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	<title>capitulo-13 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "capitulo-13"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 19:09:37 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Teologia do Ser: Paul Tillich e a fronteira entre o liberalismo racionalista e a teologia existencialista]]></title>
<link>http://teologiacontemporanea.wordpress.com/2009/10/07/teologia-do-ser-paul-tillich-e-a-fronteira-entre-o-liberalismo-racionalista-e-a-teologia-existencialista/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 08:16:11 +0000</pubDate>
<dc:creator>teologiacontemporanea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Há pelo menos três grandes vultos teológicos do século vinte. Já apresentamos dois deles, à saber: B]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="center"><strong> </strong></p>
<p align="center"><strong> </strong></p>
<p>Há pelo menos três grandes vultos teológicos do século vinte. Já apresentamos dois deles, à saber: Barth e Bultmann. Queremos agora apresentar o terceiro deles, Paul Tillich.</p>
<p>Tendo fugido da tirania de Hitler em 1933, Paul Tillich se tornou professor do <em>Union Theological Seminary</em>, em Nova Iorque. Embora fosse um homem de grande erudição, sua intelectualidade não o privou de prestar importantes serviços sociais e religiosos. Exerceu capelania durante os quatro anos da Primeira Guerra Mundial e participou do Movimento Socialista Religioso na Alemanha. Sua experiência como capelão no período da guerra fez com que ele tivesse uma vívida impressão dos problemas sociais. Há quem pense que seu existencialismo teológico tenha surgido nesse período e especificamente por causa dos horrores da guerra, mas tal comentário será sempre especulação. Ao chegar nos Estados Unidos, dedicou seu tempo para ajudar os refugiados da Europa.</p>
<p>Tillich é mesmo uma figura controversa. Na Europa ele é considerado um liberal e ferrenho opositor de Barth e Brunner. Na América do Norte, no entanto, ele é considerado como pertencendo a escola neo-ortodoxa e em alguns círculos teológicos, ele é mencionado em conjunto com Barth e Brunner. Porém, apesar das semelhanças, Tillich desenvolveu um sistema teológico que resiste a qualquer rótulo, e talvez, por essa razão, não formou especificamente uma escola teológica específica. O fato é que Tillich se valeu das elucubrações de ambas as partes, neo-ortodoxa e liberal, coletando “supostamente” o que havia de melhor nessas duas escolas. O teólogo Willian H. Hordern define a teologia de Paul Tillich como sendo “a fronteira entre o liberalismo e a neo-ortodoxia”, e é isso mesmo que ela é. Ele se situa exatamente no centro, entre a crítica destrutiva da desmitologização e o existencialismo neo-ortodoxo.</p>
<p>Apesar de não ter formado uma escola específica, é provável que somente Rudolf Bultmann tenha exercido uma influencia igual no cenário teológico mundial. Sua profunda erudição e seus conhecimentos de história, filosofia, psicologia, arte e análise política, além de sua especialidade, a teologia, lhe renderam o título de “teólogo dos teólogos”, apelido pelo qual é conhecido hoje nos círculos acadêmicos.</p>
<p>14.1 – <em>Pressupostos da teologia de Paul Tillich.</em></p>
<p>Parte da popularidade de Tillich nos círculos acadêmicos deve-se a sua profunda preocupação em encontra alguma forma de relacionar a mensagem da Bíblia com as necessidades do século vinte. Falando do “princípio de correlação”, ele argumenta que deve haver uma correlação entre os problemas do homem e a fé cristã. Se por um lado a filosofia naturalista não pode responder os questionamentos do homem, por outro lado, segundo ele, o “sobrenaturalismo do cristianismo histórico” é muito transcendente para que o homem possa encontrar nele a resposta. A mensagem do cristianismo surge como “um conjunto de verdades sagradas que apareceram em meio à situação humana como corpos estranhos procedentes de um mundo estranho”. Como encontrar a verdade? E de que modo podemos construir uma teologia?</p>
<p>Para Tillich, começamos definindo a religião. A religião não é apenas uma questão de ter determinada crença ou praticar certas ações. Para Tillich, o homem é religioso quando está “essencialmente preocupado”. A preocupação essencial é aquela que tem prioridade sobre todas as preocupações da vida. Essa preocupação, segundo ele, tem o poder de elevar o homem sobre si mesmo. Ela se resume na entrega total de nosso ser. Essa preocupação essencial é o que determina nosso ser ou o não-ser. Nós nos preocupamos essencialmente quando ponderamos sobre aquilo que tem o poder de destruir ou de salvar-nos. Nossa preocupação é essencial quando ponderamos sobre aquilo que é a soma da nossa realidade e a estrutura e objetivo da nossa existência. O essencial é o próprio <em>Ser</em>, ou aquilo que tradicionalmente chamamos de Deus.</p>
<p>Este <em>Ser</em> (com maiúscula), paradoxalmente não é nem uma coisa nem um ser. Ele esta além do ser ou das coisas. Deus não é apenas o Ser, mas também o poder de Ser por si mesmo, e isso foge a nossa compreensão. Não podemos compará-lo a nada a fim de defini-lo, pois mesmo que o considerássemos como o ser mais elevado, o estaríamos reduzindo a um objeto e uma criatura. Por isso, para Tillich, afirmar a existência de Deus é tão ateu quanto negá-la, isso porque o <em>Ser</em> transcende à existência. Ele é a resposta simbólica do homem para a sua busca de bravura para superar as situações que o limitam, tais como o ser e o não-ser que tanto o angustiam.</p>
<p>Quanto ao pecado, Tillich o define em função do ser e da alienação do <em>Ser</em>. A responsabilidade pelas tensões da vida moderna não está relacionada a um conceito clássico de pecado, o que seria uma explicação superficial e simplória. O pecado é a alienação do fundamento do nosso ser.</p>
<p>Em sua cristologia, ele define Jesus como o símbolo no qual se supera a alienação, em que se rompe a distância. Cristo é o símbolo do “Novo Ser”, no qual se dissolve toda alienação que tenta diluir a unidade do homem com Deus. A palavra “símbolo” é resultado do repúdio de Tillich por qualquer interpretação ortodoxa acerca da pessoa e da obra de Cristo. Segundo ele, a afirmação “Deus se fez homem” é uma afirmação não apenas paradoxal, mas também sem sentido. O relato da crucificação é mencionado como lendário e contraditório. A ressurreição, segundo ele, significa simplesmente que Jesus foi restituído à sua dignidade na mente dos discípulos.</p>
<p>As descrições da salvação em seus aspectos, tais como justificação, regeneração e santificação também estão sujeitas à reinterpretações. A regeneração é descrita por ele como “ser incorporado na Nova Realidade manifesta em Jesus”, como portador do “Novo Ser”. A justificação também não é um ato soberano de um Deus pessoal, e sim uma palavra simbólica que indica que o homem é aceito apesar de si mesmo. A santificação é o processo através do qual o Novo Ser transforma a personalidade e a comunidade fora da igreja.</p>
