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	<title>assis-brasil &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/assis-brasil/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "assis-brasil"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 07:57:35 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Obras estão em ritmo acelerado para receber a 32ª Expointer]]></title>
<link>http://eventoemfoco.wordpress.com/2009/08/12/obras-estao-em-ritmo-acelerado-para-receber-a-32%c2%aa-expointer/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 18:30:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Evento em Foco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Feira começa no próximo dia 29 e segue até o dia 6 de setembro. Esteio &#8211; A partir desta semana]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Feira começa no próximo dia 29 e segue até o dia 6 de setembro. Esteio &#8211; A partir desta semana]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Oficinas literárias ensinam a criar?]]></title>
<link>http://novasletraspoa.wordpress.com/2009/06/12/oficinas-literarias-ensinam-a-criar/</link>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 12:16:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>novasletraspoa</dc:creator>
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<description><![CDATA[View This Polltrends As primeiras notícias sobre oficinas literárias datam da década de 30. Oficialm]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><a name="pd_a_1740837"></a><div class="PDS_Poll" id="PDI_container1740837" style="display:inline-block;"></div><script type="text/javascript" language="javascript" charset="utf-8" src="http://static.polldaddy.com/p/1740837.js"></script>
		<noscript>
		<a href="http://answers.polldaddy.com/poll/1740837/">View This Poll</a><br/><span style="font-size:10px;"><a href="http://answers.polldaddy.com">trends</a></span>
		</noscript>
<p>As primeiras notícias sobre oficinas literárias datam da década de 30. Oficialmente, em 1936, <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Wilbur_Schramm" target="_blank">Wilbur Schramm</a> deu a aula inaugural da disciplina que se espalharia pelo mundo como Escrita Criativa. Scramm era professor da Universidade de Iowa, nos Estados Unidos, e seu <a href="http://www.uiowa.edu/~iww/" target="_blank"><em>Program in Creative Writing</em></a> continua até hoje. Por lá já passaram os brasileiros Affonso Romano de Sant’Anna, Charles Kiefer e João Gilberto Noll.  A proliferação ds laboratórios de texto gera discussões quanto à eficiência do ensino. Para uns, massificação da literatura, para outros tão válido quanto aprender a tocar um instrumento.</p>
<p>No Brasil, a primeira oficina foi de Cyro dos Anjos, em 1962, na Universidade de Brasília. As cadeiras de criação literária são comuns nas universidades americanas. Entre as mais famosas, estão a da <a href="http://www.ewumfa.com/" target="_blank">University Eastern Washington</a>, da <a href="http://www.artsci.uc.edu/collegedepts/english/grad/PhD/PhD.aspx" target="_blank">University of Cincinnati</a>, da <a href="http://english.syr.edu/CreativeWriting.htm" target="_blank">Universidade de Syracuse</a>, da <a href="http://mfa.camden.rutgers.edu/" target="_blank">Rutgers University</a> e da <a href="http://english.arizona.edu/index_site.php?id=100/mfaappinfo.htm" target="_blank">Universidade do Arizona</a>. Na França, as aulas para escritores iniciaram na década de 60 com Elisabeth Bing. As universidades francesas também aderiram ao laboratório de texto. Um dos mais conhecidos é o da <a href="http://www.u-grenoble3.fr/OPPA_ATEECR/0/fiche___ueup/" target="_blank">Universidade de Grenoble III</a>. A <a href="http://www.paris-sorbonne.fr/fr/spip.php?article612" target="_blank">Sorbonne</a> também tem seu <em>atelier d’écriture</em>. A <em>Factoría de Alquimia Literaria</em>, de Sevilha, é a oficina, ou <em>tallere</em>, mais lembrada na Espanha. A América Latina tem bons exemplos no <a href="http://academics.utep.edu/Default.aspx?tabid=14383" target="_blank">México</a>, <a href="http://www.cubaliteraria.com/guaican/Taller_Espiral1.html" target="_blank">Cuba</a>, Equador, Uruguai e no <a href="http://www.bariloche.com.ar/usuarios/accalvo/cyber.htm" target="_blank"><em>cybertaller</em></a> da argentina Laura Calvo.</p>
<p>O curso de Iowa ostenta dezesseis ex-alunos que venceram o prêmio Pulitzer, entre eles Michel Chabon, a romancista Joyce Carol Oates e o finalista Raymond Carver. No exterior, a escrita criativa é fortemente ligada a instituições de ensino. Os cursos fora delas são praticamente inexistentes. No Brasil, muitas oficinas literárias são institucionalizadas fora das universidades, como empreendimento, ainda que surjam dentro delas. O curso Cíntia Moscovich é um exemplo. A escritora gaúcha foi teve aulas de escrita criativa com Luiz Antônio de Assis Brasil e atualmente ministra suas próprias.</p>
<p>Recentemente, a revista americana <em>The New Yorker</em> publicou um <a href="http://www.newyorker.com/arts/critics/atlarge/2009/06/08/090608crat_atlarge_menand?currentPage=1" target="_blank">artigo</a> no qual contesta a validade das oficinas. “Programas de escrita criativa são baseados na teoria de que estudantes que nunca publicaram um poema podem ensinar outros estudantes que nunca publicaram um poema como escrever um poema publicável”, escreve Louis Menand autor do artigo. Abaixo do Equador, os cursos também recebem críticas. Sérgio Rodrigues, escritor e blogueiro do site <a href="http://colunistas.ig.com.br/sergiorodrigues/" target="_blank">Todo Prosa</a>, afirma que as oficinas não podem formar escritores, porque o dom é natural, no entanto elas podem aprimorar a escrita. Nesse ponto, Luiz Antônio de Assis Brasil está de acordo com Rodrigues (assista o vídeo Entrevista com Luiz Antônio de Assis Brasil). Para ele, “o texto de quem faz oficina fica mais limpo”.  Hanif Kureishi, autor e professor inglês afirmou ao jornal <a href="http://www.guardian.co.uk/books/2008/may/26/hayfestival2008.hayfestival" target="_blank"><em>The Guardian</em></a> (leia a tradução <a href="http://ardotempo.blogs.sapo.pt/84082.html" target="_blank">aqui</a>) que “as oficinas literárias são os novos hospitais psiquiátricos”.</p>
