jpg?w=300" alt="RaAriana" width="300" height="200" />expresse o incosnciente através de seu simbolismo, a alma da massa torna-se inevitavelmente o ponto focal de fascínio, atraindo cada um com seu feitiço.</p>
<p>Por isso as multidões humanas são sempre incubadoras de epidemias psíquicas, sendo os acontecimentos na Alemanha nazista o evento clássico desse fenômeno.</p>
<p>Contra esta avaliação da psicologia das massas, essencialmente negativa, objetar-se-á que há também experiências positivas como por exemplo um entusiasmo saudável que incentiva o indivíduo a ações nobres, ou um sentimento igualmente positivo de solidariedade humana. Fatos deste tipo não devem ser negados. A comunidade pode conferir ao indivíduo coragem, decisão e dignidade que ele perderia facilmente no isolamento. Ela pode despertar nele a lembrança de ser um homem entre homens. Mas isso não impede que algo lhe seja acrescentado, algo que não possuiria como indivíduo. Tais presentes, muitas vezes imerecidos, significam no momento uma graça especial, mas a longo prazo há o perigo de o presente transformar-se em perda, uma vez que a natureza humana tem a debilidade de julgar que é indiscutivelmente sua tal dádiva; por isso, num momento de necessidade, passa a exigir esse presente como um direito seu em vez de obtê-lo mediante o próprio esforço.</p>
<p>Infelizmente constamos isso com grande clareza na tendência de exigir tudo do Estado, sem  refletir sobre o fato de que este é constituído  por sua vez pelos mesmos indivíduos que fazem tais exigências. O desenvolvimento lógico desta tendência leva ao comunismo, no qual cada indivíduo escraviza a coletividade e esta última é representada por um ditador, isto é, um senhor de escravos. Todas as tribos primitivas, cuja ordem social é comunista, também tem um chefe com poderes ilimitados sobre elas. O estado comunista nada mais é do que uma monarquia absoluta em que não há súditos, mais apenas servos.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[O Jardimm Secreto]]></title>
<link>http://psicopauta.wordpress.com/2009/09/01/o-jardimm-secreto/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 15:11:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopauta</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Jardim Secreto é um filme de de clima mágico, repleto de arquétipos, como  bem enxergou o leitor d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Jardim Secreto é um filme de de clima mágico, repleto de arquétipos, como  bem enxergou o leitor d]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Vota por el mejor email del año]]></title>
<link>http://mallory1306.wordpress.com/2009/09/01/vota-por-el-mejor-email-del-ano/</link>
<pubDate>Mon, 31 Aug 2009 18:37:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mallory</dc:creator>
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<description><![CDATA[Voted The Best Email of the Year&#8230; If you think you are unhappy, look at them! If you think you]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<h1>Voted The Best Email of the Year&#8230;</h1>
<h3>If you think you are unhappy, look at them!</h3>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email1.jpg" alt="" width="350" /></p>
<h3>If you think your salary is low, how about her?</h3>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email2.jpg" alt="" width="350" /></p>
<h3>If you think &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;</h3>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email3.jpg" alt="" width="350" /></p>
<h3>If you think you suffer in life, do you suffer as much as he does?</h3>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email4.jpg" alt="" width="350" /></p>
<h3>If you complain about your transport system, how about them?</h3>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email5.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email6.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email7.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email8.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email9.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email10.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><img src="http://media.fabulously40.com/images/email11.jpg" alt="" width="350" /></p>
<p><span style="color:gray;"><img src="http://media.fabulously40.com/images/email12.jpg" alt="" width="350" /></span></div>
<div><span style="color:gray;"><br />
</span></div>
<div>
<hr /></div>
