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	<title>brumas &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "brumas"</description>
	<pubDate>Fri, 01 Jan 2010 03:55:08 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Brumas de Sangue - Capítulo I]]></title>
<link>http://tscorpioni.wordpress.com/2009/10/20/brumas-de-sangue-capitulo-i/</link>
<pubDate>Tue, 20 Oct 2009 17:50:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>Thabata S.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Capítulo I: Canto sobre uma vida passada Exaustão. Não conseguia sentir nada além disso, não consegu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="aligncenter size-full wp-image-14" title="BrumasDeSangue" src="http://tscorpioni.wordpress.com/files/2009/10/publicacao1.jpg" alt="BrumasDeSangue" width="494" height="391" /></p>
<p style="text-align:center;"><strong>Capítulo I: Canto sobre uma vida passada</strong></p>
<p>Exaustão. Não conseguia sentir nada além disso, não conseguia continuar. Minha Deusa, por que diabos estavam guerreando? Liberdade? Engraçado, dizia-se que lutavam por liberdade, livre-arbítrio, mas eu, particularmente, nunca o havia visto, sentido ou degustado, se for uma sobremesa.  Tudo isso era ganância, ambição, cobiça. A ruína do homem&#8230;</p>
<p>Fui arrancado de meus devaneios. Seria mais algum Albion* querendo morrer? Virei-me lentamente, olhos e punhos cerrados de ódio. Estava pronto para matar, ou morrer. A Excalibur que foi confiada a mim, cortaria fora a cabeça de meu inimigo. A Espada Sagrada foi de encontro com o pescoço do infeliz. Estava quase&#8230; Parei. O homem de cabelos amarelos e olhos azuis engoliu em seco. Gawain.</p>
<p>– Perdoe-me, Gawain, pensei ser mais um Albion. – Apoiei minha mão em seu ombro e abaixei a cabeça, estava acabado. Senti o vento bater nos meus cabelos negros e molhados de suor, levando toda minha honra e auto-estima para o Mar. Somente naquele momento, percebi que havia um corte bastante profundo em minha perna. Doía e o sangue jorrava.</p>
<p>– Está tudo bem, meu senhor. – Gawain estava com um olho enfaixado. Passei meu braço por cima de seu ombro e ele me ajudou a andar. – A guerra acabou. Nós vencemos.</p>
<p>Larguei-me na primeira pedra que vi. Aquela perna doía demais, Gawain fez um torniquete para tentar estancar o sangramento, o que não funcionou muito. Ordenei aos outros Cavaleiros que recolhessem os mortos e feridos. Sentado olhando o céu de do Dia que cedia seu lugar a Noite, eu sorria.</p>
<p>– Não, Gawain, nós perdemos. – Ele me encarou assustado como se dissesse: “Esse homem é louco? De que diabos está falando?”. Alarguei mais o sorriso ignorando o olhar espantado do rapaz. – Não há vitória na morte, e há muitas. Eles perderam a guerra, mas nós perdemos uma coisa muito mais valiosa: nossa honra.</p>
<p>– Mas o Reino está salvo. Esse era o objetivo e o que importava. – Ainda me encarava espantado.</p>
<p>– Para quê serve um Reino, terra, água se não podemos usufruir destes? Diga-me, Gawain, meu amigo, você escolheu o seu destino? Você acredita que seu destino é traçar o caminho de sua vida de mãos dadas com a sua morte?</p>
<p>Vi a dúvida brilhar em seus olhos. Ele não sabia me responder. No fundo, ele sabia que tudo que eu disse é verdade. Nós, Cavaleiros da Távola Redonda, tínhamos uma vida de cão. Não, um cão vivia melhor. Nascer livre e ter que servir a uma civilização de mercenários que acima de tudo, tirou-nos a liberdade que um dia havíamos provado e aprovado. Não estou criticando o Rei Uther, de maneira alguma. Ele foi bondoso e justo, e nos respeitou. Entendeu-nos. Afinal, ele também já foi um Cavaleiro como nós. E se está onde está hoje&#8230; Fui privado de meus devaneios, de novo. Dessa vez não o tentei matar. Apenas me limitei a olhar para trás e perceber que era Merlin.</p>
<p>– Meu senhor, precisamos ir. Por mais que os Albions tenham desistido e recuado, ainda podem voltar. É perigoso aqui. – Enquanto falava, olhou de esguio para os lados e sua mão apertou mais meu ombro. Ou ia com o pelotão ou tinha um ombro deslocado. O pelotão me pareceu uma melhor opção no momento.</p>
<p>– Tudo bem, Merlin.</p>
<p>– Gawain, vá buscar o cavalo do Comandante. – Gawain e Merlin. Os dois nunca se deram bem.</p>
<p>– Como quiser, “senhor”. – Fez questão de enfatizar o “senhor”. Merlin cerrou os punhos e os olhos, rangeu os dentes. Não consegui evitar o riso. Ele sempre foi um ótimo guerreiro e experiente, mas parece uma criança que cresceu demais. – Com licença, meu senhor.</p>
<p>Fez-me uma breve reverência e saiu. Merlin o seguia com o olhar como se esperasse que o rapaz fizesse algo errado, para que assim, pudesse repreendê-lo. Mas para a sua infelicidade, isso não aconteceu. O que o deixou ainda mais irritado. Ri. Ele percebeu e ficou envergonhado por sua infantilidade. Pelo menos, o percebeu.</p>
<p>Enquanto isso, Gawain vinha com Nerilz, meu cavalo. Negro como a noite, com a crina e a cauda lisa e solta ao vento. Ganhei-o, ou melhor, conquistei-o quando ainda era pequeno. Um cavalo selvagem para uma criança de onze anos. Porém, eu já não era mais um recém-nascido em Camelot, já era quase um total Cavaleiro. O mais experiente. O primeiro Cavaleiro da Távola Redonda.</p>
<p>Como o conquistei, vocês perguntam. Contarei, pois foi rápido, contudo, me exigiu uma grande quantidade de energia.</p>
<p align="center"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">xxx</span></em></strong></p>
<p><em>“Havia barulho, gritos, urros e sussurros. E claro, havia gente. Muita gente. Uma inteira multidão sentada numa arquibancada improvisada de madeira e que a cada passo dado em cima desta, parecia que iria desabar, o que fazia todos gelarem.</em></p>
<p><em>Seria uma bela queda.</em></p>
<p><em>Os meninos ao meu lado riram ao ver um homem extremamente gordo se espremer para sentar em um dos bancos, ao lado de duas menininhas ainda mais espremidas por seu excesso de gordura. Ele tinha seios, e dos grandes.</em></p>
<p><em>Rimos.</em></p>
<p><em>Riso que não durou muito tempo. Havia chegado a hora. A hora de se tornar homem perante tudo e todos. Ter responsabilidades, mas o melhor era: poder ir a festas e se embebedar.</em></p>
<p><em>Dou-lhe um de meus braços se não for isso que meus amigos estavam pensando. Muitas festas, muito vinho, muita cerveja, muita comida e conseqüentemente, muitas mulheres.</em></p>
<p><em>Não víamos a hora para que tal dia chegasse.</em></p>
<p><em>Pois chegou.</em></p>
<p><em>E agora nenhum de nós queria se levantar do banco. </em></p>
<p><em>Finalmente havíamos entendido. ‘Não há como voltar’, pensamos. E não havia. Nesse dia, nessa hora, nesse minuto. Não. Não nos tornaríamos apenas homens e sim cavaleiros. Cavaleiros que irão brandir suas espadas, e tirar vidas.</em></p>
<p><em>Nesse dia, nessa hora, nesse minuto. Veríamos nossos irmãos sucumbir em sangue. Veríamos o sofrimento daqueles que perdem seus amados. Veríamos o mundo em apenas duas cores: vermelho e preto.</em></p>
<p><em>Dever.</em></p>
<p><em>‘Sim’. Mas nosso coração gritava ‘Não’.</em></p>
<p><em>Honra.</em></p>
<p><em>O Forte Mão-de-Machado soou suas trombetas. Aquele era o sinal.</em></p>
<p><em>Medo.</em></p>
<p><em>Estávamos sendo chamados para a glória. E foi com esse pensamento, essa esperança que levantamos e paramos no meio da arena.</em></p>
<p><em>‘Seremos imortais’. </em></p>
<p><em>Já somos.</em></p>
<p><em>Nossa vida nunca mais foi a mesma, claro. Muito treinamento, muita luta, muitos hematomas e muitos tombos também.</em></p>
<p><em>Todo cavaleiros precisa de um cavalo, certo? Certo se tiver pensado: ‘Mas não um simples cavalo.’ Eram nossos cavalos que diziam quem éramos, nossa posição social, nosso posto.</em></p>
<p><em>E eu, bem, estava destinado a possuí-lo.</em></p>
<p><em>Aquele lá. Aquele bem ali. Que me encarava, que fugia das mãos do domador. Que se empinava e dava coices quando alguém o tentava montar. Que tinha olhos negros assassinos de almas. Aquele.</em></p>
<p><em>Selvagem. Malvado. Indomável.</em></p>
<p><em>Como um dia eu fui. Talvez seja por isso que nossos destinos se cruzaram. Ou talvez, ele apenas gostou de meus olhos e cabelos tão negros quanto os seus. Éramos irmãos, um entendia o outro.</em></p>
<p><em>Aproximei-me do ‘Arisco’, como o chamavam. Esse nome não era digno de tal corcel. Não aquele, não o meu corcel.</em></p>
