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	<title>burocracia &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/burocracia/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "burocracia"</description>
	<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 19:59:30 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[En desacuerdo con lo de estar de acuerdo]]></title>
<link>http://atensionprimaria.wordpress.com/2009/11/24/en-desacuerdo-con-lo-de-estar-de-acuerdo/</link>
<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:08:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Luis Quintana</dc:creator>
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<description><![CDATA[En la Comunidad de Madrid vivimos una situación curiosa. El Grupo AntiBurocracia de Madrid obtuvo en]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En la Comunidad de Madrid vivimos una situación curiosa. El Grupo AntiBurocracia de Madrid obtuvo en 2008 un informe jurídico del colegio de médicos de Madrid que venía a decir lo que parecía obvio: cada uno debe hacer sus recetas, sin excusitas incomprensibles. La consejería de sanidad se ve en la obligación de promover una normativa para que esto se pueda cumplir. En la Orden 589/2008 de 29 de julio se ajusta el uso de recetas tanto para centros públicos como para centros &#8220;vinculados jurídicamente con el Servicio Madrileño de Salud&#8221;. En esa misma orden se introduce un párrafo en el que se excluye a los servicios de urgencia. No alcanzo a comprender esta exclusión que, si no recuerdo mal, se justificó en los medios de comunicación con el argumento de &#8220;no vamos a burocratizar las urgencias&#8221;.</p>
<p><a href="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-828" title="3" src="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/3.jpg?w=300" alt="" width="410" height="113" /></a></p>
<p>Unos días más tarde, en una instrucción interna, se señala que los servicios de urgencias den medicación suficiente hasta que se pueda contactar con el médico de familia (o el pediatra, que no lo dice, pero debería decirlo, que si no se me ofenden <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p><a href="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/1.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-829" title="1" src="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/1.png?w=300" alt="" width="448" height="102" /></a></p>
<p>En esta situación, uno pregunta ¿por qué tengo yo que hacer las recetas del <a href="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/trampa.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-830" title="trampa" src="http://atensionprimaria.wordpress.com/files/2009/11/trampa.jpg?w=300" alt="" width="212" height="116" /></a>tratamiento de los servicios de urgencia? Contestación habitual: <strong>&#8220;hombre, si estás de acuerdo las haces y si no, le pones lo que tú creas&#8221;</strong>. Este argumento, repetido mil veces desde hace años, en mi opinión es una <strong>trampa inaceptable</strong>:</p>
<ol>
<li>¿Quién soy yo para estar de acuerdo? No hay estudios de acuerdología que yo sepa. Las decisiones clínicas son complejas y se toman en función de los conocimientos disponibles, pero también de un paciente y una situación concretos. Un ejemplo: Un paciente con disuria y un análisis de orina normal o levemente alterado en un servició de urgencias un viernes por la noche. El médico que le atiende decide tratarlo como una infección urinaria (no estoy seguro, faltan más de dos días para que pueda ver a su médico, lo mismo mañana tiene fiebre&#8230;). ¿Estoy de acuerdo? Pues no tengo nada que manifestar ni acuerdo ni desacuerdo. Mi más completo respeto por el criterio de un compañero que tomó la decisión que le pareció adecuada. No quiero ni puedo ser el &#8220;interventor&#8221; de las decisiones de otro. Ya no vamos a hablar cuando se escribe: control en la consulta de urología en 10 días; ¿en qué tengo que estar de acuerdo? ¿Por qué he de acreditar o desacreditar lo que ha hecho un compañero? Supongo que los comités de deontología o los propios colegios de médicos tendrán algo que decir en este desatino.</li>
<li>La continuidad asistencial no tiene nada que ver con esto. En las urgencias se atienden procesos agudos y los tratamientos son con mucha frecuencia por tiempo limitado. Continuidad asistencial es: si aparece fiebre acudirá a su médico. Pero en el diagnóstico gastroenteritis aguda tratada con paracetamol si tiene fiebre ¿qué es continuidad asistencial? ¿que yo haga la receta de paracetamol? Continuidad es que en una fibrilación auricular diagnosticada en urgencias yo le haga los controles de Sintrom©, pero ¿la receta?</li>
<li>Por tanto, lo sencillo, y seguramente mejor, es un médico de atención primaria sin criterio que tira de impresora y hace las recetas. Lo de toda la vida, pero con tecnología. Cuanto más criterio tenga, más chirriará el enloquecido sistema de acceso al descuento de farmacia.</li>
</ol>
<p>Por cierto, <em>cantidad suficiente&#8230;hasta que pueda contactar con su médico</em> es medicación para 24 horas. Pero esto es otra batalla.</p>
<p>José Luis Quintana, médico de familia</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Utilidade pública: Procedimento correto para retirar seu nome do cadastro de devedores do Banco Central]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/11/23/utilidade-publica-procedimento-correto-para-retirar-seu-nome-do-cadastro-de-devedores-do-banco-central/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 20:23:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
<guid>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/11/23/utilidade-publica-procedimento-correto-para-retirar-seu-nome-do-cadastro-de-devedores-do-banco-central/</guid>
<description><![CDATA[Passei recentemente muita raiva com um cheque devolvido e com meu nome que foi parar no Banco Centra]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Passei recentemente muita raiva com um cheque devolvido e com meu nome que foi parar no Banco Central por causa disso. Conto um pouco (porque teve mais coisa ainda) dessa saga <a href="http://psicopatafu.wordpress.com/2009/11/05/sobre-a-burocracia/" target="_blank">aqui</a>. Mas como teve mais problemas, resolvi fazer algo de útil (já que estou me sentindo completamente impotente em relação aos erros que o “sistema” cometeu).</p>
<p>Então aqui está: Como fazer para tirar meu nome da lista negra (como é popularmente conhecido o cadastro de cheques sem fundo) do Banco Central e você não tem mais o cheque para apresentá-lo ao banco (ele foi extraviado, por exemplo):</p>
<p>1. Ao descobrir que seu nome está no cadastro, procure a informação do valor e número do cheque que foi devolvido. O seu banco pode te dar essa informação. Peça-a por escrito, se possível.</p>
<p>2. Peça a microfilmagem ou a imagem digitalizada dele, se o seu banco já disponibilizar a opção de cheque digitalizado. Atenção: o cheque digitalizado fica disponível por apenas 3 meses da compensação, portanto, se passou mais tempo que isso, sua opção tem que ser a microfilmagem. O banco cobra uma taxa para emitir esse a microfilmagem ou imagem digitalizada, e isso varia de acordo com o banco. Se for digitalizado, sai na hora; se for microfilmagem, pode demorar até 30 dias.</p>
<p>3. Procure o cartório de protestos de títulos da sua cidade para pedir uma certidão negativa de débito. Ela custa cerca de R$23,00 (em Belo Horizonte). Se for uma cidade grande como BH existe mais de um cartório de protestos de títulos, então descubra qual é o cartório distribuidor (em BH: Rua dos Guajajaras 329 lojas 14 e 15, no centro, entre as ruas da Bahia e Av. João Pinheiro). Demora 5 dias úteis para ficar pronta essa certidão.</p>
<p>4. Se você por acaso lembra para quem deu o cheque, ainda assim espere a confirmação que a microfilmagem ou a imagem do cheque vai te dar. Isso porque pode ser que a pessoa pra quem você deu o cheque não foi quem tentou descontá-lo, e se for esse o seu caso, você precisará dos documentos a seguir dessa pessoa, e não da pessoa pra quem você passou o cheque.</p>
<p>5. Você precisa de uma carta de anuência do credor consentindo que você pagou a dívida. Veja um modelo dessa carta <a href="http://www.tabelionatoandrade.com.br/Arquivos/carta.doc" target="_blank">aqui</a>.</p>
<p>6. Essa carta precisa ter a firma reconhecida do credor, então pergunte para seu credor em qual cartório ele tem firma para você poder ir lá. O cartório cobra uma taxa de cerca de R$4,00 (em Belo Horizonte) para fazer isso. Sai na hora.</p>
<p>7. Se seu credor for uma empresa, você precisa que quem assine a certa de anuência seja comprovadamente o responsável legal por ela, ou seja, precisa da cópia da folha de assinaturas do contrato social da empresa.</p>
<p>8. Munido de todos esses documentos, vá até a agência que devolveu o cheque, e solicite a exclusão do seu nome do CCF – Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos do Banco Central. É cobrada mais uma taxa para retirar o nome, algo entre R$35,00 (nacional). Existe um prazo de 5 dias úteis para que seu nome não conste mais na lista.</p>
<p>Bom, espero que com esses passos bem explicados, quem ler não tenha que passar por todos os perrenges que eu passei, e idas e vindas por causa de informações incorretas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La burocracia destruye la iniciativa (cita)]]></title>
<link>http://emosqueira.wordpress.com/2009/11/23/la-burocracia-destruye-la-iniciativa-cita/</link>
<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 17:23:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>emosqueira</dc:creator>
<guid>http://emosqueira.wordpress.com/2009/11/23/la-burocracia-destruye-la-iniciativa-cita/</guid>
