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	<title>capitulo-14 &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
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	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "capitulo-14"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 12:16:19 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[Teologia da Libertação: Uma resposta teológica à crise econômica e social Latino-Americana]]></title>
<link>http://teologiacontemporanea.wordpress.com/2009/10/07/teologia-da-libertacao-uma-resposta-teologica-a-crise-economica-e-social-latino-americana/</link>
<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 08:17:36 +0000</pubDate>
<dc:creator>teologiacontemporanea</dc:creator>
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<description><![CDATA[Até aqui a nossa abordagem tem sido principalmente teórica, passando pelas principais escolas teológ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong>Até aqui a nossa abordagem tem sido principalmente teórica, passando pelas principais escolas teológicas da era contemporânea. Temos analisado as doutrinas dessas escolas e em nenhum momento fugimos da responsabilidade de apresentar o nosso parecer. A análise que fazemos dessas propostas teológicas encontra seus pressupostos na ortodoxia bíblica, conforme já foi dito no capítulo primeiro. Apesar da relevância dos problemas até aqui levantados, a influência dessas escolas teológicas na nossa teologia e em nossas denominações é pequena, ou quase nula. Muitos dos programas teológicos até aqui apresentados foram postos em caráter de informação, e talvez o leitor nunca se depare com os problemas aqui levantados, salvo nas esferas seculares, onde o liberalismo teológico e o naturalismo têm estado ativo e presente. Nas comunidades eclesiásticas brasileiras, quase não vemos influência desses movimentos, a não ser um ou outro incidente recente de pastores que abraçaram a teologia relacional, apresentada por nós no capítulo dez sob o título de “teologia do processo”. Porém, à partir desse capítulo, abordaremos três correntes teológicas cuja presença é marcante no Brasil, e cujos pressupostos tem de alguma maneira modelado a forma de fazer teologia no Brasil. A primeira dessas três escolas, de origem netamente Latina, é a Teologia da Libertação.</p>
<p>15.1 – <em>Contextualizando a teologia da libertação.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong> </strong>Nas décadas de 60 e 70, o ambiente teológico da América Latina passou por sérias transformações. O ambiente no Brasil e na Argentina era de ditadura. Os teólogos que viveram esse período foram levados a formular uma teologia que fosse menos acadêmica e teórica, e mais laica e prática, que pudesse sanar os problemas sociais e econômicos de então. Em meio a uma estrutura social em que um homem velho morre aos vinte e oito anos, onde quinhentos em cada mil crianças morrem antes de completar um ano de idade, onde os estudantes que protestam são torturados, e oitenta por cento da população vive com uma renda de oitenta dólares por ano, a voz revolucionária começou a clamar em favor das massas. Católicos romanos como Juan Luís Segundo, Hugo Assman e Gustavo Gutiérrez Merino, animados pela política mais aberta do Vaticano II; protestantes como Rubem Alves, Emílio Castro, José Míguez Bonino e o então missionário no Brasil, Richard Shaull, se empenharam em buscar uma teologia que pudesse resolver os conflitos sociais da América Ibero Hispana.</p>
<p>As palavras chaves para entender essa teologia social são “revolução”, “libertação”, “exploração”, “dominação estrangeira”, “capitalismo” e “proletariado”. Qualquer semelhança com os conhecidos jargões do comunismo não é mera coincidência. Ele foi a maior fonte de inspiração e o impulso motor dessa nova tendência teológica.</p>
<p>Sob a palavra “libertação”, não está subentendida a obra de Cristo por nós, e sim os ideais do marxismo. A palavra, dentro desse movimento teológico significa:<em> </em></p>
<p><em> </em></p>
<ol>
<li><em>Libertação política</em> das pessoas e      setores socialmente oprimidas.</li>
</ol>
<ol>
<li><em>Libertação social</em> para melhores      condições de vida, uma mudança radical nas estrutura, resultante da      criação contínua de uma nova maneira de ser e de uma revolução permanente.</li>
</ol>
<p>3. <em>Libertação pedagógica</em> para uma consciência crítica através do que o pedagogo brasileiro Paulo Freire chamou de “conscientização”, sendo o cerne dessa conscientização o despertar da consciência das massas miseráveis que vivem a cultura do silêncio, para se interarem da dominação social, política e econômica que lhes é imposta.</p>
<p>15.2 – <em>A teologia da libertação e a revolução social.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Os teólogos da libertação se declararam várias vezes favoráveis a luta armada, ao ponto de alguns considerarem Camilo Torres, sacerdote colombiano que morreu em um tiroteio como membro da guerrilha de Che Guevara, como o santo patrono da causa. O padre Camilo costumava dizer que “cada católico que não é revolucionário e não está do lado da revolução comete pecado mortal”. Na questão da violência, como se pode deduzir dessas linhas, os teólogos da libertação são bem pragmáticos. Para eles, o problema da violência e da não-violência é um problema ilusório. Apenas existe a questão do uso justificado ou injustificado da força, e se o fim é nobre, os meios se fazem necessário. Essa atitude violenta foi de fato uma proposta aberta aos religiosos para que tomem lugar nas barricadas e lutem em prol do desenvolvimento social e econômico da América Latina. No Brasil, Dom Hélder Câmara, então arcebispo do Recife, promove uma revolução pacífica, por não se contentar com as reformas triviais.</p>
