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	<title>biourban &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "biourban"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 01:39:25 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[novas_descobertas - novos_horizontes]]></title>
<link>http://projetoamarelo.wordpress.com/2008/03/27/novas_descobertas_novos_horizontes/</link>
<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 23:03:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>Yvens Giacomini</dc:creator>
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<description><![CDATA[Como eu já venho dizendo nos textos passados, muita coisa mudou. A mudança mais radical foi aquela p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como eu já venho dizendo nos textos passados, muita coisa mudou. A mudança mais radical foi aquela primeira, quando eu mudei de tema para o atual. As demais acontecem a todo instante, cada vez que eu pesquiso e me aprofundo em qualquer coisa relacionada ao meu TCC.</p>
<p>Desde que eu comecei as orientações com a professora Célia Maria Escanfella, em fevereiro, meu horizonte foi mudando, ou melhor, se estendendo, porque tive contato com mundos gigantes e diferentes entre si, mas que combinados em doses homeopáticas, resultarão no meu trabalho final.</p>
<p>Difícil é gerenciar tanta informação, de tão variados mundos, e extrair o essencial sem ser muito generalista ou muito específico e parcial. Por isso, talvez, eu demore tanto para passar para as próximas etapas. Estou em busca desses sumos para poder fundir tudo de uma só vez.</p>
<p>Informações recentes me levaram a fazer novos recortes, novas abordagens. Compartilho com vocês agora essas descobertas e digo como elas influenciam no Projeto Amar.elo (clique nos links pra saber mais):</p>
<p align="left"><b>::Descoberta do número de praças existentes na cidade:: </b></p>
<p>Primeiro fiquei feliz em saber que o <a href="http://www.capital.sp.gov.br/portalpmsp/homec.jsp" target="_blank">site</a> da prefeitura de São Paulo é bem completo. Nunca tinha entrado, então fiquei surpreso com a enorme quantidade de informação publicada lá. Às vezes não tem alguns dados específicos de uma região, porque o site depende das informações que cada subprefeitura repassa.</p>
<p>São exatamente 4.408 praças públicas, espalhadas por centenas de sub-bairros, que são divisões dos <font color="#000000"><span class="ind1e">96 distritos oficiais; que por sua vez, são de responsabilidade das 31 <a href="http://portal.prefeitura.sp.gov.br/secretarias/subprefeituras" target="_blank">subprefeituras</a> do município.</span></font></p>
<p>Com todos esses números fica até difícil se decidir  por uma, pra começar a atuar. Mas de uma coisa já fico ciente, os acordos devem ser feitos com a subprefeitura do local.</p>
<p><b>::Descoberta do projeto PraçAção::</b></p>
<p>Em abril a prefeitura <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=1546" target="_blank">contratou</a> 62 equipes para a limpeza e a manutenção das praças. Aqueles &#8220;laranjinhas&#8221; que cortam grama e varrem o lixo fazem parte dessas equipes. Mas pelo jeito não foi suficiente, por isso criaram um novo projeto.</p>
<p>O projeto <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=7266" target="_blank">PraçAção</a> foi iniciado em outubro de 2005. É um projeto da prefeitura para a conservação das praças públicas. Como vimos o número de praças na cidade é enorme, portanto o governo resolveu investir também  em parcerias com a sociedade civil. Qualquer empresa ou associação pode adotar uma praça, se responsabilizando por mantê-la limpa e &#8220;saudável&#8221;, vamos dizer assim. Com a adoção, o governo liberaria o parceiro a colocar uma placa informando o responsável pela praça. Parece que no início do projeto mais de 300 parcerias foram estabelecidas, e no começo de 2006, já eram quase 500. O projeto visa estabelecer programas de lazer em algumas praças, trazendo atividades físicas e culturais nos fins-de-semana, que envolveriam não só as pessoas do bairro como também alunos e funcionários de colégios públicos.</p>
<p>Não sei as quantas andam agora em 2008, o projeto e a atividade desses programas divulgados. Só sei que  uma lei (<a href="http://ww2.prefeitura.sp.gov.br//cidadelimpa/home/default.html" target="_blank">Lei Cidade Limpa</a>) criada pelo atual prefeito, Gilberto Kassab, que determinou acabar com a poluição visual na cidade de São Paulo, entra em confronto com esse acordo estabelecido do Projeto PraçAção. A lei é bem clara: &#8221; Segundo as novas regras, fica totalmente proibida, por exemplo, a colocação de peças de propaganda em ruas, parques, praças, postes, torres, viadutos, túneis, faixas acopladas à sinalização de trânsito, laterais de prédios sem janelas e topos de edifícios.&#8221;</p>
<p>Essa relação e atrito de leis devem ser investigados a fim de saber se uma futura ação gráfica nas praças poderia ser entendida pela prefeitura como poluição visual. Pois sabemos que não é só propagandas que poluem a cidade. Aliás, a prefeitura andou pintando muros pichados e tem ficado pior que caderno universitário rasurado com &#8220;<i>liquid paper</i>&#8220;.</p>
