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	<title>axiomas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/axiomas/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "axiomas"</description>
	<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 10:24:59 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Meu Testamento]]></title>
<link>http://danielfv.wordpress.com/2009/08/26/meu-testamento/</link>
<pubDate>Wed, 26 Aug 2009 14:04:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Daniel Farias</dc:creator>
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<description><![CDATA[Hoje acordei com um dielema, sou novo, mas nos meus um terço da vida tenho um problema. Como dizer a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Hoje acordei com um dielema, sou novo, mas nos meus um terço da vida tenho um problema. Como dizer aos que ficam tudo que sinto e aos que prezo tudo o que eu quero. Para isso deixarei um testamento, espero que seja lido depois de muito tempo, pois ainda faltam dois terços da vida para ai sim eu ir residir ao relento.</p>
<p style="text-align:justify;">Aos nascituros deixo minha expectativa de um mundo mais belo; aos bebês, o sorriso de um pai, às crianças, deixo  os meus sonhos; aos pré-adolescentes, a minha calma e serenidade; aos adolescentes, o respeito aos mais velhos; aos adultos, o meu desejo de ser criança; aos idosos, meu orgulho de não fazer nada diferente do que foi feito; aos abandonados, deixo minha família;  aos pobres, minha nobreza e aos ricos, a minha humildade.</p>
<p style="text-align:justify;">A minha mãe, deixo a lembrança do meu primeiro aniversário; ao meu pai, a lembrança do último abraço; ao meu irmão, nossas brincadeiras em comum; as minhas tias, o agradecimento da minha educação;  aos meus filhos, o meu amor e a minha proteção; já aos meus amigos, deixo os momentos vívidos e aos meus amores, os momentos inesquecíveis. Por fim a todos deixo a minha saudade e para mim o desejo de existir eternidade.</p>
<p style="text-align:justify;">Daniel Farias<br />
26 de Agosto de 2009</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pragmatismo]]></title>
<link>http://pragmatista.wordpress.com/2009/08/25/pragmatismo/</link>
<pubDate>Tue, 25 Aug 2009 15:24:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>pragmatista</dc:creator>
<guid>http://pragmatista.wordpress.com/2009/08/25/pragmatismo/</guid>
<description><![CDATA[Communism - Capitalism - Pragmatism 1. Pragmatismo vs Pragmática Tenho de confessar que desconhecia ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_12" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.inkcinct.com.au/Web/CARTOONS/2008/2008-670--Communism-Capitalism-pragmatism.gif"><img class="size-medium wp-image-12" title="2008-670--Communism-Capitalism-pragmatism" src="http://pragmatista.wordpress.com/files/2009/08/2008-670-communism-capitalism-pragmatism1.gif?w=300" alt="Communism - Capitalism - Pragmatism" width="300" height="229" /></a><p class="wp-caption-text">Communism - Capitalism - Pragmatism</p></div>
<p><strong>1. Pragmatismo vs Pragmática</strong></p>
<p>Tenho de confessar que desconhecia a existência da Pragmática, muito menos a diferença entre os adjectivos “pragmático” e “pragmatista”. Pragmatista refere-se a um seguidor da escola de filosofia designada por Pragmatismo, enquanto pragmático é alguém que se dedica ao estudo da Pragmática – um ramo da linguística. Apesar de ter encontrado no dicionário online da Priberam a aceitação dos termos pragmático e pragmatista como sendo referentes ao pragmatismo, considero importante, à luz da necessidade da escolha de um título permanente, a utilização do termo pragmatista no caso deste blogue, que se refere ao pragmatismo.</p>
<p><strong>2. Pragmatismo</strong></p>
<p>De acordo com a Wikipédia, o pragmatismo “constitui uma escola de filosofia, com origens nos Estados Unidos da América, caracterizada pela descrença no fatalismo e pela certeza de que só a acção humana, movida pela inteligência e pela energia, pode alterar os limites da condição humana. Este paradigma filosófico caracteriza-se, pois, pela ênfase dada às consequências &#8211; utilidade e sentido prático &#8211; como componentes vitais da verdade”. Os seus fundadores foram Charles Sanders Pierce e William James ambos americanos e cujos princípios difundiram-se largamente pela América e além dela.</p>
<p>No meu pequeno estudo sobre pragmatismo do ponto de vista formal, deparei-me com um fenómeno interessante – a miríade de artigos disponíveis online criticando o pragmatismo, bem como a rotulação de quaisquer afirmações ou raciocínios pragmatistas que divergem do que alguns acharam de definir como sendo o pragmatismo.</p>
<p>Não quero entrar em discussões filosóficas formais, tanto que não tenho conhecimentos para isso, nem formação adequada. Sei no entanto <strong>o que eu entendo por pragmatismo</strong> e que acredito ser o ponto fundamental desta filosofia aquando da sua criação e que passo a apresentar.</p>
<p>O pragmatismo está inerente ao método científico, a saber:</p>
<p>1. Observação</p>
<p>2. Pergunta</p>
<p>3. Hipótese</p>
<p>4. Experiência</p>
<p>5. Análise</p>
<p>6. Conclusão</p>
<p>Aparentemente aqui falamos da ciência indutiva, em oposição à dedutiva. No entanto, não considero que isto seja rigorosamente verdade. É certo que a dedução tem em última análise axiomas ou mesmo postulados como raízes a partir dos quais a lógica assume o comando, criando um tronco, ramos, folhas, flores, logo outras raízes, outros troncos, e assim por diante. Neste ponto assumo uma divergência pessoal com esta dicretização formalista, i.e., para mim os axiomas e até mesmo os postulados fundamentais são na verdade observações. Observações intelectuais (ou até mesmo espirituais/extra-sensoriais) e/ou conceptuais, mas ainda assim observações. Ok, acredito que esta última frase pareça completamente distante da realidade. Passo a explicar&#8230;</p>
<p>O ponto 1 do método científico não se referente unicamente a observações da natureza, nem sequer do visível. Tomamos como exemplo os cinco axiomas da geometria Euclidiana e apesar de um deles não ser tão “óbvio” assim (falo do caso das rectas infinitamente paralelas), os outros são auto-evidentes e são “observados” na natureza de uma forma conceptual. Por exemplo, ao observarmos uma recta na natureza (imperfeita, claro), o salto mental para uma recta perfeita, pertencente ao mundo das ideias de Platão, não representa a criação de um axioma vindo do nada, mas sim da dedução que parte de uma observação (indução). Considero que isto deita por terra a existência de uma ciência séria puramente dedutiva baseada em “axiomas puros” ou postulados.</p>
<p>Uma estigmatização aplicada frequentemente ao pragmatismo é a ênfase dada ao ponto 1 do método científico – as ideias têm de vir da observação. No entanto acredito que apresentar o pragmatismo dessa forma é desonesto, porque induz à interpretação do mesmo como um ponto de vista básico e limitado, ignorando que o mesmo não rejeita a existência de uma lógica consistente, desde que enrraizada em fundamentos no mínimo auto-evidentes (axiomas) induzidos de alguma forma (como descrito acima) de um qualquer tipo, relativamente aceitável, de observação. Outra crítica falaciosa é a de que a aplicação/comprovação de uma ideia (hipótese) que assim se torna verdadeira (teoria) é feita no imediato, ignorando as consequências. Ora, tal não é de todo verdade e é uma manipulação semântica do conceito quando este fala na aplicação imediata prática e concreta. No pragmatismo, as decisões devem sempre ter em vista as consequências globais de uma sociedade, ou qualquer outra entidade, no maior prazo possível.</p>
<p>Em suma, para mim, o pragmatismo é mais que tudo uma atitude, um conceito muito simples que incide na necessidade de aferir sempre que possível as ideias com dados experimentais, observações passadas e presentes, e que combate a dedução muitas vezes demagoga a que normalmente se assiste, que a dada altura perde a sua ligação com a realidade. Nada disto seria de suprema importância pragmatistamente não fosse o facto de que cada vez mais se tomam decisões (que atingem todos nós) com base em raciocínios preconceituosos, ou onde os fundamentos não são consistentes, são falsos, e algumas vezes até mesmo inexistentes. Um exemplo actual é a proibição em França do uso de telemóveis nas escolas primárias devido ao suposto perigo das ondas electromagnéticas &#8211; algo que está longe de ser confirmado e que na verdade a própria OMS refere não existirem sequer indícios sérios de que tal possa acontecer. Mas isto não quer dizer que as hipóteses deverão ser abandonadas, ou, pior que isso, que se deva rumar no sentido contrário só porque uma qualquer ideia não seja passível de ser comprovada empiricamente. De facto esse é um erro igualmente comum (“só acredito vendo”), mas que é tudo menos pragmático, já que promove uma negação de uma possível realidade por simples desconhecimento da mesma. Há sim, que colocar as coisas em perspectiva, manter um espírito aberto e acima de tudo honesto, não embarcando em sagas de cepticismo que a dada altura se tornam autistas e que vão tendendo a longo prazo para a esterilidade.</p>
<p><strong>Nota:</strong> Não estaria a ser honesto, omitindo um célebre postulado que é o da constante C das teorias da relatividade restrita e geral de Einstein. De facto a postulação da velocidade da luz constante independente do meio ainda não foi comprovada. No entanto o que importa nestas teorias é que os resultados são comprovados experimentalmente nos domínios em que são aplicadas. Resta salientar que as mesmas teorias só foram aceites como uma maior aproximação à “verdade do universo” a partir do momento em que as mesmas foram postas à prova. Por exemplo (se não me falha a memória) na descoberta do planeta Plutão (agora despromovido), bem como das experiências realizadas com relógios postos em terra e em aeronaves. Mais uma vêz, não é o seguimento fundamentalista do método que importa, mas sim o seu espírito e princípios subjacentes, que se podem resumir na conexão obrigatória das deduções à realidade, sendo que até lá não passam de hipóteses, ainda que apresentem fios de lógica consistentes e aparentemente irrefutáveis.</p>
<p>Por outro lado temos como exemplo de uma ciência virtualmente dedutiva pura aquela de Aristóteles, com a consequência de que a esmagadora maioria das suas teorias foram uma após outra refutadas. Na minha opinião, a defesa das mesmas durante a idade média pela Igreja, cujos dogmas tão em voga nesse tempo (que eram igualmente um belo exemplo de uma filosofia dedutiva pura), constituiu a maior contribuição para o entardecer da refutação universal de tais disparates.</p>
<p><strong>3. Referências</strong></p>
<p>Pragmática (linguística):</p>
<p><a href="http://www.filologia.org.br/soletras/1/07.htm">http://www.filologia.org.br/soletras/1/07.htm</a></p>
<p>Pragmatismo:</p>
<p><a href="http://www.pragmatism.org/">http://www.pragmatism.org/</a></p>
<p>Método Científico:</p>
<p><a href="http://www.molwick.com/en/scientific-methods/024-reasoning.html">http://www.molwick.com/en/scientific-methods/024-reasoning.html</a></p>
<p>OMS (Electromagnetic fields and public health &#8211; Base stations and wireless technologies):</p>
<p><a href="http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs304/en/index.html">http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs304/en/index.html</a></p>
<p>Lógica dedutiva de Aristóteles:</p>
<p><a href="http://plato.stanford.edu/entries/aristotle-logic/">http://plato.stanford.edu/entries/aristotle-logic/</a></p>
<p>Igreja e Aristóteles (basta “googlar” para saber mais, mas gostei deste artigo amador):</p>
<p><a href="http://beinghuman.blogs.fi/2008/08/07/why-did-catholic-church-fall-in-love-wit-4557117/">http://beinghuman.blogs.fi/2008/08/07/why-did-catholic-church-fall-in-love-wit-4557117/</a></p>
<p>Relatividade restrita e geral (para leigos &#8211; conceitos simples e directos):</p>
<p><a href="http://www.astronomynotes.com/relativity/s1.htm">http://www.astronomynotes.com/relativity/s1.htm</a></p>
<p>O quinto axioma da geometria Euclidiana:</p>
<p><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Parallel_postulate">http://en.wikipedia.org/wiki/Parallel_postulate</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Axiomas básicos de la geometría]]></title>
<link>http://roberprof.wordpress.com/2009/08/12/geometria-axiomas/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 15:10:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberprof</dc:creator>
<guid>http://roberprof.wordpress.com/2009/08/12/geometria-axiomas/</guid>
<description><![CDATA[Además de los conceptos primitivos para construir el conocimiento geométrico, necesitamos de ciertos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Además de los conceptos primitivos para construir el conocimiento geométrico, necesitamos de ciertos postulados que no necesitan demostración por resultar evidentes, a dichos postulados los llamaremos <strong>axiomas</strong>. Los axiomas también resultan ser entonces el punto de partida, todas los otros postulados que vayamos construyendo necesitarán demostración, es decir que, utilizaremos la lógica junto con los conceptos primitivos y los axiomas para validarlos. Estos nuevos postulados recibirán el nombre de <strong>teoremas</strong>, y entonces ellos pueden usarse para las demostraciones de los siguientes postulados o propiedades.</p>
<h3>Axiomas</h3>
<p>Un “<strong><em>axioma”</em></strong> es una proposición evidente por sí misma y por lo tanto no necesita demostración.</p>
<p>Los axiomas y los conceptos primitivos son la base fundamental de la geometría.</p>
<h3>Axiomas básicos</h3>
<p>1-    El espacio tiene infinitos puntos, rectas y planos.</p>
<p>2-    El plano tiene infinitos puntos y rectas.</p>
<p>3-     La recta tiene infinitos puntos.</p>
<p>4-    Por un punto pasan infinitas rectas.</p>
<p><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo020-axioma-4.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-726" title="geo020 - axioma 4" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo020-axioma-4.png?w=300" alt="geo020 - axioma 4" width="300" height="196" /></a></p>
<p>5-    Por una recta pasan infinitos planos.</p>
<p><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo025-axioma-5.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-727" title="geo025 - axioma 5" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo025-axioma-5.png?w=300" alt="geo025 - axioma 5" width="300" height="181" /></a></p>