<p><em>Ele me encarava, ele sabia. Sabia que seria eu a domá-lo e que estaríamos juntos a todo o momento.</em></p>
<p><em>Riram de mim. Gargalharam. ‘Ele não vai conseguir’, disseram entre dentes.</em></p>
<p><em>‘E se conseguir, o que ganho?’, olhei desafiadoramente o domador que riu mais uma vez, convicto de sua sabedoria. ‘É seu. Dou-lhe de presente, não precisará me pagar um tostão’, estava tão certo de seu trunfo, pobre alma.</em></p>
<p><em>E eu respondi: ‘Feito’.</em></p>
<p><em>(Mais tarde daquele mesmo dia, ele tentaria me esganar.)</em></p>
<p><em>Comecei minha jornada em sua direção. Os olhos. Olhos cheios de ódio e mágoa que deixavam a qualquer um nervoso. E eu não fui uma exceção.</em></p>
<p><em>Meu coração batia tão forte e acelerado que pude ouvi-lo a alto e bom som. Minhas mãos tremiam e o suor molhava minha testa e pescoço. A camisa verde escura e de mangas compridas que usava estava encharcada, havia um mar ali.</em></p>
<p><em>Já podia ouvir sua respiração pesada, conseguia cheirá-lo, também suava. </em></p>
<p><em>A minha idéia seguinte não foi das melhores. Eu ultrapassei os limites: dei um passo à sua frente.</em></p>
<p><em>No próximo segundo estava no chão, com os olhos cobertos pela sombra daquele espírito selvagem e imponente. Meu peito doía. No outro dia, duas marcas de ferraduras poderiam ser encontradas cravadas naquele local.</em></p>
<p><em>Riram de novo. ‘Esqueça, menino’. O problema era: não havia menino, havia um homem. </em></p>
<p><em>Mas aconteceu algo para a surpresa do tal ‘Arisco’. </em></p>
<p><em>‘Não. Ele vai ser meu.’</em></p>
<p><em>Eu não desistiria. Não desistiria até ele se render a mim. ‘É meu. É meu. É meu. É meu’. Meu cérebro entoava esse mantra com tamanha intensidade digna de um monge. </em></p>
<p><em>Com o Sol do meio-dia rachando meus ombros e com as mãos no peito, levantei-me e retomei minha jornada. Dessa vez, ele não escaparia. Pois se ele queria ser maldoso, eu seria três vezes mais. E eu fui.</em></p>
<p><em>O tempo parou. A Terra parou. O Sol parou. Os deuses pararam. O Tempo estacionou o universo e deu-nos a sua ampulheta. Não havia pressa. Afinal, a pressa é inimiga da perfeição. Seria perfeito. Todos se lembrariam.</em></p>
<p><em>Apontariam-me nas ruas dizendo: ‘É aquele menino cavaleiro que domou o cavalo selvagem’. </em></p>
<p><em>Estiquei meu braço em direção de sua crina, ele deu alguns passos para trás, porém eu não recuei. Ele não tinha mais para onde ir. Parou, mas continuou se movendo. Inquieto, como eu estava.</em></p>
<p><em>‘É meu. É meu. É meu. É meu.’</em></p>
<p><em>‘Será meu. Será meu. Será meu. Será meu.’</em></p>
<p><em>Alisava sua brilhante e negra crina. Tão negra quanto meus próprios cabelos. Almas tão singulares e parecidas. Oh sim, Arisco, somos parecidos. E seremos companheiros, pode apostar.</em></p>
<p><em>Ele estava se entregando. Finalmente, havia entendido que não havia como lutar. Será meu. Será meu.</em></p>
<p><em>Continuo minha pequena e importante jornada. Arisco não reclama quando enrolo meus dedos em sua crina e dou o impulso para montá-lo. Perfeito. Certo. Isso é certo.</em></p>
<p><em>Silêncio. Todos se calaram. Onde está aquele riso, aquele sorriso sádico e prepotente, domador? Onde está? Não pensaram que eu chegaria tão longe, não é?</em></p>
<p><em>Agora é a hora.</em></p>
<p><em>‘Calma, calma. Está tudo bem.’ Eu disse a ele, enquanto olhava para os que zombaram de mim e dava um sorriso cínico. ‘Iá!’ Ele disparou e por um único momento eu achei que ia cair e morrer pisoteado. Mas o destino é lindo. E ele nos uniu.</em></p>
<p><em>Não perderia essa chance.</em></p>
<p><em>Ele continua a galopar, galopar, galopar&#8230; E quando chega a Torre Vigia de Asgaloth, agarro sua crina e faço-o contorná-la, de volta a arena.</em></p>
<p><em>E ele corre. E eu vôo.</em></p>
<p><em>Quando para, ambos estamos ofegante, Arisco pela corrida e eu pela emoção.</em></p>
<p><em>‘E então, domador? A proposta ainda está de pé?’ E ri.</em></p>
<p><em>Mais tarde do mesmo dia, eu me arrependi de ter rido, pois a surra que o homem irado me deu ficou marcada nas minhas costas e na história.”</em></p>
<p align="center"><strong><em><span style="text-decoration:underline;">xxx</span></em></strong></p>
<p>Monto em meu cavalo e sigo na frente do pelotão, rumando à cidade. Não havia muitos rostos felizes por ali. Como havia dito a Gawain, não há vitória na morte e na perda da honra.</p>
<p>Depois de doze horas cavalgando, finalmente, chegamos a Camelot. Amanhece. O povo nos recebe com alegria, mas alguns choram e se desesperam ao perceber que seus entes queridos estão mortos. Viúvas e freiras jogam flores pelo chão. Estas são pisoteadas por nossos cavalos. E o Rei nos espera no alto da cidade, que foi construída em volta de uma montanha rochosa, Amnril.</p>
<p>Ele tem um sorriso estampado no rosto, mas seus olhos transparecem tristeza. Já sabia da perda de seu filho mais novo, Karadoc. A princesa Morgause chora compulsivamente nos braços de Guinevere, a governanta do Palácio. Não se conformava que seu irmãozinho havia morrido. Ao me ver, lança-me um olhar reprovador e desapontado. Ora, a culpa não é minha. Não posso protegê-lo no meio de uma guerra.</p>
<p>– Não ligue para ela, meu senhor. – Quem falava era Isolda, sobrinha do Rei, enquanto desço de Nerilz e subo mancando as escadarias. Sorri para ela, é um doce de menina.</p>
<p>Pessoas me olhavam com admiração, crianças principalmente. Como se eu fosse o real Rei. Pobres coitados. Não sabem desta história metade. Não sabem do que se passa no coração de uma pessoa que já matou. Não sabem o que o destino nos reserva. Mas essa é outra história. Vamos continuar com essa&#8230;</p>
<p>O Rei me abraça e me beija. Exibe-me para o público como se fosse um monumento histórico. O pior de tudo isso é que eu gosto. Sempre fui muito bem tratado nesse Reino, amigo das pessoas, querido por elas.</p>
<p>Mas essa não é a minha terra. A minha casa. Onde estão as montanhas no horizonte? Onde está o céu sem fronteiras? Onde está aquela vasta extensão de verde, sem fim? Onde está a liberdade de andar pelas terras sozinho, sem preocupações? Onde estão os cavalos selvagens? Os pássaros do amanhecer?</p>
<p>É o que perguntam.</p>
<p>Uma meia vida que passou. Não volta mais. Já era, Comandante. Tenho minhas obrigações em Camelot, não posso fugir delas. Fiz um juramento e vou cumpri-lo, defendê-lo mesmo que custe a minha miserável vida. Oh, levem-me daqui!</p>
<p>– Pensando em nossa terra, meu amigo? – Meu único e verdadeiro amigo se juntou a mim em minha pequena taciturnidade na sacada da Sala Mestra. Enquanto todos os outros bebiam e comemoravam, eu observava as estrelas. Silêncio. Não o respondi. Não precisava. – Ficar remoendo o passado só o faz sofrer mais. Você, mais que todos os outros, deveria saber disso.</p>
<p>– Eu sei, Lancelot. Mas não é assim tão simples. Vai me dizer que não pensa em nossa terra?</p>
<p>– Claro que penso. Mas não a desejo e idealizo como você. Isso torna tudo menos&#8230; doloroso.</p>
<p>– Quer me ensinar a fazer isso? – Rimos. Com toda essa guerra maldita, fazia muito tempo que não falava com Lancelot. Meu mais fiel amigo. Sempre me protegendo, aconselhando, ajudando. Quase irmãos. Não que eu queira roubar o lugar de Galahad. Jamais.</p>
<p>Ficamos olhando as estrelas. Debruçados na sacada, um ao lado do outro. Minha amizade com Lancelot não precisava de palavras. Nossas auras se entendiam silenciosamente. É como se elas abandonassem nossos corpos, sentassem-se em roda e conversassem. Maravilhoso.</p>
<p>E as estrelas. Oh, as estrelas. Essas coisas minúsculas num manto de ébano. Tão pequenas, mas tão significantes para nós. Astros, constelações, signos. Sempre fui um amante das estrelas. Fico maravilhado com seu brilho, sua luz. Quando morrer, gostaria de ser uma estrela lá em cima.</p>
<p>– Eu não sinto tanta falta da Arcádia. Quando vim para cá, para me tornar um Cavaleiro, já havia visto muito de nossa terra. E você, meu amigo, chegou aqui muito antes de todos nós. Posso ser o mais velho em idade, mas você é o mais velho em batalhas. – Deu-me tapinhas nos ombros, uma forma de consolo, talvez. Pare, meu amigo. – Talvez seja pelo fato de ter visto tão pouco de casa, que você sinta tanta vontade de voltar.</p>
