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	<title>carax &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/carax/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "carax"</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 10:57:48 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

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<title><![CDATA[Saldo do Indie 2009]]></title>
<link>http://dispensavel.wordpress.com/2009/09/11/saldo-do-indie-2009/</link>
<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 22:32:26 +0000</pubDate>
<dc:creator>marianamarques</dc:creator>
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<description><![CDATA[= 2 filmes! Mas eu posso picaretar e dizer que foram quatro, já que em Tokyo há três filmes. O do Mi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>= 2 filmes!</p>
<p>Mas eu posso picaretar e dizer que foram quatro, já que em <em>Tokyo</em> há três filmes. O do Michel Gondry é coisa lindadessavidademeudeus! Eu amo o Gondry muito. Nesse filme (eu não saberia dizer se é um curta, acho que não, qual o critério pra ser curta, alguém me explica?) ele conta a história de um casal que se muda para Tokyo – claro – e divide um apartamento bem pequeno com uma amiga que resolve ajudá-los por um tempo. Procuram emprego para se mudar, mas a garota, chamada Hiroko, não tem sucesso, não consegue descobrir habilidade para nada. O namorado, Akemi, consegue emprego de embrulhador numa loja e nas horas vagas é cineasta. O mais incrível de tudo é o final. É surpreendente. E eu não posso contar mais nada que isso porque o legal é realmente não esperar o que acontece a Hiroko. Achei uma metáfora linda, nada sutil. E acho que prefiro metáfora assim escancaradas (estou numa fase “por um mundo mastigado” da vida, foi mal).</p>
<p>Do segundo, do Carax, não gostei não. No início, até estava achando bizarramente interessante e engraçado (e nojento, claro!) as peripécias do Senhor Merde. Mas depois o enredo segue uma linha política demais. A parte do julgamento se prolonga muito. Eu estava com sono e torcia para acabar.</p>
<p>O terceiro, do coreano Joon-ho Bong, é muito bonito. Eu já tinha visto dele <em>O hospedeiro</em>, um terror trash muito bom (eu não costumo gostar desse gênero, confiem em mim, é bom mesmo!). O episódio dele é o <em>Shaking Tokyo</em> e conta a história de um homem que vive isolado do mundo todo, cheio de fobias. Ele não sai de casa há anos, e sobrevive assim graças ao serviços de delivery. Aí um belo dia ele faz contato visual com a menina entregadora de pizza, e pronto, a vida muda. Tem o terremoto também que complica as coisas. Achei muito bonito (ih, já disse isso). Primeiro eu quis viver que nem o moço porque tem uma parte de mim que acha lindo viver assim isolada do mundo. Mas eu saí do cinema muito amorosa, querendo abraçar as pessoas e feliz porque existe um tanto de gente por aí. Por mais que eu tenha muita preguiça das pessoas em alguns momentos. Enfim, foi o melhor dos três.</p>
<p>O trailer de <em>Tokyo</em> é bem legal, ó:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/z1qzGPOXjQk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/z1qzGPOXjQk&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O outro filme que vi foi <em>O barulho na cabeça</em>, um longa suíço, dentro da mostra dos novos diretores. A protagonista é a Laura (a atriz é a cara da Audrey Tatou), uma moça toda problemática, mega carente. Gostei da parte em que ela tem aqueles pensamentos ótimos enquanto conversa com um colega de trabalho. Às vezes é realmente difícil se concentrar com o nosso “barulho na nossa cabeça (dã!). A Laura é tão doidinha que resolve pegar um menino pra criar. Isso mesmo, vê um moleque na rua, oferece o chuveiro da casa, comida e quando vê já ofereceu pro menino morar lá. O menino, chamado Simon,  é chato pra dedéu (com uma cara de lezzo, meu deus, será que o ator é muito bom ou ele é assim mesmo?). Daí que a história não me apeteceu muito não.</p>
<p>Estou com a revistinha do Indie e vou escolher um tanto de filme pra baixar. A mostra estava bem legal este ano, eu que não tive muito tempo de ir não por causa do trabalho, pós, e de umas outras paradinhas aí (que mistério, hein, leitores!). Mas a verdade é que isso é papo furado. Durante o indie eu resolvi pagar pra ver dois blockusters nesses cinemaplex da vida: Se beber, não case (muito engraçado!) e Up (shoooreeei!). Acho que com isso eu assino meu atestado “não sou indie”.</p>
<p>A Mostra terminou ontem e eu não vi mais nada mesmo, nem teria como, já que parti pra Sampa pra ver essa coisa linda do vídeo aí embaixo. Zach, por favor, menos caipirinhas desta vez, quero te ver cantando sóbrio.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/yio5vLciGOI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/yio5vLciGOI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>E não vale falar que Beirut é coisa de indie, até na Globo já tocou.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[La sombra del viento]]></title>