<description><![CDATA[Releyendo la novela de Dune me he encontrado la siguiente cita que pienso que resume a la perfección]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Releyendo la novela de <a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Dune">Dune</a> me he encontrado la siguiente cita que pienso que resume a la perfección el funcionamiento de la burocracia, en particular la de los organismos públicos:</p>
<blockquote><p>La burocracia destruye la iniciativa. Hay pocas cosas que los burócratas odien más que la innovación, especialmente la innovación que produce mejores resultados que las viejas rutinas. Las mejoras siempre hacen que aquellos que se hallan en la cúspide aparezcan como unos ineptos. ¿A quién le gusta aparecer como inepto?</p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calçada da Fama - Obras no Centro de São Paulo são Embargadas pelo Poder Judiciário por prejudicar a coletividade e beneficiar apenas alguns, diz decisão em sede liminar]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</link>
<pubDate>Sun, 22 Nov 2009 21:58:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/22/calcada-da-fama-obras-no-centro-de-sao-paulo-sao-embargadas-pelo-poder-judiciario-por-prejudicar-a-coletividade-e-beneficiar-apenas-alguns-diz-decisao-em-sede-liminar/</guid>
<description><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Vista da Calçada da Fama sendo Construída A matéria sobre a Calçada da Fama ou Calçada da Lama como ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os 42 passos do PMBoK. Quão flexíveis eles são?]]></title>
<link>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/21/os-42-passos-do-pmbok-quao-flexiveis-eles-sao/</link>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 16:43:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Fabiano L. Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/21/os-42-passos-do-pmbok-quao-flexiveis-eles-sao/</guid>
<description><![CDATA[Como sempre digo, meu objetivo ao escrever é sempre avaliar se as técnicas, ferramentas e metodologi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como sempre digo, meu objetivo ao escrever é sempre avaliar se as técnicas, ferramentas e metodologias são aplicáveis, adaptáveis ou flexíveis. Em geral, minha conclusão é que: Como metodologia é composta por um conjunto de técnicas, o gerente de projetos ou o PMO a desenvolve sempre de forma aplicável (Premissa, nem sempre verdadeira, mas procuro partir deste princípio).</p>
<p>O PMBoK (Project Management Body of Knowledge) coloca 42 processos (Já atualizado conforme a quarta edição, na terceira eram 44) dentro das 9 áreas de conhecimento espalhados entre iniciação, planejamento, execução, monitoração e controle e encerramento. Mas temos que utilizar todos obrigatoriamente? Bom, respondo o que para a maioria é o óbvio: Não! O que o PMI, através do PMBoK nos mostra, são as melhores práticas, ou seja, o que funciona na maioria das vezes, na maioria dos projetos. Uma das funções importantes do Gerente de Projetos é saber avaliar onde cada coisa deve ou não ser utilizada.</p>
<p>Embora gerenciar projetos não seja uma ciência exata, tampouco uma receita de bolo, de maneira rápida, tentarei resumir como escolher o que aplicar (apenas uma sugestão. É a forma como eu aplico, cada G.P. terá a sua).</p>
<p>A quantidade de processos aplicáveis, em geral, varia de acordo com o porte do projeto. Em projetos grandes, com maior complexidade e integração entre várias disciplinas ou pessoas, aplicamos todos eles, porém, para projetos pequenos, meu roteiro é o seguinte:</p>
<p>- Verifique o quanto de papel sem necessidade esses processos irão criar! Lembre-se que o gerenciamento é para facilitar e manter o projeto no rumo, não para burocratizar;</p>
<p>- Pergunte para que eu preciso de tal processo, ou de tal saída do processo. Ela me será útil, ou será uma entrada obrigatória para processos importantes?</p>
<p>- Eu possuo dados, estrutura ou condições de alimentar o processo?! Um dos grandes problemas que vejo é o fato de criarmos formulários que depois não serão atualizados no andamento do projeto. Serão preenchidos ao final, apenas por mera formalidade, por tanto, perde a atulidade;</p>
<p>- Posso elaborar sistemas simples de planejamento, execução e controle? Não se iluda de que o bom gerenciamento necessita de ferramentas e métodos complexos, quanto mais simples melhor! As informações a serem monitoradas, assim como as métricas criadas devem me reportar algo importanta, monitorar apenas por monitorar de nada serve;</p>
<p>Lembre-se o custo do gerenciamento não deve exceder o do projeto, gerentes estão presentes para suportar o projeto, e não o projeto para suportar o emprego dos gerentes! Em suma, utilize o mínimo necessário, cuidado apenas para não reduzir demais e ficar órfão da falta de informação! Gerencie de maneira prática e rápida, preocupe-se com as informações importantes para a tomada correta de decisões. Tenho certeza que dessa forma seu projeto estará mais sob controle do que com planos mirabolantes. O importante é o bom senso!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mi País Burocrático]]></title>
<link>http://transmutacion.wordpress.com/2009/11/20/mipais2/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 05:34:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Anathema</dc:creator>
<guid>http://transmutacion.wordpress.com/2009/11/20/mipais2/</guid>
<description><![CDATA[Image via Wikipedia Érase una vez un país donde la burocracia era la moneda corriente de todos los d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div class="zemanta-img" style="display:block;margin:1em;">
<div>
<dl class="wp-caption alignright">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Typicalbusyoffice20050109.jpg"><img title="A typical busy North American office" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/ae/Typicalbusyoffice20050109.jpg/300px-Typicalbusyoffice20050109.jpg" alt="A typical busy North American office" width="300" height="180" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd zemanta-img-attribution">Image via <a href="http://commons.wikipedia.org/wiki/Image:Typicalbusyoffice20050109.jpg">Wikipedia</a></dd>
</dl>
</div>
</div>
<p>Érase una vez un país donde la burocracia era la moneda corriente de todos los días. Un visitante realmente se cansaba de tanto papeleo, al extremo de que era más probable  que pasara la mitad de sus vacaciones haciendo trámites en la aduana. Tanto es así que le requerían hasta la escolaridad para poder entrar.</p>
<p>Pero los habitantes por lo general estaban acostumbrados. Para viajar en ómnibus había que presentar un certificado de buen pasajero, que se obtenía en la comisaría, certificado de buena conducta mediante, que se obtenía de las maestras y de las madres. El certificado otorgado por las madres en la mayoría de los casos era fácil de obtener, dado el buen relacionamiento, pero en muchos otros casos se entablaban juicios legales, mediante certificado de litigio.</p>
<p>Un país donde la burocracia es reina, hace que los habitantes carguen con muchísimos papeles, por eso los bolsos eran un producto de primera necesidad. Tanto es así que la importación de bolsos creció en los últimos diez años a casi el triple, mediante permiso de importación y pago de los aranceles mediante.</p>
<p>Créase o no, éste país carece de corrupción, y todo se hace a un paso lento, tan lento que el mayor índice de mortalidad es el estrés causado por el tiempo de espera en los organismos públicos. A tan lenta velocidad funciona el país, que cuando se importa un modelo de auto &#8220;nuevo&#8221;, en otros países ya se descartan por demasiado viejos. Pero es lo que hay y la gente se conforma.</p>
<p>Y los medios de comunicación son un tema aparte. Tienen que presentar tanto papeleo, como ser el permiso de comunicación, el permiso de tener un periodista, conseguir un periodista certificado, permiso para poder emitir la noticia, tasas para poder emitirla, y tanta cosa, que las noticias recién van por la segunda guerra mundial. Es más, Churchill debe estar pronunciando su discurso de &#8220;Sangre, sudor y lágrimas&#8221;.</p>
<p>Pero no crean que éste país es pobre, no señor, su economía, a pesar de lo lenta que es, es enorme, ya que se importan productos descartados por el resto de la humanidad, y lo que se exporta se vende como antigüedad o rareza de museo. Y los coleccionistas pagan muy bien esas cosas. Si es que pueden sacarlas del país.</p>
<p>El tema más preocupante son los niños. La educación que reciben parte del latín, puesto que es el idioma oficial, pero es tanto el trámite que hay que hacer para cambiarlo, que se prefiere enseñar una lengua muerta antes que cambiarla por una viva.</p>
<p>Y ni hablemos de los muertos. Ellos esperan en los parques para ser enterrados, pero no por falta de cementerios, sino que el trámite que hay que hacer para ser enterrado debe comenzarse a la edad de 10 años. Y muchos a esa edad no piensan en su muerte. Los parques se abarrotan de personas fallecidas que esperan a que sus sucesores empiecen con los trámites a los diez años también, para acelerar un poco el proceso.</p>
<p>Porque todo papel lleva un control, y una tasa, y alguien que controla los papeles, alguien que controla las tasas, alguien que controla al señor de los papeles, y alguien que controla al señor de las tasas, y alguien que verifique que todos esos señores estén certificados para hacer su trabajo, alguien que controle al señor verificador, y alguien que los reclute para trabajar, y alguien que controle al señor que recluta a los trabajadores. Por eso en ese país nadie trabaja, puesto que se demora toda una vida en poder intentar siquiera trabajar.</p>
<p>Y eso convierte a todo el mundo en autodidacta no certificado por nadie.</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top:10px;height:15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/e6035f94-5e6a-432e-8c28-f859be8ce86e/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border:medium none;float:right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_c.png?x-id=e6035f94-5e6a-432e-8c28-f859be8ce86e" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Obama admite que Guantánamo no podrá cerrarse en enero]]></title>