<p><span style="color:#333333;"><em><span style="font-family:georgia,palatino;"><a href="http://www.google.com/bookmarks/mark?op=edit&#38;output=popup&#38;bkmk=http://fabulously40.com/article/id/2524/&#38;title=The%20Best%20Email%20Of%20The%20Year"><span style="font-size:large;"><span style="font-size:xx-large;"><strong>PLEASE ,REPOST THIS TO EVERBODY!</strong></span></span></a></span></em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O meio entre os opostos]]></title>
<link>http://anoitan.wordpress.com/2009/08/27/o-meio-entre-os-opostos/</link>
<pubDate>Thu, 27 Aug 2009 03:09:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>adi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde sempre as mais variadas tradições falam sobre a trindade divina, e sobre aquele aspecto que ve]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Desde sempre as mais variadas tradições falam sobre a trindade divina, e sobre aquele aspecto que vem resolver o problema da dualidade. Há um meio, moderador entre os opostos, queiramos ou não, entendamos isso ou não.</p>
<p>De certa forma, esse tema sobre os opostos, sobre as dualidades, sobre as parcialidades é ainda muito complicado por causa do tema em si mesmo, ou seja, é sobre parcialidades, opostos e dualidades, e a tendência é sempre estar em um dos lados de cada situação da vida, e quando estamos em um lado da questão, automaticamente excluímos o outro lado, nos agarramos as nossas convicções, e já partimos do pré-suposto que o outro lado está errado, não é o correto, é falho.</p>
<p>A realidade da vida é muito mais que isso, é muito mais que apenas uma possibilidade possível na dualidade, é muito mais que um ponto de vista na díade, é muito mais que certo ou errado, é muito maior que os opostos; e por isso o conflito, pois temos que lidar com esses opostos o tempo todo, diariamente na própria vida em que vivemos.</p>
<p><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-946" title="andros" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/andros1.jpg?w=90" alt="andros" width="90" height="150" />Essa questão dos opostos assombra o homem desde sempre, e com certeza, é um dos motivos ou impulsos principais na busca por resolver esse conflito que dói na Alma humana, e muito provavelmente, a partir dessa busca, as mais variadas tradições se dedicam a essa questão.</p>
<p>Segundo a psicologia, a psique, como a maioria dos sistemas naturais, tais como o corpo, luta para se manter em equilíbrio. Fará isso, mesmo quando suscita sintomas desagradáveis, sonhos assustadores ou problemas da vida aparentemente insolúveis. Se o desenvolvimento de uma pessoa foi unilateral, a psique contém em si todo o necessário para retificar essa condição.</p>
<p>A função compensatória empiricamente demonstrável operando em processos psicológicos correspondia a funções auto-reguladoras do organismo, observáveis na esfera fisiológica. Compensar significa equilibrar, ajustar, suplementar. Considerava a atividade compensatória do Inconsciente como equilíbrio de qualquer tendência para a unilateralidade por parte da consciência.</p>
<p>O objetivo do processo compensatório parece ser o de ligar, como uma ponte, dois mundos psicológicos. Essa ponte é o símbolo; embora os símbolos, para serem eficazes, devam ser reconhecidos e compreendidos pela mente consciente, isto é, assimilados e integrados.<!--more--><img class="alignright size-medium wp-image-929" title="caminho_dati-rubia" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/caminho_dati-rubia.jpg?w=300" alt="caminho_dati-rubia" width="300" height="195" /></p>
<p>A essa integração é o que se pode chamar de função transcendente, e que conecta opostos. Exprimindo-se por meio do símbolo, ela facilita a transição de uma atitude ou condição psicológica para uma outra.</p>
<p>A função transcendente representa um vínculo entre dados reais e imaginários, ou racionais e irracionais, preenchendo assim a lacuna entre a consciência e o inconsciente. “É um processo natural”, escreve Jung, “uma manifestação da energia que se origina da tensão dos opostos e consiste em uma série de ocorrências de fantasias que surgem espontaneamente em sonhos e visões”.</p>
<p>Mantendo-se em um relacionamento compensatório com ambos, a função transcendente possibilita que a tese e a antítese se confrontem uma com a outra em termos iguais. O que é capaz de unir estas duas é uma afirmação “metafórica (o símbolo)” que, ele próprio, transcende o tempo e o conflito, nem aderindo nem participando de um ou de outro lado, mas de alguma forma comum aos dois e oferecendo a possibilidade de uma nova síntese. A palavra <em>transcendente</em><em> </em>é expressiva da presença de uma capacidade de transcender a tendência destrutiva de empurrar (ou ser empurrado) para um ou para outro lado.</p>
