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	<title>bienal &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/bienal/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "bienal"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 01:00:49 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Bienal de Arte de Venecia rompe récord de visitantes]]></title>
<link>http://mortonsubastas.wordpress.com/2009/11/25/bienal-de-arte-de-venecia-rompe-record-de-visitantes/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 16:34:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>louismorton</dc:creator>
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<description><![CDATA[El tradicional Bienal de Arte de Venecia, en su quincuagésima edición, registró un récord de persona]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2><span style="color:#008000;"><img class="aligncenter" title="Bienal de Arte Viena" src="http://farm3.static.flickr.com/2489/4133213567_040cef44b0_o.jpg" alt="" width="591" height="254" /></span></h2>
<h2><span style="color:#008000;">El tradicional Bienal de Arte de Venecia, en su quincuagésima edición, registró un récord de personas que asistieron entre junio y noviembre de 2009 con más de 375 mil personas.</span></h2>
<p>Según informaron los organizadores, el número de visitantes aumento el 18% en relación con la edición pasada que se celebró en el año 2007.<!--more--></p>
<p>Del número de visitantes se estima que un total de 130 mil sean estudiantes, según informó el Bienal por un comunicado.</p>
<p>Esta exposición de arte contemporánea que se presenta en la ciudad de Venecia, en Italia, suele presentarse cada dos años exhibiendo numerosos trabajos de artistas latinoamericanos.</p>
<p>Para esta edición se utilizó el lema “Crear mundos”, debido a que participaron artistas de 77 países, de los cuales fueron un total de 30 países latinoamericanos los que presentaron sus creaciones mas recientes.</p>
<p>En esta ocasión Daniel Birnbaum, director del evento, rompió con la tradición de exponer solo las obras realizadas y mostró el proceso creativo del artista, desde su visión hasta la conclusión de la obra.</p>
<p>La Bienal premió con el León de Oro a Yoko Ono y John Baldessari, por ser artistas que han revolucionado el lenguaje del arte.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[7ª Bienal de Artes do Mercosul]]></title>
<link>http://corporalidades.wordpress.com/2009/11/24/7%c2%aa-bienal-de-artes-do-mercosul/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 18:43:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Machado</dc:creator>
<guid>http://corporalidades.wordpress.com/2009/11/24/7%c2%aa-bienal-de-artes-do-mercosul/</guid>
<description><![CDATA[O Blog Corporalidades, que está acostumado a textos mais reflexivos, desta vez tráz um serviço aos l]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O Blog Corporalidades, que está acostumado a textos mais reflexivos, desta vez tráz um serviço aos l]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A estética da 7º Bienal do Mercosul.]]></title>
<link>http://cafeferrolho.wordpress.com/2009/11/24/a-estetica-da-7%c2%ba-bienal-do-mercosul/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 15:43:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>albertobina</dc:creator>
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<description><![CDATA[Nesse final de semana fui à Bienal do Mercosul no Cais do Porto. Eu estava em débito com essa visita]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Nesse final de semana fui à Bienal do Mercosul no Cais do Porto. Eu estava em débito com essa visita, mas não perderia muito caso deixasse de ir&#8230; sim, fiquei decepcionado! Mas a estrutura era ótima, organização impecável e um local quase imbatível falando-se em grandes eventos de arte na capital gaúcha:</p>
<p><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-458" title="cais" src="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais.jpg?w=300" alt="" width="266" height="199" /></a></p>
<p><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais.jpg"></a><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais-2.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-459" title="cais 2" src="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais-2.jpg?w=300" alt="" width="266" height="172" /></a></p>
<p>Eu fiquei decepcionado pois a arte entregue não era facilmente digerida, cada espaço necessitava de, no mínimo, uns 30 minutos para assistir aos vídeos ou ouvir os milhares de fones de cada exposição, além disso, sem monitor, iam-se mais uns 30 minutos de reflexão para não chegar em lugar algum. Ou seja, em uma tarde de domingo (que começa tarde!) não consegue-se tempo nem para experienciar integralmente um dos 4 espaços em exposição.</p>
<p>Conclusão, a obra se torna superficialmente estética, ela não entrega conceito, acaba entregando muito menos do que se propõe, o que era pre ser um evento popular com cunho educacional, acaba virando uma desculpa para tirar os filhos de casa e outros infelizmentes&#8230;</p>
<p>Mesmo assim, analisando pela estética, eu gostei bastante de um vídeo que mostra um sujeito magro, vestido de cuecão e com uma máscara  &#8220;mucha lucha&#8221;, ele fazia uns movimentos aleatórios e tinha uma outra reprodução no chão desse mesmo sujeito deitado, sofrendo e com objetos reais que pareciam lixo sobre ele, realidade aumenteda pura:</p>
<p><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/22-11-09_1736.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-460" title="22-11-09_1736" src="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/22-11-09_1736.jpg?w=240" alt="" width="240" height="300" /></a></p>
<p><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/22-11-09_1736.jpg"></a><a href="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais3.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-461" title="cais3" src="http://cafeferrolho.wordpress.com/files/2009/11/cais3.png?w=300" alt="" width="300" height="245" /></a></p>
<p>Então, se precisarerm tirar os filhos de casa, vale dar um olhada no sujeito, o nome dele é José Alejandro Restrepo, a obra, Ficções do Invisível, mais <a href="http://www.fundacaobienal.art.br/7bienalmercosul/pt-br/jose-alejandro-restrepo" target="_blank">aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Paul Sietsema]]></title>
<link>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/21/paul-sietsema/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 03:27:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>elversodeluniverso</dc:creator>
<guid>http://elversodeluniverso.wordpress.com/2009/11/21/paul-sietsema/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ptH3GsQ6PyU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ptH3GsQ6PyU&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A ousada festa  da estética ]]></title>
<link>http://demetriopereira.wordpress.com/2009/11/18/a-ousada-festa-da-estetica/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 18:12:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>Demétrio Rocha Pereira</dc:creator>
<guid>http://demetriopereira.wordpress.com/2009/11/18/a-ousada-festa-da-estetica/</guid>
<description><![CDATA[Reportagem publicada no Jornal da Universidade. TEXTO DEMÉTRIO PEREIRA E LUCIANE COSTA FOTOS FLÁVIO ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Reportagem publicada no Jornal da Universidade</em>.</p>
<p><strong>TEXTO</strong> DEMÉTRIO PEREIRA E LUCIANE COSTA</p>
<p><strong>FOTOS</strong> FLÁVIO DUTRA</p>
