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	<title>benazir-buttho &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/benazir-buttho/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "benazir-buttho"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 15:59:23 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Países em conflito delegam poder político a mulheres]]></title>
<link>http://sapatariadf.wordpress.com/2008/10/02/paises-em-conflito-delegam-poder-politico-a-mulheres/</link>
<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 18:44:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>sapatariadf</dc:creator>
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<description><![CDATA[do site maismulheresnopoderbrasil.com.br Tzipi Livni, ministra do Exterior de Israel, está prestes a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">do site <a href="http://www.maismulheresnopoderbrasil.com.br">maismulheresnopoderbrasil.com.br</a></p>
<p>Tzipi Livni, ministra do Exterior de Israel, está prestes a se tornar a mais nova mulher designada para o cargo de primeira-ministra no mundo. Livni é do partido de centro Kadima e será mais um exemplo de mulher à frente de um país em conflito, na região do Oriente Médio, onde desavenças seculares entre judeus e palestinos não chegam a uma solução. A ministra acredita que a sobrevivência de Israel está associada à criação de um Estado palestino e espera melhorar as condições de vida dos palestinos que vivem na região da Cisjordânia, ocupada por tropas israelenses.</p>
<p>Se a política &#8220;é a arte, é o meio de administrar o conflito&#8221;, como define a cientista política, doutora em Ciências Políticas pelo Iuperj, Helena da Motta Salles, a tarefa de fazer política tem sido delegada cada vez mais às mulheres em vários países. Apesar da pouca participação em termos percentuais nos parlamentos e no executivo, é visível a crescente participação de mulheres na política de países em conflitos ou recém saídos deles, muitas vezes como primeiras-ministras ou presidentes.</p>
<p>Segundo Motta, a política, a administração do conflito &#8220;é o que viabiliza a vida coletiva, dado que os homens não vivem isolados uns dos outros, e as pessoas são muito diferentes em todos os sentidos&#8221;. Segundo a cientista política, um político habilidoso, com capacidade de negociação, evita que seja usada a coerção física do Estado, e aí entra a questão da mulher, que tem um bom desempenho na política por sua capacidade de negociar, ouvir o outro, colocar-se no lugar desse outro e encaminhar a saída para um impasse.</p>
<p>Hoje, além de Israel, países com passado recente de guerra civil têm mulheres como chefes de governo. É o caso de Moçambique (Luisa Diogo) e Haiti (Michele Pierre-Louis), nações onde a guerra abalou a economia, as instituições políticas, a infra-estrutura e a sociedade, causando mortes, miséria e violência generalizada, sendo que, no Haiti, missão militar da ONU monitora a situação ainda beligerante.</p>
<p>Dentre os países com mulheres presidentes, tem destaque por histórico de conflitos a Libéria (Ellen Johnson Sirleaf), país devastado por 14 anos de guerra civil, que deixou 250 mil mortos e 1 milhão de refugiados, entre 1989 e 2003.</p>
<p>Quanto à presença no parlamento, curiosamente, o país que tem o maior percentual de mulheres, segundo a União Interparlamentar (UIP), é Ruanda, na África, com 48,8% de representação feminina na Câmara Única ou Baixa e 34,6% na Câmara Alta ou Senado. O país viveu um verdadeiro genocídio há pouco mais de uma década, levando à morte quase 1 milhão de pessoas. Outros países em situação parecida também estão bem colocados no ranking de mulheres no parlamento: Timor Leste (24º, com 29,2% de mulheres na Câmara Baixa), Afeganistão (29º, 27,7% na Câmara Baixa e 21,6% no Senado) e Iraque (35º, 25,5% na Câmara Baixa), num total de 188 nações analisadas.</p>
<p>Além disso, pode-se verificar que, na história recente do século XX, outras mulheres governaram regiões em ebulição política e social, como Bangladesh (Begum Jaleda Zia, 1991-1996 e 2001-2006) e Paquistão (Benazir Bhutto, 1988-1990 e 1993-1996), esta última assassinada em 2007, quando estava em campanha para a presidência do país.</p>
<p>Reconhecendo a importância das mulheres na construção da paz, o Conselho de Segurança da ONU, aprovou, em 2000, a Resolução 1325. O documento recomenda aos Estados Membros que assegurem uma representação cada vez maior de mulheres em todos os níveis de tomada de decisão nas instituições nacionais, regionais e internacionais, bem como nos mecanismos destinados à prevenção, gestão e resolução de conflitos.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Scotland Yard concluye que Bhutto murió por un fuerte golpe en la cabeza]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2008/02/08/scotland-yard-concluye-que-bhutto-murio-por-un-fuerte-golpe-en-la-cabeza/</link>
<pubDate>Fri, 08 Feb 2008 11:28:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
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<description><![CDATA[La líder de la oposición paquistaní, Benazir Bhutto, murió por un golpe en la cabeza debido a la ond]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jonkepa.wordpress.com/files/2008/02/09_bhutto.jpg" title="09_bhutto.jpg"><img src="http://jonkepa.wordpress.com/files/2008/02/09_bhutto.jpg" alt="09_bhutto.jpg" align="left" hspace="0" vspace="0" /> </a><span>La líder de la oposición paquistaní, <a href="http://jonkepa.wordpress.com/2007/12/27/benazir-bhutto-asesinada/" target="_blank">Benazir Bhutto</a>, murió por un golpe en la cabeza <b>debido a la onda expansiva</b> de la explosión del <a href="http://www.20minutos.es/noticia/327018/0/explosion/buttho/pakistan/">atentado perpetrado por un suicida</a> y no por heridas de bala, según <a href="//www.nytimes.com/2008/02/08/world/asia/08bhutto.html?_r=1&#38;hp&#38;oref=slogin" target="_blank">un informe que revela hoy <i>The New York Times</i></a><i>.</i></span></p>
<p><span>El diario publica parte de las conclusiones del documento que hoy deben dar a conocer los expertos de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Scotland_Yard" target="_blank">Scotland Yard</a> (policía metropolitana de Londres), que han trabajado junto a las autoridades paquistaníes para esclarecer <a href="http://www.20minutos.es/noticia/327535/0/benazir/bhutto/pakistan/">la causa de la muerte</a> de la ex primera ministra.Bhutto <a href="http://www.20minutos.es/noticia/327018/0/explosion/buttho/pakistan/">fue asesinada en un atentado el pasado 27 de diciembre</a>, tras participar en un mitin en la ciudad paquistaní de Rawalpindi, cercana a Islamabad.</p>
