<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>assassinio &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/assassinio/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "assassinio"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 23:28:42 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Assassinato in chiesa il prete ortodosso che sfidava l’islam]]></title>
<link>http://brambillamatteo.wordpress.com/2009/11/21/assassinato-in-chiesa-il-prete-ortodosso-che-sfidava-l%e2%80%99islam/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 13:17:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>brambillamatteo</dc:creator>
<guid>http://brambillamatteo.wordpress.com/2009/11/21/assassinato-in-chiesa-il-prete-ortodosso-che-sfidava-l%e2%80%99islam/</guid>
<description><![CDATA[ilgiornale.it &#8211; articolo di sabato 21 novembre 2009 di Redazione Assassinio in chiesa a Mosca,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>ilgiornale.it &#8211; articolo di sabato 21 novembre 2009</p>
<p>di Redazione<br />
Assassinio in chiesa a Mosca, dove nella tarda serata di giovedì un giovane parroco, Daniil Sisoiev, una sorta di Salman Rushdie russo noto per le sue crociate anti Islam, è stato freddato da tre colpi di pistola esplosi da uno sconosciuto con il volto nascosto da una mascherina anti influenza. Un delitto clamoroso, che rischia di ripercuotersi sui delicati rapporti tra la dominante Chiesa ortodossa e quella musulmana, seconda confessione in un Paese dove vive la più grande comunità islamica europea (20 milioni di fedeli). L’omicidio è l’ultimo di una lunga serie contro i preti ortodossi: 18 le vittime dal 1990. Sisoiev, 35 anni, sposato con tre figli e capo di una piccola chiesa nella periferia sud della capitale, si era fatto comunque molti nemici anche al di fuori del mondo islamico per la sua ostilità verso sette, movimenti occultisti, ultranazionalisti e nostalgici staliniani.<br />
Il killer è entrato in chiesa verso le 23 e, dopo aver chiamato per nome il parroco per assicurarsi della sua identità, gli ha sparato a distanza ravvicinata. Poco prima il sacerdote aveva ricevuto una telefonata in cui un anonimo interlocutore gli aveva chiesto se sarebbe rimasto in chiesa anche in tarda serata. Sisoiev è morto durante il trasporto all’ospedale, dove è ancora ricoverato in condizioni stazionarie il suo maestro di coro Vladimir Strelbitski, colpito subito dopo di lui. «L’ipotesi principale è che dietro al delitto ci siano motivazioni religiose», hanno ammesso gli inquirenti. Il prete, un missionario con toni da crociata ma anche un teologo preparato, aveva denunciato sul suo blog e in una recente intervista a un quotidiano di aver ricevuto 14 minacce di morte («vogliono tagliarmi la testa») via mail e telefono, attribuendole agli islamici radicali. I nemici se li era fatti con la sua attività missionaria tra gli immigrati caucasici e asiatici, ma soprattutto predicando contro l’Islam, tanto che nel 2007 la co-presidente del consiglio dei muftì russi Nafigulla Ashirov l’aveva bollato come il «Salman Rushdie russo», mentre una giornalista, Khalida Khamidullina, l’aveva denunciato per istigazione all’odio religioso. Colpa anche dei suoi due libri, «Una risposta ortodossa all’Islam» e «Matrimonio con un musulmano», dove nega la compatibilità e il possibile dialogo tra Cristianesimo e Islam, definendo le rivelazioni di Maometto come opera del Diavolo e denunciando la condizione di sudditanza femminile nel mondo musulmano.<br />
Sisoiev era stato preso di mira anche sui siti ultrapatriottici e non era ben visto dalle sette che avversava, come Testimoni di Geova, Avventisti, Rodnovers, neopagani slavi sui quali la polizia ha qualche sospetto.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Descansa em paz Joana]]></title>
<link>http://catialopes.wordpress.com/2009/11/20/descansa-em-paz-joana/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 18:30:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>Catisabeu</dc:creator>
<guid>http://catialopes.wordpress.com/2009/11/20/descansa-em-paz-joana/</guid>
<description><![CDATA[&#8220; Morte de jovem foi muito violenta e premeditada por AMADEU ARAÚJO, ViseuHoje Suspeito confes]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://catialopes.wordpress.com/files/2009/11/1258571020647_f.jpg"><img class="size-medium wp-image-734 aligncenter" title="1258571020647_f" src="http://catialopes.wordpress.com/files/2009/11/1258571020647_f.jpg?w=300" alt="" width="300" height="164" /></a></p>
<p style="text-align:center;">&#8220;</p>
<div id="blc-artigo-tit-n1">
<h2>Morte de jovem foi muito violenta e premeditada</h2>
<div>
<p>por AMADEU ARAÚJO, ViseuHoje<img src="http://dn.sapo.pt/Common/Images/img_pt/icn_comentario.gif" alt="" /></p>
</div>
</div>
<div><img src="http://dn.sapo.pt/storage/ng1219847.jpg?type=big&#38;pos=0" alt="Morte de jovem foi muito violenta e premeditada" width="420" /></div>
<div>
<p id="NewsSummary">Suspeito confessou crime e é ouvido hoje em tribunal. A vítima, sua namorada há cinco anos, vai hoje a enterrar. Caso extremamente  violento choca a comunidade local e a família.</p>
<p>&#8220;Requintes de grande violência e alguma premeditação.&#8221; É desta forma que os investigadores da Polícia Judiciária classificam o homicídio de Joana Fulgêncio, encontrada morta na Barragem de Fagilde, em Mangualde, na quarta-feira. A morte da jovem terá ocorrido nos arredores de Viseu e depois o corpo levado para a barragem. O namorado, principal suspeito do crime, para &#8220;grande surpresa&#8221; da família da vítima, confessou o crime. É hoje ouvido em tribunal. Na base do crime estão motivos passionais.</p>
<p>Na madrugada de quarta-feira Joana Fulgêncio, de 20 anos, foi encontrada morta, com um saco de plástico na cabeça, no interior de um carro lançado para a barragem de Fagilde. Antes Joana Fulgêncio esteve na companhia do namorado, David Saldanha, com quem mantinha um relacionamento há cinco anos, que apareceu descalço durante a madrugada a pedir socorro num café nas margens da barragem. Foi essa queixa que levou as autoridades a encontrarem o corpo da jovem e levantou suspeitas.</p>
<p>Poucas horas depois do crime, que chocou a comunidade académica viseense (ver caixa), a Polícia Judiciária deteve o namorado da estudante do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). Segundo fonte policial David Saldanha, de 22 anos, &#8220;premeditou o crime e agiu com grande violência e sangue frio&#8221;.</p>
<p>A jovem &#8220;foi morta ainda em Viseu, esfaqueada com um objecto metálico cortante&#8221;, e posteriormente &#8220;a cabeça foi coberta com um saco plástico e a vítima transportada na mala do carro para a barragem&#8221;, adiantou a fonte. Durante todo o dia de ontem agentes da PJ realizaram buscas nas imediações da barragem para &#8220;encontrar o objecto que provocou as facadas&#8221;. A PJ visionou ainda as imagens da videovigilância do bar onde o jovem foi pedir ajuda. As imagens &#8220;mostram o suspeito a caminhar e a deitar-se no chão antes de abrirem a porta do bar&#8221;, precisou a fonte da PJ. É convicção dos investigadores que na origem do crime &#8220;estiveram motivos passionais&#8221;.</p>
<p>Ao que o DN apurou junto de fonte próxima da mãe da vítima o casal de namorados &#8220;teve uma violenta discussão na última sexta-feira porque o David era muito ciumento&#8221;. Segundo esta fonte &#8220;o David era muito bem visto pela mãe que recebeu as suspeitas da polícia com grande surpresa&#8221;. Segundo fonte da PJ o jovem &#8220;já confessou alguns factos mas ainda não disse que objecto usou&#8221;. Terá sido durante a confissão que o suspeito &#8220;confirmou o envio de um SMS, para a mãe, a partir do telemóvel da vítima onde informava que os dois iriam jantar fora&#8221;.</p>
<p>O crime surpreendeu os habitantes de Mangualde. David Saldanha era tido como &#8220;um rapaz trabalhador e sossegado&#8221;, contou um vizinho. A casa do suspeito está fechada e a &#8220;família ausente&#8221;. O jovem ficou detido, nos calabouços da PJ de Coimbra, ainda na madrugada de ontem depois de um primeiro inquérito policial. É hoje ouvido no Tribunal de Mangualde e está &#8220;acusado de um crime de homicídio qualificado&#8221;, revelou a PJ em comunicado.</p>
<p>Já a vítima é sepultada hoje num cemitério de Viseu.</p>
<p>O homicídio deixou a comunidade académica consternada. Os alunos do IPV têm dispensa de três dias das aulas para assistir às cerimónias fúnebres.&#8221;</p>
</div>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">R.I.P.18/11/09</p>
<p><strong>DESCASA EM PAZ JOANA FULGÊNCIO!</strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Não merecias tal barbaridade <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> </strong></p>
<p style="text-align:center;"><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assassinato il travestito (TRANS) coinvolto nel caso Marrazzo]]></title>
<link>http://termoli.wordpress.com/2009/11/20/assassinato-il-travestito-trans-coinvolto-nel-caso-marrazzo/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 16:59:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Achab</dc:creator>
<guid>http://termoli.wordpress.com/2009/11/20/assassinato-il-travestito-trans-coinvolto-nel-caso-marrazzo/</guid>
<description><![CDATA[BUGIARDO ! Roma, 20 nov. (Adnkronos) &#8211; Il cadavere carbonizzato di Brenda, la transessuale bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[BUGIARDO ! Roma, 20 nov. (Adnkronos) &#8211; Il cadavere carbonizzato di Brenda, la transessuale bra]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[il corvo di Alex Proyas]]></title>
<link>http://esulecinefilo.wordpress.com/2009/11/17/il-corvo-di-alex-proyas/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:24:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>esulecinefilo</dc:creator>
<guid>http://esulecinefilo.wordpress.com/2009/11/17/il-corvo-di-alex-proyas/</guid>
<description><![CDATA[SBALORDITO IL DIAVOLO RIMASE QUANDO COMPRESE QUANTO OSCENO FOSSE IL BENE                            ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[SBALORDITO IL DIAVOLO RIMASE QUANDO COMPRESE QUANTO OSCENO FOSSE IL BENE                            ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Un bellissimo regalo.....]]></title>
<link>http://gianpaologalli.wordpress.com/2009/10/31/197/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 09:42:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gianpaolo  Galli</dc:creator>
<guid>http://gianpaologalli.wordpress.com/2009/10/31/197/</guid>
<description><![CDATA[Da un amico grande, grande&#8230; Che bello avere amici che credono in te! Walter mi ha &#8220;regal]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Da un amico grande, grande&#8230;</strong><br />
<span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/lx3h5LJ4QnQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/lx3h5LJ4QnQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
Che bello avere amici che credono in te!<br />
Walter mi ha &#8220;regalato&#8221; questo trailer per il mio racconto dal titolo &#8220;Novembre&#8221;.</p>
<p>Buona visione e buona lettura!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Italia pietrificata]]></title>
<link>http://samaracroci.wordpress.com/2009/10/29/italia-pietrificata/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 23:20:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>samaracroci</dc:creator>
<guid>http://samaracroci.wordpress.com/2009/10/29/italia-pietrificata/</guid>
<description><![CDATA[©Samara Croci Mille cose mi frullano in testa dopo aver visto l’indifferenza in cui è avvenuto l’ass]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">
<div id="attachment_365" class="wp-caption aligncenter" style="width: 210px"><a rel="attachment wp-att-365" href="http://samaracroci.wordpress.com/2009/10/29/italia-pietrificata/madonna/"><img class="size-medium wp-image-365" title="madonna©Samara Croci" src="http://samaracroci.wordpress.com/files/2009/10/madonna.jpg?w=200" alt="madonna©Samara Croci" width="200" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">©Samara Croci</p></div>
