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	<title>ciclo-hidrologico &amp;laquo; WordPress.com Tag Feed</title>
	<link>http://en.wordpress.com/tag/ciclo-hidrologico/</link>
	<description>Feed of posts on WordPress.com tagged "ciclo-hidrologico"</description>
	<pubDate>Fri, 25 Dec 2009 14:04:03 +0000</pubDate>

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<title><![CDATA[O DESAFIO DO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO MUNDO GLOBALIZADO ]]></title>
<link>http://australopitecos.wordpress.com/2009/09/30/o-desafio-do-desenvolvimento-sustentavel-no-mundo-globalizado/</link>
<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 22:39:01 +0000</pubDate>
<dc:creator>Mauricio Guimaraes</dc:creator>
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<description><![CDATA[(Por Maurício Ferreira Guimarães) O texto abaixo foi baseado no artigo de José Augusto Pádua, “A Ocu]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p><strong>(Por Maurício Ferreira Guimarães)</strong></p>
<p><em><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">O texto abaixo foi baseado no artigo de José Augusto Pádua, “A Ocupação do Território Brasileiro e a Conservação dos Recursos Naturais”, o qual foi publicado no livro Unidades de Conservação: Atualidades e Tendências (Fundação O Boticário).</span></em></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">No Brasil, mesmo após séculos de desenvolvimento tecnológico, cultural e econômico, alcançando-se por fim, o almejado mundo globalizado, ainda hoje é notório a dificuldade de se alcançar resultados inerentes ao progresso em sintonia com o conceito de sustentabilidade e preservação do ambiente. Alguns filósofos, não no significado restrito de pessoas com formação específica, mas no que tange às pessoas que se preocupam em obter respostas a respeito deste fenômeno, atribuem esta persistência deste paradigma como fundamentado em uma base histórico-cultural.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Segundo autores, como o do texto referenciado, as razões pelas quais se dá a atual maneira de se trabalhar o ambiente frente às relações desenvolvimentistas são atribuídas ao modelo de colonização pelo qual se deu a ocupação do território brasileiro ao longo da sua história. De cunho estritamente exploratório, as nações que aqui se estabeleceram até a conquista da independência do País não tiveram outro objetivo se não o de se explorar as riquezas aqui “disponíveis” &#8230; uma janela de oportunidades, inesgotável para sua maioria.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Desde a descoberta do Brasil já se passaram mais de 5 séculos e aparentemente ainda é possível encontrar resquícios do modelo que por tanto tempo foi responsável por imensuráveis golpes contra o ambiente, incontestavelmente, aqueles relacionados às bens e riquezas mineral e vegetal. É fato que com o estabelecimento do modelo extrativista não seria de se esperar que os protagonistas por tais crimes não tivessem outra intenção se não a de enriquecer a qualquer custo, afinal de contas, estavam só de passagem.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Mas daí vêm algumas perguntas intrigantes: Por si só, o fato relatado é motivo para se acomodar alegando que seria então necessários mais 5 séculos para a solidificação de uma cultura ambientalmente correta? Somos, portanto, reféns de uma cultura dominante que geneticamente vem nos influenciando nas nossas tomadas de decisões? Depois de alcançada a nossa independência os termos a pouco utilizados: “só de passagem” e “a qualquer custo”, parecem não serem mais compatíveis, uma vez que o País e o Mundo colhem os frutos de macro projetos de exploração ecológica.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Conforme esclarece Pádua, no que se refere à relação com a natureza e o modo de relacionamento da sociedade com o seu entorno ecológico, as linhas gerais do modelo de ocupação e exploração do território podem ser definidas através de três características: 1) O mito do recurso natural inesgotável, baseado na idéia de fronteiras naturais sempre abertas para o avanço da exploração econômica; 2) Um grau considerável de desprezo pela biodiversidade e os biomas nativos e 3) Uma aposta permanente no regime de monocultura como fonte de enriquecimento econômico e instrumento eficaz de controle sobre o território.