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	<title>bacanais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/bacanais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bacanais"</description>
	<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 01:38:42 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Dionísio (Baco)]]></title>
<link>http://aguerradetroia.wordpress.com/2009/05/31/dionisio-baco/</link>
<pubDate>Sun, 31 May 2009 17:13:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>lilimachado</dc:creator>
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<description><![CDATA[Dionísio, deus da videira e do vinho. Na mitologia grega, é filho de Sémele e de Zeus, e também do e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Dionísio" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dion%C3%ADsio">Dionísio</a>, deus da videira e do vinho.</p>
<p>Na mitologia grega, é filho de <a title="Sémele" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9mele">Sémele</a> e de <a title="Zeus" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeus">Zeus</a>, e também do excesso orgiástico.</p>
<p>Era servido por mulheres, as ménades (bacantes), de quem se dizia serem capazes de despedaçar um animal apenas com a força dos seus braços, quando sob a influência do deus.</p>
<p>Foi identificado com o deus romano <a title="Baco" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Baco">Baco</a>, que deu origem às <a title="Bacanais" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Bacanais">bacanais</a>. </p>
<p>Errava pela terra, rodeado de sátiros.</p>
<p>Símbolo da vida dissoluta, presenteou a Grécia com o vinho.</p>
<p>Preferido do pai dos deuses e dos homens, estava destinado a sucedê-lo no governo do mundo, mas o destino decidiu o contrário.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-422" title="dioniso" src="http://aguerradetroia.wordpress.com/files/2009/05/dioniso.jpg" alt="dioniso" width="477" height="619" /></p>
<p>Para proteger o filho dos ciúmes de sua esposa Hera, Zeus confiou-o aos cuidados de Apolo e dos Curetes, que o esconderam nas florestas.</p>
<p>Hera, mesmo assim, descobriu o paradeiro do jovem deus e encarregou os Titãs de raptá-lo e matá-lo.</p>
<p>Com o <em>rosto polvilhado de gesso,</em> a fim de não se darem a conhecer, os Titãs atraíram o pequenino Dionísio com <em>brinquedos místicos:</em> ossinhos, pião e espelho.</p>
<p>De posse do filho de Zeus, os enviados de Hera <em>fizeram-no em pedaços; cozinharam-lhe </em><em>as carnes num caldeirão e as devoraram.</em></p>
<p>Dionísio voltou à vida. Atena salvou-lhe o coração que ainda palpitava. Engolindo-o, Sêmele tornou-se grávida do segundo Dionisio.<br />
Hera, no entanto, estava vigilante. Ao ter conhecimento das relações amorosas de Sêmele com o esposo, resolveu eliminá-la.</p>
<p><a href="http://aguerradetroia.wordpress.com/files/2009/05/bacchantescorinth.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-423" title="BacchantesCorinth" src="http://aguerradetroia.wordpress.com/files/2009/05/bacchantescorinth.jpg" alt="BacchantesCorinth" width="477" height="310" /></a></p>
<p>Transformando-se na ama de Sêmele, aconselhou-a a pedir ao amante que se lhe apresentasse em todo o seu esplendor.</p>
<p>O deus advertiu a Sêmele de que semelhante pedido lhe seria funesto, uma vez que um mortal, revestido de matéria, não tem estrutura para suportar a <em>epifania</em> de um deus imortal. Mas, como havia jurado pelas águas do rio Estige jamais contrariar-lhe os desejos, Zeus apresentou-se-lhe com seus raios e trovões.</p>
<p>O palácio da princesa se incendiou e esta morreu carbonizada.</p>
<p>O feto, o futuro Dionisio, foi salvo por gesto dramático do pai dos deuses e dos homens: Zeus recolheu apressadamente do ventre da amante o fruto inacabado de seus amores e colocou-o em sua coxa, até que se completasse a gestação normal.</p>
<p>Tão logo nasceu o filho de Zeus, Hermes, o recolheu e levou-o, às escondidas, para a corte de Átamas, rei de Queronéia, casado com a irmã de Sêmele, Ino, a quem o menino foi entregue.</p>
<p>Irritada com a acolhida ao filho adulterino do esposo, Hera enlouqueceu o casal. </p>
<p>Temendo novo estratagema de Hera, Zeus transformou o filho em <em>bode</em> e mandou-o para o monte Nisa, onde foi confiado aos cuidados das Ninfas e dos Sátiros, que lá habitavam.</p>
