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	<title>casa-do-saber &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/casa-do-saber/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "casa-do-saber"</description>
	<pubDate>Wed, 10 Feb 2010 16:26:37 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Palestra-entrevista com Marcello Serpa, da AlmapBBDO, na Casa do Saber]]></title>
<link>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/10/09/palestra-entrevista-com-marcello-serpa-da-almapbbdo-na-casa-do-saber/</link>
<pubDate>Fri, 09 Oct 2009 13:30:20 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/10/09/palestra-entrevista-com-marcello-serpa-da-almapbbdo-na-casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Marcello Serpa foi o terceiro palestrante-entrevistado do curso Grandes Publicitários na Casa do Sab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-medium wp-image-1746" title="Picture 2" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2009/10/picture-2.png?w=300" alt="Picture 2" width="300" height="195" /></p>
<p>Marcello Serpa foi o terceiro palestrante-entrevistado do <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-publicitarios-da-casa-do-saber/" target="_self">curso Grandes Publicitários na Casa do Saber</a>. Me pareceu o mais “artista” entre Alexandre Gama e Nizan Guanaes. Disse ser “um eterno garoto de 7 anos, segurando uma antena”, que capta tendências, entende o que está no ar.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Minhas anotações, comentários e frases do Marcello Serpa</span></p>
<ul>
<li>Aos 15 anos, sentiu necessidade de viajar e foi para Europa.</li>
<li>Procurou fazer arte aplicada. Começou designer, terminou publicitário.</li>
<li>É incrível como as relações entre esses “grandes publicitários” parece ser estremecida, como que enormes egos sempre se chocando. Fiquei com essa impressão na palestra dele, quando fala de outros profissionais.</li>
<li>“Diretor de arte era chamado de decorador de anúncio (DA)”, sobre como sua função era criticada por redatores.</li>
<li>“Sempre tive ídolos, em cada fase da vida”. Depois, com tempo, deixou de ter ídolos. Disse que a  relação ficou mais humana, mais próxima, mais de igual para igual. Achei interessante e correto.</li>
<li>O mercado de publicitário está em SP. Nizan comentou a mesma coisa, de outra forma. Não adianta querer ter uma agência nacional com sede no Rio ou em Salvador.</li>
<li>“Liderança não é título, se exerce pelo exemplo e com empatia”. Quer levar seus liderados “a um lugar melhor”, ou seja, quer ajudá-los a ir mais longe. O Petit (da DPZ) fazia isso e tenta fazer isso sempre, com todos que trabalham com ele. “Já fui líder sem ter cargo”.</li>
<li>“Sucesso é reconhecimento”. Mas é preciso ter cuidado com o ego, que “pode ficar gordo, e o colesterol do ego faz mal”.</li>
<li>De uma maneira humilde até falou da sorte e do acaso. Chegou onde chegou também com a ajuda do destino. “Talento existe sim, mas um talento específico”. E ele também acredita na intuição.</li>
<li>“Não sou piloto de avião”, sobre poder errar na publicidade. “O máximo que vai acontecer é perder a conta do cliente”, não é o fim do mundo. Deve ser difícil praticar isso na vida real. E deve ser mais difícil ainda assumir os erros, numa profissão de tanta imagem, e egos “com colesterol”. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
<li>“Talento em publicidade é associar coisas diferentes, que combinam quando juntas. É a síntese. É ver o óbvio.” Gostei muito dessa explicação. Simples.</li>
<li>“Só aprendi a ter sócios depois dos 35 anos”. “Não sou empresário”. Não quero ter chefe.</li>
<li>“É preciso acreditar na felicidade. A vida tem que ser gostosa”.</li>
<li>“Nenhuma sociedade que aboliu Deus sobreviveu”.</li>
<li>Fazer “propaganda é vender”.</li>
</ul>
<p><span style="text-decoration:underline;">O que mais gostei</span></p>
<p>Para fazer uma boa campanha é preciso apenas responder duas perguntas:</p>
<ol>
<li> Defina o problema do cliente. Onde você precisa chegar? Qual o posicionamento, qual a mensagem? Há uma única resposta para isso.</li>
<li>O que precisa ser dito é relevante, convence?</li>
</ol>
<p>“Toda ideia boa cabe em uma frase”, sobre simplicidade e como fazer um teste matador para saber se você está no caminho certo.</p>
<p>É preciso simplificar, resumir seu conceito, seu produto em apenas uma frase, que explica, vende e convence o cliente. Antes de se procurar fazer uma campanha, é preciso responder as duas perguntas chave: 1-qual o desafio? e 2-alcançando esse desafio, você conseguiu vender o produto?</p>
<p>Gostei muito disso, pois acredito que esse exercício bem feito: resumo, problema e checagem da solução, pode aumentar incrivelmente o resultado de um trabalho de marketing. Tenho a impressão de que é muito comum campanhas e estratégias que não levam esses simples conceitos em conta.</p>
<p>Esses dois tópicos acima (2 perguntas, e ideia numa frase) valeram a noite. Uma ótima reflexão sobre todos os materiais promocionais que fazemos. Fiquei pensando no que produzo e no que consumo, e me dei conta, que muitas vezes não se consegue atender a esses dois critérios tão básicos: entender o problema, e resolve-lo, de forma simples.</p>
<p>Se você gostou, leia os outros posts, da série <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/tag/grandes-publicitarios/" target="_self">Grandes Publicitários</a>.</p>
<p>Veja também uma imagem que achei no site da agência dele, que gostei.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-1748" title="Picture 3" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2009/10/picture-3.png" alt="Picture 3" width="494" height="76" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[O Fim...]]></title>
<link>http://palavraspalavras.wordpress.com/2009/09/21/o-fim/</link>
<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 07:06:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>vdbarboza</dc:creator>
<guid>http://palavraspalavras.wordpress.com/2009/09/21/o-fim/</guid>
<description><![CDATA[Desisti de lutar Quero apenas o acorde final A última nota aguda da despedida Do fim mais que anunci]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><!-- 		@page { size: 8.5in 11in; margin: 0.79in } 		P { margin-bottom: 0.08in } --></p>
<p style="margin-bottom:0;">Desisti de lutar</p>
<p style="margin-bottom:0;">Quero apenas o acorde final</p>
<p style="margin-bottom:0;">A última nota aguda da despedida</p>
<p style="margin-bottom:0;">Do fim mais que anunciado&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Óbvio, até&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">Não quero carinhos, sorrisos&#8230;afagos&#8230; perdões&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">Quero a dor, a falta, a agonia</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;o desespero&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;o despego&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;a solidão&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;o fim&#8230; somente o fim.</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">E, mais que tudo, quero as palavras</p>
<p style="margin-bottom:0;">Todas as que puder registrar!</p>
<p style="margin-bottom:0;">Delas, tirarei meu proveito, meu provento</p>
<p style="margin-bottom:0;">Elas são meu rebento, minha miséria, minha luz</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;minha salvação&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">Fim anunciado nos acordes de um jazz</p>
<p style="margin-bottom:0;">Nas fotos não registradas, nas cartas não escritas</p>
<p style="margin-bottom:0;">Ilusão alimentada, alma suja, coração depedaçado</p>
<p style="margin-bottom:0;">Quero o silêncio, o soluço, talvez, o abraço</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;e o silêncio do silêncio&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;a loucura&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;a solidão&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;o fim&#8230; somente o fim&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">&#8230;e o recomeço&#8230;</p>
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">
<p style="margin-bottom:0;">**********</p>
<p style="margin-bottom:0;">Exercício 01: Poesia &#8211; 21/09/2009</p>
<p style="margin-bottom:0;">Curso: Segredos da Criação</p>
<p style="margin-bottom:0;">Oficina de Redação &#8211; Casa do Saber/RJ</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Nizan Guanaes, da África e Grupo ABC, na Casa do Saber]]></title>
<link>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/09/17/nizan-guanaes-da-africa-e-grupo-abc-na-casa-do-saber/</link>
<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:30:46 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/09/17/nizan-guanaes-da-africa-e-grupo-abc-na-casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Assisti há mais de um mês a uma aula na Casa do Saber, com Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC e ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-1669" title="nizan-guanaes" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2009/09/nizan-guanaes.jpg" alt="nizan-guanaes" width="336" height="436" /></p>
<p>Assisti há mais de um mês a uma aula na Casa do Saber, com Nizan Guanaes, presidente do Grupo ABC e da agência África. Foi o segundo palestrante/entrevistado do curso Grandes Publicitários. Nizan deu um show. Tem uma energia enorme, literalmente “ocupou” todos os espaços da sala que tinha umas 70 pessoas. Cantou, declamou poemas, falou inúmeros palavrões. Não tentou vender uma imagem de bom moço. Um trator, que faz muito e não tem medo de ser quem é. Achei muito legal. Dizem que não é fácil trabalhar com ele. Acredito. E imagino que deve ser terrível mesmo, se você for “mole”.</p>
<p>Nizan Guanaes tem 51 anos, se considera chato, insatisfeito, inquieto. Fala que trabalha muito, 24 horas por dia. Negócio é negar o ócio. Nizan é filho de libanês e no início da carreira foi radialista. Diz sentir o pulso da audiência. Parece ter uma grande habilidade em perceber o que as pessoas estão sentindo, e mudar se for preciso para deixar sua marca, ou vender o produto do seu cliente. Seus ídolos são: GP Investimentos, Odebrecht, Dorival Caymmi. Gosta muito de trabalhar. Mas gosta também de se divertir. “Sou dono do dinheiro e não o contrário”.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Frases</span></p>