<p>14.2 – <em>Objeções à teologia de Paul Tillich.</em></p>
<p>Quando nos deparamos pela primeira vez com a obra de Paul Tillich, temos a impressão de estar diante de um incrível tratado teológico produzido por uma mente enciclopédica, precisa, sutil e tremendamente criativa. No entanto, sua teologia não é especificamente cristã, e sim uma “tradução” da linguagem teológica em termos teosóficos e ontológicos.     As vezes essa tradução nos ajuda a ver as coisas sob uma luz mais clara e profunda, porém na maioria das vezes, sua tradução faz violência tanto ao Espírito quanto à letra que ele traduz.</p>
<p>Há várias objeções que se pode fazer à teologia de Tillich, entre elas a sua rejeição da Bíblia como palavra de Deus. Seguindo os moldes neo-ortodoxos e liberais, ele argumenta que a Bíblia, interpretada da maneira tradicional, não é aplicável aos problemas da nossa época. Por esta causa, Tillich utiliza a filosofia para analisar os problemas mais profundos da existência do homem contemporâneo. No entanto, a maior falta dele não foi substituir a teologia pela filosofia. Como escreveu o crítico Kenneth Hamilton, “sua maior falha foi substituir a Palavra de Deus pela palavra do homem”.</p>
<p>O “princípio da correlação” de Tillich afirma que a filosofia pode dar-nos uma analise adequada da situação humana. A Bíblia, nesse caso, pode até aparecer, mas estará sempre em plano secundário.</p>
<p>Sua doutrina definitivamente não é doutrina bíblica. Não entendemos o porquê Paul Tillich insiste em empregar a palavra Deus com sentido cristão. Sua idéia de Deus não é trinitária e nem pessoal. Deus é um poder racional que penetra a profundidade do ser, mas não é uma pessoa que se comunica ou com quem possamos ter comunhão. O conceito de “<em>Ser</em>” que Tillich apresenta se assemelha muito mais a um aspecto desse mundo do que existe por si só e independe de sua criação. No sistema dele, não há mais distinção entre Criador e criatura. Também não conseguimos entender que tipo de Deus pode estar além da transcendência, e que não é nem sobrenatural nem natural.</p>
<p>Sua cristologia também é uma fraude. Tillich reduz Jesus a um mero símbolo, o que faz dele um absoluto nada. Essa teologia diluída poderia ser bastante aceitável para um budista ou um hindu. Religiosos de ambos os grupos certamente abraçariam com alegria seus pressupostos, exceto pela sua afirmação de que só ele foi e é o Cristo. A soteriologia de Tillich não tem significado concreto, exceto como um símbolo a mais para descrever uma situação existencial que não tem relação com o Deus Vivo.</p>
<p>Vemos em Paul Tillich um sério compromisso com a filosofia existencialista, ao mesmo tempo em que podemos perceber seu particular descaso para com a Palavra de Deus. Ao negar a historicidade dos fatos narrados no Novo Testamento, a ocorrência literal dos milagres e o maior milagre do cristianismo: a ressurreição, Tillich remove o fundamento e a esperança da fé cristã. Imagino o que diria o apóstolo Paulo a um pregador como Paul Tillich: “<em>E, se não há ressurreição de mortos, então, Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, <strong>é vã a nossa pregação, e vã, a vossa fé</strong>; e somos tidos por falsas testemunhas de Deus, porque temos asseverado contra Deus que ele ressuscitou a Cristo, ao qual ele não ressuscitou, se é certo que os mortos não ressuscitam. Porque, se os mortos não ressuscitam, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, é vã a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados. E ainda mais: os que dormiram em Cristo pereceram. Se a nossa esperança em Cristo se limita apenas a esta vida, somos os mais infelizes de todos os homens</em>”(1Coríntios 15.13-19). Não sei ao certo como Paulo argumentaria com Tillich, mas creio que seria algo assim.</p>
<p>Se por um lado Tillich é considerado excelente erudito (e eu diria até um bom filósofo), sua interpretação meramente existencial do cristianismo faz dele um teólogo ruim, da perspectiva ortodoxa. Assim como Bultmann, ele lança tantas dúvidas acerca dos milagres e da ressurreição que de nenhuma maneira, segundo os princípios paulinos, sua teologia pode ser chamada cristã.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hanasakeru Seishonen 13 sub español.]]></title>
<link>http://estefaniaaable.wordpress.com/2009/10/03/hanasakeru-seishonen/</link>
<pubDate>Sat, 03 Oct 2009 19:04:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>estafania</dc:creator>
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<description><![CDATA[Bueno, comenzare a subir los capítulos aquí, estarán primero aquí y después en YouTube. Aquí primer ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;">Bueno, comenzare a subir los capítulos aquí, estarán primero aquí y después en YouTube.</p>
<p style="text-align:center;">Aquí primer link :</p>
<p style="text-align:center;"><a style="outline-width:0;outline-style:initial;outline-color:initial;font-size:11px;background-image:initial;background-repeat:initial;background-attachment:initial;background-color:transparent;color:#741b47;text-decoration:none;font-weight:bold;background-position:initial initial;border:0 initial initial;margin:0;padding:0;" title="http://www.megaupload.com/?d=LCSQFE9W" rel="nofollow" href="http://www.megaupload.com/?d=LCSQFE9W" target="_blank">http://www.megaupload.com/?d=LCSQFE9W</a></p>
<p style="text-align:center;"><em>Capítulo 13: &#8220;País del Sol&#8221;</em></p>
<p style="text-align:center;">Espero lo disfruten.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 13]]></title>
<link>http://mariahernandarias.wordpress.com/2009/09/29/capitulo-13/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:02:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>mariahernandarias</dc:creator>
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<description><![CDATA[A noite havia chegado e Ahmed estava sendo velado na casa dos Al-Shawarma. A família e os amigos est]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:medium;">A noite havia chegado e Ahmed estava sendo velado na casa dos Al-Shawarma. A família e os amigos estavam todos reunidos. O veredito da morte havia sido mesmo de ataque cardíaco, o que soou estranho a Zainaline não sabia que Ahmed tinha algum problema cardíaco.</span></span></p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:medium;">A morte de Ahmed foi recebida com muita indiferença por Araiders Storm, que ainda estava ferido por sua demissão, e que agora aproveitava para descansar em sua casa, rejeitando o convite de Salim para comparecer ao velório. Ping Ling Ling ainda chorava e aquilo irritava Zainaline profundamente &#8211; as duas nunca haviam se bicado. O médico da família, Kiko Tiagones, não compareceu ao velório, ao contrário de Venâncio &#8211; que havia comparecido para dar apoio ao seu amigo, Salim.</span></span></p>
<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">- Omohypy’ũvéva ha ombohera pyahujeý Salim. &#8211; disse Venâncio a Salim, no meio do velório.<br />
