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	<title>assedio-moral &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/assedio-moral/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "assedio-moral"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 16:42:52 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Danos morais na relação de trabalho. O assédio moral e o assédio sexual]]></title>
<link>http://renatomeloadv.wordpress.com/2009/11/30/danos-morais-na-relacao-de-trabalho-o-assedio-moral-e-o-assedio-sexual/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 16:21:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Renato</dc:creator>
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<description><![CDATA[Por: Renato Melo O trabalhador tem na sua reputação, conquistada muitas vezes em anos acumulados de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div>
<p>Por: Renato Melo</p>
<p>O trabalhador tem na sua reputação, conquistada muitas vezes em anos acumulados de esforço, profissionalismo e dedicação, como seu grande patrimônio. Na relação de trabalho o respeito mútuo entre funcionários ou entre estes e os patrões é um dever de urbanidade, oriundo da capacidade de raciocínio que possuímos. Porém como sabido, tal respeito em muitos casos é ignorado, o que acaba por atingir a honra, a imagem e a dignidade da pessoa, causando-lhe sofrimento.   </p>
<p> A Constituição Federal vigente, no artigo 5º, inciso X garante a inviolabilidade à intimidade, a vida privada, a honra, e a imagem das pessoas. Em caso de violação, é dever de quem violar tais garantias indenizar a vítima pelos danos morais e materiais que sofrer.</p>
<p> O código civil, bem cuida da responsabilidade civil, que engloba os danos materiais e morais, nos artigos 927 e seguintes. O regramento jurídico diz que qualquer pessoa que causar dano a outrem por ato ilícito, é obrigado a repará-lo. Portanto a responsabilidade civil é o dever de reparar o prejuízo que uma pessoa causou a outra, seja por fato próprio ou por alguém que dela dependa.</p>
<p> Ainda na seara civil, a responsabilidade civil é dividida em responsabilidade objetiva e subjetiva. A primeira, é caracterizada quando a atividade por sua natureza causar riscos a alguém. Neste caso, a vítima não precisa demonstrar culpa do agente para a configuração do dano. Basta demonstrar que houve o dano e a relação de causalidade com o fato ocorrido. É o caso de objetos que caem de  edifício ou construção, contidos no artigo 938 do código civil, ou o caso do seguro obrigatório, em que basta a ocorrência do fato, acidente automobilístico, e o dano sofrido, sem a necessidade de comprovação de culpa.</p>
<p> Já a segunda citada, responsabilidade subjetiva, é necessário além da ocorrência do fato e do dano sofrido pela vítima, a culpa em sentido amplo. Diz-se sentido amplo pois é englobada a culpa em sentido estrito, que é a negligencia ou imprudência e o dolo que se trata da ação ou omissão voluntária. A culpa em sentido amplo está descrita no artigo 186 do código civil vigente:</p>
<p>  “Art. 186. Aquele que, por ação ou omissão voluntária, negligência ou imprudência, violar direito e causar dano a outrem, ainda que exclusivamente moral, comete ato ilícito.”</p>
<p> O dano moral na relação de trabalho pode ocorrer de diversas maneiras, como por exemplo por meio de divulgações maliciosas sobre a vida do empregado, tais como a opção sexual do empregado ou se ele é portador de alguma grave doença. Pode haver também a configuração do dano moral no caso da dispensa do empregado por furto ou roubo, caso não seja comprovado sua autoria. Outras formas são os uso de palavras ou gestos que ofenda a sua honra, traga humilhação, como no caso de uso de palavrões, ou apelidos pejorativos. Houve um acórdão do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo, em que foi proferido pelo nobre Juiz relator Eduardo de Azevedo Silva, que bem ilustrou a ocorrência de danos morais sofridos na relação de trabalho, senão vejamos:</p>
<blockquote><p><em>Dano moral</em></p>
<p><em>Ao contrário do que alega a ré, o autor fez, sim, prova das suas alegações. A testemunha apresentada, (…)*, disse que “presenciou o referido proprietário agredir verbalmente o autor, perguntando a ele se ‘havia sido parido ou cagado’, xingando-o de burro, e dizendo ao autor que ele era pior do que um funcionário que lá existia e portador da Síndrome de Dawn” (fl. 146). E ainda que as agressões físicas não tenham sido presenciadas pela testemunha, as agressões verbais foram. (*nome suprimido pelo autor.)</em></p></blockquote>
<p> Outra forma de dano moral ao empregado é a formação da famosa “lista negra”, em que o empregador inclui nomes de empregados que tenha entendido não ter sido bom para a empresa, e distribui entre as demais, para que outras empresas não os contratem. Pode-se citar também quando o empregador dá informações falsas sobre o empregado a outra empresa que pretende contratá-lo, ou ainda anota na CTPS os motivos da dispensa do empregado.</p>
<p> Os acidentes do trabalho também podem ensejar a reparação dos danos morais sofridos pelo empregado.</p>
<p> Há outras tantas formas para a caracterização do dano moral na relação de trabalho, mas o nosso objetivo não é esgotá-las, é tão somente utilizá-las como ilustração.</p>