<p style="text-align:justify;">Mille cose mi frullano in testa dopo aver visto l’indifferenza in cui è avvenuto l’assassinio di camorra di Mariano Bacioterracino, nel quartiere Sanità, a Napoli, l’11 maggio scorso. Ho uno sciame di pensieri, anche molto distanti tra loro.</p>
<p style="text-align:justify;">La connessione, tra questi miei pensieri, è l’analisi di Albert Camus nel suo libro “<em>L’uomo in rivolta</em>”. Nel libro, lo scrittore analizza il fatto che l’omicidio, possa diventare un gesto accettato e giusto quando avviene in una società dominata dal Nichilismo.</p>
<p style="text-align:justify;">Allora, seguendo la riflessione di Camus, anche io mi chiedo come possa una società accettare così tranquillamente un omicidio, e non pensare neppure di contemplare il suicidio, nemmeno in un caso come quello di Eluana Englaro? Eppure se in qualche modo accetti l’omicidio, non puoi rifiutare il suicidio. Come possiamo essere così cinici e freddi ad entrambe le sofferenze, seppur diverse: l’omicidio di Bacioterracino e la dura richiesta di un padre, immerso nel dolore più insopportabile?</p>
<p style="text-align:justify;">Quando vediamo immagini degli attentati in Afghanistan e in Iraq, la gente accorre, grida e piange. Noi nulla? A me, viene la pelle d’oca. Cosa c’è di diverso che possa giustificarci?</p>
<p style="text-align:justify;">Camus scrive: &#8220;Se il nostro tempo ammette agevolmente che l&#8217;omicidio abbia una sua giustificazione, ne è ragione quell&#8217;indifferenza alla vita che distingue il nichilismo&#8221;. Allora però, un’altra cosa mi preoccupa. Camus dice che non si può essere nichilisti e “uomini in rivolta” allo stesso tempo. Secondo Camus, l’uomo in rivolta dice: “grido che a nulla credo e che tutto è assurdo, ma non posso dubitare  del mio grido e devo almeno credere alla mia protesta” e poi continua spiegando: “La rivolta nasce dallo spettacolo dell’irragionevolezza, davanti a una condizione ingiusta e incomprensibile. Ma il suo slancio rivendica l’ordine in mezzo al caos, e l’unità al cuore stesso di ciò che sfugge e scompare. Essa grida, esige, vuole che lo scandalo cessi”.</p>
<p style="text-align:justify;">Io non ho sentito grida, solo un silenzio assordante. Né caos, né ordine e neppure la presenza di esseri umani, a mio parere. Come può essere? So che la cosa va avanti così da decenni, è la legge dell’omertà, ma vederlo in un video, così freddo, con immagini asciutte, gesti rapidi, colori desaturati e mancanza di suono, ha fatto un vuoto pneumatico nel mio cuore. Se avessi visto questo video in una sala del Guggenheim, non mi sarei sorpresa: sembra videoarte. Sembra un testamento della nostra Italia oggi, un manifesto del torpore, del nichilismo e della freddezza indifferente. E ciò che mi preoccupa è che, se nemmeno stiamo gridando, se non ci sciocchiamo di fronte all’immagine del caos e dell’irragionevolezza, allora, la rivolta al momento non è una opzione possibile in Italia. A meno che da domani, non piovano una fiumana di denunce che rompano, questa volta, il sudario dell’omertà.</p>
<p style="text-align:justify;">Rimango con un’ultima riflessione in testa, sempre di Camus, che ci mette in allarme: attenti “all’assenza di dolore, è la felicità delle pietre”. E di pietra siamo, come la moglie di Lot che guardava la distruzione di Sodoma a Gomorra e si trasformò in una statua di sale. Saviano in <em>La bellezza e l’inferno</em>, cita questo passo per spiegare ciò che fa il dolore quando non ha uno sbocco e non ha un senso: “ti pietrifica”.</p>
<p style="text-align:justify;">Samara Croci</p>
<p style="text-align:justify;">Il video commentato da Roberto Saviano: <a href="http://tv.repubblica.it/copertina/cos%93-uccide-la-camorra/38501?video" target="_blank">http://tv.repubblica.it/copertina/così-uccide-la-camorra/38501?video</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L’autore]]></title>
<link>http://emmedigi.wordpress.com/2009/10/27/l%e2%80%99autore/</link>
<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:00:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario</dc:creator>
<guid>http://emmedigi.wordpress.com/2009/10/27/l%e2%80%99autore/</guid>
<description><![CDATA[Sono l’autore. Il vero mandante di ogni omicidio. Il ruffiano di ogni amore ovvero di quei pochi. Me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sono l’autore. Il vero mandante di ogni omicidio. Il ruffiano di ogni amore ovvero di quei pochi. Me]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ritorno a Baraule]]></title>
<link>http://appuntando.wordpress.com/2009/10/22/ritorno-a-baraule/</link>
<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 17:03:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>balente</dc:creator>
<guid>http://appuntando.wordpress.com/2009/10/22/ritorno-a-baraule/</guid>
<description><![CDATA[Una grande prova dello scrittore sardo: ci regala un romanzo che ricorda le scatole cinesi, da aprir]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una grande prova dello scrittore sardo: ci regala un romanzo che ricorda le scatole cinesi, da aprire con cura e calma anche se il ritmo e la foga della narrazione spingerebbero a strappare via tutto, come la confezione di un regalo troppo a lungo atteso.<br />
I brevi capitoli che lo compongono non si leggono, si divorano: con una fame atavica e primitiva che avvicina il lettore ad alcune delle figure che popolano l’opera.<br />
La difficoltà maggiore (per la quale anche io, oristanese a metà, ho avuto qualche remora nel recensirlo) è rappresentata dalle frasi in sardo stretto, prive di traduzione. Chi non mastica dall’infanzia questa lingua può avere qualche ostacolo in più: tuttavia, il significato è praticamente sempre nascosto nelle parti di testo immediatamente seguenti.<br />
Persona netta e decisa Salvatore Niffoi.<br />
Le prime due pagine del volume costituiscono il capitolo di apertura, e ci forniscono immediatamente il riassunto della storia che andremo ad affrontare.<br />
Carmine Pullana è un medico sessantenne.<br />
Decide di ritornare in Sardegna, nella Baraule che l’ha visto nascere, per tentare di mettere insieme i pezzi che ancora mancano per completare il meccanismo della sua vita. Uno scopo ben preciso: trovare questi scampoli di se prima che la malattia vinca su di lui.<br />
Non conosce nulla di questo scampolo di Mondo: ogni viso, ogni mattone, ogni arbusto saranno per lui fonte di scoperta.<br />
Si muove tra gli abitanti che sembrano usciti da un film, da un incubo. L’autore li tratteggia in modo così magistrale che quasi paiono tirati fuori a forza da un film impressionista tedesco dei primi anni del Novecento:<br />
<em>“…il volto una lastra di rame lucidato, con rilievi bruniti a sagomargli il naso e il mento a furchidda. Nella mano che quello gli porse si vedevano le vene scorrere sottopelle, gonfie e scure come radici. Dentro gli occhi a lampadina nascondeva il dolore di un bambino pentito di essere diventato grande”</em> .<br />
Guardandoli da lontano il nostro protagonista si domanda se ancora qualcuno possa ricordarsi di quel giorno di festa paesana così distante nel tempo.<br />
Era stato trovato, appena nato, sulla scogliera dalle rocce rosse. Sembrava un polpo per com‘era ancora coperto di sangue. Fino a quando, spostandosi appena, scoprirono il cadavere della madre, Sidora Molas, riverso tra i flutti.<br />
Tutto quello che sa è di essere stato dato in adozione appena imparò a camminare.<br />
Emozionante il capitolo dove descrive la casa ed i genitori adottivi: l’amore sincero e puro, mescolato al continuo senso di inadeguatezza e alla voglia di capire davvero cosa fosse successo.<br />
Alcuni rivivono quel giorno insieme a lui. In un modo così accurato e lucido da far capire a Carmine che il suo non fu un semplice abbandono. Ma segnò una tragedia per la piccola comunità: tanto che molti si ostinarono a dimenticare.<br />
Cocciuto per Natura, decide di affittare una casupola in paese. E’ fermo nella decisione di raccogliere informazioni da tutti, pagando per il disturbo. E per molti la forza di obliare il ricordo cede il fianco al bisogno ed alla gola che fanno le banconote ben stirate che porge loro.<br />
Aveva saputo che per sbrogliare il mistero della sua nascita ci sarebbe stata una sola persona in grado di aiutarlo. Purtroppo era morto anni prima. La vedova però conosce ogni dettaglio: lo invita a pranzo, iniziando a raccontare di quella tremenda giornata.<br />
Ed il resoconto è accompagnato dal cibo semplice, costituito dagli unici prodotti che quel territorio offre: pesce e vino. Ma sorbendo la Vernaccia aspira in modo profondo e deciso gli effluvi: è la stessa che beveva il marito della donna. E come una rielaborazione della madeleines proustiane, era convinto di rivedere tutta la sequenza dalla stessa prospettiva del povero Martine Ragas, mentre la vedova di questi sembrava non aspettar altro che raccontare tutto, come se si dovesse togliere un enorme macigno dallo sterno.<br />
Proprio da qui si apre un gorgo che Carmine mai si sarebbe immaginato, accompagnato da un genoino d’argento con delle iniziali incise e quattro torri.<br />
Una delle sue prime tappe è in un convento, a Trachiles:<br />
<em>“…così Mariangela sposò Dio, che vuole bene a tutti e non sta a guardare i peli superflui di nessuno” .</em><br />
Questa suora, insieme all’attempata consorella Elisabetta danno molto più che una mano al nostro protagonista: descrivono l’assassinio della madre, visto quasi per caso, ricostruendo la scena come se fosse il sacrificio di Abramo, ma con ben altro esito.<br />
Non saranno le uniche ad aiutarlo in modo tangibile.<br />
Altri personaggi si alterneranno per permettergli di decifrare l’enigma della sua tragica venuta al mondo.<br />
Ed ogni volta sarà un dolore rinnovato, che diventa sempre più denso. Ma sull’altro piatto della bilancia c’è poderosa come non mai la voglia di capire il motivo per il quale una mano ed un coltello abbiano voluto scrivere in modo così atroce la prima pagina della sua vita.<br />
Tutto il suo peregrinare ha come sfondo varie piccole realtà del territorio sardo.<br />
Quelle dove le tradizioni non sono radicate, ma cementate dentro le persone: schive, discrete ma pronte a mostrare un lato del tutto inatteso, proprio come le distese di spinosi ma saporiti fichi d’india che accompagnano il cammino di Carmine Pullana.<br />
Anche la vivacità dei sapori ritrovati da forza al nostro protagonista per andare avanti: i troppi anni di lavoro in ospedale l’avevano abituato a gusti neutri e sicuri. Adesso è lui il malato, ma questi accenti forti dei cibi semplici preparati in casa alla buona lo fanno tornare indietro nel tempo, spingendolo ad azzardare sempre un po’ di più.<br />
Questo romanzo dipinge quella parte di Sardegna a molti non conosciuta: invece di una terra piena di sole e di gioia di vivere ritroviamo, quasi come in Verga, un borgo di mare ingeneroso con i pescatori che lo solcano e fonte di continue preoccupazioni per quelli che lo vivono da vicino; così le zone dell‘entroterra ed i suoi abitanti sono dipinti come roccia viva, porosa e nuda ma capace di resistere alle peggiori prove.<br />
L’atmosfera è perennemente livida e cupa.<br />
Quasi un’abitudine per loro: tanto che le rare occasioni in cui il cielo è terso, placido e calmo non vengono godute nella loro bellezza, ma sono continuamente interpretate come segni di qualche disgrazia imminente.<br />
Ma c’è anche l’ironia e la voglia di vivere di questo popolo così speciale e sempre disposto a lottare.<br />
Anche per questo trovo ottima e significativa la scelta dell’immagine di copertina: “La burrasca” di Homer Winslow, dove una donna sorregge il proprio figlio lasciandosi alle spalle un mare gonfio e fatale, rispecchia molto il comportamento di Sidora Molas.<br />
<em>“…divisero l’ombrello nero fino alla porta, diedero una scrollata di spalle per liberarsi dalle gocce di pioggia e, battendo i piedi su una grossa stuoia di giunchi secchi, entrarono subito in cucina. Ilaria aprì gli scurini delle finestre e accese la luce. Il filo rovente della lampadina iniziò a dar vita alle cose…” </em>.</p>
<p>Anche questa volta, il mio racconto è arrivato al capolinea.<br />