<link>http://calzadordeventanas.wordpress.com/2009/08/21/la-sombra-del-viento/</link>
<pubDate>Fri, 21 Aug 2009 08:00:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>calzadordeventanas</dc:creator>
<guid>http://calzadordeventanas.wordpress.com/2009/08/21/la-sombra-del-viento/</guid>
<description><![CDATA[La sombra del viento de Carlos Ruíz Zafón. Resulta que no soy un gran lector. Recuerdo que cuando er]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify"><strong>La sombra del viento de Carlos Ruíz Zafón.</strong></p>
<p align="justify">Resulta que no soy un gran lector. Recuerdo que cuando era pequeño, me resultaba extremadamente molesto que me mandaran a leer un libro en la escuela. Teníamos que hacer un resumen, un ensayo, un examen… sobre el libro que nos mandaban y por desgracia solo aguantaba unas páginas. Pero bueno, dicen que todos los males de la niñez se curan con la edad. Y si, digo bien. Todos los males. El hábito de la lectura creo que es uno de los placeres más gratos que nos hemos proporcionado los seres humanos. Siendo un poco irreverente, el placer de una buena lectura se podría llegar a comparar con el placer que proporciona el calor de una mujer a la que un hombre ama.</p>
<p align="justify">He tenido la oportunidad de leer el libro de Carlos Ruíz Zafón, La Sombra del Viento. Y puedo decir con rotundidad, que libros como este crean afición y hábito. Carlos, me permito el tuteo, me ha llevado a un mundo de aromas, texturas, sensaciones, temores, amores… que no imaginaba al tener el libro cerrado en mis manos antes de leerlo. Me sorprendió desde la primera hasta la última página. No podía parar de leer, de viajar de Barcelona a París. Sentía como cada palabra se metía dentro de mí hasta el punto de no querer terminar el libro jamás.</p>
<p align="justify">El paso a la siguiente página suponía… una página menos para desvelar todos los secretos. Un episodio menos para desprenderme del placer que sentía. Suponía el fin de una travesía que no podía dejar que terminase.</p>
<p align="justify">Da igual que no seas un lector o lectora de pies a cabeza. No importa si estas aburrido o aburrida de leer los libros de la facultad, la pantalla del PC, tomos de derecho… Eso no importa. Dejarás de dormir una hora con tal de leer un poco el mundo de Carax, el universo de Daniel&#8230;</p>
<p align="justify">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tokyo! (2008)]]></title>
<link>http://nickshogun.wordpress.com/2009/07/20/tokyo-2008/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 16:39:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>nickshogun</dc:creator>
<guid>http://nickshogun.wordpress.com/2009/07/20/tokyo-2008/</guid>
<description><![CDATA[Tokyo! Is similar to Paris, je t&#8217;aime and New York, I Love You in that it is a series of short]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Tokyo! Is similar to <em>Paris, je t&#8217;aime</em> and<em> New York, I Love You</em> in that it is a series of short films about a particular city, in this case Tokyo, Japan. However, whereas the other two are fifteen to twenty shorts, these are only three, averaging about half an hour each. To give a better review, I&#8217;ll be separating each segment by director and title.</p>
<p>Title: Interior Design</p>
<p>Director: Michael Gondry</p>
<p>Impressions: Made by the director of <em>Eternal Sunshine of the Spotless Mind</em> and <em>The Science of Sleep</em>, this short is about a young couple that moves to Tokyo so the boyfriend can pursue a film career. The girlfriend, Hiroko, is the protagonist of the film, and it deals with how she copes with her friends and also the harsh nature of life in large Japanese cities.</p>
<p>I feel like each of these films has to do with some aspect of Japanese culture, and in this case it could be the feeling of distress at the years of dedication to attain elite jobs in the Japanese economy. Hiroko is left with few options for jobs and begins to feel useless because she has no hobbiess or interests. The best thing about this film is that it sets the tone for the rest of the shorts&#8230; it ends up being much more than a movie about a floundering couple, in a way that I found surprising and fun.</p>
<p>3 out of 5</p>
<p>Title: Merde</p>
<p>Director: Leos Carax</p>
<p>Impressions: This short concerns a subterranian creature who lives in Japanese sewers and harasses the citizens of Japan. Everytime he emerges from below he causes damage, and eventually the government arrests him and puts him on trial to decide his fate.</p>
<p>While there is some beautiful camera work involving shot length and shadow in this piece, I felt like it was a very flat-feeling short. Merde (shit in French) is a strange character, maybe too strange for audiences to relate to. Because he doesn&#8217;t speak Japanese, there is a lot of translation-within-translation, which is a lot for non-Japanese speaking audiences to swallow.</p>
