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	<title>cerebro &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/cerebro/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "cerebro"</description>
	<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 23:57:46 +0000</pubDate>

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	<language>en</language>

<item>
<title><![CDATA[Quick Flash: Leandrini]]></title>
<link>http://leandrini.wordpress.com/2009/12/15/quick-flash-leandrini/</link>
<pubDate>Tue, 15 Dec 2009 07:23:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>leandrini</dc:creator>
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<description><![CDATA[Olá pessoal. Primeiramente, gostaria de explicar o termo &#8220;Quick Flash&#8221; que eu coloquei c]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Olá pessoal. Primeiramente, gostaria de explicar o termo &#8220;Quick Flash&#8221; que eu coloquei c]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Depuracion Cerebral.]]></title>
<link>http://atoniaverbal.wordpress.com/2009/12/11/depuracion-cerebral/</link>
<pubDate>Fri, 11 Dec 2009 01:07:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>22</dc:creator>
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<description><![CDATA[Me encuentro sentado en mi silla, si, mi silla preferida y tan solo busco en mi habitacion mi otro y]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Me encuentro sentado en mi silla, si, mi silla preferida y tan solo busco en mi habitacion mi otro yo.</p>
<p>No joder donde lo habre dejado, busco en el librero, se abra consumido en algun libro? busquemos entre Carl Sagan y Cohelo, fuck no esta ahi&#8230;. y si se convirtio en bytes, prendo el ordenador y no se encuentra&#8230;.</p>
<p>Bien donde podra estar, hace un año estaba a mi lado, no joder tanta luz me confunde, salgo a la calle, paseo por aquel parque, recuerdos, pinches recuerdos, giro a la derecha un par de señoras hablando de infidelidades, pinches señoras infieles, pudranse&#8230; sigo caminando&#8230; ho pancakes, su aroma llena mi paladar de sensaciones, tendre que desterrar pensamientos de mi cabeza.</p>
<p>Camino, vago, por dios que no soy bipolar, solo , no tengo espacio para sentimientos absurdos en estos momentos, preciso seria mi adjetivo. Me llama aquella Srita. no joder pondre el cartel.</p>
<p>&#8220;No Molestar Programador Depurando Su Mente, Gracias &#8220;</p>
<p>Tengo que tomar el control de mi vida, mi mente, mis desiciones, es tiempo de apoderarme y defender mi ideales, bien susurra mi colega <a href="http://www.twitter.com/siddexter" target="_blank">@siddexter</a> , Esa es la actitud, mas no se si es el metodo.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sobre cozinha]]></title>
<link>http://123bier.wordpress.com/2009/12/01/sobre-cozinha/</link>
<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 01:27:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Alemão</dc:creator>
<guid>http://123bier.wordpress.com/2009/12/01/sobre-cozinha/</guid>
<description><![CDATA[Descobri que meu estômago tem mais a ver com meu cérebro do que com suas funções propriamente ditas.]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Descobri que meu estômago tem mais a ver com meu cérebro do que com suas funções propriamente ditas. Minha capacidade de digestão, manutenção da comida no corpo, azias, estomatites e cólicas estomacais estão intimamente ligadas ao meu cotidiano, minhas relações interpessoais e à minha atividade cerebral. Quanto maior o caos, maior a dor, mais o estômago pula, queima, se rebela e piqueteia junto com alguns de meus outros órgãos internos.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Lembro-me de uma discussão que não vinha tendo um bom caminho, e antes dela ter fim eu precisei sair correndo e &#8220;pôr os cachorros pra fora&#8221;. Pois bem, o momento passou, a pessoa passou, mas o estômago segue firme (?) e forte (?) com seus pulos, borboletas, reviravoltas e incêndios.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Tendo isso em vista, e obviamente não poderia me expôr, o código-tema e fonte da postagem que você lê neste momento é a cozinha, os alimentos, a comida. Como eu não poderia deixar de fazer uso das metáforas ou de nada do tipo, vai tudo <em>encrypted </em>assim mesmo. Até o meu raciocínio fica melhor.</p>
<p style="text-align:center;">
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><img title="Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse..." src="http://denisealves.files.wordpress.com/2009/03/bolo1.jpg?w=360&#038;h=342" alt="Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse..." width="360" height="342" /><p class="wp-caption-text">Bom seria se o bolo da minha vida não desandasse nunca...</p></div>
<p style="text-align:justify;"><strong>Bom, comecemos:</strong></p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Eu tinha um bolo. Ele estava no forno há um bom tempo, muito bem preparado, cozinhando com maestria, ingredientes certos e a pitadinha de sal que sempre falta em algumas receitas. Receita exclusiva, doce, gostosa. Então, sem muito aviso, o bolo começou a dar sinais de que iria desandar. Nada muito claro, mas por premeditação tiramos o bolo do forno. E começou a desandar mesmo fora, tanto o bolo como o próprio cozinheiro.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Já ciente de que o bolo queimaria se voltasse para o forno em temperatura alta, principalmente depois de colocar outro docinho no meio do caminho, mesmo assim resolveu tentar recuperar rapidinho sua obra prima do mundo gastronômico, mas esta começou a queimar e desandar de vez, especialmente depois do tira-põe-tira-põe no forno.  Então, nada mais a fazer se não tirar o bolo mais uma vez.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Então, o que fazer? Apostar em doces pequenos e fáceis de fazer, mas que ficam prontos rápido e apesar de saborosos não dão nenhuma satisfação adicional para o cuidadoso <em>chef </em>que os prepara? Fazer um bolo com os ingredientes destes doces após degustá-los? Juntando os ingredientes, a impressão inicial que se tem é que pode ser saboroso, e é realmente gostoso quando degustado, o que leva à talvez continuar com a receita, mas que pode demorar a dar liga. Tal por displicência e falta de vontade do cozinheiro, que não consegue elaborar bem nenhuma outra receita após ou esquecer do bolo magistral cair pelas tabelas, tal por azar, tal por uma percepção do <em>chef</em>, que visualizou, não sem a ajuda de um óculos especial, um cozinheiro amigo com problemas com uma receita muito parecida que desandou antes mesmo de entrar no forno.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Por interferência oculta deste companheiro de cozinha, que certamente ainda não sabe da história, o chef pensa duas vezes antes de botar a mão na massa. Pois bem, é melhor deixar uma receita de lado a perder um grandioso colega de profissão. Mas tudo depende. Agora, por favor, perdoem a licença poética, mas terei que ser tão decidido quanto o Cléber Machado: Pode continuar a receita? Pode. Pode dar liga? Pode. Pode não dar? Pode. Pode tentar abandonar a nova receita e tentar dar nova forma ao desandado, queimado e deixado bolo antigo, para que este retorne triunfalmente? Pode ser. Pode não fazer nenhuma das anteriores? Pode. Não sei, a panela pode achar uma coisa, o fogão outra. Realmente não sei. E como não vou conseguir desvelar isso tão cedo, farei como o Ultraje a Rigor: &#8220;<em>eu não tô sabendo nada mas também não quero nem saber</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">
<p style="text-align:justify;">Uma coisa é certa: O cozinheiro talentoso e inconstante havia perdido a mão.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Reflejos espinales]]></title>
<link>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/reflejos-espinales/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:49:49 +0000</pubDate>
<dc:creator>tsalawaly</dc:creator>
<guid>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/reflejos-espinales/</guid>
<description><![CDATA[Introducción: El sistema motor se organiza en términos jerárquicos: Las estructuras de la base están]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Introducción:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>El sistema motor se organiza en términos jerárquicos:</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/organizacion-jerarquica-del-sistema-motor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-399" title="Organización jerárquica del sistema motor" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/organizacion-jerarquica-del-sistema-motor.jpg" alt="" width="554" height="378" /></a></p>
<p>Las estructuras de la base están supeditadas a las órdenes de las superiores. Se organiza como la jerarquía militar. El soldado ejecuta las órdenes del teniente, del capitán, etc. Si disparan al soldado, el dispara sin preguntar, pues de la misma manera puede actuar la médula espinal. Cuando llega un estímulo, la respuesta puede venir de distintos centros, aunque la médula espinal sería siempre el brazo ejecutor.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Anatomía de la médula espinal:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/anatomia-de-la-medula-espinal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-400" title="Anatomía de la médula espinal" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/anatomia-de-la-medula-espinal.jpg" alt="" width="478" height="375" /></a></p>
<p>Por la sustancia blanca van los tractos o vías que pueden llevar información ascendente (hacia el encéfalo) o descendente. Se identifican los tractos como: primero el origen y después el destino.</p>
<p>En la sustancia gris podemos encontrar dos tipos de neuronas:</p>
<p>-          Interneuronas: cuyos axones no salen del sistema nervioso central.</p>
<p>-          Motoneuronas: cuyos axones van al músculo. En el asta ventral aparecen motoneuronas a (Aa) que van a células extrafusales. También hay motoneuronas g (Ag) que van hacia las fibras del uso muscular.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Reflejo miotático monosináptico o de estiramiento:<br />
</span></strong></p>
<p>Un reflejo es de naturaleza inconciente. Este ocurre cuando un músculo es estirado por encima de su valor preseleccionado. La acción refleja produce el reestablecimiento de la longitud de partida del músculo. Ej: al poner más peso sobre la mano. El músculo se estira aún más y como reflejo vuelve a su longitud inicial.</p>
<p>La información viaja a través de las fibras de tipo Ia que producen la excitación de las Mn (motoneuronas) que van al músculo homónimo. Por una ruta indirecta (mediada por una interneurona), se inhiben las Mn a que van al músculo antagónico.</p>
<p>Un músculo homónimo es aquel del que procede la estimulación sensorial. Uno antagónico es aquel cuya acción se opone a las del homónimo.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-miotatico-monosinaptico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-401" title="Reflejo miotático monosináptico" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-miotatico-monosinaptico.jpg" alt="" width="709" height="389" /></a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Reflejo miotático bisináptico o tendinoso:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>El reflejo acomoda la fuerza necesitada. Evita la rotura o lesión de la zona muscular tendinosa. Hace posible la inhibición de las motoneuronas que van a la musculatura homónima y la activación de las neuronas que van la musculatura antagónica. Así se pierde tensión en el músculo homónimo y el antagónico se opone a la tensión.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-miotatico-bisinaptico.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-402" title="Reflejo miotático bisináptico" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-miotatico-bisinaptico.jpg" alt="" width="681" height="393" /></a></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Reflejo de flexión y extensión cruzada:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Se activa por nociceptores y produce la flexión o retirada de la extensión dañada, Ej: quemarse al cocinar. La extremidad opuesta, a veces, puede acompañarlo estirándose.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-de-flexion-y-extension-cruzada.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-403" title="Reflejo de flexión y extensión cruzada" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/reflejo-de-flexion-y-extension-cruzada.jpg" alt="" width="683" height="481" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Estos apuntes corresponden a la asignatura Fisiología Animal, cursada por el catedrático Blas Torres Ruiz en la Facultad de Biología, Universidad de Sevilla</em>. <em>Para cualquier duda consulte con su farmacéutico o profesional en la materia más cercano. También son válidos cualquier tipo de saber libresco de mesilla, preferentemente aquellos que tengan mayor rigor científico.</em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Quimiorreceptores, termorreceptores, nociceptores y electrorreceptores]]></title>
<link>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/quimiorreceptores-termorreceptores-nociceptores-y-electrorreceptores/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:38:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>tsalawaly</dc:creator>
<guid>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/quimiorreceptores-termorreceptores-nociceptores-y-electrorreceptores/</guid>