<link>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/18/obama-admite-que-guantanamo-no-podra-cerrarse-en-enero/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 16:28:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Lucas S.</dc:creator>
<guid>http://temasinternacionais.wordpress.com/2009/11/18/obama-admite-que-guantanamo-no-podra-cerrarse-en-enero/</guid>
<description><![CDATA[EFE &#8211; Pequim &#8211; 18/11/09 El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, ha admitido por p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[EFE &#8211; Pequim &#8211; 18/11/09 El presidente de Estados Unidos, Barack Obama, ha admitido por p]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[RECHAZA EL TESORERO DE COMONDU SERGIO AVILES MENDOZA ACUSACIONES SOBRE JINETEO DE NOMINAS,IMPOSIBLE MONTAR SIN CABALLO,NO HAY DINERO Y CUANDO LLEGA CAE DIRECTO A LOS CAJEROS]]></title>
<link>http://comondu.wordpress.com/2009/11/17/rechaza-el-tesorero-de-comondu-sergio-aviles-mendoza-acusaciones-sobre-jineteo-de-nominasimposible-montar-si-caballono-hay-dinero-y-cuando-llega-cae-directo-a-los-cajeros/</link>
<pubDate>Tue, 17 Nov 2009 16:51:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>comondu</dc:creator>
<guid>http://comondu.wordpress.com/2009/11/17/rechaza-el-tesorero-de-comondu-sergio-aviles-mendoza-acusaciones-sobre-jineteo-de-nominasimposible-montar-si-caballono-hay-dinero-y-cuando-llega-cae-directo-a-los-cajeros/</guid>
<description><![CDATA[CAJEROS VACIOS....BUROCRATAS PIDEN PAGA. EL DIRECTOR El vienes 13 del presente mes y año en curso  e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_386" class="wp-caption aligncenter" style="width: 280px"><a href="http://comondu.wordpress.com/files/2009/11/sergio-avilez-mendoza-cajero1.jpg"><img class="size-full wp-image-386" title="SERGIO AVILEZ MENDOZA CAJERO" src="http://comondu.wordpress.com/files/2009/11/sergio-avilez-mendoza-cajero1.jpg" alt="" width="270" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">CAJEROS VACIOS....BUROCRATAS PIDEN PAGA.</p></div>
<p>EL DIRECTOR</p>
<p>El vienes 13 del presente mes y año en curso  enmedio de las exigencias de de la burocracia para lograr el pago adelantado de la primera quincena de noviembre el tesorero municipal Sergio Aviles Mendoza realizaba llamada tras llamada a la Secretaria de Finanzas del estado las cuales finalmente resultaron infructuosas en el apoyo buscado para la cobertura de salarios.</p>
<p>Acepto una entrevista con VILLANOTAS DE COMONDU y le fueron mostrados ls documentos emitidos por la PROPIA SECRETARIA DE FINANZAS ensus cuentas de TRANSPARENCIA en las cuales se cita el acuerdo para la distribuicion de LAS PARTICIPACIONES FEDERALES a traves de los programas diversos.</p>
<p>Se le hizo saber el insistente clamor de los trabajdores por su paga y los tendenciosos comentarios de que el dinero en NOMINAS estaba  siendo JINETEADO para sacarle rendimientos adicionales.</p>
<p>&#8220;Ni para eso ni para otra cosa,no se puede jinetear sin caballo&#8221;,y en una accion sorpesiva me invito a checar una por una las cuentas del municipio de las cuales esperaba pagar las NOMINAS,lo que vi me impresiono,solo reflejaba una falta total de recursos.</p>
<p>Que pasa?&#8230;&#8221;Preguntele a sus papeles&#8221;&#8230;</p>
<p>Los papeles en mi poder dicen que el GOBIERNO DEL ESTADO cumple con la entrega de los FONDOS FEDERALES  a los MUNICIPIOS.</p>
<p>Y al menos las cuentas del MUNICIPIO DE COMONDU no tenian el dia que me fueron mostradas EL INGRESO FEDERAL RESPECTIVO.</p>
<p>El tesorero AVILES me pidio que no PUBLICARA NADA DE LO QUE VI ,pero se me hace INJUSTO que se le acuse por suposiciones al calor de la crisis economica de un presunto jineteo inexistente.</p>
<p>Hoy se esperan resultados de las gestiones con FINANZAS DEL ESTADO y se espera tambien que la RECAUDACION LOCAL sea CONSISTENTE.</p>
<p>Los graves problemas del GOBIERNO DEL ESTADO en sus MANEJOS FIANCIEROS evidentemenente estan IMPACTANDO DE REBOTE A LOS MUNICIPIOS y LOS FONDOS FEDERALES que oportunamente entregaria HACIENDA no se DESPACHAN conforme al CALENDARIO ACORDADO ni en las cantidades pactadas.</p>
<p>EDITORIAL DE VILLANOTAS.-Es puntual la observacion del tesorero AVILES no se puede  jinetear sin caballo.</p>
<p>Donde esta el caballo?&#8230;</p>
<p>Sabemos que el GOBIERNO DEL ESTADO ES UNO DE LOS MAS CONSUMADOS JINETES NO SOLO DE FONDOS FEDERALES SINO DEL DINERO DE LOS TRABAJADORES&#8230;.</p>
<p>Hace falta mas explicacion?&#8230;</p>
<p>Creemos que los BUROCRATAS necesitan voltear al GOBIERNO ESTATAL Y A TRAVES DE SU DIRIGENCIA EXIGIR LA ENTREGA PUNTUAL Y COMPLETA DE LOS FONDOS FEDERALES A LOS MUNICIPIOS.</p>
<p>Pensamos tambien que ponerse en PARO NO LES RESUELVE EL FONDO PERI SI LES AGRAVA SU IMAGEN PUBLICA TAN DETERIORADA.</p>
<p>Obvio es que EL PRESIDENTE MUNICIPAL Y EL AYUNTAMIENTO necesitan fortalecer con su gestion a la TESORERIA MUNICIPAL ,si bien es cierto que el tesorero hace su trabajo,el primer deber es del ALCALDE Y LOS CONCEJALES.</p>
<p>Ya esta tramitado y aprobado el credito de 69 millones&#8230;Porque no baja?</p>
<p>Ya anuncio el gobierno federal y el BID lo confirmo que la CRISIS FINANCIERA DEL ESTADO MEXICANO TERMINO&#8230;y la de Comondu cuando?</p>
<p>humm&#8230;..?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entrega com Hora Marcada - São Paulo. Os fornecedores de bens e serviços deverão estipular, no ato da contratação, a data e horário da entrega de bens e serviços cumprindo tais obrigações nos turnos da manhã, tarde ou noite, em conformidade com horários pré-determinados.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/16/entrega-com-hora-marcada-sao-paulo-os-fornecedores-de-bens-e-servicos-deverao-estipular-no-ato-da-contratacao-o-cumprimento-das-suas-obrigacoes-nos-turnos-da-manha-tarde-ou-noite-em-conformidad/</link>
<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 22:54:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/16/entrega-com-hora-marcada-sao-paulo-os-fornecedores-de-bens-e-servicos-deverao-estipular-no-ato-da-contratacao-o-cumprimento-das-suas-obrigacoes-nos-turnos-da-manha-tarde-ou-noite-em-conformidad/</guid>
<description><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Enfia o dedo no recurso e cheira]]></title>
<link>http://apelaqueeugosto.wordpress.com/2009/11/15/enfia-o-dedo-no-recurso-e-cheira/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:50:03 +0000</pubDate>
<dc:creator>apelante</dc:creator>
<guid>http://apelaqueeugosto.wordpress.com/2009/11/15/enfia-o-dedo-no-recurso-e-cheira/</guid>
<description><![CDATA[A comissão de reforma do código de processo civil quer diminuir o número de recursos nos processos j]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A comissão de reforma do código de processo civil quer <a href="http://www.conjur.com.br/2009-out-16/comissao-reforma-cpc-recurso-instancia">diminuir o número de recursos</a> nos processos judiciais, pois acha que é isso que atrasa os processos.</p>
<p>Patético. Acreditar que a lentidão do judiciário é resultado da astúcia dos advogados é celebrar o patriarcalismo de nossa sociedade, no qual o funcionário público conhecido por &#8220;juiz&#8221; é tido como ente sagrado e irrefutável. Típico de feudos antidemocráticos.</p>
<p>Ficará assim: não importa se houve erro do juiz no julgamento. O que ele diz no processo ficará cimentado como a palavra de Deus na bílblia. Tenho vergonha das pessoas que apoiam esse entendimento.</p>
<p><img class="alignright size-full wp-image-14" title="burocracia" src="http://apelaqueeugosto.wordpress.com/files/2009/11/burocracia.jpg" alt="burocracia" width="225" height="292" />Será que nunca se perguntaram o motivo dos processos se acumularem nas mesas dos escreventes? Ou não se importam em saber o tempo que um juiz demora para analisar uma simples petição de juntada?</p>
<p>Entendam: o juiz nada mais é do que um advogado com salário pago pelo estado. Quem entende do direito é o defensor. O juiz somente acata uma das teses, defesa ou acusação. Ele é tão humano e parcial quanto qualquer um.  Seus valores morais correspondem aos do grupo em nasceu. Ninguém consegue me convencer que diminuindo o número de recursos a justiça será feita.</p>
<p>Consegui a justiça gratuita para um cliente em determinado processo. O Juiz (de uma das varas da fazenda pública da capital/sp) julgou a ação improcedente e mandou o cidadão recolher as custas.</p>
<p>Por óbvio, como o juiz mesmo havia concedido o benefício da gratuidade, opus embargos de declaração para o magistrado notasse o pequeno equívoco. O resultado: desconsiderou a justiça gratuida sem que houvesse qualquer modificação na condição econômica do meu cliente, ou mesmo provas no processo que justificasse a cassação do benefício. Por quê??? Só o juiz sabe.  Cassou porque acordou de mau humor. Cassou porque descobriu que sua esposa lhe trai (ou deixou de traí-lo).</p>
<p>Alguém já pensou em publicar lei obrigando os juízes a julgarem em 05 dias?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[E quando os processos e documentos de gerenciamento são ignorados?]]></title>
<link>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/13/e-quando-os-processos-e-documentos-de-gerenciamento-sao-ignorados/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 19:10:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Fabiano L. Rodrigues</dc:creator>
<guid>http://gpnapratica.wordpress.com/2009/11/13/e-quando-os-processos-e-documentos-de-gerenciamento-sao-ignorados/</guid>