<p>6-                                                        Por dos puntos pasa una única recta.</p>
<p><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo030-axioma-6.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-728" title="geo030 - axioma 6" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo030-axioma-6.png?w=300" alt="geo030 - axioma 6" width="300" height="162" /></a></p>
<p>7-    Por tres puntos no alineados pasa un único plano.</p>
<p>En este caso debemos aclarar que significa <em>alineados</em>. Tres puntos están alineados si pertenece a una misma recta.</p>
<p><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo035-axioma-7.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-729" title="geo035 - axioma 7" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo035-axioma-7.png?w=300" alt="geo035 - axioma 7" width="300" height="199" /></a></p>
<p>8-    Si dos puntos pertenecen a un plano, la recta que pasa por esos dos puntos también se encuentra en el mismo plano.</p>
<p><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo040-axioma-8.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-730" title="geo040 - axioma 8" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo040-axioma-8.png?w=300" alt="geo040 - axioma 8" width="300" height="197" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conceptos Primitivos]]></title>
<link>http://roberprof.wordpress.com/2009/08/12/geometria-conceptos-primitivos/</link>
<pubDate>Wed, 12 Aug 2009 14:54:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberprof</dc:creator>
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<description><![CDATA[El espacio es considerado como un conjunto, sus elementos son puntos y estos se unen para formar las]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">El <strong><em>espacio</em> </strong>es considerado como un conjunto, sus elementos son puntos y estos se unen para formar las rectas y los planos, entre otras cosas. A estos cuatro conceptos; espacio, punto, recta y plano; no los definiremos, aunque todos tenemos una idea de ellos y conocemos objetos que los pueden representar, pero sólo representar, ya que dichos conceptos son ideales, es decir, existen únicamente en la mente humana.</p>
<p style="text-align:justify;">Los <strong><em>puntos</em></strong> son fundamentales en la construcción del conocimiento geométrico, no tienen dimensión y cuando hablemos de ellos los nombraremos con letras en imprenta mayúscula. Una marca dejada con un lápiz fino es una de las mejores representaciones de un punto.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo005-puntos.png"><img class="aligncenter size-thumbnail wp-image-719" title="geo005 - puntos" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo005-puntos.png?w=150" alt="geo005 - puntos" width="150" height="110" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Las <strong><em>rectas</em> </strong>se representan con letras en imprenta minúscula, y se corresponden con líneas que no se doblan.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo010-rectas.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-720" title="geo010 - rectas" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo010-rectas.png?w=300" alt="geo010 - rectas" width="300" height="185" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Los <strong><em>planos</em> </strong>se representan con letras griegas y para representarlos podemos utilizar diversas superficies planas, el piso de una habitación, la superficie de una mesa, una hoja de block, etc.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo015-planos1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-722" title="geo015 - planos" src="http://roberprof.wordpress.com/files/2009/08/geo015-planos1.png?w=300" alt="geo015 - planos" width="300" height="204" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Axiomas]]></title>
<link>http://blog32.wordpress.com/2009/07/13/axiomas/</link>
<pubDate>Mon, 13 Jul 2009 20:34:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>cristobalgg</dc:creator>
<guid>http://blog32.wordpress.com/2009/07/13/axiomas/</guid>
<description><![CDATA[Un autocalificado abuelo, cerveza en mano, compartió su idea sobre la vida y el amor con otros viaje]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un autocalificado abuelo, cerveza en mano, compartió su idea sobre la vida y el amor con otros viajeros.</p>
<p>Al primero, 18 años.<br />
<em> &#8220;Mujeres&#8230; no se puede vivir con ellas ni sin ellas.&#8221;</em></p>
<p>Pareja de amigos, edad adulta.<br />
<em> &#8220;El que no se ria de la vida&#8230; que se joda.&#8221;</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[#19]]></title>
<link>http://chistedecaca.wordpress.com/2009/05/29/19/</link>
<pubDate>Fri, 29 May 2009 12:52:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>chanfainabizarra</dc:creator>
<guid>http://chistedecaca.wordpress.com/2009/05/29/19/</guid>
<description><![CDATA[Los alumnos de la Facultad de Informática parecen tenerlo claro&#8230; No existen cachondas para tod]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Los alumnos de la Facultad de Informática parecen tenerlo claro&#8230;</p>
<div id="attachment_120" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-120" title="noexiste" src="http://chistedecaca.wordpress.com/files/2009/06/1129844259_f.jpg" alt="No existen cachondas para toda tía perteneciente a FIC" width="420" height="314" /><p class="wp-caption-text">No existen cachondas para toda tía perteneciente a FIC</p></div>
<p>Y las correspondientes respuestas:</p>
<div id="attachment_121" class="wp-caption aligncenter" style="width: 430px"><img class="size-full wp-image-121" title="existeunic" src="http://chistedecaca.wordpress.com/files/2009/06/1129899272_f.jpg" alt="Existe una única cachonda para toda tía perteneciente a Caminos" width="420" height="314" /><p class="wp-caption-text">-Existe una única cachonda para toda tía perteneciente a &#34;Caminos&#34;. -¿Y cuando se gradúe qué? -Nos jodemos y nos hermanamos con FIC </p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Frase]]></title>
<link>http://infosol.wordpress.com/2009/02/27/frase/</link>
<pubDate>Fri, 27 Feb 2009 19:54:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Equipe Infosol</dc:creator>
<guid>http://infosol.wordpress.com/2009/02/27/frase/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><em><img class="alignleft size-full wp-image-852" title="C.S. Lewis" src="http://infosol.wordpress.com/files/2009/02/cslewis-05-3.jpg" alt="C.S. Lewis" width="192" height="265" />&#8220;Amar é sempre ser vulnerável. Ame qualquer coisa e certamente seu coração vai doer e talvez se partir. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, você não deve entregá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. &#8230; O único lugar além do Céu onde se pode estar perfeitamente a salvo de todos os riscos e perturbações do amor é o inferno.&#8221;</em></p>
<p align="center"><strong>C.S. LEWIS</strong></p>
<p align="center"> </p>
<p>Clive Staples Lewis, mais conhecido como C.S. Lewis, nasceu em Belfast, Irlanda, no ano de 1898. Cresceu nos meios dos livros da seleta biblioteca particular de sua família criando, através de sua fértil criatividade e imaginação,  um mundo próprio. Seus pais eram anglicanos, porém Lewis se decidiu pelo ateísmo. Em 1916, aos 18 anos, foi admitido no University College, Oxford, mas seus estudos foram interrompidos pelo serviço militar na Primeira Guerra Mundial. Em 1918 retornou à universidade. De 1925 a 1954 Lewis ensinou no <a title="Magdalen College (ainda não escrito)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Magdalen_College&#38;action=edit&#38;redlink=1">Magdalen College</a>, e de 54 até sua morte, em Oxford. Foi professor de <a title="Idade Média" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia">Literatura Medieval</a> e <a title="Renascença" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Renascen%C3%A7a">Renascentista</a> na <a title="Universidade de Cambridge" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_Cambridge">Universidade de Cambridge</a>. Tornou-se altamente respeitado neste campo de estudo, tanto como professor como escritor. Em 1930 volta à fé cristã e passa a defendê-la assiduamente. É autor da famosa série de livros <em>Crônicas de Nárnia</em>, adaptadas com sucesso para o cinema, e de tantos outros livros tais quais <em>Cartas de um Diabo a Seu Aprendiz</em>, <em>A Abolição do Homem</em>, <em>Cristianismo Puro e Simples</em> e <em>Surpreendido pela alegria</em>, foi considerado um dos maiores teólogos de todos os tempos. Morreu em Oxford no ano de 1963.</p>
<p align="center"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Educação financeira / Livros]]></title>
<link>http://dinheiroebom.wordpress.com/2009/01/21/educacao-financeira-livros/</link>
<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:04:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>dinheiroebom</dc:creator>
<guid>http://dinheiroebom.wordpress.com/2009/01/21/educacao-financeira-livros/</guid>
<description><![CDATA[Mais uma vez insisto na necessidade de se educar financeiramente, se é que você pretende ter algum d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-114" title="financas5" src="http://dinheiroebom.wordpress.com/files/2009/01/financas5.jpg" alt="financas5" width="116" height="116" />Mais uma vez insisto na necessidade de se educar financeiramente, se é que você pretende ter algum dia uma vida financeira saudável. Segue abaixo uma lista de livros recomendados para iniciantes no tema :</p>
<p> </p>
<p>1. <em><strong>Dinheiro,os segredos de quem tem &#8211; Gustavo Cerbasi</strong>, </em><a href="http://www.editoragente.com.br"><em>www.editoragente.com.br</em></a><em> </em>. Livro menos conhecido de Cerbasi,fácil de ler,em formato de bolso e bem didático.</p>
<p>2. <em><strong>As leis do dinheiro para mulheres &#8211; Eliana Bussinger</strong>, </em><a href="http://www.campus.com.br"><em>www.campus.com.br</em></a><em>  .</em> Apesar do título pode ser lido por homens e mulheres uma vez que o tema interessa a todos. Bastante explicativo e de leitura agradável ,vale a pena .</p>
<p>3.<em><strong>Os segredos da mente milionária &#8211; T.Harv Eker</strong> ,</em>  <a href="http://www.sextante.com.br">www.sextante.com.br</a>  . Embora siga o  estilo de auto ajuda considero importante como aprendizado de conceitos sobre riqueza.</p>
<p>4. <em><strong>Casais Inteligentes Enriquecem Juntos &#8211; Gustavo Cerbasi</strong> </em>, <a href="http://www.maisdinheiro.com.br">www.maisdinheiro.com.br</a> . Mais um livro de Cerbasi este direcionado a casais. Bastante prático e bem elucidativo. ótimo prá quem tá começando a vida a dois.</p>
<p>5<em>. O<strong> Milionário mora ao lado &#8211; Thomas Stanley , William Danko</strong></em>, <a href="http://www.manole.com.br">www.manole.com.br</a> . Livro mais técnico, que mostra como vivem os milionários americanos.  Com certeza bem diferente do que voce imagina.</p>
<p>5<em>.<strong>Os axiomas de Zurique , Max Gunther</strong> <strong>,</strong> </em><a href="http://www.record.com.br"><em>www.record.com.br</em></a><em>  .</em> Mais dirigido para aqueles que aplicam em renda variável. De qquer modo se voce quer aprender um pouco sobre <em>risco, Os Axiomas </em>é leitura obrigatória.</p>
<p>Em breve nova lista de livros recomendados.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Breve descripción del teorema de Gödel]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2009/01/19/breve-descripcion-del-teorema-de-godel/</link>
<pubDate>Sun, 18 Jan 2009 23:01:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2009/01/19/breve-descripcion-del-teorema-de-godel/</guid>
<description><![CDATA[Paul Strathern en &#8220;Russell en 90 minutos&#8221; describe brevemente y con amenidad el teorema ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1175" title="godel" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2009/01/godel.jpg" alt="godel" width="239" height="322" /> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Paul_Strathern" target="_blank">Paul Strathern</a> en <a href="http://www.naoslibros.es/fichalibro.php?isbn=978-84-323-1146-8" target="_blank">&#8220;Russell en 90 minutos&#8221;</a> describe brevemente y con amenidad el <a href="http://www.dgdc.unam.mx/Hipercuadernos/Godel/Intro.html" target="_blank">teorema de Gödel</a>:</p>
<p><em>&#8220;Segun la prueba de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Kurt_G%C3%B6del" target="_blank">Gödel</a>, todo <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_formal" target="_blank">sistema</a> complejo, tal como las <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1ticas" target="_blank">matemáticas</a>, que trate de fundarse sobre <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomas</a> está condenado a contener <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Proposici%C3%B3n_(l%C3%B3gica)" target="_blank">proposiciones</a> aparentemente verdaderas cuya verdad o falsedad no puede ser probada dentro de él. Se tiene que introducir siempre otro axioma de fuera del sistema a fin de probar la verdad o la falsedad de tales proposiciones. Pero tan pronto como se introduce el nuevo axioma que las hace demostrables se generan nuevas proposiciones cuya verdad o falsedad no puede ser probada. En otras palabras, todo intento de basar las matemáticas en un conjunto de axiomas fundamentales <a href="http://miguinas.blogspot.com/2005/12/teorema-de-la-incompletitud-de-gdel.html" target="_blank">está</a> <a href="http://www.chato.cl/blog/2005/08/relatividad_incertidumbre_incompletitud_e_indecidibilidad.html" target="_blank">condenado</a> al fracaso. Las matemáticas son </em><a href="http://campusvirtual.unex.es/cala/epistemowikia/index.php?title=Indecidibilidad_e_incompletitud" target="_blank">incompletas</a><em> por su propia naturaleza.&#8221;</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Esta es una explicación del <a href="http://www.cibernous.com/autores/kgodel/teoria/biografia.html" target="_blank">teorema</a> <a href="http://thales.cica.es/rd/Recursos/rd97/Biografias/08-1-b-godel.html" target="_blank">de</a> <a href="http://singularidad.wordpress.com/2007/02/03/la-mente-mas-maravillosa-del-siglo-xx/" target="_blank">Gödel</a> que, aunque <a href="http://www.uam.es/personal_pdi/ciencias/otero/DOC/LOG/FPridahistoria.pdf" target="_blank">deba</a> <a href="http://www.liceopaula.com.ar/Club_Ciencias/ASIMOV/tema004.pdf" target="_blank">precisarse</a> <a href="http://www.maths.lth.se/matematiklth/personal/mario/talks/godel.pdf" target="_blank">más</a> (ver en la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teoremas_de_la_incompletitud_de_G%C3%B6del" target="_blank">Wikipedia</a> para mayor profundidad), es bastante útil para entender los argumentos de mi <a href="http://angelrey.wordpress.com/" target="_blank">blog</a> en que hago uso de este <a href="http://campusvirtual.unex.es/cala/epistemowikia/index.php?title=Teorema_de_Incompletitud_de_G%C3%B6del" target="_blank">teorema</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cálculo y contradicciones]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2009/01/13/calculo-y-contradicciones/</link>