<description><![CDATA[Quimiorreceptores: Concepto: receptor sensorial que se activa por sustancias químicas que pueden pro]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Quimiorreceptores:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Concepto: receptor sensorial que se activa por sustancias químicas que pueden provenir del mundo exterior (gusto y olfato) o del medio interno.</p>
<p>El sentido del gusto y el olfato participan en diversas conductas como la alimentación y la reproducción.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Gustación:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Morfología funcional:</strong></p>
<p>Los receptores sensoriales se localizan en la boca, particularmente en la lengua. La unidad funcional es el botón gustativo, que está en una cavidad del epitelio. Aparecen células gustativas que en la parte apical tienen microvellosidades que hacen contacto con la saliva. En ella se encuentran disueltas las partículas a degustar.</p>
<p>En la parte basal hay vesículas que tienen neurotransmisores. Al ser expulsados van a un aferente sensorial, por lo tanto se trata de un receptor sensorial secundario.</p>
<p>Los botones están en unas estructuras mayores llamadas papilas gustativas.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/boton-gustativo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-390" title="Boton gustativo" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/boton-gustativo.jpg" alt="" width="422" height="314" /></a></p>
<p><strong>Fisiología del sistema gustativo:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Estudios psicofisiológicos: son estudios en los que el sujeto dice lo que le pasa mientras le hacen las pruebas. A través de ellos se saben que hay cuatro sabores básicos: dulce, salado, ácido y amargo.</p>
<p>Las células del botón gustativo responden con variaciones del potencial de membrana (no producen potenciales de acción) con cualquier tipo de sustancia. Los botones gustativos responden a todos los sabores básicos, pero siempre hay uno para el cual la respuesta es más acentuada. Esto se transmite a la fibra sensitiva que varía sus PA/s.</p>
<p><strong>Transducción:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>-          Salado: es el sabor más elemental. Es percibido como un incremento de los niveles de Na+ en la saliva y por tanto aumenta la conductancia al Na+ (gNa+) en el botón gustativo. Se dará entonces una despolarización que produce un aumento de la conductancia de calcio y se liberan los transmisores. La liberación de éstos a los aferentes sensoriales, produce un aumento en la frecuencia de disparo (PA/s).</p>
<p>-          Dulce: el azúcar se una a un receptor de membrana que a su vez está vinculado a una proteína G. La unión produce una cascada intracelular que cierra los canales de K+ y se llega a una despolarización. Aumenta así la conductancia a calcio que como en el caso anterior provocará la liberación de neurotransmisores y un incremento en los PA/s.</p>
<p>-          Ácido: un aumento de la concentración de protones (H+) puede provocar dos reacciones. Por un lado pueden activar a un receptor de membrana y por otro producir un descenso en el pH intracelular. Ambos procesos desembocan en el cierra de canales de potasio que se traduce en un incremento de PA/s.</p>
<p>-          Amargo: encontramos dos vías. La primera es la unión de la molécula a un receptor de membrana que actúa como canal de potasio, éste será inactivado provocando su cierre. Por otra parte, la molécula se puede unir a otro tipo de receptor que desencadena una reacción en cascada. Ambos tipos se traducen en un descenso de la conductancia a potasio y por ende un incremento de PA/s en el aferente sensorial.</p>
<p><strong>Vías centrales para la gustación:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-la-gustacion.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-391" title="Vías centrales para la gustación" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-la-gustacion.jpg" alt="" width="794" height="225" /></a></strong>La información viaja desde la célula gustativa por el aferente sensorial siguiendo las vías de los pares craneales VII, IX y X. En el bulbo raquídeo la neurona hace relevo en el núcleo del tracto solitario y después cambia de sentido (si viaja por vías izquierdas, pasa a las derechas) viajando hacia el tálamo o diencéfalo y luego hasta la corteza gustativa, dónde será procesada la información.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Olfacción:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Morfología funcional de los receptores:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Los receptores aparecen en el epitelio olfativo en la región profunda de las fosas nasales. El epitelio olfativo consta de neuronas y células de sostén. Las neuronas presentan una región de axón largo, que viaja hacia la neurona olfativa o aferente sensorial. También tienen una región de axón corto que desemboca en unas microvellosidades inmersas en mucus, a las que se adhieren las partículas odoríferas. Son por tanto receptores sensoriales primarios que además presentan la capacidad de regenerarse.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/epitelio-olfativo.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-392" title="Epitelio olfativo" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/epitelio-olfativo.jpg" alt="" width="455" height="307" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fisiología de los receptores:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Para que el olor sea percibido, se requiere de receptores de membrana situados en las microvellosidades de la célula olfativa. Por lo que hay proteínas receptoras distintas para cada olor.</p>
<p>Cuando un olor activa a un receptor, produce un potencial de receptor (potencial de generador) que si es amplio dará lugar a un potencial de acción.</p>
<p>Cada célula olfativa responde de manera prioritaria a un olor básico, aunque es capaz de responder a más de un olor.</p>
<p>Como hay muchos olores, se necesitan muchos receptores de membrana con morfologías diferentes. La sustancia odorífera puede “encajar” en varios receptores, ya que éstos no son exclusivos. La estructura de la molécula y la de los receptores dan variabilidad a la hora de percibir olores. Sería lo contrario al complejo enzima/sustrato. Aunque cada célula se activa con un olor prioritario.<a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/receptores-para-el-olor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-393" title="Receptores para el olor" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/receptores-para-el-olor.jpg" alt="" width="510" height="324" /></a></p>
<p><strong>Vías centrales para la olfacción: </strong></p>
<p><strong><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-el-olor.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-394" title="Vías centrales para el olor" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-el-olor.jpg" alt="" width="625" height="199" /></a><br />
</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>La información viaja desde la célula olfativa hacia el bulbo raquídeo y después por el Par I hacia la corteza olfatoria (que es la más antigua filogenéticamente). En la corteza olfatoria se procesa la información en estrecha relación con el sistema límbico. Por ello el olor, por ejemplo, de una comida, persona, etc. puede evocar sensaciones placenteras y desagradables.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Termorreceptores:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Son los receptores sensoriales que nos informan de la temperatura y sus cambios. Existen dos familias:</p>
<p><strong>Receptores para el calor:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>-          Localización: en la piel con o sin pelos.</p>
<p>-          Inervación: fibras C (hay una de calor por cada diez de frío).</p>
<p>-          Estímulo específico: aumento de la temperatura de la piel (30-50º C).</p>
<p>-          Adaptación lenta (fásico-tónico).</p>
<p>-          Información transmitida: cambios (por elevación) y mantenimiento de la temperatura de la piel.</p>
<p><strong>Receptores para el frío:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>-          Localización: en la piel con o sin pelos.</p>
<p>-          Inervación: fibras A d  (1 calor/ 10 frío).</p>
<p>-          Estímulo específico: aumento de la temperatura de la piel (15-35º C)</p>
<p>-          Adaptación lenta (fásico-tónico).</p>
<p>-          Información transmitida: cambios (por disminución) y mantenimiento de la temperatura de la piel.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Nociceptores: </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Receptores sensoriales que perciben el dolor. Es una sensación de carácter subjetivo. La percepción varía según el individuo, por lo que no hay manera de medirlo. Dependerá de los niveles de opiáceos de la persona (pueden hacerlos más o menos optimistas), por ejemplo en el caso de los analgésicos crónicos, no sienten dolor.</p>
<p>El dolor se activa por cualquier agente que cause daño en los tejidos.</p>
<p><strong>Dolor agudo/punzante:</strong></p>
<p>-          Localización: en la piel con o sin pelos.</p>
<p>-          Inervación: fibras A d. <strong> </strong></p>
<p>-          Estímulo específico: mecánicos y térmicos. <strong> </strong></p>
<p>-          Adaptación: lenta.<strong> </strong></p>
<p>-          Información transmitida: dolor agudo/punzante.<strong> </strong></p>
<p>-          Características: buena identificación espacio/temporal. Aparición y terminación rápida. <strong> </strong></p>
<p><strong>Dolor quemante:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>-          Localización: en la piel con o sin pelos.</p>
<p>-          Inervación: fibras C.<strong> </strong></p>
<p>-          Estímulo específico: mecánicos, térmicos y químicos.<strong> </strong></p>
<p>-          Adaptación: muy lenta.<strong> </strong></p>
<p>-          Información transmitida: dolor quemante.<strong> </strong></p>
<p>-          Características: pobre identificación espacio/temporal. Aparición y terminación lenta, se produce sensibilización. Ej: dolor de muela, estómago, quemado.</p>
<p>&#160;</p>
<p><em>Estos apuntes corresponden a la asignatura Fisiología Animal, cursada por el catedrático Blas Torres Ruiz en la Facultad de Biología, Universidad de Sevilla</em>. <em>Para cualquier duda consulte con su farmacéutico o profesional en la materia más cercano. También son válidos cualquier tipo de saber libresco de mesilla, preferentemente aquellos que tengan mayor rigor científico.</em></p>
<p>&#160;</p>
<p><strong> </strong></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Fonorreceptores]]></title>
<link>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/fonorreceptores/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:27:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>tsalawaly</dc:creator>
<guid>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/fonorreceptores/</guid>
<description><![CDATA[Son los que nos permiten reconocer el sonido. El sonido está implicado en varias pautas de conducta:]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Son los que nos permiten reconocer el sonido. El sonido está implicado en varias pautas de conducta: comunicación y detección de presa y predadores (son las más importantes)</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Características del sonido:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Son ondas de presión: las moléculas de aire se pueden comprimir o descomprimir. El sonido presenta una frecuencia o tono del sonio (cantidad de picos y valles). Es el inverso del tiempo entre dos picos o dos valles. Se indican en ciclos por segundos o Hertzios (Hz). También presenta una amplitud de onda (altura del pico o valle) que es la intensidad o volumen del sonido. Se mide en decibelios (dB).</p>
<p>Por lo tanto el sonido que producimos es un solapamiento de varias ondas.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Umbral auditivo:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Cada especie tiene un espectro de frecuencia para el cual puede oír. La sensibilidad auditiva varía en el espectro auditivo. Un sonido de 20 Hz tiene x dB para ser oído, se requiere una intensidad (dB) mínima.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Anatomía y fisiología del oído:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>-          Oído externo: pabellón, conducto auditivo, tímpano.</p>
<p>-          Oído medio: huesos yunque, martillo y estribo.</p>
<p>-          Oído interno: cóclea o caracol</p>
<p>El oído externo participa en dos procesos:</p>
<p>-          Mejora la percepción sonora. El pabellón auditivo participa en mejorar la percepción sonora.</p>
<p>-          Localización de la fuente sonora. El pabellón es asimétrico, de manera que se crea un eco distinto al chocar el sonido.</p>
<p>El oído medio se inicia en el tímpano y se continúa en la cadena de huesecillos: martillo, yunque y estribo (en la base de la cóclea). Participa en el proceso de equiparación de impedancias: la onda sonora con una amplitud pasa del aire a un medio líquido en la que la amplitud decae. Se produce una caída del 90% de la amplitud. El oído medio opera para evitar la caída de la amplitud. La magnifica mediante dos principios:</p>
<p>-          Los huesecillos están en forma de palanca de manera que de una al otro transmite la señal de forma más vigorosa.</p>
<p>-          La ventana timpánica es muy grande y la ventana oval es muy pequeña (situada en el estribo). La vibración del tímpano se concentra para hacer vibrar a la ventana oval y por tanto energía se concentra y aumenta.</p>