<description><![CDATA[Ok, temos 42 processos no PMI que nos guiam pelo gerenciamento de projetos. Muitos desses projetos n]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ok, temos 42 processos no PMI que nos guiam pelo gerenciamento de projetos. Muitos desses projetos nos geram como saídas documentos de controle, ou que em geral formalizam decisões, acordos e etc. Mas e quando tudo isso é ignorado por uma das partes? (geralmente pela que se sente prejudicada no projeto).</p>
<p>Observo na maioria dos casos que a declaração de escopo, e consequentemente a WBS,  acabam sendo completamente ignoradas, de acordo com uma conveniência de quem as ignora.</p>
<p>Quando faço uma declaração de escopo, sempre cito em premissas e restrições a seguinte frase: &#8220;O conteúdo desta declaração segue as informações contidas no documento de referência (enviado pelo cliente para criarmos o escopo) tal.., pág&#8230; revisão&#8230;., enviado através da guia de remessa&#8230;. Consideramos que todas as informações são verdadeiras e não sofrerão modificações. Caso haja solicitações de mudança, ou as premissas não se mostrem verdadeiras, o projeto será submetido a análise de prazo e custo&#8221;. Embora a declaração seja aprovada antes do início da execução do projeto, essa &#8220;cláusula&#8221; é completamente ignorada quando alguma premissa não é real, e poderia ser facilmente prevista.</p>
<p>Em caso extremo, cheguei a argumentar que tinhamos o direito de revisar o custo do projeto, pois premissas não eram reais e a resposta: &#8221; A declaração de escopo não é contrato, não tem valor legal. Não concordocom o critério que você considera como mudança e nem como interpreta as premissas!&#8221; O que essa frase tem de errado? Moral e éticamente muito! Mas legalmente nada. Não sou advogado, nem especialista em contratos, mas realmente a declaração de escopo não é contrato e o gerente de projetos (na maioria dos casos) não é representante formal e legal da empresa, ou seja: Ninguém é obrigado a seguir nada que esteja na declaração de escopo, mesmo que tenha concordado inicialmente.</p>
<p>É uma situação muito complicada, mas realmente nada podemos fazer quanto a isso, a não ser enviar para o seu departamento jurídico (se algum advogado discordar, por favor sinta-se à vontade!)  e registrar as lições aprendidas, assim na próxima vez, &#8220;amarre&#8221; determinadas situações contratualmente. É melhor previnir do que remediar!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[él lo hace por ti]]></title>
<link>http://rafabravo.wordpress.com/2009/11/13/el-lo-hace-por-ti/</link>
<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 12:24:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>rafabravo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Noticia grave sin aparente repercusión If you can&#8217;t trust your memories, what can you trust? T]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Noticia grave sin aparente repercusión If you can&#8217;t trust your memories, what can you trust? T]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[El Premio Nobel de Economía de 2009 (II): Oliver E. Williamson]]></title>
<link>http://papanatismoesferico.wordpress.com/2009/11/10/el-premio-nobel-de-economia-de-2009-williamso/</link>
<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:52:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>OBSERVADOR CONSISTENTE</dc:creator>
<guid>http://papanatismoesferico.wordpress.com/2009/11/10/el-premio-nobel-de-economia-de-2009-williamso/</guid>
<description><![CDATA[Oliver E. Williamson (1932-) Premio Nobel 2009 Williamson ha obtenido el Premio Nobel de Economía 20]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Oliver E. Williamson (1932-) Premio Nobel 2009 Williamson ha obtenido el Premio Nobel de Economía 20]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Geyse Arruda - Aluna hostilizada na UNIBAN é Expulsa por quebra do decoro, ética, moralidade e Dignidade. De vítima à Ré. Advogado da Uniban afirmou que a Aluna teria levantado o vestido e provocado o tumulto. Ministério da Educação cobrará explicação da Universidade, que no dia 09/11/09 revogou a expulsão.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 15:32:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/09/aluna-hostilizada-na-uniban-e-expulsa-por-quebra-do-decoro-e-etica-de-vitima-a-re-ministerio-da-educacao-cobrara-explicacao-da-universidade/</guid>
<description><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres condenou a Uniban por expulsar estudante hostili]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Estudar em Buenos Aires]]></title>
<link>http://portenhos.wordpress.com/2009/11/09/estudar-em-buenos-aires/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 03:07:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Gilson Jorge</dc:creator>
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<description><![CDATA[Com o real mais valorizado em relação ao peso, vir à Argentina para fazer um curso de graduação ou p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Com o real mais valorizado em relação ao peso, vir à Argentina para fazer um curso de graduação ou pós está ainda mais interessante para brasileiros. É possível encontrar boas oportunidades de formação profissional sem ter que gastar muito e ainda desfrutando das coisas boas que a cidade oferece, como vida cultural intensa, noite agitada e a experiência de morar no país que, apesar das rivalidades, é o principal parceiro do Brasil no subcontinente. Mas para que a viagem seja bem sucedida é preciso estar atento a algumas coisas</p>
<p>- Para quem vem passar um período considerável na Argentina, é mais fácil agilizar o visto em um consulado argentino no Brasil.  Existe um acordo bilateral que permite aos cidadãos dos dois lados da fronteira trabalhar legalmente no outro país por até dois anos. Arranjar trabalho não é muito  fácil, mas como a demanda por profissionais que dominem o português está aumentando convém estar preparado.</p>
<p>- Comece a checar hospedagem com bastante antecedência. Como em toda metrópole, é difícil alugar um imóvel por um preço justo, ainda mais sendo estrangeiro. As listas de apartamentos oferecidos para estudantes internacionais costumam estar cotadas em dólares. Cheque o site <a href="http://buenosaires.craigslist.org">Craigslist</a></p>
<p>- A revalidação no Brasil de diplomas de cursos de graduação, especialização e mestrado feitos no exterior  pode ser um processo complicado e longo. Um bom negócio para encurtar caminho é ter certeza de que há alguma universidade pública brasileira que oferece o curso com programa parecido. E principalmente ter certeza de  que o curso que você vai frequentar é reconhecido pelas autoridades argentinas. Para isso existe a Coneau, que é a equivalente da Capes, responsável pela avaliação dos cursos. Confira no <a href="http://www.coneau.edu.ar">site</a> da entidade o status do curso.</p>
<p>- Peça por e-mail uma lista dos documentos que você vai apresentar. Talvez seja necessário enviar papéis a Brasília para autenticação por parte do Ministério das Relações Exteriores. É melhor saber logo se vai precisar para não ter que providenciar a tramitação depois de já ter viajado para a Argentina.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre a burocracia]]></title>
<link>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/11/05/sobre-a-burocracia/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 20:12:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>psicopatafu</dc:creator>
<guid>http://psicopatafu.wordpress.com/2009/11/05/sobre-a-burocracia/</guid>
<description><![CDATA[Quando eu era adolescente brincava com meus amigos que pra que meu pai me deixasse sair eu tinha que]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Quando eu era adolescente brincava com meus amigos que pra que meu pai me deixasse sair eu tinha que fazer uma solicitação com três dias de antecedência, em 3 vias, carimbar com minha mãe, comprovar fundos para a empreitada, com verificação do meio de transporte e documentação das pessoas participantes do evento. E esperar 5 dias pela resposta, que poderia ser negativa.</p>
<p>Nunca eu imaginaria que essa brincadeira fosse estar tão próxima da minha realidade na vida adulta. Estamos em pleno 2009, discutindo a respeito de Realidade Aumentada, redes sociais, fazendo declaração de imposto de renda pela internet, exportando tecnologia de votação eletrônica, discutindo leis para o ambiente virtual, e ainda estamos na era pré-cambriana no que tange documentação.</p>
<p>Uma amiga resolveu morar sozinha e alugar o apartamento dela. Ela me pediu e eu aceitei ser fiadora dela. Como quando fui comprar meu apartamento tive boas almas (bons amigos) que fizeram isso por mim, achei justo pagar o favor para outra pessoa. Bem. Caso é que descobri, indo ao banco olhar outras coisas, que meu nome tinha ido parar no banco central por causa de um cheque devolvido de R$100,00 que já paguei diretamente ao devedor, no início do ano. Ingenuidade minha, ou falta de atenção mesmo, ou burrice das grossas, como quiser, desapareci com o cheque, sem antes apresenta-lo ao banco. Mal sabia eu que amaldiçoaria amargamente dois dias da minha vida: o que dei o cheque e o que sumi com ele.</p>
<p>Os dois casos tem ligação e estamos morrendo de calor e raiva no trânsito há uma semana na hora do almoço tentando resolver as pendengas dos dois casos. Veja que bonita é a cena.</p>
<p><strong>Do problema 1. O cheque maldito (dá até um ótimo nome de filme de terror)</strong></p>
<p>- No banco, o primeiro que me atendeu não soube me explicar o que eu realmente precisava para retirar meu nome, falou que era uma certidão negativa, e em qualquer cartório de protesto de títulos. Isso não tem lógica, numa cidade grande como BH existem pelo menos 2 cartórios de protesto, e se meu credor protestar em um deles, o outro não fica sabendo (pasmem).</p>
<p>- Uma amiga, que já trabalhou no financeiro de uma grande empresa, me explicou que eu precisava era de uma carta de anuência do credor, dizendo que a dívida já tinha sido paga. E que essa carta provavelmente careceria de firma reconhecida (outra coisa do tempo da vovó. Assinatura digital, pelamordedeus, gente!)</p>