<p>15.3 – <em>Leonardo Boff, a principal voz do movimento no Brasil.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Embora Hugo Assman e Dom Hélder Câmara sejam dos nomes que representam o pensamento da teologia da libertação no Brasil, atualmente é o Dr. Leonardo Boff que está no centro do debate sobre a teologia da libertação. Como membro do conselho editorial da Editora Vozes entre 1970 e 1985, Boff participou da coordenação e publicação da coleção “Teologia da Libertação”. Em 1984, em razão de suas teses ligadas à teologia da libertação, apresentadas no livro &#8220;Igreja: Carisma e Poder&#8221;, foi submetido a um processo no Vaticano. Em 1985, foi interrogado pelo cardeal Joseph Ratzinger (o atual papa Bento XVI), então prefeito da Congregação da Doutrina e da Fé, órgão herdeiro da Inquisição, e condenado a um ano de &#8220;silêncio obsequioso&#8221;, sendo também deposto de todas as suas funções editoriais e de magistério no campo religioso. Dada a pressão mundial sobre o Vaticano, a pena foi suspensa em 1986, podendo retomar algumas de suas atividades.</p>
<p>Em 1992, sendo de novo ameaçado com uma segunda punição pelas autoridades de Roma, “apostatou” de sua condição de padre e da própria Igreja Católica para se unir com uma mulher. &#8220;Mudou de trincheira para continuar a mesma luta&#8221;: continua como teólogo da libertação, escritor, professor e conferencista nos mais diferentes auditórios do Brasil e do exterior, assessor de movimentos sociais de cunho popular libertador, como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e as Comunidades Eclesiais de Base (CEB&#8217;s), entre outros. Curiosamente a cúpula da CNBB parece continuar com boas relações com Boff, apesar de sua “apostasia” e de seu marxismo.</p>
<p>15.4- <em>Os pressupostos da Teologia da Libertação e as objeções à doutrina.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>O ponto de partida para a elaboração da teologia da libertação, segundo o peruano Gutiérrez, “é o esforço do ser humano para ser parte do processo através do qual o mundo será transformado”, o que faz da teologia da libertação mais um movimento político que um movimento netamente teológico. Tal ponto de partida deve ser contextual, com raízes na dimensão humana e política, e a teologia deve ser elaborada à partir de elucubrações sócio-políticas. Como movimento político, ela tem sido um brado a favor da dignidade humana, de uma sociedade mais justa e fraterna. Porém, o que eles admitem na teoria, foi negado por eles mesmos muitas vezes na prática.</p>
<p>A salvação, dentro da cosmovisão libertária, se resume em “um processo que abarca o homem e a história”, e o evangelho, em nossa época, deve ter uma transcrição e aplicação política. O encontro com Deus é descrito como “o compromisso com o processo histórico da humanidade”. Essa concepção de salvação talvez corresponda à idéia judaica de messianismo na época de Cristo, mas pouco tem a ver com o conceito tal como utilizado por Jesus e por Paulo. A responsabilidade social é um dever do cristão, mas a salvação não se restringe a essa responsabilidade: salvação significa perdão e cancelamento dos pecados cometidos contra Deus (Hebreus 9.28, 1João 3.5). Nesse processo de teologia libertária, a missão da igreja acaba por confundir-se com confrontamento político e adesão e exposição de idéias sociais, mas a missão do cristão, segundo a Bíblia, é proclamar que o filho de Deus ressuscitou e tem poder de perdoar pecados.</p>
<p>É preciso ressaltar que as afirmações de violência não são de nenhum modo característica de todos os teólogos da libertação. Toda rotulação é pobre, e nesse sentido, há de se admitir a classificação do movimento da teologia da libertação como um movimento violento é falha. Ainda assim, não podemos deixar de aludir que, ainda que não totalmente, a teologia da libertação é fortemente um movimento violento. Como disse, Rubem Alves, também teólogo libertário, “a violência se converte na força que move a história no caminho para conduzir à sociedade perfeita”. Em outras palavras, é justo empregar a violência contra a violência, pois neste caso, os fins justificam os meios. Ele também afirma que o “amor para os oprimidos significa cólera contra os opressores”. Como é difícil associar todo esse discurso com as palavras de Jesus no Sermão da Montanha!</p>
<p>Como o evangelicalismo deve responder a essa “revolução teológica”? É óbvio que o cristão não deve viver alienado de qualquer idéia política ou deva se conformar a uma mentalidade <em>status quo</em>. O problema é que, conforme temos exposto em tese, a tendência da teologia cristã é polarizar: Ou a experiência, ou a razão; ou a história, ou a fé; e no caso da Teologia da Libertação, ou o marxismo, ou não somos cristãos. Não é preciso polarizar para ter responsabilidade social, nem é preciso forçar a exegese ou fazer eisegese para defender pressupostos sociais.</p>
<p>Devido à repressão ao movimento, hoje não há muitos grupos ou indivíduos que mantém a Teologia da Libertação. Atualmente o movimento se reduz a algumas “comunidades de base”, que tentam colocar em prática as idéias sociais da mesma, mas a influência nas faculdades ainda é grande.</p>
<p>A teologia da libertação está fundamentada em uma postura na qual a presente práxis histórica se transforma em norma canônica para descobrir a vontade de Deus. Ao refletir algo parecido com a ética situacional, a teologia da libertação não pode escapar das mesmas acusações levantadas contra ela: moralidade relativista e pragmática. Ela foge totalmente a ortodoxia reformada, e não há nenhuma possibilidade de um crente evangélico sustentá-la sem cair em contradição, isso porque a “<em>Sola Scriptura</em>” não admite nenhum “<em>somado a</em>”, ou<em> </em>“<em>junto com</em>”.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 14]]></title>
<link>http://mariahernandarias.wordpress.com/2009/09/29/capitulo-14/</link>
<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 15:05:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>mariahernandarias</dc:creator>
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<description><![CDATA[Um dia depois Ping Ling Ling estava deitada com Ramón Manolo, seu parceiro/namorado. Ainda saboreava]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom:0;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><strong>Um dia depois</strong></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"></p>
