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	<title>asilo &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/asilo/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "asilo"</description>
	<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 04:36:02 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[L'inserimento]]></title>
<link>http://nonsolozampetta.wordpress.com/2009/11/26/linserimento/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 02:44:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mrs. Spiff</dc:creator>
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<description><![CDATA[Periodo di prove ed esperimenti per Zampetta: oltre alla pappa e alla piscina, abbiamo iniziato a fr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Periodo di prove ed esperimenti per Zampetta: oltre alla <a href="http://nonsolozampetta.wordpress.com/2009/11/19/la-pappa/">pappa </a>e alla <a href="http://nonsolozampetta.wordpress.com/2009/11/21/boris/" target="_blank">piscina</a>, abbiamo iniziato a frequentare l&#8217;asilo dove, prima o poi, passerà intere giornate, in compagnia del trio magistrale Rosa-Caterina-nonricordo, e di altri 7-8 bambini più o meno fantasma &#8211; qualcuno malato, qualcuno chi lo sa. Abbiamo iniziato l&#8217;inserimento.</p>
<p>Funziona così: la mattina pigri come dei gatti ci si sveglia ahimé a forza, incitati dai rumori di casa di Mrs. Spiff, per raggiungere ad un&#8217;ora quasi decorosa l&#8217;asilo dal nome più adatto per una giardiniera in erba come la zampetta, e cioè &#8216;La Mimosa&#8217;. Che è un nido pubblico, visto che siamo <a href="http://nonsolozampetta.wordpress.com/2009/07/26/diciottesimi/">diciottesimi</a>. Lì Zampetta passa un&#8217;ora-massimo un&#8217;0ra e mezza della sua lunga giornata. Cosa fa? Ovviamente osserva, impara, guarda gli altri bimbi, tutti almeno 3-4 mesi più grandi di lei, ed è la reginetta della situazione: tutto il personale, dalle signore delle pulizie alle cuoche alle maestre delle altre classi sanno che lei è &#8216;la Zampetta di Villacamomilla&#8217;. Ogni tanto, c&#8217;è da dirlo, dorme, nella sdraietta a lei riservata (tutti troppo grandi per poterne usufruire), in attesa del ritorno della mamma. Non è mai disperata, non sente la mancanza di nessuno, e ci credo, cullata e coccolata come è!</p>
<p>E c&#8217;è da dire la verità, sarà perché si tratta ancora di poco tempo, anche la mamma ha fatto poche storie, non ha speso lacrime nel lasciarla in quel posto: perché mai, lasciarla in un luogo solare, con tanti giochi e attività e, ammettiamolo, restare per un po&#8217; con le braccia libere, non è quello che si può dire un brutto vivere. E poi, dopo un&#8217;ora o poco più eccola, zampettante, in attesa di proseguire la giornata in compagnia!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Imigrantes africanos procuram terra prometida na América Latina]]></title>
<link>http://refunitebrasil.wordpress.com/2009/11/23/imigrantes-africanos-procuram-terra-prometida-na-america-latina/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 01:45:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>refunitebrasil</dc:creator>
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<description><![CDATA[Em muitos casos, quando embarcam, os novos imigrantes nem sabem para onde vão O bairro El Once, em B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_3408" class="wp-caption alignnone" style="width: 360px"><a href="http://refunitebrasil.wordpress.com/files/2009/11/286330.jpg"><img src="http://refunitebrasil.wordpress.com/files/2009/11/286330.jpg" alt="" title="Em muitos casos, quando embarcam, os novos imigrantes nem sabem para onde vão" width="350" height="245" class="size-full wp-image-3408" /></a><p class="wp-caption-text">Em muitos casos, quando embarcam, os novos imigrantes nem sabem para onde vão</p></div>
<p><strong>O bairro El Once, em Buenos Aires, uma das zonas mais movimentadas da cidade, onde tradicionalmente se concentrava a comunidade judaica, passou a ter uma nova designação, pelo menos para parte dos seus mais recentes habitantes. &#8220;Pequena Dacar.&#8221;</strong></p>
<p>Os senegaleses, que se têm instalado numa área onde também se concentram pequenos comerciantes chineses, coreanos e paraguaios, batizaram-na assim.</p>
<p>A nova designação já surgiu na imprensa e é sintoma de uma tendência: o número de africanos que procuram asilo na Argentina vem crescendo, ainda que, em muitos casos, a sua motivação seja pura e simplesmente para escapar da pobreza. Os números desta nova rota migratória ainda não são elevados, mas têm vindo a ganhar alguma expressão e deverão continuar a aumentar.</p>
<p>Os africanos residentes na Argentina eram há poucos anos algumas dezenas, mas atualmente ultrapassam os três mil, segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR). Nos últimos dois anos, segundo o jornal Clarín, o número de refugiados aumentou 142 por cento. São maioritariamente senegaleses, que vivem sobretudo da venda de bijuteria.</p>
<p>Em muitos casos, ao embarcarem, estes novos imigrantes nem sabem para onde vão. Foi o que aconteceu com Ibrahim Rahman. &#8220;Uma noite fui para o porto. Pensava que ia para a Europa. Só depois me dei conta que estava na Argentina&#8221;, contou à Reuters um antigo menino-soldado que há anos escapou da guerra civil na Serra Leoa e atravessou o Atlântico num navio de carga, numa viagem de 35 dias.</p>
<p><strong>Escondidos, Atlântico fora</strong><br />
&#8220;Vemos casos em que chegam escondidos no leme de um navio. Imagine-se o que é cruzar o Atlântico escondido num espaço tão reduzido, tentando não serem vistos pela tripulação&#8221;, disse à agência noticiosa Fernando Manzanares, responsável dos serviços de imigração da Argentina, que qualifica como &#8220;muito favoráveis&#8221; as políticas migratórias do seu país. &#8220;É um reflexo da história. O que se passou com os imigrantes europeus há cem anos está ocorrendo agora com os imigrantes africanos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Os imigrantes podem pedir asilo ou visto de trabalho temporário de três meses, renovável. Mas, segundo o Clarín, o aumento de pedidos de asilo levou já a um endurecimento dos critérios de atribuição de vistos. A maioria acaba por trabalhar clandestinamente, sem direito a assistência médica e sem fazer descontos. A Comissão Católica das Migrações diz que quando lhes é recusada autorização de residência, os imigrantes permanecem no país e convertem-se em alvos fáceis das redes de tráfico de pessoas.</p>
<p>A Argentina, tal como o Brasil &#8211; onde os africanos são 65 por cento dos que requerentes de asilo, segundo dados do Comitê Nacional para os Refugiados, divulgados pela Reuters &#8211; são destinos para novos emigrantes da África Ocidental, principalmente do Senegal, Costa do Marfim e República Democrática do Congo. Os que vêm da África Oriental, de países como a Somália e a Etiópia, parecem preferir o México ou a Guatemala.</p>
<p>Um caso contado pela Reuters é o de Mohamed Hassen, um somali condutor de caminhões, que vendeu os bens, atravessou o Quênia e Tanzânia e chegou a Moçambique, onde pagou 1500 dólares a um passador que o levou num navio até São Paulo. Atravessou depois a Colômbia, o Panamá, a Costa Rica, a Nicarágua e a Guatemala, onde foi detido e espera pela resposta ao pedido de asilo que apresentou.</p>
<p>O objetivo último dos que viajam para países mais a norte será, em muitos casos, entrar nos Estados Unidos, explicou Carolina Podestá, responsável pela informação do ACNUR para a América Latina, que relaciona a atração pela América Latina com o endurecimento dos controles fronteiriços nos países europeus.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.publico.clix.pt/Mundo/imigrantes-africanos-procuram-terra-prometida-na-america-latina_1410950">Público</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Como vai indo, Tina Rad?]]></title>
<link>http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/como-vai-indo-tina-rad/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:36:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>timedecristo</dc:creator>
<guid>http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/como-vai-indo-tina-rad/</guid>
<description><![CDATA[a nossa irmã cristã Tina Rad depois da tortura da polícia iraniana IRÃ, 24 de setembro de 2009 (Open]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_798" class="wp-caption aligncenter" style="width: 400px"><a href="http://timedecristo.wordpress.com/files/2009/11/tinarad.png"><img class="size-full wp-image-798" title="a nossa irmã cristã Tina Rad depois da tortura da polícia iraniana" src="http://timedecristo.wordpress.com/files/2009/11/tinarad.png" alt="a nossa irmã cristã Tina Rad depois da tortura da polícia iraniana" width="390" height="162" /></a><p class="wp-caption-text">a nossa irmã cristã Tina Rad depois da tortura da polícia iraniana</p></div>
<p>IRÃ, 24 de setembro de 2009 (Open Doors) – A cristã Tina Rad e seu marido, Sr. Makan Arya, e sua filha de cinco anos de idade Odzhan emigraram do Irã para outro país que lhes ofereceu asilo. Em 2008 o casal cristão foi preso e surrado pela polícia de segurança iraniana, que ameaçou tirar a guarda da filha Odzhan e colocá-la numa instituição para menores.</p>