<div id="attachment_624" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><a href="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6746.jpg"><img class="size-full wp-image-624" title="CENTRAL - Bienal-6746" src="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6746.jpg" alt="bienal" width="290" height="436" /></a><p class="wp-caption-text">Tecnologias audiovisuais ocupam um espaço maior em relação a edições anteriores da Bienal </p></div>
<p>Olhares intrigados é o que mais se vê pelos pavilhões e corredores da 7.ª Bienal do Mercosul. Divididas Entre armazéns do Cais do Porto, o Santander Cultural e o Museu de Arte Ado Malagoli do Rio Grande do Sul (MARGS), as sete exposições desta edição, intitulada <em>Grito e Escuta</em>, mantêm a tradição de provocar estranhamento. Mas, como alertou o presidente da Fundação Bienal do Mercosul, Mauro Knijnik, na abertura do evento para a imprensa, esta é uma bienal “diferente, não convencional”. Todas as edições, de certa forma, fugiram do convencional (Voltaire Schilling que o diga). Ainda assim, neste ano há novidades. Com um corpo de curadores composto quase completamente de artistas (a exceção é a crítica argentina Victoria Noorthoorn, que forma o par de curadores-gerais com o chileno Camilo Yañez), <em>Grito e Escuta </em>tem como vértices mais característicos a interação com o público e a cidade, a proposta de pensar os processos de criação artística e um espaço nunca antes tão vasto para as tecnologias audiovisuais, como filmes, programas de computador interativos e fones de ouvido que pendem do teto.</p>
<p>São sete mostras pautadas por diferentes conceitos: a transparência e a intimidade do pensamento do artista através do desenho (<em>Desenho das Ideias</em>, no MARGS); o processo artístico e a relação do artista com as obras (<em>Biografias coletivas </em>e <em>Ficções do invisível</em>, nos armazéns A5 e A4, respectivamente); a estranheza e a ideia de instabilidade (<em>Absurdo</em>, no Armazém A3); o diálogo com a cidade e o espaço público (<em>Texto público</em>, no Armazém A5 e em diversos pontos de Porto Alegre); vídeos e trabalhos de projeção luminosa (<em>Projetáveis</em>, no Santander Cultural) e a dinamicidade das obras representada em modificações programadas para ocorrer ao longo da mostra (<em>Árvore Magnética</em>, no Armazém A6).</p>
<p><strong>Escambo de desejos</strong> &#8211; Evidentemente, essas rápidas descrições não fazem justiça à riqueza e à diversidade do que se exibe em cada exposição. No trabalho <em>A Grande Troca</em>, alocado em <em>Biografias Coletivas</em>, o francês Nicolas Floc’h apresenta objetos feitos de madeira que correspondem, em tamanho real, aos desejos materiais de adolescentes do Morro da Cruz: instrumentos musicais e fardamento para uma banda, goleiras e bola para o futebol; de residentes do edifício da Comunidade Autônoma Utopia e Luta: material para a pintura do prédio; e de alunos e funcionários de uma escola do bairro Lami: uma van para suprir a carência de transporte coletivo no bairro.</p>
<p>Os próprios entrevistados pelo artista construíram os objetos, e a ideia, que era a de que o público da Bienal os trocasse por seus respectivos “reais”, já está consumada: curadores e representantes de museus trocaram quase tudo, inclusive a van.</p>
<p>Outra proposta que trabalha com a questão do desejo é <em>Ponto de Gravidade</em>, do coletivo <em>Provisório Permanente</em>, formado pelos argentinos Victoriano Alonso, Eduardo Besualdo, Hernán Soriano e Pedro Wainer. Em locais específicos da cidade, tiras de papel são distribuídas para os passantes. Estes escrevem o que desejam nos bilhetes e os colocam em balões, que são lançados ao céu, carregando anseios anônimos que passeiam no ar até aterrissarem. Como o endereço eletrônico dos artistas está impresso nos papéis, quem encontra as bexigas entra em contato, e os pontos de decolagem e pouso são marcados em um mapa de Porto Alegre situado no armazém A5. Na última vez em que a reportagem do JU esteve lá, um balão lançado próximo ao Mercado Público recém havia sido encontrado em Viamão.</p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_626" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><strong><a href="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6516.jpg"><img class="size-full wp-image-626" title="CENTRAL - Bienal-6516" src="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6516.jpg" alt="bienal3" width="290" height="193" /></a></strong><p class="wp-caption-text">Réplicas de prédios públicos são pintadas livremente em Monumentos Vandalizáveis, de José Carlos Martinat</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Arte-camaleão</strong> &#8211; Em cima do Palácio do Itamaraty, o Congresso Nacional. Amontoam-se também o prédio do Ministério da Justiça, o Centro Administrativo de Porto Alegre, a Catedral de Brasília, o Museu de Arte e a Pinacoteca de São Paulo, as logomarcas do Banrisul e da Gerdau. No início da Bienal, a brancura dessas maquetes gigantes, confeccionadas pelo peruano José Carlos Martinat, ainda esperava a tinta dos pincéis e <em>sprays </em>convenientemente disponibilizados para o público. Pouco tempo após a abertura à visitação (e participação), esses “símbolos do poder” já estavam completamente coloridos de rabiscos, assinaturas, carimbos, declarações de amor, protestos, desenhos, versos de paz e xingamentos. A cada dia, a obra <em>Monumentos Vandalizáveis </em>é modificada por um público cuja espontaneidade costuma ser reprimida por alguns desses poderes, que têm suas casas pintadas no armazém A6 do Cais do Porto.</p>
<p>Em <em>Árvore Magnética</em>, trabalhos como o de Martinat passarão por pelo menos dez transformações. Isso tanto insere o tempo no eixo de compreensão das obras como demonstra que a arte não é estanque e convida a um retorno constante do público – “e da imprensa”, completa Mario Navarro, artista chileno encarregado da curadoria da exposição. “Esse conceito foi desenvolvido especialmente para a mostra e busca permitir ao público uma visão mais ampla do período que ela dura”, observa.</p>
<p>Para ele, a proposta está inscrita em uma ideia segundo a qual a Bienal não é apenas entretenimento: “Pensamos que se pode desenvolver conhecimento em função das obras de arte. No caso da <em>Árvore Magnética</em>, tem a ver com o fato de o artista sempre estar pensando que sua obra está em desenvolvimento, e não definida”, explica.</p>
<p>O também chileno Diego Fernandez, em <em>Protocolo Ouro Preto</em>, articula essas modificações para tratar da responsabilidade política da arte. São diversas salas contíguas, acessíveis apenas depois de a parede que as separa ser derrubada. No interior de cada um desses espaços são exibidos vídeos – na primeira, filmagens de Porto Alegre remetem, esteticamente, ao documentário <em>O triunfo da vontade</em>, em que a cineasta Leni Riefenstahl retrata a convenção do Partido Nazista de 1934; na última, serão mostradas as cenas da depredação de todas as paredes.</p>
<div id="attachment_625" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><strong><a href="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6712.jpg"><img class="size-full wp-image-625" title="CENTRAL - Bienal-6712" src="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6712.jpg" alt="bienal2" width="290" height="193" /></a></strong><p class="wp-caption-text">A duna determina os contornos da imagem em Cair em si, de Márcia X</p></div>
<p><strong> </strong><strong>Dialogando com o absurdo </strong><strong>–</strong> Uma mulher de cabelos compridos enche calmamente copos com um líquido esbranquiçado que escorre de uma concha. A projeção é feita em uma das dunas formada pela areia depositada no armazém A3 por vinte caminhões. Os alunos da Escola Estadual Maria das Neves Petry, de Novo Hamburgo, observam com curiosidade a ação da artista carioca Márcia X, falecida em 2004, e autora de <em>Cair em si</em>, que integra a mostra <em>Absurdo </em>– uma das que mais impacto causa no público.</p>