- </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>Puerra Venâncio, mi padre está muerto y tu me puteas?! &#8211; </em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">responde Salim, indignado.<br />
- </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>Calma xirá, eso significa &#8220;Mis pêsames amigo Salim&#8221; en guaraní. &#8211; </em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">explicou Venâncio.<br />
</span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em> &#8211; Ah, disculpeme. Me pareció un grito satánico. </em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><br />
</span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em><br />
</em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">Quando Venâncio se afastou, Schana se aproximou de Salim e lhe diz:</p>
<p>- Você tem certeza que não quer trocar esse paraguaio Venâncio pelo ex-motorista da família real da Holanda? Conheci ele, é lindo, loiro, alto, ariano, dono de uma raça superior e que fala quatro idiomas? Você sabe, é bom estar rodeado de pessoas da nossa casta ..<br />
- Schana, não começa. Não no velório do meu pai..</p>
<p>O velório seguiu tranquilamente até no outro dia, onde Ahmed foi enterrado no Cemitério de Ñakuñaña-Tetê, em Presidente Franco.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Epitahp One online]]></title>
<link>http://jootaam.wordpress.com/2009/07/31/epitahp-one-online/</link>
<pubDate>Fri, 31 Jul 2009 13:58:38 +0000</pubDate>
<dc:creator>jootaam</dc:creator>
<guid>http://jootaam.wordpress.com/2009/07/31/epitahp-one-online/</guid>
<description><![CDATA[en un principio iva  a hacer un review del capítulo antes de publicarlo online,pero entre una cosa y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>en un principio iva  a hacer un review del capítulo antes de publicarlo online,pero entre una cosa y otra,he tardado demasiado y la verdad,si hago la review seguramente me dejaré algo por comentar,asi que esta es mi proposición,os dejo el capítulo online,y despues de verlo comentad lo que os a parecido el capítulo.</p>
<p>Ambientada en el año 2019 en un mundo Postapocalíptico,las personas son imprimidas con personalidades diferente a diestro y siniestro,sólo unos pocos supervivientes se resisten a esa imprimición y buscan el &#8220;refugio seguro&#8221;,un lugar donde la señal no llega.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-405" title="Epitaph One" src="http://jootaam.wordpress.com/files/2009/07/epitahp-one.jpg" alt="Epitaph One" width="400" height="400" /></p>
<p>Capítulo on-line:<a href="http://www.megavideo.com/?v=QK3QV140">1&#215;13 Epitaph One</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capitulos del 11 al 16 de Pandora Hearts en descarga directa]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-11-al-16-de-pandora-hearts-en-descarga-directa/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 11:03:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
<guid>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-11-al-16-de-pandora-hearts-en-descarga-directa/</guid>
<description><![CDATA[Fansub: Nkosua Fans Descarga capitulos: Capitulo 12: Aquí y Online Capitulo 13: Aquí y Online Capitu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6994 aligncenter" title="ep_23268_2" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_23268_2.jpg?w=550&#038;h=412" alt="ep_23268_2" width="550" height="412" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6995 aligncenter" title="ep_21156_1" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_21156_1.jpg?w=550&#038;h=412" alt="ep_21156_1" width="550" height="412" /></p>
<p><strong>Fansub:</strong> <a href="http://nkosuafansub.blogspot.com/">Nkosua Fans</a></p>
<p><strong>Descarga capitulos:</strong></p>
<p>Capitulo 12: <a href="http://www.megaupload.com/?d=Q46HXKT6">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=Q46HXKT6">Online</a></p>
<p>Capitulo 13: <a href="http://www.megaupload.com/?d=JSZJ0IEL">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=JSZJ0IEL">Online</a></p>
<p>Capitulo 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=4UZJJU75">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=4UZJJU75">Online</a></p>
<p>Capitulo 15: <a href="http://www.megaupload.com/?d=M7EDQXB6">Aquí</a></p>
<p>Capitulo 16: <a href="http://www.megaupload.com/?d=JL9271UE">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=JL9271UE">Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capitulos del 12 al 15 de Hayate no Gotoku 2 en descarga dire]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-12-al-15-de-hayate-no-gotoku-2-en-descarga-dire/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 10:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fansub: Hitori no Fansub Descarga capitulos: Capitulo 12: Aquí y Online Capitulo 13: Aquí y Online C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6983 aligncenter" title="ep_23220_0" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_23220_0.png?w=550&#038;h=309" alt="ep_23220_0" width="550" height="309" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6984 aligncenter" title="ep_20909_0" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_20909_0.png?w=550&#038;h=309" alt="ep_20909_0" width="550" height="309" /></p>
<p><strong>Fansub:</strong> <a href="http://montejo3.wordpress.com/">Hitori no Fansub</a></p>
<p><strong>Descarga capitulos:</strong></p>
<p>Capitulo 12: <a href="http://www.megaupload.com/?d=Q88OC28A">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=Q88OC28A">Online</a></p>
<p>Capitulo 13: <a href="http://www.megaupload.com/?d=D020WKTQ">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=D020WKTQ">Online</a></p>
<p>Capitulo 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=ZI4NP081">Aquí</a> y <a href="http://www.megaupload.com/?d=ZI4NP081">Online</a></p>
<p>Capitulo 15: <a href="http://www.megaupload.com/?d=I34PO5A6">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=I34PO5A6">Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 13 - Resaca de amor]]></title>
<link>http://taramunt.com/2009/06/10/capitulo-13-resaca-de-amor/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 08:32:51 +0000</pubDate>
<dc:creator>taramunt</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Persiguiendo a una sombra   No necesité abrir los ojos para comprobar que no estaba en mi cama, si]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Persiguiendo a una sombra   No necesité abrir los ojos para comprobar que no estaba en mi cama, si]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cazarecompensas]]></title>
<link>http://enbuscadeldragonamarillo.wordpress.com/2009/06/06/cazarecompensas/</link>
<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 22:54:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>enbuscadeldragonamarillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[-¿está de broma?-prguntó Martín -no, si no no hubiera venido corriendo estabamos en el salón, el det]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>-¿está de broma?-prguntó Martín</p>