<p>Jung argumentava firmemente que a função transcendente não atua sem objetivo e propósito. De qualquer forma, possibilita a uma pessoa ir além de um conflito insípido e evitar a parcialidade. Seu papel na estimulação da consciência é significante. Fornece uma perspectiva diferente de uma puramente pessoal. Surpreende apontando, muitas vezes como que de uma posição mais objetiva, uma solução possível.</p>
<p>As especulações de Jung sobre a natureza da psique levaram-no a considerá-la uma força no universo, psique como um campo separado além das dimensões biológicas e espirituais da existência. Psique como “relacionamento” entre o corpo e o espírito, porque é na psique onde o relacionamento dessas dimensões ganha existência.</p>
<p>A superposição conceitual entre a psique e o <em>self</em><em> </em>pode ser resolvida da seguinte forma: Embora o S<em>elf</em> se refira à totalidade da personalidade, como um conceito transcendente, ele também possui a capacidade paradoxal de se relacionar com seus vários componentes, por exemplo, o ego. A psique abrange esses relacionamentos e pode-se mesmo dizer que é formada desses dinamismos.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-941" title="6372" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/6372.jpg?w=196" alt="6372" width="196" height="300" />Na tradição esotérica, Israel Regardie, diz que o método de elevação da Kundalini, ou de conscientização da Essência, se dá através da “conciliação”  das energias “opostas” na Árvore, essa conciliação se efetua no pilar central, ou pilar do meio/equilíbrio, e é nesse equilíbrio onde nasce o Filho em Tiphereth, ou seja, o diálogo com o Sagrado Anjo, o Self.</p>
<p>Todas as sephiroth, como são chamadas essas emanações, abaixo daquela que é chamada Coroa, recebem atribuições masculinas e femininas (opostas), e a atividade entre sephiroth masculinas e femininas em “reconciliação” é um “filho” por assim dizer, uma sephirah “neutra” atuando em equilíbrio. Assim a Árvore da Vida, compreendendo essas dez emanações, se desenvolve a partir da mais elevada abstração até o mais concreto material em várias tríades de potências e forças espirituais. Masculino, feminino e criança; positivo, negativo e sua resultante mescla num terceiro fator reconciliador.</p>
<p><strong><em>“A corda de um instrumento musical não pode ser retesada demais, pois assim ela rompe, e nem pode ser frouxa demais, pois assim ela não toca.”</em></strong><strong><em></em></strong></p>
<p>Foi assim que Siddhartha Gautama (Buda Shakyamuni) teve o grande insight do caminho do meio.</p>
<p>A fim de esclarecer a verdadeira natureza da vida, os budistas formularam o conceito do Caminho do Meio, que implica em uma abordagem equilibrada da vida e no controle dos impulsos e do comportamento das pessoas.<br />
O conceito deriva de um princípio, fundamental para a filosofia budista, conhecido como “unificação das três verdades”, exposto por Tient’ai com base no Sutra de Lótus. As três verdades são: a verdade da não-substancialidade (ku), a verdade da existência temporária (ke) e a verdade do Caminho do Meio (tyu). Embora a vida seja vista com base nesses três aspectos, estes não podem ser separados. Um contém o outro e são fases inseparáveis de todos os fenômenos. Por essa razão, são chamados também de verdade tríplices.<img class="alignright size-medium wp-image-931" title="samsara" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/samsara1.jpg?w=300" alt="samsara" width="300" height="300" /><br />
Embora a palavra “meio” denote moderação, o termo não deve ser interpretado como uma atitude passiva, comodista e relapsa. Tampouco significa que as pessoas devam seguir um curso médio entre dois pontos extremos, mas sim, unificar e transcender a dualidade.<br />
Em um sentido mais amplo, Caminho do Meio refere-se à visão correta da vida ensinada pelo Buda, e às ações ou atitudes que geram felicidade para si próprio e para os outros. Por essa razão, o budismo é também referido como “Caminho do Meio”, indicando uma transcendência e conciliação dos extremos de visões opostas.<br />
Esse conceito é exemplificado pela própria vida de Shakyamuni.</p>