<p>Lá, a mudança também faz parte da ordem do dia: o espaço e o suporte das obras se alteram ao longo do evento. Com curadoria da brasileira Laura Lima, a mostra tem como foco a instabilidade que é expressa, por exemplo, nas marcas na areia feitas pelo caminhar dos visitantes e pelas brincadeiras esculturais das crianças, que instigam o questionamento sobre os limites formais da arte.</p>
<p>A organização da Bienal, por meio de seu Projeto Pedagógico, trouxe escolas das redes pública e articular do estado para as dunas do armazém A3. Frente ao absurdo, crianças e adolescentes demonstravam espanto e excitação em relação a imagens tão diferentes do que estão acostumados. A estudante de Novo Hamburgo Miquele Cardoso, ao saber que viria a Porto Alegre para o evento, imaginou algo semelhante às pinturas que vê na telenovela <em>Caras e Bocas – </em>a concepção de arte que conhecia até então.</p>
<p>Com o auxílio dos mediadores, os alunos eram incentivados a pensar naquilo que observavam, ao que, com frequência, surgiam questionamentos como “qual é o objetivo desta obra?”. A resposta vinha com um convite à reflexão: “Vocês interpretam!”. Segundo a professora Maria Lucia Cattani, chefe do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da UFRGS, é característica da arte – não só da contemporânea – não ser algo fechado, permitindo diferentes olhares sobre si.</p>
<p>A argentina Marina de Caro, curadora do Projeto Pedagógico da Bienal, esclarece que as crianças devem ter um contato particular com as obras antes de terem sua interpretação mediada: “A proposta é que eles entendam as idéias primeiro, por meio de uma experiência, e, depois, comecem a receber informação.</p>
<p>Os próprios professores podem mediar porque eles sabem o que estão trabalhando com os pequenos, com quais áreas podem relacionar: a ideia de transformação do meio ambiente, da geometria, da história&#8230; São ferramentas de pensamento, e trata-se de um pensamento transversal, não linear”, considera.</p>
<p>Em relação aos demais visitantes, a mediação leva em conta um observador com olhar refinado: “Procuramos considerar um público que tem conhecimento, que maneja muita informação e que tem a possibilidade de falar. Promovendo um trabalho com fichas práticas, também há como associar as obras a diferentes áreas do saber. Então não é mediar a arte em si mesma, mas sim em diálogo com a realidade, com outras disciplinas, com o saber próprio de cada espectador”.</p>
<p>&#160;</p>
<div id="attachment_627" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6525.jpg"><img class="size-full wp-image-627" title="CENTRAL - Bienal-6525" src="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/central-bienal-6525.jpg" alt="bienal3" width="510" height="338" /></a><p class="wp-caption-text">Brincadeiras na areia interagem com obras e reforçam ideia de instabilidade proposta pela mostra Absurdo, no Armazém A3 do Cais do Porto</p></div>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<h2><strong>No concreto da cidade e no intangível do virtual</strong></h2>
<div id="attachment_628" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><a href="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/capa-manchete-biena-flavio-dutra.jpg"><img class="size-full wp-image-628" title="CAPA - Manchete - Biena - Flávio Dutra" src="http://demetriopereira.wordpress.com/files/2009/11/capa-manchete-biena-flavio-dutra.jpg" alt="bienal4" width="290" height="436" /></a><p class="wp-caption-text">&#34;A obra de arte na era da reprodutibilidade técnica&#34;</p></div>
<p>Uma das características desta e das outras bienais é levar a arte a espaços não convencionais, empreendendo uma invasão da cidade. Claro, há mostras no MARGS e no Santander Cultural, locais cuja função evidente é abrigar exposições, mas as obras ganham também os armazéns do Cais, o Mercado Público, o Parque da Redenção e as ruas da cidade.</p>
<p>O artista pernambucano Paulo Bruscky, no primeiro dia da Bienal, realizou a performance <em>Poesia Viva, </em>na qual voluntários vestiram camisetas com letras que formavam palavras aleatórias. No trajeto entre o Mercado Público e o MARGS, a arte invadiu o cotidiano do movimentado Centro de Porto Alegre. Já o antigo palacete Casa dos Leões, localizado na Rua dos Andradas, ganhou novas formas sob a intervenção do paulista Henrique Oliveira. Pelas portas e janelas da <em>Casa Monstro </em>– como ficou conhecida a instalação <em>Tapume </em>–, se espalha uma massa disforme, semelhante a um tumor. Feita de compensado, ela chama a atenção de quem passa pela calçada.</p>
<p>As intervenções no dia a dia, porém, não duram apenas o período das bienais. Quase todas deixaram monumentos como herança. As “escadarias” (<em>Cascata</em>, de Carmela Gross) e o “pier” (<em>Olhos Atentos</em>, de José Resende), que se tornaram ponto de encontro na orla do Guaíba, foram presentes de edições passadas, assim como a <em>SuperCuia</em>, de Saint Clair Cemin, descrita recentemente pelo diretor do Memorial do Rio Grande do Sul, Voltaire Schilling, como “a exaltação de um superúbere de uma vaca premiada”.</p>
<p>Publicado no jornal Zero Hora, o artigo do historiador, <em>A Capital dasMonstruosidades</em>, trouxe para a arena pública uma polêmica nunca resolvida. A crítica à “feiúra” de alguns monumentos da cidade foi recebida com os aplausos de quem acredita na arte como representação do belo e com as vaias daqueles que defendem a multiplicidade, a provocação e o estranhamento atribuídos à arte contemporânea ainda que a renovação estética também tenha sido promovida pelo Modernismo. Na Bienal do Mercosul, há uma evidente hegemonia da segunda concepção, e é ela que permite a incorporação artística de novos suportes e tecnologias.</p>
<p>A mostra <em>Projetáveis</em>, por exemplo, reúne peças inscritas via Internet. A seleção, inovadora por si só, foi realizada a partir de um edital aberto. Entre vídeos, jogos interativos e performances de VJs e DJs, o requisito era a possibilidade de reprodução na web. Dos mais de 800 candidatos de cerca de cinquenta diferentes países, foram selecionados 19, que ocupam o prédio do Santander Cultural e podem ser vistos pelo site <em><a href="http://www.bienalmercosul.art.br/projetaveis">www.bienalmercosul.art.br/projetaveis</a></em></p>
<p>Computadores e projetores parecem uma transgressão, mas a professora do Instituto de Artes da UFRGS Maria Lucia Cattani, que participa da Bienal na mostra <em>Desenho das Ideias, </em>lembra que a arte sempre foi mediada por ferramentas: “O pincel já era uma tecnologia. Quanto a esse uso, que pode ser visto em <em>Projetáveis</em>, o tempo vai dizer se permanece ou não”.</p>
<p>Em <em>Moonwalk, </em>do tcheco Martin Kohout, por exemplo, vemos uma cena criada a partir de repetitivos carregamentos de imagens vazias do site Youtube, compondo uma pirâmide de barras de <em>streaming</em>. Já <em>Drawing for Filó, </em>do eslovaco Oto Hudec, reproduz em uma parede o relato de uma cozinheira angolana que mora em Portugal, enquanto, simultaneamente, é projetado no chão o desenho de uma paisagem que vai se formando conforme a descrição da entrevistada sobre a aldeia em que cresceu.</p>
<p>Se em anos anteriores as Bienais do Mercosul estabeleceram uma tradição de aproximação com o público, a sétima edição traz no nome essa intenção de comunicação, de diálogo. A <em>“Grito e Escuta” </em>não seria exagero acrescentar “Resposta”<em>. </em>Talvez por isso a proposta venha acumulando sucessos de crítica e visitação. As vozes do Mercosul, reunidas em Porto Alegre, têm encontrado muitos ouvidos dispostos a escutar.</p>
