<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><!-- generator="wordpress.com" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>berezovsky &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/berezovsky/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "berezovsky"</description>
	<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 21:11:35 +0000</pubDate>

	<generator>http://en.wordpress.com/tags/</generator>
	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Friday's Song]]></title>
<link>http://onelife84.wordpress.com/2009/04/24/fridays-song-35/</link>
<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 06:35:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adam</dc:creator>
<guid>http://onelife84.wordpress.com/2009/04/24/fridays-song-35/</guid>
<description><![CDATA[As promised last week, today is another classical piece that is absolutely rigorous and demanding fo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[As promised last week, today is another classical piece that is absolutely rigorous and demanding fo]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Friday's Song]]></title>
<link>http://onelife84.wordpress.com/2009/04/18/fridays-song-34/</link>
<pubDate>Sat, 18 Apr 2009 21:48:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Adam</dc:creator>
<guid>http://onelife84.wordpress.com/2009/04/18/fridays-song-34/</guid>
<description><![CDATA[Recently I was looking up musical compositions for piano. I was curious as to what others thought th]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Recently I was looking up musical compositions for piano. I was curious as to what others thought th]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Boris Berezovsky: rise and fall of a first generation oligarch]]></title>
<link>http://russianpoliticsfordummies.wordpress.com/2009/03/23/boris-berezovsky-rise-and-fall-of-a-first-generation-oligarch/</link>
<pubDate>Mon, 23 Mar 2009 19:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>vladimirillich</dc:creator>
<guid>http://russianpoliticsfordummies.wordpress.com/2009/03/23/boris-berezovsky-rise-and-fall-of-a-first-generation-oligarch/</guid>
<description><![CDATA[Have a look at the video below. The report was aired on Kremlin controled TV channel Russia Today (a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Have a look at the video below. The report was aired on Kremlin controled TV channel Russia Today (a Russian CNN wannabe!!!) and it is clear that the report gives a very pro-Kremlin image of the Berezovsky case.</p>
<p>However, I tend to believe that in many ways, it gives a much more complete view of the situation than the reports we usually see on BAB (Boris Abramovich Berezovsky, his Russian nickname) and it gives a bit of a balance on what first generation oligarchs were really about: they were not much concerned about democracy as they now pretend, but benefitted outrageously from Russian privatization wave.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/zePG4Ia6fvs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/zePG4Ia6fvs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O direito de reperguntas dos corréus]]></title>
<link>http://reservadejustica.wordpress.com/2009/03/03/o-direitos-de-reperguntas-dos-correus/</link>
<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 03:08:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>André Lenart</dc:creator>
<guid>http://reservadejustica.wordpress.com/2009/03/03/o-direitos-de-reperguntas-dos-correus/</guid>
<description><![CDATA[Desde há muito,  o interrogatório foi considerado um meio de prova (1). Em certo ponto, passou a ser]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Desde há muito,  o interrogatório foi considerado um <em>meio de prova</em> (1). Em certo ponto, passou a ser visto como <em>meio de defesa</em>. A doutrina celebrou com  pompas e fanfarra. Estranho. Nunca entendi tanto confete por essa <em>sutileza linguística</em>: depoimentos, documentos e perícias também não são meios de prova? E seu resultado não pode ser usado em prol da defesa? De outro lado, não é verdade que do interrogatório possam resultar uma confissão ou informações favoráveis à acusação? Então por que e para que distinguir <em>meios de defesa</em> de <em>meios de prova</em>? (2) Nem mesmo na obra de um jurista de características liberais como Roxin se vê uma tal separação: <em>&#8220;o acusado não é só sujeito processual, isto é parte do processo com direitos processuais autônomos, mas também meio de prova&#8221;</em> (3).</p>
<p style="text-align:justify;">Recentemente, a pretexto de radicalizar essa tendência &#8220;garantista&#8221; (?), o Supremo decidiu que a defesa dos corréus têm direito a participar do interrogatório judicial formulando reperguntas. Parece correto o entendimento &#8211; embora estranho à disciplina do CPP (4). Por motivo outro, naturalmente: se a chamada de corréu (5) tem peso probatório de indício &#8211; <em>e tem </em>(6) &#8211; , deve ser oferecida aos &#8220;prejudicados&#8221; a oportunidade de rebatê-la. No Caso Mensalão, o Plenário já havia acenado como essa &#8220;construção&#8221; aditiva à lei à base de princípios constitucionais:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">EMENTA: AGRAVO REGIMENTAL. AÇÃO PENAL ORIGINÁRIA. EXPEDIÇÃO DE CARTAS DE ORDEM INDEPENDENTEMENTE DE PUBLICAÇÃO DO ACÓRDÃO DE RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. DECISÃO DO PLENÁRIO DA CORTE. IMPUGNAÇÃO POR AGRAVO REGIMENTAL. NÃO-CONHECIMENTO. INTERROGATÓRIOS. ORGANIZAÇÃO DO CALENDÁRIO DE MODO QUE AS DATAS DAS AUDIÊNCIAS REALIZADAS EM DIFERENTES ESTADOS DA FEDERAÇÃO NÃO COINCIDAM. PARTICIPAÇÃO DOS CO-REUS. CARÁTER FACULTATIVO. INTIMAÇÃO DOS DEFENSORES NO JUÍZO DEPRECADO.<br />
Não se conhece de Agravo Regimental contra decisão do relator que simples-mente dá cumprimento ao que decidido pelo Plenário da Corte.<br />
É legítimo, em face do que dispõe o artigo 188 do CPP, que as defesas dos co-réus participem dos interrogatórios de outros réus. Deve ser franqueada à de-fesa de cada réu a oportunidade de participação no interrogatório dos demais co-réus, evitando-se a coincidência de datas, mas a cada um cabe decidir so-bre a conveniência de comparecer ou não à audiência.<br />
Este Tribunal possui jurisprudência reiterada no sentido da desnecessidade da intimação dos defensores do réu pelo juízo deprecado, quando da oitiva de testemunhas por carta precatória, bastando que a defesa seja intimada da expedição da carta.<br />
Precedentes citados.<br />
<strong>(AP AgR 470-1/MG, rel. Min. Joaquim Barbosa, pleno, 06.12.2007, DJE 13.03.2008)</strong></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;">Outra página foi escrita no Caso Boris Abramovich Berezovsky, um bilionário foragido da Justiça russa, atualmente asilado na Grã-Bretanha, mas com pretensão &#8211; segundo se lê na imprensa &#8211; de fixar domicílio no Brasil:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">E M E N T A: &#8220;HABEAS CORPUS&#8221; &#8211; SÚMULA 691/STF &#8211; INAPLICABILIDADE AO CASO &#8211; OCORRÊNCIA DE SITUAÇÃO EXCEPCIONAL QUE AFASTA A RESTRIÇÃO SUMULAR &#8211; ESTRANGEIRO NÃO DOMICILIADO NO BRASIL &#8211; IRRELEVÂNCIA &#8211; CONDIÇÃO JURÍDICA QUE NÃO O DESQUALIFICA COMO SUJEITO DE DIREITOS E TITULAR DE GARANTIAS CONSTITUCIONAIS E LEGAIS &#8211; PLENITUDE DE ACESSO, EM CONSEQÜÊNCIA, AOS INSTRUMENTOS PROCESSUAIS DE TUTELA DA LIBERDADE &#8211; NECESSIDADE DE RESPEITO, PELO PODER PÚBLICO, ÀS PRERROGATIVAS JURÍDICAS QUE COMPÕEM O PRÓPRIO ESTATUTO CONSTITUCIONAL DO DIREITO DE DEFESA &#8211; A GARANTIA CONSTITUCIONAL DO &#8220;DUE PROCESS OF LAW&#8221; COMO EXPRESSIVA LIMITAÇÃO À ATIVIDADE PERSECUTÓRIA DO ESTADO (INVESTIGAÇÃO PENAL E PROCESSO PENAL) &#8211; O CONTEÚDO MATERIAL DA CLÁUSULA DE GARANTIA DO &#8220;DUE PROCESS&#8221; &#8211; INTERROGATÓRIO JUDICIAL &#8211; NATUREZA JURÍDICA &#8211; MEIO DE DEFESA DO ACUSADO &#8211; POSSIBILIDADE DE QUALQUER DOS LITISCONSORTES PENAIS PASSIVOS FORMULAR REPERGUNTAS AOS DEMAIS CO-RÉUS, NOTADAMENTE SE AS DEFESAS DE TAIS ACUSADOS SE MOSTRAREM COLIDENTES &#8211; PRERROGATIVA JURÍDICA CUJA LEGITIMAÇÃO DECORRE DO POSTULADO CONSTITUCIONAL DA AMPLA DEFESA &#8211; PRECEDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (PLENO) &#8211; MAGISTÉRIO DA DOUTRINA &#8211; CONSTRANGIMENTO ILEGAL CARACTERIZADO &#8211; &#8220;HABEAS CORPUS&#8221; CONCEDIDO &#8220;EX OFFICIO&#8221;, COM EXTENSÃO DE SEUS EFEITOS AOS CO-RÉUS. DENEGAÇÃO DE MEDIDA LIMINAR &#8211; SÚMULA 691/STF &#8211; SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS QUE AFASTAM A RESTRIÇÃO SUMULAR.<br />
- A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem admitido o afastamento, &#8220;hic et nunc&#8221;, da Súmula 691/STF, em hipóteses nas quais a decisão questionada divirja da jurisprudência predominante nesta Corte ou, então, veicule situações configuradoras de abuso de poder ou de manifesta ilegalidade. Precedentes. Hipótese ocorrente na espécie.<br />
O SÚDITO ESTRANGEIRO, MESMO AQUELE SEM DOMICÍLIO NO BRASIL, TEM DIREITO A TODAS AS PRERROGATIVAS BÁSICAS QUE LHE ASSEGUREM A PRESERVAÇÃO DO &#8220;STATUS LIBERTATIS&#8221; E A OBSERVÂNCIA, PELO PODER PÚBLICO, DA CLÁUSULA CONSTITUCIONAL DO &#8220;DUE PROCESS&#8221;.<br />
- O súdito estrangeiro, mesmo o não domiciliado no Brasil, tem plena legitimidade para impetrar o remédio constitucional do &#8220;habeas corpus&#8221;, em ordem a tornar efetivo, nas hipóteses de persecução penal, o direito subjetivo, de que também é titular, à observância e ao integral respeito, por parte do Estado, das prerrogativas que compõem e dão significado à cláusula do devido processo legal.<br />
- A condição jurídica de não-nacional do Brasil e a circunstância de o réu estrangeiro não possuir domicílio em nosso país não legitimam a adoção, contra tal acusado, de qualquer tratamento arbitrário ou discriminatório. Precedentes.<br />
- Impõe-se, ao Judiciário, o dever de assegurar, mesmo ao réu estrangeiro sem domicílio no Brasil, os direitos básicos que resultam do postulado do devido processo legal, notadamente as prerrogativas inerentes à garantia da ampla defesa, à garantia do contraditório, à igualdade entre as partes perante o juiz natural e à garantia de imparcialidade do magistrado processante.<br />
A ESSENCIALIDADE DO POSTULADO DO DEVIDO PROCESSO LEGAL, QUE SE QUALIFICA COMO REQUISITO LEGITIMADOR DA PRÓPRIA &#8220;PERSECUTIO CRIMINIS&#8221;.<br />
- O exame da cláusula referente ao &#8220;due process of law&#8221; permite nela identificar alguns elementos essenciais à sua configuração como expressiva garantia de ordem constitucional, destacando-se, dentre eles, por sua inquestionável importância, as seguintes prerrogativas: (a) direito ao processo (garantia de acesso ao Poder Judiciário); (b) direito à citação e ao conhecimento prévio do teor da acusação; (c) direito a um julgamento público e célere, sem dilações indevidas; (d) direito ao contraditório e à plenitude de defesa (direito à autodefesa e à defesa técnica); (e) direito de não ser processado e julgado com base em leis &#8220;ex post facto&#8221;; (f) direito à igualdade entre as partes; (g) direito de não ser processado com fundamento em provas revestidas de ilicitude; (h) direito ao benefício da gratuidade; (i) direito à observância do princípio do juiz natural; (j) direito ao silêncio (privilégio contra a auto-incriminação); (l) direito à prova; e (m) direito de presença e de &#8220;participação ativa&#8221; nos atos de interrogatório judicial dos demais litisconsortes penais passivos, quando existentes.<br />
- O direito do réu à observância, pelo Estado, da garantia pertinente ao &#8220;due process of law&#8221;, além de traduzir expressão concreta do direito de defesa, também encontra suporte legitimador em convenções internacionais que proclamam a essencialidade dessa franquia processual, que compõe o próprio estatuto constitucional do direito de defesa, enquanto complexo de princípios e de normas que amparam qualquer acusado em sede de persecução criminal, mesmo que se trate de réu estrangeiro, sem domicílio em território brasileiro, aqui processado por suposta prática de delitos a ele atribuídos.<br />
O INTERROGATÓRIO JUDICIAL COMO MEIO DE DEFESA DO RÉU. &#8211; Em sede de persecução penal, o interrogatório judicial &#8211; notadamente após o advento da Lei nº 10.792/2003 &#8211; qualifica-se como ato de defesa do réu, que, além de não ser obrigado a responder a qualquer indagação feita pelo magistrado processante, também não pode sofrer qualquer restrição em sua esfera jurídica em virtude do exercício, sempre legítimo, dessa especial prerrogativa. Doutrina. Precedentes.<br />
POSSIBILIDADE JURÍDICA DE UM DOS LITISCONSORTES PENAIS PASSIVOS, INVOCANDO A GARANTIA DO &#8220;DUE PROCESS OF LAW&#8221;, VER ASSEGURADO O SEU DIREITO DE FORMULAR REPERGUNTAS AOS CO-RÉUS, QUANDO DO RESPECTIVO INTERROGATÓRIO JUDICIAL.<br />
- Assiste, a cada um dos litisconsortes penais passivos, o direito &#8211; fundado em cláusulas constitucionais (CF, art. 5º, incisos LIV e LV) &#8211; de formular reperguntas aos demais co-réus, que, no entanto, não estão obrigados a respondê-las, em face da prerrogativa contra a auto-incriminação, de que também são titulares. O desrespeito a essa franquia individual do réu, resultante da arbitrária recusa em lhe permitir a formulação de reperguntas, qualifica-se como causa geradora de nulidade processual absoluta, por implicar grave transgressão ao estatuto constitucional do direito de defesa. Doutrina. Precedente do STF.<br />
<strong>(HC 94.016/SP, rel. Min. Celso de Mello, T2, 16/09/2008, DJe 26-02-2009)<br />
</strong></p></blockquote>
<p style="text-align:justify;"><em>En passant</em>, a decisão monocrática abaixo reitera o direito às reperguntas dirigidas a corréus:</p>
<blockquote>
<p style="text-align:justify;">RECLAMAÇÃO 7.701-2 (274)<br />
PROCED. : RIO DE JANEIRO<br />
RELATOR : MIN. EROS GRAU<br />
RECLTE.(S) : ADRIANA FERREIRA ALMEIDA<br />
ADV.(A/S) : JACKSON COSTA RODRIGUES E OUTRO(A/S)<br />
RECLDO.(A/S) : JUÍZA DE DIREITO DA 2ª VARA CRIMINAL DA COMARCA DE RIO BONITO (PROCESSO Nº 2007.046.004234-0)<br />
INTDO.(A/S) : ANDERSON SILVA DE SOUSA E OUTRO(A/S)</p>
<p style="text-align:justify;">DECISÃO: Trata-se de reclamação, com pedido de medida liminar, proposta por Adriana Ferreira Almeida, contra ato da Juíza de Direito da 2ª Vara Criminal da Comarca de Rio Bonito/RJ, nos autos do processo n. 2007.046.004234-0.</p>
<p style="text-align:justify;">2. A reclamante afirma que o ato impugnado viola a autoridade da decisão da 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal proferida no HC n. 96.327, de que sou Relator. Sustenta que a autoridade reclamada, ao tomar conhecimento do julgamento do HC, designou novo interrogatório dos coréus para o dia 12 de fevereiro de 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">3. Segundo à reclamante, a 2ª Turma desta Corte teria deferido a ordem no HC n. 96.327 para determinar a anulação da ação penal n. 2007.046.004234-0. Acrescentou que &#8220;diante da anulação da ação penal &#8211; não apenas do interrogatório deficiente -, o caderno sob o qual a ilustre autoridade reclamada insiste utilizar para re-interrogatório dos acusados, falece de higidez instrumental&#8221; [fl. 43].</p>
<p style="text-align:justify;">4. Alega que estaria configurada a plausibilidade jurídica do pedido &#8212; fumus boni iuris &#8212; e o periculum in mora seria evidente, tornando necessária a concessão da medida cautelar a fim de &#8220;suspender a audiência de re-interrogatório designada para o dia 12 de fevereiro de 2009, às 13:00h&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">5. É o relatório. Decido.</p>
<p style="text-align:justify;">6. A 2ª Turma desta Corte no julgamento do HC n. 96.327 afirmou que a jurisprudência está alinhada no sentido de que assiste ao co-réu o direito de formular reperguntas aos demais litisconsortes penais passivos, a fim de conferir real efetividade e plenitude ao direito de defesa.</p>
<p style="text-align:justify;">7. Afirmei no voto do HC n. 96.327, que o indeferimento das perguntas formuladas pela defesa do paciente aos demais co-réus no interrogatório destes viola o direito ao contraditório e à ampla defesa.</p>
<p style="text-align:justify;">8. A alegação do reclamante de que a ação penal teria sido anulada não prospera. A ordem foi concedida, em parte, tão-somente para garantir que em futuro interrogatório a defesa técnica de cada um dos coréus possa formular perguntas aos demais interrogandos. O interrogatório anteriormente realizado pela autoridade reclamada foi alcançado pela decisão e anulado. É certo, todavia, que a Turma não determinou a anulação da ação penal.</p>
<p style="text-align:justify;">9. O ato da autoridade reclamada &#8212; designação de nova data para realização de interrogatório &#8212; ao contrário do que afirma a reclamante, dá efetivo cumprimento à decisão desta Corte proferida no HC n. 96.327.</p>
<p style="text-align:justify;">11. A reclamação não pode ser conhecida. A preservação da competência desta Corte e a garantia da autoridade de suas decisões &#8212; aquelas cuja eficácia estenda-se erga omnes e vincule a Administração Pública e o Poder Judiciário [artigo 102, I, "l", da CB/88], circunstâncias que autorizam a propositura de reclamação &#8212; não estão presentes no caso.</p>
<p style="text-align:justify;">Nego seguimento à reclamação, nos termos do disposto no artigo 21, § 1º, do RISTF, ficando prejudicado o pedido de medida liminar.</p>
<p style="text-align:justify;">Arquivem-se os autos.</p>
<p style="text-align:justify;">Comunique-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Publique-se.</p>
<p style="text-align:justify;">Brasília, 11 de fevereiro de 2009.</p>
<p style="text-align:justify;">Ministro Eros Grau<br />
- Relator -</p>
<p style="text-align:justify;">(DJE 16.02.2009)</p>
</blockquote>
<p style="text-align:justify;">O direito à consciência dissidente não se sobrepõe à missão do Juiz de resguardar a viabilidade de seus processos. A fim de evitar uma irregularidade que o STF entende causadora de nulidade absoluta, convém estender à defesa dos corréus a faculdade já conferida à defesa do interrogando e ao órgão acusatório de formular reperguntas. Em compensação, fica robustecida a tese já dominante de que a chamada de corréu tem peso probatório de indício &#8211; algo de incomensurável utilidade prática.</p>
<p>**************************</p>
<p><strong>&#8230; NOTAS:</strong></p>
<p>(1) Melhor seria <em>fonte de prova</em>. Meio de prova seria o <em>termo de interrogatório</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">(2) Ao que parece, a mudança é simbólica. Assinala e dá a entender que o interrogatório não é mais um ato privativo do Magistrado, que poderia conduzi-lo ao seu bel prazer, livre do alcance do <em>princípio do contraditório</em>, mas um ato inserido numa <em>relação jurídica processual essencialmente dialógica</em>. Se é assim, não haveria necessidade de promover alterações terminológicas: a ninguém ocorre que o interrogatório se realize em enxovias e com mordaças, porque aí não seria ato processual, mas forma de tortura.</p>
<p style="text-align:justify;">(3) No original: <em>&#8220;Der Beschuldigte als Beweismittel: der Beschuldigte ist nich nur Prozeßsubjekt, d. h. Verfahrensbeteiligter mit selbständigen Verfahrensrechten, sondern auch Beweismittel&#8221;</em> (<em>Strafverfahrensrecht</em>, 24. Auflage, p. 175).</p>
<p style="text-align:justify;">(4) Eis o texto do <strong>CPP</strong> 188:</p>
<p style="text-align:justify;">Art. 188. Após proceder ao interrogatório, o juiz indagará das partes se restou algum fato para ser esclarecido, formulando as perguntas correspondentes se o entender pertinente e relevante.</p>
<ul>
<li> Redação dada pela Lei nº 10.792, de 1º.12.2003</li>
</ul>
<p style="text-align:justify;">Onde aqui está dito que os corréus têm direito a reperguntas? Ao aludir a <em>partes</em>, o legislador se refere ao acusado e ao acusador. Como todos sabemos, o CPP foi projetado para lidar com processos <em>atomizados</em>, e não com vários réus. A reforma de 2008 incorreu no mesmo vezo.</p>
<p style="text-align:justify;">(5) Chamada de corréu = <em>delação de um réu com relação a outro</em>.</p>
<p style="text-align:justify;">(6) Mesmo sob os auspícios do <em>princípio do livre convencimento motivado</em>, a chamada não é apta a fundar, por si só, uma condenação. Mas pode perfeitamente agregar-se a outros indícios ou meios de prova a fim de embasá-la.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PROCURA-SE USAMA (!) BIN LANDEN]]></title>
<link>http://junojo.wordpress.com/2009/02/08/procura-se-usama-bin-laden/</link>
<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 20:40:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>walk.man</dc:creator>
<guid>http://junojo.wordpress.com/2009/02/08/procura-se-usama-bin-laden/</guid>
<description><![CDATA[Pergunta ao oráculo do mundo moderno: Defina Crise! Uma condição ou situação favorável para o projet]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><blockquote><p><strong>Pergunta ao oráculo do mundo moderno:<br />
Defina Crise!</strong></p></blockquote>
<p><a title="crise @google" href="http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&#38;rlz=1C1CHMG_enBR291BR304&#38;q=define:oportunidade&#38;btnG=Pesquisar&#38;meta=cr%3DcountryBR" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-837" title="define_crise" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/define_crise.jpg" alt="define_crise" width="450" height="47" /></a></p>
<p><em>Uma condição ou situação favorável para o projeto, um conjunto positivo de circunstâncias, um conjunto positivo de eventos, um risco que terá impacto positivo nos objetivos do projeto ou uma possibilidade de mudanças positivas. Compare com ameaça. o.por.tu.ni.da.de feminino (plural: oportunidades) 1. qualidade do que é oportuno; 2. ocasião favorável; 3. conveniência; 4. ensejo.</em></p>
<p>Se isso não ficou ainda claro para você, é isso mesmo:<br />
<strong>CRISE = OPORTUNIDADE</strong>.</p>
<p>Neste momento de incertezas <strong>se você olhar para trás você será esmagado. Você tem de olhar para a frente!</strong> Muitas empresas vem de alguma forma cortando a sua força de trabalho, para de certa forma otimizar suas operações e se tornar mais competitiva para os próximos meses (e talvez anos).</p>
<p>Agora você deve estar escutando vários ditados similares a estes: Os bem-sucedidos são os que fazem suas próprias oportunidades, ou sucesso é quando sorte encontra preparação, mas o fato é não fique parado agora e <span style="text-decoration:underline;"><strong>vire seu próprio caçador de recompensas</strong></span>.</p>
<p>Um exemplo, quando o comunismo caiu na antiga União Soviética, <strong>os oficiais da KGB (serviço secreto soviético) não tinham mais emprego</strong>, na verdade não tinha nem mais mercado para eles (diferente do que acontece hoje; que no caso da fábrica de carros parar ainda tem a possibilidade de tentar entrar no mercado de venda de carros&#8230;). E com isso, esse pessoal &#8220;gente boa&#8221; encontrou um nicho para reaproveitar as habilidades adquiridas (<em>táticas de guerra, lutas, armas, tortura, etc&#8230; &#8211; coisas de pessoas com o cérebro um pouco mais avançado do que um macaco</em>) para: <strong>fazer a segurança dos novos <em><span style="text-decoration:underline;">nomenklatura</span></em></strong>.</p>
<p><strong>Who (hell) are the <em>nomenklatura&#8217;s</em>?</strong><br />
Estes são os novos bilionários russos, ex-funcionários do alto escalão russo que enriqueceram graças a operações ilegais como comprando petróleo barato e vendendo 50 vezes mais caro, ou passando o nome de participação das estatais para si através de laranjas&#8230; Temos como exemplo empresários (mafiosos)<strong> Boris Berezovsky proprietário da MSI (antiga sócia do Coringão)</strong> acusado pelo Ministério Público brasileiro por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha, além de Roman Abramovich dono do time inglês Chelsea.</p>
<p>Existe uma &#8220;facção&#8221; destes oligarcas chamados de <strong>Big Seven</strong> (se fosse no Brasil não seria tão sofisticado este nome e a imprensa já teria apelidado de Sete Anões&#8230;) formadas por: Berezovsky, Mikhail Friedman, Vladimir Gusinksy, Mikhail Khodorkovsky, Vladimir Potanin, Alexander Smolensky e Vladimir Vinogradov; que se auto-definem os <strong>Anti-Putin</strong>.</p>
<p>Mas o que a <strong><span style="text-decoration:underline;">crise financeira, a máfia russa e oportunidades</span></strong> tem a ver?? Significa que você pode começar a fazer justiça com as próprias mãos (não é para resolver nada na porrada) e saber quanto você vale! Analise os colegas abaixo:</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-842" title="procurados" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/procurados.jpg" alt="procurados" width="450" height="239" /></p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-840" title="wanted" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/wanted.gif" alt="wanted" width="450" height="62" /></p>
<p>Somando as recompensas oferecidas pelo FBI <span style="text-decoration:underline;">eles valem juntos mais de 10 milhões de dólares</span>! Como todos são fugitivos eles podem estar escondidos ou disfarçados ai do seu lado mesmo&#8230; vai saber quem o RH tem contratado ultimamente (ou quem sabe você ganha uma grana entregando alguém)&#8230;</p>
<p>Só cuidado pois todos estes caras são: <br />
<strong><span style="text-decoration:underline;"><span style="color:#ff0000;">CONSIDERED ARMED AND EXTREMELY DANGEROUS</span></span></strong> (<a href="http://www.fbi.gov/wanted/topten/fugitives/fugitives.htm" target="_blank">conforme o site do FBI &#8211; veja aqui a ficha de cada um</a> - depois de visitar o site da FBI <strong>seu IP será eternamente vigiado</strong>).</p>
<p>A grande curiosidade é que <span style="text-decoration:underline;"><strong>mudaram o nome do Osama Bin Landen para Usama (!) Bin Landen</strong></span>, isso mesmo com &#8220;U&#8221; para acabar com os trocadilhos com o atual presidente americano&#8230; bizarro&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-843" title="top_five" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/top_five.jpg" alt="top_five" width="281" height="523" /></p>
<p>E também não tem nenhum brasileiro na lista do TOP FIVE (da TV brasileira&#8230;), pois <span style="text-decoration:underline;">só entra na lista TOP MOST WANTED quem os EUA está de mal</span>&#8230; Tanto é que devem estar negociando para tirar o Usama (!) &#8211; <em>não me acostumei ainda</em> &#8211; da lista pois o Obama mesmo declarou que <span style="text-decoration:underline;">o todo poderoso EUA é amigo do mundo islâmico (?????)</span></p>
<p>Mas como diria o sábio chinês:<br />
<span style="text-decoration:underline;"><strong>Se tá crise&#8230; isso vai passar, se tá muito tranquilo&#8230; isso vai passar</strong></span>.</p>
<p>Pois assim como os ex-KGB precisaram ter o espírito empreendedor e montar as &#8220;agências de proteção&#8221;, você precisa encontrar algo relacionado aos seus <em>skills </em>ou vocação (em outro post falo mais sobre vocação)&#8230; e se esforçar bastante pois até mesmo os ex-KGB tem plano de participação nas bandidagens dos oligarcas russos e chegam a ganhar 30% do negócio.</p>
<p>Ééééé&#8230;.. gente boa (boa mesmo) da Rússia mesmo só a Sharapova (que tá toda zuada no ombro e não está jogando e consequentemente caiu para a 17ª posição do ranking)&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-844" title="sharapova_decote" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/sharapova_decote.jpg" alt="sharapova_decote" width="450" height="321" /></p>
<p>Para concluir, de dois só um&#8230;</p>
<p><strong>1. Seja criativo e faça as suas oportunidades!<br />
<span style="text-decoration:underline;">Seja o seu caçador de recompensas!</span></strong> (se precisarem de algo podem contar comigo)</p>
<p><strong>2. Ou vá para o lado negro da força</strong> (mas não faça nada contra os EUA) e depois de qualquer golpe, crime, ou &#8220;negócio&#8221; solicite um asilo para a rainha da Inglaterra como fazem todos os <em>nomeklatura&#8217;s</em> russos, que levam a sua fortuna e não são taxados por isso e compram times de futebol e jogares por milhões&#8230;</p>
<p>Agora sim não duvido que a rainha da Inglaterra tenha <strong>&#8220;contribuido&#8221;</strong> de alguma forma com o <strong>&#8220;acidente&#8221;</strong> da Princesa Diana&#8230; (com essa turminha de amigos é no mínimo duvidoso)!</p>
<p>E depois o cara mal da história é o ditador norte-coreano Kim Jong Il&#8230;</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A rainha da Inglaterra é a anfitriã dos maiores bandidos do mundo</span></strong>, faz vista grossa para a morte da Diana, vende um símbolo inglês (Land Rover) para os indianos e não tem contribuído muito para o <em>World Peace</em> pregado pelo Obama, ou o<em> Global Warming</em> do Al Gore&#8230;</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-847" title="rainha_kim" src="http://junojo.wordpress.com/files/2009/02/rainha_kim.jpg" alt="rainha_kim" width="412" height="251" /></p>
<p>That&#8217;s it&#8230; Conselho para vida? Sim.</p>
<p><strong>Quebrar (a cara) é a chance de reconstruir&#8230;</strong></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/PkGDrV_2ehI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/PkGDrV_2ehI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CONTESTANDO A BERNARD-HENRI LEVI (mercenario de la pluma, mentiroso, cínico y sinvergüenza....¡ah! y además, otro que es coleguita del mafioso Berezovski)]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/06/contestando-a-bernard-henri-levi-mercenario-de-la-pluma-mentiroso-cinico-y-sinverguenza%c2%a1ah-y-ademas-otro-que-es-coleguita-del-mafioso-berezovski/</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 14:18:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/06/contestando-a-bernard-henri-levi-mercenario-de-la-pluma-mentiroso-cinico-y-sinverguenza%c2%a1ah-y-ademas-otro-que-es-coleguita-del-mafioso-berezovski/</guid>
<description><![CDATA[Entrevista realizada a BHL para el periódico El Mundo el 15/08/2008, a la que nosotros replicamos Pr]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/09/bhlevylocoimperialistausa.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-457" title="bhlevylocoimperialistausa" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/09/bhlevylocoimperialistausa.jpg" alt="" width="136" height="91" /></a>Entrevista realizada a BHL para el periódico El Mundo el 15/08/2008, a la que nosotros replicamos</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Pregunta.-</strong> ¿Qué hace alguien como usted en un lugar como éste? Nadie le pide el esfuerzo&#8230;<br />