<p>However, these is perhaps a hidden message here concerning the way Japanese react to foreigners, as Merde makes constant anti-Japanese statements during his trial and the people shrink away from him at all possible times.</p>
<p>1 out of 5</p>
<p>Title: Shaking Japan</p>
<p>Director: Bong Joon-ho</p>
<p>Impressions: If you watched the South Korean horror film <em>The Host</em> then you&#8217;ll know Bong Joon-ho. In this short, he chronicles the life of a hikikomori, a Japanese term defined as (according to Wiki) &#8220;the phenomenon of reclusive individuals who&#8230; withdraw from social life&#8230; because of various personal and social factors in their lives.&#8221;</p>
<p>Eventually the hikikomori is forced to leave his house and discovers the shocking truth about the outside world. I feel like this film&#8217;s theme was the most obvious and relatable to me. There is definitely a large group of Japanese people who withdraw from social life and subsist on their parents&#8217; generosity and not much else. It&#8217;s a scary thought, to think someone would choose to cut off all ties with humanity and live in a box, venturing out only at night. This was my favorite of the three shorts.</p>
<p>4 out of 5</p>
<p>In a unique twist, none of the directors for this film are Japanese. American, French, and Korean, but not Japanese. I suppose you can read into it as you like, but maybe these films represent how outsiders view Japan and it&#8217;s people. I wonder if this would have been a significantly different movie using three Japanese directors and the same scripts.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desert Islands]]></title>
<link>http://transversalinflections.wordpress.com/2009/06/29/desert-islands/</link>
<pubDate>Mon, 29 Jun 2009 21:24:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>jeroenn</dc:creator>
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<description><![CDATA[Have always found Kundera’s line ‘the unbearable lightness of being’ a very beautiful and accurate d]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Have always found Kundera’s line ‘the unbearable lightness of being’ a very beautiful and accurate description of the general mess we find our selves in.</p>
<p>Feel the same about Deleuze’s notion that we’re all living on our own desert island, as something that ‘precedes beginning itself’, each moment constantly being completely new:</p>
<p><em>Those people who come to the island indeed occupy and populate it; but in reality, were they sufficiently separate, sufficiently creative, they would would give the island only a dynamic image of itself, a consciousness of the movement which produced the island, such that through them the island would in the end become conscious of itself as deserted and unpeopled. The island would be only the dream of humans, and humans, the pure consciousness of the island.</em></p>
<p><em>For this to be the case, there is again but one condition: humans would have to reduce themselves to the movement that brings them to the island, the movement which prolongs and takes up the élan that produced the island.</em></p>
<p><em>…In the ideal beginning anew there is something that precedes beginning itself, that takes it up to deepen it and delay it in the passage of time. The deserted island is the material of this something immemorial, this something most profound. </em>(Deleuze &#8216;Desert Islands&#8217;)</p>
<p>As the enigmatic Leos Carax said at the end of a recent <a href="http://www.indiewire.com/article/leos_carax_on_tokyo_cinema_is_my_country_but_it_is_not_my_business/">interview</a> about his very amazing, and sort of disturbing ‘Merde’ (part of a trilogy about Tokyo, about a hazard wreaking man who lives in the sewer): ‘I travel, I read, I write, I have other lives,” he says. “But when I have a camera I know that’s my country, my island.”</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'ombra del vento...]]></title>
<link>http://giochidiparole.wordpress.com/2009/06/12/lombra-del-vento/</link>
<pubDate>Fri, 12 Jun 2009 08:16:15 +0000</pubDate>
<dc:creator>giovanni</dc:creator>
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<description><![CDATA[Con l&#8217;uscita del suo nuovo romanzo &#8220;Marina&#8221;, ripropongo in questa sezione &#8220;R]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Con l&#8217;uscita del suo nuovo romanzo &#8220;Marina&#8221;, ripropongo in questa sezione &#8220;Recensioni&#8221;, la mia recensione (scritta il 19 ottobre 2007) sul romanzo &#8220;L&#8217;ombra del vento&#8221; di Carlos Ruiz Zafón. Non preoccupatevi non ci sono anticipazioni sulla trama <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  . Appena avrò letto &#8220;Marina&#8221; vi darò le mie impressioni.</p>