<p>- bem, consegui a carta de anuência, fui tentar no banco sem a tal firma reconhecida, ela falou que alguns aceitavam sem. Depois de uma hora de espera (apesar de em BH existir uma lei municipal que obriga os bancos a atenderem em no máximo 15 minutos) o sujeito que me atendeu me vem com uma outra lista de documentos, todos, claro, obrigatórios e alguns passam por cartórios. Fato, precisava eu então de: a)carta de anuência; b)a firma reconhecida da assinatura da carta; c) contrato social da empresa para a qual eu dei o cheque; d)certidão negativa de débito (que o mocinho também não sabia em qual cartório era) e)microfilmagem do cheque em questão (que ele tentou tirar na hora, mas “o sistema” não quis me dar).</p>
<p><strong>Parêntese: um dia ainda escrevo um romance em que o vilão se chamará “Eles” e a força maligna do vilão se chamará “O Sistema”.</strong></p>
<p>- Depois dessa pequena documentação reunida, tenho que voltar ao banco, claro, aí ele entra com esses dados todos no “sistema” e tira meu nome do cadastro negro do banco central.</p>
<p>- Já mencionei quanto que custa essa brincadeira toda? A certidão negativa custa R$ 22,00, o reconhecimento de firma ainda não sei, mas não será menos de 15, R$ 37,00 pra tirar meu nome da “lista”, fora os talões de estacionamento rotativo, gasolina rodando de carro, almoços corridos às 3 da tarde. Tudo por causa de um cheque de 100 paus.</p>
<p><strong>Nota: no dia que alguém me vir pegando um talão de cheque para escrever alguma coisa que não for meu telefone pra um cara gato, por favor, me dê uma voadora na nuca.</strong></p>
<p>- Ainda não consegui resolver hoje, porque a certidão não fica pronta na hora, eles não podem imprimir o raio do papel e assinar e carimbar, demora 2 dias pra fazer isso.</p>
<p>&#160;</p>
<p><strong>Do problema 2: “Pra alugar, só sabendo a cor da calcinha, moça.”</strong></p>
<p>- Para alugar um imóvel não basta ter dinheiro, um carro e nome limpo na praça. Você precisa de toda a documentação possível e imaginável sua e de dois fiadores, que além de confiarem em você não atrasar o aluguel para eles não serem importunados, eles precisam ser importunados recolhendo toda a documentação possível e imaginável.</p>
<p>- Um dos fiadores tem que ter renda 3 vezes maior que o valor do aluguel (que por sinal não é barato), e o outro tem que ter imóvel quitado na grande BH. Essa minha amiga é do interior de Minas, não conhece quase ninguém aqui. Enfim, a mãe dela vai ser a fiadora de renda e eu do imóvel.</p>
<p>-Vamos à lista de documentos, válida para as três: a)carteira de identidade e CFP (não serve a de habilitação que já tem os dois dados); b)Comprovante de endereço atualizado; c)Escritura do imóvel ATUALIZADA (ou seja, você vai em OUTRO cartório, pede uma, paga uns R$60 reais, espera uns 5 dias ela ficar pronta&#8230;) D) IPTU (em Contagem não tem, e aí? Como faz? Provavelmente pede algum documento na prefeitura, espera mais X dias, se bobear paga mais X reais&#8230;) e) comprovante de renda; f)certidão de casamento de quem é casado, mesmo que já tenha separado (me pergunto por que nos dias de hoje a certidão de casamento substitui a de nascimento, mesmo que a pessoa se separe<strong>&#8230; penso como deve ser difícil a vida de atores que casam-se e separam-se várias vezes&#8230; pra alugar alguma coisa eles levam o quê, sete certidões de casamento?</strong>)</p>
<p>- Após reunir todos esses documentos, entrega-se á imobiliária, que entrega para outra pessoa fazer análise de crédito, que pode, simplesmente, dizer NÃO. Como meu pai fazia quando eu tinha 15 anos e eu ficava fula de raiva.</p>
<p>Enfim, se o CFF é o único documento comum e obrigatório nas transações comerciais, por que ele não é o centralizador de todas as informações? E aí a pessoa tem só um chip, token, ou qualquer coisa parecida com uma assinatura digital dando permissão par alguém ver os dados necessários àquela situação? Aí você me diz, isso não é fácil, tem que integrar um monte de coisa e blá, blá, blá. Eu sei, não sou inocente, trabalhei 5 anos em T.I. Mas me parece que é muito menos um problema técnico e muito mais um problema de interesse político. Pra quem ainda não sabe, a única profissão que é herdada é a de tabelião. Sim, amado, o cara não aprende a profissão, ele herda. Herda o cartório e a grana fácil que ele tira de nós, pobre mortais que perdemos nossas horas de almoço andando pra lá e pra cá atrás de papéis, carimbos e assinaturas. Mas se fosse tudo digitalizado eles perderiam os empregos, coitados. É, se eu não me atualizo eu perco o meu, o bonitão não se atualiza pra manter o dele?</p>
<p>Enfim, foi um post desabafo. Hoje fez 35ºC em BH, odeio calor, odeio trânsito como todo mundo odeia, e só estou fazendo isso tudo porque não posso esperar 5 anos pra meu nome sair de “lista” e nem quero deixar minha amiga na mão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Argentina sin destino.]]></title>
<link>http://laterminalrosario.wordpress.com/2009/11/05/argentina-sin-destino/</link>
<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 03:11:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>Claudio Scabuzzo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Mi país, Argentina, no logra encontrar su rumbo.  Las luchas internas se prolongan desde la época de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Mi país, Argentina, no logra encontrar su rumbo.  Las luchas internas se prolongan desde la época de]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Gobierno, S.A. de C.V.]]></title>
<link>http://jmgasca.wordpress.com/2009/11/04/gobierno-s-a-de-c-v/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 23:33:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>jmgasca</dc:creator>
<guid>http://jmgasca.wordpress.com/2009/11/04/gobierno-s-a-de-c-v/</guid>
<description><![CDATA[Un día la gente de Gobierno, S.A. de C.V. llega a trabajar y se encuentra ante una realidad desolado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Un día la gente de Gobierno, S.A. de C.V. llega a trabajar y se encuentra ante una realidad desoladora, no hay suficiente dinero para satisfacer las necesidades a las que se comprometieron con sus clientes.</p>
<p>Nadie ahí dentro sabe qué hacer, pero al más listo se le ocurre proponer contratar un servicio de consultoría.</p>
<p>Otro dice, pero tenemos que hacer licitación…</p>
<p>Un tercero grita desesperado, “¡no hay tiempo para eso!, ¡sólo llamemos a las primeras dos empresas que encontremos en la sección amarrilla, y a ver cuál nos convence más!”.</p>
<p>El jefe dice, de acuerdo, es buena la idea de Gonzalitos, a ver, tráiganme una sección amarilla.</p>
<p>La primera empresa que aparece se llama Consultores Profesionales, A.C., llaman y planean una cita para ese mismo día en la tarde.</p>
<p>Llega el consultor, entra a una especie de auditorio lujosamente adornado, lo acomodan en un podio y lo primero que hace es preguntarles de qué manera les puede ayudar, el jefe contesta:</p>
<p>-          Pues mire, el día de hoy llegamos y viendo los números nos dimos cuenta que de ninguna manera vamos a poder cumplir con lo que le prometimos a nuestros clientes con el presupuesto que tenemos.</p>
<p>-          Entiendo, pero para valorar más claramente la situación, me gustaría que aclarara, ¿cuáles son las consecuencias que vislumbra al no poder cumplir dichas promesas?</p>
<p>-          ¡Estarían descontentos! -responde apresuradamente Gonzalitos.</p>
<p>-          ¡Ya están descontentos! -menciona Pérez.</p>
<p>-          Bueno, supongo que podrían demandarnos… -menciona el licenciado Gutiérrez.</p>
<p>-          Ya veo, entonces ustedes tienen dos problemas, la forma en la que operan es tan cara que no les alcanza para satisfacer las necesidades mínimas de sus clientes y es tan mala que sus clientes están descontentos.</p>
<p>-          ¿Qué podemos hacer? -pregunta un por demás angustiado Gonzalitos.</p>
<p>-          Hay una forma de resolver los dos problemas, un rediseño de sus procesos puede hacer no sólo que se eliminen gastos innecesarios, sino que además se puede dar un mejor servicio a los clientes.</p>
<p>-          ¿Y qué necesitamos para eso? -pregunta Pérez.</p>
<p>-          Bien, pues, aparentemente son bastante burocráticos, en esta misma reunión veo a unos 500 altos funcionarios, varios dormidos, supongo que con un pequeño vistazo a su organigrama y una evaluación del desempeño muy ligera, nada más en sueldos de gente  de alto nivel que no agrega suficiente valor saldría el presupuesto suficiente para pagar un rediseño completo de su empresa…</p>
<p>-          No se diga más, eso es lo que se debe hacer –interrumpe Pérez.</p>
<p>-          ¡De ninguna manera! ¿Está usted insinuando que este HONORABLE consejo tiene a gente innecesaria?</p>
<p>Se desata entonces una discusión que ya no es posible entender para el consultor, después de treinta minutos, el jefe se para y con su voz autoritaria dice “¡Basta!”, luego voltea hacia el consultor diciendo:</p>
<p>-          Muchas gracias señor consultor, ¿cuánto le debemos?</p>
<p>-          Nada, la verdad es que yo también soy un cliente de ustedes, y bastante descontento. No les cobraré por esta hora de servicios, sólo le pido a este consejo…</p>
<p>-          ¡HONORABLE consejo! -señala un centenar de funcionarios a coro.</p>
<p>-          Sólo le pido a este honorable consejo que si deciden trabajar en este rediseño de su operación, consideren a mi organización para llevarlo a cabo.</p>
<p>-          Gracias señor consultor, puede retirarse. Por cierto, a la entrada se encontrará a otro consultor, pídale que pase por favor.</p>
<p>La segunda empresa a la que llamaron fue Patito Consultores, S.A. de C.V., la cita quedó una hora más tarde que la de los Consultores Profesionales.</p>