Lascio che siate voi a seguire Carmine, a memorizzare insieme a lui, riga dopo riga, tutte le versioni vere, verosimili e leggendarie che passano dalle sue orecchie e che lui annota mentalmente con la stessa identica attenzione.<br />
Scoprirà davvero cosa sia accaduto alla madre?<br />
Perché tanta efferatezza verso una creatura che doveva ancora affacciarsi alla vita?<br />
E per quali motivi questa storia è tuttora fonte di dolore a Baraule?<br />
Questo romanzo non è un giallo.<br />
Quella successa a Baraule è una storia subdola come l’acqua del mare che si insinua tra gli scogli, si infrange sulla spiaggia e grazie alla salsedine si fissa nei corpi, negli occhi e nella memoria dei suoi abitanti. </p>
<p>Salvatore Niffoi, <em>Ritorno a Baraule</em>, casa editrice Adelphi, 199 pagg. .</p>
<p><img src="http://appuntando.wordpress.com/files/2009/10/ritorno-a-baraule.png" alt="Ritorno a Baraule" title="Ritorno a Baraule" width="177" height="283" class="alignleft size-full wp-image-116" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Jamal Humdai: ucciso perché criticava Al Qaeda]]></title>
<link>http://balente.wordpress.com/2009/10/10/jamal-humdai-ucciso-perche-criticava-al-qaeda/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 19:01:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>balente</dc:creator>
<guid>http://balente.wordpress.com/2009/10/10/jamal-humdai-ucciso-perche-criticava-al-qaeda/</guid>
<description><![CDATA[Un imam sunnita di Baghdad, noto per le denunce contro Al Qaeda ed i sedicenti gruppi di resistenza ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un imam sunnita di Baghdad, noto per le denunce contro Al Qaeda ed i sedicenti gruppi di resistenza ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tanti auguri al PASOK ... non li invidio molto! ;-)]]></title>
<link>http://baruda.net/2009/10/05/tanti-auguri-al-pasok-non-li-invidio-molto/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 08:01:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>baruda</dc:creator>
<guid>http://baruda.net/2009/10/05/tanti-auguri-al-pasok-non-li-invidio-molto/</guid>
<description><![CDATA[In Grecia vince il PASOK di Papandreou con una maggioranza non da poco. Quando penso al PASOK mi vie]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>In Grecia vince il PASOK di Papandreou con una maggioranza non da poco.<br />
<a rel="attachment wp-att-3588" href="http://baruda.net/2009/10/05/tanti-auguri-al-pasok-non-li-invidio-molto/greece-police-gunfire-4/"><img class="aligncenter size-full wp-image-3588" title="GREECE POLICE GUNFIRE" src="http://baruda.wordpress.com/files/2009/10/24.jpg" alt="GREECE POLICE GUNFIRE" width="500" height="338" /></a>Quando penso al PASOK mi viene in mente quella salitina, a pochi passi da Exarchia, dove c&#8217;è la loro sede principale.<br />
Nelle giornate di <a href="http://baruda.net/2009/01/27/il-rivoltoso-vento-greco-da-peacereporter/">dicembre</a> era probabilmente il luogo più blindato, quello attorno a cui i MAT provocavano continuamente pattugliando i marciapiedi con le loro ridicole divise e quella tonnellata di armamenti <a href="http://baruda.net/2008/12/21/natale-asfissiante/">chimici</a> a testa. Era anche il luogo attorno a cui l&#8217;attenzione di quel massiccio e incazzato movimento era sempre alta, sempre pronti ad attaccarla alla prima distrazione dei burattini verdi e blu.<br />
E&#8217; stato poi, il Pasok, nei mesi successivi, oggetto di quasi tutti gli attentati avvenuti tra Atene e <a href="http://baruda.net/2009/09/02/ancora-attentati-ad-atene-e-salonicco/">Salonicco</a><br />
Repubblica ce la spaccia come la nuova speranza per la sinistra europea&#8230; noi sappiamo bene che sarà ancor più dura di prima.</p>
<div id="attachment_3590" class="wp-caption aligncenter" style="width: 665px"><a rel="attachment wp-att-3590" href="http://baruda.net/2009/10/05/tanti-auguri-al-pasok-non-li-invidio-molto/christmas_atene/"><img class="size-full wp-image-3590" title="christmas_atene" src="http://baruda.wordpress.com/files/2009/10/christmas_atene.jpg" alt="Lo scorso dicembre, ad Atene... augurando al PASOK un &#34;caldo natale&#34; già da ora" width="655" height="448" /></a><p class="wp-caption-text">Lo scorso dicembre, ad Atene... augurando al PASOK un &#34;caldo natale&#34; già da ora</p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[per Walter Rossi, come ogni anno]]></title>
<link>http://baruda.net/2009/09/30/per-walter-rossi-come-ogni-anno/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 07:34:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>baruda</dc:creator>
<guid>http://baruda.net/2009/09/30/per-walter-rossi-come-ogni-anno/</guid>
<description><![CDATA[Foto di Valentina Perniciaro _da Walter, anno dopo anno_   Anche oggi ricorderemo, tutte e tutti, il]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3288/2929510242_ca2dbd5d15.jpg" alt="Foto di Valentina Perniciaro _da Walter, anno dopo anno_" width="500" height="334" /></p>
<p><p class="wp-caption-text">Foto di Valentina Perniciaro _da Walter, anno dopo anno_</p></div>
<p> </p>
<p>Anche oggi ricorderemo, tutte e tutti, il nostro compagno ammazzato dai fascisti (coperti dalla polizia) il 30 settembre 1977 in Via delle Medaglie D&#8217;Oro.<br />
Dopo 32 anni, noi saremo<a href="http://baruda.net/2008/09/29/walter-rossi-oggi-come-ieri/"> sempre</a> lì, con lo stesso rosso nei fiori, con la stessa rabbia nel cuore.<br />
APPUNTAMENTO CITTADINO ALLE 17 IN PIAZZALE DEGLI EROI, per raggiungere in corteo la lapide in Via delle Medaglie D&#8217;Oro.<br />
Ore 18 presidio alla lapide.<br />
CIAO WALTER, SANGUE NOSTRO</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Spesso]]></title>
<link>http://emmedigi.wordpress.com/2009/09/01/spesso/</link>
<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 10:19:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mario</dc:creator>
<guid>http://emmedigi.wordpress.com/2009/09/01/spesso/</guid>
<description><![CDATA[Sono tornato dalle vacanze, anzi la testa è rimasta nel blu di un mare stupendo, nei tramonti mozzaf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sono tornato dalle vacanze, anzi la testa è rimasta nel blu di un mare stupendo, nei tramonti mozzaf]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leggere un racconto sotto l'ombra di un'estate mezza sciolta,ovvero: Un giorno ideale per i pescibanana- J.D. Salinger]]></title>
<link>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/07/15/leggere-un-racconto-sotto-lombra-di-unestate-mezza-scioltaovvero-un-giorno-ideale-per-i-pescibanana-j-d-salinger/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 08:51:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>fernirosso</dc:creator>
<guid>http://cartesensibili.wordpress.com/2009/07/15/leggere-un-racconto-sotto-lombra-di-unestate-mezza-scioltaovvero-un-giorno-ideale-per-i-pescibanana-j-d-salinger/</guid>
<description><![CDATA[Tratto da Nove Racconti - Un giorno ideale per i pescibanana Nell’albergo c’erano novantasette agent]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://www.donnalucata.it/fotografando_donnalucata/foto/micenci/ombrelloni.jpg" alt="http://www.donnalucata.it/fotografando_donnalucata/foto/micenci/ombrelloni.jpg" /></p>
<p><strong>Tratto da Nove Racconti -</strong> <strong>Un giorno ideale per i pescibanana</strong></p>
<p>Nell’albergo c’erano novantasette agenti pubblicitari di New York e tenevano le linee interurbane talmente monopolizzate che la ragazza del 507 dovette attendere la sua chiamata fin quasi alle due e mezzo. Ma non rimase con le mani in mano. Lesse in una rivista femminile un articolo intitolato Il sesso: paradiso…o inferno. Lavò il pettine e la spazzola. Tolse la macchia dalla gonna del tailleur nocciola. Spostò il bottone sulla camicetta di Saks. Strappò due peli da poco spuntati alla superficie del neo. Quando finalmente la centralinista fece il numero della sua stanza, se ne stava seduta nel vano della finestra e aveva quasi finito di laccarsi le unghie della mano sinistra.<br />
Era il tipo di ragazza che non pianta le cose a metà &#8211; qualsiasi cosa -per un campanello. Non cambiò espressione, come se quel telefono fosse abituata a sentirlo suonare ininterrottamente fin dalla pubertà.<br />
Mentre gli squilli continuavano, passò il pennellino sull’unghia del mignolo, accentuando la curva della lunetta. Poi rimise il tappo al flacone di lacca e, alzandosi, agitò avanti e indietro la mano bagnata, la sinistra. Con quella asciutta raccolse dal sedile nel vano della finestra un portacenere congestionato e se lo portò fino al tavolino da notte, su cui era posato l’apparecchio. Sedette su uno dei due letti gemelli, fatti entrambi, e a questo punto &#8211; era il quinto o sesto squillo &#8211; alzò il ricevitore.<br />
- Pronto, &#8211; disse, tenendo le dita della sinistra ben distese e lontane dalla vestaglia di seta bianca, l’unico indumento che avesse indosso oltre alle pantofole; gli anelli erano in bagno.<!--more--><br />
- Ci siamo, signora Glass, ho New York in linea, &#8211; disse la centralinista.<br />
- Grazie, &#8211; disse la ragazza, e fece posto al portacenere sul tavolino da notte.<br />
Dall’apparecchio venne una voce di donna. &#8211; Muriel? Sei tu?<br />
La ragazza scostò un poco il ricevitore dall’orecchio. &#8211; Sì, mamma. Come stai? &#8211; disse.<br />
- Ero in pena da morire. Perché non hai telefonato? Come stai? Stai bene?<br />
- Ho cercato di chiamarti ieri sera e l’altro ieri. Ma qui il telefono…<br />
- Davvero stai bene, Muriel?<br />
La ragazza allargò ancora l’angolo tra il ricevitore e l’orecchio. &#8211; Sto benissimo. Fa un gran caldo. Oggi è la giornata più calda che ci sia stata in Florida dal…<br />
- Perché non hai telefonato? Ero in pena da…<br />
- Mamma, senti, c’è bisogno di urlare così? Ti sento benissimo, &#8211; disse la ragazza. &#8211; Ti ho chiamato due volte, ieri sera. Una volta erano appena passate le…<br />
- L’avevo detto a tuo padre che probabilmente avresti chiamato, ieri sera. Ma lui niente, ha voluto a tutti i costi…Ma stai bene, Muriel? Dimmi la verità.<br />
- Sto benissimo. Fammi il piacere, smettila di farmi sempre la stessa domanda.<br />
- Quando siete arrivati?<br />
- Non so. Mercoledì mattina, presto.<br />
- Chi ha guidato?<br />
- Lui, &#8211; disse la ragazza. &#8211; E non agitarti. Ha guidato come un angelo. Non avrei mai creduto.<br />
- Ha guidato lui? Muriel, mi avevi dato la tua parola d’ono…<br />
- Mamma, &#8211; interruppe la ragazza, &#8211; se ti dico che ha guidato come un angelo. Sotto gli ottanta dal principio alla fine, se vuoi saperlo.<br />
- Non ha più fatto quei suoi scherzetti con gli alberi?<br />
- Ti dico che ha guidato come un santo, mamma. Va bene? Gli ho detto di tenersi sempre vicino alla striscia bianca eccetera eccetera, e lui ha capito subito cosa volevo dire, e mi ha preso alla lettera. Cercava addirittura di non guardarli, gli alberi: me ne sono accorta benissimo. A proposito, papà se l’è poi fatta rimettere a posto, la macchina?<br />
- Non ancora. Chiedono quattrocento dollari solo per…<br />
- Mamma, Seymour ha già detto a papà che pagherà lui i danni. Non c’è motivo di…<br />
- Va bene, vedremo. Come si è comportato… in macchina e… insomma.<br />
- Benissimo, &#8211; disse la ragazza.<br />
- T’ha ancora chiamata con quell’orribile…<br />
- No. Adesso ne ha trovato un altro.<br />
- E cioè?<br />
- Oh, senti mamma, che te ne importa?<br />
- Va bene, va bene. Mi chiama Miss Puttana Spirituale del 1948, &#8211; disse la ragazza, e ridacchiò.<br />
- Non ridere, Muriel. Non c’è proprio niente da ridere. E’ una cosa spaventosa. Anzi, è un a cosa triste. Quando penso che…<br />
- Mamma, &#8211; interruppe la ragazza, &#8211; senti una cosa. Ti ricordi di quel libro che mi aveva mandato dalla Germania? Sai, no… quelle poesie in tedesco. Dove diavolo l’ho messo? Mi sono rotta la…<br />
- Ce l’hai sempre.<br />
- Ma sei sicura? &#8211; disse la ragazza.<br />
- Sicurissima. Anzi, l’ho io. E’ nella stanza di Freddy. L’hai lasciato qui e io non avevo più posto nella…Perché? Lo rivuole?<br />
- No. Solo che me ne ha parlato, mentre venivamo qui. Voleva sapere se l’avevo letto.<br />
- Ma è in tedesco!<br />