<p>Não havia uma mentira sequer em tudo que Lancelot disse. Tentava negar a mim mesmo. Cheguei aqui com quatro anos de idade. Quatro anos. Um bebê aprendendo a tirar vidas alheias. Crueldade pura.</p>
<p>A Arcádia, nossa terra natal, nem sempre foi como descrevi a cima. Quando os bárbaros chegaram, devastaram toda a região. Matas. Campos. Vilas. Tudo foi destruído. E todos foram mortos. Eu não vi nada disso. Os bretãos já haviam me trazido para Camelot, para ser Cavaleiro. Talvez, apenas um sutil talvez, tenha sido bom eu ter saído de minha casa tão antes. Não a vi ser destruída.</p>
<p>– É, Lancelot&#8230; Talvez seja isso mesmo. – Dei um grande gole no vinho. E baixei a cabeça. Sentia vontade de sumir. Angústia. Vergonha. Por mais que lutar seja a única coisa que faço, e que por sinal faço bem, não é nada bom ver um corpo se esvaziar pela sua espada. Mortificante. – Seja lá o que for, amigo, passou. Não volta. Minha casa agora é Camelot, ou pelo menos, eu quero que seja.</p>
<p>– Agora só precisa arranjar uma mulher!</p>
<p>– Melhor nem começar, Lancelot. Você sabe que&#8230;</p>
<p>– Sim, eu sei. Mulheres só servem para complicar as coisas. Mas e daí? Às vezes, complicações sexuais deixam a vida um pouco mais interessante. – Lancelot, Lancelot. Sempre o mesmo mulherengo. Nunca muda. – Vamos lá, Comandante! Não precisa casar. Casar é mal. Apenas se divirta um pouco.</p>
<p>– Você não tem jeito mesmo, Lancelot.</p>
<p>– Ora, não há mal nenhum nisso! Há menos que goste do mesmo sexo, como aqueles dois. – Ele apontava para um casal homossexual. Natural. E eu conhecia aqueles dois. Eram Guardas Reais.   – Mas isso já é uma opção sua. Se preferir um homem, eu lhe arranjo um.</p>
<p>Tive que rir. E rir muito. Balancei a cabeça negativamente e Lancelot fez sinal para voltarmos ao Salão. A festa rolava solta. Casais, heteros ou não, se atracando. Bêbados caindo. Cantando. Dançando. Divertindo-se.</p>
<p>Enquanto nos dirigíamos ao centro, companheiros me cumprimentaram, abraçavam, beijavam. Alguns até me ofereceram suas esposas (ou maridos). “Você merece, meu Comandante”. Era o que diziam. Será que realmente mereço?</p>
<p>O centro do Salão estava repleto de comida e bebida. E pessoas também. E no centro dele, a nossa mesa. A Távola Redonda. Onde todos os vinte e dois Cavaleiros de Camelot se sentavam e discutiam notícias, idéias, estratégias ou apenas conversavam e bebiam. Igual para igual, homem para homem. Era assim que o Rei Uther nos tratava. Sem descrições ou privilégios.</p>
<p>Todos os vinte e dois se encontravam sentados em volta da Távola. Menos eu e Lancelot, claro. No momento que me aproximei, levantaram e me saudaram.</p>
<p>– TRÊS HIPS PARA O COMANDANTE! – Todos gritaram três vezes “Hip! Hip! Hurra!”. Até mesmo o Rei. Porém, uma voz se sobressaltou as outras: Bors.</p>
<p>– RUS! – Todos que estavam em volta o seguiram. Segurando suas espadas no alto. Para mim. Por mim. Encaminhei-me até minha cadeira. A décima para a esquerda do Rei. Lancelot ao meu lado esquerdo e Galahad a minha direita. Cada cadeira tinha o nome de um Cavaleiro gravado, apenas este poderia se sentar nela.</p>
<p>– Cavaleiros&#8230; – Em pé, fiz sinal para que se sentassem. O que fizeram prontamente. – Companheiros. Irmãos de arma. É sempre uma honra estar entre vocês de novo. O que lhes asseguro que ainda acontecerá várias e várias vezes. Não, senhores, não será fácil se livrarem de mim. – Riram. A música tinha cessado, todos prestavam atenção em mim. – Brindemos. E bebamos. Bebamos aos nossos honrados mortos, que deram suas vidas as nossas. A nossa casa. Mas não vamos comemorar a morte hoje. Vamos comemorar a vida. A vida de nossa gente. A vida, senhores!</p>
<p>A taça de vinho que estava erguida em minhas mãos se esvaziou em poucos segundos, em um só fôlego. Todos repetiram o gesto. Um gesto de respeito aos que morreram e de futuro respeito aos que morrerão. Coisas de cavaleiros.</p>
<p>A música voltou a tocar, e os bêbados voltaram a rir das paredes. Finalmente, sentei-me. Os Cavaleiros bebiam, riam, conversavam, mexiam com mulheres ou homens. Todos estavam felizes. Lancelot se atracava com uma morena sentada em seu colo. Dagonet e Niniane lutavam para ver quem cedia primeiro. Afrodite atacava uma loira. E assim por diante. Uma verdadeira zona.</p>
<p>Eu continuei sozinho. Na minha. Apenas observava as pessoas. Suas ações, gestos, feições. Não que as julgasse, de maneira alguma. Apenas as apreciava. O homem é um bicho estranho, e engraçado.</p>
<p>Sorri. Fechei os olhos. Recostei-me na cadeira. E por um momento, pensei ter dormido. Viajei para outro mundo. Meu próprio mundo. Verde e azul. Um mundo de calma e tranqüilidade. Com palmeiras, sabiás, riachos. Onde qualquer homem seria feliz.</p>
<p>Paz.</p>
<p>É claro que não preciso viajar para outra dimensão para encontrar paz. Ela está em todos os lugares. Em todos os simples segundos de felicidade, amizade, amor. Está bem a nossa frente. Só nos basta enxergá-la e pegá-la. Cuidar dela e a preservar, para que não se vá com o tempo.</p>
<p>Ela é como uma roseira. É preciso cultivá-la com carinho, cuidado e dedicação. Precisa amá-la. Com todas as suas forças, porque se não o fizer, ela nunca lhe renderá flor alguma.</p>
<p>Silêncio.</p>
<p>Eu havia realmente viajado para um lugar mágico, estava louco ou o Salão realmente estava quieto?</p>
<p>Abri os olhos. E infelizmente, o Salão realmente estava quieto. As pessoas se calaram, os músicos pararam e os dançarinos congelaram. E todas as pessoas, inclusive o Rei, olhavam todos para um único lugar.</p>
<p>Levantei-me e virei para a porta. E lá estava.</p>
<p>Minha Deusa.</p>
<p>Não aquele homem. Não ele. Não ele que me tirou de casa. Não ele que fez da infância que não tive, adolescência e treinamento um verdadeiro pandemônio. Não ele, por favor, não ele.</p>
<p>Por que cruzar nossos caminhos mais uma vez? Não esperava vê-lo de novo, nunca. Maldito. Aliás, esperava sim vê-lo de novo, mas quando isso acontecesse ambos estaríamos mortos, no inferno, e lá, seríamos apenas duas almas perdidas, sem hierarquia, e aí sim, ele teria o que merece. Ah, e como teria.</p>
<p>Eu sinceramente, não acreditava no que meus olhos me mostravam.</p>
<p>– O que faz aqui, Mabinog? Pensei que havíamos deixado bem claro que você não é bem vindo em Camelot. – Disparou o Rei, sem meias-palavras ou meios-modos. Ah, como eu amava e temia esse Rei.</p>
<p>Um sorriso totalmente irônico e sádico brotou em seu rosto marcado pelos anos e guerras. Um rosto horrível. De um homem que perdeu sua alma.</p>
<p>Eu sinto pena.</p>
<p>– Ora, querido Rei Uther, todos aqui sabem muito bem que estas terras não lhe pertencem. São terras livres. E eu, como um Homem Livre, instituído por seu pai, tenho todo direito de vagar como bem quiser. Não concorda, caro “amigo”?</p>
<p>– Como ousa, seu crápula? Dirigir-se ao Rei com tanta falta de respeito e cordialidade? – Eu sabia que aconteceria. Ivain não suportaria sua presença. – Você pode ser bretão ou albion ou o próprio diabo, ainda deve respeito ao Rei! Ele ainda é seu superior! – Bateu seus punhos na mesa com tanta força que mais da metade de taças e pratos caíram.</p>
<p>Estava começando.</p>
<p>A verdadeira guerra estava prestes a começar.</p>
<p>– Ivain, acalme-se, por favor. Não vale a pena perder a cabeça. – Pediu Ector, enquanto segurava um Ivain extremamente irado, que queria partir pra cima de Mabinog. – Não por ele.</p>
<p>– Ivain de Lyon, controle-se, homem! – Kay berrou na cara do cavaleiro enquanto segurava seu rosto e o olhava nos olhos. E ele parou. Kay sempre foi o único que conseguia lhe acalmar. Sempre e somente Kay.</p>
<p>– Não muda nunca. Sempre nervosinho, não é&#8230; – Mabinog ia provocar, mas não conseguiu.</p>
<p>– Diga logo o que quer, Mabinog, e depois vá embora.</p>
<p>– Admirável Rei, já que não sou bem-vindo, vou dizer logo. Mas antes devo lembrar-lhes que esta atitude não passará despercebida&#8230;</p>
<p>– Mabinog, eu falo sério. Sem embolações. Diga o quer e depois nos deixe, é uma ordem. E não ouse desobedecê-la. Pois estou certo de que meus cavaleiros não hesitarão em executá-la por você.</p>
<p>– Sem a menor sombra de dúvidas e com muito prazer, meu Rei. – Soltou Mordred com olhos sombrios e um meio-sorriso cínico, sem pudor algum.</p>