<p>-no, si no no hubiera venido corriendo</p>
<p>estabamos en el salón, el detective parecía nervioso, no dejaba de mirar para todos lados</p>
<p>-tenemos que irnos ya</p>
<p>-todavía hay que preparar muchas cosas antes de irnos</p>
<p>-mira, ya se que es precipitado, me han despedido, tenía dos semanas para encontrarle y ya a pasado el plazo, la familia ha contratado ha un cazarecompensas para encontrarte Agustín</p>
<p>-¿y como sabe eso?-pregunto Martín</p>
<p>-estaba en el departamento de policía y el comisario me dio la noticia, según la familia ha contratado a un detective a parte para encontrarte, pero no es así, yo conozco a ese tio y se dedica a cazar criminales, vivos o muertos da igual el resultado con tal de que le paguen. la policía a dado su visto bueno y viendo que ellos no le pagan me han hechado todos mis documentos de la investigación los tiene él y sabra que en esta casa esta un amigo del asesino por lo que vendra</p>
<p>-no hay problema le hechare como hice con usted-dijo Martín confiado</p>
<p>-¿cree que viene como yo?, viene a torturale para conseguir informcación sobre su objetivo</p>
<p>nos miramos unos a otros</p>
<p>-Martín agamosle caso, vamonos-dijo Agustín</p>
<p>Martín le miro a los ojos y al final habló</p>
<p>-vale, yo ya se la ruta, os la explicare por el camino, coged las cosas y me teros en la caravana voy adespedirme de Lorenzo</p>
<p>cogimos los mapas y las notas y subimos a la caravana, al poco rato llego Martín</p>
<p>-bien, vamonos-comenzo a arancar</p>
<p>en ese momento sonó el timbre y todos giramos la cabeza en dirección a la puerta, Lorenzo la abrió y tras haber cambiado unas únicas palabras con el individuo cayó al suelo por el portazo que provoco el hombre que estaba en el rellano</p>
<p>-¡LORENZO!-grito Martín pero yo lo detuve antes de que se bajara de al caravana</p>
<p>-estra bien, pero nosotros si no nos vamos no</p>
<p>Martín titubeo un poco, no sabía que hacer, depronto se oyo un tiro en la caravana. por los crsitales vimos la figura del hombre disparandonos</p>
<p>-¿que le pasa a la caravana?, ¿es antibalas?-pregunto el detective</p>
<p>-si-dijo Martín-voy a por Lorenzo</p>
<p>se disponía a salir caundo se oyeron disparos procedentes de una escopeta, de la casa salió Lorenzo disparandole al cazarecompensas, este se cubrió en una columna del porche</p>
<p>-¡vayase, señor, yo lo entretendre, no se preocupe por mí, estare bien!-grito Martín</p>
<p>Martín asintio y toco el claxon como respuesta, poco despues arrancó la furgoneta y salimos de la cas rompiendo la valla que daba a la calle, poco despues se oyo un disparo de pistola y despues silencio, Martín sin dejar de conducir miró hacia atrás</p>
<p>-no, porfavor, no</p>
<p>yo le puse mi mano sobre su hombro para consolarle</p>
<p>-ha sido listo-empezó el detective-habiendo disparado alertara a la policía, haciendo que le cazarecompensas tenga poco tiempo en seguirnos y menos en torturar a su mayordomo</p>
<p>-!que va a torturar si esta muerto¡-grito Martín</p>
<p>-eso no lo hemos visto-dijo con tranquilidad el detective</p>
<p>tras un rato de silencio Martín habló mientras conducía</p>
<p>-la primera parada es el pueblo de Fresnadillo, allí pararemos y pondremos las cosas en orden para seguir con el viaje</p>
<p>-¿estas seguro que quieres continuar?-pregunto Agustín</p>
<p>-ahora que hemos empezado sí, se lo debo a Lorenzo, tanto si está vivo como-tardo un poco en decir el resto-como si no</p>
<p>el detective le miraba con tristeza</p>
<p>-bueno sherlock, ante todo ya que está dispuesto a acompañarnos ¿como se llama?-preguntó Martín</p>
<p>-mi nombre es Daniel, podeis llamarme Dan o Dani</p>
<p>-bien sherlock, espero que tu compañia sirva de algo</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[capitulo 13 - segunda -feira]]></title>
<link>http://ocaminhodasindias.wordpress.com/2009/02/03/capitulo-13-segunda-feira/</link>
<pubDate>Tue, 03 Feb 2009 03:22:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>mafrayoga</dc:creator>
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<description><![CDATA[6/6]]></description>
<content:encoded><![CDATA[6/6]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tytania, Episodios 12 y 13]]></title>
<link>http://animextres.wordpress.com/2009/01/17/tytania-episodios-12-y-13/</link>
<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 21:01:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>j_rifer</dc:creator>
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<description><![CDATA[Si como yo, ya llevan esperando más de dos semanas (creo que desde el año pasado), por algunas noved]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Si como yo, ya llevan esperando más de dos semanas (creo que desde el año pasado), por algunas noved]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 13]]></title>
<link>http://taxi327.wordpress.com/2008/10/06/capitulo-13/</link>
<pubDate>Mon, 06 Oct 2008 18:28:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ángel J. Blanco</dc:creator>
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<description><![CDATA[Al salir de la casa del doctor Santos pregunté a Natasha si tenía donde ir. Ella agachó la cabeza y ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Al salir de la casa del doctor Santos pregunté a Natasha si tenía donde ir. Ella agachó la cabeza y negó con unos movimientos apesadumbrados.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡No te preocupes! –dije–. Esta noche la pasarás en mi casa, y mañana ya veremos lo que hacemos. ¿De acuerdo?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Natasha alzó la vista incomoda, pero con una chispa de ilusión que hizo que brillaran sus ojos.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No quiero ser problema…<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No eres ningún problema. Soy yo el que te he ofrecido alojamiento. ¿De acuerdo?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Ella sonrió y asintió con la cabeza. Ese gesto tuvo un matiz un tanto infantil que me resultó gracioso. Fue en ese momento cuando me di cuenta de lo atraído que me sentía por ella. De lo mucho que me gustaba, y todas las alertas de mi cerebro saltaron como las alarmas de un banco cuando está siendo atracado. Mi corazón era el botín, y yo hacía ya mucho tiempo que lo había confinado en una sólida caja fuerte.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">No es fácil mantener una relación estable cuando evitas las aglomeraciones de gente. Las chichas de hoy en día no buscan a muermos que se encierran en casa todo el día, y que sólo salen por la noche, y no precisamente para ir de discotecas. Eso no quiere decir que no haya tenido encuentros con mujeres, alguno ha habido. Pero solamente una vez he tenido algo parecido a una novia, y de eso hace ya unos cuantos años.