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	<title>camoes &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/camoes/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "camoes"</description>
	<pubDate>Sat, 26 Dec 2009 13:19:43 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Finitude Determinista]]></title>
<link>http://osatiro.wordpress.com/2009/12/22/finitude-determinista/</link>
<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 04:30:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>drseyes</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tenho pensado um bocado em finitude e mortalidade — algo um pouco extemporâneo, já que eu tenho 30 a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a title="Electron Interference on a Double-Slit Experiment, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/File:Double-slit_experiment_results_Tanamura_2.jpg"><img src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/7/7e/Double-slit_experiment_results_Tanamura_2.jpg/206px-Double-slit_experiment_results_Tanamura_2.jpg" alt="Fringes provoked by Electron Interference on a Double-Slit Experiment" align="right" style="margin:1em;" /></a>Tenho pensado um bocado em finitude e mortalidade — algo um pouco extemporâneo, já que eu tenho 30 anos e tais pensamentos não devem nos assaltar antes dos quarenta — os trinta são a idade de ir à luta e ganhar a vida, não de perder tempo com elocubrações metafísicas ociosas — mas o fato é que eu penso, sem poder parar, em coisas extremamente desagradáveis, como terrorismo, doença, <a title="Relatividade Geral, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Relatividade_geral" target="_blank">relatividade geral</a>, <a title="Interpretação Transacional, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interpreta%C3%A7%C3%A3o_transacional" target="_blank">mecânica quântica transacional</a>, <a title="Teorema da Incompletude de Gödel, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorema_da_incompletude_de_G%C3%B6del" target="_blank">indecidibilidade</a> e <a title="2008 Chinese milk scandal, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/2008_Chinese_milk_scandal" target="_blank">melamina no diet shake chinês</a>. Uma coleção de idéias que parece heteróclita, mas está tudo ligado.</p>
<p>O que terminou de foder minha cabeça foi ler que, embora do nosso ponto de vista o <a title="Fóton, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%B3ton" target="_blank">fóton</a> que sai de <a title="Andrômeda, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Andr%C3%B4meda_%28constela%C3%A7%C3%A3o%29" target="_blank">Andrômeda</a> e chega no calcanhar da avó tenha atravessado uma distância descomunal e levado um tempo medonho, do ponto de vista do fóton não passou tempo algum e a distância atravessada foi um redondo zero (cortesia das <a title="Transformação de Lorentz, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Transforma%C3%A7%C3%A3o_de_Lorentz" target="_blank">transformações de Lorentz</a>). A compressão espacial não me assusta em si, mas essa dilatação temporal extrema me dá engulhos existencialistas. Como assim “zero tempo” ?</p>
<p>A física quântica transacional explica cinicamente que partículas trocam sinais no <a title="Espaço-tempo, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Espa%C3%A7o-tempo" target="_blank">espaço-tempo</a>, tanto em direção ao passado quanto ao futuro. Os sinais se <a title="Interference, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Interference_%28wave_propagation%29" target="_blank">interferem</a> e se estabilizam em alguma coisa que condiciona o que observamos como realidade. Eu tiro disso uma visão terrível, de um universo pronto e acabado. Um <a title="Hipercubo, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipercubo" target="_blank">hipercubo</a> espaço-temporal, rígido e morto, feito um desses <a title="Sub-surface laser engraving crystal, on Google Images" href="http://images.google.com/images?hl=en&#38;q=sub-surface+laser+engraving+crystal" target="_blank">cristais barangos</a> com uma Nossa Senhora ou uma Torre Eiffel gravada a laser, empoeirando esquecido numa prateleira. Se a <a title="Interpretação de Copenhague, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Interpreta%C3%A7%C3%A3o_de_Copenhague" target="_blank">interpretação de Copenhague</a> nos havia livrado do <a title="Laplace's Demon, na Wikipédia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Laplace%27s_demon" target="_blank">determinismo mecanicista</a>, ele agora volta com uma vingança.</p>
<p>Eu preferia acreditar o universo como um imenso carretel de filme virgem, que cada instante indelevelmente impressionasse. E cada instante como a turbulência de um grande vendaval, em que <a title="Efeito Borboleta, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Efeito_borboleta" target="_blank">o bater delicado das minhas asas</a> pudesse trazer enormes e imprevisíveis conseqüências. Morrer e não mais atuar no mundo (e nem mesmo observá-lo) seria uma idéia incômoda,  que eu jamais apreenderia de todo, mas interferir na construção do futuro seria intensamente consolador. O privilégio de tanta liberdade, concedida a tão poucos dos átomos, faria meu breve momento de vida <a title="Soneto da Fidelidade, Vinícius de Moraes" href="http://www.sonetos.com.br/sonetos.php?n=1469" target="_blank">eterno enquanto durasse</a>.</p>
<p>O que se deslinda, entretanto, é muito menos atraente. O espaço-tempo do universo, amarrado por suas leis e <a title="Problema de Valor de Contorno, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Problema_de_valor_de_contorno" target="_blank">condições de contorno</a>, está determinado final e precisamente <a title="Mateus 5:18, na Wikipédia" href="http://www.biblegateway.com/passage/?search=matthew%205:18&#38;version=KJV#" target="_blank">até o último iota</a>. Cada um destes <a title="Glifo, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Glifo" target="_blank">glifos</a> existia desde o instante zero do cosmos; fosse a <a title="Constante de Planck, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Constante_de_Planck" target="_blank">constante de Planck</a> diferente no quadrucentésimo octagésimo nono dígito, e este ensaio seria uma receita de torta. Minha vida, <a title="Prêt-à-porter, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pr%C3%AAt-%C3%A0-porter_%28moda%29" target="_blank"><em>prête-à-porter</em></a>, é pequeno sólido perdido num monstruoso volume. Entrevejo-a enauseado, consciente de não saber que distância separa o ponto que agora observo (e em que não realmente atuo) da face onde ela, abrupta, acaba.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tuberiforme]]></title>
<link>http://osatiro.wordpress.com/2009/12/15/tuberiforme/</link>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 23:07:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>drseyes</dc:creator>
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<description><![CDATA[A primeira vez que vi Tereza Não soube se era homem ou mulher Não parecia um ou outro Mas um boizim ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A primeira vez que vi <a title="Manuel Bandeira, na Wikipédia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Manuel_Bandeira" target="_blank">Tereza</a><br />
Não soube se era homem ou mulher<br />
Não parecia um ou outro<br />
Mas um boizim de batata<br />
Esbarrei com ela de novo, na rua<br />
Andamos uns dez quarteirões falando de tudo<br />
Logo uma coisa vibrou me dizendo<br />
Que aquele <a title="Armoire Normande, no Google Images" href="http://images.google.com.br/images?&#38;q=armoire+normande" target="_blank">armário normando</a> com pernas de gente<br />
Tinha recheio de nutella<br />
<a href="http://en.wikipedia.org/wiki/California_sea_lion" target="_blank"><img class="alignright" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8f/Zalophus_californianus_-_Morro_Bay.jpg/120px-Zalophus_californianus_-_Morro_Bay.jpg" alt="California Sea Lion" width="120" height="97" /></a>Anos mais tarde pensei nela<br />