<div id="attachment_424" class="wp-caption aligncenter" style="width: 487px"><a href="http://aguerradetroia.wordpress.com/files/2009/05/bacchusvelasquez.jpg"><img class="size-full wp-image-424" title="BacchusVelasquez" src="http://aguerradetroia.wordpress.com/files/2009/05/bacchusvelasquez.jpg" alt="Baco - Velasquez" width="477" height="344" /></a><p class="wp-caption-text">Baco - Velasquez</p></div>
<p>Em Atenas, se evitava, cuidadosamente, todo e qualquer contato entre os objetos que pertenciam ao culto de Hera e aqueles pertencentes ao de Dionisio. Até mesmo as sacerdotisas das duas divindades não se cumprimentavam. A verdadeira muralha que separava os dois cultos era certamente consequência das características muito diferentes desse par: de um lado Hera, a protetora dos casamentos, de outro, Dionisio, o deus das <em>orgias</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A origem do carnaval]]></title>
<link>http://pedraangular.wordpress.com/2009/02/14/a-origem-do-carnaval/</link>
<pubDate>Sun, 15 Feb 2009 01:57:41 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedraangular</dc:creator>
<guid>http://pedraangular.wordpress.com/2009/02/14/a-origem-do-carnaval/</guid>
<description><![CDATA[Para assombro de muitos, e inclusive o meu, quem criou o carnaval foi nada mais nada menos que a Igr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para assombro de muitos, e inclusive o meu, quem criou o carnaval foi nada mais nada menos que a Igreja Católica Apostólica Romana. Mas como assim? Tudo começou no século VI, com a implantação da semana santa antecedida pela quaresma, determinada pelo papa Gregório I. A quaresma é um período de 40 dias que deveria ser cumprido por todo fiel, todos os anos, com objetivo de lembrar os 40 dias que Jesus passou no deserto consagrando-se. Esse período extende-se da quarta-feira de Cinzas até o domingo de Páscoa, na qual deveriam praticar o à austeridade e o jejum, ficando proibido comer carne. Ou seja, para clariar, a palavra &#8220;carnaval&#8221; está, desse modo, relacionada com a idéia de &#8220;afastamento&#8221; dos prazeres da carne marcado pela expressão italiana <em>carne vale ou carnevale</em>, que, acabou por formar a palavra &#8220;carnaval&#8221;. Outro ponto interessante a destacar é que, já que foi criado pela igreja católica, os únicos lugares em que se comemoraram o carnaval são justamente em países católicos.</p>
<p>Foi então que tudo começou. <!--more-->Para quem está acostumado a viver a torta e a direita tudo que esse mundo carnal oferece, passar 40 dias no sufoco não é mole! E olhe que era uma determinação aos fiéis, que em teoria, deveriam ser cristãos, mas na verdade, certamente religiosos. Surgiu em meio ao &#8220;ba fá fá&#8221; uma proposta que mais parecia uma condição: &#8220;ficamos este imenso tempo em abstinência carnal se for permitido que o povo antes, &#8220;extravazar as emoções&#8221;.</p>
<p>É interessante que este período deveria ser para se consagrar a Deus, ou seja, a luta contra as obras da carne (a saber: <em>adultério, prostituição, impureza, lascívia, Idolatria, feitiçaria, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, Invejas, homicídios, bebedices, glutonarias, e coisas semelhantes a estas</em> (Gálatas 5 : 19-21) ) eram e são tão difícieis em nosso dia-a-dia, que passariam um período do ano se entregando ao Senhor Deus, buscando nEle a força necessaria, se refugiando nEle, e buscando a purificação e a santidade, que realmente é o caminho para estar na presença de Deus. Mas a grande idéia foi, se antes enfiávamos o pé na jaca, agora vamos é nos enfiar todos de uma vez, e então saciados até a última gota, com a mente, o coração, o corpo, a alma e o espírito totalmente carregados de tudo que a carne oferece, vamos nos consagrar a Deus. Isso é muito interessante, porque se pegarmos somente o &#8220;fator&#8221; mente, percebemos que os ditos fiéis passariam 40 dias pensando na&#8221;esbórnia&#8221; do carnaval e ao mesmo tempo, em santificação, em buscar saber a vontade do Pai, em entregar a sua carne, corpo, coração, mente, alma e espírito ao Senhor Deus. Preparação melhor não poderia haver não é mesmo, ainda mais se lembrarmos que Deus não habita com o pecado.</p>
<p>Mas o interessante é que os padres concordaram com a libertinagem, que foi oficialmente aprovada e ainda incentivada por alguns papas chegadas ao carnaval, ou seja, a festa do &#8220;adeus à carne&#8221;, como Paulo II e Paulo VI, respectivamente dos séculos XV e XVI. Li que se igreja católica não houvesse criado o período da quaresma, não haveria carnaval, mas eu acho mais oportuno dizer que se os líderes da referida instituição religiosa fossem menos religiosos e mais cristãos, ou pelo menos condizentes com a bíblia, não existiria carnaval.</p>