<strong> Respuesta.- </strong><em>No es un esfuerzo. Estoy un poco loco, y esto es lo que he hecho toda mi vida. Quizás es en parte por mi locura. Además, algo en mí cree que un occidental con privilegios tiene también un deber. Y si es alguien como yo, con más privilegios que muchos, entonces el deber es mayor. Soy un filósofo al que le gusta ver lo que sucede</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>NOSOTROS.-</strong> Si, si, claro. Nosotros nos inclinamos a pensar que es un viaje por encargo, es decir, que su viaje lo ha pagado <em>Air América</em>, o que ha venido en algún avión de &#8220;ayuda humanitaria&#8221; OTANica (básicamente suministros militares, como en la guerra de Kosovo, cuando los EE.UU. utilizaron las caravanas de la Cruz Roja para pasar de contrabando armas a la narco-guerrilla secesionista albano-kosovar).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> y ¿qué ha visto en Georgia?<br />
<strong> R.-</strong> <em>Lo que está sucediendo es realmente serio. Es la sofisticación de los antiguos golpes,como Praga, Budapest&#8230; Es lo mismo pero modernizado, actualizado. Esto es el golpe de Estado de Praga al estilo del siglo XXI. Y Georgia es un país importante.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> Que no, que no, que no te enteras, que <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/%c2%a1%c2%a1%c2%a1-stop-a-las-agresiones-genocidas-de-georgia-en-osetia-del-sur-y-abjasia-realizadas-con-nocturnidad-premeditacion-alevosiay-en-mitad-de-los-juegos-olimpicos-asi-se-ve-el-r/" target="_blank">GEORGIA ATACÓ PRIMERO Y VIOLÓ UNA RESOLUCIÓN DE PAZ ATACANDO A FUERZAS DE PAZ RUSAS.</a></strong> Estamos en el Siglo XXI, y <strong>Rusia ya no es la URSS, luego no pretendas interpretar la realidad con ESQUEMAS CADUCOS QUE YA NO EXISTEN</strong>. ESO ES PRECISAMENTE LO QUE QUIEREN que suceda los que te pagan, es decir, los EE.UU., OTANicos, y demás gente del <!--more-->Bildelberg. Rusia es una democracia solidamente establecida sobre un Estado de Derecho y de libertades individuales, y NO está ejerciendo imperialismo de ningún tipo. A este respecto, te recomiendo que revises quién ha provocado las últimas Guerras con mayúscula, especialmente Irak.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> ¿En qué sentido?<br />
<strong> R.-</strong> <em>La gente es estupenda, tienen un Gobierno formado por ministros georgianos y estadounidenses, británicos, israelíes. Son gente preparada, joven con dinero y con información, que ha estudiado en el extranjero. Es un pequeño gran país.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> ¡Joder!, y tan estupenda para los OTANicos: un país gobernado por gente que no es de ese país (con lo que sienten menor aprecio por el mismo), <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/24/eeuu-esta-tras-la-agresion-a-osetia-del-sur-y-la-ha-utilizado-como-cortina-de-humo-para-sus-propios-intereses-petroleros-y-el-escudo-antimisiles-rusia-no-ha-hecho-otra-cosa-que-utilizar-su-legitim/" target="_blank">que ha sido educada y adoctrinada en otro país (en los USA mayormente)</a></strong>, y que SON GENTE CON DINERO (luego entonces su driver o motivación principal ya sabemos cual es, <strong>el vil metal</strong>). En resumen, <span style="text-decoration:underline;">Georgia está en manos de una compañía privada que gestiona el país, y que prima los intereses de sus pagadores y de los negocios que puedan derivar en provecho propio debido a esta gestión (no de sus ciudadanos)</span>. Como no han vivido en el país mucho tiempo, no sienten gran arraigo hacia el mismo, y si las cosas van mal EN CUALQUIER MOMENTO SE PUEDEN RETIRAR A VIVIR A UNA ISLA PARADISIACA CON LOS BOLSILLOS LLENOS DE DINERO, dejándole el &#8220;marrón&#8221; al que venga por detrás.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.- </strong>¿Que opina usted del Gobierno georgiano?<br />
<strong> R.- </strong><em>No es una democracia perfecta, pero es mejor que la rusa. Hay dos formas de superar el comunismo, y la mejor es la georgiana, una buena alternativa al putinismo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> ¡Erre que erre! A ver, de nuevo, Rusia es un estado de derecho, es una democracia, democracia, NO dictadura soviética o comunista, eso es lo que quieren hacernos creer los <em>mass media USA</em> para que exista confrontación y un enemigo exterior al que culpar de todos los males.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> Los rusos no estarán de acuerdo con usted<br />
<strong> R.-</strong> <em>Porque además, el oleoducto de Georgia supone una alternativa al ruso. Si desaparece esta fuente, Europa estará por completo en manos de Rusia.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> Lo hemos comentado aqúi varias veces, <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/ni-en-la-guerra-fria-rusia-dejo-de-suministrar-gas-a-la-union-europea/" target="_blank">Rusia nunca ha dejado de suministrar energía a Europa, NI SIQUIERA EN LOS AÑOS MÁS DUROS DE LA GUERRA FRÍA.</a></strong> El oleoducto que pasa por Georgia no es ni siquiera de los EE.UU. es de los intereses financieros que están por encima de su gobierno, y te aseguramos que van a amortizar con creces su inversión, ¿o es que no has visto ya como subió el barril de petróleo sin causa aparente, nada más que especulativa?. Y hablando de petroleo, te vuelvo a recordad la guerra por petroleo que se sacó Bush de la manga y que ha inmerso a Irak en la más absoluta miseria.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> ¿Esta guerra es un peligro para Europa?<br />
<strong> R.-</strong> <em>Hay que tener en cuenta que Georgia es un punto geopolítico importantísimo para Europa. Si Georgia cae, habrá continuidad territorial entre Irán y Rusia. Eso es algo muy serio.</em></p>
<p style="text-align:justify;">N.- Te ha faltado decir que también que Putin mató a Manolete. ¡Seamos serios! <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/cumbre-ue-y-rusia-firma-de-acuerdo-estrategico-rusia-seguira-abasteciendo-a-europa-de-energia/" target="_blank">Rusia es el principal apoyo para la UE en estos momentos, y sin su cooperación el desarrollo europeo y su Estado de Bienestar tendrían un frenazo instantáneo.</a></strong> Rusia busca en la UE un aliado estratégico, un socio comercial, y un amigo: somos europeos y un largo linaje y una larga historia une nuestros intereses (otra cosa es que los EE.UU. quieran distorsionar esto). Te recuerdo también que <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/02/la-relacion-rusa-con-iran-no-es-diferente-de-la-que-mantienen-francia-o-eeuu-con-marruecos/" target="_blank">la relación entre Iran y Rusia es una relación comercial similar a la que tienen EE.UU. o Francia con Marruecos u otros estados islámicos a los que han vendido su tecnología nuclear civil.</a></strong> Bueno, hay una diferencia, Rusia ha adoptado restricciones comerciales con Iran en función de un posible uso militar de la energía nuclear, pero sin embargo <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/18/eeuu-se-niegan-a-cooperar-con-rusia-en-materia-nuclear-civil-pero-sin-embargo-si-ayudara-a-pakistan-con-su-programa-de-armamento-atomico/" target="_blank"><strong>los EE.UU. han estado ayudando (y continúan) a Pakistán a desarrollar su PROGRAMA NUCLEAR MILITAR.</strong></a> Además, a Rusia, repetimos, no le interesa colaborar para que Iran sea una &#8220;superpotencia&#8221;, ya que eso sería perjudicial para sus propios intereses estratégicos en la zona (¡tío!, 2+2, ¡con lo <em>listillo</em> que eres otras veces!).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> ¿Qué le parecen la mentira y la propaganda que surgen de ambos lados del conflicto?<br />
<strong> R.-</strong> <em>En todas las guerras se miente, pero la gran propaganda, en esta guerra en concreto, llega desde Rusia. Porque dicen que quien empezó el conflicto es Georgia, algo que no es cierto. Lo único que hizo Georgia fue defenderse. ¿Que dispararon primero? Sí, claro, si te disparan tienes que defenderte.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> Bueno, aquí ya SE RINDE ANTE LA EVIDENCIA: <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/06/expansion-de-eeuu-no-agresion-rusa/" target="_blank">GEORGIA DISPARÓ PRIMERO.</a> ¿Como lo justifica? ¡diciendo que los otros dispararon primero (no sabemos, quizás se refiera a disparos metafóricos, ya que un segundo antes ha reconocido que fue Georgia quien empezó este &#8220;mogollón&#8221;)!. Por cierto, ¿que la gran propaganda llega de Rusia? ¡AH! Claro, COMO LA CNN, LA <em>SKY</em> Y DEMÁS <em>MASS MEDIA</em> MUNDIALES SON RUSOS (es una IRONÍA, no te líes)</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.- </strong>¿Qué cree entonces que ha sucedido ahora?<br />
<strong> R.-</strong> <em>Pensaron que la Administración de EEUU es débil y que la posición de Bush ahora es débil en sí misma, sobre todo por la guerra de Irak. Además, están los Juegos Olímpicos, que atraen la atención de todo el mundo.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> ¡Ahí le has dado!, solo que al reves, ya que los Georgianos atacaron con nocturnidad, alevosía, en agosto y a 5 minutos de la ceremonia de apertura de los JJ.OO. ya que así pensaron que no se enteraría nadie.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong> P.-</strong> ¿Considera que sabían que iba a evolucionar de este modo?<br />
<strong> R.-</strong> <em>Rusia tiene un solo objetivo, que es derrocar al presidente Saakashvili. Nadie sabe lo que sucederá. Esto puede durar días, semanas o años.</em></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N.-</strong> Casi, casi, pero de nuevo al revés. <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/el-presidente-georgiano-saakashvili-es-un-peligroso-demente-que-ha-llevado-a-georgia-a-una-guerra-atroz-y-sin-sentido-a-este-tipo-hay-que-echarlo-y-juzgarlo-por-ser-el-responsable-de-un-genocidio/" target="_blank">Saakashvili (ese lunático a sueldo de la CIA que maneja los destinos de los georgianos)</a></strong> que sería una operación &#8220;quirúrgica&#8221; y rápida, y que Rusia no haría nada por defender su compromiso de paz con Abjasia y Osetia del Sur.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>ACTUALIZACIÓN:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Se nos había pasado por alto <strong>DENUNCIAR el MONTAJE realizado por ESTE CUENTISTA</strong>, según el cual <strong>DICE QUE UN CAMIÓN RUSO INTENTÓ ATROPELLARLE</strong> A PROPÓSITO. La verdad es que según periodistas del grupo que le acompañaban, el supuesto incidente no fue tal, si no que lo sucedido fue estaban en mitad de la noche, en un viaje hacia Gori, y que en mitad de la nada apareció un camió ruso que estaba haciendo su ruta y tuvo que frenar bruscamente. Nada más, que este charlatán no se haga el martir a costa de la credulidad de la gente.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EXPANSIÓN DE EE.UU., NO AGRESIÓN RUSA. Artículo de Seumas Milne]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/06/expansion-de-eeuu-no-agresion-rusa/</link>
<pubDate>Sat, 06 Sep 2008 13:24:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/06/expansion-de-eeuu-no-agresion-rusa/</guid>
<description><![CDATA[Otro artículo publicado en los medios que traemos a nuestro Forum para ilustrar más ampliamente el r]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/bushelas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-186" title="bushelas" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/bushelas.jpg" alt="" width="129" height="128" /></a>Otro artículo publicado en los medios que traemos a nuestro Forum para ilustrar más ampliamente el reciente conflicto de Abjasia y Osetia del Sur. Esta vez se trata de  Seumas Milne en The Guardian.</p>
<p style="text-align:justify;">Las consecuencias de seis días de derramamiento de sangre en el Cáucaso han <span style="text-decoration:underline;"><strong>desencadenado toda una efusión de la hipocresía más nauseabunda de los políticos occidentales y de sus medios de comunicación.</strong></span> Como meros bustos parlantes, han tronado contra el imperialismo ruso; el vicepresidente de los EEUU, Dick Cheney, del que con lealtad se ha hecho eco el primer ministro británico, <strong>Gordon Brown</strong>, ha declarado que <em><strong>«la agresión rusa no puede quedar sin respuesta»</strong></em>.</p>
<p style="text-align:justify;">George Bush ha denunciado a Rusia por «haber invadido un estado vecino soberano» y por amenazar a «un Gobierno<img class="alignright size-full wp-image-923" title="oilpolitics" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/09/oilpolitics.gif" alt="oilpolitics" width="118" height="125" /> democrático»; semejante acto, ha insistido, «resulta inaceptable en el siglo XXI». <span style="text-decoration:underline;"><strong>¿No serán éstos por casualidad los jefes máximos de los mismos gobiernos que en el año 2003 invadieron y ocuparon (con la colaboración de Georgia) el Estado soberano de Irak escudándose en un falso pretexto y con un coste de centenares de miles de vidas? ¿No son tampoco los dos gobiernos que impidieron un alto el fuego en el verano del 2006, mientras Israel pulverizaba el Líbano?.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Después de toda la excitación que ha despertado la agresión rusa, a cualquiera le va a resultar difícil recordar que <span style="text-decoration:underline;"><strong>fue Georgia la que desencadenó la guerra con un ataque contra Osetia del Sur para «restaurar el orden constitucional»</strong></span>; en otras palabras, <strong>para tomar</strong><!--more--><strong> posesión de una zona que nunca ha controlado desde el hundimiento de la URSS</strong>. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Tampoco ha habido</strong></span>, entre el escándalo que se ha montado por los bombardeos rusos, apenas nada más que unas brevísimas <span style="text-decoration:underline;"><strong>referencias a las atrocidades cometidas por las fuerzas georgianas contra ciudadanos en la capital de Osetia del Sur, Tsjinvali.</strong></span> Durante la semana pasada, más de 100 civiles han resultado muertos en la capital a manos de las tropas georgianas, junto con soldados rusos que trabajaban allí al amparo de un acuerdo de paz firmado en los 90. <span style="text-decoration:underline;"><strong>«He visto a un soldado georgiano lanzar una granada al interior de un sótano lleno a rebosar de mujeres y niños», manifestó el martes a los periodistas un habitante de Tsjinvali.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Puede que Georgia, como dice el ministro británico para Europa, Jim Murphy, sea «una pequeña democracia perfecta», pero tanto <strong><span style="text-decoration:underline;">el actual presidente, Mijail Saakashvili, como su predecesor llegaron al poder gracias a sendos golpes de Estado con el respaldo de Occidente</span></strong>. Saakashvili recibió posteriormente el refrendo oficial para continuar en el cargo al obtener un 96% de los votos, antes de poner en práctica lo que el International Crisis Group ha descrito recientemente como un Gobierno «cada vez más autoritario», que el pasado mes de noviembre reprimió violentamente a los disidentes de la oposición y a los medios independientes de comunicación. Parece que «democrático» significa pro occidental.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-914" title="busheeuuprovocaguerrageorgiarusia" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/busheeuuprovocaguerrageorgiarusia.jpg" alt="busheeuuprovocaguerrageorgiarusia" width="477" height="485" />El conflicto en torno a Osetia del Sur, que lleva mucho tiempo sin resolverse, así como el de Abjasia, la otra región de Georgia en disputa, es consecuencia inevitable de la desmembración de la URSS. Como en el caso de Yugoslavia, unas minorías que se sentían satisfechas con ir tirando en cualquiera de los lados de unas fronteras internas experimentan unos sentimientos diferentes en cuanto se encuentran en un lado de las fronteras internacionales de un Estado que no les gusta.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos problemas siempre serían muy difíciles de solucionar. Ahora bien, si se añaden la promoción que EEUU hace de Georgia como la posición más avanzada de Occidente contra Rusia en el Cáucaso; su empeño en meter a Georgia en la OTAN; el trazado de un oleoducto por su territorio, clave para el transporte del crudo del mar Caspio, con el objetivo de debilitar el control de Rusia sobre los suministros, y el reconocimiento, patrocinado por los EEUU, de la independencia de Kosovo, cuyo status había ligado explícitamente Rusia al de Osetia del Sur y Abjasia, el conflicto no era más que cuestión de tiempo.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde el hundimiento de la URSS, <span style="text-decoration:underline;"><strong>la CIA no ha dejado de mangonear en Georgia y este país se ha convertido bajo el Gobierno Bush en un satélite de EEUU. Las fuerzas armadas de Georgia reciben armas e instrucción militar de EEUU e Israel.</strong></span> Georgia tiene destacado en Irak el tercer contingente militar más numeroso, y de ahí la necesidad de que EEUU transportaran por vía aérea durante el fin de semana a 800 militares georgianos de vuelta a su país para combatir contra los rusos.</p>
<p style="text-align:justify;">Los vínculos de Saakashvili con los neoconservadores de Washington son especialmente estrechos: el despacho de influencias encabezado por Randy Scheunemann, <span style="text-decoration:underline;"><strong>el principal asesor del candidato republicano a la presidencia, John McCain, ha obtenido unos ingresos cercanos a los 600.000 euros en pagos del gobierno georgiano desde el año 2004.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, bajo el enfrentamiento de la semana pasada late la <span style="text-decoration:underline;"><strong>determinación explícita y más ambiciosa del Gobierno Bush de reforzar la hegemonía global de los EEUU y de impedir toda la oposición en la zona de una Rusia en pleno renacimiento</strong></span>, un objetivo ya anunciado por Cheney cuando era el secretario de Defensa con Bush padre.</p>
<p style="text-align:justify;">En la pasada década, la expansión de la OTAN hacia el Este ha llevado la alianza militar hasta las fronteras de Rusia. Han proliferado bases militares estadounidenses por toda la zona. Al mismo tiempo EEUU ha contribuido a instalar gobiernos clientelares contrarios a Rusia a base de una serie de revoluciones de colores y pretende colocar un sistema de defensa que claramente apunta a Rusia.</p>
<p style="text-align:justify;">A todas luces, ésta no es una historia de agresión rusa sino de expansión imperialista de EEUU. A nadie le sorprenderá el hecho de que una Rusia más poderosa haya aprovechado el follón de Osetia del Sur para comprobar hasta dónde llegan esas ansias expansionistas. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Lo que resulta más complicado de averiguar es por qué Saakashvili lanzó el ataque y si contó de algún modo con el aliento de Washington</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Si ha sido así, le ha salido el tiro por la culata. Por otra parte, a pesar de los esfuerzos que ayer hizo Bush por ponerse gallito, la guerra ha puesto de manifiesto los límites del poder de EEUU en esa parte del mundo. Mientras se respete la independencia de Georgia propiamente dicha, que estará mejor protegida si opta por la neutralidad, la cosa no tendría por qué terminar mal. La dominación unipolar del mundo ha restringido el espacio de la auténtica autodeterminación y hay que dar por bueno el retorno de alguna forma de contrapeso. Pero todo proceso de ajuste acarrea enormes peligros. Si Georgia hubiera sido miembro de la OTAN, el conflicto de esta semana habría corrido el riesgo de propagarse hasta niveles tremendos.</p>
<p style="text-align:justify;">Eso habría sido aún más evidente en el caso de Ucrania, que ayer ya dio un aviso cuando su presidente pro occidental amenazó con restringir los movimientos de los barcos rusos que entran y salen de su base de Sebastopol. Como vuelva a plantearse un conflicto entre grandes potencias, lo más probable es que Osetia del Sur no haya sido nada más que un aperitivo de lo que está por venir.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Seumas Milne</strong> es columnista de <em>The Guardian</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[INTERESES DISTINTOS ANTE RUSIA (de la UE y de EE.UU.). Artículo de Ignacio Sotelo]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/05/intereses-distintos-ante-rusia-de-la-ue-y-de-eeuu/</link>
<pubDate>Fri, 05 Sep 2008 15:47:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/09/05/intereses-distintos-ante-rusia-de-la-ue-y-de-eeuu/</guid>
<description><![CDATA[Como ya hemos hecho en otras ocasiones, reproducimos este artículo publicado en el diario español El]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/russia-eu.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-192" title="russia-eu" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/russia-eu.jpg" alt="" width="157" height="97" /></a>Como ya hemos hecho en otras ocasiones, reproducimos este artículo publicado en el diario español El País por su interés.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Cuando la atención mundial estaba fija en los Juegos Olímpicos, el joven presidente de Georgia, <span style="text-decoration:underline;">Mijaíl Saakashvili, mandó que el Ejército georgiano tomase por sorpresa Tsjinvali, la capital de Osetia del Sur</span></strong>, que en 1991 había proclamado unilateralmente la independencia y que, según lo acordado en 1992, de hecho gozaba de autonomía. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Eduard Shevardnadze, el primer presidente de Georgia</strong></span> que, después de 11 años en el poder, a finales de 2003 perdió las elecciones con el 95% de los votos a favor de su contrincante, <strong>en una entrevista en EL PAÍS manifestaba: “No es el momento de críticas, <span style="text-decoration:underline;">pero cuando las tropas rusas se hayan ido, [Saakashvili] tendrá que dar explicaciones. Quien haya cometido errores tendrá que pagarlos”.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">En efecto, fue un dislate no prever la fulminante respuesta de Rusia, que sólo esperaba la ocasión para decir <strong>¡BASTA!.</strong> Importa <span style="text-decoration:underline;">recordar que</span><!--more--><span style="text-decoration:underline;"> la exigencia estadounidense de que la Alemania unida tendría que pertenecer a la OTAN fue el mayor obstáculo que hubo que superar para la unificación.</span> El canciller Kohl pudo convencer a Gorbachov, pagando en metálico el precio correspondiente, que aceptara excepcionalmente la ampliación de la Alianza Atlántica. Después del desplome de la Unión Soviética, la Federación Rusa ha asistido en su impotencia a la integración en la OTAN de los antiguos Estados satélites, estrechándose cada vez más el cerco con los planes para la adhesión de países como Ucrania o Georgia, que incluso pertenecieron a la Comunidad de Estados Independientes.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde el derecho internacional podría justificarse la intervención militar georgiana en Osetia del Sur, ya que forma parte de su territorio, aunque se opusiera a los tratados firmados de no emplear la fuerza para resolver el problema de que una población que en su mayor parte pertenece a otra etnia aspire a la independencia. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Si sobre una base étnica se pudo unilateralmente escindir Kosovo de Serbia, ¿por qué no cabe hacer lo mismo en el Cáucaso?</strong></span> Queda bien patente que el caso de Kosovo, tal como se trató de justificar, no va a ser el único. Tendremos otros muchos, según las presiones internas y los intereses cambiantes de las grandes potencias. Lo más sorprendente es que con el conflicto checheno abierto en la región, Rusia juegue con fuego en este tema.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-834" title="democracia-global-made-in-usa" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/12/democracia-global-made-in-usa.jpg" alt="democracia-global-made-in-usa" width="150" height="169" />La <strong>respuesta norteamericana</strong> no ha sido menos contundente. No es que Estados Unidos, por el reconocimiento ruso de la independencia de Osetia del Sur y de Abjazia, vaya a desencadenar un conflicto bélico en el Cáucaso -la perdedora inmediata es Georgia, que en su afán de integrarse en el mundo occidental bajo protección norteamericana, tendrá que aprender a mantener buenas relaciones con Rusia, la geopolítica impone sus condiciones-, sino que <span style="text-decoration:underline;"><strong>haya aprovechado la ocasión, tras 18 meses de difíciles negociaciones, para firmar con Polonia un tratado que permite instalar un escudo antimisiles en su territorio.</strong></span> <strong>Parece inconcebible el que con su silencio la UE haya aceptado </strong>las protestas americanas de que no va dirigido contra Rusia, país amigo pero el único que dispone de cohetes de largo alcance, sino contra las nuevas amenazas del siglo XXI, Irán o Corea del Norte, como si en una fecha previsible Irán vaya a disponer de cohetes de tan larguísimo alcance, o que la trayectoria más corta de los norcoreanos pase por Polonia.</p>
<p style="text-align:justify;">Si un Estado pudiese atacar en todas las direcciones, pero estuviera totalmente protegido de posibles ataques exteriores, Hobbes <em>dixit,</em> ejercería un dominio tiránico universal del que esperemos que la humanidad se libre por la imposibilidad de que a la larga tan hondo desequilibrio funcione técnicamente.</p>
<p style="text-align:justify;">En esta pretensión de dominio total Estados Unidos puede enterrar cantidades ingentes para conseguir muy poco -el provecho principal proviene del progreso técnico que estos grandes proyectos conllevan-, pero al precio de haber reanudado la competición armamentística con Rusia con todas sus fatales consecuencias.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo esencial es ser consciente de que en las relaciones con Rusia se transparentan intereses distintos de Estados Unidos y de la Unión Europea. La vecindad con Rusia, la dependencia energética y sobre todo las inversiones europeas en este ingente país, con enormes posibilidades para el desarrollo del comercio, hacen que Europa esté interesada en la estabilidad y rápido crecimiento de la Federación Rusa. En cambio, al tratar de impedir que recupere su <em>status</em> de gran potencia regional, Estados Unidos pretende reemplazarla en el Cáucaso y en Asia Central, regiones en las que se disputa la hegemonía mundial. <span style="text-decoration:underline;"><strong>La UE tiene todavía que aprender que sus intereses vitales no coinciden siempre con los de Estados Unidos.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Ignacio Sotelo en El País</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SEGÚN ROBERT KAGAN (Neocon y embajador consorte de EEUU en la OTAN) RUSIA ES MÁS PELIGROSA QUE LOS TALIBANES]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/18/segun-robert-kagan-neocon-y-embajador-consorte-de-eeuu-en-la-otan-rusia-es-mas-peligrosa-que-los-talibanes/</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:45:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/18/segun-robert-kagan-neocon-y-embajador-consorte-de-eeuu-en-la-otan-rusia-es-mas-peligrosa-que-los-talibanes/</guid>
<description><![CDATA[Por su interés reproducimos esta entrevista en la que este Neocon de referencia nos ofrece algunas p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/elpoderdel-dinero.jpg"><img class="size-medium wp-image-189 alignleft" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/elpoderdel-dinero.jpg?w=170" alt="" width="170" height="114" /></a>Por su interés reproducimos esta entrevista en la que este <em>Neocon</em> de referencia nos ofrece algunas perlas sobre Rusia que no tienen desperdicio&#8230; (la entrevista fue realizada antes del <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/%c2%a1%c2%a1%c2%a1-stop-a-las-agresiones-genocidas-de-georgia-en-osetia-del-sur-y-abjasia-realizadas-con-nocturnidad-premeditacion-alevosiay-en-mitad-de-los-juegos-olimpicos-asi-se-ve-el-r/" target="_blank">conflicto de Georgia con  Osetia del Sur y Abajasia</a>, y nos ayuda a poner en contexto la agresión sin sentido <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/el-presidente-georgiano-saakashvili-es-un-peligroso-demente-que-ha-llevado-a-georgia-a-una-guerra-atroz-y-sin-sentido-a-este-tipo-hay-que-echarlo-y-juzgarlo-por-ser-el-responsable-de-un-genocidio/" target="_blank">realizada por el presidente de Georgia</a> a estos territorios rusos, y que <em>think-tank</em> puede ser el inspirador de la misma).</p>
<p style="text-align:justify;">Robert Kagan, analista político norteamericano. &#8220;El próximo presidente de EEUU deberá considerar la guerra en Irán <!--more-->para evitar que tenga la bomba nuclear&#8221;. Cargo: Ensayista político y actualmente consejero del candidato republicano a la Presidencia de EEUU John McCain. Edad: 49 años.</p>
<p style="text-align:justify;">A las afueras de Tervuren, un pueblo flamenco cerca de Bruselas, y tras subir un largo camino que serpentea entre frondosos prados, Robert Kagan aparece delante de una mansión de aire colonial, que casi parece pequeña en comparación con la inmensa arboleda de la propiedad interrumpida sólo por una bandera estadounidense en calma. «Normalmente, no vivo en una casa así. Es la parte positiva de estar casado con una embajadora de Estados Unidos. ¡Alguna tenía que tener!», aclara, de inmediato, el afable y relajado inquilino. Porque el autor de la celebérrima frase «los americanos son de Marte y los europeos son de Venus», que desarrolló en uno de sus best-sellers de pensamiento político, y actual gurú de John McCain, está casado con Victoria Nuland, la representante de EEUU ante la OTAN desde 2005.</p>
<p style="text-align:justify;">Bajo un arco de plantas, Kagan habla de su último libro, El retorno de la Historia y el fin de los sueños (Editorial Taurus), mientras arañas rojizas se pasean por la mesa y los brazos del corpulento americano, impertérrito incluso cuando se le cuelan por el cuello de la camisa. Este republicano que apoyó la Guerra de Irak, pero asegura que no es neoconservador, comenta, animado, las posibilidades de McCain, pese a que la prensa está «completamente» a favor de Obama, algo que también ha sufrido Hillary Clinton.</p>