<p>&#160;</p>
<h2>O lado B da Bienal</h2>
<p>Até mesmo o que é diferente e desafia os padrões tem o seu lado B. A partir de uma iniciativa de jovens artistas gaúchos, a maioria deles estudantes do Instituto de Artes da UFRGS, foi criada em 2007 a Bienal B. Paralela à do Mercosul, ela está em sua segunda edição e tem alcançado a meta de divulgar a arte  regional. Em 2009, são obras de 266 artistas expostas em 38 espaços, que vão de galerias a bares, tendo como centro de convergência um <em>shopping center</em>. Assim, o público esbarra na arte e é convidado a  dialogar com ela.</p>
<p>Segundo a curadora do evento, a artista plástica Isabel de Castro, a ideia surgiu da percepção de que havia uma demanda tanto de pessoas querendo expor quanto de um público disposto a acompanhar, apesar da recorrente escassez de visitantes em mostras de artes visuais: “Isso está relacionado com a fruição da obra, pois é diferente de um show de rock, em que uma banda pequena toca para milhares de pessoas ao mesmo tempo. A gente ainda não tem essa cultura de que um museu, por exemplo, pode atrair muita gente e que isso terá um retorno. Temos de criar isso”, justifica.</p>
<p>Profissionalizar o artista plástico regional é um dos objetivos mais fortes da curadoria, formada por professoras. A intenção é abandonar o romantismo do ofício e ir atrás de espaço – por isso, cada inscrito deveria articular o local para expor seu trabalho. As propostas que, por algum motivo, ainda não estavam maduras e não eram bem visualizáveis, receberam um parecer do que poderia ser melhorado e o incentivo a levar adiante o projeto, mesmo que desvinculado da Bienal B.</p>
<p>Vale dizer que a Bienal B não pretende se opor ao grande evento que movimenta a capital gaúcha a cada dois anos. É apenas uma forma de aproveitar a visibilidade de um momento no qual a cidade vive para as artes visuais: “Nós somos um movimento independente e queremos somar. A Bienal do Mercosul é internacional, há uma troca com a comunidade, mas não é propriamente do artista daqui. A Bienal B entra como contribuição para Porto Alegre e para a produção regional”, diz Isabel.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veneza - 2o dia (Bienal e volta)]]></title>
<link>http://solnatoscana.wordpress.com/2009/11/17/veneza-2o-dia-bienal-e-volta/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 17:02:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>andrearonqui</dc:creator>
<guid>http://solnatoscana.wordpress.com/2009/11/17/veneza-2o-dia-bienal-e-volta/</guid>
<description><![CDATA[Ié ié! Fui na Bienal de Veneza! Viva! Acordei no domingo e&#8230; rua. Deixei minha chave na recepçã]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ié ié! Fui na Bienal de Veneza! Viva!</p>
<p>Acordei no domingo e&#8230; rua. Deixei minha chave na recepção, junto com a minha mochila (graças aos céus, porque estava muito pesada e eu andei *muito* nesse dia).</p>
<p>Bom, a Bienal tinha, além de pequenas mostras espalhadas por toda a cidade, dois grandes pavilhões: nos <em>Giardini</em> (Jardins), pelo que entendi, é onde fica o pavilhão oficial, como o nosso do Ibirapuera. Esse era o mais longe. O outro era no Arsenale, e foi para lá que fui primeiro.</p>
<p>Tentei fazer um caminho diferente do que tinha feito no dia anterior, o que não é muito difícil em Veneza. Pelo contrário: passar duas vezes pelo mesmo lugar é uma coisa que não acontece muito quando se vai pela primeira vez. Fui em direção da Piazza San Marco, que ficava no caminho, pois pretendia ir ao Palazzo Ducale antes. Chegando lá, antes de tudo procurei alguma coisa para comer, porque eu não tinha comido nada ainda.</p>
<p>Ainda comendo pensei que não valeria a pena pagar caro para entrar se eu tinha o tempo contado, e resolvi deixar o Palazzo Ducale para uma próxima vez. Fui direto para o Arsenale, e foi a melhor coisa que fiz.</p>
<p>Cheguei lá às 10h30. Para a minha alegria, paguei meia na entrada da Bienal (8 euro). A segunda alegria foi começar a mostra com uma obra que achei demais e descobri que era da Lygia Pape: a primeiríssima obra da entrada principal do Arsenale (entitulada &#8220;Ttéia I, C&#8221;). Eram fios dourados finíssimos dispostos do teto ao chão, numa sala escura, e iluminados apenas em alguns pontos, de forma que você só via algumas partes dos fios. <a href="http://www.designboom.com/weblog/cat/10/view/6861/lygia-pape-tteia-i-c-at-venice-art-biennale-09.html" target="_blank">Essas imagens </a>dão uma idéia, mas imaginem essa sala ainda mais escura e só com os fios no campo de visão (nem entendi por que essas fotos estão tão iluminadas, se o efeito interessante é justamente a ilusão de raios de luz).</p>
<p>Teve ainda outro brasileiro nesse pavilhão, o Cildo Meireles, com outra obra que ficou entre as minhas preferidas (o link das fotos vai no final do post). Gostei muito também do trabalho do chileno Ivan Navarro (as &#8220;portas&#8221; de neon e o &#8220;poço&#8221; BED).</p>
<p>Muita coisa legal, muita coisa maluca, mas no geral gostei muito. Tinha bastante trabalho usando vídeo, de maneiras não tão nonsense, o que me surpreendeu.</p>
<p>Às 14h saí do <em>Arsenale</em> e foram 20 minutos de caminhada até os <em>Giardini</em>. Alegria, alegria. Minha alegria durou até eu perceber que tinha alterado a resolução das fotos da máquina para VGA, no meio da outra exposição (para fotografar algumas legendas), e tinha esquecido de voltar! Argh! Mas passou.</p>
<p>Eu não tinha muito tempo: às 16h tinha que começar minha jornada de volta para o albergue (para pegar minhas coisas) e a estação, que ficavam do ooooutro lado da cidade. Minha meta era ver o pavilhão principal e o brasileiro, e o que viesse seria lucro.</p>
<p>No principal tinha várias obras que me chamaram a atenção. Uma delas era do alemão Hans-Peter Feldmann (&#8220;Shadow Play&#8221;), uma instalação com um jogo de movimento e sombras de objetos (veja as fotos).</p>
<p>O nosso pavilhão tinha fotos de Luís Braga e pinturas de Denis Uchôa. Achei pequeno, mas visitando os outros descobri que todos eram. Lá encontrei um grupo de 3 brasileiras.</p>
<p>Ainda consegui visitar vários outros pavilhões (Egito, Veneza, Polônia, Grécia, Israel). E aí, hora de ir embora.</p>
<p>Como eu tinha calculado, foi mais ou menos 1 hora até voltar para o outro lado. Peguei minha mochila e no caminho para a estação (entre 5 e 10 minutos), parada rápida para um sorvete com chantilly. Meu trem saía às 17h57 e, desta vez, era um desses trens &#8220;ordinários&#8221;, ou seja, sem lugar marcado e com mais paradas.</p>
<p>De Venezia Santa Lucia tive que ir até Bologna, onde cheguei às 20h e de onde partiria outro trem para Firenze &#8211; Santa Maria Novella às 20h45. A volta foi cansativa e juntou ao meu cansaço do dia todo.</p>
<p>Mas valeu muuuuito a pena! Veneza é uma cidade clássica, que todo mundo deveria conhecer um dia na vida. Canais no lugar das ruas, pontes no lugar de faixas de pedestres, as lojas de máscaras (liiindas), as osterias escondidas entre os becos. É um lugar como nenhum outro.</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/andrearonqui/Veneza2oDiaBienal#" target="_blank">FOTOS VENEZA 2o DIA (Bienal)</a></p>
<p>PS1: não fedia<br />
PS2: dica para visitantes de primeira vez: não olhe tanto para os mapas; deixe-se perder e ocupe seus olhos com as ruas, as casas, os canais, e vai acabar chegando aonde precisa.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mapping Venecia]]></title>
<link>http://jomarijo.wordpress.com/2009/11/17/mapping-venecia/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 14:26:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>jomarijo</dc:creator>
