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	<title>aumento-de-precos &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/aumento-de-precos/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "aumento-de-precos"</description>
	<pubDate>Mon, 04 Jan 2010 17:14:36 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Pode haver aumento de preços e queda na inflação]]></title>
<link>http://economiaclara.wordpress.com/2009/06/07/inflacao-precos/</link>
<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 19:32:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Seabra</dc:creator>
<guid>http://economiaclara.wordpress.com/2009/06/07/inflacao-precos/</guid>
<description><![CDATA[É comum, principalmente entre jornalistas, confundir aumento de preços com crescimento da inflação. ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-medium wp-image-797" title="Mercearia" src="http://economiaclara.wordpress.com/files/2009/06/food_22358_lg.gif?w=300" alt="Mercearia" width="300" height="137" />É comum, principalmente entre jornalistas, confundir aumento de preços com crescimento da inflação. Sempre que a inflação aumenta, os preços terão subido. O problema é que pode haver aumento de preços sem que a inflação varie, ou até com queda nela. Como assim?</p>
<p>Suponha que você tenha ido hoje ao supermercado e pagado 100 reais por tudo que você vai consumir nos próximos 7 dias. Na próxima semana, você paga, pelos mesmos ítens, 105 reais. A variação nos preços foi de 5%. Na semana seguinte, você faz a mesma compra e o valor é 110 reais e 25 centavos. A variação da segunda para a terceira semana foi, novamente, de 5%.</p>
<p>Inflação é o aumento no nível geral de preços, mas vamos simplificar o conceito para a sua cesta pessoal de consumo. Sendo assim, podemos dizer que os preços subiram 5% da segunda semana para a terceira. É errado dizer, entretanto, que a inflação aumentou. A taxa foi idêntica nas duas semanas: de 5%.</p>
<p>E se os produtos que aumentaram para 105 reais na segunda semana passassem para 107 reais e 10 centavos na terceira? Não há dúvida de que os preços teriam subido, mas e a inflação? Ela terá caído, de 5% na segunda semana para 2% na terceira. Também se pode falar, quando isso acontece, de desaceleração nos preços. Eles continuam aumentando, mas a uma taxa menor.</p>
<p>Vamos usar a repetição de palavras para tornar o conceito mais claro: inflação é aumento no nível geral de preços. Maior inflação é &#8220;aumento no aumento&#8221; do nível geral de preços.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Abandono dos biocombustíveis líquidos: aumenta a pressão sobre a UE]]></title>
<link>http://raivaescondida.wordpress.com/2008/09/16/abandono-dos-biocombustiveis-liquidos-aumenta-a-pressao-sobre-a-ue/</link>
<pubDate>Tue, 16 Sep 2008 17:56:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tollwut</dc:creator>
<guid>http://raivaescondida.wordpress.com/2008/09/16/abandono-dos-biocombustiveis-liquidos-aumenta-a-pressao-sobre-a-ue/</guid>
<description><![CDATA[por Charles Hawley [*] Com os preços dos alimentos a disparar e a fé nos biocombustíveis [líquidos] ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> <strong> por Charles Hawley          <a href="http://resistir.info/energia/biofuels_set08.html#asterisco">[*]</a> </strong> </span></div>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></p>
<p style="text-align:center;">
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> <img class="aligncenter" src="http://resistir.info/energia/imagens/manilha_filipinas.jpg" alt="Manifestação de protesto em Manilha, Filipinas, contra o disparo nos preços dos alimentos." width="662" height="438" align="right" /> Com os preços dos alimentos a disparar e a fé nos        biocombustíveis [líquidos]         <a href="http://resistir.info/energia/biofuels_set08.html#notas"><strong>[1]</strong></a> a mergulhar, muita gente está a pedir que a União Europeia abandone o seu compromisso em relação a este combustível. Até mesmo os próprios cientistas da UE são cépticos. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> O momento pode, no melhor dos casos, ser descrito como embaraçoso. Na terça-feira, os novos regulamentos de biocombustíveis [líquidos] no Reino Unido entrarm em vigor, exigindo que 2,5 por cento do combustível vendido nas bombas fossem fabricados a partir de cereais e ervas. Em 2010, a mistura será aumentada para 5 por cento – tudo num esforço para reduzir drasticamente a quantidade de dióxido de carbono <a href="http://resistir.info/energia/biofuels_set08.html#notas"><strong>[2]</strong></a> emitida para a atmosfera. </span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"><br />