Vendo os leões marinhos, latejantes, se esbaterem em borrifos<br />
No Píer 41 em São Francisco</p>
<p>* * *</p>
<p><span style="font-size:.9em;">(Este poemeto mandei para a 6a Bienal dos Piores Poemas, da <a title="Oficcina Multimédia, Homepage" href="http://www.oficcinamultimedia.com.br/" target="_blank">Oficcina Multimédia</a>. Não ganhou nem menção desonrosa, mas me deu enorme prazer escrevê-lo.)</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Eu Sou o Sonho de Mim Mesmo]]></title>
<link>http://osatiro.wordpress.com/2009/12/15/eu-sou-o-sonho-de-mim-mesmo/</link>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 06:20:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>drseyes</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;En vain pour eviter des réponses amères&#8230;&#8221; (Carmen, Bizet) Libertar-se do dualismo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>&#8220;En vain pour eviter des réponses amères&#8230;&#8221; (<a title="Carmen on YouTube" href="http://www.youtube.com/watch?v=0qchLI--zI8" target="_blank">Carmen</a>, Bizet)</em></p>
<p><a href="http://www.xkcd.org/659/"><img title="XKCD, por Randall Munroe" src="http://imgs.xkcd.com/comics/lego.png" alt="LEGO, episodio de XKCD, por Randall Munroe" align="right" style="margin:1em;" /></a><br />
Libertar-se do <a title="Dualism, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Dualism_(philosophy_of_mind)" target="_blank">dualismo</a> torna tudo ao mesmo tempo simples e terrível. O mundo, não mais <a title="The Demon-Haunted World, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/The_Demon-Haunted_World" target="_blank">assombrado pelos demônios</a>, admite explicações senão confortantes, <a title="Quantum Mechanics, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Quantum_mechanics" target="_blank">precisas</a>.</p>
<p>A enorme liberdade intelectual trazida por esse paradigma é conquistada ao preço do estilhaçamento de toda esperança de salvação. <a title="Ashes to Ashes, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Ashes_to_Ashes_(disambiguation)" target="_blank">Vir e voltar ao pó</a> ganha concretude de lei física, palpável como o <a title="2nd Law of Thermodynamics, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Second_law_of_thermodynamics" target="_blank">Limite de Carnot</a>. A constatação é tão terrível, que dela nunca chegamos a nos aperceber totalmente: vislumbramo-la, manipulamo-la na ponta dos dedos, lembramo-la, esquecemo-la, consideramo-la brevemente sem nunca determo-la tempo demasiado na consciência &#8212; clarividência tamanha levaria ao desespero e à loucura.</p>
<p>Em mim, que nutro a mais pura certeza de nada mais ser que um feliz amontoado de partículas, operam-se as mais curiosas compensações para que cada minuto não seja tomado de pânico. Tanto meu intelecto apreende a inexorável materialidade do real, quanto meu afeto solenemente a ignora. Meu corpo, minha mente, meus queridos, meus valores, meus ideais vão sendo assim protegidos num pseudo-eficaz <a title="Theory of Forms, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Theory_of_Forms" target="_blank">platonismo</a>, que ficticiamente os isola das abrasões do mundo material.</p>
<p>Tal mentira caridosa me permite funcionar durante os 99.9% do tempo em que as evidências não superam minha <a title="The Suspension of Disbelief, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Suspension_of_disbelief" target="_blank">suspensão da descrença</a>. Nas ocasiões em que ela falha a reação é imediata e violenta &#8212; como no <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Phlebotomist">flebotomista</a>&#8230;</p>
<p>(Quando eu era crente, eu nunca, nem uma vez, desmaiei no flebotomista. Agora, garantidamente, eu perco a consciência. Mas antes, eu era uma entidade separada do meu corpo, e vê-lo manipulado, cortado, costurado, sugado ou soprado &#8212; tomar contato com suas partes constituintes &#8212; pouco se me dava. Tais experiências, de inócuas se tornaram rachaduras da minha fantasia. Ver meu próprio sangue é constatar &#8212; não de forma distanciada e conceitual, mas imediata e sensível &#8212; que meu corpo é (ou seja, eu sou) formado da <a title="Fight Club, on Wikiquote" href="http://en.wikiquote.org/wiki/Fight_Club_(novel)" target="_blank">mesma suscetível matéria como tudo o mais e que eu sou parte do mesmo amontoado de tralhas</a>.)</p>
<p>O materialismo não é sem seus mistérios. Eu sei que embora eu emerja da troca de fótons entre partículas eletricamente carregadas, residindo na massa mole que se confina no oco do meu crânio, eu <a title="Cogito Ergo Sum, on Wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Cogito_ergo_sum" target="_blank">experimento sensações</a>, eu sinto o <a title="Taste of Cherry, on Wikipedia --- See Note 1" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Taste_of_Cherry" target="_blank">gosto da cereja</a>. (Se existe uma cereja por trás do gosto, <a title="Cypher (Matrix), on Wikipedia  --- See Note 2" href="http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_minor_characters_in_the_Matrix_series#Cypher" target="_blank">não sei, não quero saber</a> e tenho um pouco de <a title="Wittgenstein's Tractatus, 7" href="http://www.kfs.org/~jonathan/witt/t7en.html" target="_blank">nojinho</a> de quem fica correndo atrás desse tipo de questão improdutiva&#8230;).</p>
<p><a href="http://xkcd.com/429/"><img title="XKCD, por Randall Munroe" src="http://imgs.xkcd.com/comics/fantasy.png" alt="Fantasy, episódio de XKCD, por Randall Munroe" align="left" style="margin:1em;" /></a>Tudo o que eu experimento é através de mim. Quando eu morrer, quando esse espectro que eu sou, a organização desses átomos, desaparecer, e sobrar apenas um amontoado de moléculas em rápida decomposição, eu não vou estar em lugar nenhum, eu não vou experimentar nem o coro dos arcanjos, nem a queimadura lancinante dos infernos, nem o tédio do purgatório, nem o negro sono do descanso eterno. Eu não vou mais existir.</p>
<p>Devo confessar que não apreendo em toda a extensão esse vazio. A conseqüência lógica da minha (des-)crença não me atinge de todo.</p>
<p>Para onde vão os entes que sonhamos, quando soa o despertar? Eu diria que eu sou o sonho de mim mesmo, uma ilusão auto-entretida pelos meus neurônios, tão fadado a sumir como a volúvel forma que a nuvem desenha.</p>
<p>* * *<br />
Nota 1: Esse filme me marcou por esta referência (que aparece no diálogo em que o velho professor tenta demover o protagonista do suicídio), mas é um filme chatíssimo. A citação não é um endosso !</p>
<p>Nota 2: Esse sim é um filme fantástico. Digo, o primeiro. Os outros dois são, no dizer delicado dos franceses, merda em pó.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Castro Alves - O laço de fita]]></title>
<link>http://mandycachoeira.wordpress.com/2009/12/02/castro-alves-o-laco-de-fita/</link>
<pubDate>Wed, 02 Dec 2009 23:54:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandycachoeira</dc:creator>
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<description><![CDATA[Este era meu poema preferido quando tinha uns 10 anos. Lia-o sentada em frente a uma antiga estante ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><em>Este era meu poema preferido quando tinha uns 10 anos. Lia-o sentada em frente a uma antiga estante que ficava em um corredor do quintal  da minha casa onde meu pai guardava seus livros belíssimos de capa dura e vermelha. Eu sentava e me deliciava por horas lendo coisas que nem compreendia. Este foi um dos poucos poemas que na época pude compreender parcialmente, sua sonoridade e a idéia do laço de fita que ora prende, ora enlaça, me fascinavam e fascinam até hoje. Acho que pode-se julgá-lo responsável por ter tentado Letras na faculdade.</em></p>
<p>Não sabes, criança? &#8216;Stou louco de amores&#8230;<br />