<p style="text-align:left;font-size:8pt;"><a href="http://www.feedburner.com/fb/a/emailFlare?itemTitle=Como%20vai%20indo,%20Tina%20Rad%3F%20%C2%AB%20Time%20de%20Cristo&#38;uri=http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/como-vai-indo-tina-rad/" target="_blank">Envie</a> por email para seu amigo e divulgue no seu <a title="Add to Facebook" rel="nofollow" href="http://www.facebook.com/sharer.php?u=http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/como-vai-indo-tina-rad" target="_blank">Facebook</a> &#124; <a title="Add to Digg" rel="nofollow" href="http://digg.com/submit?phase=2&#38;url=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;title=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Digg</a> &#124; <a title="Add to Del.icio.us" rel="nofollow" href="http://del.icio.us/post?url=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;title=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Del.icio.us</a> &#124; <a title="Add to Stumbleupon" rel="nofollow" href="http://www.stumbleupon.com/submit?url=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;title=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Stumbleupon</a> &#124; <a title="Add to Reddit" rel="nofollow" href="http://reddit.com/submit?url=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;title=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Reddit</a> &#124; <a title="Add to Blinklist" rel="nofollow" href="http://www.blinklist.com/index.php?Action=Blink/addblink.php&#38;Description=&#38;Url=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;Title=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Blinklist</a> &#124; <a title="Add to Twitter" rel="nofollow" href="http://twitter.com/home/?status=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F+%40+http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad" target="_blank">Twitter</a> &#124; <a title="Add to Technorati" rel="nofollow" href="http://www.technorati.com/faves?add=http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/como-vai-indo-tina-rad" target="_blank">Technorati</a> &#124; <a title="Add to Yahoo Buzz" rel="nofollow" href="http://buzz.yahoo.com/buzz?targetUrl=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;headline=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Yahoo Buzz</a> &#124; <a title="Add to Newsvine" rel="nofollow" href="http://www.newsvine.com/_wine/save?u=http%3A%2F%2Ftimedecristo.wordpress.com%2F2009%2F11%2F21%2Fcomo-vai-indo-tina-rad&#38;h=Como%20vai%20indo%2C%20Tina%20Rad%3F" target="_blank">Newsvine</a></p>
<p><!--more--></p>
<p>A família conseguiu um visto temporário para viver num novo país, onde puderam ter a liberdade de ser batizados. Tina disse “Jesus é Aquele que está nos ajudando durante todo esse tempo, nós O vemos com nossos olhos, é incrível”.</p>
<p>Tina se tornou cristão no começo de 2008, depois que um amigo lhe deu uma Bíblia e Jesus apareceu para ela em seus sonhos. Seu testemunho levou à conversão de seu marido para a fé cristã. Contudo, outros membros da família continuaram sendo muçulmanos e desaprovaram a nova fé do casal e delataram-nos para a polícia.</p>
<p>O rosto de Tina marcado pela agressão da polícia muçulmana em junho de 2008, foi e continua sendo uma potente imagem da brutalidade imposta a muitos cristãos pelas autoridades iranianas. Um dos joelhos de Tina também foi afetado como resultado da tortura. Durante o interrogatório, muitas ameaças foram feitas a Tina e seu marido o Sr. Makan.</p>
<p>-“A próxima vez, vocês serão também acusados de apostasia (deixar de ser muçulmanos), se vocês não pararem com o seu Jesus”, uma oficial de polícia disse para Tina. A mesma oficial de polícia também advertiu Tina que se ela e seu marido continuassem a comparecer numa igreja doméstica e a estudar a Bíblia, eles poderiam ser presos “por muito tempo” e perderiam a filha que tinha 4 anos na época. Outro policial também disse à Tina que as autoridades poderiam inventar uma acusaão de tráfico de drogas contra o casal “e vocês serão punidos como traficantes de drogas”. A pena para tráfico de drogas no Irã é a morte.</p>
<p>Os parentes de Tina disseram a ela que nunca mais querem vê-la de novo.</p>
<p>Artigos relacionados:<br />
<a href="http://timedecristo.wordpress.com/2009/11/21/comissao-da-on…o-presidencial/" target="_blank"> Comissão da ONU condena Irã por repressão após eleição presidencial</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Giorni cupi]]></title>
<link>http://briciolecaotiche.wordpress.com/2009/11/20/giorni-cupi/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 10:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>michelemerola</dc:creator>
<guid>http://briciolecaotiche.wordpress.com/2009/11/20/giorni-cupi/</guid>
<description><![CDATA[Questi ultimi giorni mi paiono particolarmente cupi per l’Italia. Un po’ come il grigiume del cielo ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#808080;">Questi ultimi giorni mi paiono particolarmente cupi per l’Italia. Un po’ come il grigiume del cielo  di questi giorni. Nulla di eclatante, nessun colpo di mano, ma tante piccole cose che ormai faticano a destare l’indignazione dei più. Ormai tutto pare normale.<br />
A Coccaglio (Brescia) la giunta comunale leghista ha aperto la caccia agli immigrati irregolari con l&#8217;operazione denominata &#8220;<a href="http://milano.repubblica.it/dettaglio/il-diktat-della-lega-contro-i-clandestini-e-natale-cacciamo-tutti-gli-irregolari/1781696">White Christmas</a>&#8221; perché &#8220;<em>il Natale non è la festa dell’accoglienza, ma della tradizione cristiana e della nostra identità</em>&#8221; e il sindaco rincara &#8221; <em>Da noi non c’è criminalità, vogliamo solo fare pulizia</em>&#8220;…fare pulizia…a me vengono i brividi. (su Repubblica di oggi <a href="http://www.repubblica.it/2009/11/sezioni/cronaca/immigrati-13/viaggio-paese/viaggio-paese.html">un reportage da Coccaglio</a>).<br />
Fermati e detenuti (non solo <a href="http://www.repubblica.it/2009/11/sezioni/cronaca/morte-cucchi-3/morte-cucchi-3/morte-cucchi-3.html">Stefano Cucchi</a>, anche <a href="http://veritaperaldo.noblogs.org/">Aldo Bianzino</a> come ricorda <a href="http://www.sbarrax.it/freelabs/2009/11/19/bianzino/">Marco Frattola nel suo blog</a>) che muoiono in prigione dopo essere stati picchiati da poliziotti e non curati adeguatamente dai medici o che <a href="http://www.corriere.it/cronache/09_novembre_19/palmi-suicida-in-cella_70de953a-d4fe-11de-a0b4-00144f02aabc.shtml">si suicidano</a>, ma sarebbero dovuti essere scarcerati e nessuno li ha avverti.<br />
<a href="http://milano.corriere.it/milano/notizie/cronaca/09_novembre_19/sgombero-campo-rom-rubattino-nomadi-1602031915548.shtml">Campi nomadi sgombrati</a> con anche 40 bambini che andavano a scuola nel quartiere (sul tema bambini sono particolarmente sensibili da quando sono padre, non so…forse perché i bambini nelle foto, qui sotto, del campo nomadi sgomberato mi ricordano i miei figli).<br />
Nel frattempo la politica che fa?<br />
Promuove leggi per salvare il Premier che consentirebbero a molti indagati di farla franca (anche al nostro caro Fiorani da Lodi). Ricordo <a href="http://temi.repubblica.it/repubblica-appello/?action=vediappello&#38;idappello=391117">l’appello di Roberto Saviano</a> contro questa ennesima legge vergogna.<br />
<a href="http://www.altreconomia.it/site/fr_contenuto_detail.php?intId=2168">Privatizza la gestione dell’acqua</a> (qui appelli, campagne e proteste del <a href="http://www.acquabenecomune.org/">Forum Italiano dei Movimenti per l’Acqua</a>)<br />
Manda la suola pubblica sempre più allo sfascio: l’altro giorno, tanto per dire, all’asilo (statale) di mia figlia mi hanno chiesto 35 euro per comprare la carta igienica (!!!), i tovagliolini di carta, etc..<br />
Nulla di eclatante, per carità, lo dicevo all’inizio di questo post…io non so bene dove stia il giusto, eppure ho la sensazione che qualcosa non vada.</span></p>
<p><a href="http://briciolecaotiche.wordpress.com/files/2009/11/rom_05_672-458_resize1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2163" title="ROM_05_672-458_resize" src="http://briciolecaotiche.wordpress.com/files/2009/11/rom_05_672-458_resize1.jpg" alt="" width="305" height="458" /></a></p>
<p><a href="http://briciolecaotiche.wordpress.com/files/2009/11/rom_15_672-458_resize.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2162" title="ROM_15_672-458_resize" src="http://briciolecaotiche.wordpress.com/files/2009/11/rom_15_672-458_resize.jpg" alt="" width="305" height="458" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[E tu, de que lado estás?]]></title>
<link>http://odisseianailha.wordpress.com/2009/11/20/e-tu-de-que-lado-estas/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:43:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>odisseianailha</dc:creator>
<guid>http://odisseianailha.wordpress.com/2009/11/20/e-tu-de-que-lado-estas/</guid>
<description><![CDATA[Vivemos em meio aos mãos limpas. Esta foi a Conclusão que cheguei em meio a manhã ensolarada desta q]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Vivemos em meio aos mãos limpas.</p>
<p style="text-align:justify;">Esta foi a Conclusão que cheguei em meio a manhã ensolarada desta quinta-feira de novembro. Pois estamos em cinco e mais a professora na aula de inglês. Tudo dentro da &#8221;normalidade&#8221; até que um indivíduo faz o seguinte comentário &#8220;<em>mas o que esperar do país que dá asilo a um criminoso</em>?&#8221;</p>