<p>&#8220;É necessário também saber que as folias do Carnaval estão ligadas às festas pagãs romanas, que eram calcadas em muita licenciosidade sexual, bebedeira, glutonaria, orgias coletivas e muita música&#8230;&#8221; hoje quanto homens e mulheres vão ao carnaval, em que pensam? &#8220;&#8230; Eram conhecidas como bacanais (em homenagem a Baco, o deus do vinho e da orgia), lupercais (em homenagem ao deus obsceno Pã, também chamado de Luperco), e saturnais (em homenagem ao deus saturno que, segundo a mitologia grega, devorou seus próprios filhos).&#8221;</p>
<p>É interessante como as pessoas participam das coisas, mas na verdade, não sabem a que realmente estão atreladas, a que estão servindo, mas quem está sendo servido sabe muito bem de seu propósito, a saber: tirar os homens da presença de Deus, lançar-los aos prazeres da carne, que foi o papel do inimigo representado pela cobra no início do pecado no mundo, quando lemos no livro de Gênesis.</p>
<p>O que deveria ser precedito desta dita quaresma, independente de ordem de homens que empossam cargos religiosos, mas a cargo do direcionamento do Senhor Deus através do Espírito Santo, instrumento divino pois é Deus, deixado para os homens, no que diz relação a consagração, seria passar por um período de alimentação.</p>
<p>Os religiosos da época de Cristo o interpelavam perguntando porquê seus discípulos não jejuavam, ao que Jesus lhes respondeu: &#8220;<em>Podeis fazer jejuar os convidados para o casamento, enquanto está com eles o noivo?</em>&#8221; (Lucas 5 : 24), ou seja, jejuamos depois que vivemos e conhecemos do noivo, da mesma maneira deveríamos antes nos alimentar da palavra. Como nos consagraremos a alguém se antes não o conhecemos? Se não nos enchemos de propósitos ligados a este? Como nos consagramos ao Deus do espírito, se para isso, nos enchemos do deus da carne? </p>
<p>O resultado disso nós vemos ano após ano, desde as rodas de fofocas até noticiários. Temos mulheres grávidas que agora vão se consagrar a Deus, legal hein. Outros, de ressaca ou quem sabe de overdose, e então, se consagrarão ao Senhor. Outros, que outrora eram saudáveis, agora portadores de vírus HIV, se consagrarão ao Senhor. Alguns que antes eram vivos e tinha uma mente, um corpo, uma alma e um espírito para consagrem ao Senhor, agora não estão mais em nosso meio.</p>
<p>Queridos, se você é um religioso, é bom repensar o que significa estas &#8220;liturgias&#8221; para você, e para Deus. Se você é ou busca ser um cristão, creio que agora tem uma nova leitura a respeito do carnaval. Se você antes não estava nem aí para o que significa, o que acontece por trás desta festa animada, só queria saber de ir para Salvador, classificado pelo Guiness Book como o maior carnaval de rua do mundo, agora já sabe também que é o maior índice de tudo aquilo que você também não desejaria que te acontecesse, mas mais do que isso, espero que preocupe-se mais com o que teu Salvador tem reservado para ti, e que o Espírito de Deus tenha falado ao seu coração.</p>
<p>Que Deus gere em seu coração, em sua vida, e no que viverá neste próximo carnaval, atitudes e participações que gerem frutos do espírito: <em>amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei.</em> (Gálatas 5 : 22-23)</p>
<p>Ricardo de Magalhães Cruz ( 14 de fevereiro de 2009 )<br />
ricardo.dmc@gmail.com</p>
<p>Referências: Texto Bíblico Almeida, Corrigida e Fiel, e Revista e Atualizada <br />
Revista Fiel &#8211; Ano V &#8211; N. 45<br />
 Wikipédia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entre aspas]]></title>
<link>http://os2depaus.wordpress.com/2008/02/18/em-partes/</link>
<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 21:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>osdoisdepaus</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Meu nome é Pedro Rodrigues. Sou tímido, discreto e tão recatado que chegam a me comparar a um anjo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;margin:0;"> </p>