<p>Tient’ai na China, afirmava que todos os fenômenos são manifestações de uma única entidade. A essa entidade ele chamou de Caminho do Meio. Ele revela dois aspectos: um físico e o outro não-substancial. Ao negar ou enfatizar apenas um deles, as pessoas estariam distorcendo a visão correta da vida. Não se pode, por exemplo, conceituar uma pessoa sem um aspecto físico e sem um aspecto mental ou espiritual. Tient’ai esclareceu, portanto, a inter-relação indivisível entre ambos os aspectos. Dessa visão derivam os conceitos budistas de inseparabilidade do corpo e da mente, do ser e seu ambiente, da vida e da morte, do bem e do mal e muitos outros.</p>
<p>Nitiren Daishonin (uma vertente do budismo no Japão) esclarece: “A vida é, de fato, uma realidade que transcende tanto as palavras como os conceitos de existência e inexistência. Ela não é nem existência nem inexistência, no entanto, mostra características de ambas. É a entidade mística do Caminho do Meio, ou seja, a realidade fundamental. Myo é o nome dado à natureza mística da vida, e ho, a suas manifestações. Rengue, que significa flor de lótus, simboliza as maravilhas da Lei. Se compreendermos que nossa vida neste momento é myo, então também compreenderemos que nossa vida em outros momentos é a Lei Mística”.<br />
Dessa perspectiva, a vida — a energia vital e a sabedoria que permeiam o cosmos e manifestam-se em todos os fenômenos — é uma entidade que transcende e harmoniza as contradições aparentes entre os aspectos físico e espiritual e entre a vida e a morte.<img class="alignright size-thumbnail wp-image-938" title="bela-imagem-de-buda" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/bela-imagem-de-buda1.jpg?w=150" alt="bela-imagem-de-buda" width="150" height="125" /><br />
As pessoas em geral tendem a uma visão predominantemente materialista ou então espiritualista da vida.</p>
<p>No <em>Dhammapáda</em>, escritura clássica do budismo, é atribuída ao Buda a seguinte frase: “Aquele que venceu as cadeias do mal, mas também venceu as cadeias do bem, lhe chamo eu, Brahmane.” Assim, essas duas obras, de tradições diferentes, dizem respeito à transcendência dos opostos, na qual o indivíduo deve ser, simplesmente, como a Natureza o criou.</p>
<p>Segundo nosso amigo Lúcio/Malprg: “A <em>consciência Jesus</em> é a consciência do homem Jesus, na qual Cristo repousa como um potencial adormecido. Poderíamos chamá-la de &#8220;tese&#8221;. A <em>consciência Jesus-Cristo</em> brota quando esse potencial desperta (o despertar da Kundalini no  chacra básico), criando uma dualidade entre a consciência individual e o Self cósmico &#8211; é a antítese. Finalmente, a <em>consciência Cristo</em> é o resultado final desse conflito dialético, quando os elementos individuais, humanos e egóicos são transmutados pelo contato com o Self e resta apenas a consciência cósmica. Seria a “síntese”. É uma descrição que poderia se aplicar perfeitamente à trajetória histórica de Jesus Cristo, mas que também se aplica à trajetória ideal de cada um de nós, não ficássemos enredados eternamente no estágio intermediário da dualidade.”</p>
<p>Também no Taoísmo temos o trio Jing – Chi &#8211; Shen essência/substancia/energia espiritual.</p>
<p>E ainda no Taoísmo, Yin significa turvo, nebuloso, escuro, e Yang significa claro, luminoso, ensolarado. Como todos os opostos o Yin e o Yang são as duas faces de uma mesma moeda, são as polaridades que provocam uma tensão que engendram todo movimento. Deste modo, tudo está dividido ou repartido  em características Yin e Yang. O Yin é passividade, feminino, a água, a terra, é o movimento para baixo e para dentro, que pode ser comparado a Lua, é força centrípeta ou <img class="alignright size-full wp-image-932" title="tao" src="http://anoitan.wordpress.com/files/2009/08/tao.jpg" alt="tao" width="150" height="150" />constritiva. Já Yang é o oposto, é atividade, masculino, é fogo ascendente, é o céu, tudo que ascende, e pode ser comparado ao Sol, é força centrífuga ou expansiva. Todo o Universo é formado de Yin e de Yang, do mesmo modo que toda a matéria é formada de prótons positivos e elétrons negativos.</p>
<p>No equilíbrio destes opostos, está à base do correto sincronismo com o TAO. Como os opostos não podem unir-se, exigem um “mediador”, que neste caso resulta ser o TAO.</p>
<p>Como podemos ver, as mais variadas tradições enfocam a mesma dualidade, bem como um princípio moderador e unificador destes opostos, resultando no TAO Chinês, Unus Mundus dos Alquimistas e Psicologia, no Cristos do cristianismo, na consciência Budica, etc, etc, etc, assim, esta terceira coisa, que junto forma uma trindade, é que vem solucionar essa questão dos opostos.</p>
<p>Ref. Rubedo, O Franco-Atirador, Wikipedia, Buda na Web (Budismo de Nitiren Daishonin)</p>
</div>]]></content:encoded>
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