<p><!--more-->Troppo bello davvero questo romanzo. Una cosa veramente unica. Una piccola perla. Bello, bello e ancora bello. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  Non credo vi siano autori moderni così bravi. Di solito leggo 2-3 libri l&#8217;anno e non è che faccia recensioni o consigli i libri in genere, ma quest&#8217;autore merita una recensione speciale perché è davvero bravo con le parole. Le descrizioni sono ricche di emozione e le parole sono scelte in modo da incollarvi alle pagine, e poi la trama non è da meno. Molto ricca e intricata. Un mistero in cui si affacciano, pagina dopo pagina, molti personaggi. Una storia d&#8217;amore unica nel suo genere.</p>
<p>Consiglio a tutti di comprare e leggere &#8220;<a href="http://it.wikipedia.org/wiki/L'ombra_del_vento" target="_blank">L&#8217;ombra del vento</a>&#8221; di <a href="http://it.wikipedia.org/wiki/Carlos_Ruiz_Zafón" target="_blank">Carlos Ruiz Zafón</a>. Sono qui a raccontarvi di questo romanzo perché è stato proprio attraverso un blog che ho deciso di comprare il libro in questione. Non sono né un parente e nemmeno un amico dell&#8217;autore, quindi il mio consiglio è spassionato. Mi ha colpito la trama e il fatto che alla sua prima uscita il romanzo non ha avuto tutto il gran successo che meritava, infatti è stato grazie a noi lettori che è iniziato il passaparola. Sono esplosi recensioni e commenti molto positivi su vari blog di Internet e in 6 anni dalla sua originale data di pubblicazione il romanzo è diventato un caso editoriale; è stato tradotto in 36 lingue e ha vinto vari premi.</p>
<p>In generale tendo a comprare solo libri di cui sono abbastanza sicuro di non restare deluso, quindi spesso ho letto i classici e libri più famosi come &#8220;1984&#8243; di George Orwell, &#8220;Il giovane Holden&#8221; di J. D. Salinger, &#8220;Il conte di Montecristo&#8221; di Dumas, &#8230; Questo però è al pari dei più famosi scrittori. Come vi dicevo la trama è avvincente. Incentrata sul mistero, che viene in parte risolto e in parte intricato ancora di più pagina dopo pagina. Daniel, il protagonista della storia, legge <em>L&#8217;ombra del vento</em> l&#8217;ultima copia in circolazione di un libro dello scrittore Juliàn Carax. Il protagonista resta molto colpito dal romanzo che legge e decide di scoprire quante più cose possibili su questo scrittore. Ed è allora che comincia il mistero, si affacciano sempre più indizi nelle pagine. I colloqui con il pesonaggi che sono venuti in contatto con Juliàn per un motivo o per un altro cominciano a dare forma (e pian piano a sciogliere) il mistero della morte di questo scrittore. Lo stile del romanzo è elaborato, ma non è affatto pesante o noioso, anzi arricchisce il linguaggio in modo tale da indurci a proseguire nella lettura. Personalmente mi sono lasciato trascinare pagina dopo pagina. I personaggi sono bel delineati e lasciano la loro presenza. Alla fine del romanzo il mistero viene sciolto e ci lascia in parte sorpresi. Leggetelo e mi direte se non avevo ragione. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Non è facile scrivere bene. Molti scrittori moderni tendono a usare frasi del tipo &#8220;e tizio si divertì molto&#8221;. È un grosso errore scrivere cosa accade ai sentimenti di un personaggio. Gli stessi vanno fatti vivere al personaggio e non descritti. Solo chi legge, attraverso le righe, può rendersi conto se un personaggio si sta divertendo o se sta soffrendo, se è in pena per qualche motivo o se sta mentendo.</p>
<p>Grande <strong>Carlos Ruiz Zafón</strong>. Sei un grande. Spero di essere così bravo a narrare storie come te un giorno.</p>
<p>Non riporto parti del romanzo per non violare il diritto d&#8217;autore e per non anticipare assolutamente nulla sulla trama. Mi sarebbe piaciuto dibatterne, ma se poi decidete di leggerlo vi rovino la sorpresa e non è il caso <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />  .</p>
<p>Alla prossima recensione.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tokyo!]]></title>
<link>http://expectneglect.wordpress.com/2009/05/18/tokyo/</link>
<pubDate>Mon, 18 May 2009 18:51:16 +0000</pubDate>
<dc:creator>loser078</dc:creator>
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<description><![CDATA[Check out the Trailer for the new film, Tokyo.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:center;"><a href="http://www.apple.com/trailers/independent/tokyo/"><img class="alignleft" src="http://expectneglect.files.wordpress.com/2009/05/tokyo_200902031441.jpg" alt="" /></a></p>
<h1 style="text-align:center;">Check out the</h1>
<h1 style="text-align:center;">Trailer for the</h1>
<h1 style="text-align:center;">new film, <a title="Tokyo!" href="http://www.apple.com/trailers/independent/tokyo/" target="_blank">Tokyo</a>.</h1>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Pola X, reż. L. Carax, 1999, Francja/Japonia/Niemcy/Szwajcaria]]></title>
<link>http://greckichorzaczynaspiewac.wordpress.com/2009/04/06/pola-x-rez-l-carax-1999-francjajaponianiemcyszwajcaria/</link>
<pubDate>Mon, 06 Apr 2009 18:55:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>greckichorzaczynaspiewac</dc:creator>