<p>Según <i>The New York Times,</i> &#8220;no está claro cómo los investigadores de Scotland Yard llegaron a esas conclusiones en ausencia de la autopsia y de otras importantes pruebas potenciales&#8221; que fueron retiradas por equipos de limpieza del lugar del atentado, en el que murieron más de 20 personas.<!--more--></p>
<p><b>Un solo hombre armado</b></p>
<p>El informe de la Policía británica también establece que <a href="http://www.20minutos.es/noticia/329150/0/bhutto/nuevas/imagenes/">sólo hubo un hombre armado que disparó contra Bhutto tras la explosión</a>, y no dos pistoleros,como en principio habían indicado las autoridades paquistaníes.</p>
<p>Los expertos británicos pasaron varias semanas en Pakistán en enero pasado, investigando <a href="http://www.20minutos.es/noticia/327535/0/benazir/bhutto/pakistan/">el lugar del atentado</a>, hablando con testigos y analizando el arma empleada para disparar contra Bhutto, con la misión de determinar cuál fue la causa de su muerte.</p>
<p><b>Importantes arrestos</b></p>
<p></span>Ayer, las autoridades paquistaníes <a href="http://www.20minutos.es/noticia/345600/0/PAKISTAN/BHUTTO/ARRESTOS/">anunciaron &#8220;arrestos importantes&#8221; relacionados con el asesinato</a> de Bhutto, mientras que su marido emitió un llamamiento a sus simpatizantes de cara a las elecciones a las que ella se iba a presentar.</p>
<p>Fuente: <a href="http://www.20minutos.es/noticia/346186/0/bhutto/golpe/cabeza/">20 minutos </a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿ Planificó Washington el asesinato de Benazir Bhutto ?]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2008/01/09/%c2%bf-planifico-washington-el-asesinato-de-benazir-bhutto/</link>
<pubDate>Wed, 09 Jan 2008 12:59:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
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<description><![CDATA[El féretro de Benazir Bhutto era bajado, envuelto en la bandera paquistaní, rodeado de gente que le ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div align="justify" class="documentContent">El féretro de Benazir Bhutto era bajado, envuelto en la bandera paquistaní, rodeado de gente que le lanzaba pétalos de rosas y rezaba en voz alta interminablemente, para ser depositado junto a los restos de su padre, Zulfikar Alí Bhutto, quien fue derrocado de sus cargos de presidente y primer ministro en 1979 mediante un gope de Estado.</div>
<p align="justify" class="documentContent">El esposo de Benazir Bhuto, Asif Alí Zardari, así como sus hijos Bilawal y Aseefa ayudaban a bajar el féretro, en una provincia de Sindh; mientras tanto, literalmente en todo el mundo se desataban las especulaciones acerca de quién la había matado y qué consecuencias podría tener para Pakistán mismo y para los países vecinos, involucrados con el presidente Pervez Musharraf: Jordania, Arabia Saudita, Irán, Kuwait, Siria, Turquía.<!--more--></p>
<p align="justify" class="documentContent">El presidente George W. Bush desde su rancho en Crawford, Texas, realizó una teleconferencia con algunos de sus más allegados colaboradores como son la secretaria de Estado, Condoleezza Rice; el secretario de Defensa, Robert M. Gates; el director de la CIA, general Michael V. Hayden, entre otros, para fijar opciones respecto a Pakistán. (<i> New York Times</i> , 29/12/07, Carlotta Gal.)</p>
<p align="justify" class="documentContent">Por otra parte, no hay que perder de vista que la propia Benazir Bhutto consideraba al gobierno de Musharraf como un peligro dada su incompetencia para garantizar alguna seguridad real en el país.</p>
<p align="justify" class="documentContent">Cuando regresaba del exilio en Dubai envió un correo electrónico a su representante en Estados Unidos, Mark Siegel (<i> New York Times,</i> 29/12/07), a quien le dijo que de cualquier cosa que pudiera pasarle debía considerarse responsable a Pervez Musharraf.</p>
<p align="justify" class="documentContent">De esta manera fue como los candidatos a la presidencia estadunidense se vieron involucrados en este asunto, y de una o de otra manera orillados a tomar posición frente a la opinión pública nacional, a unos días de que se celebraran sendas convenciones de demócratas y republicanos en Des Moines, Iowa.</p>
<p align="justify" class="documentContent">La senadora Hillary Clinton declaró a la cadena CNN: “No creo que el gobierno paquistaní, en estos momentos, bajo la presidencia de Musharraf, tenga alguna credibilidad”. Tanto Bill Richardson como John McCain, en su propio estilo, como el mismo Mike Huckabe en el suyo, quien habría de resultar líder de los republicanos en los resultados de las convenciones, afirmaron que el problema de Pakistán dejaba atrás en importancia al muro del sur con nuestro país, y que “cualquier actividad inusual de los paquistaníes en Estados Unidos debería ser monitoreado”. Y desde luego, que habría que revisar la política estadunidense tomando en cuenta que Pakistán tiene armamentos nucleares en su poder y una estrecha salida al golfo Pérsico en su extremo sur.</p>
<p align="justify" class="documentContent">Por su parte, Nawaz Sharif, ex primer ministro y líder de la Liga Musulmana de oposición que gobernó entre 1990-1993 y 1997-1999, para exiliarse después habiendo regresado recientemente a Pakistán, declaró que Benazir “murió por culpa de Musharraf” (<i> El País</i> , 2/01/07), llamando a todo el país a unirse y luchar “contra la dictadura que ha destruido todas las instituciones del Estado”.</p>
<p align="justify" class="documentContent">En relación con Al Qaeda afirmó que si ellos la hubieran matado lo habrían reivindicado; pero, por el contrario, lo han negado oficialmente. No obstante, en Pakistán se han llevado a cabo varias detenciones de los dirigentes, acusados sin fundamento de la muerte de Benazir.</p>
<p align="justify" class="documentContent">Como puede observarse, la trágica muerte de la señora Bhutto ha despertado la condena universal y la exigencia de que se aclare quién o quiénes son culpables, y no solamente, sino que se han señalado algunas circunstancias en extremo peligrosas, pues se ha recordado que Pervez Musharraf posee armas nucleares y que no cuenta con la confianza de sus vecinos, todos de importancia trascendental en el mundo musulmán y en el contexto de su relación con Estados Unidos.</p>