<guid>http://jomarijo.wordpress.com/2009/11/17/mapping-venecia/</guid>
<description><![CDATA[“Hoy en día, la abstracción ya no es la del mapa, la del doble, la del espejo o la del concepto. La ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://jomarijo.wordpress.com/files/2009/11/mapa-venecia-009.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-964" title="mapa venecia 009" src="http://jomarijo.wordpress.com/files/2009/11/mapa-venecia-009.jpg" alt="" width="450" height="298" /></a></p>
<p><!-- 		@page { size: 21cm 29.7cm; margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="text-align:right;">“Hoy en día, la abstracción ya no es la del mapa, la del doble, la del espejo o la del concepto. La simulación no corresponde a un territorio, a una referencia, a una sustancia, sino que es la generación por los modelos de algo real sin origen ni realidad: lo hiperreal. El territorio ya no precede al mapa ni le sobrevive. En adelante será el mapa el que preceda al territorio.”</p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Adobe Caslon Pro,serif;"><span style="font-size:small;">Jean Baudrillard <em>Cultura y simulacro</em></span></span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Adobe Caslon Pro,serif;"><span style="font-size:small;"><em><a href="http://jomarijo.wordpress.com/files/2009/11/mapa-venecia-09.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-966" title="mapa venecia 09" src="http://jomarijo.wordpress.com/files/2009/11/mapa-venecia-09.jpg" alt="" width="450" height="298" /></a><br />
</em></span></span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="font-family:Adobe Caslon Pro,serif;"><span style="font-size:small;"><em><br />
</em></span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Anunciada equipe de curadores da 29.ª Bienal de SP]]></title>
<link>http://karolnews.wordpress.com/2009/11/17/anunciada-equipe-de-curadores-da-29-%c2%aa-bienal-de-sp/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 11:32:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>karolnews</dc:creator>
<guid>http://karolnews.wordpress.com/2009/11/17/anunciada-equipe-de-curadores-da-29-%c2%aa-bienal-de-sp/</guid>
<description><![CDATA[SÃO PAULO - Como estratégia para driblar o curto prazo que se tem para a realização da 29.ª Bienal d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>SÃO PAULO - Como estratégia para driblar o curto prazo que se tem para a realização da 29.ª Bienal de São Paulo &#8211; menos de um ano, já que está marcada para ocorrer em 2010, entre 21 de setembro e 12 de dezembro, a diretoria da instituição anunciou na tarde desta segunda, 16, a equipe de cinco curadores estrangeiros que ajudarão no processo de concepção da mostra e na escolha de artistas participantes.</p>
<p>Além de Moacir dos Anjos e Agnaldo Farias, curadores-chefes da exposição, anunciados anteriormente, ainda vão compor o time: como convidados, a espanhola Rina Carvajal, do Miami Art Museum; o sul-africano Sarat Maharaj, que vive em Londres, onde é professor na Universidade Goldsmiths, e também na Universidade de Lund e na Academia de Artes de Malmo, ambas na Suécia; como assistentes, o angolano Fernando Alvim, que dirige A Trienal de Arte de Luanda; a japonesa Yuko Hasegawa, do Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; e a espanhola Chus Martinez, curadora-chefe do Museu de Arte Contemporânea de Barcelona.</p>
<p>No anúncio, feito na Fundação Bienal de São Paulo, o presidente da instituição, Heitor Martins, afirmou que na semana passada o Ministério da Cultura aprovou os orçamentos tanto do pré-projeto (de R$1,6 milhão) quanto do projeto da 29.ª Bienal (de R$ 29,3 milhões) para captação de recursos por meio da Lei Rouanet.</p>
<p>Martins ainda disse que do montante total a instituição já tem R$ 13,25 milhões (R$ 12,5 milhões por patrocínio do Banco Itaú e outras empresas e ainda R$ 750 mil livres). &#8220;Fechamos um ciclo que iniciamos em abril (quando ele foi convidado a se candidatar a presidente da entidade), em que afirmamos categoricamente que íamos tentar fazer a Bienal em 2010&#8243;, disse o empresário Heitor Martins, sócio-diretor da empresa internacional de consultoria McKinsey.</p>
<p>A mostra terá como tema principal a relação entre Arte e Política &#8211; 26 artistas já estão confirmados, sendo que apenas dois deles foram divulgados, Cildo Meireles e Arthur Barrio, nomes de uma geração com trajetória iniciada nos anos 1960. &#8220;Eles vão apresentar obras inéditas na exposição&#8221;, afirmou Moacir dos Anjos, completando que &#8220;vários artistas&#8221; vão produzir trabalhos novos para a Bienal. &#8220;Convidamos os curadores como interlocutores que nos ajudassem na realização de uma Bienal internacional. Eles são outras vozes em lugares distintos, outras percepções para trabalharmos a plataforma Arte e Política&#8221;, afirmou Moacir dos Anjos.</p>
<p>Ainda como parte da &#8220;rede&#8221;, fazem parte da equipe da 29.ª Bienal a artista Stella Barbieri (responsável pelo projeto educativo); a arquiteta Marta Bogéa (expografia); André Stolarski (design e produção gráfica); Jacopo Crivelli Visconti (trabalhou para a entidade na gestão passada de Manoel Pires da Costa e agora retorna com a função de fazer a relação institucional da Bienal com instituições estrangeiras); e de Helmut Batista, diretor do projeto Capacete (vai ser o curador do programa de residências da exposição).</p>
<p>Na coletiva de imprensa foi perguntado o que de contemporânea terá a 29.ª Bienal, que tem em sua equipe tanto curadores quanto outros profissionais que já participaram de edições da exposição &#8211; Rina Carvajal, por exemplo, esteve na curadoria da 24.ª Bienal; ou mesmo o anúncio de artistas como Meireles e Barrio, nomes constantes das grandes mostras e do circuito.</p>
<p>&#8220;Vai ser uma Bienal com uma leitura contundente e com olhar crítico para refletir sobre o mundo de hoje&#8221;, afirmou Rina &#8211; Moacir disse que muitos artistas da lista de participantes serão jovens criadores. &#8220;Este é um projeto de refundação da Fundação Bienal de São Paulo e o papel da arte brasileira é outro, já que o Brasil está entrando no mapa de maneira diferente. Os países emergentes já emergiram&#8221;, disse o sociólogo Laymert Garcia dos Santos, membro da diretoria da Bienal de São Paulo como representante do Ministério da Cultura.</p>
<p> Fonte: Estadao</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Banka kurmanın yanında banka soymak nedir ki ¿]]></title>
<link>http://topraksiz.wordpress.com/2009/11/16/banka-kurmak/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 20:35:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>topraksiz</dc:creator>
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<description><![CDATA[Ünlü Alman şairi Bertolt Brecht böyle soruyor. &#8211; Ünlü dedim ancak ben daha kendileri ile yeni ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ünlü Alman şairi Bertolt Brecht böyle soruyor. &#8211; Ünlü dedim ancak ben daha kendileri ile yeni ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[VII Bienal Internacional do Livro]]></title>
<link>http://movimentarecife.wordpress.com/2009/11/16/vii-bienal-internacional-do-livro/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 15:14:07 +0000</pubDate>
<dc:creator>movimentarecife</dc:creator>
<guid>http://movimentarecife.wordpress.com/2009/11/16/vii-bienal-internacional-do-livro/</guid>
<description><![CDATA[Por: Cecília Guerra A sétima edição da Bienal do Livro ocorreu entre os dias 02 e 12 de outubro no C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Por: Cecília Guerra</p>
<p>A sétima edição da Bienal do Livro ocorreu entre os dias 02 e 12 de outubro no Centro de Convenções, em Olinda, e foi um sucesso.<br />