<p>– Muito bem, então. – O sorriso havia sumido. O que havia agora era uma carranca, e das feias. Odiava ser contrariado. Ótimo. – O Primeiro Albion tem uma mensagem para vocês.</p>
<p>Coisa boa não podia ser.</p>
<p>E não era.</p>
<p>(Continua&#8230;)</p>
<p>____________________________________________________________________________________________</p>
<p>*Albions eram os habitantes nativos da Grã-Bretanha antes dos romanos chegarem à ilha. Aqui, eles são os habitantes que lutam contra o Reino Bretão ou qualquer outro.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Here Comes the Sun]]></title>
<link>http://naluzdacriacao.wordpress.com/2009/07/28/here-comes-the-sun/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 13:57:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>VFS</dc:creator>
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<description><![CDATA[Here comes the sun, originally uploaded by pixel_unikat.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;padding:3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/pixel17/2354021169/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm3.static.flickr.com/2286/2354021169_e93b408921.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:.8em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/pixel17/2354021169/">Here comes the sun</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/pixel17/">pixel_unikat</a>.</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Morning Fog]]></title>
<link>http://naluzdacriacao.wordpress.com/2009/07/28/morning-fog/</link>
<pubDate>Tue, 28 Jul 2009 13:51:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>VFS</dc:creator>
<guid>http://naluzdacriacao.wordpress.com/2009/07/28/morning-fog/</guid>
<description><![CDATA[Morning Fog, originally uploaded by OneEyedJax (on vacation).]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;padding:3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/23976667@N07/2551439028/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3012/2551439028_2c66493429.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:.8em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/23976667@N07/2551439028/">Morning Fog</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/23976667@N07/">OneEyedJax (on vacation)</a>.</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capa - Brumas de Avalon]]></title>
<link>http://mbuzogany.wordpress.com/2009/05/21/capa-brumas-de-avalon/</link>
<pubDate>Thu, 21 May 2009 13:33:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>merylliel</dc:creator>
<guid>http://mbuzogany.wordpress.com/2009/05/21/capa-brumas-de-avalon/</guid>
<description><![CDATA[Capa para um livro a minha escolha, aula de Ergonomia Visual, Prof. Luiz Fernando Gorni.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="size-full wp-image-129 alignnone" title="capabrumas" src="http://mbuzogany.wordpress.com/files/2009/05/capabrumas.jpg" alt="capabrumas" width="455" height="329" /></p>
<p>Capa para um livro a minha escolha, aula de Ergonomia Visual, Prof. Luiz Fernando Gorni.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[As Brumas de Avalon Vol. 1, 2, 3 e 4 - Marion Zimmer Bradley]]></title>
<link>http://bloodymoon.wordpress.com/2009/01/21/as-brumas-de-avalon-vol-1-2-3-e-4-marion-zimmer-bradley/</link>
<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 16:16:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>BloodyMoon</dc:creator>
<guid>http://bloodymoon.wordpress.com/2009/01/21/as-brumas-de-avalon-vol-1-2-3-e-4-marion-zimmer-bradley/</guid>
<description><![CDATA[  Bom enfim voltando a postar, eu estou meio que namorando então não estou passando tanto tempo no c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://www.burburinho.com/img/jb021208.jpg" alt="" width="200" height="305" /> </p>
<p style="text-align:left;">Bom enfim voltando a postar, eu estou meio que namorando então não estou passando tanto tempo no computador por isso minha demora em postar mais ai está mais uma boa leitura As Brumas de Avalon de Marion Zimmer Bradley, as brumas de avalon são divididas em quatro livros que eu estou colocando aqui agora e tem mais alguns livros também de marion que eu postarei quando tiver todos eles, no momento me falta acho que apenas 1 deles pra mim postar, mais enfim uma sinopse ai by wikipedia.</p>
<p> </p>
<p><span class="mw-headline"><span style="color:#0000ff;">A Senhora da Magia</span></span></p>
<p>O romance não se detém meramente em narrar os fatos políticos e religiosos que se confrontam na Bretanha. Mais que isso, Marion &#8211; famosa por suas histórias que descobrem o véu do universo feminino &#8211; mostra toda a força e complexidade dos atos e escolhas das mulheres (ignoradas na História das Civilizações)- abre portas na lenda da Excalibur em que se encontram o misticismo da origem da espada, ritos pagãos que foram sufocados pela cristianização, a importância das uniões políticas entre os povos e o resultado da submissão ou não das mulheres frente aos homens.</p>
<p>Neste volume temos os fatos que servirão de fundo para o romance:</p>
<li>o papel da mulher, importância e conseqüência dos casamentos arranjados</li>
<li>o choque de culturas e poderio dos sexos</li>
<li>como eram realizadas as sucessões de trono</li>
<li>o ritualismo pagão para a ascensão do novo rei</li>
<li>o simbolismo por trás de entrega da sagrada espada</li>
<li>a ascensão de Arthur ao trono, após a morte de Uther</li>
<li>Morgana concebe um filho de Arthur.</li>
<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://novoimages.quebarato.com.br/photos/big/C/8/F63C8_1.jpg" alt="" width="300" height="493" /></p>
<p><a href="http://bloodymoon.files.wordpress.com/2009/01/marion_zimmer_bradley_-_as_brumas_de_avalon_vol1_-_a_senhora_da_magia.pdf"><span style="color:#ff0000;">CLIQUE AQUI</span></a> para visualizar e/ou baixar o livro de marion zimmer bradley &#8211; as brumas de avalon volume 1 &#8211; A senhora da Magia para o seu computador.</p>
<p><span class="mw-headline"><span style="color:#0000ff;">A Grande Rainha</span></span></p>
<p>No segundo volume, há um amadurecimento das personagens, já enfrentando as conseqüências de suas escolhas. Dentre os acontecimentos importantes, temos:</p>
<ul>
<li>Morgana vai para a corte de Morgause, agora já rainha em outra região por união política</li>
<li>nascimento de Mordred</li>
<li>a escolha por meio de dote da noiva do rei</li>
<li>o começo da formação dos cavaleiros da Távola Redonda</li>
<li>as cobranças sobre uma mulher para a existência de um herdeiro</li>
<li>o isolamento de Morgana</li>
</ul>
<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://novoimages.quebarato.com.br/photos/big/C/D/F63CD_1.jpg" alt="" width="300" height="496" /></p>
<p><a href="http://bloodymoon.files.wordpress.com/2009/01/marion_zimmer_bradley_-_as_brumas_de_avalon_vol2_-_a_grande_rainha.pdf"><span style="color:#ff0000;">CLIQUE AQUI</span></a> para visualizar e/ou baixar o livro de marion zimmer bradley &#8211; as brumas de avalon volume 2 &#8211; A Grande Rainha para o seu computador.</p>
<p><span class="mw-headline"><span style="color:#0000ff;">O Gamo Rei</span></span></p>
<p>No penúltimo volume, desta série revolucionária, alguns temas tristes serão abordados, mortes de alguns personagens chave mudam o sentido da história, levando a ferida aberta por traições, injúrias, incesto e assassinatos à uma infecção sem remédio.</p>
<p>Todo o reino será abalado, sua estabilidade ameaçada e seu Rei desacreditado.</p>
<p>Trata-se de uma historia em que no primeiro capitulo fala da vida das personagens e algumas sao apresentadas&#8230;</p>
<p style="text-align:center;"> <img class="aligncenter" src="http://images.quebarato.com.br/photos/big/D/4/F63D4_1.jpg" alt="" width="300" height="494" /></p>
<p><a href="http://bloodymoon.files.wordpress.com/2009/01/marion_zimmer_bradley_-_as_brumas_de_avalon_vol3_-_o_gamo-rei.pdf"><span style="color:#ff0000;">CLIQUE AQUI</span></a> para visualizar e/ou baixar o livro de marion zimmer bradley &#8211; as brumas de avalon volume 3 &#8211; O Gamo-Rei para o seu computador.</p>
<p><span class="mw-headline"><span style="color:#0000ff;">O Prisioneiro da Árvore</span></span></p>