<p> Além dos danos morais praticados, o agente, dependendo do tipo de ofensa praticada, pode responder criminalmente pelos delitos contidos nos artigos referentes aos crimes contra a honra, dos artigos 138 ao 140 do código penal pátrio. O abuso cometido pelo empregador pode ser antes do início do contrato de trabalho, durante ou no momento do encerramento do contrato.</p>
<p> Entende-se que o dano moral é gênero, da qual são espécies o assédio moral e o sexual.</p>
<p> O assédio moral é a conduta que visa humilhar, menosprezar, expor o trabalhador ao ridículo, persegui-lo, geralmente com o objetivo de forçá-lo a pedir demissão. Em regra, as atitudes tomadas pelo assediador são repetitivas e constantes, no período da jornada de trabalho e em razão das funções do empregado, fato que difere de outras formas de dano moral, que basta um fato para a caracterização. A conduta do assediador não precisa ser explícita. Gestos de maneira sutil, trocadilhos, indiferença, desprezo e outras formas, são utilizados para assediar a vítima.</p>
<p> Como conseqüência do assédio moral, podem ocorrer danos à saúde do empregado, que em muitos casos necessitam de ajuda médica e psicológica para tratamento dos transtornos causados.</p>
<p> A vítima de assedio moral poderá  requerer a rescisão indireta do contrato de trabalho. Isso quer dizer que o empregado deverá receber todas a verbas indenizatórias, como se despedido sem justa causa fosse, inclusive com o aviso prévio, constante no artigo 487, parágrafo 4º da CLT, além da indenização pelo dano moral e material sofrido. O empregador também poderá dispensar por justa causa o causador do assédio moral, com base no artigo 482, alínea b da mesma Consolidação das Leis do Trabalho.            </p>
<p> Em relação ao assédio sexual, desta vez o assediador prevalece da sua condição de superior hierárquico para pretender obter favorecimentos sexuais, que é a conjunção carnal ou outro ato libidinoso da vítima. O assediador utiliza-se de condutas repetitivas, muito embora não seja necessário, chantagiosas, insinuantes,  com o objetivo de impor a vontade em obter favores sexuais, como condição para manter o emprego da vítima ou promovê-la. Caso o agente simplesmente manifeste o desejo em iniciar relação afetiva com alguém, mesmo com a presença da hierarquia no trabalho, não será caracterizado o assedio sexual, pois neste caso a pessoa assediada poderá aceitar ou não a manifestação do agente, sem qualquer prejuízo.</p>
<p> Da mesma forma que em outros meios de danos morais na relação de trabalho, o assediado poderá requerer a rescisão indireta do contrato de trabalho e indenização pelos danos morais e materiais eventualmente sofridos. Ademais, o assedio sexual é crime, contido no artigo 216-A do código penal brasileiro.</p>
<p> Os danos morais na relação de trabalho também são prejudiciais à empresa, pois podem gerar um ambiente hostil e diminuir a produção.   </p>
<p> <strong>Bibliografia:</strong></p>
<p><strong>DINIZ, </strong>Maria Helena. Curso de Direito Civil Brasileiro, Vol 7, 23ª Ed. 2009<strong></strong></p>
<p><strong>MARTINS,</strong> Sérgio Pinto. <em>Direito do Trabalho</em>. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2001</p>
<p><strong>NASCIMENTO,</strong> Sonia Mascaro.<em> Assédio moral.</em>  1ª, ed. São Paulo: Saraiva, 2009</p>
<p><strong>MELO,</strong> Nehemias Domingos de. <em>Dano moral trabalhista. </em>1ª. Ed. São Paulo:Atlas, 2007</p>
<p><strong>SILVESTRIN</strong>, Gisela Andréia. O dano moral no Direito do Trabalho . <strong>Jus Navigandi</strong>, Teresina, ano 9, n. 664, 1 maio 2005. Disponível em: http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=6658&#62;. Acesso em:24 nov. 2009.</p>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ECOPLANET - Site de Busca é Preto e Verde. Economiza por volta de 20% de Energia do Monitor e Planta uma Árvore a cada 50.000 pesquisas. Você tem idéia do quanto se economiza? Não!? Então leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/28/ecoplanet-site-de-busca-do-google-e-preto-e-verde-economiza-por-volta-de-20-de-energia-do-monitor-e-planta-uma-arvore-a-cada-50-000-pesquisas/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 05:57:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Desde agosto de 2009 o eco4planet efetua o plantio de árvores a cada 50.000 pesquisas. Utilizando o ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Caminhoneiro que dormia no caminhão e era obrigado a cantar o hino nacional receberá indenizações ]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/11/13/caminhoneiro-que-dormia-no-caminhao-e-era-obrigado-a-cantar-o-hino-nacional-recebera-indenizacoes/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 11:58:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fere a dignidade da pessoa humana o fato de o motorista ter que dormir no caminhão, em condições ina]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fere a dignidade da pessoa humana o fato de o motorista ter que dormir no caminhão, em condições inadequadas para o necessário repouso e descanso, aproveitando-se o empregador dessa situação para ver protegida a sua carga. Essa questão foi objeto de análise da 1ª Turma do TRT-MG, que entendeu caracterizado o dano moral, ficando configurada a obrigação da empresa de indenizar o caminhoneiro que trabalhava nessas condições. A Turma julgadora confirmou ainda a condenação por assédio moral ao constatar que a reclamada humilhava e ridicularizava o trabalhador, obrigando-o a cantar o hino nacional em público como forma de punição por atrasos.</p>