<p>“Vida é um vôo de tripa a tripa”, sobre a finitude da vida, e a necessidade de se fazer, acontecer enquanto você está aqui. Quando acaba não sobra nada.</p>
<p>“No céu não vou conhecer ninguém”, brincando com a possibilidade de ir para o inferno.</p>
<p>“Luto para que Deus acredite em mim”, ao ser perguntado se acreditava em Deus. São Paulo e São Pedro tinham muitos defeitos e foram eles que fundaram a igreja. Quer ser assim também.</p>
<p>“Minha tradição é mudar”.</p>
<p>“Publicidade compete com as vias urinárias”. Tem que ser muito bom, ele precisa vender o produto no intervalo. Se for ruim, todo mundo vai ao banheiro nessa hora.</p>
<p>“É preciso treinar muito para parecer natural”, Fernanda Montenegro.</p>
<p>“Dinheiro é igual um germe, precisa exterminar”, numa piada (acho que sobre a mulher dele). Gosta de ganhar dinheiro. E gosta de gastar dinheiro.</p>
<p>“Prometo glória, não prometo paz. Vá procurar a Thompson, se quiser paz”, em referencia a outra agência. “Meu slogan é Terrível, mas só contra os insetos”, sobre sua fama de mau, trator. “Sou duro, mas os princípios são bons”.</p>
<p>“Sucesso é uma empresa rentável, que você se orgulhe”. Várias vezes vi ele falando coisas que me lembravam muito o livro Double your profits, que é a bíblia do pessoal do GP. “Sucesso é contra sua natureza”. “A vida é domar a natureza”.</p>
<p>“Sou vulgar, mas minha obra não é”.</p>
<p>“Se você não gosta da segunda-feira, tem problema no trabalho. Se não gosta do sábado, seu problema é no casamento”.</p>
<p>“Acredito em talentos, em time. Talentos que viram sócios”.</p>
<p>“O saber alimenta e atormenta”, sobre o que podemos aprender, como podemos melhorar e como a sensação de que não sabemos nada pode angustiar. Isso acontece demais comigo.</p>
<p>“Na China, quando você se aposenta, vai trabalhar para as crianças”.</p>
<p>“Só é possível viver reinventando a vida”. Tem medo de se acomodar. Medo de se repetir. Roberto Marinho fundou a Globo aos 65 anos. Churchill foi um cara com problemas enormes, muitos fracassos. Teve sucesso só no final da vida. O novo livro do Jim Collins, How de mighty fall, comenta bem sobre Churchill.</p>
<p>“No Brasil, megalomaníaco tem vertigem no primeiro andar”. Falando que pouca gente pensa grande no Brasil. Isso é mal visto aqui. Ele quer sempre um sonho grande. É preciso pensar grande e treinar.</p>
<p>“É preciso colocar a sustentabilidade colocar dentro do modelo de negócios. Minhas agencias não são sustentáveis hoje. Não quero enganar. É muito difícil.”</p>
<p>“Todas as cartas de amor são ridículas”.</p>
<p>“Tudo vai mudar, mas o ser humano continua o mesmo”. Me lembrei do DVD O Poder do Mito.</p>
<p>“Niterói é a nossa Sausalito”. Uma comparação legal, mostrando que aproveitamos mal o que temos de muito bom. Nos EUA, os caras tiram “leite de pedra”.</p>
<p>“Se tudo tá fácil é assalto”. “Se tudo tá fácil, você não está no lugar certo”. “Time campeão está sempre sob pressão”.</p>
<p>“Eu olho a árvore pelo fruto”, sobre como avalia as pessoas, projetos. Sempre pelos resultados. E quer ser avaliado assim, pelo que faz, não pelo que os outros falam dele. “Flamengo não vai ser amado pelo Fluminense”. Ele não se preocupa em agradar a todos. “Não sou medroso”.</p>
<p>“Meu negócio é intervalo, é patrocínio”. Por isso entrou em eventos, como os de moda.</p>
<p>“O Brasil em algumas partes ainda é muito antigo”, sobre querer achar que o Brasil é a cidade de São Paulo, cosmopolita, conectada.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Deixar sua marca</span></p>
<p>Nizan falou várias vezes da sua vontade de fazer coisas maiores, de deixar sua marca. Além dos negócios visando o lucro, há também o Nizan social. Ele usa o mesmo estilo e sua grande influência e conexões para também fazer muito nessa área. Ajudou a reformar o Convento de Santo Antonio. Tem um programa social na África, com foco em educação contra violência sexual em crianças. Atua com o apoio/parceria da fundação do Bill Clinton.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Educação</span></p>
<p>“Educação é ditadura”, falando da relação dele com o filho. Força a educação dos filhos. Antonio, seu filho, estuda mandarim “na marra”.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Internet</span></p>
<p>Depois, quando vendeu a DM9 para a DDB, teve que fazer um contrato “non compete agreement” de dois anos, se afastando do mercado publicitário. Disse “devia ter ido rodar o mundo, que iria aprender muito mais”, mas montou o IG. E aprendeu muito sobre internet. Brincou “achei que iria entrar no programa how to be a millionaire e acabei entrando no Survivor”, sobre a dificuldade de lucrar nesse mercado.</p>
<p>TV ainda vai continuar sendo muito forte para produtos de massa. Internet é importante, mas depende de onde você está no Brasil. “Não copie os EUA, os dados demográficos de lá são muito diferentes do Brasil”, disse.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Negócios hoje</span></p>
<p>Quando voltou para a publicidade viu que precisava de escala. Tem o foco hoje nos países emergentes.</p>
<p>“As coisas nascem nas periferias, nas garagens”. O BRIC é a periferia do mundo hoje. No bom sentido, onde as coisas estão sendo criadas. Interessante essa comparação entre os BRICs e as garagens de empreendedores, uma boa analogia.</p>
<p>O Grupo ABC tem 17 agencias. Busca a gestão com meritocracia. Tem consultoria do INDG. É fã do GP, da Ambev. Ele quer que o ABC seja o nono grupo do mundo, já que o Brasil é a nona economia do mundo. Hoje é o vigésimo.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Pontos que mais me chamaram a atenção</span></p>
<p>Tem uma energia altíssima, invejável. Uma das coisas que mais me marcaram e que quero cultivar em mim também. Vontade muito grande, pensa grande, aplica o que sabe, procura aprender com os outros.</p>
<p>Não tem medo de ser ele mesmo. Quer ser ele mesmo no grau máximo.</p>
<p>Tem grande cultura.</p>
<p>Ótimas conexões. Conhece muita gente importante e famosa. Isso abre portas, ele chega “nas cabeças” e pode pedir e pensar grande. Sucesso puxa sucesso.</p>
<p>Mesmo tendo um negócio que é meio arte, com altas doses de criatividade, quer aprender com os melhores de gestão, como GP e INDG. Corta custos no que não é essencial. Mas isso é relativo, pois uma sede é essencial para uma agencia de publicidade. Me lembro de uma matéria da M&#38;M falando da nova sede da Africa. Foco em resultados, pressão, não passa a mão na cabeça.</p>
<p>Nizan é mais do que um publicitário, tem visão de negócios, um empreendedor. Conseguiu ir além da área inicial dele, com muito sucesso. Talvez por isso foi o palestrante que mais gostei, pois consegui aprender e me inspirar mais.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">O que levei dessa palestra-entrevista:</span></p>
<ul>
<li>Seja você mesmo.</li>
<li>Pense grande.</li>
<li>Deixe sua marca no mundo.</li>
<li>Não tente agradar a todos.</li>
<li>Busque a excelência.</li>
<li>Quem faz muito, vai ter alguns inimigos, vai ter gente torcendo contra. O sucesso é solitário, fracasso é solidário.</li>
</ul>
<p>Meu sócio, Marcelo Carvalho, que também está fazendo esse curso, <a href="http://blog.oquederevier.com/2009/08/15/conversa-com-nizan-guanaes/" target="_blank">escreveu um post, talvez mais completo que esse aqui</a>.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Série grandes publicitários: impressões sobre o Washington Olivetto]]></title>
<link>http://blog.oquederevier.com/2009/09/05/serie-grandes-publicitarios-impressoes-sobre-o-washington-olivetto/</link>
<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 14:41:23 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelopcarvalho</dc:creator>
<guid>http://blog.oquederevier.com/2009/09/05/serie-grandes-publicitarios-impressoes-sobre-o-washington-olivetto/</guid>
<description><![CDATA[No curso com grandes publicitários na Casa do Saber, tivemos nessa semana o privilégio de conhecer u]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>No curso com <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1672">grandes publicitários na Casa do Saber</a>, tivemos nessa semana o privilégio de conhecer um pouco do Washington Olivetto que, como disse o Celso Loducca, é o “primeiro da série” de grandes publicitários que o Brasil produziu a partir daquela época.</p>
<div id="attachment_756" class="wp-caption alignnone" style="width: 89px"><img class="size-full wp-image-756" title="washington" src="http://marcelopcarvalho.wordpress.com/files/2009/09/washington.gif" alt="Foto: site da W/Brasil" width="79" height="80" /><p class="wp-caption-text">Foto: site da W/Brasil</p></div>
<p>Como alguém lá conseguiu perguntar a ele, Washington Olivetto é uma lenda vida (quase matou o cara&#8230;rs). Campanhas como a do Bombril, Valisére , Cofap, etc. são dele. Ele certamente fez história na publicidade e no cenário cultural do Brasil dos últimos 30 anos.</p>
<p>Filme do Valisére:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/JlIAtOVY4qo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/JlIAtOVY4qo&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>O <a href="http://leokuba.com.br/">Leo Kuba</a>, que também está participando do curso, definiu bem em <a href="http://www.leokuba.com.br/2009/09/washington-olivetto-na-casa-do-saber-o-outlier-brasileiro.html">seu post</a>: o W.O. é um perfeito “Outlier” brasileiro, utilizando o conceito do livro  Fora de Série, escrito pelo Malcolm Gladwell (<a href="http://blog.oquederevier.com/2008/12/14/critica-de-livro-outliers-fora-de-serie-de-malcolm-gladwell/">leia aqui</a> o resumo que fiz do livro).</p>
<p>Além do talento, ele encontrou o ambiente propício para florescer: a propaganda havia se profissionalizado na geração anterior e, naquele momento, o consumidor brasileiro começava a ter acesso à infinidade de produtos e opções que têm hoje. Pode-se dizer que aquele momento marcou a migração da era da demanda para a era da oferta, e a propaganda era a maneira de diferenciar os produtos. Também, foi o momento da forte expansão da televisão a cores, canalizando a audiência e colocando a faca na mão de quem já tinha o queijo. Também, ele trabalhou muito, aprendeu e soube aproveitar a chance. O Washington era a pessoa certa, na hora certa, fazendo a coisa certa. Não podia dar outra coisa. Ele reconhece que, hoje, é muito mais difícil aparecer um Washington Olivetto.</p>