<p align="justify" class="documentContent">Lo cierto es que el asesinato de Benazir Bhutto parece haber sido planeado en los altos círculos de la política exterior estadunidense y militares también, por lo que se puede deducir de la conferencia que tuvo el presidente Bush desde su rancho en Texas con el general secretario de Defensa y con el director de la CIA para su política en esta región tan violenta del mundo, donde todavía no se ve la luz al final del túnel, sino que, por el contrario, cada vez se ve más complicado y oscuro.</p>
<p class="documentContent">Gonzalo Martínez Corbalá en La Jornada y leído en Rebelión.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Bhutto, otro error de EEUU]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2008/01/02/bhutto-otro-error-de-eeuu/</link>
<pubDate>Wed, 02 Jan 2008 12:11:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
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<description><![CDATA[El precio de humillar al General Musharraf Si alguien ha pensado que aplicando el principio del dere]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><address><strong><font face="Arial Unicode MS">El precio de humillar al General Musharraf </font></strong></address>
<address><font face="Arial Unicode MS">Si alguien ha pensado que aplicando el principio del derecho romano de “Cui boni” -¿ a quién beneficia?- sirve para determinar quién ordenó el asesinato de Benazir Bhutto se equivoca. En esta Tierra de los Cándidos -así significa Pakistán-, uno tiene más enemigos que amigos, es mejor preguntar ¿A quién ha perjudicado ese magnicidio? Primero a EEUU y sus planes para Pakistán y la región; pero también a Musharraf, a quien ni le interesaba desestabilizar aun más la situación, ni convertirse en el principal acusado del asesinato de la líder de la oposición en víspera de las elecciones. <!--more--></font></address>
<p><i><font face="Arial Unicode MS">¿Beneficiarios? Que no significa “implicados”, son más: desde los sectores fundamentalistas del ejercito que intentan debilitar a Musharraf para forzarle a llegar a un acuerdo con los islamistas, hasta los militares reacios a compartir el poder con nadie, pasando por el ex primer ministro Nawaz Sharif -líder de la Liga Musulmana de Pakistán que además dirige la coalición de fuerzas del APDM (All Parties Democratic Movement), próximo a Arabia Saudí-, a quien no le gustaba el pacto suscrito entre Musharraf y Benazir, dejándole a él fuera del juego político; sin olvidar a los islamistas de Amal, que nunca aceptarían a una mujer dirigiendo la Umma, comunidad de musulmanes. De hecho en el febrero pasado, la Ministra de Asuntos Sociales, Zilla Huma Usman fue asesinada por no vestir de forma adecuada y por “incitar a corrupción moral a las mujeres”. La ausencia de la carismática Benazir, abre más espacio político a estas fuerzas que no suelen contar con mucha simpatía del electorado.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Se ha desmoronado, pues, el plan de Washington, que consistía en forzar a Musharraf a quitarse el atuendo militar, convocar elecciones a la Asamblea Nacional, y entregar el puesto del primer ministro a la Bhutto, para de esta manera dar una imagen amable a la férrea dictadura del General hasta poder apartarle de la escena política. Sin duda, eso de repartir y compartir el poder en un momento de una crisis multidimensional, y teniendo en cuenta la complejidad del tejido social de este país y la de sus fuerzas políticas, ha sido un grave error, resultado de otros tantos que Washington viene cometiendo en este extenso y precario Estado de Asia Central.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Fallos, resultados de dos males endémicos de la política exterior de EEUU: servirse de un país en función de sus proyectos regionales, para una vez satisfechas sus necesidades abandonarlo, y segundo, injerir en sus políticas sin conocer su estructura social, cultural y la relación real de las fuerzas políticas con los ciudadanos. Si no, ¿cómo podría pedir al ejercito de Musharraf que bombardease los campamentos de los Taliban en sus fronteras con Afganistán? ¿No se acordaba de que Pakistán junto con Arabia saudí y Emiratos Árabes fueron los únicos Estados que reconocieron a aquel tenebroso régimen en Afganistán? ¿No sabía que la mayoría de los militares pakistaníes, además de ser ultra religiosos son patán como los Taliban, una etnia de 40 millones de almas que viven a ambos lados de la frontera afgano-paquistaní? Aun así, Musharraf colaboró activamente en el derrocamiento de aquellos extremistas, ganándose la enemistad de parte de sus generales.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Quizá la contrapartida prometida por Washington merecería la pena: recibir en su puerto de Karachi el trazo final de unas vías férreas y de un gasoducto que saldrían de las repúblicas asiáticas ex soviéticas, cruzando Afganistán, además de tener acceso al soñado mercado de aquellos inmensos países. Pero, George Bush no sólo incumplió sus promesas, sino que le abandonó para acercarse a su principal enemiga: la India. Su visita en el verano del 2006 a este país -otro fabricante de armas atómicas fuera de la legalidad internacional-, significaba que Pakistán en la agenda de EEUU dejaba su lugar, en un nuevo mapa del mundo, a la gigante India, por el pulso que lleva Washington contra Pekín por la supremacía del mundo.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Y Musharraf no es ningún tonto. Enterró la política de poner una vela a EEUU y otra a los Taliban, a beneficio de los segundos, y buscó aliados entre los rivales del imperio. Con Irán -y a pesar de la oposición de Washington- firmó un mega contrato para la construcción de un gaseoducto llamado “Paz” que pasa por el Golfo Pérsico, y con China un acuerdo para levantar seis centrales nucleares.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">La Casa Blanca, a través del ex subsecretario de Estado Richard Armitage, le amenazó con bombardear su país y devolverlo a ‘la edad de piedra’ a menos que cooperara seriamente con la guerra contra el terrorismo. Y por si el General estaba pensando en el “transfuguismo”, el 13 de mayo Washington envió a Anne Patterson, experta en lucha contra las fuerzas anti norteamericanas en Latinoamérica, como nueva embajadora en Islam Abad.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">El último gran error de Bush ha sido apoyar abiertamente a Benazir Bhutto, esa “hija del Occidente” -con un curriculum político-económico más que cuestionable-, como alternativa a Musharraf. En nuestro Oriente un gesto favorable del gobierno estadounidense a un político significa el fin de su popularidad, de su carrera, y puede que incluso de su vida. </font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Cierto que el General dirige una peculiar República Islámica pretoriana en coalición con fanáticos religiosos y militares y civiles corruptos. Sin embargo, Washington no debería haberlo abandonado y humillado. Esto acarreará consecuencias aun por ver.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Teniendo en cuenta que pedir unas elecciones libres y democráticas para reconducir la situación del país, en las circunstancias actuales de la región, es simplemente absurdo, el ejército, ese principal verdugo de la libertad en este país, quizá sea la única fuerza capaz de impedir un desastre aun mayor.</p>