<p>La anatomía del oído interno está dividida en dos partes: sistema vestibular y cóclea o caracol. La cóclea es una estructura o canal que se pliega sobre si mismo dando aproximadamente dos vueltas y media. Si se despliega y se corta en eje antero-posterior veremos lo siguiente:</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/corte-antero-posterior-de-la-coclea.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-382" title="Corte antero posterior de la cóclea" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/corte-antero-posterior-de-la-coclea.jpg" alt="" width="504" height="303" /></a></p>
<p>En un corte transverso se verá lo siguiente:</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/corte-transversal-de-la-coclea.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-383" title="Corte transversal de la cóclea" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/corte-transversal-de-la-coclea.jpg" alt="" width="520" height="259" /></a></p>
<p>El órgano de Corti está formado por la membrana basilar y por un epitelio de células ciliadas embebidos en la membrana tectorial. Las células ciliadas mandan la información al sistema nervioso central mediante células ganglionares. Por lo tanto es un receptor sensorial secundario.</p>
<p>La rampa media (que es un saco ciego) está rellena de endolinfa rica en potasio.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Fisiología del oído:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<ol>
<li>En      el oído interno se produce la transmisión de la onda sonora en la cóclea.      El sonido hace vibrar el tímpano, los huesecillos y el estribo golpea a la      ventana oval. La ventana oval transmite la señal por la rampa vestibular      (que presenta líquido) y siguiendo el eje longitudinal y transversal, se      hace vibrar a la membrana basilar. La vibración mueve a la ventana      redonda.</li>
<li>Vibración      de la membrana basilar o teoría focal del sonido: La membrana basilar es      más estrecha y rígida en su base y más ancha y blanda en su vértice. Esto      hace que según la frecuencia sonora, vibre una región u otra de la      membrana basilar. Sonidos de alta frecuencia (agudos) hacen vibrar a la      región cercana al oído medio (base). Por el contrario, sonidos de baja      frecuencia (graves), hacen vibrar a la región apical de la membrana      basilar.</li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Fisiología de las células ciliadas:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Cuando la membrana basilar oscila, ésta se desplaza acercándose a la membrana tectorial. Entonces en las células ciliadas desplazan sus cilios hacia el cilio de mayor tamaño. La célula se despolariza y se transmite la señal al aferente sensorial. Las despolarizaciones están mediadas por canales de potasio ya que la endolinfa en rica en este elemento.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Codificación de las características del sonido:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Discriminación de frecuencia:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>La frecuencia sonora se reconoce en base a dos criterios:</p>
<ol>
<li>Código      espacial basado en la teoría focal. Segregación espacial.</li>
</ol>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/codigo-espacial-de-la-teoria-focal.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-384" title="Código espacial de la teoría focal" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/codigo-espacial-de-la-teoria-focal.jpg" alt="" width="325" height="192" /></a></p>
<ol>
<li>Código      temporal: cuando llega una onda de la misma amplitud pero de distinta      frecuencia el sistema es capaz de identificar el 1/t (inverso del tiempo)      entre dos ondas o activaciones. Mide la frecuencia.</li>
</ol>
<p><strong>Reconocimiento de la intensidad o volumen:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<ol>
<li>Relación      estímulo (intensidad) respuesta. Siempre que la intensidad esté en el      rango dinámico del receptor.</li>
<li>Reclutamiento:      estímulos más intensos reclutan a receptores de menor sensibilidad.</li>
</ol>
<p><strong>Localización de la procedencia del sonido:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>-          Sonidos de alta frecuencia: la amplitud de la onda es distinta en cada oído. La cabeza es un filtro mecánico. La que tiene más amplitud, es la onda más cercana a la fuente sonora.</p>
<p>-          Sonidos de baja frecuencia: se compara el tiempo que hay de llegada a un oído y después al otro.</p>
<p><strong>Código tonotópico: </strong></p>
<p>En la estructura de la vía auditiva, ciertas regiones se activan para ciertos tonos. Código de línea marcada.</p>
<p><em>Estos apuntes corresponden a la asignatura Fisiología Animal, cursada por el catedrático Blas Torres Ruiz en la Facultad de Biología, Universidad de Sevilla</em>. <em>Para cualquier duda consulte con su farmacéutico o profesional en la materia más cercano. También son válidos cualquier tipo de saber libresco de mesilla, preferentemente aquellos que tengan mayor rigor científico.</em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Propioceptores y Sistema Vestibular]]></title>
<link>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/propioceptores-y-sistema-vestibular/</link>
<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 11:18:09 +0000</pubDate>
<dc:creator>tsalawaly</dc:creator>
<guid>http://tsalawaly.wordpress.com/2009/11/30/propioceptores-y-sistema-vestibular/</guid>
<description><![CDATA[Concepto de cinestesia: Percepción sensorial de la posición y los desplazamientos de cada una de las]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Concepto de cinestesia:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Percepción sensorial de la posición y los desplazamientos de cada una de las partes de nuestro cuerpo. Incluso en ausencia de visión.</p>
<p>Hay dos familias de receptores sensoriales:</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Propioceptores:</strong></p>
<p>-          Huso muscular: sensores de la elongación del músculo.</p>
<p>-          Órgano tendinoso de Golgi: sensores de la tensión o fuerza del músculo en la contracción.</p>
<p>-          Receptores articulares: terminaciones nerviosas en las articulaciones que nos ayudan a saber el ángulo de la articulación.</p>
<p><strong>Receptores del sistema vestibular.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Huso muscular:</span></strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Morfología funcional e inervación:</strong></p>
<p>En el interior del músculo hay unas estructuras que tienen forma de huso o fusiforme que se conocen como huso muscular. Contiene en su interior dos tipos de fibras musculares diferenciadas:</p>
<p>-          Fibra muscular sacular: la región central está abombada y en él se acumulan múltiples núcleos. En la periferia están las miofibrillas. En cada huso hay de 2 a 3 células.</p>
<p>-          Fibra muscular en cadena: en la porción central los núcleos están alineados en cadena. Cada huso tiene de 3 a 5 células.<a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/fibras-musculares-del-huso.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-371" title="Fibras musculares del huso" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/fibras-musculares-del-huso.jpg?w=300" alt="" width="300" height="246" /></a></p>
<p>A ambos tipos de fibras se les llama intrafusales. Aquellas que están en el músculo y no son del huso se les llaman extrafusales. El huso muscular tiene dos tipos de inervación. Una de naturaleza sensorial (lleva información al sistema nervioso central) y otra de tipo motor.</p>
<p>En el tipo de inervación sensorial se pliega espiralmente el axón sobre las fibras del huso. Son células ganlgionares. A estas fibras se les conoce como fibras de tipo Ia o fibras primarias. El I es por su velocidad (Aa, 40-120 m/s) y a porque se pliega de forma anudo espiral.</p>
<p>Hay un segundo tipo de fibras sensoriales que sólo inervan a las fibras musculares nucleares en cadena. Se llaman de tipo II o secundarias. Estas fibras son Ab (40-70 m/s).</p>
<p>Las fibras del huso reciben también información motora de neuronas motoras. Son conocidas como motoneuronas g (15-40 m/s) Son fibras motoras que inervan al huso muscular.</p>
<p>En general cuanto mayor es el número de husos en el músculo, mayor es su precisión al contraerse.</p>
<p><strong>Fisiología del huso muscular:</strong> respuesta estática y dinámica.</p>
<p>Un músculo con una longitud inicial (L0) en un tiempo inicial (T0) que pasa a tener una longitud mayor (L1) en un tiempo T1. El incremento en la longitud, implica un incremento en la actividad sensitiva (generación de potenciales de acción) del huso mitótico.<a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/actividad-del-huso-muscular.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-372" title="Actividad del huso muscular" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/actividad-del-huso-muscular.jpg?w=228" alt="" width="228" height="300" /></a></p>
<p>Si un músculo estirado pasa a ser contraído, la actividad del receptor decrece (hay menos potenciales de acción). A mayor longitud las fibras sensitivas tienen mayor tasa de disparo o potenciales de acción.</p>
<p>Las fibras Ia son de tipo fasico-tónico o de adaptación rápida y lenta. Informan tanto del tiempo invertido en la elongación (dinámico) como del componente estático (longitud final).</p>
<p>Las fibras II son exclusivas de adaptación lenta o tónica. Informan del componente estático: longitud final alcanzada.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Modulación de la descarga aferente:</strong></p>
<ol>
<li>Músculo      estirado: aumenta la actividad del huso. Se activa el receptor sensorial      si se estira más. Más potenciales de acción.</li>
<li>Músculo      menos estirado: receptor sensorial activo. Si se contrae, baja la      longitud, entones al acortarse el receptor sensorial estará más inactivo.</li>
<li>Músculo      contraído y el receptor sensorial está activo. Esto es porque las      motoneuronas g se activan y las      porciones dístales del huso se contraen.</li>
</ol>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Órgano tendinoso de Golgi:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong>Morfología funcional:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>El músculo está fijado al hueso por tejido conjuntivo llamada tendón. En la unión entre tendón y músculo hay unas estructuras en cápsulas que son el órgano tendinoso de Golgi (OTG). Está fijado al tendón y unido a células musculares extrafusales. En el interior del OTG hay fibras conjuntivas entre las cuales discurren terminales nerviosos llamados de tipo Ib. I por su velocidad de conducción, tipo Aa y b para distinguirlos de Ia.</p>
<p><strong>Fisiología del OTG:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Cuando el músculo está contraído (menos longitud), decae la actividad en el huso pero se puede realizar mayor fuerza o tensión. El OTG aumenta su actividad ante la mayor tensión al contraerse el músculo. El estiramiento hace que se active Ia pero también el OTG.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Receptor articular:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>En las articulaciones móviles los huesos están unidos por unas bandas de tejido conocidas como ligamentos. Hasta el interior de los ligamentos llegan terminaciones nerviosas libres que pueden ser de dos tipos:</p>
<p><strong>Receptores articulares: </strong>nos informan de la posición angular de la articulación. Informan del desplazamiento de la misma y del tiempo empleado en el desplazamiento. Aparecen dos tipos:</p>
<p>-          Tipo Ruffini: reconocen el componente dinámico y estático del cambio angular en el tiempo. Son fasicotónicos.</p>
<p>-          Tipo Golgi: son receptores estáticos. Reconocen la posición angular y el cambio angular.</p>
<p><strong>Receptores para el dolor o nociceptores: </strong>como por ejemplo un dolor en el tobillo.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Vías centrales para la propiocepción: </span></strong>se asemeja a la del tacto.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-la-propiocepcion.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-373" title="Vias centrales para la propiocepción" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-la-propiocepcion.jpg" alt="" width="748" height="241" /></a>La información viaja desde los receptores sensoriales en el músculo hacia la médula espinal. Desde ella el circuito se bifurca, una línea vuelve al músculo por los circuitos de los reflejos espinales y otra sigue hacia el bulbo raquídeo. En el bulbo la neurona hace relevo y nuevamente se vuelve a bifurcar el circuito. Una parte irá al cerebelo, que cumple una función crucial en el control motor, y otra viajará hacia el tálamo y la corteza. En la corteza somatosensorial, se procesa la información.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Sistema vestibular:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p>Es un sensor que percibe el desplazamientos angular (giros) y lineal (aceleración) de la cabeza. Para ello la cabeza debe ser sometida a aceleración que es el estímulo específico. Se percibe incluso sin visión. La información es usada para modificar la contracción de la musculatura esquelética. Ayuda a corregir la postura, además de intervenir en el desplazamiento de los ojos.</p>