- Lo so, mamma. Questo non cambia niente, &#8211; disse la ragazza, accavallando le gambe. &#8211; Si dà il caso che quelle poesie siano state scritte dall’unico grande poeta di questo secolo; così ha detto. Ha detto che avrei dovuto comprarmi una traduzione o… insomma. O se no, dovevo imparare il tedesco, e scusa se è poco.<br />
- Spaventoso. Spaventoso. Proprio una cosa triste, non c’è altra parola. Ieri sera tuo padre diceva…<br />
- Un secondo, mamma, &#8211; disse la ragazza. Andò a prendere le sigarette vicino alla finestra, ne accese una, e tornò a sedersi sul letto. &#8211; Mamma?-<br />
disse, soffiando fuori il fumo.<br />
- Stammi bene a sentire, adesso, Muriel.<br />
- Ti sento.<br />
- Tuo padre ha parlato col dottor Sivetski.<br />
- Ah! &#8211; disse la ragazza.<br />
- Gli ha raccontato tutto. Tutto. Almeno, così dice lui… sai com’è tuo padre. Gli alberi. Il fatto della finestra. Quelle cose atroci che ha detto alla nonna, quando le ha chiesto se aveva dei progetti per le vacanze eterne. Come ha conciato quelle meravigliose fotografie delle Bermude… tutto.<br />
- E allora? &#8211; disse la ragazza.<br />
- Allora. Per prima cosa, Sivetski ha detto che l’Esercito non avrebbe mai dovuto dimetterlo dall’ospedale: è stato un vero delitto, parola d’onore. Ha detto chiaramente a tuo padre che c’è il rischio &#8211; un rischio grandissimo, dice &#8211; che Seymour perda completamente il controllo di se stesso. Parola d’onore.<br />
- C’è uno psichiatra qui all’albergo, &#8211; disse la ragazza.<br />
- Chi è? Come si chiama?<br />
- Non lo so. Rieser, un nome così. Pare che sia bravissimo.<br />
- Mai sentito nominare.<br />
- Be’, comunque pare che sia bravissimo.<br />
- Muriel, non prenderla su questo tono, fammi il piacere. Stiamo molto in pensiero per te. Tuo padre voleva telegrafarti di tornare a casa, ieri sera, se vuoi s…<br />
- Per il momento non ho nessuna intenzione di tornare a casa, mamma. E quindi non stare ad agitarti.<br />
- Muriel, parola d’onore. Il dottor Sivetski dice che Seymour può perdere completamente il con…<br />
- Sono appena arrivata, mamma. Sono le prime vacanze che mi prendo in non so quanti anni, e non ho nessuna intenzione di rifare le valige proprio adesso e tornarmene a casa, &#8211; disse la ragazza. &#8211; E poi comunque non potrei mettermi in viaggio. Mi sono presa una scottatura che non posso neanche muovermi.<br />
- Ti sei presa una brutta scottatura? Ma non hai visto quel flacone di Bronze che t’ho messo nella valigia? L’ho messo subito sotto…<br />
- L’ho visto e l’ho usato. Mi sono scottata lo stesso.<br />
- E’ terribile. Dove sei scottata?<br />
- Dappertutto, mamma, dappertutto.<br />
- E’ terribile.<br />
- Non morirò.<br />
- Senti, hai parlato con lo psichiatra?<br />
- Be’, per modo di dire, &#8211; disse la ragazza.<br />
- Che cosa ha detto? Dov’era Seymour mentre tu gli parlavi?<br />
- Nella sala belvedere, a suonare il piano. Ha suonato tute e due le sere, da quando siamo qui.<br />
- E allora? Cosa ti ha detto?<br />
- Oh, niente di speciale. E’ stato lui ad attaccare discorso. Ero seduta vicino a lui, ieri sera, mentre si giocava a tombola, e lui m’ha chiesto se era mio marito quello che suonava il piano nell’altra stanza. Ho detto di sì, che era lui, e lui m’ha chiesto se Seymour era stato malato o cos’aveva. Allora io gli ho detto…<br />
- Come mai te l’ha chiesto?<br />
- Non lo so, mamma. Probabilmente perché è così pallido e tutto, &#8211; disse la ragazza. &#8211; Comunque, dopo la tombola lui e sua moglie mi hanno invitata a prendere qualcosa con loro, e io ho accettato. Sua moglie è orrenda. Ti ricordi quell’atroce abito da sera che abbiamo visto nella vetrina di Bonwit? Quello che tu hai detto che per poterlo portare bisognava avere un microscopico…<br />
- Quello verde?<br />
- Ce l’aveva addosso. E avessi visto i fianchi. Continuava a chiedermi se Seymour è parente di Suzanne Glass, sai, quella che ha il negozio a Madison Avenue… la modista.<br />
- Ho capito, ma cosa ti ha detto? Il dottore.<br />
- Oh, niente di speciale, cosa vuoi. Eravamo nel bar, capisci? C’era un chiasso tremendo.<br />
- Sì, ma tu… ma gli hai detto cos’ha cercato di fare con la sedia della nonna?<br />
- No, mamma. Non ho potuto entrare molto nei particolari, &#8211; disse la ragazza. &#8211; Probabilmente troverò un altro momento per parlargli. Sta seduto al bar dalla mattina alla sera.<br />
- Non ha mica detto che secondo lui c’è il pericolo che possa… insomma… che si metta a fare delle stranezze? Che possa farti del male?<br />
- Non proprio, &#8211; disse la ragazza. &#8211; Deve avere più dati, mamma. Devono sapere di quand’era bambino… tutte quelle cose lì. Te l’ho detto, quasi non potevamo sentirci, c’era un chiasso dell’altro mondo.<br />
- Bene. Come va il tuo giaccone blu?<br />
- Va ancora. Ho fatto togliere un po’ di imbottitura.<br />
- Come sono i vestiti quest’anno?<br />
- Terribili. Ma molto divertenti. Perfino lustrini… insomma tutto, &#8211; disse la ragazza.<br />
- Com’è la stanza?<br />
- Può andare. Ma appena appena. Non siamo riusciti ad avere la stanza che avevamo prima della guerra, &#8211; disse la ragazza. &#8211; La gente che c’è qui quest’anno è spaventosa. Dovresti vedere che razza di tipi abbiamo vicino a noi in sala da pranzo. Il tavolo accanto al nostro. Da dirsi, ma come ci sono arrivati qui, in camion?<br />
- Cosa vuoi, è così dappertutto. E la gonna a fiori, poi?<br />
- E’ troppo lunga. Te l’avevo detto che era troppo lunga.<br />
- Muriel, te lo chiedo per l’ultima volta: stai bene?<br />
- Mamma, &#8211; disse la ragazza, &#8211; per la novantaseiesima volta: sì.<br />
- E non vuoi tornare a casa?<br />
- Mamma, no.<br />
- Tuo padre ha detto ieri sera che sarebbe felicissimo di aiutarti finanziariamente, se vuoi andartene in qualche posto per conto tuo a pensarci sopra. Potresti farti una bella crociera. Secondo noi…<br />
- No, grazie, &#8211; disse la ragazza, e disincrociò le gambe. &#8211; Mamma, questa telefonata mi sta costando un pa…<br />
- Quando penso che sei rimasta ad aspettare quel ragazzo per tutta la guerra… insomma, no quando penso a quelle mogli che ne facevano di tutti i colori…<br />
- Mamma, &#8211; disse la ragazza, &#8211; è meglio che smettiamo. Seymour può entrare da un momento all’altro.<br />
- Dov’è?<br />
- Sulla spiaggia.<br />
- Sulla spiaggia? Da solo? E come si comporta sulla spiaggia?<br />
- Mamma, &#8211; disse la ragazza, &#8211; parli di lui come se fosse pazzo furioso…<br />
- Non ho mai detto questo, Muriel.<br />
- Be’, ma lo pensi. Poveretto, se ne sta lì sdraiato, buono buono. Non si toglie nemmeno l’accappatoio.<br />
- Non si toglie l’accappatoio? E perché?<br />
- E chi lo sa? Sarà perché è così bianco.<br />
- Ma santo cielo, se c’è uno che ha bisogno di sole. Cerca di farglielo capire, no?<br />
- Sai com’è Seymour, &#8211; disse la ragazza, e tornò ad accavallare le gambe.- Dice che non vuole che tutti quegli imbecilli vengano a vedere il suo tatuaggio.<br />
- Ma non è mica tatuato! S’è fatto tatuare sotto le armi?<br />
- No, mamma. No, sta’ tranquilla, &#8211; disse la ragazza e si alzò. &#8211; Senti, ti chiamo io domani, magari.<br />
- Muriel. Stammi bene a sentire.<br />
- Sì, mamma, &#8211; disse la ragazza, spostando il peso del corpo sulla gamba destra.<br />
- Se si mette a fare o a dire qualcosa di strano devi chiamarmi immediatamente. Sai cosa voglio dire. Hai capito?<br />
- Io non ho paura di Seymour, mamma.<br />
- Muriel, devi promettermelo.<br />
- Va bene, te lo prometto. Ciao, mamma, &#8211; disse la ragazza. &#8211; Saluta papà -. E abbassò il ricevitore.</p>
<p>- L’acchiappatoio – disse Sybil Carpenter, che abitava nell’albergo con sua madre. – Dov’è l’acchiappatoio?<br />
- Se lo dici ancora una volta, topino, la mamma impazzisce. Diventa matta. Sta’ ferma, su.<br />
La signora Carpenter stava mettendo dell’olio solare sulle spalle di Sybil, spalmandolo sulle scapole delicate come ali. Sybil era seduta precariamente su un grosso pallone da spiaggia, volta verso l’oceano. Indossava un costume da bagno giallo canarino, a due pezzi, e di uno dei due pezzi non avrebbe, in realtà, avuto bisogno per altri nove o dieci anni.<br />
- Era un comunissimo fazzoletto di seta… da vicino si vedeva benissimo, &#8211; disse la donna nella sdraio accanto a quella della signora Carpenter. &#8211; Vorrei proprio sapere come se l’era legato. Le dico: un amore.<br />
- Ci credo, &#8211; consentì la signora Carpenter. &#8211; Sybil, vuoi star ferma, per favore ?<br />
- Che cosa acchiappi se non te lo togli? &#8211; disse Sybil.<br />
La signora Carpenter sospirò. &#8211; Ecco, &#8211; disse. Riavvitò il tappo sul flacone. &#8211; Adesso corri a giocare, topino. La mamma va un momento in albergo a prendere un martini con la signora Hubbel. Ti porto l’oliva, eh?<br />
Lasciata libera, Sybil corse fini alla parte piatta e dura della spiaggia, poi cominciò a camminare verso il Chiosco del Pescatore. Fermandosi solo una volta a ficcare il piede dentro un castello di sabbia ormai ridotto in poltiglia, si trovò ben presto fuori dal tratto riservato agli ospiti dell’albergo.<br />
Continuò a camminare per quattro o cinquecento metri e all’improvviso partì di corsa, tagliando obliquamente attraverso la striscia più interna della spiaggia, dove la sabbia era soffice. Si fermò di colpo quando raggiunse il punto in cui un giovanotto se ne stava sdraiato sul dorso.<br />
- Che cosa acchiappi se non te lo togli? &#8211; disse.<br />
Il giovanotto sussultò, chiudendosi con la destra i risvolti dell’accappatoio di spugna. Si rivoltò sullo stomaco, lasciando cadere un asciugamano arrotolato che gli copriva gli occhi, e alzò lo sguardo su Sybil, ammiccando.<br />
- Ehi! Ciao, Sybil.<br />
- Non te lo togli?<br />
- Stavo aspettando te, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Novità?<br />
- Come? &#8211; disse Sybil.<br />
- Che novità ci sono? Che c’è in programma?<br />
- Il mio papà arriva domani col nareoplano, disse Sybil, scalciando nella sabbia.<br />
- Non in faccia, Sybil, &#8211; disse il giovanotto, chiudendo la mano intorno alla caviglia di Sybil. &#8211; Be’, era ora che arrivasse, il tuo papà. Sai che lo aspettavo con impazienza. Con viva impazienza.<br />
- Dov’è la signora? &#8211; disse Sybil.<br />
- La signora? &#8211; Il giovanotto si tolse un po’ di sabbia dai capelli radi. &#8211; Difficile dirlo, Sybil. Ci sono mille posti in cui potrebbe essere. Dal parrucchiere. A farsi tingere i capelli di un bel visone. O a fabbricare delle bambole per i bambini poveri, in camera sua -. Tornando a sdraiarsi, ma questa volta sul ventre, il giovanotto chiuse le due mani a pugno, le mise una sopra l’altra, e appoggiò il mento su questo sostegno. &#8211; Domandami qualche altra cosa, Sybil, &#8211; disse. – E’ bello quel costume che hai addosso, sai? Se c’è una cosa che mi piace, è un costume da bagno blu.<br />
Sybil lo guardò a occhi sgranati, poi si contemplò lo stomaco sporgente. &#8211; Questo è un giallo, &#8211; disse. &#8211; Questo è un giallo.<br />
- Ah sì? Vieni un po’ più vicina.<br />
Sybil fece un passo avanti.<br />
- Hai proprio ragione. Ma guarda che stupido sono.<br />
- Non ci vai nell’acqua? &#8211; disse Sybil.<br />
- Ci sto pensando seriamente. Sto considerando la cosa con molta serietà, Sybil, se questo può farti piacere.<br />
Sybil tastò col piede il materassino di gomma che qualche volta il giovanotto usava per appoggiare la testa. &#8211; Gli manca aria, &#8211; disse.<br />
- Hai ragione. Gli manca più aria di quanto io sia disposto ad ammettere -. Tolse i due pugni di sotto il mento, che lasciò ricadere sulla sabbia. &#8211; Sybil, &#8211; disse, &#8211; sei proprio in forma. E’un piacere vederti. Perché non mi parli un po’ di te? &#8211; Protese le mani davanti a sé e le strinse attorno alle caviglie di Sybil. &#8211; Io sono del Capricorno, &#8211; disse. &#8211; E tu cosa sei?<br />
- Sharon Lipschutz dice che l’hai lasciata sedere sullo sgabello del piano vicino a te, &#8211; disse Sybil.<br />
- Sharon Lipschutz ha detto questo?<br />
Sybil annuì vigorosamente.<br />