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<description><![CDATA[Uwaga &#8211; film nie dla nadciśnieniowców Slub wkrótce. Idylla. Obydwoje bogaci, wrażliwi i piękni]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Uwaga &#8211; film nie dla nadciśnieniowców <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Slub wkrótce. Idylla. Obydwoje bogaci, wrażliwi i piękni.Pewnego dnia, ktos zaczyna<img class="alignright size-medium wp-image-24" title="pola" src="http://greckichorzaczynaspiewac.wordpress.com/files/2009/04/pola.jpg?w=207" alt="pola" width="207" height="300" /> sledzic pana mlodego.To mloda kobieta w czarnych szatach, ktora okazuje sie byc przyrodnią siostrą &#8230; To spotkanie burzy caly dotychczasowy porządek.</p>
<p>Film absolutnie rewelacyjny. Od razu uprzedzam &#8211; może trochę pompatyczny miejscami, Francuzi już tak mają, ale przecież za to ich właśnie kochamy. Widzowi towarzyszy ciągłe poczucie niepokoju. Są świetne zdjęcia, niesamowite lokacje i prze-ciekawi bohaterowie. Jest tempo i napięcie, któro sprawiało, że film oglądałam prawie na stojąco. Namiętności także wiele, choć nie ma co liczyć na wiele scen erotycznych, ale jak już się dzieje&#8230; Wszystko zaś kłębi sie w bohaterach, którzy zabierają nas w niesamowitą podróż przez francuskie lasy, miejskie kanały, obskurne hoteliki kończąc na postindustrialnych komunach&#8230;</p>
<p>Nominowany do Złotej Palmy, wzbudza skrajne emocje. Od wygwizdania po totalne uwielbienie.  W filmie mozemy zobaczyc ś. p. Guillaume Depardieu, Catherine Deneuve oraz mniej znaną Yekaterinę Golubevą, która hipnotyzuje swoim niesamowitym francuskim z rosyjskim akcentem&#8230; Reżyser &#8211; Leos Carax &#8211; enfant terrible francuskiej kinematografii, wybitny!</p>
<p>To był odcinek pod tytułem: Kino francuskie &#8211; uwielbiam. Będzie więcej. Nie tylko z bieżących, ale także z przeszłości co po których podwyższone ciśnienie się miało <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[TOKYO!]]></title>
<link>http://whitbitsworld.wordpress.com/2009/02/09/tokyo/</link>
<pubDate>Mon, 09 Feb 2009 17:08:56 +0000</pubDate>
<dc:creator>Whitney Barham</dc:creator>
<guid>http://whitbitsworld.wordpress.com/2009/02/09/tokyo/</guid>
<description><![CDATA[A triptych that features 3 short films from the minds of Michel Gondry (Eternal Sunshine..), Leos Ca]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A triptych that features 3 short films from the minds of Michel Gondry (Eternal Sunshine..), Leos Carax (The Lovers on the Bridge (a french film)), and Bong Joon-Ho (The Host).  Each film is set to 30 minutes and envelopes that director&#8217;s view of the city.</p>
<p>Joon-Ho&#8217;s will be titled <em>Shaking Tokyo<br />
</em>Carax&#8217;s &#8211; <em>Merde<br />
</em>Gondry&#8217;s &#8211; <em>Hiroko &#38; Akira in Tokyo</em></p>
<p>With these 3 minds collaborating, this movie is sure to be brilliant.  Watch the trailer and see for yourself!!!</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rhWLFW3te-k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/rhWLFW3te-k&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span><br />
Have a bright and shiny Monday!</p>
<p>xox,<br />
Whit</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[book recommendation: The Shadow of the Wind]]></title>
<link>http://pricewill.wordpress.com/2008/12/31/book-recommendation-the-shadow-of-the-wind/</link>
<pubDate>Wed, 31 Dec 2008 00:10:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Will Price</dc:creator>
<guid>http://pricewill.wordpress.com/2008/12/31/book-recommendation-the-shadow-of-the-wind/</guid>
<description><![CDATA[Getting on a plane? Keep a list of must-read books? Over the holidays, a friend casually suggested t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Getting on a plane? Keep a list of must-read books?</p>
<p>Over the holidays, a friend casually suggested that I read a book by the Spanish author Zafon.  7 hours later, I had finished what is the most wonderful book I have read this decade.<br /><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Carlos_Ruiz_Zaf%C3%B3n"><br />Carlos Ruiz Zafon&#8217;s</a>, <span style="font-style:italic;"><a href="http://www.amazon.com/Shadow-Wind-Carlos-Ruiz-Zaf%C3%B3n/dp/0143034901/ref=sr_1_1?ie=UTF8&#38;s=books&#38;qid=1230682281&#38;sr=1-1">The Shadow of the Wind</a><span style="font-style:italic;">, </span></span>is simply amazing.  The book, written in 2001, takes place in post-war Barcelona &#8211; the narrator, Daniel Sempere, is the teenage son of a bookseller. After finding a book by the little-known auther, Carax, the boy discovers that, despite the brilliance of Carax&#8217;s work, all his books are being destroyed one by one.</p>
<p>As Daniel seeks to uncover why, he stumbles into a spider&#8217;s web of forgotten murders, doomed love, and secret pasts.</p>
<p>The book is a gift and one to savor. Let me know if you enjoyed it and if you can suggest one that proved equally moving to you.