<p>No caso, ficou demonstrado, pela prova testemunhal, que a reclamada adiantava semanalmente ao caminhoneiro o valor de R$215,00 para custear as despesas com o pagamento dos chapas, hospedagem e alimentação. Porém, essa quantia era insuficiente para cobrir todas as despesas, o que levava o motorista a dormir no caminhão sem qualquer conforto e segurança. As testemunhas declararam que somente com o chapa eram gastos cerca de R$40 a R$50,00 por dia. Havia a orientação da reclamada para que os caminhoneiros procurassem pousadas para o pernoite. Mas, conforme relatos, entre ter que trabalhar sem ajudante e dormir no caminhão, o motorista optava pelo desconforto do pernoite para evitar o maior desgaste no dia seguinte.</p>
<p>Na avaliação do relator do recurso, juiz convocado José Marlon de Freitas, o pernoite no caminhão era conveniente para a empresa, diante da necessidade de vigilância do seu patrimônio. Sendo assim, o relator reprovou essa prática, que atendia ao interesse patronal, desrespeitando o direito do reclamante ao necessário repouso adequado e seguro.</p>
<p>O juiz constatou ainda que o trabalhador era vítima de humilhações e chacotas por parte da empresa, evidenciando o assédio moral. Os depoimentos das testemunhas revelaram que, nas segundas-feiras, antes do início das viagens, a reclamada fazia uma reunião com os motoristas. Aquele que chegasse atrasado tinha o dever de cantar o hino nacional na frente dos outros e era alvo de chacotas, fato ocorrido com o reclamante. <em>“Utilizar-se de um símbolo nacional, certamente em razão do grau de dificuldade da sua letra e entonação, para fazer chacota com o empregado é ir longe demais, é ter péssimo gosto. E vem o recurso referir-se à exaltação patriótica!” </em>– ponderou o magistrado, confirmando as duas condenações, por assédio moral (no valor de 10 mil reais) e por danos morais (fixada em 16 mil reais) decorrente do fato de o empregado ter de dormir no caminhão.</p>
<p><em>( <a href="submitForm('ConsultarProcesso');">RO nº 00790-2008-095-03-00-0</a> )</em></p>
<p><em>Fonte: TRT 3a Região.</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[BB pede extinção de processo por assédio moral]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/11/12/bb-pede-extincao-de-processo-por-assedio-moral/</link>
<pubDate>Thu, 12 Nov 2009 10:54:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
<guid>http://carolinagl.wordpress.com/2009/11/12/bb-pede-extincao-de-processo-por-assedio-moral/</guid>
<description><![CDATA[Por Fabiana Schiavon O Banco do Brasil está contestando a Ação Civil Publica ajuizada pelo Sindicato]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Por Fabiana Schiavon</p>
<p>O Banco do Brasil está <a href="http://	http://www.conjur.com.br/dl/contestacao-banco-brasil.pdf">contestando</a> a Ação Civil Publica ajuizada pelo Sindicato dos Bancários de Brasília na 21ª Vara do Trabalho do estado. Como já havia<a href="http://www.conjur.com.br/2009-out-23/diretor-juridico-bb-defende-acusacoes-assedio-moral">adiantado</a> para a revista <strong>Consultor Jurídico</strong>, a entidade pede a extinção do processo, dando a sua versão em cada caso apontado na petição. Na ação, o Sindicato acusa de assédio moral o diretor jurídico Joaquim Portes de Cerqueira Cesar.</p>
<p>Em relação às dispensas de comissionados, o banco afirma que é comum, na troca de chefias, a renovação das equipes com a convocação de nomes da confiança do novo diretor. Segundo contestação do banco, o número de descomissionados na área jurídica são menores do que em outras áreas e as demissões são sempre decididas de forma colegiada. De acordo com o documento, o departamento jurídico do banco representou 1,3% das demissões da instituição entre 2000 e 2009.</p>
<p>Entre as acusações trazidas pelo Sindicato, está o caso de Nelson Kamura, ex-chefe da Ajure-SP. Ele foi transferido para a diretoria do banco em Brasília pelo diretor de então, Miguel Oscar Viana Peixoto, para um cargo três níveis abaixo do que exercia e que nunca mais recuperou seu salário. O mesmo ocorreu com Roque Mendes Rech, chefe do Núcleo Jurídico do Estado de São Paulo, que pediu aposentadoria. De acordo com o Banco do Brasil, Cerqueira César não pode ser responsabilizado por atos que não praticou.</p>
<p>Outra alegação da defesa do Banco do Brasil é quanto ao pedido de indenização no valor de R$ 1 milhão em reparação pelos danos causados à sociedade — a ação não trata de danos morais coletivos. “O sindicato não defende a categoria, mas o interesse de alguns advogados integrantes do quadro jurídico”, afirma-se. O banco também questiona a legitimidade do sindicato para entrar com este tipo de ação, que seria de exclusividade do Ministério Público do Trabalho.</p>