Il giovanotto le lasciò andare le caviglie, ritirò le mani e appoggiò una guancia sull’avambraccio destro. &#8211; Be’, &#8211; disse, &#8211; lo sai come vanno queste cose, Sybil. Ero là seduto che stavo suonando. E tu chissà dov’eri, in quel momento. E Sharon Lipschutz è venuta lì e a un certo punto si è messa a sedere vicino a me. Non potevo mica spingerla via, ti pare?<br />
- Sì, che potevi.<br />
- Oh no. No. Non potevo fare una cosa simile, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Ma sai cosa ho fatto, invece?<br />
- Cosa?<br />
- Ho fatto finta che fossi tu.<br />
Immediatamente Sybil si chinò e cominciò a scavare nella sabbia.<br />
- Andiamo nell’acqua, &#8211; disse.<br />
- Va bene, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Si può sempre provare.<br />
- Un’altra volta spingila via, &#8211; disse Sybil.<br />
- Chi devo spingere via?<br />
- Sharon Lipschutz.<br />
- Ah, Sharon Lipschutz, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Come torna spesso quel nome. Mischiando il ricordo al desiderio -. Si alzò in piedi di colpo. Guardò l’oceano. &#8211; Sybil, &#8211; disse, &#8211; sai cosa faremo adesso? Cercheremo di acchiappare un pescebanana.<br />
- Un cosa?<br />
- Un pescebanana, &#8211; disse il giovanotto, e sciolse la cintura dell’ac-cappatoio. Si tolse l’accappatoio. Aveva le spalle bianche e strette, e le mutandine azzurre. Piegò l’accappatoio, prima nel senso della lunghezza, poi in tre parti. Srotolò l’asciugamano che s’era messo sugli occhi, lo stese sulla sabbia e vi depose sopra l’accappatoio ripiegato. Si chinò, raccolse il materassino e se lo mise sotto il braccio destro. Poi, con la sinistra, prese la mano di Sybil.<br />
Insieme si avviarono verso il mare.<br />
- Immagino che ne avrai visti parecchi, di pescibanana, ai tuoi bei tempi, &#8211; disse il giovanotto.<br />
Sybil scosse il capo.<br />
- No? Ma si può sapere dove vivi?<br />
- Non lo so, &#8211; disse Sybil.<br />
- Ma sì che lo sai. Devi saperlo per forza. Sharon Lipschutz sa benissimo dove abita e ha solo tre anni e mezzo.<br />
Sybil smise di camminare e strappò la mano da quella di lui. Raccolse una comune conchiglia e la esaminò con elaborato interesse. La gettò via. &#8211; Whirly Wood, Connecticut, &#8211; disse, e riprese a camminare con lo stomaco bene in fuori.<br />
- Whirly Wood, Connecticut, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Non è dalle parti di Whirly Wood, Connecticut, per caso?<br />
Sybil lo guardò. &#8211; E’ lì che abito, &#8211; disse spazientita.- Abito a Whirly Wood, Connecticut -. Corse davanti a lui di qualche passo, si prese con la sinistra il piede sinistro, e saltellò due o tre volte su una gamba sola.<br />
- Tutto è chiaro, finalmente, &#8211; disse il giovanotto.<br />
Sybil lasciò andare il piede. &#8211; Hai letto Il piccolo Sambo? &#8211; disse.<br />
- E’ strano che tu me lo chieda, &#8211; disse lui. &#8211; Vedi caso, ho finito di leggerlo proprio ieri sera -. Allungò il braccio e riprese la mano di Sybil. &#8211; Come t’è sembrato? &#8211; le chiese.<br />
- Come correvano intorno a quell’albero, le tigri.<br />
- Non si fermavano più. Mai viste tante tigri in vita mia.<br />
- Ce n’erano solo sei, &#8211; disse Sybil.<br />
- Solo sei? &#8211; disse il giovanotto. &#8211; E lo chiami solo?<br />
- Ti piace la cera? &#8211; chiese Sybil.<br />
- Mi piace cosa? &#8211; chiese il giovanotto.<br />
- La cera.<br />
- Moltissimo. E a te?<br />
Sybil annuì. &#8211; Ti piacciono le olive? &#8211; chiese.<br />
- Le olive… sì. Olive e cera. Non faccio un passo senza portarmene dietro una provvista.<br />
- Ti piace Sharon Lipschutz? &#8211; chiese Sybil.<br />
- Sì. Sì, mi piace, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Quel che soprattutto mi piace di lei è che non fa mai delle brutte cose ai cagnolini nell’atrio dell’albergo. Quel piccolo bulldog di quella signora canadese, per esempio. Tu probabilmente non ci crederai, ma ho visto coi miei occhi certe bambine tormentarlo con un bastoncino. Queste cose Sharon non le fa. Non è mai cattiva o dispettosa, lei. E’ per questo che mi piace tanto.<br />
Sybil taceva.<br />
- Mi piace masticare le candele, &#8211; disse finalmente.<br />
- Lo credo bene, &#8211; disse il giovanotto, mettendo i piedi nell’acqua. &#8211; Ahi! E’ fredda -. Lasciò cadere il materassino. &#8211; No, aspetta un momento, Sybil. Aspetta che arriviamo un po’ più in là.<br />
Si spinsero avanti finché l’acqua giunse alla vita di Sybil. Allora il giovanotto la sollevò e la fece sdraiare sul materassino., a pancia in giù.<br />
- Resti con i capelli così, senza cuffia, senza niente? &#8211; le chiese il giovanotto.<br />
- Non lasciarmi andare, &#8211; ordinò Sybil. &#8211; Tienimi forte, adesso.<br />
- Signorina Carpenter. La prego. Conosco i miei doveri, disse il giovanotto. &#8211; Tu devi solo tenere gli occhi bene aperti per il caso che passi qualche pescebanana. Questo è un giorno ideale per i pescibanana.<br />
- Non ne vedo neanche uno.<br />
- E’ comprensibile. Hanno delle abitudini molto singolari. Molto, ma molto singolari.<br />
Continuò ad avanzare spingendo il materassino. L’acqua non gli arrivava al petto. – E’ una vita molto tragica, la loro, poveretti, &#8211; disse. &#8211; Lo sai cosa fanno, Sybil?<br />
Sybil scosse il capo.<br />
- Vedi, nuotano dentro una grotta dove c’è un mucchio di banane. Sembrano dei pesci qualunque, quando vanno dentro. Ma una volta che sono entrati, si comportano come dei maialini. Ti dico, so da fonte sicura di certi pescibanana che, dopo essersi infilati in una grotta bananifera, sono arrivati a mangiare la bellezza di settantotto banane -. Avvicinò di mezzo metro all’orizzonte il materassino e la sua passeggera. &#8211; Naturalmente, dopo una scorpacciata simile sono così grassi che non possono più venir fuori dalla grotta. Non passano dalla porta.<br />
- Non troppo lontano, &#8211; disse Sybil. &#8211; E poi, cosa fanno?<br />
- Cosa fanno chi?</p>
<p><img style="cursor:0;" src="http://www.donnalucata.it/fotografando_donnalucata/foto/micenci/bagnanti3.jpg" alt="http://www.donnalucata.it/fotografando_donnalucata/foto/micenci/bagnanti3.jpg" width="552" height="414" /></p>
<p>- I pescibanana.<br />
- Oh, vuoi dire dopo che hanno mangiato tante banane che non possono più uscire dalla grotta bananifera?<br />
- Sì, &#8211; disse Sybil.<br />
- Ecco, mi rincresce molto di dovertelo dire, Sybil. Muoiono.<br />
- Perché? &#8211; chiese Sybil.<br />
- Ecco, gli viene la bananite. E’ una malattia terribile.<br />
- C’è un’onda che sta arrivando, &#8211; disse Sybil nervosamente.<br />
- Faremo finta di non vederla. La snobberemo, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Due snob -. Prese in mano le caviglie di Sybil e spinse in basso e in avanti. Il materassino si rizzò sopra la cresta dell’onda. L’acqua inondò i capelli biondi di Sybil, ma il suo strillo era pieno di gioia.<br />
Con la mano, quando il materassino fu di nuovo immobile, si tolse dagli occhi un lungo ciuffo bagnato e piatto, e riferì: &#8211; Ne ho visto uno.<br />
- Cos’hai visto, amor mio?<br />
- Un pescebanana.<br />
- Santo cielo, no! &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Aveva delle banane in bocca?<br />
- Sì, &#8211; disse Sybil. &#8211; Sei.<br />
All’improvviso il giovanotto tirò su uno dei piedi bagnati di Sybil, che sporgevano oltre l’orlo del materassino, e ne baciò il collo.<br />
- Ehi! &#8211; disse la padrona del piede, voltandosi.<br />
- Ehi cosa? Adesso si torna. Ti basta così?<br />
- No!<br />
- Mi rincresce, &#8211; disse il giovanotto, e spinse il materassino verso la spiaggia finché Sybil poté scendere. Poi lo tirò fuori dall’acqua e lo portò a riva.<br />
- Ciao, &#8211; disse Sybil, e corse senza rimpianto in direzione dell’albergo.</p>
<p>Il giovanotto si infilò l’accappatoio, accostò strettamente i risvolti e si cacciò l’asciugamano in tasca. Raccolse il materassino bagnato, cui ora aderiva un velo di sabbia, e se lo mise alla meglio sotto braccio. Si avviò solo, a passi pesanti, sulla sabbia fine e rovente verso l’albergo.<br />
Al piano seminterrato dell’albergo, dove c’era l’ingresso riservato dalla direzione ai bagnanti, una donna col naso coperto di pomata allo zinco entrò nell’ascensore insieme al giovanotto.<br />
- Vedo che mi sta guardando i piedi, &#8211; disse il giovanotto quando la cabina si mise in moto.<br />
- Come ha detto, scusi? &#8211; disse la donna.<br />
- Ho detto che vedo che lei mi sta guardando i piedi.<br />
- Scusi, ma stavo guardando in terra, disse la donna, e si volse verso la porta della cabina.<br />
- Se le fa piacere guardarmi i piedi, si accomodi, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Ma perdio, abbia almeno il coraggio di farlo senza sotterfugi.<br />
- Scendo qui, prego, &#8211; disse in fretta la donna alla ragazza che manovrava l’ascensore.<br />
Le porte si aprirono e la donna uscì senza voltarsi indietro.<br />
- Ho dei piedi normalissimi e perdio non capisco perché la gente me li debba guardare con gli occhi fuori dalla testa, &#8211; disse il giovanotto. &#8211; Al quinto, prego -. Tirò fuori dalla tasca dell’accappatoio la chiave della sua camera.</p>
<p>Scese al quinto piano, percorse il corridoio ed entrò al numero 507. La stanza odorava di valige nuove e di acetone. Il giovanotto guardò la ragazza addormentata su uno dei letti gemelli. Poi si avvicinò a una valigia, l’aprì, e di sotto a una pila di mutande e canottiere trasse una Ortgies automatica calibro 7,65. Fece scattare fuori il caricatore, lo guardò, tornò a infilarlo nell’arma. Tolse la sicura. Poi attraversò la stanza e sedette sul letto libero; guardò la ragazza, prese la mira e si sparò un colpo nella tempia destra.</p>
<p><strong>Alzate l’architrave, carpentieri</strong></p>
<p>[da Alzate l’architrave, carpentieri eSeymour.Introduzione]</p>
<p>[…]<br />
(dal diario di Seymour)<br />
Sua madre pensa che io abbia una personalità schizoide. Pare che abbia parlato di me con il suo psicanalista. Le ha dato ragione. La signora Fedder ha chiesto a Muriel di cercar di sapere, con discrezione, se abbiamo qualche malato di mente in famiglia. Immagino che Muriel sia stata tanto ingenua da dirle perché ho quelle cicatrici sui polsi, povera cara bambina. Ma questo, a detta di M., non preoccupa sua madre neppure lontanamente quanto un paio di altre cosette. Tre altre cose. Uno, mi chiudo in me stesso, e non ho rapporti normali con la gente. Due, è chiaro che qualcosa in me non funziona perché non ho sedotto Muriel. Tre, evidentemente la signora Fedder è stata ossessionata per diversi giorni perché una sera a cena osservai che mi sarebbe piaciuto essere un gatto morto. La settimana scorsa, durante la cena, mi chiese che cosa intendevo fare appena fuori dall’Esercito. Era mia intenzione riprendere l’insegnamento allo stesso College? Avrei ripreso ad insegnare? Perché non consideravo la possibilità di tornare alla radio, eventualmente nella qualità di “commentatore” o qualcosa del genere? Risposi che avevo la sensazione che la guerra avrebbe potuto continuare all’infinito e che l’unica mia certezza, se mai fosse tornata la pace, era che avrei desiderato essere un gatto morto. La signora Fedder credette che stessi raccontando una specie di sofisticata barzelletta. Mi ritiene molto sofisticato, a sentire Muriel. Credette che il mio serissimo commento fosse quel tipo di barzelletta a cui è consuetudine rispondere con un’allegra, squillante risata. Quando rise credo di essermi distratto, così dimenticai di spiegarle. Stasera ho detto a Muriel che nel Buddismo Zen, una volta qualcuno chiese ad un saggio quale fosse la cosa di maggior valore che esistesse al mondo, ed il saggio rispose che era un gatto morto, perché nessuno poteva attribuirgli un prezzo. M. si sentì rassicurata, ma capii che non vedeva l’ora di tornare a casa per rassicurare la madre che la mia osservazione era del tutto innocua.<br />
[…]<br />
La mia unica e terribile consolazione è che la mia adorata ha un fondamentale e indistruttibile e mai smentito amore per l’istituzione del matrimonio in sé. Ha un istinto primordiale che la porta a giocare continuamente alla casa. Le sue mire nuziali sono tanto assurde e commoventi. Vorrebbe abbronzarsi fino a diventare molto scura e poi andare dal portiere d’un hotel veramente elegante e chiedergli se suo Marito ha già ritirato la posta o no. Vuole acquistare tendine, vuole acquistare vestiti premaman. Vuole andarsene dalla casa di sua madre, coscientemente o no, e malgrado il suo affetto per lei. Desidera avere dei bambini – dei bei bambini, con i suoi lineamenti, non con i miei. Ho anche l’impressione che voglia degli ornamenti per l’albero di Natale che siano suoi, non di sua madre, li vuole per poterli togliere lei stessa dalle scatole ogni anno.<br />