<p>Aparece en el auditorio el segundo consultor y el jefe le dice: “mire usted, hoy amanecimos con un problema, vimos todo lo que tenemos qué hacer para tener a nuestros clientes más o menos satisfechos, bueno, para no tenerlos descontentos, bueno, para que no nos demanden, y pues no lo podemos hacer”.</p>
<p>-          ¿Y eso por qué?</p>
<p>-          No tenemos suficiente dinero. -Responde un frustrado Pérez.</p>
<p>-          Entiendo, es un problema común, ¿se les ha ocurrido una solución?</p>
<p>-          A decir verdad, sólo se nos ocurrió llamarle a algún consultor, si usted nos da la solución que buscamos, estamos dispuestos a retribuirle… -Se apresura a decir el nervioso Gonzalitos.</p>
<p>-          Comprendo perfectamente… bien, pues la solución es sencilla, suban sus precios.</p>
<p>-          ¿Subir los precios? ¡Pero eso no les va a gustar a los clientes! -Dice Pérez.</p>
<p>-          ¡Déjelo terminar! -Increpa el jefe, mientras intenta acomodar su enorme trasero en el lujoso asiento principal.</p>
<p>-          Sin duda no les va a encantar, pero tampoco tienen alternativa… mire usted, ya han llegado en servicio al nivel más bajo posible, ya no hay más necesidades que no puedan satisfacer sin ser demandados, ahora les toca intentarlo por el lado de los precios, todavía les queda un rango que pueden exprimir sin que los clientes los demanden.</p>
<p>-          A mí me parece perfecto. -Se adelanta a decir un ahora optimista jefe.</p>
<p>-          Pero, ¿no podríamos reducir costos mejorando nuestros procesos? -Insiste Pérez.</p>
<p>-          Eso es complicadísimo, además, eso sería como aceptar que se están haciendo mal las cosas, eso no les conviene, lo único que mantiene a sus clientes, además de que son un monopolio, pues es la credibilidad que les queda debido a la inversión que realizan en publicidad.</p>
<p>-          No se diga más, ¿cuánto le debemos? – pregunta el jefe.</p>
<p>-          Considerando la cantidad de trabajo que les estoy ahorrando… más la devaluación… la inflación… lo caro de sus productos… deme, no sé… ¿cuánto gastan en publicidad en promedio al día?</p>
<p>-          9 millones de pesos -Responde el contador Godínez.</p>
<p>-          De acuerdo, pues a mí me parece razonable, finalmente, les hice el día, ¿no es así?</p>
<p>Un centenar suelta una carcajada y dice finalmente el Jefe:</p>
<p>-          Bastante justo señor consultor, entréguele su factura a la señorita Susana. Puede retirarse.</p>
<p>Luego, volteando hacia el auditorio dice:</p>
<p>-          Bueno, pues no sé qué opine este HONORABLE consejo, pero a mí me parece que ha sido un día bastante productivo, aún nos quedan meses de respiro para decidir en cuánto aumentamos los precios, así que me parece que podemos dar esta sesión por terminada.</p>
<p>Una alborotada respuesta afirmativa de la mayoría despierta a los dormidos y empiezan a salir del auditorio. Sólo uno se queda, pensativo, tratando de entender cuáles eran sus argumentos para pensar que podía mejorar las cosas cuando empezó todo esto. Ahora se siente ingenuo y humillado, envuelto en el circo más bizarro que jamás imaginó.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nos conformamos con la mitad]]></title>
<link>http://atensionprimaria.wordpress.com/2009/11/04/nos-conformamos-con-la-mitad/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 21:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>José Luis Quintana</dc:creator>
<guid>http://atensionprimaria.wordpress.com/2009/11/04/nos-conformamos-con-la-mitad/</guid>
<description><![CDATA[No es que me crea todo lo que se cuenta, pero&#8230; una compañera que trabaja en Gran Bretaña les h]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img title="Burro" src="http://1.bp.blogspot.com/_Y9r3U2LRhxY/SH93DGITwFI/AAAAAAAAAyM/kO5Q-jORwsw/s400/burro.jpg" alt="" width="229" height="250" /></p>
<p>No es que me crea todo lo que se cuenta, pero&#8230; una compañera que trabaja en Gran Bretaña les ha contado a los directivos españoles de primaria en su congreso (la SEDAP es la Sociedad Española de Directivos de Atención Primaria y celebra su congreso anual) cómo se organizan los compañeros del otro lado del Canal de la Mancha. El relato es tan estupendo, que me produce algo de desconfianza (seguro que también tienen su cruz). Pero&#8230; si sólo el 50% de lo que se dice se cumpliese, me conformaría.</p>
<p>La noticia completa esta en <a href="http://diariomedico.com/" target="_blank">Diario Médico</a> y el artículo se llama <strong>La Primaria británica &#8220;is different&#8221;</strong>. Me permito entresacar algunas frases:</p>
<p>- La receta es un modelo único, igual para los activos que para pensionistas u otros exentos de pago. Prescribimos a medida, la cantidad exacta que queremos (no por envase), y en el mismo papel figuran uno o más medicamentos&#8230;</p>
<p>- El parte de baja, según ha dicho, es también un documento único, muy sencillo, rápido de hacer y sin duplicados: &#8220;La baja se indica a medida, por el tiempo que se considera que va a necesitar el paciente (desde 7 días hasta un año), que no tendrá que volver hasta que finalice el periodo prescrito, lo que reduce la demanda asistencial&#8230;&#8221;</p>
<p>- En cuanto a las sesiones de consulta, son más cortas (de solo tres horas) y en ellas se conceden citas de 10 minutos o dobles (de 20 minutos), si es preciso. Y hay un límite de pacientes: habitualmente 15 (entre 12 y 18)&#8230;</p>
<p>No he podido poner más porque las lágrimas no me dejan ver bien la pantalla. Repito, estoy seguro de que también tienen sus problemas, pero&#8230;</p>
<p style="text-align:left;"><em><strong>Propuesta</strong></em>: renunciamos a los días de docencia que no nos podemos coger por falta de médicos y que vayan los directivos al Reino Unido, al National Health Service , que lo apunten todo y que luego nos expliquen por qué aquí no puede ser.</p>
<p style="text-align:left;">José Luis Quintana, médico de familia.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Perdidos y encontrados en la montaña... (O de las comadres bien ubicadas)]]></title>
<link>http://pachucodemexico.wordpress.com/2009/11/04/perdidos-y-encontrados-en-la-montana-o-de-las-comadres-bien-ubicadas/</link>
<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 06:01:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jama</dc:creator>
<guid>http://pachucodemexico.wordpress.com/2009/11/04/perdidos-y-encontrados-en-la-montana-o-de-las-comadres-bien-ubicadas/</guid>
<description><![CDATA[¡Una más para el sensacionalismo mediático y para el amiguismo mexicano! El Sábado 31 de Octubre, ni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a rel="attachment wp-att-607" href="http://pachucodemexico.wordpress.com/2009/11/04/perdidos-y-encontrados-en-la-montana-o-de-las-comadres-bien-ubicadas/16444_1231665824914_1027182604_30734627_1189617_n/"><img class="aligncenter size-full wp-image-607" title="The fog" src="http://pachucodemexico.wordpress.com/files/2009/11/16444_1231665824914_1027182604_30734627_1189617_n.jpg" alt="The fog" width="604" height="451" /></a>¡Una más para el sensacionalismo mediático y para el amiguismo mexicano!</p>
<p>El Sábado 31 de Octubre, niguno de los miembros de un grupo de montañismo escolar sabían que pasarían a ser, no sólo un ejemplo de amarillismo mediático, sino un ejemplo de amiguismo político mexicana.</p>
<p>No daré nombres por respeto.</p>
<p>Este grupo de chavales, pubertos y adolescentes, guiados por su profesor emprender un viaje como los regulares que suelen hacer a la zona conocida como Los Dinamos en la Magdalena Contreras de esta ciudad de cutis de tezontle.  Salen tempranito en camión y arriban al lugar y emprenden la caminata. Todo normal. Perooooo&#8230; eso se convertiría en:</p>
<p>Noticia extraida de Hechos, Milenio, Universal:</p>
<p>Diecinueve jóvenes y un maestro se extraviaron este sábado en la zona del cuarto Dinamo en la delegación Magdalena Contreras. Los cuerpos de emergencia y familiares vivieron horas de angustia cuando el frío y la intensa neblina dificultaron la búsqueda. Pero la alegría llegó la madrugada del domingo cuando los ubicaron sanos y salvos. (FIA, 2009)</p>
<p><a rel="nofollow" href="http://www.hechos.tv/seguridad-y-justicia/se-extravian-jovenes-y-maestro-en-los-dinamos/v/13566" target="_blank">http://www.hechos.tv/seguridad-y-justicia/se-extravian-jovenes-y-maestro-en-los-dinamos/v/13566</a></p>
<p>http://www.eluniversaltv.com.mx/detalle15876.html</p>
<p>Los otros medios dicen prácticamente lo mismo.</p>
<p>Pero recopilando información, tanto de Facebook de los participantes como de una entrevista con uno de ellos (ente conocido en el medio como Rula), uno llega a tener un aproximamiento a la verdad.</p>
<p>1) Los chavales y el profesor sabían que habría nebilina y que por lo tanto no sería una expedición fácil.</p>
<p>2) Cuando emprenden el regreso, la neblina se cerró y en palabras del entrevistado: &#8220;Preferimos no seguir bajando, así que nos detuvimos y mejor llamámos para que nos buscaran&#8221;.(OK esto estaba bien planeadito así que hoooras de angustia no sufrieron, además de que los status de los llamados montañistas reflejaban alegría &#8220;El mejor &#8230; de la historia,no, del siglo&#8221;</p>
<p>3) Ok, aquí ya se ve el amarillismo, sin incluir que no se si a manera de chiste&#8230; la noticia incluye que les dieron dulces y chocolates (¿pues no que muy seria la noticia?), se que es por las calorias y que como presentaban sintomas de hipotermia y shalala&#8230; pero en serio eso es más por jalogüinesco que por noticioso.</p>
<p>4) Pero lo más serio&#8230; el amiguismo: al lugar asistieron la SSP, la policia montada, ERUM, Cruz Roja y varios elementos de estos.  &#8220;La salida escolar de 19 alumnos del Instituto de La Asunción y su profesor, terminó por movilizar a los cuerpos de emergencia delegacionales, militares, la Cruz Roja Mexicana y distintos agrupamientos de la SSP-DF&#8230;.</p>