<p style="text-align:justify;">O colega falava de Cesare Battisti, o italiano que pediu asilo político ao governo brasileiro, após ter fugido da Itália. O indivíduo estando de posse da palavra e com uma ótima desenvoltura verbal expunha argumentos   de que era absurdo que este criminoso fosse asilado no Brasil. Entre as frases célebres, pronunciou  &#8220;<em>mas o que podíamos esperar por um governo comandado por ex-guerrilheiros</em>?&#8221; Passada a minha perplexidade ao que acabara de ouvir, contestei que a questão não era tão simples quanto ele estava mostrando à professora. Que Batistti foi condenado na Itália por ativismo político e que aqui se colocava como questão ao Supremo Tribunal Federal como se o réu tivesse cometido um crime comum. Além do mais, de tudo que ouvi dizer (deixando claro que não sei também a &#8220;veracidade&#8221; dos fatos) Battisti teria sido apontado como autor do crime por outro ativista enquanto sofria tortura. Ora, ora&#8230; Que provas tem o governo para condená-lo? O simples depoimento de um homem sob tortura? Claro que sim. Para o governo italiano fascista dos anos de 1970, isto é completamente compreensível. Que diremos, então, dessa perseguição e fixação pela extradição do ativista por parte do atual governo italiano?</p>
<p style="text-align:justify;">Mas os meus infindáveis argumentos (e dos outros colegas) contra a extradição não foi suficiente para convencê-lo de que a questão não é tão simples quanto mostra o Jornal Nacional e a Revista Veja (provavelmente base do pensamento do rapaz).</p>
<p style="text-align:justify;">Suas palavras quase finais foram&#8230; <em>Isso não é problema do Brasil&#8230; se o julgamento foi equivocado ou o que o governo italiano vai fazer com o ativista não é problema nosso</em>. E assim, como a Suíça, linda e neutra, ele prefere lavar as mãos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Inmigrantes africanos, a la deriva hacia Latinoamérica]]></title>
<link>http://ningunhumanoilegal.wordpress.com/2009/11/20/inmigrantes-africanos-a-la-deriva-hacia-latinoamerica/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:32:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>admon</dc:creator>
<guid>http://ningunhumanoilegal.wordpress.com/2009/11/20/inmigrantes-africanos-a-la-deriva-hacia-latinoamerica/</guid>
<description><![CDATA[Por Luis Andrés Henao BUENOS AIRES (Reuters) &#8211; Escondidos en barcos de carga y sin saber adónd]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Luis Andrés Henao</p>
<p>BUENOS AIRES (Reuters) &#8211; Escondidos en barcos de carga y sin saber adónde los lleva el peligroso viaje, cada vez más inmigrantes africanos llegan a Latinoamérica mientras los países europeos endurecen los controles en sus fronteras.</p>
<p>Algunos se dirigen a México y Guatemala como un escalón para llegar a Estados Unidos, otros arriban a los puertos de Argentina y Brasil. La mayoría llega por azar a la región, donde encuentran gobiernos más acogedores que en Europa.</p>
<p>&#8220;Una noche fui al puerto. Pensaba que iba camino a Europa. Sólo después me di cuenta de que estaba en Argentina&#8221;, contó Ibrahim Abdoul Rahman, un ex niño soldado que escapó de la guerra civil de Sierra Leona a bordo de un barco de carga en un viaje de 35 días.</p>
<p>En Brasil, los africanos ahora son el mayor grupo de refugiados y representan el 65 por ciento de los que solicitan asilo en el país, según datos del brasileño Comité Nacional para los Refugiados (Conare).</p>
<p>Actualmente más de 3.000 inmigrantes africanos viven en Argentina, por encima de las pocas decenas que había ocho años atrás. La cantidad de personas que buscan asilo aumentó abruptamente, a cerca de 1.000 por año, y un tercio son africanos.</p>
<p>&#8220;Estamos viendo un aumento pronunciado en el número de africanos que llegan al país y buscan asilo&#8221;, dijo Carolina Podestá, de la agencia de refugiados de Naciones Unidas.</p>
<p>Los números aún son bajos en comparación con las decenas de miles de inmigrantes que van a Europa cada año, pero se espera que aumenten.</p>
<p>&#8220;Estamos ante una tendencia que se mantiene y está creciendo todavía (&#8230;) Es una búsqueda de nuevos destinos&#8221;, dijo Podestá y explicó que las políticas europeas son más estrictas desde el 11 de septiembre del 2001.</p>
<p>Para muchos, el viaje comienza eludiendo los controles portuarios en Africa y luego sobreviviendo sólo con agua y galletas por semanas.</p>
<p>&#8220;Hemos visto casos en los que llegan escondidos en el timón de un barco. Imagínese lo que es cruzar el Atlántico escondido en un espacio tan reducido, intentando esconderse de la tripulación&#8221;, dijo Fernando Manzanares, director de la oficina de Inmigración de Argentina.</p>
<p>VISAS Y CLASES</p>
<p>Millones de europeos arribaron a Sudamérica en el siglo XIX a bordo de barcos, escapando de persecuciones, pobreza y guerras, mientras que los africanos llegaron en barcos de esclavos.</p>
<p>En estos días, los africanos pueden llegar en barcos de carga o en aviones comerciales y después buscar asilo o extensiones de las visas de turista.</p>
<p>En Argentina, pueden obtener visas de trabajo temporarias poco tiempo después de llegar y renovarlas cada tres meses.</p>
<p>&#8220;Las políticas migratorias del país son muy favorables (&#8230;) Es un reflejo de la historia. Lo que pasó con inmigrantes europeos hace 100 años está ocurriendo ahora con los inmigrantes africanos&#8221;, dijo Manzanares.</p>
<p>Algunos africanos que llegaron ilegalmente lograron trabajar como músicos y unos pocos juegan fútbol profesional para clubes locales, pero la mayoría se gana la vida vendiendo joyas en las calles de Buenos Aires.</p>
<p>Abdoul Rahman conoció a su esposa argentina cuando le vendió un anillo hace cinco años. El envía dinero a su madre y sus siete hermanas en Africa y se mantiene cerca de su religión musulmana en una mezquita de Buenos Aires.</p>
<p>Allí Rahman se encuentra con decenas de africanos para rezar los viernes. Aunque algunos dicen que son víctimas del racismo en Argentina, coinciden en que es mucho menor que la xenofobia y las leyes contra la inmigración que enfrentan los africanos en Europa.</p>
<p>Durante la década de 1990, muchos angoleños escaparon de la guerra civil y se establecieron en la ciudad brasileña de Río de Janeiro.</p>
<p>Ahora, un creciente número de inmigrantes de la República Democrática del Congo que huye de la violencia y la guerra civil en su país busca asilo en Brasil, el país con la mayor población negra fuera de Africa.</p>
<p>&#8220;El proceso de adaptación es muy positivo. Para los africanos tiende a ser más fácil por esta herencia cultural&#8221;, resaltó Carolina Montenegro, de la Conare.</p>
<p>Más y más inmigrantes de Somalia y Etiopía se dirigen a México y América Central en barcos de carga, para luego viajar a Estados Unidos.</p>
<p>El año pasado, más de 600 africanos pasaron por el centro migratorio de Tapachula, una ciudad cerca de la frontera sur de México, tres veces más que en el 2007.</p>
<p>Algunos inmigrantes hacen viajes épicos a través varios países para encontrar un nuevo hogar.</p>
<p>Mohamed Ahmed Hassen, de 31 años, un conductor de camiones somalí, vendió su propiedad para costear su traslado. Viajó a través de Kenia y Tanzania hasta Mozambique, donde pagó 1.500 dólares a un traficante para que lo llevara en barco a Sao Paulo.</p>
<p>&#8220;No sabíamos si era de día o de noche. No teníamos relojes para ver la fecha. Sólo sabíamos que habíamos estado ahí por mucho tiempo&#8221;, dijo.</p>
<p>De Brasil fue a Colombia y luego en bote a Panamá, después a Costa Rica, Nicaragua y finalmente a Guatemala, donde fue detenido y ahora está buscando asilo.</p>
<p>El inmigrante liberiano Emmanuel Danso, de 18 años, llegó a Argentina en julio en un barco de carga luego de que sus padres fueran asesinados durante la guerra civil. Ahora quiere estudiar y convertirse en técnico de laboratorio.</p>
<p>&#8220;De vuelta en casa, no tengo hogar, soy un huérfano, pero en este país hay una gran oportunidad para mí&#8221;, dijo Danso mientras entraba a su lección de español en una entidad católica de beneficencia.</p>
<p>(Reporte adicional de Mica Rosenberg en Ciudad de México, Sarah Grainger en Guatemala y Stuart Grudgings en Río de Janeiro. Editado en español por Silene Ramírez)</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trentanni dopo: ancora due estradizioni. La vicenda di Sonja Suder e Christian Gauger ]]></title>
<link>http://insorgenze.wordpress.com/2009/11/19/trentanni-dopo-ancora-due-estradizioni-la-vicenda-di-sonja-suder-e-christian-gauger/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 19:14:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>insorgenze</dc:creator>
<guid>http://insorgenze.wordpress.com/2009/11/19/trentanni-dopo-ancora-due-estradizioni-la-vicenda-di-sonja-suder-e-christian-gauger/</guid>
<description><![CDATA[&nbsp; Quando la memoria si fa vendetta 19.11.09 autor dementio memoriae Ancora due estradizioni. Fa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="content-wrapper">
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<p>&#160;</p>
<h1 style="text-align:center;"></h1>
<h1 style="text-align:center;"><span style="color:#ff0000;"><a href="http://lapattumieradellastoria.blogspot.com/2009/11/quando-la-memoria-si-fa-vendetta.html">Quando la memoria si fa vendetta</a></span></h1>
<h3 style="text-align:center;">19.11.09</h3>
<div style="text-align:center;"><a name="8312229844425890761"></a></p>
<div>autor dementio memoriae</div>
<div style="text-align:center;"><a href="http://4.bp.blogspot.com/_yoIMPUS_d-w/SwXN5bLn7jI/AAAAAAAAAKw/EjDord6-N7Q/s1600/dangerextradition.jpg"><img src="http://4.bp.blogspot.com/_yoIMPUS_d-w/SwXN5bLn7jI/AAAAAAAAAKw/EjDord6-N7Q/s320/dangerextradition.jpg" border="0" alt="" /></a></div>
<div style="text-align:left;">Ancora due estradizioni. Fatta a pezzi la dottrina Mitterrand, la Francia non si vergogna più di tradire la parola data, di rinnegare l’ospitalità concessa. Stavolta sono due ex-militanti tedeschi degli anni ’70 a subire la vendetta di Stato. La loro storia ripropone le assurdità di quella di Paolo Persichetti, Cesare Battisti e Marina Petrella. Come i militanti italiani, anche Sonja Suder (oggi 76 anni) e Christian Gauger (68) si erano rifugiati in Francia, dopo aver militato nelle Revolutionäre Zellen (RZ), organizzazione autonoma di cui s’è parlato nel <a href="http://lapattumieradellastoria.blogspot.com/2009/08/un-valpreda-per-bologna.html">post sulla strage di Bologna</a>.</div>