Oggi ho ricevuto una lettera molto strana da Buddy, scritta dopo aver finito la corvée in cucina. Penso a lui mentre scrivo di Muriel. La disprezzerebbe per le ragioni che la spingono al matrimonio, almeno quelle che ho elencate qui. Ma sono poi così spregevoli? In un certo senso lo devono essere, eppure mi sembrano così basate sull’effettiva condizione umana, così belle, che anche ora mentre scrivo non riesco a pensare ad esse senza esserne commosso profondamente, molto profondamente. Disapproverebbe anche il comportamento della madre di Muriel. E’ una donna irritante, con cumuli di idee preconcette, proprio il tipo che Buddy non riesce a sopportare. Non credo che riuscirebbe a vederla nella sua giusta luce. Una persona, privata per tutta la vita di qualsiasi comprensione o sensibilità per quella gran corrente di poesia che scorre attraverso le cose, tutte quante. Potrebbe anche esser morta eppure continua a vivere, a fermarsi in drogheria, ad andare dal suo psicanalista, a divorare un romanzo ogni sera, continua a mettersi la guaina elastica e a complottare perché Muriel goda di buona salute e prosperità. L’amo. La trovo coraggiosa al di là di ogni immaginazione.<br />
[…]<br />
Se o quando mi deciderò di andare da uno psicanalista, spero che abbia tanto acume da chiamare un dermatologo a consulto. Uno specialista di malattie della mano. Ho delle cicatrici sulle mani causate dal contatto con un certo tipo di persone. Una volta, nel parco, quando Franny era ancora nella carrozzina, le misi una mano sulla parte tenera del capo e ve la lasciai troppo a lungo. Un’altra volta, mi capitò con Zooey durante un film del terrore al cinema Loew sulla Settantaduesima strada. Non aveva più di sei o sette anni e si nascose sotto il sedile, per non guardare una scena che lo impauriva. Gli misi una mano sul capo. Certe teste, il colore e la consistenza di certe capigliature mi lasciano dei segni indelebili. E c’è altro. Una volta Charlotte si mise a correre lontano da me, fuori dello studio ed io le afferrai il vestito per fermarla, per tenerla vicino a me. Indossava un vestito giallo, di cotone, che mi piaceva moltissimo perché le stava troppo lungo. Ho ancora un segno giallo limone sul palmo della mano destra. Oh, mio Dio, se la mia personalità può essere definita clinicamente, allora sono una specie di paranoico alla rovescia. Ho il sospetto che tutti stiano complottando per farmi felice.</p>
<p><strong>Zooey</strong></p>
<p>[da Franny e Zooey]</p>
<p>[…]<br />
(dalla lettera di Buddy a Zooey)<br />
Il motivo di questa lettera è stato quel che mi è successo oggi al supermercato. Ero al banco della carne, in attesa che tagliassero le cotolette di agnello. E c’era anche una giovane madre con la sua bambina, che aspettava. La bambina avrà avuto un quattro anni, e per passare il tempo se ne stava appoggiata con le spalle alla vetrina e guardava in su la mia barba lunga. Le ho detto che era forse la bambina più carina che avessi visto in tu</p>
<p>*</p>
<p>Note relative all&#8217;autore</p>
<p>J.D. Salinger: è  noto,  nel mondo della letteratura, per un unico romanzo, Il giovane Holden , de1951, riferimento non solo per la  generazione americana degli anni Cinquanta, ma anche oggi , per numerosi adolescenti.Bisogna però anche ricordare che il successo italiano di questo libro si deve alle &#8220;trovate linguistiche &#8221; e all&#8217;abilità di una traduttrice, Adriana Motti, che ha tradotto anche molti altri testi, tra questi Karen Blixen, Lawrence Durrell, E.M. Forster, Wodehouse, Shikibu Murasaki, Catherine Porter e Colette dal francese. E Ivy Compton Burnett e altri ancora.</p>
<p>Quanto a  Salinger ha pubblicato anche alcuni racconti, relativamente diffusi all’estero, anche se, proprio in questi racconti, il suo stile raggiunge particolari livelli di bravura. Sofisticato e profondo,studiato nei dettagli, lo sviluppo dei racconti , presenta  un linguaggio pregnante , che disarma per la capacità di spiazzare il lettore usando i modi e i metodi di una ironia che si addentra e nelle riflessioni filosofiche proposte,creando un umorismo disarmante. Eppure la sua spiritualità è profonda e si solleva dal piatto,deforme paesaggio quotidiano, in cui la nevrosi e il parossismo di gesti svuotati di senso sembrano padroneggiare tutti e tutto, disumanizzando, non certo sollevando l’uomo dalla sofferenza,anzi, producendone ancora di maggiori e dolorose.</p>
<p><em>- Ormai quando si parla di me la gente scuote la testa, e un ulteriore uso professionale da parte mia della parola “Dio”(sempre che non sia intesa come una sana, familiare interiezione americana) sarà ritenuto un blaterìo della peggiore specie. Ma io credo di sapere quale sia la differenza fra una storia mistica e una storia d’amore. Le storie che metto in circolazione non sono né mistiche né religiosamente mistificatrici. Io sostengo che si tratta di pure e complicate storie d’amore, d’un amore multiplo o composito. &#8211; Buddy Glass in Zooey, 1957</em></p>
<p>JEROME DAVID SALINGER- biografia</p>
<p>E’ nato a New Yordk, il primo gennaio 1919 secondogenito di Miram Jllich e Sol Salinger. Ha una sorella, Doris, nata nel 1911. Il padre, ebreo, è il titolare di una florida impresa commerciale che importa prosciutti dall’Europa. La sua famiglia è benestante. Traslocherà più volte in quartieri via via più prestigiosi di Manhattan. La sua carriera scolastica è piuttosto turbolenta, con frequenti interruzioni e mutamenti di indirizzo senza concludersi con una laurea.</p>
<p>Nel 1934 il padre lo iscrive a un collegio di tipo militare per renderlo più disciplinato e costante negli studi. Lui diventa il redattore letterario dell’annuario dell’Accademia e scrive una specie di inno poetico che da quel momento sarà sempre cantato alla consegna dei diplomi.</p>
<p>Si diploma nel 1936 e poi frequenta per due anni la New York University. Parte poi per un lungo viaggio in Europa dove continua a scrivere racconti e a inviare la sua produzione alle redazioni delle riviste. Tornato negli Stati Uniti frequenta un corso di scrittura creativa alla Columbia University e un suo racconto viene pubblicato, per mezzo del suo professore, sulla rivista Story. In quegli anni si cimenta soprattutto con il racconto breve e scrive con regolarità.</p>
<p>Scoppia la seconda guerra mondiale e durante il conflitto lui continua a pubblicare per Esquire e il Saturday Evening Post. Pubblica sul New Yorker il racconto che parla dell’episodio di Holden e Sally che poi farà parte del romanzo.</p>
<p>Nel 1942 si arruola nell’esercito come volontario. Continua a scrivere racconti.</p>
<p>Partecipa allo sbarco in Normandia.</p>
<p>In Francia incontra Hemingway. Nel 1945 è congedato dall’esercito ma rimane in Europa mentre la sua fama si consolida nell’ambiente newyorkese. Non confermata è la notizia che sposi in questo periodo un medico francese, Sylvia. Il matrimonio dura pochi mesi.</p>
<p>Negli anni seguenti si stabilisce a Cornish, una località isolata tra le montagne boscose del New Hampshire. Nel 1948 viene pubblicato il suo racconto più celebre: “Un giorno ideale per i pescibanana”, la storia che introduce il personaggio di Seymour Glass e segna l’inizio della regolare collaborazione con il New Yorker.</p>
<p>A proposito del racconto il critico Warren French commenta: “nessuno avrebbe potuto immaginare che questo veterano di guerra seriamente disturbato avrebbe dominato gli ultimi racconti pubblicati da Salinger, né che il sucidio di Seymour sarebbe diventato un evento discusso tanto quanto l’assassinio di Gandhy avvenuto il 30 gennaio di quello stesso anno”.</p>
<p>Nel 1948 Darryl Zanuck compra i diritti di uno dei &#8220;nove racconti&#8221;, “Lo zio Wiggily nel Connecticut”, che diventa un film non eccelso ma fortunato di Mark Robson con Dana Andrews e Susan Hayward. Lo stravolgimento del racconto irrita profondamente Salinger che da allora negherà sempre i diritti per qualsiasi trasposizione dei suoi raconti nel cimena, in teatro o in televisione.</p>
<p>I redattori del New Yorker orientavano i loro scrittori sia sul terreno dello stile narrativo e del linguaggio, sia su quello dei contenuti: ironia intelligente, sofisticato humour metropolitano, trama ridotta al minimo, mai più di due o tre personaggio per racconto, massima concentrazione lessicale.</p>
<p>In quegli anni Salinger comincia a ritirarsi dalla scena mondana di New York. Dedica crescenti energie alla scrittura e in particolare al laborioso cantiere del romanzo, sino a far perdere quasi completamente le tracce di sé. Non ricopre alcun incarico accademico, non partecipa a convegni, conferenze, seminari.</p>
<p>Il rapporto di Salinger con le filosofie e le religioni orientali, che avrà un ruolo molto importante nella sua vita e nella sua narrativa, risale all’inizio degli anni Cinquanta.</p>
<p>Nel 1951 esce, &#8220;The catcher in the rye&#8221; (Il giovane Holden) , il libro a cui Salinger ha lavorato per dieci anni. Il successo, la fama, la leggenda non hanno fino ad oggi accennato a diminuire: a  oltre cinquant&#8217;anni dalla prima stampa il libro vende tuttora 250.000 copie all&#8217;anno solo negli USA.</p>
<p>Il clamore intorno al romanzo disorienta Salinger rinsaldando in lui la diffidenza nei confronti della popolarità rumorosa. Chiede e ottiene che la sua immagine venga rimossa dalla copertina del libro. Fa un lungo viaggio in Europa.</p>
<p>Escono nel 1953 i “Nove racconti” in cui i ragazzi e il loro linguaggio sono l&#8217;occhio critico, la struttura narrativa, il veicolo ideologico in un mondo che ricorda in parte, per sottigliezza inquietudine e tenerezza quello di F.S. Fitzgerald, uno degli autori prediletti di Salinger.</p>
<p>Inizialmente Salinger, trasferito a Cornish, lascia che i giovani del luogo frequentino la sua casa. Poi un giorno un’intervista concessa ad alcuni di loro e destinata alle cronache scolastiche del giornale locale esce come scoop in prima pagina di un quotidiano e lui interrompe i rapporti con loro.</p>
<p>Da allora non ha più concesso interviste.</p>
<p>Nel 1955 escono sul Ney Yorker “Franny and Zooey” e “Raise High the Roof Beam, Carpenters” (Alzate l’architrave carpentieri). Nel febbraio di quell’anno sposa Claire Douglass, una studentessa di origine inglese che qualche tempo prima aveva abbandonato lo scrittore per un matrimonio di breve durata con uno studente di Harvrd. Nasce la loro figlia Margaret Ann.</p>
<p>Nel 1960 nasce il figlio Matthew e nel 1961 “Franny and Zooey” viene pubblicato in volume.</p>
<p>Nel 1965 esce il suo ultimo, lunghissimo racconto, “Hapworth 16, 1924”. Due anni dopo divorzia dalla moglie.</p>
<p>Nel corso di una conversazione telefonica con un corrispondente del New York Times a proposito della pubblicazione pirata dei suoi primi racconti, dice. “Mi piace scrivere. Amo scrivere. Ma scrivo solo per me stesso e per il mio piacere”.</p>
<p>Siti di riferimento:</p>
<p>http://www.cinziatani.com/corsoscrittura/salinger.htm</p>
<p>http://www.girodivite.it/antenati/xx3sec/-salinge.htm</p>
<p>http://www.labottegadellelefante.it/index.php?option=com_content&#38;task=view&#38;id=1800&#38;Itemid=37</p>
<p><em> </em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La Toya Jackson: Mio fratello Michael è stato ucciso]]></title>
<link>http://nikitaitaly.wordpress.com/2009/07/13/la-toya-jackson-mio-fratello-michael-e-stato-ucciso/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 05:53:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>nikitaitaly</dc:creator>
<guid>http://nikitaitaly.wordpress.com/2009/07/13/la-toya-jackson-mio-fratello-michael-e-stato-ucciso/</guid>