<p style="text-align:justify;">PREGUNTA.- ¿Cambiará la política exterior de EEUU con Obama o McCain?</p>
<p style="text-align:justify;">RESPUESTA.- Habrá algunos cambios en detalles, pero las bases de la política exterior de EEUU son muy consistentes. Las diferencias tienen más que ver con las circunstancias que con diferentes filosofías. Si una persona llega al cargo y cree que el país debe jugar un papel especial en el mundo y que es bueno para EEUU ser poderoso, tiene una determinada política exterior; si cree, por el contrario, que EEUU es dañino para el planeta o demasiado fuerte, tendrá otra. Pero no se me ocurren muchos candidatos presidenciales que se hayan presentado con esta idea. Jimmy Carter es el único que pensaba, después de los 70, que EEUU era un problema para el mundo.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://farm3.static.flickr.com/2408/2079802062_a787bb3f22.jpg?v=0" alt="" width="267" height="214" />Obama cree que Bush es un problema para el mundo, pero no que EEUU lo sea. Gastamos más de medio billón de dólares en Defensa, pero ninguno de los candidatos aboga por reducir este presupuesto: si quisieran un verdadero cambio en la política exterior, apostarían por recortarlo. En parte, no se hace porque los estadounidenses aún tienen un fuerte sentido de que deben ser un agente para el bien mundial y, en parte, por el 11-S. Sea con McCain o con Obama, lo que sí veremos es un mayor esfuerzo de EEUU por acercarse a los aliados. McCain ya habla de que EEUU debe ser «un buen ciudadano del mundo», liderar la lucha contra el cambio climático en lugar de quedarse atrás, y cambiar la política sobre la tortura&#8230; Si las autocracias están resurgiendo, las democracias deben unirse. Propongo una liga de democracias que no sea sólo de europeos e incluya también a Brasil, la India o Japón.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Quién decidirá qué es una democracia?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- La UE es una liga de democracias. Hay una lista larga de criterios que cumplir para entrar, cojámosla y apliquémosla a todos los países. La UE dice cada día lo que es una democracia y lo que no.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿No se crearán dos equipos enfrentados?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Ya hay dos ligas de democracias: la OTAN y la UE. Si nos preocupa lo que diga Putin, tendríamos que disolverlas. ¿Es una amenaza que las democracias se encuentren y debatan asuntos mundiales? Los más ricos se encuentran en el G-8, los más pobres en el G-77&#8230; La institución que falta es una donde se puedan juntar las democracias.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Y cerramos la ONU?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- No, igual que no la cerramos por el hecho de que existan el G-8 o la OTAN. La liga de democracias debe complementar, no reemplazar a la ONU. Un paso que haría esta liga menos significativa sería ampliar el Consejo de Seguridad y modernizarlo. Franklin D. Roosevelt eligió a sus miembros en los 40, pero, ¿qué significa eso hoy? ¿Por qué no están Brasil, la India, Japón o Alemania? Estoy a favor de reformarlo, pero China lo impide y los europeos también defienden su posición especial. La ONU no está sirviendo a los propósitos para los que se fundó. Cuando hay un problema en Zimbabue, Birmania o Darfur, el Consejo se bloquea, porque las autocracias no quieren presionar a esos regímenes.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- Ya no confía en la promoción de la democracia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Sí, pero no está funcionando, porque <span style="text-decoration:underline;"><strong>dos de los mayores países del mundo son autocracias</strong></span>. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Rusia estaba convirtiéndose en una democracia, pero Putin la ha transformado en un sistema casi zarista</strong></span>, y China tampoco ha evolucionado como se esperaba. Al final de la Guerra Fría, creíamos que todo se desarrollaba hacia la democracia, que eso es lo que significaba el fin de la Historia, y que si las naciones tenían éxito económico, se convertirían en democracias. Pero eso no es necesariamente verdad. No debemos sentarnos y esperar a que la democracia venga sola: debemos ser más activos en defenderla. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Los occidentales hemos cometido un error en Rusia. Mientras Putin ha ido eliminando partidos políticos, encarcelando a opositores y monopolizando la prensa, ¿qué ha hecho, o incluso, qué ha dicho Occidente al respecto?</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Se arrepiente de haber apoyado la Guerra de Irak?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- <strong>Siento que la guerra se hiciera tan mal</strong>, por la gente que ha pagado el precio, <span style="text-decoration:underline;"><strong>sobre todo los iraquíes</strong></span>, y también por la reputación de EEUU. La promoción de la democracia también ha salido dañada, si bien ése no fue el motivo de la guerra, aunque Bush hablara mucho de ello. No siento la caída de Sadam Husein. Era un hombre muy peligroso. No siento la decisión de eliminarle, siento cómo se ha combatido la guerra. Pero ahora creo que la nueva estrategia está teniendo bastante éxito, incluso el ministro de Exteriores francés estuvo hace unos días en Bagdad y dijo que parecía que las cosas estaban mejor.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Se sentará EEUU a hablar con Irán?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- En algún momento, probablemente lo hará, aunque no sé si Ahmadineyad es la persona adecuada, no es<img class="alignright" src="http://www.bilderberg.org/iran-next-s.jpg" alt="" width="134" height="195" /> bueno fortalecerlo. Ya que EEUU y la UE se han puesto de acuerdo en los términos innegociables, como la suspensión del enriquecimiento de uranio, yo no cedería un ápice sin garantías de que Irán está dispuesto a entablar una negociación seria. Y no estoy seguro de que el régimen de los ayatolás la quiera, pero, en principio, EEUU puede hablar.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Está EEUU en condiciones de soportar otra guerra?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- No sé qué va a ocurrir. Soy escéptico de que podamos convencer a Irán para que abandone su programa de armas nucleares. Existe un gran interés nacional por el sentido de ser una gran potencia. No creo, igual que han dicho tanto Obama como McCain, que se pueda excluir ninguna opción. Puede llegar un día en que la guerra sea necesaria. Si el próximo presidente decide que es intolerable que Irán tenga un arma nuclear después de un largo proceso negociador y la alternativa es Irán con un arma, creo que, por supuesto, cualquier presidente de EEUU debe considerar la intervención militar. Y no iría solo: el presidente francés también dice que es intolerable que Irán tenga un arma nuclear.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿McCain cerrará Guantánamo?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Sí, lo ha prometido, el primer día de su Presidencia. No sólo eso, sino que cambiará la política sobre la tortura de EEUU para alinearla con los estándares internacionales. Tenemos una situación inusual en la Historia: ¿qué hacer con la gente que no pertenece a ningún país en particular y ha cometido actos de terrorismo? Se necesita un nuevo marco. La Convención de Ginebra no cubre a ese tipo de personas, pero EEUU debe estar en el lado correcto sobre la tortura; lo contrario es inaceptable. Puede que haya que reescribir los términos de la Convención, pero debe hacerse con consenso internacional.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- Usted escribe que China o Rusia son poderes tradicionales del siglo XIX y la UE, posmoderno del XXI. ¿En qué siglo está EEUU?</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-930" title="usafomentaguerras" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/usafomentaguerras.jpg" alt="usafomentaguerras" width="500" height="428" />R.- En el XX. Hoy sólo Europa, y sólo en parte, ha dejado el gran poder tradicional. Incluso dentro de Europa, los estados grandes desean sentir su poder nacional, y de ahí las dificultades para una política exterior común: algunas de las grandes capitales, y también España en cierto sentido, quieren su propio papel especial. Pero, en general, la UE no es la típica gran potencia. Rusia, China, Japón y EEUU se comportan de manera más tradicional. La UE no quiere formas tradicionales de poder, sino un poder más económico, más blando, más institucional.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Es ése el futuro también para EEUU?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Hace tiempo, mucha gente en Europa pensaba que la UE sería un modelo para el mundo. Quizá algún día sea verdad, pero ahora mismo el mundo no se mueve en esa dirección, es mucho más tradicional en su comportamiento. Soy realista. No creo que la naturaleza humana cambie tanto; lo único que cambia son las instituciones en las que opera. Si la democracia parecía triunfante después de la Guerra Fría fue porque los poderes que creían en la democracia triunfaron, no porque lo hiciera la idea de democracia. Rechazo la noción de que las ideas ganan. En el mundo real, las ideas necesitan apoyo y refuerzo. No puedes simplemente asumir que todo se desarrolla en la dirección correcta.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- EEUU también apoya autocracias, como Arabia Saudí.</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Es un problema. Se debe a la ilusión de estabilidad y a la creencia de que si se toca el status quo, llegará un mal cambio. ¿La monarquía saudí va a continuar así para siempre? Es como si hubiéramos pensado que el sha de Persia era el futuro. Nos equivocamos al ligarnos a estos regímenes. Entiendo los riesgos, pero es mejor adelantarnos al cambio a esperar a que nos estalle. No creo que nos haya beneficiado apoyar estas autocracias. Hemos pagado un precio.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Qué se debe hacer?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Lo que hacíamos en la Guerra Fría: presionar, reducir la ayuda. Condi [Condoleezza Rice] fue a Egipto antes de las elecciones de 2005 y le dijo a [Hosni] Mubarak «tienes que hacer esto, esto y esto», pero él no hizo nada; nuestra repuesta fue dejar de prestar atención. Si haces una lista, debes decirle a Egipto que, o cumple, o los 3.000 millones de ayuda serán 1.500 el año próximo. La presión ha tenido cierto éxito en Pakistán, donde la situación ha mejorado. Ya lo hemos hecho en el pasado, en la Guerra Fría, aunque el comunismo no sea comparable al terrorismo extremista. Durante mucho tiempo, muchos temían retirar el apoyo a Pinochet o a Marcos, porque llegarían los comunistas, pero lo hicimos y las cosas mejoraron. Ahora estamos diciendo lo mismo: si no tienes a Mubarak, tendrás a Al Qaeda, pero no creo que esto sea necesariamente verdad.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Se ha convertido Al Qaeda en una excusa para todo?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Sólo hay un grupo de gente en el mundo que quisiera, y que está intentando, hacer estallar un arma nuclear en Nueva York o en Washington. En toda la Guerra Fría, la URSS nunca quiso lanzar misiles nucleares. Estos lo quieren hacer de verdad. Si eres presidente de EEUU, tu prioridad es evitar que suceda, pero no significa que toda tu política exterior deba ser la guerra contra el terror; este paradigma no es suficiente para tratar con Rusia, con China o con Oriente Medio. El paradigma anticomunista era muy simplista. El mundo era más complicado y también lo es ahora. No significa que no sea la amenaza número uno, pero no puedes construir toda la política exterior a su alrededor.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Ve una pausa en la lucha contra el extremismo islámico?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Sí, pero, aunque Al Qaeda supone una gran amenaza, <strong>el siglo XXI NO va a estar marcado por la lucha entre el islam y la modernidad,</strong><span style="text-decoration:underline;"><strong> SINO por las grandes potencias y la competencia entre democracia y autocracia</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿El nacionalismo llevará a la ruptura de países?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Ya no es el nacionalismo étnico de los 90 que llevó a la ruptura de la URSS o Yugoslavia. Ahora debemos preocuparnos por otro tipo de nacionalismo: el de las grandes potencias, como Rusia, que, por primera vez desde 1990, hace desfiles militares con tanques y misiles. La UE, en cambio, está moviéndose en otra dirección. Favorece los mininacionalismos dentro de los estados, porque sienten que si se separan lo harán con una cobertura más segura. En un mundo tradicional, si España, por ejemplo, no formara parte de una entidad superior como es la Unión Europea, los nacionalismos periféricos supondrían una amenaza para la soberanía de la nación. Pero ahora que los estados ya no tienen moneda propia, que existen organizaciones de defensa supranacionales, etcétera, los nacionalistas de Escocia, Flandes o Cataluña saben que hay menos cosas en juego y pueden expresar sus identidades individuales con un riesgo más bajo que antes. Por ejemplo, Bélgica ha estado nueve meses sin Gobierno y no ha pasado nada, porque tienen el euro, la política económica es comunitaria, etcétera. Con su moneda de antes, sí hubieran sufrido mucho durante esos meses.</p>
<p style="text-align:justify;">LA CUESTION:<br />
P.- ¿Mejorarían las relaciones de España con EEUU con McCain en la Casa Blanca?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- No creo que la relación sea tan mala ahora. España contribuye con tropas en Afganistán y no es el único país que ha retirado las tropas de Irak, también lo ha hecho, por ejemplo, Polonia. En su momento, fue una decisión desafortunada, desde mi punto de vista, pero creo que EEUU y España tendrán buenas relaciones en el futuro, especialmente porque tienen tantos intereses comunes en Latinoamérica, en tratar con Hugo Chávez y otros problemas de la región. No siempre estaremos de acuerdo en qué hacer, pero compartimos muchos intereses comunes, también en el Mediterráneo y en el Norte de Africa.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;"><strong>&#8220;Soy una &#8220;mala esposa&#8221; de embajador, lo hago mal&#8221;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La vida de Kagan parece idílica. El bromea con que lo seguirá siendo cuando, en unas semanas, vuelva a su casa en Virginia y sustituya el extenso campo alrededor de la residencia de la embajadora de EEUU en la OTAN -su mujer, que termina ya su misión- con un patio trasero americano. Se dedica a leer, a escribir, a entrenar a sus hijos, y «de vez en cuando» a viajar con su ocupada esposa.</p>
<p style="text-align:justify;">Pregunta.-¿Se autocensura por estar casado con la embajadora de EEUU en la OTAN?</p>
<p style="text-align:justify;">Respuesta.-Sí, tenemos un acuerdo la mayor parte del tiempo: no debo hablar de las cosas en las que ella está involucrada personalmente. Era así cuando trabajaba para la Administración Clinton y es así ahora, porque tengo que volver a casa y dormir por la noche, así que debo tener cuidado. Digamos que no me censuro lo suficiente como para hacerla feliz.</p>
<p style="text-align:justify;">P.-La mayoría de los embajadores en la OTAN son hombres, ¿es aburrido, para usted, quedarse con las mujeres?</p>
<p style="text-align:justify;">R.-Las mujeres son muy buenas. Pero yo soy una mala esposa de embajador, porque no hago todas las actividades que debería. Lo hago mal. Ya sabían que sería así y se han acostumbrado</p>
<p style="text-align:justify;">P.- ¿Repetirá su esposa como embajadora?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Ya está en una posición en que todo depende de quién tiene el poder. Tendrá una carrera estupenda y me alegro de que ahora se coja un año para disfrutar un poco de la vida.</p>
<p style="text-align:justify;">P.-¿Usted ha pensado en volver al Gobierno?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Trabajé en los 80 en la Administración. En esta familia hay dos personas: una es verdaderamente buena para estar en el Gobierno y otra, no.</p>
<p style="text-align:justify;">P.-¿Ha cambiado su visión de la UE en estos años en Bruselas?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- Sigo siendo pro-UE y espero que tenga éxito. Desafortunadamente, soy más pro-UE que los conservadores británicos. Desde el punto de vista estadounidense, una UE fuerte, unificada e independiente es bueno, incluso si no está de acuerdo con EEUU. En el mundo que preveo, en que las autocracias se fortalecen, es bueno que las democracias sean más fuertes. También he vivido aquí los años suficientes como para ver los obstáculos. Los europeos dicen cada día «necesitamos una política energética común con Rusia», pero no la consiguen&#8230; El mundo no ha cambiado como los europeos quisieran.</p>
<p style="text-align:justify;">P.-Está a gusto con el término neocon?</p>
<p style="text-align:justify;">R.- No para mí. No creo que yo sea conservador en absoluto, ciertamente no en política exterior&#8230; Setenta y siete senadores americanos, incluyendo a Hillary Clinton y otros demócratas, votaron a favor de la guerra y el 60% del público la apoyaba, pero cuando salió mal, de repente, parecía que sólo seis personas estaban de acuerdo, los neocon: fue un intento de culpar a un pequeño número para absolver a los demás de su responsabilidad.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EE.UU. SE NIEGAN A COOPERAR CON RUSIA EN MATERIA NUCLEAR CIVIL, PERO SIN EMBARGO SI AYUDARÁ A PAKISTÁN CON SU PROGRAMA DE ARMAMENTO ATÓMICO]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/18/eeuu-se-niegan-a-cooperar-con-rusia-en-materia-nuclear-civil-pero-sin-embargo-si-ayudara-a-pakistan-con-su-programa-de-armamento-atomico/</link>
<pubDate>Mon, 18 Aug 2008 20:38:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/18/eeuu-se-niegan-a-cooperar-con-rusia-en-materia-nuclear-civil-pero-sin-embargo-si-ayudara-a-pakistan-con-su-programa-de-armamento-atomico/</guid>
<description><![CDATA[El Comité de Finanzas del Senado de EEUU, ha prohibido a la Casa Blanca aplicar el acuerdo de cooper]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/07/20060304islamabad_pervez_musharraf_e_george_bush640.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-280" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/20060304islamabad_pervez_musharraf_e_george_bush640.jpg?w=300" alt="" width="257" height="193" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/07/pakistan.gif"><img class="alignnone size-medium wp-image-281" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/pakistan.gif?w=300" alt="" width="203" height="193" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">El Comité de Finanzas del Senado de EEUU, ha prohibido a la Casa Blanca aplicar el acuerdo de cooperación con Rusia en el uso civil de la energía nuclear.</p>
<p style="text-align:justify;">Según dicen &#8220;EEUU no puede poner en vigor el acuerdo de cooperación con Rusia en el marco del capítulo 123 del Acta de Energía Atómica ni exportar a Rusia los &#8220;materiales y componentes nucleares u otras mercancías, tecnologías y servicios&#8221;, indicados en el acuerdo mencionado, hasta que el presidente de EEUU confirme al Congreso que Rusia haya suspendido la asistencia nuclear a Irán y todos los suministros de armas convencionales y misiles a este país&#8221;, dice el proyecto de ley, aprobado con 19 votos a favor y dos en contra. EEUU no puede concertar el pacto nuclear civil con Rusia hasta que Irán &#8220;suspenda, de una manera irreversible y controlable, todos los programas en materia de enriquecimiento nuclear&#8221;. Como ya hemos recordado varias veces <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/02/la-relacion-rusa-con-iran-no-es-diferente-de-la-que-mantienen-francia-o-eeuu-con-marruecos/" target="_blank">LA RELACIÓN COMERCIAL RUSA CON IRÁN NO ES DIFERENTE DE LA QUE MANTIENEN</a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/sarkozy.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-231" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/sarkozy.jpg?w=300" alt="" width="142" height="88" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/02/la-relacion-rusa-con-iran-no-es-diferente-de-la-que-mantienen-francia-o-eeuu-con-marruecos/" target="_blank"> FRANCIA O EE.UU. CON MARRUECOS, por poner un ejemplo</a>, o la de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/tras-los-lanzamientos-de-misiles-iranies-queda-claro-que-el-escudo-antimisiles-no-hace-falta-en-europa/" target="_blank">Francia con los Emiratos Árabes</a>, lugar donde van a desarrollar una central nuclear, a perar de &#8220;flotrar&#8221; sobre oro líquido y ser un país islámico.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, <strong><span style="text-decoration:underline;">TODAS ESTAS CORTAPISAS Y PRECAUCIONES NO SE TOMAN CUANDO SE TRATA DE AYUDAR </span>A </strong><strong>MARRUECOS A SU PROGRAMA NUCLEAR CIVIL, O <span style="text-decoration:underline;">A PAKISTAN A DESARROLLAR SU PROGRAMA DE ARMAMENTO NUCLEAR</span> (<span style="text-decoration:underline;">NO CIVIL</span>-ENERGÉTICO)</strong>. Según muchos expertos, el problema principal de la región asiática NO es el programa <!--more-->nuclear de Irán sino los arsenales nucleares en Pakistán, el que está atravesando un período de desestabilización, tal y como afirma por ejemplo el Prof. Serguei Karagánov, presidente del Consejo para la Política Exterior y de Defensa de Rusia. &#8220;El primero y el más grave de los problemas de la región no son Irán e Israel (con sus arsenales nucleares), sino Pakistán (que tiene armas nucleares)&#8221;. &#8220;Pakistán es un país que posee armas nucleares y se está desmoronando en estos momentos.  Y nosotros seguimos sin fijarnos en ello&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><img class="alignleft" src="http://www.tribuneindia.com/2002/20020609/spectrum/1lead.jpg" alt="" width="210" height="195" />Las autoridades de Pakistán han expresado en más de una ocasión los recelos que tienen respecto a la posibilidad de utilización por parte de los extremistas islamistas de las tecnologías militares avanzadas. Según el Ministerio de Defensa del país, los arsenales nucleares de Pakistán están en manos seguras, el nivel de su protección y seguridad es muy alto. Pero recientemente se ha descubierto que en el servicio secreto de Pakistán existen numerosos miembros de AL-Qaeda.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, los EE.UU. no se han limitado únicamente a mirar para otro lado mientras el el Pakistán islámico desarrollaba su programa nuclear militar&#8230; según el periodista británico Adrian Levy los EE.UU. fomentaron en secreto este programa (reproducimos a continuación entrevista por el interés que posee):</p>
<p style="text-align:left;">Adrian Levy examina como cinco gobiernos consecutivos de EE.UU., desde Jimmy Carter a George W. Bush fueron cómplices en la creación y la protección del arsenal nuclear de Pakistán. Levy, corresponsal permanente sénior del periódico Guardian de Gran Bretaña, es coautor del nuevo libro &#8220;Deception: Pakistan, the United States, and the Secret Trade in Nuclear Weapons.&#8221; [Engaño: Pakistán, EE.UU. y el comercio secreto en armas nucleares]</p>
<p>AMY GOODMAN: En Pakistán, hasta 100 personas han muerto durante choques entre musulmanes suníes y chiíes en la región fronteriza del noroeste con Afganistán. Mientras el presidente paquistaní, general Pervez Musharraf, sigue defendiendo su imposición de la ley marcial como una defensa necesaria contra militantes islámicos de la misma región, se informa que responsables militares de EE.UU. consideran una proposición confidencial de armar tribus de esa área contra al Qaeda. Analistas sugieren que EE.UU. se inquieta por la creciente amenaza de inestabilidad de un Pakistán con armas nucleares y está preocupado por la seguridad de las armas nucleares del país. El New York Times reveló el domingo que EE.UU. ha estado utilizando un programa de 100 millones de dólares para ayudar secretamente a Pakistán a proteger su arsenal nuclear.</p>
<p>Adrian Levy habla con nosotros desde Londres. Bienvenido a Democracy Now!</p>
<p>Hablemos de la más reciente revelación del New York Times sobre los cientos de millones de dólares que se dedican al problema de las armas nucleares, según dicen para protegerlas.</p>
<p>ADRIAN LEVY: Bueno, pienso que esto en sí es bastante difícil de precisar ya que los paquistaníes han insistido en <img class="alignright size-full wp-image-835" title="guerra-petrolera-en-irak" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/12/guerra-petrolera-en-irak.gif" alt="guerra-petrolera-en-irak" width="338" height="356" />mantener una gran opacidad sobre su programa nuclear. Y el acceso que permiten es absolutamente mínimo, porque temen ese acceso pueda concentrarse en algún momento en información para EE.UU. o los israelíes. Y por lo tanto realmente no tengo demasiada &#8211; realmente no apostaría demasiado a esta información &#8211; sabe, la gran relación entre los militares de Pakistán y el Pentágono. Yo sugeriría, por ejemplo, que hay muchas cosas que son ocultadas.</p>
<p>AMY GOODMAN: Hablemos de Pakistán como fuente de armas nucleares, no sólo para Pakistán, sino para lo que el presidente Bush ha calificado de países que forman parte del eje del mal. Dénos una historia de la industria de armas nucleares en Pakistán y como se relaciona con el resto del mundo.</p>
<p>ADRIAN LEVY: Supongo, que el punto de comienzo obvio es esencialmente la Némesis a largo plazo de Pakistán, India, y cuando India detonó una bomba en 1974, algo que hizo como respuesta a amenazas desde China, Pakistán redobló todos sus esfuerzos para obtener un programa de armas nucleares. Y se combinó toda una serie de cosas. Tenían un programa de plutonio muy destartalado, que en realidad no iba a ninguna parte y era tremendamente costoso y había sido obstaculizado por oposición de EE.UU., el Reino Unido y otras potencias. En 1974, 1975, apareció un hombre que llegaría a ser identificado como padre del programa de la bomba de Pakistán, un empresario, metalurgo y lingüista, llamado A.Q. Khan, que estuvo en el sitio apropiado en el momento apropiado y trabajaba como traductor técnico en Holanda, llegó a poseer muy simplemente, gracias a una seguridad horrenda, algunos diseños críticos sobre un método revolucionario para utilizar uranio para armar un artefacto nuclear. Se los llevó a Pakistán y el padre de Benazir Bhutto, Zulfiqah ali Bhutto los implanta y así comenzó la lucha por obtener armas nucleares. Hasta 1979, todo el mundo &#8211; el mundo occidental &#8211; estaba en contra del programa de Pakistán e hizo todo lo posible por inhabilitar ese programa, temiendo la inestabilidad de Pakistán; temiendo una carrera de armas nucleares entre Pakistán e India. De hecho, en un momento, la CIA y el Pentágono evaluaron la idea de enviar un equipo para destruir el programa en una operación clandestina que fue discutida en una reunión con el general Brent Scowcroft. Pero, en 1979, las cosas cambiaron y realmente, eso alteró completamente la actitud de Occidente hacia el programa paquistaní. En 1979, por cierto, los soviéticos invadieron Afganistán y antes de eso, el aliado de EE.UU., la huída del shah de Irán posibilitó el regreso del ayatolá Jomeini y la CIA perdió sus estaciones de escucha, perdió un gran aliado, y Brzyzenski, el Consejero de Seguridad Nacional, sugirió a Carter que EE.UU. reconsiderara por primera vez la regla de oro de la no-proliferación y la tire por la borda para iniciar una nueva relación con Pakistán que se esforzaba por conseguir armas nucleares. Por lo tanto, con la sugerencia de Brzyzenski se comenzó a hacer la vista gorda, por así decir. Pero Carter perdió ímpetu. Recién la llegada de Reagan en 1981 condujo efectivamente a que se implementara esta política. Y entonces vivimos diez años de lo que la gente del Departamento de Estado describe como la permisividad de EE.UU., pero pienso que el resto de nosotros lo describiría como colaboración, encubierta, entre el gobierno de Reagan y los militares de Pakistán, para cementar una relación de seguridad, posibilitando su programa nuclear y realmente &#8211; supongo que podemos entrar en algunos detalles al respecto algo más adelante &#8211; pero durante esos diez años, se facilitó todo el programa. En 1982 pudieron probar a frío una bomba, lo que significa que la simularon en ordenador. En 1983 repitieron ese proceso. En 1984, los chinos tomaron esa bomba y la ensayaron en caliente, en realidad la hicieron en un terreno de ensayos [inaudible]. En 1987, esa bomba, la bomba paquistaní, había sido fijada bajo un jet F-16 suministrado por EE.UU. y estuvo lista para ser desplegada. Se trataba de un jet vendido con la condición previa de que nunca sería utilizado por Pakistán para su programa nuclear. Y algo que hay que recordar es que todos esos años, durante toda esa cronología que he mencionado, el presidente Reagan le dijo al pueblo estadounidense y al Congreso que Pakistán no poseía la bomba, que Pakistán no podía desplegar una bomba y que no buscaba una bomba. Y así se creó el terreno para el programa de armas de Pakistán. Pero incluso llega a ser más abierto que eso, hubo una verdadera ayuda directa encubierta de EE.UU. a ese programa, suministrada por el Pentágono y la discontinuación de las operaciones de la CIA para inhabilitar el programa de armas por parte de personas oficialmente designadas por Reagan que trabajaron en colaboración con los paquistaníes. Los resultados en los años noventa fueron que Pakistán proliferó porque la ayuda de EE.UU. fue eliminada y EE.UU. volvió la espalda a Pakistán. Y los paquistaníes ordeñaron su programa nuclear para obtener dinero en efectivo, vendiendo a Irán, Iraq, Corea del Norte, Libia, los poderes del Eje del Mal. También sabemos que existe inteligencia que muestra que iniciaron negociaciones serias con Arabia Saudí, Siria, y desde luego también existen contactos tentativos con elementos de al Qaeda.</p>
<p>AMY GOODMAN: Al volver de la pausa, Adrian Levy, quiero hablar de lo que sucedió en 2003, cuando se dijo que toda la culpa por la proliferación a países como Libia y Corea del Norte e Irán y otros la tenía un hombre: A.Q. Khan, y de cómo en 2003 se desarrolla ahora la historia.</p>