<p>Visto que Artur deixa de lado os costumes antigos, traindo assim a confiança do povo antigo da ilha, Morgana deseja retomar para Avalon o que havia sido oferecido mediante o juramento na Ilha do Dragão, no volume I. Para isso, encontra em Acolon, seu jovem enteado criado nos costumes antigos, um apoio para uma tentativa de retornar aos velhos preceitos.</p>
<p>Kevin, sucessor de Taliesin, é acusado de traição por ceder a Artur os símbolos sagrados (como o Graal) para uma nova interpretação cristã, com intuito que não fossem assim esquecidos, já que não acreditava mais na possibilidade de um retorno aos costumes antigos. A punição por sua traição vem pelas mãos de Nimue, uma filha de Lancelot que foi levada por Morgana a Avalon e se tornou sacerdotisa.</p>
<p>Gwenhwyfar é flagrada por cavaleiros da Távola cometendo adultério com Lancelot, e ambos fogem do reino. A sucessora de Viviane é morta acidentalmente por Mordred. Avalon fica sem uma Senhora do Lago. Mordred, agora homem feito, enfrenta o pai.</p>
<p>O desfecho da lenda do Rei Arthur é conhecido, mas interpretação feita por Marion Z. Bradley reserva muitas surpresas e detalhes &#8211; Como pode-se observar desde o início do livro.</p>
<p style="text-align:center;"><img class="aligncenter" src="http://novoimages.quebarato.com.br/photos/big/D/D/F63DD_1.jpg" alt="" width="300" height="491" /></p>
<p><a href="http://bloodymoon.files.wordpress.com/2009/01/marion_zimmer_bradley_-_as_brumas_de_avalon_vol4_-_o_prisioneiro_da_rvore1.pdf"><span style="color:#ff0000;">CLIQUE AQUI</span></a><span style="color:#ff0000;"> </span>para visualizar e/ou baixar o livro de marion zimmer bradley &#8211; as brumas de avalon volume 4 &#8211; O Prisioneiro da Árvore para o seu computador.</p>
<p>Informação útil sobre a localização de avalon, Segundo o livro, Avalon se localiza ao sul da Bretanha, atual a Inglaterra, que era uma província do Império Romano. Vários autores citam a atual cidade de Glastonbury como sendo a ilha sagrada. Avalon era conhecida também como o País do Verão. É nesse ambiente fictício que, por volta do século V, passa-se a história do lendário Rei que teria papel fundamental na Bretanha, no momento em que o paganismo estava começando a perder terreno para o cristianismo.</p>
<h6> PS: os livros tem a mesma capa mesmo, é porque fazem parte de uma coleção, então eles tem algumas capas diferentes dependendo da edição, mais a cada edição as 4 capas ficam iguais.</h6>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Autumn blood]]></title>
<link>http://naluzdacriacao.wordpress.com/2008/10/24/autumn-blood/</link>
<pubDate>Fri, 24 Oct 2008 14:41:18 +0000</pubDate>
<dc:creator>VFS</dc:creator>
<guid>http://naluzdacriacao.wordpress.com/2008/10/24/autumn-blood/</guid>
<description><![CDATA[Autumn blood, originally uploaded by DrugOn soup.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:center;padding:3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/7689071@N07/999521401/"><img style="border:solid 2px #000000;" src="http://farm2.static.flickr.com/1231/999521401_96a58dd873.jpg" alt="" /></a><br />
<span style="font-size:.8em;margin-top:0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/7689071@N07/999521401/">Autumn blood</a>, originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/7689071@N07/">DrugOn soup</a>.</span></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O primeiro amigo verdadeiro]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/07/21/o-primeiro-amigo-verdadeiro/</link>
<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:38:34 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/07/21/o-primeiro-amigo-verdadeiro/</guid>
<description><![CDATA[Todos os meus valores estavam ao chão. Com fúria, eu arrancava as lágrimas do rosto, lágrimas teimos]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Todos os meus valores estavam ao chão. Com fúria, eu arrancava as lágrimas do rosto, lágrimas teimosas, como teimosas eram as palavras que eu dizia.<br />
Não acreditava que todas as instruções que eu seguira, todas as certezas da vida, deixaram-me a beira do abismo de forma tão real. Se, toda a minha fé rolara ladeira abaixo, restando apenas minhas falhas, minhas debilidades, me bateu uma certeza de que não existe futuro, apenas uma parede em branco.<br />
Sabe o que é alguém sem uma expectativa sequer?<br />
Sem fé, sem metas, sem nada&#8230;<br />
Todos aqueles que eu supunha amigos, desapareceram&#8230;<!--more--><br />
Oh céus, oh vida! Sorte imensa eu me revelar como era, num momento em que planejava solidificar minhas relações.</p>
<p>Fiquei tão só e o mundo não ficou frio, mas eu estava tão perdida.<br />
E agora? Sem mestres.<br />
As experiências alheias não servem nessas circunstâncias, meus ouvidos ficaram ocos, tudo parecia apenas ecos sem sentido.<br />
___________________________<br />
Foi assim&#8230; A revolta envolta em tristeza tomava conta de mim.<br />
Deus, uma vírgula!<br />
Deus não existe.<br />
Deus?, só minha garra, minha força de trabalho. Dizia, limpando as lágrimas.</p>
<p>Foi assim que lhe conheci. Ria, um riso cristalino, límpido.<br />
Ria do meu jeito de falar, com uma alegria tão pura, mas tão real.<br />
Eu rebatia: como pode rir de uma criatura que perdeu todos os seus parâmetros? Você não viveu isso, por isso consegue rir.</p>
<p>Mas, você parecia saber de algo que eu desconhecia, tão tranqüilo e contagiante.</p>
<p>Não é possível, falou, em um largo sorriso, Deus existe e deve ser perdidamente apaixonado por você. Ninguém fala com Deus com tanta intimidade, reclama, pede satisfações assim e esta distante dele. Você perdeu seu norte, algo assim. Ele deve estar rindo, como eu. Esta tão brava e mesmo assim fala com carinho, com um jeitinho que Deus deve estar pensando: Que pessoa mais linda!  Continuava a rir e contagiou-me com seu riso, suas certezas, com sua bela forma de olhar a vida.<br />
Falo de suas palavras como me lembro, não como realmente falava. Como repetir o tom e as palavras impregnadas de tanta bondade, reveladas por uma característica devastadora de olhar o que a maioria não vê?</p>
<p>No momento em que perdi todos os meus amigos, conheci você. O meu primeiro amigo verdadeiro. E, claro, por mais mental e científica que eu seja, será impossível provar para mim que Deus não existe, que não é meu amigo e que não me ama de forma verdadeira.</p>
<p>Apenas uma excelente criatura, ou criador, é capaz de colocar a meu lado um amigo, quando todos os supostos, desapareceram.</p>
<p>Você está supondo que eu acredito que Deus se expressa através de um amigo, ou que as palavras de um amigo é endeusada por mim?<br />
Chute certeiro. A amizade é um valor divino. O tempo de manifestação dessas criaturas também.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O medo]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/03/22/a-busca-do-medo/</link>
<pubDate>Sat, 22 Mar 2008 17:20:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/03/22/a-busca-do-medo/</guid>
<description><![CDATA[Fechei as portas do coração ao medo. Ele chegava com aquela expressão de culpa e desespero. Quando e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><em>Fechei as portas do coração ao medo. Ele chegava com aquela expressão de culpa e desespero. Quando elevou a perna e ia pisar em solo afetivo, eu o impedi de entrar. </em><!--more--></p>
<p style="text-align:justify;">Bateu em todas as janelas, forçou a porta, se debateu contra as paredes, até desistir. Não abri. Sei que andou por aí feito mendigo, bebendo qualquer tipo de água, afinal a água limpa não é pública é privada. Vai pegar um doença&#8230; Ah, dane-se. Vou viver a minha vida, estou segura, aqui ele não entra. Eu o mantive fora de mim, sem qualquer abertura, diálogo nem pensar. Até que o vi tombar.</p>
<p style="text-align:justify;">No começo eu estava mais lenta, depois um pouco mais pesada, em algum momento percebi que arrastava um meio-morto enquando seguia com a vida. Era o medo. Confesso que fustiguei o desgraçado, filho da mãe, cagão. Sai de mim! Não quero te ver, não quero te ter, não quero o teu amor. Nada. Apenas fiquei mais fraca.</p>
<p style="text-align:justify;">Tenho que saber como fazer para cortar fora, algo que não desata.<br />
Aproveitei que ele não se movia mais e dei umas cutucadas para ver se não era uma trapaça. Vou ter coragem e chegar perto para ver como me livro desta praga.