<p>Ping Ling Ling estava deitada com Ramón Manolo, seu parceiro/namorado. Ainda saboreava a repentina morte de Ahmed, pois o considerava um traíra desconsiderado;  já que após anos de dedicação, não lhe havia dado o cargo que sempre havia almejado – o de contadora do império dos Al-Shawarma. Tinha tido tanto trabalho para armar com que Araiders fosse demitido e agora a vaga era de Kerrõlaine. Já por sua vez, Ramón Manolo pensava furtivamente no presente que iria dar a sua outra namorada, Viãnka, que vivia no Brasil e estava de aniversário.<br />
Ping Ling Ling e Ramón Manolo completavam um ao outro: não queriam compromisso. Ambos eram muito ambiciosos e se ajudavam mutualmente quando necessitavam de algo.<br />
Ramón Manolo, filho de uma paraguaia com um carioca, foi criado no Rio de Janeiro e de lá aprendeu só a malandragem. Dono da primera casa de pagode/gafieira de Ciudad del Este, a &#8220;</span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>Solo en el Sapatiño&#8221; </em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">era a fachada para um rentável esquema de tráfico de muambas para o Brasil. Para lá, Ramón Manolo repassava eletrônicos e perfumes da mais baixa qualidade. No Brasil, tinha uma outra vida, nome e comportamento: Era Gustavo Enrique, um educado e respeitável empresário </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>espanhol</em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">, de renome internacional. No Brasil, ele mantem um grande amor: Viãnka Albirroja, uma dançarina do Ariano Oba-Oba. Viãnka,  uma moça dona de coração afável, mas muito machucado pelo tempo. Ela, cega de ilusões, não tinha a mínima idéia de quem realmente Ramón Manolo (ou Gustavo Enrique) é.<br />
Ping Ling Ling abrutamente lembrou-se que teria que conseguir o telefone de uma paraguaia vendedora de meia para Salim. Ping não ia muito com a cara do caçula dos Al-Shawarma, o achava muito esquisito. </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>&#8220;Pala que ele querer o terefone de uma vendedola de meias? Ela povavemente nem terefone tem&#8221; &#8211; </em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;">pensou Ping Ling Ling. Mas ele era o patrão, ele mandava. E ela não queria fazer inimizades com ele, já que não era bom para o seu plano </span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"><em>tchainamente</em></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:small;"> maléfico. Assim, Ping Ling Ling se despediu de Ramón, e foi direto a Casas China.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Capitulos del 2 al 16 de Phantom: Requiem for the Phantom en descarga directa]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-2-al-16-de-phantom-requiem-for-the-phantom-en-descarga-directa/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 11:22:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fansub: Kurotsuki Descarga capitulos: Capitulo 2: Aquí y Online Capitulo 3: Aquí y Online Capitulo 4]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6999 aligncenter" title="ep_23395_0" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_23395_0.jpg?w=550&#038;h=309" alt="ep_23395_0" width="550" height="309" /></p>
<p style="text-align:left;"><img class="size-full wp-image-7000 aligncenter" title="ep_22657_2" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_22657_2.jpg?w=550&#038;h=309" alt="ep_22657_2" width="550" height="309" /><br />
<strong>Fansub:</strong> <a href="http://www.kurotsuki.net/">Kurotsuki</a></p>
<p><strong>Descarga capitulos: </strong></p>
<p>Capitulo 2: <a href="http://www.megaupload.com/?d=ETLLBGTX">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=ETLLBGTX">Online</a></p>
<p>Capitulo 3: <a href="http://www.megaupload.com/?d=ZEA7OJME">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=ZEA7OJME">Online</a></p>
<p>Capitulo 4: <a href="http://www.megaupload.com/?d=UDMZTLB6">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=UDMZTLB6">Online</a></p>
<p>Capitulo 5: <a href="http://www.megaupload.com/?d=F7DNLNWA">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=F7DNLNWA">Online</a></p>
<p>Capitulo 6: <a href="http://www.megaupload.com/?d=KW5HM8CJ">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=KW5HM8CJ">Online</a></p>
<p>Capitulo 7: <a href="http://www.megaupload.com/?d=427ERV8W">Aquí</a> y <a href="http://www.megaupload.com/?d=427ERV8W">Online</a></p>
<p>Capitulo 8: <a href="http://www.megaupload.com/?d=CVY3WGRE">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=CVY3WGRE">Online</a></p>
<p>Capitulo 9: <a href="http://www.megaupload.com/?d=HKLMGJD7">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=HKLMGJD7">Online</a></p>
<p>Capitulo 10: <a href="http://www.megaupload.com/?d=N0ECVYPG">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=N0ECVYPG">Online</a></p>
<p>Capitulo 11: <a href="http://www.megaupload.com/?d=UFIW5YR4">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=UFIW5YR4">Online</a></p>
<p>Capitulo 12: <a href="http://www.megaupload.com/?d=9WUM62XH">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=9WUM62XH">Online</a></p>
<p>Capitulo 13: <a href="http://www.megaupload.com/?d=GRT1LH17">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=GRT1LH17">Online</a></p>
<p>Capitulo 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=OAEQ3KFH">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=OAEQ3KFH">Online</a></p>
<p>Capitulo 15: <a href="http://www.megaupload.com/?d=WJ2B0YF5">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=WJ2B0YF5">Online</a></p>