<p>ADRIAN LEVY: Bueno, ha sucedido algo notable. Sólo para volver a un poco antes de esa fecha; desde luego, después de 2001, se hizo obvio para todos que sólo había un gobierno militar que reprimía los derechos humanos, conectado presuntamente con el 11-S, con el terrorismo patrocinado por el Estado, con conexiones radicales con al Qaeda, que proliferaba armas de destrucción masiva y que por cierto no se trataba de Iraq, sino de Pakistán. Y el problema que enfrentaba el gobierno de Bush era que su política posterior al 11-S era en gran medida, trabajar con Pakistán como aliado esencial en la guerra contra el terror para permitir que se impusiera la narrativa sobre Iraq y las armas de destrucción masiva en Iraq. Así que en 2003, cuando comenzaron a filtrarse migajas de noticias, noticias de que EE.UU. sabía desde hace años de la proliferación nuclear de Pakistán; una filtración de información que ocurre de manera bastante accidental a través de un grupo disidente iraní bastante desconocido llamado MEK [Muyahidín del Pueblo Iraní] que realizó una conferencia de prensa en Washington, en la que revela que los iraníes han estado desarrollando un programa nuclear, programa de uranio, que está siendo construido en gran parte debido a la largueza de los militares de Pakistán. Entonces Washington se vio forzado a reaccionar ante esta situación. El gobierno de Bush inició una serie de febriles conversaciones con Pervez Musharraf, presidente de Pakistán y estructuró un acuerdo. El acuerdo incluía en gran parte que se indemnizaría a los militares de Pakistán, el aliado Nº 1 en la guerra contra el terror y que, en lugar de mostrar esos actos groseros de proliferación nuclear, &#8211; quiero decir los actos más serios de proliferación durante nuestras vidas &#8211; en lugar de mostrarlos como la política exterior de los militares paquistaníes, reconfigurarlos como el crimen de un científico canalla y una banda de compañeros y colegas que colaboran con él. Este acuerdo tiene un quid pro quo: A. Q. Khan será sacrificado junto con los científicos, y a cambio, Pervez Musharraf suministrará a EE.UU. inteligencia sobre los aprovisionamientos y la proliferación en función; terminará la proliferación, hay que agregar; será un socio honesto y fiel en la seguridad en la guerra contra el terror, transferirá inteligencia, ayudará con operaciones militares en las áreas fronterizas &#8211; en Waziristán, en el Sur de Waziristán, en la provincia de la frontera noroeste. Ayudará a tomar enérgicas medidas contra los talibanes y al Qaeda. Son los términos del acuerdo. De modo que 2003 se funde en 2004, y tenemos a A.Q. Khan en enero de 2004, o febrero, creo que el 4, apareciendo en la televisión de Pakistán en vivo &#8211; un gran mea culpa, tomando la responsabilidad personal por esos actos de proliferación y pidiendo disculpas a su pueblo, hablando en inglés. Un discurso muy orientado hacia Occidente y EE.UU. El día siguiente, es perdonado por Musharraf, el presidente, y el día después de eso, Bush hablando desde la Universidad de la Defensa Nacional en Washington, felicita a Musharraf por haber eliminado efectivamente la proliferación nuclear. Una serie extraordinaria de eventos que llevaron a un acuerdo que oculta esencialmente la naturaleza de la proliferación paquistaní.</p>
<p>AMY GOODMAN: ¿Qué evidencia tiene de que George w. Bush, que su gobierno, los militares de Pakistán, fraguaron este encubrimiento?</p>
<p>ADRIAN LEVY: Bueno, sabemos ante todo de 2001, de toda la gente que ayudó a reunir la información, gobiernos extranjeros y también de la CIA y del Departamento de Estado. Se había reunido un masivo expediente de evidencia, que vinculaba de modo muy preciso a Pakistán y a los militares a esos actos de proliferación. La propia CIA había infiltrado elementos en la red de Khan al hacer virar a un proveedor europeo: Un suizo que había estado pasando información sobre la naturaleza de esos tratos y cómo habían sido realizados. Y desde luego hay que recordar que en 2003, se podrá recordar que los libios habían renunciado a su programa de armas de destrucción masiva, cuando el hijo de Khadafi fue a Londres y discutió algún acuerdo para salvar a su padre, para impedir un ataque en su contra, que es lo que temían. El viraje de ese programa así como la información obtenida por la IAEA en Viena sobre el programa iraní muestra la manera como se habían logrado esos acuerdos. Ahora también logramos hablar con numerosos comerciantes europeos y los científicos paquistaníes que estuvieron involucrados en esos acuerdos. Incluso si se sigue brevemente el flujo del dinero, éste provino de cuentas bancarias oficiales del gobierno controladas efectivamente por los militares. Eran acuerdos entre países. Los transportes utilizados fueron transportes militares. Algunos de ellos fueron efectivamente hechos por Pakistan International Airways, otros realizados por transportes militares y algunos fueron efectuados por Shaneen Airways, que es una compañía de transportes de propiedad de los militares. La propia CIA había rastreado los movimientos de ciertas materias primas, por ejemplo, a Corea del Norte. Y al seguir esos movimientos, las operaciones fueron vastas y a menudo involucraron logística militar. Pero algo final que creo que hay que considerar en la naturaleza de Pakistán y la configuración de esos acuerdos, es el proyecto Khan, los laboratorios nucleares en las afueras de Islamabad, en un sitio llamado Kahuta, fueron controlados por unas 20 filas de seguridad. Están los laboratorios en sí, los científicos que trabajan en ellos, y alrededor, hay tantas diferentes organizaciones de inteligencia, inteligencia militar, la Inteligencia Inter-Servicios [ISI], que es la más tristemente célebre y penetrante en Pakistán. Luego hay líneas de agencias de inteligencia de civil de algo llamado el buró de inteligencia IB, y luego están las líneas militares. Todo lo que entra y sale tiene que pasar por un proceso que informa a los militares. Esto nos fue descrito por gente que dirigió la seguridad en Kahuta durante muchos años. Así que la idea de que vastas cantidades de equipamiento, el know-how, los movimientos de científicos clave podían no ser detectados en un país dominado y controlado por los militares paquistaníes es risible.</p>
<p>AMY GOODMAN: Adrian Levy, ¿y qué nos dice de los agentes de inteligencia despedidos por EE.UU. porque revelaban la complicidad de Washington; la purga de departamentos gubernamentales encargados de rastrear la proliferación nuclear y el paso de informaciones al gobierno de Pakistán sobre las investigaciones de su programa ilícito?</p>
<p>ADRIAN LEVY: Es algo absolutamente crítico. Pienso que lo que ha detectado tiene mucho que ver con la metodología antes de Iraq y durante Iraq. La politización de la inteligencia, la marginación, la ‘monstruoización&#8217; de los responsables de la inteligencia que intentaron hacer su trabajo. En el caso de Pakistán, fue una operación feroz. Un brazo del gobierno contradecía lo que el otro estaba haciendo. Públicamente, los gobiernos decían que la no-proliferación era una regla de oro en el gobierno, y en privado estaban debilitándonos, colaborando. Hay elementos de la CIA que todavía creían que la no-proliferación es la regla dorada del gobierno y dentro del buró, considerando a Pakistán, seguían creyendo que el acuerdo era inhabilitar el programa nuclear de Pakistán. Tenemos el caso de Richard Barlow, un joven agente reclutado para el Departamento de Estado, proveniente de la agencia de control de armas y desarme. A mediados de los años ochenta, trabajó en el buró para Pakistán dentro de la CIA, recibiendo numerosas acoladas, condecoraciones y certificados. Es el preeminente investigador sobre armas de destrucción masiva y Pakistán. Y Barlow comenzó a sacar a la luz, mediante su diligente investigación, considerable evidencia en la distribución de cables, cables enviados por funcionarios del Departamento de Estado sobre su oposición a los cómplices en Pakistán. Comenzó a sacar a la luz un nivel de complicidad, algo que el Departamento de Estado llamaría &#8220;clientitis&#8221; pero que el público en general comprendería como colaboración, que parecía ser el filtraje de información sobre operaciones confidenciales. Comenzó a excavar un poco más, y descubrió operaciones de la CIA para capturar a agentes militares paquistaníes que operaban en EE.UU., realizando compras, para el programa de armas de destrucción masiva. Esas operaciones eran delatadas a última hora al gobierno de Pakistán. Una operación en particular, involucrando al Servicio de Aduanas de EE.UU. fue totalmente delatada. Efectivamente, presentó los nombres de dos personas designadas en el Departamento de Estado, ambos al nivel de Secretario de Estado Adjunto, que pasaban información al gobierno paquistaní para comprometer esas operaciones. Informó al respecto. Informó también sobre la manipulación y la politización de inteligencia que denunciaba a Pakistán como si estuviera mucho más atrasado en el desarrollo de su programa y su recompensa por hacerlo fue que le hicieron el vacío y lo obligaron a abandonar la CIA.</p>
<p>AMY GOODMAN: ¿Cuáles eran esos altos responsables sobre los que informó? ¿Quién lo hizo? ¿Quién dio el chivatazo a Pakistán?</p>
<p>ADRIAN LEVY: Hay sólo un nombre que le puedo dar oficialmente: Bob Peck, quien lamentablemente ya no está entre nosotros y era Secretario de Estado Adjunto, era uno de ellos. El segundo, se lo puedo decir, es uno de los más destacados &#8211; sigue siendo uno de los más destacados diplomáticos de EE.UU. Pero por razones legales, no se nos permite nombrarlo. Aunque existe evidencia sustancial que lo identifica, pero nuestro equipo legal nos ha pedido que no lo nombremos hoy. Ahora bien, debería agregar sólo una cosa más antes de que pasemos a la segunda fase de la ‘monstruoización&#8217; de Barlow, el menoscabo de Barlow. Debería decir que hay otros personajes y sujetos que se repiten en todo esto y el otro es el general Inesoll, quien llegó a ser Oficial Nacional de Inteligencia para armas de destrucción masiva bajo Reagan. E Inesoll, realmente, en una sesión a puertas cerradas del Congreso, deformó y mintió abiertamente sobre información relacionada con Pakistán a fin de apoyar la relación en la seguridad. Y fue apoyado por funcionarios que estaban un poco por debajo de su persona entre los designados estatales y políticos, y por la CIA, en una acción que, según antiguos responsables estatales, hizo que numerosas personas en el Departamento de Estado se sintieran un profundo cinismo respecto a los gobiernos. Pero si reanudamos con Barlow, cuando se va al Pentágono a trabajar para Dick Cheney, entonces Secretario de Defensa. Le encargan casi de inmediato que escribiera una estimación de inteligencia para que Cheney vaya donde el presidente en 1988, 1989, sobre el estado de las cosas con Pakistán. En su informe para Cheney, le dice lo que le he dicho a usted. Toda la cronología de eventos respecto al ascenso del programa de Pakistán y la colaboración de EE.UU. en el mismo. También hace un punto específico de que Pakistán sigue haciendo adquisiciones para el programa y que ha adaptado sus cazas jet F-16 suministrados por EE.UU. como su plataforma para lanzar una bomba nuclear. Lo próximo que se sabe, literalmente como de un día para el otro, es que desaparecen las aprobaciones de seguridad de Barlow; comienza una maligna campaña de rumores en el Pentágono acusando a Barlow de ser un espía en potencia, adúltero, borracho, y su mujer Cindy, que también está en la CIA, también se le opone enérgicamente. Esto podría sonar notablemente como otro caso, el caso Plame-Wilson. Y es esencialmente, el mismo reparto de personajes, en la periferia. En el caso Barlow están involucrados una vez más Louis Scooter Libby, Stephen Hadley, Paul Wolfowitz, Dick Cheney, Eric Adelman, quien sigue en el Pentágono negociando con Pakistán. Todas estas personas giran alrededor del caso de Barlow, ayudando a difundir las calumnias. Y realmente costó años hasta que una triple investigación del Inspector General para la CIA, el Departamento de Estado y el Pentágono, dictaminó prácticamente por unanimidad que Barlow fue calumniado monstruosamente y que nunca trabajó contra su país. Y sus abogados descubrieron que su informe para Cheney había sido reescrito. Reescrito para que dijera exactamente lo contrario de lo que había escrito: que Pakistán no tenía la bomba, que no avanzaba en su programa, que no podía utilizar jets estadounidenses F-16 para desplegar su bomba. Y la razón fue que el Pentágono estaba considerando en 1989, 1990, una nueva venta de F-16 por un valor de varios miles de millones de dólares, a su cliente: Pakistán.</p>
<p>AMY GOODMAN: Adrian Levy, usted escribió sobre cómo el presidente Bush y el general Musharraf han estado muy unidos y quiere terminar con su revelación sobre cómo Pakistán ha estado alentando a los resurgentes del talibán y al Qaeda y continúa con su mercado negro nuclear.</p>
<p>ADRIAN LEVY: Ciertamente. Pienso que existe una configuración falsa que parte del Pentágono que es que si Musharraf cae, los islamistas tomarán el poder y tendrán sus dedos sobre un gatillo nuclear. Es un argumento falso presentado a fin de continuar con la condición de clientes de los militares de Pakistán con los de EE.UU. De hecho, si uno analiza el historial militar de Musharraf&#8217; y considera sus hechos en lugar del dogma, lo que descubre es que los militares paquistaníes y Musharraf en particular, han estado manipulando la facción islamista. Quiero decir lo que los militares en su conjunto han hecho desde 1988, cuando Benazir Bhutto llegó por primera vez al poder: establecer una coalición islamista para atacarla enconadamente. Repitieron lo mismo en 1990, con el fondo para sobornos de 16 millones de dólares. Y el propio Musharraf reanimó en 1995 la guerra de Cachemira llevando a 10.000 extremistas suníes que entonces incendiaron el dividido Estado de Cachemira a fin de hacer sangrar a India. Ese elemento de islamistas unió sus fuerzas con facciones de al Qaeda, con los talibanes en 2006, 2007. Las estimaciones nacionales de inteligencia al respecto y la inteligencia publicada sobre el tema muestran tanto en el Reino Unido como en Europa que esas facciones &#8211; esas milicias suníes suministraron nuevas fuerzas a los restos de al Qaeda y a los talibanes en el área de Waziristán. La interferencia continuó. El Departamento de Estado de EE.UU. proscribió a 17 organizaciones suníes prohibidas por el presidente de Pakistán. Todas resucitaron bajo nuevos nombres después de 2005. Dijo que desradicalizaría a la sociedad, que ayudaría a controlar a escuelas religiosas que tienden a aprovecharse de pobres y empobrecidos en las áreas tribales. Aumentaron a 13.000. Quiero decir que lo que hemos visto es que Musharraf y los militares respaldan fuertemente su propia agenda. La agenda es desestabilizar Afganistán, crear allí un gobierno que sea favorable a Islamabad. Son objetivos, que en realidad son muy contrarios a los objetivos de Occidente. Sin embargo, el bombeo de miles de millones de dólares en dinero no localizable para los militares paquistaníes ha continuado desde 2001 y nos quedamos con la posición en la que Pakistán carece de democracia, la democracia es debilitada, y acabamos de aumentar la inestabilidad.</p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL PRESIDENTE GEORGIANO, SAAKASHVILI, ES UN PELIGROSO DEMENTE QUE HA LLEVADO A GEORGIA A UNA GUERRA ATROZ Y SIN SENTIDO. A este tipo hay que echarlo y juzgarlo por ser el responsable de un genocidio]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/el-presidente-georgiano-saakashvili-es-un-peligroso-demente-que-ha-llevado-a-georgia-a-una-guerra-atroz-y-sin-sentido-a-este-tipo-hay-que-echarlo-y-juzgarlo-por-ser-el-responsable-de-un-genocidio/</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 22:23:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/el-presidente-georgiano-saakashvili-es-un-peligroso-demente-que-ha-llevado-a-georgia-a-una-guerra-atroz-y-sin-sentido-a-este-tipo-hay-que-echarlo-y-juzgarlo-por-ser-el-responsable-de-un-genocidio/</guid>
<description><![CDATA[Saakashvili, el presidente electo de Georgia tras una más que polémica campaña debe ser arrestado y ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/08/saakashvilimatondepocamonta.jpg"><img class="size-medium wp-image-314 aligncenter" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/saakashvilimatondepocamonta.jpg?w=300" alt="" width="300" height="213" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Saakashvili, el presidente electo de Georgia tras una más que polémica campaña <span style="text-decoration:underline;"><strong>debe ser arrestado y puesto a disposición de los tribunales por delitos de genocidio contra los habitantes rusos de Osetia y Abjasia</strong></span>. Este tipo con cara de matón a sueldo &#8220;sonado&#8221;, ha emprendido una guerra sin píes ni cabeza. Lo que ha hecho no tiene sentido, o al menos, no de momento. Dentro de Georgia se están empezando a alzar<a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/08/saakashviligenocida.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-315" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/saakashviligenocida.jpg?w=216" alt="" width="194" height="185" /></a> numerosas voces contra este tipejo que en el colmo de su cinismo, ha sido capaz incluso de <span style="text-decoration:underline;"><strong>SIMULAR un &#8220;auto-intento&#8221; de asesinato</strong></span> en una maniobra a la desesperada para quedar bien ante los representantes de la Unión Europea y ante la opinión pública mundial. Para reir si no fuera por lo trágico de la situación: el &#8220;intento de asesinato&#8221; ha sido una chapuza manifiesta. Veamos, lo normal en un tiroteo de verdad es que el <!--more-->cámara se agache también, y no que  se quede filmando la escena&#8230; lo dicho una auténtica pantomima-chapuza que nadie en su sano juicio intentaría hacer pasar por real, y que podemos ver en este vídeo:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/bWlQ_fzECl4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/bWlQ_fzECl4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Como ya hemos comentado, <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/%c2%a1%c2%a1%c2%a1-stop-a-las-agresiones-genocidas-de-georgia-en-osetia-del-sur-y-abjasia-realizadas-con-nocturnidad-premeditacion-alevosiay-en-mitad-de-los-juegos-olimpicos-asi-se-ve-el-r/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>el presidente de Georgia INICIÓ UN ATAQUE SIN PREVIO AVISO CONTRA LA POBLACIÓN DE OSETIA DEL SUR</strong></span></a>, y que pretendía tener un alcance mayor al incluir entre sus siguientes objetivos un ataque contra Abjasia. Un ataque en el que aparte de la gravedad y las implicaciones que tiene matar a Tropas de Paz Rusas, mató en las primeras horas a más de 2.000 civiles desarmados (incluidos mujeres y niños), algo que se puede calificar objetivamente como genocidio, y que en el fondo es lo que persigue este lunático mal aconsejado por su &#8220;colegita&#8221; George W. Bush. El siguiente vídeo es muy revelador al respecto (en inglés):</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/eqoc2fdeTUY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/eqoc2fdeTUY&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Un ataque que como hemos dicho se ha realizado con nocturnidad, premeditación y alevosía, y no solo eso, añadimos que encima cuando Rusia aún estaba de luto oficial por la muerte del luchador contra la dictadura soviética y Premio Nobel de la Paz <span class="txt_titular">Alexander Solzhenitsin, que además se ha producido en medio de unos Juegos Olímpicos (históricamente es tiempo de paz entre los pueblos &#8220;civilizados&#8221;), y que se ha realizado además en Agosto, por aquello de que así se pensaba que se enteraría menos gente. Sinceramente, este tipo no está en sus cabales, y la prueba es que <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>desde que alcanzó el poder, ha vivido aferrado al mismo gobernando con mano de hierro sobre cualquier voz disidente dentro del país</strong></span></a>, y no ha parado de hacer lo imposible por <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/25/%c2%bfoiga-es-la-guerra-%c2%bfque-han-derribado-los-rusos-un-avion-de-georgia-ah-%c2%bfque-no-era-una-avioneta-y-ademas-no-tripulada-%c2%bfque-no-lo-derribaron-los-rusos-%c2%bfquegeorgia/" target="_blank">provocar a Rusia</a> mediante todo tipo de maniobras barrio-bajeras. Este loco ha conducido a su país a una guerra que sabía que no podía ganar, y todo porque <span style="text-decoration:underline;"><strong>MÁS QUE PROBABLEMENTE, SU &#8220;AMO&#8221; YANKEE SE LO HA ORDENADO</strong></span>. Ya hemos mencionado el intento del <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/" target="_blank">Plan Cáucaso</a> (ideado por EE.UU.-OTAN) para llevar la inestabilidad política al sur de Rusia y así intentar</span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/que-acabe-el-imperialismo-yankee.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-182" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/que-acabe-el-imperialismo-yankee.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a><span class="txt_titular"> apropiarse por cuatro perras de los <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/23/israel-azerbaiyan-relaciones-ocultas/" target="_blank">ricos recursos petroleros de la región</a>, el intento de los EE.UU. <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">de anexionar a Georgia en la OTAN</a> para así poder poner otro <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/escudo-antimisiles-de-eeuu-en-europa-apunta-a-rusia/" target="_blank">Escudo Antimisiles apuntando a Moscú</a> en plena frontera con Rusia, y no podemos tampoco dejar pasar por alto el intento de los OTANicos para que la comunidad internacional no haga un <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/" target="_blank">paralelismo entre la situación política</a> de Kosovo y la de Osetia del Sur y Abjasia. En fin, múltiples motivos que se resumen en que los EE.UU. quieren hacerse con el control del Cáucaso para apoderarse del petróleo y del gas que allí se esconde, y que lo intentarán mediante todo tipo de tretas y artimañas, la mayoría no dando ellos la cara, si no utilizando a terceras personas, en este caso países.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Georgia era un país tranquilo hasta la llegada al poder de este señor; si le queda un mínimo de dignidad, este tipo debería al menos dimitir, ya que su locura ha conducido a Georgia al cáos más absoluto. Este tipo sin credibilidad política no tendría ni debería hablar de tu a tu a nuestros representantes de la Unión Europea, y este tipo no debería de tener acceso permitido tampoco a ningún tipo de reunión de la OTAN, si es que estas dos instituciones que hemos mencionado se ciñen escrupulosamente a sus principios fundacionales. Este tipo, educado, y quien sabe si entrenado, en EE.UU., es un belicista y un provocador, y tiene que desaparecer de la escena política georgiana e internacional&#8230; ¡¡pero ya!!.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¡¡¡ STOP A LAS AGRESIONES GENOCIDAS DE GEORGIA EN OSETIA DEL SUR Y ABJASIA !!! (realizadas con nocturnidad, premeditación, alevosía,...y en mitad de los Juegos Olímpicos. Así se ve el respeto que tiene esta gente)]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/%c2%a1%c2%a1%c2%a1-stop-a-las-agresiones-genocidas-de-georgia-en-osetia-del-sur-y-abjasia-realizadas-con-nocturnidad-premeditacion-alevosiay-en-mitad-de-los-juegos-olimpicos-asi-se-ve-el-r/</link>
<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 12:46:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/08/11/%c2%a1%c2%a1%c2%a1-stop-a-las-agresiones-genocidas-de-georgia-en-osetia-del-sur-y-abjasia-realizadas-con-nocturnidad-premeditacion-alevosiay-en-mitad-de-los-juegos-olimpicos-asi-se-ve-el-r/</guid>
<description><![CDATA[Aún estaba Rusia de luto por la muerte del gran Alexander Solzhenitsin (escritor y Premio Novel) cua]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/08/agresiondegeorgiaarusia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-300" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/agresiondegeorgiaarusia.jpg?w=260" alt="" width="171" height="131" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/08/saakashvilicriminaldeguerracia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-301" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/saakashvilicriminaldeguerracia.jpg?w=262" alt="" width="166" height="129" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/08/usapetroleocracia1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-302" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/08/usapetroleocracia1.jpg?w=240" alt="" width="159" height="128" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Aún estaba Rusia de luto por la <a href="http://www.larazon.es/58835/noticia/Cultura%20y%20Espect%C3%A1culos/Fallece_el_Premio_Nobel_de_Literatura_Alexander_Solzhenitsin" target="_blank">muerte del gran </a><span class="txt_titular"><a href="http://www.larazon.es/58835/noticia/Cultura%20y%20Espect%C3%A1culos/Fallece_el_Premio_Nobel_de_Literatura_Alexander_Solzhenitsin" target="_blank">Alexander Solzhenitsin</a> (escritor y Premio Novel) cuando el ejército de </span><span class="txt_titular"><span style="text-decoration:underline;"><strong>GEORGIA <a href="http://www.20minutos.es/noticia/405222/0/GEORGIA/OSETIA/BOMBARDEO/" target="_blank">ATACÓ SIN PREVIO AVIS</a></strong></span></span><span class="txt_titular"><a href="http://www.20minutos.es/noticia/405222/0/GEORGIA/OSETIA/BOMBARDEO/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>O</strong></span></a> <strong>a Osetia del Sur</strong> y a las Tropas de Paz Rusas, EN MITAD DE LOS <a href="http://spanish.china.org.cn/china/txt/2008-07/31/content_16107339.htm" target="_blank">JUEGOS OLÍMPICOS</a>, en Agosto (en pleno periodo estival para que no se entere nadie), y con la ayuda de la maquinaria propagandística OTANica (<a href="http://sp.rian.ru/onlinenews/20080809/115921786.html" target="_blank">CNN, SKY, etc</a>). Desde luego si algo llama la atención es la <a href="http://sp.rian.ru/onlinenews/20080811/115953895.html" target="_blank">actitud barrio-bajera</a> y bronquista del presidente de Georgia (Saakashvili), y nos confirma las sospechas que tiene sobre este individuo la totalidad de la oposición política georgiana. Saakashvili es un abogado educado y adoctrinado en los EE.UU., que ha sido acusado de corrupción y de estar <span style="text-decoration:underline;"><strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/uy-uy-uy-que-otro-tio-relacionado-con-berezovski-se-ha-muerto-misteriosamente-lo-de-este-personaje-no-es-normal-oiga/" target="_blank">blanqueando dinero de la mafia de Los Oligarcas</a> (en especial de </strong></span></span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/uy-uy-uy-que-otro-tio-relacionado-con-berezovski-se-ha-muerto-misteriosamente-lo-de-este-personaje-no-es-normal-oiga/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong><strong> Patarkatsishvili, el lugarteniente de Berezovski hasta su &#8220;extraña&#8221; muerte)</strong></strong></span></a><span class="txt_titular">, y que ha sido<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong> objeto de numerosas protestas internas que ha reprimido con violencia</strong></span></a>. Ha seguido al pié de la letra los dictados de los yankees respecto a la región del Cáucaso,</span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/relaciones-rusas-con-abjasia-y-osetia-del-sur-copia.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-131" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/relaciones-rusas-con-abjasia-y-osetia-del-sur-copia.jpg?w=262" alt="" width="262" height="161" /></a><span class="txt_titular"> esto es, <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/25/%c2%bfoiga-es-la-guerra-%c2%bfque-han-derribado-los-rusos-un-avion-de-georgia-ah-%c2%bfque-no-era-una-avioneta-y-ademas-no-tripulada-%c2%bfque-no-lo-derribaron-los-rusos-%c2%bfquegeorgia/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>CONTÍNUAS PROVOCACIONES A RUSIA y CONTINUAS DIFAMACIONES EN LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN ( con episodios bochornosos como el famoso caso del derribo de aviones que no eran aviones y que finalmente ni fue Rusia quien los derribó)</strong></span></a>.</span></p>
<p style="text-align:justify;">Los motivos de este repentino ataque aún están por descubrir, pero lo que se esconde detrás del ataque <a href="http://english.pravda.ru/news/hotspots/08-08-2008/106045-georgia-0" target="_blank">sin aviso de Georgia</a> es un <a href="http://sp.rian.ru/onlinenews/20080811/115946824.html" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>PLAN DE GENOCIDIO DE POBLACIÓN RUSA EN OSETIA DEL SUR Y ABJASIA</strong></span></a>. El objetivo es<!--more-->tá claro, evitar a toda costa que estos territorios rusos de Georgia obtengan la independencia formal, y que ya poseen <em>de facto</em>. En el fondo de todo esto sigue subyaciendo una cuestión, que en el Forum Universitario Ruso-Español nos planteamos hace tiempo y que para muchos es algo ya más que escandaloso, y que no es otra que la de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>SI ESTÁ BIEN DAR LA INDEPENDENCIA A KOSOVO, QUE TAMBIÉN SE LA RECONOZCAN A LOS TERRITORIOS RUSOS DE GEORGIA</strong></span></a>. Este es un gran problema para los EE.UU. y<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/losalbanopelotas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-193" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/losalbanopelotas.jpg?w=300" alt="" width="197" height="131" /></a> sus lacayos OTANicos, quienes elaboraron a pricipios de los 90 el <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Plan Cáucaso</strong></span></a>, que buscaba la inestabilidad total de la zona, ya que gracias a ello preveían la desestabilización y debilitamiento de Rusia y &#8220;de paso&#8221; la apropiación de los enormes recursos naturales (PETROLEO Y GAS) existentes en la zona <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/23/israel-azerbaiyan-relaciones-ocultas/" target="_blank">(véase interesante artículo sobre el caso de Azerbaiyán, al que ya incluso se le propone como miembro de la OTAN por parte de los EE.UU.)</a>. Además, no olvidemos que Georgia es uno de los <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">candidatos pre-seleccionados por la OTAN</a> para que sea miembro de esta organización, y así poder instalar bien cerca de Rusia <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/tras-los-lanzamientos-de-misiles-iranies-queda-claro-que-el-escudo-antimisiles-no-hace-falta-en-europa/" target="_blank">el Escudo Antimisiles norteamericano</a>.</p>