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Um exemplo claro e talvez, sendo este, um dos primeiros a se aprender no ensino básico, diz respeito aos recursos hídricos. Considerados como inesgotáveis e renováveis, sua degradação e contaminação foram negligenciadas por muito tempo, sempre se considerando que um dia, através de processos naturais cientificamente na época ainda não bem definidos resultariam na recuperação do impacto ocasionado pelas atividades antrópicas.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">De fato a água não acaba, pois o seu volume no planeta é constante; Entretanto, o mesmo recurso pode ser considerado como passível de esgotamento se considerarmos uma determinada área geográfica. Esta afirmativa é correta, pois o Ciclo Hidrológico é o que atribui esta característica e dinâmica à água. De maneira bem simplista, inicialmente a água acumulada nos oceanos provenientes dos cursos de rios é evaporada para, depois de se condensar nas nuvens, voltarem a cair nos continentes através das chuvas. Apesar de se tratar de um ciclo, na concepção da palavra, este apresenta algumas peculiaridades baseadas em frágeis elos que quando quebrados, exaurem a água de uma determinada região, a levando para ocorrer outra localidade. Este é o caso, por exemplo, de grandes áreas devastadas. Parte da umidade que é encontrada em uma área advém da presença das árvores que a retém quando massas de ar úmidas transitam pelas áreas ocupadas. Essa úmida, bem como a chuva que também cai nessa região é responsável por alimentar os lençóis freáticos e os rios, bem como ocasionar novas chuvas. Quando esta cobertura é removida o ciclo hidrológico se adéqua, fazendo com que a água e umidade presentes naquela área estejam, agora, disponíveis em outro lugar, condenando a área outrora verde, à aridez e eventual desertificação.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Possíveis correlações entre as três características citadas acima, residem nos aspectos inerentes a: Educação Ambiental, tida como importante ferramenta que leva ao conhecimento do indivíduo os conceitos capazes de fomentar um melhor entendimento da estrutura e dinâmica do ambiente, bem como oferecer oportunidades de se alcançar meios racionais e sustentáveis na relação homem-natureza; e a Conscientização Ambiental, a qual trata das relações respeitosas e responsáveis do ser humano, no que tange a sua auto-preservação e a preocupação com as gerações futuras. Seria possível, portanto, elencar uma ou mais características, como aquela(s) que mais facilmente reflete(m) a cultura ambiental de uma empresa, a qual, por vezes, dita as regras sobre o modo como são conduzidas são atividades, cujos procedimentos que se perpetuam por anos, podem ou não causar impactos negativos ao ambiente, assim como passarem despercebidas ou serem apenas irrelevantes.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Cabe, contudo ressaltar que educação e conscientização ambiental devem sempre andar juntas, afinal de contas, como mencionado a pouco, de nada vale o conhecimento se não há a intenção de aplicá-lo de maneira inteligente, responsável e comprometida com o ambiente, ou seja, de maneira política e ambientalmente correta. Quando são observados crimes ambientais de grande repercussão, como derramamentos clandestinos de óleos, assim como aqueles de menor proporção, os responsáveis sabem exatamente as conseqüências de suas ações; Mesmo assim o fazem por falta de respeito a si próprios e à natureza. O que se pode concluir neste parágrafo, portanto, é que nem sempre uma boa educação ambiental e um trabalho efetivo de conscientização ambiental são suficientes para se obter bons resultados.</span></p>
<p style="text-align:justify;"><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">O modelo adotado por uma empresa para conduzir suas operações visa o lucro, caso contrário não teria o porquê de sua existência. Sua estrutura baseia-se, eventualmente, em pilares que têm como objetivos, seu crescimento; sua estabilidade; e reconhecimento no mercado, bem como da sociedade. A decisão pelo modelo de gestão a ser implantado, não pode, portanto, advir apenas de uma questão baseada na herança histórica responsável pela consolidação de paradigmas firmados por “poderosos” que por aqui passaram ou governantes que investiram seus esforços em tirar proveito da natureza em uma via de mão única. Atualmente, pode-se considerar que o desafio do desenvolvimento sustentável permeia por entre as engrenagens de um País e é tido como algo inevitável ditado e exigido não mais pelos comandantes das nações do planeta, mas sim pelos seus cidadãos que a cada momento tornam-se mais conscientes e responsáveis pelos impactos ambientais negativos decorrentes das atividades industriais e do uso e ocupação desordenados do solo. Trata-se de uma conscientização coletiva.