</span></p>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Mas o regulamento chega numa semana de crítica crescente contra os        biocombustíveis [líquidos].  Com a         <a href="http://www.spiegel.de/international/world/0,1518,547198,00.html" target="_new"> inquietação a crescer em todo o mundo</a> devido ao aumento dos preços alimentares, muitos começam a apontar o dedo para o etanol e o biodiesel como culpados. Mesmo quando o novos regulamento do Reino Unido aprova ambiciosos objectivos da União Europeia para reduzir emissões de gases com efeito de estufa, a própria UE enfrenta pressões crescentes para abandonar seu objectivo de ver todo combustível vendido nas bombas europeias conter 10 por cento de biocombustíveis em 2020. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> A primeira geração de biocombustíveis &#8220;não possui tantos benefícios potenciais como as pessoas pensavam quando embarcaram nestas políticas&#8221;, disse Stefan Tangermann, director do Departamento de Comércio e Agricultura da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Economico (OCDE), à <em> Spiegel Online. </em> &#8220;Temos de chegar à conclusão de que talvez seja tempo de rever nosso compromisso para com os biocombustíveis&#8221; [líquidos]. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Tangermnn é apenas um no coro de vozes que urge a UE a reconsiderar. A organização caritativa Oxfam fulminou o regulamento britânico, dizendo que combustíveis verdes têm o potencial para fazer muito mais dano do que bem. A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação (FAO) argumenta, num documento emitido segunda-feira, que os biocombustíveis [líquidos] afectam negativamente os que vivem em países mais pobres. O documento argumenta que o crescimento da indústria de biocombustíveis compete directamente com culturas alimentares pela terra agrícola, pela água e pelo dinheiro para investimento. Os preços dos alimentos aumentam em consequência e os biocombustíveis [líquidos] &#8220;colocam em risco o acesso à comida dos sectores mais pobres&#8221;, afirma do documento. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> E até mesmo o próprio corpo científico da União Europeia admitiu o facto. &#8220;Não vejo absolutamente nenhuma razão para usar tanta energia, dinheiro e grandes extensões de terra agrícola&#8221; para produzir biocombustíveis [líquidos], disse à <em> Spiegel Online </em> o Professor Helmut Haberl, membro do Comité Científico da Agência Europeia de Ambiente. &#8220;A UE deveria desfazer-se das regras dos 10 por cento de mistura&#8221;. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> O seu grupo inclui 20 destacados cientistas climáticos de Estados membros da UE e desempenha um papel conselheiro chave para a política da UE. Haberl afirma que a questão dos biocombustíveis tem tido um papel cada vez mais dominante nas reuniões regulares do grupo – uma ênfase que na sexta-feira passada resultou num apelo extraordinário para que a União Europeia abandone o seu objectivo dos 10 por cento. Chamando o objectivo de &#8220;super ambicioso&#8221; e um &#8220;experimento&#8221;, o documento argumenta que os efeitos colaterais dos biocombustíveis são demasiado danosos para serem ignorados. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> <strong> &#8220;Um crime contra a humanidade&#8221; </strong> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> A reacção imediata da UE a esta semana de críticas foi de desafio. &#8220;Não está em causa por agora suspender o objectivo fixado para biocombustíveis&#8221;, disse segunda-feira à AFP Barbara Helfferich, porta-voz do Comissário Ambiental da UE Stavros Dimas. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Mas com as atenções do mundo a focarem os preços em disparada dos alimentos, é duvidoso que a questão desapareça dentro em breve. Na semana passada o Banco Mundial disse que os preços alimentares haviam ascendido 83 por cento nos últimos três anos e outras organizações internacionais também saltaram para a briga – com o Relator Especial da ONU para o Direito à Alimentação, Jean Ziegler, a chamar a produção de biocombustíveis [líquidos] &#8220;um crime contra a humanidade&#8221; segunda-feira na rádio alemã. Preços inatingíveis de alimentos levaram recentemente a tumultos no Haiti, nos Camarões e em outros lugares e estão alimentar uma crescente crise de governo nas Filipinas. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Mesmo que alguém ponha de lado a ascensão dos preços alimentares, o cepticismo quanto à primeira geração de biocombustíveis – fabricados a partir de culturas plantadas especificamente para este propósito ao invés de, como os <a href="http://www.spiegel.de/international/business/0,1518,547312,00.html" target="_new"> biocombustíveis da segunda geração</a> , processar sub-produtos agrícolas e outras biomassas não comestíveis – está desencadeado. Cientistas destacam que fertilizantes utilizados para cultivar plantas para biocombustíveis [líquidos] libertam mais gases com efeito de estufa do que o próprio combustível que poupariam. Além disso, como a indústria cresce, florestas húmidas estão a ser deitadas abaixo para abrir caminho para plantações e pântanos com turfa estão a ser drenados – ambas as coisas valiosas como &#8220;sumidouros de carbono&#8221; que absorvem dióxido de carbono da atmosfera. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Mais: como destaca Haberl, o rendimento energético em relação ao esforço investido não é particularmente impressionante. &#8220;Podíamos poupar muito mais energia se apenas queimássemos resíduos agrícolas para aquecimento&#8221;, afirma ele. &#8220;Isso seria muito mais eficiente e você não estaria a competir com a produção alimentar&#8221;. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> A Alemanha, até agora, foi o único país da UE que         parcialmente         <a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,545419,00.html" target="_new"> recuou em relação ao seu compromisso</a> para com os biocombustíveis – mas, como diz Haberl, &#8220;pelas razões erradas&#8221;. Tendo determinado que demasiados automóveis seria incapazes de processar este combustível, o Ministério do Ambiente no princípio deste mês optou por não aumentar a mistura de biocombustíveis dos actuais 5 por cento para 10 por cento como fora planeado. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> Apesar dos comentários em contrário, Bruxelas também pode estar a inclinar-se para a reavaliação. A ideia de introduzir um sistema de certificação de campo – o qual daria sinal verde apenas àquelas culturas de biocombustíveis plantadas ecologicamente sobre terras não obtidas recentemente através da destruição de florestas húmidas – está a ganhar crédito. </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> </span></h2>
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"> &#8220;Parece um pouco que as pessoas começam a levar em conta (a crítica aos biocombustíveis)&#8221;, disse Tangermann. &#8220;A UE está a começar a ficar preocupada quanto à sustentabilidade e alteração climática. E isto é benvindo&#8221;. </span><span style="font-size:130%;"> <span><strong> <a name="notas">[1]</a> Este artigo refere-se exclusivamente aos biocombustíveis líquidos. As críticas nele formuladas não são aplicáveis à produção dos biocombustíveis gasosos (biogás e biometano), a qual não compete com a produção alimentar. </strong></span></span></h2>
</p>
<p style="text-align:justify;">
<h2 style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"><span><strong> <a name="notas">[2]</a> As emissões de CO<sub>2</sub> são  um falso problema, como já foi         demonstrado pelo grande climatologista Marcel Leroux.    Ver          <a href="http://resistir.info/climatologia/impostura_cientifica.html" target="_new"> Aquecimento global: uma impostura científica</a>.</strong> </span> </span></h2>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:130%;"><br />
<strong> O original encontra-se em         <a href="http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,547609,00.html" target="_new"> http://www.spiegel.de/international/europe/0,1518,547609,00.html</a> </strong></span></p>
<p><strong> AQUI <a href="http://resistir.info/" target="_new">http://resistir.info/</a> .</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Programa Conversas de Maria sobre alteração das regras da aposentadoria]]></title>
<link>http://pontonaquebrada.wordpress.com/2008/06/17/programa-conversas-de-maria-sobre-alteracao-das-regras-da-aposentadoria/</link>
<pubDate>Tue, 17 Jun 2008 13:37:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcosgoulart</dc:creator>
<guid>http://pontonaquebrada.wordpress.com/2008/06/17/programa-conversas-de-maria-sobre-alteracao-das-regras-da-aposentadoria/</guid>
<description><![CDATA[Ouça o programa Conversas de Maria do dia 10 de maio de 2008. Bloco 1 | Bloco 2 | Bloco 3 | Bloco 4]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft" style="float:left;margin:5px;" src="http://blog.sindpd.org.br/up/s/si/blog.sindpd.org.br/img/infla____o_2007.jpg" alt="Aumento de preços" />Ouça o programa Conversas de Maria do dia 10 de maio de 2008.<br />
<a href="http://www.iteia.org.br/programa-conversas-de-maria-bloco-1">Bloco 1</a> &#124; <a href="http://www.iteia.org.br/programa-conversas-de-maria-bloco-2">Bloco 2</a> &#124; <a href="http://www.iteia.org.br/programa-conversas-de-maria-bloco-3">Bloco 3</a> &#124; <a href="http://www.iteia.org.br/programa-conversas-de-maria-bloco-4">Bloco 4</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O fiscal – a volta da Sunab...]]></title>
<link>http://robertocordeiro.wordpress.com/2008/05/03/o-fiscal-%e2%80%93-a-volta-da-sunab/</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 11:43:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Roberto Cordeiro</dc:creator>