<description><![CDATA[Michael Jackson è stato ucciso da una banda di parassiti attirati dal guadagno. Ad affermarlo é la s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Michael Jackson è stato ucciso da una banda di parassiti attirati dal guadagno. Ad affermarlo é la sorella del re del pop, La Toya, in dichiarazioni a due riviste britanniche, The Mail on Sunday e News of the World. Due giorni fa, il padre di Michael Jackson, Joe, in un&#8217;intervista alla catena americana televisiva ABC, aveva affermato che il figlio, morto il 25 giugno per cause ancora sconosciute, era stato vittima di un omicidio.</p>
<p>La sorella della popstar ha dichiarato alla stampa britannica che aveva chiesto un&#8217;autopsia di parte e che era determinata a conoscere tutto sulla morte del fratello: &#8220;Ho un&#8217;idea ben precisa di quelli che saranno i risultati dell&#8217;autopsia&#8221; ha detto, aggiungendo: &#8220;Credo che Michael sia stato assassinato. Non si tratta di una sola persona, ma di più soggetti che hanno cospirato&#8221;.</p>
<p>Anche il padre di Michael Jackson sostiene che il figlio sia stato ucciso. Lo ha dichiarato in una intervista in esclusiva dal canale televisivo Abc News, mentre riprende corpo l&#8217;ipotesi di seppellire il cantante nel suo ranch di Neverland.</p>
<p>&#8220;Credo si sia trattato di assassinio&#8221;, ha detto il padre ed ex manager di Michael, 80 anni, che si aspetta qualche risposta dalla seconda autopsia commissionata dalla famiglia. L&#8217;ipotesi dolosa non è stata mai esclusa dalla polizia di Los Angeles, che a sua volta è in attesa del referto tossicologico sulla salma della star, pronto tra due-quattro settimane. A stringere il cerchio dei sospetti sui collaboratori di Jackson, e in particolare sul medico Conrad Muray, dall&#8217;inizio dichiaratosi innocente, c&#8217;é anche un documento riservato dello sceriffo di Santa Barbara, citato dalla Cnn, secondo cui in passato il cantante era solito farsi somministrare anche 40 pillole al giorno di Xanax, un potente ansiolitico, e chiedeva iniezioni di anestetico per curare l&#8217;insonnia.</p>
<p>&#8220;Non conoscevo il nome di questi farmaci, so che li usava per riposare, perché lavorava così duramente&#8221;, ha confermato Joe Jackson, che ha detto di essere rimasto sbigottito alla notizia del ricovero del figlio: &#8220;Non potevo credere che quello stesse succedendo a Michael&#8221;. Continua intanto la saga sulla destinazione finale di Michael Jackson: mentre la famiglia litiga sulla possibilità di seppellire il cantante nel suo ranch di Neverland, la salma è stata riportata nel cimitero di Forest Lawn, sulle colline di Hollywood.</p>
<p> Berry Gordy, fondatore di Motown, la casa discografica che aveva scoperto i Jackson Five, amico intimo del cantante, ha acconsentito ad ospitare Jacko nella sua cripta di famiglia. La tomba è un vero e proprio mausoleo in miniatura, bianco con colonne all&#8217;entrata e una grossa &#8216;G&#8217;, simbolo del clan dei Gordy.</p>
<p>A parte la bara placcata oro di Jacko, la tomba al momento è vuota. Joseph e Jermaine, il padre ed il fratello del cantante, vorrebbero trasferire la salma a Neverland, il ranch nella contea di Santa Barbara che era stato la casa di Jacko per quasi 20 anni e in cui aveva fatto costruire un parco divertimenti.</p>
<p>Occorre il via libera della Contea di Santa Barbara, ma i familiari di Jackson non l&#8217;hanno ancora contattata. Sia il padre che il fratello vorrebbero allestire un museo nel ranch, che diventerebbe meta di pellegrinaggio dei fan di tutto il mondo. Mamma Katherine, però, non è d&#8217;accordo, come gli altri fratelli preferisce, invece, portare il figlio in un altro posto, nel rispetto di quella sostenga siano le sue ultime volontà.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Almeno 5 i morti in Honduras, tra cui un giornalista assassinato venerdì scorso]]></title>
<link>http://lamericalatina.net/2009/07/06/almeno-5-i-morti-in-honduras-tra-cui-un-giornalista-assassinato-venerdi-scorso/</link>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 05:03:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabrizio Lorusso</dc:creator>
<guid>http://lamericalatina.net/2009/07/06/almeno-5-i-morti-in-honduras-tra-cui-un-giornalista-assassinato-venerdi-scorso/</guid>
<description><![CDATA[RIPORTO UN BREVE ARTICOLO SU QUANTO SUCCEDE A TEGUCIGALPA E NEL RESTO DELL&#8217;HONDURAS, ORMAI GOV]]></description>
<content:encoded><![CDATA[RIPORTO UN BREVE ARTICOLO SU QUANTO SUCCEDE A TEGUCIGALPA E NEL RESTO DELL&#8217;HONDURAS, ORMAI GOV]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A Roberta, la compagna di Aldo Bianzino]]></title>
<link>http://baruda.net/2009/07/01/a-roberta-la-compagna-di-aldo-bianzino/</link>
<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 09:06:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>baruda</dc:creator>
<guid>http://baruda.net/2009/07/01/a-roberta-la-compagna-di-aldo-bianzino/</guid>
<description><![CDATA[Abbiamo conosciuto Roberta nei giorni successivi alla morte di Aldo, giorni drammatici, durissimi, d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Abbiamo conosciuto Roberta nei giorni successivi alla morte di Aldo,</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">giorni drammatici, durissimi, di intense mobilitazioni.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Abbiamo conosciuto la sua forza d&#8217;animo, la sua rabbia, la sua voglia di</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">lottare e il suo desiderio di conoscere la verità.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Una verità insabbiata, nascosta, che non riesce a venire fuori.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Roberta se ne è andata nel silenzio, senza riuscire a conoscerla.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Roberta Radici è la compagna di Aldo Bianzino, il falegname morto</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">misteriosamente nel carcere perugino di Capanne, la notte del 14 ottobre</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">2007. Aldo, insieme a Roberta, era finito in carcere con l&#8217;accusa di</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">possedere e coltivare alcune piante di marijuana e dal quel luogo non è</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">più uscito vivo.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Da allora, insieme a Roberta e suo figlio Rudra, insieme a Gioia (ex</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">moglie di Aldo) e ai figli Elia e Aruna, come Comitato Verità</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">per Aldo;, abbiamo organizzato manifestazioni, iniziative, presidi e</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">volantinaggi affinché si facesse luce su questa vicenda.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Mercoledì 1 luglio alle ore 9.00 presso il Tribunale di Perugia si terrà</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">l&#8217;udienza preliminare relativa alla richiesta di rinvio a giudizio della</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">guardia carceraria in servizio durante quella notte, per il reato di</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">omissione di soccorso.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">Oggi che Roberta non c&#8217;è più, sentiamo, ancora più forte, l&#8217;esigenza di</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">continuare a lottare insieme a Rudra, rimasto solo, e a tutti gli altri</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">familiari. Continueremo insieme.</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">PERCHE&#8217; IN CARCERE PER UNA PIANTA D&#8217;ERBA NON SI DEVE FINIRE</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;margin:0;">PERCHE&#8217; IN CARCERE NON SI PUO&#8217; MORIRE</p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;"> </p>
<p style="font:13px Courier;color:#444444;min-height:16px;margin:0;">COMITATO VERITA&#8217; PER ALDO</p>
<div><span style="color:#444444;font-family:Courier;line-height:normal;"><br />
</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OCCHI DI CRISTALLO]]></title>
<link>http://pompiere.wordpress.com/2009/06/25/occhi-di-cristallo/</link>
<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 11:43:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>iltromba</dc:creator>
<guid>http://pompiere.wordpress.com/2009/06/25/occhi-di-cristallo/</guid>
<description><![CDATA[Un film di Eros Puglielli. Con Luigi Lo Cascio, Lucia Jiménez, José Angel Egido, Carmelo Gomez. Thri]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un film di Eros Puglielli. Con Luigi Lo Cascio, Lucia Jiménez, José Angel Egido, Carmelo Gomez. Thri]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quando la verità sulla morte di Pasolini?]]></title>
<link>http://lucademarco.wordpress.com/2009/06/24/quando-la-verita-sulla-morte-di-pasolini/</link>
<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 23:37:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>lucademarco</dc:creator>
<guid>http://lucademarco.wordpress.com/2009/06/24/quando-la-verita-sulla-morte-di-pasolini/</guid>
<description><![CDATA[Sul blog di Beppe Grillo intervistano Pelosi. La verità sull&#8217;assassinio di Pasolini è sempre s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sul blog di Beppe Grillo intervistano Pelosi. La verità sull&#8217;assassinio di Pasolini è sempre sfiorata. Il poeta trucidato.</p>
<p>Le menzogne che ascoltiamo non sono convincenti. C&#8217;è chi sa. Molti sono morti. Lui sapeva troppe cose, ma non aveva prove.</p>
<p>Il poeta che conosceva l&#8217;onestà intellettuale non aveva prezzo. Farlo fuori, farlo fuori perché era il più grande di tutti. Sapeva. Sapeva, ma non era il solo.</p>
<p>Il caso è ancora aperto. Saremmo fortunati da vedere cosa è veramente stato?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Siessai de noantri]]></title>
<link>http://spifferi.wordpress.com/2009/06/16/siessai-de-noantri/</link>
<pubDate>Tue, 16 Jun 2009 07:46:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>symbel</dc:creator>
<guid>http://spifferi.wordpress.com/2009/06/16/siessai-de-noantri/</guid>
<description><![CDATA[Avete presente la celeberrima serie TV made in USA, iniziata con enorme successo con l&#8217;unica s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignright" title="Ris" src="http://www.iltaccoditalia.info/public/ris.jpg" alt="" width="200" />Avete presente la celeberrima serie TV made in USA, iniziata con enorme successo con l&#8217;unica sigla di CSI (pronuncia &#8220;siessai&#8221;) e poi declinata in tre tronconi a seconda della città nella quale si svolgono gli episodi (Los Angeles, New York e l&#8217;immancabile e ormai vanziniana Miami)?<br />
La serie vede all&#8217;opera un manipolo di agenti fighissimi, ben pettinati e palestrati gli uomini, bellissime e con  un fisico mozzafiato, oltre che molto intelligenti, le donne coordinate da un saggio e misterioso capo che fa loro da chioccia.<br />
Gli avrete visti almeno una volta risolvere un caso grazie all&#8217;analisi di mezzo capello nascosto sotto il cuscino di un divano sulla scena del delitto o grazie all&#8217;analisi di una macchia minuscola di sangue scovata sotto un lavandino nella filettatura di un sifone arrugginito. Incredibili!<br />
Ora, va bene che la fiction e fiction, nessuno pretende nella realtà una vista oltre i 10/10 o un&#8217;analisi del DNA ad uno schioccar di dita ma se facciamo un parallelo con gli ultimi casi di cronaca nera che vanno per la maggiore nel nostro paese è facile farsi prendere dallo sconforto.<br />
A parte che ormai non riesco più a districarmi tra Amande, Solleciti, Franzoni, Lumumbe, Stasi, Garlaschi, Bazzi e Olindi, Erbe, Cogne e Perugia, Erike e Omar, tutti accaduti a poca distanza l&#8217;uno dall&#8217;altro, tutti contesi tra Porta a Porta e Matrix. Tranne il caso eclatante di Erba che comunque ha ancora dei punti oscuri circa le responsabilità da dividere fra i due e il caso di Erika e Omar dove i due sono stati talmente maldestri che ci mancava si facessero le foto affianco ai cadaveri, gli altri casi sommati ad altri storici e mai risolti hanno avuto dei risultati e uno svolgimento alquanto controverso.<br />