<p>Segundo o Malcolm Gladwell, as pessoas que se destacam a ponto de se tornar um Fora de Série reúnem talento + treinamento (as 10.000 horas de prática) + ambiente correto (formação, rede de relacionamentos, momento histórico, etc).</p>
<p>Outra coisa interessante do bate-papo com ele é que, apesar de ter um perfil completamente oposto ao do Nizan Guanaes (bem menos agressivo, mais conciliador), tem grande ambição de fazer a diferença e ser “o melhor do mundo”, uma profunda obsessão por estar sempre pedalando e fazendo acontecer. Lembrei-me do <a href="http://blog.piapara.com/2009/03/04/o-conceito-do-porco-espinho-do-livro-good-to-great/">conceito do porco espinho do Jim Collins</a>: escolher algo em que você pode ser o melhor do mundo, te dê paixão e tenha mercado. Na confluência destes três círculos está o sucesso.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-758" title="porcoespinho" src="http://marcelopcarvalho.wordpress.com/files/2009/09/porcoespinho.jpg" alt="porcoespinho" width="376" height="336" /> </p>
<p>Aliás, falando em obsessão por realizar, lembrei do que o Nizan falou como seu principal temor: medo de se acomodar. Engraçado esse medo, que de certa forma também tenho. Parece que o sentido da vida dessas pessoas (daí falo do Nizan e talvez de mim) está em estar sempre criando o novo, que seria o corolário de não se acomodar. Talvez não queiram pensar na hipótese de se ver sem estar empreendendo. Talvez apenas sejam assim mesmo e está tudo certo, não sendo exatamente um problema ou uma fuga.</p>
<p>Outros fatos interessantes sobre o Washington:</p>
<p>-faz propaganda porque consegue reunir nela a escrita e a venda. Com isso, consegue ser muito bom. Se não fosse publicitário, seria alguma mais ou menos em alguma outra coisa. E mais ou menos não serve para ele. Muitos publicitários viraram publicitários porque dava mais dinheiro e status do que jornalismo, por exemplo. Ele não.</p>
<p>- aliás, ele tem bem esse conceito do “ser o melhor do mundo”. Sabia que na música nunca seria um Caetano, então decidiu não ser músico. Difícil a vida de quem pensa assim (chance de muitas frustrações), mas provavelmente quem está no topo em cada área pensa assim. <em>There is a price to pay.</em></p>
<p>- sempre teve amigos mais velhos, lia muito. Era amigo do Caetano, Gil, etc. lá no início do tropicalismo. Ou seja, teve influência que ajudou em sua formação, entendeu muito bem a indústria cultural, o que permitiu que criasse para a galera, como ele mesmo diz. Sabe atingir o grande público.</p>
<p>- parece ser muito bom em criar relacionamentos que duram a vida toda. Citou o Zurita, que conheceu quando este era gerente de produto e ele diretor de criação da agência. Com certeza o fato da conta da Nestlé ser em grande parte da W/Brasil tem a ver com isso.</p>
<p>- acha importante andar com pessoas diferentes, ver coisas diferentes. Hoje, a propaganda está muito igual, publicitário só anda com publicitário, casa com publicitário, etc. A forma importa mais do que o conteúdo.</p>
<p>- parece ser um cara mais light para se trabalhar, mas teme que seu jeito relativament <em>easy going</em> de ser (foi um dos padrinhos da democracia corinthiana) está defasado: “as pessoas preferem trabalhar por pressão, ao invés de por tesão”. Nas entrelinhas, deu a entender que o esquema pressão dá mais resultados.</p>
<p>- ele deu uma definição que nunca tinha ouvido falar sobre sucesso: “sucesso é poder ser amigo de seus ídolos”.  Preciso pensar nisso.</p>
<p>- disse que não tem medo de “porra nenhuma”: já se ferrou muito e saiu de tudo. Segundo ele, costuma se dar muito bem, mas quando se ferra, é também com tudo que tem direito (ex: seqüestro). Depois corrigiu: tem medo de não estar presente para o filho que teve aos 50 anos.</p>
<p>- não tem preconceito de informação (aberto para coisas diferentes daquilo que pensa ou sabe).</p>
<p>- “a melhor propaganda é aquela que parece que o produto que fez para si próprio”.</p>
<p>- sobre tecnologia atual: “a grande maioria das pessoas que usa Twitter não sabe escrever longo o que é fácil, imagine escrever curto o que é difícil&#8230;”</p>
<p>- hoje há publicitários famosíssimos, faltam só os anúncios&#8230;</p>
<p>- campanhas recusadas pelo cliente são fatos da vida, não interessa se é o W.O. em início de carreira ou na semana passada. Quando a recusa é injusta, só resta ficar bravo. Quando é justa, daí é pior: você se sente realmente medíocre. Legal ele reconhecer isso.</p>
<p>Eu já conhecia um pouco do W.O. porque li o livro “<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/292999/na+toca+dos+leoes">Na toca dos leões</a>”, escrito pelo Fernando Morais e que fala da trajetória dele e da <a href="http://www.sitedaw.com.br/homepage.wbr">W/Brasil</a>. Mas fazia tempo, e nada melhor do que uma conversa mais pessoal. De defeito evidente, o fato de ser corinthiano doente. De resto, reforcei a impressão que tinha dele: um fora de série, com todo direito a sê-lo.</p>
<p>Semana que vem tem o Roberto Justus.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Conversa com Nizan Guanaes]]></title>
<link>http://blog.oquederevier.com/2009/08/15/conversa-com-nizan-guanaes/</link>
<pubDate>Sat, 15 Aug 2009 14:44:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelopcarvalho</dc:creator>
<guid>http://blog.oquederevier.com/2009/08/15/conversa-com-nizan-guanaes/</guid>
<description><![CDATA[Semana passada tivemos o segundo encontro com grandes publicitários na Casa do Saber. O entrevistado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Semana passada tivemos o segundo encontro com <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1672">grandes publicitários</a> na <a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php?std=17/08/2009&#38;td=17/08/2009">Casa do Saber</a>. O entrevistado da vez foi Nizan Guanaes, da DM9DDB, África, Grupo ABC, etc, etc.</p>
<p>Quem é Nizan Guanaes? Uma improvável mistura do trio Lehmann/Sicupira/Telles, do GP, com Dorival Caymmi – foco em resultados, meritocracia, trabalho árduo, mas ao mesmo tempo baiano da forma mais baiana possível, espelhada em Caymmi e Jorge Amado – alguém complexo, portanto.</p>
<p>A primeira coisa que chama a atenção no Nizan é a sua energia e seu magnetismo, muito diferente do <a href="http://blog.oquederevier.com/2009/08/07/seis-visoes-sobre-o-que-se-passa-na-cabeca-de-um-grande-publicitario-1-alexandre-gama/">Alexandre Gama</a>, que me pareceu alguém mais, digamos, cerebral e introvertido. Nizan domina o ambiente em que está, é rápido no raciocínio, surpreende com analogias criativas, abusa de palavrões e de algum sarcasmo (como ele disse, “se eu falar generalidades, vocês não vão se lembrar de nada do que falei”). Na hora do intervalo, ninguém se levantou, como se todos estivessem anestesiados pela sua presença. Um cara poderoso, sem dúvida.</p>
<p>Nizan reúne, ao mesmo tempo, características aparentemente contraditórias: é artista criativo e empresário implacável. São dele peças brilhantes como a propaganda da Folha de S. Paulo, sobre como se conta mentiras falando apenas verdades:</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/xmbM8XGMZxI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/xmbM8XGMZxI&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>É músico, e a música para ele é seu oxigênio, como definiu ao final. O outro lado: deu para perceber que trabalhar com ele não é fácil. Na falta de uma definição melhor, ele me pareceu um trator, quem conseguir que o acompanhe e terá sua recompensa. Quem não conseguir (e imagino que a maioria não consegue), fica sem dó pelo caminho. Deu a entender também que trata as pessoas de forma diferenciada, dependendo de sua importância relativa (“uma coisa é eu falar com o Celso [Loducca], que é meu sócio&#8230;”).</p>
<p>Difícil defini-lo. Talvez o mais fácil seja colocar algumas frases e o leitor que construa sua imagem.</p>
<p>“Acredito em Deus, mas luto para que ele acredite em mim”</p>
<p>“Meta é a negação da criatividade – mas isso está errado!”</p>
<p>“É preciso treinar muito para parecer natural” (citando Fernanda Montenegro).</p>
<p>“Prometo glória, não paz” (aos que trabalham com ele).</p>
<p>“Sucesso é ter uma empresa rentável e da qual se orgulha”.</p>
<p>“Sou vulgar, mas minha obra não é”.</p>
<p>“Sucesso só vem quando você faz alguma coisa contra a sua natureza”. (a vida do homem se resume a domar a natureza, completou). Essa frase é a que melhor explica a “essência Nizan”: alguém inquieto, inconformado, que procura domar o mundo à sua volta e mostrar que tudo que quer é possível.</p>
<p>“Maior medo: se acomodar” (olha aí de novo o fato de ser inconformado).</p>
<p>“O que pede a Deus: paz”. (e que nunca vai ter, a não ser que mude seu jeito de ser).</p>
<p>“Pensar atormenta; ele pensa muito”. (“A maior felicidade é ser burro, fazer um trabalho braçal”).</p>
<p>“Sou ansioso e contraditório. Aliás, o homem é Fernando Pessoa, com seus heterônimos e suas várias personalidades”.</p>
<p>“Mudar é muito difícil. É como cagar um côco”. (Deve ser alguma expressão baiana&#8230;rs).</p>
<p>“Quem quiser ter um diferencial precisa ter uma formação heterodoxa. Quer ser um grande decorador, vá estudar história”.</p>
<p>“Se não está difícil, você está no lugar errado”.</p>
<p>“Se está tudo muito fácil, é assalto.”</p>
<p>“Só os débeis-mentais não voltam atrás”. (sobre erros).</p>
<p>“rabo não tem Alzheimer” (sobre o efeito do aprendizado a partir dos erros).</p>
<p>“Não submete ninguém a nada que não se submeta”. (Ou seja, é muito exigente consigo próprio e exige dos outros o mesmo).</p>
<p>&#8220;O Brasil está num puta caminho&#8221;.</p>
<p>Polêmico, criativo, exigente, determinado, imprevisível, duro, grosso, provavelmente difícil de se lidar. Essa é a imagem que criei do Nizan nessas 2 horas de bate-papo.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-729" title="nizan-guanaes" src="http://marcelopcarvalho.wordpress.com/files/2009/08/nizan-guanaes.jpg" alt="nizan-guanaes" width="202" height="257" /></p>
<p>Foto: <a href="http://ogestor.wordpress.com/2009/06/22/aprendiz-7-quem-sera-o-novo-apresentador/">http://ogestor.wordpress.com/2009/06/22/aprendiz-7-quem-sera-o-novo-apresentador/</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[pra que chorar]]></title>
<link>http://cantodeolhares.wordpress.com/2009/08/09/pra-que-chorar/</link>
<pubDate>Sun, 09 Aug 2009 14:34:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Maíra</dc:creator>
<guid>http://cantodeolhares.wordpress.com/2009/08/09/pra-que-chorar/</guid>