<div style="text-align:left;">
<p>Sonja e Christian arrivano in Francia nel 1978 e vivono a Lille, una cittadina di provincia, dove campano da ‘brocante’ con pochi soldi, recuperando, riparando e rivendendo oggetti al mercato delle pulci. Nel 2000, vengono arrestati su mandato estradizionale della Repubblica Federale Tedesca, che rimprovera loro la partecipazione a tre azioni incruente: nell’agosto 1977 le esplosioni contro la ditta MAN di Norimberga e la ditta KSB di Frankenthal, e nel maggio 1978 l’incendio al castello di Heidelberg. Gli attacchi furono rivendicati dalle Revolutionäre Zellen (RZ), che accusavano le due imprese di produrre compressori e pompe per il nucleare, esportandole tra l’altro verso il Sud Africa, dove vigeva l’apartheid razzista (siamo al tempo del massacro del ghetto di Soweto, con Nelson Mandela incarcerato come terrorista), ed il sindaco di Heidelberg della politica di distruzione di quartieri cittadini per farne delle zone destinate ai ricchi. [‘Gentrificazione’, dall’inglese gentry, nobile, è il neologismo che oggi si usa per indicare questi processi di modificazione classista del territorio urbano.]</p>
<p>Ulteriore accusa contro Sonja, era di aver contribuito al reclutamento nelle RZ di Hans-Joachim Klein e all’organizzazione logistica dell’attacco alla sede dell’OPEP a Vienna nel 1975. Tre mesi dopo quel primo arresto sono messi in libertà provvisoria su cauzione ed in seguito la corte parigina emette un ‘avviso sfavorevole’ all’estradizione. La possibilità di perseguire i due viene negata alla Germania poiché i reati sono, secondo il diritto francese, prescritti per i molti anni passati dagli avvenimenti.</p>
<p>Sonja e Christian, il cui rifugio in Francia sembra solidamente garantito da una sentenza definitiva, riprendono così una vita ‘normale’ da esiliati, per la prima volta alla luce del sole. Per la prima volta dopo 22 anni, possono allacciare rapporti sociali apertamente, senza nascondersi, ed entrare in contatto anche con altri esiliati, tra cui gli italiani, che offrono loro appoggio solidale.<br />
Per Christian la ritrovata condizione di legalità è inoltre particolarmente importante, poiché gli permette di accedere alle cure mediche di cui ha urgente bisogno, per i gravi problemi cardiaci di cui soffre. Ciò che invece sta proprio in quegli anni cominciando a cambiare, è la politica di asilo del governo. Dall’elezione del socialista François Mitterrand alla Presidenza della Repubblica, nel 1981, la Francia aveva preferito non estradare gli ex-militanti rifugiatisi sul suo territorio.<br />
Il principio seguito era quello dell’ospitalità verso chi, esiliandosi apertam<a href="http://www.carmillaonline.com/archives/municipales_mitterrand_1977.jpg"><img class="alignright" style="border:0 none;" src="http://www.carmillaonline.com/archives/municipales_mitterrand_1977.jpg" border="0" alt="" width="228" height="166" /></a>ente e quindi rispettando le leggi del paese che li accoglie,avesse rinunciato alla lotta armata. Quali che fossero le sentenze nelle procedure d’estradizione verso l’Italia, e cioè anche in caso di “parere favorevole all’estradizione”, la Francia non rimpatriava i rifugiati politici di fatto. Indifferenti a tentativi e proteste delle autorità italiane, tutti i governi francesi continuarono a seguire questo principio, che aveva del resto un aspetto utilitario di un certo rilievo, almeno nei primi anni: evitare la clandestinità sul proprio territorio di centinaia di ex-militanti, ed evitare così di spingerli di nuovo all’illegalità.</p>
<p>Dopo i famosi attentati dell’11 settembre negli Stati Uniti, tutto cambia: ora il principio si chiama ‘tolleranza zero’. Il 25 agosto 2002 viene eseguita nel giro di poche ore l’estradizione di Paolo Persichetti, che da 8 anni era stato lasciato lavorare e studiare alla luce del sole.<br />
Seguirà Cesare Battisti, anche lui ‘legalizzato’ con un permesso di soggiorno, dopo aver subito, 13 anni prima, un processo estradizionale risoltosi con un “parere sfavorevole”, che è ri-arrestato nel 2004 e ri-processato fino ad ottenere un “parere favorevole” (per gli stessi reati del precedente &#8220;parere sfavorevole&#8221;).</p>
<p>Nel 2007 è di nuovo la volta di Sonja e Christian. Vanno in farmacia a prendere delle medicine e vengono catturati: “un agguato puro, come nel caso di Paolo”, commentano. E come nel caso di Cesare, di nuovo un processo estradizionale per le stesse accuse, fino ad ottenere un “parere favorevole”, che arriva nel febbraio 2009. Questa volta, per cappottare la prima sentenza, i giudici dicono che i termini di prescrizione applicabili sono quelli tedeschi.<br />
E subito, nel luglio 2009, il Primo ministro François Fillon firma il decreto d’estradizione, che viene comunicato a fine ottobre.</p>
<p><strong>Accuse senza atti</strong><br />
Sonja e Christian, difesi dall’avvocato Irène Terrel, hanno ancora un ricorso aperto al Consiglio di Stato. Il loro pessimismo è purtroppo legittimo.</p>
<blockquote><p>“Se ci estradano, finiamo in prigione a Hessen. Gli avvocati tenteranno ovviamente di tirarci fuori, ma chissà quando tempo occorrerà per il processo. Sarà messo in cantiere quando saremo nel paese. Anche gli atti non li si riceve prima, e così non si può neppure preparare una strategia difensiva.”</p></blockquote>
<p>Ciò che si sa, è che il loro coinvolgimento nei procedimenti penali contro le RZ (sui gruppi Revolutionäre Zellen e Rote Zora si è detto nel <a href="http://lapattumieradellastoria.blogspot.com/2009/08/un-valpreda-per-bologna.html">post sul caso Thomas Kram</a>), è dovuto alle dichiarazioni del 1978 di un altro militante, Hermann Feiling.</p>
<p>Hermann Feiling, all’epoca studente di 26 anni, venne colpito dall’esplosione di una bomba che era destinata al consolato argentino di Monaco per protesta contro la feroce repressione scatenata dalla dittatura militare. Quel 23 giugno 1978, l’esplosivo, che avrebbe al più rotto qualche mattone del muro consolare, lo ridusse in fin di vita.</p>
<p>Il suo ‘interrogatorio’ cominciò meno di 24 ore dopo le operazioni chirurgiche d’urgenza che dovette subire. Le autorità volevano approfittare della situazione per “penetrare nelle Cellule Rivoluzionarie” -come dichiarò il Procuratore federale <a href="http://www.akweb.de/ak_s/ak538/26.htm">Kurt Rebmann </a>in una conferenza stampa il 4 luglio- di cui conoscevano poco o niente. Ti è esplosa una bomba sulle ginocchia: hai perso le gambe (amputazioni sopra la coscia), e gli occhi (estrazione dei bulbi oculari). Sei rintronato, letteralmente (epilessia post-traumatica), e i tuoi sensi sono alterati (lesioni cerebrali alla funzione della memoria). Un essere umano in queste condizioni ha bisogno di aiuto, di cure, di protezione.<br />
Negargliele per intero, esercitando un potere assoluto sulle sue condizioni, è un trattamento inumano. Nel buio in cui hai paura di essere abbandonato, qualcuno ti fa capire di volerti aiutare, di essere dalla tua parte.</p>
<p>Sei circondato solo da investigatori, procuratori, guardiani e personale medico, ma hai sentito un nome che credi sia del tuo avvocato, e quelli sono tutto il ‘tuo’ ambiente sociale che ti ‘sostiene’, l&#8217;unico contatto che ti racconta il mondo che non vedi più. Hai un male cane, ti riempiono di medicine (Dipidolor, a base di morfina, Valium a siringate) che ti rendono ancora più strano, ma ti alleviano il dolore, e loro ti parlano, ti chiedono. Così è stato ‘sentito’  Heiling, a cominciare dalla <a href="http://www.blogger.com/%20http://www.freilassung.de/div/texte/rz/feiling/image/kon1_81.jpg"><img src="http://www.freilassung.de/div/texte/rz/feiling/image/kon1_81.jpg" border="0" alt="" /></a>clinica universitaria in cui venne ricoverato d’urgenza, isolato per quattro mesi da ogni contatto con familiari, amici e difensori; questa misura di ‘Kontaktsperre’, usata nei regimi di reclusione più duri per i ‘terroristi’, non era neppure basata su un ordine di arresto, e addirittura ‘Der Spiegel’, il settimanale del gruppo Springer nemico giurato dei terroristi, se ne mostrò sorpreso.</p>
<p>L’<a href="http://wissen.spiegel.de/wissen/dokument/dokument.html?id=14330593&#38;top=SPIEGEL">articolo</a> che lo Spiegel pubblicò a commento del processo, nel novembre 1980, si chiedeva: Un uomo senza gambe né occhi sul banco degli accusati. Combattere i terroristi a qualsiasi prezzo? Nella sua <a href="http://www.freilassung.de/div/texte/rz/zorn/Zorn61.htm">dichiarazione al processo</a>, Hermann Feiling ebbe a dire:</p>
<blockquote><p>La mia condizione di pericolo di vita, il traumatismo dopo l’accecamento, il mio assoluto disorientamento, la mia totale impotenza capitarono al momento giusto per investigatori, dopo anni di frustrazioni. Le 1330 pagine di verbali, che proverrebbero da me, sono il frutto di quella situazione. Lì ci sono anche persone del mio fantastico mondo dei sogni di allora che vengono chiamate in causa in relazione alle RZ, o vengono accusate persone che io non ho mai conosciuto.</p></blockquote>
<p>Un paio di luminari della contro-guerriglia media attesteranno che Hermann era in perfette condizioni per rispondere coscientemente agli interrogatori, magari non da subito, ma quasi. (vedi le perizie del <a href="http://www.freilassung.de/div/texte/rz/feiling/schlecht1.htm">Prof. Mentzos </a>e del <a href="http://www.freilassung.de/div/texte/rz/feiling/schlecht2.htm">Prof. Jacob</a>).</p>