<p><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;"><span style="font-family:Arial;">Meu nome é <strong>Pedro Rodrigues</strong>. Sou tímido, discreto e tão recatado que chegam a me comparar a um anjo, já que, durante alguns anos, me escondi sob a proteção do estigma do evangélico assexuado. Só quem me conhece bem intimamente sabe que, na verdade, eu não passo de um cara safado, pornográfico e ninfomaníaco. Que anjo que nada! Sou um legítimo sátiro, aquela entidade mitológica alegre e maliciosa que figurava nos bacanais de Dionísio, juntamente com as ninfas. Em português bem claro, um devasso em máscara de santo. </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;">Vim do interior de Minas, vivi minha infância na década de 80 e fui aprendendo o que é sexo sem a ajuda da internet ou da Malhação. Descobri que gostava de homem ainda pequeno, meio que graças aos “abusos” de colegas mais velhos e mais safos que eu. Digo abusos entre aspas porque eu não me sinto uma vítima de pedofilia, já que eu sentia prazer naquilo e pedia para ser encoxado.<span>  </span>Só que, ainda assim, eu sempre me apaixonei por meninas. Apaixonava mesmo, de sofrer, de chorar, de querer me matar por amor. Com dezoito anos, depois de ficar craque no sexo oral, dei o cu pela primeira vez. Dois meses depois, tive minha primeira namorada, uma moça linda, talentosa e inteligente que foi meu primeiro amor, desses que a gente carrega pelo resto da vida. Foram dois meses de um namoro baseado em romantismo e nada de sexo. Por causa dela, fui parar na igreja. O namoro não durou, mas eu me tornei evangélico. Durante três anos – incluindo boa parte do meu período acadêmico -, me mantive casto e envolvido em namoros cristãos. Era considerado um anjo por todos aqueles que me rodeavam. Sonhava em casar, ter filhos… Mas o desejo carnal mantinha-se forte, embora oculto. Dentro de mim, o sátiro adormecia.<span>  </span></span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;">Confesso que não foi fácil assumir para mim mesmo que sou homossexual. Para que eu entendesse que não nasci para me casar com uma mulher e ser fiel a ela, precisei me apaixonar profundamente por um homem. Entretanto, mesmo vivendo com o homem da minha vida, não deixei de querer outros homens. Foi uma paixão avassaladora no início, que terminou repleta de mágoas e traições. Não tenho a menor dúvida de que nos amamos muito, mas a relação se desgastou demais e torna-se impossível a sua continuidade. Eu assumo a minha culpa: apesar do meu amor, nunca fui fiel. Sempre tirei bom proveito de todas as oportunidades que me surgiram. Moro em uma cidade propícia para o pleno exercício da luxúria. Parques, saunas, boates, banheiros públicos e até banco de trás de ônibus coletivo é local para o ínício de uma bela sacanagem… Realmente, é preciso ser muito forte para resistir às tentações. E, como a minha carne é bem fraca, me rendi a todas às investidas do pecado.</span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;">Porra, como eu gosto de homem!! Altos, baixos, magros, fortes, louros, morenos, mulatos, ricos, pobres, dotados e até os menos privilegiados. Todos me agradam.<span>  </span>Sou mesmo bem eclético. Confesso que tenho pouquíssimas restrições, como, por exemplo, coroas. Não tenho tesão algum em cabelo branco e pele enrugada. A menos que seja um Victor Fasano ou Richard Gere, evito experimentar carne que já tenha passado dos quarenta anos. Acho deprimente essa coisa de velhos que vão para a pegação atrás de garotões e entendo menos ainda o que leva um cara jovem – como meu parceiro Marcelo Medina &#8211; a pegar um coroa. Dizem que é alguma coisa ligada à ausência paterna, mas eu discordo, já que também não tive pai e nem por isso busco homens com cara de paizão. Aliás, figura de pai que me excita é Brad Pitt, mas ele nem conta, parece ter 30 anos…</span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;"> </span><span style="font-family:Arial;">Hoje, com quase trinta anos, considero-me um anjo sátiro. Não namoro mulheres há alguns anos e, quanto a ter filhos, pode ser que aconteça daqui a alguns anos, desde que eu não precise me casar. Acabo de sair de um relacionamento de cinco anos com outro homem e tenho vivido neste último ano grandes aventuras sexuais que me proponho agora a tornar público &#8211; embora não tenha a menor pretensão de sair do armário. Você não saberá quem eu sou. Apenas que sou <span style="text-decoration:line-through;">metido a</span> escritor, relativamente bonito e muito, mas muito safado.</span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span><span style="font-family:Times New Roman;"> </span></span></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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