<p>Capitulo 16: <a href="http://www.megaupload.com/?d=Q1FNL9FN">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=Q1FNL9FN">Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Capitulos del 11 al 16 de Pandora Hearts en descarga directa]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-11-al-16-de-pandora-hearts-en-descarga-directa/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 11:03:06 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fansub: Nkosua Fans Descarga capitulos: Capitulo 12: Aquí y Online Capitulo 13: Aquí y Online Capitu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6994 aligncenter" title="ep_23268_2" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_23268_2.jpg?w=550&#038;h=412" alt="ep_23268_2" width="550" height="412" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6995 aligncenter" title="ep_21156_1" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_21156_1.jpg?w=550&#038;h=412" alt="ep_21156_1" width="550" height="412" /></p>
<p><strong>Fansub:</strong> <a href="http://nkosuafansub.blogspot.com/">Nkosua Fans</a></p>
<p><strong>Descarga capitulos:</strong></p>
<p>Capitulo 12: <a href="http://www.megaupload.com/?d=Q46HXKT6">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=Q46HXKT6">Online</a></p>
<p>Capitulo 13: <a href="http://www.megaupload.com/?d=JSZJ0IEL">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=JSZJ0IEL">Online</a></p>
<p>Capitulo 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=4UZJJU75">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=4UZJJU75">Online</a></p>
<p>Capitulo 15: <a href="http://www.megaupload.com/?d=M7EDQXB6">Aquí</a></p>
<p>Capitulo 16: <a href="http://www.megaupload.com/?d=JL9271UE">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=JL9271UE">Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Capitulos del 12 al 15 de Hayate no Gotoku 2 en descarga dire]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/21/capitulos-del-12-al-15-de-hayate-no-gotoku-2-en-descarga-dire/</link>
<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 10:42:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
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<description><![CDATA[Fansub: Hitori no Fansub Descarga capitulos: Capitulo 12: Aquí y Online Capitulo 13: Aquí y Online C]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6983 aligncenter" title="ep_23220_0" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_23220_0.png?w=550&#038;h=309" alt="ep_23220_0" width="550" height="309" /></p>
<p style="text-align:center;"><img class="size-full wp-image-6984 aligncenter" title="ep_20909_0" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/ep_20909_0.png?w=550&#038;h=309" alt="ep_20909_0" width="550" height="309" /></p>
<p><strong>Fansub:</strong> <a href="http://montejo3.wordpress.com/">Hitori no Fansub</a></p>
<p><strong>Descarga capitulos:</strong></p>
<p>Capitulo 12: <a href="http://www.megaupload.com/?d=Q88OC28A">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=Q88OC28A">Online</a></p>
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<p>Capitulo 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=ZI4NP081">Aquí</a> y <a href="http://www.megaupload.com/?d=ZI4NP081">Online</a></p>
<p>Capitulo 15: <a href="http://www.megaupload.com/?d=I34PO5A6">Aquí</a> y <a href="http://www.megavideo.com/?d=I34PO5A6">Online</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Descarga capitulo 14 de Dragon Ball Kai en descarga directa]]></title>
<link>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/06/descarga-capitulo-14-de-dragon-ball-kai-en-descarga-directa/</link>
<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:00:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>ryuk120</dc:creator>
<guid>http://pruebablogclan.wordpress.com/2009/07/06/descarga-capitulo-14-de-dragon-ball-kai-en-descarga-directa/</guid>
<description><![CDATA[Fansub: Dango-Speedo no Fansub Descarga directa: Episodio 14: Aquí]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-6369" title="Dragon_Ball_Kai-1" src="http://clansunset.files.wordpress.com/2009/07/dragon_ball_kai-1.jpg?w=550&#038;h=309" alt="Dragon_Ball_Kai-1" width="550" height="309" /></p>
<p><strong>Fansub:</strong> <a href="http://d-snf.blogspot.com/">Dango-Speedo no Fansub</a></p>
<p><strong>Descarga directa:</strong></p>
<p>Episodio 14: <a href="http://www.megaupload.com/?d=PKBE3POU">Aquí</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Evangelio Domingo 14 de junio de 2009]]></title>
<link>http://jesusamigo.wordpress.com/2009/06/14/evangelio-domingo-14-de-junio-de-2009/</link>
<pubDate>Sun, 14 Jun 2009 12:57:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Valeria</dc:creator>
<guid>http://jesusamigo.wordpress.com/2009/06/14/evangelio-domingo-14-de-junio-de-2009/</guid>
<description><![CDATA[Domingo 14 de junio de 2009 Evangelio según San Marcos. Capítulo 14, 12-16. 22-26. Solemnidad del Sa]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Domingo 14 de junio de 2009 Evangelio según San Marcos. Capítulo 14, 12-16. 22-26. Solemnidad del Sa]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Capítulo 14 - Cita sorpresa]]></title>
<link>http://taramunt.com/2009/06/10/capitulo-14-final-inesperado-para-una-cita-esperada/</link>
<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 08:48:40 +0000</pubDate>
<dc:creator>taramunt</dc:creator>
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<description><![CDATA[  Desbordando amor Me dirigí a su encuentro trotando y jadeando. Entre mi respiración entrecortada y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  Desbordando amor Me dirigí a su encuentro trotando y jadeando. Entre mi respiración entrecortada y]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Parada]]></title>
<link>http://enbuscadeldragonamarillo.wordpress.com/2009/06/08/parada/</link>
<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 14:37:14 +0000</pubDate>
<dc:creator>enbuscadeldragonamarillo</dc:creator>
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<description><![CDATA[Paramos en lo que parecía un area de descanso en una de las carreteras secundarias, a nuestro alrede]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Paramos en lo que parecía un area de descanso en una de las carreteras secundarias, a nuestro alrededor solo había bosque, estabamos solos. nos sentamos en unas mesas con bancos hechos de piedra, Martín saco el mismo mapa que hace unas horas tenía en su casa.</p>