E&#8217; possibile che gli ultimi casi citati siano tutti &#8220;giallo&#8221; o &#8220;mistero&#8221;? Possibile che a distanza di mesi e di anni ci sia ancora il dubbio non solo su chi li ha compiuti ma addirittura sulla dinamica? Sono i nostri RIS scarsi? Vespa preme perché si possa fare qualche puntata in più e perché non si giunga presto alla fine? Oppure ogni delinquente in Italia studia il delitto perfetto?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nigeria:la Shell paga 15 milioni per le repressioni su Ogani ]]></title>
<link>http://vlorenzo.wordpress.com/2009/06/10/nigeriala-shell-paga-15-milioni-per-lomicidio-di-un-uomo/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 10:14:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>vlorenzo</dc:creator>
<guid>http://vlorenzo.wordpress.com/2009/06/10/nigeriala-shell-paga-15-milioni-per-lomicidio-di-un-uomo/</guid>
<description><![CDATA[Bushman of southern africa Una delle più grosse aziende petrolifere, Shell, ha sborsato la cifra di ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_106" class="wp-caption aligncenter" style="width: 480px"><a href="http://www.nationalgeographic.com"><img class="size-full wp-image-106" title="bushmen_the-hunt" src="http://vlorenzo.wordpress.com/files/2009/06/bushmen_the-hunt.jpg" alt="Bushman of southern africa" width="470" height="310" /></a><p class="wp-caption-text">Bushman of southern africa</p></div>
<p>Una delle più grosse <strong><span style="text-decoration:underline;">aziende petrolifere</span></strong>, <strong><span style="color:#800080;">Shell</span></strong>, ha sborsato la cifra di <strong><span style="color:#0000ff;">15,5 milioni di euro</span></strong> a riguardo dell&#8217;<span style="text-decoration:underline;"><strong>assassinio di uno scrittore nigeriano Ken Saro-Wiwa</strong></span> e di numerosi abitanti del posto.La vicenda risale al Novembre del 1995.La loro colpa fù quella di <strong><span style="color:#800080;">opporsi al metodo di estrazione del petrolio</span></strong> da parte dell&#8217;azienda petrolifera, quest&#8217;ultima spalleggiata dal <strong><span style="color:#0000ff;">regime militare Nigeriano</span></strong>.Prima di morire, impiccato, Saro-Wiwa disse: «<em>Il Signore accolga la mia anima, ma la lotta continua</em>»..si Saro-Wiwa, <span style="text-decoration:underline;"><strong>hai vinto</strong></span>, e hanno vinto tutta la popolazione degli Ogoni che grazie a te, ora, potranno <strong><span style="color:#800080;">usufruire di un beneficio tale da poter riniziare a vivere</span></strong>.<strong><span style="color:#0000ff;">Jenny Green</span></strong>, avvocato americano che avviò la causa contro la Shell nel 1996 commenta: «<em>Basta questo a riportare in vita i nostri assistiti? Certamente no ma è un messaggio chiaro a tutte le multinazionali che operano nei paesi in via di sviluppo: per fare affari non si possono più violare i <span style="text-decoration:underline;"><strong>diritti umani</strong></span>. Nessuna corporation può più contare sull&#8217;impunità. L’accordo di oggi è sostanzialmente un’assunzione di responsabilità</em>».<strong><span style="color:#800080;"><span style="text-decoration:underline;">Il denaro verrà ditribuito alle famiglie colpite da questo dramma e alla creazione di nuove infrastrutture nella zona del delta del Niger (sanitarie,scolastiche..)</span></span></strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong>Lorenzo</strong></p>
<p style="text-align:right;"><strong></p>
<div id="attachment_107" class="wp-caption aligncenter" style="width: 490px"><strong><a href="http://www.nationalgeographic.com"><img class="size-full wp-image-107" title="africa elefante" src="http://vlorenzo.wordpress.com/files/2009/06/africa-elefante.jpg" alt="stop..non oltre " width="480" height="319" /></a></strong><p class="wp-caption-text">stop..non oltre </p></div>
<p></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Caduto sul campo]]></title>
<link>http://lasentinelladellalaicita.wordpress.com/2009/06/02/caduto-sul-campo/</link>
<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 13:31:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>lafayette70</dc:creator>
<guid>http://lasentinelladellalaicita.wordpress.com/2009/06/02/caduto-sul-campo/</guid>
<description><![CDATA[Una delle ultime interviste del Dottor George Tiller,medico abortista assassinato qualche giorno fa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Una delle ultime interviste del Dottor George Tiller,medico abortista assassinato qualche giorno fa in una chiesa del Kansas da un fanatico &#8220;pro-life&#8221;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cG3YtK7tB8c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cG3YtK7tB8c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Colombia: urlare contro il vento!]]></title>
<link>http://carlaefox.wordpress.com/2009/05/28/colombia-urlare-contro-il-vento/</link>
<pubDate>Thu, 28 May 2009 09:38:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>adolfo1959</dc:creator>
<guid>http://carlaefox.wordpress.com/2009/05/28/colombia-urlare-contro-il-vento/</guid>
<description><![CDATA[Colombia - Chiesa Blu fonte articolo http://www.porteaperteitalia.org Oggi parliamo di Colombia, di ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_541" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.carlaefox.it"><img class="size-full wp-image-541" title="colombia_chiesa_blu" src="http://carlaefox.wordpress.com/files/2009/05/colombia_chiesa_blu.jpg" alt="Colombia - Chiesa Blu" width="150" height="113" /></a><p class="wp-caption-text">Colombia - Chiesa Blu</p></div>
<p>fonte articolo <a href="http://www.porteaperteitalia.org">http://www.porteaperteitalia.org</a></p>
<p>Oggi parliamo di Colombia, di uno dei paesi più violenti di questo pianeta. Esattamente un mese fa scrivevamo che in <a href="http://www.porteaperteitalia.org/index.php?id=10,68,0,0,1,0" target="_blank"><strong>Colombia la persecuzione c’è</strong></a>, mentre solo un paio di settimane fa vi riportavamo la notizia straziante dell’assassinio di <a href="http://www.porteaperteitalia.org/index.php?id=10,315,0,0,1,0" target="_blank"><strong>una coppia di cristiani</strong></a>, ex-guerriglieri convertiti a Cristo, nella città di La Esmeranda, dipartimento di Arauca. In quell’ultimo articolo vi parlavamo anche della reazione della cittadinanza, spossata dalle violenze dei guerriglieri, mentre oggi vogliamo ricordarvi il nostro impegno in questa terra, parlandovi di uno dei tanti “piccoli e grandi” progetti che Porte Aperte ha deciso da tempo di finanziare.Ci riferiamo alla <strong>Casa per Bambini aperta il 15 gennaio del 2000</strong> appositamente per dare protezione, ristoro e supporto ai figli di pastori e di leader delle chiese attaccati o minacciati dalla guerra civile – come alcuni la definiscono – che sconvolge certe zone della Colombia. Questi bambini arrivano da diverse regioni e vengono accuditi nel centro, che oltre ad essere una casa-rifugio è anche una scuola. In questo momento, sono ben <strong>52 gli ospiti</strong>. L’anno scolastico inizia il 26 gennaio e finisce il primo venerdì di dicembre e le materie comprendono tra le altre lezioni di falegnameria, artigianato, discepolato, musica e teatro, per sviluppare sia la creatività che la manualità dei ragazzi (quest’ultima è essenziale in un paese come questo). L’approfondimento dei principi biblici è una parte importante della vita di questi ragazzi (sapete quanto Porte Aperte si impegni in questo senso!), non solo a scuola, ma anche a casa. Vi parliamo di questo centro perché proprio <em><strong>nel 2009 lo abbiamo ristrutturato e ammodernato</strong></em> (visti i preziosi risultati ottenuti con i ragazzi) con i seguenti miglioramenti: nuove classi, nuovi alloggi, una libreria, è stata allargata la sala pranzo e sono stati ristrutturati i bagni per i ragazzi e la lavanderia, oltre ad acquistare del mobilio nuovo.</p>
<p>Tra questi ragazzi non manca chi consacra totalmente la propria vita a Dio, battezzandosi e iniziando dei percorsi formativi biblici più approfonditi. Vi ricordiamo che questi giovani vengono da realtà davvero molto dure, alcuni scampati a un presente e a un futuro da baby-soldati o da terribili esperienze di persecuzione a danno delle loro famiglie. A volte, di fronte a tutto il lavoro che c&#8217;è da fare, a tutte le emergenze che sommergono il mondo della Chiesa perseguitata, ci sembra di &#8220;urlare contro il vento&#8221;, ma non dimentichiamo che ogni vita salvata è un dono del cielo e che <a title="Gesù ti Ama" href="http://www.gesutiama.com" target="_self">Dio</a> è con noi.</p>
<p><a href="http://bologna.annuncia.it/Annunci-gratuiti/3-Musica/Musicisti/54179/Carla-Rivi-e-Dj-Mr-Fox-musica-cristiana-live-e-gospel-house.html" target="_blank">http://bologna.annuncia.it/Annunci-gratuiti/3-Musica/Musicisti/54179/Carla-Rivi-e-Dj-Mr-Fox-musica-cristiana-live-e-gospel-house.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[19/05/1990  19/05/09 AURO BRUNI VIVE]]></title>
<link>http://baruda.net/2009/05/19/19051990-190509-auro-bruni-vive/</link>
<pubDate>Tue, 19 May 2009 09:23:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>baruda</dc:creator>
<guid>http://baruda.net/2009/05/19/19051990-190509-auro-bruni-vive/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a rel="attachment wp-att-2667" href="http://baruda.net/2009/05/19/19051990-190509-auro-bruni-vive/dax_pesce_131007_1/"><br />
<img class="size-full wp-image-2667 aligncenter" title="dax_pesce_131007_1" src="http://baruda.wordpress.com/files/2009/05/dax_pesce_131007_1.jpg" alt="dax_pesce_131007_1" width="700" height="466" /></a><a rel="attachment wp-att-2668" href="http://baruda.net/2009/05/19/19051990-190509-auro-bruni-vive/dax_pesce_131007_2/"><img class="aligncenter size-full wp-image-2668" title="dax_pesce_131007_2" src="http://baruda.wordpress.com/files/2009/05/dax_pesce_131007_2.jpg" alt="dax_pesce_131007_2" width="700" height="466" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Omicidio Carlos Palomino nella metropolitana: il video]]></title>
<link>http://baruda.net/2009/05/11/omicidio-carlos-palomino-nella-metropolitana/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 14:26:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>baruda</dc:creator>
<guid>http://baruda.net/2009/05/11/omicidio-carlos-palomino-nella-metropolitana/</guid>
<description><![CDATA[La ricostruzione del filmato, attraverso 7 diverse telecamere, dell&#8217;omicidio di Carlos Palomin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/aDSXnnjZAWA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/aDSXnnjZAWA&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
La ricostruzione del filmato, attraverso 7 diverse telecamere, dell&#8217;omicidio di Carlos Palomino 16 anni, ammazzato a coltellate dal fascista Josué Estébanez,soldato di 23 anni. L&#8217;assassinio avvenne l&#8217;11 novembre sui vagoni della metropolitana di Madrid: il fascista (che ora rischia 29 anni di carcere) si stava recando ad una manifestazione xenofoba in un quartiere ad altissima concentrazione di migranti, mentre il giovane Carlos stava andando nello stesso posto, alla contromanifestazione, insieme ad un gruppo di compagni. Il video è stato reso pubblico qualche ora fa<br />
Questo video lascia sconcertati&#8230;ma come si fa a lasciar ammazzare così un compagno? Da una merda tutta sola armata di un coltello?<br />
Ma non sappiamo più difenderci? Tutti a scappar via&#8230;invece di spaccargli la testa&#8230;<br />
MA CHE STAVANO FACENDO TUTTI GLI ALTRI? SONO SENZA PAROLE</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anniversario dell’assassinio di Aldo Moro]]></title>
<link>http://fidest.wordpress.com/2009/05/11/anniversario-dell%e2%80%99assassinio-di-aldo-moro/</link>
<pubDate>Mon, 11 May 2009 05:32:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>fidest</dc:creator>
<guid>http://fidest.wordpress.com/2009/05/11/anniversario-dell%e2%80%99assassinio-di-aldo-moro/</guid>
<description><![CDATA[“L’anniversario del giorno più triste per un Paese colpito al cuore delle sue Istituzioni è senz’alt]]></description>
<content:encoded><![CDATA[“L’anniversario del giorno più triste per un Paese colpito al cuore delle sue Istituzioni è senz’alt]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