<p>Críticas à parte, a presença de um professor tende tanto a melhorar quanto a uniformizar o conhecimento. As oficinas servem como base técnica, o conteúdo depende do nível de interesse de cada aluno. Luiz Antônio de Assis Brasil comenta que os argumentos sobre a padronização do texto não são válidos, e cita como exemplo as escolas de arte, que não são criticadas por formar artistas iguais.</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Assita às entrevistas com escritores sobre oficinas literárias</strong></p>
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/uOr_5KnCnYQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/uOr_5KnCnYQ&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:left;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/fUtG5afY2fM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/fUtG5afY2fM&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ACONTECE PORTO ALEGRE Funcionários do McDonald's recebem bolsas de estudo]]></title>
<link>http://sortimentos.wordpress.com/2009/02/05/acontece-porto-alegre-funcionarios-do-mcdonalds-recebem-bolsas-de-estudo/</link>
<pubDate>Thu, 05 Feb 2009 13:00:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>sortimentos</dc:creator>
<guid>http://sortimentos.wordpress.com/2009/02/05/acontece-porto-alegre-funcionarios-do-mcdonalds-recebem-bolsas-de-estudo/</guid>
<description><![CDATA[ACONTECE PORTO ALEGRE Funcionários do McDonald&#8217;s recebem bolsas de estudo Noventa e nove funci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone" title="ACONTECE PORTO ALEGRE Funcionários do McDonalds recebem bolsas de estudo" src="http://www.sortimentos.com/espaco/mc_donalds-0000.jpg" alt="" width="505" height="300" /></p>
<p><strong>ACONTECE PORTO ALEGRE<br />
Funcionários do McDonald&#8217;s recebem bolsas de estudo<br />
</strong></p>
<div id="HOTWordsTxt">Noventa e nove funcionários do McDonald&#8217;s começaram o ano com um motivo<br />
a mais para comemorar.</div>
<p>Eles foram premiados com uma bolsa de estudos por meio do programa<br />
All Star – uma competição interna feita todos os anos para premiar os melhores<br />
profissionais em cada uma das 33 funções exercidas dentro dos restaurantes<br />
da rede.</p>
<p>Depois de oito etapas de seleção, além dos 33 vencedores, 56 finalistas<br />
também foram premiados. &#8220;Nossos funcionários podem aproveitar essa chance<br />
para investir em algo que vai acompanhá-los para a vida toda e ajudará a vencer<br />
novos desafios na empresa&#8221;, destaca a gerente de Recursos Humanos<br />
do McDonald&#8217;s Brasil, Sheila Leme. A bolsa de estudos pode ser utilizada<br />
em cursos de inglês, informática e até mesmo uma faculdade.</p>
<p>Em Porto Alegre, André Luiz Tavares, 18 anos, trabalha há dois anos no McDonald&#8217;s<br />
localizado na avenida Assis Brasil. Ele foi reconhecido como o melhor funcionário<br />
do país na função de Drive-Thru Bebidas. Para o jovem, a premiação<br />
serve como incentivo para a continuar seu bom desempenho.<br />
&#8220;Esse prêmio é muito importante porque quero me qualificar e seguir minha<br />
carreira dentro do McDonald&#8217;s&#8221;, destaca, revelando que pretende concluir<br />
o segundo grau e estudar inglês.</p>
<table border="0" width="540">
<tbody>
<tr>
<td height="30"> </td>
<td height="30"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" height="30">
<div><strong><span style="color:#cc3300;">SORTIMENTOS.COM :: TÁ LINKADO !</span></strong></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td width="50%" height="255">
<div><a href="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-01.htm" target="_blank"><img src="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-01.gif" border="0" alt="SORTIMENTOS.COM" width="250" height="250" /></a></div>
</td>
<td width="50%" height="255">
<div><a href="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-02.htm" target="_blank"><img src="http://www.sortimentos.com.br/chamada-rede-02.gif" border="0" alt="SORTIMENTOS.COM" width="250" height="250" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="30"> </td>
<td width="50%" height="30"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" height="30">
<div><span style="color:#666600;"><a href="http://www.sortimentos.com" target="_blank">MATERIAL PRODUZIDO POR SORTIMENTOS.COM</a></span></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<table border="0" width="540">
<tbody>
<tr>
<td height="50"> </td>
<td height="50"> </td>
</tr>
<tr>
<td colspan="2" height="70">
<div><a href="http://www.sortimentos.com/anuncio-blogs-submarino.htm" target="_blank"><img src="http://www.sortimentos.com/anuncio-blogs-submarino.gif" border="0" alt="Anuncie no Sortimentos.com saiba mais pelo e-mail sortimentos@brturbo.com.br" width="468" height="60" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td height="50"> </td>
<td height="50"> </td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bachianas brasileiras no alt]]></title>
<link>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/17/bachianas-brasileiras-no-alt/</link>
<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 18:49:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>oniodi</dc:creator>
<guid>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/17/bachianas-brasileiras-no-alt/</guid>
<description><![CDATA[Hoje  quase se tornou um feriado absoluto para a redação do ALT. Estamos recuperados do fim de seman]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/tFBVdih4KZg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/tFBVdih4KZg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Hoje  quase se tornou um feriado absoluto para a redação do ALT. Estamos recuperados do fim de semana divertido e cansativo, voltamos prontos para mais uma semana de trabalho. Na edição de ontem, como já anunciamos cansativamente, vocês encontrarão na matéria principal uma elucidação sobre o acordo ortográfico. Para aqueles que ainda mantém dúvidas sobre o assunto a reportagem assinada produzida pela Julliane traz esclarecimentos concretos e práticos sobre o tema. No disco compacto a banda Supreme Beings of Leisure foi o mote da discussão que eu o Anderson levantamos. Na página oito Mariana Lioto escreveu uma matéria sobre restauração de livros. Na página de literatura, a três, uma crítica literária minha sobre o livro <em>Cães da Província </em>do escritor gaúcho Assis Brasil e o conto <em>Sete palmos, algumas pás de terra e nada mais te assola </em>da formanda em jornalismo da Unipar, Bruna Hissae. Na segunda página o <strong>Mundo Sebo </strong>assinado pelo Anderson e o <strong>Emblogado </strong>pela Julliane. Por fim, na página sete, o escritor Alceu Sperança contribuiu com um texto sobre cinema em Cascavel. Para quem <strong>ainda</strong> (diga-se de passagem) não leu ontem poderá conferir tudo isso na quarta-feira quando disponibilizaremos aqui no blogue.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>PS: Na seção de edições anteriores os arquivos das edições 37 e 38 estavam apresentando problemas, já está resolvido e podem ser baixadas sem mais delongas.</p>