Prendi meus afetos, formosa Pepita.<br />
Mas onde? No templo, no espaço, nas névoas?!<br />
Não rias, prendi-me<br />
Num laço de fita.</p>
<p>Na selva sombria de tuas madeixas,<br />
Nos negros cabelos da moça bonita,<br />
Fingindo a serpente qu&#8217;enlaça a folhagem,<br />
Formoso enroscava-se<br />
O laço de fita.</p>
<p>Meu ser, que voava nas luzes da festa,<br />
Qual pássaro bravo, que os ares agita,<br />
Eu vi de repente cativo, submisso<br />
Rolar prisioneiro<br />
Num laço de fita.</p>
<p>E agora enleada na tênue cadeia<br />
Debalde minh&#8217;alma se embate, se irrita&#8230;<br />
O braço, que rompe cadeias de ferro,<br />
Não quebra teus elos,<br />
Ó laço de fita!</p>
<p>Meu Deusl As falenas têm asas de opala,<br />
Os astros se libram na plaga infinita.<br />
Os anjos repousam nas penas brilhantes&#8230;<br />
Mas tu&#8230; tens por asas<br />
Um laço de fita.</p>
<p>Há pouco voavas na célere valsa,<br />
Na valsa que anseia, que estua e palpita.<br />
Por que é que tremeste? Não eram meus lábios&#8230;<br />
Beijava-te apenas&#8230;<br />
Teu laço de fita.</p>
<p>Mas ai! findo o baile, despindo os adornos<br />
N&#8217;alcova onde a vela ciosa&#8230; crepita,<br />
Talvez da cadeia libertes as tranças<br />
Mas eu&#8230; fico preso<br />
No laço de fita.</p>
<p>Pois bem! Quando um dia na sombra do vale<br />
Abrirem-me a cova&#8230; formosa Pepital<br />
Ao menos arranca meus louros da fronte,<br />
E dá-me por c&#8217;roa&#8230;<br />
Teu laço de fita</p>
<p><em><br />
</em></p>
<table style="height:28px;" cellspacing="0" cellpadding="0" width="77">
<tbody>
<tr>
<td></td>
</tr>
<tr>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesia no metrô]]></title>
<link>http://sgambatti.wordpress.com/2009/11/26/poesia-no-metro/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 09:59:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
<guid>http://sgambatti.wordpress.com/2009/11/26/poesia-no-metro/</guid>
<description><![CDATA[Há pouco mais de um mês os usuários do Metrô de São Paulo podem ler poemas de Camões, Gonçalves Dias]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://sgambatti.wordpress.com/files/2009/11/poesia-metro.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-276" title="poesia metro" src="http://sgambatti.wordpress.com/files/2009/11/poesia-metro.jpg?w=225" alt="" width="225" height="300" /></a>Há pouco mais de um mês os usuários do Metrô de São Paulo podem ler poemas de Camões, Gonçalves Dias, Castro Alves, Olavo Bilac, Alphonsus de Guimarães, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e outros. Principalmente nos horários de pico, ganhamos um motivo extra para não correr para garantir um lugar no vagão. Agora é possível, enquanto esperamos pelo próximo trem, deliciar-nos com alguns poemas.</p>
<p>A novidade &#8221;invade&#8221;, inicialmente, os trens e as estações da linha verde e os poemas, em língua portuguesa, foram selecionados pelo poeta Cláudio Willer e por Carlos Figueiredo. O responsável pela direção de arte é o artista plástico Antônio Peticov.</p>
<p>Segundo a direção do metrô e a organização do projeto uma das principais intenções da iniciativa é provocar nos usuários o interesse pela leitura. A intenção é expandir a ideia a todas as estações do metrô paulistano em 2010.</p>
<p>Sabemos que mesmo quando não compreendemos um poema em toda sua extensão e intenção ele pode nos tocar de modo particular e modificar nossa relação com nosso corpo e com o outro.  Que essa seja a primeira de muitas atitudes que possam incentivar a leitura, em especial a leitura lírica.</p>
<p>Muitos não sabem, mas em São Paulo há locais nos quais podemos ter acesso à poesia todos os dias da semana. Saraus, leituras, leituras dramatizadas, acesso a livros, etc, com texto de poetas consagrados, contemporâneos e anônimos, não há restrição. Prometo divulgar uma breve lista assim que possível.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto de Camões]]></title>
<link>http://poetasmortos.wordpress.com/2009/11/25/95/</link>
<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:02:57 +0000</pubDate>
<dc:creator>poetasmortos</dc:creator>
<guid>http://poetasmortos.wordpress.com/2009/11/25/95/</guid>
<description><![CDATA[Direto do metrô Sumaré. Projeto &#8216;Poesia no Metrô&#8217;. Soneto Luis de Camões 1524-1580 Amor ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Direto do metrô Sumaré. Projeto &#8216;Poesia no Metrô&#8217;.</p>
<p style="text-align:left;"><strong>Soneto</strong></p>
<p style="text-align:right;"><em>Luis de Camões<br />
1524-1580</em></p>
<p><span style="color:#ff9900;">Amor é fogo que arde sem se ver,<br />
é ferida que dói, e não se sente;<br />
é um contentamento descontente,<br />
é dor que desatina sem doer.</p>
<p>É um não querer mais que bem querer;<br />
é um andar solitário entre a gente;<br />
é nunca contentar-se de contente;<br />
é um cuidar que ganha em se perder.</p>
<p>É querer estar preso por vontade;<br />
é servir a quem vence, o vencedor;<br />
é ter com quem nos mata, lealdade.</p>
<p>Mas como causar pode seu favor<br />
nos corações humanos amizade,<br />
se tão contrário a si é o mesmo Amor?</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[as ambiguidades da expans&atilde;o civilizadora]]></title>
<link>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/19/as-ambiguidades-da-expanso-civilizadora/</link>
<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 00:06:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jesielf</dc:creator>
<guid>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/19/as-ambiguidades-da-expanso-civilizadora/</guid>
<description><![CDATA[Acima temos uma reprodução do quadro “Descobrimentos”, pintado pelo artista polonês Thomas Kostecki ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.kostecki.de/en/expo98.htm" target="_blank"><img title="descombrimentos" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="416" alt="descombrimentos" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/descombrimentos.jpg?w=519&#038;h=416" width="519" border="0" /></a> </p>
<p>Acima temos uma reprodução do quadro “Descobrimentos”, pintado pelo artista polonês <a href="http://www.kostecki.de/en/index.htm" target="_blank">Thomas Kostecki</a> por ocasião das comemorações dos 500 anos da chegada da frota de Vasco da Gama às Índias. Este pintor compôs toda uma série de obras (clique na imagem para ver as outras) que glorificam a Expansão Marítima portuguesa, sendo que o quadro aqui destacado bem parece inspirado num famosíssimo verso do Canto 2 de <em>Os Lusíadas</em>, no qual o deus Júpiter profetiza para a filha Vênus que, na sequência de suas viagens, os portugueses “novos mundos ao mundo irão mostrando” (conferir estrofe 45).</p>
<p>Como já vimos, o grande épico de Camões também constrói um discurso enaltecedor da Expansão, embora em alguns momentos o poeta se mostre inquieto, ou mesmo um tanto crítico, em relação aos efeitos históricos e culturais das descobertas. Ciente de que se tratou de um feito decisivo para a história nacional portuguesa, Camões, que também foi um dos mais eruditos intelectuais de seu tempo, estava atento ao fato de que a construção do Império Português, ideologicamente dinamizada pela missão evangelizadora e por um projeto civilizador, não deixava de assumir dimensões bastante violentas quando os portugueses deparavam-se com povos detentores de culturas muito diferentes, em geral tomadas como bárbaras.</p>
<p><a href="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/vasco_l.jpg"><img title="vasco_l" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="525" alt="vasco_l" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/vasco_l_thumb.jpg?w=415&#038;h=525" width="415" border="0" /></a></p>