<p>Dell’uso della malattia come strumento di indagine, di cui s’è parlato recentemente in Italia (per il <a href="../2009/11/02/suicidio-blefari-melazzi-luso-della-malattia-come-strumento-di-indagine/">suicidio di Diana Blefari Melazzi</a>) c’è un altro episodio che sembra ricalcare quello di Hermann Feiling.</p>
<p>Nel 2002, in Grecia, il pittore di icone Savvas Xiros ebbe pure lui un incidente con una bomba, che gli costò tra l’altro le mani. E pure lì la polizia brancolava nel buio da anni e saltò sull&#8217;occasione.<br />
L&#8217;organizzazione clandestina cui davano la caccia si chiamava 17 Novembre, e nessuno dei suoi membri era stato mai identificato.<br />
Con le &#8216;interviste&#8217; ad un uomo in brandelli riuscirono a prenderne i militanti e ad irrorarli di ergastoli. Giustificarono poi i metodi da &#8216;Guantanamo greca&#8217; dicendo che Savvas non era in stato di arresto, e tutti quegli incappucciati che lo circondavano erano li &#8216;per proteggerlo&#8217;.</p>
<p><strong>Le ragioni dell&#8217;accusa</strong><br />
Le narrazioni di Hermann Feiling sono dunque il primo pilastro dell&#8217;accusa, che vorrebbe fare a Sonja e Christian un ennesimo &#8216;ultimo processo alle RZ&#8217;. Ennesimo, perché già il processo conclusosi il 19 febbraio 2009 a Stammheim era stato chiamato così dalla stampa (vedi <a href="http://lapattumieradellastoria.blogspot.com/2009/08/un-valpreda-per-bologna.html">Il processo a Thomas K.</a>, anche per alcuni tratti storici e politici delle RZ).<br />
Il secondo pilastro dell&#8217;accusa è costituito dalle dichiarazioni di un pentito, Hans-Joachim Klein, che ha raccontato che Sonja lo avrebbe messo in contatto, nel 1975, con il Fronte Popolare di Liberazione della Palestina ‘External Operations’(PFLP-EO) per organizzare l&#8217;attacco alla sede dell&#8217;OPEP di Vienna.<br />
Klein fece da &#8216;testimone della corona&#8217; (Kronzeuge, delatore premiato) in quel processo e ne ottenne in cambio la libertà (fece 3 degli 8 anni di condanna, anziché tre ergastoli). Il tribunale di Francoforte assolse però Rudolph Schindler, altro ex-militante delle RZ accusato degli stessi fatti rimproverati ancora oggi a Sonja, perché ritenne Hans-Joachim Klein completamente inattendibile.<br />
Anche questo secondo &#8216;pilastro&#8217; è di sabbia, tanto che ci si chiede che senso abbia mantenere un mandato di cattura internazionale, perché spingere tanto una procedura d&#8217;estradizione, per accuse così fragili e dopo 34 anni dai fatti?<br />
&#8220;Mancanza di pentimento e di disponibilità a cooperare vanno punite, altrimenti non non si faranno più accordi e nemmeno paura. Quando dei militanti della sinstra se la cavano, è una piccola, ma fondamentale trasgressione della ragion di Stato.&#8221;<br />
Così commenta Analyse&#38;Kritik (&#8216;<a href="http://www.akweb.de/ak_s/ak538/26.htm">Non perdonare nulla, non dimenticare nulla&#8217; Nr. 538/17.4.2009</a>), e che ci sia voglia di esemplarità in è l&#8217;unica spiegazione sensata di questo caso.<br />
La vedono anche Sonja e Christian: &#8220;&#8230; si crede, con un processo come questo, di poter dimostrare alla nascente resistenza che nessuno se la cava.&#8221;</p>
<p><strong>La memoria giudiziaria</strong><br />
Da parte sua, il Ministero pubblico di Francoforte si nasconde dietro il dito della legalità: &#8220;Noi dobbiamo perseguire fino alla prescrizione&#8221;, dice la sua <a href="http://www.taz.de/1/archiv/print-archiv/printressorts/digi-artikel/?ressort=in&#38;dig=2009%2F11%2F07%2Fa0166&#38;cHash=604385840f">portavoce Doris Möller-Scheu</a> &#8220;e da noi l&#8217;omicidio non va in prescrizione.&#8221; Omicidio? Allude alle vittime dell&#8217;attacco all&#8217;OPEP, cui Sonja non ha partecipato, non ve ne sono altre possibili perché la violenza praticata dalle RZ escludeva il ricorso all&#8217;assassinio politico.<br />
Ciò che è in realtà successo, è che la seconda richiesta di estradizione si è basata soprattutto su una nuova, grande disponibilità francese a collaborare nella repressione a tolleranza zero, ed ha approfittato di un nuovo accordo bilaterale che consente di tenere conto dei termini di prescrizione non del paese richiesto, come è stato sino ad ora in tutte le Convenzioni d&#8217;estradizione, ma del paese richiedente. E in Germania i termini di prescrizione per reati con uso di esplosivo sono stati aumentati a 40 anni, mentre in Francia, come si è visto, tutti i reati di cui sono accusati Sonja e Christian sono ormai prescritti. Con l&#8217;istituto della prescrizione lo Stato sancisce un termine temporale oltre il quale esso rinuncia a perseguire e punire un reato. Il trascorrere del tempo assume dunque il ruolo di recidere definitivamente il legame tra reato e pena.<br />
Tra le ragioni che fondano la memoria giudiziaria come limitata nel tempo -e inevitabilmente seguita dall&#8217;oblio giudiziario- spiccano due orientamenti: uno è di prospettiva garantista, che vede la prescrizione come una forma di tutela del cittadino dall&#8217;ingerenza dello Stato (senza necessariamente esplicitare un diritto soggettivo alla prescrizione); un altro è di ordine utilitaristico, che vede nel lungo trascorrere del tempo la perdita dell&#8217;interesse dello Stato a punire, stante che non può più invocare la necessità di integrare l&#8217;ordine pubblico turbato dal reato.<br />
Sul piano che il diritto chiama di &#8216;prevenzione speciale&#8217;, si considera che il tempo, incidendo anche sulla natura psichica della persona, la trasformi, sicché la pena che arrivi tardi, quando il legame tra autore e fatto è ormai dissolto, colpirà un individuo ormai diverso, sul quale non avrà alcun effetto rieducativo.<br />
Una punizione tardiva rispetto al reato, priva d&#8217;una ragione di essere, non può che apparire una vendetta. Salvo che la concezione della pena come controllo sociale non necessiti di un &#8216;esempio&#8217;, del monito &#8216;puniremo sempre e comunque ogni atto di ribellione sociale&#8217;: una scelta integralmente politica che non ha più nulla a che vedere con considerazioni giuridiche. La prescrizione, che costituisce una rinuncia preventiva al potere repressivo dello Stato, non esiste nei paesi anglosassoni ordinati secondo la &#8216;common law&#8217;. La loro memoria giudiziaria è in questo senso assoluta e senza fine. L&#8217;oblio lì interviene prima, poiché essi conoscono la discrezionalità dell&#8217;azione penale, che pure permette la rinuncia preventiva alla repressione.<br />
Gli USA hanno così chiesto ed ottenuto l&#8217;arresto estradizionale, in Svizzera, del regista franco-polacco Roman Polanski, per il reato di rapporti sessuali illeciti con una minorenne.<br />
Per l&#8217;ordinamento svizzero, il reato è largamente prescritto, ma la Confederazione si è pecorescamente sottomessa ad un accordo bilaterale con gli Stati Uniti che fa prevalere la legge statunitense, e dovrà estradarlo.</p>
<p><strong>Che c&#8217;entra, è presto detto</strong><br />
Il Presidente francese Nicolas Sarkozy, che deve autorizzare la consegna di Sonja e Christian, ha pubblicamente protestato contro l&#8217;arresto estradizionale di Polanski, scandalizzandosi del fatto che il giudizio venga dopo 32 anni, quando ormai l&#8217;interessato ne ha 76.<br />
Ne ha parlato in un&#8217;intervista a <a href="http://www.lefigaro.fr/politique/2009/10/15/01002-20091015ARTFIG00664-ce-n-est-pas-mon-fils-qui-est-vise-c-est-moi-.php">Le Figaro il 15.10.09</a>, poi <a href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2009/10/27/deux-allemands-de-76-et-68-ans-ex-activistes-d-extreme-gauche-menaces-d-extradition_1259189_3224.html">Le Monde del 27.10.09</a> ha messo in relazione la su affermazione con il caso di Sonja Suder e Christian Gauger.<br />
L&#8217;articolo di Le Monde sul caso ripete però un luogo comune che non corrisponde alla realtà storica, poiché dice che le Cellule Rivoluzionarie erano &#8220;un&#8217;organizzazione vicina alla Rote Armee Fraktion&#8221;, mentre in realtà le due formazioni non avevano legami, né organizzativi né politici. Ma erano senz&#8217;altro assai poco conosciute fuori dalla Germania.<br />
In un riquadro, Le Monde segnalava ancora che era in preparazione una lettera a Sarkozy. Ora è stata fatta e gli è stata inviata. Eccola.</p>
<blockquote><p>Lettera aperta indirizzata al Presidente della Repubblica da alcune persone senza qualità né titoli particolari</p>
<p>Signor Presidente della Repubblica,<br />
Lei ha affermato, a proposito dell&#8217;affare Polanski: &#8220;Pronunciarsi trentadue anni dopo i fatti, ora che l&#8217;interessato ha settantasei anni, non è buona amministrazione della giustizia&#8221; (Le Figaro del 16.10.2009). In questo enunciato Lei non ha espresso una semplice opinione, ma ha invece richiamato un principio fondamentale del diritto, evocando la necessità imperativa di limiti temporali all&#8217;esercizio della giustizia penale, principio affermato ‘in dottrina, norma e giurisprudenza’. Senza il quale, una giustizia che si pretendesse ‘infinita’ diverrebbe una teologia della vendetta.<br />
Sul caso che è all&#8217;origine della Sua essenziale messa a punto, è stato scritto, Signor Presidente: “esiste un solo argomento a favore di Polanski, ma decisivo: il tempo&#8230;”.<br />
Già il diritto romano considerava che il trascorrere dei decenni estingue progressivamente la turbativa provocata dall&#8217;atto originario, “e ciò traduce, in tutte le culture, un più alto principio di civiltà”. Se ci si attiene a questo principio, nessun privilegio quindi, per chicchessia, soltanto ‘una difesa logica, generale, uguale per tutti’.<br />
Converrà, Signor Presidente che evocarlo in un caso per derogarne in seguito l&#8217;applicazione in un altro caso sarebbe peggio ancora che ignorarlo.<br />