<p>De acuerdo con la información de la delegación Magdalena Contreras, más de 400 personas de distintos niveles de gobierno y cuerpos de emergencia participaron en la búsqueda.</p>
<p>Mientras policías, granaderos y militares recorrían la zona para encontrar a los jóvenes, los padres de familia se reunieron en las instalaciones del colegio&#8221; (El Periódico de Quintana Roo, 2009) http://www.elperiodico.com.mx/22303/encuentran-a-jovenes-perdidos-en-los-dinamos/</p>
<p>Ok, la movilización fue masiva, de muchos niveles, bueno para que altos mandos de la SSP estuvieran presentes en la búsqueda, militares, y supuestamente hasta el jefe de gobierno del DF  estuviera enterado, eso puede significar que hay algo más atrás de lo que vemos.</p>
<p>Así es el amiguismo en el país. Si hubieran sido cualquier otro  grupo personas lo más seguro es que el operativo no hubiera sido tan alarmante y es más la noticia no sería tan difundida. Pero entonces ¿Qué hizo la diferencia?</p>
<p>Bueno, es sencillo, digamos que hay un nexo entre esa escuela, y algunos de los alumnos, ex-alumnos y demás, con una persona muy bien ubicada en la jerarquía de poder mexicana.  Lo que significó que el operativo no fuera una mera llamada de emergencia, pues hubo el filtro del &#8220;conecte&#8221;, osease el compadre o comadre. Y así es como se armó un operativo excesivamente grande. Para algunos de los participantes incluso inútil, pues al final relatan que no fueron encontrados, sino que ellos se decidieron mover y prácticamente ellos encontraron a los rescatistas.</p>
<p>No quiero dar a entender que esté mal una movilización para buscar a jóvenes pérdidos, lo que es de llamarse la atención es cómo una llamada a algún contacto bien ubicado puede representar la eficiencia de los servicios públicos y evitar tragedias, como es necesario el catalizador de la &#8220;comadre&#8221; para que generen una movilización de tal magnitud y con tales figuras involucradas. ¿Es qué acaso sólo unos tienen derecho al servicio de lujo de servicios publicos? , ¿Cualquier otro grupo hubiera tenido tal relevancia?</p>
<p>Este es un ejemplo realmente noble del caso de los amiguismos, pero recordemos que son estos mismos, lo que sacan a delicuentes de la cárcel, los que aceleran procesos legales, los que saltan permisos, los que otorgan concesiones, los que crean injusticias, los que protegen a violadores, los que protegen a delicuentes de todos tipos, entre muchos de los problemas de gobernabilidad. Si todos los burócratas y políticos fueran éticos sólo veríamos casos nobles de amiguismos&#8230; pero en la realidad, no hay muchos casos nobles de amiguismos.</p>
<p>Razonémosle y no nos quedemos callados.</p>
<p>Jama</p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Nova Lei do Inquilinato. Modificações na Lei 8.245/91. Aas modificações aprovadas pelo Congresso privilegiam o Fiador, o Proprietário e o bom pagador. Mercado deve aquecer rápido e os valores dos aluguéis tenderão a cair.]]></title>
<link>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/03/nova-lei-do-inquilinato-modificacoes-na-lei-8-24591-aas-modificacoes-aprovadas-pelo-congresso-privilegiam-o-fiador-o-proprietario-e-o-bom-pagador-mercado-deve-aquecer-rapido-e-os-valores-dos-alug/</link>
<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 21:13:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Otavio Bertolani da Câmara</dc:creator>
<guid>http://camaraecamara.wordpress.com/2009/11/03/nova-lei-do-inquilinato-modificacoes-na-lei-8-24591-aas-modificacoes-aprovadas-pelo-congresso-privilegiam-o-fiador-o-proprietario-e-o-bom-pagador-mercado-deve-aquecer-rapido-e-os-valores-dos-alug/</guid>
<description><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou na quarta-feira 28/10/09 o projeto que altera]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A Comissão de Constituição e Justiça do Senado aprovou na quarta-feira 28/10/09 o projeto que altera]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Burocracias ricas]]></title>
<link>http://fabamo.wordpress.com/2009/11/02/burocracias-ricas/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 13:14:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>Fabio</dc:creator>
<guid>http://fabamo.wordpress.com/2009/11/02/burocracias-ricas/</guid>
<description><![CDATA[Aquí un muy interesante artículo el The Economist sobre las burocracias en países ricos. Hay que ten]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><a href="http://www.economist.com/world/international/displaystory.cfm?story_id=14753826&#38;fsrc=rss">Aquí</a> un muy interesante artículo el <a href="http://www.economist.com">The Economist</a> sobre las burocracias en países ricos. Hay que tener en cuenta la dificultad de atraer talentos, reternos y motivarlos combinada con la competencia y la educación necesaria que deben tener los servidores públicos. Lo más importante, debe ser un sitio en donde los mejores quieran estar.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Microrrelatos VIII]]></title>
<link>http://mejormelopienso.wordpress.com/2009/11/01/microrrelatos-vii-2/</link>
<pubDate>Sun, 01 Nov 2009 21:41:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>osgiliath</dc:creator>
<guid>http://mejormelopienso.wordpress.com/2009/11/01/microrrelatos-vii-2/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Burocracia/1&#8220;  (de Eduardo Galeano) En tiempos de la dictadura militar, a mediados de 1]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">&#8220;<strong>Burocracia/1</strong>&#8220;  (de Eduardo Galeano)</p>
<p style="text-align:justify;">En tiempos de la dictadura militar, a mediados de 1973, un preso político uruguayo, Juan José Noueched,sufrió una sanción de cinco días: cinco días sin visita nirecreo, cinco días sin nada, por violación del reglamento. Desde el punto de vista del capitán que le aplicó la sanción, el reglamento no dejaba lugar a dudas. El reglamento establecía claramente que los presos debían caminar en fila y con ambas manos en la espalda. Noueched había sido castigado por poner una sola mano en la espalda.</p>
<p style="text-align:justify;">Noueched era manco.</p>
<p style="text-align:justify;">Había caído preso en dos etapas. Primero había caídosu brazo. Después él. El brazo cayó en Montevideo. Noueched venía escapando a todo correr cuando el policía que lo perseguía alcanzó a pegarle un manotón, legritó: ¡Dese preso! y se quedó con el brazo en la mano. El resto de Noueched cayó un año y medio después, en Paysandú.</p>
<p style="text-align:justify;">En la cárcel, Noueched quiso recuperar su brazo perdido:</p>
<p style="text-align:justify;">-Haga una solicitud- le dijeron.</p>
<p style="text-align:justify;">Él explicó que no tenía lápiz:</p>
<p style="text-align:justify;">-Haga una solicitud de lápiz-le dijeron.</p>
<p style="text-align:justify;">Entonces tuvo lápiz, pero no tenía papel:</p>
<p style="text-align:justify;">-Haga una solicitud de papel- le dijeron.</p>
<p style="text-align:justify;">Cuando por fin tuvo lápiz y papel, formuló su solicitud de brazo.</p>
<p style="text-align:justify;">Al tiempo le contestaron. Que no. No se podía: el brazo estaba en otro expediente. A él lo había procesado la justicia militar. Al brazo, la justicia civil.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Incompetencia e Injusticia (II) u otro problema más del "diario vivir"]]></title>
<link>http://nounabuenaidea.wordpress.com/2009/10/31/incompetencia-e-injusticia-ii-u-otro-problema-mas-del-diario-vivir/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 16:00:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>theraq00</dc:creator>
<guid>http://nounabuenaidea.wordpress.com/2009/10/31/incompetencia-e-injusticia-ii-u-otro-problema-mas-del-diario-vivir/</guid>
<description><![CDATA[Todos los días pasa que uno se da cuenta que las cosas no funcionan como deberían, es decir, que cad]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div style="text-align:justify;">Todos los días pasa que uno se da cuenta que las cosas no funcionan como deberían, es decir, que cada cosa causa una decepción, la cual no es otra cosa que recurrente; vuelvo a lo que se espera, pero esto de la plausibilidad solo sirve para causar desilusiones, y es que el combustible de muchos suelen ser esas fantasias que tan cómodamente disfrazan como &#8220;metas&#8221;; la lógica raya en lo absurdo y las cosas quieralo uno o no, no pueden ser siempre como esperamos.</div>
<p>Sin embargo, al menos algunas cosas deberían poder ser, pero sin embargo no son, ¿por que?. porque algunas personas no hacen las cosas como deberían (el hermoso &#8220;deber ser&#8221;), y lógicamente generan un complejo choque entre expectativas; Esto, causa serios atropellos, en especial en el caso de algunas instituciones, ya que siempre está detrás una necesidad mas que una simple ilusión (o deseo); nos sumergen en mares de formalismos, requerimientos, y procedimientos; producto de nuevo, de este orden moderno que nos invade y del cual siempre he intentado escapar.</p>
<p>Al parecer la técnica, producto de la soberbia humana que es puesta como lo mas útil y práctico, no puede dar respuestas a este tipo de necesidades, se supone entonces que las cosas deberían funcionar bien, pero no lo hacen y cuando no pasa esto, entonces viene el desespero, ya que algunos venimos con una muestra solamente de esa paciencia sin sentido y conformista que nada forja, ni construye y solo masifica, mas nunca especifica; y aún peor, me molesta más no poder ser atendido con un mínimo de diligencia, que todo allá que &#8220;impulsarlo&#8221;, que pese a la sofisticada forma de ser de nuestro mundo, no podamos encontrar respuestas diligentes (¿simples?) a necesidades sencillas.</p>