<p>&#8230;</p>
<p>Hoje, 17 de novembro, faz 49 anos que Heitor Villa-lobos, compositor e músico brasileiro, faleceu. Villa-lobos é o grande nome da música clássica brasileira e para não passar em branco esta data, o blogue do ALT oferece um vídeo (acima) sobre as Bachianas Brasileiras.</p>
<p>O ciclo de obras mais conhecido de Villa-Lobos é este, escritas entre 1930 e 1945, no qual o compositor intencionou construir uma versão nacional dos <em>Concertos de Brandemburgo</em>, usando ritmos ou formas musicais de várias regiões do Brasil.</p>
<p>Todos os movimentos das <em>Bachianas</em>, inclusive, receberam dois títulos: um <em>bachiano</em>, outro brasileiro. São trechos famosos de <em>Bachianas</em> a Tocata (O Trenzinho do Caipira), quarto movimento das <em>Bachianas n.º 2</em>; a Ária (Cantilena), que abre as de n.º 5; o Coral (O Canto do Sertão) e a Dança (Miudinho), ambos nas <em>Bachianas n.º 4</em>. No vídeo, a execução é de Carlos Venturelli no bandolin.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[língua portuguesa unificada]]></title>
<link>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/14/lingua-portuguesa-unificada/</link>
<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 20:07:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>oniodi</dc:creator>
<guid>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/14/lingua-portuguesa-unificada/</guid>
<description><![CDATA[Sexta-feira. O jogo foi para a prorrogação. Já não é primeira semana que a final sempre vai para a p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/H826An4TIoI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/H826An4TIoI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Sexta-feira. O jogo foi para a prorrogação. Já não é primeira semana que a final sempre vai para a prorrogação. Se não me engano já é a terceira partida consecutiva que o término da disputa vai para o sábado. Coisas de esportistas. O que foi concluído para o <em>fight </em>de domingo é o seguinte: as bolas já estão cheias, as chuteiras e caneleiras também, bem&#8230; Enganei-me. A atacante Julliane produziu a reportagem das páginas centrais sobre o acordo ortográfico firmado entre vários países de língua portuguesa, incluindo Portugal. O <strong>Emblogado </strong>também está assinado por ela. O <strong>Mundo Sebo </strong>desta edição ficou com o técnico Anderson que também traz a <strong>Seleção ALT</strong>.<strong> </strong>Na página três eu assino a crítica literária, tratando do livro <em>Cães da Província</em> de Assis Brasil. Logo abaixo da crítica um conto escrito pela formanda em jornalismo, Bruna Hissae. Na última página, Mariana Lioto preparou uma matéria sobre restauração de livros.</p>
<p>O vídeo acima é uma reportagem da TV portuguesa RTP (Rádio e TV e Portugal) sobre o acordo ortográfico. Postei para agregar ainda mais informações ao debate gerado tanto em terras tropicais quando às margens do Tejo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bizarrices acompanhadas de café solúvel]]></title>
<link>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/12/bizarrices-acompanhadas-de-cafe-soluvel/</link>
<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 19:01:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>oniodi</dc:creator>
<guid>http://blogdoalt.wordpress.com/2008/11/12/bizarrices-acompanhadas-de-cafe-soluvel/</guid>
<description><![CDATA[Quarta-feira com gostinho de café solúvel novamente. Já estou ficando careca de reafirmar as coisas ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/LWDaNoNsM1U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/LWDaNoNsM1U&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Quarta-feira com gostinho de café solúvel novamente. Já estou ficando careca de reafirmar as coisas por aqui, mas sempre a quarta-feira é aquela tarde modorra. Lentidão. Para a edição de domingo já estamos encaminhando alguns textos. Nas páginas centrais Julliane Brita assina a matéria sobre o acordo ortográfico que já passa a valer no próximo ano. Na página oito, Mariana Lioto, colaboradora do ATL e do Outra Pauta produziu uma reportagem sobre restauração de livros deteriorados. A crítica literária está por minha conta e a tratarei do livro <em>Cães da Província</em>, de Assis Brasil. Bem, há mais coisas a caminho mas não tratarei hoje. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Hoje a cidade começa a ferver no caldeirão da música instrumental. Hoje no La Bodeguita Café o <em>Viva o Som </em>poderá ser prestigiado no espaço do bar. Amanhã no Centro Cultura Gilberto Mayer inicia-se as apresentações do <em>Cascavel Jazz Festival</em>, trazendo toda a mística da música instrumental. Para quem está habituado a dizer que em Cascavel<span> </span>não há nada para se fazer no aspecto cultural essa semana é um cala boca generalizado. Aproveitem a oportunidade. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>Hoje gostaria de comentar um assunto bizarro. <span> </span>Acompanhem a notícia abaixo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span></p>
<div id="attachment_1026" class="wp-caption alignnone" style="width: 489px"><a href="http://blogdoalt.files.wordpress.com/2008/11/xuxa.jpg"><img class="size-full wp-image-1026" title="xuxa" src="http://blogdoalt.wordpress.com/files/2008/11/xuxa.jpg" alt="Retirado do site do Portal da Imprensa" width="479" height="297" /></a><p class="wp-caption-text">Retirado do site do Portal da Imprensa</p></div>
<p>Nem é necessário comentar, vou apenas acrescentar um diálogo do livro <em>El Juego del Ángel</em> de C. Ruiz Zafón<em>: </em></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><em><span>- </span></em><span>Hablamos de religión o de economia?</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span> </span>- Elija usted la nomenclatura!</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>&#8230;</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span>O vídeo acima é o trailer do novo livro de Zafón, <em>O Jogo do anjo,</em> que já foi lançado no Brasil e logo será tema nas páginas do ALT. As imagens mostram o ambiente da Barcelona do início do século passado, palco da ficção <em><span> </span>zafoniana </em>exímia. <span> </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;"><span><span>Para quem ainda não leuo ALT desta semana já está na sessão de Edições Anteriores a de domingo pronta para <em>download. </em>Boa leitura e bom resto de semana a todos. Oniodi.<br />