<description><![CDATA[Foi assim que aconteceu. Eu fazia um curso na Casa do Saber no ano passado e um dia apareci na aula ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/J25PSqbSYiw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/J25PSqbSYiw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>Foi assim que aconteceu. Eu fazia um curso na Casa do Saber no ano passado e um dia apareci na aula e o professor não tinha ido. O monitor ficou todo sem graça porque eu não tinha sido avisada e me ofereceu uma aula em qualquer curso que estivesse rolando aquela noite. Tirei a sorte grande.</p>
<p>Tinha um curso sobre casamento e outro sobre moda. Nada me atraiu. Mas tinha um terceiro curso com o Arthur Nestrovski e o Miguel Wisnik falando da história do samba em uma aula show. Nem preciso dizer que colei naquela idéia sem nem terminar de ouvir explicações.</p>
<p>Eu tinha chegado cedo. Sentei num daqueles sofazinhos compridos que ficam na parede ao lado dos professores. Eles já estavam lá, passando o som que tocariam durante a aula. Um privilégio aquela história toda. Era o terceiro encontro deles e notei que os alunos cantarolavam algumas músicas enquanto os mestres passeavam os dedos no violão. Foi aí que começou. Cantarolei baixinho um trecho de Folhas Secas, um dos temas da noite. De repente o Wisnik esticou o pescoço e olhou para mim, seguido do Arthur, que fez o mesmo movimento. </p>
<p>Que coisa linda. </p>
<p>Fiquei sem jeito, parei de cantar e fui seguida de incentivos. Não pare, continue, muito bonito. Eles seguiam com o balançar da cabeça as notas que saíam de mim. Terminaram o ensaio e perguntaram se podiam me chamar para cantar aquela música no momento devido da aula. Quase engasgando eu disse que sim.</p>
<p>E quando chegou o tal momento, os dois pararam a aula e anunciaram.</p>
<p>Temos uma intérprete entre nós e ela vai cantar com a gente Folhas Secas.</p>
<p>Intérprete? Ainda bem que o sofá tinha encosto. O tom tava super alto, pois eles tocavam no original e naquela época eu nem fazia aula de canto, de modo que nem aquecida ou acostumada a cantar eu estava. Melhor, acostumada sim, pois faço isso sempre desde que me entendo por gente.</p>
<p>Tudo bem, pensei, vamos lá. Cantei e na sequencia foi a vez de Luz Negra, que veio naturalmente mesmo sem acordo prévio. Depois eles me perguntavam se eu cantava as músicas que vieram na sequencia e nada. Nunca fui boa para memorizar letras.</p>
<p>Foi nesse dia também que escutei pela primeira vez o Wisnik cantando Pra Que Chorar, a versão de Nestrovski para uma música de Schumann e Heine. Fiquei muito emocionada com a conversa feita com Carinhoso, do Pixinguinha. Ontem assisti esse vídeo do Celso Sim cantando essa música e toda essa história me veio na cabeça. Baixei o <a href="http://umquetenha.blogspot.com/2008/11/celso-sim-vamos-logo-sem-paredes-2008.html" target="_blank">disco dele</a> e agora estou embalada por sua voz. Linda, linda demais.</p>
<p>Terminada a aula, o Wisnik e o Arthur me perguntaram se eu era cantora. Nada. Mas faz aula? Nada. Demorou algumas semanas para eu retomar meus estudos com o canto, que merecem alguns posts porque são realmente especiais as vivências que experencio lá. Agora não largo mais.</p>
<p><strong>Pra que chorar (Schumann/Heine, versão A. <em>Nestrovski)</em></strong></p>
<p>Pra que chorar</p>
<p>Pra que sofrer demais</p>
<p>Foi só um amor perdido</p>
<p>Foi só um amor a mais</p>
<p>Pra que sofrer</p>
<p>Pra que chorar</p>
<p>Pode brilhar</p>
<p>Pode posar de amar</p>
<p>Não tem mais luz pra me fazer voltar</p>
<p>Meu coração</p>
<p>Meu coração bate infeliz demais</p>
<p>Vi seu rosto na cidade</p>
<p>Você fugindo de você e de mim</p>
<p>Vi a serpente era um sonho ruim</p>
<p>Mesmo chorando eu não vou mais chorar</p>
<p>Pra que sofrer</p>
<p>Pra que chorar</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Seis visões sobre o que se passa na cabeça de um grande publicitário: 1. Alexandre Gama]]></title>
<link>http://blog.oquederevier.com/2009/08/07/seis-visoes-sobre-o-que-se-passa-na-cabeca-de-um-grande-publicitario-1-alexandre-gama/</link>
<pubDate>Fri, 07 Aug 2009 01:46:24 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelopcarvalho</dc:creator>
<guid>http://blog.oquederevier.com/2009/08/07/seis-visoes-sobre-o-que-se-passa-na-cabeca-de-um-grande-publicitario-1-alexandre-gama/</guid>
<description><![CDATA[Assisti nessa semana ao primeiro encontro com grandes publicitários na Casa do Saber. O entrevistado]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Assisti nessa semana ao primeiro encontro com <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1672">grandes publicitários</a> na <a href="http://www.casadosaber.com.br/">Casa do Saber</a>. O entrevistado foi o Alexandre Gama, fundador da agência NEOGAMA, hoje <a href="http://neogamabbh.com.br/">NEOGAMABBH</a>. O entrevistador dos seis encontros programados é o Celso Loducca, também ele um grande publicitário.</p>
<p>Porque fui fazer esse curso, considerando que não tenho relação direta com publicidade? Acho potencialmente produtivo ter contato de vez em quando com coisas fora do seu dia-a-dia. Não raro esbarramos em uma ideia, um conceito, uma visão que podem ser implementados no negócio ou até na concepção de um novo projeto. E você só esbarra em algo se estiver em movimento. O mundo acontece fora da empresa, e não dentro dela.</p>
<p>Também, gosto de biografias e de ouvir o que pessoas de destaque têm a dizer sobre sua trajetória, seus erros, medos, pontos fortes e fracos e visão de futuro. Não necessariamente aquelas com sucesso financeiro, mas sim, destaque: que conquistaram o que se propuseram a conquistar (eticamente, supõe-se) e para as quais as pessoas param para ouvir. Na pior das hipóteses, é uma oportunidade de ouvir alguém inteligente ser entrevistado por outra pessoa inteligente.</p>
<p>Eu conhecia pouco do Alexandre Gama, para não dizer nada. O formato adotado (primeiro, entrevistas tipo Café Filosófico, e depois perguntas da plateia), a ausência de filmagem e gravação (e imprensa) e a sala pequena criam as condições para que o entrevistado fique mais à vontade e vá mais a fundo nas questões pessoais e profissionais. E o Loducca, lógico, sabe conduzir bem, até porque está duplamente “em casa”: além de ser sócio da Casa do Saber, é publicitário e conhece todos eles muito bem.</p>
<p>A entrevista foi realmente interessante. É claro que se trata de um cara inteligente, determinado, empreendedor, obsessivo e muito competente. Se não fosse por isso, não estaria sentado naquela cadeira como um dos grandes publicitários. Mas há mais a explorar do que sua trajetória de sucesso. É aí que fica interessante entrar.</p>
<p>Logo na primeira pergunta, sobre “quem é o Alexandre”, foram uns 10 minutos de auto-descrição, auto-confissão, etc. É incrível como o sucesso gera uma necessidade de compartilhamento normalmente pouco satisfeita no dia-a-dia. Não é só uma questão de ego, mas sim de diminuir um pouco o isolamento que o sucesso e a liderança cobram de quem está nessa posição. A pessoa bem sucedida sente a necessidade de contar como chegou até ali (talvez os publicitários tenham uma necessidade ainda maior&#8230;rsrs), fazer uma mea-culpa dos erros (o que é sempre mais fácil depois que você chegou lá), admitir pontos fracos (idem acima) e, no fundo, no fundo, mostrar aos outros como você é f&#8230;.., ainda que dizendo e se convencendo do contrário.</p>
<p>Na verdade, essa espécie de auto-negação só reforça seu ego: dizer por exemplo que você foi demitido no início da carreira por um erro grotesco, passou por momentos ridículos, comeu o pão que o diabo amassou e teve bastante sorte para chegar até onde chegou só reforça que você deve ser realmente muito bom.</p>
<p>Outro ponto que me chamou a atenção foi o fato dele dizer que não está preocupado com o que os outros pensam dele ou do trabalho dele &#8211; considerando que ele disse que não dá para dissociar a pessoa do trabalho realizado. Pareceu-me um contra-senso: afinal, para quem vive de imagem, o que os outros pensam do trabalho dele (e, por extensão, dele) é tudo! Ou deveria ser. Depois, refleti: quando você atinge certo ponto, de fato a opinião dos outros fica menos importante. Você não tem mais o que provar para ninguém, ou pelo menos tem menos a provar e pode se dar ao luxo de se importar menos com as opiniões alheias, ainda que isso vá contra a própria natureza de seu trabalho. É claro que ele se preocupa; apenas sabe que é maior do que essas opiniões, mesmo porque certamente já errou, sobreviveu para saber disso e sabe do seu valor. E os outros também, o que reforça a necessidade dele não precisar se preocupar com os outros.</p>
<p>Com a experiência, você aprende que mesmo as falhas mais graves sempre carregam a possibilidade de recuperação. Também, você começa a não valorizar tanto problemas que, depois, parecem pequenos, principalmente depois que a vida te dá alguns coices, diminuindo suas verdades e te deixando mais humilde. Isso foi possível perceber também na entrevista e para mim é um fator indispensável para a manutenção do sucesso. O Alexandre não é <a href="http://blog.oquederevier.com/2009/06/09/sobre-modestia-e-humildade/">modesto (disse não ter medo de nada no trabalho, isto é, confia no seu taco), mas é humilde para saber que é falível e que a fama e o sucesso podem ser transitórios</a>.</p>
<p>O conselho que ele daria para ele mesmo seria “pegar mais leve” se pudesse voltar atrás. Mas, vai saber, ele chegou até lá pegando pesado; é mais fácil falar pra pegar leve depois que se conseguiu o sucesso esperado. Será que ele estaria ali se tivesse pego mais leve? Ele disse não ser uma pessoa difícil de lidar no dia-a-dia; o que pede é que é difícil&#8230;</p>
<p>Um aspecto legal que ele falou é que quem escreve tem condições de pensar melhor, porque escrever demanda a organização das ideias de uma forma estruturada e sistematizada. E que, para escrever bem, é preciso ler muito. Segundo ele, na geração atual se escreve pior do que na dele, com o que concordo.</p>
<p>Por fim, surgiu um dilema bem interessante: a questão da sustentabilidade. Ao ser levantada a questão da sociedade de consumo e da influência da publicidade nisso tudo, ele saiu-se com uma resposta elegante: “é uma associação ingênua; a publicidade é a ferramenta que existe porque há uma demanda por parte da sociedade que se definiu como de consumo. Só existimos porque há uma demanda para isso.” Ou algo assim.</p>