<p>Entre outras justificativas, a ação ainda repete o pedido já feito em outro processo, por parte do Ministério Público do Trabalho que tramita na 7ª Vara de Trabalho de Brasília e no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região. Neste caso, o MPT também pede a anulação das ordens dadas pelo diretor jurídico e indenização por danos morais coletivos. Nesse processo, o BB tentou justificar que já faz parte de sua rotina apurar atos de assédio moral. O juiz não comprou a ideia e pediu que fosse criada uma comissão para receber e investigar denúncias de assédio moral. O banco entrou com diversos recursos que ainda tramitam na Justiça.</p>
<p>Clique <a href="http://	http://www.conjur.com.br/dl/contestacao-banco-brasil.pdf">aqui</a> para ler a contestação.</p>
<p>Fonte: Consultor Jurídico.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geyse Arruda - Aluna hostilizada na UNIBAN é Expulsa por quebra do decoro, ética, moralidade e Dignidade. De vítima à Ré. Advogado da Uniban afirmou que a Aluna teria levantado o vestido e provocado o tumulto. Ministério da Educação cobrará explicação da Universidade, que no dia 09/11/09 revogou a expulsão.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lei do Assédio Moral segue sem regulamentação]]></title>
<link>http://vaniagalvao.wordpress.com/2009/11/09/lei-do-assedio-moral-segue-sem-regulamentacao/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 14:08:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>vaniagalvao</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Lei 6.986/2006, que dispõe sobre a caracterização do assédio moral nas dependências de Administraç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://vaniagalvao.wordpress.com/files/2009/11/assedio_moral1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1188" title="assedio_moral" src="http://vaniagalvao.wordpress.com/files/2009/11/assedio_moral1.jpg" alt="assedio_moral" width="336" height="346" /></a></p>
<p>A Lei 6.986/2006, que dispõe sobre a caracterização do assédio moral nas dependências de Administração Pública Municipal, foi aprovada em 31 de janeiro de 2006. De autoria da Vereadora Vânia Galvão, a lei caracteriza o assédio moral como toda ação, seja ela gestual, verbal, visual ou simbólica, praticada de forma constante, por agente, servidor, empregado ou qualquer pessoa da Administração Pública que tenha por objetivo atingir a auto-estima ou a autodeterminação de outro agente, servidor, empregado ou pessoa exercente de cargo ou função pública. Apesar dos mais de três anos da sua aprovação, a lei nunca foi regulamentada o que impede a aplicação prática do que ela determina, inclusive a punição dos infratores a ela. Cabe à Prefeitura Municipal regulamentar a lei e possibilitar sua aplicação, por isso devemos exigir do poder público municipal que essa atitude seja tomada como garantia dos direitos e do bem estar dos servidos municipais da nossa cidade.</p>
<p>+ <a href="http://vaniagalvao.wordpress.com/lei-do-assedio-moral/" target="_self">Veja a Lei 6.986/2006 na íntegra</a></p>
<p>+ <a href="http://www.slideshare.net/vaniagalvao/cartilha-assedio-moral" target="_blank">Veja cartilha sobre o assunto</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Assédio Moral e o papel dos Sindicatos]]></title>
<link>http://acordocoletivo.wordpress.com/2009/11/03/assedio-moral-e-o-papel-dos-sindicatos/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 23:07:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>josepffilho</dc:creator>
<guid>http://acordocoletivo.wordpress.com/2009/11/03/assedio-moral-e-o-papel-dos-sindicatos/</guid>
<description><![CDATA[Fonte: http://www.sinal.org.br/assedio_moral.asp Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Centra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Fonte: <a href="http://www.sinal.org.br/assedio_moral.asp">http://www.sinal.org.br/assedio_moral.asp</a></p>
<p>Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central</p>
<p>“Os sindicatos, cujo papel é defender os assalariados, deveriam colocar entre os seus objetivos uma proteção eficaz contra o assédio moral e outros atentados à pessoa do trabalhador.”</p>
<p>(Marie-France Hirigoyen)<br />
 </p>
<p><strong>Menu</strong><br />
<a href="http://br.groups.yahoo.com/group/assedio_moral">Grupo</a><br />
<a href="http://assediomoralemfoco.wordpress.com">Blog</a><br />
<a href="//www.sinal.org.br/assedio_moral/show_materias.asp?codigo=8','','status=no,scrollbars=yes,width=690,height=500')">Projeto de Lei sobre Assédio Moral</a><br />
<a href="http://www.sinal.org.br/assedio_moral/materias.asp?tipo=sugestoes&#38;nome=Sugestões de alteração na lei">Sugestões de alteração na lei</a><br />
<a href="http://www.sinal.org.br/assedio_moral/materias.asp?tipo=informativos&#38;nome=Informativos">Informativos</a><br />
<a href="http://www.sinal.org.br/assedio_moral/materias.asp?tipo=saibamais&#38;nome=Saiba Mais...">Saiba mais&#8230;</a><br />
<a href="http://www.assediomoral.org/" target="_blank">Link</a><br />
<a href="mailto:econteudo@sinal.org.br">Dê sua sugestão aqui</a></p>
<p><strong><br />
Esteja atento e contribua na elaboração da lei<br />
 </strong></p>
<p>O assédio moral é um problema grave e insidioso, que pode acontecer em família, em sociedade ou nas empresas.</p>
<p>Trata-se de um conjunto de comportamentos que, voluntária ou involuntariamente, leva a vítima ao desequilíbrio psicológico e à instabilidade emocional.</p>