<p>Tras perder a Benazir, pocas alternativas le quedan a EEUU: </font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Buscar un hombre fuerte entre los militares, apostar por algún civil conocido como por ejemplo, Iftikhar Chaudhry, juez del Tribunal Supremo, o una cohabitación entre las fuerzas armadas y diferentes grupos, casi todas, débiles.</font></i><i><font face="Arial Unicode MS">Eliminar o debilitar al general golpista, el impresentable dictador Pervez Musharraf, en las circunstancias actuales del país y de la región, sigue siendo una estupidez monumental.</font></i><br />
<address><font face="Arial Unicode MS">Nazanin Amirian en Rebelión</font></address>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿Qué mató a Benazir Bhutto?]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2007/12/29/%c2%bfque-mato-a-benazir-bhutto/</link>
<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 11:57:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
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<description><![CDATA[Con el cadáver recién enterrado de la ex primera ministra de Pakistán, asesinada en el curso de un a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Con el cadáver recién enterrado de la ex primera ministra de Pakistán, asesinada en el curso de un atentado en Rawalpindi el jueves, las conjeturas sobré qué la mató (y quién está detrás del magnicidio) añaden incertidumbre al futuro del país: una potencia nuclear amenazada por el islamismo radical y clave para la pacificación de Afganistán.</p>
<p align="justify">Mientras que ayer el Gobierno de Pervez Musharraf afirmó que Bhutto había fallecido por un golpe al ser desplazada por la onda expansiva de la explosión que causó un terrorista suicida, y que mató a una veintena de personas, hoy un portavoz de Bhutto ha reiterado que al menos una bala alcanzó a la líder de la oposición.<!--more--></p>
<p align="justify">No ha habido autopsia de Bhutto, dice el Gobierno que porque nadie la solicitó, y en las últimas horas han sido difundidas nuevas imágenes y vídeos de los instantes previos al atentado, así como fotos médicas.</p>
<p align="justify">En el vídeo se aprecia cómo una mano surge entre la multitud empuñando una pistola que abre fuego.</p>
<p align="justify">Las imágenes muestran el techo del vehículo de Bhutto (a través del cual ésta saludaba a la muchedumbre antes de morir), así como el interior del mismo ensangrentado y con los zapatos de Bhutto.</p>
<p align="justify">Las fotos médicas consisten en una radiografía del cráneo de la ex primera ministra con contusiones, según los médicos, así como imágenes de la cabeza del presunto terrorista suicida que se hizo explotar.</p>
<p align="justify"><b>Al Qaeda rechaza la autoría</b></p>
<p align="justify">Por otra parte, entre los posibles autores del magnicidio, Estados Unidos baraja la hipótesis de Al Qaeda. Pakistán ha acusado directamente a esa organización terrorista. Esta mañana, sin embargo, un portavoz de los terroristas ha negado dicha implicación. Maulana Mohamed Umer, ha calificado estas acusaciones de &#8220;propaganda gubernamental&#8221;. &#8220;Lo negamos firmemente. Baitulá Mehsud [líder de Al Qaeda en Pakistán] no está implicado en el asesinato de Benazir Bhutto&#8221;.</p>
<p align="justify">La vida cotidiana en Pakistán ha quedado literalmente paralizada dos días después de la muerte de Bhutto debido a la incertidumbre política. Existe una confusión creciente sobre el futuro de las elecciones legislativas del próximo 8 de enero. Al respecto, la Comisión Electoral de Pakistán ha anunciado la celebración de una reunión de emergencia para el próximo 31 de diciembre con el objetivo de decidir si se mantiene la celebración de los comicios. Fuentes de la Comisión han apuntado que existe un “95% de posibilidades” de posponer las elecciones, aunque no se decidirá hasta el lunes.</p>
<p align="justify">También el miedo a nuevas manifestaciones violentas planea sobre el país. En las últimas horas han muerto 33 personas en diferentes actos de protesta, y todavía se cuentan por miles los manifestantes violentos por diferentes provincias paquistaníes. La Comisión Electoral ha expuesto como motivo principal para suspender las elecciones la violencia desatada. En la provincia de Sindh, principal banco de votos del Partido Popular de Pakistan (PPP), que presidía Bhutto, se han producido graves disturbios con quema de oficinas y material electoral.</p>
<div align="justify" class="limpiar"></div>
<p><!-- ************* Tabla **************** --><!-- ************* Fin Tabla **************** --><!-- ************* Despiece **************** --><a name="despiece1" title="despiece1"></a></p>
<h3 align="justify" class="caja_despiece">&#8220;Yo responsabilizaría a Musharraf&#8221;</h3>
<p>La ex primera ministra paquistaní Benazir Bhutto, en una premonición de lo que podría pasar, envió hace dos meses un mensaje a su portavoz en Estados Unidos para que se lo hiciera llegar a la CNN en el que afirma que si mueriese el presidente paquistaní, Pervez Musharraf, debía cargar con parte de la culpa. Bhutto, asesinada el jueves en un atentado suicida en Rawalpindi, escribió un correo electrónico a su portavoz en Washington, Mark Siegel, el 26 de octubre, tan sólo ocho días después de su regreso a Pakistán, quejándose de su seguridad y pidiéndole que lo hiciera llegar al periodista de la CNN Wolf Blitzer para que éste lo hiciera público sólo si fallecía.<br />
&#8220;Yo responsabilizaría a Musharraf&#8221;, afirma Bhutto, que denuncia que el Gobierno no haya establecido medidas especiales para garantizar su seguridad tras los atentados contra su cortejo el día de su llegada que dejaron más de 120 muertos, aunque ella salió ilesa. &#8220;No pasará nada, si Dios quiere&#8221;, escribe Bhutto en su correo a Siegel, amigo personal desde hace años. &#8220;Sólo quería que supieras que si ocurre además de los nombres de mi carta a Musharraf del 16 de octubre, responsabilizaría a Musharraf&#8221;. &#8220;Sus subordinados han hecho que me sienta insegura&#8221;, añade el breve texto. Blitzer había accedido a no publicarlo antes de recibir el mensaje, pero una vez lo vio pidió a Siegel poder hacerlo público. En cambio, el portavoz de Bhutto insistió en que sólo debía salir a la luz si ésta fuera asesinada. Según Siegel, el periodista de la CNN fue el único en recibirlo junto con el diputado demócrata Steve Israel.</p>