<p>Neste outro quadro, intitulado “Vasco da Gama”, a despeito da permanência da intenção homenageadora, o artista polonês, um pouco semelhantemente a Camões, parece deixar extravasar, em sua releitura dos significados da viagem, uma percepção de seus resultados problemáticos, se atentamos para a estranha representação dos indianos na tela, cabisbaixos e como que transformando-se em fantasmas. Uma análise contemporânea poderia inquirir: será que a “civilização” levada pelas naus de Vasco da Gama às Índias não produziu efeitos destrutivos na cultura indiana, assim como ocorreu com os indígenas do Brasil descoberto por Pedro Álvares Cabral? Vejamos como também António Saraiva realiza uma análise ambivalente da Expansão e de sua ideologia civilizadora. Segundo ele, para os navegadores lusitanos:</p>
<blockquote><p align="justify">O mundo aparece como objecto de conhecimento tal como os Mouros e Bárbaros são objectos de conquista e as mulheres objecto de caça. Encontramos uma separação do sujeito e do objecto que é uma característica essencial da civilização ocidental – a mesma característica que, depois, na fase burguesa, propiciará o progresso científico e tecnológico que tornará possível a conquista do Mundo pelos Europeus e finalmente as viagens interplanetárias. (…)</p>
<p align="justify">Por este lado, <em>Os Lusíadas</em> merecem ser considerados como o grande manifesto da civilização ocidental no seu espírito permanente, da Idade Média até os nossos dias.</p>
<p align="justify">Mas desse espírito representam também o lado negativo: a incapacidade de sair de si mesmo para se identificar com o Outro. (“Introdução a <em>Os Lusíadas”</em>, p.19)</p>
<p>&#160;</p>
</blockquote>
<p>O crítico literário brasileiro Silviano Santiago faz uma análise bem mais severa do que a de Saraiva acerca do que significou efetivamente para os europeus “civilizar” outros povos, conforme se pode ler abaixo:</p>
<blockquote><p align="justify">A colonização pela propagação da Fé e do Império é a negação dos valores do Outro (Camões infelizmente não foi bastante lúcido para perceber que a moeda tem duas faces). A tripla negação do Outro para ser mais preciso. Primeiro: do ponto de vista social, já que o indígena perde a liberdade, passando a ser súdito de uma coroa européia. Segundo: o indígena é obrigado a abandonar o seu sistema religioso (e tudo o que ele implica de econômico, social e político), transformando-se &#8212; pela força da catequese &#8212; em mera cópia do europeu. Terceiro: perde ainda a sua identidade lingüística, passando gradativamente a se expressar por uma língua que não é a sua. (“Por que e para que viaja o europeu?”, p.225)</p>
<p>&#160;</p>
</blockquote>
<p>Considerando esse conjunto de posicionamentos, procure elaborar um texto, ou organizar ideias, tendo em vista interpretar as estrofes transcritas abaixo do Canto 1 (estrofes 44-46). Que imagens identitárias podemos ver associadas, por uma lado, aos portugueses “descobridores” e, por outro, ao grupo de africanos com que estes se cruzaram quando a frota do Gama alcançou Moçambique? Confira na paráfrase desse versos feita por Saraiva, ou pesquise na internet, o que significam as referências a Faéton, o Pado e Lampetusa.&#160; </p>
<p><em>Vasco da Gama, o forte Capitão,     <br />Que a tamanhas empresas se oferece,      <br />De soberbo e de altivo coração,      <br />A quem Fortuna sempre favorece,      <br />Pera se aqui deter não vê razão,      <br />Que inabitada a terra lhe parece.      <br />Por diante passar determinava,      <br />Mas não lhe sucedeu como cuidava. </em></p>
<p><em>Eis aparecem logo em companhia      <br />Uns pequenos batéis, que vêm daquela       <br />Que mais chegada à terra parecia,       <br />Cortando o longo mar com larga vela.       <br />A gente se alvoroça e, de alegria,       <br />Não sabe mais que olhar a causa dela.       <br />- «Que gente será esta?» (em si diziam)       <br />«Que costumes, que Lei, que Rei teriam?» </em></p>
<p><em>As embarcações eram na maneira      <br />Mui veloces, estreitas e compridas;       <br />Ás velas com que vêm eram de esteira,       <br />Düas folhas de palma, bem tecidas;       <br />A gente da cor era verdadeira       <br />Que Fáëton, nas terras acendidas,       <br />Ao mundo deu, de ousado e não prudente       <br />(O Pado o sabe e Lampetusa o sente).</em></p>
<p><em><a href="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/camoesmulata.jpg"><img title="camoes mulata" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="383" alt="camoes mulata" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/camoesmulata_thumb.jpg?w=383&#038;h=383" width="383" border="0" /></a> </em></p>
</p>
<p>Seria correto afirmar que a relação estabelecida no poema entre o mito de Faéton –- um bom exemplo daquilo que Stuart Hall chamaria de “narrativa da tradição” &#8212; e a origem das pessoas de pele escura reforça a idéia de que os europeus não tinham preconceitos contra os africanos e que os contatos dos portugueses com esses povos guiaram-se sobretudo por intenções universalistas?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Poesia lusitana]]></title>
<link>http://prolixoemdemasia.wordpress.com/2009/11/18/poesia-lusitana/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 23:24:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ivo</dc:creator>
<guid>http://prolixoemdemasia.wordpress.com/2009/11/18/poesia-lusitana/</guid>
<description><![CDATA[Quantas vezes, Amor, me tens ferido? &#8211; Bocage Quantas vezes, Amor, me tens ferido? Quantas vez]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>Quantas vezes, Amor, me tens ferido?</strong></p>
<p><strong> &#8211; Bocage<br />
</strong></p>
<p>Quantas vezes, Amor, me tens ferido?<br />
Quantas vezes, Razão, me tens curado?<br />
Quão fácil de um estado a outro estado<br />
O mortal sem querer é conduzido!</p>
<p>Tal, que em grau venerando, alto e luzido,<br />
Como que até regia a mão do fado,<br />
Onde o Sol, bem de todos, lhe é vedado,<br />
Depois com ferros vis se vê cingido:</p>
<p>Para que o nosso orgulho as asas corte,<br />
Que variedade inclui esta medida,<br />
Este intervalo da existência à morte!</p>
<p>Travam-se gosto, e dor; sossego e lida;<br />
É lei da natureza, é lei da sorte,<br />
Que seja o mal e o bem matiz da vida.</p>
<p><strong>Deus</strong></p>
<p><strong> &#8211; Fernando Pessoa</strong></p>
<p>Às vezes sou o Deus que trago em mim<br />
E então eu sou o Deus e o crente e a prece<br />
E a imagem de marfim<br />
Em que esse deus se esquece.</p>
<p>Às vezes não sou mais do que um ateu<br />
Desse deus meu que eu sou quando me exalto.<br />
Olho em mim todo um céu<br />
E é um mero oco céu alto.</p>
<p><strong>Isto</strong></p>
<p><strong> &#8211; Fernando Pessoa</strong></p>
<p>Dizem que finjo ou minto<br />
Tudo que escrevo. Não.<br />
Eu simplesmente sinto<br />
Com a imaginação.<br />
Não uso o coração.</p>
<p>Tudo o que sonho ou passo,<br />
O que me falha ou finda,<br />
É como que um terraço<br />
Sobre outra coisa ainda.<br />
Essa coisa é que é linda.</p>
<p>Por isso escrevo em meio<br />
Do que não está de pé,<br />
Livre do meu enleio,<br />
Sério do que não é.<br />
Sentir? Sinta quem lê!</p>
<p><strong>Ao desconcerto do mundo</strong></p>
<p><strong> &#8211; Camões</strong></p>
<p>Os bons vi sempre passar<br />
No Mundo graves tormentos<br />
E pera mais me espantar,<br />
Os maus vi sempre nadar<br />
Em mar de contentamentos.<br />
Cuidando alcançar assim<br />
O bem tão mal ordenado,<br />
Fui mau, mas fui castigado.<br />
Assim que, só pera mim,<br />
Anda o Mundo concertado.</p>
<p><strong>Ser poeta</strong></p>
<p><strong> &#8211; Florbela Espanca</strong></p>
<p>Ser poeta é ser mais alto, é ser maior<br />
Do que os homens! Morder como quem beija!<br />
É ser mendigo e dar como quem seja<br />
Rei do Reino de Áquem e de Além Dor!</p>
<p>É ter de mil desejos o esplendor<br />
E não saber sequer que se deseja!<br />
É ter cá dentro um astro que flameja,<br />
É ter garras e asas de condor!</p>
<p>É ter fome, é ter sede de Infinito!<br />
Por elmo, as manhãs de oiro e de cetim&#8230;<br />
É condensar o mundo num só grito!</p>