<p style="text-align:justify;">Añadimos interesantes vídeos (en inglés) sobre este conflicto que ha tomado tintes de genocidio:</p>
<p style="text-align:justify;">1.- Historia del conflicto y del intento de genocidio:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/epQTYfR8mCo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/epQTYfR8mCo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">2.- Testimonio de un ciudadano de los EE.UU. en el que asegura que los responsables de esta catástrofe son el presidente Georgiano y el Gobierno de los EE.UU.:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cRl3qArJO-o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cRl3qArJO-o&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">3.- Más pruebas del intento de genocidio perpetrado por el presidente de Georgia  <span class="txt_titular">Saakashvili:</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/R-Oj6vx8Q2Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/R-Oj6vx8Q2Q&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OPERACION TROIKA: O COMO ALGUNOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN "SE AGARRAN A UN CLAVO ARDIENDO" PARA DISTORSIONAR LA INFORMACIÓN SOBRE RUSIA]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/operacion-troika-o-como-algunos-medios-de-comunicacion-se-agarran-a-un-clavo-ardiendo-para-distorsionar-la-informacion-sobre-rusia/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 21:24:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/operacion-troika-o-como-algunos-medios-de-comunicacion-se-agarran-a-un-clavo-ardiendo-para-distorsionar-la-informacion-sobre-rusia/</guid>
<description><![CDATA[Recientemente ha concluido con éxito la denominada Operación Troika, dirigida contra una mafia inter]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/07/operacion-troika.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-216" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/operacion-troika.jpg?w=256" alt="" width="256" height="154" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/abc_p_1.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-217" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/abc_p_1.jpg?w=184" alt="" width="113" height="153" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Recientemente ha concluido con éxito la denominada <strong><a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/06/13/espana/1213336244.html" target="_blank"><em>Operación Troika</em></a></strong><a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/06/13/espana/1213336244.html" target="_blank">,</a><em> </em>dirigida contra una mafia internacional instalada en España. El jefe mafioso de esta organización era un ruso afincado en el sur de España, y el juez instructor ha sido el mediático Juez Garzón, si,  <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/publicado-en-el-boe-gusinski-un-criminal-confeso-ya-es-espanol-juez-garzon-%c2%a1actue-por-favor/" target="_blank">ese que no quiere procesar al mafioso Gusinski</a> </strong>a pesar de que lo tiene más facil que nunca debido a que ya posee la nacionalidad española.</p>
<p style="text-align:justify;">Hasta aquí todo parece normal, una información más de sucesos en los medios de comunicación. ¡Que equivocados estábamos!. Como ya hemos comentado con anterioridad, existen algunos medios españoles empeñados en dar una visión distorsionada y manipulada de la realidad rusa. En su momento hablamos de <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/01/%c2%bfpor-que-el-grupo-informativo-intereconomia-manipula-tanto-las-noticias-sobre-rusia/" target="_blank">lo llamativo de las informaciones emitidas por el <em>Grupo Intereconomía</em></a></strong>, y en esta ocasión hablaremos del diario <strong>ABC</strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">En los días posteriores al<!--more--> arresto de los cabecillas de la banda mafiosa se dieron a conocer los detalles más importantes de la misma, en especial <strong><a href="http://www.elpais.com/articulo/espana/ministerio/mafioso/Petrov/elpepuesp/20080615elpepinac_9/Tes" target="_blank">la vida del jefe de esta banda</a></strong>. Sin embargo, algunos medios se empeñaron en utilizar algunos datos aislados suministrados por las Fuerzas de Seguridad para intentar enturbiar la imagen del Gobierno ruso. Al parecer, estos delincuentes de origen ruso fingían que conocían a políticos y dirigentes rusos como método de chantaje (<span style="text-decoration:underline;"><strong>cosa que ya se ha demostrado que NO es verdad</strong></span>) y utilizaban los nombres de estos en conversaciones para darse importancia ante determinados<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/logo-abc.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-218" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/logo-abc.jpg?w=150" alt="" width="150" height="55" /></a> interlocutores. Lejos de corroborar y contrastar estas informaciones, el diario <strong>ABC</strong> nos regala el siguiente titular <strong><a href="http://www.abc.es/20080703/prensa-nacional-sucesos/mafiosos-rusos-ponian-altos_200807030251.html" target="_blank">&#8220;<em>Los mafiosos rusos ponían a altos cargos de su país como garantía de sus negocios</em>&#8220;</a></strong>. Ya se sabe, &#8220;<em>miente que algo siempre quedará</em>&#8220;, una estrategia igual de antigua que de efectiva.</p>
<p style="text-align:justify;">En el caso del ABC no es un hecho aislado, recientemente asistimos al bochornoso incidente de la crónica del desfile militar en honor al recién presidente electo Medvedév en Moscú, en el que la propia <strong><a href="http://www.spain.mid.ru/act_e_56.html" target="_blank">Embajada de Rusia en España tuvo que escribir una carta abierta al diario ABC en la que &#8220;le cantaba las cuarenta&#8221;</a></strong>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[CUMBRE UE y RUSIA: FIRMA DE ACUERDO ESTRATÉGICO. RUSIA SEGUIRÁ ABASTECIENDO A EUROPA DE ENERGÍA.]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/cumbre-ue-y-rusia-firma-de-acuerdo-estrategico-rusia-seguira-abasteciendo-a-europa-de-energia/</link>
<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 19:46:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/16/cumbre-ue-y-rusia-firma-de-acuerdo-estrategico-rusia-seguira-abasteciendo-a-europa-de-energia/</guid>
<description><![CDATA[La cumbre de Janti-Mansiisk, en Siberia Occidental, puede haber determinado el inicio de una nueva e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/rusia_eu.jpg"><img class="size-medium wp-image-191 alignleft" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/rusia_eu.jpg?w=240" alt="" width="240" height="160" /></a><strong><a href="http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,3444099,00.html" target="_blank">La cumbre de Janti-Mansiisk</a></strong>, en Siberia Occidental, puede haber determinado el inicio de una nueva etapa en las relaciones entre Rusia y la Unión Europea. Se han tratado multitud de temas y finalmente se ha elaborado un <strong><a href="http://www.ecodiario.es/mundo/noticias/624192/06/08/La-UE-y-Rusia-estrechan-lazos-con-un-acuerdo-estrategico.html" target="_blank">Acuerdo Estratégico</a> </strong>que podría calificarse como logro histórico del Presidente Medvédev. Además, <strong><a href="http://sp.rian.ru/onlinenews/20080627/112411146.html" target="_blank">Rusia se compromete a seguir siendo el principal proveedor energético de la Unión Europea</a></strong>. Tal y como hemos comentado varias veces en el <em><strong>Forum Universitario Ruso-Español</strong></em>, <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/ni-en-la-guerra-fria-rusia-dejo-de-suministrar-gas-a-la-union-europea/" target="_blank">RUSIA NO DEJÓ DE SUMINISTRAR ENERGÍA A EUROPA NI TAN SIQUIERA EN LOS AÑOS MÁS DUROS DE LA GUERRA FRÍA</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">De esta forma, Dimitri Medvédev, gran conocedor del sector energético, ya que previamente a su entrada en el mundo de la política <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/22/gazprom-es-la-tercera-mayor-compania-del-mundo-gracias-a-la-gestion-de-medvedev-a-su-frente/" target="_blank">ocupó la dirección de la empresa gasista Gazprom</a></strong> (a la que situó como la tercera empresa más grande del mundo),  renueva la firme apuesta por el <!--more-->desarrollo de los proyecto necesarios para garantizar el equilibrio energético en Europa, y en contreto los dos<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/eu-russia-gazprom.gif"><img class="alignright size-medium wp-image-190" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/eu-russia-gazprom.gif?w=180" alt="" width="180" height="137" /></a> más importantes:  <strong><a href="http://www.nord-stream.com/en/" target="_blank">Nord Stream</a></strong> y <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/South_Stream" target="_blank">South Stream</a></strong>. Como ya comentamos también en este Forum, EE.UU. y sus serviles OTANicos están empeñadas en imponer a Europa su propio proyecto energético: el gaseoducto Nabucco. Transportará el gas desde <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/23/israel-azerbaiyan-relaciones-ocultas/" target="_blank"><strong>Azerbaiyán</strong></a> (y probablemente desde Afganistán) a través de Turquía, y serviría además como medida de presión Turca hacia Europa (ingreso en la UE, separatismo Kurdo, <a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/montana/poder/kurdo/elpepiint/20071021elpepiint_4/Tes" target="_blank">razzias periódicas en el norte de Irak</a>&#8230;). Es por esto que a estos mismos medios OTANicos les ha dado por agitar el &#8220;fantasma&#8221; de la presunta &#8220;dependencia&#8221; energética de la UE con Rusia, cuando en realidad lo que existe es una <a href="http://www.realinstitutoelcano.org/wps/portal/rielcano/contenido?WCM_GLOBAL_CONTEXT=/Elcano_es/Zonas_es/DT+25-2007" target="_blank"><strong>interdependencia entre ambas partes</strong></a>, es decir, una relación no-univoca entre ambas partes, entre las que se desarrolla una relación comercial en la que intentan interferir numerosas partes (EE.UU., Ukrania,&#8230;).</p>
<p style="text-align:justify;">Geoestrategia en estado puro&#8230; y por si éramos pocos, llegó Sarkozy con su <a href="http://www.cincodias.com/articulo/economia/Union/Mediterraneo/arranco/ayer/Paris/respaldo/43/paises/cdscdi/20080714cdscdieco_10/Tes/" target="_blank">Unión Por el Mediterráneo</a>, que aparentemente va a servir para apoyar más aún la iniciativa gasista OTANica.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿POR QUE EL GRUPO INFORMATIVO "INTERECONOMIA" MANIPULA TANTO LAS NOTICIAS SOBRE RUSIA?]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/01/%c2%bfpor-que-el-grupo-informativo-intereconomia-manipula-tanto-las-noticias-sobre-rusia/</link>
<pubDate>Tue, 01 Jul 2008 22:44:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/07/01/%c2%bfpor-que-el-grupo-informativo-intereconomia-manipula-tanto-las-noticias-sobre-rusia/</guid>
<description><![CDATA[Creemos firmemente que no debemos ser los únicos que nos hemos dado cuenta de la escandalosa manipul]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/07/manipulacion2.jpg"><img class="size-medium wp-image-205 alignnone" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/07/manipulacion2.jpg?w=223" alt="" width="106" height="79" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/intereconomia.jpg"><img class="size-medium wp-image-197 alignnone" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/intereconomia.jpg?w=132" alt="" width="132" height="99" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/escondela-mano.jpg"><img class="size-medium wp-image-203 alignnone" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/escondela-mano.jpg?w=100" alt="" width="100" height="74" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Creemos firmemente que no debemos ser los únicos que nos hemos dado cuenta de la <span style="text-decoration:underline;"><strong>escandalosa manipulación informativa que se produce en InterEconomía (<a href="http://www.grupointereconomia.com/" target="_blank">ya sea en su radio, TV, o Web</a>) cuando hablan sobre Rusia&#8230; sinceramente da que pensar</strong></span>, y sobre todo sabiendo que <strong>Vladimir</strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/imagesg1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-45" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/imagesg1.jpg?w=109" alt="" width="109" height="109" /></a><strong> Gusinski</strong>, un <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/08/%c2%bfporque-existe-tan-poca-informacion-sobre-gusinski-en-internet/" target="_blank">discreto mafioso</a></strong> de origen ruso (<strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/vladimir-gusinski-un-delincuente-mas-en-espana/" target="_blank">nacionalizado español </a></strong>por obra y gracia de un <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/publicado-en-el-boe-gusinski-un-criminal-confeso-ya-es-espanol-juez-garzon-%c2%a1actue-por-favor/" target="_self">Decreto-Ley del Gobierno de Zapatero</a></strong>, y con el beneplácito de su majestad) <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/gusinski-un-mafioso-ruso-protegido-de-los-gobiernos-de-aznar-y-zapatero-busca-poder-mediatico-en-espana/" target="_blank">e<strong>staba buscando invertir en medios de comunicación españoles</strong></a> de tamaño medio.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde luego que <span style="text-decoration:underline;"><strong>la forma de dar las noticias sobre Rusia </strong><strong>son de lo más peculiares</strong></span> (sobre todo si tienen algo que ver con Putin):</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- Si</strong> se hace un desfile para celebrar la procalmación por parte del Parlamento del <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/dimitri-medvedev-declarado-oficialmente-presidente-electo-de-rusia/" target="_blank">nuevo presidente Ruso</a></strong>, &#8220;es un alarde de fuerzas, un despilfarro, se gastan millones de Euros en un país con inflación&#8221; etc, sin tener en cuenta que cuando eso mismo se hace en España o en los EE.UU. es un acto más de la vida<!--more--> democrática cotidiana.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- Si</strong> las empresas rusas van bien (<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/22/gazprom-es-la-tercera-mayor-compania-del-mundo-gracias-a-la-gestion-de-medvedev-a-su-frente/" target="_blank"><strong>en especial las energéticas</strong>)</a>, no se habla de las bondades de la economía rusa, ni se dice por ejemplo que <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/ni-en-la-guerra-fria-rusia-dejo-de-suministrar-gas-a-la-union-europea/" target="_blank">e<strong>l gas ruso ha calentado a Europa incluso en los años más duros de la Guerra Fría</strong></a>, no, lo que se dice es que &#8220;tienen un odioso monopolio&#8221; y se deja caer entre líneas que lo mejor sería otro tipo de gobierno más maleable y que vendiera sus recursos naturales sin preocuparse por el bienestar del pueblo ruso. Este tipo de afirmaciones e insinuaciones no se realizan desde esta emisora respecto a las multinacionales petroleras yankees u OTANicas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- Si</strong> aparece algún ruso entre los 100 primeros de la lista <strong>FORBES</strong> de los hombres más ricos del mundo, es que seguramente es compinche &#8220;del régimen pseudo-dictatorial ruso&#8221; y que &#8220;algo tienen que ver con Putin o Medvedev&#8221;. Sin embargo, cuando aparecen españoles en esos mismos puestos, esto responde a que &#8220;es una muestra de la fortaleza económica y del desarrollo español&#8221;&#8230; ¿continuamos?</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- Si</strong> Putin visita al Gobierno de Italia para ofrecerle un acuerdo de suministro de gas ruso, y la potenciación de un gaseoducto que abastezca directamente al sur de Europa (el South Stream), es que se trata de un claro caso de &#8220;compra&#8221; de un político. Nada se dice si el gaseoducto es el planeado por Turquía y EE.UU. y se llama Nabucco, y su finalidad va más allá de la meramente comercial.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>ESTO ES DE CHISTE SEÑORES, POR FAVOR, ¡NO DESPRECIEN DE ESTA FORMA NUESTRA</strong></span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/sheepwatchinggeorgewbushontv.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-187" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/sheepwatchinggeorgewbushontv.jpg?w=300" alt="" width="300" height="266" /></a><span style="text-decoration:underline;"><strong> INTELIGENCIA!, SE LES VE EL PLUMERO A LA LEGUA!!!!</strong></span>. Si no es cierto que tienen una mano negra que les está financiando por detrás para que hablen mal del pueblo Ruso, demuéstrenlo cambiando su línea editorial y su libro de estilo.</p>
<p style="text-align:justify;">No entendemos la posición del <strong>Grupo Intereconomía</strong> (del que también hay que decir que no emplea el mismo tono ofensivo en sus programas estrella que en los espacios informativos): en teoría defiende solo valores cristianos, sin embargo, ataca y menoscaba sistemáticamente al Gobierno Ruso, que es el Gobierno con más cristianos de Europa, y que es además uno de los Gobiernos más comprometidos con la Iglesia cristiana&#8230;.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde luego que si el motivo de la distorsión en las noticias sobre Rusia no se debe a la presencia del apátrida Gusinski, puede que la razón la encontremos en que en <strong>Intereconomía</strong> son tan sectarios (a sabiendas de que la mayoría de los rusos son ortodoxos en lugar de católicos) que prefieren apoyar al que sea antes que a un ortodoxo.</p>
<p style="text-align:left;">
<p style="text-align:left;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿OIGA, ES LA GUERRA?: ¿QUE HAN DERRIBADO LOS RUSOS UN AVIÓN DE GEORGIA?, AH! QUE NO, ¿QUE ERA UNA AVIONETA Y ADEMÁS NO TRIPULADA?, ¿QUE NO LO DERRIBARON LOS RUSOS?, QUE...Georgia y los OTANicos emulan a Gila en sus mejores momentos]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/25/%c2%bfoiga-es-la-guerra-%c2%bfque-han-derribado-los-rusos-un-avion-de-georgia-ah-%c2%bfque-no-era-una-avioneta-y-ademas-no-tripulada-%c2%bfque-no-lo-derribaron-los-rusos-%c2%bfquegeorgia/</link>
<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 16:39:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/25/%c2%bfoiga-es-la-guerra-%c2%bfque-han-derribado-los-rusos-un-avion-de-georgia-ah-%c2%bfque-no-era-una-avioneta-y-ademas-no-tripulada-%c2%bfque-no-lo-derribaron-los-rusos-%c2%bfquegeorgia/</guid>
<description><![CDATA[El título lo dice todo. Si, quizás demasiado largo, pero resume lo caótico y la manipulación que se ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/gila.jpg"><img class="size-medium wp-image-196 aligncenter" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/gila.jpg?w=300" alt="" width="300" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">El título lo dice todo. Si, quizás demasiado largo, pero resume lo caótico y la manipulación que se ha hecho (y se hace) con el tema de las avionetas espía no tripuladas (que se dirigen por control remoto y no llevan tripulación). En cuanto los medios Georgianos anunciaron a bombo y platillo el titular de que &#8220;<strong><em>Rusia había derribado un avión en suelo georgiano</em></strong>&#8221; (en coordinación, y siguiendo al pié de la letra las pautas dictadas por la OTAN y los EEUU, que <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/" target="_blank">intentan hacer lo que ya intentaron en Chechenia</a>), <span style="text-decoration:underline;">se originó un <strong>escándalo informativo de proporciones pocas veces visto</strong>, y que fue poniendo poco a poco a <strong>la credibilidad del Gobierno georgiano</strong> (¡QUE INCLUSO LLEVÓ EL ASUNTO A LA ONU!) y de los medios de comunicación que respaldaron su versión de los hechos <strong>en entredicho</strong></span>. Recapitulemos como poco a poco se fue desenredando la madeja informativa:</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- </strong>Primero se descubrió que el avión <strong>NO LLEVABA PASAJEROS</strong> (no como se hizo creer en un primer momento).</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- </strong>Luego se descubrió que era militar, pero era <strong>NO TRIPULADO.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-</strong> Más tarde se descubrió que <strong>NO LO ABATIÓ RUSIA</strong>. Ese y <!--more-->otros aviones espías han sido abatidos por las fuerzas de Abjasia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- </strong>Además L<strong>OS SUCESOS SUCEDIERON EN ABJASIA</strong>, territorio que goza de una <strong>INDEPENDENCIA DE HECHO DE GEORGIA</strong>. Cuenta con su propio Gobierno y Fuerzas de Seguridad.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-</strong> Que resulta que <strong>Georgia INCUMPLIÓ EL TRATADO DE PAZ CON ABJASIA</strong> (como viene haciendo de forma reiterativa desde hace tiempo, y sobre todo ahora que se siente respaldada por el &#8220;matón de la clase&#8221;: los EE.UU del amigo Bush.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>- </strong>Que por lo tanto ese y otros <strong>VUELOS DE RECONOCIMIENTO SON ILEGALES</strong> según los acuerdos firmados y las leyes internacionales, ya que suponen una invasión del espacio aéreo y una clara provocación de guerra.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-</strong> Y que, por último, <strong>RUSIA ESTÁ ACTUANDO COMO GARANTE DE LA PAZ</strong> en el territorio de Abjasia, donde incluso tiene estacionadas tropas en misión de paz.</p>
<p style="text-align:justify;">Desde luego que ni el humorista español <a title="http://es.wikipedia.org/wiki/Miguel_Gila" href="http://" target="_blank">Gila</a> en sus mejores actuaciones lo hubiera hecho mejor. Todo este Tsunami<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/manipulation.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-195" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/06/manipulation.jpg?w=200" alt="" width="200" height="188" /></a> informativo al final se ha quedado en agua de borrajas, y <span style="text-decoration:underline;"><strong>ha vuelto a demostrar el doble rasero informativo existente</strong></span> por los medios de comunicación OTANicos, y la hipocresía de muchos de los gobiernos de países miembros de la Alianza Atlántica, que aceptan a piés juntillas la secesión de Kosovo y sin embargo se hechan las manos a la cabeza <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/" target="_blank">cuando se trata de los territorios rusos de Abjasia y Osetia del Sur</a>, que a ojos de la comunidad internacional aún siguen formando parte del Estado georgiano, aunque gozán desde hace muchos años de una independencia de facto.</p>
<p style="text-align:justify;">No nos estraña, ya que estos medios de comunicación y gobiernos, son los mismos que <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">quieren que Georgia entre a formar parte de la OTAN</a> y que se instale allí una parte del escudo anti-misiles que apunta a Rusia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xZD1CtX_wnw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xZD1CtX_wnw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EE.UU. TEME EL PODER FINANCIERO DE RUSIA. Y claro, utiliza a la OTAN para provocar, acorralar y presionar a Rusia]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/13/eeuu-teme-el-poderio-financiero-de-rusia/</link>
<pubDate>Fri, 13 Jun 2008 23:05:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/06/13/eeuu-teme-el-poderio-financiero-de-rusia/</guid>
<description><![CDATA[La Casa Blanca y los dirigentes de los servicios de inteligencia de EEUU temen que el poderío financ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/el-soldado-george-se-come-el-mundo.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-129" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/el-soldado-george-se-come-el-mundo.jpg?w=173" alt="" width="173" height="255" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/mccainsediento-de-guerra.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-128" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/mccainsediento-de-guerra.jpg?w=229" alt="" width="229" height="300" /></a></p>
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:center;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">La Casa Blanca y los dirigentes de los servicios de inteligencia de EEUU temen que el poderío financiero de Rusia, que ha aumentado bruscamente, pueda peligrar la seguridad nacional de EEUU, manifestó ayer el demócrata Joseph Biden, presidente del comité para asuntos exteriores del senado.</p>
<p style="text-align:justify;">Los senadores estuvieron analizando el tema de los cuantiosos recursos  acumulados por Rusia, China y algunos otros países en los &#8220;fondos soberanos&#8221;, los que les permiten invertir ampliamente en el exterior, entre ello en prestigiosas compañías y potencialmente hasta en ramas estratégicas de la economía estadounidense.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Ciertos altos funcionarios de la Administración de EEUU enfocan los fondos soberanos como una seria amenaza&#8221;, señaló Biden, subrayando  que EEUU debe elaborar una estrategia para detectar aquellos fondos que utilizan sus haberes con fines políticos.</p>
<p style="text-align:justify;">El senador republicano Richar Lugar a su vez hizo recordar que Rusia actualmente posee 130.000 millones de dólares en su fondo de estabilización y que el volumen global de los fondos soberanos en el mundo ronda  tres billones de dólares. El senador señaló asimismo que el congreso debe <!--more-->averiguar con urgencia dispone o no la Administración de EEUU de recursos y peritos para dar una respuesta eficaz a las dificultades políticas que puede provocar la actividad de dichos fondos.</p>
<p style="text-align:justify;">En el senado fueron expuestos unos datos, de los que se desprende que Rusia dispone de un fondo que figura entre los siete más grandes en el mundo, cada uno de los cuales excede 100.000 millones de dólares. Se subrayó que Rusia empezó a invertir enérgicamente sus recursos en las economías de otros países y que de 2000 a 2006 tales inversiones crecieron en 5,9 veces.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[ISRAEL-AZERBAIYÁN: RELACIONES OCULTAS (e implicación de los EE.UU.)]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/23/israel-azerbaiyan-relaciones-ocultas/</link>
<pubDate>Fri, 23 May 2008 23:42:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/23/israel-azerbaiyan-relaciones-ocultas/</guid>
<description><![CDATA[A continuación mostramos un interesantísimo artículo, que aún no estando de acuerdo en muchas de sus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/armenia_azerbaiyan.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-164" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/armenia_azerbaiyan.gif?w=200" alt="" width="200" height="178" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/flag_of_azerbaijan.gif"><img class="alignleft size-medium wp-image-163" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/flag_of_azerbaijan.gif?w=120" alt="" width="120" height="80" /></a>A continuación mostramos un interesantísimo artículo, que aún no estando de acuerdo en muchas de sus afirmaciones, tiene el mérito de esbozar someramente el &#8220;plano de operaciones&#8221; seguido por los intereses Yankees y OTANicos en el espacio post-soviético del Cáucaso. Además aporta muchas claves para entender ciertos <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/" target="_blank">comportamientos de la Mafia de &#8220;Los Oligarcas&#8221;</a> (Berezovski, Jodorkovski, Gusinski y compañía, todos con doble nacionalidad israelí) durante su época de reinado allá por los años 90 del siglo XX, en plena Transición democrática rusa. Por último también refleja a la perfección lo que aquí hemos repetido en numerosas ocasiones, que a Rusia no le interesa un Irán fuerte, ya que su esfera de influencia podría llegar incluso a la propia Rusia, por lo que lógicamente <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/02/la-relacion-rusa-con-iran-no-es-diferente-de-la-que-mantienen-francia-o-eeuu-con-marruecos/" target="_blank"><strong>RUSIA NO LE ESTÁ VENDIENDO ARMAS NUCLEARES A IRÁN</strong></a>, solamente le está suministrando tecnología nuclear de uso civil.</p>
<p style="text-align:justify;">Lo que sigue es un estudio aparecido en The Middle East Quarterly que reviste enorme importancia por su relación directa con la geopolítica actual y futura de la República de <strong><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Armenia" target="_blank">Armenia</a></strong> (que busca y quiere un acercamiento a Rusia). Durante la última década y media eran conocidos ciertos aspectos de la cooperación entre Israel y <strong><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Azerbaiy%C3%A1n" target="_blank">Azerbaidján</a></strong>, pero su presentación conjunta puede ser tema de reflexión para quienes<!--more--> se preocupan por el futuro de la madre patria. El autor, de nacionalidad israelí, ha trabajado en uno de los más importantes institutos de estudios estratégicos, el Centro Beguín-Sadat.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/azerba-w1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-162" style="float:left;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/azerba-w1.jpg?w=300" alt="" width="300" height="249" /></a>La implosión de la Unión Soviética en 1991 también provocó cambios en el Oriente Medio. En el transcurso de algunas semanas seis países situados en las cercanías de la frontera sur del imperio y mayoritariamente habitados por musulmanes, accedieron a la independencia y Turquía e Irán -junto con varios estados árabes- se apresuraron a establecer relaciones diplomáticas e instalar embajadas en Asjabad, Tashkent y otras capitales. También Israel comenzó a establecer buenas relaciones de trabajo con los estados recién independizados, pero nadie podía vaticinar el desarrollo de sus relaciones con Azerbaidján.</p>