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Nos conocimos en la biblioteca de la Universidad a la que había comenzado a estudiar Ingeniería Industrial en horario nocturno; el único horario en que el alumnado no era tan elevado como para jugarme una mala pasada, aunque debo reconocer que los sentimientos entremezclados de veintitantos alumnos y un profesor, no ayudan precisamente a mantener la concentración en clase. Por eso me había hecho asiduo visitante de la biblioteca. A esas horas, apenas tres o cuatro alumnos se esparcían enfrascados en sus apuntes, por las distintas mesas de la amplia sala repleta de libros. Una de ellas era Vanesa. Era una de esas chicas a las que llamábamos &#8220;quebranta cuellos&#8221;, debido a la forma en que su espectacular anatomía, atraía la mirada de quien se cruzara en su camino. Poco podía imaginar que aquella escultural mujer había puesto sus ojos en mí.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Yo siempre me solía poner en el rincón más apartado de la biblioteca, donde los sentimientos de los demás apenas eran perceptibles. Un día de pronto un sentimiento de cierto nerviosismo se instaló en mi interior mientras me preparaba para un examen. Un sentimiento tan repentino no podía proceder de mí. Miré en torno mío, y no tardé en distinguir a Vanesa que se acercaba.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Disculpa, ¿Tienes un boli? –me preguntó. Inmediatamente noté que el nerviosismo de la muchacha se había incrementado notablemente. Toqué su mente. Pude ver que el pedirme el bolígrafo sólo era una excusa para acercarse a mí.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿No tienes tú uno? –pregunté.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No –negó ella con una simpática sonrisa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Yo creo que sí. En el bolsillo interior de tu chaqueta.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Vanesa miró hacia el bolsillo que le había indicado y extrajo el bolígrafo. Me miró con la boca abierta en una expresión de sorpresa y, mostrando una deliciosa sonrisa, dijo:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Es verdad! ¿Cómo lo has sabido?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Intuición –contesté.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Bueno, vale! Sólo fue una excusa para entablar conversación contigo–dijo Vanesa de forma descarada, procediendo a sentarse a mi lado–. Es que, te veo observando desde hace unos días y, no quiero que pienses que soy una fresca, pero me preguntaba, ¿Qué hará tan solito siempre, un bombón como tú?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">De esta forma tan peculiar fue como comenzamos una relación que duró unos seis meses, y que terminó de manera repentina, por culpa en gran parte de mi don.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">A medida que pasamos los días juntos, cada vez me iba enamorando más de ella, pero notaba que en Vanesa, toda esa excitación del principio se iba disipando como el gas de la botella de champan que se guarda en la nevera tras la Nochevieja. Hasta que un día, volví a sentirla con toda su intensidad.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Esa noche llegó más tarde de lo habitual a su nocturna cita conmigo en la biblioteca. Me recibió como de costumbre con un &#8220;hola cariño&#8221; y un beso en los labios. Y me vino su sensación. Una sensación de nerviosismo extremo.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Qué te pasa? –pregunté.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿A mí? Nada ¿Por qué?–la sensación aumento. Mentía. Indagué más en sus sentimientos, y me di cuenta que ocultaba algo. Algo que no quería que yo descubriera. Pero se sentía feliz por lo que había hecho. Ilusionada con… ¡con otra persona! Me metí en sus recuerdos. La vi haciendo el amor con otro chico. Roto de dolor aparté esa imagen de mi mente a la mayor rapidez que pude, y noté cómo la ira me dominaba.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Con quién te has acostado? –la pregunté procurando contenerme. Ella giró su rostro (que palideció al instante) hacia mí, y mostrando una expresión de desconcierto, digna merecedora de un Oscar, preguntó:<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿De qué estás hablando?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Me incorporé de mi asiento y paseé nerviosamente por delante de ella. Todavía procuraba serenarme, pero sentía mi corazón galopando con fuerza en mi pecho, y mi sangre hirviente nublándome la vista.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No disimules. Sé que te has acostado con otro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">El temor que la embargó solapó los sentimientos de goce que todavía rezumaban en su interior tras el reciente revolcón con aquel tipo. Vanesa se incorporó e intentó inútilmente ocultar su acto con falsa indignación.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Sólo por que llego un poco tarde, ya piensas que me he acostado con otro? De verdad, Fran. No pensaba que fueras tan celoso.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">La paciencia se me agoto. Agarré su cuello con mi mano y la empujé contra la librería situada a su espalda. El tremendo golpe hizo que algunos de los libros de la repisa superior cayeran al suelo con gran estrépito.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡No se te ocurra mentirme, puta! –grité aferrando fuertemente su garganta. Las pocas personas que se encontraban en la biblioteca miraron con atención la escena, sin atreverse a intervenir–. Sé que vienes de follarte a otro. Todavía puedo oler el hedor de su polla en tu boca.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Me estás ahogando¡ –logró decir ella entrecortadamente.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">La furia dio paso al raciocinio. Me había dejado llevar y había ido demasiado lejos. La solté. Vanesa se desplomó en el suelo tosiendo y se llevó las manos a la garganta. Pude ver las marcas que habían dejado mis dedos por la presión ejercida.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Me agaché a su lado y la puse una mano sobre el hombro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Lo siento, Vanesa! No quería…<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡No! –gritó ella apartando mi mano de su cuerpo–. ¡No me toques!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Se incorporó y me clavó sus ojos llenos de lágrimas. Su bello rostro se encontraba ahora deformado por una mueca que mostraba rabia y temor en igual medida.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Has estado a punto de matarme, hijo de puta! –me dijo apuntándome con un dedo acusador–. ¡No se te ocurra volver a acercarte a mí! ¡Estás loco, Fran! ¡Loco!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Y salió despavorida de la biblioteca.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Esa noche no la perseguí. Pensé que al día siguiente podría hablar más relajadamente con ella y disculparme por mi feroz ataque. Pero me equivoqué. Después de aquello no volvió a cogerme el teléfono, y cada vez que intentaba abordarla en la calle, cambiaba de acera y huía como alma que lleva el diablo. A decir verdad, fue un milagro que no me denunciara. Y precisamente para evitar que lo hiciera, decidí dejar de acosarla. Al terminar el curso, no regresó a la universidad, y no la volví a ver más.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vida de índio]]></title>