<p>E é amar-te, assim, perdidamente&#8230;<br />
É seres alma, e sangue, e vida em mim<br />
E dizê-lo cantando a toda a gente!</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Confusão completa]]></title>
<link>http://percifal.wordpress.com/2009/11/18/confusao-completa/</link>
<pubDate>Wed, 18 Nov 2009 00:25:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>percifal</dc:creator>
<guid>http://percifal.wordpress.com/2009/11/18/confusao-completa/</guid>
<description><![CDATA[Que fazer? Quanto mais tempo estou contigo mais baralhado estou. Por um lado fazia-me bem deixar-te ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Que fazer? Quanto mais tempo estou contigo mais baralhado estou. Por um lado fazia-me bem deixar-te ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto XIX - Camões]]></title>
<link>http://mandycachoeira.wordpress.com/2009/11/15/soneto-xix-camoes/</link>
<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 23:59:39 +0000</pubDate>
<dc:creator>mandycachoeira</dc:creator>
<guid>http://mandycachoeira.wordpress.com/2009/11/15/soneto-xix-camoes/</guid>
<description><![CDATA[Amor é fogo que arde sem se ver; É ferida que dói e não se sente; É um contentamento descontente; É ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Amor é fogo que arde sem se ver;<br />
É ferida que dói e não se sente;<br />
É um contentamento descontente;<br />
É dor que desatina sem doer;</p>
<p>É um não querer mais que bem querer;<br />
É solitário andar por entre a gente;<br />
É nunca contentar-se de contente;<br />
É cuidar que se ganha em se perder;</p>
<p>É querer estar preso por vontade;<br />
É servir a quem vence, o vencedor;<br />
É ter com quem nos mata lealdade.</p>
<p>Mas como causar pode seu favor<br />
Nos corações humanos amizade,<br />
se tão contrário a si é o mesmo Amor?</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[História da Língua Portuguesa]]></title>
<link>http://realnewsblog.wordpress.com/2009/11/11/historia-da-lingua-portuguesa/</link>
<pubDate>Wed, 11 Nov 2009 15:22:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>realnewsblog</dc:creator>
<guid>http://realnewsblog.wordpress.com/2009/11/11/historia-da-lingua-portuguesa/</guid>
<description><![CDATA[A língua portuguesa é um idioma que se originou dos dialetos esperanto e latim. A língua portuguesa ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A língua portuguesa é um idioma que se originou dos dialetos esperanto e latim.</p>
<p><!--more--></p>
<p>A língua portuguesa foi criada em Roma, no ano 202 a.C., por Celsus III, para juntar os dois povos da época: os judeus e romanos.</p>
<p>Os judeus, que falavam esperanto, tinham problemas para se comunicar com romanos, e vice-versa.</p>
<p>Aristóteles, por exemplo, tinha que lecionar a seus alunos através de hieroglifos egípcios, que era a forma mais comum de comunicação entre ambos os povos.</p>
<p>Sócrates, no entanto, foi quem pediu ao rei Celsus III para juntar ambos os idiomas. Isso causou uma guerra diplomática entre os judeus, romanos e muçulmanos(povo que teria vindo da Índia e teve grande participação na formação da democracia): os judeus não queriam falar outras palavras que não esperanto; os romanos não conseguiam compreender o novo idioma e os muçulmanos apoiavam, pois eles não tinham língua própria.</p>
<p>Um historiador australianos descobriu em 1992, em Alexandria, documentos em árabe que dizem que o árabe se originou do português. Esses documentos estavam em péssimo estado de conservação e o árabe era tão arcaico que é difícil saber se são verdadeiros.</p>
<p>Um dos maiores representantes do idioma foi Luís Vaz de Camões, um espanhol que aprendeu português com seu irmão mais velho que morou em Portugal, Pero Vaz de Caminha.</p>
<p>Camões escreveu ao todo 350 livros de ficção(como Os Lusíadas) e várias biografias, enquanto Pero Vaz de Caminha se especializou na escultura.</p>
<p>O brasileiro Fernando Pessoa(também chamado de Machado de Assis) foi um dos maiores poetas de todos os tempos, e escreveu seu maior conto, Dom Casmurro, no início do século XX.</p>
<p>O estilo de Assis era bem eclético, com o estilo de Edgar Allan Poe, Júlio Verne, Shakespeare e outros mestres da literatura mundial. No entanto, a maior influência de Assis era o escritor francês M.C. Escher.</p>
<p>E foi baseando-se na obra Lolita, de Escher, que Machado de Assis escreveu Dom Quixote de La Mancha.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[vers&atilde;o legendada de &ldquo;Os Lus&iacute;adas&rdquo; na xerox]]></title>
<link>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/09/verso-legendada-de-os-lusadas-na-xerox/</link>
<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 20:26:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jesielf</dc:creator>
<guid>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/09/verso-legendada-de-os-lusadas-na-xerox/</guid>
<description><![CDATA[Já se encontra à disposição dos estudantes na xerox do campus fotocópias dos Cantos I e IV de Os Lus]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/lusiadasazul.jpg"><img style="display:block;float:none;margin-left:auto;margin-right:auto;border:0;" title="lusiadas azul" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/lusiadasazul_thumb.jpg?w=168&#038;h=244" border="0" alt="lusiadas azul" width="168" height="244" /></a></p>
<p>Já se encontra à disposição dos estudantes na xerox do campus fotocópias dos Cantos I e IV de <em>Os Lusíadas</em>. As cópias foram tiradas da edição feita por António Saraiva, que inclui paráfrases explicativas de todas as estrofes. Boas navegações nos mares épicos desse poema sempre atual.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[mais camonices &amp; barbaridades]]></title>
<link>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/06/mais-camonices-barbaridades/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:34:10 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jesielf</dc:creator>
<guid>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/11/06/mais-camonices-barbaridades/</guid>
<description><![CDATA[Eis acima uma reprodução da pintura descrita na abertura da “Introdução a Os Lusíadas” de António SA]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://mujimbo.musicblog.com.br/91803/retratos-camonianos-faces-indecisoes-reverberacoes/" target="_blank"><img title="camoes quadro" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="377" alt="camoes quadro" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/camoesquadro.jpg?w=276&#038;h=377" width="276" border="0" /></a>Eis acima uma reprodução da pintura descrita na abertura da “Introdução a <em>Os Lusíadas</em>” de António SARAIVA, na qual se retrata Luís de Camões na prisão. Dividido entre seu patriotismo fervoroso e sua racionalidade renascentista, este poeta produz uma obra na qual também se entrecruzam contradições diversas, sobretudo no que diz respeito a uma avaliação sobre os resultados da Expansão Marítima e à legitimidade moral do empreendimento. Também o poeta brasileiro Carlos Drummond de Andrade discutiu o tema num de seus textos que dialoga diretamente com <em>Os Lusíadas</em>, para lê-lo e ouvi-lo, visite o <a href="http://mujimbo.musicblog.com.br/91803/retratos-camonianos-faces-indecisoes-reverberacoes/" target="_blank"><strong>MUJIMBO</strong></a>. No nosso blogue-irmão recomenda-se também a postagem <a href="http://mujimbo.musicblog.com.br/99515/amores-barbaros-alteridades-diferencas/" target="_blank"><strong>“Amores Bárbaros”</strong></a>, na qual é possível ouvir-se uma versão musicada da “Endecha à Bárbara Escrava” que foi discutida na aula anterior, obter-se mais informações sobre a obra camoniana e seus impasses e, de quebra, ter acesso aos textos de Francisco LIMA nos quais são discutidas definições para diferença e alteridade. Portanto, mujimbem-se! </p>
</p>