<p>Essas práticas incluem insinuações e subentendidos, entre outras formas de agressão verbal disfarçada, e podem efetivamente levar uma pessoa à infelicidade no meio em que vive ou trabalha.</p>
<p>O governo está preparando uma regulamentação sobre o Assédio Moral no Serviço Público. Em recente reunião havida entre este Sindicato e o <a href="http://www.planejamento.gov.br">MPOG</a>, o governo sinalizou que poderá enviar à Casa Civil, até novembro de 2006, um projeto que contemple o assunto.</p>
<p>O <a href="http://www.sinal.org.br">SINAL</a> vem participando de diversas iniciativas de regulamentação junto àquele Ministério, de questões de interesse do funcionalismo do <a href="http://bacen.gov.br/">BC</a>, em especial a Insalubridade e a Aposentadoria Especial; trabalhará, também, na regulamentação dessa matéria.</p>
<p>Se você tem alguma opinião formada sobre o assunto, encaminhe-nos suas idéias. Se quer inteirar-se melhor sobre a matéria, dispomos, neste <em>link</em>, de vários textos para consulta (em <em>Saiba mais</em> &#8230;).</p>
<p>Dispomos aqui também de uma <a href="http://www.prto.mpf.gov.br/pub/geral/assediom.pdf">Cartilha sobre Assédio Moral no Serviço Público</a>, das sugestões/propostas de alteração do projeto que já nos foram encaminhadas, como também disponibilizaremos todos os informativos que divulgarmos sobre a matéria.</p>
<p>A última proposta que recebemos do MPOG sobre o assunto é o texto que você pode acessar acima, clicando em <strong>Projeto de Lei sobre Assédio Moral</strong>.</p>
<p><a href="http://www.altavista.com/web/results?itag=ody&#38;q=Cartilha+sobre+Ass%C3%A9dio+Moral+no+Servi%C3%A7o+P%C3%BAblico&#38;kgs=1&#38;kls=0">AltaVista</a></p>
<p><strong>As contribuições do funcionalismo serão extremamente bem-vindas, já estão sendo disponibilizadas para conhecimento de todos, e poderão ser feitas pelo <em>e-mail</em> <a href="mailto:econteudo@sinal.org.br" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">econteudo@sinal.org.br</span></a>.</strong></p>
<p><strong>Veja mais no grupo sobre Assédio Moral &#8211; <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/assedio_moral">grupo </a>/ <a href="http://assediomoralemfoco.wordpress.com">blog</a>.</strong></p>
<p><strong>Discuta tb o tema nas CIPAS &#8211; <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/CIPAS_BR/">grupo</a>  </strong></p>
<p><strong> <a href="http://www.sinal.org.br/email/informativo_dieese.pdf">DIEESE e Inflação</a></strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Protesto - Boletos de Condomínio e Aluguel - Estado de São Paulo. A Lei 13.160/08 do Estado de São Paulo permite protestar boletos de condomínio e de aluguel. Mas alguns documentos devem ser apresentados. Leia a Matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/03/protesto-boletos-de-condominio-e-aluguel-estado-de-sao-paulo-a-lei-13-16008-do-estado-de-sao-paulo-permite-protestar-boletos-de-condominio-e-de-aluguel-mas-alguns-documentos-devem-ser-apresenta/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 20:50:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/03/protesto-boletos-de-condominio-e-aluguel-estado-de-sao-paulo-a-lei-13-16008-do-estado-de-sao-paulo-permite-protestar-boletos-de-condominio-e-de-aluguel-mas-alguns-documentos-devem-ser-apresenta/</guid>
<description><![CDATA[A Lei 13.160/08 de 21/07  permite protestar boletos de condomínio e de aluguel. De autoria da deputa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Lei 13.160/08 de 21/07  permite protestar boletos de condomínio e de aluguel. De autoria da deputa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[JUSTIÇA NA ERA DIGITAL - VIDEOCONFERÊNCIA - São mais de 4.000 Audiências através de Videoconferência, Economizando Dinheiro, Transporte, Material, Vidas Humanas, Tempo, etc.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/25/justica-na-era-digital-videoconferencia-%c2%b4sao-mais-de-4-000-audiencias-atraves-de-videoconferencia-economizando-dinheiro-transporte-material-vidas-humanas-tempo-etc/</link>
<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 21:28:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[O Governo de São Paulo anunciou na quinta-feira, 22/10/2009, os locais de instalação das 50 novas sa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Governo de São Paulo anunciou na quinta-feira, 22/10/2009, os locais de instalação das 50 novas sa]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida tem preço sim!! O STJ publicou Matéria Especial tentando buscar parâmetros para uniformizar valores de DANOS MORAIS relativos a várias Danos, inclusive a Morte. Veja a Matéria e Descubra quanto o STJ entende valer nossas Vidas.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/18/vida-tem-preco-e-o-stj-publicou-materia-especial-tentando-buscar-parametros-para-uniformizar-valores-de-danos-morais-relativos-a-varias-danos-inclusive-a-morte-veja-a-materia-e-descubra-quanto-o-stj/</link>
<pubDate>Sun, 18 Oct 2009 10:40:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[STJ busca parâmetros para uniformizar valores de danos morais Por muitos anos, uma dúvida pairou sob]]></description>
<content:encoded><![CDATA[STJ busca parâmetros para uniformizar valores de danos morais Por muitos anos, uma dúvida pairou sob]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cárcere privado e intimidação geram indenização para trabalhador]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/10/11/carcere-privado-e-intimidacao-geram-indenizacao-para-trabalhador/</link>