<link>http://selvagem80.wordpress.com/2008/08/01/vida-de-indio/</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:51:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>selvagem80</dc:creator>
<guid>http://selvagem80.wordpress.com/2008/08/01/vida-de-indio/</guid>
<description><![CDATA[  Antes de assumirmos o posto indígena, havia um outro funcionário de nome Sabarito ocupando esse ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:x-small;font-family:Comic Sans MS;">  </span><span style="font-size:14px;">Antes de assumirmos o posto indígena, havia um outro funcionário de nome Sabarito ocupando esse cargo demitido pouco tempo antes da nossa chegada. Sua demissão teve por causa  não estar mais sendo aceito pelos índios, insatisfeitos em serem descriminados por ele. Sabarito não soube que a sua demissão o salvou de ser morto por uma flechada! O índio ?Taiarí?, contou-me que certa vez, chegou a retesar o arco para mata-lo, ao vê-lo de cócoras à margem do rio lavando alguma coisa. Só não o fez naquele momento, por lhe ocorrer um pensamento diferente, disse. A flecha o atingiria na costa.</p>
<p>  As pessoas que não gostam dos índios, o fazem muitas vezes por  ignorância, por não os conhecerem. Para eles, o índio não é gente, não passam de selvagens. Não é bem assim, eles são pessoas responsáveis dentro do tipo de vida que vive. Claro que diferente da nossa, como dizem: São selvagens. De fato são selvagens, por que vivem na selva! Não são selvagens  quanto ao seu caráter, sua moral. Talvez são menos selvagens do que muitos que vivem em um outro tipo de floresta: O asfalto.</p>
<p>  Eu passei um período da minha vida jovem convivendo com eles, integrado à tribo, seus costumes, sua cultura. Um período que marcou a minha vida. Longe da civilização, não dependendo de nenhum recurso de fora: Supermercado, farmácia, loja de qualquer espécie! Comia-se o que se plantava, o que se pescava e o que se caçava. Tínhamos um rio caudaloso com a sua água cristalina, sem poluição, era somente pegar e beber, sem filtros, sem carvão ativado e sem chuveiros, pois tínhamos toda a agua do rio para mergulhar, e nadar. Sem banheiros, com a floresta servindo de paredes naturais e o céu, o telhado. Nus, esperando o ar puro secar a agua do corpo, sem toalhas.</p>
<p>  Não havia contas de luz, conta de agua, carnês, e muitos menos contracheques. Não havia medição do ar, próprio ou impróprio. Igualmente não havia poluição sonora. Somente os gorjeios e trinados das aves esvoaçando pelos arredores.</p>
<p>  Lá, não havia bandidos, mal feitor, terroristas, esquadrão da morte, bombas em supermercados ou pelo correio. Não havia cocaína, maconha, lsd, craque, e muito menos viciado, ainda que havendo  maconha em abundância, pois era nativa, misturadas a outras ervas igualmente daninhas. Nem os índios, ou outras pessoas  consumiam! A única substância nociva que entreva em seus organismos, talvez fosse o álcool contido na bebida fabricada por eles mesmos, o caxirí, assim mesmo em teor alcoólico muito baixo. Lá também não havia recibos de aluguel, ou de qualquer outra espécie, IPTU, nem IPVA, tão pouco seguros contra terceiros ou quartos! Não havia DP, BO, multas, juros, percentuais. Índice de espécie alguma. Não havia Paralelo, Comercial, ou turismo. Crediário, avalista, nada caía em exigência, não havia firma reconhecida, colarinho apertado. Não havia moda, vestido longo, calça jeans, terno, gravata, nem sapato ou meia, não havia maiô, duas peças, biquíni, fio dental ou top lês, muito menos sutiã ou qualquer outro vestuário. Eles os índios já desfilavam naturalmente nus.</p>
<p>  Uma vida agradável, somente com uma preocupação: Os brancos trazendo suas mazelas, seus inconformismos, suas desgraças! No passado e ainda hoje fazendo eco. Saíram lá da velha Europa, desgastada pelo ódio, guerras e pobreza, trazendo morte, escravidão e ganância, apoderando-se das suas terras e tesouros, legitimamente deles por muitos e muitos séculos ou quem sabe: Milhares de anos. Vivendo tranqüilos sem doenças, com seus costumes, sua cultura, suas famílias, organizados, nada lhes faltando, livres e independentes, até que um dia eles apareceram covardes, com muitas armas mortíferas. Muitos tempos viveram de maneira invejável, enquanto eles, os brancos se digladiavam em suas conquistas ávidas de sangue.</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">Foram eles os brancos</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>  O índio, não inventou armas de fogo, armas de destruição em massa: canhão, metralhadora, granada . Ele não inventou prisões, calabouços, masmorras, choques elétricos, torturas. Não inventou forca, fuzilamento, guilhotina, cadeira elétrica, cianeto, gás letal. O índio, não tem bolso, sacola, mochila, não tem cofre, não usa dinheiro ou talão de cheque e muito menos cartão de crédito. Ele não tem alarme, polícia, bombeiro, Exército, Aeronáutica, nem Marinha. O índio não tem butano, não tem fogão de duas, três, ou quatro bocas, mas de quantas precisar. Ele não tem vaso sanitário, o rio lhe dá melhor descarga, e ainda serve de bidê para elas. Não tem detergente, amaciante, cloro, não tem batom, unha ou sobrancelhas postiças, não tem calcinha, nem espartilho, não se depila. Já o são naturalmente. Ele não faz plástica, não usa silicone, nem camisinha. Não paga imposto, taxas e outros desaforos. Não toma injeção e não compra remédio de nenhuma faixa: Preta, amarela, vermelha, ou outra qualquer cor. Não precisa de plano de saúde, a floresta lhes fornece o remédio para suas doenças. Não toma leite A, B, C. Não come manteiga falsificada de nome margarina. Não se interessa se o café tem selo de qualidade, pois já sabe que todos eles são torrados com casca e tudo.</p>
<p>  Aquela é que é vida: liberdade, liberdade (não precisam pedir que abra as suas asas sobre eles pois, já são abertas naturalmente).</p>