<address><strong>La furia acompaña el entierro de Bhutto</strong></address>
<div align="justify">
<address>Cientos de miles de personas acuden al sepelio en el pueblo natal de la política &#8211; Las protestas se extienden por varias ciudades de Pakistán y causan 31 muertos .</address>
</div>
<div align="justify">
<address>Hakim Ali Mangi, el imán que enterró en 1979 a Zulfikar Ali Bhutto, fue el encargado ayer de presidir el entierro de su hija Benazir, asesinada el jueves tras pronunciar un mitin en Rawalpindi. Zulfikar Ali Bhutto fue el primer presidente civil de Pakistán y fue derrocado por un golpe militar en un símbolo más de la violencia política que azota Pakistán desde su independencia en 1947. Cientos de miles de personas acudieron indignadas al sepelio de la ex primera ministra y presidenta del Partido Popular de Pakistán (PPP) en Garhi Khuda Bakhsh, la localidad natal de Benazir Bhutto, en el distrito de Larkana, al sur del país. La política tenía 54 años.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>La multitud lloró, gritó y mostró su rabia al acompañar en el cortejo fúnebre al viudo de la política, Asif Ali Zardari, y a sus tres hijos, que seguían al féretro cubierto con los colores rojo, verde y negro del PPP. Los tres hijos de la pareja son Bilawal, un muchacho de 19 años, y las chicas son Bakhtawar, de 17, y Aseefa, de 14. Asif Ali Zardari vive exiliado en Dubai.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>En una ceremonia caótica, los restos de Benazir Bhutto fueron enterrados en el mausoleo familiar, cerca del lugar donde descansa su padre. Los manifestantes corearon consignas contra el presidente paquistaní, Pervez Musharraf, y contra Estados Unidos, una potencia a la que acusan de respaldar al antiguo general con la esperanza de que mantenga la estabilidad en un país que dispone de capacidad nuclear y azotado por la violencia islamista. &#8220;¡Vergüenza para el asesino Musharraf! ¡Vergüenza para los asesinos de Estados Unidos!&#8221;, gritaron.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>El cadáver de la dirigente de la oposición paquistaní había sido trasladado en un avión militar hasta Sukkur, en la sureña provincia de Sindh, y el cortejo fúnebre partió de la residencia familiar en la localidad de Naudero hasta Garhi Khuda, distante unos cinco kilómetros. Sus seguidores se concentraron junto al mausoleo, adonde llegaron en coches, autobuses, tractores y todo tipo de vehículos. Las masas formaron espontáneamente hileras para rezar en la explanada cercana al panteón. Muchos de los fieles se golpeaban la cabeza y el pecho en señal de duelo y desesperación.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>A la casa familiar acudió, además de su marido y de sus hijos, su hermana Sanam, la única que queda viva en la familia, ya que otros tres hermanos de Benazir fueron asesinados. Entre los asistentes al sepelio se encontraba el vicepresidente del PPP, Amin Fahim, que ayer declaró 40 días de luto en el partido. Esta formación opositora, que aparecía como favorita para las elecciones legislativas del próximo 8 de enero, debatía ayer sobre su participación en los comicios después del brutal atentado, en el que la cifra de víctimas se eleva a 28 personas.</address>
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<div align="justify">
<address>Al igual que en el resto del país, en las calles de Garhi Khuda se respiraba una mezcla de perplejidad, ira y desesperación por la muerte de la líder opositora al régimen de Pervez Musharraf. &#8220;Con su muerte hemos perdido toda esperanza&#8221;, comentó Abbas Raza, un empleado de banca de Lahore, citado por la agencia Reuters, que resumía el estado de ánimo de buena parte de la población. Adorada en las zonas rurales y pobres de Pakistán, la asesinada Benazir Bhutto se había convertido también en un faro, una referencia para la cada día más amplia clase media del país.</address>
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<div align="justify">
<address>El gran ausente en el sepelio fue el dirigente de la Liga Musulmana-N, Nawar Sharif, que dio el pésame por teléfono al marido de Benazir. No obstante, razones de seguridad aconsejaron al otro gran líder de la oposición no asistir al entierro. El Gobierno paquistaní advirtió a Sharif de que podía ser objetivo de un ataque terrorista.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>Desde que se conociera la muerte de Benazir Bhutto, víctima de un atentado suicida el jueves por la tarde en Rawalpindi, sus seguidores han salido a las calles de varias ciudades de Pakistán para manifestar su furia y para culpar a Musharraf del asesinato de su líder. Las protestas más violentas se han desarrollado en ciudades del sur del país, feudo del PPP. En total, 31 personas murieron ayer en los disturbios y enfrentamientos con la policía, según informaron distintas autoridades gubernamentales. Grupos de opositores al Gobierno destrozaron oficinas bancarias, incendiaron autobuses y trenes y saquearon tiendas en una frenética escalada de violencia. La cadena de televisión Dawn informó de que habían sido destruidas unas 200 sucursales bancarias. Los sectores más radicalizados llegaron incluso a bloquear carreteras con barricadas.</address>
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<div align="justify">
<address>Las manifestaciones alcanzaron tal virulencia en algunas urbes, como Karachi y Hyderabad, que obligaron al Gobierno a ordenar la salida de tropas a la calle para patrullar. El despliegue militar vino a sumarse a la presencia policial que, en el caso de Karachi, la ciudad más poblada de Pakistán, alcanzó los 10.000 miembros de las fuerzas de seguridad. El ministro del Interior de la provincia de Sindh, Akhtar Zaman, señaló ayer: &#8220;Estamos previendo que la situación puede empeorar todavía más después del funeral&#8221;.</address>
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<div align="justify">