<pubDate>Sun, 11 Oct 2009 13:43:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
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<description><![CDATA[A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação em danos morais, no valor de R$ ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação em danos morais, no valor de R$ 15 mil, imposta à empresa Dan Vigor Indústria e Comércio de Laticínios Ltda., por ter mantido empregada sob vigilância armada por um longo período, para ser inquirida, sofrendo pressão psicológica, intimidação e insultos. A Turma acompanhou o relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, que entendeu ter sido configurado de forma clara, abuso de poder diretivo.</p>
<p>A questão teve início há quatro anos, quando a empregada, ao chegar na empresa para iniciar seu expediente, foi encaminhada, juntamente com outros colegas, a uma sala e lá permaneceram trancados e incomunicáveis, sob vigilância de um funcionário armado, e sendo insultados, com palavras de baixo calão, por funcionários da empresa que apuravam ato de sabotagem em uma máquina de produção.</p>
<p>Ao verificar a existência de elementos probatórios no processo, como a confissão de um preposto de que o grupo permaneceu das 7h às 12h30 na referida sala, sofrendo abusos e pressão psicológica, o TRT de Campinas (15ª) Região manteve a indenização por dano moral, deferida pelo Juízo de Primeiro Grau. “Ante o contexto fático delineado, não se percebe afronta aos dispositivos de lei e constitucionais indicados como vulnerados, porque caracteriza a conduta abusiva da empresa, a evidenciar o ato ilícito praticado e o dano sofrido pela autora”.</p>
<p>A empresa se insurgiu contra a condenação por danos morais, por entender exagerada e proporcionar o enriquecimento sem causa. Mas, para o relator do processo, no TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, o valor deve ser mantido, levando-se em conta o grau de culpa da Dan Vigor, a gravidade e extensão do dano, além da sua capacidade econômica, segundo o preposto com faturamento de três milhões e oitocentos mil reais/mês. (RR-371/2007-040-15-00.3)</p>
<p>Lourdes Côrtes</p>
<p>Fonte: TST.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As EMPRESAS em Geral e em especial as empresas de Call Center podem CONTROLAR O USO DO BANHEIRO ou TOALETE, pelos funcionários?]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/10/as-empresas-em-geral-e-em-especial-as-empresas-de-call-center-podem-controlar-o-uso-do-banheiro-ou-toalete-pelos-funcionarios/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 18:47:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Empresa pode controlar uso do toalete pelos funcionários? Sim Ana Amélia Mascarenhas Camargos – Pres]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Empresa pode controlar uso do toalete pelos funcionários? Sim Ana Amélia Mascarenhas Camargos – Pres]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O grupo Pão de Açúcar foi condenado pela 3ª Vara do Trabalho de Brasília a pagar indenização de R$ 1 milhão, revertida para o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), por fazer revista em bolsas, sacolas e mochilas de funcionários. O grupo pode recorrer da sentença. ]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/10/o-grupo-pao-de-acucar-foi-condenado-pela-3%c2%aa-vara-do-trabalho-de-brasilia-a-pagar-indenizacao-de-r-1-milhao-revertida-para-o-fat-fundo-de-amparo-ao-trabalhador-por-fazer-revista-em-bolsas-sa/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 03:39:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[O grupo Pão de Açúcar foi condenado pela 3ª Vara do Trabalho de Brasília a pagar indenização de R$ 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O grupo Pão de Açúcar foi condenado pela 3ª Vara do Trabalho de Brasília a pagar indenização de R$ 1]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Divulgação, mesmo que dentro da empresa, de Planilha de Controle de idas ao Banheiro de empregado gera DANO MORAL. É no mínimo Aviltante]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/10/divulgacao-mesmo-que-dentro-da-empresa-de-planilha-de-controle-de-idas-ao-banheiro-de-empregado-gera-dano-moral-e-no-minimo-aviltante/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 03:06:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[A divulgação de planilha criada para . Baseada nesse entendimento, a 2ª Turma do Tribunal Superior d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A divulgação de planilha criada para . Baseada nesse entendimento, a 2ª Turma do Tribunal Superior d]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TRABALHISTA - DANO MORAL - Em sentença confirmada pelo Tribunal Superior do Trabalho, Empresa que instalou CÂMERAS NO BANHEIRO, é condenada em definitivo a pagar DANO MORAL a funcionário que se sentiu VIOLADO em sua PRIVACIDADE]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/09/em-sentenca-confirmada-pelo-tribunal-superior-do-trabalho-empresa-que-instalou-cameras-no-banheiro-e-condenada-em-definitivo-a-pagar-dano-moral-a-funcionario-que-se-sentiu-violado-em-sua-privacidade/</link>