<pubDate>Tue, 13 Jan 2009 00:19:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2009/01/13/calculo-y-contradicciones/</guid>
<description><![CDATA[Ludwig Wittgenstein, en &#8220;Observaciones sobre los fundamentos de la matemática&#8221; -&#8221;R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1051" title="sir_roger_penrose_1" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2009/01/sir_roger_penrose_1.gif" alt="sir_roger_penrose_1" width="255" height="253" /> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ludwig_Wittgenstein" target="_blank">Ludwig Wittgenstein</a>, en <a href="http://orton.catie.ac.cr/cgi-bin/wxis.exe/?IsisScript=LIBRO.xis&#38;method=post&#38;formato=2&#38;cantidad=1&#38;expresion=mfn=015692" target="_blank">&#8220;Observaciones sobre los fundamentos de la matemática&#8221;</a> -&#8221;<a href="http://www.amazon.com/Remarks-Foundations-Mathematics-Revised-Wittgenstein/dp/0262730677" target="_blank">Remarks</a> on the <a href="http://catalogue.nla.gov.au/Record/2586817" target="_blank">Foundations of Mathematics</a>-3rd edition&#8221;- (<a href="http://www.cibernous.com/autores/wittgenstein/bibliografia/bibli.html" target="_blank">Alianza</a> Editorial), en la Parte III (1939-1940):</p>
<p><em>&#8220;81. (&#8230;)</em></p>
<p><em>Imaginemos el caso siguiente: Las gentes de una tribu determinada sólo pueden calcular oralmente. Todavía no conocen la escritura. Enseñan a sus hijos a contar en el sistema decimal. Entre ellos son frecuentes los errores al contar, hay números que se repiten o se dejan sin que ellos lo noten. Pero un viajero graba fonográficamente su modo de contar. Les enseña la escritura y a calcular por escrito y les muestra, entonces, cuán a menudo se equivocan al calcular sólo oralmente. -¿Han de admitir esas gentes, ahora, que antes no calculaban propiamente? ¿Que sólo andaban a tientas, mientras que ahora caminan? ¿No podrían, incluso, decir: que antes les iban mejor las cosas, que su intuición no tenía que cargar con el material muerto de la escritura? Con máquinas no puede atraparse el espíritu. Dicen, por ejemplo: &#8220;Sí, como afirma tu máquina, antes repetíamos cifras, seguramente estaba bien como estaba.&#8221;<br />
</em></p>
<p><em>(&#8230;)&#8221;</em></p>
<p><em>&#8220;82. (&#8230;)</em></p>
<p><em>Si yo estuviera empeñado, por ejemplo, en producir contradicciones con fines estéticos, digamos, entonces</em><em> aceptaría sin reparos la prueba inductiva de consistencia y diría: carece de toda esperanza el querer producir en este cálculo una contradicción; la prueba te muestra que eso no funciona. (Prueba en la teoría de la armonía.)&#8221;</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Desde mi punto de vista, las <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1ticas" target="_blank">matemáticas</a> se pueden ver como &#8220;diseños&#8221;: tomamos diferentes ideas y los vamos, en cierta forma, &#8220;construyendo&#8221;. Al fin y al cabo, nosotros al operar &#8220;construimos&#8221; relaciones: podemos escoger entre representar un &#8220;4&#8243; como un &#8220;2+2&#8243;, un &#8220;1+3&#8243; o lo que sea, pero la &#8220;operación escogida&#8221; la plasmamos nosotros (cabe pensar que todas esas igualdades -relaciones- están ahí desde siempre, somos nosotros quienes elegimos una u otra de las ya existentes de un &#8220;mundo mental matemático&#8221; como <a href="http://www.tendencias21.net/Penrose-sienta-las-bases-de-una-biofisica-cuantica-de-la-mente_a1406.html" target="_blank">el</a> <a href="http://www.uned.es/psico-1-fundamentos-biologicos-conducta-I/tablon/articulos/ROGER_PENROSE_1.pdf" target="_blank">que</a> <a href="http://www.lavozdeasturias.es/noticias/noticia.asp?pkid=302071" target="_blank">imagina</a> <strong><a href="http://centros5.pntic.mec.es/sierrami/dematesna/demates78/opciones/sabias/frases%20celebres/Frases%20celebres.htm" target="_blank">Roger</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Roger_Penrose" target="_blank">Penrose</a></strong>; lo mismo puede pasar con los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomas</a>). En principio, podríamos formular cualquier relación, por ejemplo, &#8220;2+2=5&#8243;, o &#8220;3+4=576&#8243;; ya que en un primer momento bien pudiéramos no decidir tomar el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Principio_de_no_contradicci%C3%B3n" target="_blank">&#8220;principio de no contradicción&#8221;</a>. Luego podemos escoger añadir un <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/18/fundamentos-axiomaticos/" target="_blank">sistema axiomático</a> en el que incluyamos el principio de no contradicción y esas relaciones dejarían de ser válidas. Y así, poco a poco, ir añadiendo o quitando axiomas según los necesitemos para algo que queramos hallar, para desarrollar ideas que se nos ocurran o para que se ajuste a lo observado experimentalmente en un sistema matemático que dé cuenta de algún proceso físico.</p>
<p>Bajo esta forma de verlo, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Gottlob_Frege" target="_blank">Gottlob</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Gottlob_Frege" target="_blank">Frege</a>, <a href="http://www.geocities.com/athens/parthenon/3749/essay1.html" target="_blank">en</a> <a href="http://serbal.pntic.mec.es/AParteRei/estrada44.pdf" target="_blank">sus</a> &#8220;Las <a href="http://dma.pedagogica.edu.co/dmdocuments/encuentro_13/Aritmetica_segun_Frege.pdf" target="_blank">Leyes</a> <a href="http://books.google.es/books?id=ARdQn_WuB48C&#38;pg=PA239&#38;lpg=PA239&#38;dq=%22Las+Leyes+Fundamentales+de+la+Aritm%C3%A9tica%22+frege&#38;source=web&#38;ots=y-CSWlDzI_&#38;sig=C27na_M9W6Jixx6nAXnBrHLQTlU&#38;hl=es&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=7&#38;ct=result" target="_blank">Fundamentales</a> de la <a href="http://www.cimm.ucr.ac.cr/aruiz/libros/Historia%20y%20Filosofia/Parte7/Cap26/Parte01_26.htm" target="_blank">Aritmética</a>&#8221; (<a href="http://en.scientificcommons.org/6999302" target="_blank">&#8220;Die  Grundgesetze der Arithmetik&#8221;</a>), aunque esté desarrollando -tal y como le avisó <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Bertrand_Russell" target="_blank">Russell</a> por carta, formulando la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Paradoja_de_Russell" target="_blank">&#8220;paradoja de Russell&#8221;</a>- un sistema inconsistente, éste sería &#8220;posible y existente&#8221; si no tomamos el principio de no contradicción (eso sí, un sistema inconsistente no tiene demasiado interés para los matemáticos ya que, por el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ex_falso_quodlibet" target="_blank">&#8220;principio de explosión&#8221;</a>, de una contradicción se puede derivar como &#8220;cierta&#8221; cualquier cosa). Es decir, los sistemas formales -consistentes- no son más que algunos casos particulares -con principio de no contradicción, etc.- de los múltiples que podemos escoger de un &#8220;mundo mental&#8221;; cogemos ideas -o las &#8220;creamos&#8221; imaginándolas- de forma que se puede decir que las &#8220;construimos&#8221;; y, aunque esté presente el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teoremas_de_la_incompletitud_de_G%C3%B6del" target="_blank">teorema de incompletitud (o incompletud) de Gödel</a>, como podemos &#8220;añadir&#8221; axiomas según los necesitemos o queramos (la completitud, aunque deseable, no resultaría imprescindible).</p>
<p>¿Pueden acaso estas ideas -más o menos acertadas- servir para tratar de trascender las posturas de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Filosof%C3%ADa_de_las_matem%C3%A1ticas#El_formalismo" target="_blank">formalistas</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Constructivismo_(matem%C3%A1ticas)" target="_blank">constructivistas</a> y <a href="http://es.geocities.com/sucellus24/3031.htm" target="_blank">logicistas</a> en un nuevo marco conceptual filosófico que concilie y englobe las tres posturas lo más cordialmente que se pueda?<em><br />
</em></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los elementos de la geometría y los 5 grupos de axiomas]]></title>
<link>http://roberprof.wordpress.com/2009/01/06/los-elementos-de-la-geometria-y-los-5-grupos-de-axiomas/</link>
<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 23:12:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberprof</dc:creator>
<guid>http://roberprof.wordpress.com/2009/01/06/los-elementos-de-la-geometria-y-los-5-grupos-de-axiomas/</guid>
<description><![CDATA[Existen puntos que los designaremos con las letras A, B, C, &#8230; Existen rectas que las designare]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Existen puntos que los designaremos con las letras A, B, C, &#8230;</p>
<p>Existen rectas que las designaremos con las letras a, b, c, &#8230;</p>
<p>Existen planos que los designaremos con letras griegas α, β, γ, &#8230;</p>
<p>Los puntos s on los elementos de la geometría lineal, las rectas son los elementos de la geometría plana y los puntos, las rectas y los planos son los elementos de la geometría del espacio.</p>
<p>Estos puntos, rectas y planos tiene relaciones entre ellos, que indicaremos con palabras como &#8220;están situados&#8221;, &#8220;entre&#8221;, &#8220;paralelas&#8221;, &#8220;congruentes&#8221;, etc.  Una completa descripción de ellos y de sus relaciones serán consecuencias de los axiomas de la geometría. Estos axiomas pueden ser presentados en 5 grupos, cada grupo expresa por sí mismo relaciones fundamentales, hechos de nuestra intuición.</p>
<ul>
<li>I &#8211; Axiomas de conexión (1 &#8211; 7)</li>
</ul>
<ul>
<li>II &#8211; Axiomas de orden (1 &#8211; 5)</li>
</ul>
<ul>
<li>III &#8211; Axioma de las paralelas (Axioma de Euclides)</li>
</ul>
<ul>
<li>IV &#8211; Axiomas de congruencia (1 &#8211; 6)</li>
</ul>
<ul>
<li>V &#8211; Axioma de continuidad (Axioma de Arquímedes)</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Refutación de una demostración matemática de la Inexistencia de Dios]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/22/refutacion-de-una-demostracion-matematica-de-la-inexistencia-de-dios/</link>
<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 23:01:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/22/refutacion-de-una-demostracion-matematica-de-la-inexistencia-de-dios/</guid>
<description><![CDATA[He encontrado un intento de &#8220;demostración matemática de la Inexistencia de Dios&#8221; que me ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-553" title="dem_inex_dios" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/12/dem_inex_dios.jpg" alt="dem_inex_dios" width="120" height="160" /> He <a href="http://ateismo.ws/demostracion_inexistencia_dios.html" target="_blank">encontrado</a> un intento de &#8220;<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Demostraci%C3%B3n_matem%C3%A1tica" target="_blank">demostración matemática</a> de la Inexistencia de Dios&#8221; que me gustaría comentar.</p>
<p>Aquí está lo principal del <a href="http://usalesianadipmat.blogspot.com/2008/11/demostracion-matematica-de-la.html" target="_blank">artículo</a> en que se trata el tema:</p>
<p><em><br />
Los creyentes han escogido como cierta una cosa (a <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Dios" target="_blank">Dios</a>) de entre todas las cosas que podrían <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Existencia" target="_blank">existir</a>, pero que no han sido percibidas de ningún modo.</em></p>
<p><em>De ahora en adelante, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_de_conjuntos" target="_blank">denominaremos</a> SUPER<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conjunto" target="_blank">CONJUNTO</a> a &#8220;el <a href="http://enciclopedia.us.es/index.php/Conjunto" target="_blank">conjunto</a> de cosas que podrían existir pero que no han sido demostradas&#8221;.</em></p>
<p><em>Dentro del SUPERCONJUNTO están incluidos los 2 conjuntos siguientes:</em></p>
<p><em>- Cosas que no existen (luego no se han demostrado)<br />
- Cosas que existen (pero no se han demostrado)</em></p>
<p><em>Las &#8220;cosas que no existen&#8221; es un conjunto <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Infinito" target="_blank">infinito</a> (creo que esto es evidente).<br />
Las &#8220;cosas que existen&#8221; es un <a href="http://sipan.inictel.gob.pe/internet/av/cfinito.htm" target="_blank">conjunto</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conjunto_finito" target="_blank">finito</a> (también evidente).</em></p>
<p><em>Estos son los dos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomas</a> sobre los que se edifica la argumentación. Si alguno no fuera cierto, el razonamiento perdería todo su fundamento.</em></p>
<p><em>DESENLACE:</em></p>
<p><em>Los creyentes han elegido el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Elemento_de_un_conjunto" target="_blank">elemento</a> &#8220;Dios&#8221; de entre todos los elementos del SUPERCONJUNTO, con la esperanza de que esté incluido dentro del subconjunto &#8220;cosas que existen&#8221; y por tanto fuera del subconjunto &#8220;cosas que no existen&#8221;.</em></p>
<p><em>Resumiendo, han escogido un elemento de un conjunto formado por 2 <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Subconjunto" target="_blank">subconjuntos</a>: uno finito y otro infinito.</em></p>
<p><em>¿Qué <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Probabilidad" target="_blank">probabilidades</a> <a href="http://espanol.geocities.com/eprobabilidades/" target="_blank">hay</a> de que el elemento escogido esté dentro del <a href="http://cosmos.coseac.unam.mx/cursoAlgebra/unidad1/conjuntos.html" target="_blank">subconjunto</a> infinito?<br />