</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Faltam livros!]]></title>
<link>http://desbravar.wordpress.com/2008/11/10/faltam-livros/</link>
<pubDate>Mon, 10 Nov 2008 20:28:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Bruna Buzzo</dc:creator>
<guid>http://desbravar.wordpress.com/2008/11/10/faltam-livros/</guid>
<description><![CDATA[Bruna Buzzo Editorialmente falando, outubro deve ter sido um mês fraco. Talvez as editoras não tenha]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Bruna Buzzo</p>
<p>Editorialmente falando, outubro deve ter sido um mês fraco. Talvez as editoras não tenham lançado livros interessantes, ou, quem sabe, a direção da Revista Bravo! não gostou muito deles. Na sessão de literatura, apenas dois textos, uma matéria e uma crítica. Se as <a href="http://desbravar.wordpress.com/category/artes-plasticas/" target="_blank">Artes Plásticas</a> e a <a href="http://desbravar.wordpress.com/category/musica/" target="_blank">Música</a> foram bem em Outubro, faltaram <a href="http://desbravar.wordpress.com/category/literatura/">Livros</a> nesta edição. Talvez a abundância de <a href="http://wordpress.com/tag/setembro/">setembro</a> tenha esgotado a profusão editorial.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://desbravar.wordpress.com/files/2008/11/forjador-de-escritores.jpg"><img class="size-full wp-image-345 aligncenter" title="forjador-de-escritores" src="http://desbravar.wordpress.com/files/2008/11/forjador-de-escritores.jpg" alt="forjador-de-escritores" width="455" height="252" /></a></p>
<p>Na falta de livros, Bravo nos fala sobre <a href="http://bravonline.abril.ig.com.br/conteudo/literatura/livrosmateria_346071.shtml?pagina=1">O Forjador de Escritores</a>, Assis Brasil, dono de uma &#8220;escola de autores literários&#8221;. O gancho publicitário para a matéria é o lançamento do livro de um de seus pupilos, Daniel Galera. A parte boa é que não sentimos tanto que a revista nos empurra um produto (como às vezes acontece, especialmente com CDs e Livros), mas, por outro lado, o assunto tratado nesta matéria também pode parecer irrelevante. O sujeito treina escritores. Legal, e dai? Parece que falta algo.</p>
<p>A matéria da revista Bravo! nos conta como funciona um escola de autores, quais os critérios usados na rigida seleção para as 15 vagas anuais e fala dos principais sucessos obtidos por seus ex-alunos. Depois de nos falar sobre as obras publicadas pelos principais destaques da escola de Assis Brasil, Bravo! dedica um intertítulo ao professor e à sua obra, nos mostrando quem é este que ensina, qual sua tragetória literária e como ela completa os fundamentos que o escritor prega em sala de aula.</p>
<p>O escritor Assis Brasil acredita no talento como elemento fundamental à criação literária, um talento liberto pela técnica e por muito treino. Por seus argumentos, Bravo elogia o mestre e, ao longo do texto e no box final, nos lembra de vários título pelos quais podemos nos interessar, apenas um deles lançamento. À Bravo de Outubro, faltou buscar um lançamento que fosse vendável e um pouco mais simpático aos olhos dos leitores que o simpático professor, seus alunos e sua vasta estante de livros.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Concerto Campestre - Resumão]]></title>
<link>http://rafaelsanches.wordpress.com/2008/10/28/concerto-campestre-resumao/</link>
<pubDate>Tue, 28 Oct 2008 19:54:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Pancho</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como disse quando postei aqui um resumo de Fogo Morto tentarei postar aqui resumos de todos os Livro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!--[if gte mso 9]&#62;  Normal 0   21   false false false  PT-BR X-NONE X-NONE              MicrosoftInternetExplorer4              &#60;![endif]--><!--[if gte mso 9]&#62;                                                                                                                                            &#60;![endif]--><!--  /* Font Definitions */  @font-face 	{font-family:"Cambria Math"; 	panose-1:2 4 5 3 5 4 6 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:roman; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1107304683 0 0 159 0;} @font-face 	{font-family:Calibri; 	panose-1:2 15 5 2 2 2 4 3 2 4; 	mso-font-charset:0; 	mso-generic-font-family:swiss; 	mso-font-pitch:variable; 	mso-font-signature:-1610611985 1073750139 0 0 159 0;}  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-unhide:no; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:10.0pt; 	margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-language:EN-US;} a:link, span.MsoHyperlink 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:blue; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	color:purple; 	mso-themecolor:followedhyperlink; 	text-decoration:underline; 	text-underline:single;} p 	{mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-margin-top-alt:auto; 	margin-right:0cm; 	mso-margin-bottom-alt:auto; 	margin-left:0cm; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman","serif"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} .MsoChpDefault 	{mso-style-type:export-only; 	mso-default-props:yes; 	font-size:10.0pt; 	mso-ansi-font-size:10.0pt; 	mso-bidi-font-size:10.0pt; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-fareast-font-family:Calibri; 	mso-hansi-font-family:Calibri;} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --><!--[if gte mso 10]&#62; &#60;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin; 	mso-bidi-font-family:"Times New Roman"; 	mso-bidi-theme-font:minor-bidi;} --> <!--[endif]--></p>
<p>Como disse quando postei aqui um resumo de <a href="http://rafaelsanches.wordpress.com/2008/07/29/fogo-morto-resumao/">Fogo Morto</a> tentarei postar aqui resumos de todos os L<a href="http://rafaelsanches.wordpress.com/2008/04/02/leituras-obrigatorias-ufrgs-2009-oficial/">ivros que cairão no vestibular 2009 da UFRGS</a> e que estão também na lista de outras universidades. Montei este resumo baseado nos resumos que encontrei na internet, que são basicamente 2 tipos em quase todos os sites, Extrai destes os personagens e fiz um lista para facilitar o estudo.</p>