<address>Las medidas de seguridad se extendieron ayer a la vecina India, donde el Gobierno ordenó a sus destacamentos fronterizos que se situaran en &#8220;estado de máxima alerta&#8221;. Asimismo, las autoridades indias decidieron suspender, hasta nuevo aviso, algunas líneas de autobuses y de trenes entre los dos países ante el temor a una ampliación de los disturbios en ciudades paquistaníes. Entre las reacciones que llegaron del otro lado de la frontera destacó la de Sonia Gandhi, viuda del también asesinado dirigente político Rajib Gandhi, que calificó el atentado contra Benazir Bhutto de un &#8220;acto abominable&#8221;.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>India suele ordenar el estado de alerta a sus fuerzas fronterizas en respuesta a las crisis que vive Pakistán. Ambos países, que cuentan con armamento nuclear, mantienen litigios en torno a la región de Cachemira. La condición de potencia nuclear de Pakistán es motivo de preocupación tanto en India como en las capitales occidentales ante la incertidumbre sobre la evolución de los acontecimientos.</address>
</div>
<address><strong>Inquietud por el control del arsenal nuclear paquistaní</strong></address>
<div align="justify">
<address>La mayoría de los analistas coinciden en que el aumento de la inestabilidad en Pakistán tras el asesinato de Benazir Bhutto incrementa también el riesgo de que las armas atómicas del país caigan manos de radicales islámicos. En 2005, un informe conjunto de la CIA y del Consejo Nacional de Inteligencia de EE UU predijo que Pakistán se convertiría &#8220;en un Estado fallido, sacudido por la guerra civil, la violencia, las rivalidades intraprovinciales y una lucha por el control de sus armas nucleares&#8221; para 2015. Algunos expertos creen que el atentado del jueves ha acelerado el plazo.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>&#8220;Es sólo cuestión de tiempo que Al Qaeda o algún simpatizante suyo se haga con las armas nucleares. Pakistán es el eslabón más débil de la cadena&#8221;, dice M. J. Gohel, director de la Fundación Asia-Pacífico, con sede en Londres. &#8220;Si tienes todas esas armas y materiales nucleares y un Gobierno que tiene que complacer a los extremistas para mantenerse en el poder, la perspectiva a largo plazo no pinta bien&#8221;, opina Henry Sokolski, director ejecutivo de centro de análisis de Washington.</address>
</div>
<div align="justify">
<address>El Pentágono, no obstante, asegura que las bombas atómicas de Pakistán -estimadas en un centenar- están bajo control. Un portavoz, el coronel Gary Keck, aseguró ayer que no hay motivo de preocupación. Pese a ello, los expertos subrayan el riesgo de que los extremistas se hagan con material radiactivo para fabricar las llamadas <i>bombas sucias.</i></address>
<address></address>
<address>Extraído de <a href="http://www.elpais.com/">www.elpais.com</a></address>
</div>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[vrede zij met u]]></title>
<link>http://blogderzuchten.wordpress.com/2007/12/29/88/</link>
<pubDate>Sat, 29 Dec 2007 10:49:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>Aïda</dc:creator>
<guid>http://blogderzuchten.wordpress.com/2007/12/29/88/</guid>
<description><![CDATA[I WILL NOT PUNISH MY PEOPLE FOR THEIR BELIEFS. ONLY FOR THEIR DEEDS. Sommigen gaan in alle stilte. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="right"><font color="#556b2f"><b><i>I WILL NOT PUNISH MY PEOPLE FOR THEIR BELIEFS.  ONLY FOR THEIR DEEDS.</i></b></font></p>
<p align="justify">Sommigen gaan in alle stilte. Anderen sterven een spectaculaire dood.  Nog anderen hun dood zorgt voor sensatie en dan heb je er nog die vergeten en eenzaam doodgaan.  Je leest het in de krant, je hoort het in het nieuws of je vangt het ergens op.  Persoonlijke drama&#8217;s die een mens zijn eigen kleine wereld veranderen.  Je staat er even bij stil, leeft in gedachten mee met het verdriet van de omgeving, en dan gaat het leven verder.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Maar dan heb je de enkelingen, wiens dood een (voet)noot wordt in de geschiedenis.  Of wiens dood er zelfs in slaagt de loop van de geschiedenis te veranderen.  Bij het horen van zo&#8217;n bericht besef je dat dit iets betekent op grote schaal.  Impact heeft, gevolgen zal hebben op wereldniveau.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify"><a href="http://blogderzuchten.wordpress.com/files/2007/12/images-91.jpeg" title="images-91.jpeg"><img src="http://blogderzuchten.wordpress.com/files/2007/12/images-91.thumbnail.jpeg" alt="images-91.jpeg" align="right" /></a>Benazir Buttho.  Binnen de perken van mijn intellectuele vermogens probeer ik toch zoveel mogelijk de nationale en internationale politiek te volgen.  De tijd ontbreekt me meestal om diepere achtergrondinformatie te garen.  Jammer, want het interesseert me allemaal wel zeer. Mijn perceptie  over Buttho  door wat ik van haar tot nu toe in de media opgepikt had, is dat ze bij de &#8220;goeie&#8221; hoort.  Hoogopgeleid, strijdlustig, nimmer opgevend, en de hoop voor een nieuw Pakistan.  Een bewogen &#8220;carrière&#8221; achter de rug met vijf jaar celstraf, ballingschap. Een voorvechtster voor vrouwenrechten, strijdster voor de democratie.  Maar ook geruchten over fraude, vriendjespolitiek, machtsgeilheid.  De gebruikelijke afwijkingen van politici?</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Mijn perceptie over haar kreeg sinds het bekijken van de boeiende reportage in Ter Zake in aansluiting op de moordaanslag, een ranzig kantje.   Het verbaasde me hoe ook deze briljante persoonlijkheid een zeker &#8220;Thuis&#8221;gehalte had.  Familieruzies, vetes, interne machtstrijd, &#8220;ordinaire&#8221; ruzie met haar broer.    Uitspraken als: &#8220;Ik, die voor mijn kleine broertje zorgde, zou dit doen??&#8221;&#8230;&#8221; Dat zo iemand die vecht voor een betere wereld geen vrede- en vreugdevolle familierelaties kan hebben. En dan haar moeder, met de (dure) handtas op de schoot, geld uitdelend.  Het is een beeld dat niet in ons Westers denken past.  Mij leek het heel ongepast zelfs. Vreemd.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Respect nochtans voor deze familie.  Het kan niet enkel geld en macht zijn dat hun drijft om een eeuwige strijd te leveren op gevaar van eigen leven.  Je vraagt je af hoe het er aan toegaat in zo&#8217;n gezinnen.  Hoe worden die kinderen opgevoed?  Wat is een leven voor hen waard?  Hoe gaan zij om met het overlijden van wéér een familielid.  Wat met hun  verdriet hierover.  Waar halen ze troost?  Waaruit putten zij de kracht om zo&#8217; strijd te leveren.  En om verder te leven, met het zoveelste verlies van alweer een dierbare. Wat drijft hen? Kan idealisme en de hoop op een betere wereld en het welzijn van een andere zo&#8217;n sterke motor zijn?</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">Eens te meer weet ik het niet.  Eens te meer moet ik vaststellen dat het des mensen is.  Dat er geen heiligen bestaan.  Eens te meer ben ik gesterkt in mijn overtuiging dat nooit iets zwart of wit is.   Dat altijd iedereen &#8220;zijn&#8221; gelijk heeft.  En dat er jammer genoeg nog steeds mensen zijn die denken dat hun eigen gelijk de enige echte waarheid is.  Met als triestig gevolg dat alweer een andere mens met een ander &#8220;gelijk&#8221; hiervan het slachtoffer is.</p>