<div class="blogger-post-footer">&#60;link rel=&#34;alternate&#34; type=&#34;application/atom+xml&#34; title=&#34;Will Price&#34; href=&#34;http://feeds.feedburner.com/WillPrice&#34; </p></div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA['A Sombra do Vento']]></title>
<link>http://cissarego.wordpress.com/2008/11/24/a-sombra-do-vento/</link>
<pubDate>Mon, 24 Nov 2008 12:11:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>cissarego</dc:creator>
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<description><![CDATA[Para aqueles que, assim como eu, adoram um bom livro, deixo aqui uma crítica sobre um livro que todo]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Para aqueles que, assim como eu, adoram um bom livro, deixo aqui uma crítica sobre um livro que todos deveriam ler.</p>
<p>O nome é<em> &#8216;A Sombra do Vento&#8217;</em>, o autor é o barcelones <em>Carlos Ruiz Zafón</em> e a editora é <em>Suma de Letras</em>.</p>
<p>Leiam e me digam o que acharam ok?</p>
<p>A crítica segue abaixo.</p>
<p> </p>
<div id="attachment_26" class="wp-caption aligncenter" style="width: 220px"><a href="http://cissarego.files.wordpress.com/2008/11/sombra_vento.jpg"><img class="size-medium wp-image-26" title="sombra_vento" src="http://cissarego.wordpress.com/files/2008/11/sombra_vento.jpg?w=210" alt="A Sombra do Vento" width="210" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">A Sombra do Vento</p></div>
<div><em> A Sombra do Vento</em> é uma narrativa fantástica, escrita em prosa, misturando ainda poesia e ironia. Ao ler, você encontra similaridades com Dumas, Allan Poe e Victor Hugo. A história se passa em Barcelona, na primeira metade do século XX, final da época modernista. O romance é sedutor, impossível de largar uma vez que se começa a ler, além de ser uma grande homenagem aos livros em si.<br />
 </div>
<div>Tudo começa em Barcelona, em 1945. Daniel Sempere está completando 11 anos. Ao ver o filho triste por não conseguir mais se lembrar do rosto da mãe já morta, seu pai lhe dá um presente inesquecível: em uma madrugada fantasmagórica, leva-o a um misterioso lugar no coração do centro histórico da cidade, o Cemitério dos Livros Esquecidos. O lugar, conhecido de poucos barceloneses, é uma biblioteca secreta e labiríntica que funciona como depósito para obras abandonadas pelo mundo, à espera de que alguém as descubra. É lá que Daniel encontra um exemplar de <em>&#8216;A Sombra do Vento&#8217;</em>, do também barcelonês Julián Carax.<br />
 </div>
<div>A partir daí, uma série de mistérios começa a acontecer, pois Daniel se apaixona perdidamente pela obra desse autor desconhecido, e começa a procurar suas outras obras. Nessa procura, ele descobre que todos os exemplares dos livros de Carax estão sendo sistematicamente queimados, e que talvez, o seu exemplar de <em>&#8216;A Sombra do Vento&#8217;</em> seja o último existente. Daniel então, com o passar dos anos, transforma sua curiosidade em obceção, e conhece uma série de personagens que vão ajuda-lo em sua busca. Ele entende que, se não descobrir a verdade sobre Julian Carax, ele e aqueles que ama poderão ter um destino terrível.<br />
 </div>
<div><em>A Sombra do Vento</em> usa o cenário grandioso de Barcelona, com suas largas avenidas, seus casarões abandonados, sua atmosfera gótica e espectral, para ambientar um romance arrebatador que é também uma reflexão sobre o poder da cultura e a tragédia do esquecimento. A busca de Daniel marca sua transformação de menino em homem, e desperta um fascínio renovado pelos livros e pelo poder que eles podem exercer sobre nós, e é possívelmente, um dos melhores livros que eu li nos últimos tempos.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Tokyo !]]></title>
<link>http://lecinematographe.wordpress.com/2008/10/21/tokyo/</link>
<pubDate>Tue, 21 Oct 2008 16:28:31 +0000</pubDate>
<dc:creator>lecinematographe</dc:creator>
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<description><![CDATA[Tokyo ! Michel Gondry, Leos Carax, Bong Joon-ho, 15 octobre 2008 Un Gondry poétique et métaphorique,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h3 style="text-align:left;"><strong><span style="color:#888888;">Tokyo ! Michel Gondry, Leos Carax, Bong Joon-ho, 15 octobre 2008</span></strong></h3>
<p style="text-align:center;"><a href="http://lecinematographe.files.wordpress.com/2008/10/tokyo.jpg"><img class="size-full wp-image-20 aligncenter" title="tokyo" src="http://lecinematographe.wordpress.com/files/2008/10/tokyo.jpg" alt="" width="434" height="578" /></a></p>
<h3 style="text-align:left;"><span style="color:#888888;">Un Gondry poétique et métaphorique, comme à l&#8217;accoutumée, qui nous narre l&#8217;aventure tokyiote d&#8217;un jeune couple. Lui, apprenti-réalisateur va la négliger au profit de sa passion. Elle, cherche sa place, son utilité, et va, au fur et à mesure de sa quête se transformer &#8230; en chaise ! (ma scène favorite !). Puisqu&#8217;une chaise, après tout, c&#8217;est fort utile!</span></h3>
<h3 style="text-align:left;"><span style="color:#888888;">Le Carax, où un faune ou satyre terrorise les habitants de Tokyo, lèche les aiselles des jeunes filles, arrache les béquilles aux handicapés, fait sauter des grenades en plein centre-ville. Il parle une langue inconnue, est issu d&#8217;une civilisation inconnue, c&#8217;est un être chaotique venant du néant et retournant au néant au moment de son éxecution après un procès déchaînant les passions « le ciel a vieillit».</span></h3>