<p>-bueno, ya hemos empezado así que es una tonteria preocuparse, ahora si me lo permitis, os mostrare nuestra ruta.-señalo donde estabamos-bien, estamos aqui, debido al tamaño de la caravana solo podemos usar carreteras secundarias, asi que para llegar hasta donde se encontraron los documentos del tio ese y no tardar mucho seguiremos esta ruta</p>
<p>trazó un circulo rojo en el mapa mostrando nuestro destino, despues trazó otro en el lugar donde nos encontrabamos, la distancia en el mapa no parecía tanta, desde el punto donde estabamos empezo a dibujar una linea roja por las carreteras que mejor nos venian, haciendo pequeños circulos en los pueblos donde podiamos parar a por provisiones y descansar</p>
<p>-asi que nuestra proxima parada es el pueblo de Villalombardina-comentó Martín-alli descansaremos un dia o dos para seguir hacia Maricia, ¿alguna objección?</p>
<p>-¿dejastes algun tipo de información especifica sobre lo que acabas de explicarnos en tu casa?-preguntó Dan</p>
<p>-si lo dices por el cazarecompensas, serlock, creo que me lleve todo lo realcionado con nuestro viaje</p>
<p>-¿crees?</p>
<p>-si, vale, si, no estoy seguro, no fui yo quien entro gritando y metiendo prisa</p>
<p>-si no hubiera metido prisa ahora estariamos muertos</p>
<p>Martín iba a lanzarse contra Dan pero lo detuve</p>
<p>-bueno, basta ya, lo hecho hecho está. Sabemos que el tio ese va enserio, cuanto antes nos movamos mejor, vamos</p>
<p>en silencio nos dirigimos a la caravana, todos excepto Agustín, que estaba mirando al suelo y llevaba todo ell trayecto sin decir nada</p>
<p>-¿agustin?, vamos-le dije, los demás se pararon y le miraron, Agustín levanto la mirada</p>
<p>-lo siento-dijo apenado-he matado, robado, he hecho que maten a otras personas e incluso estoy llevando por el mismo camino a otras que no tienen nada que ver, no os obligo a seguirme, podeis iros si no quereis seguir</p>
<p>Martín se acerco a él</p>
<p>-mi padre me enseño-dijo recordando-que por inútil, imposible, extraña y absurda que parezca una idea tuya hay que hacerte caso, incluso si se juegan vidas ya que eso quiere decir que es aun más importante. O si no ¿como crees que no hemos hecho ricos?, no sé si Lorenzo está muerto o no, pero si sé que si conseguimos alcanzar el dragón ese no será en vano, ademas sabes que me apasionan buscar tesoros</p>
<p>-a mí siempre me a gustado la aventura, será por eso que abandone mi trabajo para ir a por ese dragón-dije</p>
<p>-siempre me han gustado los retos, los casos dificiles son donde mejor te lo pasas-contesto Dan</p>
<p>Agustín nos miró uno por uno y sonrío, se le veia distante, no era la misma persona que conocí en aquel bar, era mayor pero no se le notaba, hasta el día de hoy donde parecía un niño pequeño absatraido en sus pensamientos, sin ninguna duda la aparición de Dan y el recuerdo de lo que hizo le había pasado factura en las últimas horas</p>
<p>-gracias-se secó algunas lagrimas-vamos a buscar a nuestro cientifico</p>
<p>-se que en uno de los pueblos de paso tiene fama de los mejores avances cientificos, podemos hacer una paradilla-dijo Dan</p>
<p>subimos a la caravana y nos colocamos cada uno en su sitio, Agustín en una mesa que parecía de un despacho donde estudiaba un libro antiguo, Martín en el asiento del piloto y Dan en el del copiloto, y yo me senté al lado de una ventana para observar el paisaje. Esa tranquilidad no duraría mucho, porque nosotros no sabiamos que en ese mismo momento el cazarecompensas encontro un papel que Martín habia dejado olvidado en su casa, un papel donde tenía escrito todos los nombres de los pueblos de paso antes de llegar a nuestro destino.</p>
<p>Proxima parada, para bien o para mal, Villalombardina</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Dr. House: mi serie favorita]]></title>
<link>http://moykenobi.wordpress.com/2008/10/27/dr-house-mi-serie-favorita/</link>
<pubDate>Mon, 27 Oct 2008 19:53:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>moykenobi</dc:creator>
<guid>http://moykenobi.wordpress.com/2008/10/27/dr-house-mi-serie-favorita/</guid>
<description><![CDATA[Sin duda la mejor serie de los últimos 8 años es Dr. House. Interpretado por Hugh Laurie, Gregory Ho]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Sin duda la mejor serie de los últimos 8 años es Dr. House. Interpretado por Hugh Laurie, Gregory Ho]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 14]]></title>
<link>http://taxi327.wordpress.com/2008/10/14/capitulo-14/</link>
<pubDate>Tue, 14 Oct 2008 20:51:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ángel J. Blanco</dc:creator>
<guid>http://taxi327.wordpress.com/2008/10/14/capitulo-14/</guid>
<description><![CDATA[– Tú tener algo –dice Natasha. – ¿A qué te refieres? – Tú ser&#8230; raro. Tener algo. No sé. – ¡Pue]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Tú tener algo –dice Natasha.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿A qué te refieres?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Tú ser&#8230; raro. Tener algo. No sé.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¡Pues si no lo sabes tú&#8230;!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Yo pensar. Tú, ¿cómo saber lo de hermano Boris? ¿Cómo saber lo que decir mi padre? ¿Cómo hablar ruso?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Me reservo la respuesta, pero Natasha continúa mirándome esperando contestación.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No quiero hablar de eso –digo al fin.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Por qué?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Es complicado.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Permanecemos unos segundos en silencio.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Madre de mi padre tener algo también –dice Natasha–. Cuando ella viva, ver futuro gente.