<p>En fin, solo me molesta que haya incompetencia, del tipo que solo la burocracia en extremo y todas estas formas de tecnocracia pueden representar, la forma inocua que desprecia el valor de lo hecho con sentido y siguiendo el sentido de lo hecho ahí (conducta de existencia, negligencia, pereza y desidia; sin contar con que muchas de esas palabras no implican necesariamente cosas negativas); Entonces, si bien no todo puede ser como se desea y en ocasiones hay que tener paciencia, no me parece que la paciencia sea la eterna respuesta, empero que algunos tenemos poca, y siempre está el caso de que la paciencia llegue a su limite, limite que tengo claro en donde se ubica para mi caso, dejando claro en este momento que en definitiva, no tolero la incompetencia, aún menos cuando está revierte en injusticia.</p>
<p>Está reflexión la hice <a href="http://nounabuenaidea.wordpress.com/2007/05/10/incompetencia-e-injusticia/">muy similar</a> hace ya un rato largo, pero el texto es igualmente aplicable hoy; es tan común que asquea, la decepción no se puede convertir en la regla general al tratar de hacer algún trámite, que haya que saber esperar en términos de tiempo así como en posibles inconvenientes, demoras y malos genios. El estrés de no contar con nada mejor, aún cuando todo cuesta y también cuando se supone que estamos en un tiempo magnifico en que las ideas valen y en que las personas viven en un estado &#8220;ideal&#8221;.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[15.01.2005 Gambia]]></title>
<link>http://sincalcetines.wordpress.com/2005/01/15/15-01-2005-gambia/</link>
<pubDate>Sat, 15 Jan 2005 16:02:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>talula sailors</dc:creator>
<guid>http://sincalcetines.wordpress.com/2005/01/15/15-01-2005-gambia/</guid>
<description><![CDATA[Después de tanto tiempo sin ponerme delante de un ordenador, me siento un poco rara y aún más, al te]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Después de tanto tiempo sin ponerme delante de un ordenador, me siento un poco rara y aún más, al tener que recuperar la memoria de todo aquello que me ha sucedido desde que dejé la Gomera.<br />
Después de varios incidentes y con retorno incluido a la Gomera a 90 millas de ella, la dejamos finalmente el 13 de enero. La travesía hasta Dakar duró una semanita en la cual hubo un poco de todo: mucho viento, calma absoluta, vientos variables de todo tipo (estando ya en la ruta de los  Alisios, es decir, viento constante del noreste) y tormenta de tierra -Harmattan- procedente de Mauritania. Tal vez este fuera el mayor problema, ya que duró los tres últimos días y la visibilidad que teníamos no superaba una milla, por lo que las guardias de noche fueron bastante durillas. No podíamos dormir ni siquiera los 15 minutos de rigor, ya que cuando menos te lo imaginabas, aparecía un mercante. Estábamos en una ruta bastante transitada. Además ya os podéis imaginar como quedó el pobre Talula, que incluso nos costaba bajar la mayor de la cantidad de polvo que había en sus patines.<br />
Finalmente llegamos a Dakar y fuimos a fondear a la bahía de Gorée. Aquí se encuentra un local llamado CVD, que es una especie de asociación francesa que ofrece una serie de servicios, entre ellos, duchas y una canoa que te lleva desde tú barco al pantalán y viceversa. Solo tienes que gritar y sonar una trompetilla durante media hora y mover los brazos como molinos para que vengan a buscarte, pero&#8230;.que supone media hora en Africa?  La verdad es que el lugar es bastante curioso ya que es un especie de comuna en el que incluso las duchas no están diferenciadas por sexos&#8230;.todo el mundo juntos pero no revueltos. Pero bueno, el ambiente es muy agradable y te sientes rápidamente muy cómoda en el lugar.<br />
Aquí estuvimos una semana visitando Dakar, descansando un poco, y como no, sacándole a cubazos la arena al Talula.<br />
De allí partimos hacia Gambia, no con un poco de penita y de inquietud, ya que navegar el río Gambia, sabíamos que no sería fácil y aún menos para un barco que cala 2’10m. Pero la decisión ya estaba tomada y con visado en mano, partimos un atardecer de Dakar para llegar al amanecer a la desembocadura del río y a<br />
su capital, Banjul, para realizar los trámites de entrada a este nuevo país. La llegada fue cómoda siguiendo las indicaciones de la guía y de la carta de navegación. Paramos en Banjul y después de ir de arriba a abajo y de que nos marearan por todas partes, no conseguimos acabar con toda la burocracia. Jota peleándose con el personal y yo corriendo a buscar un banco para cambiar dinero. Llego tarde pero el hombre de seguridad de la puerta me dice que “no problem” y “one moment”. Van pasando los minutos. Sale un hombre con el que había hablado el de seguridad previamente y le entrega rápidamente un fajo de dinero al de seguridad. Yo empiezo a ponerme nerviosa. Desconozco a cuanto está el cambio y lo peor, es que aparecen tres hombres con los que tengo que negociar delante del banco y también de la policia que estaba al otro lado de la calle. Le digo al de seguridad que me deje cambiar dentro del banco pero él insiste que está cerrado. Finalmente me resigno y con fajo en mano (por cada euro te dan 40 Dalassis), me voy otra vez a la autoridad portuaria en donde JA me espera con cara de pocos amigos&#8230;hemos llegado tarde y por tanto, el lunes tendremos que regresar para pagar. Salimos corriendo río arriba para ir a fondear a un arroyo del río y poder descansar y coger provisiones&#8230;y es aquí cuando empieza la aventura. El río es navegable en función de sus mareas (entrada y salida de agua del mar, por tanto, marea alta y baja). Aunque la marea estaba alta y seguíamos las indicaciones de la guía al pie de la letra y sin parar de mirar la sonda que te va indicando la profundidad que hay debajo de tú quilla, de repente estábamos a 0.0. Sin saber muy bien qué hacer y con auténtico pánico de tocar fondo, fuimos saliendo y llegamos a la entrada del arroyo. La verdad es que el paisaje era alucinante: todo manglar</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/287.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1542" title="287" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/287.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>y nosotros en medio de un canal oyendo el ruido de las aves e introduciéndonos en una maraña de canales que cada vez se iban estrechando más y también iban perdiendo profundidad. Cuando estábamos a menos de una milla del fondeo, finalmente nos quedamos enganchados en el barro. Jota dando marcha atrás y el barco no se movía. Se nos congeló la sangre a pesar de estar empapados de calor. Al final y poco a poco, el barco fue saliendo del barro y consiguió estar otra vez a flote. Me temblaba todo el cuerpo. Llegamos al atardecer y no os podéis imaginar la alegría que teníamos de haberlo conseguido. Brindamos con un gin tonic mirando la puesta de sol y oyendo a la naturaleza en medio de los manglares. Pura magia.</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/236.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1538" title="236" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/236.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
Una vez solucionado todos los trámites, partimos río arriba no sin habernos enganchado otra vez en el fondo cuando volvíamos a Banjul. Buscábamos el canal de navegación y obviamente no lo encontramos hasta que un pescador nos lo indicó. Pero bueno, salimos y empezamos a remontar el río.<br />
Y desde entonces continuamos navegando por él. Hemos remontado unas 170 millas (durante las 120 primeras, el agua continuaba siendo salada), hemos visitado poblados,</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/256.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1540" title="256" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/256.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>hemos visto hipopótamos, monos de diferentes clases, una variedad inmensa de pájaros, hemos fondeado en medio del río cada noche y cada fondeo cada vez más espectacular, hemos escalado una montaña roja para ver la puesta de sol,</p>
<p><a href="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/279.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1541" title="279" src="http://sincalcetines.wordpress.com/files/2005/01/279.jpg?w=300" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>contemplar el río desde las alturas y conocer la sabana africana, hemos saludado a todos los pescadores que nos encontrábamos en medio del río&#8230;.y así un largo hemos. La verdad es que ahora que empezamos a descender, me empieza a coger un poco de melancolía. Estamos viviendo cada día en medio de una naturaleza salvaje y llena de encanto y cada vez me cuesta más recordar de donde vengo. No os podéis imaginar lo emocionante que es ir con la Zodiac al atardecer por canales estrechos para observar a los pájaros, a los monos y encontrarte a 300 metros con un grupo de hipopótamos&#8230;..creo que no se puede explicar. JA con su super equipo fotográfico se ha cansado de fotografiar y yo he hecho lo mismo con la cámara de vídeo. Tampoco puedo olvidar la tortura de la mosca Tse-tse, que me han dejado las piernas llenas de agujeros. Aquí uno medicándose cada día para no coger la malaria (curiosamente apenas hay mosquitos, estamos en la época seca), y al final lo que engancharé será la enfermedad del sueño.<br />
De aquí a dos semanas hacemos el gran salto: 1700 millas hasta Salvador de Bahía (Brasil). Supongo que desde allá ya os explicaré el cruce del Atlántico. Sin comentarios sobre mi barriga, ya os  lo podéis imaginar.<br />
Mil besos a todos y doy la bienvenida a “pepitaverano”, que por fin ha conseguido instalarse internet en casa para estar en contacto conmigo. Me refiero a mi madre, que con 72 años, se ha puesto delante del ordenador y ha logrado superar la barrera de la informática sólo por estar un poco más cerca de mi. Es bonito no?.<br />
Hasta pronto,<br />
Laura</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

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