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;">Até que ponto uma empresa, não por força legal, mas devido à sua conscientização ambiental, está disposta a investir mais recursos financeiros ou abrir mão de grandes projetos quando estes representassem risco de comprometimento de ecossistemas ambientais? É interessante verificar como se dá esta relação, já que dificilmente há uma preocupação em valorar a componente “natureza” como um ativo ou passivo numa estrutura empresarial. Seria este fato, algo inerente ao paradigma de exploração que corroeu, por anos e de maneira desrespeitosa, a relação do homem com o ambiente? Perceber como se pode ganhar com a preservação do ambiente ou o que se tem a perder com sua degradação, são premissas que vêm ocupando espaços, direta ou indiretamente nas políticas ambientais adotadas pelas empresas. Já faz muito tempo que a componente ambiente deixou de ser bandeira de ambientalista para se tornar uma <em><span style="font-family:Verdana;">commoditie</span></em> capaz, portanto, de agregar valor financeiro a uma empresa que demonstra sua responsabilidade ambiental.</span></p>
<p><span style="font-size:9pt;font-family:Verdana;"><img class="alignnone size-thumbnail wp-image-187" title="rush_order_tibet5" src="http://australopitecos.wordpress.com/files/2009/09/rush_order_tibet5.jpg?w=150" alt="rush_order_tibet5" width="150" height="150" /></span></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Ciclo da Água]]></title>
<link>http://sociencias.wordpress.com/2009/08/29/ciclo-da-agua/</link>
<pubDate>Sat, 29 Aug 2009 16:40:54 +0000</pubDate>
<dc:creator>sociencias</dc:creator>
<guid>http://sociencias.wordpress.com/2009/08/29/ciclo-da-agua/</guid>
<description><![CDATA[                                         As fases da Água. A água pode ser encontrada na natureza em]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>                                         <strong>As fases da Água.<br />
</strong>A água pode ser encontrada na natureza em três fases: sólida, líquida e gasosa.<br />
A água pode mudar de fase, ou seja, da sólida para líquida, da líquida para a gasosa, da gasosa para a líquida e líquida para a sólida. A essas mudanças damos o nome de mudanças de estados físicos da água. São elas: fusão, vaporização, condensação, solidificação e sublimação.</p>
<p><strong>Fusão</strong>- É a passagem da água do estado sólido  para o estado líquido.</p>
<p><strong>Solidificação</strong>- É a passagem da água do estado líquido para o estado sólido.</p>
<p><strong>Vaporização</strong>- É a passagem da água do estado líquido para o estado gasoso.</p>
<p><strong>Condensação</strong>- É a passagem da água do estado gasoso para o estado líquido.</p>
<p><strong>Sublimação</strong>- É a passagem direta da água do estado gasoso para o estado sólido, sem passar pelo estado líquido.</p>
<div id="attachment_181" style="width:310px;"><img title="Imagem1" src="http://acmarretti.files.wordpress.com/2009/05/imagem12.png?w=300&#038;h=117#38;h=117" alt="Mudanças de estados físicos da água." width="300" height="117" /> Mudanças de estados físicos da água. </div>
<p>                                          <strong>O ciclo da Água.</strong></p>
<p><strong><br />
</strong><img title="agua_ciclo" src="http://acmarretti.files.wordpress.com/2009/05/agua_ciclo.jpg?w=450&#038;h=299#38;h=299" alt="agua_ciclo" width="450" height="299" /></p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Recursos Hídricos da Amazônia]]></title>
<link>http://vandrefonseca.wordpress.com/2009/07/16/recursos-hidricos-da-amazonia/</link>
<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 04:47:32 +0000</pubDate>
<dc:creator>Vandre Fonseca</dc:creator>
<guid>http://vandrefonseca.wordpress.com/2009/07/16/recursos-hidricos-da-amazonia/</guid>
<description><![CDATA[A Amazônia, onde está a maior reserva de água doce disponível do mundo, não tem um plano para aprove]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>A Amazônia, onde está a maior reserva de água doce disponível do mundo, não tem um plano para aproveitar melhor seus recursos hídricos. Culpa da própria abundância que dá a impressão de a água ser um recurso ilimitado, suficiente para atender a todas as necessidade e ambições. Uma impressão falsa, já aqui e acolá explodem conflitos envolvendo a água na região. É bom esclarecer também que os conflitos na Amazônia não são apenas pela terra, mas também pela água.