<p>Encontrei também um <a href="http://w16.easy-share.com/1699937836.html">link</a> para o download do livro, mas não consegui baixar por isso não posso garantir que esteja funcionando.</p>
<p>Descobri também que existe um<a href="http://www.concertocampestre.com.br"> filme</a> de 2004 baseado na obra de Assis Brasil, se encontrar o link para o Download deste também estarei colocando aqui.</p>
<p>___</p>
<blockquote><p><!--[endif]--><span class="postbody"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;">&#8220;A Lira Santa Cecília era o maior orgulho do Major da Guarda Nacional Antônio Eleutério de Fontes. Em meados do século 19, nas fronteiras vazias do pampa, um poderoso estancieiro mantinha uma orquestra particular. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;"><span style="font-size:12pt;line-height:115%;font-family:&#34;"> <span class="postbody">E entre a criadagem, o vigário, parentes e poucos amigos do vilarejo próximo à estância, ele ouvia, embevecido, os músicos executarem delicadas melodias para o seu deleite. Nesse clima mágico e insólito, o leitor se envolve num trama de suspense, na história do romance maldito entre o Maestro &#8211; mestiço e sedutor &#8211; e a bela Clara Vitória, única filha do estranho Major.&#8221;</span></span></p>
</blockquote>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;" align="center">
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<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:normal;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&#34;">Personagens:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Major Antônio Eleutério de Fontes</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">: Dono da Lira de Santa Cecília, pequena orquestra por ele mantida em sua propriedade. Acumulou recursos contrabandeando gado e vendendo aos dois lados da Guerra dos Farrapos.<br />
<!--[if !supportLineBreakNewLine]--><br />
<!--[endif]--></span>
</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom:.0001pt;line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">D. Brígida:</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> Esposa do Major, tem uma maneira de pensar bastante conservadora. Mas não suportava as idéias musicais do major. assim como muitos dos vizinhos vê a orquestra como uma extravagância absurda, um desperdício de tempo e dinheiro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Clara Vitória</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">: Filha do Major, Ela abala a sociedade, declarando abertamente seu amor pelo Maestro. Faz isso, quando descobre que espera um filho dele. É caracterizada pela quebra do seu antigo modo de pensar. Após conhecer o maestro muda todos os seus antigos conceito que provinham de sua família conservadora.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Silvestre Pimentel:</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;"> Sobrinho e possível herdeiro de um fazendeiro vizinho ao Major era o noivo de Clara Vitória, era dele que acreditavam ser o filho por ela esperado.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Maestro</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">: Mulato mineiro, é indicado pelo vigário para tocar na Lira de Santa Cecília. Acaba envolvendo-se com Clara, que dormia no quarto ao lado do seu, quem acaba por engravidar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Rossini</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">: Ele entra na trama de uma maneira sutíl, começa aos poucos a ser o conselheiro do Maestro. Representa um pai para o Maestro, quem dá os melhores conselhos e depois espera os resultados. Segundo em importância dentro da orquestra, é um músico velho e experiente, sabe do caso de Maestro e Clara, amante de óperas, prevê um final operístico para a história.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">O vigário</span></strong><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">: Responsável pela paróquia de São Vicente, Um homem que condena o casamento livre, &#8220;arranja&#8221; casamentos junto com os pais dos noivos. Tem princípios antiquados, mas não age com o mesmo radicalismo do Major. Condena o major por ele ter &#8220;aprisionado sua filha&#8221;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;line-height:normal;" align="center"><strong><span style="font-size:14pt;font-family:&#34;">Resumo:</span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:35.4pt;line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">A história acontece numa fazenda do interior gaúcho, em meados do século XIX. O fazendeiro e charqueador é o Major Antônio Eleutério de Fontes, casado, dois filhos, uma filha, Clara Vitória. Um dia passando por sua fazenda, dois índios missioneiros, músicos, encantaram o Major com seus instrumentos. Interessado, a partir daí, cada vez mais, por música, o Major acaba montando a orquestra, tendo contratado como regente um mineiro conhecido por &#8216;Maestro&#8217;. A escolha deste sujeito foi feita a partir da indicação do vigário de São Vicente, povoado próximo à fazenda: o vigário queria livrar o Maestro de complicações amorosas. A orquestra recebe o nome de Lira Santa Cecília e causa indignação em D. Brígida, esposa do Major. Que tem tem como grande preocupação encaminhar o casamento da filha Clara Vitória.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Na propriedade de Antônio Eleutério há um lugar com poderes místicos, o &#8216;boqueirão&#8217;: trata-se de uma tapera, local ermo e de difícil acesso, que, no entanto, dá excelentes uvas, onde ninguém costuma pisar.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Com o tempo, a Lira Santa Cecília vai ficando famosa: os concertos na fazenda são concorridos, a orquestra vai tocar em Rio Pardo. O Major compra novos uniformes e aumenta o salário dos músicos. Até aqui o livro é quase uma crônica, relatando amenidades e curiosidades.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Eis que aparece o nó da trama: Clara Vitória, a única filha, já encaminhada para o casamento com o Silvestre Pimentel, sobrinho e possível herdeiro de um fazendeiro vizinho que está doente, apaixona-se pelo Maestro. Em retrospectiva, a obra nos mostra Clara Vitória, enquanto posava, mesmo sem vontade, de futura esposa de Silvestre Pimentel, fazia visitas noturnas ao alojamento do Maestro, passava lá a noite, voltando para seu quarto pouco antes do amanhecer.