</p>
<p style="text-align:justify;">O horror veio como um golpe de ar gélido. Ao despi-lo, para descortinar suas artimanhas, descobri que era pura veia e músculo, todo retezado, sofrimento puro, sem máscaras.</p>
<p style="text-align:justify;">Resolvi colocar um apoio sob sua cabeça para um maior conforto, quando me afastei, em pânico, percebi que ele era eu. Eu, veia e músculo, acolhendo a desacordada. O pavor me acordou.</p>
<p style="text-align:justify;">Sentada, com o coração aos pulos, pensei muito, a imagem ainda impregnada.</p>
<p style="text-align:justify;">Hoje, abro as portas do coração ao medo, talvez ele não esteja tão próximo que facilmente eu o encontre. Mas, vou buscá-lo e falar que seu espaço na sala mais acochegante do corpo está reservado, abrigo que eu nunca deveria lhe ter negado.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A guria]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/03/06/a-guria/</link>
<pubDate>Thu, 06 Mar 2008 14:08:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/03/06/a-guria/</guid>
<description><![CDATA[Amor&#8230; a guria quer conhecer o que considero o inferno de Dante. Fala com entusiasmo, faz plano]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amor&#8230; a guria quer conhecer o que considero o inferno de Dante. Fala com entusiasmo, faz planos, prepara tudo, até a mala. Olho para ela&#8230; pura concentração em busca de possíveis lapsos: Não esqueci nada?</p>
<p>[...] Amor, ela se foi.</p>
<p>[...] Amor&#8230; a guria quer discutir com Dante, no mundo dele, está claro que ele não vai modificar sua &#8220;obra&#8221;. <!--more--></p>
<p>[...] Amor&#8230; ela está modificando tudo, disse que ele a segue, assim que perceber as vantagens de um mundo menos vermelho, mais para preto e tons de cinza. Sei não, quando ele se enfurece fica laranja em vez daquele vermelho bonitão.</p>
<p>[...] Amor, a guria está reclusa, todos os que a amam estão próximos, sua tristeza dói, não sei o que faço.<!--more--></p>
<p>[...] Amor! A guria quer ficar próxima ao mar, diz que cresceu e pode testar suas novas e equilibradas emoções. Diz que precisa experimentar. Amor&#8230; ela vai mesmo.</p>
<p>[...] Amor, a guria voltou, vou lá dar uma força.</p>
<p>[...] Amor&#8230; desculpa, estou ofegante, corri&#8230; A guria quer a suavidade do sereno tocando seu rosto, o cheiro das matas, pisar no capim macio. Ela foi&#8230;</p>
<p>[...] Amor, ela voltou! Já conta suas próprias histórias. Os testes de autoria dela foram aprovados. Vi seus cadernos, os rascunhos&#8230; Cada história encerra com uma máxima:<br />
&#8220;Nunca me enganei! Sou uma baita profissional!,  é vida e eu estou viva, é isso aí.&#8221;</p>
<p>Amor, esse pedacinho de gente estendeu as asas. Vamos observar o vôo?</p>
<p>__________________</p>
<p>O texto é uma homenagem a todas as gurias (através de uma muito especial), que não tiveram receio de correr atrás de seus sonhos, de seus anseios. Gurias, cujo o medo de errar, foi menor do que o medo de não vivenciar tudo o que a vida oferece.</p>
<p>O ponto de vista é maternal, que partilha com a família seus receios, seus temores, sua aflição enquanto &#8220;permite&#8221; que sua guria viva, tenha suas próprias experiências.</p>
<p>Uma vida com autoria é a vida de quem escolheu os próprios passos. Reconhece que o fez e registra com impressões fortes o reforço que trouxe às suas estruturas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Um bom encontro é a dois]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/01/27/um-bom-encontro-e-a-dois/</link>
<pubDate>Sun, 27 Jan 2008 13:01:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2008/01/27/um-bom-encontro-e-a-dois/</guid>
<description><![CDATA[É só isso Não tem mais jeito Acabou, boa sorte! Não tenho o que dizer São só palavras E o que eu sin]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>É só isso<br />
Não tem mais jeito<br />
Acabou, boa sorte!</p>
<blockquote><p>Não tenho o que dizer<br />
São só palavras<br />
E o que eu sinto<br />
Não mudará  <!--more--></p></blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p>Tudo o que quer me dar<br />
É demais<br />
É pesado<br />
Não há paz</p></blockquote>
</blockquote>
<p>Tudo o que quer de mim<br />
Irreais<br />
Expectativas<br />
Desleais</p>
<blockquote><p>Mesmo se segure<br />
Quero que se cure<br />
Dessa pessoa<br />
Que o aconselha</p></blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p>Há um desencontro<br />
Veja por esse ponto<br />
Há tantas pessoas especiais<br />
Um bom encontro é de dois<br />
<em><br />
por Vanessa da  Mata,  Boa  Sorte </em></p></blockquote>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O amor chega]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/12/24/o-amor-chega/</link>
<pubDate>Sun, 24 Dec 2006 14:03:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/12/24/o-amor-chega/</guid>
<description><![CDATA[O amor chega para todos. Um toque de sutileza, como um update. Um clique e estamos um nível acima. A]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><a title="Heart of Mom" href="http://kuinzytao.wordpress.com/files/2006/12/coracao-da-mom-copy.jpg"><img src="http://kuinzytao.wordpress.com/files/2006/12/coracao-da-mom-copy.jpg" alt="Heart of Mom" /></a></p>
<p>O amor chega para todos.<br />
Um toque de sutileza, como um update.<br />
Um clique e estamos um nível acima.<br />
Aquele nível em que nossa barra de carregamento, no quesito poder, está a 100%.<br />
A sensação é de ser Rei, ou, Rainha!<br />
A sensação de ser amado(a) e de amar está além do explicável.<br />
O amor chega e, todo o dia é Natal! &#8230;<!--more--><br />
Não chegou para você? E você queria isso?<br />
Atente para essa sugestão:</p>
<blockquote><p>Sensibilize-se  em alguns momentos de seu  dia.<br />
Inspire. Sinta o ar.  Agora tente &#8216;ver&#8217; o ar, é possível, tente&#8230;<br />
Caso não consiga, inspire novamente. Calma&#8230; profundamente&#8230;<br />
Já está vendo?</p></blockquote>
<p>Esta é uma das formas de saber se os sentidos estão habilitados<br />
para perceber essa sensação especial que ronda nossa vida.<br />
O amor está perto!<br />
É preciso estarmos permeáveis&#8230;<br />
Nele é nata a profundidade.<br />
Seu interesse envolve almas e,<br />
encantar cada um dos batimentos cardíacos.<br />
A ele interessa magia, eternidade, conexão.<br />
O amor elimina para sempre a sensação de distância.<br />
Experimente! É simples, querer amar é atrair amor!<br />
Feliz Natal  <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há dois dias choro]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/27/ha-dois-dias-choro/</link>
<pubDate>Wed, 27 Sep 2006 18:00:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/27/ha-dois-dias-choro/</guid>
<description><![CDATA[Meu lindo e precioso amigo chora e vejo isso há dois dias. __________________________ Meu resfriado ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Meu lindo e precioso amigo chora e vejo isso há dois dias.<br />
__________________________<br />
Meu resfriado me joga no chão.<br />
Sei, frustração. Detesto ter razão.<br />
Sei lá pra que serve a razão, se não modifica uma situação.<br />
Meu amigo chora, se perguntando para que vivi? Por que estou aqui?<br />
Para o quê, eu servi?</p>
<p>Penso… talvez, conte pouco em sua carteira de créditos.<br />
Mas, sei por mim, porque você teve que existir.</p>
<p>Estava escrito, que alguém perderia a lanterna que ilumina o caminho.<br />
Alguém que apesar de todo o empenho em acertar,<br />
cometeria erros e mais erros,<br />
até sentir-se bloqueado, asfixiado, sem saída.<br />
Esse errante precisaria de &#8230;<!--more-->alguém com muita fibra.<br />
Alguém que, mesmo, vivendo em extrema dificuldade,<br />
conseguisse sorrir qual água cristalina, e<br />
que sua fé, sua visão expressasse<br />
a mão carinhosa e amistosa de Deus.<br />
Alguém capaz de sentar ao lado.<br />
Alguém capaz de entender o que não é dito.<br />
Alguém capaz de ser e estar próximo, mesmo a uma pessoa,<br />
que nunca antes tenha encontrado.<br />
Alguém, que desse espaço para a alma, tanto quanto, para o vivido.<br />
Alguém bonito… quase irreal, como Deus!</p>
<p>Para isso você precisou ser ferido.<br />
Para isso você precisou ser esquecido.<br />
Para isso você precisou não ser ouvido.<br />
Para isso, a vida o isolou dos demais.<br />
Para isso, só para isso, restou-lhe ninguém.<br />
Apenas Deus.</p>
<p>E, para isso Deus fez você abrir mais a boca, e expressar sua dor.<br />
Através dela examinou seu coração.<br />
Andou a seu lado e fez de você seu irmão.<br />