<p style="text-align:justify;">Estos dos países iniciaron relaciones oficialmente un año después de la independencia de Azerbaidján, en abril de 1992. Nadie pensaba que un país que contaba con un 93 % de población musulmana podía alcanzar una cooperación estrecha con los servicios de inteligencia israelíes, ofreciéndoles una &#8220;plataforma&#8221; de defensa en una región sumamente inestable. Jerusalem y Bakú se convirtieron en socios estratégicos que además de cooperar en los servicios de inteligencia y en el comercio, están creando &#8220;alianzas regionales&#8221;. Por ahora no se sabe durante cuánto tiempo las oficinas gubernamentales azeríes mantendrán estos lazos, pero no hay dudas de la coincidencia de los intereses de los dos países.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Concordancia de intereses</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Pese a que la cooperación recíproca no es prioritaria para ambos estados, Jerusalem y Bakú están estrechando paulatinamente sus lazos, plenamente conscientes de que sólo mediante tal acercamiento de políticas es posible detener el expansionismo iraní y establecer la seguridad en el Caspio. Los dos países afrontan, aun cuando no sea en forma inmediata, el desafío relacionado con la legitimación de su existencia. Ambos han vivido la experiencia de guerras territoriales con sus vecinos hasta acceder a la independencia. En los años en que Israel llegaba a la independencia debió enfrentar a los ejércitos de cinco estados árabes, y actualmente sigue manteniendo el estado de guerra con Siria, Líbano e Irak. Azerbaidján, por su parte, desde hace una década está sumida en un enfrentamiento bélico con su vecina Armenia a causa de Nagorno Karabagh, ocupado por el ejército armenio.</p>
<p style="text-align:justify;">Según las versiones de la prensa árabe y de los periódicos prosaudíes, Israel armaba a Azerbaidján aun antes de su independencia oficial. El hecho de encontrarse en guerra y sitiados, lo cual ha provocado dificultades en la seguridad de ambos países, ha obligado a Jerusalem y Bakú a contemplar la región desde un mismo prisma. Los dos estados tienen el problema de establecer su identidad. Cómo puede Azerbaidján ser el &#8220;estado de los azeríes&#8221; si 20 millones de azeríes (casi el doble de la población del país) viven en el vecino Irán. El máximo dirigente iraní Alí Jamenei es de origen azerí. Israel, por su parte, tiene el problema de distinguir en su interior a la diáspora judía y a la numerosa minoría árabe.</p>
<p style="text-align:justify;">El gobierno de Israel tenía una serie de motivos para acercarse a Azerbaidján. Los forjadores de la política israelí al igual que sus pares árabes e iraníes consideran a Azerbaidján y los territorios del Caspio como una parte del &#8220;Gran Oriente Medio&#8221;. La idea de extender su influencia sobre los territorios musulmanes no árabes ha sido desde hace tiempo un objetivo estratégico para Israel. Mucho antes de la revolución de 1979 Israel vendía armas al ejército iraní y era considerado amigo del Shah. A partir de 1990 Israel se volcó también hacia Turquía. Los nuevos aliados abren nuevas posibilidades económicas, otorgan mayor seguridad y proveen más votos en la ONU.</p>
<p style="text-align:justify;">El objetivo de Israel es aprovechar las fuentes energéticas de la región para promocionar la construcción de oleoductos y gasoductos en provecho de sus vecinos. Asimismo, los dirigentes israelíes tienen la esperanza de que los vínculos directos facilitarán la repatriación a Israel de los cerca de 20.000 judíos residentes en Azerbaidján.</p>
<p style="text-align:justify;">A su vez, el gobierno de Azerbaidján coopera con Israel movido, en primer lugar, por su respeto hacia el estado judío, y en segundo, por la inexistencia de otra alternativa. En 1991 Azerbaidján era económicamente pobre, políticamente inestable y militarmente débil. La necesidad de ayuda exterior movió a Bakú al acercamiento con Israel para resistir al descomunal poderío iraní y a Armenia, que la superaba militarmente. Israel se comprometió a mejorar la economía de Azerbaidján desarrollando los vínculos comerciales. Le compró petróleo y gas, y en cambio le envió expertos en medicina, tecnología y agricultura. Pero lo más importante es que la cancillería israelí se comprometió a emplear todo su poder de propaganda en Washington a favor de Azerbaidján para contrarrestar la influyente propaganda armenia. Según el primer presidente de Azerbaidján, Abulfaz Elchibey, &#8220;Israel podía ayudar a Azerbaidján en la cuestión karabaghí convenciendo a los estadounidenses que obligaran a los armenios a cesar la guerra&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Los diplomáticos azeríes tenían la necesidad de relacionarse con distintos estamentos de Washington, especialmente después que el Congreso de EE.UU., como consecuencia de la propaganda armenia, dispusiera ciertas limitaciones a Azerbaidján. Los medios militares azeríes estaban convencidos, además, de que Israel podía armar al desordenado ejército de Azerbaidján, que después de la derrota en la guerra de Karabagh tenía la urgente necesidad de rearmarse. Heydar Aliev (presidente en 1993-2003) en varias ocasiones solicitó personalmente ayuda militar a los primeros ministros israelíes.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Relaciones maduras</strong></p>
<p style="text-align:justify;">En el marco de la ocupación del 20 % del territorio azerí por parte de las tropas armenias, el crecimiento de la influencia de Moscú y de Irán y del fortalecimiento de las agrupaciones musulmanas de la región, Israel y Azerbaidján profundizaron su capacidad defensiva.</p>
<p style="text-align:justify;">Después de su derrota en Karabagh, Bakú recurrió a Israel para rearmar a su ejército. Las estructuras defensivas israelíes se vieron en la obligación de vender a Azerbaidján aviones modernos, artillería y armas antitanques y otras. El tráfico de armas aun continúa. Según noticias publicadas por la prensa israelí y azerí en 2004, Israel enviaba tecnología militar a Turquía, desde donde era remitida a Azerbaidján.</p>
<p style="text-align:justify;">Aun cuando los organismos pertinentes israelíes, turcos y azeríes desmienten esta noticia (la política israelí prohíbe estrictamente el reconocimiento de tales actos), un alto funcionario militar azerí confirmó la compra diciendo: &#8220;El interés de nuestro país por el armamento israelí es natural, por cuanto ese país posee la última tecnología militar, elementos especiales y toda clase de armamentos&#8221;. Sin embargo cabe consignar que en los países vecinos se suelen exagerar las noticias circulantes sobre el tráfico de armas, partiendo de posiciones antisemitas.</p>
<p style="text-align:justify;">El tráfico de armas y la conciencia de las amenazas han allanado el camino de la cooperación también en cuanto a la seguridad e inteligencia. Compañías israelíes han construido y supervisan las defensas alrededor del aeropuerto internacional de Bakú, protegen la infraestructura energética de Azerbaidján y hasta tienen a su cargo la seguridad del presidente azerí durante sus viajes al exterior.</p>
<p style="text-align:justify;">Los servicios de inteligencia israelíes contribuyen al descubrimiento de las organizaciones extremistas musulmanas de la región y de los países vecinos, en especial los lugares donde se concentran las tropas iraníes. En uno de los informes del instituto de política del Medio Oriente de Washington, Soner Kagaptay y Alexander Momiston señalan que la inteligencia israelí ha instalado una red de escuchas a todo lo largo de la frontera azerí-iraní.</p>
<p style="text-align:justify;">Los gobiernos de Israel y Azerbaidján temen el fortalecimiento del islamismo radical. En octubre de 2001, después de su encuentro con el embajador israelí Eitan Nsey, el ex presidente Heydar Aliev declaró la coincidencia de posiciones en la lucha contra el terrorismo internacional. La amenaza terrorista dirigida contra Israel no es menos importante que la que se cierne sobre Azerbaidján, pues este país se encuentra en la &#8220;encrucijada&#8221; de los musulmanes sunnitas y chiítas. Los participantes en las luchas de Chechenia y Daghestán se han infiltrado en las filas sunnitas. A partir de 1994, cuando se firmó el acuerdo de &#8220;Verdadero Islam en nombre de la hermandad&#8221; en la unión regional de organizaciones, y la marcha de los movimientos de la unión de la Federación Rusa hacia el sur, aparecieron células islámicas en todo el país.</p>
<p style="text-align:justify;">De acuerdo con los datos de &#8220;Axis&#8221;, centro de información y estudio de los problemas relacionados con la seguridad de Eurasia, desde julio de 2005 quince mil activistas de la unión musulmana actúan en Bakú. Por su parte, los partidarios de los rebeldes chechenos se dedican a un fructífero tráfico de armas a lo largo de los 284 Km. de la frontera con Rusia.</p>
<p style="text-align:justify;">Agrupaciones como &#8220;Hizb ut-Tanriri&#8221;, que tienen como objetivo la destrucción de Israel y su reemplazo por la restauración de los califatos islámicos, amenazan tanto a Jerusalem como a Bakú. Se supone que &#8220;Hizb ut-Tanriri&#8221; tiene varios cientos de miembros en Azerbaidján. Decenas de ellos han sido arrestados. Tadeusz Svitovoski, prestigioso catedrático de historia de la Universidad Monmaut y experto en cuestiones azeríes, cree que los partidarios de la unión encontrarán terreno fértil en Azerbaidján. Hay enormes causas de descontento, en especial en los segmentos más pobres de la población, de los cuales también forman parte los refugiados de la guerra de Karabagh. Naturalmente, la riqueza petrolífera no les llega sino que va a parar a los bolsillos de las elite privilegiadas o, según la interpretación popular, a los&#8221;infieles corruptos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">La proliferación de pequeñas agrupaciones terroristas que se ocupan de negocios en el territorio azerí ha obligado al Ministerio de Seguridad Nacional a detener a cierto número de sospechosos (agosto de 2005), establecer una guardia especial en las mezquitas y prohibir la difusión de literatura religiosa extremista. A su vez, los organismos israelíes se muestran preocupados por el incremento de los actos de violencia contra las comunidades judías de Azerbaidján por parte de islamistas radicales.</p>
<p style="text-align:justify;">Irán, que patrocina a numerosas organizaciones terroristas en la región, ha encontrado la manera de difundir su ideología radical a través de la financiación y la construcción de mezquitas y escuelas religiosas. Hasta ahora los organismos pertinentes azeríes han reaccionado contra estos atropellos declarando fuera de la ley a los imanes radicales y las mezquitas construidas por ellos. Aun cuando se sospeche la presencia de los servicios de inteligencia israelíes en Azerbaidján, es inexcusable el fracaso de la lucha conjunta contra la difusión de la ideología iraní.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Cooperación comercial</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La cooperación económica entre ambos países se ha incrementado sensiblemente. Ya en 1995 una periodista judía señalaba que el mercado de Bakú estaba inundado de mercaderías israelíes: &#8220;Por todas partes se ven helados Strauss, teléfonos celulares producidos por la filial israelí de Motorola, cerveza Macabi y otros artículos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Las empresas israelíes han inundado el país en el marco del mercado libre. Una de las primeras ha sido la compañía telefónica &#8220;Bezek&#8221;, que en 1994 se convirtió en la mayor accionista de la empresa telefónica local. Actualmente está dedicada a la implantación de una red telefónica en todo el país.</p>
<p style="text-align:justify;">Según los datos proporcionados por el presidente del foro empresarial azerí-israelí, actúan decenas de compañías israelíes, especialmente en el campo de la energética. Así, por ejemplo, en el año 2000 comenzó a operar en Azerbaidján la proveedora de alta tecnología para la producción de petróleo y gas &#8220;Modcon Systems&#8221;. Su gerente ejecutivo, Grigori Shahnovski, afirma que &#8220;este negocio es sumamente importante para la expansión de la compañía&#8221;, y espera que otras empresas sigan su ejemplo. Los datos estadísticos muestran que en el período 2000-2005 Israel ha ascendido del 10º al 5º puesto como socio comercial de Azerbaidján. Con ello, la producción azerí se ha beneficiado sensiblemente. Según los datos de la ONU entre 1997 y 2004 las exportaciones azeríes a Israel aumentaron de dos millones de dólares a 323. En la actualidad el comercio israelí-azerí supera en por lo menos cinco veces las cifras del intercambio de Israel con los países del Asia Central.</p>
<p style="text-align:justify;">De este modo, los empresarios israelíes alientan a Azerbaidján a adoptar políticas favorables a Jerusalén desde el punto de vista estratégico. Desde 1993 empresarios israelíes como Shul Aizenberg han concretado grandes proyectos energéticos en el Caspio y en el Asia Central. El israelí Josi Simon tuvo un gran protagonismo en la firma de los acuerdos de construcción de todos los oleoductos del Asia Central. Un ejemplo es la firma en 1999 de un acuerdo de 2500 millones de dólares para la construcción de un oleoducto de Turkmenistán a Turquía. En 2001 manifestó con orgullo al &#8220;Wall Street Journal&#8221; que &#8220;también éste es el Gran Juego que jugamos. Hacemos lo que EE.UU. e Israel no pueden realizar. Controlamos toda la estructura del transporte, y eso significa controlar toda la producción&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">En opinión de los diplomáticos israelíes, las relaciones amistosas con Azerbaidján no sólo proveerán de seguridad en el campo energético sino que además permitirán que Israel supervise los oleoductos. En 2002, después de Italia, Israel fue el mayor extractor de petróleo azerí. Por ejemplo, <span style="text-decoration:underline;"><strong>el oleoducto Bakú-Tbilisi-Ceihán, a un costo de 3200 millones de dólares, bordea a Irán y Rusia y une entre sí a los tres países pro-occidentales, Azerbaidján, Georgia y Turquía</strong></span>, lo cual coincide con los intereses israelíes. El primer ministro Benjamín Netaniahu se manifestó al respecto en 1997, y en Azerbaidján no ignoran este hecho.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/_TfbZHpPeYo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/_TfbZHpPeYo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Rafael Abasov, funcionario del Banco de Desarrollo Asiático de Azerbaidján y ex director de economía y desarrollo comercial de la embajada de Israel en Bakú, está convencido de la existencia de una creciente cooperación oculta de ambos países en el campo energético, lo cual no se refleja en los balances. &#8220;En la cuestión del petróleo Israel está mucho más interesada de lo que parece a primera vista&#8221;, señala, y agrega que a menudo los israelíes &#8220;se registran como filiales de compañías estadounidenses o británicas&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">El &#8220;incremento del apetito&#8221; de India y China con respecto al petróleo puede dar lugar a la posibilidad de ampliación de la cooperación, cuando ya sea posible exportar el petróleo a través del oleoducto Ashkelon-Eilat, como alternativa al proveniente de Suez o del Golfo Pérsico.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El campo político</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El desarrollo comercial ha avanzado sin sobresaltos, pero en el campo político la cooperación ha tenido sus altibajos. Poco es lo que ha sucedido en la práctica a las declaraciones diplomáticas de mutuo entendimiento. Puede servir de ejemplo el acuerdo de abril de 1992 sobre el intercambio de diplomáticos. Durante años el artillero del ejército de defensa de Israel, Benny Haddad, de 24 años, representó los intereses israelíes en Azerbaidján sin tener experiencia diplomática. Luego fue reemplazado por Elizer Yotvath, el primer embajador oficial de Israel en Azerbaidján. Bakú aun no tiene embajador permanente en Israel. En su momento, tampoco tuvieron resultados prácticos las gestiones del secretario de estado azerí Alí Karimov para organizar un encuentro de Elchibey con Itzak Rabin.</p>
<p style="text-align:justify;">El único &#8220;abrazo&#8221; se produjo en agosto de 1997, cuando el primer ministro Benjamín Netaniahu visitó Bakú. Durante su breve entrevista con Heydar Aliev trató diversos temas, desde el petróleo hasta las pretensiones nucleares de Irán y la cooperación de los dos países con Turquía. El encuentro sólo sirvió a la reiteración del acuerdo estratégico y al mejoramiento de la cooperación en la defensa. Sin embargo, no fue muy fructífero desde el punto de vista político-diplomático. No se ha firmado ningún acuerdo durante los pasados 15 años de relaciones diplomáticas. Tal como lo ha señalado un veterano diplomático israelí, &#8220;esas relaciones no se han regularizado. Ni siquiera existen acuerdos culturales o de turismo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bakú, base de espías</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Quizá puedan advertirse algunos éxitos en los programas de intercambio de visitas de la juventud. En 2003 Jerusalén y Bakú acordaron facilitar los estudios de los estudiantes azeríes en Israel (especialmente en medicina y ciencias). La &#8220;Sociedad de la Amistad Juvenil Azerbaidján-Israel&#8221; intenta desarrollar las relaciones mediante la enseñanza de la historia. Según Kanán Seídov, vicepresidente de relaciones internacionales de la sociedad, el programa ayuda a comprender &#8220;la situación de los israelíes que viven bajo la amenaza diaria del terrorismo, y al mismo tiempo la situación de los azeríes sometidos a la agresión y la ocupación de sus territorios por Armenia&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El nuevo gran juego</strong></p>
<p style="text-align:justify;">A pesar de todo, Jerusalem y Bakú son conscientes de que es preferible cooperar entre sí (asimismo con Turquía) antes que permitir que la influencia de Rusia e Irán sea preponderante en la región. Aun cuando las relaciones diplomáticas no son oficiales, los vecinos de Azerbaidján son conscientes de la creciente importancia de los vínculos entre Israel y Azerbaidján.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El factor Irán</strong></p>
<p style="text-align:justify;">En el fondo, las relaciones entre los dos países están signadas por la desconfianza hacia Irán, como así también el temor. Las causas de la desconfianza israelí son evidentes. Los dirigentes iraníes, desde el Ayatolá Ruholla Jomeini hasta los ex presidentes Alí Akbar Hashemi Rafsandjani y Mohamed Jatami y el actual Mahmud Ahmadinejad, han reiterado sus llamados a la destrucción de Israel. Las relaciones de Azerbaidján con ese país son mucho más complicadas. Por una parte, tiene lazos históricos y religiosos (chiíta) con ese Irán. Allí viven más azeríes que en Azerbaidján. Por otra parte, Irán tiene el propósito de desestabilizar la situación en Azerbaidján, se ocupa del tráfico de armas con secesionistas armenios y adiestra a los mollá azeríes para predicar los preceptos musulmanes en detrimento de la propaganda laica de Azerbaidján.</p>
<p style="text-align:justify;">Teherán mostró poca colaboración en los difíciles años 1990, cuando la economía azerí sufrió una caída del 58 %. La competencia por el beneficio de las reservas energéticas del Caspio también perjudicó el desarrollo de las relaciones.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoy, Irán e Israel juegan al gato y el ratón en Azerbaidján. Ambos han entretejido allí inmensas redes de espionaje. La inteligencia israelí ha instalado bases de escucha y observación a lo largo de toda la frontera de Azerbaidján e Irán. Los artículos publicados confirman que &#8220;Bakú se ha convertido en una base primordial para los servicios de inteligencia israelíes&#8221; y que &#8220;la embajada iraní instalada en la capital tiene 200 empleados&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Uno de los principales consejeros de Ariel Sharón ha mencionado que los judíos azeríes se infiltran regularmente en el territorio iraní. Irán, por su parte, espía las cabeceras israelíes instaladas en Azerbaidján. En septiembre de 2004 los servicios de seguridad israelíes arrestaron a un iraní que dibujaba el plano de la embajada de Israel en Bakú.</p>
<p style="text-align:justify;">Irán ha jurado vengarse de Azerbaidján por &#8220;colaborar con el sionismo&#8221; y por haberse &#8220;volcado&#8221; hacia Occidente después de su independencia, junto con Turquía e Israel. Después de la visita de Netaniahu en 1997, la radio oficial iraní criticó severamente el encuentro declarando que &#8220;Bakú ha emprendido un juego peligroso al recibir al primer ministro expansionista del régimen sionista. Con ello ha quebrado su vínculo con los estados musulmanes, tanto en la región como en todo el mundo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">El canciller iraní fue aun más adelante. Amenazó a Azerbaidján declarando que la cooperación de Bakú con Israel provocará la desestabilización del Cáucaso, perjudicará a la unidad musulmana y &#8220;a los gobiernos de esos países&#8221;. Hasta la fecha la prensa iraní trata a Azerbaidján como un estado que colabora con &#8220;una fuerza de invasión&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El factor Rusia</strong></p>
<p style="text-align:justify;">El otro factor de la cooperación es la desconfianza de los dos países con respecto a las intenciones de Rusia. Jerusalén y Bakú no confían en la política de doble faz de Moscú que ignora la seguridad de la región.</p>
<p style="text-align:justify;">El gobierno de Israel no aprueba que Rusia venda tecnología nuclear a Irán, arme a Siria y legalice a &#8220;Hamas&#8221; y a &#8220;Hezbollah&#8221;. Por su parte, el gobierno de Azerbaidján está preocupado por la existencia de bases rusas en Osetia y Abjasia y por la evidencia de su ayuda a los guerrilleros armenios en Karabagh. La colaboración de Rusia con Irán da pábulo a que los diplomáticos azeríes e israelíes piensen que deben apoyarse entre sí. Estos datos han servido también para estrechar sus vínculos con Georgia.</p>
<p style="text-align:justify;">Algunos nacionalistas rusos están descontentos de que Israel intervenga en los asuntos de una región que se halla dentro de su área de influencia. En un artículo aparecido en 1998 en el diario &#8220;Zaftra&#8221;, que se reconoce antisemita, Vitali Demin condenaba a Israel por asumir la misma posición con respecto a Rusia que Cuba con EE.UU. Demin también acusaba a Israel por aprovecharse de los recursos energéticos de la región. Este odio puede estar motivado por el hecho de que el oleoducto está fuera de Rusia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El factor Golfo Pérsico</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Las relaciones israelí-azeríes han impedido con éxito el avance de los estados del Golfo Pérsico hacia el Caspio. Arabia Saudita y los Emiratos Árabes no mantienen relaciones comerciales serias con Azerbaidján. En 2004 ningún país del Golfo admitió a Azerbaidján entre sus 25 socios comerciales. A principios de la década de 1990 Arabia Saudita otorgó préstamos y créditos a Azerbaidján a través de su Banco de Desarrollo Islámico, pero ese dinero se &#8220;pulverizó&#8221; en los últimos años. Riad invierte muy excepcionalmente en los países que no respetan estrictamente los preceptos islámicos. Los ideólogos saudíes prefieren financiar a países como Turquía que intentar desprenderse de la &#8220;defensa&#8221; laica, antes que a Bakú, que trata de mantenerla. Al no tener relaciones a largo plazo o la posibilidad de proporcionar armas, los estados del Golfo no logran ingresar en la región. Según el comentarista político Anushiravan Ehteshami aun el más activo de esos países, Arabia Saudita, sólo desempeña un &#8220;papel indirecto&#8221; en el Caspio, intentando oponerse a la política expansionista de Israel en el Asia Central. Si Azerbaidján, rica en petróleo, desarrolla relaciones exitosas en el campo energético con Israel y Occidente, lógicamente los países productores de petróleo agrupados en la OPEC en general y los Emiratos Árabes en particular pierden su influencia. En consecuencia, Israel se convierte en el único país del Cercano Oriente con verdadera influencia o protagonismo en Transcaucasia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El factor Turquía</strong></p>
<p style="text-align:justify;">Turquía es el país de la región que más se beneficia de la cooperación entre Azerbaidján e Israel. Al producirse la caída de la Unión Soviética, los gobernantes turcos comenzaron a atraer a los políticos azeríes señalando la semejanza de la experiencia étnica, lingüística y armenia. Ankara alentó el libre mercado en Azerbaidján y su inclinación hacia Occidente. El intercambio turco-azerí en 2004 superaba apenas los 400 millones de dólares, y Turquía ocupaba el 4º lugar como socio de Azerbaidján en comercial exterior. El primer ministro turco Erdogan manifestó la esperanza de que esa cifra llegue a los mil millones de dólares. El estrechamiento de las relaciones turco-azeríes afirma aun más los objetivos estratégicos mediatos de Israel en la región.</p>
<p style="text-align:justify;">Al mismo tiempo, continúa prosperando la cooperación Bakú-Israel gracias a Ankara. Fuimos testigos de ello al producirse el &#8220;incidente del mar Caspio&#8221; en julio de 2001, cuando la nave de guerra iraní &#8220;Geofísica 3&#8243; amenazó a un barco azerí que buscaba petróleo en el Caspio. De inmediato, Turquía dio a conocer una declaración en defensa de Azerbaidján. Está claro que también Israel se uniría a la defensa, tal como lo manifestó un representante del Ministerio de Defensa israelí en Turquía. Una semana antes Sharon había asegurado a periodistas en Ankara que Israel fortalecería sus vínculos con Azerbaidján y Turquía.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>El factor Estados Unidos (Buenos Aliados de los Estados Unidos)</strong></p>
<p style="text-align:justify;">También EE.UU. tiene un gran protagonismo en todo esto. Bakú coopera con Jerusalem con la esperanza de mejorar sus relaciones con Washington.</p>
<p style="text-align:justify;">Hasta hace poco los políticos estadounidenses consideraban a Azerbaidján un país &#8220;incoherente&#8221;, y en el peor de los casos, &#8220;inútil&#8221;. En 1992 el Congreso de EE.UU. aprobó la ley de &#8220;contribuir a la libertad&#8221;, que prometía ayuda financiera y humanitaria a las ex repúblicas de la Unión Soviética, menos a Azerbaidján. Bajo la presión de la propaganda armenia, el punto 907 de la ley disponía que Washington no ayudaría a Azerbaidján mientras no se solucionara la cuestión de Karabagh. Como consecuencia, Azerbaidján no obtuvo ninguna ayuda de EE.UU. en los años 1990, mientras que Armenia recibió más de mil millones de dólares.</p>
<p style="text-align:justify;">A mediados de la década de 1990, en un intento por &#8220;soldar&#8221; las partes débiles e inoperantes del estado azerí el presidente Aliev se dirigió a Jerusalem, ganándose la benévola predisposición de las agrupaciones judías de Washington. El canciller azerí Hasan Hasanov lo señaló en 1997 diciendo que &#8220;no ocultamos que hemos puesto nuestras esperanzas en la propaganda israelí en Washington&#8221;. Por supuesto, esto produjo sus frutos, y en 2002 el presidente Bush anuló el artículo 907 de la mencionada ley.</p>
<p style="text-align:justify;">Un funcionario de la embajada azerí en Washington confesó que &#8220;las organizaciones judías tuvieron una intervención decisiva en esa cuestión&#8221;. Después de los acontecimientos del 11 de septiembre la administración Bush tomó conciencia del papel estratégico de Azerbaidján cuando Bakú permitió el paso de los aviones estadounidenses por sobre su territorio en vuelo hacia Afganistán. Azerbaidján también ayudó en la liberación de Irak. El petróleo azerí se convirtió en la fructífera contrapartida del petróleo saudita y de los estados defensores del islamismo radical.</p>
<p style="text-align:justify;">En marzo de 2002 la Secretaría de Estado de EE.UU. levantó la prohibición de venta de armas a Azerbaidján, que regía desde 1993, y al mismo tiempo el gobierno estadounidense adjudicó 4,4 millones de dólares a Azerbaidján en concepto de ayuda militar. Con esa suma los azeríes compraron armas estadounidenses y, en cambio, enviaron fuerzas de paz a Irak.</p>
<p style="text-align:justify;">La administración Bush se ha comprometido públicamente a mantenerse fiel a su determinación de que Azerbaidján sea más democrática. Durante las elecciones parlamentarias azeríes de noviembre de 2005 Daniel Fred, ayudante del secretario de Estado, declaró la &#8220;seriedad&#8221; de EE.UU. en su determinación. Pero aun es una incógnita el grado de seriedad de EE.UU. La superpotencia necesita a Azerbaidján como garantía de provisión energética y como base para operaciones especiales. Desestabilizar el régimen ya oscilante del hijo de Haidar Alíev puede perjudicar más a los intereses estadounidenses que reportarle algún beneficio. Las autoridades de Teherán están en atenta espera para aprovechar el menor síntoma de desestabilización.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, para Israel el desmedido acercamiento de EE.UU. a Azerbaidján es un arma de doble filo. Si bien por un lado las relaciones Bakú-Washington contribuyen a que Azerbaidján se mantenga en el bando proclive a Occidente -y por lo tanto en el frente antiislámico-, por el otro disminuyen la autoridad de Jerusalén.</p>
<p style="text-align:justify;">Por otra parte las autoridades israelíes están preocupadas por el hecho de que los estados vecinos consideran que Azerbaidján se ha acercado demasiado a Israel. ¿Pero a dónde se encaminan las relaciones Israel-Azerbaidján? Algunos son partidarios del &#8220;abrazo&#8221;, pero otros (en especial los representantes de la elite) están en contra y exigen la revisión de esa estrategia. La actual decisión de Azerbaidján de disminuir la cooperación con Israel es consecuencia de ello. Es cierto que los funcionarios azeríes siguen visitando Israel en niveles sin precedentes, pero esas visitas no se reflejan en la prensa y no son tan fructíferas como lo eran antes.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, siguen vigentes los planes de ampliación de las relaciones, no sólo en el campo energético sino también en la agricultura, la segunda riqueza de Azerbaidján. Claro que para ambos países la cuestión esencial sigue siendo Irán. Existe un acuerdo bilateral de luchar contra la influencia iraní partiendo de los intereses de la seguridad nacional. Empero, el régimen iraní aspira por todos los medios a aumentar su influencia. Los iraníes siempre recuerdan a sus socios azeríes que estarán siempre a su lado, aun cuando EE.UU. e Israel modifiquen sus miras partiendo de intereses distintos. Aquí es donde adquiere importancia la cooperación Israel-Azerbaidján. Vafa Guluzade afirma que &#8220;Israel construirá una fábrica en Bakú que asegurará empleo a miles de personas. Será una buena propaganda anti-iraní&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Empero, son pocas las evidencias que muestren que Israel aprovecha esa posibilidad. Un diplomático israelí ha comparado las relaciones de ambos países a &#8220;una virgen que desea tener relaciones con un hombre, pero tiene miedo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Algunos políticos israelíes partidarios de estrechar las relaciones, están incomodados por el frío comportamiento de Azerbaidján. Ciertos diplomáticos de alto rango comienzan a pensar qué objetivos se ocultan detrás de esa actitud: ¿intereses políticos, o vínculos personales y empresariales con los iraníes? ¿O bien la posición de los árabes de disconformidad con las resoluciones pro Azerbaidján de la ONU, que obliga a abandonar la decisión de un mayor acercamiento?</p>