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">A tensão da obra aumenta quando Clara se descobre grávida. Vai escondendo de todos enquanto é possível; ao visitar a parteira, vê que não é mais possível interromper a gravidez. Numa audição da orquestra, Clara passa mal. O vigário desconfia, pressiona a menina, ela confessa. O vigário já desconfiava de algo, mas não imaginava que a história envolvesse o Maestro. Chama Silvestre para antecipar o casamento. O noivo topa. Vai à fazenda com a mesma proposta, que é rechaçada de imediato pelo Major. Até que D. Brígida descobre: &#8216;Você está grávida!&#8217;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Segue-se uma consternação na família. D. Brígida dá uma surra em Clara que é protegida pelas criadas. O Major sai para fazer &#8216;o que deve ser feito&#8217;: justiça. Mas, todos eles &#8211; o Major, D. Brígida, os familiares &#8211; pensam que o pai da futura criança é o noivo Silvestre Pimentel. O Major vai à casa de Silvestre para matá-lo. Silvestre tenta dialogar, mas o major atira, atingindo o ex-noivo. Volta para casa e avisa D. Brígida que matou o sujeito. Mais tarde, descobre-se que Silvestre apenas ficara ferido. Antônio Eleutério toma as decisões: expulsa Clara Vitória de casa, obrigando-a a viver sozinha no boqueirão; proíbe qualquer pessoa, com exceção do capataz, de aproximar-se do local, mantendo inclusive vigilância armada; não mais permite a citação do nome de Clara na residência.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Em meio a este desenredo familiar, tudo em volta se transtornou. D.Brígida não sabe o que faz da vida; o Major passa os dias solitário, quieto, tendo inclusive desativado a orquestra Lira Santa Cecília. O Maestro, na impossibilidade de ver Clara, abandona a fazenda e vai para Porto Alegre. Seu amigo Rossini ainda faz previsões: &#8216;Ainda não ocorreu o último ato desta ópera. E eu não quero perder&#8217;.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">O Maestro e Rossini tentam sobreviver em Porto Alegre. Numa noite, abandonando uma ópera no meio do espetáculo, o Maestro pergunta a Rossini, que conhecia o final da história: &#8216;Como termina?&#8217;. &#8216;Em casamento&#8217;, responde o amigo. Enquanto o Maestro angustiava-se em Porto Alegre, sofrendo pela separação de Clara, o Major Antônio Eleutério ia definhando, já perdendo a razão. E Clara vivia solitária, exilada na tapera abandonada, vivendo consigo mesma, com a natureza que a cercava e com imagens do passado, confusas em sua mente. Ajudada somente pela criada, Clara tem seu bebê: é uma menina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:normal;"><span style="font-size:12pt;font-family:&#34;">Num momento mágico, o Maestro redescobre a partitura de uma música que compusera para Clara. Toca a peça na missa em Porto Alegre, horrorizando o Bispo, Despedido, e sentindo muita falta de sua amada resolve voltar para a Vila de São Vicente e libertar Clara Vitória de sua &#8220;prisão&#8221;. Reúne os músicos da antiga Lira de Santa Cecília e aparece na fazenda do major Antônio Eleutério. Este, recebe muito bem a orquestra e resolve organiza um concerto. Convida todos da vizinhança, todas as figuras importantes de São Vicente, mas ninguém aparece. Ninguém em São Vicente concordou com o que o Major fez com sua filha. . Briga com a mulher, que resolve abandoná-lo. Em meio a uma chuva, na presença do vigário, deprimido, vendo seu mundo desmoronado, e após receber desaforos do padre por sua atitude se suicida com um tiro na cabeça.<br />
O maestro aproveita o momento de confusão e dirige-se ao &#8216;boqueirão&#8217; em busca de sua amada, encontra ela com seu filho e acabam por ficarem juntos. Rossini aplaude, como se estivesse na platéia de uma ópera. Final feliz:</span></p>
<blockquote><p>“Ela foi até a margem, tirou a roupa e lavou-se. Estava assim, meio submersa, refrescando-se na delícia da tarde, quando sentiu que alguém vinha em sua direção, atravessando as águas. E logo soube quem era, sempre saberia dali por diante, pelos anos afora: não precisou cobrir-se, nem correr de vergonha, apenas abriu os braços e entregou-se ao primeiro beijo de todos os beijos de sua longa vida.”</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Meu ônibus agora chega na minha casa em 40 minutos]]></title>
<link>http://slicer.wordpress.com/2008/09/25/meu-onibus-agora-chega-na-minha-casa-em-40-minutos/</link>
<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 00:27:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Jaroszewski</dc:creator>
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<description><![CDATA[Graças a Deus, não mofo mais no ônibus! Graças à maravilhosa ação da EPTC (ou da Conorte, não tenho ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_267" class="wp-caption alignright" style="width: 146px"><a href="http://slicer.files.wordpress.com/2008/09/obirici.jpg"><img class="size-full wp-image-267" title="Obirici" src="http://slicer.wordpress.com/files/2008/09/obirici.jpg" alt="Graças a Deus, não mofo mais no ônibus!" width="136" height="189" /></a><p class="wp-caption-text">Graças a Deus, não mofo mais no ônibus!</p></div>
<p>Graças à maravilhosa ação da EPTC (ou da Conorte, não tenho certeza), a parada Obirici foi estendida. Ela já era grande, mas a parte sem cobertura nunca era usada. Também há fiscais cuidando da passagem dos pedestres, para que os ônibus não tenham de esperar eles passarem antes de chegar à parada.</p>
<p>Resultado? Agora meu ônibus demora 40 minutos para chegar na minha casa. Exatamente no tempo, quase de forma germânica. Muito obrigado a todos os profissionais que cuidaram desse problema chato e inconveniente que tínhamos na nossa cidade!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Venci meu ônibus em uma corrida de 1,5km]]></title>
<link>http://slicer.wordpress.com/2008/07/01/venci-meu-onibus-em-uma-corrida-de-1-km-e-meio/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 15:12:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rodrigo Jaroszewski</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ontem à noite passei por uma situação cômica. Venci meu ônibus em uma corrida de 1,5km, caminhando. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem à noite passei por uma situação cômica. Venci meu ônibus em uma corrida de 1,5km, caminhando.</p>
<p>Todo dia, saio de meu trabalho na Rua Dom Pedro II, esquina com Av. Cristóvão Colombo. A descida até a Av. Benjamin Constant leva aproximadamente 15 minutos, e se saio qualquer minuto após as 6 da tarde, é bem provável que eu perca meu ônibus das 18:20 na parada que passa sob o viaduto da 3ª Perimetral.</p>