<p>Mas não acho que seja bem assim. A publicidade estimula o desejo de consumo tanto quanto existe porque existe o desejo de consumo. Uma coisa alimenta a outra. E ele deixou nas entrelinhas que a publicidade terá um dilema, tanto que ele enfatizou muito a questão da sustentabilidade. Um dilema significativo, aliás.</p>
<p>Uma das formas dele equacionar esse dilema no plano pessoal, pelo que deu para perceber, é aplicar parte dos lucros em causas ambientais, como ONGs e afins. Seria a forma de “devolver à sociedade”, para usar expressão que ele mesmo usou e que gera uma certa dubiedade: devolver porque, ele se acha devedor? Pegou o que não devia? Ou é a maneira dele de continuar sendo herói, visto que já conquistou o que queria no plano financeiro? Na verdade, pouco importa. Acho válido que ele pense assim, ainda mais alguém da área de comunicação, que pode inclusive influenciar clientes do porte do Bradesco, por exemplo, a desenvolver estratégias de comunicação e ações efetivas baseadas na sustentabilidade. Essa é a outra maneira dele incorporar a sustentabilidade e ir, de alguma maneira, resolvendo o conflito da sociedade do consumo, turbinada pela publicidade, e a necessidade de consumir menos e de forma mais sustentável.</p>
<p>Por fim, uma frase legal que ele falou. &#8220;Quando você não desiste, o mundo desiste e abre as portas.&#8221; Muitas vezes, é verdade. Nem sempre, mas o suficiente para não desistir.</p>
<p>Semana que vem tem o Nizan Guanaes. Vamos ver.</p>
<div id="attachment_718" class="wp-caption alignnone" style="width: 235px"><img class="size-medium wp-image-718" title="alexandregama" src="http://marcelopcarvalho.wordpress.com/files/2009/08/alexandregama.jpg?w=225" alt="Alexandre Gama" width="225" height="300" /><p class="wp-caption-text">Alexandre Gama</p></div>
<p>Foto: <a href="http://www.gm.org.br/">Grupo de Mídia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Euclides da Cunha de Os Sertões]]></title>
<link>http://sgambatti.wordpress.com/2009/07/30/euclides-da-cunha-de-os-sertoes/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 15:30:22 +0000</pubDate>
<dc:creator>Milton Sgambatti Júnior</dc:creator>
<guid>http://sgambatti.wordpress.com/2009/07/30/euclides-da-cunha-de-os-sertoes/</guid>
<description><![CDATA[Acho muito estranho uma frase que contenha algo como &#8220;&#8230; em agosto celebra-se o centenári]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignleft size-full wp-image-240" title="sertões" src="http://sgambatti.wordpress.com/files/2009/07/sertoes1.jpg" alt="sertões" width="180" height="267" />Acho muito estranho uma frase que contenha algo como &#8220;&#8230; em agosto celebra-se o centenário morte de &#8230;&#8221;</p>
<p>Não sei quanto a vocês, mas celebrar o &#8220;aniversário&#8221; de uma morte é na melhor das hipóteses mórbido. Nesses últimos dias muito se escreveu sobre o centenário da morte de Euclides da Cunha (1866-1909) e invariavelmente nos textos aparecia um dos termos: celebra-se, comemora-se, festeja-se ou outro de mesmo teor e significado.</p>
<p>Poucos sabem as circunstâncias de sua trágica morte, mas Euclides da Cunha morreu em 1909 durante duelo com o amante de sua esposa; sua grande obra &#8220;<em>Os Sertões &#8211; Campanha de Canudos</em>&#8220;, em edição comemorativa e comentada da sempre cuidadosa Ateliê Editorial, tem vocabulário incomum, temas áridos e científicos que muitas vezes requerem bibliografia ou conhecimentos paralelos à obra. O rico prefácio, as mais de três mil notas e a cuidadosa reportagem iconográfica torna essa edição um trabalho competente, rigoroso, minuncioso e correto como poucos.</p>
<p>A cada leitura de <em>Os Sertões</em> novas descobertas são feitas, nada pode ser percebido em uma única análise e leitura. Li <em>Os Sertões</em> em minha jovem juventude, reli alguns trechos em momentos diferentes e agora, mais maduro, mas ainda jovem, planejo sua releitura. Sei que novas experiências e sensações me esperam.</p>
<p>Acredito que tenha sido Italo Calvino o autor de uma frase cujo teor se assemelha a: <em>&#8220;&#8230; ao ler um clássico, de alguma forma, experimentamos uma releitura e não uma primeira leitura &#8230;&#8221;</em>, àqueles que ainda não tiveram o prazer de experimentar Euclides da Cunha como cientista, artista e poeta, por favor, o façam, pois são poucos os que como ele conseguem unir um sábio sensível e versátil que nos informa com precisão científica o ambiente que será desfrutado por seus personagens a um artista que nos convence e encanta com palavras que se transformam em cores, formas, movimentos, sentimentos, sensações, sons, &#8230;</p>
<p> </p>
<p>Por fim, aos que buscam mais desse autor hoje tem início um mini-curso/palestra do editor-executivo e colunista do jornal <em>O Estado de São Paulo</em> Daniel Piva em três encontros na <em>Casa do Saber</em> (informações e inscrições através do telefone (11) 3707-8900).</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[casa do saber]]></title>
<link>http://homofobiajaera.wordpress.com/2009/07/30/casa-do-saber/</link>
<pubDate>Thu, 30 Jul 2009 11:40:58 +0000</pubDate>
<dc:creator>Jisuis</dc:creator>
<guid>http://homofobiajaera.wordpress.com/2009/07/30/casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Pra quem não conhece, a proposta fundamental da Casa do Saber é reunir pessoas em torno de conhecime]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p align="justify">Pra quem não conhece, a proposta fundamental da <a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php">Casa do Saber </a>é reunir pessoas em torno de conhecimentos. Apresentá-los, discuti-los, resignificá-los, reconstruí-los&#8230; divertir-se. Palestras, cursos, debates nos corredores e nos botecos próximos&#8230; a Casa do Saber é um projeto bacaninha que deu muito certo, na minha opinião.</p>
<p align="justify">Quem se interessar, vale a pena dar uma olhadela&#8230; já existe em Sampa e no Rio. Por aqui, coloco dois eventos cariocas, um deles que ocorre hoje, inclusive.</p>
<p align="justify">Bom proveito!</p>
<p><strong>NUMA NOITE<br />
Monólogo cantante</strong></p>
<p align="right"><img class="alignleft size-full wp-image-1804" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;" title="curso_1689" src="http://homofobiajaera.wordpress.com/files/2009/07/curso_1689.jpg" alt="curso_1689" width="300" height="154" align="left" />&#8220;A cantora e atriz Numa Ciro faz uma apresentação única de seu “monólogo cantante”, espetáculo criado especialmente para a Casa do Saber. Combinando o canto com o teatro, sua linguagem cênica é inteiramente ancorada na voz, especificamente na poesia do canto &#8220;a capella&#8221;. O roteiro, assinado por Numa Ciro e Ana Luiza Martins Costa, aposta no encontro de tempos, origens, linguagens e estilos, reunindo peças musicais e poéticas de diferentes tradições e recolhidas entre as produções da atualidade. A voz se amolda às odes, ao romançal, aos sonetos e cantigas, aos tangos, fados e boleros, às valsas, salsas e foxtrote, às fábulas e cantigas de roda ou de ninar, aos versos musicados de grandes mestres da poesia universal. Numa promove, no palco, um encontro inusitado entre autores e obras tão diversas quanto as de Cruz e Souza, Garcia Lorca, James Joyce, T.S. Eliot, Astor Piazzolla, Roberto e Erasmo Carlos, Caetano Veloso, Chico César, Chico Buarque, Racionais MCs, Nega Gizza, Fiell e MV Bill. A tudo isso se somam ainda as peças produzidas pela própria artista em parceria com grandes músicos como Flaviola, Hermeto Pascoal, Billy Strayhorn, Jean-Michel Jarre e Luiz Gonzaga. &#8220;</p>
<p align="right">30 JUL  Quinta-Feira, às 20h30 (30/07)</p>
<p align="right">Valor: R$ 40,00</p>
<p align="right">Saiba mais:</p>
<p align="right"><a title="Thumbnail via WebSnapr: http://www.casadosaber.com.br/" href="http://www.casadosaber.com.br/"><img style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;" src="http://images.websnapr.com/?url=http://www.casadosaber.com.br/" border="1" alt="Thumbnail via WebSnapr: http://www.casadosaber.com.br/" width="100" height="75" align="right" /></a></p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p> </p>
<p><a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php">Casa do Saber</a> e <a href="http://www.guiadasemana.com.br/Rio_de_Janeiro/Artes_e_Teatro/Estabelecimento/Largo_das_Artes.aspx?id=66018">Largo das Artes</a> apresentam:</p>
<p><strong>DESLOCAMENTO   </strong></p>
<p>Fotografias de: Flávio Colker, Murillo Meirelles, Pedro Meyer  e Zeka Araújo<br />
Curadoria: Martha Pagy<br />
Abertura: Segunda-Feira (03/08), às 18h30</p>
<p><img class="size-full wp-image-1800 alignleft" style="display:inline;margin-left:0;margin-right:0;" title="murilo meirelles" src="http://homofobiajaera.wordpress.com/files/2009/07/murilo-meirelles.jpg" alt="Foto de Murilo Meirelles" width="295" height="197" align="right" /></p>
<p>&#8220;A idéia de sair do espaço formal da galeria para realizar uma exposição em um espaço destinado a outras práticas e saberes é estimulante desde o início. De imediato surge a possibilidade da troca e da renovação. E a necessidade de se enfrentar o desafio de ocupar um espaço com dinâmicas específicas. Presente e marcante em todo esse processo é o conceito do deslocamento -  que nomeia a própria mostra e revela ao mesmo tempo a mudança e o estranhamento, desde a seleção das obras até sua instalação em diálogo com a Casa e com suas práticas. Os trabalhos reunidos na exposição reiteram esse deslocamento e ressignificam a imagem ao retirá-la de seu contexto original. Icônicos ou cotidianos, os objetos retratados deixam a esfera do documental e ganham a dimensão da metáfora, e convidam o público a mergulhar em suas múltiplas narrativas poéticas.&#8221;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vou fazer o curso Grandes Publicitários, da Casa do Saber]]></title>
<link>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-publicitarios-da-casa-do-saber/</link>
<pubDate>Mon, 27 Jul 2009 01:09:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://blog.miguelcavalcanti.com/2009/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-publicitarios-da-casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Começa agora em agosto um novo curso na Casa do Saber &#8211; Grandes Publicitários. No mesmo format]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Começa agora em agosto um <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1672" target="_blank">novo curso</a> na Casa do Saber &#8211; Grandes Publicitários. No mesmo formato do <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-executivos-da-casa-do-saber/" target="_self">curso Grandes Executivos</a>, que fiz o ano passado e gostei muito. Esse curso terá 6 convidados, Celso Loducca será o entrevistador.</p>