<p><strong>Anatomía funcional del sistema vestibular:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Se localiza en unos huecos del hueso temporal o laberinto óseo (a la altura de las orejas). Constituye junto a la cóclea o el caracol, el oído interno. Apareciendo uno por cada oído.</p>
<p>El sistema vestibular está constituido por tres canales semicirculares que se presentan en tres planos: vertical, horizontal y antero/posterior. También presenta dos sistemas en ampollas: el utrículo y el sáculo.</p>
<p>Los canales semicirculares están formados por una zona en canal o acanalada y una región ensanchada llamada ampolla que tiene la porción sensitiva. La porción sensitiva presenta dos elementos. Uno dorsal dónde hay una masa gelatinosa llamada cúpula y otro basal con epitelio llamado cresta ampular que presenta células de sostén y ciliadas.</p>
<p>Los sistemas en ampolla están formados en su base por un epitelio (mácula) con células de sostén y células ciliadas. Bañando al epitelio hay una masa gelatinosa en las que hay incrustaciones que se llama membrana otolítica (tiene otolitos de carbonato cálcico).</p>
<p>El sistema vestibular es un ejemplo de receptor sensorial secundario ya que presenta células ciliadas con cilios de altura variable.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/sistema-vestibular.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-374" title="Sistema vestibular" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/sistema-vestibular.jpg" alt="" width="494" height="410" /></a></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Transducción del sistema vestibular:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Todos los compartimentos del sistema vestibular están recubiertos de endolinfa: líquido extracelular con características de intracelular donde el ión más abundante es el potasio. La endolinfa rellena el espacio interior de los canales que en sus ensanchamientos (ampollas) presentan las células ciliadas.</p>
<p><strong>Reposo:</strong> Los cilios están alineados con el eje vertical. La célula libera neurotransmisores al aferente sensorial y éste muestra una tasa de potenciales de acción de 100 PA/s.</p>
<p>En relación al reposo pueden operar dos tipos de estímulos:</p>
<ol>
<li>Los      cilios se pliegan hacia el cinocilio, el nivel de despolarización aumenta y      la tasa de liberación del neurotransmisor también. La aferente sensorial      responde con un incremento en la tasa de disparo. Esta despolarización es      mediada por un aumento en la conductancia a potasio (gK+).</li>
<li>Las      células ciliadas pliegan sus cilios en dirección opuesta al cinocilio. La      célula se hiperpolariza. La tasa de liberación del neurotransmisor      disminuye. El aferente sensorial decae en su tasa de producción de PA/s.</li>
</ol>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fisiología de los canales semicirculares:</strong></p>
<p>Son sensores que detectan el giro de la cabeza siempre que esté sometida a aceleración.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/fisiologia-de-los-canales-semicirculares.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-375" title="Fisiología de los canales semicirculares" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/fisiologia-de-los-canales-semicirculares.jpg" alt="" width="621" height="348" /></a></p>
<p>Los cilios crecen hacia la posición central de la cabeza. Al girar a izquierda, las células ciliadas del oído izquierdo van en la misma dirección pero al chocar con la endolinfa los cilios se pliegan hacia la derecha. Esto es porque la endolinfa lleva retraso en seguir el giro de la cabeza. El mismo giro hace que los cilios de las células del oído derecho se plieguen en dirección opuesta.</p>
<p>El resultado en el cambio en el pliegue hace que las células ciliadas del oído izquierdo se despolaricen y favorece un incremento de la tasa de liberación del neurotransmisor hacia el aferente sensorial. La aferente sensorial acaba incrementando la frecuencia de PA/s.</p>
<p>En el oído contrario la célula se hiperpolariza. La tasa de liberación del neurotransmisor disminuye y por tanto la aferente sensorial disminuye su tasa de disparo respecto a su situación de reposo.</p>
<p>Ej: Durante el reposo hay una frecuencia de 100 PA/s. En un giro a izquierdas se producen 150 PA/s en el oído izquierdo y 50 PA/s en el derecho.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Fisiología del utrículo y el sáculo:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p>Están implicados en el reconocimiento de la posición estática de la cabeza y la aceleración lineal vertical (utrículo) y horizontal (sáculo).</p>
<p>En cada utrículo y en cada sáculo hay una zona de la estructura en la que una parte de las células ciliadas sus cilios crecen hacia una dirección y en la otra en dirección opuesta. La zona que separa las dos poblaciones se llama estriola.</p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/estriola.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-376" title="Estriola" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/estriola.jpg" alt="" width="266" height="197" /></a></p>
<p>En la parte basal aparece la mácula (con células ciliadas) y por encima la membrana otolítica. Si la cabeza se inclina hacia el lado izquierdo:</p>
<p>-          Algunas células pliegan sus cilios hacia el cinocilio y las otras al revés. Entonces una parte del sistema se despolariza y otro se hiperpolariza.</p>
<p>-          Se recibe por cada sistema una respuesta dual: una excitatoria y otra inhibidora. Se descifra por un código de línea marcada.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Vías centrales para el sistema vestibular:</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;"> </span></strong></p>
<p><a href="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-el-sistema-vestibular.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-377" title="Vias centrales para el sistema vestibular" src="http://tsalawaly.wordpress.com/files/2009/11/vias-centrales-para-el-sistema-vestibular.jpg" alt="" width="620" height="269" /></a></p>
<p>La señal llega al ganglio vestibular y desde allí viaja al metencéfalo por el par craneal VIII o estatoacústico. En el metencéfalo hace relevo en los núcleos vestibulares cuya respuesta tendrá acción sobre el motor esquelético y el motor ocular.</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">Reflejo vestíbulo-ocular:</span></strong></p>
<p>Es la acción compensatoria del ojo al movimiento de la cabeza. Así se consigue mantener fija la mirada.</p>
<p><em>Estos apuntes corresponden a la asignatura Fisiología Animal, cursada por el catedrático Blas Torres Ruiz en la Facultad de Biología, Universidad de Sevilla</em>. <em>Para cualquier duda consulte con su farmacéutico o profesional en la materia más cercano. También son válidos cualquier tipo de saber libresco de mesilla, preferentemente aquellos que tengan mayor rigor científico.</em></p>
<p>&#160;</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Creencias de primer y segundo orden]]></title>
<link>http://pacotraver.wordpress.com/2009/11/29/creencias-de-primer-y-segundo-orden/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 19:39:59 +0000</pubDate>
<dc:creator>pacotraver</dc:creator>
<guid>http://pacotraver.wordpress.com/2009/11/29/creencias-de-primer-y-segundo-orden/</guid>
<description><![CDATA[Hay algo en el resultado que atrae a la función. Recientemente mi amigo Arturo Goicoechea publicó un]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:right;"><em>Hay algo en el resultado que atrae a la función.</em></p>
<p><a href="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/12863_1264559099780_1403820761_30802235_6786355_n.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2398" title="12863_1264559099780_1403820761_30802235_6786355_n" src="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/12863_1264559099780_1403820761_30802235_6786355_n.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p>Recientemente mi amigo <a href="http://arturogoicoechea.blogspot.com/" target="_blank">Arturo Goicoechea</a> publicó un post cuyo titulo &#8220;<a href="http://arturogoicoechea.blogspot.com/2009/11/medicina-basada-en-la-creencia.html" target="_blank">Medicina basada en la creencia</a>&#8221; captó mi atención, la idea central de Goicoechea -que es neurólogo y un experto en dolor neuropático y jaqueca- puede resumirse en una frase: las teorias explicativas de la neurologia acerca de la etiologia de estas enfermedades son falsas.</p>
<p>Y no sólo eso sino que construyen nuevas formas de enfermar basadas en suposiciones falsas sobre las enfermedades, es decir que existe una yatrogenia social que procede de los expertos, como existe una yatrogenia causada por los medios de comunicación.</p>
<p>Y sucede a través de las creencias que sostenemos los sujetos individuales: <strong>hay creencias que enferman, </strong>incluso aquellas que son ciertas como esta (me refiero a que pueden enfermar por sí mismas más allá del efecto del tabaco):</p>
<p><strong>&#8220;Fumar mata&#8221;.</strong></p>
<p>El mismo argumento sirve para explicar el <a href="http://pacotraver.wordpress.com/2008/08/12/el-tao-del-placebo/" target="_blank">efecto placebo:</a> determinadas creencias pueden tambien curar a pesar de que los remedios utilizados para tal cosa sean irrelevantes o inertes.</p>
<p>Y la cosa se complica un poco más porque los fármacos activos tambien pueden mejorar (o empeorarnos) por el efecto placebo o por el efecto ruido, es decir que operarían más allá de su potencial efecto biológico.</p>
<p>Lo que es seguro es que las creencias tienen un enorme poder tal y como conté en este post dedicado a <a href="http://pacotraver.wordpress.com/2009/01/25/la-biologia-de-la-creencia/" target="_blank">la biologia de la creencia</a>: pueden enfermanos y pueden curarnos y sin embargo es evidente tambien que los médicos reniegan de las creencias, es decir las consideran un obstáculo para llegar a conocer la verdad verdadera que no puede venir de otro lugar sino de la ciencia.</p>
<p>Una creencia es algo bastante dificil de definir y es necesario visitar el diccionario de la RAE para no perdernos. Asi una creencia es aquello en lo que se cree, una definición tautológica que nos deja en el mismo lugar en que empezamos:</p>
<p><strong>1. </strong> f. Firme asentimiento y conformidad con algo.</p>
<p><a name="0_2"></a><strong> 2. </strong> f. Completo crédito que se presta a un hecho o noticia como seguros o ciertos.</p>
<p><a name="0_3"></a><strong> 3. </strong> f. Religión, doctrina.</p>
<p>Como podemos deducir de estas tres definiciones &#8220;creer en algo&#8221; tiene al menos una acepción general: hace referencia a  aquello que aceptamos como verdadero sin pruebas, haciendo aquiescencia a lo que opinan otros, usualmente más preparados que uno mismo para la verdad en cuestión. Otro tipo de creencias hacen referencia a las creencias religiosas o ideológicas que tienen que ver con lo que entendemos como <strong>tradición</strong> y que usualmente tambien se sostienen sin pruebas pues en realidad en la existencia de Dios por ejemplo no existe ninguna prueba que la avale, lo mismo sucede con la ideologia politica, ninguna parece haber demostrado su primacía sobre las contrarias.</p>
<p>Sin embargo existe una acepción de la creencia que no está definida en casi ningún diccionario, me refiero a la<strong> certeza</strong>. La certeza sobre algo tiene que ver con una experiencia empírica, para un biólogo la existencia de la vida unicelular no es una creencia sin embargo para un conductor de autobuses la existencia unicelular se transforma en aquiescencia.</p>
<p>Adelantaré algo: las creencias sobre las cosas cambian a medida de que la conciencia individual progresa en sentido ascendente abriendose <a href="http://carmesi.wordpress.com/2009/11/21/la-dinamica-espiral/" target="_blank">como una espiral.</a></p>
<p>Esta última concepción de creencia versus certeza tiene mucha importancia de cara a entender las cosas en que creemos y las cosas que descreemos. Por que en realidad aquello que creemos suele estar relacionado con nuestro nivel de experiencia concreta y descreemos todo aquello que no forma parte de esta experiencia subjetiva y concreta o la desmiente. Más allá de eso es posible afirmar que la mayor parte de la población construye su bagaje de creencias de un modo aquiescente con respecto a las creencias que los demás se encargan de difundir. Pero no se trata sólo de un tema de ignorancia o de falta de isntrucción ¿cuantos de nosotros creemos en la teoria de la relatividad y sus implicaciones u en la teoria cuántica? ¿Cuantos de nosotros la entendemos a fondo? ¿Alguien sabe que es lo que transcurre por dentro de un cable de la luz?</p>
<p>¿Alguien ha visto alguna vez un electrón?</p>
<p>Creer en algo es una prestación de nuestra conciencia mucho más frecuente de lo que deseariamos, hasta las personas cultas sostenemos creencias u opiniones que con el tiempo se convertirán en falsas y que se apoyan en la confiabilidad de nuestro sistema de aprendizaje o verificación de la realidad, usualmente a través de otros.</p>
<p>Es posible afirmar al menos dos cosas:</p>
<ul>
<li>Muchas de las cosas que damos por ciertas son en realidad falsas objetivamente lo que no quita que sean tratadas con total certeza subjetiva.</li>
<li>No hay contradicción entre creencia y ciencia, dado que se pueden mantener creencias que la ciencia da hoy como buenas y otras creencias que están más allá de la competencia de la ciencia.</li>
</ul>
<p>Después de leer el post de Goicoechea -con el que estoy formalmente de acuerdo- me gustaria no obstante introducir algunas matizaciones:</p>