Según la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/C%C3%A1lculo_de_probabilidades" target="_blank">teoría de probabilidades</a>, es fácilmente demostrable que el elemento escogido pertenecerá al conjunto infinito con un 100% de probabilidad.</em></p>
<p><em>Por tanto, existe un 0% de probabilidades de que &#8220;Dios&#8221; pertenezca al conjunto &#8220;cosas que existen&#8221;. Es decir, una persona que afirma que &#8220;Dios existe&#8221;, se equivoca con toda probabilidad.</em></p>
<p><em>Matemáticamente, Dios no existe.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Posteriormente, el autor, Eduardo Couselo (<span>duducou@hotmail.com</span>), indica que <em>este artículo no debe interpretarse como una <a href="http://buscandolafraseperfecta.blogspot.com/2008/08/demostraciones-de-la-inexistencia-de.html?showComment=1219027800000" target="_blank">demostración</a> pretenciosa de la inexistencia de Dios, sino como un artículo curioso que ayuda a ver el tema desde un punto de vista distinto y nuevo, que intenta trasladar la discusión sobre la <a href="http://www.monografias.com/trabajos/exisdios/exisdios.shtml" target="_blank">existencia de Dios</a> a la discusión sobre la veracidad de los <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/18/fundamentos-axiomaticos/" target="_blank">axiomas</a>. Si tales axiomas se consideran ciertos, el razonamiento es impecable</em>.</p>
<p>Se podría estar de acuerdo con esta afirmación considerando válida en todo caso la lógica formal <a href="http://www.webdianoia.com/aristoteles/aristoteles_log.htm" target="_blank">aristotélica</a> usada habitualmente (cosa que he <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/20/el-problema-del-mal/" target="_blank">puesto</a> en <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/21/las-medias-manzanas-y-la-logica-difusa/" target="_blank">duda</a> en mi blog), pero no hay que olvidar que <strong><a href="http://ddd.uab.es/pub/edlc/02124521v23n1p61.pdf" target="_blank">cuando</a> <a href="http://ciencia.astroseti.org/matematicas/articulo.php?num=3482" target="_blank">entran</a> en <a href="http://bidi.unam.mx/libroe_2007/0660589/A09.pdf" target="_blank">juego</a> </strong> <strong><a href="http://www.cinvestav.mx/Portals/0/Publicaciones%20y%20Noticias/Revistas/Avance%20y%20perspectiva/septoct01/4%20IMAZ.pdf" target="_blank">magnitudes</a> <a href="http://www.maikelnai.es/2007/07/24/extrano-pero-cierto-el-infinito-tiene-varios-tamanos/" target="_blank">infinitas</a> la <a href="http://darkpacker.blogspot.com/2007/08/el-infinito-matemtico-interpretaciones_10.html" target="_blank">argumentación</a> se vuelve <a href="http://www.emis.de/journals/DM/v3/art6.pdf" target="_blank">más</a> <a href="http://hosting.udlap.mx/profesores/miguela.mendez/alephzero/archivo/historico/az30/cantor.html" target="_blank">riesgosa</a> <a href="http://eltopologico.blogspot.com/2006_10_01_archive.html" target="_blank">y</a> <a href="http://www.eumed.net/ce/2007b/amp-cantor.htm" target="_blank">endeble</a></strong> (con lo que el <a href="http://hosting.udlap.mx/profesores/miguela.mendez/alephzero/archivo/historico/az24/aleph.html" target="_blank">razonamiento</a> <a href="http://www.unav.es/gep/ProblemasFilosofiaX.html" target="_blank">podría</a> no ser tan &#8220;impecable&#8221;) y <a href="http://www.antroposmoderno.com/antro-articulo.php?id_articulo=454" target="_blank">hay</a> <a href="http://books.google.es/books?id=8j_fi0Q0HsIC&#38;pg=PR17&#38;lpg=PR17&#38;dq=magnitudes+infinitas&#38;source=web&#38;ots=2iKyOr8mKr&#38;sig=ax9ml4PqI2Kf-HS2C01R_PxBHe4&#38;hl=es&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=2&#38;ct=result" target="_blank">muchas</a> <a href="http://www.cidse.itcr.ac.cr/revistamate/MundoMatematicas/infinito/index.html" target="_blank">consideraciones</a> a tener en cuenta. De hecho, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Carl_Friedrich_Gauss" target="_blank">Gauss</a> llega a decir lo <a href="http://www.cienciakanija.com/2007/03/" target="_blank">siguiente</a>:<br />
<em><br />
Protesto contra el uso de magnitudes infinitas como algo completo, lo que en matemáticas nunca se permite. El infinito es simplemente una forma de hablar, el significado real es un límite con ciertos rangos de aproximación indefinidamente cercanos, mientras que otros se les permite incrementarse sin restricción.</em></p>
<p><em><br />
</em>De todas formas, querría hacer un apunte en lo que se refiere a la veracidad de los axiomas; en concreto el segundo: <em>Las &#8220;cosas que existen&#8221; es un conjunto finito</em>. No sabemos exactamente si el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Universo" target="_blank">universo</a> es finito o infinito, y aún en el caso de que se diera lo primero, cabría preguntarse si no pudiera haber &#8220;algo&#8221; que, existiendo, no estuviera contenido entero en él  (por no mencionar que <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/09/reflexiones-filosofico-matematicas-sobre-los-viajes-en-el-tiempo/" target="_blank">puedan</a> <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/02/08/%C2%BFuna-nueva-dimension-temporal/" target="_blank">existir</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Universos_paralelos" target="_blank">universos</a> <a href="http://www.proyectopv.org/1-verdad/universosparalelos.htm" target="_blank">paralelos</a> no conectados con el nuestro).</p>
<p>Couselo también dice que su<em> artículo va más allá de demostrar la inexistencia de Dios. Lo que demuestra es que al dar por existente algo, debe hacerse en base a algún indicio o prueba. </em>Estas líneas que escribo no pretenden llegar a una respuesta concluyente absoluta sobre la existencia o no de Dios, sólo considerar ciertos  aspectos del tema y algunas posibilidades desde un punto de vista un tanto estricto (si hay algún &#8220;resquicio&#8221; que pueda dar lugar a algo, procuro considerarlo). Por ello, creo <strong>hay que decir que el hecho de que no tengamos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Conocimiento_emp%C3%ADrico" target="_blank">evidencia empírica</a> de algo no implica su inexistencia</strong>. Incluso habría que replantearse qué es o qué quiere decir que algo &#8220;exista&#8221;, si es necesario que algo se dé en el mundo físico para que se pueda decir que exista (pues, por ejemplo, los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Pensamiento_(mente)" target="_blank">pensamientos</a> que <a href="http://books.google.es/books?id=xrjfEazrX0QC&#38;pg=PA121&#38;lpg=PA121&#38;dq=%22existen+los+pensamientos%22&#38;source=web&#38;ots=-57EDOkoDL&#38;sig=8XKi-WaXylc-zp7-aK4hbfmcxCg&#38;hl=es&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=4&#38;ct=result#PPA121,M1" target="_blank">tenemos</a> no <a href="http://www.cbhd.org/resources/neuroethics/cheshire_2007-01-26_es.htm" target="_blank">tienen</a> por qué <a href="http://es.catholic.net/sacerdotes/222/578/articulo.php?id=4610" target="_blank">reproducirse</a> materialmente y, pese a ello, <a href="http://books.google.es/books?id=kl3KB0xjaukC&#38;pg=PA206&#38;lpg=PA206&#38;dq=%22existen+los+pensamientos%22&#38;source=web&#38;ots=FebcGTSc_i&#38;sig=hcFMIHaJVXhZd6h02iZQCmlruKQ&#38;hl=es&#38;sa=X&#38;oi=book_result&#38;resnum=7&#38;ct=result" target="_blank">&#8220;existen&#8221;</a> -entendiendo por pensamientos &#8220;aquello que se piensa&#8221;, no los <a href="http://www.geocities.com/creo1854/impulso.htm" target="_blank">impulsos bioeléctricos cerebrales</a> en sí mismos:  <a href="http://www.categorizacion.org/archivo/woodfield/woodfield5.htm" target="_blank">algo</a> así <a href="http://www.lacoctelera.com/piluky/post/2008/10/22/que-son-numeros-existen-realmente-tesis-la" target="_blank">como</a> el <a href="http://html.rincondelvago.com/mundo-de-las-ideas-de-platon.html" target="_blank">mundo</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Plat%C3%B3n" target="_blank">platónico</a> <a href="http://www.e-torredebabel.com/Historia-de-la-filosofia/Filosofiagriega/Platon/TeoriadelasIdeas.htm" target="_blank">de</a> <a href="http://www.e-torredebabel.com/Historia-de-la-filosofia/Filosofiagriega/Platon/MundoInteligible.htm" target="_blank">las</a> <a href="http://filosofia.idoneos.com/index.php/316595" target="_blank">ideas</a>-).</p>
<p>También cabe añadir que <strong>si suponemos que podamos <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/05/22/la-inconsistencia-y-la-completitud-en-el-cristianismo/" target="_blank">redefinir a Dios</a> </strong><em><strong>como un Ser capaz de manejar la inconsistencia,</strong> la contradicción</em> (como hice hace un tiempo: ver preferentemente mi post <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/05/13/dios-completitud-e-inconsistencia/" target="_blank">&#8220;Dios, completitud e inconsistencia&#8221;</a>), <strong>con argumentos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica" target="_blank">lógico</a>-<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Matem%C3%A1ticas" target="_blank">matemáticos</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/L%C3%B3gica_formal" target="_blank">formales</a> no se podría <a href="http://www.driverop.com.ar/deminexdios.php" target="_blank">demostrar</a> la <a href="http://www.scribd.com/doc/2249191/Faure-Sebastien-Doce-pruebas-de-la-inexistencia-de-Dios" target="_blank">inexistencia</a> de Dios</strong> al no poderse considerar válidos ya que estarían entrando en un espacio al que no deben ni pueden <a href="http://the-geek.org/escepticos/200402/msg00380.html" target="_blank">acceder</a> (<strong>un sistema lógico formal no puede tratar aquello que está fuera de la lógica formal</strong>, puesto que la <a href="http://www.monografias.com/trabajos15/logica-metodologia/logica-metodologia.shtml" target="_blank">lógica</a> <a href="http://portales.educared.net/wikiEducared/index.php?title=Introducci%C3%B3n_a_la_l%C3%B3gica_formal" target="_blank">formal</a> <a href="http://www.liceodigital.com/filosofia/logica.htm" target="_blank">exige</a> ciertos <a href="http://html.rincondelvago.com/logica_22.html" target="_blank">principios</a> que no se verificarían en un dominio en el que, por ejemplo, no se cumpla un principio tan fundamental como el de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Principio_de_no_contradicci%C3%B3n" target="_blank">no contradicción</a> -muchas demostraciones de la inexistencia de Dios hacen uso de técnicas como la de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Demostraci%C3%B3n_por_reducci%C3%B3n_al_absurdo" target="_blank">reducción al absurdo</a> o la de <a href="http://www.cidse.itcr.ac.cr/revistamate/propuestas-didacticas-em/v7n1-jun2006/node5.html" target="_blank">contradicción</a>-). El problema pasaría a ser de carácter <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ontolog%C3%ADa" target="_blank">ontológico</a> más que lógico: Dios <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ser" target="_blank">es</a> o no es, existe o no, independientemente de las tentativas de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teor%C3%ADa_de_la_demostraci%C3%B3n" target="_blank">demostración</a> <a href="http://www.wordreference.com/definicion/refutaci%F3n" target="_blank">o</a> <a href="http://aliso.pntic.mec.es/agalle17/progym/refutacion.html" target="_blank">refutación</a> (es decir, con nuestros <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Cinco_sentidos" target="_blank">sentidos</a>, las herramientas de que disponemos y nuestras limitaciones por estar en el mundo terrenal, <strong>si Dios existe, existiría aunque no se pudiera demostrar </strong>-siempre y cuando no tuviéramos una prueba de Él empírica, perceptual o sencillamente una &#8220;<a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fe_(revelaci%C3%B3n_divina)" target="_blank">revelación</a> <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Revelaci%C3%B3n_divina" target="_blank">divina</a>&#8220;, que <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fide%C3%ADsmo" target="_blank">devolvería</a> el problema al ámbito de la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Creencia" target="_blank">creencia</a> personal y de la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Fe" target="_blank">Fe</a>-; y es más, <strong>podría darse que Dios no exista y no se pudiera refutar su existencia</strong>, ya que necesitaríamos ser nosotros mismos <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Omnisciencia" target="_blank">omniscientes</a> para afirmarlo); y las propiedades que pudiera tener en caso de que exista sólo <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/05/26/notas-de-teodicea/" target="_blank">podemos</a> intuirlas o suponerlas, ya que nuestras mentes no todopoderosas -limitadas- no pueden, en principio, aprehender todo esto por entero.</p>
<p>Por último, sería <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/08/05/zen-y-samurais-alcanzar-el-desapego/" target="_blank">conveniente</a> señalar que con el <a href="http://www.artedehoy.com/html/zen.html" target="_blank"><em>zen</em></a> y los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/K%C5%8Dan" target="_blank"><em>koans</em></a> de sus <a href="http://www.paradoxportal.com.ar/paginas/enciclopedia-koan.html" target="_blank">escritos</a> <a href="http://www.punksunidos.com.ar/blog/2007/06/06/koan-zen-2/" target="_blank">quizá</a> se <a href="http://www.tendencias21.net/neurociencias/index.php?action=article&#38;id_article=1000106" target="_blank">pudiera</a> llegar a tener la <a href="http://solotxt.brinkster.net/csn/22psizen.htm" target="_blank">llave</a> a al menos una <a href="http://www.landsil.com/Zen.htm" target="_blank">mínima</a> <a href="http://www.zen-deshimaru.com/ES/teaching/questions/question43.html" target="_blank">comprensión</a> o percepción de estas cuestiones acerca de las contradicciones y la esencia del mundo (que supuestamente se alcanzaría con el <a href="http://www.oshogulaab.com/OSHO/MEDITACIONES/PREGUNTAS/satori2.htm" target="_blank"><em>satori</em></a> o <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Satori" target="_blank">&#8220;iluminación&#8221;</a>).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fundamentos axiomáticos]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/18/fundamentos-axiomaticos/</link>
