<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>bairros-orientais &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/bairros-orientais/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bairros-orientais"</description>
	<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 17:45:38 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Manhã na Galvão Bueno]]></title>
<link>http://ruasdesaopaulo.wordpress.com/2008/06/16/manha-na-galvao-bueno/</link>
<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 20:32:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>luizafurquim</dc:creator>
<guid>http://ruasdesaopaulo.wordpress.com/2008/06/16/manha-na-galvao-bueno/</guid>
<description><![CDATA[São 7h45 na estação Liberdade do Metrô. Muitas pessoas já circulam ali, uma fauna bem diferente daqu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">São 7h45 na estação Liberdade do Metrô. Muitas pessoas já circulam ali, uma fauna bem diferente daquela que vemos aos fins de semana, quando a Praça da Liberdade é tomada por adolescentes de cabelos chapados, tingidos e levantados e roupas curiosas. Como diria um amigo, é um “banquete para psiquiatras”.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Venta muito na praça e alguns mendigos tentam dormir nos cantos mais privilegiados. Pego o caminho da rua Galvão Bueno, debaixo dos postes vermelhos inspirados nas típicas lanternas japonesas.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"><img src="http://img148.imageshack.us/img148/139/1000129dm8.jpg" alt="" width="448" height="424" /></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;"><!--more--></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Um senhor me aborda logo na esquina para entregar um folheto de oportunidades de emprego para japoneses que acabaram de voltar do Japão. “Você é mestiça?”, pergunta, com um sotaque sôfrego. Enfio o folheto no bolso e digo que não. Não sei porque tanta gente acha isso. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">A Galvão Bueno é hoje um centro de comércio de produtos orientais no bairro da Liberdade. Poucas esquinas agrupam uma série de lojinhas, galerias, mercados e restaurantes. Existe o Shopping Trade Center, por exemplo, um centro de compras de vários andares e que como a Ikesaki Cosméticos, logo ao lado, possui prateleiras e mais prateleiras de produtos de beleza e consumo impulsivo. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Minha grande paixão é entrar nos mercadinhos e descobrir os quitutes da culinária japonesa, assim como as tranqueiras cheias de corantes. Entrei no Mercado Marukai, o maior da rua, que costuma estar sempre lotado. Pelo horário, haviam poucas pessoas com carrinhos observando os medalhões de salmão de 600g (R$ 55,30), os anéis de lula de 500 (R$ 16,50) e as ovas de capelin e salmão “tipo caviar” (R$ 14,00 e R$ 28,00, respectivamente).</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Existem alguns comes e bebes realmente curiosos nesse mercado, como a bebida de aloe vera de vários sabores, como babosa e lichia (R$ 3,60 a garrafa pequena e R$ 8,00 a grande); temperos de arroz em embalagens que parecem de brinquedo, com imagens de personagens de desenho; e os famigerados doces de feijão. Isso vai ser sempre uma coisa estranha pra mim. Feijão e açúcar é uma combinação que não agrada o meu paladar. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Para quem gosta de comida japonesa e está com o orçamento curto, os mercados são boas opções. Lá se encontra uma grande variedade de bentôs, as marmitas, cujo preço varia entre R$ 5,20 e R$ 13,90, e que servem mais de uma pessoa. Saio de lá com um pacote de chicletes importados, acho que de framboesa. São roxos e pequeninos, de modo que preciso mastigá-los aos montes. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Passando pela Ponte da Amizade, onde alguns ambulantes vedem gorros e luvas e outros animais de plástico para as crianças, chego a Gigi presentes. Essa loja não me chamaria a atenção não fosse a diversidade de espécimes na vitrine. Nunca antes vira leões marinhos, aranhas e polvos de pelúcia.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-family:Tahoma;"><span style="font-size:small;">Antes de ser Galvão Bueno, essa rua se chamava “rua Detrás do Cemitério” (havia um cemitério de escravos onde hoje é o metrô) e era mais conhecida por suas pensões e repúblicas de estudantes.</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;">Seu nome foi dado em homenagem ao advogado e professor de filosofia da Faculdade de Direito da USP Carlos Mariano Galvão Bueno, que morreu afogado durante uma pescaria no rio Tamanduateí. É um alívio saber que uma rua tão cheia de curiosidades não foi nomeada após o locutor esportivo da Rede Globo, o cara mais chato da televisão brasileira.</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:spam;font-family:Tahoma;">Localização:</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size:small;font-family:Tahoma;"><img src="http://www.corpuclinica.com.br/img/mapa%20bandeirantes.jpg" alt="" width="420" height="290" /></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