<p>Acho que será muito interessante e me animei a fazer pelos seguintes motivos:</p>
<ul>
<li>Conhecer, aprender e entender com publicitários extremamente bem-sucedidos.</li>
<li>Entender mais sobre o &#8220;meio&#8221; agências de publicidade.</li>
<li>Conhecer pessoas inteligentes com interesses similares aos meus</li>
<li>Me divertir e me entreter conhecendo mais sobre a vida profissional, que deve ter algumas passagens engraçadas.</li>
<li>O curso anterior foi muito bom: gente inteligente, bom humor, aprendizado e boas conversas antes, durante e depois do curso.</li>
</ul>
<p>Começa dia 4 de agosto. Veja quem são os convidados:</p>
<ul>
<li>Alexandre Gama. Publicitário. É diretor de criação, sócio e presidente da Neogama/BBH.</li>
<li>Nizan Guanaes . Publicitário, diretor da agência África, presidente e diretor de criação da agência DM9DDB.</li>
<li>Marcello Serpa. Publicitário. É sócio e diretor geral de criação da AlmapBBDO.</li>
<li>Washington Olivetto. Publicitário e criador da agência W/Brasil.</li>
<li>Roberto Justus. Publicitário e empresário. É CEO do grupo Newcomm e vice-presidente da Y&#38;R. Dirigiu o programa “O Aprendiz”, da Rede Record.</li>
<li>Fabio Fernandes. Publicitário. É presidente e diretor de criação da F/Nazca Saatchi &#38; Saatchi.</li>
</ul>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casa do Saber realiza curso]]></title>
<link>http://secomanhanguera.wordpress.com/2009/07/20/casa-do-saber-realiza-curso/</link>
<pubDate>Mon, 20 Jul 2009 16:26:29 +0000</pubDate>
<dc:creator>secomanhanguera</dc:creator>
<guid>http://secomanhanguera.wordpress.com/2009/07/20/casa-do-saber-realiza-curso/</guid>
<description><![CDATA[A partir de agosto, a Casa do Saber Jardins, em São Paulo, vai promover o curso “Grandes Publicitári]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A partir de agosto, a Casa do Saber Jardins, em São Paulo, vai promover o curso “<em>Grandes Publicitários</em>”, coordenado por Celso Loducca.</p>
<p>O curso é inspirado no talk show “<em>Inside the Actors Studio</em>”, exibido no Brasil pela TV paga, e Alexandre Gama, Washington Olivetto, Nizan Guanaes, Marcello Serpa, Roberto Justus e Fábio Fernandes já confirmaram presença.</p>
<p>Além de discorrer sobre a carreira, os convidados serão questionados sobre hábitos, formas de trabalho, grandes campanhas e ideias.</p>
<p>As aulas serão realizadas às terças-feiras, às 20 horas.</p>
<p>No dia 4/8, o &#8216;entrevistado&#8217; será Alexandre Gama; dia 11/8, Nizan Guanaes; 18/8, Marcello Serpa; dia 1/9, Washington Olivetto; 8/9 Roberto Justus, e dia 15/9, Fábio Fernandes.</p>
<p><strong>As inscrições acontecem a partir de segunda-feira, 20/07.</strong></p>
<p><strong>Casa do Saber Jardins</p>
<p>Tel.: (11) 3707-8900</p>
<p>Horário de funcionamento: 9h às 22h</strong></p>
<p><em>Fonte: CCSP</em><strong><br />
</strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[POR QUE ENSINAR A ÁFRICA NA ESCOLA BRASILEIRA?]]></title>
<link>http://terreirodejaua.wordpress.com/2009/07/14/por-que-ensinar-a-africa-na-escola-brasileira/</link>
<pubDate>Wed, 15 Jul 2009 00:11:35 +0000</pubDate>
<dc:creator>terreirodejaua</dc:creator>
<guid>http://terreirodejaua.wordpress.com/2009/07/14/por-que-ensinar-a-africa-na-escola-brasileira/</guid>
<description><![CDATA[Conferência proferida no teatro da Casa do Saber de Camaçarí, na ocasião da comemoração do dia da Áf]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Conferência proferida no teatro da Casa do Saber de Camaçarí, na ocasião da comemoração do dia da Áf]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Maldita fila de banco]]></title>
<link>http://minorkafka.wordpress.com/2009/06/23/maldita-fila-de-banco/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 19:28:04 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopaulocosta</dc:creator>
<guid>http://minorkafka.wordpress.com/2009/06/23/maldita-fila-de-banco/</guid>
<description><![CDATA[Vocês já tiveram vontade de gritar “Isso é um assalto”, de verdade ,bem enfático, como se fosse um a]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Vocês já tiveram vontade de gritar “Isso é um assalto”, de verdade ,bem enfático, como se fosse um assalto mesmo.</p>
<p>Toda vez que eu estou em um táxi ou de frente a um caixa, isso me vem à cabeça. Eu ia gritar de maneira rápida para logo depois desmentir.</p>
<p>Será que a pessoa ia chamar a segurança? Sempre fico na dúvida.</p>
<p>Ontem eu fui ao banco Itaú, precisava desbloquear o cartão que recebo meu salário no qual me sustenta, ou melhor, faz de mim um escravo. Cheguei ao banco e fiquei na fila por uns 20 minutos, existia uma fila para velhos e outra para pessoas com alguma deficiência física. Pensei que podia ter uma para epiléticos, afinal ter uma convulsão no meio daquele extress todo, ia ser fora do normal.</p>
<p>Consegui chegar ao caixa depois de muito esperar, quando cheguei ao caixa o trabalhador um rapaz com 30 anos que arrumava seu caixa freneticamente e olhava para mim com uma cara de cansado. Pedi a ele para desbloquear o pedaço de plástico que era meu cartão, ele falou, coloque na máquina, por favor, com o chip virado para dentro.</p>
<p>Eu juro que ele era educado, mas uma educação meio ríspida, aquela forçada por um treinamento chato de um domingo qualquer. O corno pediu, o Senhor poderia assinar nesse papel? Assinei sem relutar, logo ele falou que minha assinatura não batia. Como assim minha assinatura não bate? respondi.</p>
<p>Ele me deu uma segunda chance, tentei assinar de um outro jeito, mas ele falou que não estava parecida e eu precisava ir na minha agência para mudar minha assinatura. MERDA, MERDA, MERDA.</p>
<p>Tentei argumentar, falando que eu era meio louco e mudava minha assinatura a toda hora, não tinha uma assinatura fixa. O desgraçado que aperta botões, assim como eu, me olhou com uma cara triste, dizendo que não poderia fazer nada.</p>
<p>Fiquei meio preocupado, aonde será que vamos parar. Aonde será que estamos? Sei lá.</p>
<p>Meu dia não acabou assim, mas precisava acontecer algo mais bizarro, impossível um dia meu terminar de maneira normal. Foi ai que meu amigo de trabalho me deu uma carona até a Casa do Saber, pois eu tinha um curso sobre Hollywood e Bollywood, que por sinal foi bem interessante.</p>
<p>Quando eu sai do carro, ou melhor da carona, ele esqueceu de me avisar que eu estava do lado, quer dizer um quarteirão do lugar, e eu acabei pegando um táxi. O taxista malandro não avisou que era perto dali, quer dizer, ele acabou dando a volta no quarteirão e eu paguei cinco reais. Fiquei com um pouco de ódio, mas não podia fazer nada, foi culpa minha.</p>
<p>Quando acabou a palestra meu pai estava na frente para me pegar, assim como aqueles pais de meninos juvenis que freqüentam aos domingos matines, foi assim que me senti. Eu não tinha a moral de olhar para nenhuma garota, elas perceberam minha fragilidade.</p>
<p><img class="alignright" src="http://mob62.photobucket.com/albums/h119/xangow/fila_banco.gif" alt="" width="234" height="172" /><img class="alignnone" src="http://viajarmaisbarato.com/wp-content/uploads/2009/02/tarifas-taxi.jpg" alt="" width="228" height="170" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Hollywood e Bollywood]]></title>
<link>http://minorkafka.wordpress.com/2009/06/23/hollywood-e-bollywood/</link>
<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 14:25:55 +0000</pubDate>
<dc:creator>joaopaulocosta</dc:creator>
<guid>http://minorkafka.wordpress.com/2009/06/23/hollywood-e-bollywood/</guid>
<description><![CDATA[Ontem fui fazer um curso sobre Hollywood e Bollywood na Casa do Saber. Seria impossível colocar toda]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ontem fui fazer um curso sobre Hollywood e Bollywood na Casa do Saber. Seria impossível colocar todas as informações que foram discutidas nesta curta palestra de apenas duas horas. Mas vou postar dois clipes para vocês terem noção do que eu estou falando, antes de vocês assistirem, gostaria de dizer que o trecho do filme indiano que coloquei aqui, foi feito depois do clipe do Michael Jackson, que até hoje é a Vhs mais vendido no mundo, assim como o making off que ele produziu depois.</p>
<p>Se hoje assistimos os extras de nossos dvds, devemos ao nosso querido Michael.</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/AtyJbIOZjS8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/AtyJbIOZjS8&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/atpyV47PoJw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/atpyV47PoJw&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[DO OLHO NU AO OLHAR FOTOGRÁFICO]]></title>
<link>http://fotoclubef508.wordpress.com/2009/06/01/do-olho-nu-ao-olhar-fotografico/</link>
<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 17:51:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>fotoclubef508</dc:creator>
<guid>http://fotoclubef508.wordpress.com/2009/06/01/do-olho-nu-ao-olhar-fotografico/</guid>
<description><![CDATA[O encontro propõe uma reflexão sobre alguns aspectos fundamentais da construção de uma cultura do ol]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-4301" title="logo" src="http://fotoclubef508.wordpress.com/files/2009/06/logo.png" alt="logo" width="136" height="110" />O encontro propõe uma reflexão sobre alguns aspectos fundamentais da construção de uma cultura do olhar e do olhar como um instrumento da cultura. Serão apresentados e analisados exemplos marcantes da representação imagética do mundo visível na cultura ocidental. Da pintura rupestre à imagem técnica, com ênfase no diálogo entre a pintura e a fotografia. Além disso, serão dados exemplos do processo de representação plástica do mundo visível realizada pela pintura, da Idade Média ao Renascimento, como os trabalhos de Giotto e Leonardo Da Vinci, até as pesquisas sobre luz que marcaram o Impressionismo e o contraponto da fotografia na mesma época. E ainda a formação da pintura abstrata e da fotografia moderna, de Fernand Léger a Paul Strand.</p>
<p style="text-align:justify;">2 de junho</p>
<p style="text-align:justify;">“Do olho nu ao olhar fotográfico”, com Milton Guran – <a href="http://www.casadosaber.com.br" target="_blank">Casa do Saber</a> – 20hs – (Av. Epitácio Pessoa 1164 – Lagoa) &#8211; inscrições abertas, vagas limitadas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Casa do Saber]]></title>