A expectativa da organização do evento era superar o volume de 550 mil pessoas da última edição, e este ano mais de 600 mil pessoas passaram pelo local.<br />
Foram mais de 1 milhão e 800 mil livros vendidos,  superando a marca da feira de 2007, com 600 mil livros.<br />
Uma das novidades foi o aumento de um dia de evento, que estrategicamente coincidiu com o dia das crianças, então,  quem pode passar algum dia na Bienal percebeu que a quantidade de livros infantis era imensa!<br />
Os jornalistas Raimundo Carreiro e Evaldo Costa foram os homenageados:  Evaldo ainda ganhou durante o evento o prêmio &#8220;grande traça literária&#8221;, por causa da grande quantidade de livros que ele já leu.<br />
O evento cria um ambiente atrativo ao leitor, sejam adultos ou crianças, com palestras, oficinas, debates, despertando o interesse pela cultura através da leitura, e ainda tem a vantagem de ter a entrada democraticamente grátis.<br />
Para 2011, a Bienal ainda promete maior interatividade com recursos tecnológicos e palestras em teatros próximos.<br />
Agora é só aguardar a próxima&#8230;</p>
<p>Assista!!!</p>
<p>Filmagens: Cecília Guerra<br />
Edição: Ana Carolina Marinho</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/UOcr4wdPbzs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/UOcr4wdPbzs&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fotografia sem câmera]]></title>
<link>http://laizek.wordpress.com/2009/11/16/fotografia-sem-camera/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 11:57:33 +0000</pubDate>
<dc:creator>laizek</dc:creator>
<guid>http://laizek.wordpress.com/2009/11/16/fotografia-sem-camera/</guid>
<description><![CDATA[Os fotógrafos estão inovando cada dia mais, a criatividade está fluindo fantasticamente, desta forma]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Os fotógrafos estão inovando cada dia mais, a criatividade está fluindo fantasticamente, desta forma]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Veneza - 1o dia]]></title>
<link>http://solnatoscana.wordpress.com/2009/11/14/veneza-1o-dia/</link>
<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 21:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>andrearonqui</dc:creator>
<guid>http://solnatoscana.wordpress.com/2009/11/14/veneza-1o-dia/</guid>
<description><![CDATA[Bom, eu tinha que ver a Bienal de Veneza antes que ela acabasse no dia 22 de novembro. Então vim par]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Bom, eu tinha que ver a Bienal de Veneza antes que ela acabasse no dia 22 de novembro. Então vim para Veneza.</p>
<p>O bilhete de trem que comprei saía da estação Firenze Rifredi &#8211; as saídas dessa estação são mais baratas do que de Santa Maria Novella-, então tive que pegar um trem de S.M. Novella até Rifredi e esperar lá pelo meu trem-mesmo.</p>
<p>Tudo certinho, ele chegou por volta das 17h30/17h40. Cheguei em Venezia Mestre às 20h30. Achei meu albergue, que não era muito longe da estação, o Hotel Giovannina. Era decentezinho, com exceção da privada quebrada e da internet wi-fi que era paga e cara. Em resumo, um lugar para dormir.</p>
<p>Comi os lanchinhos que tinha feito em casa, entrei na internet um pouco e fui dormir. O quarto já estava ocupado por 2 americanas que não quiseram papo. Tinha a beliche vazia, então peguei o lugar de cima; o de baixo era muito grudado no de cima. No meio da noite, chegou uma mulher que ficou na cama de baixo. A noite foi meio agitada com isso tudo.</p>
<p>Acordei, me arrumei e já fui para a rua. Peguei um chocolate quente na maquininha e lá fui eu pegar o ônibus para o Piazzale Roma, o ponto principal do centro da cidade, na ilha.</p>
<p>Chegando aqui, uns 15-20 minutos depois, fui procurar o outro albergue para deixar minha mochila. Feito isso, fui dar uma volta e depois me encontrei com as meninas &#8211; Junia, Holly e Rosangela &#8211; para irmos a pé até a Piazza San Marco.</p>
<p>O trajeto normalmente (diz-se que) leva 35 minutos, mas fomos fazendo paradinhas aqui e ali para fotos, comidas e doces. Chegamos à Piazza San Marco e eu e a Ro entramos na Basílica, enquanto as outras duas foram ver o resto lá fora.</p>
<p>Não podia fotografar na Basílica, e eu até consegui me segurar até ver dezenas de pessoas fotografando, com flash e barulhinhos de clic. Acabei sacando a minha máquina e tirando algumas fotos também (sem flash e sem barulhinho). É muito bonita! Acho que mais por dentro do que por fora. Eu perdi a bronca que eu tinha de igrejas, aprendendo a observar os ornamentos e arquiteturas com outros olhos.</p>
<p>Saímos, fomos procurar um restaurante bem longe daquele clima turí$tico e depois de nos perder, achamos por acaso uma osteria muito fofa com donos mais fofos ainda. Comi um penne alla putanesca com vinho artesanal da região do Veneto.</p>
<p>Da osteria fomos até Rialto, e depois voltamos para a estação, mas todo esse trajeto cheio de fotos e paradas&#8230; Tudo encanta em Veneza.</p>
<p>As meninas foram embora (elas estão hospedadas em Verona) e eu fui para o meu albergue sem pressa.</p>
<p>Chegando aqui, depois de uma certa confusão com a senhorinha da recepção (ela não achava meu nome na reserva&#8230; sorte que a mulher da manhã tinha deixado um papel com meu nome e o número escrito colados na minha mochila), consegui a chave do quarto. Naquele esquema: o seu quarto não fica aqui, fica ali do outro lado da rua&#8230; Argh! não gosto disso, mas vamos lá&#8230;</p>
<p>O quarto é pequeno, com 4 camas. Tinha uma japonesa já deitada lendo na cama (eram 19h). Ela disse que tinha que acordar às 5 da manhã para pegar o trem. Fui tomar banho e qual não foi a minha surpresa quando vi que o chuveiro ficava num cubículo onde só se tomava banho (não era um banheiro de verdade) e, pra piorar, a porta não trancava!</p>
<p>Aí me deu um tilt e eu pensei &#8220;vou ver como é o banheiro do outro andar&#8221;. Assim que eu saí vi que do meu lado tinha um&#8230; banheiro! de verdade! com privada, pia e chuveiro com box! &#8220;É aqui mesmo&#8221;. E consegui tomar um bom banho.</p>
<p>Depois disso, conversei um pouco com as meninas (agora tinha uma chinesa também) e vim descarregar as fotos e falar no skype. Falei um pouco com meu gatinho e daqui a pouco vou dormir. Amanhã quero aproveitar bem o dia, porque meu trem parte às 18h para Firenze.</p>
<p>Amanhã é dia de Bienal. A Bienal de Veneza! Ié!</p>
<p><a href="http://picasaweb.google.com.br/andrearonqui/Veneza1oDia" target="_blank">FOTOS DE VENEZA &#8211; 1o dia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pra pensar... ]]></title>
<link>http://conspirar.wordpress.com/2009/11/09/pra-pensar-4/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 01:53:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabricio Pessoa</dc:creator>
<guid>http://conspirar.wordpress.com/2009/11/09/pra-pensar-4/</guid>
<description><![CDATA[Esse sou eu, com a camiseta oficial da Bienal de Istambul de 2009. Interessante questão, essa&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-large wp-image-998" title="091120091784-001" src="http://conspirar.wordpress.com/files/2009/11/091120091784-001.jpg?w=762" alt="091120091784-001" width="466" height="623" /></p>
<p>Esse sou eu, com a camiseta oficial da Bienal de Istambul de 2009.</p>
<p>Interessante questão, essa&#8230;</p>
<p>What keeps mankind alive? O que mantem a humanidade viva? Alguém se habilita a responder?</p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[8 Bienal de Arquitetura]]></title>
<link>http://deborahpk.wordpress.com/2009/11/08/8-bienal-de-arquitetura/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 12:39:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>deborahpk</dc:creator>