Rodaram por aí até perceber, que poderia olhar para mim,<br />
e fazer por mim, o que ele fez por você.</p>
<p>Estar a meu lado, quando todos me achavam horrível.<br />
Achar que eu estava em busca de meu valor,<br />
enquanto todos que, supostamente me conheciam,<br />
reagiam como se me portasse como lixo.<br />
Seu sorriso, ah… seu sorriso.<br />
Aqueceu-me a alma, como o sol aquece uma tarde fria.<br />
Ouviu-me com o interesse e o divertimento de alguém<br />
que vê valor, destreza e encantamento,<br />
como se isso me fosse natural.<br />
Ver-me por seus olhos… como eu era linda!<br />
Ver-me interessante e, espontânea e… amável!<br />
Compreender-me em sua aceitação, em suas expressões!<br />
Você, para mim,<br />
é como o cara Lá de Cima, ou Lá de Dentro,<br />
pois que, à partir daquele momento,<br />
havia, onde quer que eu me encontrasse, o tal pirilim-pim-pim.<br />
O ar dourava ao meu redor.<br />
- Uhm?<br />
- É, vezes ficava rosinha.<br />
- Ahm?<br />
- Confesso, algumas vezes verdinho água.<br />
- ?<br />
- Tá bem, horas violeta e amarelo e um verde mais intenso.<br />
- ?<br />
- Ok! pessoas me diziam: Sua aura é rubi. Outras, você é toda azul clarinho.<br />
Pensava, nesses momentos, isso me acontece desde que,<br />
aquele lindo amigo conseguiu me perceber.<br />
Nunca mais consegui me ocultar.<br />
E, sempre me dei conta disso, com carinho e alegria.</p>
<p>Que dom preciso possui esse meu irmão!<br />
Um encontro, e, revela a alma a alguém.<br />
Capacidade inata, pois que, a muitos outros a revelou.</p>
<p>Vejo suas lágrimas, suas suspeitas de nenhum valor.<br />
Porém, procure lembrar quando eu disse:<br />
- Você é um lindo e poderoso carvalho!, amistoso amor.<br />
Tronco forte com raízes que capturam umidade no mais longo dos verões.<br />
O ruído de sua folhagem lembra poder, fortaleza e eternidade.<br />
Suas lágrimas, uma a uma, deixarão de atrapalhar sua visão de si.<br />
Talvez a mim, seja dado o privilégio de devolver o favor.<br />
O doce favor, que um dia me fez.<br />
Ser a você, a face da alma.<br />
Como foi para mim, um dia, a face de Deus.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vai murrê não]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/20/vai-murre-nao/</link>
<pubDate>Wed, 20 Sep 2006 23:45:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/20/vai-murre-nao/</guid>
<description><![CDATA[Vai murrê não amô&#8230; Vai murrê não&#8230; essi murrê cunteci c&#8217;ocê dando vida d&#8217;otru]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center">Vai murrê não amô&#8230;<br />
Vai murrê não&#8230;<br />
essi murrê cunteci c&#8217;ocê dando vida d&#8217;otru pr&#8217; eu.<br />
Cunteci c&#8217;ocê qrendo vim tudo pr&#8217; eu.<br />
Vai murrendo ansi amô, vai murrendo&#8230;<br />
fico imbuchada de vê o amô murrê n&#8217;ocê<br />
e vim vivê imim.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Natureza]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/12/natureza/</link>
<pubDate>Tue, 12 Sep 2006 14:05:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/12/natureza/</guid>
<description><![CDATA[O que há com você? Reconhece-me sua natureza e, não reage como terra para que crave minhas raízes e,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><img src="http://static.flickr.com/59/218593594_969d948a94.jpg" alt="After the rain - Iceland by abisco03" align="middle" height="329" width="473" /></p>
<blockquote>
<blockquote>
<blockquote><p>O que há com você?<br />
Reconhece-me sua natureza e,<br />
não reage como terra para que crave minhas raízes e,<br />
sorva o que há de melhor&#8230;<br />
Por que me impede as ramagens?<br />
Minhas folhas hão de proteger sua espécie!<br />
Minhas flores hão de perfumar seus dias!<br />
Meus frutos hão de alimentar quem aqui habita!<br />
Deixa-me começar devagar, suave e pequenina&#8230;<br />
Aproveitarei sua umidade para me estender.<br />
Prometo prazer&#8230; deleite&#8230;<br />
entre o servir e me servir&#8230;<br />
de você!</p></blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[T&amp;G]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/06/livres-para-voar/</link>
<pubDate>Wed, 06 Sep 2006 13:43:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/09/06/livres-para-voar/</guid>
<description><![CDATA[A ternura capturou-me a alma, enlaçou-me os sentimentos. Diante de ti curvei-me ao amor &#8211; suss]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center">A ternura capturou-me a alma, enlaçou-me os sentimentos.<br />
Diante de ti curvei-me ao amor &#8211; sussurrado aos quatro ventos!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Querida]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/querida/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jun 2006 11:53:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/querida/</guid>
<description><![CDATA[Minha querida e doce amiga! Estar contigo é deixar aflorar carinho, delicadezas. É tornar-me gentil ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Minha querida e doce amiga!<br />
Estar contigo é deixar aflorar carinho, delicadezas.<br />
É tornar-me gentil naturalmente!<br />
É olhar para o espelho, ajeitar o cabelo.<br />
É sentir prazer em uma companhia novamente.<br />
Gosto de te ter presente.<br />
Aquece-me a alma ver-te contente.<br />
Meu espelho, meu afeto, verdadeira amizade.<br />
Te amo.<br />
Obrigada por sempre reconhecer-me<br />
e presentear com o esplendor de teu sorriso.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Linda]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/linda/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jun 2006 11:43:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/linda/</guid>
<description><![CDATA[Seu jeito de flor seduz a atenção da gente. Seu jeito de margarida, tão límpida, tão clara. O interi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Seu jeito de flor seduz a atenção da gente.<br />
Seu jeito de margarida, tão límpida, tão clara.<br />
O interior delicado, aveludado&#8230; de bela cor.<br />
Um jeito de pétala suave&#8230; Um afago, quase um toque.<br />
A palavra apropriada não vem. Talvez proximidade, intimidade.<br />
Não dá medo, é só carinho. Uma flor sem espinho.<br />
Um jeitinho sem pressa, coloca-se, assenta-se tão perto.<br />
Ao olhar parece agradável, sem defesas, aberta, meiga.<br />
Eu, sem jeito, deixei que ficasse perto. Meu coração está fechado mesmo,<br />
que mal há se ficar perto&#8230;<br />
e seu perfume entrar com a brisa&#8230;<br />
com a umidade, com a proximidade.<!--more--><br />
Atenta, você protege minha casa, quando frente a tormenta,<br />
sou socorro e corro pra todo o lado.<br />
Sem chance diante de tanta presteza e boa vontade, não tranco a porta,<br />
que não dei conta, abre-se nas tempestades.<br />
Todos cuidando de si, pois há uma tempestade. Sem tempo,<br />
para cuidados ou gestos delicados, você não!<br />
Que interessante, que alegria.<br />
Assim o espaço é da gente. De gente, que é gente.<br />
É hábito, não me preocupar com o tempo e tempestades, eles são aliados.<br />
Mesmo revoltos, revelam flores macias, insinuantes, suaves e resistentes,<br />
que enfeitam nossas vidas e perfumam nosso ambiente.<br />
Não receio o tempo.<br />
Havia em mim receios, de perder o brilho, a inocência.<br />
De perder a coerência, de enrijecer, de tornar-me um deserto.<br />
Conhecer você, trouxe-me a certeza de haver caminhos diferentes.<br />
Nem todos secam, alguns continuam frescos, suaves, inteligentes, amáveis.<br />
Brilhantes fontes de luz e inspiração, exemplo de amor e constância.<br />
Renovar de esperanças, imenso farol a lembrar que não estou só.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Há beleza em você]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/a-beleza-que-vejo/</link>
<pubDate>Thu, 29 Jun 2006 05:54:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/29/a-beleza-que-vejo/</guid>
<description><![CDATA[Várias vezes, eu pretendi encurtar as voltas da vida para você. Embora saiba que não gosta de ouvir.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Várias vezes, eu pretendi encurtar as voltas da vida para você. Embora saiba que não gosta de ouvir.</p>
<p style="text-align:justify;">Cerca-se sempre de pessoas que concordam com suas idéias. Usa as pessoas quando os seus recursos esgotam e eu me entristeço.</p>
<p style="text-align:justify;">Dribla várias regras. Em nome&#8230; de que mesmo?<br />
Você fala amor. Eu vejo posse.<br />
Você fala eu preciso&#8230; Eu ouço, eu quero&#8230;<br />
Ganhar uma briga, não garante a alguém estar certo.