Orbene, nel momento stesso in cui Lei rilasciava questa dichiarazione, due cittadini tedeschi, Sonja Suder e Christian Gauger, rispettivamente di settantasei e sessantotto anni di età, si vedevano notificare un decreto di estradizione in forza di accuse risalenti a più di trent&#8217;anni e riguardanti fatti a carattere politico, sopravvenuti nel contesto dei movimenti sociali radicali degli anni settanta in Germania.<br />
ScrivendoLe, signor Presidente, ci siamo fatti divieto di far valere come argomenti i nostri affetti e i nostri specifici giudizi di valore sui contesti storici e sociali e a fortiori sulle persone: ci siamo imposti di attenerci qui alla sola lettera del diritto.<br />
Con questa decisione che spetta esclusivamente all&#8217;esecutivo, lo Stato di cui Lei è il primo magistrato, potrebbe a termine consegnare alla giustizia tedesca due persone in vista di un processo che si svolgerebbe ben al di là dei ‘termini ragionevoli’ richiesti per un ‘processo equo’.<br />
L&#8217;estradizione di Sonja Suder e Christian Gauger significherebbe comunque consegnarli a una lunga detenzione preventiva, dal momento che in forza delle disposizioni in vigore in Germania, rimangono pur sempre degli imputati in attesa di giudizio. Ci sembra inoltre importante ricordare che quest&#8217;uomo e questa donna hanno già sofferto di questa ‘giustizia che non rinuncia mai’.<br />
Nel 2001 infatti, la Sezione istruttoria della Corte d&#8217;Appello di Parigi li ha dichiarati non estradabili poiché la Germania imputava loro fatti prescritti in diritto francese. Ciononostante, questa stessa sezione li ha giudicati estradabili per gli stessi fatti, sulla base della Convenzione di Dublino, appena introdotta, secondo la quale i dispositivi di prescrizione che governano l&#8217;estradizione sono ormai quelli del paese richiedente. Orbene, l&#8217;applicazione di questa convenzione al caso di Sonja Suder e Christian Gauger calpesta due principi essenziali dei diritto: ‘l&#8217;autorità della cosa giudicata’ e il carattere non retroattivo dei testi repressivi allorché essi aggravano la situazione degli imputati.<br />
Non possiamo credere, signor Presidente, che Lei non applicherà a queste due persone il criterio che ha pubblicamente difeso. Tanto più che esse rientrano pienamente nella ‘clausola umanitaria’ prevista dai testi internazionali. Non fosse che per questi due motivi, s&#8217;impone l&#8217;annullamento dei decreti di estradizione nei confronti di Sonja Suder e Christian Gauger.<br />
Ci sembra inoltre signor Presidente che da questo principio di ‘civiltà giuridica’ che la Francia rivendica, derivi inoltre la decisione di non procedere a nessuna estradizione per fatti risalenti a più di un quarto di secolo.<br />
Ecco quello che volevamo dirLe signor Presidente, noi che siamo oggi inquieti per le minacce che pesano sulla vita di Sonia Suder e Christian Gauger.<br />
La ringraziamo dell&#8217;attenzione che vorrà riservare al nostro appello.</p>
<p>Parigi, 5  novembre 2009</p>
<p>Jean-Michel Arberet<br />
Emmannuelle Bastid<br />
Jean-Pierre Bastid<br />
Claire Blain-Cramer<br />
Gilles Berard<br />
François Chouquet<br />
Guido Cuccolo<br />
Claudio Di Giambattista<br />
Aitor Fernández-Pacheco<br />
Claudio Ielmini<br />
Mouloud Kaced<br />
Janie Lacoste<br />
Ezio La Penna<br />
Lucia Martini-Scalzone<br />
Elda Necchi<br />
Isabelle Parion<br />
Claudine Romeo<br />
Luigi Rosati-Elongui<br />
May Sanchez<br />
Oreste Scalzone<br />
Gianni Stefan<br />
Hanlor Tardieu</p></blockquote>
<p>L&#8217;indirizzo email per sottoscrivere la lettera è: contact[at]stopextraditions.info</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Il sito per Sonja e Christian: <a href="http://sonjachristian.info/">http://sonjachristian.info</a>.</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Link<br />
</strong><a href="http://insorgenze.wordpress.com/2009/09/14/dallesilio-con-furore-cronache-dalla-latitanza-e-altre-storie-di-esuli-e-ribelli/">Dall&#8217;esilio con furore. Cronache dalla latitanza e altre storie di esuli e ribelli</a></p>
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<title><![CDATA[Uccise l'ex moglie all'asilo: era libero per un fax sparito]]></title>
<link>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/19/libero-per-un-fax-sparito/</link>
<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 07:08:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>paoblog</dc:creator>
<guid>http://paoblog.wordpress.com/2009/11/19/libero-per-un-fax-sparito/</guid>
<description><![CDATA[Martedì mattina 23 giugno, quando uccise a col­tellate l’ex moglie 33enne Moni­ca Morra che davanti ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Martedì mattina 23 giugno, quando uccise a col­tellate l’ex moglie 33enne Moni­ca Morra che davanti all’asilo aveva in braccio il loro figlio di 2 anni, Massimo Merafina non sarebbe dovuto essere libero, ma avrebbe dovuto già trovarsi in carcere da almeno 3 giorni in forza di un ordine di arresto che sabato 20 giugno era stato emes­so dal Tribunale di Sorveglianza e comunicato via fax per l’esecu­zione alle forze dell’ordine.</p>
<p>Ma per un disguido o difetto nella ri­cezione, il commissariato comin­ciò formalmente a cercare Mera­fina (senza trovarlo) solo lunedì 22 giugno. Un vuoto di 48 ore. Che si aggiunge allo sfortunato paradosso di una donna uccisa mentre era sottoposta (per tut­t’altre vicende) a una «vigilanza mobile» di polizia.</p>
<p>E all’ulterio­re beffa (questa già nota) del fat­to che la notizia di reato relativa a due denunce per stalking, sporte appena pochi giorni pri­ma (il 17 e 18 giugno) al com­missariato Lambrate contro l’uo­mo da cui si stava separando, sia poi arrivata in Procura, ben­ché redatta il 20 giugno, solo il giorno stesso del delitto, 23 giu­gno: colpa della «carenza di per­sonale dal 20 al 22 giugno in concomitanza dell’impegno ai seggi elettorali di gran parte dei dipendenti del commissariato», che lunedì 21 avrebbe causato l’«indisponibilità del giro po­sta ».</p>
<p><strong>Il fax dei Servizi sociali</strong><br />
Merafina, 45 anni, alcolista da 25, condannato nel 2008 a 1 an­no e 6 mesi per detenzione d’ar­mi, stava scontando la pena in misura alternativa al carcere, affi­dato dal Tribunale di sorveglian­za (pur con due pareri negativi del commissariato) a un Servi­zio sociale. Ma sabato 20 giugno, alle ore 9.05, l’assistente sociale del Centro diurno «Il Girasole» comunica via fax urgente al Tri­bunale che il condannato «ha in­terrotto il programma terapeuti­co » e che il Servizio sociale, «con gli strumenti tecnici a di­sposizione, non può garantire la tenuta della misura alternativa e la tutela delle persone coinvolte nella sua vita familiare».</p>
<p><strong>Il fax del Tribunale</strong><br />
Quel sabato il giudice Cos­sia competente su Merafina non c’è, e il fax passa a un’al­tra giudice di turno, Ceffa. Che già alle 11.28 manda al commissariato un fax in cui «paventa il rischio di atti an­che di etero-aggressività da parte di Merafina», motiva «l’inidoneità della misura» al­ternativa al carcere «a tutela­re l’incolumità dei terzi e dei familiari», ne dispone la so­spensione, e «ordina l’accom­pagnamento di Merafina in istituto penitenziario».</p>
<p><strong>Il fax del Commissariato</strong><br />
Il rapporto di trasmissione at­testa che il fax è effettivamente partito; è stato ricevuto 22 se­condi dopo da un fax intestato «Ps Quarto Oggia» (il commissa­riato di Quarto Oggiaro); e ha avuto «risult ok». E invece nella ricezione, evidentemente non preavvisata da alcuna telefonata del Tribunale, accade qualcosa che ok non è: per ragioni non chiarite (guasto tecnico? disat­tenzioni umane?), in commissa­riato il fax non c’è o si perde.</p>
<p>È solo una fortuita circolazione di notizie tra assistenti sociali e po­lizia a far sì che lunedì il com­missariato apprenda della revo­ca dell’affidamento in prova, re­voca che formalmente riceve in fax dal servizio sociale. Stando agli atti dell’indagine sul delitto del pm Ester Nocera, è da lunedì che gli agenti cominciano a cer­care Merafina nei bar, presso i conoscenti, nei luoghi frequen­tati. Senza successo.</p>
<p><strong>La tutela della Questura</strong><br />
Caso vuole che l’ex moglie in­tanto abbia da mesi una prote­zione della polizia. A inizio 2009, infatti, Morra ha deposto come teste in un processo con­tro due imputati di aver sparato nel 2006 a Merafina.</p>
<p>Per metter­la al riparo da possibili ritorsio­ni da parte degli imputati, il pm Sangermano il 13 febbraio 2009 chiede alla Questura una qual­che forma di tutela; e il 19 feb­braio il questore milanese Indol­fi comunica «di aver disposto, in via preventiva, una vigilanza mobile dedicata, a cura della Po­lizia, presso l’abitazione della si­gnora », insomma un’auto che ogni tanto passa sotto casa (pe­raltro poi cambiata dalla don­na). Neanche questo, per sfortu­na, la salverà.</p>
<p><!-- google_ad_section_end -->Luigi Ferrarella<br />
lferrarella@corriere.it</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.corriere.it/">www.corriere.it</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Pedal Solidário 2009]]></title>
<link>http://universoorganico.wordpress.com/2009/11/18/pedal-solidario-2009/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 13:44:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gledson</dc:creator>
<guid>http://universoorganico.wordpress.com/2009/11/18/pedal-solidario-2009/</guid>
<description><![CDATA[Pedal Solidário 2009 Mais uma vez estaremos juntos oferecendo alegria e ajuda no final de ano e dess]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Pedal Solidário 2009</p>
<p>Mais uma vez estaremos juntos oferecendo alegria e ajuda no final de ano e desse vez faremos a festinha de Natal com quem tanto fez em sua vida toda!</p>