<p><strong>Las creencias no son todas iguales.</strong></p>
<p>Existen creencias que convocan experiencias personales (empíricas) irrenunciables y hay creencias aquiescentes (creemos porque confiamos en los expertos) y además de eso hay creencias instaladas por el peso de la tradición familiar por ejemplo, &#8220;en mi casa todos somos del PSOE&#8221; suelen decir algunos pacientes. Además hay creencias de primer y de segundo orden sobre las que volveré más abajo.</p>
<p>Imagine que tiene usted un cáncer inoperable y que decide hacer un peregrinaje a Lourdes en busca de un milagro. Poco después usted sufre una regresión de su cáncer, sus médicos no se lo explican y usted tampoco pero lo cierto es que el cáncer está empequeñeciéndose, sufre usted lo que se llama una <a href="http://pacotraver.wordpress.com/2009/10/17/remisiones-espontaneas/" target="_blank">remisión espontánea</a>. ¿Como explicarlo?</p>
<p>Usted decide que lo que le ha curado el cáncer es el agua bendita de Lourdes y aunque no las tiene todas consigo, lo cierto es que esta experiencia le cambia la vida, usted se convierte en un devoto de la virgen de Lourdes pues su experiencia personal no tiene ninguna explicación desde el punto de vista de la ciencia.</p>
<p>Se trata de un ejemplo de creencia empírica, usted tiene la certeza de algo (su cáncer ha desaparecido) y eso es algo que no se puede negar y usted atribuye su curación al agua bendita de Lourdes. usted llega a la convicción de que se ha curado a través de la fe, religiosa en este caso.</p>
<p>Su nivel de certeza será similar al del biólogo con respecto a la existencia de vida unicelular.</p>
<p>Sin embargo es inútil que le cuente su experiencia al biólogo porque no le creerá. Cada uno de ustedes vive en un nivel de definición de la certeza distinto: sus creencias- las de ustedes ambos-<strong> compiten entre sí por el mismo nicho filosófico:</strong> por la verdad, ( la verdad cientifica está en el nivel de definición naranja) y usted que seguramente vive en el nivel de definición azul nunca se pondrá de acuerdo con el biólogo <strong>pues usted no puede renunciar a su experiencia personal por más atípica que sea su curación.</strong></p>
<p>Una de las características de las creencias de primer orden es precisamente el que ninguna de ellas contempla a sus adversarias desde un terreno de igualdad: simplemente el biólogo pensará que usted mantiene una idea irracional que en cualquier caso su cáncer se ha curado por casualidad. El biólogo carece de una explicación científica sobre su remisión y lo peor: no le interesa tampoco conocerla.</p>
<p>Si usted ha tenido alguna vez algun tipo de vivencia psicótica sabrá por propia experiencia que lo que vivió es dificil de explicar con palabras. usted seguramente sintió en un momento dado de su existencia una ruptura, una fragmentación de la realidad, sintió que el mundo podia venirse abajo y usted se sintió conmovido, asustado, apelado profundamente en su experiencia, la perplejidad o la confusión fue el sentimiento que predominaba en usted hasta que creyó entender lo que sucedía: habia una conspiración universal contra usted.</p>
<p>Algo que se manifestó a través de una certeza.</p>
<p>Y usted además se negó a contar esta experiencia  a nadie pues hasta a usted mismo le parecía rara. Hasta que encontró a un psiquiatra que le entendió y no trató de convencerle de lo contrario. Hubo alguien que respetó su experiencia porque sabe que es real y que usted no estaba fingiendo.</p>
<p>El psiquiatra acostumbrado a oir este tipo de experiencias ha aprendido a tratar con ellas sin intentar descalificarlas, son experiencias delirantes que forman parte de la manera en que el cerebro trata de entender la realidad. Y la realidad, otra vez, tiene distintos planos de definición, la experiencia del psicótico o del esquizofrénico es una experiencia beige, presidida por la autoconservación.</p>
<p>Las ideas delirantes de fragmentación del mundo -preconvencionales- compiten con las ideas de las personas cuerdas -convencionales- que saben y dicen que no hay fragmentación alguna ni conspiracion contra nadie. Otra vez las ideas de unos compiten con las ideas o creencias de otros y se autoexcluyen: o unas u otras.</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/espiraldinamicintegral.jpg"><img class="size-full wp-image-2409 aligncenter" title="espiraldinamicintegral" src="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/espiraldinamicintegral.jpg" alt="" width="431" height="447" /></a></p>
<p>Las creencias se organizan en torno a atractores o memes. Son como virutas de metal que son atraidas por un meme concreto. Asi el meme de la supervivencia (beige) atrae conductas, cogniciones, experiencias y creencias destinadas a adaptarse a ese meme concreto y no a otro. Si una persona se siente en peligro de morir, de despedazarse o de fragmentarse la lectura que realizará su cerebro será bien distinta a la de otra persona que pugna por competir en unas oposiciones o por cautivar a una novia esquiva. Esta persona orientará sus creencias y experiencias íntimas alrededor de ese unico tema : sobrevivir. El grado de perturbación o aniquilamiento percibido estará relacionado con la cantidad de conciencia instalada en ese meme. Afortunadamente para nosotros nuestra conciencia está fuertemente infiltrada por memes distintos y procedentes de multiples niveles de evolución de la conciencia y aunque podemos tener experiencias psicóticas espontáneas, inducidas por drogas o por estrés no nos quedamos instalados en ellas.</p>
<p>Lo importante es saber que cada uno de estos niveles o memes convocan a distintos mecanismos que van en busca de su correpondiente atractor tal y como se plantea en esta figura.</p>
<p><a href="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/color2.jpg"><img class="size-full wp-image-2402 alignnone" title="Color" src="http://pacotraver.wordpress.com/files/2009/11/color2.jpg" alt="" width="572" height="278" /></a></p>
<p>Hasta que la conciencia humana alcanza el nivel verde (el de la integración), todos los memes implicados (preconvencionales y convencionales) compiten y se niegan los unos a los otros. Aunque la conciencia humana se encuentra anidada por distintos niveles que van del beige al naranja no es hasta alcanzar el verde que el idividuo puede alcanzar la gran verdad que se encuentra tras una mente sabia.</p>
<p>Que somos un producto de la evolución y que no existe ningun nivel que sea mejor que otro, los niveles no se superan o descartan unos a otros sino que se trascienden y se anidan. Del mismo modo que el átomo no siente celos de la forma de la molécula, ni la molécula tiene envidia de la organizacion de la célula, ni la celula cree que en si misma se encuentra la solución a todos los problemas y acata su función en cada tejido del mismo modo el tejido se encuentra organizado y es de alguna forma trascendido por el órgano concreto al que pertenece.</p>
<p>El órgano al organismo y el organismo a la sociedad.</p>
<p>Lo mismo sucede en la conciencia humana: <strong>cada nivel debe ser incluido cooperativamente y trascendido</strong>, ni negado, reprimido u ocultado.</p>
<p>Significa que una persona lógica, racional y pluralista (meme verde) posee una parte mágica (nivel 2 o morado), un nivel rojo destinado a competir, dominar y someter a los que no están de acuerdo con él por muy democrático que pretenda ser o aparentar. Estos niveles de existencia son en realidad útiles en determinadas circunstancias -cuando tenemos por obligación que competir- aunque inútiles en otros. La inteligencia humana consiste en saber acudir a cada nivel segun la cualidad del problema a tratar.</p>
<p>La mayor parte de las personas que han alcanzado un nivel naranja (egoico-racional) niegan sus partes arcaicas, sus caracteristicas mágicas e irracionales, no sólo las esconden de los demás sino que viven de espaldas a las mismas, negándolas y despreciando por inferiores a quienes sostienen creencias del nivel azul por ejemplo que apela al nivel mítico o de pertenencia.</p>
<p>Es por eso que hasta que no se alcanza y se atraviesa el nivel verde existen muchas posibilidades de que las creencias individuales tengan efectos contradictorios sobre la salud de las personas. La integración que aparece en el nivel verde, amarillo y magenta (los estadios mas evolucionados de la conciencia), hacen que el indviduo asuma su propia Sombra, su propia parte oculta y sabe que la irracionalidad es un componente fundamental de lo humano y que además de eso podemos llegar a integrarlo para nuestro propio uso.</p>
<p>Son personas que aprenden de su propia irracionalidad sin dejarse llevar por ella, la tienen subsumida y por tanto trascendida.</p>
<p>Volviendo al post de Arturo Goicoechea mi opinión es que a los médicos lo que nos interesa es curar, aliviar o guiar a nuestros pacientes y que además debemos hacerlo en el entorno de las creencias del propio paciente y si es posible ayudarle a ascender en la espiral de la vida descrita en este post.</p>
<p>Sabemos que los pacientes pueden enfermarse a través de ciertas creencias pero no sabemos como hacer para curarles probablemente porque el camino de la curación nada tiene que ver con el camino de la enfermedad y no basta con invertirlo o con hacer pedagogía. Al parecer todos nos enfermamos por lo mismo pero seguro que nos curamos por lo diferente.</p>
<p>Cuando alcanzamos las creencias de segundo orden, (memes verde, naranja o magenta) se terminó la contradicción entre animismo y ciencia, entre superstición y realidad, entre evidencia cientifica y verdad subjetiva, entre placebo y medicamento.</p>
<p>Y es entonces cuando podemos adentrarnos en la ejecución de la casuación descendente y empezar a usar nuestra mente para influir en el cuerpo. A través de una creencia matricial: que aunque no todas las opiniones tienen el mismo valor (sobre todo las preconvencionales y convencionales) todas las creencias pueden ser utiles para sacarnos de un atolladero de salud.</p>
<p>Lo que es seguro es que nadie se cura por la verdad, me refiero a eso que se llama la &#8220;medicina basada en la evidencia&#8221;, sin embargo una medicina que apele a las creencias siempre será una buena medicina sobre todo en aquellas personas que han conseguido ascender a un nivel evolutivo de conciencia donde haya logrado integrar las diferentes partes de su psiquismo en una unidad cooperativa.</p>
<p>La evidencia es que hay algo en las creencias que podria sernos util si conocieramos mejor su funcionamiento.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El cerebro de los bebés]]></title>
<link>http://ccmcc.wordpress.com/2009/11/29/33/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 17:58:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>celia12</dc:creator>
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<description><![CDATA[http://www.rtve.es/mediateca/videos/20090928/ademas-bebes/59http://www.rtve.es/mediateca/videos/2009]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://www.rtve.es/mediateca/videos/20090928/ademas-bebes/59http://www.rtve.es/mediateca/videos/20090928/ademas-bebes/594192.shtml4192.shtml">http://www.rtve.es/mediateca/videos/20090928/ademas-bebes/59http://www.rtve.es/mediateca/videos/20090928/ademas-bebes/594192.shtml4192.shtml</a></p>
<p>El cerebro de un bebé es dos veces mas activo que el de un universitario y el llanto de un bebé puede llegar a los 110 decibelios.</p>
<p><a href="http://2.bp.blogspot.com/_8jwbMHKR8E0/SKDqg-uIOuI/AAAAAAAAAp0/9y5fdCGLLYU/s400-R/einstein_baby.jpg"><img class="alignnone" title="A" src="http://2.bp.blogspot.com/_8jwbMHKR8E0/SKDqg-uIOuI/AAAAAAAAAp0/9y5fdCGLLYU/s400-R/einstein_baby.jpg" alt="" width="270" height="293" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA["El cerebro es un experto buscador de amenazas pero también de fortalezas"]]></title>
<link>http://tripletwit.com/2009/11/29/buscadordefortaleza/</link>
<pubDate>Sun, 29 Nov 2009 10:47:52 +0000</pubDate>
<dc:creator>TripleTwit</dc:creator>
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<description><![CDATA[&#8220;El cerebro es un experto buscador de amenazas pero también de fortalezas&#8221;. La primera p]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>&#8220;El cerebro es un experto buscador de amenazas pero también de fortalezas&#8221;. La primera parte de la frase es de Sonia Lupien, investigadora de reconocido prestigio que lleva más de 10 años aprendiendo sobre el estrés. La segunda parte la incorporo yo desde mi humilde punto de vista en base a la experiencia de lidiar con el estrés desde que tengo conciencia de ello, y especialmente observando con detenimiento lo que provoca desde hace ahora más de 8 años.</p>
<p>Para entender la expresión de la Dra. Lupien os recomiendo ver un capítulo reciente del programa de Redes 2.0 de Eduardo Punset. Está dedicado en su totalidad al estrés y es tremendamente interesante:</p>
<p><a href="http://www.rtve.es/mediateca/videos/20091018/redes/607452.shtml" target="_blank">http://www.rtve.es/mediateca/videos/20091018/redes/607452.shtml</a></p>
<p>Todo ser vivo está expuesto a un determinado nivel de estrés. De hecho es vital para sobrevivir. Nos hubiéramos extinguido muy rápidamente de no ser por el estrés. Un ejemplo muy claro que trata en Redes es la persecución de un mamut a un cazador. Si al cazador no le generase estrés esta actividad la selección natural habría sido mucho más selectiva. Lo que cambia no es el estrés si no las situaciones que lo provocan y los niveles a los que lo hacen.</p>