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">La observo con una mezcla de curiosidad y escepticismo. Toco su mente y al instante me llega la imagen. Una anciana de pelo cano, cerraba los ojos frente a una vela. Tenía ambas manos unidas sobre una baraja. Después extraía una a una las cartas y las colocaba sobre el tapete que adornaba la mesa.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Quieres decir que tu abuela tenía el don de la clarividencia?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– ¿Cómo decir? ¿eldon?<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Don.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Sí. Don. Mi abuela tener don. Tú también don.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Sonrío, pero mantengo silencio. Si lo reconociera sería la primera persona a la que se lo cuento, y en ese sentido, soy bastante cauto.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Tú no hablar. No importa. Yo sé. Tú leer&#8230; –y se llevó las manos a la frente, haciendo gestos para hacerse entender.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No. Yo no leo el pensamiento. Tu abuela veía el futuro de la gente. Yo puedo ver su pasado.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Me mira con curiosidad, esperando que ampliara mi explicación.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Dí –reclama– Tú confiar yo.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– En ocasiones llegué a pensar que estaba loco –digo–. Me vienen imágenes a la mente, del pasado de la gente. Con el tiempo vi que esas cosas que veía habían ocurrido realmente. Sólo es eso.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Por supuesto no era sólo eso. También estaban los sentidos ajenos que percibía&#8230; y las voces. Pero eso prefiero guardármelo.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Hemos llegado –digo al llegar al garaje, ese en el que anoche tuve encadenado al hombre que secuestré.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Abro la puerta de la cochera, introduzco el vehículo y salimos al exterior para volverla a cerrar.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Mi casa está a unos doscientos metros –anuncio–. ¡Por aquí!<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Comenzamos a caminar y observo cómo Natasha hace gestos de dolor. Coloco su brazo por encima de mis hombros y la tomo de la cintura para ayudarla a caminar.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Espasíba –dice, inmediatamente rectifica–. Gracias.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Caminamos los últimos metros hasta el portal de esta manera. Ella muestra en todo momento una sonrisa que me pareció maravillosa, y yo, comienzo a sentir una especie de hormigueo, como si tuviese mariposas en el estómago. No tardo en comprender que esa sensación no era solamente mía.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Al llegar a casa aviso a Natasha de que no haga ruido porque mi madre estaba durmiendo. Entramos al salón e invito a Natasha a sentarse en la mesa, donde mi madre ha dejado el tentempié de costumbre. Pronto damos buena cuenta de ello y dejamos los platos vacios. A continuación acompaño a Natasha hasta mi habitación.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Dormirás aquí –digo–. En el armario tienes ropa para ponerte. Mañana si quieres iremos a comprarte algo más apropiado.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Gracias –contesta Natasha agachando la cabeza. Tenía los ojos húmedos y brillantes–. No sé cómo pagar todo esto.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No tienes nada que pagar. Lo hago encantado –ella alza la vista. Sus ojos brillantes, su sonrisa&#8230; el corazón me da un vuelco contemplando lo que en ese momento me parece, la mujer más hermosa del mundo–. Yo dormiré en el sofá.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Quédate –me dice de sopetón–. No querer estar sola.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Entonces se acerca a mí, me rodea el cuello con sus brazos y me besa en los labios. Siento el agradecimiento que siente por la ayuda recibida, y eso no me agrada. Me deshago de ella.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– No, no. Espera –la detengo–. No tienes porqué hacer esto. No me debes nada, y por supuesto. No quiero que me lo pagues de esta manera.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Ella me mira a los ojos y su sonrisa se borra de su rostro.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">– Yo pasar meses haciendo esto obligada. Primera vez querer hacerlo de verdad –entonces me soltó y se giró dándome la espalda–. Pero si yo no gustarte, yo comprender.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">De inmediato siento la tristeza que le provoca mi rechazo, y el auténtico deseo y la atracción que sentía por mí. Y yo no puedo refrenar mis propios deseos por ella. La tomo de la cintura, la giro sobre sí misma, y la beso en los labios apasionadamente.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Comenzamos a intercambiarnos besos y caricias mientras nos desnudamos mutuamente con delicada sutileza. Mis labios comienzan a saborear su suave piel, y me dejo llevar por los placenteros sentimientos que emanan de ella. Siento con intensidad lo que ella siente, y me beneficio de esa certeza buscando lo que más placer la produce.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Nos fundimos en un solo cuerpo, y nuestros movimientos se sincronizan a la perfección. Busco lo que más la estimula y no me cuesta encontrarlo. Eso sin duda me debe convertir en un amante excepcional. Nos entregamos el uno al otro por entero, y cuando alcanzamos el clímax, lo hacemos al unísono. Jadeantes, borrachos de placer y rebosantes de endorfinas, comenzamos a reír de pura felicidad. Nuestros sudorosos cuerpos se resisten a despegarse, y así nos quedamos, unidos, yo dentro de ella, disfrutando del momento y regalándonos besos y caricias a cada instante. Así, hasta que finalmente, los ojos se nos van cerrando.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;">Antes de sucumbir al sueño, un pensamiento cruza mi cabeza. Esta noche las voces no se han dejado escuchar, y a pesar del hallazgo del cadáver de Fidel, y de que la muerte me ha envuelto de nuevo bajo su manto en forma de tiroteo, definitivamente se puede decir que hoy, ha sido un gran día.<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"> </p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size:14pt;">* * *<br />