<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 23:57:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/18/fundamentos-axiomaticos/</guid>
<description><![CDATA[En el libro &#8220;Mecánica Teórica&#8221; de Murray R. Spiegel, en el Capítulo 1, viene un esquema ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-362" title="spiegelmecanicateorica" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/12/spiegelmecanicateorica.jpg" alt="spiegelmecanicateorica" width="163" height="214" /> En el libro <a href="http://www.librerialuces.com/libro/Mec%C3%A1nica_te%C3%B3rica/isbn/978-968-451-233-7" target="_blank">&#8220;Mecánica Teórica&#8221;</a> de <a href="http://books.google.es/books?ct=result&#38;q=murray+spiegel&#38;btnG=Buscar+libros" target="_blank">Murray R. Spiegel</a>, en el Capítulo 1, viene un esquema de lo que son las bases de un <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_axiom%C3%A1tico" target="_blank">sistema axiomático</a>. Lo aplica a la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Mec%C3%A1nica" target="_blank">Mecánica</a>, pero serviría para cualquier &#8220;forma de <a href="http://www.garciabacca.com/libros/pensamientoaxio.html" target="_blank">pensamiento</a> <a href="http://bidi.unam.mx/libroe_2007/0660589/A06.pdf" target="_blank">axiomático</a>&#8221; (un tema que he tocado anteriormente en el post <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/12/08/teoremas-matematicos-tautologias-y-ajedrez/" target="_blank">&#8220;Teoremas matemáticos, tautologías y ajedrez&#8221;</a>.):</p>
<p><em><br />
<a href="http://forum.wordreference.com/showthread.php?t=243790" target="_blank">FUNDAMENTOS AXIOMÁTICOS</a> DE LA MECÁNICA</em></p>
<p><em>Un desarrollo axiomático de la mecánica, como para cualquier otra ciencia, debe contener los siguientes elementos básicos:</em></p>
<p><em>1. </em>Términos o <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Concepto" target="_blank">conceptos</a> no definidos.<em> Es clara su necesidad, ya que en último término cualquier definición debe basarse en algo que no está definido.</em></p>
<p><em>2. </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Afirmaci%C3%B3n" target="_blank">Afirmaciones</a> no comprobadas.<em> Hay enunciados fundamentales corrientemente expresados en forma matemática, de los cuales se espera que lleven a descripciones válidas de un fenómeno en estudio. En general, estos enunciados, llamados </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomas</a><em> o </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Postulado" target="_blank">postulados</a><em>, se basan en observaciones experimentales o abstracciones de ellas. En tal caso son llamados </em>leyes<em>.</em></p>
<p><em>3. </em>Términos o conceptos definidos.<em> En estas </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Definici%C3%B3n" target="_blank">definiciones</a><em> se emplean los términos o conceptos no definidos.</em></p>
<p><em>4. </em>Afirmaciones demostradas.<em> Son llamadas </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teorema" target="_blank">teoremas</a><em> y se demuestran a partir de definiciones y axiomas.</em></p>
<p><em>Un ejemplo de la &#8220;forma de pensamiento axiomático&#8221; está dado por la </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Geometr%C3%ADa_euclidiana" target="_blank">geometría euclidiana</a><em> en la que </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Punto_(geometr%C3%ADa)" target="_blank">punto</a><em> y </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Recta" target="_blank">recta</a><em> son conceptos no definidos.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>Unas palabras de una persona a la que debemos mucho por sus <a href="http://www.lsf.com.ar/resulta.aspx?key=SPIEGEL,%20MURRAY&#38;criterio=autor" target="_blank">numerosos</a> <a href="http://www.dooyoo.es/libros/variable-compleja-murray-r-spiegel/448147/" target="_blank">libros</a> <a href="http://www.ciao.es/Variable_Compleja_Murray_R_Spiegel__1050580" target="_blank">didácticos</a> los <a href="http://bibliotecavirtualeive.wordpress.com/2008/08/20/ecuaciones-diferenciales-aplicaciones/" target="_blank">estudiantes</a> de ciencias e ingenierías; sirva este post en honor suyo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Teoremas matemáticos, tautologías y ajedrez]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/08/teoremas-matematicos-tautologias-y-ajedrez/</link>
<pubDate>Mon, 08 Dec 2008 22:28:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2008/12/08/teoremas-matematicos-tautologias-y-ajedrez/</guid>
<description><![CDATA[Todo teorema matemático tiene incluido en sí mismo de forma tácita el sistema axiomático A (con sus ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-271" title="chess_250x251" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/12/chess_250x251.jpg" alt="chess_250x251" width="250" height="251" /> Todo <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Teorema" target="_blank">teorema matemático</a> tiene incluido en sí mismo de forma tácita el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_formal" target="_blank">sistema axiomático</a> <em>A</em> <em>(con sus <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomas</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Definici%C3%B3n" target="_blank">definiciones</a>, <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Postulado" target="_blank">postulados</a>, </em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Regla_de_inferencia" target="_blank"><em>reglas</em></a><em>, etc.) </em>en el que se sustenta. Supongamos un teorema <em>T</em>. Este teorema <em>T </em>sería en realidad <strong><em>T&#8217;</em> (<em>T prima</em>)</strong>, de tal forma que <strong><em>T&#8217;</em> </strong> se enunciaría de la siguiente manera: <strong><em>&#8220;Supuesto un sistema axiomático A, deberá cumplirse T&#8221;.<br />
</em></strong><em>T&#8217; </em>es un artificio para revelar explícitamente la dependencia de unos axiomas y reglas del teorema <em>T </em>original.<br />
<em>T&#8217;</em> se va a cumplir siempre; es una <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Tautolog%C3%ADa" target="_blank">tautología</a>, como todas la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Proposici%C3%B3n_(l%C3%B3gica)" target="_blank">proposiciones</a> matemáticas si están correctamente derivadas (para una visión conceptual acerca de los sistemas axiomático conviene consultar en el Capítulo 8 (&#8220;Axiomática&#8221;) del libro <a href="http://www.agapea.com/libros/Conceptos-de-matematica-moderna-isbn-8420621870-i.htm" target="_blank">&#8220;Conceptos de matemática moderna&#8221;</a> de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ian_Stewart_(mathematician)" target="_blank">Ian Stewart</a>).<br />
Los axiomas y las reglas que se usan en un sistema matemático están implícitas, se encuentran de forma tácita en cada teorema, el que no se expliciten no significa que no estén presentes.<br />
Por hacer una <a href="http://phaneus.blogspot.com/2007/08/matemticas-y-ajedrez.html" target="_blank">analogía</a> con el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Ajedrez" target="_blank">ajedrez</a>, un teorema sería la posición de las piezas tras una partida con todos sus movimientos; con unas reglas mediante las cuales se han realizado los movimientos, que pueden ser comparables con los pasos lógicos de una <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Demostraci%C3%B3n_matem%C3%A1tica" target="_blank">demostración matemática</a>; y con unos axiomas, que podrían simbolizarse en la posición inicial de las piezas y cuántas y cuáles son.<br />
Pero los sistemas matemáticos no se pueden aplicar a la ligera en el mundo físico, no son válidos siempre cuando se trasladan como herramienta para hacer <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/F%C3%ADsica" target="_blank">Física</a> y tratar de comprender el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Universo" target="_blank">universo</a>. Por ejemplo, tomando los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axiomas_de_Euclides" target="_blank">axiomas</a> de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Euclides" target="_blank">Euclides</a> generamos la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Geometr%C3%ADa_eucl%C3%ADdea" target="_blank">geometría euclídea</a>; pero eliminando el <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Quinto_postulado_de_Euclides" target="_blank">axioma de las paralelas</a> podemos conseguir <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Geometr%C3%ADa_no_eucl%C3%ADdea" target="_blank">geometrías no euclídeas</a> (según qué postulemos obtendremos la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Geometr%C3%ADa_hiperb%C3%B3lica" target="_blank">geometría hiperbólica</a> o la <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Geometr%C3%ADa_el%C3%ADptica" target="_blank">elíptica</a>), distintas de la anterior (donde el axioma de las paralelas sería falso) pero también <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Consistencia_l%C3%B3gica" target="_blank">consistentes</a> (es decir, con un sistema de axiomas que no se contradicen entre sí).<br />
Todos estos sistemas axiomáticos son válidos formalmente, lo discutible sería el ámbito de aplicación en Física. La geometría euclídea se podría usar en un ámbito <a href="http://es.geocities.com/eucliteam/Geometria_no_Euclidea.html" target="_blank"><em>clásico</em></a> -por así llamarlo- de la Física y las no euclídeas se <a href="http://www.geocities.com/cosmologiacuantica/art/curvatura.htm" target="_blank">usarían</a>, por ejemplo, en<em> <a href="http://www.astro.ugto.mx/cursos/astrofisicaII/AstrofisicaII_Parte_II/capitulo_11/cap_11_docs/Subcap_4/geometria_del_universo.htm" target="_blank">cosmología</a></em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los Axiomas de Zurich]]></title>
<link>http://veromeda.wordpress.com/2008/09/06/los-axiomas-de-zurich/</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 03:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>veromeda</dc:creator>
<guid>http://veromeda.wordpress.com/2008/09/06/los-axiomas-de-zurich/</guid>
<description><![CDATA[La carrera no siempre la ganan los mas veloces sino aquellos que siguen corriendo Sobre el riesgo Pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote>
<div id="attachment_5" class="wp-caption alignnone" style="width: 220px"><a href="http://veromeda.files.wordpress.com/2008/09/determinacion.jpg"><img class="size-medium wp-image-5" title="determinacion" src="http://veromeda.wordpress.com/files/2008/09/determinacion.jpg?w=300" alt="" width="210" height="158" /></a><p class="wp-caption-text">La carrera no siempre la ganan los mas veloces sino aquellos que siguen corriendo</p></div>
<h2><span class="postbody1"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><strong>Sob</strong><strong>re el riesgo </strong></span></span></h2>
<h2><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><span class="postbody1"><span class="postbody1"><strong>Primer axioma</strong></span></span></span></h2>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><em><span class="postbody1">La preocupación no es una enfermedad sino una señal de salud. </span><br />
</em><span class="postbody1">• Si usted no está preocupado, no está arriesgando lo suficiente. </span><br />
<span class="postbody1">Existen varias formas de medir el riesgo de una inversión, pero no hay ninguna forma científica de medir el riesgo que cada uno de nosotros somos capaces de soportar y que estamos dispuestos a correr. Lo mejor que podemos hacer es: ser honestos con nosotros mismos y definir el nivel de preocupación con el que estamos dispuestos a vivir. </span></span></p></blockquote>
<p><span class="postbody1">Siempre juegue por apuestas importantes </span><br />
<span class="postbody1">¿Que caso tiene obtener una ganancia mínima por nuestra preocupación?, Si lo vamos a hacer, que valga la pena. </span><br />
<span class="postbody1">Quizá usted quiera comenzar modestamente y luego aumentar la dosis de preocupación en la medida que adquiere experiencia y confianza en sus desiciones. </span><br />
<span class="postbody1">Cada especulador encuentra su propio nivel de riesgo tolerable. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Resista el atractivo de la diversificación. </span><br />
<span class="postbody1">Con poco capital para especular hay que enfocar los esfuerzos para obtener el efecto máximo de nuestras propias desiciones. </span><br />
<span class="postbody1">Con mucho capital para especular, también hay que procurar el máximo efecto de nuestras desiciones. </span><br />
<span class="postbody1">La diversificación, tal como se entiende en la comunidad inversionista, significa repartir el dinero en muchas pequeñas especulaciones en lugar de hacerlo en unas pocas, grandes. </span><br />
<span class="postbody1">La idea es la de conseguir una seguridad o una “cobertura”. </span><br />
<span class="postbody1">Pero lo primero que obtendremos es la seguridad de no obtener un rendimiento extraordinario, porque lo mismo que nos protege de perder, nos mantiene lejos de hacer grandes ganancias. </span><br />
<span class="postbody1">En un portafolios diversificado, el hecho de que unos instrumentos bajen, se compensa con los instrumentos que suben. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la codicia </span><br />
<span class="postbody1">Segundo axioma </span></p>
<p><span class="postbody1">¿Qué pasaría si mantengo la inversión un poco más? </span><br />
<span class="postbody1">• ¡Cuidado!, este es el primer indicio de la codicia. </span><br />
<span class="postbody1">Apartarse del éxito es un acto sumamente difícil. </span><br />
<span class="postbody1">En el curso de un juego de azar, de una inversión o de una especulación, de vez en cuando se presentan rachas de buena suerte, son eventos que la condición humana disfruta tanto que tiende a querer que sigan por siempre, no obstante el sentido común hace reconocer que esta situación no puede prolongarse indefinidamente. </span></p>
<p><span class="postbody1">Hay que tener cuidado con el sentimiento de que en momentos alcistas del mercado podemos quedarnos durante períodos mas largos con alguna inversión. Recordemos que básicamente la estrategia del especulador se concentra en la reinversión de las utilidades. </span></p>