<p><strong><a href="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/camoes_moambique.jpg"><img title="camoes_moçambique" style="border-right:0;border-top:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-left:0;margin-right:auto;border-bottom:0;" height="329" alt="camoes_moçambique" src="http://lusoleituras.files.wordpress.com/2009/11/camoes_moambique_thumb.jpg?w=481&#038;h=329" width="481" border="0" /></a></strong></p>
<p align="center"><strong>[estátua de Camões em Moçambique] </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sôbolos rios que vão...]]></title>
<link>http://redimunho.wordpress.com/2009/11/06/sobolos-rios-que-vao/</link>
<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 02:37:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>redimunho</dc:creator>
<guid>http://redimunho.wordpress.com/2009/11/06/sobolos-rios-que-vao/</guid>
<description><![CDATA[Sôbolos rios que vão Por Babilônia me achei, Onde sentado chorei As lembranças de Sião E quanto nela]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Sôbolos rios que vão</p>
<p>Por Babilônia me achei,</p>
<p>Onde sentado chorei</p>
<p>As lembranças de Sião</p>
<p>E quanto nela passei.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ali, o rio corrente</p>
<p>De meus olhos foi manado;</p>
<p>E, tudo bem comparado,</p>
<p>Babilônia ao mal presente,</p>
<p>Sião ao tempo passado.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Ali, lembranças contentes</p>
<p>Na alma se representaram;</p>
<p>E minhas cousas ausentes</p>
<p>Se fizeram tão presentes</p>
<p>Como nunca se pasaram.</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>CAMÕES</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Férias em Portugal - Hora da Despedida]]></title>
<link>http://rmerola.wordpress.com/2009/11/02/ferias-em-portugal-hora-da-despedida/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 20:51:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>rmerola</dc:creator>
<guid>http://rmerola.wordpress.com/2009/11/02/ferias-em-portugal-hora-da-despedida/</guid>
<description><![CDATA[Olá amigos, Diz o velho ditado que tudo que é bom dura pouco. Amanhã embarcaremos de volta ao Brasil]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá amigos,</p>
<p>Diz o velho ditado que tudo que é bom dura pouco. Amanhã embarcaremos de volta ao Brasil. É verdade: sete dias passaram tão depressa! Vimos tantas coisas bonitas, conhecemos tantas pessoas interessantes, percorremos locais tão cheios de magia e história que, com certeza esta viagem será inesquecível. E na véspera de voltarmos ao Brasil, já ficamos com um gostinho de quero mais na boca e uma grande saudade no coração. Uma parte de nós ficará sempre aqui em Portugal, uma terra acolhedora e irmã, onde muitos brasileiros para cá vêm para trabalhar e encontram também um lar. E nós, meros e singelos viajantes, encontramos e deixamos uma multidão de amigos: alguns conhecemos pessoalmente, outros, apenas através deste blog. A todos, nosso especial abraço e a certeza de que breve nos reveremos.</p>
<p>Não encontro melhor forma de nos despedirmos de Portugal com uma selação de fotos de nossas atividades ontem e hoje e com uma pequena seleção de clips da música símbolo de Portugal, o Fado:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Ui2zIM8FWS4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Ui2zIM8FWS4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XQrq7nLPHEw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XQrq7nLPHEw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/MSIGWEcR5Dc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/MSIGWEcR5Dc&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/cwnvGTxChZI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/cwnvGTxChZI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<div id="attachment_1052" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1052 " title="DSC02185" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02185.jpg" alt="DSC02185" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Visão externa do Oceanário de Lisboa, o maior da Europa e orgulho dos portugueses: saindo da água, o pequeno Vasco, mascote do Oceanário</p></div>
<div id="attachment_1053" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1053  " title="DSC02201" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02201.jpg" alt="DSC02201" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O imenso tanque central do oceanário abriga espécies exóticas, como o peixe-lua (mola mola) que pode atingir mais de três metros de comprimento e quatro metros de altura</p></div>
<div id="attachment_1054" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1054" title="DSC02205" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02205.jpg" alt="DSC02205" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Ártico: a preocupação de reprodução fiel do habitat natural das espécies se revela em cada um dos ambientes</p></div>
<div id="attachment_1055" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1055" title="DSC02216" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02216.jpg" alt="DSC02216" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">As arraias também são muito apreciadas durante a visita ao oceanário</p></div>
<div id="attachment_1056" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1056" title="DSC02263" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02263.jpg" alt="DSC02263" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Um bondinho liga o Oceanário à Torre Vasco da Gama</p></div>
<div id="attachment_1057" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1057" title="DSC02278" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02278.jpg" alt="DSC02278" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Mosteiro dos Jerônimos: os detalhes de sua fachada marcam um dos locais mais visitados de Lisboa</p></div>
<div id="attachment_1058" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1058  " title="DSC02279" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02279.jpg" alt="DSC02279" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Um facho de luz natural ilumina o sarcófago de Luis de Camões, vazio desde 1755, quando um terrível terremoto dispersou as cinzas do genial autor de Os Luzíadas</p></div>
<div id="attachment_1059" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1059 " title="DSC02303" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02303.jpg" alt="DSC02303" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O Cristo Rei de Almada abençoa Portugal a cinquenta anos</p></div>
<div id="attachment_1060" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1060" title="DSC02319" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/11/dsc02319.jpg" alt="DSC02319" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">No Shopping Colombo, a escultura suspensa que lembra uma caravela e o globo terrestre fazem constante referência à época áurea de Portugal</p></div>
<p>Bem amigos, como eu disse no início, tudo que é bom dura pouco. Mas, com certeza voltaremos.</p>
<p>Um grande abraço,</p>
<p>Robson</p>
<p><span style="text-decoration:underline;"><em><strong>English Version</strong></em></span></p>
<div id="result_box" dir="ltr">Hello friends,</div>
<p>The old saying that everything that is good does not last. Tomorrow we will embark back to Brazil. It&#8217;s true, seven days passed so quickly! We saw so many beautiful things, met so many interesting people, places traveled so full of magic and history that is sure this trip will be unforgettable. And the day before we go back to Brazil, since we get a taste I want more of the mouth and a great longing in the heart. One of us will always be here in Portugal, a land warm and sister, where many Brazilians come here to work and also find a home. And we, mere quaint and travelers, we found a crowd of friends, some we know personally, others only through this blog. To all, our special hug and make sure that we meet again soon.</p>
<p>A hug and best wishes,</p>
<div dir="ltr">Robson</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Lusofonia 2009]]></title>