<link>http://carmezim.wordpress.com/2009/05/13/casa-do-saber/</link>
<pubDate>Wed, 13 May 2009 03:07:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>carmezim</dc:creator>
<guid>http://carmezim.wordpress.com/2009/05/13/casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Alguém pode me dizer se existe algo parecido com isso aqui em Salvador? Queria tanto um curso como e]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style="color:#000080;">Alguém pode me dizer se existe algo parecido com <a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php" target="_blank">isso</a> aqui em Salvador? Queria tanto um curso como <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1309" target="_blank">este</a> ou <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1258" target="_blank">este</a>.<br />
</span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Curso na Casa do Saber]]></title>
<link>http://temavercomigo.wordpress.com/2009/03/04/curso-na-casa-do-saber/</link>
<pubDate>Wed, 04 Mar 2009 02:30:30 +0000</pubDate>
<dc:creator>Betina</dc:creator>
<guid>http://temavercomigo.wordpress.com/2009/03/04/curso-na-casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Hoje comecei um curso de filosofia na Casa do Saber &#8211; se chama &#8220;Amor líquido&#8221; e qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Hoje comecei um curso de filosofia na <a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php" target="_blank">Casa do Saber</a> &#8211; se chama &#8220;<a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1303" target="_blank">Amor líquido</a>&#8221; e quem ministra as aulas é o Luiz Felipe Pondé, que é o máximo!</p>
<p>Segue a sinopse do curso: &#8220;A partir do pensamento de Zigmunt Bauman sobre o amor líquido, este curso analisa os laços humanos e sua fragilidade na sociedade de hoje. Entenda as transformações do modo de viver e conceber o amor desde Platão até a época atual, definida pelo sociólogo alemão como modernidade líquida.&#8221;</p>
<p>Não é a primeira vez que eu faço um curso lá &#8211; mas fazia muito tempo desde a última vez que eu fiz. A aula é lotada, com pessoas muito diferentes umas das outras em estilo, idade, aparência &#8211; mas é bem louco pensar que todo mundo está lá, dedicando o seu tempo e $$$ para aprender e refletir.</p>
<p>E esse professor, o Luiz Felipe Pondé, é um cara muito bacana. A aula é interessante e o tempo voa!!! Amei.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[MBAs]]></title>
<link>http://blog.oquederevier.com/2009/01/21/mbas/</link>
<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 12:45:21 +0000</pubDate>
<dc:creator>marcelopcarvalho</dc:creator>
<guid>http://blog.oquederevier.com/2009/01/21/mbas/</guid>
<description><![CDATA[Frase ontem do professor, no curso sobre Crise, na Casa do Saber: Um MBA é uma coleção de frases de ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Frase ontem do professor, no curso sobre <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1184">Crise</a>, na <a href="http://www.casadosaber.com.br/main.php">Casa do Saber</a>: </p>
<blockquote><p>Um MBA é uma coleção de frases de caminhoneiro&#8221;. </p></blockquote>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Calos!]]></title>
<link>http://luaith.wordpress.com/2008/10/22/calos/</link>
<pubDate>Wed, 22 Oct 2008 02:55:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>Luciana Aith</dc:creator>
<guid>http://luaith.wordpress.com/2008/10/22/calos/</guid>
<description><![CDATA[Ando feliz da vida. E com calo no dedo de tanto fotografar! É sério! Confesso que gostei quando domi]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://2.bp.blogspot.com/__eQ_R_eILrU/SP6bn84ik5I/AAAAAAAABuI/e3HlteFfwJY/s1600-h/_MG_2571psd.jpg"><img style="display:block;cursor:hand;text-align:center;margin:0 auto 10px;" src="http://2.bp.blogspot.com/__eQ_R_eILrU/SP6bn84ik5I/AAAAAAAABuI/e3HlteFfwJY/s320/_MG_2571psd.jpg" border="0" alt="" /></a></p>
<div>Ando feliz da vida.<br />
E com calo no dedo de tanto fotografar!</div>
<p>É sério!<br />
Confesso que gostei quando domingo a noite percebi um calo enorme no dedão da mão direita&#8230; rsrsrsrs</p>
<p>Semana passada foi bem legal, adoro ter a oportunidade de circular por diferentes mundos em tão pouco tempo.</p>
<p>Na terça, pré-estréia do filme &#8220;Orquestra de Meninos&#8221; no Kinoplex Itaim.</p>
<p>Quinta show com o pianista Rod Abbamonte, na Casa do Saber em Higienópolis.</p>
<p>Sexta e sábado a comemoração dos 65 anos da Universo Tintas.</p>
<p>E no domingo, outro show do Rod, desta vez no Espaço Cachuera!.</p>
<div>Amanhã e quinta estarei numa convenção no Guarujá.</div>
<p>E no fim-de-semana&#8230; Rio de Janeiro!!!!!</p>
<div>Na foto, mais uma pra sessão espelhos que eu adoro! rs<br />
Espelho da fábrica da Universo Tintas.</div>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fábio Barbosa, do Banco Real, Santander e Febraban]]></title>
<link>http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/10/12/fabio-barbosa-do-banco-real-santander-e-febraban/</link>
<pubDate>Sun, 12 Oct 2008 05:09:08 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/10/12/fabio-barbosa-do-banco-real-santander-e-febraban/</guid>
<description><![CDATA[Assisti na segunda-feira, 03-10, uma palestra com Fábio Barbosa, presidente do Banco Real, do Santan]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><img class="alignnone size-full wp-image-325" title="brasil3" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/10/brasil3.gif" alt="" width="240" height="300" /></p>
<p>Assisti na segunda-feira, 03-10, uma palestra com Fábio Barbosa, presidente do Banco Real, do Santander (e presidente da Febraban), na <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-executivos-da-casa-do-saber/" target="_blank">Casa do Saber</a>. A palestra foi ótima, especialmente num dia como aquele, de caos no mercado financeiro (que se prolongou durante toda a semana). Para se ter uma idéia, todos os participantes receberam um email, meia-hora antes, com um importante aviso: &#8220;a palestra está confirmada&#8221;. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Fábio conquistou o público. É um excelente orador, calmo, fala devagar, baixo. Aos poucos conquistou a todos. Fez uma ótima retrospectiva de sua vida profissional, com dicas e uma maneira de contar que me inspirou. Ele gosta de rabiscar, para organizar as idéias. Pediu papel antes de começar a falar.</p>
<p>Disse ter <span style="text-decoration:underline;">obsessão pelo Brasil</span>, por isso quis voltar para cá quando estava muito bem, trabalhando na Suíça para a Nestlé. Perguntou-se: trabalho com finanças, porque não trabalhar em um banco? Daí resolveu voltar ao Brasil e pediu demissão da Nestlé. Abriu mão de uma posição confortável e arriscou.</p>
<p>No início no banco, trabalhava em controladoria, uma área &#8220;non-differentiated&#8221; no banco. Ao falar sobre isso, disse ninguém gosta de ser &#8220;não alguma coisa&#8221;. Mesmo estando super bem na época (era diretor), pediu para ser transferido para tesouraria. Com isso optou por ser &#8220;rebaixado&#8221; de cargo. Foi criticado por amigos e colegas, como um erro.</p>
<p>Explicou que se perguntou: &#8220;<span style="text-decoration:underline;">estou aqui por acaso?</span>&#8221; Se sim, não tenho competência, melhor garantir com unhas e dentes esse espaço que conquistei. Se não estou por acaso, mas por competência, capacidade, posso dar esse passo agora, e se precisar, volto atrás, recomeço. Uma forma ótima de avaliar decisões de carreira, em especial para quem quer mudar de área, ou pedir demissão de uma empresa &#8220;mala&#8221;.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-326" title="espahois_verdes_abre325x167" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/10/espahois_verdes_abre325x167.gif" alt="" width="325" height="167" /></p>
<p>Deu aula em faculdades sobre opções, mercado futuro, derivativos. Ele acha que as empresas podem ser melhor gerenciadas ao saber usar essas técnicas. Aí perguntavam: como usar isso para desviar dinheiro de uma empresa para outra? A resposta dele &#8211; querer que eu te explique isso é como ir a uma auto-escola e pedir para te ensinarem a matar gente usando um carro. <span style="text-decoration:underline;">Não estou aqui para isso</span>. A forma como ele contou isso, já me ganhou (e acho que metade da platéia).</p>
<p>Acredita em &#8220;<span style="text-decoration:underline;">trabalho, profissionalismo e persistência</span>&#8220;. Disse que tem uma frase do Airton Senna num quadro em sua sala, com esses dizeres.</p>
<p>O Jair Ribeiro, da Casa do Saber, moderador e entrevistador do curso, disse que mandou o livro &#8220;Made in America&#8221;, a biografia do Sam Walton do Wal-Mart para o Fábio, quando ele assumiu o Banco Real (era o presidente de um banco bem menor no Brasil, o ABN). O Jair disse que manda livros de presente para amigos, com uma mensagem específica, quando assumem cargos desafiadores. Fiquei curioso, com sempre, por uma lista de sugestões.</p>
<p>Criou <span style="text-decoration:underline;">código de ética</span> para o Banco Real (daí a origem da frase &#8220;sem canelada&#8221;). Procurou criar uma cultura de relacionamento de longo prazo com o cliente do Real. Sofreu muito com isso, disse ter sido difícil implementar, mas que as pessoas querem isso, querem ser honestas, trabalhar direito. Vinte mil pessoas no Real endossavam essa proposta. &#8220;O Brasil está revendo seus valores&#8221;, isso ajudou o banco nesse projeto. Me lembrei de quando fui fechar minha conta no Real. Achei que seria chateado de todas as formas, da mesma maneira que ocorre quando você tenta cancelar uma linha telefônica, ou a TV a cabo da Net. Foi fácil, rápido e amigável.</p>
<p>Desse trabalho de fazer certo e <span style="text-decoration:underline;">relacionamento de longo prazo</span>, nasceu o trabalho na área de sustentabilidade. Descobriu que empresas que se preocupam com sustentabilidade são mais rentáveis, pois geralmente estão mais preocupadas que a média com outras coisas importantes: pessoas, gestão, inovação, etc. Fazendo esse trabalhou começou a encontrar ressonância em outras empresas, clientes do banco. Criaram um Espaço de Práticas, onde compartilham com outras empresas suas experiências nessa área.</p>