<p><span class="postbody1">Decida por adelantado cuánto quiere ganar y cuando lo tenga, ¡venda! </span><br />
<span class="postbody1">• Para enfriarnos la mente es mucho mas fácil fijar desde el mometo de la compra el nivel al que estaríamos dispuestos a vender, inclusive, si es posible, colocar la orden de venta a ese precio por adelantado. </span><br />
<span class="postbody1">• No intente ganarlas todas. </span><br />
<span class="postbody1">Todos los dias usted verá oportunidades pasar, no se preocupe, mejor enfóquese en alcanzar alguna de ellas y punto. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la esperanza </span><br />
<span class="postbody1">Tercer axioma </span><br />
<span class="postbody1">Cuando el barco comienza a hundirse, no rece. Sin esperar más hay que saltar del barco y salvarse. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Quedarse atascado en una empresa perdedora es el peor dolor monetario que hay”, es por esto que recomienda no esperar a que el barco se encuentre sumergido hasta la mitad para tomar una decisión, lo que hay que hacer es evaluar la situación, buscar evidencia confiable y tangible para ver las posibilidades de una mejora, y si éstas no convencen se debe proceder a liquidar el asunto en cuestión antes de que los demás comiencen a sentir pánico, sin esperar más hay que saltar del barco y salvarse. </span></p>
<p><span class="postbody1">Acepte las pequeñas pérdidas como un hecho de la vida. </span><br />
<span class="postbody1">Espere recibir varias pérdidas pequeñas en lo que logra conseguir una gran </span><br />
<span class="postbody1">ganancia. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre los pronósticos </span><br />
<span class="postbody1">Cuarto axioma </span></p>
<p><span class="postbody1">No se puede predecir la conducta humana. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Las desiciones de compra y venta en los mercados de valores son tomadas por seres humanos. </span><br />
<span class="postbody1">Lo que se puede observar es la conducta pasada y la conducta pasada tiene poco que ver con el control de la conducta futura del ser humano. </span><br />
<span class="postbody1">Desconfíe de cualquiera que afirma que conoce el futuro, aunque sea confusamente. </span><br />
<span class="postbody1">Recuerde que el mercado valora por adelantado los pronósticos, pero todo se resume a un juego de expectativas. </span></p>
<p><span class="postbody1">Escuchar la opinión de un tercero frecuentemente es un error, nadie puede adivinar lo que va a pasar en el futuro. </span><br />
<span class="postbody1">Todos los oráculos financieros o económicos esperan que nadie examine sus métodos y resultados cuidadosamente. No obstante a veces tienen razón y esto es lo que los hace peligrosos. </span><br />
<span class="postbody1">Es mejor seguir sus propias convicciones y de preferencia, invertir en una industria o sector que usted conozca y por lo tanto pueda saber si las expectativas son alcistas o a la baja. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre los patrones </span><br />
<span class="postbody1">Quinto axioma </span><br />
<span class="postbody1">El caos no es peligroso hasta que comienza a parecer ordenado. </span></p>
<p><span class="postbody1">• La ilusión de un orden en el mundo del dinero es una percepción efímera que ha engañado a millones y seguirá atrapando a inversionistas. </span><br />
<span class="postbody1">Todo el mundo está buscando la fórmula que explique con un enfoque racional y sensato cómo enriquecerse, lamentablemente ésta no existe. </span></p>
<p><span class="postbody1">A pesar que de tiempo en tiempo aparecen patrones que descifran en forma exitosa el caos de las inversiones, éstos no son una base firme sobre la cual fundamentar los planes financieros. </span></p>
<p><span class="postbody1">• ¡Cuidado con la ilusión de las gráficas! </span><br />
<span class="postbody1">La vida no es una linea recta, no se deje hipnotizar por líneas rectas que imagine en una gráfica. </span></p>
<p><span class="postbody1">• ¡Cuidado con los espejismos de la causalidad y la correlación! </span><br />
<span class="postbody1">No se deje engañar por las coincidencias. </span></p>
<p><span class="postbody1">• ¡Cuidado con la falacia del juego de azar! </span></p>
<p><span class="postbody1">En las apuestas en los juegos de azar hay una teoría que sugiere que uno debe de poner pequeñas cantidades de dinero inicialmente en una apuesta, para probar suerte y si éstas pequeñas apuestas van bien, entonces uno puede ir por la grande. Pero esto no es cierto, lo único que prueba es que las rachas ganadoras pueden suceder, pero nada garantiza cuánto durarán y cuándo terminarán. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la movilidad </span><br />
<span class="postbody1">Sexto axioma </span><br />
<span class="postbody1">¿Cree que es bueno tener raíces? </span></p>
<p><span class="postbody1">• La mayoría de las personas caen en el error de tratar su dinero como tratan a las personas, les da confianza sentirse confortables respecto a sus inversiones y se cobijan con un sentimiento de despreocupación. </span></p>
<p><span class="postbody1">Dejar una inversión inmóvil significa bajar la guardia, en el mundo del dinero esto es algo que no se puede hacer por que dejar de preocuparse permite que los activos echen raíces…cuidado, su patrimonio podría estar a la deriva en un mar lleno de tiburones. </span></p>
<p><span class="postbody1">No se deje atrapar en una inversión que no resultó por sentimientos como: lealtad, nostalgia o venganza. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Nunca dude en abandonar una inversión si aparece algo mas atractivo. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la intuición </span><br />
<span class="postbody1">Séptimo axioma </span><br />
<span class="postbody1">¿Le hace caso a las corazonadas? </span></p>
<p><span class="postbody1">• El tema de la intuición tiene una muy singular relación con el dinero, es un tópico complicado e imperfectamente comprendido, incluso llega a ser problemático para muchas personas. </span><br />
<span class="postbody1">Se puede confiar en una corazonada solamente si se la puede explicar. </span><br />
<span class="postbody1">Nunca confunda una corazonada con una esperanza. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre el consenso </span><br />
<span class="postbody1">Octavo axioma </span><br />
<span class="postbody1">¿Ustéd acostumbra seguir al rebaño? </span></p>
<p><span class="postbody1">• En la era democrática que vivimos, frecuentemente tendemos a aceptar sin crítica las opiniones de la mayoría, es más, desde chicos nos entrenan para aprobar la voluntad de la mayoría. </span><br />
<span class="postbody1">Permitir que el juicio de la mayoría conduzca su vida financiera le puede costar dinero. </span></p>
<p><span class="postbody1">En palabras de Descartes: es más probable que la verdad haya sido descubierta por unos pocos que por muchos. </span></p>
<p><span class="postbody1">Cuándo todos saben algo sobre una inversión, es que ya es demasiado tarde. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre el optimismo y pesimismo </span><br />
<span class="postbody1">Noveno axioma </span><br />
<span class="postbody1">¿Pertenece Ud. al club de los optimistas? </span></p>
<p><span class="postbody1">• Todo mundo piensa que el optimismo es una característica agradable de tener, las personas optimistas son almas alegres de buena compañía, todo lo contrario de los pesimistas o mejor catalogados como aguafiestas. </span><br />
<span class="postbody1">A pesar de que la sensación de esperanza y buenas expectativas causa un estado de beneplácito entre hombres y mujeres, hay que ser muy cautelosos respecto al papel que juega el optimismo en su vida financiera personal. </span><br />
<span class="postbody1">El optimismo significa esperar lo mejor, pero la confianza significa saber cómo manejar lo peor. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Nunca haga un movimiento si simplemente se siente optimista. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la religión y lo oculto </span><br />
<span class="postbody1">Décimo axioma </span><br />
<span class="postbody1">Es improbable que el plan de Dios para el universo incluya hacerlo rico. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Si la astrología fuera eficáz, todos los astrólogos serían ricos. </span><br />
<span class="postbody1">• Se pueden tener supersticiones, siempre y cuando las mantenga en su lugar. </span></p>
<p><span class="postbody1">• No se confíe y llegue a un estado de despreocupación. </span></p>
<p><span class="postbody1">En ocasiones la conducta humana nos hace buscar explicaciones de lo que no comprendemos en poderes sobrenaturales, de tal forma que omitimos algunos razonamientos por qué están “fuera de nuestro alcance” y dejamos ciertas decisiones al buen juicio del Señor. </span></p>
<p><span class="postbody1">¡Precaución! El dinero, la religión y/ó lo oculto son una mezcla explosiva muy peligrosa para la salud financiera de cualquier persona. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la terquedad </span><br />
<span class="postbody1">Décimo primer axioma </span><br />
<span class="postbody1">Si no da resultado la primera vez, olvídelo. </span></p>
<p><span class="postbody1">• Nunca trate de salvar una inversión “promediando hacia abajo”. </span></p>
<p><span class="postbody1">¿Es ustéd perseverante? La perseverancia es como el optimismo, siempre ha tenido buena propaganda. </span></p>
<p><span class="postbody1">En muchas áreas de la vida, esta actitud de carácter y determinación para acatarse a un plan en pro de conseguir un ideal puede rendir gratificantes frutos, no obstante, tratándose de dinero se puede transformar en terquedad y causar serios estragos financieros. </span></p>
<p><span class="postbody1">Sobre la planeación </span><br />
<span class="postbody1">Décimo segundo axioma </span><br />
<span class="postbody1">¿Le gusta hacer planes a largo plazo? </span></p>
<p><span class="postbody1">• Nadie puede conocer el futuro, para lidiar con esta incertidumbre el hombre ha creado una serie de mecanismos que prometen resolver lo inesperado, solucionar el porvenir. </span></p>
<p><span class="postbody1">Cuidado, Los planes de largo plazo engendran la peligrosa creencia de que el futuro estará bajo control. </span><br />
<span class="postbody1">Es importante que nunca se tome en serio sus planes de largo plazo, o los de otras personas.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bourbaki, la lógica y las matemáticas]]></title>
<link>http://angelrey.wordpress.com/2008/05/04/bourbaki-la-logica-y-las-matematicas/</link>
<pubDate>Sun, 04 May 2008 11:23:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>reygallego85</dc:creator>
<guid>http://angelrey.wordpress.com/2008/05/04/bourbaki-la-logica-y-las-matematicas/</guid>
<description><![CDATA[Leyendo el libro &#8220;La trama oculta del universo&#8221;, del &#8216;premio Templeton&#8217; John]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://angelrey.files.wordpress.com/2008/05/bourbaki1.jpg"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-57" src="http://angelrey.wordpress.com/files/2008/05/bourbaki1.jpg?w=73" alt="" width="73" height="96" /></a> Leyendo el libro <a href="http://paginaspersonales.deusto.es/abaitua/konzeptu/dic_r.htm" target="_blank">&#8220;La trama oculta del universo&#8221;</a>, del <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Premio_Templeton" target="_blank">&#8216;premio Templeton&#8217;</a> <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/John_D._Barrow" target="_blank">John D. Barrow</a>, he encontrado un pasaje relacionado de alguna forma con mi post <a href="http://angelrey.wordpress.com/2008/05/01/ciencia-matematicas-y-medida/" target="_blank">&#8220;Ciencia, Matemáticas y Medida&#8221;</a> que por su interés voy a transcribir (la <strong>negrita</strong> es mía):</p>
<p>&#60;&#60;Bourbaki debe responder también al reto de contestar a la pregunta crucial, planteada <a href="http://www.alipso.com/monografias/materealidad/" target="_blank">aquí</a> por <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Albert_Einstein" target="_blank">Einstein</a>:</p>
<p><em>¿Cómo es posible que las matemáticas, siendo después de todo un producto del pensamiento humano, independiente de la existencia, estén tan admirablemente adaptadas a los objetos de la realidad?</em></p>
<p>Él ve que el verdadero curso de la obra de los matemáticos es la elucidación de las estructuras básicas de la lógica. Si se exploran éstas en su totalidad englobarán todas las interrelaciones sancionadas por la lógica. El mundo que nos rodea se ve como una realización particular de algunas de estas estructuras para que puedan ser ejemplificadas o modeladas por las interrelaciones concretas de las cosas materiales. <strong>Puede dársele la vuelta al hecho de que las estructuras matemáticas formales carezcan de significado: en lugar de mantener que no se aplican a nada, uno puede mantener que se aplican a todas las posibilidades. El universo observado no es sino una de ellas.</strong>&#62;&#62;</p>
<p>Para aclarar a quien no lo sepa quién es <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Nicolas_Bourbaki" target="_blank">&#8220;Nicolas Bourbaki&#8221;</a>, diré que es el pseudónimo colectivo <span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">–</span>supuestamente tomando el apellido de un <a href="http://thales.cica.es/rd/Recursos/rd97/Biografias/15-2-b-b.html" target="_blank">oficial del ejército</a> que destacó en la guerra franco<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">-</span>prusiana<span style="font-size:10pt;font-family:Arial;">–</span> de un grupo de matemáticos franceses surgido a finales de los años 30 del siglo XX que pretendían revisar los fundamentos de las matemáticas dotándolas de un mayor rigor siguiendo un método <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Axioma" target="_blank">axiomático</a>. En palabras de Barrow en el libro citado: &#8220;Ellos personifican las últimas esperanzas de los <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Sistema_formal" target="_blank">formalistas</a>; prevalecen la axiomática, el rigor y la elegancia monótona; los diagramas, los ejemplos y lo particular son evitados en favor de lo abstracto y lo general.&#8221; Y es que hay muchas <a href="http://www.ucp.edu.ar/conexionesI2006/pdf/de_la_exactitud.pdf" target="_blank">dificultades</a>, <a href="http://www.educajob.com/xmoned/temarios_elaborados/filosofia/La%20verdad%20en%20la%20matem%E1tica%20y%20en%20las%20ciencias%20emp%EDricas%20natur.htm" target="_blank">enfoques</a> y <a href="http://www.filosofia.net/materiales/articulos/a_10.html" target="_blank">puntos de vista</a> a la hora de <a href="http://www.epsilones.com/paginas/t-definiendo.html" target="_blank">definir</a> las matemáticas y sus fundamentos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflexão: Meus Axiomas.]]></title>