<p>Vamos adotar uma vovó???</p>
<p>Uma não, 18!!!!</p>
<p><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_od6IQSfxk-g/SutpOx2L4nI/AAAAAAAACCg/k7IZza3nsio/s400/DSC09911.JPG" alt="" width="400" height="300" /></p>
<p>Iremos apadrinhar o asilo &#8220;Legião do Bem&#8221; que cuida de 18 vovós bem lindinhas!!!</p>
<p>Precisamos arrecadar fraldas geriátricas (principalmente), alimentos não-perecíveis e alguns presentinhos (roupas, bijuterias, perfumes&#8230; sim, as vovós são bem vaidosas!!!).</p>
<p>Tb podemos levar alguns comes e bebes para fazermos uma festinha!!!</p>
<p>Então, vamos nessa???</p>
<p>Ahhhhhhhh&#8230; o asilo fica no Méier!!! Então iremos de bike levando aquela alegria e disposição que sempre trazemos em nossos rostos!</p>
<p>A entrega será no dia 19 ou 20 de dezembro (estamos aguardando a confirmação deles), mas passa rápido e então arregaçemos as mangas e vamos trabalhar!!!</p>
<p>Quer ajudar? Quer participar? Deixe um comentário e entraremos em contato!</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[No, no, l'asilo no!]]></title>
<link>http://monicalaurenzi.wordpress.com/2009/11/11/no-no-lasilo-no/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 13:41:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>monicalaurenzi</dc:creator>
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<description><![CDATA[&quot;...il mio preferito&quot; &#8220;Che quando poi è giorno qui da voi andiamo a scuola?&#8221; A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&quot;...il mio preferito&quot; &#8220;Che quando poi è giorno qui da voi andiamo a scuola?&#8221; A]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lettera al Dott. De Corato]]></title>
<link>http://mammedelparcopagano.wordpress.com/2009/11/11/lettera-al-dott-de-corato/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 08:41:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valentina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Egr. Dott. De Corato, le scrivo a nome di TUTTI i genitori dei bimbi che frequentano la Scuola Mater]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Egr. Dott. De Corato, le scrivo a nome di TUTTI i genitori dei bimbi che frequentano la Scuola Mater]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dal superfluo...al necessario]]></title>
<link>http://reportingtheworldover.wordpress.com/2009/11/07/dal-superfluo-al-necessario/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:08:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>reportingtheworldover</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dopo &#8220;Io disegno per la Cambogia&#8220;, ecco una nuova iniziativa a favore dei bambini ospiti]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Dopo &#8220;<a href="http://reportingtheworldover.wordpress.com/2009/06/25/io-disegno-per-la-cambogia/" target="_blank">Io disegno per la Cambogia</a>&#8220;, ecco una nuova iniziativa a favore dei bambini ospiti degli orfanotrofi in quel paese che ancora paga il costo di decenni di guerre e conflitti di ogni tipo, che hanno lasciato una pesantissima eredità di milioni di morti, famiglie distrutte, intere regioni martoriate da mine antiuomo e bombe chimiche. Il prezzo maggiore lo stanno pagando i bambini, ai quali manca tutto quello che invece caratterizza &#8211; o dovrebbe caratterizzare &#8211; l&#8217;infanzia: affetto, giochi, scuola&#8230;.</p>
<p>Il mercatino si pone l&#8217;obiettivo di raccogliere fondi da devolvere al CIFA per il progetto che l&#8217;associazione sta portando avanti a Neak Loeung</p>
<p><a rel="attachment wp-att-2255" href="http://reportingtheworldover.wordpress.com/2009/11/07/dal-superfluo-al-necessario/mercatino/"><img class="aligncenter size-large wp-image-2255" title="mercatino" src="http://reportingtheworldover.wordpress.com/files/2009/11/mercatino.jpg?w=723" alt="mercatino" width="723" height="1024" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[..la recita di fine anno]]></title>
<link>http://eternopeterpan.wordpress.com/2009/11/07/la-recita-di-fine-anno/</link>
<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 16:12:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>ilbambi</dc:creator>
<guid>http://eternopeterpan.wordpress.com/2009/11/07/la-recita-di-fine-anno/</guid>
<description><![CDATA[Stamattina è la giornata dei pensieri e dei ricordi..Pensavo al mio carattere,sono ultra perfezionis]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-medium wp-image-83" title="sipario" src="http://eternopeterpan.wordpress.com/files/2009/11/sipario.gif?w=300" alt="sipario" width="300" height="188" /></p>
<p>Stamattina è la giornata dei pensieri e dei ricordi..Pensavo al mio carattere,sono ultra perfezionista,una cosa antipaticissima in realtà,e così mi è venuto naturale fare un bel po’ di passi indietro…quando ero piccolo,moooolto piccolo..e sono arrivato qua,alla recita di fine anno..</p>
<p>Era il primo anno di asilo,la maestra organizzò uno spettacolo di fine anno in cui mettevamo su “alla buona” una sorta di teatrino o di recita..</p>
<p>Una volta per organizzare le recite si usava dare “la parte” ai bambini e un bigliettino con la descrizione del personaggio..questo bigliettino veniva portato a casa così i genitori potevano organizzarsi con la realizzazione del vestito adatto.All’epoca era bello così..perchè si usava quello che si aveva in casa,non si buttava mai niente perché a fine anno veniva tutto combinato,rivoluzionato,scucito e ricucito per la recita di Fabio!</p>
<p>Quell’anno dovevamo fare una scena ambientata nello spazio,così noi astronauti dovevamo vestirci tutti uguali..si scelse una stoffa di raso color oro cucita a tuta…io dovevo portare un cartellone insieme a una mia compagna di classe con su scritto “ARRIVANO LE STELLE”..Prima di salire in scena la maestra ci disse “mi raccomando bambini,quando la vostra scena finisce,fate un bell’inchino e poi uscite di scena da quella porta lì”..io la presi decisamente alla lettera!Entrammo in scena…tutti a formare un semicerchio,io al centro con Barbara,la mia compagna di classe e sto cartellone che era gigante…si canta ondeggiando a destra e sinistra..applausi..e urla…flash di macchinette fotografiche e mani che salutano..Io da scemo faccio l’inchino che tanto aveva decantato la maestra Gabriella (eh…la maestra Gabriella..!!)..e con la coda dell’occhio guardo i miei compagni che se ne stavano li fermi imbambolati…</p>
<p>E allora mi sono detto “eh no!eccheccavolo…se una cosa la si deve fare la si fa perfetta”…così mi sono alzato dall’inchino e sono andato da ciascuno mio compagno mettendogli una mano sulla schiena per fargli fare l’inchino…poi sono ritornato al mio posto e di nuovo a muso in giù anche io!</p>
<p>…mai sfidare un perfezionista come me!</p>
<p><em>Fabio.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Denuncian presunto desv&iacute;o de recursos en casa hogar]]></title>
<link>http://laprensadesanluis.wordpress.com/2009/11/03/denuncian-presunto-desvo-de-recursos-en-casa-hogar/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:06:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>La Prensa de San Luis</dc:creator>
<guid>http://laprensadesanluis.wordpress.com/2009/11/03/denuncian-presunto-desvo-de-recursos-en-casa-hogar/</guid>
<description><![CDATA[Por Juan Pedro Morales Un grupo de bienhechores de la casa hogar para el anciano “Sánchez Mejorada”,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Juan Pedro Morales </p>
<p><a href="http://laprensadesanluis.files.wordpress.com/2009/11/facturas.jpg"><img title="facturas" style="border-right:0;border-top:0;display:inline;margin-left:0;border-left:0;margin-right:0;border-bottom:0;" height="418" alt="facturas" src="http://laprensadesanluis.files.wordpress.com/2009/11/facturas_thumb.jpg?w=354&#038;h=418" width="354" align="left" border="0" /></a> Un grupo de bienhechores de la casa hogar para el anciano “Sánchez Mejorada”, denunciaron el presunto desvío de dinero para el pago de trabajos de albañilería en la casa de Cristina Véjar, presidenta del patronato.</p>
<p>Los denunciantes, quienes tienen a familiares en el mismo asilo, presentaron varias copias de facturas donde se especifican supuestos trabajos que se realizaron en la casa hogar, cuando en realidad fueron en la casa de Véjar.</p>
<p>En la reunión donde dieron a conocer las supuestas anomalías estaba también el plomero, albañil, pintor y electricista que ayudó a que se cometiera ese desvío de recursos, al otorgar facturas por trabajos inexistentes.</p>
<p>Daniel Becerril Reynoso aseguró que la señora Cristina Véjar lo contrató para construir una barda en su casa ubicada en la avenida Ignacio Zaragoza entre las calles Primera y Segunda y que las facturas salieron a nombre de la Casa Hogar del Anciano Sánchez Mejorada I.A.P.</p>
<p> <!--more-->
</p>
<p>Fueron dos facturas con fecha del 4 de junio del 2009, cada<a href="http://laprensadesanluis.files.wordpress.com/2009/11/asiloancianos.jpg"><img title="asiloancianos" style="border-right:0;border-top:0;display:inline;margin-left:0;border-left:0;margin-right:0;border-bottom:0;" height="236" alt="asiloancianos" src="http://laprensadesanluis.files.wordpress.com/2009/11/asiloancianos_thumb.jpg?w=354&#038;h=236" width="354" align="right" border="0" /></a> una por la cantidad de 4 mil 675 pesos iva incluido, la número 057 fue por trabajos de albañilería y electricidad, y la 073 por trabajos de pintura en los dormitorios, comedor y sala.</p>
<p>El agricultor José Ames Ceniceros exigió transparencia en las cuentas, pues no es posible que el dinero de los viejitos vaya a parar a la casa de la presidente del patronato.</p>