<guid>http://robertocordeiro.wordpress.com/2008/05/03/o-fiscal-%e2%80%93-a-volta-da-sunab/</guid>
<description><![CDATA[Querem acabar com a aposentadoria de Lineu, personagem de Marco Nanini em “A Grande Família”. Depois]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Querem acabar com a aposentadoria de Lineu, personagem de Marco Nanini em “A Grande Família”. Depois de um bom tempo na labuta, o fiscal da saúde pública se aposentou. Passa o dia pegando no pé de Tuco (Lúcio Mauro Filho), o filho. Sem ter o que fazer em casa, Lineu deve ser convocado pelo governo federal para retornar ao trabalho. Dessa vez, fiscalizará os postos de combustíveis existentes no país.<br />
Calma! Explico: inicialmente, devemos retornar ao passado não tão distante assim. Em meados dos anos 80, a população foi chamada para fiscalizar as majorações de preços praticadas pelo comércio em geral. Um “xerife” liderou a busca de bois no pasto. A Sunab funciona a pleno vapor. Gerentes de supermercado presos. Revoltas e manifestações populares eram os ingredientes que sustentavam a mídia daquela ocasião.<br />
Retornamos então para 2008. Por conta do repasse do reajuste dos combustíveis para a bomba, vozes do governo anunciam a fiscalização e eventuais punições aos donos de postos. Quem for flagrado pode ser severamente castigado. Ou seja, querem voltar aos anos 80, embora vivamos em plena economia de mercado. Onde prevalece a lei de mercado, não soaria inútil tal medida?<br />
A população deve ainda ter na memória notícias de que os preços dos combustíveis e seus derivados seriam regidos pelo mercado internacional. Ou seja, quando houvesse aumento do preço do barril do petróleo, o reflexo na hora de abastecer recairia no bolso do motorista. Mas, quando ocorresse uma diminuição, o cidadão seria beneficiado com a redução do preço. E o que se verificou com o tempo? Algo bastante inútil. Alguém lembra de ter pagado menos pela gasolina ou diesel em função da queda do preço do petróleo?<br />
No entanto, essa mesma economia de mercado, tem permitido em algumas cidades a concorrência. Porém, noutras, a formação de cartel. Volta e meia se observa anúncio dando conta de que o Ministério da Justiça iniciou investigação contra essa ou aquela rede distribuidora. E as conclusões? Nenhuma.<br />
E a Petrobras monopolista do setor de petróleo e gás no país? Em 2007 contabilizou lucro líquido de R$ 21,5 bilhões. A empresa tem investido pesadamente em outros países. É o símbolo da competência. Então, para que a estatal não tenha uma forte redução em seus lucros, o governo resolveu lançar mão do reajuste dos preços dos combustíveis e seus derivados. E qualquer movimento brusco de aumento nas bombas será combatido. Os oportunistas de plantão que se cuidem.<br />
Num movimento seguinte, estampam uma manchete na capital federal dizendo que as empresas de ônibus do DF querem reajustar as passagens em função do aumento do preço do diesel. Diz ainda que enquanto a classe média teve o bolso aliviado (muito cuidado com essa palavra), o cidadão que utiliza o ônibus como meio de transporte (e tem isso em Brasília?) será penalizado.<br />
Não seria esse um bom momento para convocar Lineu. Tirá-lo do marasmo domésticos e permitir que lidere um movimento de fiscalização pelos quatro cantos do Brasil. Me compre um bode&#8230;<br />
Estágio<br />
E parece que os estagiários de jornalismo tomaram conta da Rede Globo nesse feriadão prolongado&#8230; Papai Homer Simpson saiu de férias.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pressão inflacionária...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/04/14/pressao-inflacionaria/</link>
<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 11:38:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/04/14/pressao-inflacionaria/</guid>
<description><![CDATA[A pressão inflacionária continua&#8230; O que é uma péssima notícia. Uma pesquisa realizada com empr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A pressão inflacionária continua&#8230; O que é uma péssima notícia. Uma pesquisa realizada com empr]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Preço do pãozinho...]]></title>
<link>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/04/08/preco-do-paozinho/</link>
<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 11:30:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>ronaldonezo</dc:creator>
<guid>http://blogdoronaldo.wordpress.com/2008/04/08/preco-do-paozinho/</guid>
<description><![CDATA[O jornal O Diário desta terça-feira destaca o aumento no preço do pãozinho francês. Na verdade, todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O jornal O Diário desta terça-feira destaca o aumento no preço do pãozinho francês. Na verdade, todo]]></content:encoded>
</item>

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