<h3 style="text-align:left;"><span style="color:#888888;">Enfin, le Bong Joon-oh . Un ermite urbain (hikikomori), cloîtré chez lui depuis 10 ans, va croiser le regard d&#8217;une livreuse de pizza (premier regard consenti depuis son repli de la civilisation) et en tombe amoureux &#8230; ca à l&#8217;air miévreux dit comme ca, n&#8217;est-ce-pas ? eh bien non, même pas ! Il va alors quitter son appartement-cage et partir à sa recherche &#8230; l&#8217;amour comme ouverture sur le monde.</span></h3>
<h3 style="text-align:left;"><span style="color:#888888;">Bien qu&#8217;il s&#8217;agisse de 3 scénarios forts différents, de 3 réalisateurs ayant un style bien rôdé et aboutit, l&#8217;ensemble n&#8217;en reste pas moins cohérent. On retrouve en fil rouge d&#8217;un bout à l&#8217;œuvre de ce triptyque, les névroses liées à l&#8217;urbanité et la modernité. Tokyo est ici le lieu privilégié de leurs expressions.</span></h3>
<p style="text-align:left;"> </p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sitges '08 - Capítulo 4: De las ciudades y su uso]]></title>
<link>http://filmchronicles.wordpress.com/2008/10/09/sitges-08-capitulo-4-de-las-ciudades-y-su-uso/</link>
<pubDate>Thu, 09 Oct 2008 23:02:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>filmchronicles</dc:creator>
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<description><![CDATA[De las ciudades y su uso (Tokyo!, The Broken y Synecdoche, New York) Si hace unos días hablábamos de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><a href="http://filmchronicles.files.wordpress.com/2008/10/synecdoche-new-york.jpg"></a>De las ciudades y su uso (<em>Tokyo!</em>, <em>The Broken </em>y <em>Synecdoche, New York</em>)</strong></p>
<p><a href="http://filmchronicles.files.wordpress.com/2008/10/tokyo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-56" title="tokyo" src="http://filmchronicles.wordpress.com/files/2008/10/tokyo.jpg" alt="" width="497" height="331" /></a></p>
<p>Si hace unos días hablábamos de cómo Guy Ritchie culmina con <em>Rocknrolla </em>(y esperemos que ahora decida avanzar en su estilo) su visión sobre el Londres contemporáneo, hoy ha sido el verdadero día de las ciudades en el Festival de Sitges. Las tres películas que hemos visto están ambientadas en tres urbes distintas (Tokio, Londres y Nueva York), y los films reciben influencias de sus respectivas ubicaciones de la misma manera que ofrecen sus propias visiones sobre éstas. Y, si bien los resultados son desiguales (desde los espléndidos Boong-ho y Gondry hasta el fallido Kaufman), potencian interesantes debates acerca de la relación entre una película, su autor, y la relación de éstos con la ciudad donde se sitúa el film.</p>
<p><strong>- <em>Tokyo! </em>(Michel Gondry, Leos Carax y Bong Joon-ho, 2008):</strong> para el público occidental en el que nos incluímos, las urbes asiáticas siempre nos han fascinado por su lejanía y porque arraigan sus esencias en una cultura totalmente diferente a la nuestra. Entre ellas, Tokio es la que mejor ha sabido aunar tradición y modernidad en un mismo espacio. <em>Tokyo!</em> tiene mucho de ese contraste, tanto en cada uno de los cortometrajes que la conforman como entre ellos. Gondry nos presenta una historia romántica y magníficamente <em>naïf </em>sobre una pareja que busca su lugar en la inmensa ciudad; cada uno a su manera, ambos rompedores a la vez que tradicionales, en un escenario en el que confluyen contínuamente, entre sus paredes, ambos conceptos. El segundo segmento, el de Leos Carax, plantea el del Míster Hyde en la ciudad, que aprovecha el pasado para destruir, literalmente, el presente: el gran problema es que el realizador francés no ofrece demasiados momentos brillantes como este, y al final a uno le queda la sensación que lo que pasa en Tokio podría pasar en cualquier otra gran ciudad. Finalmente, el coreano Bong Joon-Ho nos ofrece una pequeña obra maestra, una auténtica lección de estilo y de sensibilidad, en la que nos describe la alienación que la urbe moderna provoca en sus habitantes y el abandono al que éstos la acaban sometiendo; todo ello de la mano de un <em>hikikomori</em> que, sin tener jamás conocimiento de ello, acabará salvando toda Tokio. Como vemos, sobretodo en el primero y tercer casos, la ciudad tiene su propia esencia y es cada autor el que le da un uso determinado que, globalmente, hacen de <em>Tokyo!</em> un film interesante y estupendo.</p>
<p><strong><em>- The broken </em>(Sean Ellis, 2008):</strong> que el escenario del segundo largometraje, en este caso de terror, de Sean Ellis sea Londres para nada es casualidad. La capital inglesa posee ese clima (casi) siempre frío y lluvioso que, por un lado, es un lugar común en el cine del género y, por el otro y mucho más importante, justifica el uso por parte de Ellis de unos colores y una iluminación que contribuyen a la creación de una atmósfera inquietante, amenazadora y malsana que articula un tono gris y monótono (léase constantemente tenso) que se ve quebrado por los impactos visuales y, sobretodo, sonoros (el ruido de espejos rompiéndose es paradigmático en este campo). Así, Ellis se acerca en algunos pasajes al mejor H<a href="http://filmchronicles.files.wordpress.com/2008/10/the-broken.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-58" title="the-broken" src="http://filmchronicles.wordpress.com/files/2008/10/the-broken.jpg" alt="" width="364" height="203" /></a>itchcock (y aquí dejo al margen el homenaje de la ducha) como, parafraseando a Godard y salvando las insalvables distancias, &#8220;maestro del universo&#8221;. La única lástima es el hecho del odioso recurso tan común en el terror contemporáneo de los planos-inserto que recuperan rápidamente imágenes ya vistas y del consabido <em>flashback </em>final que despeja innecesariamente una sugerente y enigmática elipsis. Sean Ellis demuestra durante casi todo el metraje que no toma al espectador por tonto sino todo lo contrario, lástima que en algunos momentos se le olvide.</p>