<p>Foi o que aconteceu ontem. Conversando com meu chefe por 5 minutos na porta do escritório, vi meu ônibus passando pelo corredor, seguido do único outro que posso pegar, assim que cheguei na esquina da Dom Pedro com a Benjamin.</p>
<p>Para quem não conhece esta parte de Porto Alegre, há um viaduto chamado Obirici, com linhas exclusivas para os ônibus que passam pelo corredor. Após este viaduto há a parada Volta do Guerino. Alí há muitas lojas, bancos, agência dos correios, o terminal de uma lotação e um ônibus, tudo isto gerando uma quantidade descomunal de passageiros. Na saída dessa parada há um semáforo do cruzamento com a Rua Carneiro da Fontoura (que, cruzando a Assis Brasil, transforma-se na Rua Itapeva), caminho obrigatório para quem quer entrar na Rua João Wallig em direção à Av. Nilo Peçanha.</p>
<p>Como resultado, já passei por <strong>congestionamentos no corredor de ônibus de mais de 2 quilômetros</strong>. Lembrando que em nenhum local desses dois quilômetros meu ônibus passou por faixas que fossem utilizadas por outros veículos. Esses congestionamentos são exclusivamente formados por ônibus.</p>
<p>Sabendo disto, resolvi fazer algo que queria testar há muito tempo: será que conseguiria chegar antes do meu ônibus, partindo da mesma distância, ao mesmo tempo, na parada do condomínio IAPI, a última antes da Volta do Guerino?</p>
<p><strong>Cheguei, sem correr, com 5 minutos e 7 carros de vantagem.</strong> Neste meio tempo, um outro ônibus que posso pegar passou por mim. No momento em que cheguei na parada, este ônibus ainda não havia ultrapassado o cruzamento entre a Av. Assis Brasil e a Av. Gen. Emílio Lúcio Esteves (que vira Av. Mal. José Inácio da Silva a partir daquele ponto).</p>
<p>Conversando com o cobrador, ele me disse que o que acontece é simples: o corredor de ônibus da Assis Brasil comporta 160 carros circulando. Neste horário há mais de 500. Ele disse que a EPTC tenta ajudar, enviando os &#8220;Azuizinhos&#8221;, mas que não adianta muito. Perguntei a ele se o Tri atrapalhou. Segundo ele, o problema não é tanto o cartão que demora mais ou fica com o sistema fora do ar: o problema maior seriam os passageiros que pagam com dinheiro, pois ele não pode contar o troco e apertar o botão para o próximo passageiro passar (sugerindo até um controle de pedal para resolver isto). Óbvio, a idéia é realmente não deixar um passageiro passar sem pagar, mas os fatores complicadores dessa decisão são previsíveis.</p>
<p>Se o tempo permitir, vou seguir um outro conselho do cobrador: caminhar até minha casa. Ele me falou que há um senhor cujo médico pediu para que caminhasse diariamente. Ele sai da Av. Brasil e vai até o Arroio Feijó, à pé, todos os dias de tempo seco. Leva 1h 30min, o mesmo tempo que meu ônibus leva para me largar em casa. Como tenho alguns quilinhos para queimar, não vejo qual seria o lado ruim. São apenas 11km&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Trecho 02 : Rio Branco - Puerto Maldonado]]></title>
<link>http://photoestrada.com/2007/09/29/trecho-02-rio-branco-puerto-maldonado/</link>
<pubDate>Sat, 29 Sep 2007 15:36:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>flavioveloso</dc:creator>
<guid>http://photoestrada.com/2007/09/29/trecho-02-rio-branco-puerto-maldonado/</guid>
<description><![CDATA[Dica: Atenção para a Federal de Brasiléia pois se pegar a condução diretamente para Assis Brasil, qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Dica:</strong><span style="font-style:italic;font-family:georgia;"> Atenção para a Federal de Brasiléia pois se pegar a condução diretamente para Assis Brasil, que é o mais obvio a se fazer, terá que voltar a Brasiléia pela ausência do visto de saída. O último posto da Federal é o de Brasiléia e não há o que se fazer </span>em Assis Brasil<span style="font-style:italic;font-family:georgia;"> a não ser voltar. Essas informações sobre vistos de entrada e saída são contraditórias mesmo dentro da própria Polícia Federal. Se você de lambuja ainda colocar a imigração peruana na jogada, é um samba do crioulo doido. Mesmo de posse do visto de saída, por um deslize meu e do Policial Federal que me atendeu em Brasiléia, meu passaporte não foi selado, registrada, carimbado, avariado, e rotulado&#8230; Se não fosse minha cara de cachorro pidão, teria que voltar. Fomos avisados por um funcionário da rodoviária </span>de Rio Branco<span style="font-style:italic;font-family:georgia;"> desta pegadinha. Os dois trechos ( passagens Rio Branco &#8211; Brasiléia &#8211; Assis Brasil ) podem ser comprados </span>na rodoviária de Rio Branco<span style="font-style:italic;font-family:georgia;"> mesmo. A soma das duas passagens não sai mais caro e a perda de tempo é mínima.</span></p>
<p>Em Assis Brasil<span style="font-family:georgia;">, último destino em terras brasileiras, sem dúvida nenhuma um táxi irá te abordar. No pacote, ele ira te levar ao posto da imigração em Iñpari para dar a entrada no Peru e te levar a Puerto Maldonado, distante 4:30hs dali. Estrada de terra mas absolutamente transitável. Não espere um táxi londrino mas tenha fé que tudo dará certo!</span></p>
<p><a href="http://www.pbase.com/flavioveloso/south_america" target="_blank"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" src="http://bp3.blogger.com/_Pk1j5GaVAMg/RwPE9UtRvGI/AAAAAAAAAA0/AHbnHWy_mSE/s320/DSC02194.gif" border="0" alt="" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;">E foi só sair do Brasil que as histórias começaram.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;">Na Polícia Federal, agregamos um companheiro espanhol que estava a 8 meses rodando o mundo. Vocês não podem imaginar a felicidade do rapaz ao voltar para um lugar que falasse o idioma dele. Como se não bastasse, ele ainda ficaria quase 5 horas confinado em um carro com um taxista, normalmente famosos por falarem muito. Foram nada mais nada menos que cinco horas de um papo empolgadíssimo. De política internacional americana, passando pela situação de Cuba e Rússia, chegando a cremação de corpos na beira do rio Ganges.