<p>“Yo tengo a mi madre ahí y no es que no la pueda tener en mi casa o pagar quien la cuide, lo que pasa es que ahí tiene la compañía que requiere para que siga con vida, mes con mes doy mi cooperación y no me extienden recibos”, indicó.</p>
<p>LA PRENSA intentó entrevistar a Cristina Véjar para tomar su punto de vista, pero mandó decir con una persona que la atiende, que estaba indispuesta.</p>
<p>Los inconformes aseguran que la presidenta del patronato tiene ya más de 15 años en el puesto y que se requiere de nueva sangre para que ese asilo funcione como debe de ser.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Richieste di asilo]]></title>
<link>http://fidest.wordpress.com/2009/10/23/richieste-di-asilo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 22:24:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>fidest</dc:creator>
<guid>http://fidest.wordpress.com/2009/10/23/richieste-di-asilo/</guid>
<description><![CDATA[Secondo le statistiche preliminari pubblicate dall’Alto Commissariato delle Nazioni Unite per i Rifu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;font-family:arial;font-size:15px;">Secondo le statistiche preliminari pubblicate dall’Alto Commissariato delle Nazioni Unite per i<br />
Rifugiati (UNHCR), nel primo semestre dell’anno le domande di asilo nei paesi industrializzati sono cresciute del 10% rispetto allo stesso periodo dell’anno precedente. Nei primi sei mesi del 2009 sono state presentate 185mila domande di asilo in 38 paesi europei, Stati Uniti, Canada, Giappone, Australia, Nuova Zelanda e Repubblica di Corea. L’Iraq rimane il principale paese di origine dei richiedenti asilo (13.200 domande) per il quarto anno consecutivo. Gli afghani (12mila) e i somali (11mila) rappresentano il secondo e il terzo gruppo a causa del costante deteriorarsi delle condizioni di sicurezza in vaste aree dei loro paesi di origine. Gli altri principali paesi di origine sono Cina, Serbia (Kosovo compreso), Federazione Russa, Nigeria, Messico, Zimbabwe, Pakistan e Sri Lanka. Come regione, l’Europa ha ricevuto il 75% di tutte le domande di asilo, anche se gli Stati  Uniti restano il paese nel quale sono state presentate il maggior numero di domande di asilo con il 13% circa di  tutte le domande presentate nei paesi industrializzati (23.700). La Francia si piazza al secondo posto con il 10% di domande presentate (19.400), seguita da Canada (18.700), Regno Unito (17.700) e Germania, al quinto posto (12mila). Analizzando gli andamenti, il rapporto statistico UNHCR mostra una distribuzione non omogenea delle domande di asilo. La maggior parte dei richiedenti asilo iracheni, ad esempio, hanno presentato domanda in Germania, Paesi Bassi e Svezia, e nella vicina Turchia. Gli afghani hanno presentato domanda principalmente nel Regno Unito o in Norvegia, mentre i somali hanno chiesto asilo nei Paesi Bassi, in Svezia e in Italia. Sebbene il rapporto si riferisca agli andamenti delle domande di asilo durante il primo semestre dell’anno, gli autori, basandosi sulle tendenze stagionali negli ultimi 10 anni, affermano  che nel secondo semestre ci potrebbe essere un ulteriore aumento del numero di domande. Secondo il rapporto e’  necessario usare cautela, perche’ non e’ detto che al numero di domande corrisponda necessariamente il numero di richiedenti asilo, in quanto alcune persone potrebbero aver fatto domanda in piu’ paesi nel corso di un dato anno.</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Leonardo Leyva , voleybolista cubano pidió asilo]]></title>
<link>http://cubaout.wordpress.com/2009/10/22/leonardo-leyva-voleybolista-cubano-pidio-asilo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 19:28:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>cubaout</dc:creator>
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<description><![CDATA[San Juan, 20 oct (EFE).- El jugador de voleibol de Cuba Leonardo Leyva, desaparecido el pasado viern]]></description>
<content:encoded><![CDATA[San Juan, 20 oct (EFE).- El jugador de voleibol de Cuba Leonardo Leyva, desaparecido el pasado viern]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Espanhóis lançam asilo de luxo para idosos gays]]></title>
<link>http://romanegocios.wordpress.com/2009/10/21/espanhois-lancam-asilo-de-luxo-para-idosos-gays/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 03:30:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Portal Romanegócios</dc:creator>
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<description><![CDATA[De Madri para a BBC Brasil – Uma imobiliária espanhola está lançando um asilo exclusivo para idosos ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[De Madri para a BBC Brasil – Uma imobiliária espanhola está lançando um asilo exclusivo para idosos ]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Revendo Conceitos]]></title>
<link>http://thirinhas.wordpress.com/2009/10/17/revendo-conceitos/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 20:49:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>robmaia</dc:creator>
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<description><![CDATA[Série: Momentos Especiais / Episódio 40 – Revendo Conceitos. [Obs.: se copiar, não altere a imagem o]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-899" title="Episódio 40 - Revendo Conceitos." src="http://thirinhas.wordpress.com/files/2009/10/episodio-40-revendo-conceitos.jpg" alt="Episódio 40 - Revendo Conceitos." width="700" height="317" /></p>
<p style="text-align:center;">Série: Momentos Especiais / Episódio 40 – Revendo Conceitos.</p>
<p style="text-align:center;"><span style="color:#000080;">[Obs.: se copiar, não altere a imagem ou o texto; coloque um 'link' ou 'backlink' para esta página.]</span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Unos 28.000 refugiados iraquíes han pedido asilo en lo que va de año, el 75 por ciento de ellos en EE.UU.]]></title>
<link>http://refunitees.wordpress.com/2009/10/16/unos-28-000-refugiados-iraquies-han-pedido-asilo-en-lo-que-va-de-ano-el-75-por-ciento-de-ellos-en-ee-uu/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 00:17:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>refunitees</dc:creator>
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<description><![CDATA[El Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR) informó hoy de que 28.500 refugia]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://refunitees.wordpress.com/files/2009/10/aleqm5jghhsjaoos7i8gfkmmllwgfz8b2w.jpg" alt="" title="" width="450" height="306" class="alignnone size-full wp-image-1090" /></p>
<p>El Alto Comisionado de Naciones Unidas para los Refugiados (ACNUR) informó hoy de que 28.500 refugiados iraquíes han pedido asilo en lo que va de 2009 y que un 75 por ciento de los cuales dirigió su petición a Estados Unidos.</p>
<p>Desde que la agencia de la ONU comenzara su programa de reasentamiento para iraquíes refugiados en 2007, más de 80.000 iraquíes han pedido asilo en todo el mundo, aunque tan sólo 33.000 completaron el proceso y viven actualmente en países de acogida.</p>
<p>&#8220;Alrededor del 75 por ciento -unas 62.000 personas- de los iraquíes pidieron asilo a EEUU. El otro 25 por ciento se dirigió a otros 14 países, como Canadá, Australia, Alemania y Suecia&#8221;, explicó hoy el portavoz del ACNUR, Andrej Mahecic.</p>
<p>El Gobierno de Bagdad estima que hay dos millones de refugiados iraquíes, la mayoría de los cuales vive en Siria y Jordania. Además, unos 2,7 millones son desplazados internos en el país.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.google.com/hostednews/epa/article/ALeqM5j1_UFBRJ5n7ctkc9bKwYtRoiajCA">European Pressphoto Agency</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Violenza all'asilo di Vallo della Lucania: Al via il processo a suor Soledad]]></title>
<link>http://wildgreta.wordpress.com/2009/10/16/violenza-allasilo-di-vallo-della-lucania-al-via-il-processo-a-suor-soledad/</link>
<pubDate>Fri, 16 Oct 2009 12:31:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>wildgreta</dc:creator>
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<description><![CDATA[Processo alla suora. Vallo torna a dividersi Violenze all&#8217;asilo: cinque imputati in due filoni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Processo alla suora. Vallo torna a dividersi Violenze all&#8217;asilo: cinque imputati in due filoni]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Nessun rifugio: migranti in Grecia]]></title>
<link>http://anothereurope.wordpress.com/2009/10/15/nessun-rifugio-migranti-in-grecia/</link>
<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 18:57:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>francesca</dc:creator>
<guid>http://anothereurope.wordpress.com/2009/10/15/nessun-rifugio-migranti-in-grecia/</guid>
<description><![CDATA[Mi chiamo Hamid, sono della provincia di Ghazni, in Afghanistan. Viviamo come animali dentro la giun]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p>Mi chiamo Hamid, sono della <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ghazni_Province">provincia di Ghazni</a>, in Afghanistan. Viviamo come animali dentro la giungla. Ora voglio ritornare in Afghanistan, ma non ho soldi. In questa situazione mi perdo.</p></blockquote>
<p style="text-align:center;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/W-OhZRQ_2SM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/W-OhZRQ_2SM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
Via <a href="http://www.youtube.com/watch?v=W-OhZRQ_2SM">TVXorisSinora</a>. Voce di Simone Troller, ricercatore di Human Rights Watch, fotografie di Moises Saman</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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