<pubDate>Sat, 10 Oct 2009 02:45:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Instalar câmeras no banheiro dá dano moral. A empresa Peixoto Comércio, Indústria, Serviços e Transp]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Instalar câmeras no banheiro dá dano moral. A empresa Peixoto Comércio, Indústria, Serviços e Transp]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pressão psicológica gera indenização]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/10/09/pressao-psicologica-gera-indenizacao/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 11:53:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
<guid>http://carolinagl.wordpress.com/2009/10/09/pressao-psicologica-gera-indenizacao/</guid>
<description><![CDATA[A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação em danos morais, no valor de R$ ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação em danos morais, no valor de R$ 15 mil, imposta à empresa Dan Vigor Indústria e Comércio de Laticínios Ltda., por ter mantido empregada sob vigilância armada por um longo período, para ser inquirida, sofrendo pressão psicológica, intimidação e insultos. A Turma acompanhou o relator, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, que entendeu ter sido configurado de forma clara, abuso de poder diretivo.</p>
<p>A questão teve início há quatro anos, quando a empregada, ao chegar na empresa para iniciar seu expediente, foi encaminhada, juntamente com outros colegas, a uma sala e lá permaneceram trancados e incomunicáveis, sob vigilância de um funcionário armado, e sendo insultados, com palavras de baixo calão, por funcionários da empresa que apuravam ato de sabotagem em uma máquina de produção.</p>
<p>Ao verificar a existência de elementos probatórios no processo, como a confissão de um preposto de que o grupo permaneceu das 7h às 12h30 na referida sala, sofrendo abusos e pressão psicológica, o TRT de Campinas (15ª) Região manteve a indenização por dano moral, deferida pelo Juízo de Primeiro Grau. “Ante o contexto fático delineado, não se percebe afronta aos dispositivos de lei e constitucionais indicados como vulnerados, porque caracteriza a conduta abusiva da empresa, a evidenciar o ato ilícito praticado e o dano sofrido pela autora”.</p>
<p>A empresa se insurgiu contra a condenação por danos morais, por entender exagerada e proporcionar o enriquecimento sem causa. Mas, para o relator do processo, no TST, ministro Aloysio Corrêa da Veiga, o valor deve ser mantido, levando-se em conta o grau de culpa da Dan Vigor, a gravidade e extensão do dano, além da sua capacidade econômica, segundo o preposto com faturamento de três milhões e oitocentos mil reais/mês. (RR-371/2007-040-15-00.3)</p>
<p>Lourdes Côrtes</p>
<p>Fonte: TST.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estatuto Jurídico da Igreja Católica no Brasil - Acordo entre Brasil e Santa Sé será em breve aprovado e terá 20 artigos. Leia a matéria.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/10/05/estatuto-juridico-da-igreja-catolica-no-brasil-acordo-entre-brasil-e-santa-se-sera-em-breve-aprovado-e-tera-20-artigos-leia-a-materia/</link>
<pubDate>Mon, 05 Oct 2009 20:26:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
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<description><![CDATA[Celebrou-se, em 13 de novembro de 2008, Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Celebrou-se, em 13 de novembro de 2008, Acordo entre a República Federativa do Brasil e a Santa Sé r]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Empresa de Vigilância é condenada por perseguição a trabalhador]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/09/30/empresa-de-vigilancia-e-condenada-por-perseguicao-a-trabalhador/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:11:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
<guid>http://carolinagl.wordpress.com/2009/09/30/empresa-de-vigilancia-e-condenada-por-perseguicao-a-trabalhador/</guid>
<description><![CDATA[Uma empresa de vigilância que atua em Cuiabá foi condenada a pagar R$ 5 mil por danos morais a um vi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uma empresa de vigilância que atua em Cuiabá foi condenada a pagar R$ 5 mil por danos morais a um vigilante que sofria perseguições por parte dos seus superiores. A decisão é da 8ª Vara do Trabalho de Cuiabá.</p>
<p>O Governo do Estado de Mato Grosso foi condenado subsidiariamente, uma vez que o trabalhador prestou serviço em diversos órgãos do Poder Executivo Estadual.</p>
<p>Ao ajuizar a ação, o trabalhador afirmou que o supervisor da empresa chegava em seu posto de serviço, de madrugada, com os faróis e motor do carro desligados e, se ele não estivesse em pé, esperando, era agredido com palavrões e acusado de estar dormindo.</p>
<p>Ainda segundo o trabalhador, por diversas ocasiões o supervisor chegou no local de trabalho com um gravador ligado, para deixar claro a intenção de registrar a conversa e usá-la contra o vigilante e, por ser contratado há vários anos na empresa, passou a ser alvo de situações em que lhe era sugerido pedir demissão.</p>
<p>A primeira testemunha ouvida pela Justiça confirmou a perseguição ao vigilante, que era testado constantemente por seu superior. Ela disse ainda que o supervisor pressionava o trabalhador a permanecer 12 horas seguidas em pé e cobrava a realização de mais rondas sempre com o intuito de puní-lo.</p>