<p style="text-align:justify;">De manera que ahora la pelota se encuentra en el campo azerí. Como dijo Rafael Abbasov, &#8220;en las dos partes hay una enorme necesidad de cooperación, pero la falta de cooperación equilibrada y de decisión política impiden la concreción de futuros proyectos. Y el mayor obstáculo es la inexistencia de una embajada azerí en Israel.</p>
<p style="text-align:justify;">Muchos azeríes admiten que su país se ha beneficiado al cooperar con Israel. &#8220;Todos saben que Israel es uno de los pocos países con el que Azerbaidján ha tenido una experiencia positiva. Es hora de que Azerbaidján se atreva a transitarse propio camino&#8221;, escribía un periodista azerí ya en 2002.</p>
<p style="text-align:justify;">En efecto, el programa nuclear iraní y el apoyo de Arabia Saudí a las agrupaciones islámicas constituyen una seria amenaza a la seguridad de la región. Por lo tanto, el fortalecimiento de las relaciones entre Bakú y Jerusalén surge también de los intereses estadounidenses.</p>
<p style="text-align:justify;">Azg, Ereván, 26.08.2006</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Traducción Rubén Arzruní</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>N. del T.:</strong> El artículo precedente es una clara muestra de que el polvorín en que se ha convertido el Cercano Oriente no tiene sino un solo objetivo: la carrera por apoderarse de las inconmensurables reservas energéticas de la región, pues quien tiene el petróleo rige al mundo. Se trata de una lucha sin cuartel, a muerte, en la que todo vale. Se han trastocado todos los valores. <strong>Los únicos principios válidos son los que responden a los intereses materiales de grupos supranacionales</strong> a los que está sometido la superpotencia del momento, la cual somete a su vez a las demás naciones del mundo con tal de alcanzar los objetivos señalados por sus patrones.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>La adulación, el crimen, la corrupción, la traición, la guerra, el genocidio, la conquista territorial, la tortura, son moneda corriente en el mundo de hoy. Sin escrúpulos ni cargos de conciencia, sin rubores, se apela a la &#8220;democracia&#8221;, a los &#8220;derechos humanos&#8221;, a la &#8220;libertad&#8221;, a la &#8220;dignidad&#8221; y otros nobles conceptos por los cuales la humanidad ha luchado permanentemente y ha ofrendado millones de víctimas. <span style="text-decoration:underline;">Pero alguien se ha arrogado per se el derecho de juzgar quién es &#8220;bueno&#8221; y quién es &#8220;malo&#8221;, y así se &#8220;justifica&#8221; con soberbia cualquier injusticia o acto inhumano, porque los buenos son los que están conmigo, y los malos ¡que los lleve el diablo!</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;">No hace falta señalar que el artículo de Burtman es esencialmente antiarmenio, antiárabe y antiiraní. Sin duda, es un elemento más de la formidable propaganda bélica que impulsa el imperio en el Cercano Oriente empleando métodos ya conocidos: cuando no puede o no le conviene hacerlo directamente recurre a sus fieles agentes</p>
<p style="text-align:justify;">Tampoco hace falta señalar que <span style="text-decoration:underline;"><strong>el artículo en cuestión es tremendamente pro israelí, pro turco y pro estadounidense, y en el fondo intenta inducir a Azerbaidján a que se incline abiertamente hacia el bando de los &#8220;buenos&#8221; para castigar a los &#8220;malos&#8221;</strong></span>, es decir, armenios y terroristas (árabes, afganos, iraníes, venezolanos, bolivianos, etc., etc.) De allí que las expresiones de Burtman reproduzcan casi textualmente las cantinelas propagandísticas azeríes, israelíes, turcas y estadounidenses con respecto a la cuestión de Karabagh, los árabes, el genocidio o el petróleo.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin embargo, el extenso artículo contiene una serie de datos y revelaciones sobre la política regional y los intereses en juego cuyo conocimiento nos resulta imprescindible a los armenios para tener una idea cabal de las circunstancias reales que deben afrontar las Repúblicas de Armenia y de Nagorno Karabagh y la armenidad en su conjunto en el futuro tanto inmediato como mediato.<br />
Nota de Illia Burtman</p>
<p style="text-align:justify;">Fuente: http://www.ian.cc/notas/noticias_ian.php?id=357</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[¿QUIEN TEME AL OSO RUSO?. PUTIN TACHADO DE ANTIDEMÓCRATA POR SU BATALLA CONTRA LOS OLIGARCAS]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/20/%c2%bfquien-teme-al-oso-ruso-putin-tachado-de-antidemocrata-por-su-batalla-contra-los-oligarcas/</link>
<pubDate>Tue, 20 May 2008 12:25:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/20/%c2%bfquien-teme-al-oso-ruso-putin-tachado-de-antidemocrata-por-su-batalla-contra-los-oligarcas/</guid>
<description><![CDATA[Hemos recogido esta interesante entrevista que ilustra bastante bien la gestión realizada por Putin ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/putin.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-91" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/putin.jpg?w=235" alt="" width="235" height="300" /></a>Hemos recogido esta interesante entrevista que ilustra bastante bien la gestión realizada por Putin durante su mandato como Presidente de Rusia. Desde el Foro Universitario Ruso-Español afirmamos sin duda al guna que Vladimir Putin ha entrado a formar parte de los grandes políticos de la historia, y que ocupa ya un lugar destacado junto a figuras como De Gaulle o Kenedy.</p>
<p style="text-align:justify;">Entrevista a Maurizio Blondet, autor de <strong><em>Stare con Putin?</em> (<em>¿Estamos con Putin?</em>)</strong> «El proceso de integración entre Europa y Rusia está en <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/category/energia-recursos-naturales/el-gas-que-calienta-europa/" target="_blank">hechos concretos</a>. Se trata sólo de acompañarlo evitando que otros, por intereses propios, lo destruyan»</p>
<p style="text-align:justify;">«Rusia y Europa se irán integrando cada vez más, es una especie de destino manifiesto». Dice Maurizio Blondet, durante muchos años prestigioso periodista de <em>Avvenire</em>, el diario de los obispos italianos, para el que ha firmado muchos editoriales. Desde hace tiempo Blondet ha dejado los retos del diario católico para dedicarse a un periódico on line, <em>Effedieffe.com</em>, caracterizado por sus tonos fuertes, pero siempre interesante y muy bien documentado. Hace poco publicó <em>&#8220;Stare con Putin?</em>&#8220;, que es el objeto de nuestra entrevista.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-¿Por qué hay que estar con Putin?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">MAURIZIO BLONDET: Creo que el presidente ruso, después del 11 de septiembre y el comienzo de la denominada guerra al terrorismo, ha representado un punto de estabilidad, de equilibrio en el mundo. Además, <strong><span style="text-decoration:underline;">Europa sólo puede salir ganando al integrarse con <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/11/vladimir-putin-hombre-del-ano-2007-segun-la-revista-time/" target="_blank">Rusia</a></span></strong>. Sin embargo, los burócratas de Bruselas, por <!--more-->desgracia, los varios Barroso, Solana, se contraponen; personas que gobiernan Europa sin ningún mandato popular y que no hacen más que complicar esta integración. Tal vez deben obedecer a otros, que no tienen ningún interés en este proceso.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-¿A quiénes?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: A los Estados Unidos, ante todo. <strong><span style="text-decoration:underline;">Hay quienes quieren marginar a Rusia y convertirla en una pequeña potencia asiática.</span></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Una tesis vagamente conspiradora&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Nada de eso. Le leo un pasaje de un ensayo de 1997 de Zbigniew <span style="text-decoration:underline;">Brzezinski, ex secretario de Estado con Carter: «Ucrania, nuevo e importante espacio en el tablero euroasiático, es un pilar geopolítico porque su misma existencia como país independiente permite transformar Rusia. Sin <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">Ucrania,</a> Rusia deja de ser un imperio euroasiático. Rusia sin Ucrania puede aún luchar por su situación imperial, pero se convertirá en un imperio sustancialmente asiático, probablemente arrastrado hacia conflictos erosivos con las naciones del Asia central, que estarían apoyadas por los Estados islámicos amigos en el sur. [...] Los Estados que merecen el mayor respaldo geopolítico americano son Azerbaiyán, Uzbekistán y (fuera de este área) Ucrania, ya que los tres son pilares geopolíticos.</span> Es más, Ucrania es el Estado esencial, pues influirá en la evolución futura de Rusia». Una lectura útil para comprender lo que ha ocurrido en estos últimos años. Fue escrito muchos años antes de que estallaran las &#8220;revoluciones de color&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Revoluciones de color&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: La revolución naranja en Ucrania, la más importante desde el punto de vista geopolítico, la revolución rosa en Georgia, y luego las de los países bálticos y de los países asiáticos como Uzbekistán, Kirguizistán. <span style="text-decoration:underline;"><strong>Todas financiadas por los Estados Unidos</strong> mediante miles de organizaciones no gubernamentales que nacieron como hongos en dichos Estados,</span> y todo esto <span style="text-decoration:underline;">a pesar de que en los Estados Unidos existen leyes que prohíben manipular las sociedades civiles de otros países. </span>En mi libro hablo también del hombre más importante de l<span style="text-decoration:underline;">a revolución kirguiza, el americano Mike Stone, que, durante los desórdenes, fundó un periódico en el que se enseñaba a la gente a hacer una huelga de hambre, cómo organizar una manifestación, cómo realizar la resistencia pasiva&#8230; y cuando las autoridades le cortaron la corriente consiguió igualmente imprimir gracias a los generadores que amablemente puso a su disposición la Embajada americana en Kirguizistán.</span> También es singular la figura de <span style="text-decoration:underline;"><strong>Kateryna Chumachenko, mujer</strong></span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/yushchenko-pelotilla-sumiso-de-los-yankees.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-95" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/yushchenko-pelotilla-sumiso-de-los-yankees.jpg?w=121" alt="" width="121" height="135" /></a><span style="text-decoration:underline;"><strong> de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/12/el-timo-naranja-o-como-yuschenko-no-fue-envenenado-por-rusia/" target="_blank">Viktor Yushenko, líder de la Revolución Naranja</a> y actual presidente de Ucrania, que nació en Chicago, fue funcionaria de la Casa Blanca bajo Ronald Reagan y luego de Departamento del tesoro. En la Casa Blanca era miembro del &#8220;Public Liasion Office&#8221; y su especialidad era crear consenso para las políticas reaganianas en los grupos anticomunistas del Este europeo, especialmente entre los disidentes ucranianos.</strong></span> Son sólo algunos ejemplos.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Hablaba de las revoluciones que han tenido lugar en los países de la Rusia asiática&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Se trata de países caucasianos y de los que en el sur van del mar Caspio a China y separan a Rusia de Irán, Afganistán y Pakistán. Estados fundamentales desde un punto de vista geopolítico, puesto que ponen en comunicación Rusia con el mar Caspio, riquísimo en petróleo y gas natural, pero sobre todo porque por ellos pasan los oleoductos rusos. <span style="text-decoration:underline;">Ahora en <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">Georgia</a> el ejército de Estados Unidos recluta </span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/20050510saakashvili_bush_tbilisi_xeorxia04_320.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-74" style="float:left;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/20050510saakashvili_bush_tbilisi_xeorxia04_320.jpg?w=300" alt="" width="167" height="125" /></a><span style="text-decoration:underline;">marines: ya no tienen voluntarios americanos, porque estos se ofrecen a las empresas privadas que pagan mejor, de modo que se ven obligados a completar las filas de su ejército en <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank">países como este&#8230;</a></span> Pero no todo ha ido como esperaban los estrategas neocon: después de un periodo de sumisión a los nuevos padrones occidentales, en <span style="text-decoration:underline;">algunos de estos Estados los políticos locales han comenzado a entablar nuevas relaciones con Moscú. </span>Por lo demás, Rusia está mucho más cerca que los Estados Unidos y es un factor a tener en cuenta.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Y, sin embargo, después del 11 de septiembre Estados Unidos y Rusia parecían aliados contra la amenaza terrorista.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Entonces los Estados Unidos creían que podrían maniobrar Rusia. Todo se complicó cuando <span style="text-decoration:underline;">Putin comenzó un política que poco a poco ha sacado a Rusia del caos organizado en que había caído bajo Yeltsin.</span> Y esto gracias también a los ingresos del gas y del <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/02/el-reino-unido-se-quiere-apropiar-de-parte-del-antartico-y-mientras-critica-a-rusia-por-decir-que-su-plataforma-continental-llega-hasta-parte-del-artico/" target="_blank">petróleo</a>. La guerra de Irak, que según la idea de los estrategas americanos representaba un paso hacia la hegemonía mundial provocando la subida del precio <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/images2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-16" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/images2.jpg?w=86" alt="" width="86" height="120" /></a>del petróleo, ha obtenido, en cambio, el efecto, no deseado para ellos, de ayudar el auge de Rusia&#8230; Y <strong><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/02/%c2%bfporque-la-expedicion-al-polo-norte-provoco-tanta-irritacion-en-parte-de-occidente/" target="_blank">Putin ha usado el petróleo para sanear la nación</a>, no para llenar los bolsillo de pocos oligarcas como sucedía con Yeltsin</span>,</strong> cuando algunos magnates sin escrúpulos acapararon, por cuatro perras, gracias al respaldo del entonces presidente ruso, las enormes riquezas rusas.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Los oligarcas&#8230; hay un guerra subterránea entre estos y Putin.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Y <span style="text-decoration:underline;"><strong>es el motivo por el que el presidente ruso ha recibido tantos ataques de parte occidental</strong></span>. Hasta la detención del magnate Mijaíl Jodorkovski, en octubre de 2003, las relaciones con Occidente eran buenas. Luego empeoraron: desde entonces Putin ha sido acusado de atentar contra la democracia y mucho más&#8230; En efecto, <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/09/un-mafioso-entre-rejas-jodorkovski/" target="_blank">la detención de Jodorkovski fue la señal del cambio de tendencia</a>, <span style="text-decoration:underline;">la</span><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/images-jodor-en-el-hotel-rejas.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-42" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/images-jodor-en-el-hotel-rejas.jpg?w=87" alt="" width="87" height="111" /></a><span style="text-decoration:underline;"> señal de que para los oligarcas se acababa el periodo de las vacas gordas, que el nuevo inquilino del Kremlin no iba a permitir el latrocinio de estos señores que gozaban del apoyo de la financia internacional.</span> Jodorkovski había llegado a ser el propietario de la mayor empresa petrolífera rusa, la <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/13/%c2%bfacaso-no-es-lo-mismo-enron-que-yukos-%c2%bfporque-hasta-amnistia-internacional-basada-en-londres-expresa-su-preocupacion-por-el-estafador-jodorkovski/" target="_blank"><strong>Yukos</strong></a>, desembolsando 309 millones de dólares para comprar el 78% de las acciones&#8230; El día siguiente en la Bolsa rusa la empresa demostraba su verdadero valor: seis mil millones de dólares. Obviamente el dinero no era suyo, sino que se lo habían prestado conocidos financieros occidentales a los cuales, antes de ser arrestado, se disponía a revender la empresa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Alude en su libro a las relaciones entre los oligarcas y los terroristas chechenos.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: No es un misterio que <span style="text-decoration:underline;"><strong>Shamil Basayev, el terrorista que reivindicó la matanza de Beslán</strong></span>, en la que murieron 394 personas, de las cuales 156 eran niños, <span style="text-decoration:underline;"><strong>era el jefe de los guardaespaldas de Borís Abramovich</strong></span>, el más poderoso de estos oligarcas, actualmente &#8220;exiliado&#8221; en Londres. También <span style="text-decoration:underline;"><strong>Aslán Masjadov, otro jefe de la guerrilla chechena</strong></span>, implicado asimismo en la matanza de Beslán, <span style="text-decoration:underline;"><strong>era un guardaespaldas de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/uy-uy-uy-que-otro-tio-relacionado-con-berezovski-se-ha-muerto-misteriosamente-lo-de-este-personaje-no-es-normal-oiga/" target="_blank">Berezovsky</a></strong></span>&#8230;, pero lo de la guerrilla chechena es una historia de la que habría que<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/cia.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-123" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/cia.jpg?w=200" alt="" width="95" height="95" /></a> hablar. Cuando las tropas rusas matan en combate a Rizván Chitigov, entonces <span style="text-decoration:underline;">número tres de la guerrilla, le encuentran la clásica chapa de los marines, con sus datos, y, en el bolsillo, la hoja verde, es decir, el permiso de residencia permanente en Estados Unidos</span>. Era sólo para decir que también <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Estados Unidos tiene interés en que se mantenga abierta la llaga de la guerra chechena</strong></span></a>, una espina en el flanco de Rusia&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Ahora los oligarcas rusos están casi todos <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/vladimir-gusinski-un-delincuente-mas-en-espana/" target="_blank">en el extranjero&#8230;</a></strong></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/gusinski-con-bandera-judia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-20" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/gusinski-con-bandera-judia.jpg?w=89" alt="" width="89" height="104" /></a>BLONDET: Pero siguen teniendo buenos contactos dentro de Rusia. No hay que olvidar que no es gente que nace de un día para otro. Son hombres que vienen de la nomenklatura soviética, con enlaces sólidos en la policía y los servicios secretos. De modo que Putin un poco los combate y un poco se ve obligado a hacer pactos. Putin ha colocado a sus hombres en los puestos claves, pero no puede controlar todo lo que sucede en Rusia.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-En octubre del año pasado fue asesinada Anna Politkovskaya, una periodista que no escatimaba críticas a Putin. Este homicidio va en descrédito del presidente ruso.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Creo que <strong><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/12/10/la-sombra-de-berezovsky-planea-sobre-el-asesinato-de-politkovskaya/" target="_blank">este era el objetivo de los asesinos</a>. Es evidente que el único que no tenía ningún interés en este delito era precisamente Putin.</span></strong> Personalmente estoy convencido de que la periodista ha sido una víctima sacrificial inmolada en el altar del antimperialismo ruso. Ciertos ambientes decidieron que quizás era más útil muerta que viva. Quiero subrayar, sin embargo, que <span style="text-decoration:underline;">la resonancia mediática de este asesinato ha sido excesiva. Muy distinto fue el tratamiento mediático de otro notorio delito</span>: poco antes de la periodista <span style="text-decoration:underline;">fue asesinado <strong>Andrei Kozlov</strong></span>, vicepresidente del Banco central ruso, hombre de primer plano de la Federación Rusa. <strong><span style="text-decoration:underline;">Kozlov estaba llevando a cabo una investigación sobre el blanqueo de dinero negro e iba a retirar algunas licencias bancarias. </span></strong>Un acto devastador para ciertos ambientes financieros. Lo que está claro es que <span style="text-decoration:underline;">Kozlov no se movía contra Putin, por eso en Occidente este delito pasó casi inadvertido.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Otro notorio delito fue el de Aleksandr Livitnenko, muerto en noviembre de 2006. Otras acusaciones contra Putin&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Se ha hablado mucho del polonio, la sustancia radioactiva con la que fue envenenado&#8230; pero <span style="text-decoration:underline;"><strong>¿es de verdad creíble que Putin diera la orden de matar a alguien usando una sustancia que deja huellas por todos los lados</strong></span>, de modo que para encontrar al culpable basta seguir el rastro radioactivo? En mi opinión, al igual que para la Politkovskaya, también <strong><span style="text-decoration:underline;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/12/11/la-mafia-de-berezovsky-jodorkovski-y-compania-podria-estar-detras-la-misteriosa-muerte-de-litvinenko/" target="_blank">Livitnenko</a> fue una víctima sacrificial para <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/12/11/87/" target="_blank">desacreditar al presidente ruso</a></span></strong>. Aunque aquí se dio una variante. El pobre Livitnenko no murió enseguida, sino que en su larga agonía habló mucho, concediendo una cantidad impresionante de entrevistas, en las que lanzó acusaciones contra los dirigentes rusos (y también en este caso me hace sonreír la idea de uno que encarga un asesinato y le deja a la víctima todo el tiempo para hablar largo y tendido&#8230; hay métodos mucho más rápidos para matar). Lo singular del caso es que, dada la situación, nadie<a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/12/nevzlin_berezovsky.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-86" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/12/nevzlin_berezovsky.jpg?w=300" alt="" width="174" height="106" /></a> podía acceder a su cabecera. Todas sus palabras las recogió una única persona autorizada a ver al moribundo, un cierto Alex Goldfarb, que actuaba como una especie de portavoz del enfermo. Él era quien refería a los periodistas las palabras de Livitnenko, quien explicaba y acusaba&#8230; En mi libro señalo que <strong>también había huellas de polonio en las oficinas de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/%c2%bfquien-es-boris-berezovski-%c2%bfpor-que-muere-toda-la-gente-que-le-roza/" target="_blank">Berezovsky</a></strong>. Creo que es un detalle que habría que analizar.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Recientemente la Casa Blanca anunció que instalará en Polonia un sistema de misiles de nueva concepción, para contrarrestar, dicen, la posible amenaza iraní. Una noticia que ha suscitado reacciones negativas en Moscú.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Me parece natural, porque en Rusia perciben, con razón, esta iniciativa como <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/%c2%bfpor-que-cuando-en-1962-rusia-desplego-misiles-en-cuba-fue-una-amenaza-y-un-casus-beli-y-si-ahora-eeuu-los-despliega-en-polonia-y-chequia-no-lo-es/" target="_blank">una amenaza contra ellos.</a> La siguiente propuesta de Putin de crear una colaboración EE UU-Rusia para implantar este paraguas atómico en algún Estado asiático ha desorientado a los neocons. No pueden decir que no, porque la propuesta es más que razonable. No se entiende qué tiene que ver Polonia con Irán, pero tratarán por todos los medios de hacerla fracasar. Veremos lo que pasa.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-¿También usted considera a Irán una amenaza internacional?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: <span style="text-decoration:underline;">Cuando Bush estuvo hace poco en India le <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/category/campana-anti-rusa-en-occidente/centrales-nucleares-en-iran-que-no-bombas/" target="_blank">ofreció a este país la colaboración americana para desarrollar tecnología nuclear.</a></span> Exactamente lo que quiere impedir que haga Irán. En realidad, para los neocon el ataque contra Irán se ha convertido en una verdadera obsesión. Hace unos meses, hablando en el Congreso americano, Brzezinski dijo que la actual administración americana sería capaz de realizar un atentado en territorio americano y atribuirlo a los islamistas, con tal de tener un pretexto para atacar a Irán&#8230;</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Pero ¿no había dicho que Brzezinski sostenía una política agresiva por parte de los Estados Unidos?</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Brzezinski, como Kissinger, es un estratega político que, justamente, se preocupa del destino de su nación y busca su prosperidad, a veces con métodos discutibles. Pero se trata de personas que conocen los caminos de la política y de la diplomacia. Nada que ver con la locura de los neocons, promotores de la guerra preventiva, de la exportación de la democracia con las armas, de un nuevo orden para Oriente Próximo según las directrices de la derecha israelí&#8230; Una locura que se ha insertado en la vieja política americana, alterándola. Hay diferencia entre estos y aquellos, una diferencia que ha desembocado en un conflicto abierto.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>-Volvamos a Putin. Decía que la integración entre Rusia y Europa&#8230;</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: &#8230; <strong>aportaría sólo beneficios.</strong> <span style="text-decoration:underline;">En realidad, esta integración ya se está construyendo día a día.</span> Se está construyendo ahora una línea ferroviaria de alta velocidad entre Alemania y Rusia, que se cruzará con una línea entre Rusia y China. De este modo las mercancías chinas, las de cierto valor, podrán llegar a Europa por tierra, evitando rutas más largas y caras. En esta perspectiva se coloca también la construcción de un gasoducto bajo el Báltico que, sin pasar por Polonia, suministrará a Europa evitando que este valioso recurso pase a través de los territorios de las democracias del Este, sometidas a los Estados Unidos. En fin, la integración está en los hechos. Se trata sólo de acompañar este proceso evitando que otros, por intereses propios, lo destruyan.</p>
<p style="text-align:justify;"><strong>En estos últimos años muchos analistas han visto un acercamiento entre Rusia y China.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">BLONDET: Entre los dos gigantes asiáticos siempre ha habido desconfianza. La política agresiva de los Estados Unidos ha tenido como efecto acercar lo que siempre ha sido distinto. Entre China y Rusia han nacido sinergias militares, económicas y comerciales, que pueden ser precursoras de otros procesos. China tiene un destino asiático, Rusia europeo. Es útil subrayarlo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EL PLAN CÁUCASO: COMO LA OTAN URDIÓ UNA TRAMA PARA LOGRAR LA INDEPENDENCIA DE CHECHENIA]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/</link>
<pubDate>Mon, 05 May 2008 15:42:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/05/05/el-plan-caucaso-como-la-otan-urdio-una-trama-para-lograr-la-independencia-de-chechenia/</guid>
<description><![CDATA[Los Servicios de inteligencia occidentales prepararon en la década del 90 la operación de separación]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/cia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-123" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/cia.jpg?w=200" alt="" width="128" height="128" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/terroristaislamistabasayev.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-124" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/terroristaislamistabasayev.jpg?w=270" alt="" width="189" height="127" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/elislamimperilista.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-125" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/elislamimperilista.jpg?w=256" alt="" width="170" height="127" /></a></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>Los Servicios de inteligencia occidentales prepararon en la década del 90 la operación de separación de la región de Chechenia de Rusia.</strong></span> En particular, en <strong>Francia</strong> se imprimían los documentos de identidad de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Chechena_de_Ichkeria" target="_blank">&#8220;Ichkeria&#8221;</a> (así llamaban a Chechenia los terroristas separatistas islamistas), la moneda legal del &#8220;nuevo Estado&#8221; se estaba imprimiendo en <strong>Alemania</strong>, y vía <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank"><strong>Georgia</strong></a> se introducían las armas para los Talibanes Chechenos.</p>