</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>El inspector Ybarra entró como un ciclón en la sala de autopsias. Se quitó la gabardina con prisa y la colgó en el perchero situado en la entrada.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– ¡Buenas noches, inspector! –Saludó un doctor bajito y delgado que limpiaba los cristales de unas gruesas gafas con la punta inferior de su bata blanca.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– ¿Buenas noches? –contestó Ybarra de mal genio–. ¡No me joda, Losada! Esta mañana el cuerpo del pinar. Esta noche un tiroteo. ¡Otros dos palmeras! Y ahora, ¡esto! ¡Cuatro cadáveres en un solo día! Y a eso le sumamos los otros tantos crímenes que se han cometido en los últimos meses. ¿Y se supone que yo, como único inspector de homicidios de la ciudad, me tengo que encargar de todos? ¡Esta ciudad se está yendo a la mierda!<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– No se sulfure, inspector –dijo Losada con una sonrisa en los labios mientras se colocaba sus anteojos–. ¡Venga conmigo! Quizá tenga algo que le alegre el día después de todo.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>El inspector siguió con paso torpe y cansado al pequeño doctor, que en contra posición caminaba grácilmente, como si saltase en cada paso.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– ¡A ver, qué me tienes aquí! –dijo el inspector al situarse junto al doctor, que se había detenido frente a la mesa donde reposaban los restos de un hombre de mediana edad, que en vida debió ser atractivo–. ¿Es el fiambre del río?<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– Así es –contestó Losada.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– Así que otro cadáver más a la lista. Venga, deme una alegría. Dígame que ha sido un accidente, y no otro crimen.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em>– En ese sentido siento desilusionarle, inspector. Hay muchas cosas que no alcanzo a comprender de este cadáver, pero le puedo asegurar que su muerte se puede calificar de cualquier forma menos natural.<br />
</em></span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:14pt;color:#1f497d;"><em><br />
</em></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mais aventuras]]></title>
<link>http://selvagem80.wordpress.com/2008/08/01/mais-aventuras/</link>
<pubDate>Fri, 01 Aug 2008 21:52:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>selvagem80</dc:creator>
<guid>http://selvagem80.wordpress.com/2008/08/01/mais-aventuras/</guid>
<description><![CDATA[Voltando as nossas aventuras do dia a dia, lembro-me de certa feita, quando já voltávamos de uma bem]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="font-size:14px;">Voltando as nossas aventuras do dia a dia, lembro-me de certa feita, quando já voltávamos de uma bem sucedida caçada, descendo o rio Marupí, a certa altura resolvemos tomar banho nas pancadas d?água da principal cachoeira existente do nosso itinerário. Naquele local, as únicas pessoas que por ventura passariam, pelo passariam por ali seriam os índios com os seus corpos nus (besuntados de urucum: Repelentes e protetores solar)! dessa forma igualmente  nus, tomando banho, tranqüilos, totalmente pelados, quando depois de muitas traquinagens nas pancadas d?água, nadando, mergulhando, saltando, escorregando no limo das pedras, satisfeitos, providenciávamos para continuar  viagem quando percebemos na outra margem do rio, a cerca de uns cinqüenta metros, movimentos indicando a existência de índios acampados. Nos dirigimos para lá,  logo  percebendo que eram Emerenhões, todos rindo muito, principalmente as índias! Curiosos, perguntamos o porque de tanto riso, a índia Natarí então respondeu rindo: ?Eriezer ganhê gogô blan?, não respondeu no seu dialeto, mas no patoá francês da Guiana. Ela disse: o Eliezer tem a bunda branca! (Eliezer meu irmão) A índia Natarí, gostava dele, por isso referiu-se só a ele. Essa parte do corpo foi a mais notada por ela, devida ser à parte  mais branca do seu corpo por não pegar Sol, pois só andávamos de short. Interessante que ela não se preocupou com outras partes do corpo dele como por exemplo: os pêlos que  eles não têm.</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">  Quem catequisou quem?</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>    Conseguimos manter boa amizade com os índios, graças ao nosso envolvimento com eles de maneira total, sem descrimina-los, tratando-os de igual para igual. Esse nosso procedimento, os cativou tanto que confiavam em nós inteiramente. Nos primeiros dias empossados no cargo, eles nos olhavam curiosos ou desconfiados, guardando certa distância, parecendo estarem nos estudando. Depois de alguns dias começaram a se aproximar visivelmente cautelosos! Primeiramente veio só um, permanecendo em pé na varanda da casa, então lhe oferecemos café, não esboçou nenhuma reação que indicasse aceitação ou rejeição, então provamos o café, diante dessa nossa providência, ele sorriu, novamente aproximamos a xícara de café oferecendo-lhe, Agora aceitando e retirando-se imediatamente após ter bebido o café. No dia seguinte, ele voltou trazendo mais uma meia dúzia deles inclusive mulheres. Todos aceitaram o café, bebendo com satisfação. Daí para frente, suas vindas eram constantes e numerosas por causa do café. Dessa maneira começamos a catequiza-los, com alguns prejuízos, pois a nossa despesa com café aumentou muito, era porém, um bom investimento. Não esperávamos ser ressarcidos dessa despesa pelo SPI.</p>