<p>Já a testemunha indicada pela empresa afirmou que durante as reuniões de trabalho nunca ouviu determinações para que houvesse perseguições ou ameaças aos vigilantes.</p>
<p>Em sua defesa, a empresa de vigilância sustentou que houve distorção dos fatos por parte do trabalhador ao dizer que a empresa vinha agindo com excessivo rigor, pressionando, perseguindo e forçando o pedido de demissão.</p>
<p>Mas analisando as provas, a juíza Rafaela Barros Pantarotto entendeu que de fato ocorria a prática de perseguição ao trabalhador, caracterizando o assédio moral e justificando o pedido de rescisão indireta. Assim, a empresa terá que pagar os direitos ao ex-empregado como se o tivesse demitido sem justa causa. A magistrada condenou ainda a empresa a indenizar o vigilante pelo dano moral causado pelo assédio moral.</p>
<p>Quanto ao valor do dano moral, a juíza levou em consideração a extensão do problema, a condição financeira da empresa e, principalmente, o caráter compensador, punitivo e pedagógico da reparação.</p>
<p>Processo 00574.2009.008.23.00-0</p>
<p><strong>Fonte: TRT 23a Região.</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Ministério Público do Trabalho aciona Fischer na Justiça por assédio moral. ]]></title>
<link>http://carolinagl.wordpress.com/2009/09/29/o-ministerio-publico-do-trabalho-aciona-fischer-na-justica-por-assedio-moral/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 20:01:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carolina Luchi</dc:creator>
<guid>http://carolinagl.wordpress.com/2009/09/29/o-ministerio-publico-do-trabalho-aciona-fischer-na-justica-por-assedio-moral/</guid>
<description><![CDATA[O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Araraquara ingressou com ação civil pública na Vara do Tra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>O Ministério Público do Trabalho (MPT) em Araraquara ingressou com ação civil pública na Vara do Trabalho de Matão, pedindo a condenação da empresa Fischer S/A Agroindústria &#8211; Citrosuco Paulista S/A &#8211; , para que esta se abstenha de praticar, por qualquer de seus representantes ou chefes, qualquer ato que configure assédio moral, ou que configure artifício para dificultar o acesso à Justiça do Trabalho por parte de seus trabalhadores.</p>
<p>O MPT também pede que a empresa deixe de admitir ou manter empregado sem o devido registro. Por fim, o órgão ministerial requereu a condenação da indústria ao pagamento de indenização, a título de dano moral coletivo, no valor de R$ 1 milhão.</p>
<p>Por meio de denúncia enviada pelo Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, o Ministério Público do Trabalho em Araraquara tomou conhecimento de violações à legislação trabalhista praticadas pela Fischer.</p>
<p>Na denúncia, há fortes indícios de que a empresa tenha praticado atos de perseguição contra um de seus empregados durante o período em que esteve trabalhando na empresa.</p>
<p>Segundo apurado, além de ter sofrido afirmações ofensivas à sua reputação, o trabalhador foi compulsoriamente afastado do trabalho, tendo seus telefones e e-mails profissionais bloqueados. Houve, ainda, a divulgação de que o trabalhador estaria roubando a empresa, antes mesmo de qualquer confirmação acerca da veracidade de tais fatos. Por fim, houve a demissão do funcionário.</p>
<p>Além disso, foi constatado que a empresa, quando da rescisão do contrato de trabalho, se valeu de um &#8220;instrumento particular de prevenção de litígios&#8221; para obter quitação plena dos débitos existentes, a fim de evitar que seu ex-empregado buscasse seus direitos na Justiça do Trabalho.</p>
<p>Este acordo, na visão do MPT, fere o direito de ação constitucionalmente garantido, devendo a empresa cessar esta prática. Ademais, constatou-se que a empresa denunciada manteve o funcionário trabalhando, mesmo após sua demissão, e sem o devido registro, pelo período de 6 meses.</p>
<p>Tomando ciência dos fatos, o MPT buscou resolver a situação de forma extrajudicial, por meio de termo de ajustamento de conduta (TAC). Entretanto, a empresa denunciada recusou expressamente firmar o compromisso. Não restando outra saída, houve o ingresso da ação civil pública na Justiça do Trabalho.</p>
<p>Fonte: PRT 15a Região.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INSALUBRIDADE E APOSENTADORIA ESPECIAL: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES...]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/09/28/insalubridade-e-aposentadoria-especial-algumas-consideracoes/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 02:05:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>heberthfagundes</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/09/28/insalubridade-e-aposentadoria-especial-algumas-consideracoes/</guid>
<description><![CDATA[A legislação previdenciária no Brasil instituiu uma aposentadoria que procura, de certa forma, compe]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A legislação previdenciária no Brasil instituiu uma aposentadoria que procura, de certa forma, compe]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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