<p align="justify">Vrede zij met u.</p>
<div align="justify"></div>
<p align="justify">(*Queen Elisabeth I)</p>
<p align="justify">Over Benazir Buttho op andere blogs: lees <i><a href="http://janien.wordpress.com/">hier</a></i></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No nos callarán]]></title>
<link>http://irissoto.wordpress.com/2007/12/28/no-nos-callaran/</link>
<pubDate>Fri, 28 Dec 2007 22:36:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>ladyzombie</dc:creator>
<guid>http://irissoto.wordpress.com/2007/12/28/no-nos-callaran/</guid>
<description><![CDATA[Ayer fue un día de esos.Empece el día leyendo uno más de los &#8220;hate mails&#8221; dirigidos a mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img src="http://farm3.static.flickr.com/2263/2141981722_d9e4f0ae2c.jpg?v=0" width="400" height="345" align="bottom" alt="Benazir Bhutto picture by AnnaEA" />Ayer fue un día de esos.Empece el día leyendo uno más de los &#8220;hate mails&#8221; dirigidos a mi jefa.Ya es costumbre recibir amenazas por teléfono, correo y por e-mail también. Con los años parece que se aprende a sobrevivir pensando en que alguien esta esperando para hacerte daño. Sacrificar familia, amigos, vida social. No estoy yo para saberlo pero eso es lo que me queda claro después de algunos meses trabajando con esta mujer.Para quellos que no lo saben, trabajo con otra chilena, una profesora en la universidad en donde me empleo, y que resulta ser una escritora muy prolífica además de estar muy involucrada en política. Ella escribe para el periódico local lo cual le ha traído años de amenazas y sinsabores. Pero sus convicciones la empujan a seguir escribiendo y seguir defendiendo los derechos humanos de otros latinos que vienen a este país buscando una mejor calidad de vida de la que tienen en sus países de origen.Hay mucho que admirar de mujeres así, porque a pesar del miedo que les provoca a ellas y la vulnerabilidad en que quedan sus familias continuan luchando por lo que consideran justo.Mientras yo escribo este post, la fotografía de mi jefa junto con su información de contacto está siendo distribuida por los correos electronicos de cada racista, neo-nazi, skinhead en Estados Unidos.Yo aún no termino de entender que es lo que empuja a un ser humano a pasar tanto tiempo engendrando odio hacia otro ser humano. Qué clase de vacío tendran las vidas de gente como ésta que tan solo puede ser llenado con la violencia contra aquellos que ven mas vulnerables.Porque al parecer hay muchos que no lo piensan dos veces antes de atacar verbalmente a una mujer y hacerse valer a través del miedo que puedan infringir con el solo hecho de amenazar a sus familias.Todos esos pensamientos me llenaban la cabeza ayer, cuando me enteré del asesinato de <a href="http://news.bbc.co.uk/hi/spanish/international/newsid_7161000/7161595.stm">Benazir Bhutto</a>, la candidata de oposición de Pakistan. El corazón se me encogió al oir las noticias en la radio. Sentía como si nuestra civilización estuviera cambiando el rumbo y retrocediendo en vez de avanzar y progresar.Apenas pude parar mis lágrimas al oir parte de su discurso  el Jueves:<br />
<blockquote>&#8220;Pongo mi vida en peligro y vengo aquí porque siento que este país se encuentra en peligro. La gente está preocupada. Sacaremos a este país de esta crisis&#8221;.</p></blockquote>
<p>Es casi imposible no pensar en mi jefa cuando escucho este tipo de noticias.Como me parte el alma ver tanto odio&#8230; y sentir que los caminos de mi vida me arrastran a ponerme en la mira de ese odio algún día.Ojalá que por cada mujer que es silenciada con la violencia 1000 más levanten sus voces, porque esto ya no es tolerable. Y no se necesita ser una gran figura en la política para cambiar este tipo de actitudes. Podemos empezar por &#8220;exigir&#8221; respeto en nuestras propias vidas cotidianas. Alzar la voz si vemos a una mujer siendo disminuida en el trabajo, terminar con los curriculums con foto para los cargos de secretaria o vendedora o lo que sea, pedir que les cedan los asientos en la micro a las mujeres embarazadas, etc. En pocas palabras vivir con conciencia y vivir con valores. Como mujeres tenemos esa deuda con nosotras mismas y con todas las otras mujeres que conocemos.Que la compasión pase de las palabras a los hechos. Que la indiferencia por el sufrimiento y la denigración de otros se termine.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pakistán desata la tensión mundial]]></title>
<link>http://jonkepa.wordpress.com/2007/12/27/pakistan-desata-la-tension-mundial/</link>
<pubDate>Thu, 27 Dec 2007 20:36:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>jonkepa</dc:creator>
<guid>http://jonkepa.wordpress.com/2007/12/27/pakistan-desata-la-tension-mundial/</guid>
<description><![CDATA[El asesinato de Benazir Bhutto beneficia a la &#8220;guerra contraterrorista&#8221; de Washington  E]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center" style="line-height:155%;margin:-10px 8px 10px;"><font size="5" color="#a40000" face="Arial"><strong><font color="#000000">El asesinato de Benazir Bhutto beneficia a la &#8220;guerra contraterrorista&#8221; de Washington</font></strong> </font></p>