</p>
<p style="text-align:justify;">Amar&#8230; A glória de amar é ser / sentir o outro, naquilo em que ele pretende ser ou expressar. Amar é saber o quanto a realização e o crescimento pessoal importa, para além do dia de hoje, para além de onde se possa estar.</p>
<p style="text-align:justify;">Haverá um momento em que a vontade alheia será soberana á você, tão soberana como a sua é aos outros. Neste dia, eu a verei, considerar a si, como a pessoa principal a ser edificada. Neste dia eu a verei, olhar-se no espelho e perceber a graça que é, o frescor da alegria que carrega e que tão pouco deixa fluir.</p>
<p style="text-align:justify;">Aqui na terra, local da expressão de todos os sentidos que conhecemos e de outros que estamos começando a perceber, devemos nos libertar e libertar os demais. O outro existe e pode representar o bem ou mal para mim, dependendo de como eu aplicar, nas minhas vivências, as leis naturais da <em>atração</em> versus as leis cósmicas do <em>livre arbítrio</em>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sexo Oral]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/sexo-oral/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 15:30:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/sexo-oral/</guid>
<description><![CDATA[Não quero que te curves para mim&#8230; Não quero ir aos recônditos onde te recolhes em solidão. Não]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Não quero que te curves para mim&#8230;<br />
Não quero ir aos recônditos onde te recolhes em solidão.<br />
Não quero que me assedies de forma insistente e erótica,<br />
se me recolho em local secreto, íntimo&#8230;<br />
Não quero visitar lugares ínfimos para te ver existir.</p>
<p>Quero me aproximar de teu peito, e<br />
meu suspiro despertar em ti um ritmo forte e louco!<br />
Quero que voes à janela dos olhos, e<br />
só assim consigas o necessário ar.<br />
Quero que mantenhas os olhos fechados,<br />
a tempo de desfrutar a sensação um pouco mais&#8230;</p>
<p>Quando, os olhos abrir, devagar, me banharás,<!--more--><br />
com doce e intenso brilho,<br />
feiticeiro, extasiante a me devassar&#8230;<br />
Enquanto lassa toco teu peito&#8230; fofos pêlos<br />
que em delícia, meus dedos passeiam<br />
com teu ritmo a me embalar.</p>
<p>Teus lábios&#8230;<br />
aos poucos mostram pérolas,<br />
que eu tento tocar, com o olhar,<br />
tomado pela capacidade de imaginar&#8230;</p>
<p>Proximidade, aroma sedutor, um convite<br />
a te enlaçar, parte do meu lar,<br />
espaço em que adoro me deleitar&#8230;</p>
<p>Com um abraço amável, cheio de calor e entrega,<br />
nossos corpos já ofegantes, pressentem prazer e<br />
aliam-se cada vez mais&#8230;<br />
O amor desperto, em todos os nossos poros<br />
nos conduz e nos toma&#8230;</p>
<p>Não há palavras capazes de representar o amor<br />
soberbo, que experienciamos, vivenciamos<br />
a chegada de um deus a porta da sala de estar&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lindo e Caro Amigo]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/lindo-e-caro-amigo/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 15:18:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/lindo-e-caro-amigo/</guid>
<description><![CDATA[Cacheando teu belo rosto, os cabelos negros emolduram um sorriso dos mais intensos. Suave, franco, e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Cacheando teu belo rosto, os cabelos negros<br />
emolduram um sorriso dos mais intensos.<br />
Suave, franco, expões o que sentes.<br />
Amo teus sentires, amo, amo, amo.<br />
Amo teu carinho, amo o que dizes.<br />
Amo-te.<br />
Amo-te tanto, quase te quero&#8230;<br />
Uff, quase te quero&#8230;<br />
Não quero te querer&#8230;<br />
Não quero te desejar&#8230;<br />
Talvez queira teus desejos&#8230;<br />
Talvez queira teus beijos..<br />
Talvez queira teu falar&#8230;<br />
Tuas palavras eu bebo,<br />
me embebedo em devaneios,<br />
me ajeito e me dasajeito descobrindo<br />
que em comum temos um mundo.<br />
Aborreço-me quando desejo discutir,<br />
discursar esse mundo contigo, juntos&#8230;<br />
Uff, querer estar contigo, quando eu perigo,<br />
te atinjo em cheio&#8230;<br />
Ser perigo, para quem amo tanto.<br />
Ser responsável por alguém fácil de querer e amar.<br />
Gostoso que sejas tão&#8230; fácil de querer.<br />
Adoro ter-te em meus sentimentos,<br />
em minhas lembranças,<br />
e em meu&#8230;  passado&#8230;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O lago]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/o-lago/</link>
<pubDate>Thu, 22 Jun 2006 13:39:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2006/06/22/o-lago/</guid>
<description><![CDATA[PA290037 Flickr by Mike Raybourne É difícil separar&#8230; Colheste aquela flor, que a ti se deu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><img class=" " src="http://farm3.static.flickr.com/2087/3531875229_defc39d71a.jpg" alt="PA290037 by MikeRaybourne" width="450" height="338" /><p class="wp-caption-text">PA290037 Flickr by Mike Raybourne </p></div>
<p>É difícil separar&#8230;<br />
Colheste aquela flor, que a ti se deu&#8230;<br />
A cabana e o amor a rolar&#8230;<br />
O lago onde conseguimos brincar&#8230;</p>
<p style="text-align:left;">É amargo lembrar&#8230;<br />
Que ali não deveríamos estar&#8230;<br />
Não saber onde encontrar o meu par&#8230;<br />
Não dever realmente nos tocar.</p>
<p>O melhor&#8230;<br />
Teu amor por aquele lar&#8230;<br />
A bondade de teu olhar&#8230;<br />
Tua capacidade de sentir e dar&#8230;</p>
<p>Perdoar&#8230;<br />
Sentir-me incapaz de te alcançar&#8230;<br />
Não perceber que pretendias me proteger&#8230;<br />
Não conseguir te entender&#8230; perceber teu amor&#8230;</p>
<p>Lembrar&#8230;<br />
O amor crescendo, extravasando, sem que eu pudesse segurar&#8230;<br />
Os sentimentos que nunca envergonhastes de mostrar&#8230;<br />
Minha insegurança, que acabastes por arrasar&#8230;</p>
<p>Esquecer, nunca&#8230;<br />
Parei de te desejar e juntos conseguimos trabalhar&#8230;<br />
Aprendi a me amar, lutar por mim, que bom&#8230;<br />
Amar tanto a mim, quanto a meus ideais.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Irmão Ferido]]></title>
<link>http://kuinzytao.wordpress.com/2005/04/12/ego/</link>
<pubDate>Tue, 12 Apr 2005 20:12:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>kuinzytao</dc:creator>
<guid>http://kuinzytao.wordpress.com/2005/04/12/ego/</guid>
<description><![CDATA[Meu irmão é uma grande pessoa. Para os que o conhecem é símbolo de competência, dedicação. Sempre at]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><font face="Arial,Helvetica,sans-serif" size="2">Meu irmão é uma grande pessoa. Para os que o conhecem é símbolo de competência, dedicação. Sempre atualizado, top de linha. É uma pessoa técnica e até elitista. Não muito, só o suficiente, como dizem orgulhosos os fãs dele.<br />
Meu irmão entrou em uma dividida e ficou ferido. Está agora meio que impedido de exercer aquilo que para ele, é tão importante quanto seu estilo de vida.<br />
Nunca vi meu irmão assim.<br />
De repente o que importava a ele, está fora de seu alcance. E meu irmão se ressente, de uma forma, que surpreende. Nada que se dê a ele, o conforta. Não olha para o presente, o que está distante, ficou com sua alma, com seu coração.<br />
Falamos a ele, é só trabalho, deixe pra lá, você é jovem, forte, tem muitas opções. Porém, seu coração está lá. E ele, o meu irmão está doente, e está ferindo outros e está ferindo a si mesmo.</font></p>
<p><font face="Arial,Helvetica,sans-serif" size="2">Estamos desenvolvendo o Brasil de diversas maneiras. Uma delas é o uso da internet.<br />
Pessoas conscientes e competentes em diversas áreas se unem</font><!--more--><font face="Arial,Helvetica,sans-serif" size="2"> e dedicam seu tempo, a sites e cuidam destes sites, como se fossem só seus. Agrupam-se as que estão próximas, que sentem e pensam como elas.<br />
Crescem enquanto trocam e enquanto se doam.<br />
Crescem não só como persona, crescem como indivíduos. E como indivíduos se separam e seguem outros rumos, dadas as novas diferenças, formando assim novos núcleos de desenvolvedores.<br />
E, a dor é grande para ambos, os que ficam com o enorme vazio e os que vão com o que restou.</font></p>
<p><font face="Arial,Helvetica,sans-serif" size="2">Restou nada! Ficaram com tudo!<br />
Restou a experiência, restou tudo o que foi vivido, tudo o que foi aprendido.<br />
Gerir a própria existência é dureza.<br />
Ficar frustrado em um local que nos parece inadequado, ou, escolher um recomeço, uma nova tentativa, uma esperança.<br />
Qualquer escolha incorrerá em investimento de energia.<br />
Aprender modos de conviver em um meio, que não nos é mais tão familiar, não tem muito de nossa identidade, ou, começar de novo aplicando nossas crenças e entusiasmo.<br />
Se há ferida, é bom examinar.<br />
&#8220;Foi injustiça! Eu dei muito de mim.&#8221;</font></p>
<p><font face="Arial,Helvetica,sans-serif" size="2">E receber? Você soube receber?<br />
Você interagiu com a comunidade?<br />
Há um tempo em que não queremos mais um pai, um instrutor, um sábio, queremos um amigo.<br />
Desejamos alguém que esteja na cadeira ao lado, olhando para a mesma direção.<br />
Nesse momento, gente de fé, em sua capacidade, está ao seu redor, olhando suas ações. Gente pronta para seguir junto.<br />
O mundo mudou, as referências não são as mesmas, todos terão que se adequar.</font></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