<p><b>::Descoberta do Projeto BioUrban::</b></p>
<p>Minha maior surpresa foi descobrir que alguém estava pensando na mesma coisa que eu, e no mesmo período. Li sobre o Projeto BioUrban no Jornal do Cambuci &#38; Aclimação. Estava na primeira página do jornal, com a foto do mentor do projeto, Jeff, e uma chamada em letras garrafais: &#8220;Arte no escadão&#8221;. Jeff Anderson é na verdade um artista plástico e estudante de ciências sociais na PUC-SP. Ele decidiu intervir no espaço urbano de modo a trazer vida à cidade. Para tal, propõe a recuperação social, ambiental e arquitetônica. Ele agiu primeiramente em uma escadaria do bairro do Cambuci, entre as ruas Oliveira Campos e Oliveira Lima. Com influência do artista e arquiteto austríaco Friedensreich Hundertwasser, ele recuperou o espaço através da decoração com o próprio lixo que estava jogado lá. Foi ajudado por moradores da comunidade de bairro e instalou na escadaria uma livraria pública, que não exige cadastro prévio para pegar um dos mais de 350 livros disponíveis. Detalhe: esse é o TCC dele! (acho que no mínimo, ele mandou muito bem! hehe)</p>
<p>Para saber mais, acesse os links abaixo:</p>
<p>*<a href="http://www.midiaindependente.org/pt/red/2008/02/412768.shtml" target="_blank">Proposta do projeto</a></p>
<p>*<a href="http://fotologue.jp/jeffanderson#/6103026/6409194" target="_blank">Fotos do projeto</a></p>
<p>*<a href="http://projetoamarelo.wordpress.com/2008/03/27/novas_descobertas_novos_horizontes/materia-do-jornal-projeto-biourban/" rel="attachment wp-att-17" title="Matéria do jornal">Matéria do jornal</a><a href="http://projetoamarelo.wordpress.com/files/2008/03/projeto_biourban_jornal.jpg" title="Matéria do jornal (projeto BioUrban)"> </a></p>
<p><a href="http://projetoamarelo.wordpress.com/files/2008/03/projeto_biourban_jornal.jpg" title="Matéria do jornal (projeto BioUrban)"></a><br />
<b> ::Descoberta do novo layout de placas no Rio de Janeiro::</b></p>
<div style="text-align:center;"><img src="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/foto/0,,13212559-EX,00.jpg" alt="o novo modelo de placas do Rio de Janeiro, que propõe uma nova fonte de conteúdo histórico e tur�stico" border="1" height="200" width="300" /></div>
<p>Pois é, como podem ver, as idéias estão no ar. A prefeitura do Rio de Janeiro pegou primeiro. A Plamarc ganhou a licitação, e assim os direitos de fazer todas as placas da cidade, contextualizando os nomes das ruas citadas nelas. A pesquisa e o conteúdo das placas são fornecidos pela prefeitura. Um jeito de disseminar alguma cultura a mais, através da história da construção da cidade e, dar aos gringos visitantes e moradores locais, mais &#8220;pontos culturais&#8221; e turísticos no Rio de Janeiro.</p>
<p>E eu só fiquei sabendo disso, porque o G1 publicou um equívoco que havia sido feito com uma personalidade que dava nome a uma avenida do bairro do Leblon. As matérias podem ser conferidas abaixo (o erro, a correção e a empresa, respectivamente):</p>
<p>*<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL291648-5606,00-ERRO+EM+PLACA+VIRA+JOGO+DE+EMPURRA+NA+PREFEITURA.html" target="_blank">matéria1</a> :: <a href="http://g1.globo.com/Noticias/Rio/0,,MUL297780-5606,00-PLACA+COM+INFORMACAO+ERRADA+E+CORRIGIDA.html" target="_blank">matéria2</a> :: <a href="http://www.plamarc.com.br/home.htm" target="_blank">site plamarc</a></p>
<p><b>::Leitura recente do livro do Roberto DaMatta::</b></p>
<p>O livro <a href="http://www.editoras.com/rocco/022049.htm" target="_blank">A casa &#38; a rua</a> do antropólogo Roberto DaMatta se tornou a Bíblia para o meu trabalho. Deu a fundamentação teórica que era preciso ao projeto. Entender e relacionar entre si os fatos que promovem a vida urbana, principal e especificamente no Brasil, é a chave para agir com consciência na cidade. Recomendo a todos que querem entender o porquê do Brasil ser assim. DaMatta será exaustivamente citado por mim nas próximas análises e estudos feitos sobre o indivíduo e a cidade.</p>
<p><b>&#8212;</b></p>
<p>Tudo isso, combinado com as leituras sobre os tempos modernos (Modernidade líquida e A corrida para o século XXI: no loop da montanha-russa, de Zygmunt Bauman e Nicolau Sevcenko, respectivamente), contextualiza só parte uma parte do projeto.</p>
<p>Diante desse panorama, noto a falta e a conseqüente necessidade  de pesquisar (e dominar) sobre intervenções &#8211; principalmente, urbanas -; e teorizar &#8220;mais&#8221; sobre a função do design e seus profissionais. Desse modo, provavelmente, as postagens futuras serão sobre esses assuntos. Antes, porém, deve aparecer um estudo sobre um dos objetos principais desse projeto: a praça. Esse estudo é essencial para avançarmos para o próximo degrau, sendo assim, coloco-me em dívida desde já, para escrevê-lo e postá-lo o quanto antes. Aguardem!</p>
</div>]]></content:encoded>
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