<p align="left" style="line-height:155%;margin:-10px 8px 10px;"><em>El asesinato hoy de la ex primera ministra pakistaní, Benazir Bhutto, sucede (no por casualidad) en el marco de una alianza entre el presidente de Pakistán, Pervez Musharraf, y el de Afganistán, Hamid Karzai, para una guerra conjunta (bendecida por Washington) contra las operaciones &#8220;terroristas&#8221; de los talibanes y de Al Qaeda en ambos países fronterizos. La muerte de Bhutto en un atentado sucede cuanto Musharraf, su principal rival político, ya anudó un nuevo acuerdo con EEUU que le permitió continuar en el poder sin el control directo de las fuerzas armadas, que se encuentran al mando de un &#8220;leal&#8221; a la Casa Blanca.<!--more--> La desaparición de Bhutto, manejada originalmente como &#8220;alternativa democrática&#8221; frente al desgastado poder dictatorial de Musharraf, arroja nuevas sombras e incertidumbre sobre el destino inmediato de Pakistán, un gigante islámico con poder nuclear, que juega un papel clave y un rol de equilibrio en la estrategia del poder imperial de EEUU en la región. Todavía no están claras las motivaciones del asesinato ni la identidad de sus ejecutores, pero no hay ninguna duda de que el  hecho beneficia y refuerza la argumentación de los planes de la &#8220;guerra contraterrorista&#8221; impulsados por la Casa Blanca en Pakistán y Afganistán. La sangre de Bhutto, en vida una política ambiciosa y sin escrúpulos, abona el terreno para que los halcones del Pentágono intervengan militarmente en Pakistán adosándolo al destino satélite de Afganistán. Como &#8220;beneficio secundario&#8221; para Washington, el crimen desgasta el poder de Musharraf y lo sitúa como el primer &#8220;sospechoso&#8221;, una situación que favorece los planes de sustituirlo por una &#8220;cara nueva&#8221; y más maleable a los intereses de EEUU. Bhutto, una aliada incondicional del eje EEUU-Unión Europea, despeja y da sustento con su muerte al nuevo escenario con Pakistán en guerra militar abierta contra el &#8220;terrorismo islámico&#8221;. Los bombardeos norteamericanos contra las poblaciones islámicas de la frontera de Pakistán con Afganistán, podrían ser su efecto más inmediato. Un objetivo en el que coinciden tanto demócratas como republicanos. </em></p>
<p align="left" style="line-height:155%;margin:-10px 8px 10px;"><strong><font size="5" color="#a40000">L</font></strong><font face="Arial">a ex primera ministra paquistaní Benazir Bhutto murió este jueves en un atentado perpetrado en la ciudad de Rawalpindi, vecina de Islamabad, que <b>causó entre 15 y 25 muertos entre seguidores,</b> los que habían acudido a uno de sus mítines, informaron fuentes oficiales y de su partido, según coinciden agencias internacionales.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Desde Islamabad, la corresponsal de la <i>BBC</i> Barbara Plett informó que la muerte de Bhutto <b>fue confirmada por los médicos y la dirigencia de su organización política</b>, el Partido del Pueblo de Pakistán (PPP). </font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Otras informaciones previas señalaban que la dirigente había sido trasladada a un hospital tras recibir heridas cuando se retiraba del encuentro político. </font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial"><b>&#8220;Ha muerto como una mártir&#8221;</b>, dijo a <i>Reuters</i>  el responsable del partido Rehman Malik.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Bhutto, de 54 años, murió en un hospital en Rawalpindi. El canal <i>Ary-One Television</i> dijo que<b> falleció de un tiro en la cabeza </b>y otras versiones señalaron que el disparo fue en la nuca.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">La policía informó que un suicida, </font></p>
<div></div>
<div></div>
<p><font face="Arial">antes de inmolarse, </font><font face="Arial">disparó contra la líder opositora cuando estaba saliendo del lugar del mitin, celebrado en un parque, .</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">En octubre pasado, la líder política regresó a su país desde Dubai, tras un <b>prolongado exilio de ocho años</b>, para ponerse al frente del Partido del Pueblo de Pakistán de cara a las elecciones.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Aunque no tuvo un recibimiento tan multitudinario como hace 21 años, Bhutto afrontó peligros similares.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">En medio de la caravana de bienvenida, el 18 de octubre, <b>un suicida mató a casi 150 personas</b>.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">En 1986, un gran número de seguidores dio la bienvenida a Bhutto en su regreso al país para desafiar al dictador que había ejecutado a su padre, Zulfikar Ali Bhutto, siete años antes.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Bhutto se convirtió en la primera primer ministra del mundo musulmán cuando fue elegida en 1988 a los 35 años.<b> Fue depuesta en 1990,</b> reelegida en 1993 y derrocada nuevamente en 1996 en medio de acusaciones de corrupción y mala administración.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">El Ministerio paquistaní de Interior<b> confirmó el fallecimiento de Bhutto</b> y aseguró que la líder del Partido Popular de Pakistán (PPP) murió a causa de la explosión, según la agencia estatal <i>APP.</i></font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Sin embargo, según el consejero de seguridad de Bhutto, Reham Malik, la líder opositora falleció tras recibir disparos en el cuello poco antes de la explosión, que la Policía atribuyó a un <b>terrorista suicida.</b></font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Aunque el portavoz de Interior, Javed Iqbal Cheema, dijo que la explosión causó 15 muertos y 24 heridos, Malik elevó las víctimas a 25 y 42, respectivamente.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Malik explicó que, al acabar su discurso, <b>alguien disparó contra Bhutto</b>, que era escoltada hasta su vehículo en el momento en que ocurrió la explosión.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">El también ex primer ministro Nawaz Sharif se desplazó al centro médico, acordonado por las fuerzas de seguridad.<br />
La líder del PPP, jefa de Gobierno en dos ocasiones durante la década de 1990, había regresado a suelo paquistaní tras ocho años de exilio hace sólo 71 días, el pasado 18 de octubre.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Tanto Estados Unidos como Rusia ya han <b>&#8220;condenado&#8221;</b> el ataque suicida contra Bhutto. </font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">El miércoles el presidente de Pakistán, Pervez Musharraf, había dicho a su homólogo afgano Hamid Karzai, de visita en Islamabad, que el terrorismo islamista está <b>&#8220;destruyendo&#8221; a los dos países</b>, durante una conferencia de prensa conjunta.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">El atentado y la muerte de Bhutto avalan el razonamiento de Musharraf, y reverdece la &#8220;guerra contraterrorista&#8221; de Washington.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Y como indica la lógica de los expertos, si se encuentra al &#8220;principal beneficiario&#8221; de un atentado, también se encuentra al autor del mismo.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">Y el &#8220;principal beneficiario&#8221; de la muerte de Bhutto es Washington.</font></p>
<p style="margin-left:8px;margin-right:6px;"><font face="Arial">IAR Noticias</font></p>
<div></div>
<div></div>
</div>]]></content:encoded>
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