<link>http://jorgiboy.com/2009/11/02/lusofonia-2009/</link>
<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 05:38:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jorgiboy</dc:creator>
<guid>http://jorgiboy.com/2009/11/02/lusofonia-2009/</guid>
<description><![CDATA[Camões was there. But he was soooo feminine&#8230; E ainda a presidente da Casa de Portugal em Macau]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Camões was there. But he was soooo feminine&#8230; E ainda a presidente da Casa de Portugal em Macau]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Férias em Portugal - Cascais e Sintra]]></title>
<link>http://rmerola.wordpress.com/2009/10/31/ferias-em-portugal-cascais-e-sintra/</link>
<pubDate>Sat, 31 Oct 2009 17:57:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>rmerola</dc:creator>
<guid>http://rmerola.wordpress.com/2009/10/31/ferias-em-portugal-cascais-e-sintra/</guid>
<description><![CDATA[Olá amigos, O passeio de hoje foi simplesmente maravilhoso. Tivemos oportunidade de conhecer várias ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Olá amigos,</p>
<p>O passeio de hoje foi simplesmente maravilhoso. Tivemos oportunidade de conhecer várias cidades e vilas portuguesas, o Palácio de Sintra, a Quinta da Regaleira e o Castelo dos Mouros, entre outros.</p>
<p>Sintra pertence ao Distrito de Lisboa e possui cerca de 33 mil habitantes. Seu acervo arquitetônico e histórico lhe rendeu o título de Patrimônio Mundial da Unesco. O Castelo de Sintra ou dos Mouros foi fundado entre os séculos VIII e IX e teve suas defesas reforçadas por ordem D. Afonso Henriques em 1154, quando o soberano outorgou a Carta de Foral a Sintra.</p>
<p>Cascais é uma Vila do Distrito de Lisboa com mais de 30 mil habitantes que fica na orla marítima. Objeto de desejo de turistas de todo mundo reúne hoteis e lojas sofisticados, com direito a marinas em sua orla e a diversas fortificações militares ao longo da rodovia beira-mar que lembram o tempo em que Portugal precisava defender suas costas de invasores.</p>
<div>Digno de nota foi a visita ao Cabo da Roca, que mereceu até homenagem de Luis de Camões. Absolutamente merecida. Ver a força da água do oceano nos penhascos ao redor do cabo é simplesmente impressionante. Não sei porque, mas me vem a mente o eco de um outro verso, mais ou menos assim: Oh, Senhor teu oceano é tão vasto e minha canoa é tão frágil.</div>
<div> </div>
<div id="attachment_1029" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1029" title="DSC02144" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02144.jpg" alt="DSC02144" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O Castelo dos Mouros, visto à partir da Quinta da Regaleira: muralhas com mais de mil anos</p></div>
<div id="attachment_1030" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1030" title="DSC02125" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02125.jpg" alt="DSC02125" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Palácio de Sintra: construção preservada com interior aberto ao público, onde se pode ver mobilias e objetos de uso da familia real portuguesa</p></div>
<div id="attachment_1031" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1031" title="DSC02118" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02118.jpg" alt="DSC02118" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Detalhe do pórtico de entrada do Palácio de Sintra</p></div>
<div id="attachment_1032" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1032 " title="DSC02122" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02122.jpg" alt="DSC02122" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Outra escultura na fachada externa do Palácio de Sintra: o Tritão faz referências aos vários elementos da natureza</p></div>
<div id="attachment_1033" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1033" title="DSC02137" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02137.jpg" alt="DSC02137" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A Quinta da Regaleira, também em Sintra: outra residência oficial da família real de Portugal</p></div>
<div id="attachment_1034" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1034 " title="DSC02149" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02149.jpg" alt="DSC02149" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O Farol do Cabo da Roca alerta para o ponto mais ocidental da Europa Continental</p></div>
<div id="attachment_1035" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1035 " title="DSC02155" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02155.jpg" alt="DSC02155" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Uma visão impressionante da força do mar no Cabo da Roca: a rocha foi esculpida pelas ondas</p></div>
<div id="attachment_1038" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1038 " title="DSC02154" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc021541.jpg" alt="DSC02154" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Cabo da Roca: aqui é onde termina a terra e começa o mar, nas palavras eternas de Luis de Camões</p></div>
<div id="attachment_1039" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1039 " title="DSC02163" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02163.jpg" alt="DSC02163" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">A Boca do Inferno: aqui o mar abriu caminho em meio as rochas da costa...</p></div>
<div id="attachment_1040" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1040" title="DSC02167" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02167.jpg" alt="DSC02167" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">...e o resultado é esta impressionante piscina natural onde ninguém se atreve a nadar</p></div>
<div id="attachment_1041" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1041" title="DSC02171" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02171.jpg" alt="DSC02171" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">O litoral de Cascais: hoteis de luxo, marinas e lojas de griffe fazem a alegria de turistas do mundo inteiro</p></div>
<div id="attachment_1042" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1042" title="DSC02169" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02169.jpg" alt="DSC02169" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Cascais: vários palacetes, como este da foto, enfeitam sua avenida litorânea</p></div>
<div id="attachment_1043" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-1043" title="DSC02174" src="http://rmerola.wordpress.com/files/2009/10/dsc02174.jpg" alt="DSC02174" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Fortificação militar: presença constante no litoral português e lembrança de uma época em que Portugal sofria constantes ameaças de invasão estrangeira</p></div>
<p>Bem amigos, creio que por hoje basta. Espero que tenham gostado das fotos e das informações.</p>
<p>Um grande abraço e até amanhã.</p>
<p>Robson</p>
<p>English version</p>
<div id="result_box" dir="ltr">Hello friends,</div>
<p>The ride today was just amaizing. We had the opportunity to meet several cities and towns of Portugal, the Palace of Sintra, the Quinta da Regaleira and the Moorish Castle, among others.</p>
<p>Sintra belongs to the district of Lisbon and has about 33 thousand of inhabitants. Its architectural history and earned him the title of UNESCO World Heritage Site. The Castle of Sintra, or Moorish was founded between the eighth and ninth centuries and had strengthened its defenses in order D. Afonso Henriques in 1154, when the king granted the charter to Sintra.</p>
<p>Cascais is a village of the district of Lisbon with more than 30 thousand inhabitants that is located on the seafront. Object of desire of tourists from around the world brings sophisticated shops and hotels, complete with marinas on its edge and several military fortifications along the waterfront road that evoke the days when Portugal had to defend its shores from invaders.</p>