<p>Citou Peter Drucker, para trabalhar bem, &#8220;seu funcionário precisa de uma <span style="text-decoration:underline;">causa</span>&#8220;.</p>
<p>Resultado é legging indicator (algo que já aconteceu). Marca é trend indicator (algo que ainda vai acontecer).</p>
<p>Seu maior erro foi confiar nas pessoas, teve um prejuízo no banco, que se não tivesse &#8220;moral&#8221; com a matriz, também teria sido demitido. Várias vezes durante a palestra falou de pontos fracos, como &#8220;temos milhares de funcionários, tem de tudo, até bandido, talvez tenhamos até alguém normal&#8221;. Essa <span style="text-decoration:underline;">franqueza</span> conquista as pessoas e fez com que as outras coisas que contou soassem mais verídicas. Disse que é quase naive, inocente. E busca pessoas que o complementem, por isso tem gente na equipe com mais malícia. Outra área que precisa de complementação é na atenção aos detalhes.</p>
<p>Falou do seu projeto 100. Vai viver 100 anos, por isso <span style="text-decoration:underline;">planeja a vida</span> com esse horizonte. E toma suas decisões com esse horizonte. Exemplo: plantar árvores na sua fazenda.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Como lida com o stress</span>. Janta em casa quase todas as noites. Antes de ir a palestra naquela noite, foi em casa tomar um banho. Tem uma fazenda de café (uma casa de campo com uma atividade produtiva, para não ficar parado). Faz meditação. É tranquilo. Essa talvez seja a melhor dica. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Ao contratar</span>. Busca brilho nos olhos, vontade de aprender, drive. Procura gente de bem com a vida. Com engajamento. Para equipe próxima: com qualidades que o complementem (malícia e detalhismo). Disse: tenho 54 anos e não me conheço, sei que terei uma enorme dificuldade de conhecer uma pessoa realmente, em uma entrevista de 15 minutos.</p>
<p>Na época da venda do Real para o Santander <span style="text-decoration:underline;">montou um blog</span> para se comunicar com todos os funcionários do Real, mante-los atualizados.</p>
<p>Quer ser um exemplo, para outros bancos, para outras empresas, para o Brasil, de que pode dar certo, pode lucrar, sem transgredir. Ao assumir a Febraban, recomendou: precisamos <span style="text-decoration:underline;">acender a luz</span>. A imagem dos bancos é pior do que a realidade. Precisamos mostrar mais, ser mais transparentes, aí a imagem vai melhorar. Sugeriu montar código de conduta para todos os bancos. Teve dificuldade, mas conseguiu. Repetiu: ninguém quer ser contra isso assumidamente.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Sobre a crise.</span></p>
<p>Serão dois estágios: o incêndio e a busca aos escombros. Ainda estamos no incêndio. Quando parar de queimar, vamos avaliar o que sobrou, o que podemos fazer.</p>
<p>A crise é importada, logo os efeitos no Brasil virão no câmbio e nas exportações (menor demanda mundial). Economia vai desacelerar (bastante).</p>
<p>Bancos devem fazer três coisas:</p>
<ul>
<li>emprestar dinheiro</li>
<li>render dinheiro para quem aplica lá</li>
<li>fazer pagamentos</li>
</ul>
<p>&#8220;Parece que alguns bancos resolveram fazer mais do que isso, daí o problema&#8221;.</p>
<p>Os EUA têm uma enorme capacidade de reinvenção. O Brasil ia crescer 5%, agora devemos crescer 2-3%, talvez decrescer 1-2%, na pior das hipóteses. Não vamos ter uma grande depressão.</p>
<p>Não pegue dinheiro emprestado agora. Se está investindo com recursos próprios, talvez valha a pena fazer agora. Se o recurso não é próprio, espere para ver o que vai acontecer.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Suas qualidades</span>, perceptíveis na palestra:</p>
<ul>
<li>sabe escutar</li>
<li>diretivo</li>
<li>envolvente</li>
<li>disciplinado</li>
<li>tem processos e procedimentos</li>
<li>acredita muito no que fala</li>
</ul>
<p>Disse que acredita no <span style="text-decoration:underline;">acaso</span>. Recomenda não comemorar demais o sucesso, ou chorar demais o fracasso. Disse que ao fazer 50 anos, fez um retrospecto da vida e aos filhos confidenciou que não gostaria de viver a vida novamente, do zero, pois provavelmente não teria tanta sorte, não chegaria tão longe quanto chegou. Nessa hora, falou com humildade e franqueza, como em todo o tempo.</p>
<p>Tocou novamente no <span style="text-decoration:underline;">Projeto 100</span>, quer causar impacto no Brasil. Não descarta entrar para política, mas reforçou que é um falso mito  pensar que quem pode fazer, melhorar o Brasil está na política. Quem está nas empresas também pode melhorar o Brasil, e muito.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Satisfação</span></p>
<p>Perguntei como o banco mede a satisfação dos clientes, o que é bastante difícil de medir. Disse que usa o NPS da consultoria Bain. Tem um conselho de 20 clientes, com uma reunião mensal. Fiquei satisfeito, por ter lido o livro, gostado muito e aplicar os conceitos.</p>
<p><span style="text-decoration:underline;">Frases:</span></p>
<ul>
<li>Estou aqui por acaso, ou por competência?</li>
<li>Não deixe que a inércia tome conta da sua vida.</li>
<li>O dinheiro não permite que você faça o que quer, mas pelo menos permite que você não faça o que não quer.</li>
<li>Vim trabalhar no Brasil com empresas que têm comprometimento com o país.</li>
<li>O jogo é duro, mas é na bola, não na canela (repetiu várias vezes, seu mantra no Real).</li>
<li>Dar certo, nas coisas certas, do jeito certo.</li>
<li>Seja o que você é. Eu não consigo ser malandro, não sou bom nisso.</li>
<li>Há um falso dilema: fazer certo X dar lucro.</li>
<li>Não sou contra derrubar árvores. Sou contra ilegalidade.</li>
<li>Resultado = resulta de alguma coisa. Não dá para olhar só o resultado.</li>
<li>Lucro = cliente satisfeito = funcionário satisfeito (+ marca / sustentabilidade).</li>
<li>O Brasil está revendo seus valores.</li>
<li>Não sou capaz de tocar um banco de outro jeito (sobre a ética nos negócios).</li>
<li>Ninguém tem coragem de falar alto &#8220;sou contra ética&#8221;.</li>
<li>Transparência sim, democracia não (sobre seu estilo de liderança).</li>
<li>Não vire torcedor, aja.</li>
<li>Gestão = alinhar objetivos das pessoas com os da empresa</li>
</ul>
<p>Fábio gosta de trabalhar com gente. É tímido, mas consegue impulsionar, incentivar as pessoas ao seu redor. Comprovei isso na palestra. No final pensei, se for abrir uma conta em outro banco, vou avaliar o Real. Procurando imagens no Google, descobri que também é flamenguista.</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-327" title="imagem044" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/10/imagem044.gif" alt="" width="300" height="400" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Entender de arte faz parte do trabalho]]></title>
<link>http://abrhnacional.org/2008/08/13/entender-de-arte-faz-parte-do-trabalho/</link>
<pubDate>Wed, 13 Aug 2008 17:32:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>epressblog</dc:creator>
<guid>http://abrhnacional.org/2008/08/13/entender-de-arte-faz-parte-do-trabalho/</guid>
<description><![CDATA[O professor da Unicamp, Leandro Karnal, estará no CONARH 2008 proferindo a palestra &#8220;Competênc]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/Rzo0wZwAn6I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/Rzo0wZwAn6I&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p class="MsoNormal" style="line-height:150%;text-align:justify;margin:0;"><span style="font-family:Verdana;"><span style="font-size:small;color:#000000;">O professor da <a href="http://www.unicamp.br" target="_blank">Unicamp</a>, Leandro Karnal, estará no CONARH 2008 proferindo a palestra &#8220;Competência cultural: uma exigência da modernidade&#8221;. Segundo Karnal, que também é curador da <a href="http://www.casadosaber.com.br" target="_blank">Casa do Saber</a>, entender de arte, conhecer história da música, compreender as condições culturais que levam à criação de uma sinfonia ou quadro, são atributos que diferenciam os profissionais criativos, que antecipam tendências, daqueles que apenas controlam entrada e saída de materiais. Veja no vídeo acima uma entrevista com Karnal sobre sua palestra.</span></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Vou fazer o curso Grandes Executivos, da Casa do Saber]]></title>
<link>http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-executivos-da-casa-do-saber/</link>
<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 14:17:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>Miguel Cavalcanti</dc:creator>
<guid>http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/07/26/vou-fazer-o-curso-grandes-executivos-da-casa-do-saber/</guid>
<description><![CDATA[Vou participar do curso Grandes Executivos da Casa do Saber, em São Paulo. São encontros semanais co]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://twitter.com/eduacarvalho" target="_blank"><img class="alignnone size-full wp-image-156" src="http://mrcavalcanti.wordpress.com/files/2008/07/080726_foto.jpg" alt="" width="478" height="322" /></a></p>
<p>Vou participar do <a href="http://www.casadosaber.com.br/curso.php?cid=1073" target="_blank">curso</a> Grandes Executivos da Casa do Saber, em São Paulo. São encontros semanais com alguns dos principais executivos brasileiros. O curso se inicia em 22 de setembro.</p>
<p>Alguns dos nomes já confirmados:</p>
<ul>
<li>Roger Agnelli, da Vale</li>
<li>Antonio Maciel Neto, hoje da Suzano (ex-Ford)</li>
<li>Fábio Barbosa, do Banco Real</li>
</ul>
<p>Acho que vai ser uma experiência muito bacana para conhecer como pensam, como trabalham e como decidem executivos (de sucesso), de grandes empresas. Um boa fonte de inspiração para fazer mais, e melhor.</p>
<p>No início desse ano, um curso parecido me chamou muito a atenção, mas já era tarde, as inscrições estavam esgotadas. Recebi um pequeno resumo, de uma das palestras, com o <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/05/17/empreender-um-resumo-do-gp-investimentos/" target="_self">Marcel Telles</a>, do <a href="http://blog.miguelcavalcanti.com/2008/05/17/empreender-um-resumo-do-gp-investimentos/" target="_self">GP Investimentos</a>, que gostei muito e fiquei na &#8220;espera&#8221; por um novo curso, nessa área. Meus amigos <a href="http://twitter.com/eduacarvalho" target="_blank">Eduardo</a> e <a href="http://twitter.com/jdborges" target="_blank">Julio</a>, também vão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>

</channel>
</rss>