<p>  O Índio, era o único ser humano que tinha o privilégio de respirar ar puro, filtrado pela floresta, e com aroma incomparável. Eles não sentem falta de ar. Não têm fizema, ou asma, não precisa de máscara de oxigênio para respirar.</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">Não necessitam</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>  Não vão a salão de beleza, não fazem regime, Não há estelionatário, corrupto, moleque, safado, desonesto. Mentiroso, político, borracheiro, funileiro, eletricista, pedreiro, pintor de parede. Lá não há técnico. Não há falsário, blitz, radar, limite de velocidade, lombada, pare, sinal de trânsito, não tem guarda, nem apito, talão de multa, gorjeta e nem carro forte. Não há cadeado, fechadura, ferrolho, correntes de aço muito menos pé de cabra. Não tem parabólica, não tem torneira pingando, botijão de gás vazando, caixa de gordura entupida, tomada dando curto, e sem curto. Não tem pedra no sapato, não tem guinche, não é pisoteado, não apanha de cassetete, não vai preso, não xinga e não é xingado, não conhece buquemaquer, não tem congestionamento, engarrafamento, seqüestro, ninguém é refém, não se paga resgate, não se lê jornal, não passa em roleta, não pisa em goma de mascar. O índio não faz barba, já está feita de natureza. Não senta em cadeira de barbeiro, não come bife duro, não examina a próstata com o dedo do médico rompendo a sua virgindade pelo toque, não tem fiscal de receita federal, estadual ou municipal, não precisa de poupança. Ela está na floresta e rios, não tem correção monetária, IPMF, IPI, IPC, ICM, INPS,  não tem partido político, não entra em fila, não cheira fumaça de descarga, não bajula, não compra gasolina, não anda em pé nos ônibus, não precisa chegar a lugar nenhum. Já está onde tem que estar, não conhece ética, não prende um peido, não usa de subterfúgios, sutilezas, meias palavras, maquiavelismos, ironias, indiretas! O que mais envolve a vida do branco? Então? Esse sim precisa trabalhar muito para ganhar dinheiro E não só trabalhar! Muitos lançam mão ainda de outros recursos imorais para conseguir esse intento! Roubam, enganam, surrupiam, fraudam, mentem, corrompem, pervertem, seduzem, caluniam, falsificam, traem, matam, invalidam, insinuam, subornam, difamam, desnaturam, iludem, burlam, atraiçoam, imitam, alteram, adulteram, torturam. Seria cansativo continuar mencionando aqui, a lista de recursos imorais que o branco lança mão sem o menor escrúpulo, para ganhar dinheiro, pretendendo mordomias.</p>
<p>   </span><strong><span style="font-size:14px;">Simplicidade</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>  Certa ocasião, eu conversava com algumas índias, quando num dado momento, notei uma delas sorrindo muito, e apontando para as pernas da outra índia ao seu lado, avisando-a do que lhe estava acontecendo. Olhei para o local apontado e então pude ver que uma fita de sangue descia sem ela sentir por sua perna, a índia sem se alterar, ela sai correndo para a margem do rio entrando na agua até a cintura por alguns segundos, voltando em seguida, para onde estávamos, como se nada tivesse acontecido (tão diferente da mulher civilizada! E ainda dizem que índio não tem higiene!)  Em outra oportunidade, aconteceu  um pouco diferente: A própria índia que observava o sangue descendo na perna da outra índia, passa  a raspar o sangue com um graveto quebrado de um ramo próximo, depois disso então, ela vai até o rio se lavar. Não usam absorventes, pois elas andam nuas, obrigando-as a  manter uma vasilha com agua, sempre à mão. quando estão menstruadas,</p>
<p>  </span><strong><span style="font-size:14px;">  Decadência</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>  Na minha convivência com eles, pude notar que os seus costumes lembra  os costumes dos povos orientais, narrados nos livros de história. Os funerais por exemplo: O índio ao morrer, é lamentado pelas carpideiras, percorrendo os arredores da aldeia, por todos os lugares que por ventura o morto tenha estado quando em vida. Seguem elas cantando, agitando os braços e as mãos, dando a entender que estão expulsando algum mau espírito. Em seus lamentos, diz a letra em seu dialeto: Cará curí camenê, repetido durante três dias que é o tempo da lamentação. Em português significa: ?por aqui ele andou, por aqui ele passou, aqui ele sentou?. Enterravam o defunto dentro da cabana que abrigava a família do falecido, se fosse ele o morto! Em seguida mudavam, abandonando a cabana. O defunto ficava deitado em sua rede armada dentro da cova, com muita comida a sua volta, em seguida a cova era coberta com madeira, palha e terra por cima, deixando livre o espaço interno ocupado pelo defunto deitado em sua rede armada.</p>
<p>  O costume de deixar alimentos no túmulo,  as carpideiras, os  traços fisionômicos deles, sua pele morena, tudo isto leva-nos a concluir que os nossos índios descendem sem dúvida nenhuma, dos povos orientais. (erram aqueles que classificam o índio como pertencente à raça vermelha! De vermelho, eles só tem a cor, pelo fato de estarem constantemente com o corpo nu, besuntado de tinta feita de urucum, agindo como repelente para se proteger dos insetos). O nosso índio, na verdade tem a pele morena e sedosa por natureza.</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">Esperteza</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>   Um outro costume do índio, bem estranho para os brancos, acontece quando a índia dar a luz, o pai da criança é que fica de resguardo ao invés da mãe. Deduz-se que este comportamento atende alguma superstição, pois o índio pai da criança, com saúde sujeitar á um confinamento de oito dias deve ser bem desagradável. Durante oito dias, ele permanece deitado em uma rede, armada no alto da cabana, bem junto ao telhado, enquanto a mulher passa às suas atividades normais. Nem por isso elas tem o corpo deformado com o ventre delatado em conseqüência da gravidez. A mulher índia trabalha na roça tanto quanto o índio marido! Ele faz somente aquilo que exige vigor masculino: Desde a derrubada das arvores até a semeadura. Aí então fica por conta delas! A capina, colheita, cozinhar e colocar na mesa. Tanto os homens quanto às mulheres, trabalham em mutirão. Os índios depois que entregam a roça às mulheres, eles passam a ocupar-se na pesca e caça.</p>
<p>  O preparo dos alimentos quando assados, são colocados diretamente no fogo! O peixe de pequeno tamanho é cozido inteiro do jeito que é pescado! Depois de cozidos então, removem as vísceras. Quanto às escamas, elas depositam-se no fundo da panela (explicam que  esse sistema, evita que a carne do peixe entre em contato com as escarnas, com o sangue e o conteúdo das vísceras)! Os índios são muito atraídos pela bebida alcoólica dos brancos, principalmente a cachaça! São capazes de trabalhar um dia inteirinho a troco de uma garrafa de cachaça! Eles não têm idéia de valores. Dessa forma são muito espoliados pêlos brancos. Nesses momentos, entrávamos em ação, principalmente para evitar que eles ingerissem bebidas alcoólicas, proibido pela legislação que os protege.</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 13]]></title>
<link>http://tibetanballena.wordpress.com/2008/01/30/capitulo-13/</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 12:43:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcostoya</dc:creator>
<guid>http://tibetanballena.wordpress.com/2008/01/30/capitulo-13/</guid>