<p><strong>- <em>Synecdoche, New York </em>(Charlie Kaufman, 2008): </strong>al justamente reverenciado guionista Charlie Kaufman le ocurre, en su primera incursión en la dirección, exactamente lo mismo que al personaje de su <em>opera prima</em>: la obra se le va de las manos, acaba superándole y comiéndose al creador. Eso no tendría nada de malo (la creación que destruye al hacedor es un tema interesantísimo) si no fuera porque Kaufman se pasa casi toda su película mostrando y demostrando la validez y los eficientes resultados artísticos que reporta la tenaz megalomanía de Caden Cotard, un dramaturgo interpretado por un Philip Seymour Hoffman titánico, un hombre que ejerce de demiurgo de una Nueva York teatral y por lo tanto tan falsa como tangible. A Kaufman no le da la gana (porque es suficientemente listo como para verlo) de ser consecuente y, si durante 110 minutos ha apostado por la condición de Dios de un artista en relación a su propia obra, que acaba mezclando realidad y ficción hasta límites insospechados, acabar la película llevando al extremo ese planteamiento que el propio personaje reclama, en vez de optar por la comodidad más hipócrita. Aún así, <em>Synecdoche, New York</em> tiene grandes aciertos, un guión muy ingenioso, y buena parte del film ofrece cotas elevadísimas de autoría y personalidad. Y precisamente por eso ese final duele tantísimo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-59" title="synecdoche-new-york" src="http://filmchronicles.wordpress.com/files/2008/10/synecdoche-new-york.jpg" alt="" width="460" height="276" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Leos Carax revient.]]></title>
<link>http://aglaeextime.wordpress.com/2008/05/22/leos-carax-revient/</link>
<pubDate>Thu, 22 May 2008 21:27:42 +0000</pubDate>
<dc:creator>aglae</dc:creator>
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<description><![CDATA[J&#8217;essaie de suivre un peu l&#8217;actualité du cinéma à Cannes, et voilà que Leos Carax fait s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>J&#8217;essaie de suivre un peu l&#8217;actualité du cinéma à Cannes, et voilà que Leos Carax fait son retour à la Croisette. La dernière fois, c&#8217;était pour <em>Pola X</em> en 1999 et ça ne s&#8217;était pas franchement bien passé. Cette fois il est accompagné de <a href="http://www.michelgondry.com/index.php/Films" target="_blank">Michel Gondry</a> (<em>Eternal Sunshine of the Spotless Mind</em> / <em>The Science of Sleep</em>) et de Bong Joon-ho pour présenter un triptyque tokyoïte surprenant. Carax le dit d&#8217;entrée de jeu : &#8220;J&#8217;aime pas Tokyo&#8221;. Et pourtant Denis Lavant &#8211; encore, toujours Denis Lavant &#8211; court à travers la ville, et dans ses égouts, en s&#8217;exprimant bizarrement. Denis Lavant maquillé en marron et en blanc, cheveux fous, regard hirsute, traverse Tokyo en terrorisant les habitants : il bondit sur eux, les bouscule, vole leurs cigarettes, lèche leurs bras (dans <em>Tokyo Eyes</em> de Jean-Pierre Limosin, cette scène où le jeune Japonais lèche l&#8217;oeil de la starlette nippone pour enlever un cil tombé&#8230;). Il existe une personne capable de le comprendre, de parler cette langue faite  de borborygmes et de gestes agressifs : un avocat français, interprété par Jean-François Balmer. Violence, langue et langage, difficultés de la communication, corps de Lavant en mouvement &#8211; ça ressemble à du Carax, non ? Cette fois en revanche, pas de gros budget, pas de tournage en trois ans, mais des séquences filmées en vidéo, des plans volés parce qu&#8217;il est interdit de tourner à Shibuya (Carax raconte comment les producteurs se sont faits embarquer par la police). Et surtout, il continue à dérouter en commentant le titre de son film, <em>Merde</em> : &#8220;J&#8217;ai une grande relation avec la merde. Il était temps que je fasse un film qui s&#8217;appelle comme ça. J&#8217;aurais pu le tourner dans n&#8217;importe quelle ville riche. Les égouts sont l&#8217;Histoire. <em>Merde</em>, c&#8217;est moi&#8221;. Carax, toujours à contre-pied.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[L'ombra del vento...]]></title>
<link>http://kslacky.wordpress.com/2007/10/19/lombra-del-vento/</link>
<pubDate>Fri, 19 Oct 2007 19:47:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>giovanni</dc:creator>
<guid>http://kslacky.wordpress.com/2007/10/19/lombra-del-vento/</guid>
<description><![CDATA[Troppo bello davvero questo romanzo. Una cosa veramente unica. Una piccola perla. Bello, bello e anc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Troppo bello davvero questo romanzo. Una cosa veramente unica. Una piccola perla. Bello, bello e anc]]></content:encoded>
</item>

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