<guid>http://deborahpk.wordpress.com/2009/11/08/8-bienal-de-arquitetura/</guid>
<description><![CDATA[Como arquiteta e urbanista devo dizer que esta bienal deixou a desejar. Para os que tiverem a oportu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como arquiteta e urbanista devo dizer que esta bienal deixou a desejar.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xmy-1iZFBVg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xmy-1iZFBVg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Para os que tiverem a oportunidade de assistir as palestras, estão bem selecionadas.</p>
<p><a href="http://www.8bia.com.br/" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-931" title="9bia" src="http://deborahpk.wordpress.com/files/2009/11/9bia.jpg" alt="9bia" width="420" height="547" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[bienal sesc de dança 2009]]></title>
<link>http://hibridizacoes.wordpress.com/2009/11/08/bienal-sesc-de-danca-2009/</link>
<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 01:50:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>hibridizacoes</dc:creator>
<guid>http://hibridizacoes.wordpress.com/2009/11/08/bienal-sesc-de-danca-2009/</guid>
<description><![CDATA[perfumeparargamassa    &#8230;cliqueaqui&#8230;]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.mostrasescdeartes.com.br/bienaldanca2009/?p=163" target="_blank">perfumeparargamassa    &#8230;cliqueaqui&#8230;</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[8ª Bienal Internacional de Arquitetura - 8ª BIA]]></title>
<link>http://helenadegreas.wordpress.com/2009/11/05/8%c2%aa-bienal-internacional-de-arquitetura-8%c2%aa-bia/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:34:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>helenadegreas</dc:creator>
<guid>http://helenadegreas.wordpress.com/2009/11/05/8%c2%aa-bienal-internacional-de-arquitetura-8%c2%aa-bia/</guid>
<description><![CDATA[8ª BIA - 8ª Bienal internacional de Arquitetura Com o tema &#8220;Ecos Urbanos&#8221;, a Bienal de 2]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_15" class="wp-caption aligncenter" style="width: 160px"><a href="http://www.flickr.com/photos/bienalinternacionaldearquitetura/3923339814/"><img class="size-thumbnail wp-image-15" title="3923339814_b8edb2c3b9" src="http://helenadegreas.wordpress.com/files/2009/11/3923339814_b8edb2c3b9.jpg?w=150" alt="3923339814_b8edb2c3b9" width="150" height="100" /></a><p class="wp-caption-text">8ª BIA - 8ª Bienal internacional de Arquitetura</p></div>
<p>Com o tema &#8220;Ecos Urbanos&#8221;, a Bienal de 2009 aborda os conceitos: espacialidade, conectividade, originalidade e sustentabilidade. Rosana Ferrari, presidente executiva da 8ª BIA explica que a Bienal pretende falar sobre a responsabilidade do arquiteto na concepção dos espaços coletivos. Ela ainda afirma que mesmo a construção com finalidade social tem de ter originalidade, conectar a malha urbana e ser pensado em sua totalidade. Alunos de arquitetura: 3ª é de graça!  Vamos combinar o dia de nosso encontro por lá? A visita orientada pode valer pontos como Atividade Complementar. Estou no aguardo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[FMI anda la puta que te pario]]></title>
<link>http://djaneborba.wordpress.com/2009/11/05/fmi-anda-la-puta-que-te-pario/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 14:44:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>djaneb</dc:creator>
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<description><![CDATA[Foram 2 intervenções. 1989 &#8211; 20 Bienal Internacional de São Paulo 1989 &#8211; Bienal de Venez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center;display:block;'><object width='400' height='330' type='application/x-shockwave-flash' data='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=9049795918638390913'><param name='allowScriptAccess' value='never' /><param name='movie' value='http://video.google.com/googleplayer.swf?docId=9049795918638390913'/><param name='quality' value='best'/><param name='bgcolor' value='#ffffff' /><param name='scale' value='noScale' /><param name='wmode' value='window'/></object></span></p>
<p>Foram 2 intervenções.</p>
<p>1989 &#8211; 20 Bienal Internacional de São Paulo</p>
<p>1989 &#8211; Bienal de Veneza.</p>
<p>Fui uma espécie de assistente do artista na articulação e produção da performance. Loyola me contatou pela primeira vez durante uma exposição na Funarte. Foi à Venezuela. No mês da Bienal voltou ao Brasil. Quando chegou eu tinha uma turma da pesada: Adriana Consorte, Aúreo Gabriel, Caca Diniz e o saudoso Dilson Marinho. Aos poucos outros artistas começaram a nos procurar e Juan começou um processo de articulação política que espalhou aos quatro cantos da arte que alguma coisa iria acontecer. O ambiente em São Paulo ainda era tenso. Há muito tempo ninguém sumia de verdade, mas era preciso certa coragem para a rampa da Bienal no dia de sua inauguração, com um grupo organizado, todos de branco, com as máscaras do Mc Donalds  e gritar FMI anda la puta que te pario. Juan levou sua visão crítica sobre a os lamentos e as dores do povo sul americano com as pressões econômicas do FMI a importantes personalidades Não fomos presos devido ao prestigio de Juan Loyola.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[8ª Bienal de Arquitetura]]></title>
<link>http://coffeedesign.wordpress.com/2009/11/04/8%c2%aa-bienal-de-arquitetura/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 00:47:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Debora Peixoto</dc:creator>
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<description><![CDATA[E pra aqueles que apreciam arquitetura assim como eu, entre os dias 31 de outubro e 6 de dezembro ac]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>E pra aqueles que apreciam arquitetura assim como eu, entre os dias 31 de outubro e 6 de dezembro acontece na Bienal do Parque do Ibirapuera em São Paulo, a 8ª Bienal de Arquitetura.O  tema deste ano, denominado &#8221;Ecos Urbanos&#8221; trata-se da urbanização em grandes cidades e enfatizando os dois grandes eventos que vão ocorrer aqui no Brasil : A Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016;</p>
<p>Além disso, vai existir uma exposição sobre 12 cidades ou países que já abrigaram mega eventos, assim como a exposição de 50 trabalhos de países que pertencem à UIA (União Internacional dos Arquitetos), mais 25 obras e 25 projetos em uma àrea dedicada à Expo Brasil.</p>
<p>É isso. Acho que vale bastante à pena dar uma conferida. Pretendo dar uma passadinha lá no fim de semana, se possível publico fotos. Beijos</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[A feira e a bienal]]></title>
<link>http://depintoribeiro.wordpress.com/2009/11/03/a-feira-e-a-bienal/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:28:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>depintoribeiro</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como fiquei em Forno Alegre, aproveitei o feriado e fui visitar a 55ª Feira do Livro que está muito ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como fiquei em Forno Alegre, aproveitei o feriado e fui visitar a <a href="http://www.feiradolivro-poa.com.br/" target="_self">55ª Feira do Livro </a>que está muito bem esteticamente falando. Não me cabe avaliar os livros, pois seria impossível, já que não tenho esta competência. Percebe-se uma melhoria significativa na ambientação, na distribuição das barracas, no leiaute do barzinho, no site, da revista com a programação e do palco onde acontecem pequenos shows. Aliás, se houver uma nova apresentação, não percam o quarteto de trombones da PUCRS tocando rock:  biscoito finíssimo! Já comprei meu livro em espanhol de praxe, da Isabel Allende e agora só vou bisbilhotar e, amanhã, assistir à Elisa Lucinda.  Como já estava na Praça da Alfândega aproveitei para visitar outros <em>sites</em> da Bienal: o Santander Cultural e o MARGS. O Santander, de longe, é o mais interessante.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[UNStudio - Changing Room]]></title>