<link>http://allegrobgblog.wordpress.com/2008/03/15/reflexao-meus-axiomas/</link>
<pubDate>Sat, 15 Mar 2008 13:18:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>allegrobg</dc:creator>
<guid>http://allegrobgblog.wordpress.com/2008/03/15/reflexao-meus-axiomas/</guid>
<description><![CDATA[Por Rodrigo Campos    Dizem que conselhos são uma forma de nostalgia. Por isso, vou escrever com bas]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por Rodrigo Campos </p>
<p><img src="http://allegrobgblog.wordpress.com/files/2008/03/reflexao.jpg" alt="reflexao.jpg" /> </p>
<p>Dizem que conselhos são uma forma de nostalgia. Por isso, vou escrever com base nas minhas próprias experiências e observações, que são fruto dos meus acertos e muitos tropeços. Fiquem tranqüilos, pois não recomendarei que usem &#8220;filtro solar&#8221;. Buscarei ser breve e direto. Irei sintetizar &#8220;tudo&#8221; em 12 conselhos, que, como são meus, minhas verdades, chamarei de Axiomas Fields, sendo eles:</p>
<p>1º  <strong>-</strong> O que quer que deseje ser, seja qual profissão for, que ela seja por opção, nunca por falta dela. A falta de sinceridade profissional é um dos piores pecados que podem ser cometidos e, normalmente, condena o pecador à mediocridade profissional, seguida de frustração pessoal.</p>
<p>2º <strong>-</strong> A formação acadêmica, certificações e cursos são muito importantes. As certificações, por exemplo, no mínimo, mudam o seu currículo de pilha na mesa do avaliador. Porém, é o modo como você faz o seu trabalho e produz resultados objetivos (mensuráveis) que irá definir você como profissional. Obtenha títulos e certificados, mas faça com que os seus resultados possam falar mais por você que eles. Resultados são sempre o melhor cartão de visita. Se tiver dúvidas quanto a isso, pense em Bill Gates e Steve Jobs, por exemplo.</p>
<p>3º <strong>-</strong> Vivemos em uma sociedade de consumo. Por isso, evite torna-se um bem que vai ser consumido e descartado. Ao invés disso, torne-se um ativo. Não só &#8220;ganhe&#8221;, &#8220;faça&#8221; dinheiro. Evite modismos. Tenha visão holística. Seja pragmático(a). Neste aspecto, desconfie de 50% daquilo que ver e 100% daquilo que escutar, sempre.</p>
<p>4º <strong>-</strong> Envolva-se em encrencas boas. Escolha projetos e desafios complexos. Não se acomode. Não tenha auto-piedade. Não se envergonhe por ser competente. Descubra e potencialize o seu talento. Seja diferente do &#8220;rebanho&#8221;. Você tem que saber o valor da sua contribuição para o todo, e também deixar isso claro aos demais. É cruel, mas é assim que o &#8220;mercado&#8221; funciona.</p>
<p>5º <strong>-</strong> Desenvolva sua rede (networking). Participe de eventos, de redes sociais (LinkedIn, Plaxo, etc.), de comunidades e grupos relacionados com suas áreas de atuação. Esteja presente nas confraternizações e eventos formais e sociais da sua empresa. Aproxime-se do seu cliente. Sorria! Seja alguém com quem as outras pessoas queiram se relacionar e ter por perto. Muitos assuntos do trabalho são resolvidos em ambientes informais, acredite. Isso é o que chamam de ócio criativo. Uma boa rede vale tanto, ou ainda mais, que o seu esforço de formação.</p>
<p>6º &#8211; Não basta ser honesto(a), é preciso parecer honesto(a). Esse é um velho ditado romano valioso. Cumpra compromissos firmados, e avise com antecedência quando não puder cumpri-los. Cuide da sua reputação. Defenda com vigor a sua honra. Fuja de boatos e dos boateiros, ligue-se aos fatos.</p>
<p>7º &#8211; Se a sua profissão exigir liderança, lidere! Não tenha receio de decidir. Seja justo, mas, quando não for, desculpe-se. Seja coerente. Não subestime ou subjugue seus liderados. Não permita ser subestimado ou subjugado. Comprometa-se e proteja os seus liderados. A lealdade é o patrimônio do líder.</p>
<p>8º &#8211; Os locais onde trabalhamos, a quem servimos, e as pessoas com quem escolhemos andar dizem muito sobre nossos valores. Nesta mesma linha, a forma como terminamos as coisas diz muito sobre quem verdadeiramente somos. Evite as ações motivadas por raiva, ao invés disso, racionalize.</p>
<p>9º &#8211; Preserve sua família, os amigos e a(o) companheira(o). Esse deve ser o seu &#8220;lugar sagrado&#8221;, pois, por melhor que seja a sua relação com o trabalho, ela tem limites de tempo. E, quando esse tempo esgotar, para onde voltamos? Quando &#8220;tudo&#8221; parece dar errado, a quem procuramos? Onde encontramos apoio?</p>
<p>10º &#8211; Cuide-se! Esteja vivo para usufruir de tudo aquilo que está &#8220;plantando&#8221;. Lembre-se que sua relação com o mundo se dá por interseções (você e a sua família, você e o seu filho(a), etc.), mas, o ponto de contato é você, sempre você!</p>
<p>11º &#8211; Acredite no seu potencial. Desenvolva o seu auto-conhecimento. Siga a sua intuição. Se você acreditar em você, os &#8220;outros&#8221; tendem a fazer o mesmo. Vibre com as suas vitórias. Se permita errar, mas busque ser assertivo. Apaixone-se por você! Se não fosse assim, não existiriam líderes, presidentes, etc.</p>
<p><strong>12º &#8211; &#8220;Fortitudine Vincimus&#8221;.</strong></p>
<p>Sinceramente, espero que os meus axiomas possam ser úteis a você da mesma maneira que eles me são úteis. É bem verdade que não consigo praticá-los sempre, mas são neles que busco orientação. Compartilho com vocês o que de melhor a experiência me trouxe. E, por mais que meus axiomas possam parecer a compilação de livros de auto-ajuda, não o são.</p>
<p>Escolhi escrever este texto por razão de observar nas várias listas e grupos dos quais participo profissionais em início de carreira &#8220;gritando&#8221; por orientação. Essa é a minha pequena contribuição a esses profissionais. E, como diz a sabedoria popular &#8211; &#8220;Conselho bom não se dá de graça&#8221;. E, por crer nisso, como pagamento, peço que você se comprometa sinceramente com o seu sucesso e que crie e, quando julgar procedente, divida os seus próprios axiomas.</p>
<p>Saúde, sabedoria, sucesso, satisfação e sorte!</p>
<p>_____________</p>
<p>Rodrigo Campos .:. Diretor Presidente do Allegro Business Group. Consultor atuante no mercado de tecnologia da informação e logística há mais de 15 anos. </p>
<p><a title="Plaxo" href="http://rodrigofields.myplaxo.com/" target="_blank"></a><a title="Plaxo" href="http://rodrigofields.myplaxo.com/" target="_blank"></a></p>
<p style="text-align:center;"><a title="Meu perfil no Plaxo" href="http://rodrigofields.myplaxo.com/" target="_blank"><img src="http://allegrobgblog.wordpress.com/files/2008/03/plaxo-perfil1.png" alt="Plaxo" /></a></p>
<p style="text-align:center;">_______________________________________________________    <br />
Esta obra está licenciada sob uma <a rel="license" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/">Licença Creative Commons</a>.
</p>
<p style="text-align:center;"><a title="Direito Autoral" href="http://creativecommons.org/licenses/by/2.5/br/" target="_blank"><img src="http://allegrobgblog.wordpress.com/files/2008/03/direito-autoral2.png" alt="Direito Autoral" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Groucho Marx, frases celebres I]]></title>
<link>http://masalladelaultimafrontera.wordpress.com/2008/03/12/groucho-marx-frases-celebres-i/</link>
<pubDate>Wed, 12 Mar 2008 00:27:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>Morgana LeFey</dc:creator>
<guid>http://masalladelaultimafrontera.wordpress.com/2008/03/12/groucho-marx-frases-celebres-i/</guid>
<description><![CDATA[-Encuentro la televisión muy educativa. Cada vez que alguien la enciende, me retiro a otra habitació]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="left"><a href="http://masalladelaultimafrontera.wordpress.com/files/2008/03/marx3.jpg" title="http://es.wikipedia.org/wiki/Groucho_Marx"><img src="http://masalladelaultimafrontera.wordpress.com/files/2008/03/marx3.thumbnail.jpg" alt="http://es.wikipedia.org/wiki/Groucho_Marx" align="left" /></a>-Encuentro la televisión muy educativa. Cada vez que alguien la enciende, me retiro a otra habitación y leo un libro.</p>
<p>-La política es el arte de buscar problemas, encontrarlos, hacer un diagnóstico falso y aplicar después los remedios equivocados.</p>
<p>- Hijo mío, la felicidad está hecha de pequeñas cosas: Un pequeño yate, una pequeña mansión, una pequeña fortuna…</p>
<p>-Fuera del perro, un libro es probablemente el mejor amigo del hombre, y dentro del perro probablemente está demasiado oscuro para leer.</p>
<p>-¡Hay tantas cosas en la vida más importantes que el dinero! ¡Pero cuestan tanto!</p>
<p>-Lo malo del amor es que muchos lo confunden con la gastritis y, cuando se han curado de la indisposición, se encuentran con que se han casado.</p>
<p>-El secreto de la vida es la honestidad y el juego limpio, si puedes simular eso, lo has conseguido.</p>
<p>-Detrás de un gran hombre hay una gran mujer y detrás de ésta su esposa.</p>
<p>-Nunca olvido una cara pero con la suya voy a hacer una excepción.</p>
<p>-¿Por qué lo llaman amor cuando quieren decir sexo?</p>
<p><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Groucho_Marx">Biografia. </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[AXIOMA]]></title>
<link>http://axiomas.wordpress.com/2008/01/18/axioma/</link>
<pubDate>Fri, 18 Jan 2008 03:46:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>yali12</dc:creator>
<guid>http://axiomas.wordpress.com/2008/01/18/axioma/</guid>
<description><![CDATA[Axioma En epistemología un axioma es una&#8221;verdad evidente&#8221; que no admite demostración, me]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h1 CLASS="firstHeading">Axioma</h1>
<p><!-- start content --></p>
<div ALIGN="justify"><font COLOR="#000000">En epistemología<a HREF="http://es.wikipedia.org/wiki/Epistemolog%C3%ADa" TITLE="Epistemolog�a"></a> un <b>axioma</b> es una&#8221;verdad evidente<a HREF="http://es.wikipedia.org/wiki/Evidencia" TITLE="Evidencia"></a>&#8221; que no admite demostración, mediante la intuición racional; sobre la cual descansa el resto del conocimiento o sobre la cual se construyen otros conocimientos. No todos los epistemólogos están de acuerdo que los axiomas existan de esa manera. En matemáticas un axioma no es necesariamente una verdad evidente, sino una expresión lógica  utilizada en una deducción para llegar a una conclusión. En matemáticas se distinguen dos tipos de axiomas: axiomas lógicos y axiomas no-lógicos.</font></div>
<div ALIGN="justify"></div>
<div ALIGN="justify"><font COLOR="#000000">Kurt Gödel demostró a mediados del siglo XX que los sistemas axiomáticos de cierta complejidad, por definidos y consistentes que sean, poseen serias limitaciones. En todo sistema de una cierta complejidad, siempre habrá una proposición <i>P</i> que sea verdadera, pero no demostrable. De hecho, Gödel prueba que, en cualquier sistema formal que incluya la aritmética, puede formarse una proposición <i>P</i> que afirme que <i>este enunciado no es demostrable</i>. Si se pudiera demostrar <i>P</i>, el sistema sería contradictorio: no sería consistente. Luego <i>P</i> no es demostrable ¡y por tanto <i>P</i> es verdadero!</font></div>
<p><!--more--></p>
<div ALIGN="justify">
<h2><span CLASS="mw-headline">Etimología</span> <span STYLE="font-size: small; font-weight: 400; float: none; margin-left: 0" CLASS="editsection"></span></h2>
<p>La palabra axioma viene del griego αξιωμα (axioma) que significa &#8220;lo que parece justo&#8221; o aquello que es considerado evidente y sin necesidad de demostración. La palabra viene del griego αξιοειν (axioein) que significa &#8220;valorar&#8221;, que a su vez viene de αξιος (axios) que significa &#8220;valuable&#8221; o &#8220;digno&#8221;. Entre los antiguos filósofos griegos un axioma era aquello que parecía ser verdadero sin ninguna necesidad de prueba.</p>
<p><a TITLE="Matem.C3.A1ticas" NAME="Matem.C3.A1ticas" ID="Matem.C3.A1ticas" CLASS=""></a></p>
<h2><span CLASS="mw-headline">Matemáticas</span> <span STYLE="font-size: small; font-weight: 400; float: none; margin-left: 0" CLASS="editsection"></span></h2>
<p>En el campo de la lógica matemática, se hace una clara distinción entre las dos nociones de axiomas: axiomas lógicos y axiomas no-lógicos.</p>
<p><a TITLE="Axiomas_L.C3.B3gicos" NAME="Axiomas_L.C3.B3gicos" ID="Axiomas_L.C3.B3gicos" CLASS=""></a></p>
<h3><span CLASS="mw-headline">Axiomas Lógicos</span> <span STYLE="font-size: small; font-weight: 400; float: none; margin-left: 0" CLASS="editsection"></span></h3>
<p>Éstas son ciertas fórmulas en un lenguaje que son universalmente válidas, esto es, fórmulas que son satisfechas por cualquier estructura y por cualquier función variable, en términos coloquiales, éstos son enunciados que son verdaderos en cualquier universo posible, bajo cualquier interpretación posible y con cualquier asignación de valores. Usualmente uno toma como axiomas lógicos un conjunto mínimo de tautologías que es suficiente para probar todas las tautologías en el lenguaje.</p>
<p><a TITLE="Ejemplos" NAME="Ejemplos" ID="Ejemplos" CLASS=""></a></p>
<h3><span CLASS="mw-headline">Ejemplos</span> <span STYLE="font-size: small; font-weight: 400; float: none; margin-left: 0" CLASS="editsection"></span></h3>
<p>En el cálculo proposicional es común tomar como axiomas lógicos todas las fórmulas siguientes, donde <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/0/cd014731964c742c274df08d7cc238fb.png" CLASS="tex" ALT="\phi \," />, <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/b/d/7bd3df974219dcf8a390bfa9b79565d1.png" CLASS="tex" ALT="\psi \," />, y <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/a/2/4/a24251a8311e1e142582c1dd34750e74.png" CLASS="tex" ALT="\chi \," /> pueden ser cualquier fórmula en el lenguaje:</p>
<ol>
<li><img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/d/2/7d2c9889e41f6db5fa9325bb332a37a1.png" CLASS="tex" ALT="\phi \to (\psi \to \phi) \," /></li>