<div dir="ltr">Best wishes and see you</div>
<div dir="ltr">Robson</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cam&otilde;es: g&ecirc;nio da na&ccedil;&atilde;o &amp; da literatura portuguesa]]></title>
<link>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/10/23/cames-gnio-da-nao-da-literatura-portuguesa/</link>
<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 15:22:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jesielf</dc:creator>
<guid>http://lusoleituras.wordpress.com/2009/10/23/cames-gnio-da-nao-da-literatura-portuguesa/</guid>
<description><![CDATA[&#160; Para saber mais sobre a biografia e o significado cultural de Luís de Camões, o vídeo “entuba]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#160;</p>
<div class="wlWriterEditableSmartContent" id="scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:ed0c318c-a75f-43bc-8f65-316ec7f77d54" style="display:inline;float:none;margin:0;padding:0;">
<div><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/iAKtQyOfmNk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/iAKtQyOfmNk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></div>
</div>
<p>Para saber mais sobre a biografia e o significado cultural de Luís de Camões, o vídeo “entubado” nesta postagem oferece uma pequena síntese atualizada. Por sua vez, um conjunto de ensaios de referência sobre a obra camoniana pode ser encontrado no livro <em>Estudos camonianos</em>, da professora Cleonice Berardinelli, obra disponibilizada <a href="http://www.letras.puc-rio.br/catedra/index.html" target="_blank">AQUI</a> pela Cátedra Padre António Vieira da PUC-Rio.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[OBRAS DE LUIZ VAZ DE CAMÕES]]></title>
<link>http://letraemmovimento.wordpress.com/2009/10/21/obras-de-luiz-vaz-de-camoes/</link>
<pubDate>Wed, 21 Oct 2009 16:44:25 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ricardo Jevoux</dc:creator>
<guid>http://letraemmovimento.wordpress.com/2009/10/21/obras-de-luiz-vaz-de-camoes/</guid>
<description><![CDATA[Em italiano: I_Lusiadi.html Em português: Cancoes_e_Elegias.html Os_Lusiadas.html Redondilhas.html S]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Em italiano:</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/142471587/11308fa3/I_Lusiadi.html">I_Lusiadi.html</a></p>
<p>Em português:</p>
<p><a href="http://www.4shared.com/file/142471849/52e57efb/Cacoes_e_Elegias.html">Cancoes_e_Elegias.html</a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/142471908/404ce15e/Os_Lusiadas.html">Os_Lusiadas.html</a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/142472545/413e0e6d/Redondilhas.html">Redondilhas.html</a><br />
<a href="http://www.4shared.com/file/142472894/8b4fd3e5/Sonetos.html">Sonetos.html</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Biblioteca Online disponibiliza um conjunto de textos e documentos de grande relevância cultural e linguística.]]></title>
<link>http://tippsntricks.wordpress.com/2009/10/17/biblioteca-online-disponibiliza-um-conjunto-de-textos-e-documentos-de-grande-relevancia-cultural-e-linguistica/</link>
<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 19:57:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>administrador</dc:creator>
<guid>http://tippsntricks.wordpress.com/2009/10/17/biblioteca-online-disponibiliza-um-conjunto-de-textos-e-documentos-de-grande-relevancia-cultural-e-linguistica/</guid>
<description><![CDATA[A disponibilização de um conjunto de textos e documentos de grande relevância cultural e linguística]]></description>
<content:encoded><![CDATA[A disponibilização de um conjunto de textos e documentos de grande relevância cultural e linguística]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Os Lusíadas - Luiz Vaz de Camões]]></title>
<link>http://perlitteras.wordpress.com/2009/10/08/os-lusiadas-luiz-vaz-de-camoes/</link>
<pubDate>Thu, 08 Oct 2009 19:44:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tradutor</dc:creator>
<guid>http://perlitteras.wordpress.com/2009/10/08/os-lusiadas-luiz-vaz-de-camoes/</guid>
<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- SlideShare error: doc is missing or has illegal characters /[^-_a-zA-Z0-9]/ --></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Another Camoes Park, Taipa]]></title>
<link>http://orientalsweetlips.wordpress.com/2009/10/07/another-camoes-park-taipa/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 15:04:17 +0000</pubDate>
<dc:creator>orientalsweetlips</dc:creator>
<guid>http://orientalsweetlips.wordpress.com/2009/10/07/another-camoes-park-taipa/</guid>
<description><![CDATA[I have to hand it to Luis Vaz De Camoes, not only was he a national hero in Portugal, he also manage]]></description>
<content:encoded><![CDATA[I have to hand it to Luis Vaz De Camoes, not only was he a national hero in Portugal, he also manage]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Soneto 178]]></title>
<link>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/09/27/soneto-178/</link>
<pubDate>Sun, 27 Sep 2009 07:57:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Brenda Nepomuceno</dc:creator>
<guid>http://brendanepomuceno.wordpress.com/2009/09/27/soneto-178/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Sete anos de pastor Jacó servia Labão, pai de Raquel, serrana bela; Mas não servia ao pai, se]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">&#8220;Sete anos de pastor Jacó servia<br />
Labão, pai de Raquel, serrana bela;<br />
Mas não servia ao pai, servia a ela,<br />
Que a só ela por prêmio pretendia. </p>
<p style="text-align:center;">Os dias na esperança de um só dia,<br />
Passava, contentando-se com vê-la;<br />
Porém o pai, usando de cautela<br />
Em lugar de Raquel lhe deu a Lia. </p>
<p style="text-align:center;">Vendo o triste pastor que com enganos<br />
Assim lhe era negada sua pastora<br />
Como se não a tivera merecida,</p>
<p style="text-align:center;">Começou a servir outros sete anos,<br />
Dizendo: &#8216;Mais serviria, se não fora<br />
Para tão longo amor, tão curta a vida!&#8217;&#8221;</p>
<p style="text-align:center;"><strong>LUÍS DE CAMÕES</strong></p>
<p style="text-align:center;"> </p>
<p style="text-align:justify;">Meu soneto preferido de <strong>todos</strong> os tempos. É sério. Pra quem não conhece a história, é so ir ler Gênesis 29. Tudo de fofo, olha: &#8220;Então Jacó trabalhou sete anos por Raquel, mas lhe pareceram poucos dias, pelo tanto que a amava.&#8221; (Gênesis 29:20)</p>
<p style="text-align:justify;">Ai, ai. Quem me dera! <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p style="text-align:right;"><strong>Brenda Nepomuceno</strong> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[A estrela caída]]></title>
<link>http://cataventourbano.wordpress.com/2009/09/25/a-estrla-caida/</link>
<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 00:03:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>Tatiana Bielefeld</dc:creator>
<guid>http://cataventourbano.wordpress.com/2009/09/25/a-estrla-caida/</guid>
<description><![CDATA[Quando viu a estrela caindo foi correndo atrás dela. Pelo que tinha calculado, ela não devia ter caí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Quando viu a estrela caindo foi correndo atrás dela. Pelo que tinha calculado, ela não devia ter caí]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[QUEM ENTENDE?]]></title>
<link>http://julianaescreve.wordpress.com/2009/09/25/quem-entende/</link>
<pubDate>Fri, 25 Sep 2009 21:58:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>juaraujo</dc:creator>
<guid>http://julianaescreve.wordpress.com/2009/09/25/quem-entende/</guid>
<description><![CDATA[Eu acho que Camões tinha razão quando dizia que esse troço é &#8221; um contentamento descontente]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Eu acho que Camões tinha razão quando dizia que esse troço é &#8221; um contentamento descontente]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