<link>http://ark8i.wordpress.com/2009/11/03/unstudio-changing-room/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:12:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Cnel_Rodrigombia</dc:creator>
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<description><![CDATA[&nbsp; Instalación de UNStudio para la Bienal de Venecia &#8216;08 &#8220;Out There: Architecture Be]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2462/4072041165_fab03e94eb.jpg"><img class="alignnone" title="Changing Room" src="http://farm3.static.flickr.com/2462/4072041165_fab03e94eb.jpg" alt="" width="500" height="333" /></a></p>
<p>Instalación de <a title="UNStudio" href="http://www.unstudio.com/">UNStudio</a> para la <a title="biennale" href="http://biennalecorporate.ogilvy.it/it/Home.html">Bienal de Venecia</a> &#8216;08 &#8220;Out There: Architecture Beyond Building&#8221; llamada &#8220;Changing room&#8221;</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/ruSKI4hTuww&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/ruSKI4hTuww&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Esta instalación de <a title="UNStudio" href="http://www.unstudio.com/">UNStudio</a> para la <a title="biennale" href="http://biennalecorporate.ogilvy.it/it/Home.html">Bienal de Venecia</a> &#8216;08 consiste en el entorno generado por una envolvente que se curva y gira sobre sí misma siendo al mismo tiempo suelo pared y techo de una habitación cambiante. El interior y exterior quedan separados por una única superficie. Se trata en el fondo de la experimentación con los materiales. En el interior de la instalación se encuentra un mundo caleidoscópico que nos invita al voyerismo.</p>
<p><a href="http://farm3.static.flickr.com/2725/4072805160_8d3c19d0dd.jpg"><img class="alignnone" title="Changing Room" src="http://farm3.static.flickr.com/2725/4072805160_8d3c19d0dd.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3526/4072045221_5fb7450897.jpg"><img class="alignnone" title="Changing Room" src="http://farm4.static.flickr.com/3526/4072045221_5fb7450897.jpg" alt="" width="333" height="500" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[8ª. edição da Bienal Internacional de Arquitetura começa amanhã]]></title>
<link>http://fdenoticias.wordpress.com/2009/10/30/8%c2%aa-edicao-da-bienal-internacional-de-arquitetura-comeca-amanha/</link>
<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:44:43 +0000</pubDate>
<dc:creator>fdenoticias</dc:creator>
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<description><![CDATA[Evento começa amanhã e termina no dia 06 de novembro A abertura oficial da 8ª. edição da Bienal Inte]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Evento começa amanhã e termina no dia 06 de novembro A abertura oficial da 8ª. edição da Bienal Inte]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Un lindisimo Martes :) Michael y Magia :)]]></title>
<link>http://lisviaje.wordpress.com/2009/10/29/un-lindisimo-martes-michael-y-magia/</link>
<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 20:40:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lisss</dc:creator>
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<description><![CDATA[Los martes empiezan temprano, salgo apurada de mi casa jaja hoy x fin llegué temprano! Bueno, las cl]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;">Los martes empiezan temprano, salgo apurada de mi casa jaja hoy x fin llegué temprano! Bueno, las clases estuvieron normales, interesantes y provechosas, io como siempre me senté con mi amiga Paola (q aparte de que no parece q tuviera una hija de 6 años es metalera) y bueno luego de eso caminamos un rato, ella se fue a recogerle a su hija al cole, y io me fui en un bus, si psss ósea ya ha pasado más de un mes y hasta ahora no me había subido a un bendito bus, asi q tomé la línea 7, y su última parada fue el Mall del Rio, sin embargo como era tan tempranísimo no había abierto todavía (abren a las 10) asi q me regresé y me baje en el Milenium, no entré solo pasé hasta el Super Maxi, y miré y compre mi agua <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  luego caminé de vuelta <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  al llegar a la casa, me senté a leer, si psss x cierto, ya aburrida del internet, me fui a chismear la biblioteca, y encontré un libro de Verne <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  asi q sin pensarlo le dije a la seño pa leer (no te preocupes Ma‘ siempre pido permiso pa todo) y me fui a cuarto a leer!! Q satisfacción, hace tiempo q no tenía un buen libro en mi mano <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  leí hasta el almuerzo, luego hice la siesta, luego me desperté y seguí leyendo… hasta q la Nena me dijo pa ir a mirar una q otra presentación de la Bienal y fuimos pss con Diego P y JuanDi (chico amor imposible de la Nena), fuimos paseamos, miramos y nos volvimos a la casa… a eso de las 5 la nena me dijo pa ir al Milenium pa comprar entradas pa el cine <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  fuimos! Compramos, volvimos y nos fuimos de nuevo a la casa de uno de sus mejores amigos El Teddy jaja el chico este tiene plata x millones y vende aquí carros de los EEUU y le está vendiendo una lap a la Nena. Luego de eso volvimos pa la casa, pero io me bajé de auto pa comprar otra entrada al cine ^^ ya q el Paquico también iba a ir… luego de eso nos fuimos pa la iglesia hogar (q como cada martes es interesante)</p>
<p style="text-align:right;">Bueno, hoy mi hasta entonces convicción plena de no creer en magos y q la magia no es una cosa q me llame la atención (ya q no me gusta sentirme estafada) fue intempestivamente manchada ya q el hermano de Rene,(uhmmmm no se cómo se llama) es Mago <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  si, ese es su oficio, no sé, de eso vive, pero estando allí en su casa, me di cuenta que tenía como un ciento de juegos de casinos así q toda inocente le dije, asu tantas cartas!! Y él me dijo a q no sabes q soy mago??? Weno io había oído pero no pensé q fuera a tal punto, y le dije bueno como q los magos… no se… aver? Jaja y él me hizo dos fabulosos trucos que por mas q me esforcé y no pestañeé la verdad no tengo ni la más mínima idea de cómo lo hizo… la verdad  ahora si q creo en los magos <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  quedé muy sorprendida <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:right;">Luego de la iglesia hogar, nos fuimos a la casa, ya estaba Paquico esperándonos, y nos fuimos rumbo al cine <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  (ahhh x cierto íbamos a ver el pre estreno de la peli de Michael Jackson: This is it!) Bueno, allí estaban los amigos, y también Juan Diego, nos sentamos y vimos la pelí, debo decir q realmente me gustó, mucho mucho, jaja a cada cuarto de hora me decía q xq el Sat no estaba aquí jeje fue muy chvr! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  salimos y nos vinimos aquí directo a dormir!!</p>
<p style="text-align:right;">Bueno luego de dos sucesos importantes de hoy: magia y Michael Jackson no tengo palabras más q decir GRACIAS mami y papi <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' />  y bueno sin olvidar los éxitos pa el Sat y miles de saludos pa mis amigos!! Dulces sueños!</p>
</div>]]></content:encoded>
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