<description><![CDATA[En el comienzo del siglo, formaron una especie de escuela del pensamiento y llevaron a cabo reunione]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">En el comienzo del siglo,<span>  </span>formaron una especie de escuela<span>  </span>del pensamiento y llevaron a cabo reuniones semanales, los jueves, en horarios móviles pues el lugar, también era rentado como lugar de reunión a un grupo de sunnitas falsos que leían, por las noches, una versión apócrifa de <i>relatos de Belcebú a su nieto </i>escrita en Katmandú por gurdieff . Si bien el grupo de un tal muricio <i>el apóstata </i>aseguraba, en reuniones secretas,<span>  </span>que tal versión no era apócrifa sino que, muy por el contrario, estaba glosada por los últimos soldados que fueron vistos en este, nuestro plano, antes de disolverse en las puertas –se ignora si llegaron al interior o simplemente se les impidió el paso- de shambala.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Algunos, como alio, mixtla, tsonam, brian ferry, terry and the gardiner –quienes en otra época fruncían el entrecejo; cada uno de ellos; en la “época de la mirada abismal”, tan cercana aun, sin sollozar y con la cabeza erguida, pasos en firme, alertas, abandonaban su ropaje amarillo y bordó en cualquier plaza o templo que encontraban y se mezclaban entre la multitud, confundiéndose con quienes encontraban a su paso, en sus mismas ciudades de piedra con enormes puertas, sin cerraduras ni llaves.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Recordaron que en otras vidas durante sus reiteradas transmigraciones, estuvieron dentro de un pozo seco en medio del desierto.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Sin agua.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Viendo el mundo desde un quaser, saciados. </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">El sol negro danzando el rito de tutuguri de los mezcaleros mejicanos con unos efímeros segundos de luz sobre la mirada ciega. Luz que sentían como la de aquellos iluminados que, finalmente, tienen vivencia de la verdadera naturaleza de la mente y de la inexistencia de los objetos y de los fenómenos del mundo que no era. Empujados allí por un grupo de oficiales superiores del ejército uruguayo y sus esbirros<span>  </span>los “despellejadores” chinos de puñales curvos –como el que le regalara su abuelo franciscano en algún momento del samsara –.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Pudieron escapar atando todas sus ropas y pidiéndole a pimentón, el<span>  </span>camellero, que jalara. Luego de un rato, pudo sacar a todos del agujero, sin saber cómo habían caído al pozo seco.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Con los huesos molidos –por el dolor de la caída-, enceguecidos por la luz que les fue negada durante 12 días; consiguieron llegar a las aguas del chorrillo que, a esa hora de la madrugada estaba con las luces apagadas y con poca agua.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><i><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Se sumergieron en las aguas del cocyto, amamantados por la madre amalecita.</span></i></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Se los invitó a ejercer sus dotes paranormales en todos los salones “inquietos” del pueblo. No importaba qué creencia tuviesen, se los llamaba sin miramientos. Parecían haber recapacitado. Necesitaban abrirse. Inhalar los nuevos aires, vislumbrar la época que se avecinaba, el cambio de paradigma, la precesión de los equinoccios, los estertores de la edad sombría, el fin de la luz gris que congela las sombras. . </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">El 21 de diciembre del año 2012.- </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Como si se tratara de un simple intento de iluminar el sol ausente, la necesidad absurda de decirse alfil por alfil, tengo un cuerpo!<span>  </span>Enhorabuena ¡!!</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Un conejo y un ser humano son iguales, en su forma geométrica como puede comprobarse sobre todo, en las sierras cercanas a uritorco; en esa <i>zonen </i>semejaban circunferencias perfectas.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Había testigos que, aunque cruelmente mutilados, pero no lo suficiente como par afirmar <i>yo no morí allí. ( </i>O quizá fuera mejor decir: <i>yo no pude morir allí) , </i>escapaban por los techos sin disfraz, pero con una gran necesidad de cambiar de hábitos, de engañifas absurdas, de feminidades piromaniacas casi sin esconderse, aunque con la firma creencia en un ayudante que lo sabía todo.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Circunloquio I</span></b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">1er. Acto<span>                     </span></span></b></font></p>
<p class="MsoNormal"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"><span>       </span>(en tono imperativo)<span>                                 </span>“<b>Esta es tú casa</b>” ?</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">…“<b>Pero dime, ésta casa es tuya</b>” ?</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"><span>                                                </span>2do. Acto</span></b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">(con desprecio hostil</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">de rasgos metafísicos)</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">“<b>Tú no sabes <u>nada</u></b><u>!”</u></span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">3er. Acto:</span></b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';"> </span></b></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">(</span></b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">con angustia y</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">congoja)</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:center;text-indent:27pt;" align="center"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">“<b>Pero</b>…<b>qué vamos a hacer</b> ?</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">…Qué vamos a hacer</span></b><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">”<span>  </span>?<span>  </span></span></font></p>
<p><font color="#ffff00">      Algunos de los temas de discusión de la escuela del pensamiento cósmico que quién sabe cómo se habían filtrado al exterior, eran: es la tierra un animal?; es su cuerpo heterogéneo?; en nuestro entorno, vemos cosas luminosas que no lo son?; las cosas huyen de su contrario y van al encuentro de su semejante? Y demás por el estilo.</font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Pero, llegaban a alguna conclusión común? No por el contrario, en las reuniones que se prolongaban hasta la salida del lucero, los integrantes de la escuela y algunos invitados efímeros no podían dejar de reírse a carcajadas hasta que prudencio, –un moderador que habían contratado para poner orden cuando podía-, pasaba a establecer otra proposición o en ausencia de prudencio, mixtla abría y cerraba varias veces sobre sí misma<span>  </span>la puerta que daba al desierto y expulsaba a<span>  </span>los revoltosos poco afectos al equilibrio. Entonces, se volvía al orden filosófico, al cauce natural salteando adrede el campo copernicano .</span></font></p>
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