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;">Lá pela segunda horas de muito chão, pó, poeria ( minha licença ao Oswaldo ) passamos, na beira da estrada, por uma família &#8211; pai, mãe e chico de colo com suas respectivas mochilas. Nosso táxi para, eles conversam ao jeito deles &#8211; muito alto, muito rápido e com muitos gestos, e de repente o motorista abre a mala e lá entram todos. Agora me expliquem: como que um carro ( uma espécie de Parati ) consegue, levando 5 adultos + 4 mochilões ( o &#8220;ão&#8221; do mochilão vocês podem tomar por base que o espanhol estava a 8 meses viajando e nós apenas começando), oferecer, e o pior, aceitarem, uma carona. A família só conseguia gritar lá de trás &#8220;ventana, ventana&#8221; para abrimos a janela antes que eles morressem sufocados. Preferiram soterrados na poeira!</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;"><a href="http://www.pbase.com/flavioveloso/south_america" target="_blank"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" src="http://bp3.blogger.com/_Pk1j5GaVAMg/RwPF2UtRvHI/AAAAAAAAAA8/Vgx9d24gljw/s320/_MG_7925.jpg" border="0" alt="" /></a><span style="font-style:italic;">el super táxi</span></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;">Chegasse a beira de um rio e após uma travessia de canoa, Puerto Maldonado nos esperava. Chegamos exatamente no meio de uma greve de transportes em protesto a uma taxação governamental aos povos da floresta. A cidade estava bem cheia de trabalhadores de outras localidades e de pessoas que estavam de passagem. Ambos não conseguiram transporte para sair. Com isso, muitas hospedagens lotadas mas com sorte conseguimos achar um hostel &#8220;agradável&#8221;. Nossa agregado ajudou bastante&#8230;e continuou falando.</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;"><a href="http://www.pbase.com/flavioveloso/south_america" target="_blank"><img style="display:block;text-align:center;cursor:pointer;margin:0 auto 10px;" src="http://bp0.blogger.com/_Pk1j5GaVAMg/RwPGhktRvII/AAAAAAAAABE/sELlcHWAhco/s320/na-canoa.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;" align="center"><em>Loirinho, loirinho&#8230; de barro! </em></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">***************************************************************<br />
Custos<br />
Passagem Rio Branco &#8211; Brasileia : R$19</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">Passagem Brasiléia &#8211; Assis Brasil : R$9</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">Taxi Assis Brasil &#8211; PM : 10 bol por cabeça</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">Travessia canoa : 1 bol</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">***************************************************************</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">Mais imagens em <a href="http://www.flavioveloso.com.br/">www.flavioveloso.com.br</a></p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">***************************************************************</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;">Fiz contato com uma amiga que fez o trajeto na época da chuva ( jan /2008).<br />
Vale frizar que era um LandRover<br />
Aí está o relato dela:</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;font-style:italic;">&#8220;Já passamos pela Estrada do Pacífico e foi durante o dia e com chuva.<br />
A estrada está aberta todos os dias e as obras continuam.  Os trabalhadores ajudam quando está com risco de deslizamento.<br />
Sinceramente, achei que fosse bem pior!!!<br />
Acho que o negócio é vir devagar e com muita atenção.<br />
Nós pegamos alguma chuva e fizemos a estrada em dois dias.<br />
Fizemos no primeiro dia até uma cidadezinha chamada quizemil (12 horas de viagem) , dormimos numa espécie de alojamento e no dia seguinte fizemos a segunda parte chegando a Puerto e depois a Cusco.<br />
Acho que só é preciso cuidado e prudência, os motoristas de caminhões jogam o carro em cima da gente e se bobear, vai precipício abaixo.&#8221;</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;font-style:italic;">*****************************************************************</p>
<p class="MsoNormal" style="font-family:georgia;text-align:center;font-style:italic;">Pois é&#8230;outro relato e me parece que até as pontes já estão em atividade. Quando asfaltarem tudo, esse trecho vai bombar!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Rumo ao Peru!]]></title>
<link>http://essemundoenosso.wordpress.com/2007/01/23/rumo-ao-peru/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jan 2007 04:24:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafael Carvalho</dc:creator>
<guid>http://essemundoenosso.wordpress.com/2007/01/23/rumo-ao-peru/</guid>
<description><![CDATA[Hoje foi um dia longo! Acordei às 5h30 e fui para a rodoviária de Rio Branco pegar o ônibus para Bra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje foi um dia longo! Acordei às 5h30 e fui para a rodoviária de <strong>Rio Branco</strong> pegar o ônibus para <strong>Brasileia</strong> (R$20,30). Chegando lá, na ida para o posto da Polícia Federal, vi um cara que também estava com cara de mochileiro, o nome dele é Hernan, um argentino que me salvou o dia todo com o espanhol.</p>
<p>Em <strong>Brasileia</strong>, pegamos um taxi (só os dois) até <strong>Assis Brasil</strong>, na fronteira com o <strong>Peru</strong>. 110Km por R$20 cada, uma pechincha! Atravessamos a fronteira, almoçamos em Iñapari &#8220;pollo&#8221; (frango, s/8 &#8211; US$2,5). No posto de imigação, que estava fechado para almoço e quem nos atendeu para carimbar o passaporte foi um cara sem camisa, paguei um micão. Apellido? E eu &#8220;Rafa&#8221;. Hahah</p>
<p>Pegamos um taxi lotação para <strong>Puerto Maldonado</strong> (s/40 &#8211; US$12,50). A viagem demorou 5 horas e chegamos às 18h30 empoeirados dos pés à cabeça. Foi aí que o argentino econômico pediu um hotel barato para o taxista, que nos levou ao <strong>Integración</strong> (quarto, banheiro compartilhado com água fria por s/10 &#8211; US$3).</p>
<p>A cidade é uma zona, cheia de motos e autocars (parecem aqueles países da Ásia). Saímos de mototaxi à noite (s/2 &#8211; ida e volta &#8211; US$0,60) para comprar as passagens aéreas para <strong>Cuzco</strong> (US$61 pela Aerocondor).</p>
<p>Depois comemos franco com fritas (s/10 &#8211; US$3) e tomamos várias <strong>Cusqueñas</strong> (cerveja peruana por s/10 &#8211; US$3 a garrafa de 1L). Para dormir foi a parte mais difícil. Em meio à selva amazônica, suei a noite toda&#8230;</p>

<h2><span style="color:#800000;">Pra quem colou na escola:</span></h2>
<p><strong>Puerto Maldonado </strong>é uma cidade do Peru, capital do departamento Madre de Dios e da província de Tambopata. Tem cerca de 38 mil habitantes.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
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