<p>El cortisol es la sustancia química que segrega el organismo y que nos hace estar a unos niveles superiores de estrés. Como todo en exceso es malo pero cada uno de nosotros tiene una exposición distinta y lo somatizamos de diferentes maneras. Nos puede afectar al aparato digestivo, el colon, la piel, y muchas otras más.</p>
<p>La observación, el seguimiento y la toma de decisiones son fundamentales para el control del estrés. Mi consejo es que lo hagas y valores ante que situación te encuentras:</p>
<p>Bajo nivel: actuar aumentando el nivel.</p>
<p>Nivel medio: Es el ideal, estamos expuestos lo justo y es donde nos encontramos bien y no se muestra somatización alguna.</p>
<p>Alto nivel: importante controlarlo y tomar medidas anti estrés que nos permitan bajar el nivel y situarnos en el medio. Por ejemplo la relajación.</p>
<p>Es muy fácil contarlo y como muchas cosas muy difícil de hacer. Recomiendo un curso practico que nos permita controlarlo.</p>
<p>Deja que tu cerebro también busque las fortalezas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Qual é o sexo do seu cérebro?]]></title>
<link>http://romanegocios.wordpress.com/2009/11/28/qual-e-o-sexo-do-seu-cerebro/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 20:43:44 +0000</pubDate>
<dc:creator>Portal Romanegócios</dc:creator>
<guid>http://romanegocios.wordpress.com/2009/11/28/qual-e-o-sexo-do-seu-cerebro/</guid>
<description><![CDATA[O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. F]]></description>
<content:encoded><![CDATA[O cérebro humano pode ser feminino ou masculino independentemente do sexo biológico de uma pessoa. F]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Los que más cerebro tienen no tienen por qué ser más listos]]></title>
<link>http://lasteologias.wordpress.com/2009/11/28/los-que-mas-cerebro-tienen-no-tienen-por-que-ser-mas-listos/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 14:27:02 +0000</pubDate>
<dc:creator>pauloarieu</dc:creator>
<guid>http://lasteologias.wordpress.com/2009/11/28/los-que-mas-cerebro-tienen-no-tienen-por-que-ser-mas-listos/</guid>
<description><![CDATA[Los que más cerebro tienen no tienen por qué ser más listos Posted: 26 Nov 2009 02:13 PM PST Los cab]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Los que más cerebro tienen no tienen por qué ser más listos Posted: 26 Nov 2009 02:13 PM PST Los cab]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Detrás de la esclerosis múltiple]]></title>
<link>http://mymanuel.wordpress.com/2009/11/28/detras-de-la-esclerosis-multiple/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:46:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>Dr. House</dc:creator>
<guid>http://mymanuel.wordpress.com/2009/11/28/detras-de-la-esclerosis-multiple/</guid>
<description><![CDATA[Un científico italiano ha propuesto una nueva y radical teoría que plantea que la causa de la escler]]></description>
<content:encoded><![CDATA[Un científico italiano ha propuesto una nueva y radical teoría que plantea que la causa de la escler]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Por qué estoy a favor del aborto (hasta la semana 24-25)]]></title>
<link>http://elblogdepedrogomez.wordpress.com/2009/11/28/por-que-estoy-a-favor-del-aborto-hasta-la-semana-24-25/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 10:28:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>pedrogomezantolinos</dc:creator>
<guid>http://elblogdepedrogomez.wordpress.com/2009/11/28/por-que-estoy-a-favor-del-aborto-hasta-la-semana-24-25/</guid>
<description><![CDATA[En Holismo Planetario encontré un artículo muy interesante que describe perfectamente lo que pienso ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>En <a href="http://holismoplanetario.wordpress.com" target="_blank">Holismo Planetario</a> encontré un artículo muy interesante que describe perfectamente lo que pienso sobre el aborto:</p>
<p><em>&#8220;Ser un ser humano es tener conciencia o yo, la conciencia requiere de un sistema nervioso que la produzca y sostenga, un embrión no tiene un sistema nervioso desarrollado y en las primeras etapas ningún sistema nervioso, por lo tanto el embrión no es un ser humano.El embrión solo es una insensible masa de células indiferenciadas.</em></p>
<p><em>Los que se oponen al aborto por defender la vida cometen una falacia, al hacer sinónimos dos conceptos diferentes: vida y vida humana. El embrión es indudablemente un ser vivo, pero no un ser humano. El embrión es un ser vivo como lo son también los patógenos, las plantas, las estrellas de mar, las aves etcVida humana tampoco es sinónimo de persona humana. En una gota de sangre se ven miles de células humanas (vida humana) células insensibles y no personas. Lo mismo para los tejidos humanos en cultivo la simple sangre que se da en una transfusión.</em></p>
<p><em>La persona humana aparece cuando aparecen actividades esencialmente humanas, típicamente humanas, cuando nuestros cerebros se empieza a distinguir y a superar a los de los monos empezamos ser seres humanos.Cuando un hombre pierde sus funciones cerebrales en un accidente, (aun conservando algunas primitivas) como en el caso de la muere cerebral, se deja de tener pensamientos, y se considera universalmente y legalmente que la persona ha muerto.</em></p>
<p><em>El embrión no tiene sistema nervioso desarrollado y es insensible (como las plantas) y es igual que el cuerpo que queda con la muerte cerebral, vida humana pero no persona humana, vida (pues respira y digiere) pero no ser humano.</em></p>
<p><em>Algunos argumentan que el embrión no siendo en acto ser humano, lo es en potencia. Pero ¿debemos tratar o considerar al ser en potencia como si fuera en acto?Nosotros somos cadáveres en potencia pues sabemos que cada uno va a morir, ¿Seria lógico entonces enterrar a la gente en vida? ¿O celebrar los 36 años de una bebe de 1 mes? Las potencialidades solo son posibilidades. </em></p>
<p><em>Otros dirán que el embrión lleva el genoma completo de una persona, bueno, cada célula contiene una copia del genoma, también por eso, de una sola célula se pudo hacer por clonación un individuo como en el famoso experimento de Dolly. Cada día perdemos millones de células con genomas completos que podrían dar potencialmente seres humanos ¿Deberíamos celebrar múltiples funerales por la muerte de esos seres humanos potenciales?&#8221;</em></p>
<p>Añado: Muchos estudios han establecido sin lugar a dudas que el feto humano es incapaz de tener sensaciones conscientes antes de las semanas 24-25 del embarazo. Por lo tanto, si antes de ese tiempo de gestación el feto no puede tener percepciones y por tanto es insensible al dolor, y es también absolutamente incapaz de sufrir, gozar y de tener conciencia, porque todavía no ha adquirido las estructuras, las conexiones y las funciones nerviosas necesarias, biológicamente no puede ser considerado un ser humano.</p>
<p>Fuente: <a href="http://holismoplanetario.wordpress.com/2009/10/27/el-embrion-no-es-un-ser-humano/" target="_blank">Holismo Planetario</a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Porta trancada]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/28/porta-trancada/</link>
<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 01:49:53 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
<guid>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/28/porta-trancada/</guid>
<description><![CDATA[Ando pensando em abrir a porta do quarto que estava sendo preparado para a Carol. É bobagem achar qu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Ando pensando em abrir a porta do quarto que estava sendo preparado para a Carol. É bobagem achar que olhar móveis, paredes, roupas ou qualquer outro objeto possa trazer lembranças dolorosas, afinal, ainda não inventaram uma fórmula mágica para apagar flashes de bons e maus momentos da memória.</p>
<p>Na verdade ver essa porta, sempre trancada, não muda absolutamente nada. Pelo contrário, é  uma visão que chega a ser mais cruel do que  olhar diretamento para o berço, a cadeira e o papel de fundo cor de rosa e bolinhas brancas. Eu observo a porta branca fechada e sei exatamente, em detalhes, o que está atrás dela. Evitar abri-la é o mesmo que evitar olhar para dentro de mim mesma. </p>
<p>A Carol não está nas pequenas coisas que ficaram escondidas. Queria eu que fosse possível sofrer menos por não ter esse contato visual com o que compramos e com os lindos presentes que ela ganhou, mas nada pode mudar o fato de que está tudo aqui, registrado na minha cabeça. Pena que não existe uma porta interna que eu possa trancar e assim evitar que o meu coração tenha contato com esse bendito cérebro que não me deixa esquecer.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Niños y su futuro]]></title>
<link>http://pacaspalabras.wordpress.com/2009/11/27/redes-35-ser-feliz-es-cuestia%c2%b3n-de-voluntad-29-minutos/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 18:00:27 +0000</pubDate>
<dc:creator>gustarama</dc:creator>
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<description><![CDATA[Entre los 3 y los 6 años se producen cambios radicales en la vida de un niño. A esa edad empieza a t]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Entre los 3 y los 6 años se producen cambios radicales en la vida de un niño. A esa edad empieza a tener sentido para él el futuro y aprende a controlar en una cierta medida sus impulsos. Aunque no todos los niños tienen la misma destreza en el autocontrol.</p>
<p>Hace más de 40 años, el psicólogo Walter Mischel se propuso medir científicamente la fuerza de voluntad en un grupo de niños y observar cómo esta habilidad podía influir en la evolución hacia la edad adulta.</p>
<p>Eduardo Punset visitó a Mischel en su despacho de la Universidad de Columbia, donde discutieron de la importancia de esos primeros años en la felicidad futura.</p>
<p>Sigan disfrutando!</p>
<p><a href="http://www.redesparalaciencia.com/445/redes/redes-35-ser-feliz-es-cuestion-de-voluntad-29-minutos">Redes 35: Ser feliz es cuestiÃ³n de voluntad (29 minutos)</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
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<title><![CDATA[Cerebro-mente-cambio...]]></title>
<link>http://pacaspalabras.wordpress.com/2009/11/27/redes-44-entrena-tu-cerebro-cambia-tu-mente/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:38:28 +0000</pubDate>
<dc:creator>gustarama</dc:creator>
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<description><![CDATA[Os invito a ver este interesante vídeo sobre plasticidad neuronal. Que disfruten! Redes 44: Entrena ]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Os invito a ver este interesante vídeo sobre plasticidad neuronal. Que disfruten!</p>
<p><a href="http://www.redesparalaciencia.com/1355/redes/2009/redes44-entrena-tu-cerebro-cambia-tu-mente">Redes 44: Entrena tu cerebro, cambia tu mente</a></p>
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</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cérebro irritante. ]]></title>
<link>http://beinganordinarygirl.wordpress.com/2009/11/27/cerebro-irritante/</link>
<pubDate>Fri, 27 Nov 2009 14:15:00 +0000</pubDate>
<dc:creator>P.H.</dc:creator>
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<description><![CDATA[Esse dias eu tava por aí &#8220;furiosa&#8220;, como eu sempre digo, pensando em que direito o nosso]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Esse dias eu tava por aí &#8220;<strong>furiosa</strong>&#8220;, como eu sempre digo, pensando <span style="text-decoration:underline;">em que direito</span> o nosso cérebro tem de escolher quais são as memórias que vão sendo apagadas quando precisamos de espaço pra acomodar novos conhecimentos. Eu tenho <strong>certeza </strong>que se a gente pudesse escolher, todo o mundo optaria por deletar, sei lá, logarítimos, ou a composição do shampoo que leu no banho e até quantas calorias tem um Big Mac. E eu tenho <strong>plena convicção</strong> de que são poucos os que iriam dizer: &#8220;ok, apaga aí o meu casamento&#8221;, ou &#8220;tira aquele meu amigo de infância que eu não falo mais&#8221;, ou ainda: &#8220;deleta meu avô mesmo&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Eu queria tanto lembrar do meu avô. Do riso, dos gritos, dos jogos, do sítio, do &#8220;quê hein&#8221;, das brincadeiras e escorpião e do arroz com galinha.</p>
<p style="text-align:justify;">Tem dias somo pegos de surpresa.  :(</p>
<p style="text-align:center;"><a href="http://beinganordinarygirl.wordpress.com/files/2009/11/avo.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-77 aligncenter" title="avo" src="http://beinganordinarygirl.wordpress.com/files/2009/11/avo.jpg?w=118" alt="" width="118" height="150" /></a></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Para cientistas, oxitocina está na base da gentileza humana]]></title>
<link>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/26/para-cientistas-oxitocina-esta-na-base-da-gentileza-humana/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 17:18:13 +0000</pubDate>
<dc:creator>homoloquax</dc:creator>
<guid>http://psisaber.wordpress.com/2009/11/26/para-cientistas-oxitocina-esta-na-base-da-gentileza-humana/</guid>
<description><![CDATA[Do The New York Times Com um festival de gratidão obrigatória à vista, permita-me oferecer algumas s]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p style="text-align:justify;">Do <strong>The New York Times</strong></p>
<p style="text-align:justify;"><strong><a href="http://psisaber.wordpress.com/files/2009/11/oxitocina.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-328" title="oxitocina" src="http://psisaber.wordpress.com/files/2009/11/oxitocina.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a> </strong></p>