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Durante o simpósio Recursos Hídricos na Amazônia, realizado durante a reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) em Manaus, o especialista da Agência Nacional das Águas, Wágner Vilella, citou situações de conflito ou pelo menos de divergências encontradas durante os estudos para o Planejamento Estratégico de Recursos Hídricos para a Margem Direita do Amazonas.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Citou também o caso de índios revoltados com uma Pequenas Central Hidrelétrica, na sub-bacia do Tapajós e conflitos que teriam resultado em morte no Rio Purus, no Amazonas, devido à pesca – um tipo de conflito que se tenta solucionar com os Acordos de Pesca.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">E não são os únicos. Nas brigas por terras na região, a água é um bem pouco lembrado mas que tem papel importante nos interesses em conflitos. A discussão sobre a Terra Indígena Raposa Serra do Sol, por exemplo, se ateve apenas a da discussão. No Centro da polêmica estavam as reivindicações de rizicultores, posicionados nas margens dos rios Tacutu e Cotingo. É a possibilidade de inundar as plantações que faz dali uma área privilegiada para a produção de arroz. A questão não era apenas a terra, mas também a água.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Não se pode esquecer também o papel da cheia no êxodo rural no Amazonas. Ribeirinhos expulsos das margens dos grandes rios correm para a capital do estado ou outras cidades e acabam não retornando ao local de origem. Com poucas opções para viver, ou ocupa os igarapés na cidade ou tenta à forma encontrar espaço nas invasões.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">O geólogo e professor da Universidade Federal do Amazonas, Naziano Filizola, defendeu bem a necessidade desta gestão dos Recurso Hídricos na Amazônia. Apesar de, na média, a região ter uma oferta bem acima do recomendado pela Organização das Nações Unidades, quando se observa com profundidade, os problema começam a aparecer.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">E eles estão nas cidades que crescem e afetam a qualidade da água para a população, e nem sempre este crescimento é acompanhado pelos investimentos em Saneamento Básico Necessários. Estão também no uso do solo, que além de demandar água para as culturas e para o gado afetam os cursos d&#8217;água e nascentes. E estão na fronteira, onde o Brasil tem projetos que podem afetar nossos vizinhos, e onde estamos em uma posição deligada, pois boa parte das nascentes da Amazônia estão em países estrangeiros.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">Ao discurso sobre a importância estratégica da Amazônia, como um grande reservatório de água para a humanidade, está na hora de antecipar as ações para garantir que a própria população amazônida tenha acesso a esta água, e com qualidade.</p>
<p class="western" style="margin-bottom:0;">
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Desflorestação afecta a Geosfera, Hidrosfera e Atmosfera]]></title>
<link>http://disciplinex.wordpress.com/2008/07/11/desflorestacao-afecta-a-geosfera-hidrosfera-e-atmosfera/</link>
<pubDate>Fri, 11 Jul 2008 07:09:05 +0000</pubDate>
<dc:creator>disciplinex</dc:creator>
<guid>http://disciplinex.wordpress.com/2008/07/11/desflorestacao-afecta-a-geosfera-hidrosfera-e-atmosfera/</guid>
<description><![CDATA[Como sabemos, o sistema Terra depende das interacçõs entre os difersos subsistemas ! Como vários out]]></description>
<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><p>Como sabemos, o sistema Terra depende das interacçõs entre os difersos subsistemas !</p>
<p>Como vários outros fenomenos possiveis de associar aos diversos subsistemas, a desflorestação é deveras interessante para compreender a dinâmica das inter-relações entre os vários subsistemas.</p>
<p>A desflorestação é a eliminação de uma porção de terreno florestal numa determinada área, muitas vezes por acção humana para desenvolvimento economico etc&#8230; visando satisfazer as necessidades do Homem.</p>
<p>Este &#8220;abate&#8221; de arvores conduz a um desiquilibrio em todos os subsistemas!</p>
<p><strong><span style="text-decoration:underline;">A que nivel a Desflorestação influencia o modo de interacção entre os subsistemas?</span></strong></p>
<p>Podemos distinguir alguns dos casos mais notaveis aos efeitos da Desflorestação:</p>
<ul>
<li>O facto de, não existir uma area florestal prejudica a <strong>Biodiversidade</strong>, de modo que a porção florestal serviria como habitat e fornecia condiçoes para a sobrevivencia desta, podendo levar á extinção.</li>
</ul>