<li><img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/f/d/7fdc7a62065ba945fe61358a1d65df1c.png" CLASS="tex" ALT="(\phi \to (\psi \to \chi)) \to ((\phi \to \psi) \to (\phi \to \chi)) \," /></li>
<li><img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/4/6/d/46d0a983a00907ac18f040816b27adab.png" CLASS="tex" ALT="(\lnot \phi \to \lnot \psi) \to (\psi \to \phi)" /></li>
</ol>
<p>Cada uno de estos patrones es un esquema de axiomas, una regla para generar un número infinito de axiomas. Por ejemplo, si <span CLASS="texhtml"><i>A</i></span>, <span CLASS="texhtml"><i>B</i></span>, y <span CLASS="texhtml"><i>C</i></span> son variables proposicionales, entonces <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/6/0/76080ce24294d0f5fa87dfcda5cc96d2.png" CLASS="tex" ALT="A \to (B \to A)" /> y <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/e/b/4/eb4171be769d6ff9d834e9a6a265ec43.png" CLASS="tex" ALT="(A \to \lnot B) \to (C \to (A \to \lnot B))" /> son instancias del esquema 1 y por lo tanto son axiomas. Puede probarse que con solamente estos tres esquemas de axiomas y la regla de inferencia modus ponens, alguien puede probar todas las tautologías del cálculo proposicional, también puede probarse que ningún par de estos esquemas es suficiente para probar todas las tautologías utilizando modus ponens. Este conjunto de esquemas axiomáticos también es utilizado en el cálculo de predicados pero son necesarios más axiomas lógicos.<br />
<b>Ejemplo</b> Sea <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/b/9/0b90bc40a16ff30c97e6163ef6614b34.png" CLASS="tex" ALT="\mathfrak{L}\," /> un lenguaje de primer orden. Para cada variable <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," />, la fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/a/5/7a544d5211853e37241deb3b4d2af0a4.png" CLASS="tex" ALT="x = x\," /> es universalmente valida.</p>
<p>Esto significa que, para cualquier símbolo variable <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," />, la fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/a/5/7a544d5211853e37241deb3b4d2af0a4.png" CLASS="tex" ALT="x = x\," /> puede considerarse un axioma. Para no caer en la vaguedad o en una serie infinita de &#8220;nociones primitivas&#8221;, primeramente se necesita ya sea una idea de lo que queremos decir con <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/7/a/5/7a544d5211853e37241deb3b4d2af0a4.png" CLASS="tex" ALT="x = x\," /> o un definir un uso puramente formal y sintáctico del símbolo <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/4/4/8/4488ba5f7e82e2d8c136b559d95283d5.png" CLASS="tex" ALT="=\," />, y de hecho, la lógica matemática lo hace.<br />
<b>Ejemplo</b> Otro ejemplo interesante, es el de la instanciación universal. Para una fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/0/cd014731964c742c274df08d7cc238fb.png" CLASS="tex" ALT="\phi\," /> en un lenguaje de primer orden <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/b/9/0b90bc40a16ff30c97e6163ef6614b34.png" CLASS="tex" ALT="\mathfrak{L}\," />, una variable <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," /> y un término <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/c/6/0c68620ee2ea4f1286fcd672a47ea080.png" CLASS="tex" ALT="t\," /> que es sustituible por <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," /> en <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/0/cd014731964c742c274df08d7cc238fb.png" CLASS="tex" ALT="\phi\," />, la fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/5/f/3/5f3dc13f5902eba185afbbf5217e4f04.png" CLASS="tex" ALT="\forall x. \phi \to \phi^x_t" /> es válida universalmente.<br />
En términos informales, este ejemplo nos permite afirmar que si conocemos que una cierta propiedad <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/8/a/1/8a140337171d690f8dd0eebd94448bf0.png" CLASS="tex" ALT="P\," /> se cumple para toda <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," /> y que si <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/c/6/0c68620ee2ea4f1286fcd672a47ea080.png" CLASS="tex" ALT="t\," /> es un objeto particular en nuestra estructura, entonces deberíamos ser capaces de afirmar <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/f/1/1/f11ff2b4b5ad1a90953b8b7516c8ffae.png" CLASS="tex" ALT="P(t)\," />. De nuevo, estamos afirmando que la fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/2/b/e/2beb58624ee732acc75479020d902d87.png" CLASS="tex" ALT="\forall x. \phi\ \to \phi^x_t" /> es válida, esto es, debemos ser capaces de dar una prueba de este hecho, o mejor dicho, una metaprueba. De hecho, estos ejemplos son metateoremas de nuestra teoría de la lógica matemática ya que nos referimos meramente al concepto de demostración en sí. Además de esto, también podemos tener una generalización existencial:<br />
<b>Esquema axiomático</b> Para una fórmula <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/0/cd014731964c742c274df08d7cc238fb.png" CLASS="tex" ALT="\phi\," /> en un lenguaje de primer orden <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/b/9/0b90bc40a16ff30c97e6163ef6614b34.png" CLASS="tex" ALT="\mathfrak{L}\," />, una variable <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," /> y un término <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/0/c/6/0c68620ee2ea4f1286fcd672a47ea080.png" CLASS="tex" ALT="t\," /> que es sustituible por <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/6/b/2/6b206a28e60f665e235f89f460448467.png" CLASS="tex" ALT="x\," /> en <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/c/d/0/cd014731964c742c274df08d7cc238fb.png" CLASS="tex" ALT="\phi\," />, la <img SRC="http://upload.wikimedia.org/math/1/2/2/1225d5c9f24471f760178af01c3dc3b1.png" CLASS="tex" ALT="\phi^x_t \to \exists x. \phi" /> es universalmente válida.</p>
<p><a TITLE="Axiomas_no-l.C3.B3gicos" NAME="Axiomas_no-l.C3.B3gicos" ID="Axiomas_no-l.C3.B3gicos" CLASS=""></a></p>
<h3><span CLASS="mw-headline">Axiomas no-lógicos</span><span STYLE="font-size: small; font-weight: 400; float: none; margin-left: 0" CLASS="editsection"></span></h3>
<p>Los <b>Axiomas no-lógicos</b> son fórmulas específicas de una teoría y se aceptan solamente por acuerdo. Razonando acerca de dos estructuras diferentes, por ejemplo, los números naturales <a HREF="http://es.wikipedia.org/wiki/N%C3%BAmeros_naturales" TITLE="Números naturales"></a>y los números enteros  puede involucrar a los mismos axiomas lógicos, sin embargo, los axiomas no-lógicos capturan lo que es especial acerca de una estructura en particular (o un conjunto de estructuras). Por lo tanto los axiomas no-lógicos, a diferencia de los axiomas lógicos, no son tautologías. Otro nombre para los axiomas no-lógicos es <i>postulado</i>.</p>
<p>Casi cualquier teoría matemática moderna se basa en un conjunto de axiomas no-lógicos, se pensaba que en principio cualquier teoría puede ser axiomatizada y formalizada, posteriormente esto se demostró imposible.</p>
<p>En el discurso matemático a menudo se hace referencia a los axiomas no-lógicos simplemente como <i>axiomas</i>, esto no significa que sean verdaderos en un sentido absoluto. Por ejemplo en algunos grupos, una operación puede ser conmutativa y esto puede ser afirmado introduciendo un axioma adicional, pero aún sin la introducción de este axioma se puede desarrollar la teoría de grupos e incluso se puede tomar su negación como un axioma para estudiar los grupos no-conmutativos.</p>
<p>Un <i>axioma</i> es el elemento básico de un sistema de lógica formal y junto con las reglas de inferencia definen un <b>sistema deductivo</b>.</p>
<p>Yalí Bravo Castillo</p>
<div ALIGN="justify">Fuente. Wikipedia®</div>
<div ALIGN="justify"><a HREF="http://es.wikipedia.org">http://es.wikipedia.org</a></div>
</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ἀξίωμα]]></title>
<link>http://axiomas.wordpress.com/2008/01/16/%e1%bc%80%ce%be%e1%bd%b7%cf%89%ce%bc%ce%b1/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 03:49:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>xmagrio</dc:creator>
<guid>http://axiomas.wordpress.com/2008/01/16/%e1%bc%80%ce%be%e1%bd%b7%cf%89%ce%bc%ce%b1/</guid>
<description><![CDATA[(Del lat. axiōma, y del gr. ἀξίωμα). 1. m. Proposición tan clara y evidente que se admite sin necesi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><span class="eEtimo"> (Del <a title="lat�n, latino o latina">lat.</a> <i>axiōma,</i></span><span class="eEtimo"> y del <a title="griego o griega">gr.</a> ἀξίωμα).</span></p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><a title="0_1" name="0_1"></a><span class="eOrdenAcepLema"><b> 1.     </b></span><span class="eAbrv"> <span class="eAbrv" title="nombre masculino">m.</span></span><span class="eAcep"> Proposición tan clara y evidente que se admite sin necesidad de demostración.</span></p>
<p style="margin-left:2em;margin-bottom:-0.5em;"><a title="0_2" name="0_2"></a><span class="eOrdenAcepLema"><b> 2.     </b></span><span class="eAbrvNoEdit"> <span class="eAbrvNoEdit" title="nombre masculino">m.</span></span><span class="eAbrv"><i> <span class="eAbrv" title="Matemáticas">Mat.</span></i></span><span class="eAcep"> Cada uno de los principios fundamentales e indemostrables sobre los que se construye una teoría.</span></p>
<p><i><span style="font-size:8pt;font-family:Arial;">Real Academia Española © Todos los derechos reservados</span></i></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Axiomas de Zurique]]></title>
<link>http://especuladorfinanceiro.wordpress.com/2007/11/26/axiomas-de-zurique/</link>
<pubDate>Mon, 26 Nov 2007 02:32:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>especuladorfinanceiro</dc:creator>
<guid>http://especuladorfinanceiro.wordpress.com/2007/11/26/axiomas-de-zurique/</guid>
<description><![CDATA[Muitos tem lido e comentado a respeito do livro &#8220;Os Axiomas de Zurique&#8221;, de Max Gunther,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify">Muitos tem lido e comentado a respeito do livro &#8220;Os Axiomas de Zurique&#8221;, de Max Gunther, o que vem despertando um interesse crescente na comunidade de investidores na bolsa. O livro baseia-se na enumeração de doze axiomas, pelos quais o mercado financeiro é guiado.</div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">Ainda não tive oportunidade de ler, pois estou muito atarefado neste fim de novembro, mas para quem ainda não leu, tem uma <a href="http://www.scribd.com/doc/390268/Os-Axiomas-de-Zurique-Max-Gunther">versão disponível para leitura, aqui.</a></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify">É claro que ler livros no computador é muito desconfortável, mas o intuito deste post é que voce dê uma olhada no conteudo do livro, e se gostar, compre numa livraria. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> </div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"></div>
<div align="justify"><a href="http://www.scribd.com/doc/390268/Os-Axiomas-de-Zurique-Max-Gunther"></a></div>
<div align="justify">O Especulador</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Axiomas]]></title>
<link>http://duaslaudas.wordpress.com/2007/11/03/axiomas/</link>
<pubDate>Sat, 03 Nov 2007 21:25:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>maloca</dc:creator>
<guid>http://duaslaudas.wordpress.com/2007/11/03/axiomas/</guid>
<description><![CDATA[Penso, logo, desisto. A felicidade só existe no útero, na cama, e no túmulo. Nenhuma verdade é absol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Penso, logo, desisto. A felicidade só existe no útero, na cama, e no túmulo. Nenhuma verdade é absol]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Axiomas de Conexión I]]></title>
<link>http://roberprof.wordpress.com/2009/01/06/axiomas-de-conexion/</link>
<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 00:34:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>roberprof</dc:creator>
<guid>http://roberprof.wordpress.com/2009/01/06/axiomas-de-conexion/</guid>
<description><![CDATA[Axioma I &#8211; 1 Dos puntos distintos A y B determinan una única recta a. Escribiremos  a=AB o a=B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I &#8211; 1</span></p>
<p>Dos puntos distintos A y B determinan una única recta a. Escribiremos  a=AB o a=BA.</p>
<p>También usaremos otras formas de expresión, podemos decir que A &#8220;yace sobre&#8221; a, A es un punto de a, a pasa por A y por B. Si A yace al mismo tiempo sobre otra recta b, diremos que a y b tienen un punto en común, A.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I &#8211; 2</span></p>
<p>Dos puntos distintos determinan completamente una recta, esto significa que si a=AB y a=AC, donde B≠C, entonces a=BC.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I &#8211; 3</span></p>
<p>Tres puntos distintos que no están en la misma recta, determinan completamente un plano, escribiremos ABC=α.</p>
<p>Emplearemos también las expresiones, A, B y C están en α, o A, B y C son puntos de α.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I- 4</span></p>
<p>Dados tres puntos distintos A, B y C de un plano α, que no se encuentran sobre la misma recta, determinan completamente ese plano.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I &#8211; 5</span></p>
<p>Si dos puntos A y B de una recta a, están en el plano α, entonces todos los puntos de a están en el plano α.</p>
<p>En ese caso diremos que la recta a, está en el plano α.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I &#8211; 6</span></p>
<p>Si dos planos α y β tienen un punto en común, entonces tienen un segundo punto en común.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Axioma I- 7</span></p>
<p>En toda recta existen al menos dos puntos, en todo plano existen al menos tres puntos que no están en la misma recta, en el espacio existen al menos cuatro puntos no todos en el mismo plano.</p>
<p>Los axiomas 1 y 2 están relacionados con la geometría planas, serán llamados axiomas del plano.</p>
<p>Los axiomas 3 a 7 serán llamados axiomas del espacio.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Teorema 1</span></p>
<p>Dos rectas en el plano tienen un punto en común o no tiene puntos en común; dos planos no tienen puntos en común o tienen en una recta en común; una plano y una recta que no está en el plano o no tienen puntos en común o tienen un punto en común.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Teorema 2</span></p>
<p>Dada una recta y punto que no está en ella, o dadas dos rectas que tienen en un punto en común, un único plano puede pasar por ellos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