<p style="text-align:justify;">Com um festival de gratidão obrigatória à vista, permita-me oferecer algumas sugestões de coisas pelas quais você deveria exatamente agradecer. Seja grato por, em pelo menos uma ocasião, sua mãe não ter afugentado seu pai com um par de nunchakus e, ao invés disso, ter permitido contato suficiente para possibilitar sua feliz concepção. Seja grato por, ao comprar aquela criatura pálida semelhante a uma ave no mercado, o atendente aceitar seu cartão de crédito em boa fé e até mesmo devolvê-lo pronunciando seu sobrenome de forma quase compreensível. Seja grato pelo funcionário amigável do balcão da United Airlines no dia anterior ao Dia de Ação de Graças, que entende por que você precisa sair da cidade hoje, neste exato minuto, sob risco de alguém puxar o nunchaku da família.</p>
<p style="text-align:justify;">Acima de tudo, seja grato pela oxitocina em seu cérebro, o pequeno e celebrado hormônio peptídeo que, ao que parece, ajuda a lubrificar toda a nossa interação pró-social, os milhares de atos de gentileza, ou quase gentileza, ou daquela gentileza nem tão sincera assim, que tornam possível uma sociedade humana. Cientistas sabem há muito tempo que o hormônio desempenha papéis fisiológicos essenciais durante o nascimento e a lactação, e estudos com animais demonstraram que a oxitocina também pode influenciar o comportamento, estimulando arganazes a se aproximarem de seus parceiros, por exemplo, ou a limpar e confortar seus filhotes. Agora, uma série de novas pesquisas em humanos sugere que a oxitocina está por trás dos pilares emocionais gêmeos da vida civilizada, nossa capacidade de sentir empatia e confiança.</p>
<p style="text-align:justify;">De acordo com um artigo deste mês no periódico The Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores descobriram que diferenças genéticas na resposta das pessoas aos efeitos da oxitocina estão ligadas à sua capacidade de ler expressões faciais, inferir as emoções de terceiros, se afligir com a adversidade alheia e até se identificar com personagens de romances ou de uma tira em quadrinhos. &#8220;Comecei essa pesquisa como uma grande cética&#8221;, disse Sarina M. Rodrigues, da Universidade Estadual de Oregon, coautora do novo artigo, &#8220;mas os resultados me lançaram por terra&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A oxitocina também pode ser um instrumento capitalista. Em uma série de artigos em revistas científicas como Nature, Neuron e outras, Ernst Fehr, diretor do Instituto de Pesquisas Empíricas em Economia da Universidade de Zurique, e seus colegas mostraram que o hormônio tem efeito notável na disposição das pessoas em confiar dinheiro a estranhos. No estudo na Nature, 58 estudantes saudáveis do sexo masculino receberam uma borrifada nasal de oxitocina ou de solução placebo e, 50 minutos depois, foram orientados a jogar um com o outro, usando unidades monetárias que poderiam investir ou poupar.</p>
<p style="text-align:justify;">Os pesquisadores descobriram que os indivíduos induzidos pela oxitocina tinham muito mais chances de confiar em seus parceiros financeiros do que os jogadores placebo: enquanto 45% do grupo oxitocina concordou em investir a quantidade máxima de dinheiro possível, apenas 21% do grupo de controle se provou igualmente condescendente. Além disso, os pesquisadores mostraram que a descarga de oxitocina não simplesmente tornava os indivíduos mais dispostos a assumir riscos e distribuir seu dinheiro por aí. Quando os participantes sabiam que jogavam contra um computador ao invés de um ser humano, não havia diferença na estratégia de investimento entre os grupos. A confiança, ao que parece, funciona apenas em assuntos estritamente humanos.</p>
<p style="text-align:justify;">Entretanto, o hormônio não transforma você em um otário. Na edição de 1º de novembro da Biological Psychiatry, Simone Shamay-Tsoory, da Universidade de Haifa, e seus colegas relataram que quando participantes de um jogo de azar eram postos diante de um jogador que consideravam arrogante, uma borrifada nasal de oxitocina aumentava seus sentimentos de inveja quando o esnobe ganhava e de exultação perversa quando o oponente perdia.</p>
<p style="text-align:justify;">Como regra geral, porém, a oxitocina é um agregador, não um dispersor. Moléculas semelhantes são encontradas em peixes, talvez para facilitar o delicado negócio da fertilização, inibindo a tendência natural de um peixe fugir de outro. Quanto mais elaboradas as demandas sociais, mais papéis a oxitocina assume, alcançando seu ápice em mamíferos. Se você vai dar à luz uma ninhada de jovens necessitados, por que não deixar o mesmo sinal que ajudou a trazê-los ao mundo dar dicas sobre como cuidar e alimentar esses birrentos? E se você for humano, inclinado a transformar tudo em um grande assunto de família, aqui está novamente a oxitocina para incentivar e orientar.</p>
<p style="text-align:justify;">C. Sue Carter, da Universidade de Illinois de Chicago, pioneira no estudo da oxitocina, suspeita que a associação entre o hormônio e o nascimento impediu por muito tempo cientistas de levarem a substância a sério. &#8220;Mas agora que ela foi levada ao mundo da economia e das finanças&#8221;, disse Carter, &#8220;de repente virou um assunto quente&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">A oxitocina age como um hormônio, viajando pela corrente sanguínea para afetar órgãos distantes de sua origem no cérebro e, como um tipo de neurotransmissor, permitindo que as células cerebrais se comuniquem. Diferente da maioria dos neurotransmissores, a oxitocina parece entregar seu sinal através de apenas um receptor, uma proteína projetada para reconhecer seu formato e estremecer quando presa; dopamina e serotonina, de forma diferente, têm cada uma cinco ou mais receptores dedicados a elas. No entanto, os contornos precisos do esforçado receptor da oxitocina diferem de indivíduo para indivíduo, com efeitos perceptíveis.</p>
<p style="text-align:justify;">Em seu estudo, Rodrigues e os colegas Laura R. Saslow e Dacher Keltner, da Universidade da Califórnia em Berkeley, analisaram como duas variantes do código genético do receptor podem influenciar a capacidade de uma pessoa de sentir empatia, medida por um questionário padronizado (&#8220;Eu realmente me envolvo com os sentimentos de personagens de um romance&#8221;) e por uma tarefa comportamental chamada &#8220;Lendo a Mente com os Olhos&#8221;.</p>
<p style="text-align:justify;">Nela, participantes observam 36 fotografias em preto e branco de olhos de pessoas e devem escolher a palavra que melhor descreva o humor de cada sujeito. Incômodo, rebeldia, contemplação, alegria? Em uma mensuração relacionada aos supostos efeitos relaxantes da oxitocina, também é testada a intensidade com que os indivíduos reagem ao estresse de escutar uma série de ruídos altos.</p>
<p style="text-align:justify;">Em sua amostragem com 192 universitários de ambos os sexos, os pesquisadores descobriram que aqueles com a chamada versão A do receptor da oxitocina, que estudos anteriores associaram ao autismo e habilidades paternas ou maternas fracas, pontuaram bem menos na tarefa de leitura de olhar e mais no teste de propensão a estresse do que os indivíduos com a variedade G do receptor.</p>
<p style="text-align:justify;">&#8220;Nós somos todos diferentes, e isso é uma boa coisa&#8221;, disse Rodrigues. &#8220;Se todos fossem grudentos e amorosos, seria um mundo insuportável&#8221;. Ela própria depois comicamente se assumiu como um Tipo A.</p>
<p style="text-align:justify;">Tradução: Amy Traduções</p>
<p style="text-align:justify;">Fonte <a href="http://noticias.terra.com.br/">Notícias Terra</a></p>
<p style="text-align:justify;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Cérebro responde mais rapidamente à dor física que à dor mental]]></title>
<link>http://mundonaweb.wordpress.com/2009/11/26/cerebro-responde-mais-rapidamente-a-dor-fisica-que-a-dor-mental/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:51:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>Rafa</dc:creator>
<guid>http://mundonaweb.wordpress.com/2009/11/26/cerebro-responde-mais-rapidamente-a-dor-fisica-que-a-dor-mental/</guid>
<description><![CDATA[Damásio enviou texto para ser apresentado nas V Conferências de Filosofia e Epistemologia. António D]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><h2 style="text-align:center;"><span style="color:#000000;">Damásio enviou texto para ser apresentado<br />
nas V Conferências de Filosofia e Epistemologia.</span></h2>
<p><span style="color:#888888;"><em><span style="color:#888888;">António Damásio afirma que as respostas do cérebro à dor física surgem e desaparecem mais rapidamente do que as respostas à dor mental. No texto sobre &#8220;Emoções e sentimentos&#8221;, que foi ontem apresentado e sintetizado por Edmund T. Rolls, à margem das V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, em Viseu, o neurocientista português explica que, por exemplo, </span><strong><span style="color:#888888;">&#8220;a compaixão pela dor física evoca respostas mais rápidas na região do córtex insular </span></strong><span style="color:#888888;">[do cérebro] </span><strong><span style="color:#888888;">do que a compaixão pela dor mental&#8221;.</span></strong></em></span></p>
<p><span style="color:#888888;"><em><strong><span style="font-style:normal;font-weight:normal;background-color:#ffffff;"><!--more--><span style="color:#888888;">Esta foi uma das hipóteses que viu confirmada num estudo que desenvolveu com Hanna Damásio e Mary Helen Immordino-Yang, no qual diz terem tido um </span><strong><span style="color:#888888;">&#8220;vislumbre&#8221;</span></strong><span style="color:#888888;"> do que se passa no cérebro quando uma pessoa sente admiração e a compaixão. </span></span></strong></em></span></p>
<p><span style="color:#888888;"><span style="color:#888888;"><br />
O professor da Universidade do Sul da Califórnia considera que a admiração e a compaixão são duas das mais notáveis</span><strong><span style="color:#888888;"> &#8220;emoções sociais&#8221;,</span></strong><span style="color:#888888;"> um grupo de emoções onde inclui também o embaraço, a vergonha, a culpa, o desprezo, o ciúme e o orgulho.</span></span></p>
<p><strong><span style="color:#888888;">&#8220;Estas emoções são realmente provocadas em situações sociais e certamente desempenham papéis fundamentais na vida dos grupos sociais&#8221;</span></strong><span style="color:#888888;">, refere, dizendo ser importante, neste âmbito, perceber se admiração e compaixão são diferentes e as regiões do cérebro com elas relacionadas.</span></p>
<p><span style="color:#888888;">Outra das conclusões a que chegaram, e que não previam, é que </span><strong><span style="color:#888888;">&#8220;a região do postero-medial córtex (PMC), que estava mais activa em situações de admiração por perícias e compaixão por dor física, era perfeitamente distinta da parte do PMC mais relacionada com a admiração por actos virtuosos e a compaixão por dor mental&#8221;.</span></strong></p>
<p><span style="color:#888888;">António Damásio, para quem a emoção é </span><strong><span style="color:#888888;">&#8220;um programa de acções”,</span></strong><span style="color:#888888;"> foi um dos autores estudados durante três dias nas V Conferências Internacionais de Filosofia e Epistemologia do Instituto Piaget, a par do ensaísta George Steiner, que se deslocou a Viseu, do filósofo Espinosa e do escritor Miguel Torga.</span></p>
<p style="text-align:right;"><span style="color:#888888;"><strong><span style="color:#000000;">Fonte: <span style="font-weight:normal;"><span style="color:#999999;"><a href="http://www.cienciahoje.pt/"><span style="color:#999999;">Ciencia Hoje.</span></a></span></span></span></strong></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[No desconectes tu cerebro]]></title>
<link>http://gosalbez.es/2009/11/26/no-desconectes-tu-cerebro/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 16:05:12 +0000</pubDate>
<dc:creator>luisgosalbez</dc:creator>
<guid>http://gosalbez.es/2009/11/26/no-desconectes-tu-cerebro/</guid>
<description><![CDATA[Rodeados, como estamos, por el dospuntocerismo imperante, resulta cada vez más difícil abstraerse de]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Rodeados, como estamos, por el <strong>dospuntocerismo</strong> imperante, resulta cada vez más difícil abstraerse de la <strong>conversación </strong>y, lo que es peor, de los <strong>discursos </strong>presuntamente bidireccionales, que no son más que chorradas expelidas en momentos de mayor o menor inspiración.</p>
<p>Hoy <strong>todo el mundo opin</strong>a, y siempre hay alguien escuchando. Los <strong>futbolistas </strong>opinan sobre política; los <strong>políticos</strong> opinan sobre fútbol; los &#8220;<strong>artistas</strong>&#8221; (sí, muchos de ellos entre comillas) opinan sobre economía y solidaridad y luego se oponen a que se comparta la <strong>cultura</strong>; las <strong>putas </strong>opinan sobre internet y los <strong>medios digitales</strong> se forran gracias a la publicidad y los artículos sobre el fenómeno de las putas opinantes. Y por fin los <strong>bloggers </strong>hablamos de todo esto y de muchas otras cosas sobre las que sabemos y sobre las que no tenemos ni la más remota idea.</p>