<p>Portanto, colocamos em perigo toda a biodiversidade presente na area florestal afectada.</p>
<ul>
<li> A Desflorestação, destabiliza as <strong>bacias hidrográficas</strong> de um curso de água, mas, afinal o que são bacias hidrográficas?</li>
</ul>
<p>As bacias hidrográficas de um curso de agua (por exemplo: rio) é todo o terreno que escoa a agua para esse mesmo curso de agua!</p>
<p>Imaginem um Rio, todo o terreno á sua volta escoa agua para esse rio, água esta que é proveniente das chuvas, a este fenomeno é designado por bacias hidrográficas.</p>
<p>Sabemos que se sucedem chuvas intensas, mas não sabemos o papel fundamental das plantas, especialmente das de grande porte, pois estas absorvem grandes quantidades de agua, escoando menos quantidade para os cursos de agua. Visto que neste papel importante sem elas provocara o escoamente de toda a agua proveniente da chuva e pode provocar inundações/cheias, o que é traduzido numa grande destabilização das bacias hidrográficas.</p>
<ul>
<li>A Desflorestação afectara o <strong>ciclo hidrológico</strong>, ou seja, o ciclo da água. Sabemos as várias etapas do ciclo da água, e as plantas tem um papel importante na devolução de agua proveniente da atmosfera, através da transpiração. As plantas precisam da agua para varias funções, como a fotossintese e regulam a sua temperatura com a transpiração, ao transpirarem libertam moleculas de vapor de água para a atmosfera, e, fazendo isto ciclicamente, contribuem para a eficacia do ciclo da agua. E se caso verificar-se a desflroestação não poderá ocorrer esta etapa do ciclo da agua, encontramo-nos perante uma ruptura no ciclo hidrológico (ou ciclo da água).</li>
</ul>
<ul>
<li>A Desflorestação aumenta a <strong>Erosão dos Solos</strong>, mas afinal, o que é isto?                      A erosão dos solos é, basicamente, a destruição dos solos, tornando-os inférteis, o que causa consequências, como ser inútil para a agricultura.                                             A erosão dos solos é provocada por agentes como a água, o vento, a chuva que destroem as estruturas do solo.  Ao haver uma area flroestal diminui a exposição dos solos a esses agentes o que torna os solos produtivos, mas sem essa area florestal a erosão é maior, sendo assim uma das consequencias da desflroestação.</li>
</ul>
<ul>
<li>Outro dos problemas é o agravamento do <strong>efeito de estufa</strong>. Como todos nós sabemos o efeito de estufa actua como um escudo que, absorvendo, impede que parte das  radiaçoes do sol que cheguam até á superficie terrestre sejam enviadas de novo para o espaço, assim se mantem uma temperatura constante da superficie terrestre.  O Problema é que os gases do efeito de estufa, entre eles o dioxido de carbono, estão a ser produzidos em excesso o que condiciona a que o efeito de estufa absorva em excesso as radiaçoes solares, e para combater esse problema as plantas surgem como importantes no processo de fotossintese, pois elas conseguem utilizar o dioxido de carbono para a produção de oxigénio, e assim reduzem este. Sem plantas isso não é possivel e a não utilização do dioxido de carbono pelas plantas codiciona a um aumento dos gases do efeito de estufa, agravando o aquecimento global do nosso planeta.</li>
</ul>
<p>Obtemos assim uma relação entre os vários subsistemas fundamental ao sistema Terra.</p>
</div>]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[Mudanças Climáticas]]></title>
<link>http://ambientedomeio.com/2008/04/13/mudancas-climaticas-2/</link>
<pubDate>Sun, 13 Apr 2008 23:14:47 +0000</pubDate>
<dc:creator>Ana Marina Martins de Lima</dc:creator>
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<description><![CDATA[  “Clima constitui o estado médio e o comportamento estatístico das variáveis de tempo (temperatura,]]></description>
<content:encoded><![CDATA[  “Clima constitui o estado médio e o comportamento estatístico das variáveis de tempo (temperatura,]]></content:encoded>
</item>
<item>
<title><![CDATA[EVOLUCIÓN: ABIOGÉNESIS A POR SUS FUEROS]]></title>
<link>http://jolimu.wordpress.com/2008/04/05/evolucion-abiogenesis-por-sus-fueros/</link>
<pubDate>Sat, 05 Apr 2008 10:37:45 +0000</pubDate>
<dc:creator>jolimu</dc:creator>
<guid>http://jolimu.wordpress.com/2008/04/05/evolucion-abiogenesis-por-sus-fueros/</guid>
<description><![CDATA[&#8220;Oh Timoteo, guarda lo que se te ha encomendado, evitando las profanas pláticas sobre cosas va]]></description>
<content:encoded><![CDATA[&#8220;Oh Timoteo, guarda lo que se te ha encomendado, evitando las profanas pláticas sobre cosas va]]></content:encoded>
</item>

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