<p style="text-align:justify;">Estas son algunas de las asombrosas revelaciones que han salido a la luz gracias al documental <em><strong>&#8220;Plan Cáucaso&#8221;</strong></em>, un reportaje de investigación periodística realizado por el Canal 1 que desvela los entresijos de ciertos acontecimientos que tuvieron lugar en <a href="http://www.voltairenet.org/article124150.html#article124150" target="_blank">Chechenia  en los años 90</a>, por boca de los participantes directos. Cuenta entre otros con los testimonios de:</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Merrij Berkan Yashar (Abubakar)</strong>, miembro de &#8220;Akparti&#8221;, partido gobernante de Turquía;</p>
<p style="text-align:justify;">- el extremista <strong>Sultan Kehursáev</strong>, &#8220;general de brigada&#8221; del <!--more-->ejército de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Dzyojar_Dud%C3%A1yev" target="_blank">Dudáiev</a>;</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Shamhedin Yusef</strong>, ministro de Asuntos Exteriores en el Gobierno de Dudáiev;</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Richard Pearl</strong>, ex asesor del secretario de Defensa de EEUU;</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Charles Waterman</strong>, ex funcionario de la  CIA, quien en la década del 90 visitó en varias ocasiones a Dudáiev en Chechenia;</p>
<p style="text-align:justify;">- el mufti (especie de sacerdote musulman) <strong>Ayup Hatáev</strong>, del destacamento de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Shamil_Bas%C3%A1yev" target="_blank">Basáyev</a>;</p>
<p style="text-align:justify;">- el ex guardián de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Aslan_Maskhadov" target="_blank">Masjádov</a>, <strong>Shaah Turláev</strong>;</p>
<p style="text-align:justify;">- <strong>Hamíbev</strong>, diputado del parlamento checheno y allegado a Masjádov.</p>
<p style="text-align:justify;">Sultan Kehursáev, que reside en Estambul y era General de Brigada del ejército terrorista de Dudáiev,<a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/05/banderadejihad.jpg"><img class="alignright alignnone size-medium wp-image-126" style="float:right;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/banderadejihad.jpg?w=286" alt="" width="171" height="111" /></a> manifiesta que <strong>la toma de Grozni por los extremistas islamistas </strong>en verano de 1996 fue <strong>financiada por importantes compañías turcas presentes en el mercado de Rusia</strong>, en particular por ENKA. Además, también se apunta a GAMMA holding como otra de las empresas turcas que financiaron a los terroristas islamistas chechenos.</p>
<p style="text-align:justify;">Un ciudadano turco, Abubakar, checheno de nacionalidad, quien desde hace 40 años vive bajo el seudónimo de Berkan Yashar, afirma que<span style="text-decoration:underline;"><strong> tras haber firmado un contrato con el Departamento de Estado de EEUU, en la década del 90, estaba preparando la plataforma política para la separación de Chechenia.</strong></span> Según él, el proyecto se financiaba de diversas fuentes. Abubakar, alias Berkan Yashar, era en esencia Administrador de Finanzas, y con su mediación se realizaban todas las operaciones financieras más o menos importantes de los extremistas del Cáucaso del Norte&#8221;, señalan los autores del filme.</p>
<p style="text-align:justify;">Una de las tramas financieras más importantes se realizó ya en la época de Dzojar Dudáiev, líder del movimiento separatista checheno de la década del 90. En aquella ocasión Berkan participó en la elaboración del plan de contrabando ilegal de diamantes vía el aeropuerto de Grozni. &#8220;Los beneficios obtenidos se utilizaban para adquirir armas y luego introducirlas en Chechenia  a través de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/" target="_blank">Georgia</a>&#8220;, afirma Abubakar.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/bb.jpg"><img class="alignright alignnone size-medium wp-image-32" style="float:right;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2007/11/bb.jpg?w=108" alt="" width="108" height="91" /></a>Estas revelaciones encajan perfectamente con la información que ya era &#8220;<em>vox populi</em>&#8221; en determinados círculos periodísticos y de la inteligencia militar, y que implica además a determinados miembros del clan mafiosos de &#8220;Los Oligarcas&#8221;, esa banda criminal que operó con impunidad en la transición democrática rusa a las órdenes de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/%c2%bfquien-es-boris-berezovski-%c2%bfpor-que-muere-toda-la-gente-que-le-roza/" target="_blank">Berezovski</a>, el &#8220;Padrino del Kremlin&#8221;, y a la que el <strong><em>Forum Universitario Ruso-Español</em></strong> no se casará nunca de denunciar.</p>
<p style="text-align:justify;">Conviene recordar como la <a href="http://www.elmundo.es/especiales/2002/10/internacional/moscu/claves.html" target="_blank">Guerra de Chechenia</a> por aquel entonces fue utilizada contra Rusia como un arma arrojadiza por los medios occidentales. Eran otros tiempos, y los talibanes islamistas eran considerados por Washington y sus Mass Media como <a href="http://www.voltairenet.org/article126689.html#article126689" target="_blank">&#8220;luchadores por la libertad&#8221;</a> (aún no habían ocurrido los sucesos del 11-S), y a Moscú se le ponían toda clase de trabas en busca de sacar provecho de la situación de debilidad interna en que se encontraba a causa de su transición democrática. Próximamente abordaremos esta temática y la de como la mafia de &#8220;Los Oligarcas&#8221; supo rentabilizar esta situación en su beneficio. <strong>Incluso los episodios luctuosos más recientes del <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/26/paul-klebnikov-el-asesinato-de-la-verdad/" target="_blank">Padrino Berezovski</a> tienen el común denominador de la <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/uy-uy-uy-que-otro-tio-relacionado-con-berezovski-se-ha-muerto-misteriosamente-lo-de-este-personaje-no-es-normal-oiga/" target="_blank">trama negra</a> chechena</strong>, zona en la que <span style="text-decoration:underline;"><strong>Berezovski se hizo de oro negociando con los terroristas islamistas todo tipo de mercancías</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Añadimos el documental en cuestión. Por ahora solamente está en circulación la versión en ruso:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3042544649381549404'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=3042544649381549404'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[SI ESTÁ BIEN DAR LA INDEPENDENCIA A KOSOVO, QUE TAMBIÉN SE LA RECONOZCAN A LOS TERRITORIOS RUSOS DE GEORGIA]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/</link>
<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 22:38:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/22/si-esta-bien-dar-la-independencia-a-kosovo-que-hagan-ahora-lo-mismo-con-los-territorios-rusos-de-georgia/</guid>
<description><![CDATA[Aunque Georgia es oficialmente un país independientemente, hasta hace muy poco tiempo formaba parte ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/04/situacion-de-georgia-en-europa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-116" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/situacion-de-georgia-en-europa.jpg?w=286" alt="" width="220" height="110" /></a><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/04/mapa-de-georgia-con-territorios-autonomos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-117" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/mapa-de-georgia-con-territorios-autonomos.jpg?w=286" alt="" width="266" height="189" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">Aunque Georgia es oficialmente un país independientemente, hasta hace muy poco tiempo formaba parte de la extinata URSS, y en este proceso de desintegración y de nacimiento de este nuevo estado se gestó un conflicto no resuelto aún hoy en día: <span style="text-decoration:underline;"><strong>HAY TERRITORIOS RUSOS DENTRO DE GEORGIA. En concreto las regiones de <a title="Abjasia" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Abjasia" target="_blank">ABJASIA</a> Y <a title="Osetia del Sur" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Osetia_del_Sur" target="_blank">OSETIA DEL SUR</a></strong></span>, que vienen reclamando desde hace años LA PROTECCIÓN DEL GOBIERNO RUSO así como su I<strong>NDEPENDENCIA DE <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank">GEORGIA</a> y la RE-UNIFICACIÓN CON RUSIA</strong>. Estos territorios <span style="text-decoration:underline;"><strong>g</strong><strong>ozan actualmente de un statu quo de independencia de facto RECONOCIDA POR MOSCÚ Y GEORGIA</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;">Recientemente se ha montado un gran revuelo debido a que el presidente ruso, Vladímir Putin, ha ordenado a su Gobierno poner en marcha las medidas para <span style="text-decoration:underline;"><strong>estrechar lazos</strong> con las regiones de Abjasia y Osetia del Sur (hermana de la vecina <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Osetia_del_Norte_-_Alania" target="_blank">Osetia del Norte</a>)</span>, que reclaman su independencia de Georgia, la república a la que pertenecen. Moscú ya advirtió de que apoyaría los secesionismos de estas regiones, que buscan la cercanía de Rusia, en respuesta al aval de occidente a la independencia de la ex provincia serbia de Kosovo. El Gobierno de Georgia ha convocado una <!--more-->eunión de su gabinete de seguridad.&#8221;El Gobierno ruso ha ordenado cooperar con las autoridades de facto de Abjasia y Osetia del Sur, incluyendo la organización de medios de cooperación comercial, económica, social y científica&#8221;, informa el Ministerio ruso de Exteriores a través de un comunicado que, no obstante, no menciona nada sobre el reconocimiento de Rusia a la independencia de estos dos territorios con aspiraciones de secesión en Georgia. <strong>Entre las</strong> <strong>medidas ordenadas al Gobierno ruso está la aceptación de los documentos de identidad emitidos por las autoridades rebeldes de Osetia y Abjasia, el reconocimiento de empresas y organizaciones de ambas regiones y el ofrecimiento de servicios consulares rusos a sus residentes.</strong></p>
<p style="text-align:justify;">La decisión enfurecerá con certeza al <span style="text-decoration:underline;"><strong>Gobierno de <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/17/uy-uy-uy-que-otro-tio-relacionado-con-berezovski-se-ha-muerto-misteriosamente-lo-de-este-personaje-no-es-normal-oiga/" target="_blank">Georgia</a>, que <a href="http://www.voltairenet.org/article135714.html" target="_blank">perdió el control</a> de ambas provincias en los 90 tras una guerra.</strong></span> Pese a ello, <span style="text-decoration:underline;">ningún país, ni siquiera Rusia, ha reconocido la independencia de Osetia y Abjazia.</span> El presidente de Georgia, Mijail Saakashvili, que pretende recuperar el control de ambas regiones y denuncia que Rusia pretende anexionárselas, ha convocado a su gabinete de seguridad para tratar el asunto.</p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.files.wordpress.com/2008/04/bandera-de-abjazia-y-osetia.jpg"><img class="alignright alignnone size-medium wp-image-118" style="float:right;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/bandera-de-abjazia-y-osetia.jpg?w=162" alt="" width="162" height="200" /></a><span style="text-decoration:underline;"><strong><a href="http://www.abc.es/hemeroteca/historico-12-03-2008/abc/Internacional/moscu-reconocera-a-abjasia-y-osetia-si-georgia-entra-en-la-otan_1641715597225.html" target="_blank">Rusia ya amenazó con estrechar sus relaciones con Osetia y Abjazia</a> tras la proclamación unilateral de <a href="http://www.semanarioserbio.com/modules.php?name=News&#38;file=article&#38;sid=2773" target="_blank">independencia</a> de la ex provincia serbia de <a href="http://www.kosovo.net/" target="_blank">Kosovo</a>, el 14 de febrero.</strong></span> El reconocimiento de esta independencia por parte de numerosos países de la UE y por EE UU disgustó a Rusia, que veía un precedente para otros estados separatistas. Moscú repitió la amenaza, mencionando incluso la independencia de Oseia y Abjazia, en la reciente cumbre de la OTAN en Bucarest, en un intento de disuadir a Georgia de su rumbo proatlantista. En este caso <strong>el detonante fue <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/" target="_blank">la promesa de la Alianza de incluir a Georgia entre sus futuros miembros</a>.</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong>Voluntad popular</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;">Al desintegrarse la Unión Soviética, Abjazia y Osetia del Sur rechazaron militarmente a los georgianos y proclamaron su independencia. Junto con el Trasdniéster, estos territorios no fueron reconocidos internacionalmente, ni siquiera por Moscú, que, no obstante, ha repartido generosamente pasaportes rusos a sus habitantes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/relaciones-rusas-con-abjasia-y-osetia-del-sur-copia.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-131" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/05/relaciones-rusas-con-abjasia-y-osetia-del-sur-copia.jpg?w=262" alt="" width="262" height="161" /></a>La Duma Estatal rusa (parlamento) aprobó un documento donde los diputados expresaron sus posturas más radicales a favor de los secesionistas. El texto, que tenía carácter de recomendación y era parte de la estrategia del Kremlin para evitar una nueva ampliación de la OTAN, contemplaba la posibilidad de incorporar a Osetia del Sur a Rusia en nombre de la &#8220;reunificación&#8221; del pueblo osetio residente también en Osetia del Norte (en territorio ruso). <span style="text-decoration:underline;"><strong>Moscú además considera que el reconocimiento unilateral de Kosovo, al que se opuso frente a EE UU y la casi totalidad de la Unión Europa, permite en estos casos de Abjazia y Osetia del Sur manifestar su futura independencia de acuerdo a &#8220;la expresión de la voluntad popular&#8221;.</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Como en otras ocasiones, los recursos en español sobre el tema son escasos, por lo que recomendamos la visión de este reportaje:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ZMEOL0SbD88&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ZMEOL0SbD88&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[LA OTAN QUIERE A UCRANIA Y GEORGIA, Y ADEMÁS INSTALA DEFINITIVAMENTE EL ESCUDO ANTI-MISILES. ¿NO ES ESTO UNA PROVOCACIÓN DIRECTA A LA SOBERANÍA RUSA?]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/</link>
<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 00:29:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/04/06/la-otan-quiere-a-ucrania-y-georgia-y-definitivamente-pone-el-escudo-anti-misiles-%c2%bfque-esto-no-es-una-provocacion-directa-a-la-soberania-rusa/</guid>
<description><![CDATA[La cumbre de la OTAN ha terminado con dos malas noticias para los hombres y mujeres del Forum Univer]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/otan-banderas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-111" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/otan-banderas.jpg" alt="" width="240" height="225" /></a><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/otan-2.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-112" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/otan-2.jpg?w=149" alt="" width="149" height="66" /></a></p>
<p style="text-align:justify;">La <strong><a href="http://elmundo.es/elmundo/2008/04/03/internacional/1207216253.html" target="_blank">cumbre de la OTAN ha terminado</a></strong> con dos malas noticias para los hombres y mujeres del Forum Universitario Ruso-Español: la OTAN quiere como miembros a <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/category/campana-anti-rusa-en-occidente/la-indigestion-de-victor-yuschenko/" target="_blank">Ucrania</a></strong> y <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/el-plan-georgia-le-ha-salido-rana-a-eeuu-de-momento-tendran-que-conformarse-con-su-homonimo-norteamericano/" target="_blank">Georgia</a></strong> (aunque no los admite de momento), y <strong><a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/04/03/internacional/1207238457.html" target="_blank">ratifica el Escudo Antimisiles (DAM)</a></strong>. Además, el corrupto estado albanés, gobernado por las mafias de la droga, y títere de Washington en la secesión kosovar, ha conseguido la &#8220;intocabilidad&#8221; al ser admitido como miembro de pleno derecho (pese a que no es un Estado de Derecho al uso).</p>
<p style="text-align:justify;">Rusia ha mostrado nuevamente <strong><a href="http://www.elpais.com/articulo/internacional/Putin/descarta/nueva/guerra/fria/elpepiint/20080405elpepiint_2/Tes" target="_blank">su generosidad</a></strong> al realizar un <strong><a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2008/04/04/internacional/1207302107.html" target="_blank">llamamiento al trabajo conjunto</a></strong> en la lucha contra el terrorismo a escala internacional, sin embargo, pese a haber puesto a disposición de las fuerzas armadas estadounidenses el uso de un radar de alerta temprana al lado de la frontera del supuesto &#8220;enemigo&#8221; (Irán), George W. Bush declinó la oferta al considerarla &#8220;fuera de sus planes estratégicos&#8221;. Sin duda alguna, esto es una tomadura de pelo, y tal y como ya comentamos con anterioridad, <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/15/%c2%bfpor-que-cuando-en-1962-rusia-desplego-misiles-en-cuba-fue-una-amenaza-y-un-casus-beli-y-si-ahora-eeuu-los-despliega-en-polonia-y-chequia-no-lo-es/" target="_blank">¿POR QUE CUANDO EN 1962 RUSIA DESPLEGÓ MISILES EN CUBA FUE UNA AMENAZA Y UN CASUS BELI, Y SI AHORA EE.UU. LOS DESPLIEGA EN POLONIA Y CHEQUIA NO LO ES?</a></strong>.</p>
<p style="text-align:justify;">Hay que reconocer que la estrategia estadounidense ha sido de nota: pidieron dos cosas para, al <!--more-->menos, conseguir una. Y de esta forma, mediante esta jugada maestra, la administración Bush ha <a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/anti-missile-map-sl.jpg"><img class="alignleft alignnone size-medium wp-image-115" style="float:left;" src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/04/anti-missile-map-sl.jpg?w=278" alt="" width="278" height="300" /></a>conseguido que la OTAN bendiga su escudo antimisiles (que por cierto hará obtener pingües beneficios a más de un mecenas <strong><a href="http://sp.rian.ru/onlinenews/20080327/102341506.html" target="_blank">del Partido Republicano</a>)</strong> a pesar de que dentro de dicho escudo se queda fuera la zona sureste de Europa. Un éxito diplomático de la Administración estadounidense y un futuro gran negocio para las empresas armamentísticas. Un fracaso para la seguridad de todos, porque este proyecto está dirigido a menoscabar la soberanía rusa. Desde los EE.UU. se está ejerciendo una contínua línea de presión tendente a aislar y rodear a Rusia, no solo en el plano metafórico, o incluso en el mediático, si no en un plano mucho más mundano y más cercano a nosotros&#8230; cójanse un mapamundi y comprueben como los EE.UU. y su apéndice politico-militar, la OTAN, <span style="text-decoration:underline;"><strong>están poco a poco <a href="http://sp.rian.ru/analysis/20070427/64547287.html" target="_blank">rodeando</a> físicamente, país por país, como si se tratase de una auténtica tela de araña, a Rusia.</strong></span> En la mayoría de los medios de comunicación occidentales estas posiciones se ven como normales, y sin embargo, estos mismos medios ponen el grito en el cielo cuando Moscú ejerce su influencia en el cono sur americano, pero con la gran diferencia de ser ínfimamente menor en cuanto a intensidad y llevar otra intencionalidad diferente que la del belicoso Bush.</p>
<p style="text-align:justify;">Sin duda alguna será interesante ver la reacción los países OTANicos y sus medios de comunicación cuando empiece a entrar en funcionamiento  la <strong><a href="http://sp.rian.ru/analysis/20080403/102829905.html" target="_blank">cooperación militar directa entre Bielorrusia y Venezuela</a></strong> para <span style="text-decoration:underline;"><strong>la creación de sistemas de defensa antiaérea y de sistemas de guerra electrónica enfocados hacia el norte del continente americano, ¿LO VERÁN LOS EE.UU. CON IGUALES OJOS QUE SU SISTEMA ANTIMISILES EN SUELO EUROPEO?</strong></span>.</p>
<p style="text-align:justify;"><span style="text-decoration:underline;"><strong>ACTUALIZACIÓN:</strong></span></p>
<p style="text-align:justify;">Hemos encontrado este interesante vídeo en la red en el que el ex-jefe de los inspectores de armamento de la ONU (el norteamericano Scott Ritter) explica a la perfección los fines ofensivos y el peligro que implica para Europa la instalación de este auténtico Caballo de Troya:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/8k_U95Pxs4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/8k_U95Pxs4c&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">Y otro más sobre la &#8220;Nueva Guerra Fría&#8221; iniciada por EE.UU.:</p>
<p style="text-align:justify;"><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/L11PfHJGAoo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/L11PfHJGAoo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[PAUL KLEBNIKOV: EL SEGUNDO ASESINATO DE UN PERIODISTA, QUE "SALPICÓ" A BEREZOVSKI]]></title>
<link>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/26/paul-klebnikov-el-asesinato-de-la-verdad/</link>
<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 12:49:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Información INDEPENDIENTE sobre Rusia</dc:creator>
<guid>http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/26/paul-klebnikov-el-asesinato-de-la-verdad/</guid>
<description><![CDATA[Paul Klebnikov nació en Nueva York en el seno de una familia de emigrantes rusos con una gran tradic]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><a title="hlebnikov-pol.jpg" href="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/hlebnikov-pol.jpg"><img src="http://forumuniversitario.wordpress.com/files/2008/03/hlebnikov-pol.jpg" alt="hlebnikov-pol.jpg" align="left" /></a><strong><a href="http://www.forbes.com/home/2004/07/12/cz_sf_0712steveforbes.html" target="_blank">Paul Klebnikov</a></strong> nació en Nueva York en el seno de una familia de emigrantes rusos con una gran tradición política y militar; su bisabuelo fue almirante en la Armada Rusa y formó parte del ejército de los Rusos Blancos, fué asesinado por los Bolcheviques; su tatarabuelo Ivan Pouschine participó en la revuelta de Diciembre de 1825. Klebnikov estudió en St. Bernard&#8217;s School y en el Phillips Exeter Academy, para más tarde graduarse en Berkeley, en<span> </span>la Universidad de California en 1984. Realizó una tesis doctoral en la London School of Economics sobre Pyotr Stolypin, el primer ministro reformista de la época de los zares..</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify">Klebnikov se unió a Forbes en 1989 y se forjó una gran reputación como periodista de investigación en el mundo de corrupción y negocios de la era post-Soviética. Ascendió a la posición de Editor jefe, especializado en economía y política de Rusia y del Este de Europa, y posteriormente se convirtió en el primer Editor de la edición rusa de Forbes cuando fue lanzada en abril de 2004.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><span><!--[if !supportEmptyParas]--> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify">Saltó finalmente a la fama tras escribir el libro <em><strong><a href="http://www.amazon.com/exec/obidos/ASIN/0156013304/financialsenseon" target="_blank">“El Padrino del Kremlin: El Declinar de Rusia en la Era de los Mafiosos Capitalistas”</a></strong></em> (Forbes, Septiembre 2000), una <strong><a href="http://www.tol.cz/look/TOLnew/tolprint.tpl?IdLanguage=1&#38;IdPublication=4&#38;NrIssue=15&#38;NrSection=1&#38;NrArticle=311&#38;ST1=body&#38;ST_T1=tol&#38;ST_AS1=1&#38;ST_max=1" target="_blank">biografía del magnate ruso Boris Berezovski</a></strong>. En el artículo que<!--more--> dió origen al libro del mismo título, Paul Klebnikov acusaba directamente a Berezovski de estar detrás del <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2008/03/19/vlad-listyev-el-primer-amigo-de-berezovski-que-murio-misteriosamente/" target="_blank">asesinato del periodista Vlad Listyev</a></strong>.   <strong><a href="http://www.voltairenet.org/article123312.html" target="_blank">Berezovski</a></strong> se mostró <strong><a href="http://forumuniversitario.wordpress.com/2007/11/05/%c2%bfquien-es-boris-berezovski-%c2%bfpor-que-muere-toda-la-gente-que-le-roza/" target="_blank">abiertamente crítico</a></strong> con los escritos de Klebnikov, particularmente un artículo publicado en Forbes en 1996 acerca de sus supuestas actividades criminales. En 2003 Klebnikov publicó su segundo libro “<em>Conversaciones con un Bárbaro: Diálogo con un Comandante Checheno acerca de los bandidos y el islam</em>”, en el que Klebnikov aporta la transcripción de la conversación que sostuvo durante 15 horas con el capo mafioso, político, y comandante terrorista Khozh-Ahmed Noukhaev; el libro trataba a fondo el crimen organizado en Chechenia.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><strong>El Asesinato</strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify">El 9 de julio de 2004, Klebnikov fue abordado en Moscú por un grupo de desconocidos en mitad de la noche, que <strong>le dispararon al menos nueve disparos </strong>desde un coche en marcha. Klebnikov fue alcanzado por 4 disparos a los que inicialmente sobrevivió, pero <strong>murió desangrado al ser trasladado al hospital </strong>debido a que <strong>la ambulancia tardó casi un hora en acudir al lugar </strong>de la tragedia, y <strong>acudió sin botellas de oxigeno</strong>, y por si esto fuera poco, casualmente <strong>el ascensor del hospital al que fue trasladado se rompió con Klebnikov en el interior del mismo cuando estaba siendo trasladado al quirófano.</strong> Antes de que perdiera la vida, Klebnikov les dijo a sus amigos que fue atacado por una persona de apariencia eslava. El Editor de la versión rusa de la revista Forbes que el asesinato es “definitivamente relacionado con su actividad profesional”, y de hecho la revista señaló a alguno de los 100 hombres más ricos de Rusia elaborada por Klebnikov en mayo de 2004 como uno de los instigadores del asesinato.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify">El 7 de octubre de 2004 Roman Slivkin , un miembro del Servicio de Seguridad Federal de la Federación Rusa, fue arrestado como sospechoso de haber estado involucrado en el asesinato de<span> </span>Klebnikov.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify"><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;" align="justify">El 29 de noviembre de 2004, los dos principales sospechosos (ambos chechenos) Kazbek Dukuzov y Valid Agayev fueron arrestados en Bielorrusia. Fueron trasladados a la prisión del KGB de Minsk y fueron puestos a disposición de las autoridades rusas casi tres meses después. El retraso en la extradición fue debido a que las autoridades bielorusas no procedieron a realizar el mismo hasta que recibieron pruebas fehacientes por parte del gobierno ruso de la implicación de estos 2 sospechosos en el atentado.De acuerdo con las pruebas presentadas por el Fiscal Jefe ruso, los chechenos involucrados en el asesinato formaban parte de una banda criminal que entre otras actividades se dedicaba a los asesinatos por encargo.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify">El juicio comenzó el 10 de enero de 2006, a puerta cerrada, debido a que las autoridades rusas decretaron secreto sumarial debido a que determinada documentación relacionada con el caso contenía información sobre las técnicas y métodos secretos de vigilancia utilizados por las fuerzas de orden público. Todos los acusados se declararon no culpables. Al poco de comenzar, la juez titular de la investigación, Mariya Komarova, enfermó, y el 13 de febrero de 2006, conforme a lo estipulado en la ley rusa, fue reemplazada por un nuevo juez, Vladimir Usov. Debido a esta circunstancia, el juicio hubo que iniciarlo de nuevo desde el origen, incluyendo una nueva selección de jurado. Finalmente, el juicio finalizó el 5 de mayo de 2006 con un veredicto de no culpabilidad para todos los acusados que a continuación fueron puestos en libertad.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p class="MsoNormal" align="justify">El 9 de noviembre de 2006 el Tribunal Supremo anuló la sentencia y ordenó un nuevo juicio. Se programó el inicio del nuevo juicio para febrero de 2007, pero se retrasó un mes debido a que uno de los sospechosos se dio a la fuga. Mientras tanto otro de los acusados fue condenado a 9 años de prisión debido a una estafa.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><span><!--[if !supportEmptyParas]--> </span></p>
<p class="MsoNormal" align="justify">En agosto de 2006 una fuente cercana al caso confesó a la agencia Reuters que l<strong>a investigación se estaba centrando en una posible conexión entre el asesinato de Klebnikov y su investigación periodística sobre la <span style="text-decoration:underline;">malversación de los fondos públicos destinados</span> a la reconstrucción de <span style="text-decoration:underline;">Chechenia</span> (región duramente golpeada por el terrorismo islamista-independentista durante la última década, Y <span style="text-decoration:underline;">REGIÓN EN LA QUE BEREZOVSKI, <em>EL PADRINO DEL KREMLIN</em>, POSEE MUCHOS INTERESES</span>).</strong> El hermano de Paul Klebnikov, Michael, afirmó que era una notable coincidencia que los mismos ocho miembros del jurado que estaban dirimiendo el caso de su hermano, habían sido los mismos que habían juzgado el asesinato de Yan Sergunin, el antiguo primer ministro de Chechenia, y con quien Paul Klebnikov había estado en contacto. Sergunin fue asesinado en un restaurante a las afueras de Moscú justo 2 semanas antes del asesinato de Klebnikov.</p>
<p class="MsoNormal" align="justify"><!--[if !supportEmptyParas]--></p>
<p class="MsoNormal" align="justify">El 17 de diciembre de 2007 el juicio se ha reiniciado, pero se ha tenido que volver a detener debido a que Kazbek Dukuzov, el principal implicado, se encuentra desaparecido</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