<p>Con el desarrollo de internet, los <strong>periodistas </strong>han perdido el <strong>monopolio </strong>de la divulgación y el tratamiento de la información. Esto es bueno porque se ha <strong>democratizado </strong>el discurso y menos bueno porque cada vez cuesta más separar el trigo de la paja, <strong>la opinión de la información</strong>, la basura de la comida. No todos los periodistas saben escribir o tienen cosas interesantes que contar pero al menos, en principio, saben <strong>qué se debe hacer</strong> y qué no se debe hacer con esa información. Estamos de acuerdo en que <strong>nadie cuenta sólo cosas interesantes</strong>, eso es algo que los que me seguís de forma habitual sabéis bien <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Lo verdaderamente importante no es escuchar de forma <strong>indiscriminada </strong>y otorgar crédito a todo el que lo pide. Esto último los bancos lo han aprendido bastante bien a base de collejas. A mí me gusta leer <strong>blogs de economía</strong> pero estoy seguro de que si, por ejemplo, siguiese a diario a <a title="El blog de Marc Vidal" href="http://www.marcvidal.cat/espanol/" target="_blank"><strong>Marc Vidal</strong></a>, cuyo blog os aconsejo vivamente, acabaría haciendo acopio de latas de berberechos y metiéndome en un agujero a esperar a que escampe. <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>No todo es bueno o malo. <strong>Todo el mundo se equivoca alguna vez</strong>, sobre todos los que hablamos mucho, o, simplemente confunde opinión con  información y utiliza demasiado a menudo axiomas y verdades que no lo son. No todo lo que aparece en la <a title="Wikipedia" href="http://wikipedia.org" target="_blank">wikipedia</a> es cierto. Ni siquiera todo lo que aparece en una enciclopedia o en las noticias es absolutamente cierto. Una de las primeras cosas que aprendemos los <strong>abogados </strong>-y los <strong>gallegos</strong>- es que no existe una sola verdad, ni una sola certeza, ni una sola interpretación de la realidad; de lo contrario, los abogados <strong>no existiríamos</strong>, y eso sería algo que alegraría a demasiada gente como para ser cierto <img src='http://s.wordpress.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Simplemente tres consejos que te recomiendo tener en cuenta siempre que recibas una información:</p>
<p>- <strong>La objetividad no existe</strong>: Cualquier narración está tamizada por una pátina de <strong>opinión</strong>, no siempre por voluntad sino por simple <strong>naturaleza humana</strong>. Incluso tu propio cerebro hará que <strong>interpretes </strong>esa información de una forma distinta al resto de personas. No puedes ser objetivo, no lo intentes y vivirás más tranquilo.</p>
<p>- <strong>Sé crítico</strong>: No aceptes los mensajes como vienen, porque el transmitente ha intentado que veas la información como él la ve. Todo es discutible, en especial las opiniones. El <a title="Argumento de autoridad" href="http://es.wikipedia.org/wiki/Argumento_de_autoridad" target="_blank"><strong><em>argumento de autoridad</em></strong></a>, por suerte, pasó a la historia hace muchos años.</p>
<p>- <strong>No desconectes el cerebro</strong>: Algunas mentiras o incorrecciones son extremadamente obvias, pero si no estás atento no llegarás a detectarlas y acabarás interiorizando el mensaje sin darte cuenta.</p>
<p>Todos tenemos herramientas para comunicar nuestros mensajes pero, por suerte, tú puedes elegir a quién escuchas.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[El cuento de los dos cerebros]]></title>
<link>http://comoperroygato.wordpress.com/2009/11/26/el-cuento-de-los-dos-cerebros/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 13:10:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>comoperroygato</dc:creator>
<guid>http://comoperroygato.wordpress.com/2009/11/26/el-cuento-de-los-dos-cerebros/</guid>
<description><![CDATA[Jope. Parece que fue ayer que escribi mi ultimo post en el blog, y acabo de me dar cuente que ya van]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Jope. Parece que fue ayer que escribi mi ultimo post en el blog, y acabo de me dar cuente que ya van dos meses sin escribir nada de nada.</p>
<p>La verdad es que los ultimos meses han sido muy complicados. El tema de trabajo, como siempre acaba por ser, me está consumiendo las energias a una velocidad vertiginosa, y esto acaba por dejarme con pocas energias para otras cosas importantes de la vida, como la familia, los amigos y hasta mis hobbies me dejan de gustar. Hay dias que no me apetece ni comer, por la cuantidad de problemas que tengo en mi mente. No hay duda, la crisis economica está dandole fuerte a todas las medianas empresas de este pais. Y estar en un barco que puede irse hundir en cualquier momento no es facil.</p>
<p>En fin, ya lo remontaré. Los optimistas siempre acabamos por encontrar formas de generar energias positivas que nos llevan hacie delante.</p>
<p>Para reir un poco, unos videos que he encontrado en youtube sobre las diferencias entre hombre y entre mujer, y sobre la forma como cada uno piensa de una forma diferente en las pequeñas cosas cotidianas, no es una charla psicológica, pero mas bien comica, pero está muy bien hecha.</p>
<p>&#160;</p>
<p>PARTE I</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/XhTzdhsfWz4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/XhTzdhsfWz4&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
<p>&#160;</p>
<p>PARTE II</p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/rZsNh0DYmqg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/rZsNh0DYmqg&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Sonhos aquecem e beneficiam o cérebro]]></title>
<link>http://ogritodacoruja.wordpress.com/2009/11/26/sonhos-aquecem-e-beneficiam-o-cerebro/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 10:00:19 +0000</pubDate>
<dc:creator>ogritodacoruja</dc:creator>
<guid>http://ogritodacoruja.wordpress.com/2009/11/26/sonhos-aquecem-e-beneficiam-o-cerebro/</guid>
<description><![CDATA[Os sonhos são aberturas para o inconsciente Após um dia repleto de atividades, o sujeito puxa o lenç]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><div id="attachment_269" class="wp-caption alignright" style="width: 193px"><a href="http://ogritodacoruja.wordpress.com/files/2009/11/dsc015841.jpg"><img class="size-medium wp-image-269  " title="Buraco" src="http://ogritodacoruja.wordpress.com/files/2009/11/dsc015841.jpg?w=225" alt="" width="183" height="243" /></a><p class="wp-caption-text">Os sonhos são aberturas para o inconsciente</p></div>
<p>Após um dia repleto de atividades, o sujeito puxa o lençol e afunda a cabeça no travesseiro gelado. Em poucos minutos, essa sublime sensação de descanso se extingue e ele entra em um estado de sonolência. Não há restrições – o sujeito pode ser você ou qualquer outra pessoa –, é natural dormirmos e logo atravessarmos diversos estágios até o famoso sono <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/REM_(sono)" target="_blank">REM</a></span> (Movimento Rápido dos Olhos), em que o gatilho dos sonhos é disparado em nossas mentes. Um artigo publicado no jornal Nature Reviews Neuroscience, pelo Dr. J. Allan Hobson, psiquiatra e pesquisador do sono de Harvard, aponta que o principal papel desse estágio do sono é fortalecer as conexões neurais.</p>
<p>De acordo com o neurologista <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4734000U2" target="_blank">Rodrigo Ramos</a>, que atende em Balneário Camboriú e Itajaí, o sono REM é a quinta fase do sono. O primeiro estágio é definido por uma leve sonolência quando, por exemplo, lemos um livro e começamos a embaralhar as letras.  Na segunda etapa, a pessoa pode estar assistindo à televisão e não dar atenção aos que falam com ela, pois já está dormindo. Da segunda para a terceira, ocorrem as chamadas <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.neurologia.ufsc.br/index.php?option=com_content&#38;view=article&#38;id=50:mioclonia-e-epilepsia&#38;catid=3:artigos&#38;Itemid=10" target="_blank">mioclonias naturais</a></span>, que são abalos musculares bruscos ou aquela sensação de estar caindo. Após a terceira fase, não há mais contato direto com o ambiente. A quarta é um sono mais profundo, e a teoria atribui ao quinto estágio a ocorrência de sonhos palpáveis, capazes de serem relembrados ao acordar.</p>
<p>Entretanto, a relação entre as cinco etapas do sono é muito variada. Ramos destaca que, ao longo da noite, podemos pular de um estágio para o outro, fazendo idas e retornos da primeira fase até a última. ”Os sonhos são a parte do inconsciente ativo. Eles estão relacionados diretamente às experiências vividas e aos desejos do ser humano”. Cada um sonha de acordo com seus conflitos pessoais, interesses e objetivos, e esses sonhos podem ter um perfil vívido no qual o indivíduo sonha e pode sentir aquilo que toca, que apalpa.</p>
<p>Afirmar que os sonhos agem em nossos organismos apenas psicologicamente, é algo incoerente segundo a publicação da revista Nature Reviews Neurocience. Ela defende que a principal função do sono REM é fisiológica, como aquecer circuitos, antecipar visões, sons e emoções. Desde a descoberta desse estado do sono, as bases do sonho puderam ser melhor compreendidas, e o artigo apresenta os detalhes desses mecanismos cerebrais com uma teoria da consciência, derivada do estudo do ato de sonhar. O sonho ajusta a mente para a consciência que vem em seguida.  Ele funciona como um estado paralelo a ela que opera sem interrupções, suprimido ao despertar.</p>
<p>Para a psicanálise de <span style="text-decoration:underline;"><a href="http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_378.html" target="_blank">Freud</a></span>, os sonhos possuem um sentido pessoal para cada sujeito. Basicamente, eles são narrativas importantes para que se abra uma via de acesso ao inconsciente. Segundo a psicanalista Rosane Mendonça, de Itajaí, o desejo burla a consciência através do sonho, pois há um baixo grau de repressão. Quando sonhamos, temos a liberdade de realizar feitos que teriam consequências se estivéssemos acordados. “O sonho é algo que tem a ver com a história do sujeito”. Por essa razão, não é possível generalizar o significado de objetos que aparecem em nossa mente, como se eles significassem sempre a mesma coisa para todas as pessoas.</p>
<p>Além das formas de <a href="http://www.epilepsia.org.br/epi2002/index.asp" target="_blank"><span style="text-decoration:underline;">epilepsia</span> </a>que atuam durante o sono e alteram sua qualidade, os pesadelos traduzem as angústias do inconsciente. A medida mais indicada para evitar sonhos que sobrecarreguem a mente é a higienização do sono. Ramos aconselha manter ao menos duas horas de intervalo entre a última refeição e a hora de dormir, evitando bebidas alcoólicas e tabagismo. A prática de atividades físicas durante o dia também é fundamental para que a adrenalina não seja liberada à noite, e um ambiente confortável ajuda a criar um sono saudável e benéfico para o cérebro.</p>
<p><strong>Priscilla Paese do Amaral</strong></p>
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<title><![CDATA[Too Much of Anything]]></title>
<link>http://pensandonacarol.wordpress.com/2009/11/26/too-much-of-anything/</link>
<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 01:55:37 +0000</pubDate>
<dc:creator>pensandonacarol</dc:creator>
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<description><![CDATA[Estou tentando organizar a minha vida de forma prática, sem medo do que virá. Trabalhar, progamar at]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Estou tentando organizar a minha vida de forma prática, sem medo do que virá. Trabalhar, progamar atividades para preencher os finais de semana, inventar coisas para fazer em casa&#8230; Enquanto o meu cérebro continua trabalhando a todo vapor, o meu coração às vezes parece que está ficando para trás. A verdade é que procuro ocupar o meu tempo ao máximo para não ter momentos ociosos que me dêem o direito de olhar para aquele período onde tudo se encaixava com perfeição sem qualquer esforço. No final, depois de tanto raciocinar, hoje eu preciso desesperadamente parar para chorar por essa vida sem a Carol, mas as lágrimas agora caem lentamente e com dificuldade.</p>
<p>É como a música do The Who, <em>Too Much of Anything:</em></p>
<p>&#8220;&#8230;Acho que esse cérebro pensou muito,<br />
Procurando, tentando encontrar o apoio,<br />
Acho que esse coração sangrou com frequência uma vez<br />
Desta vez sangrou um pouco demais&#8230;&#8221; <em>(Pete Townshend)</em></p>
<p><span style='text-align:center; display: block;'><object width='425' height='350'><param name='movie' value='http://www.youtube.com/v/3q86hQOlLac&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' /><param name='allowfullscreen' value='true' /><param name='wmode' value='transparent' /><embed src='http://www.youtube.com/v/3q86hQOlLac&#038;rel=1&#038;fs=1&#038;showsearch=0&#038;hd=0' type='application/x-shockwave-flash' allowfullscreen='true' width='425' height='350' wmode='transparent'></embed></object></span></p>
</div>]]></content:encoded>
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<title><![CDATA[Prohibido]]></title>
<link>http://laratagris.wordpress.com/2008/07/25/prohibido/</link>
<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 23:44:48 +0000</pubDate>
<dc:creator>laratagris</dc:creator>
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<description><![CDATA[]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><a href="http://laratagris.wordpress.com/files/2009/11/prohibidos_def.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-324" title="prohibidos_def" src="http://laratagris.wordpress.com/files/2009/11/prohibidos_def.jpg" alt="Prohibido" width="450" height="319" /></a></p>
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