<p>    Interessante que essa aproximação partiu deles mesmos! Uma contradição, pois cabia a nós tomarmos essa iniciativa. A varanda da casa passou a estar constantemente ocupada por eles, simplesmente se punham lá, olhando para os nossos movimentos, procurando algum diálogo, gostávamos pois logo aprendemos a nos comunicar, tanto no seu dialeto como no patoá francês, pois falavam tanto um quanto o outro. A nossa facilidade em cativa-los, foi devido à diferença do nosso tratamento comparado com o tratamento que davam a eles, os outros funcionários que por lá passaram, descriminando-os, julgando-os gente inferior, selvagem, não os considerando como pessoas humanas. Nós não os descriminamos em nada. Convivendo com eles, sem nenhuma reserva, logo percebemos que de selvagens eles só tinham a floresta onde viviam.</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">   Desaba as maselas dos brancos  </span></strong><span style="font-size:14px;">(História do Brasil).</p>
<p>    Antes do ano um mil e quinhentos, não havia essa comparação, pois  nenhum branco se fizera presente na região por milhares de quilômetros de distância do seu habitat. Consistiam de nações indígenas compostas de várias comunidades, independentes umas das outras com seus costumes e cultura. Organizados e principalmente não sofrendo influências estranhas, nocivas. Viviam felizes, sem doenças, comida farta e liberdade. De repente, desaba sobre eles, a maior das desgraças: O homem branco. (Civilizado)? Aparecem trazendo todas as suas mazelas: Cobiça obstinada, ganância, corrupção, ladroeira, extorsão, estelionato, mentira, violência, imoralidade, maldade, em fim: Tudo que caracteriza a vida imoral do homem branco.</p>
<p>    Foram violentados, perseguidos, assassinados, espoliados, torturados! Culminando primeiro com a expulsão da posse das suas terras, e por fim o extermínio quase que por completo. Hoje, só restando um pequeno número deles! Assim mesmo, com dias contados, vivendo na miséria, pois o seu habitat, foi-lhes surrupiado, dependendo agora das migalhas dos políticos, destinando-lhes reservas que só têm folhas, servindo somente para contemplarem, lembrarem o seu passado distante! Assim mesmo deva-se essa migalha, á pressão internacional a seu favor. O índio é descriminado também pela justiça do homem branco, conforme  tem acontecido nas demandas com eles, apesar do tão propalado direito da minoria. Direitos que só são observados quando essa minoria é branca  despertando algum interesse particular! Para eles os índios, resta o conceito de subumanos! Confirmado por recentes episódios, quando queimaram e continuam queimando vivos, em diversas locais das nossas cidades! Queimados porque são índios! Eu tive o privilégio de conviver com eles no seu habitat, integrado mesmo á comunidade. Isto quando as florestas das margens do rio Oiapoque ainda não tinham sido invadidas pela sanha do homem branco. Conheço seus costumes, inclusive  caráter. Posso afirmar por experiência, que os índios são pessoas maravilhosas, amigos, companheiros. Merecendo muito mais que migalhas, por parte dos brancos.</p>
<p>    Na verdade, as pessoas brancas deveriam dispensar-lhes mais que cuidados materiais, deveriam fazer mais que isso. Eles merecem respeito, merecem ser honrados, pois eles  são os verdadeiros donos do Brasil! São eles os brasileiros autênticos, e nós, invasores. Quem sabe, fazendo isto, amenizaríamos um pouco a nossa consciência culpada de usurpadores que somos, nós os brancos. Os nossos índios deveriam ser preservados iguais á relíquias! Pelo menos igual ao que estar sendo feito com os animais em extinção. Que dirão nossos sucessores no futuro por não terem o privilégio de conhecer uma aldeia de índios ao vivo no seu habitat natural?</p>
<p></span><strong><span style="font-size:14px;">  Os genes são iguais</span></strong><span style="font-size:14px;"></p>
<p>     Na aldeia dos índios Emerenhões, havia um índio surdo e mudo porém, normal quanto a sua lucidez, sem apresentar nenhuma outra anomalia, levando-nos a concluir neste fato, (para aqueles que não gostam dos índios), não haver nenhuma diferença do seu metabolismo, comparado com o metabolismo do homem branco. Um índio surdo e mudo, e um homem branco surdo e mudo, provam que a natureza humana do índio e do homem branco é exatamente igual, ou melhor: os seus genes sofrem as mesmas mutações. A procedência é uma só, de Adão e Eva. </span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Avatar: Capítulos 14 y 15]]></title>
<link>http://carlosdragonne.com/2008/05/02/avatar-capitulos-14-y-15/</link>
<pubDate>Sat, 03 May 2008 01:24:50 +0000</pubDate>
<dc:creator>Carlos Dragonné</dc:creator>
<guid>http://carlosdragonne.com/2008/05/02/avatar-capitulos-14-y-15/</guid>
<description><![CDATA[Ya llegaron los nuevos capítulos de Avatar. El seriado de dos partes &#8220;The Boiling Rock&#8221; ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Ya llegaron los nuevos capítulos de Avatar. El seriado de dos partes &#8220;The Boiling Rock&#8221; ]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Capítulo 14]]></title>
<link>http://tibetanballena.wordpress.com/2008/01/30/capitulo-14/</link>
<pubDate>Wed, 30 Jan 2008 16:32:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>mcostoya</dc:creator>
<guid>http://tibetanballena.wordpress.com/2008/01/30/capitulo-14/</guid>
<description><![CDATA[Grisha, después de todo, comenzó a ser conocido a partir de su obra furor heroico para, con su apari]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00"><span style="font-size:14pt;font-family:'Garamond','serif';">Grisha, después de todo, comenzó a ser conocido a partir de su obra <i>furor heroico </i>para, con su aparición, fundar la <i>topología furiosa</i> que de inmediato, adoptaron los matemáticos y geometras judíos de casi todo el planeta.</span></font></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:27pt;"><font color="#ffff00">Qué raro le resultaba vivir en un mundo que estaba muriendo </font></p>
</div>]]></content:encoded>
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